2 UNIVERSIDADE POTIGUAR DIRIGENTES Reitora Profª MSc. Sâmela Soraya Gomes de Oliveira Pró-Reitora Acadêmica Profª MSc. Sandra Amaral de Araújo ESCOLA DA SAÚDE Diretora Profª Dra Giselle Gasparino Santos Coluchi CURSO DE GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO – BACHARELADO Coordenadora Prof. MSc. Girlene Freire Gonçalves 3 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO PARTE 1 – CONTEXTO INSTITUCIONAL .......................................................... 9 1.1 SOBRE A UNIVERSIDADE POTIGUAR ............................................................. 10 1.2 PRINCÍPIOS E FINALIDADES ............................................................................ 11 1.3 MISSÃO E VISÃO ............................................................................................... 12 1.4 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E ACADÊMICA ........................................ 13 1.5 ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO ................................................................... 14 1.5.1 Ensino de graduação ..................................................................................... 14 1.5.2 Ensino de Pós-graduação ............................................................................. 17 1.5.3 Pesquisa, extensão e ação comunitária ........................................................ 18 1.6 PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL ......................................... 19 PARTE 2 – ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA.............................. 21 2.1 DADOS DO CURSO ............................................................................................ 22 2.1.1 Denominação ................................................................................................ 22 2.1.2 Atos autorizativos .......................................................................................... 22 2.1.3 Número de vagas e turnos de funcionamento ............................................... 22 2.1.4 Regime acadêmico ........................................................................................ 22 2.1.5 Modalidade de oferta ..................................................................................... 22 2.1.6 Carga horária total ......................................................................................... 22 2.1.7 Integralização ................................................................................................ 22 2.1.8 Formas de acesso ......................................................................................... 23 2.1.9 Local de Funcionamento ............................................................................... 23 2.1.10 Histórico....................................................................................................... 23 2.1.11 Coordenação ............................................................................................... 24 2.2 ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA........................................................................ 25 2.2.1 Da coordenadoria de cursos de graduação na UnP ...................................... 25 2.2.2 A Coordenação do Curso de Nutrição ........................................................... 25 2.2.3 Conselho de curso ......................................................................................... 26 4 2.3 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO .............................................................. 28 2.3.1 Necessidade Social ....................................................................................... 28 2.3.2 Concepção .................................................................................................... 33 2.3.3 Objetivos do Curso ........................................................................................ 36 2.3.4 Perfil Profissional ........................................................................................... 37 2.3.4.1 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES ....................................................... 37 2.3.5 Organização curricular................................................................................... 41 2.3.5.1 EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ESTRATÉGIAS DE TRABALHO ................. 53 2.3.5.2 EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS COMO FORMA DE INCLUSÃO.......................................................................................................... 55 2.3.5.3 ATIVIDADES COMPLEMENTARES ....................................................... 56 2.3.5.4 ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO ..................................... 59 2.3.5.5 ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO ............................ 65 2.3.5.6 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) I E II ........................ 66 2.4 PESQUISA, INICIAÇÃO CIENTÍFICA, EXTENSÃO E AÇÃO COMUNITÁRIA ... 68 2.4.1 Pesquisa ........................................................................................................ 68 2.4.2 Extensão e Ação Comunitária ....................................................................... 71 2.4.2.1 PROJETOS INTEGRADOS COM OUTRAS GRADUAÇÕES ................ 72 2.4.2.2 PARTICIPAÇÃO EM AÇÕES COMUNITÁRIAS E DE INCLUSÃO 20112013 .................................................................................................................... 73 2.4.2.3 EVENTOS E CURSOS ........................................................................... 74 2.5 METODOLOGIA.................................................................................................. 81 2.6 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM .................................................................... 83 2.7 APOIO AO DISCENTE ........................................................................................ 85 2.8 AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO ......................................................................... 88 5 PARTE 3 – CORPO DOCENTE E PESSOAL TÉCNICO- ADMINISTRATIVO ................................................................................................... 90 3.1 CORPO DOCENTE ............................................................................................. 91 3.1.1 Núcleo Docente Estruturante (NDE) .............................................................. 91 3.1.2 Perfil docente................................................................................................. 92 3.1.3 Apoio institucional .......................................................................................... 98 3.2 CORPO TÉCNICO- ADMINISTRATIVO .............................................................. 99 3.2.1 Equipe de apoio ao Curso ............................................................................. 99 3.2.2 Atividades de capacitação ............................................................................. 99 PARTE 4 – INSTALAÇÕES ................................................................................ 100 4.1 INSTALAÇÕES GERAIS DA UNP ..................................................................... 101 4.2 BIBLIOTECA ..................................................................................................... 103 4.3 INSTALAÇÕES PARA O CURSO ..................................................................... 108 4.4 LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA .............................................................. 109 4.5 AMBIENTES DE AULAS PRÁTICAS, ESTÁGIOS, PESQUISA E EXTENSÃO 111 4.5.1 Centro Integrado de Saúde ( CIS/UnP) ....................................................... 111 4.5.2 Hospital Simulado ........................................................................................ 112 4.5.3 Laboratórios da Área Básica - Escola da Saúde ......................................... 113 4.5.4 Laboratórios especializados ........................................................................ 132 4.6 COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA .................................................................. 137 ANEXOS 6 LISTA DE QUADROS Quadro 1 – Cursos de graduação, modalidade presencial – Campus Natal, 2013.1 Quadro 2 – Cursos de graduação, modalidade presencial – Campus Mossoró, 2013.1 Quadro 3 – Oferta de graduações a distância por polo – 2012 Quadro 4 – Oferta de graduações a distância por polo – 2013.1 Quadro 5 – Cursos lato sensu à distância – 2013.1 Quadro 6 – Competências e habilidades gerais Quadro 7 – Competências e habilidades específicas Quadro 8 – Organização do Curso por ciclo, blocos de conhecimento e disciplinas – estrutura curricular 2010 Quadro 9 – Pontuação das Atividades Complementares Quadro 10 – Composição do NDE Quadro 11 – Corpo docente 2013 LISTA DE ANEXOS Anexo A – Ementas e bibliografias Anexo B – Estrutura curricular 2010 Anexo C – Produção discente – TCC 2010-2012 Anexo D – Lista de Periódicos 7 APRESENTAÇÃO O bacharelado em Nutrição, um dos quatorze cursos que compõem a Escola de Saúde da Universidade Potiguar (UnP), integrante da Laureate Internacional Univeristies, em Natal, é referência no Rio Grande do Norte (RN) pela qualidade de sua infraestrutura e das atividades de ensino, pesquisa e extensão que desenvolve. Implementando políticas definidas no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI 2007/2016), o Curso fortalece a responsabilidade social da UnP especialmente no tocante ao papel da alimentação e da nutrição na promoção, prevenção e recuperação da saúde. A proposta pedagógica do Curso está fundamentada nas Diretrizes Curriculares Nacionais (Resolução CNE/CES nº 5, de 7 de novembro de 2001), na legislação que regulamenta a profissão, no Código de Ética do Nutricionista, considerando as demandas sociais da região Nordeste, relativamente às políticas públicas de alimentação e nutrição. O Curso é regido também pela missão e Projeto Pedagógico Institucional (PPI), buscando a formação de profissionais que, além de dominar as especificidades da profissão, sejam capazes de agir com rigor científico, atuando com postura ética, solidária/inclusiva, com vistas à constituição da cidadania. Essa perspectiva encontra-se delimitada no presente Projeto Pedagógico (PPC), construído coletivamente sob orientações do Núcleo Docente Estruturante(NDE), considerando resultados da autoavaliação de Nutrição e contribuições de especialistas na área de nutrição. Estruturado em 4 (quatro) partes, este PPC trata, inicialmente, do contexto geral da Universidade Potiguar, delimitando em linhas gerais a sua dinâmica acadêmica e administrativa. A segunda parte compreende a organização didáticopedagógica do Curso com a indicação de: principais aspectos administrativos; organização curricular; avaliação da aprendizagem; sua autoavaliação; formas institucionais de apoio ao aluno. A terceira parte é relativa ao corpo docente e ao pessoal técnico-administrativo, explicitando o perfil acadêmico e profissional dos professores e a disponibilização de corpo técnico-administrativo para o funcionamento do Curso. Por fim, na quarta parte encontram-se informações sobre as instalações físicas - incluído o Sistema Integrado de Bibliotecas (SIB/UnP), os espaços administrativos e acadêmicos ocupados pelo Curso, inclusive laboratórios da área da 8 saúde e específicos do bacharelado em Nutrição destinados a aulas práticas, estágios, pesquisas e ações de extensão. Pelo teor que apresenta, o presente Projeto tem um sentido político, devendo a sua implementação resultar em profissionais éticos e competentes, que compreendam criticamente o mundo e a sociedade, e que, se reconhecendo como sujeitos históricos, possam influenciar positivamente a vida das individualmente e em coletividades, evidenciando atitudes de inclusão social. pessoas 9 PARTE 1 – CONTEXTO INSTITUCIONAL 10 1.1 SOBRE A UNIVERSIDADE POTIGUAR Com mais de 30 anos de funcionamento, a Universidade Potiguar (UnP), com sede em Natal, capital do Rio Grande do Norte (RN), iniciou suas atividades em 1981 (Parecer CFE n. 170, de 18 de fevereiro de 1981; Decreto n. 85.828/1981, D.O.U. de 20 de março de 1981). Seu credenciamento, como Universidade, data de 1996, por meio de Decreto de 19 de dezembro desse ano (D.O.U. de 20 de dezembro de 1996); o recredenciamento é formalizado de acordo com a Portaria MEC n. 529, de 10 de maio de 2012 (D.O.U. de 11 de maio de 2012) e a oferta da modalidade a distância conforme a Portaria MEC n. 837, de 3 de abril de 2006 (D.O.U. de 04 de abril de 2006). Mantida pela Sociedade Potiguar de Educação e Cultura S.A. (APEC) - pessoa jurídica de natureza privada, constituída como sociedade anônima e com finalidade lucrativa1, a UnP passa a integrar a Laureate International Universities em 2007. É a única Universidade particular do RN, atuando ao lado de três outras instituições públicas, da mesma natureza: as Universidades Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Estadual do Rio Grande do Norte (UERN) e Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), as duas últimas com sede em Mossoró/RN. A Universidade Potiguar tem a sua estrutura organizada em dois campi: o Campus Natal, abrangendo quatro Unidades - Floriano Peixoto, Salgado Filho, Nascimento de Castro e Roberto Freire -, e o Campus Mossoró, fora da sede, autorizado nos termos da Portaria/MEC n. 2.849, de 13 de dezembro de 2001, situado na Região Oeste do Estado. 1 O Estatuto Social original da APEC foi inscrito no Cartório do 2° Ofício de Notas da Comarca de Natal - Registro Civil das Pessoas Jurídicas - no livro próprio A - n. 10, à fl. 109, sob o número 215, data de 14.09.79. O Estatuto atual tem seu registro no dia 26/01/2012, na Junta Comercial do Estado do Rio Grande do Norte (JUCERN) - NIRE 24300004494 e CNPJ/MF n. 08.480.071/0001-40. 11 1.2 PRINCÍPIOS E FINALIDADES Filosófica e politicamente, a administração da Universidade é regida por diretrizes fundamentadas na ética, em valores culturais, sociais e profissionais, expressos nos seus princípios e finalidade. Os princípios, explicitados no Estatuto, indicam a necessidade de uma atuação que evidencie2: a defesa dos direitos humanos; a excelência acadêmica; a formação cidadã; o exercício pleno da cidadania; a liberdade no ensino, na pesquisa e na divulgação da cultura, da arte e do saber; VI. a pluralidade de ideias e concepções pedagógicas; VII. a participação e a descentralização na gestão acadêmica e administrativa; VIII. a igualdade de acesso aos bens culturais e serviços prestados à comunidade; IX. a valorização do profissional da educação; X. a participação integrada e solidária no processo de desenvolvimento sustentável e na preservação do meioambiente. I. II. III. IV. V. Em essência, esses princípios traduzem duas ordens de ação: uma voltada para a constituição da cidadania, cuja materialidade encontra-se numa relação direta com o acesso de todos, independente de raça, cor, credo e gênero, à saúde, educação, moradia, trabalho, previdência social, lazer; outra que diz respeito à natureza e especificidade da UnP – a oferta da educação de nível superior de qualidade e que promova a inclusão por meio de atividades de ensino, pesquisa e extensão, conforme legislação e normativos pertinentes. Sinteticamente, é possível afirmar-se que os princípios da Universidade Potiguar são orientadores da sua finalidade: promover o bem comum pelo desenvolvimento das ciências, das letras e das artes, pela difusão e preservação da cultura e pelo domínio e cultivo do saber humano em suas diversas áreas. 2 UNIVERSIDADE POTIGUAR. Estatuto. 5. ed. Natal: Edunp, 2012. (Documentos Normativos da UnP. Série azul – Normas da Organização Universitária, v. 1). 12 1.3 MISSÃO E VISÃO A Universidade Potiguar tem como missão formar cidadãos comprometidos com os valores éticos, culturais, sociais e profissionais, contribuindo - através do ensino, da pesquisa e da extensão de excelência - para o desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Norte, da Região e do País. No Descritivo Analítico da Declaração de Missão para a Comunidade Interna e Externa3, ficam claros como principais compromissos da UnP: - a excelência dos serviços prestados institucionalmente; - a formação para a cidadania, pelo desenvolvimento de processos que propiciem a construção de um determinado perfil profissional e que culminem na inserção do futuro profissional na contemporaneidade; - a promoção de condições de integração entre pessoas, cursos, programas, projetos e atividades, na perspectiva da indissociabilidade ensino/pesquisa/extensão; - a sintonia com as necessidades sociais. De acordo com a sua visão, a UnP pretende ser uma Universidade de excelência na formação cidadã, pela prática efetivamente integrada do ensino, da pesquisa e da extensão, por uma gestão ética, ágil e inovadora e pela sua participação constante no desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Norte, da Região e do País. 3 UNIVERSIDADE POTIGUAR. Declaração de Missão. Declaração de valores. Declaração de Visão de Futuro. Natal, 2006. 13 1.4 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E ACADÊMICA A Universidade está organizada em duas instâncias, conforme o seu Estatuto: a) a Administração Superior, que compreende a Presidência, os órgãos de natureza deliberativa - Conselho Superior Universitário (ConSUni) e Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (ConEPE) - e a Reitoria, como órgão executivo, à qual se vinculam, entre outros órgãos, a Pró-Reitoria Acadêmica (ProAcad), com uma estrutura que compreende gerências e núcleos nas áreas de ensino, pesquisa e extensão; b) a Administração Acadêmica, abrangendo uma estrutura de planejamento (Comitê Acadêmico e Avaliação Institucional); o Conselho de Curso (ConseC), órgão de natureza deliberativa e consultiva; e órgãos executivos (Diretoria de Campus fora de Sede; Diretorias de Escolas; Coordenadorias de Curso de Graduação e Coordenadorias de Curso de Pós-Graduação). Destacam-se, entre os órgãos executivos da Administração Acadêmica, as Diretorias de Escolas, cujo funcionamento objetiva o fortalecimento da integração entre cursos de graduação e destes com os de pós-graduação, reforçando iniciativas interdisciplinares e de indissociabilidade ensino/pesquisa/extensão, assim como as estratégias de gestão participativa, cujas bases encontram-se em uma estrutura de colegiados (com representatividade de docentes, discentes e setores da organização civil), de planejamento e de avaliação institucional já consolidada. Instaladas em 2009, as Escolas, ou Unidades Acadêmicas Especializadas, são assim denominadas: Comunicação e Artes; Direito; Educação; Engenharias e Ciências Exatas; Gestão e Negócios; Hospitalidade; Saúde. 14 1.5 ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO As atividades acadêmicas, compreendendo a oferta de cursos, programas e projetos nas áreas de ensino, pesquisa, extensão e ação comunitária, são efetivadas nas modalidades presencial e a distância, nos níveis de graduação e pós-graduação. Perpassam essas atividades o propósito da inclusão social, do que são ilustrativos: a) convênios interinstitucionais, como o mantido com a Prefeitura do Natal, possibilitando, pelo funcionamento da Escola Municipal 4º Centenário, o acesso de crianças ao ensino fundamental, ou com a Prefeitura de Parnamirim possibilitando o desenvolvimento de práticas clínicas, estágios, atividades de extensão e ação comunitária e de pesquisa; b) prestação de serviços à comunidade por meio do Centro Integrado de Saúde (CIS/UnP), ou do Núcleo de Prática Jurídica (NPJ), e ainda, de laboratórios; c) realização ou participação em eventos, do que são ilustrativos o dia da responsabilidade social; ação global; voluntariado jovem; d) disponibilização de recursos que propiciam o atendimento educacional especializado (AEE), como tradutor de libras, digitalização de livros entre outros; e) oferta de disciplinas e atividades que tratam de questões raciais e de sustentabilidade socioambiental. Destaca-se ainda o Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAPe), setor por excelência no qual se concentram as iniciativas de acessibilidade, salientando-se o acompanhamento ao aluno portador de deficiência a partir das informações prestadas no momento da matrícula na UnP, e a capacitação de professores. 1.5.1 Ensino de graduação Na modalidade presencial registram-se 62 (sessenta e dois) cursos, sendo 45 (quarenta e cinco) em Natal e 17 (dezessete) em Mossoró. (Quadros 1 e 2). 15 Quadro 1 – Cursos de graduação, modalidade presencial – Campus Natal, 2013.1 ESCOLA Comunicação e Artes TIPO CURSO Bacharelado Direito CST Bacharelado Educação Licenciatura Engenharia e Ciências Exatas Bacharelado CST Bacharelado Gestão e Negócios CST Hospitalidade Saúde CST Bacharelado bacharelado/licenciatura Bacharelado CST CURSO Comunicação Social: Publicidade e Propaganda; Jornalismo. Cinema e Vídeo Design Gráfico; Design de Interiores Direito História; Letras: Português e Português/Inglês e Pedagogia Arquitetura e Urbanismo; Engenharia Ambiental; Engenharia Civil; Engenharia de Computação; Engenharia Elétrica; Engenharia Mecânica; Engenharia de Petróleo e Gás; Engenharia de Produção; Sistemas de Informação. Petróleo e Gás Segurança no Trabalho Administração; Ciências Contábeis; Relações Internacionais Gestão Ambiental; Gestão Comercial; Gestão de Recursos Humanos; Gestão Financeira; Gestão Pública; Marketing Gastronomia Turismo Ciências Biológicas e Educação Física Biomedicina; Enfermagem; Farmácia; Fisioterapia; Fonoaudiologia; Medicina; Nutrição; Odontologia; Psicologia; Serviço Social; Terapia Ocupacional. Estética e Cosmética 16 Quadro 2 – Cursos de graduação, modalidade presencial – Campus Mossoró, 2013.1 ESCOLA TIPO DE CURSO CURSO Direito Bacharelado Direito. Arquitetura e Urbanismo; Engenharia Civil; Engenharia de Produção. Petróleo e Gás; Segurança no Trabalho. Administração; Ciências Contábeis. Gestão Ambiental; Gestão Pública; Gestão de Recursos Humanos; Processos Gerenciais; Marketing. Enfermagem; Fisioterapia; Nutrição; Serviço Social. Engenharias e Ciências Exatas Bacharelado CST Bacharelado Gestão e Negócios Saúde CST Bacharelado Na modalidade a distância, a oferta compreende os bacharelados em Administração, Ciências Contábeis e Serviço Social; a licenciatura em Pedagogia e a graduação tecnológica em Gestão Comercial, iniciados em 2012, e os Cursos Superiores de Tecnologia em Marketing e em Gestão de Recursos Humanos, implantados em 2011, totalizando sete cursos. (Quadro 3). Quadro 3 – Oferta de graduações a distância por polo - 2012 CURSOS Zona Sul Mossoró Caicó Currais Novos Zona Norte 1. Administração 2. Ciências Contábeis X X X X X X X X X X 3. 4. 5. 6. 7. X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X POLOS CST em Recursos Humanos CST em Marketing Pedagogia Serviço Social CST em Gestão Comercial Em 2013 deverão entrar em funcionamento três novas graduações tecnológicas: logística, negócios imobiliários e gestão pública, ampliando-se a oferta de sete para onze cursos, conforme quadro 4. 17 Natal/RN (Zona Sul) Mossoró/ RN Cuiabá/MT Recife/PE Fortaleza/ CE Goiânia/GO Porto Alegre/RS Canoas/RS 1. Administração 2. Ciências Contábeis 3. CST em Recursos Humanos 4. CST em Marketing 5. Pedagogia 6. Serviço Social 7. CST em Gestão Comercial 8. CST em Negócios Imobiliários (novo) 9. CST em Logística (novo) 10. CST em Gestão Pública (novo) 11. CST em Processos Gerenciais (novo) Natal/RN (Zona Norte) POLOS Currais Novos /RN CURSOS Caicó/RN Quadro 4 – Oferta de graduações a distância por polo – 2013.1 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X - X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X - X X X X X X X X X X X X X X - X X X X X X - - X X - X X X X X X - - X X - X X X X X X - - - - - - - - - - - X X 1.5.2 Ensino de Pós-graduação Na pós-graduação presencial registram-se, no nível lato sensu, 73 (setenta e três) cursos, dos quais 62 (sessenta e dois) no Campus Natal e 11 (onze) em Mossoró. Integram a oferta stricto sensu os mestrados em: I) Administração; II) Engenharia de Petróleo e Gás, com áreas de concentração em Automação de Processos Industriais (Campus Natal), Engenharia de Poço (Campus Mossoró) e Tecnologias Ambientais (para os dois Campi); III) Biotecnologia. Os cursos a distância, por sua vez, têm oferta apenas em nível lato sensu. (Quadro 5). Quadro 5 – Cursos lato sensu à distância – 2013.1 CURSOS MBA em Gestão de Pessoas MBA em Gestão Financeira de Empresas MBA em Gestão Empresarial MBA em Marketing POLOS ZONA NORTE CAICÓ CURRAIS NOVOS 18 1.5.3 Pesquisa, extensão e ação comunitária As políticas institucionais relativas à pesquisa e à extensão, expressas no PPI e no PDI 2007/2016, são viabilizadas por uma estrutura específica, cujo funcionamento é da responsabilidade da Pró-Reitoria Acadêmica. A pesquisa é implementada a partir de grupos e linhas estabelecidas por escola e tem os objetos de estudo delimitados conforme necessidades identificadas durante as práticas clínicas, estágios supervisionados obrigatórios, atividades realizadas junto às comunidades, atendidos os critérios de relevância social e coerência com a formação profissional; coerência com a natureza da área do conhecimento em que se situam os cursos. A organização da pesquisa compreende os Comitês de Pesquisa (ComPesq) e de Ética em Pesquisa (CEPE), além de coordenações estruturadas por cada uma das escolas. O financiamento dos projetos é efetivado, principalmente, com recursos da própria UnP, tais como, o Fundo de Apoio à Pesquisa (FAP); Programa de Bolsas de Iniciação Científica (ProBIC); Gratificação de Incentivo à Pesquisa (GIP). A extensão e a ação comunitária constituem estratégias de interação com a comunidade e, por suas características, têm o sentido da responsabilidade social da UnP e de cada curso. As atividades nesse campo também são viabilizadas com recursos institucionais: Fundo de Apoio à Extensão (FAEx); Gratificação de Incentivo à Extensão (GIEx) e Programa de Bolsas de Extensão (ProBEx), considerando a pertinência das atividades com os processos formativos da UnP e com as demandas sociais. Para a divulgação da sua produção resultante do ensino, da pesquisa e da extensão, a UnP conta: a) com o seu repositório científico, disponibilizando revistas eletrônicas organizadas por escola; b) com portais biblioteca virtual do Natal (http://natal.rn.gov.br/bvn/) e (http://bdtd.ibict.br), publicação de dissertações e teses; c) o seu congresso científico/mostra de extensão, de realização anual em Natal e Mossoró, com estruturação dos anais correspondentes. 19 1.6 PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL As atividades de planejamento são assumidas em sua natureza política, estratégica e de intervenção, viabilizando uma gestão acadêmica e administrativa com foco na qualidade, e na perspectiva do aprimoramento dos diversos processos, considerando os requisitos de: a) flexibilidade; b) apreensão objetiva da realidade social, política, econômica, educacional e cultural, e da própria UnP, identificando-se necessidades a atender; c) avaliação contínua de ações e resultados; d) participação dos vários segmentos acadêmicos. Como um dos fundamentos da organização, sistematização e qualidade das ações institucionais, o planejamento é desenvolvido à luz de três princípios enunciados no PDI 2007/2016: excelência acadêmica, sustentação econômica dos cursos e educação continuada, adotando-se níveis diferenciados, mas intercomplementares, a partir de uma visão ampla da política educacional brasileira para chegar às especificidades da Universidade Potiguar, e, depois, às peculiaridades de unidades acadêmicas especializadas (escolas), cursos, programas e projetos de ensino, pesquisa e extensão. Essencial ao processo de planejamento, no sentido de imprimir-lhe confiabilidade e factibilidade, está a avaliação institucional, cujas informações são substanciais à tomada de decisões e ao aperfeiçoamento de todos os processos acadêmicos, didático-pedagógicos e gerenciais. Autoavaliação institucional Com vistas ao aperfeiçoamento crescente do modelo de gestão, bem como dos cursos, programas e projetos, o processo autoavaliativo da UnP tem uma dinâmica em que: a) são envolvidos todos os segmentos acadêmicos: aluno, professor, coordenadoria de curso de graduação, pessoal técnico-administrativo e dirigentes; b) os instrumentos, revistos continuamente, têm aplicação em meio eletrônico, podendo ser adotadas outros procedimentos de coleta de dados; c) são efetivadas análises comparativas entre os resultados das avaliações externas e internas. 20 As informações obtidas, tratadas estatisticamente pela CPA/UnP, são socializadas por meio de seminários de avaliação e planejamento, e examinados, posteriormente, tanto no âmbito de cada curso (pelos Conselhos de cursos e NDE, com envolvimento de docentes e de representantes de turma) quanto pela Reitoria e setores institucionais. A cada semestre são liberados relatórios eletrônicos, elaboradas sínteses dos principais dados e estruturados relatórios qualitativos, com a indicação dos limites, potencialidades e avanços de cada curso. Ao final de todo o processo, há registro, em documento próprio, da situação geral da Universidade, cujas análises sinalizam fragilidades a superar e aspectos a fortalecer, alimentando, assim, o processo de planejamento e identificando necessidades de correção de rumos ou de transformação, se necessário. (Figura 1). Figura 1 – Etapas do processo avaliativo 21 PARTE 2 – ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 22 2.1 DADOS DO CURSO 2.1.1 Denominação Curso de graduação em Nutrição – Bacharelado. 2.1.2 Atos autorizativos Criação: Resolução n. 076, de 3 de agosto de 2004 – ConSUni. Reconhecimento: Portaria MEC n. 148, de 15 de fevereiro de 2007. 2.1.3 Número de vagas e turnos de funcionamento 202 vagas anuais/diurno e noturno, conforme Resolução n. 020, de 07 de dezembro de 2011 – ConSUni, editada com base no Despacho n. 250, de 30 de novembro de 2011 (D.O.U. 01.12.2011), do Secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior/MEC. 2.1.4 Regime acadêmico Seriado semestral. 2.1.5 Modalidade de oferta Presencial. 2.1.6 Carga horária total 3.200 horas (3.840 horas-aula). 2.1.7 Integralização Mínimo: 4 anos/8 séries. Máximo: 8 anos/16 séries. 23 2.1.8 Formas de acesso Processo seletivo destinado a egressos do ensino médio ou equivalente, nas modalidades: a) vestibular tradicional; b) vestibular agendado, para o preenchimento de vagas remanescentes; c) transferência externa; d) reopção; e) aproveitamento de estudos de portador de diploma de graduação; f) aproveitamento dos resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). 2.1.9 Local de Funcionamento Campus Natal - Unidade Salgado Filho - Av. Salgado Filho, 1610 - Lagoa Nova, Natal/RN. 2.1.10 Histórico O Curso de Nutrição entrou em funcionamento em fevereiro de 2005, tendo na Resolução n. 076/2004, de 3 de agosto de 2004 – ConSUni, o seu ato de criação, e na Portaria/MEC n. 148/07, publicada no D.O.U em 16.02.2007, o seu reconhecimento. Atualmente, está funcionando com 12 (doze) turmas, sendo 6 (seis) no matutino e 6 (seis) no noturno. O Curso tem ingresso anual, mas em 2006.1 a entrada de alunos ocorreu apenas no turno matutino, e, a partir de 2007, retoma-se o acesso no início de cada semestre e nos dois turnos. Em dezembro de 2011, conforme o Despacho n. 250/2011 MEC/SERES, (D.O.U. 01.12.2011), o Curso tem o número de vagas reduzido em 50 (cinquenta), determinação esta formalizada institucionalmente pela Resolução n. 020/2011 – ConSuni, passando a oferta para 202 vagas. Essa medida teria sido motivada pelo fato de o Curso ter obtido 2 (dois) no seu Conceito Preliminar (CPC), no ciclo avaliativo 2010-2012 definido no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES). Na sequência, a Universidade faz sua adesão ao Termo de Saneamento de Deficiências (TSD/06 2012) em conformidade com o Ofício nº 6, de 29 de junho de 2012- DISUP/SERES/MEC. Daí resulta a implementação das ações indicadas no referido TSD, de acordo com relatório específico do Curso. 24 2.1.11 Coordenação Girlene Freire Gonçalves Fone: (84)3215.1208/1209 (UnP) E-mail: [email protected] / [email protected] 25 2.2 ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA 2.2.1 Da coordenadoria de cursos de graduação na UnP A Coordenadoria de Curso é um órgão executivo da Administração Acadêmica da Universidade, exercida pelo Coordenador de Curso, designado pelo Reitor para mandato de dois anos, permitida a recondução. Essa coordenadoria pode contar com a estrutura de pessoal da Escola à qual esteja vinculada, o que inclui, por exemplo, coordenadoria acadêmico-administrativa e analistas de processos administrativos (APAS). Com atuação regida pelo Estatuto e Regimento Geral da Universidade, assim como pelo Projeto Pedagógico Institucional (PPI) e Plano de Desenvolvimento Institucional 2007/2016, a Coordenadoria de Curso tem na sua organização o Conselho de Curso (ConseC) e o Núcleo Docente Estruturante (NDE), com atividades relacionadas ao ensino, à pesquisa e à extensão previstas nos projetos pedagógicos (PPCs). As coordenações dos cursos de graduação têm representatividade nos órgãos colegiados superiores, ConSUni e ConEPE, e presidem os conselhos e NDEs dos seus cursos. 2.2.2 A Coordenação do Curso de Nutrição A gestão do Curso de Nutrição, desde 2005, está sob a responsabilidade da professora Girlene Freire Gonçalves, mestre em Ciências e Tecnologia de Alimentos pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), 2002, e bacharel em Nutrição pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), 1983. A professora integrou o corpo docente do Curso de Hotelaria, ministrando disciplinas e coordenando estágio; administrou o curso superior de tecnologia em gastronomia, ambas as graduações da Universidade Potiguar. Exerceu o cargo de coordenadora da Coordenadoria de Vigilância Sanitária - Covisa/RN. É contratada pela Secretaria Municipal de Saúde do município do Natal, atuando na equipe de alimentos da vigilância sanitária. No total, são 30 anos de experiência e no mercado de trabalho, dos quais 11 anos no magistério superior e 7 anos na gestão acadêmica. 26 2.2.3 Conselho de curso O Conselho de Curso de Graduação (ConseC), nos termos do Estatuto4, é um órgão de natureza consultiva e auxiliar, com função de analisar e propor medidas didáticopedagógicas, administrativas e disciplinares para o funcionamento do curso e para a sua integração nos diversos programas de pesquisa e de extensão e de Pósgraduação. Ainda de acordo com Estatuto o ConseC tem em sua composição: a) o Coordenador do Curso (seu Presidente); b) três representantes do corpo docente; c) um representante do corpo discente; d) um representante de entidade profissional afeta ao curso. Conselho do Curso de Nutrição O Conselho do Curso está constituído dos seguintes membros, conforme ato da Reitoria: TITULARES SUPLENTES Presidente Girlene Freire Gonçalves (Coordenadora do Curso) Representação docente Lidiane de Lima Fernandes; Mirely de Freitas Paiva Maria Lílian Monteiro Pinto Rodrigues; Diana Quitéria Ferreira Gizene Luciana Sales de Oliveira. Kátia Roseany Silva Viana Representação discente Jéssica Dutra Marinho; Nathalia de Almeida Reis (mat. 201009140) (mat. 201010352) Representação da Associação de Nutrição do Rio Grande do Norte – Nutricionista Brenda Cordeiro Sá. ANURN Nutricionista Nicole Bernadi 4 UNIVERSIDADE POTIGUAR. Estatuto. 5. ed. Natal: Edunp, 2011. (Documentos Normativos da UnP. Série azul – Normas da Organização Universitária, v. 1). 27 As reuniões são realizadas mensalmente, havendo a possibilidade de reuniões extraordinárias, quando necessário. A dinâmica do Conselho promove a co-participação de professores e alunos no desenvolvimento do Curso, considerando sugestões do NDE e resultados da autoavaliação do Curso e deste Projeto, legitimando as decisões didáticopedagógicas e administrativas, com vistas ao aperfeiçoamento curricular. 28 2.3 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO 2.3.1 Necessidade Social O atual cenário nacional, a despeito da implementação de algumas políticas públicas e dos significativos avanços econômicos e sociais, ainda é marcado por um quadro de desigualdades. A Síntese dos Indicadores Sociais 2012 indica que, em relação à renda dos brasileiros, de 2001 a 2011 os 20% mais ricos diminuíram sua participação de 63,7% para 57,7%, o que representa uma perda de quase 10%. No outro extremo, os 20% mais pobres aumentaram sua participação de 2,6% para 3,5% do total de rendimentos, assim como os estratos subsequentes aumentaram sua participação. Ao mesmo tempo, a razão entre o rendimento familiar per capita dos 20% mais ricos em relação aos 20% mais pobres apresentou queda no período. Enquanto em 2001 os 20% mais ricos recebiam uma renda cerca de 24 vezes superior àquela auferida pelos 20% mais pobres, essa razão, em 2011, atingiu 16,5 vezes. Todavia, essa evolução ainda não foi capaz de alterar substancialmente o quadro de desigualdade na apropriação do rendimento total, uma vez que os 20% mais ricos ainda detêm 57,7% desse rendimento, em contrapartida ao pouco mais de 11% alcançado pelos 40% mais pobres5. Esta situação influencia negativamente as condições de vida desse segmentos, incluídas as de alimentação e nutrição. No ano 2004, a Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios (PNAD) identificou que 34,8% da população brasileira era afetada por algum grau de Insegurança Alimentar (IA). Deste percentual, o Nordeste apresentava 12,4% de IA Grave. Desta totalidade, cerca de 15% das famílias encontravam-se no Rio Grande do Norte (RN), representando as maiores prevalências das categorias mais severas de Insegurança Alimentar da região6. Em 2009, estes dados foram novamente coletados, porém em domicílios não semelhantes à amostra anterior, com redução dos níveis de IA em âmbito nacional para 30,2%. Na região Nordeste, houve redução para 9,3% do percentual de IA Grave7. 5 BRASIL. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Diretoria de Pesquisa. Síntese de indicadores sociais: uma análise das condições de vida da sociedade brasileira 2012. (Estudos & Pesquisa. Informação demográfica e socioeconômica, 29). Rio de Janeiro, 2012. 6 BRASIL. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios. Rio de Janeiro, 2006 7 BRASIL. Instituto Brasileiro de Geografia Estatística. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios. Segurança Alimentar: 2009. Rio de Janeiro, 2010. 29 Paralelamente, tem-se o crescente aumento do sobrepeso e obesidade que coexistem com a magreza e desnutrição, caracterizando a transição nutricional. A Pesquisa de Orçamentos Familiares (2008-2009)8, especificamente em relação a medidas antropométricas verificadas em mais de 188 mil pessoas de todas as idades, em 26 capitais e no Distrito Federal, registra o aumento de pessoas com excesso de peso, de 42,7%, em 2006, para 48,5% no ano 2011. Estariam 52,6% dos homens e 44,7% das mulheres com sobrepeso; 15,6% dos homens e 16,0% das mulheres com obesidade. O mesmo levantamento aponta que o excesso de peso entre os homens inicia-se na juventude, dos 18 aos 24 anos - 29,4%, percentual que atinge os 25,4% no caso das mulheres com igual faixa etária. Natal é uma das capitais que registram o maior número de pessoas obesas (18,5%), ficando à sua frente apenas Macapá (21,4%) e Porto Alegre (19,6%). Acrescente-se ainda a tendência à ampliação da população idosa, reflexo, principalmente, da diminuição das taxas de fecundidade. A Síntese de Indicadores Sociais 2012/IBGE assinala que o índice de envelhecimento no Brasil elevou-se de 31,7, em 2001, para 51,8 em 2011, ou seja, atualmente há aproximadamente uma pessoa de 60 anos ou mais de idade para cada duas pessoas de menos de 15 anos. Dados do último censo demográfico realizado em 20109 apontam que no Rio Grande do Norte existem 342.890 habitantes com idade superior a 60 anos, representando 12% dessa população. No município de Natal identificaram-se 83.939 indivíduos nessa faixa etária, perfazendo 10% do total de pessoas residentes na capital. Outro aspecto importante no atual cenário da saúde diz respeito à atuação do nutricionista na saúde coletiva, ainda bastante incipiente. Apesar do caráter interdisciplinar proposto pelas unidades de saúde da família, a maioria delas é composta por uma equipe mínima, na qual o nutricionista não se encontra inserido. Todavia, de maneira a respeitar o princípio da integralidade do Sistema Único de Saúde (SUS), é preciso articular ações preventivas, de promoção e assistenciais, bem como integrar profissionais com visões múltiplas acerca de uma mesma situação10. 8 BRASIL. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Pesquisa de Orçamentos Familiares 20082009. Rio de Janeiro, 2010. 9 BRASIL. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Diretoria de Pesquisa. Censo Demográfico 2010. 10 GEUS, L. M. M.; et al. A importância da Inserção do Nutricionista na Estratégia Saúde da Família. Ciência e Saúde Coletiva. Rio de Janeiro, v. 16, p. 797-804, 2011 30 Frente aos diversos problemas de saúde vivenciados pela população em decorrência da alimentação, entre outros fatores, e tendo em vista os princípios que orientam as ações no âmbito do SUS, a presença do nutricionista na Unidade de Saúde da Família é enxergada como um mecanismo capaz de contribuir com medidas de promoção e prevenção específicas e ao mesmo tempo integradas com as ações dos demais profissionais. Por meio dos conhecimentos específicos em alimentação e nutrição, o nutricionista é capaz de desenvolver ações numa perspectiva pluralitária, enxergando os problemas que envolvem a coletividade e, ao mesmo tempo, diagnosticando medidas específicas a serem tomadas. Uma vez inserido na equipe de saúde da família, o profissional de nutrição deve complementála, sensibilizando e promovendo mudanças de hábitos alimentares, inclusive com adoção de estratégias de cardápios alternativos em relação, principalmente, a segmentos sociais de baixa renda. É importante também considerar, nessa linha de raciocínio, a Política Nacional de Promoção da Saúde, que define ações específicas voltadas à promoção da alimentação saudável, com destaque para a importância dessa prática nas ações de promoção e prevenção11, e a de Alimentação e Nutrição. Esta, por meio de diretrizes, delega ao setor diversas ações, como promoção da alimentação saudável, vigilância nutricional e formulação de políticas públicas em alimentação e nutrição voltadas à promoção, prevenção e controle de DCNT e deficiências nutricionais, constituindo-se a atenção básica como elemento coordenador e orientador. A primeira diretriz trata da organização da atenção nutricional e deixa claro que as ações em alimentação e nutrição, tendo a atenção básica como eixo norteador, devem ser pautadas na promoção e prevenção. Além disso, outras diretrizes focalizam ações específicas que devem ser realizadas prioritariamente no âmbito da Estratégia Saúde da Família (ESF), como a promoção de práticas alimentares adequadas e saudáveis e a vigilância alimentar e nutricional12. A Política Nacional da Atenção Básica e os Pactos pela Vida não apresentavam determinações explícitas e objetivas para a efetiva incorporação da alimentação e nutrição aos programas e ações de atenção primária à saúde. Esta 11 BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Secretaria de Atenção a Saúde. Política Nacional de Promoção da Saúde. 3. ed. Brasília, 2010. (Série B. Textos Básicos de Saúde. Série Pactos pela Saúde 2006, v. 7). 12 BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional da Atenção Básica. Brasília, 2006. 31 lacuna foi posteriormente preenchida pela publicação da Portaria MS nº 154, de 24 de janeiro de 2008, que criou os Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF), incorporando o nutricionista a essa equipe. O NASF é uma estratégia realizada no âmbito da atenção primária, que oferece apoio matricial às ações realizadas pelas Unidades de Saúde da Família 13. Com a sua instituição torna-se mais claro o papel do nutricionista na promoção da saúde, na medida em que fica evidenciado o compromisso da integração de alimentação e nutrição com o setor saúde para melhorar a qualidade da Atenção Básica 14. O nutricionista do NASF, assim como os demais profissionais, tem suas práticas com foco no âmbito familiar e comunitário. As atividades que requeiram atendimento individualizado de competência privativa do nutricionista devem ser encaminhadas aos profissionais das Unidades de Saúde. O número reduzido ou a ausência do profissional de nutrição na rede de unidades de saúde implica na necessidade de encaminhamento dos casos para outros níveis de atenção à saúde, gerando sobrecarga aos demais profissionais do SUS15. Salientam-se programas nacionais, como o de Alimentação Escolar (PNAE) viabilizado mediante transferência de recursos financeiros para estados e municípios, com vistas a atender a necessidades nutricionais dos alunos da educação básica de escolas públicas e filantrópicas, e contribuir para o seu desenvolvimento físico e intelectual, para a construção de aprendizagens, e melhoria do rendimento escolar, promovendo ainda a formação de hábitos alimentares saudáveis. Para 2011, o orçamento desse Programa foi de R$ 3,1 bilhões, com vistas a beneficiar 45,6 milhões de estudantes da educação básica e de jovens e adultos, conforme a Política Nacional de Alimentação e Nutrição. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) de 2010, o RN recebe anualmente R$ 849,9 milhões para execução de programas sociais. As ações nas áreas de transferência de renda, assistência social e segurança alimentar beneficiam 2,6 milhões de pessoas. O Programa Bolsa Família, maior programa de transferência de renda do País, transfere por mês R$ 30,7 milhões para 324,8 mil famílias potiguares. 13 BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional da Atenção Básica. Brasília, 2012. MATTOS, P. F.; NEVES, A. S. A importância da atuação do nutricionista na atenção básica à saúde. Práxis. Volta Redonda, n. 2, p. 11-15, 2009 15 BRASIL. Ministério da Saúde. Matriz de Ações em Alimentação e Nutrição na Atenção Básica à Saúde. Brasília, 2009. 14 32 De tudo aqui exposto resulta claro que a garantia da Segurança Alimentar e Nutricional dos indivíduos, envolvendo questões econômicas, políticas, socioeducacionais, culturais e de saúde (que circunstanciam o acesso aos alimentos, a sustentabilidade e usufruto dos direitos humanos), requer ações múltiplas, de natureza diversa, pautadas numa visão integral dos indivíduos, o que pressupõe articulação dos diversos setores do governo, nos diferentes níveis: federal, estadual e municipal16. Mesmo não integrando essa rede, o Curso de Nutrição da Universidade Potiguar, por suas especificidades, é implementado de forma que os egressos possam, nos limites de sua atuação política, social e profissional, desenvolver ações de promoção, prevenção e recuperação da saúde, em particular focalizando o cuidado de problemas de saúde relacionados à alimentação e nutrição. Com esse panorama é possível delinear-se uma tendência de crescimento do campo de atuação do nutricionista, a que são acrescentadas: a) as exigências de uma alimentação saudável como condição de qualidade de vida nos diferentes ciclos de vida; b) a necessidade de fortalecimento das ações em alimentação e nutrição, tal como indicado na Política Nacional de Alimentação e Nutrição, principalmente considerando que em uma mesma realidade têm-se problemas extremos: um elevado percentual de obesos e milhões de pessoas que ainda morrem de fome17; c) as novas formas de atuação postas pela dinâmica social, como o atendimento domiciliar (personal diet ou personal nutrition), muitas vezes motivada pela elevada prevalência de Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT); a nutrição esportiva, quando se considera o consumo excessivo de suplementos dietéticos, principalmente quando se trata de questões relacionadas à estética em um contexto no qual o culto ao corpo apresenta-se como característica significativa; 16 KEPPLE, A. W.; SEGALL-CORRÊA, A. M. Conceituando e medindo a segurança alimentar e nutricional. Ciência e Saúde Coletiva, Campinas, v. 16, n. 01, p. 187-199, 2011. 17 BRASIL. Ministério da Saúde. Coordenação Geral da Política de Alimentação e Nutrição. Política Nacional de Alimentação e Nutrição. Brasília, 2012. 33 d) os requerimentos configurados a partir da ampliação do número de restaurantes, diante do crescimento da demanda por alimentação fora de casa, e da expansão do turismo gastronômico. Merecem realce estudos realizados com egressos de cursos de nutrição do país. Santana e Pereira18, por exemplo, verificaram em Instituições de Educação Superior (IES) do Piauí, com oferta da graduação em Nutrição, que dentre 106 indivíduos pesquisados, 87% trabalhavam no seu campo de formação. As maiores áreas de atuação incluíam a nutrição clínica e a alimentação de coletividades, representando um percentual de 50% e 47,2%, respectivamente. Em São Paulo, outro estudo19 diagnosticou a mesma realidade: a maioria dos profissionais já estava no mercado, trabalhando nas referidas áreas. Esses resultados sugerem que a nutrição clínica e a alimentação de coletividades encontram-se consolidadas e reconhecidas no mercado de trabalho. Importa destacar, do ponto de vista da formação em nutrição, que no Brasil existem 403 bacharelados presenciais ‘em atividade’, distribuídos entre o Norte (19), Centro-Oeste (30), Sudeste (208), Sul (66). No Nordeste são 80 e, destes, 7 funcionam no Rio Grande do Norte, incluídos os dois da UnP (Natal e Mossoró)20. Com a oferta do Curso de Nutrição, a Universidade Potiguar expressa o cumprimento da sua missão e de políticas e metas definidas no PDI 2007/2016, e o Curso evidencia a sua relevância social ao formar profissionais éticos, críticos, reflexivos e agentes de mudanças em uma sociedade plural e contraditória, colaborando para a melhoria da qualidade de vida da população. 2.3.2 Concepção O Curso de Nutrição da Universidade Potiguar, primando pela formação integral do aluno, propicia-lhe o desenvolvimento de competências gerais e específicas, de forma que ele possa, por meio de atividades de ensino, pesquisa e extensão reconhecer o papel do nutricionista: - no resgate dos padrões saudáveis de alimentação, contribuindo para o desenvolvimento biopsicossocial das pessoas; 18 SANTANA, V. I. T.; PEREIRA, L. M. R. Atuação profissional dos egressos de um curso de nutrição. Revista Interdisciplinar NOVAFAPI. Teresina, v. 3, n. 1, p. 24-28, 2010. 19 GAMBARDELLA, A. M. D.; FERREIRA, C. F.; FRUTUOSO, M. F. P. Situação profissional dos egressos de um curso de nutrição. Revista de Nutrição. Campinas, v. 13, n. 1, p. 37-40, 2000. 20 Conforme registros no e-mec. Disponível em http://emec.mec.gov.br/. Acesso: 27.06.2013. 34 - na prevenção de doenças causadas pela ingestão inadequada de alimentos; - na integração de equipe multiprofissional, nos diferentes níveis do Sistema Único de Saúde (SUS); - na execução de políticas públicas alimentares; - no desenvolvimento de ações de inclusão social. Para tanto, e tendo em vista a integralidade da assistência à saúde, o Curso promove estudos de natureza humanística e técnico-científica, oportunizando ao discente a compreensão: a) dos aspectos biopsicossociais do ser humano, numa perspectiva holística e da relação existente entre a saúde humana e o alimento; b) da natureza específica dos alimentos e suas formas de produção e transformação para a alimentação humana; c) dos processos da composição química e a produção industrial dos alimentos, seus valores nutricionais e aplicabilidade da dieta alimentar na promoção, prevenção e recuperação da saúde. O aluno tem uma visão ampla das questões sociais envolvidas no processo saúde-doença referenciado pelas políticas e diretrizes do Sistema Único de Saúde e sua contribuição, como profissional, na defesa dos interesses de uma saúde pública de qualidade para todos, uma das condições necessárias ao exercício da cidadania, logo, de inclusão social. Destaca-se também a influência da diversidade cultural na formação dos hábitos alimentares, assim como as condições históricas e socioambientais em que ocorre o processo saúde-doença e suas relações com os aspectos dietéticos e alimentares, reconhecendo-se que a disponibilidade, consumo, conservação e utilização biológica dos alimentos estão diretamente articulados à situação econômica, social, política, cultural e educacional do indivíduo e coletividades. As atividades didático-pedagógicas, firmadas nos conteúdos integrados das Ciências Biológicas e da Saúde, das Ciências Sociais, Humanas e Econômicas, das Ciências da Nutrição e das Ciências da Alimentação voltam-se para três áreas de atuação profissional: nutrição clínica, nutrição social e nutrição em unidades de alimentação e nutrição. Essas áreas são trabalhadas sob o entendimento de que a nutrição é essencial à promoção, prevenção, recuperação e reabilitação da saúde, contribuindo para a melhoria ou a manutenção da qualidade de vida. Ou seja, a importância do 35 nutricionista, como profissional da saúde, diz respeito às ações de avaliação, planejamento e organização da educação alimentar de grupos e indivíduos de acordo com as respectivas realidades. Com esta concepção, e conforme o Projeto Pedagógico Institucional (PPI), o Curso capacita o aluno não apenas para o mercado, mas, principalmente, para o domínio de teorias, métodos e técnicas que proporcionem a integralidade das ações do cuidar em nutrição. Essa perspectiva é fortalecida pelo aperfeiçoamento curricular, pelos procedimentos de ensino e de aprendizagem adotados pelas diversas disciplinas e pela estruturação de ambientes específicos de práticas, estágios, atividades de pesquisa e extensão. No primeiro caso, destaca-se a oferta de disciplinas comuns às demais graduações da Escola da Saúde, ensejando o desenvolvimento de projetos integrados de ensino, pesquisa e extensão. Os procedimentos metodológicos, por sua vez, sempre diversificados, estimulam a participação efetiva do aluno na construção de suas aprendizagens, destacando-se simulações em ambientes especializados, atividades em laboratórios e atendimento à comunidade em Parnamirim21 e Natal. Em relação aos espaços de práticas na própria UnP assinalam-se, além dos laboratórios das ciências biológicas e da saúde e dos específicos de Nutrição: a) o Hospital Simulado, que, ao possibilitar o treino dos alunos com a utilização de manequins, reforça o desenvolvimento de habilidades, promovendo maior segurança nas atividades de atendimento, como o estágio; b) o Centro de Integrado de Saúde (CIS/UnP), cuja organização propicia ao estudante atendimentos conjuntos com outras graduações, exercitando o trabalho em equipe e multiprofissional, e sob o princípio da integralidade da assistência. Externamente situam-se unidades básicas de saúde, hospitais, indústrias, escolas e outras organizações. O desenho conceitual do Curso de Nutrição, portanto, compreende os princípios curriculares de articulação entre teoria e prática, interdisciplinaridade, flexibilidade 21 (possibilitada pelas atividades complementares ou, ainda, pelo Município da Grande Natal onde a UnP, mediante convênios, focaliza atividades de ensino, pesquisa e extensão realizadas pelos cursos da Escola da Saúde. São estágios, práticas clínicas, pesquisas de campo, diagnósticos socioambientais, visitas técnicas, entre outras, configurando-se Parnamirim como ‘cidade-escola’. 36 atendimento educacional especializado - AEE) e contextualização. Este, ao pressupor o vínculo do processo de formação do nutricionista com as diferentes realidades de indivíduos e grupos, retoma os demais princípios, sintetizando-os em torno da nutrição e da alimentação como práticas sociais que interferem nas condições de promoção, prevenção e reabilitação da saúde. 2.3.3 Objetivos do Curso GERAL Desenvolver ações acadêmicas necessárias à formação do nutricionista generalista que, agindo com ética, rigor científico e percepção crítica e humanista da realidade, compreenda o homem na sua integralidade biopsicossocial, a natureza e os processos dos alimentos e intervenha na saúde dos indivíduos e coletividades de forma a promover, prevenir e recuperar a sua saúde, por meio do processo dietético alimentar, com foco nas políticas públicas de saúde. ESPECÍFICOS - propiciar ao aluno o contato com diferentes realidades de atuação do profissional em nutrição, considerando os aspectos políticos, econômicos, sociais, culturais e educacionais que influenciam os processos de nutrição e alimentação humana; - estimular uma postura investigativa e de produção do conhecimento científico, objetivando o crescimento da ciência da nutrição, a visibilidade da profissão e a disseminação de saberes inerentes ao processo dietético alimentar; - instrumentalizar o futuro profissional de nutrição para uma prática interdisciplinar, com vistas à objetivação da integralidade das ações de atenção à saúde; - propiciar ao aluno o desenvolvimento de atividades teóricas e práticas no campo da nutrição e alimentação, estimulando o desenvolvimento de valores e atitudes orientadas para a solidariedade e a cidadania, o que compreende a preservação do meio ambiente e o respeito à diferença e à diversidade; 37 - contribuir para a promoção, prevenção e recuperação da saúde individual e coletiva, considerando a realidade econômica, política, social e cultural do país, em particular, do estado e da Região Nordeste; - incentivar a participação dos discentes em atividades de ação comunitária e de voluntariado, disseminando conhecimentos e a vivência de situações que promovam uma intervenção crítica, considerando os princípios da integralidade da assistência à saúde. 2.3.4 Perfil Profissional O nutricionista egresso da Universidade Potiguar, com formação generalista, humanista e crítica, deve compreender o homem na sua integralidade biopsicossocial, a natureza e os processos dos alimentos e a relação homem/alimento; atuar de acordo com os princípios da segurança alimentar e da atenção dietética, considerando as situações em que a alimentação e a nutrição sejam essenciais à prevenção, promoção, manutenção e recuperação da saúde de indivíduos e de grupos populacionais; intervir solidária e eticamente, assumindo atitudes de negação da discriminação, em todas as suas formas, e com rigor científico, observando as peculiaridades dos diferentes contextos sociais, econômicos, políticos e culturais e a necessidade de contribuir para a preservação ambiental. Espera-se que o futuro nutricionista apresente um conjunto de competências e habilidades gerais, como profissional da saúde, e específicas da profissão. 2.3.4.1 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES As competências e habilidades gerais integram o perfil que todo profissional da saúde deve demonstrar em seu exercício profissional, devendo ser construídas pelo aluno ao longo do seu percurso formativo. (Quadro 6). 38 Quadro 6 – Competências e habilidades gerais COMUNICAÇÃO - - - - - - ADMINISTRAÇÃO E GERENCIAMENTO ser acessível e manter a confidencialidade das informações; comunicar-se nas formas verbal e nãoverbal, demonstrando habilidades de escrita e leitura e de uso de tecnologias de comunicação e informação. TOMADA DE DECISÕES - tomar decisões visando ao uso apropriado, eficácia e custo/efetividade da força de trabalho, de medicamentos, de equipamentos, de procedimentos e de práticas; avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas com base em evidências científicas. EDUCAÇÃO PERMANENTE - evidenciar compromisso com a sua educação e com o treinamento/estágios das futuras gerações de profissionais, com condições para que haja beneficio mútuo entre os futuros profissionais e os profissionais dos serviços; estimular e desenvolver a mobilidade acadêmico/profissional, a formação e a cooperação através de redes nacionais e internacionais. - - tomar iniciativas, fazer o gerenciamento e administração da força de trabalho, dos recursos físicos e materiais e de informação; ser empreendedor, gestor, empregador; demonstrar liderança na equipe de saúde. LIDERANÇA - assumir posições de liderança, tendo em vista o bem estar da comunidade; demonstrar compromisso, responsabilidade, empatia, habilidade para tomada de decisões, comunicação e gerenciamento de forma efetiva e eficaz. ATENÇÃO A SAÚDE - desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde em nível individual e coletivo; viabilizar sua prática de forma integrada e continua com as demais instancias do sistema de saúde; pensar criticamente, analisar os problemas da sociedade e procurar soluções; realizar seus serviços em padrões de qualidade e conforme princípios da ética/bioética. As competências e habilidades específicas podem ser trabalhadas em uma ou mais séries (quadro 7) e a sua distribuição, semestre a semestre, tem o sentido de orientar e facilitar o planejamento docente. 39 Quadro 7 – Competências e habilidades específicas COMPETÊNCIAS E HABILIDADES SÉRIES 1ª 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª 7ª 8ª Aplicar conhecimentos sobre a composição, propriedades e transformações dos alimentos e seu aproveitamento pelo organismo humano, na atenção dietética; X X X X X X X X Reconhecer a saúde como direito e atuar de forma a garantir a integralidade da assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema; X X X X X X X X Integrar grupos de pesquisa na área de alimentação e nutrição; X X X X X X X X Investigar e aplicar conhecimentos com visão holística do ser humano, integrando equipes multiprofissionais X X X X X X X X Atuar em equipes multiprofissionais de saúde e de terapia nutricional; X X X X X X X X Contribuir para promover, manter e ou recuperar o estado nutricional de indivíduos e grupos populacionais; - X X X X X X X Desenvolver e aplicar métodos e técnicas de ensino em sua área de atuação; - X X X X X X X Atuar na formulação e execução de programas de educação nutricional; de vigilância, alimentar e sanitária; - X X X X X X X Realizar diagnósticos e intervenções na área de alimentação e nutrição, considerando a influência socio-cultural e econômica que determina a disponibilidade, consumo e utilização biológica dos alimentos pelo indivíduo e pela população; - X X X X X X X Atuar em marketing de alimentação e nutrição; - - X X X X X X Desenvolver atividades de auditoria, assessoria, consultoria na área de alimentação e nutrição; - - - X X X X X Exercer controle de qualidade dos alimentos em sua área de competência; - - - X X X X X Desenvolver e avaliar novas fórmulas ou produtos alimentares, visando sua utilização na alimentação humana; - - - X X X X X Atuar em políticas e programas de educação, segurança e vigilância nutricional, alimentar e sanitária, visando a promoção da saúde em âmbito local, regional e nacional; - - - X X X X X Avaliar, diagnosticar e acompanhar o estado nutricional; planejar, prescrever, analisar, supervisionar e avaliar dietas e suplementos dietéticos para indivíduos sadios e enfermos; - - - X X X X X Planejar, gerenciar e avaliar unidades de alimentação e nutrição, visando a manutenção e/ou melhoria das condições de saúde de coletividades sadias e enfermas; - - - X X X X X Atuar em equipes multiprofissionais destinadas a planejar, coordenar, supervisionar, implementar, executar e avaliar atividades na área de alimentação e nutrição e de saúde. - - - X X X X X 40 Campos de atuação O nutricionista egresso da Universidade Potiguar estará preparado para atuar em diversos espaços profissionais: - hospitais; - consultórios; - spa; - unidade de saúde; - creche; - indústria de alimentos; - empresas e instituições públicas que organizam programas de alimentação; - banco de leite; - restaurantes da indústria e do comércio; - hotéis; - órgãos de controle de qualidade de alimentos; - centro de pesquisa de alimentos; - empresa de auditoria, consultoria e assessoria de serviços e/ou informações na área de alimentação e nutrição (marketing). O egresso deve estar apto a desenvolver atividades referentes a: - nutrição clínica: verificação da modificação da dieta normal do indivíduo, aplicando a prescrição dietoterápica adequada e colaborando para o bemestar físico, social e mental do indivíduo; - nutrição para coletividade sadia: planejamento, organização, direção, comando, coordenação e avaliação de serviços de alimentação e nutrição; - nutrição social: intervenções nutricionais, com base nas políticas de alimentação e nutrição, monitorando a situação alimentar e nutricional da clientela atendida. 41 2.3.5 Organização curricular O Curso atende às Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Nutrição (Resolução CNE/CES n. 5/2001) e tem um desenho curricular que abrange ciclos de formação, blocos de conhecimentos e disciplinas. Está formatado em 8 (oito) séries, compostas por disciplinas relacionadas com conteúdos essenciais das Ciências Biológicas e da Saúde, Ciências Sociais, Humanas e Econômicas, Ciências da Alimentação e Nutrição e Ciências dos Alimentos. As Ciências Biológicas e da Saúde incluem conteúdos teóricos e práticos de bases moleculares e celulares dos processos biológicos normais e alterados, da estrutura e função e tecidos, órgãos, sistemas e aparelhos. As Ciências Sociais, Humanas e Econômicas abrangem os determinantes sociais, econômicos, comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e legais, a comunicação nos níveis individual e coletivo, do processo saúde e doença. Nas Ciências da Alimentação e Nutrição incluem-se: a) compreensão e domínio na nutrição humana, a dietética e de terapia nutricional, possibilitando ao discente a capacidade de integrar conteúdos, identificar as principais patologias de interesse da nutrição, realizar avaliação nutricional, indicar a dieta adequada para indivíduos e coletividades, considerando a visão ética, psicológica e humanística da relação nutricionista-paciente; b) conhecimento dos processos fisiológicos e nutricionais dos seres humanos - gestação, nascimento, crescimento e desenvolvimento, envelhecimento; atividades físicas e desportivas; relações com o meio econômico, social e ambiental; c) abordagem da nutrição no processo saúde-doença considerando os fatores sócio-culturais e econômicos que determinam a disponibilidade, consumo, conservação e utilização biológica dos alimentos pelo indivíduo e pela população. As Ciências dos Alimentos compreendem estudos sobre a composição, propriedades e transformações dos alimentos, higiene, vigilância sanitária e controle de qualidade dos alimentos. Estão em desenvolvimento 2 (duas) estruturas curriculares: uma implantada em 2010.1 e outra em 2012.1 com 3200 horas (3.840 horas-aula), cada. 42 Lógica curricular A organização curricular do Curso, para alunos ingressantes na 1ª série em 2010.1, segue a Reforma Curricular 201022 efetivada com base em orientações institucionais e na necessidade de atendimento a normativas do Conselho Nacional de Educação relativas à duração de cursos de graduação, carga horária mínima e conceito de hora-aula (Pareceres CNE/CES n. 8, de 31 de janeiro de 2007 e n. 213, de 09 de outubro de 2008; Resoluções CNE/CES n. 2, de 18 de junho de 2007, n. 3, de 2 de julho de 2007 e n. 4, de 06 de abril de 2009). Aponta-se, ainda, o reforço à interdisciplinaridade, pela ampliação da oferta de disciplinas comuns nos níveis institucionais e da Escola, assim como o fortalecimento da flexibilidade curricular, com a introdução de disciplinas optativas, também nesses dois níveis. Ficam mantidos os três ciclos de formação instalados desde 2006, mas com outro desenho, mediante a inclusão de blocos de conhecimentos, geradores de disciplinas, em um movimento de interações e de aproximações sucessivas: do geral para o particular; do mais simples para o mais complexo (Figura 2). Figura 2 – Desenho Curricular 22 Iniciativa da Pró-Reitoria de Graduação envolvendo todas as graduações da Instituição. Para mais detalhes, v. UNIVERSIDADE POTIGUAR. Reforma Curricular 2010. Natal, 2009. 43 Ciclos de formação Apresentando peculiaridades próprias, porém intercomplementares, os ciclos são assim denominados e caracterizados: a) formação geral e humanística, comportando uma base de conhecimentos necessários à educação continuada e à compreensão de conceitos que circundam o exercício do futuro profissional; b) básico profissionalizante, abrangendo estudos relacionados à fundamentação em saúde, iniciando-se os da nutrição, abrangendo disciplinas que irão compor a base para a compreensão do objeto da profissão; c) profissionalizante, compreendendo estudos específicos e mais verticalizados do próprio Curso, consolidando-se, nessa etapa, o processo de formação em nível de graduação. Blocos de conhecimentos Compondo cada um dos ciclos de formação, os blocos de conhecimentos agrupam estudos teórico-metodológicos que apresentam uma base conceitual comum ou de aproximação entre seus elementos constitutivos, de acordo com o especificado no quadro 8. Disciplinas Representam recortes dos blocos de conhecimento, delimitando-se campos de estudo de teorias e práticas em um nível particular. Compõem o Curso disciplinas obrigatórias (quadro 8) e optativas (ementas e bibliografias integram os anexo A). Entre as primeiras estão as institucionais, ou seja, obrigatórias para todas as graduações (Leitura e Produção de Texto, Introdução à Educação Superior), da Escola e do Curso, conforme quadro 8. As disciplinas de natureza optativa, cada uma com 60 horas-aula, estão estruturadas nos níveis institucional e da Escola da Saúde. 44 Disciplinas Optativas INSTITUCIONAIS Administração da Carreira Profissional; Desenvolvimento e Sustentabilidade Ambiental; Empreendedorismo; Espanhol Instrumental I; Espanhol Instrumental II; Estudo da Realidade Brasileira; Ética, Cidadania e Direitos Humanos; Homem e Sociedade; Inclusão e Atendimento a Necessidades Especiais; Inglês Instrumental I; Inglês Instrumental II; LIBRAS; Raciocínio Lógico ESCOLA DA SAÚDE Bases da Nutrição; Bioquímica; Desenvolvimento Onto e Filogenético; Direito Sanitário; Educação em Saúde; Envelhecimento e Qualidade de Vida; Etnobiologia; Gênero e Saúde; Gestão em Saúde e Meio Ambiente; Políticas Públicas em Saúde no Brasil e na América Latina; Saúde do Trabalhador; As disciplinas optativas institucionais integram o ciclo de formação geral e humanístico e, as da Escola, os ciclos geral e humanístico, e básicoprofissionalizante, devendo ser ofertadas em alternância com as institucionais. 45 Quadro 8 – Organização do Curso por ciclo, blocos de conhecimento e disciplinas – estrutura curricular 2010 CICLOS DE FORMAÇÃO Geral e humanístico BLOCOS DE CONHECIMENTO Formação Geral e Humanística Comportamento e sociedade Fundamentação geral em saúde Básico profissionalizante Fundamentação Biológica ATIVIDADES COMPLEMENTARES Estrutura e Função Fundamentação e ciências Exatas Gestão e Saúde Coletiva Profissionalizante Práticas e Habilidades DISCIPLINAS Introdução à Educação Superior; Leitura e Produção de Texto. Estilo de vida, Saúde e Meio ambiente. Fundamentos Básicos em Ciências da Saúde; Atendimento Pré hospitalar e Biossegurança. Morfologia Humana; Processos Biológicos; Mecanismos de Agressão e Defesa. Sistemas Corporais; Sistemas Gastrointestinais. Fundamentos da Química; Fundamentos da Matemática e Bioestatística Gestão e Empreendedorismo; Saúde Coletiva. Atividades Integradas em Saúde; Introdução à Nutrição; Bases Pedagógicas da Educação Nutricional; Módulo Integrado em Tecnologia e Análise de Alimentos I e II; Nutrição e Dietética; Projeto Interdisciplinar Comunitário; Ética e Bioética; Nutrição Social; Técnica Dietética e Gastronomia; Módulo Integrado de Nutrição Materno Infantil; Módulo Integrado de Nutrição na Infância e Adolescência; Nutrição na Fase Adulta; em Geriatria; Interação Droga-Nutriente; Nutrição e Atividade Física; Nutrição Experimental; Processos Produtivos de Refeições; Controle Higiênico Sanitário de Alimentos; Estágio Supervisionado em Nutrição I e II; Trabalho de Conclusão de Curso I e II. As atividades complementares devem perpassar os três ciclos de formação, ampliando e diversificando o percurso acadêmico discente. 46 Estrutura curricular 2010.1 Essa estrutura, atendendo às diretrizes da Reforma 2010, caracteriza-se, principalmente, pelo agrupamento de disciplinas no intuito de evitar repetições e fragmentação de conteúdos, integrando-os sob a concepção de blocos de conhecimentos e sob o princípio da interdisciplinaridade. Destacam-se nesse sentido, por exemplo, as novas unidades curriculares: - Módulo Integrado em Tecnologia e Análise de Alimentos I, compreendendo conteúdos das disciplinas Bioquímica de Alimentos, Bromatologia, Tecnologia de Alimentos e Microbiologia de Alimentos, relacionadas aos grupos alimentares de cereais, leguminosas, tubérculos, raízes, leite, ovos e seus derivados; - Módulo Integrado em Tecnologia e Análise de Alimentos II que contextualiza os grupos alimentares de vegetais, carnes, óleos e gorduras e seus derivados, ao mesmo tempo propiciando ao aluno o aprendizado da análise sensorial em alimentos; - Módulos Integrados de Nutrição Materno-Infantil, Nutrição na Infância e Adolescência, Nutrição na Fase Adulta e Nutrição em Geriatria que situam os aspectos biopsicossociais do ser humano no âmbito da nutrição. Esta abordagem, efetivada anteriormente pela disciplina Nutrição nos Ciclos de Vida, tem continuidade, com a diferença de que, com a nova estrutura 2011.1, é reforçada a perspectiva inter e multidisciplinar, requerendo interações não só numa mesma série, mas entre todas as séries/disciplinas; - Programa Interdisciplinar Comunitário com o objetivo de favorecer o contato prático dos alunos com a comunidade, fortalecendo as habilidades e competências do futuro profissional nutricionista na área de saúde coletiva e na perspectiva da inclusão; - Seminários de Estudos em Nutrição I e II, concebidos como espaços pedagógicos de natureza flexível, na medida em que abrem possibilidades para o tratamento de temas atuais relacionados à Ciência da Nutrição; - Trabalho de Conclusão de Curso II, disciplina antes ofertada em única serie como Trabalho de Conclusão de Curso, permitindo a elaboração do TCC em maior espaço de tempo e tornando mais viável o encaminhamento 47 das pesquisas para a plataforma Brasil e para o Comitê de Ética em Pesquisa/UnP. Além da introdução dessas novas disciplinas acrescentam-se: a) fusão de disciplinas: - Técnica Dietética e Gastronomia resulta dos conteúdos antes abordados pelas unidades curriculares Técnica Dietética Básica, Nutrição e Gastronomia e Técnica Dietética; - Estágios Supervisionado em Nutrição I e II correspondem aos estágios supervisionados em nutrição clínica, social e planejamento e gestão em unidades produtoras de refeições. b) mudança de nomenclatura: - Interação Droga-nutriente (correspondendo à disciplina anterior Farmacologia Aplicada à Nutrição), que objetiva fortalecer a abordagem à da biodisponibilidade dos nutrientes relacionada interação com fármacos; - Processo Produtivo em Refeições, visando ampliar o aprendizado para além do planejamento e gestão das unidades de alimentação, com a proposta de trabalhar a competência de gerenciamento em todo o processo de produção de refeições, a partir de uma conceituação mais atualizada da área de alimentação para coletividade sadia; c) oferta de disciplinas optativas. É necessário esclarecer que a estrutura original (anexo B), destinada a ingressantes em 2010.1, previa a oferta de disciplinas optativas da 2ª a 7ª séries. Mas, para ingressantes no primeiro semestre de 2011, essa estrutura comporta optativas apenas da 2ª a 4ª séries. Ressalte-se ainda que todas essas modificações resultam de discussões efetuadas pelo Conselho do Curso e NDE e de experiências exitosas vivenciadas por outras instituições da Laureate. 48 Estrutura curricular 2010 – ingresso a partir de 2011.1 (optativas 1ª a 4ª séries) SÉRIE DISCIPLINAS Teórica 1ª Atividades Integradas em Saúde Estilo de vida, Saúde e Meio Ambiente Fundamentos Básicos em Ciências da Saúde Introdução à Educação Superior Introdução à Nutrição Leitura e Produção de Texto Subtotal Atividades Complementares I Total 1ª série Atendimento Pré-hospitalar e Biossegurança Bases pedagógicas em Educação Nutricional Construção do Conhecimento e Metodologia da Pesquisa 2ª Fundamentos de Química Morfologia Humana Optativa I - Institucional Processos Biológicos Subtotal Atividades Complementares II Total 2ª série Fundamentos da Matemática e Bioestatística Mecanismos de Agressão e Defesa Módulo Integrado em Tecnologia e Análise de 3ª Alimentos I Optativa I - Escola da Saúde Pscicologia Aplicada à Nutrição Sistemas Corporais Subtotal Atividades Complementares III Total 3ª série Ética e Bioética Gestão e Empreendedorismo Módulo Integrado em Tecnologia e Análise de Alimentos II 4ª Nutrição e Dietética Optativa II - Institucional Saúde Coletiva Sistema Gastrointestinal Subtotal Atividades Complementares IV Total 4ª série Módulo Integrado de Nutrição em Materno Infantil Módulo Integrado de Nutrição na Infância e Adolescência 5ª Nutrição Social Programa Interdisciplinar Comunitário Técnica Dietética e Gastronomia Subtotal Atividades Complementares V Total 5ª série Controle Higiênico de Alimentos Interação Droga-Nutriente Módulo Integrado de Nutrição em Geriatria 6ª Módulo Integrado de Nutrição na Fase Adulta Nutrição e Atividade Física Nutrição Experimental Processo Produtivo em Refeições 2 2 2 3 2 3 14 CARGA HORÁRIA (H/A) CH SEMANAL SemiPrática Total presencial 1 0 3 1 0 3 1 0 3 0 0 3 1 0 3 0 0 3 4 0 18 CH Semestral 2 2 1 0 0 0 3 2 60 60 60 60 60 60 360 10 370 60 40 2 1 0 3 60 2 2 0 4 14 1 1 0 4 8 0 0 3 0 3 3 3 3 8 25 2 2 1 1 0 0 3 3 60 60 60 160 500 20 520 60 60 3 3 0 6 120 0 2 3 12 0 0 2 7 3 0 0 3 3 2 5 22 2 2 0 0 0 0 2 2 60 40 100 440 10 450 40 40 2 2 0 4 80 2 0 2 1 11 0 0 1 1 4 0 3 0 0 3 2 3 3 2 18 3 3 0 6 40 60 60 40 360 20 380 120 3 2 0 5 100 4 3 3 16 1 2 2 10 0 0 0 0 5 5 5 26 2 2 3 4 2 2 4 1 0 2 2 1 1 2 0 0 0 0 0 0 0 3 2 5 6 3 3 6 100 100 100 520 10 530 60 40 100 120 60 60 120 49 Subtotal Atividades Complementares VI Total 6ª série Estágio Supervisionado em Nutrição I 7ª Seminários de Estudos em Nutrição I Trabalho de Conclusão de Curso I Subtotal Atividades Complementares VII Total 7ª série Estágio Supervisionado em Nutrição Social 8ª Seminários de Estudos em Nutrição II Trabalho de Conclusão de Curso II Subtotal Atividades Complementares VIII Total 8ª série Carga Horária Obrigatória das Disciplinas (h/a) INTEGRALIZAÇÃO 19 9 0 28 4 3 0 7 16 0 2 18 0 0 0 0 20 3 2 25 4 3 0 7 16 0 2 18 0 0 0 0 20 3 2 25 Teórica Prática 100 78 Semipresencial 9 Carga Horária Total das Disciplinas Obrigatórias (Exceto Estágio Supervisionado) Carga Horária Total de Estágio Supervisionado Carga Horária Total das Atividades Complementares Carga Horária das Disciplinas Optativas / Semipresenciais Carga Horária Total de Integralização do Curso Total 187 560 10 570 400 60 40 500 10 510 400 60 40 500 10 510 CH dos Semestres 3740 2760 800 100 180 3840 50 Aperfeiçoamentos curriculares – 2012 Implantação de ADEs No sentido do constante aperfeiçoamento do Curso (meta que compõe o PDI 2007/2016), e considerando resultados da avaliação institucional, análises efetivadas pelo NDE e Conselho do Curso, além de depoimentos de professores e alunos, a estrutura curricular 2010 passa por alterações, destacando-se, inicialmente, a exclusão de disciplinas optativas (à exceção de Libras). As cargas horárias dessas disciplinas, num limite máximo de 20% das horas totais do Curso, são redistribuídas pelo ConseC e NDE entre as demais unidades curriculares, sob a forma de Atividade Discente Efetiva (ADE). Essa iniciativa encontra referências normativas, oriundas do Conselho Nacional de Educação (CNE), e referências pedagógicas, emitidas pela UnP. Da Resolução CNE/CES n. 3, de 2 de julho de 2007, art. 2º, extrai-se o que se segue: Cabe às Instituições de Educação Superior, respeitado o mínimo dos duzentos dias letivos de trabalho acadêmico efetivo, a definição da duração da atividade acadêmica ou do trabalho discente efetivo que compreenderá: I – preleções e aulas expositivas; II – atividades práticas supervisionadas, tais como laboratórios, atividades em biblioteca, iniciação científica, trabalhos individuais e em grupo, práticas de ensino e outras atividades no caso das licenciaturas. Do ponto de vista pedagógico, as orientações institucionais indicam que as atividades discentes efetivas devem constituir uma das estratégias de flexibilização curricular e de reforço ao desenvolvimento da autonomia intelectual do aluno, registrando-se também que: - a sua carga horária deve ser trabalhada através de textos de livros ou artigos, indicados pelo professor da disciplina; - o docente pode utilizar o UnP Virtual para disponibilização do material a ser estudado pelo discente com respectivas orientações. A supervisão e acompanhamento das ADEs ficam sob a responsabilidade do próprio professor, de forma individual e por disciplina. Cada docente acompanha seus alunos por meio do UnP virtual com envio de material didático complementar e estudos dirigidos. Em sala de aula, as atividades propostas no campo virtual são 51 retomadas para esclarecimento de dúvidas. Algumas disciplinas também utilizam fóruns de debate para tratar das atividades encaminhadas pelo ambiente virtual. Outras modificações Além do redimensionamento da carga horária de disciplinas, com consequente implantação das ADEs, outras alterações são registradas: - inserção da disciplina Sociedade e Educação das Relações Étnico-raciais, na quarta série, assegurando-se o cumprimento do Parecer CNE/CP n. 3, de 10 de março de 2004 e da Resolução CNE/CP n. 1, de 17 de junho de 2004; - transferência da disciplina Técnica Dietética e Gastronomia da quinta para a terceira série, como estratégia para facilitar a compreensão de conteúdos subsequentes; - realocação de Módulo Integrado em Tecnologia de Alimentos I, da 3ª para a 4ª série, e de Módulo Integrado em Tecnologia de Alimentos II, da 4ª para 5ª série; - modificação na nomenclatura de Módulo Integrado em Geriatria para Módulo Integrado em Gerontologia, por se tratar, este último, de um termo que contempla de forma mais ampla fenômenos fisiológicos, psicológicos e sociais relacionados ao envelhecimento do ser humano, e que se coaduna com a perspectiva do Curso de trabalhar o indivíduo em seus aspectos biopsicossociais e do ponto de vista da totalidade. Essas modificações tomaram forma na estrutura curricular 2012.1, que mantém: - a carga horária total de 3840 horas-aula; - duração mínima do Curso em 4 anos; - Libras como disciplina optativa, com 60 horas-aula, cumprindo-se o Decreto 5626/2005; - flexibilidade na oferta considerando necessidades educacional especializado (AEE), quando necessário. de atendimento 52 Estrutura Curricular 2012.1 SÉRIE 1ª DISCIPLINAS Atividades Integradas em Saúde Estilo de vida, Saúde e Meio Ambiente Fundamentos Básicos em Ciências da Saúde Introdução à Educação Superior Introdução à Nutrição Leitura e Produção de Texto Subtotal Atividades Complementares I Total 1ª série Atendimento Pré-hospitalar e Biossegurança Bases Pedagógicas em Educação Nutricional Construção do Conhecimento e Metodologia da Pesquisa 2ª Fundamentos de Química Morfologia Humana Processos Biológicos Subtotal Atividades Complementares II Total 2ª série Fundamentos da Matemática e Bioestatística Mecanismos de Agressão e Defesa 3ª Técnica Dietética e Gastronomia Pscicologia Aplicada à Nutrição Sistemas Corporais Subtotal Atividades Complementares III Total 3ª série Ética e Bioética Gestão e Empreendedorismo Módulo Integrado em Tecnologia e Análise de Alimentos I 4ª Nutrição e Dietética Saúde Coletiva Sistema Gastrointestinal Sociedade e Educação das Relações Étnico-raciais Subtotal Atividades Complementares IV Total 4ª série Módulo Integrado de Nutrição em Materno Infantil Módulo Integrado de Nutrição na Infância e Adolescência Interação Droga-Nutriente 5ª Nutrição Social Programa Interdisciplinar Comunitário Módulo Integrado em Tecnologia e Análise de Alimentos II Subtotal Atividades Complementares V Total 5ª série Controle Higiênico de Alimentos Módulo Integrado de Nutrição em Gerontologia Módulo Integrado de Nutrição na Fase Adulta 6ª Nutrição e Atividade Física Nutrição Experimental Processo Produtivo em Refeições Subtotal Atividades Complementares VI Total 6ª série Estágio Supervisionado em Nutrição I 7ª Seminários de Estudos em Nutrição I Trabalho de Conclusão de Curso I Subtotal CARGA HORÁRIA (H/A) CH SEMANAL CH Semestral Teórica Prática Total 2 1 3 60 2 1 3 60 2 1 3 60 3 0 3 60 2 1 3 60 3 0 3 60 14 4 18 360 10 370 2 1 3 60 3 0 3 60 3 0 3 60 2 1 3 60 3 1 4 80 4 4 8 160 17 7 24 480 20 500 2 0 2 40 3 1 4 80 4 2 6 120 3 0 3 60 3 2 5 100 15 5 20 400 10 410 3 0 3 60 3 0 3 60 3 3 6 120 4 0 4 80 3 1 4 80 1 1 2 40 2 0 2 40 19 5 24 480 20 500 3 3 6 120 4 2 6 120 2 0 2 40 4 1 5 100 2 2 4 80 2 2 4 80 17 10 27 540 10 550 2 1 3 60 3 2 5 100 4 2 6 120 1 1 2 40 2 1 3 60 5 1 6 120 17 8 25 500 10 510 4 16 20 400 3 0 3 60 0 2 2 40 7 18 25 500 53 Atividades Complementares VII Total 7ª série Estágio Supervisionado em Nutrição II 8ª Seminários de Estudos em Nutrição II Trabalho de Conclusão de Curso II Subtotal Atividades Complementares VIII Total 8ª série Carga Horária Obrigatória das Disciplinas (h/a) Disciplina Opcional LIBRAS INTEGRALIZAÇÃO 10 510 400 40 40 480 10 350 4 2 0 6 16 0 2 18 20 2 2 24 Teórica Prática Total 112 75 187 CH dos Semestres 3740 3 0 3 60 Carga Horária Total das Disciplinas Obrigatórias (Exceto Estágio Supervisionado) Carga Horária Total de Estágio Supervisionado Carga Horária Total das Atividades Complementares Carga Horária Total de Integralização do Curso Carga Horária da Disciplina Opcional Carga Horária Total de Integralização do Curso + Disciplina Opcional 2940 800 100 3840 60 3900 2.3.5.1 EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ESTRATÉGIAS DE TRABALHO O tratamento da educação ambiental ocorre pela oferta de disciplinas, como Estilo de Vida Saúde e Meio Ambiente, e de forma transversal, considerando os princípios enunciados no Art. 4º da Lei n. 9.795, de 27 de abril de 1999 23: I. II. III. IV. V. VI. VII. VIII. o enfoque humanista, holístico, democrático e participativo; a concepção do meio ambiente em sua totalidade, considerando a interdependência entre o meio natural, o sócio-econômico e o cultural, sob o enfoque da sustentabilidade; o pluralismo de idéias e concepções pedagógicas, na perspectiva da inter, multi e transdisciplinaridade; a vinculação entre a ética, a educação, o trabalho e as práticas sociais; a garantia de continuidade e permanência do processo educativo; a permanente avaliação crítica do processo educativo; a abordagem articulada das questões ambientais locais, regionais, nacionais e globais; o reconhecimento e o respeito à pluralidade e à diversidade individual e cultural. Na disciplina Estilo de Vida, Saúde e Meio Ambiente, conforme plano de ensino, registram-se atividades de extensão e visitas, como as realizadas aos parques das Dunas e das Mangueiras, em Natal. Destacam-se também outras atividades: 23 BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Sub-Chefia para Assuntos Jurídicos. Lei n. 9.795, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a política nacional de educação ambiental e dá outras providências. Brasília, 1999. D.O.U. de 28.04.1999. 54 a) participação dos discentes das primeiras séries nas atividades comemorativas do meio ambiente, realizadas pela Prefeitura Municipal de Natal, em parceria com a UnP, especificamente no curso de Aproveitamento Integral Alimentos promovido pelo Programa Cozinha Brasil; b) abordagem, na disciplina Nutrição Social, da relação entre alimentação e sustentabilidade no conceito de Segurança Alimentar e Nutricional (SAN), que trata da plena realização do direito de acesso ao Alimento de forma regular e permanente, e em quantidade suficiente, sem que isso comprometa o acesso a outras necessidades essenciais como lazer, saúde e educação. Nesse sentido, toda ação que vise à promoção de SAN deve ter como base práticas alimentares promotoras de saúde, que respeitem a diversidade cultural e que sejam econômica e ambientalmente sustentáveis; c) ainda nessa disciplina, desenvolvimento de conteúdos teóricos sobre o tema, estudos de caso e seminários, objetivando desenvolver habilidades e competências relacionadas à elaboração de cardápios, incentivo à produção e consumo de alimentos regionais por meio da agricultura familiar, valorização de alimentos orgânicos na alimentação escolar e desenvolvimento de hortas comunitárias de forma articulada com outros equipamentos sociais. Da mesma forma, as referidas habilidades vêm sendo reforçadas junto a comunidade, por meio dos Estágios Supervisionados em Nutrição I e II; na prática de Alimentação Escolar com o embasamento teórico no Programa Nacional de Alimentação do Escolar (PNAE) e na Atenção Básica. Assinala-se ainda a investigação científica promovida, por exemplo, pelas disciplinas Trabalho de Conclusão de Curso I e II, com a pesquisa “Uma Proposta de Aproveitamento Integral dos Alimentos em uma escola Municipal de Parnamirim”, em 2012. Encontra-se em andamento a pesquisa sobre “Resíduos Sólidos Gerados na Comercialização de Alimentos nas Praias e seus Impactos”. Em 2010, alunos já realizavam estudos sobre a temática quando da elaboração do trabalho final do Curso. São exemplificativos ‘Diagnóstico da geração de resíduo orgânico sob a ótica da produção mais limpa’ e ‘Análise da implantação de um modelo de gestão de resíduos sólidos’. 55 Na extensão as iniciativas são diversificadas e incluem, por exemplo, palestras I) Ética e sustentabilidade na alimentação; II) Desperdício de alimentos: da problemática à minimização; III) Aspectos dos programas de combate ao desperdício de alimentos – Cozinha Brasil; mesa redonda (Desafios – produção de resíduos na UAN); workshop (biotecnologia, nutrição e sustentabilidade, entre outras24. 2.3.5.2 EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS COMO FORMA DE INCLUSÃO Destaca-se, em relação à abordagem das relações étnico-raciais o Parecer CNE/CP n. 003, de 10 março de 2004, com ênfase nos princípios que indicam: a) o reconhecimento da igualdade da pessoa humana como sujeito de direitos; b) a necessidade de superação da indiferença e da injustiça com que os negros e os povos indígenas vêm sendo tratados historicamente; c) a importância do diálogo na dinâmica da sociedade brasileira, essencialmente pluriétnica, e que precisa ser justa e democrática; d) a necessidade de valorização da história e da cultura dos povos africanos e indígenas na construção histórica da sociedade brasileira; e) a indispensável implementação de atividades que exprimam a conexão dos objetivos, estratégias de ensino e atividades com a experiência de vida dos alunos e professores, valorizando aprendizagens vinculadas às relações entre negros, indígenas e brancos no conjunto da sociedade. Para tratar dessa temática, e com base nesses princípios e na concepção de inclusão social, o Curso prevê a oferta da disciplina Sociedade e Educação das Relações Étnico-raciais e, ao mesmo tempo, em outras unidades curriculares realiza atividades transversais: a) a disciplina Técnica Dietética e Gastronomia ressalta a pluralidade étnica existente na sociedade brasileira que influencia diretamente na gastronomia e na formação de hábitos alimentares. Os alunos são desafiados a elaborar cardápios que atendam a uma sociedade multicultural; b) estudo da Politica Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN) na disciplina Nutrição Social, com ênfase no Programa Nacional de Alimentação do 24 Outras atividades encontram-se indicadas no item 2.5.2 deste PPP. 56 Escolar (PNAE), que trata de minimizar os agravos nutricionais de quilombolas e indígenas, considerados historicamente grupos de vulnerabilidade social. Ao considerar as recomendações nutricionais diferenciadas para esses grupos, a disciplina visa ao desenvolvimento de habilidades como o planejamento de cardápios que respeitem a diversidade sociocultural, objetivando pelo menos a minimização do problema da fome e da miséria, na perspectiva da efetivação do Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA) como um direito de todos. Aponta-se ainda o projeto de extensão interdisciplinar “Diagnóstico das Condições Higiênico–sanitárias de alimentos comercializados em via pública do Bairro de Santos Reis-Parnamirim /RN, que objetiva, além da identificação de questões sanitárias, o conhecimento das condições sócioeconômicas e culturais do comércio ambulante, usualmente assumido por negros e pardos. 2.3.5.3 ATIVIDADES COMPLEMENTARES As atividades complementares, normatizadas pela Resolução n. 024/2003 – ConEPE, são compreendidas como ações integradoras para o enriquecimento da formação do aluno, constituindo-se, também, em estratégia de flexibilização curricular. Podem ser aproveitadas como atividades complementares: a participação em palestras, conferências, simpósios, cursos presenciais ou à distância, disciplinas optativas ou frequentadas em outro curso ou IES, encontros estudantis, iniciação científica e a extensão e ação comunitária, monitoria, dentre outras, observando-se as normas institucionais pertinentes. 57 Controle e registro O controle e registro das atividades são efetivados eletronicamente pela coordenação do Curso, com apoio de pessoal técnico-administrativo, a partir da apresentação dos documentos comprobatórios pelo aluno. Automaticamente, os dados entram no sistema acadêmico-financeiro - SAF, módulo bases acadêmicas, passando a compor o histórico escolar do aluno, que tem acesso à sua situação via internet, ferramenta autoatendimento, portal UnP. Semestralmente, o coordenador verifica a situação individual do aluno, cumprindo determinações da Resolução n. 024.2/2012, art. 4º, incisos IV e V: IV – é facultado ao aluno cumprir carga horária remanescente de semestre anterior, cumulativamente com a do semestre subsequente, desde que o total dessa carga horária não ultrapasse o dobro do previsto para o semestre; V – quando a carga horária cumprida, quer como carga horária remanescente de semestres anteriores, quer como adiantamento de carga horária do semestre subsequente, ultrapassar o dobro da carga horária prevista para o semestre, o excedente não será considerado para fins de registro acadêmico. Para cada atividade são atribuídas carga horária e pontuação pelo Conselho do Curso, que se posiciona também quanto às atividades não contempladas neste PPC. Para cada atividade, são atribuídas carga horária e pontuação (quadro 9), aprovadas pelo Conselho do Curso, que se posiciona também quanto aos casos de atividades não contempladas nesse quadro. 58 Quadro 9 – Pontuação das Atividades Complementares ATIVIDADE 1 Palestra 2.1 Curso - presencial 2.2 ou a distância 2.3 3.1 3.2 Jornada Acadêmica 3.3 2 3 3.4 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 De 08 a 10 horas De 11 a 19 horas Acima de 19 horas Semana de Nutrição (1) Jornada em área afim Apresentação de Trabalho Participação em Comissão Organizadora Encontro Estudantil Iniciação Científica Até 08 horas (presencial) Iniciação à 6.1 Extensão ou à Ação 6.2 De 09 a 15 horas (presencial) (2) Comunitária 6.3 Acima de 15 horas (presencial) Monitoria - com 7.1 1 disciplina bolsa ou 7.2 2 disciplinas (3) voluntária Publicação de Trabalho em Revista Técnica/Científica, Anais e Revista Eletrônica (4) Viagem / Visita técnica (5) Estágio Extracurricular na Área de Nutrição (mínimo de 50 horas) 11.1 Participação como Congressista Congresso 11.2 Apresentação de Trabalho Até 40 h/s Disciplina cursada 12.1 De 41 a 60 h/s em outros Cursos 12.2 e/ou IES (Não 12.3 De 61 a 80 h/s (6) Aproveitada) 12.4 Acima de 81 h/s Atividades Complementares cursadas em outros Cursos e/ou (7) IES CARGA HORÁRIA POR ATIVIDADE Não Promovida promovida pela UnP pela UnP 05 04 10 08 12 10 15 12 20 15 10 05 25 23 MÁXIMO SEMESTRAL CH POR ATIVIDADE 20 15 25 15 10 05 20 12 16 20 15 05 20 08 10 14 -x- 25 -x- 25 25 25 10 05 10 15 12 15 10 20 10 12 14 18 10 20 05 08 10 14 10 10 05 20 20 25 20 18 10 (1) É considerada “área afim” aquela que envolve conhecimentos nos campos alimentar e nutricional. (2) Atividades de extensão ou de ação comunitária em que o aluno participa como protagonista (ex: ministrante de curso de extensão; participante em mutirão de ajuda comunitária), condicionado à aprovação do Conselho do Curso. (3) A monitoria deverá ter, no mínimo, 3 (três) meses de duração comprovada e avaliação de desempenho satisfatória. (4) O aluno precisará entregar à Coordenação de Atividades Complementares um documento que comprove a data da viagem/visita técnica, local, pessoa e telefone para contato, juntamente com o relatório sobre a viagem/visita técnica. (5) Corresponde às atividades que envolvam a atuação do aluno na realidade profissional do nutricionista. (6) Para aluno transferido ou de reopção, a disciplina que não constar no aproveitamento de estudos poderá ser considerada como Atividade Complementar, seguindo a carga horária correspondente por atividade conforme este quadro. (7) Para alunos transferidos ou de reopção, a carga horária de Atividades Complementares registradas no Histórico Escolar poderá ser aproveitada conforme a discriminação deste quadro. 59 2.3.5.4 ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO Previsto no Art. 7o das Diretrizes Curriculares Nacionais (Resolução CNE/CES n. 5), o estágio supervisionado é requisito obrigatório para obtenção do grau de bacharel em Nutrição. Estruturado com base nessas Diretrizes, na Lei 11788, de 25 de setembro de 2008, no Regimento Geral da Universidade e no Manual de Estágios do Curso, o Estágio deve fortalecer a formação do futuro nutricionista a partir de vivências próprias da realidade da profissão. Sua programação compreende atividades na própria Universidade (Centro Integrado de Saúde) e extra-muros (mediante convênios) nas áreas de: - Nutrição Clínica; - Nutrição Social (Saúde e Alimentação Escolar); - Nutrição em Unidades de Alimentação e Nutrição. A carga horária total, de 800 horas-aula em cada estrutura, é distribuída entre as duas últimas séries da seguinte forma: - ESTÁGIO SUPERVISONADO EM NUTRIÇÃO I = 400 H/A 80H/A – TEÓRICAS (20%) - 1 encontro semanal de 4 horas com cada turma - 320H/A– PRÁTICAS (80%) ESTÁGIO SUPERVISONADO EM NUTRIÇÃO II = 400H/A 80H/A – TEÓRICAS (20%) - 1 encontro semanal de 4 horas com cada turma 320 H/A– PRÁTICAS (80%) O acompanhamento, controle e avaliação das atividades do Estágio, nas fases de planejamento, execução e avaliação, ficam sob a responsabilidade de três coordenadores, indicado pela coordenação do Curso entre os professores nutricionistas, que conta com uma equipe de supervisores, todos atuando conforme o Manual de Estágio obrigatório do Curso, por sua vez estruturado pelo NDE e aprovado pelo Conselho do Curso. 60 Implementação As disciplinas Estágio Supervisionado I e II são ofertadas na 7ª e 8ª séries, respectivamente, organizando-se os alunos por turma, em sistema de rodízio. 7a série, Estágio Supervisionado em Nutrição I Turma 1 - atuação nas áreas de: - Nutrição Clínica (Hospitais); - Nutrição Social (Centro Integrado de Saúde da UnP e postos de saúde ou unidades de saúde da família ou centros de saúde, entre outros). Turma 2 - atuação nas áreas de: - Nutrição Social (Alimentação Escolar – escolas públicas ou privadas); - Nutrição em Unidades de Alimentação e Nutrição (empresas de auto gestão e/ou terceirizadas, padarias, redes de fast foods, restaurantes, entre outros). Quando completadas as horas definidas para cada área, as turmas são invertidas: a turma 1 será a 2 e vice versa, garantindo-se, assim, que todos os alunos realizem atividades nas três áreas de atuação do nutricionista e cumpram a carga horária prevista. 8a série, Estágio Supervisionado em Nutrição II Nesta série, no Estágio Supervisionado em Nutrição II, as turmas invertem as áreas de atuação: a turma 1 passa a ser a turma 2 e vice-versa. Assim, é possível que todos os alunos vivenciem as três áreas de atuação do nutricionista. Locais Conforme discussões do NDE e do Conselho do Curso, para que todos os alunos tenham as mesmas oportunidades em relação aos campos de estágio, deve haver sorteio, realizado pela coordenação do estágio, dos espaços profissionais para locar cada aluno, ou dupla de alunos, conforme a disponibilidade desses espaços. 61 Estágio Extra-Muros O estágio extra-muros é desenvolvido nas áreas de nutrição clínica, nutrição em unidades de alimentação e nutrição e nutrição social por meio de convênio firmado entre a UnP e os municípios de Natal, Parnamirim, Macaíba, São Gonçalo do Amarante, Extremoz. Há contato prévio da coordenação de estágio do Curso com os preceptores de estágio para confirmar as vagas que serão oferecidas. Uma reunião com os preceptores é realizada antes do início do estágio para esclarecer as dúvidas dos preceptores e para demonstrar o cenário da prática do estágio. O contato com os locais de estágio é mantido por meio de visitas semanais dos professores supervisores, e ainda por contatos semestrais da coordenação de estágio. UNIDADES PRODUTORAS DE REFEIÇÕES - GRAS*; - Gran Sapore BR Brasil AS*; - Sodexo*; - Casa de Apoio à Criança com Câncer Durval Paiva; - Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – SENAC/RN; - Serviço Social do Comércio – SESC/RN; - Hotel Vila do Mar; - Hotel Aquaria; - Nutriday; - Restaurante Popular; - Instituições do Exército (17o GAC, 7a Brigada, Hospital de Guarnição); - Natal Hospital Center; - Hospital da Unimed; - Hospital dos Pescadores; - Hospital Naval de Natal (Marinha); - Hospital e Maternidade Sadi Mendes (Divino Amor); - Panificadoras; - Instituto Federal Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte. (*) empresas terceirizadas que trabalham com refeições industriais 62 NUTRIÇÃO CLÍNICA – HOSPITAIS NATAL - LIGA Norte Rio-grandense Contra o Câncer; - Natal Hospital Center; - Hospital da Unimed; - Hospital dos Pescadores; - Hospital Naval de Natal (Marinha); - Hospital da Polícia Militar; - Hospital de Guarnição de Natal (Exército); - Hospital Giselda Trigueiro (doenças tropicais e infectologia); - Hospital Maria Alice Fernandes (pediatria); - Hospital Geral e Maternidade PROMATER; - Hospital Santa Catarina (geral). PARNAMIRIM - Hospital e Maternidade Sadi Mendes (Divino Amor); - Hospital Regional Deoclécio Marques Lucena (geral); NUTRIÇÃO SOCIAL – ALIMENTAÇÃO ESCOLAR E SAÚDE - Secretaria de Saúde do Rio Grande do Norte - Secretarias de Saúde de: Natal; Parnamirim; Macaíba; São Gonçalo do Amarante; Extremoz. - Secretaria de Educação do Rio Grande do Norte - Secretarias de Educação de: Natal; Parnamirim; Macaíba; São Gonçalo do Amarante; Extremoz. 63 - Escolas privadas. Avaliação do aluno A avaliação do desempenho do aluno ocorre mediante a utilização de instrumentos diversificados, como definido no Manual de Estágio do Curso: a) prova, com destaque para o fato de que os que faltam a essa avaliação têm o direito de realizar a prova de segunda chamada conforme as normas da Universidade; b) portfólio, elaborado conforme roteiro previamente definido, e entregue ao professor supervisor que o acompanhou no campo, para as devidas correções e atribuição de nota em prazo de dez dias, repassando os resultados para a coordenação de estágio que fica incumbida de divulgálos. Além disso, a avaliação do aluno em estágio abrange: 1. avaliação pelo professor supervisor, mediante ficha avaliativa elaborada pelo Conselho do Curso; 2. avaliação pelo preceptor de campo, com base em ficha avaliativa também elaborada pelo Conselho; 3. apresentação de artigos científicos, palestras e/ou casos clínicos nos campos de estágios. ESTÁGIO NA UnP – CIS/UnP Na Universidade, os alunos realizam suas atividades de forma integrada com outras graduações nas dependências do Centro Integrado da Saúde (CIS/UnP), na área de Nutrição Clínica e ou Social, organizados em grupos para atendimento ambulatorial individualizado. No CIS/UnP, que congrega as clínicas de Nutrição e das demais graduações da Escola da Saúde, também são prestados serviços em nutrição com vistas a formar um profissional capaz de desenvolver ações para promoção, prevenção e tratamento da saúde, nas diversas áreas de atuação do nutricionista, através de programas voltados para o atendimento nutricional, considerando as demandas institucionais e da comunidade, na perspectiva de interdisciplinaridade. A clientela do CIS/UnP abrange a comunidade interna - alunos, professores ou 64 funcionários da Universidade Potiguar – e a comunidade externa, através de demanda espontânea. O serviço de nutrição oferece agendamento em dias pré-estabelecidos, o que permite às pessoas interessadas participarem do atendimento de uma forma mais sistematizada. Ao chegar à Universidade, é aberto um prontuário ao usuário, no qual é feita uma Ficha de Cadastro contendo informações, com: nome, endereço, data de nascimento, filiação, disponibilidade de horários, motivo da procura pelo CIS/UnP, procedência e serviço solicitado. As informações coletadas servirão para o estagiário identificar a demanda e encaminhar o cliente de saúde ao tipo de atendimento que está necessitando. O CIS/UnP funciona com base em regimento próprio, no horário de 7:00h às 12:00h, das 14:00 às 18:00hs e das 18:00hs às 22:00hs. O estagiário no CIS/UnP Todos os estagiários cumprem entre quatro e oito horas semanais como parte da carga horária do estágio supervisionado obrigatório nas áreas de Nutrição Clínica e Nutrição Social, devendo chegar ao Centro pelo menos 15 minutos antes do horário marcado com o cliente e, logo em seguida, procurar assinar a lista de presença e verificar as condições da sala de atendimento, assim como o material necessário. O estagiário preenche todos os campos da “ficha de cadastro” da qual constam informações do cliente. O completo preenchimento da ficha é importante para a organização do serviço e para que o estagiário acompanhe o cliente ao longo do tratamento, bem como para as pesquisas realizadas com base nesse material. Após o atendimento, o estagiário deixa a sala devidamente organizada. O estagiário não deve faltar ao atendimento a seus clientes, a não ser por motivo imperioso. Nesse caso, comunica-se com o serviço para que o cliente possa ser avisado. Depois de atender o cliente, o estagiário deve orientá-lo e realizar a marcação da consulta de retorno para entrega do plano alimentar, de inteira responsabilidade do estagiário e do respectivo professor supervisor. 65 Acompanhamento, controle e avaliação O estágio no Centro Integrado de Saúde/UnP tem um professor responsável pela coordenação e o aluno é acompanhado e avaliado por um professor supervisor. Dentre os mecanismos de acompanhamento o destacam-se: a) reunião entre professor supervisor e a coordenação do CIS/UnP; b) reunião conjunta entre supervisores, coordenação e alunos estagiários; c) discussão dos casos ao final do estágio com propostas de intervenções. Durante o período de estágio no CIS/UnP são utilizadas fichas de avaliação relativas ao desempenho do aluno objetivando o seu aperfeiçoamento. 2.3.5.5 ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO O estágio supervisionado não-obrigatório é aquele desenvolvido pelo aluno como atividade opcional, cujo número de horas é acrescido à carga horária mínima do Curso estabelecida neste Projeto. Pode ser realizado a partir da primeira série, considerando a sua importância para o desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para o trabalho, e para a construção do perfil profissional do egresso. A carga horária dessa modalidade de estágio pode ser contabilizada como Atividade Complementar e a sua implementação ocorre de acordo com o Manual de Estágio não Obrigatório da Universidade Potiguar. Como condição prévia à realização do estágio deve haver assinatura do Termo de Compromisso de Estágio (TCE), documento que deve atender as seguintes exigências: a) definir a modalidade do estágio como Não Obrigatório; b) indicar a data de início e término do contrato; c) estabelecer a carga horária máxima a ser cumprida pelo aluno estagiário (6 horas diárias); d) identificar o representante legal da UnP, representado pelo Titular da PróReitoria Acadêmica (ProAcad). O acompanhamento das atividades realizadas pelo aluno fica a cargo da coordenação de estágio do Curso e o controle é da responsabilidade da ProAcad, com apoio do Núcleo de Estágio e Empregabilidade. 66 2.3.5.6 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) I E II O Trabalho de Conclusão de Curso l e o Trabalho de Conclusão de Curso ll (TCC l e TCC ll) do Bacharelado em Nutrição compreendem atividades acadêmicas de caráter obrigatório para fins de obtenção do título de Bacharel em Nutrição (disciplinas ofertadas na 7ª e 8ª séries). Do TCC l e ll deve resultar um artigo, estruturado na seguinte sequência: a) no TCC I (7ª série) é elaborado um pré-projeto (tema, introdução, objetivos, revisão de literatura, metodologia e cronograma) que deve estar articulado à Ciência da Nutrição e, ainda, às linhas de pesquisa, de extensão e ação comunitária institucionais; b) no TCC II (8ª série) ocorre o desenvolvimento do projeto até a versão final do trabalho (coleta de dados, resultados e discussão, considerações finais, resumo, abstract e referências). O TCC tem o objetivo de contribuir com o avanço da ciência da alimentação, nutrição e dos alimentos no que diz respeito à realidade nutricional da população, em particular da norte-rio-grandense, revelando dados sobre o quadro nutricional e alimentar do Estado e apontando soluções possíveis para problemas decorrentes desse quadro. O artigo deve ser elaborado por dupla de alunos, sob a orientação de um professor, abordando temas relacionados a: - nutrição clínica; - nutrição social; - controle higiênico-sanitário de alimentos; - ciência de alimentos; - nutrição experimental; - nutrição esportiva; - interação droga nutriente; - e microbiologia de alimentos. O objeto de estudo pode encontrar origem nas atividades de pesquisa, extensão e ação comunitária, ou, ainda, em atividades investigativas promovidas pelas disciplinas e estágios. O artigo deve seguir normas institucionais constantes do Manual de Normalização para artigo científico da UnP, e, também do Manual de TCC do Curso. 67 Atividades relacionadas ao Trabalho de Conclusão de Curso l e ll, como apresentação em eventos científicos, palestras, publicações, entre outras, são contabilizadas como atividade complementar, observadas as normas institucionais. Os discentes do Curso finalizam a disciplina TCC II com a realização da Mostra de TCC que acontece anualmente com apresentação dos trabalhos dos estudantes de oitava série, em sessão aberta ao público e válida como atividade complementar, estimulando os estudantes das séries anteriores a vivenciar a produção científica. O evento ocorre sempre no mês de novembro, e em 2013.2, ocorrerá a VI MOSTRA DE TCC do Curso de Nutrição UnP. De 2011 a 2012 o Curso registra uma quantidade expressiva de produção dos alunos, conforme anexo C. 68 2.4 PESQUISA, INICIAÇÃO CIENTÍFICA, EXTENSÃO E AÇÃO COMUNITÁRIA 2.4.1 Pesquisa As pesquisas realizadas pelo Curso de Nutrição vinculam-se à Base de Pesquisa da Escola da Saúde, Arte e Ciência em Saúde e às seguintes linhas institucionais: - Biotecnologia e - Atenção Integral à Saúde. Considerando as especificidades do Curso e, ao mesmo tempo, as perspectivas de uma formação inter e multidisciplinar, as atividades são realizadas de forma articulada com outras graduações, como Ciências Biológicas, Psicologia e Farmácia, com a participação de professores e alunos, estes como bolsistas – Programa de Bolsas de Iniciação Científica (ProBIC) – ou voluntários. Para a execução de suas propostas, a graduação em Nutrição, a exemplo das demais da Universidade, conta com mecanismos institucionais de financiamento e de participação do estudante conforme o Regimento Geral: - Fundo de Apoio à Pesquisa (FAP); - Programa de Bolsas de Iniciação Cientifica (ProBIC). Os projetos são submetidos à análise do Comitê de Pesquisa (ComPesq) e, quando necessário, ao Comitê de Ética em Pesquisa (CEP/UnP). Projetos Como expressões principais das atividades de pesquisa e iniciação científica indicam-se: a participação de discentes do Curso de Nutrição em projetos de pesquisa; a elaboração de trabalhos de conclusão que podem ter origem nesses projetos; atividades investigativas desenvolvidas no próprio dia a dia das disciplinas, apontando-se, por exemplo, coleta de dados sobre Rotulagem de Alimentos, na disciplina Introdução à Nutrição (1a série), e nas disciplinas Trabalho de Conclusão de Curso I e II. Os projetos são executados nos laboratórios da UnP ou envolvendo comunidades, como as de Parnamirim, e os resultados têm como principais veículos de divulgação: - trabalhos apresentados e publicados nos anais do congresso científico e mostra de extensão, evento promovido anualmente pela Universidade 69 Potiguar, do qual o Curso de Nutrição tem participado com temáticas relacionadas a: comportamento alimentar, obesidade, terapia nutricional, minimização da geração de resíduos orgânicos, entre outros25; - trabalhos apresentados e publicados nos Anais de eventos científicos regionais, nacionais e internacionais; - revista eletrônica Catassuba, da Escola da Saúde; - publicação de artigos científicos, em periódicos científicos da área, indexados; - publicação de artigos sobre a área de nutrição em espaços da mídia impressa do Rio Grande do Norte. Projetos de Pesquisa 2011 PROJETO Determinação de metabólitos secundários do fruto da Morinda citrifolia linn (noni) PROFESSOR/ COORDENADOR/ PROFESSOR COLABORADOR Ms.Diana Quitéria Esp. Leonardo Aragão (Nutrição - UnP), Dra. Rosélia de Sousa Leal (Farmácia - UnP) ALUNOS PARTICIPANTES Bolsista PROBIC: Dyla Gomes Lima, Voluntárias: Adriana Gurgel de Carvalho, Andreia da Cunha Bezerra, Clara Beatriz Fernandes do Vale,Tatiana Maria de Oliveira e Thamy Mayara de Araujo Vieira Projetos Pesquisa 2012 PROFESSOR/ COORDENADOR PROFESSOR COLABORADOR Avaliação dos efeitos hepatotóxicos do suco e de farinha da fruta noni (Morinda citrifolia L.) em ratos wistar Ms. Diana Quitéria (Nutrição -UnP) Esp.Tarciso Bruno (Ciências Biológicas - UnP) Neofobia alimentar em alunos do curso de Nutrição e Gastronomia Ms. Diana Quitéria (Nutrição - UnP) Dra. Fívia de Araujo (PsicobiologiaUFRN) Potencial biotecnológico do fruto de Ubaia Doce (Eugenia speciosa cambess) do Rio Grande do Norte Dra. Heryka Myrna (Nutrição -UnP) Dra. Ana Katarina Menezes (Nutrição -UnP) PROJETO 25 ALUNOS PARTICIPANTES Bolsistas: Luzia Elionaide A. Martins e Clara Beatriz Fernandes do Vale. Voluntária: Andréia da Cunha Bezerra Bolsistas: Amanda Valeska Silva de Araújo e Ivanise Augusta de Farias Luna Sandes. Voluntários: Janaiza Carla Oliveira Lima e Raí Nabichedí da Silva. Voluntária: Natalia Andreza Silva Disponibilizados em http://portal.unp.br/cursos-pesquisa-congressocientifico 70 Concentração de retinol em bebidas a base de extrato de soja em comparação com o descrito na rotulagem nutricional Investigação da possível associação entre obesidade e periodontite em uma população brasileira: resultados de um estudo transversal Utilização da farinha de cajú (Anacardium occidentale, L.) obtida após processamento na elaboração de biscoitos tipo cookie e avaliação da aceitação por testes sensoriais Análise bromatológica do doce de quipá (tacinga enamena) consumido no municipio de Angicos Análise do perfil antropométrico de crianças beneficiadas pelo programa Bolsa Família no município de Parnamirim/RN, durante a vigência do quadriênio 2008-2011. Avaliação da qualidade higiênico-sanitária das alfaces servidas em restaurantes selfservice e adquiridas em supermercados da cidade de Natal/RN. Dra. Heryka Myrna (Nutrição -UnP) Dr. Fabio Dametto Odontologia UnP Dr. Cícero Romão (Odontologia UnP) Ms.Juliana Dameto, Ms.Katia Viana (Nutrição - UnP) Dra. Ana Katarina Menezes (Nutrição - UnP) Dra. Heryka Myrna Esp. Leonardo Aragão (Nutrição - UnP) Voluntárias: Avilla Cecilia de Lima Prazeres, Maria Margareth Eloi da Silva Suamy Sales Barbosa Voluntárias: Marilia Nelo de Oliveira, Mayara Mariz de Medeiros, Izabel dos Santos Queiroz, Marta Francisca Jácome, Jéssika Lydyane dos Santos, Raissa Charliane de Castro Andreia Cunha Bezerra (Nutrição) Jefferson Romáryo Duarte da Luz (Ciências Biológicas) Bolsista: Jefferson Romáryo Duarte da Luz (Ciências Biológicas) Dra. Ana Katarina Menezes (Nutrição -UnP) Esp. Leonardo Aragão (Nutrição - UnP) Ms. Lígia Garcia (Nutrição -UnP) - Voluntários: Flávia Medeiros de Azevedo, Kayara Nazareth Gomes Vieira Esp. Leonardo Aragão (Nutrição -UnP) Ms. Catherine Carvalho Teixeira (Nutrição –UnP) Voluntários: Raquel da Silva Rodrigues, Neyre Iolant Brainer PROFESSOR COLABORADOR Rosangela Lopes Dias Marcelo da Silva Claudia Gabriele da S. Duarte (Serviço social e Ciências Biológicas) ALUNOS PARTICIPANTES Andreia Cunha Bezerra (Nutrição) Projetos de Pesquisa 2013 PROJETO PROFESSOR/ COORDENADOR Diagnóstico das Condições Higiênicosanitárias do Comércio de Alimentos em Via Pública do Bairro de Santos Reis – Parnamirim – RN Ms. Girlene Gonçalves (Nutrição -UnP) Voluntárias: Anny Karoline Xavier Fernandes, Ana Claudia Rodrigues 71 2.4.2 Extensão e Ação Comunitária A extensão e a ação comunitária, implementadas com apoio financeiro institucional (que abrange bolsas para discentes e gratificação para docentes), ou mediante parcerias, focalizam Natal e Parnamirim – município integrante da Grande Natal. Com a efetiva participação dos alunos do Curso, a extensão e ação comunitária têm o formato de programas, projetos, eventos e cursos. Promovidos pela Universidade Potiguar, pelo próprio Curso de Nutrição, ou através de parceira com empresas ou instituições públicas e privadas, as iniciativas têm efetiva participação dos alunos e constituem espaços privilegiados para vivências de trabalho em equipe; de atitudes de respeito à diversidade das pessoas; de valorização das culturas; de preservação do meio ambiente. As atividades desenvolvidas, sempre sob a supervisão de um professor, compreendem orientação nutricional individual e educação nutricional para grupos nas diversas faixas etárias, através de palestras, uso de banners, distribuição de folders, atividades lúdicas ou dinâmicas educacionais. Do ponto de vista da participação do Curso em programas institucionais, devem ser apontados, principalmente: a) o UnP Orienta, realizado junto às escolas de ensino médio na perspectiva de apoiar os alunos no processo de escolha por uma profissão; b) o ComUnidade UnP, compreendendo a prestação de serviços em saúde no bairro Santos Reis, em Parnamirim, município da Grande Natal, na perspectiva da inclusão social, da valorização da saúde e da vida. A participação do Curso em atividades promovidas por outras entidades se evidencia por meio de: a) campanhas locais e nacionais de mobilização, no formato de programas institucionais e interinstitucionais, para prevenção ou promoção à saúde em datas comemorativas, programas de qualidade de vida do trabalhador, e, ainda, ações voltadas a comunidades, carentes ou não; b) ações e projetos integrados com outros cursos da saúde, em especial Educação Física, Terapia Ocupacional, Ciências Biológicas, Odontologia. 72 Divulgação Os resultados dos projetos são apresentados nos fóruns de extensão promovidos pela Escola da Saúde, congresso científico e mostra de extensão/UnP e, ainda, através dos relatórios semestrais elaborados por alunos e professores. 2.4.2.1 PROJETOS INTEGRADOS COM OUTRAS GRADUAÇÕES 2011 PROFESSOR/CURSO DE NUTRIÇÃO PROJETO PROFESSOR COORDENADOR Atenção Integral à Saúde da Pessoa Idosa Atendimento Ambulatorial Ao Adulto Sebastião Franco da Silva FISIOTERAPIA Maria Lílian Pinto Rodrigues NUTRIÇÃO Alaine De Grande TERAPIA OCUPACIONAL Saúde do Idoso Iêda Maria de Calife Maria Lílian Rodrigues Iêda Maria de Calife Araujo Pinto Araujo Os projetos/2012 a seguir, vinculados ao programa ComUnidade UnP, foram desenvolvidos em Santos Reis - Parnamirim/RN, como estratégia de materialização da responsabilidade social da Universidade, compreendendo melhoria das condições de vida da população desse bairro, a partir de levantamento epidemiológico e social. 2012 PROFESSOR/ COORDENADOR/CURSO PROJETO Projeto Doutores da Saúde dos Idosos Atenção Integral à Saúde da Pessoa Idosa Atendimento Nutricional ao Adulto Diagnóstico das Condições Higiênico Sanitárias do Comércio de Alimentos em via pública no Bairro de Santos Reis – Parnamirim/ RN Mais Saúde Parnamirim em Sebastião Franco da Silva Fisioterapia Alaine De Grande Terapia Ocupacional Maria Lílian Monteiro Nutrição PROFESSOR/CURSO DE NUTRIÇÃO Iêda Maria de Araújo Calife Pinto Girlene Freire Gonçalves Nutrição Kalina Veruska Masset Educação Física da Silva Maria Lílian Monteiro Pinto Girlene Freire Gonçalves B. Ana Maria Macke Miani 73 2013 PROJETO PROFESSOR/ COORDENADOR/CURSO Atenção Nutricional ao Pro Girlene Freire Gonçalves Transplante PROFESSOR/CURSO DE NUTRIÇÃO Maria Lílian Monteiro Pinto Rodrigues 2.4.2.2 PARTICIPAÇÃO EM AÇÕES COMUNITÁRIAS E DE INCLUSÃO 2011-2013 2011 AÇÃO Dia Nacional de Ação Voluntária da Fundação Bradesco UnP Orienta - Colégio CADE Centro UnP Orienta – Alimentação Saudável – Colégio Imaculada Conceição DATA Ação Global 14/05 Feira do Emprego e Renda - PMN Feira da Saúde Nº ALUNOS 06/04 PROFESSOR Diana Quitéria C. Ferreira Catherine T. de Carvalho Érica Dantas de M. Rocha 05/05 Iêda Maria de Araujo Calife 03 20/03 16/05 09 e 10/08 24/09 e 08/10 04/08 28/10 05/11 10/11 13/11 17/09 19/08 15 03 Iêda Maria de Araujo Calife Letícia Castelo Branco Iêda Maria de Araujo Calife 28 02 Iêda Maria de Araujo Calife 03 Desperta Parnamirim 18/08 Ação de Saúde na Assembleia Legislativa 07/11 Iêda Maria de Araujo Calife Catherine T. de Carvalho Iêda Maria de Araujo Calife Iêda Maria de Araujo Calife Iêda Maria de Araujo Calife Iêda Maria de Araujo Calife Iêda Maria de Araujo Calife Érica Rocha Iêda Maria de Araujo Calife Érica Dantas de Medeiros Rocha Iêda Maria de Araujo Calife DATA 08/03 PROFESSOR Iêda Maria de Araujo Calife N ALUNOS 05 14/03 Iêda Maria de Araujo Calife 02 19/03 Larissa Praça de Oliveira Ana Maria Macke Miani 49 Girlene Freire Gonçalves e Iêda Maria de Araujo Calife 25 Girlene Freire Gonçalves 09 Iêda Maria de Araujo Calife 07 26/04 Iêda Maria de Araujo Calife 05 05/05 09/05 11/05 Iêda Maria de Araujo Calife Iêda Maria de Araujo Calife Iêda Maria de Araujo Calife 07 03 06 12/09 Iêda Maria de Araujo Calife 03 Natal Ativo UnP Orienta Colégio Salesiano Ação Comunitária no Congresso Científico Programa Viver Melhor Autobraz Ação no Armazém Pará Dia Mundial do Diabetes IV Fest Saúde Colégio Fênix Natal Ação - Guarapes 13 02 18 06 03 15 08 09 13 02 2012 AÇÃO Dia Internacional da Mulher Palestra Sobre Hipertensão Na USF Nordelandia Dia Nacional de Ação Voluntária da Fundação Bradesco Operação Semana Santa – Supermercado Bompreço Lagoa Nova, Carrefour ZN, Nordestão Tirol e Redemais Ponta Negra Operação Semana Santa – Centro Clínico Integrado Ação Comunitária Armazém Pará Ação comunitária – Dia do voluntariado jovem Ação Global Unp Orienta Colégio Cade Zona Norte Oficina Mãos que ajudam Palestra: Nutrição durante a gestação – Distrito Sanitário Leste 12/03 a 04/04 30/03 a 06/04 26/03 O 74 Ação Comunitária na Drogaria Amadeus Cj Parque das Dunas Ação Comunitária Secretaria da Fazenda UnP Orienta Colégio CADE Centro 20/10 Iêda Maria de Araujo Calife 07 30/10 31/10 Iêda Maria de Araujo Calife Iêda Maria de Araujo Calife 08 05 2013 AÇÃO Operação Semana Santa – alimentos seguros na páscoa Dia Mundial da Saúde DATA 25 a 27/03 07/04 Ação Global 18/05 UnP Orienta – Colégio CEI Mirassol UnP Orienta – Colégio CEI Mirassol Dia do Nutricionista - CRN 22/07 22/08 30/08 Dia da Responsabilidade Social do Ensino Superior 21/09 PROFESSOR O N ALUNOS Girlene Freire Gonçalves 4 Iêda Maria de A. Calife Saulo Victor Silva Valdenei Oliveira Iêda Maria de Araujo Calife Iêda Maria de Araujo Calife Iêda Maria de Araujo Calife Iêda Maria de Araujo Calife Valdenei Lúcio de Oliveira Mirely de Freitas Paiva Simone Pereira Rita de Cassia B. Castro 14 22 04 03 06 50 2.4.2.3 EVENTOS E CURSOS O curso de Nutrição promove eventos com a participação efetiva dos docentes e discentes, como mostras das atividades acadêmicas, cursos para preceptores. Destacam-se: a) a realização da Semana de Educação Física e Nutrição, iniciativa conjunta com o Curso de Educação Física (bacharelado e licenciatura); b) outras atividades integradas com demais graduações da Escola da Saúde, sempre contando com palestrantes internos e convidados. ANO 2011 CURSO - Avaliação nutricional do paciente crítico as Ministrantes: Prof . Maria Lílian Pinto Rodrigues e Iêda Maria de Araujo Calife Data: 30 e 31/03/2011 e 10 e 11 /06/2011 Curso destinado aos preceptores de estágios curriculares. I FÓRUM DE GERONTOLOGIA UnP - Tema: Atendimento interdisciplinar e transdisciplinar ao Idoso. Data: 18/06/2011 Coordenador: Prof. Sebastião Franco da Silva (curso de Fisioterapia) Prof. Colaborador do curso de Nutrição: Iêda Maria de Araujo Calife Evento interdisciplinar, coordenado pelo curso de Fisioterapia, para discussão do atendimento interdisciplinar ao idoso. - Conferência: Refletindo o cuidado do Idoso na Medicina, Enfermagem, Educação Física, Fisioterapia, Odontologia, Serviço Social, Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia, Nutrição e Psicologia. Ministrantes: profs. da Escola da Saúde (UnP). 75 INSPETOR SAÚDE NA UnP - Tema: tipos de perigos físicos, químicos e biológicos, doenças transmitidas por alimentos (DTA) - medidas de prevenção Data: 17/06/2011 Palestra ministrada para os estudantes do curso, pelo Prof. Cláudio Lima (Engenheiro de alimentos; Especialista em Alimentos e Saúde Pública; Mestre em Tecnologia de Alimentos). I FÓRUM SINURN Data: 26/08/2011 Evento realizado em conjunto com o Sindicato dos Nutricionistas do RN. Objetivos: estimular o debate e a troca de experiências profissionais; despertar o olhar do profissional e do aluno sobre a necessidade de organização e união da categoria; demonstrar a importância da constante atualização na área de nutrição e incentivar a superação dos desafios encontrados no exercício da profissão. PALESTRAS - Mitos e verdades sobre o ovo Ministrante: Dra. Lucia Endriukaite, (nutricionista do Instituto Ovos Brasil) Gastronomia e nutrição Ministrante: nut. Camila Freire Nutrição funcional e a prática clínica Ministrante: nut. Brenda Cordeiro de Sá Personal Diet: o novo segmento da profissão Ministrante: nut. Hilda Maria Barros O Nutricionista e a prescrição de fitoterápicos Ministrante: nut. Michelle Nunes Duarte A relevância da suplementação para desportistas: benefícios e malefícios Ministrante: nut. Lílian Lins Ética e sustentabilidade na alimentação Ministrante: nut. Anna Cecília Medeiros Desperdício de alimentos: da problemática à minimização Ministrante: nut. Jussele Lourenço Aspectos dos programas de combate ao desperdício de alimentos – Cozinha Brasil Ministrante: nut. Maria Cecília Lopes da Silva MESA REDONDA Tema: O papel do nutricionista na efetivação do Direito Humano à Alimentação Adequada Nut. Sonia Soares. 76 VII SEMANA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E NUTRIÇÃO Tema: ALIMENTO E MOVIMENTO DO NASCIMENTO AO ENVELHECIMENTO Palestras Palestra magna: Alimento e movimento, do nascimento ao envelhecimento – Ministrante: Profa. Márcia Regina Vítolo Perspectiva da pesquisa científica em nutrição Ministrante: Profa. Diana Ferreira Participação do selênio no mal de Alzheimer Ministrante: Nut. Carla Guido Antioxidantes e câncer Ministrantes: Nut. Thiago Galindo Luna e Nut. Jefferson Fernando Bezerra Mesa redonda Obesidade infantil no contexto atual Participantes: Nut. Profª. Márcia Regina Vítolo; Educação Física: Profª. Kalina Masset e Psic: a Prof . Gabriela Moreira Debates - As probabilidades dos profissionais de educação física e nutrição no processo de envelhecimento Ed.Físico: Prof. Roberto Cabral, Nut. Rosenaide Nunes - COPA 2014 Rodrigo Cintra (Secretário Municipal de Esporte e Lazer) - Interdisciplinaridade e marketing na suplementação esportiva Prof. Edson Pinto Profª. Letícia Castelo Branco - Desenvolvimento humano Prof. Luis Marcos Atualizações científicas - Desafios - produção de resíduos na UAN Ministrante: Nut. Kaliane Barbosa Cunha - Perfil nutricional de escolares Ministrantes: Nut. Leiliane Ribeiro e Nut. Thais Kelly Fernandes da Silva - Qualidade microbiológica e físicoquímica do leite pasteurizado tipo C Ministrantes: Nut. Ana Paula da Purificação e Nut. Vanessa Costa - Análise microbiológia da merenda escolar ofertada em Parnamirim/RN Ministrante: Nut. Glicyene Guedes - Lesões nas práticas da atividade física e do esporte Ministrante: Dr. Marcelo Rego - Qualidade de vida na terceira idade como resultante da alimentação e atividades físicas adequadas Ministrante: Dr. Carlos Araújo (Geriatra) Minicursos - Exercício físico e menopausa Ministrante: Prof. Thiago Renné - Musculação: teoria e prática Ministrantes: Prof. José Fernandes do Nascimento e Prof. Edson Pinto - Avaliação física para idosos Ministrante: Profa. Danielle Mafra - Recreação e lazer Ministrante: Prof. Joadson Martins - Personal Trainning Ministrantes: Prof. José Fernandes do Nascimento e Prof. Edson Pinto - Dança: o caminho aberto para o profissional de educação física no mercado atual Ministrante: Prof. Sávio Luna - Bases da fisiologia do exercício físico para avaliação e prescrição no treinamento Ministrante: Prof.Lawrence Borba 77 - Iniciação Esportiva Prof. Tibério Maribondo do Nascimento Silva da Costa - Desenvolvimento neuromuscular e suplementação na adolescência Ministrantes: Profª. Letícia Castelo Branco e Profa. Kalina Masset - Relação pais e filhos e os hábitos alimentares na atualidade Ministrante: Prof. Carlos Roberto Morais Silva - Técnicas de aleitamento: atuação do nutricionista Ministrante: Profa. Lígia Rejane Siqueira Garcia - Dietoterapia na oncologia pediátrica Ministrante: Nut. Adriana Leão De Miranda - Alimentos funcionais na prática clínica Ministrante: Profª. Maria Lílian Monteiro Pinto Rodrigues - Cuidados na alimentação do paciente com disfagia Ministrante: Profª. Ana Maria da Costa dos Santos Reis - Gestão de recursos humanos na UAN Ministrantes: Administradora Thaís Revoredo e Profa. Luciana Sales - Exames laboratoriais na prática do nutricionista Ministrante: Prof. Alexandre Augusto Lima do Monte ANO 2012 OFICINA DE MOTIVAÇÃO PARA DISCENTES Tema: MOTIVAÇÃO E COMPROMISSO COM A FORMAÇÃO DO NUTRICIONISTA Data: 10 a 19/04/2012 Ministrante: Carla Cristina de Holanda Barros de Andrade (pedagoga do NAPe/UnP) Atividades realizadas junto aos estudantes de 3ª e 5ª séries. Objetivo: promover a interação entre estudantes e vida acadêmica na Instituição e entre os próprios integrantes da turma, estimulando-os a refletir sobre sua escolha profissional e a construção acadêmica do futuro nutricionista como ser participativo e implicado com suas contribuições para transformações sociais. WORKSHOP DE BIOTECNOLOGIA E NUTRIÇÃO Tema: BIOTECNOLOGIA E NUTRIÇÃO: OPORTUNIDADES, DESAFIOS E TENDÊNCIAS Data: 13/06/2012 - Biotecnologia e Nutrição: estratégias para a Bioeconomia Ministrante: Profa. Dra. Patricia D. M. Godoy - Alimentos que alimentam: desafios e oportunidades para o futuro Ministrante: Profa. Dra. Heryka Myrna Maia Ramalho - Alimento seguro: transgênicos e segurança alimentar Ministrante: Profa. Dra. Suiany Rodrigues Câmara. - Biotecnologia e Nutrição no caminho do desenvolvimento regional Ministrante: Profa. Dra. Márcia Helena Sobral - Aproveitamento e transformação de alimentos: biotecnologia e sustentabilidade Ministrantes: Ms. Catherine Teixeira de Carvalho e o Gastrólogo Wilson Martins da Rocha Júnior VIII SEMANA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E NUTRIÇÃO Tema: EMPREENDEDORISMO: SUCESSO PARA OS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E NUTRIÇÃO Palestras - Palestra magna - Empreendedorismo: sucesso para os profissionais de educação física e nutrição. Palestrante: Carlos Von Sosten Mesa redonda: - Identificação de oportunidades no mercado de trabalho. Participantes: prof. Roberto Cabral, Nut. Josenaide Nunes, mediador: prof.: Marcelo Bavelonni. - Prática empreendedora em Nutrição. Palestrante: profa. Annamaria Nóbrega e nut. Fátima Nunes 78 - Case de sucesso: Dromedunas Ministrante: Cleide Santos Minicursos - Estruturação e operacionalização do setor de educação física e esporte na escola. Ministrantes: profs. Ewerton Cortes e Tibério Maribondo. - Musculação: mitos e verdades. Ministrantes: profs. José Fernandes e Edson Pinto. - O esporte de alto rendimento nos seus aspectos físicos e psicológicos Ministrantes: profs. Ana Paula Leão Maia e Breno Guilherme de Araújo Cabral - Jogos na educação física: um caminho para a resiliência Ministrante: Sávio de Luna - Consciência corporal Ministrante: prof. Joadson Martins - Orientações práticas para o desenvolvimento de pesquisas na saúde Ministrante: Hassan Mohamed Elsangedy - Academia reciclável: uma proposta possível Ministrante: Kalina Masset - Empreendedorismo na área de Educação física Ministrante: Dennis Lisboa - Suplementos nutricionais Ministrante: Luana Lacet - Adequação de dietas usando planilha eletrônica Ministrante: Iêda Calife - Fitoterapia para nutricionistas: legislação e prescrição Ministrante: Lílian Pinto - Desenvolvimento da visão empreendedora para o nutricionista Ministrante: Lucia Leandro - Marketing pessoal: ferramenta para a gestão pessoal e profissional Ministrante: Rodrigo Melo - Nutrição na cirurgia bariátrica Ministrante: Kátia Viana - Rotulagem de alimentos: estrutura, informações e importância da informação para o consumo seguro. Ministrante: Márcia Fernanda Silva Macedo 2013.1 I SEMANA DE ACOLHIMENTO AO CURSO DE NUTRIÇÃO 2013 Tema: RECEPÇÃO AOS INGRESSANTES Data: 18 a 22/02/2013 Participantes: alunos ingressantes no Curso de Nutrição Objetivo: situar os novos discentes no ambiente acadêmico Atividades: - apresentação da estrutura da UnP na visão dos professores, alunos matriculados na sétima série e egressos; - apresentação dos novos estudantes à coordenação e professores; - realização de “campus tour” nas dependências e laboratórios da Escola da Saúde; - conhecimento de práticas da Nutrição, no Hospital Simulado. MINICURSOS - Práticas de nutrição em ações comunitárias Data: 11/04/2013 Ministrante: profa. Iêda Maria de Araújo Calife - Adequação de dietas usando planilha eletrônica Data: 26/04/2013 Ministrante: profa. Iêda Maria de Araújo Calife 79 - Aplicando lista de substitutos de alimentos em cardápios Data: 09/05/2013 Ministrante: profª. Iêda Maria de Araújo Calife CURSOS PARA PRECEPTORES DE ESTÁGIO Boas Práticas de higiene e manipulação de alimentos I Data: 14, 21 e 28/06 Ministrantes: Profª Jessicley Freitas e Profª Simone Campos Boas Práticas de higiene e manipulação de alimentos II Data: 22/06 Ministrante: profa. Letícia Castelo Branco Inserção do tema alimentação e nutrição no currículo escolar. Data: 19/06 Ministrante: profa. Caroline Sousa Gastronomia hospitalar (Dietas hospitalares). Data: 29/06 Ministrante: profa. Jussele Lourenço Exames laboratoriais na prática clínica por faixa etária Data: 20 e 21 de Junho Ministrante: profa. Mychelle Kytchia 2013.2 I ENCONTRO DE EGRESSOS DE NUTRIÇÃO UnP Data: 01/10/2013 Participantes: egressos de 2007 e 2012. Objetivos: promover interações entre ex-alunos e a UnP Atividades: visita aos novos laboratórios e instalações da Escola da Saúde com demonstração, por professores, de novos métodos de ensino-aprendizagem adotados; divulgação de oportunidades de cursos de pós-graduação/UnP. IX SEMANA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E NUTRIÇÃO UnP Data: 18 a 20/09/2013 Palestras - O histórico que levou ao maior reconhecimento da ciência brasileira: conversando com o vencedor do Prêmio Jovem Cientista Palestrante: Rodrigo Gonçalves Dias- UNICAMP - Nutrigenômica Palestrante: Rita de Castro - Produção Científica Palestrante: Amália Rego MINICURSOS - Bases científicas do Futebol Prof. Lawrence Borba - A utilização da Arteterapia na Educação Física Profa. Artemisa Andrade - Atividade física para idosos em equipamentos públicos (ATI) (CURSO PRÁTICO) Prof. Leandro Medeiros - Programas de Recreação e Lazer para educação e turismo Prof. Joadson Martins - Alimentos Funcionais 80 Profa. Mychelle Kytchia - Informação nutricional: fundamental na escolha de uma alimentação saudável Profa. Sônia Costa - Atuação do nutricionista nas doenças hepáticas Profª Fernanda Freitas - Interpretação de Exames Laboratoriais Prof Alexandre Serquiz - Métodos aplicados do Treinamento de força Prof. Edson Pinto - Metodologias Inovadoras para o ensino de lutas em Educação Física Prof. Carlos Felix - Dança a dois: recursos práticos para aulas de educação física Prof. Sávio de Luna - Condicionamento Físico para Hipertensos e Diabéticos Prof. Thiago Rene - Uso da pirâmide de orientação nutricional funcional na prática clínica do nutricionista Nut. Fátima Nunes - Suplementação magistral Farm. Ana Karina - Como analisar os dados do seu TCC Prof. Felipe Nalon - Nutrição para o paciente neurológico a Prof . Sancha Vale Oficinas - Gastronomia no esporte Prof Valdenei Lúcio - Aplicação de software em Nutrição a Prof . Lígia Garcia DIA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL - UnP 21/09/2013 Promoção: Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) Objetivo: promover ações de inclusão social. 81 2.5 METODOLOGIA Os procedimentos metodológicos são definidos em consonância com os objetivos do Curso, perfil profissional do egresso e especificidades de cada unidade curricular, considerando também a necessidade de adoção de estratégias diversificadas e flexíveis, que: a) estimulem mais o raciocínio e menos a memorização, propiciando ao aluno o desenvolvimento da capacidade de analisar, explicar, avaliar, prever e intervir em situações novas, estabelecendo-se, o mais possível, o seu contato com realidades do seu futuro campo de atuação profissional26; b) considerem as peculiaridades sociais e culturais dos estudantes, seu ritmo de aprendizagem, assim como necessidades especiais que possam apresentar. É estabelecido que o aluno deve situar-se como sujeito de suas aprendizagens, cabendo ao professor promover as necessárias mediações pedagógicas. Isso significa que a aprendizagem exige mobilização intelectual, afetiva e física do aluno, mas em um processo de co-responsabilidade. São adotadas pelos professores procedimentos encontrados nas metodologias ativas, aulas expositivo-interativas, atividades práticas em laboratórios e em clínica, com atendimento à população, bem como realizadas oficinas, fóruns, visitas técnicas, discussão de casos clínicos, e atividades em comunidades; pesquisas de campo, mesa redonda, seminários. Estudos de caso, palestras, júri e debates também oportunizam ao aluno a análise de situações-problema, incentivando a curiosidade, a criatividade e a autonomia intelectual. Durante a semana de planejamento, realizada no início de cada semestre, os professores definem as atividades práticas em conjunto, sob o critério das afinidades existentes entre as disciplinas de uma mesma série. É o que ocorre, por exemplo, com Técnica Dietética e Gastronomia e Módulo Integrado em Análise de Alimentos I cuja dinâmica didático-pedagógica propicia aos alunos: 26 - o desenvolvimento de atividades práticas em laboratório; - a elaboração de produtos alimentícios; - a análise da composição centesimal dos produtos. UNIVERSIDADE POTIGUAR. Projeto Pedagógico Institucional.Natal, 2006. p. 44. 82 Destaca-se também a elaboração de relatórios finais, trabalhando os conteúdos de duas disciplinas em conjunto, viabilizando-se o princípio da interdisciplinaridade. Igualmente importantes são as atividades realizadas no Hospital Simulado/UnP, no qual o aluno encontra condições de se exercitar, de forma simulada (mediante uso de avançados recursos tecnológicos), na realização de práticas preventivas e assistenciais, como apresentação de casos clínicos, e, depois atendimento ambulatorial no CIS/UnP, em serviços de saúde públicos e privados conveniados com a Universidade. Os alunos ainda participam de ações de pesquisa e extensão, integradamente com outros cursos da saúde, sempre na perspectiva da promoção da saúde individual e coletiva. Com esse conjunto de procedimentos, situados no ensino, na pesquisa e na extensão, o propósito é que o aluno se envolva afetiva e intelectualmente com as suas aprendizagens; vivencie situações por meio das quais possa compreender, valorizar e respeitar valores e culturas, constituindo-se cidadão. 83 2.6 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM A avaliação da aprendizagem segue o constante do Regimento Geral: é feita por disciplina, incidindo sobre a frequência (mínimo de 75%) e aproveitamento média mínima para aprovação: 7,0 (sete). A cada verificação da aprendizagem é atribuída nota de 0,0 (zero) a 10,0 (dez). Cada disciplina comporta duas unidades de avaliação (U1 e U2) e cada unidade abrange os conteúdos, cumulativamente. Concluídas as avaliações referentes a cada unidade, é realizada a apuração da média, resultante da aplicação da seguinte fórmula: Média Final = U1 + U2 2 É facultado ao professor adotar uma ou mais avaliações a cada unidade, e utilizar instrumento ou processo para aferir conhecimento ou habilidade do aluno, na forma de teste, prova, trabalho teórico ou prático, projeto, ou de quaisquer outras técnicas pertinentes à programação da disciplina, aplicados individualmente ou em grupo, de maneira que seja proporcionada ao estudante uma avaliação contínua de seu desempenho. As avaliações finais das U1 e U2 poderão ser realizadas de forma integrada, contemplando a programação conjunta de todas as disciplinas da mesma série ou de todas as séries já cursadas pelo aluno, constituindo-se como avaliações integradas, denominadas ‘exame integrado’ (ExIn). Se, ao final das duas unidades, o aluno não obtiver média 7,0, poderá realizar avaliação de recuperação, possibilitando a verificação da melhoria de seu desempenho em relação ao resultado anterior. A nota obtida na avaliação de recuperação irá substituir a menor nota obtida nas unidades anteriores (U1 ou U2). Segunda chamada O aluno pode realizar uma segunda chamada, objetivando a substituição de uma avaliação não realizada em razão de falta a uma avaliação de qualquer um dos momentos avaliativos, mediante solicitação no autoatendimento, deferimento e pagamento da taxa correspondente. 84 Procedimentos, instrumentos e critérios São essenciais os procedimentos que possibilitam a identificação das fragilidades no aprendizado do aluno, com a adoção de formas de intervenção docente; o trabalho em cooperação; as orientações individuais ou a pequenos grupos; a revisão de conteúdos nos quais os discentes apresentam dificuldades mais expressivas de compreensão e que interfiram na consolidação das competências e habilidades previstas no perfil profissional do egresso. A seleção dos intrumentos ocorre de acordo com as especificidades dos conteúdos trabalhados e possibilidades de diversificação, compreendendo: provas escritas, artigos, relatórios de seminários, e de visitas técnicas além de portfolio. Como critérios indicam-se: participação/envolvimento do aluno com as atividades curriculares; postura ética; assiduidade; domínio de conteúdos estudados na disciplina; uso da língua culta; atitudes que expressem uma convivência harmoniosa e solidária. Ainda na perspectiva da inclusão, as condições didático-pedagógicas de avaliação da aprendizagem devem ser flexibilizadas, de modo que o aluno, sobretudo o portador de deficiência, possa sentir-se integrado ao Curso e estimulado a desenvolver as suas potencialidades. Exame de proficiência De conformidade com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n. 9394/96, o estudante poderá, excepcionalmente, se submeter a exame de proficiência com vistas à abreviação de seus estudos. Esse exame, de acordo com o Regimento Geral, requer a avaliação das potencialidades, conhecimentos e experiência profissional anteriores do aluno, que lhe possibilita avançar nos estudos, mediante comprovada demonstração do domínio do conteúdo e das habilidades e competências requeridas por disciplina ou grupo de disciplinas do currículo do seu curso. 85 2.7 APOIO AO DISCENTE O desenvolvimento de ações de apoio e acompanhamento ao discente da Universidade Potiguar ocorre de acordo com o Programa de Apoio ao Estudante (PAE/UnP)27, compreendendo vários mecanismos: - apoio à participação em eventos científicos; - divulgação da produção científica por meio de eventos, como o congresso científico/mostra de extensão/UnP; mostras, seminários, fóruns realizados pelos cursos; veiculação de revistas eletrônicas da UnP; - apoio prestado pelo Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAPe); - estratégias de inclusão social, como disponibilização de tradutor de Libras; acompanhamento do NAPe a alunos com deficiência; realização de oficinas com docentes; adaptação de ambientes a portadores de deficiência física, entre outras; - atividades de nivelamento, destacando-se, no Curso de Nutrição, atividades em Química e Português e Matemática; - bolsas acadêmicas: a) Programa de Bolsas de Iniciação Científica (ProBIC); b) Programa de Bolsas de Extensão (ProBEx); c) Programa de Bolsas de Monitoria (ProBoM), implementado em diversas disciplinas. No caso de atividades de monitoria registra-se, para o período 2011.1 a 2013.1: 2011.1 MATRÍCULA 201008060 200845498 200847137 201006737 27 ALUNO Cibelle Sousa Benício de Sá Jaqueline Basilica de Alencar Isabel Mariana de Oliveira Victor Hugo Barreto Fagundes DISCIPLINA Nutrição Módulo Integrado em Tecnologia e Análise de Alimentos I Processos Biológicos UNIVERSIDADE POTIGUAR. Programa de Apoio ao Estudante. Natal: Edunp, 2006. (Documentos Normativos da UnP. Série Verde, V. 5). 86 2011.2 MATRÍCULA 200841420 200845741 201008060 200949059 201006143 201006460 200847137 200957033 200956122 200856005 200987389 201006737 ALUNO Anna Isabelle de Souza Eufrásio Eliane Martins da Cunha Cibelle Sousa Benício de Sá Francialison Almeida dos Santos Vinicius Umbelino de Freitas Jessyca Larissa Cardoso Correia Isabel Mariana de Oliveira Rai H. da Silva Judson Bandeiroa Filgueira da Costa Suamy Sales Barbosa Tatiana Maria de Oliveira Victor Hugo Barreto Fagundes DISCIPLINA Módulo Integrado de Nutrição na fase Adulta Nutrição Módulo Integrado em Tecnologia e Análise de Alimentos II Módulo Integrado de Nutrição em Materno Infantil Nutrição Experimental Técnica Dietética Processos biológicos 2012.1 MATRÍCULA 200957164 200956159 200987389 200956181 200957033 200950832 200956151 200956610 200956122 200983059 200953527 200986089 201006988 ALUNO Ísis Gomes Diniz Flávia M. de Azevedo Tatiana Maria de Oliveira Clara Beatriz Fernandes do Vale Raí Nabichedi da Silva Jennifer B. Bezerra Aline Caroline da S. Santos Torres Thaísa Bárbara Fernandes Dantas Judson Bandeira Figueira Costa Naara Roberta Almintas Ramona Catherine Peixoto Sthephanie Poliana Marques Freitas Janaiza Carla Oliveira Lima DISCIPLINA Técnica Dietética e Gastronomia Módulo Integrado de Nutrição em Materno Infantil Módulo Integrado de Nutrição na Infância e Adolescência 2012.2 MATRÍCULA 201001677 200954120 ALUNO Aline Caroline da Silva dos Santos Torres Bruna Jéssica de Araújo Barbosa Luzia Elionaide Albuquerque Martins Rafaelle Aquino Souza Tatiane Oliveira Meira da Silva 200956686 Suzanne Raissa S. Fernandes 200956610 200992092 Thaisa Bárbara Fernandes Dantas Débora Pollyanna de A. Alves 200952675 200952675 200956278 DISCIPLINA Módulo Integrado de Nutrição na fase Adulta Nutrição Experimental Módulo Integrado em Tecnologia e Análise de Alimentos II Modulo Integrado de Nutrição em Geriatria Nutrição Experimental 87 2013.1 MATRÍCULA 201010352 20102109 201006155 201002726 201001807 ALUNO Nathália de Almeida Reis Anny Karoline Xavier Fernandes Leyluska Paiva de Araújo Ana Catarina Duarte da Silva Jailma Silva de Souza Moraes DISCIPLINA Módulo Integrado em Nutrição na Infância e adolescência Módulo Integrado Materno Infantil Técnica Dietética e Nutrição Técnica Dietética e Gastronomia Ainda como estratégia de apoio a seus estudantes a Universidade disponibiliza os setores: a) Ouvidoria, que funciona mediante atendimento individual a alunos e seus pais, ou por e-mail, cartas e telefone; b) International Office, responsável por viabilizar as iniciativas, programas e serviços de intercâmbio entre as instituições da Rede Laureate; c) Núcleo de Estágio procedimentos e formais Empregabilidade relacionados aos (NEE), responsável estágios pelos supervisionados obrigatórios e não obrigatórios (Lei 11788/2008). O aluno conta com o Unp Virtual, ambiente desenvolvido pela própria Universidade, que facilita a comunicação entre o docente, o discente e a coordenação do Curso e a dinamização dos processos de ensino-aprendizagem. Destaca-se também o alumni UnP, canal virtual que possibilita a aproximação e/ou reaproximação entre alunos, ex-colegas de turma, professores e Universidade, proporcionando mecanismos para realização de estágios e ingresso no mercado de trabalho e criando oportunidades de networking para os egressos. Além disso, registra-se a existência de representação estudantil, concretizada por meio da participação do aluno nos órgãos colegiados e de sua organização como Diretório Central dos Estudantes (DCE) e Centro Acadêmico (CA), de conformidade com a legislação pertinente e com o disposto no Estatuto e no Regimento Geral da Universidade. 88 2.8 AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO A avaliação do Curso e deste Projeto está integrada ao Projeto de Autoavaliação Institucional, desenvolvido pela Comissão Própria de Avaliação (CPA/UnP), com o envolvimento de docentes, discentes e pessoal técnicoadministrativo, adotando-se uma dinâmica em que são trabalhadas as seguintes categorias: A aplicação dos instrumentos ocorre semestralmente, por meio do sistema de avaliação institucional (SIS), sob a responsabilidade da CPA/UnP. Os resultados são socializados em seminários de avaliação e planejamento institucional promovidos pela Comissão Própria de Avaliação, com a participação dos Conselhos de Cursos de graduação e dos Núcleos Docentes Estruturantes. Após 89 cada seminário, os resultados são analisados pelo Conselho e NDE, assim como com representantes de turma, com vistas à identificação e adoção de estratégias de melhorias, e consequente aperfeiçoamento do Curso. - A avaliação deste Projeto, especificamente, leva em conta: - coerência do Projeto com os requisitos legais, diretrizes curriculares nacionais e orientações institucionais constantes no PDI; - coerência entre objetivos do curso e perfil do profissional a ser formado; - atualidade das competências e habilidades previstas em relação às necessidade sociais, incluindo-se as do mercado de trabalho; - ações realizadas para implementação das políticas de ensino, pesquisa, extensão e ação comunitária previstas no PDI; - estratégias de flexibilização curricular adotadas; - coerência entre a sistemática de avaliação utilizada nas disciplinas e os conteúdos estudados; - melhorias relacionadas ao corpo docente: titulação, regime de trabalho, requisitos de experiência, composição e funcionamento do NDE, dentre outros; - funcionamento regular do Conselho do Curso e respectivos registros; - melhorias relacionadas à infraestrutura e recursos de apoio: suporte físico, computacional e bibliográfico para funcionamento do Curso, incluindo ambientes específicos. As informações são coletadas pela CPA/UnP, por meio de instrumento elaborado pela coordenação do Curso e NDE, analisadas por essa Comissão e divulgadas junto a envolvidos na execução do PPC (docentes, discentes, técnicos de laboratórios, por exemplo). Cabe ao NDE a proposição de estratégias de aperfeiçoamento, se for o caso, mediante documento específico submetido à análise do Conselho do Curso, e implementado sob o acompanhamento da CPA/UnP. As ações implementadas constam de relatório próprio estruturado pela Comissão de Avaliação da Universidade. 90 PARTE 3 – CORPO DOCENTE E PESSOAL TÉCNICOADMINISTRATIVO 91 3.1 CORPO DOCENTE 3.1.1 Núcleo Docente Estruturante (NDE) O Núcleo Docente Estruturante (NDE), instituído nos cursos de graduação da Universidade Potiguar através da Resolução n. 040, de 29 de novembro de 2012 ConEPE, tem atribuições consultivas, propositivas e avaliativas sobre matéria de natureza eminentemente acadêmica, sendo responsável pela criação, implementação e consolidação do Projeto Pedagógico de cada curso. Compete ao NDE: a) acompanhamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão; b) identificação de estratégias de melhoria dos processos de ensinoaprendizagem; c) análise dos resultados da avaliação do PPC e identificação de estratégias para aperfeiçoamentos; d) participação em concurso para seleção de docentes; e) análise dos resultados das avaliações de desempenho dos docentes, promovidas pela Comissão Própria de Avaliação – CPA/UnP, indicando à Coordenação do Curso as estratégias necessárias ao contínuo aperfeiçoamento dos professores; f) participação na elaboração do Plano de Metas do Curso, a ser apreciado pelo ConseC, no prazo estabelecido pela Instituição, e acompanhamento da sua execução. Além disso, o NDE deve: promover reuniões com os demais professores; identificar necessidades de atualização e/ou aquisição de materiais e equipamentos para o desenvolvimento do PPC. NDE do Curso O NDE do Curso tem a sua composição de acordo com disposições da Resolução CONAES n. 1, de 17 de junho de 2010. (Quadro 9). 92 Quadro 10 – Composição do NDE – Graduação em Nutrição NOME GIRLENE FREIRE GONÇALVES (COORDENAÇÃO) CATHERINE TEIXEIRA DE CARVALHO DIANA QUITÉRIA CABRAL FERREIRA MARIA DAS DORES MELO MARIA LILIAN MONTEIRO PINTO RODRIGUES TITULAÇÃO REGIME DE TRABALHO MESTRADO TEMPO INTEGRAL MESTRADO MESTRADO DOUTORADO DOUTORADO TEMPO INTEGRAL TEMPO INTEGRAL TEMPO INTEGRAL TEMPO INTEGRAL 3.1.2 Perfil docente O quadro de docentes do Curso é composto por um total de 51 (cinquenta e um) professores, sendo 13 com titulação de doutorado (25,49%), 23 com mestrado (45,10%) e 15 com especialização (29,41%). São 70,59% pós-graduados stricto sensu. Docentes e titulação TITULAÇÃO Doutorado Mestrado Especialização Total DOCENTES Quantidade 13 23 15 51 % 25,49 45,10 29,41 100 Dos 51 professores, 31 atuam em tempo integral (60,78%), 7 (sete) em tempo parcial (13,73%) e 13 como horistas (25,49%). Docentes e regime de trabalho REGIME DE TARBALHO Tempo Integral Tempo Parcial Horista Total DOCENTES Quantidade 31 07 13 51 % 60,78 13,73 25,49 100 93 Quadro 11 – Corpo docente 2013 Nome Formação acadêmica Disciplina(s) ministrada(s) Regime de trabalho TCC II Experiência profissional Ens. Super. Mercado Tempo integral 14 anos 17 anos 1. Alexandre Augusto de Lima do Monte Especialização: Bioanálises. UFRN, 2005. 2. Alexandre Coelho Serquiz Graduação: Nutrição. UnP, 2009; Especialização: Nutrição Clínica. UnP, 2010; Mestrado: Bioquímica e Biologia Molecular. UFRN, 2012. Construção do Conhecimento e Metodologia da Pesquisa; Estágio Supervisionado em Nutrição II; Seminários de Estudos em Nutrição II; TCC II; Tempo integral 3 anos 4 anos e 6 meses 3. Ana Katarina Menezes da Cruz Graduação: Ciências Biológicas. UnP, 1997; Mestrado: Bioquímica. UFRN, 2000; Doutorado: Ciências da Saúde. UFRN, 2010. Processos Biológicos Tempo Integral 12 anos 15 anos 4. Ana Maria Macke Miani Graduação: Nutrição. UNISINOS, 1980; Especialização: Gestão Hoteleira. UnP, 2002. Sociedade e Educação das Relações ÉtnicoRaciais; Estágio Supervisionado em Nutrição II; TCC II. Tempo Integral 13 anos/8 meses 33 anos Sociedade e Educação das Relações ÉtnicoRaciais. Tempo Integral 4 anos 21 anos Atendimento PréHospitalar e Biossegurança. Tempo Integral 5 anos 12 anos Tempo integral 9 meses 9 meses Tempo integral 1 ano e 7 meses 1 ano e 7 meses Tempo Integral 6 anos/1 mês 10 anos Fundamentos de Química. Tempo Parcial 6 anos 6 anos Processos Biológicos. Horista 3 anos 3 anos 5. Antonio Vladimir Felix da Silva 6. Arnaud Abreu Neto 7. Camila Xavier Alves Graduação: Pedagogia. URCA, 1992; Especialização: Psicopedagogia. Escuela Psicopedagogica de Buenos Aires, 1996; Doutorado: Ciências Psicologicas. Universidad de La Habana, 2005. Graduação: Fisioterapia. UnP, 2000; Especialização: Docência no Ensino Superior. UnP, 2010. Graduação: Nutrição. UFRN, 2010 Especialização: em Nutrição Clínica. FARN, 2011. Mestrado: Ciências da Saúde. UFRN, 2013. 8. Caroline Souza Cabral Graduação: Nutrição. UFPB, 2010; Mestrado: Ciências da Nutrição. UFPB, 2012. 9. Catherine Teixeira de Carvalho Graduação: Nutrição. UFRN, 2002; Mestrado: Administração. UnP, 2010. 10. Cypriano Galvão da Trindade Neto 11. Denise de Medeiros Duarte Graduação: Farmácia. UFRN, 2000; Doutorado: Química. UFRN, 2008. Graduação: Ciências Biológicas. UFRN, 2006; Mestrado: Genética e Biologia Molecular. UFRN, 2009. Bases Pedagógicas em Educação Nutricional; Trabalho de Conclusão de Curso II; Estágio Supervisionado em Nutrição II Bases Pedagógicas em Educação Nutricional; Saúde Coletiva; Estágio Supervisionado em Nutrição II; TCC II. Controle Higiênico de Alimentos; Estágio Supervisionado em Nutrição II; TCC II. 94 Nome 12. Diana Quitéria Cabral Ferreira 13. Diego Breno Soares de Lima 14. Fernanda da Fonseca Freitas 15. Francisca Rego Oliveira de Araújo 16. Francisco Barros Câmara 17. Girlene Freire Gonçalves 18. Gizene Luciana Pereira de Sales Formação acadêmica Graduação: Nutrição. UFRN, 2006; Especialização: Nutrição Clínica. UGF, 2008; Mestrado: Ciências Farmacêuticas. UFRN, 2010. Graduação: Ciências Biológicas. UnP, 2008; Especialização: Docência no Ensino Superior. UnP, 2010; Mestrado: Ciências Biológicas. UFRN, 2012. Graduação: Nutrição. UFPA, 2008; Mestrado: Ciência da Nutrição. UFPB, 2013. Graduada: Fisioterapia. UFRN, 1987; Especialização: Saúde Pública. Centro Universitário São Camilo, 1990; Avaliação Fisioterapêutica. UFRN, 2000; Ativação de Processo de Mudança na Formação Superior de Profissionais de Saúde. Fundação Osvaldo Cruz, 2006; Mestrado: Fisioterapia. UFRN, 2009. Graduação: Odontologia. UFRN, (1967). Especialização: em Morfologia. UFMG, (1987). E em Radiologia. UFRN, (1971). Graduação: Nutrição. UFRN. (1983); Mestrado: Ciência e Tecnologia de Alimentos. UFPB. (2006). Graduação: Nutrição. UNIRIO, 1985; Especialização: Vigilância Sanitária de Serviços de Saúde. Fiocruz, 2002. Experiência profissional Disciplina(s) ministrada(s) Regime de trabalho Nutrição Experimental; Seminários de Estudos em Nutrição II; TCC II; Estágio Supervisionado em Nutrição II. Tempo integral 3 anos/6 meses 6 anos Morfologia Humana Horista 4 anos 4 anos Sistema Gastrointestinal; TCC II; Estágio Supervisionado em Nutrição II. Horista 4 anos 1 ano/5 meses Programa Interdisciplinar Comunitário Tempo parcial 14 anos 26 anos Morfologia Humana Horista 16 anos 43 anos Controle Higiênico de Alimentos; Estágio Supervisionado em Nutrição II; TCC II. Tempo Integral 11 32 anos Processo Produtivo em Refeições; TCC II; Estágio Supervisionado em Nutrição II. Tempo integral 3 anos 8 anos TCC II. Tempo Parcial 4 anos 13 anos Ens. Super. Mercado Mestrado: Nutrição Humana. UFRJ, 2009; Graduação: Psicologia. UFRN, 1989; 19. Glaucineia Gomes de Lima Especialização: Administração Educacional. UFRN, 1993; Mestrado: Educação. UFRN, 1996; Doutorado: Psicobiologia. USP, 2006. 95 Formação acadêmica Disciplina(s) ministrada(s) Regime de trabalho 20. Heryka Myrna Maia Ramalho Graduação: Ciências Biológicas. Lic. UFRN, 2004; Graduação: Ciências Biológicas. Bach. UFRN, 2006; Mestrado: Bioquímica, UFRN, 2007; Doutorado: Ciências Farmacêuticas. Universidade do Porto, 2010. TCC I. 21. Ieda Maria de Araujo Graduação: Nutrição. UFRN, 1993; Especialização: Nutrição Clínica. UGF, 2008. Nome Experiência profissional Ens. Super. Mercado Tempo Integral 2 anos/1 mês 2 anos/1 mês Módulo Integrado de Nutrição em Geriatria; TCC II; Estágio Supervisionado em Nutrição II. Tempo integral 4 anos 19 anos 22. Jaleska Santos Olinto Trindade Graduação: Enfermagem. UnP, 2009; Ciências Biológicas. UnP, 2000; Especialização: Enfermagem em Terapia Intensiva. FIP, 2010. TCC II. Horista 12 anos 13 anos 23. Jessicley Ferreira de Freitas Graduação: Nutrição. UFRN, 2002; Mestrado: Ciências da Saúde. UFRN, 2013. Ética e Bioética; Processo Produtivo em Refeições; Estágio Supervisionado em Nutrição II; TCC II. Tempo integral 1 ano/6 meses 10 anos Atendimento PréHospitalar e Biossegurança. Horista 8 anos 7 anos Sociedade e Educação das Relações ÉtnicoRaciais. Horista 11 anos 6 anos Módulo Integrado de Nutrição em Geriatria; Estágio Supervisionado em Nutrição II; TCC II. Tempo integral 7 anos 15 anos Módulo Integrado em Tecnologia e Análise de Alimentos I; TCC I. Tempo Integral 5 anos 6 anos Sistema Gastrointestinal; Estágio supervisionado em Nutrição II; TCC II. Tempo integral 2 anos/5 meses 5 anos Nutrição e Dietética; Módulo Integrado de Nutrição na Fase Adulta; TCC II; Estágio Supervisionado em Nutrição II. Tempo integral 3 anos/6 meses 7 anos Interação Droganutriente; TCC II. Tempo Integral 4 anos 9 anos 24. Jonilson Carvalho de Oliveira Junior 25. Katia Rejane Lima de Moura 26. Katia Roseanny Silva Viana 27. Leonardo Bruno Aragão de Araújo 28. Lidiane de Lima Fernandes 29. Ligia Rejane Siqueira Garcia 30. Luiz Humberto Fagundes Junior Graduação: Fisioterapia. UnP, 2001; Especialização: Fisioterapia Neurológica. UEPB, 2003. Mestrado: Administração, UnP, 2012. Graduação: Psicologia. UFRN, 2005; Mestrado: Administração. UFRN, 2000. Graduação: Nutrição. UFRN, 1994; Mestrado: Ciências da Saúde. UFRN, 2012. Graduação: Ciências Biológicas. UnP, 2004; Especialização: Educação Ambiental, 2006. Graduação: Nutrição. UFRN, 2008; Mestrado: Nutrição. 2011. UPE, Graduação: Nutrição. UFRN, 2004; Mestrado: UFRN, 2009. Bioquímica. Graduação: FarmáciaBioquímica. UnP, 2003; Especialização: Citologia Clínica. UnP, 2008. 96 Nome 31. Marcelo Labre de Medeiros 32. Marco Aurélio de Moura Freire 33. Maria das Dores Melo 34. Maria Lilian Monteiro Pinto Rodrigues 35. Maria Lúcia Leandro Pereira 36. Mirely de Freitas Paiva 37. Mychelle Kytchia Rodrigues Nunes Duarte 38. Paulo Roberto de Andrade Santos 39. Priscila Vanini D. de M. Queiroga 40. Raimundo Pereira do Amaral Neto Formação acadêmica Graduação: Turismo. Faculdade de Ciência e Extensão do Rio Grande do Norte, 2006; Especialização: Gastronomia. UERN, 2010. Graduação: Biologia. UFPA, 2000; Mestrado: Ciências Biológicas. UFPA, 2003; Doutorado: Neurociências e Biologia Celular. UFPA, 2006. Graduação: Ciências Biológicas. UFRN, 1986; Mestrado: Botânica, UFPE, 1995; Doutorado: Ciências Biológicas. USP, 2003. Graduação: Nutrição. UFRN, 1995 Especialização: Nutrição Clínica Funcional. VPDivisão, Ensino e Pesquisa SP; Doutorado: Ciências dos Alimentos. UNIFESP, 2007. Graduação: Pedagogia. UFRN, 1990; Especialização: Psicopedagogia. UnP, 2001. Graduação: Nutrição. UFRN, 2005; Especialização: Nutrição Clinica Avançada. UnP, 2010; Mestrado: Ciências Farmacêuticas, UFRN, 2010. Graduação: Nutrição. UFRN, 2007; Especialização: Nutrição Clínica Funcional. VPDivisão, Ensino e Pesquisa – SP, 2011. Graduação : Fonoaudiologia. UnP, 2005. Disciplina(s) ministrada(s) Regime de trabalho TCC II Ens. Super. Mercado Horista 5 anos 9 anos Nutrição Experimental Tempo Parcial 5 anos 6 anos Construção do Conhecimento e Metodologia da Pesquisa; TCC II. Tempo Integral 19 anos 30 anos Módulo Integrado de Nutrição na Fase Adulta; Estágio Supervisionado em Nutrição II; TCC II. Tempo integral 5 anos 19 anos Gestão e Empreendedorismo Tempo Integral 19 anos 28 anos Módulo Integrado em Tecnologia e Análise de Alimentos I; TCC II; Estágio Supervisionado em Nutrição II. Tempo integral 8 anos 8 anos/6 meses Ética e Bioética; Interação DrogaNutriente; TCC II; Estágio Supervisionado em Nutrição II. Tempo Integral 5 meses 5 anos/6 meses 3 anos 5 anos Libras Especialização: Libras FIR/RJ, 2012. Graduação: Engenharia Química. UFRN, 2001; Mestrado em Engenharia Química. UFRN, 2005; Doutorado: Engenharia Química. UFRN, 2012. Graduação: Ciências Econômicas. UFRN, 2001; Mestrado: UFRN, 2012. Economia. Experiência profissional Tempo Parcial TCC II. Tempo Integral 4 anos/1 mês 10 anos Processo Produtivo em Refeições. Horista 1 ano 1 ano/6 meses 97 Nome 41. Richelly da Costa Dantas 42. Rita de Cassia Borges de Castro 43. Roberto Luiz Menezes Cabral Fagundes 44. Sancha Helena de Lima Vale 45. Saulo Victor e Silva 46. Sebastião Franco da Silva 47. Simone Carla Pereira da Silva 48. Tarcisio Bruno Montenegro Sampaio 49. Uaska Bezerra e Silva Formação acadêmica Graduação: Ciências Biológicas. UnP, 2008; Especialização: Educação Ambiental. UCB/RJ, 2009; Especialização: Docência no Ensino Superior. UnP, 2010. Mestrado: Prodema-Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. UFRN, 2012. Graduação: Nutrição. UnP, 2008; Especialização: Nutrição Clinica. GANEP, 2010. Graduação: Educação Física. UFRN, 1977; Especialização: Ciências do Esporte. Fundação Faculdade Católica de Medicina de Porto Alegre e Centro de Documentação em Ciências do Esporte, 1978. Mestrado: Educação Física. UIOWA, 1980; Doutorado: Ciências da Saúde. UFRN, 2009. Graduação: Nutrição. UNINILTON, 2004; Especialização: Nutrição com treinamento em Serviços, 2009; Doutorado: Ciências da Saúde. UFRN, 2013. Graduação: Nutrição. FARN, 2010; Mestrado: Saúde Coletiva. UFRN, 2013. Graduação: Fisioterapia. UFRN, 1995; Especialização: Anatomia Patológica. UFRN, 1999; Mestrado: Educação. UFRN, 2002; Doutorado: Psicobiologia. UFRN, 2009. Graduação: Nutrição. UFRN, 2010; Mestrado: UFPE, 2011. Graduação: Ciências Biológicas. UnP, 2002; Especialização: Docência no Ensino Superior. UnP, 2010. Graduação: Ciências Biológicas. UFRN, 2002; Mestrado: Genética e Biologia Molecular. UFRN, 2008; Doutorado: Biotecnologia. UFRN, 2013. Disciplina(s) ministrada(s) Regime de trabalho Morfologia Humana. Experiência profissional Ens. Super. Mercado Horista 4 anos 4 anos Nutrição e Atividade Física; TCC II; Estágio Supervisionado em Nutrição II. Tempo integral 4 anos 4 anos Nutrição e Atividade Física; TCC II. Tempo integral 30 anos 30 anos Nutrição e Dietética; Interação DrogaNutriente; TCC II; Estágio Supervisionado em Nutrição II. Tempo integral 5 anos 5 anos Gestão e Empreendedorismo; Estágio Supervisionado em Nutrição II; TCC II. Tempo integral 6 meses 2 anos/9 meses Morfologia Humana. Tempo parcial 2 anos 2 anos Controle Higiênico de Alimentos; Estágio Supervisionado em Nutrição II; TCC II. Tempo integral 1 ano 1 ano Atendimento PréHospitalar e Biossegurança; Nutrição Experimental. Horista 6 anos 6 anos Processos Biológicos. Horista 3 anos 6 anos 98 Nome 50. Valdenei Lucio de Oliveira Silva 51. Walkiria Maria Lima de Brito Formação acadêmica Graduação: Nutrição. UnP, 2009; Especialização: Nutrição Clinica Avançada. UnP, 2012. Graduação: Química. UFRN, 1985; Mestrado: Engenharia Química. UFRN, 1992. Experiência profissional Disciplina(s) ministrada(s) Regime de trabalho Estágio Supervisionado em Nutrição II; TCC II. Tempo Integral 1 ano/2 meses 3 anos Fundamentos de Química. Tempo Parcial 20 anos/4 meses 22 anos Ens. Super. Mercado 3.1.3 Apoio institucional Os professores têm a sua gestão efetivada de acordo com o Plano de Carreira Docente (PCD) e contam com vários mecanismos institucionais de capacitação e de apoio ao exercício de suas atividades, destacando-se: a) oferta pós-graduação lato sensu, na área do Curso; b) disponibilização do Núcleo de Apoio Psico-Pedagógico (NAPe), responsável, entre outras iniciativas, pelas ações de atualização didáticopedagógica; c) disponibilização do UnP Virtual, ambiente de aprendizagem que possibilita a realização de atividades semipresenciais; d) oferta de cursos on line, pela Laureate, com a seguinte programação: MÉTODOS DE APRENDIZAGEM CH Aprendizagem Colaborativa Aprendizagem Baseada em Problemas Metodologia de Estudos de Caso Aprendizagem Orientada a Projetos I Aprendizagem Orientada a Projetos II TOTAL 20 h 20 h 20 h 20 h 20 h 100 h CERTIFICADO LAUREATE EM ENSINO APRENDIZAGEM NO ENSINO SUPERIOR Introdução - (Módulo I) Ensino Centrado no Aluno -(Módulo II) Ferramentas de Aprendizagem - (Módulo III) Ferramentas de Avaliação -(Módulo IV) Ferramentas Tecnológicas - (Módulo V) TOTAL CH 30 h 20 h 20 h 20 h 20 h 110 h Além disso, são realizadas reuniões gerais no início de cada semestre, com a Reitoria; semanas de planejamento, também semestrais, e reuniões sistemáticas conduzidas pela Coordenação do Curso considerando os resultados da avaliação da aprendizagem e da autoavaliação do Curso, sendo discutidas ainda necessidades identificadas no desenvolvimento curricular e apontadas por alunos, pelos professores e NDE. 99 3.2 CORPO TÉCNICO- ADMINISTRATIVO 3.2.1 Equipe de apoio ao Curso Para apoio ao Curso encontram-se em exercício: - recepcionista; - analista de processos acadêmicos (APA); - coordenador de estágio; - coordenador de TCC; - coordenadores de laboratórios (área básica da saúde e especializados); - técnicos de laboratórios (área básica e especializados da nutrição); - técnicos em informática. 3.2.2 Atividades de capacitação O pessoal técnico-administrativo do Curso participa de iniciativas institucionais promovidas pelo Setor de Desenvolvimento Humano a partir de necessidades identificadas pela Coordenação do Curso. Temas: - socialização; - interação humana; - aperfeiçoamento pessoal/profissional e desenvolvimento de equipes; - qualidade de vida; - semana de saúde e qualidade de vida no trabalho (SSQVT); - aperfeiçoamento técnico para setores específicos; - segurança e medicina do trabalho; - excelência no atendimento; - capacitação e aperfeiçoamento de idiomas; - inclusão social; - universidade ativa; - gerenciando os multiplicadores. 100 PARTE 4 – INSTALAÇÕES 101 4.1 INSTALAÇÕES GERAIS DA UnP A Universidade funciona em um conjunto de edificações distribuídas da seguinte forma: Campus Natal (sede), integrado por 04 (quatro) Unidades: - Floriano Peixoto; - Salgado Filho; - Nascimento de Castro; - Roberto Freire. Campus Mossoró, localizado na Região Oeste do RN. Nos dois Campi, encontram-se condições adequadas ao pleno desenvolvimento de cursos, programas e projetos da Universidade: Acessibilidade: os dois Campi da UnP apresentam condições de alcance, percepção e entendimento para a utilização por portadores de deficiência, com segurança e autonomia, de edificações. Há espaços sem obstáculos para o cadeirante; rampas; disponibilização de elevadores, cadeiras de rodas, auxiliares para condução; vagas de estacionamento exclusivas; corrimãos; banheiros, lavabos e bebedouros adaptados, assim como ambientes administrativos e bibliotecas28. Para alunos com outras deficiências são disponibilizados: Visão: livros digitalizados e telas ampliadas; Audição: tradutor de Libras em sala de aula e na biblioteca. Salas de docentes e de reuniões: equipadas com mobiliário e equipamentos, e com acesso à internet em todas as Unidades do Campus Natal e no Campus Mossoró. Salas de aula: dimensionadas conforme o número de alunos; mobiliadas com cadeiras escolares, cadeira e mesa para docente e quadro branco; climatização com uso de ar condicionado; iluminação artificial (uso de lâmpadas de intensidade ideal para a leitura e demais atividades letivas). Equipamentos de informática: instalados nos laboratórios, bibliotecas, salas de docentes e gabinetes dos dois Campi, com acesso à internet. 28 Mais detalhes constam de UNIVERSIDADE POTIGUAR. Diretoria Administrativa. Gerência de Operações e Manutenção – GOM. Plano de acessibilidade. Natal, 2013. 102 Manutenção e conservação das instalações físicas: sob a responsabilidade da Gerência de Operações e Manutenção (GOM) com o apoio das Prefeituras de cada Unidade do Campus Natal e do Campus Mossoró. Manutenção e conservação dos equipamentos: mediante convênios em empresas terceirizadas. No caso de computadores, retroprojetores, projetores de slides, vídeos cassetes, televisores, DVDS e impressoras, existe setor específico de prontidão. Para equipamentos dos laboratórios, há manutenção periódica por técnicos especializados, no início de cada semestre, ou quando identificados problemas. Procedimentos institucionais de atualização de equipamentos e materiais: através de um sistema informatizado de metas (SIM) e com base no plano de metas anual de cada curso e de cada setor. 103 4.2 BIBLIOTECA O Sistema Integrado de Bibliotecas (SIB/UnP) é composto por um conjunto 5 (cinco) bibliotecas: 4 (quatro) em cada uma das Unidades do Campus Natal, e 1 (uma) no Campus Mossoró. Existem ainda bibliotecas setoriais instaladas em polos de apoio ao ensino a distância e no Núcleo de Ensino, Pesquisa, Extensão e Ação Comunitária (NIPEC), em Parnamirim, esta última voltada para a área da saúde. O espaço físico disponibilizado aos usuários do Sistema busca atender ao conjunto de qualidades desejáveis para bibliotecas universitárias. Os ambientes são climatizados, com iluminação adequada à leitura e trabalhos em grupo e individual. Permite livre acesso dos usuários aos acervos, à exceção das bibliotecas dos polos de educação a distância do interior do RN e do NIPEC. Autoatendimento Os serviços de atendimento ao usuário estão interligados em rede, e viabilizados por um sistema que permite ao usuário consultas, empréstimos/devolução, renovação e reservas on-line a partir de qualquer biblioteca da UnP. A renovação e as reservas também podem ser feitas através do Autoatendimento, disponibilizado pela internet, home page da UnP. Informatização do acervo O acervo é totalmente informatizado e organizado em dois módulos, com atualização e manutenção realizadas pela Gerência de Tecnologia de Informação da UnP. O Módulo Biblioteca possibilita eficiente controle das tarefas de catalogação, classificação, habilitação de usuários por categoria, empréstimo domiciliar, devolução e renovação, consulta por palavras-chave, assunto, título, autor e por registro de todos os documentos cadastrados no sistema. É possível também consultar a quantidade de títulos e exemplares, inclusive acessando todas as bibliotecas do SIB/UnP, facilitando o controle automático das reservas e a visualização da disponibilidade das obras para empréstimo. O Módulo Empréstimo permite que o próprio usuário realize suas rotinas de empréstimo e devolução de materiais, através de terminais próprios de atendimento. Essa rotina torna o processo ágil, seguro e eficaz – uma vez que todas as ações são 104 confirmadas através da digital do usuário. Para fins de controle e segurança todas as operações geram e-mail comprobatório, enviado automaticamente para o e-mail cadastrado do usuário. Serviços e produtos Cada biblioteca do Sistema atende à clientela durante os doze meses do ano, de segunda a sexta, das 8 h às 21:45hs e, aos sábados, das 8 h às 12 h. O empréstimo de acervos (livros, CD-ROM , etc) se dá nos limites quantitativos das obras disponíveis e nos prazos previstos no Regulamento Interno do SIB. Consulta local / empréstimo A consulta local está aberta à comunidade acadêmica da Universidade Potiguar e aos demais interessados da comunidade externa, desde que respeitadas as regras de acesso. O empréstimo domiciliar é reservado apenas ao corpo docente, discente, professores visitantes e funcionários da UnP, obedecendo ao prazo especificado para cada categoria, conforme especificações a seguir. CATEGORIA DE USUÁRIOS DOCUMENTOS PRAZOS (DIAS CORRIDOS) Alunos de graduação 5 Títulos (livros); 3 CD s-ROM. 7 dias; 3 dias. Alunos concluintes 5 Títulos (livros); 3 CD s-ROM/Fitas de Vídeo. 14 dias; 3 dias. Alunos de pós-graduação 5 Títulos (livros); 3 CD s-ROM. 14 dias; 3 dias. Professores 5 Títulos (livros); 3 CD s-ROM; 3 Fitas de Vídeo. 21 dias; 7 dias; 7 dias. Funcionários 3 Títulos (livros); Fitas de Vídeo. 7 dias; 3 dias. Levantamento bibliográfico Levantamento bibliográfico (para fins de aquisição e pesquisa, mediante agendamento com prazo de retorno de 72 horas –setenta e duas horas); 105 Orientação bibliográfica O SIB/UnP orienta trabalhos técnico-científicos às normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); realiza serviços de catalogação na fonte, gratuitamente para a comunidade acadêmica, de acordo com o Código de Catalogação Anglo-Americano (AACR2), em um prazo de 72 horas. Visita orientada Indicada para os novos usuários ou solicitada com antecedência de 48 horas por professores, para grupos de alunos, com vistas a familiarizá-los com os serviços, normas e uso da biblioteca. Catálogo de Trabalho de Conclusão de Cursos – TCC’s Permite o acesso do usuário à produção intelectual do corpo discente da UnP, existente no acervo (disponível apenas para consulta interna, salvo a que tiver autorização do autor para empréstimos/consultas). Multimídia e Internet As bibliotecas do SIB (Natal e Mossoró) têm laboratórios de informática com computadores à disposição do usuário para pesquisas e trabalhos. É oferecida também, em todo o setor, internet sem fio para uso de computadores pessoais (notebook) desde que haja utilização de login e senha de usuário da UnP. Periódicos do Curso Disponibilizados na forma virtual, os periódicos do Curso de Nutrição compreende diversos títulos, conforme anexo D. Acesso a bases de dados nacionais e internacionais O SIB/UnP disponibiliza pesquisas bibliográficas a bases de dados via internet, on-line, ou em CD’s-ROM, nas diversas áreas do conhecimento. 106 BASES DE DADOS - ACESSO RESTRITO POR IP Base de dados destinada aos cursos da saúde. É uma fonte eletrônica de informação médica, baseada em evidências possuindo atualização permanente por experts na área de Saúde, a qual recomendamos que seja utilizada para o aprendizado contínuo de todo corpo docente e discente. Wilson - Incorpora 10 bases de dados que abrangem todas as áreas do conhecimento, com acesso a texto completo. Atheneu - Base de dados contendo o texto completo de cerca de 48 e-books publicados pela Editora Atheneu, líder em informação biomédica, cientifica, produzida por autores nacionais. Journals Ovid - A mais completa base de dados em Medicina, podendo conter mais de 700 periódicos de primeira linha, com o texto completo dos artigos, imagens, gráficos, etc. Fonte indispensável de informação para o profissional de saúde. Primal Pictures - Base de dados de imagens tridimensionais de toda a Anatomia Humana. Excelente para o aprendizado em várias áreas da saúde como Medicina, Fisioterapia, Educação Física entre outras. A Emerald integrante do Periódicos Capes proporciona acesso a periódicos voltados para as áreas de negócios e gerenciamento, educação, engenharia, política, ciência da saúde entre outras. Integrante do PERIODICIOS CAPES, a Scopus é a maior base de dados de resumos e citações de literatura científica revisada por pares e de fontes web de qualidade, que integra ferramentas inteligentes para acompanhar, analisar e visualizar os resultados da pesquisa. Integrante do PERIODICOS CAPES, a ScienceDirect é uma base multidisciplinar que contém um pouco mais de 25% de toda a informação nas áreas de ciência, tecnologia e medicina publicada mundialmente. Oferece uma rica coleção de cerca de 1.700 títulos de revistas, publicadas pela editora Elsevier e sociedades parceiras. Academic Search Elite - Milhares de periódicos acadêmicos com referêcnias indexadas e em resumo. Business Source Elite - Inclui as principais fontes de Negócios, revistas comerciais e científicas, e as mais importantes revistas de Gestão Regional Business News - Incorpora 75 revistas especializadas, jornais e newswires relacionados a negócios de todas as áreas urbanas e rurais nos EUA. Newspaper Source - fornece textos completos selecionados de 35 jornais nacionais e internacionais. A base de dados também contém texto completo selecionado de 375 jornais regionais (EUA). Além disso, são fornecidas transcrições em texto completo de notícias de televisão e rádio ProQuest Medical Library™ - Com cobertura retrospectiva desde 1986 e mais de 1.160 títulos de publicações de interesse acadêmico em todas as especialidades da Medicina, a ProQuest Medical Library™ é a coleção mais acessada em todo o mundo por profissionais e acadêmicos da área médica. MEDLINE - Principal índice de publicações da área Médica e Biomédica, com cobertura desde 1999. Latin American Newsstand - Coleção de jornais da América Latina, com cobertura atual e retrospectiva, como Valor Econômico, O Globo, Folha de S. Paulo, Gazeta Mercantil (retrospectivo), El Tiempo, El Universal, dentre vários outros. 107 BASES DE ACESSO LIVRE Integra duas iniciativas: registro bibliográfico e publicações eletrônicas de teses e dissertações existentes nos acervos das Instituições de Ensino Superior brasileiras. O portal de acesso livre da CAPES disponibiliza periódicos com textos completos, bases de dados referenciais com resumos, patentes, teses e dissertações, estatísticas e outras publicações de acesso gratuito na Internet selecionados pelo nível acadêmico, mantidos por importantes instituições científicas e profissionais e por organismos governamentais e internacionais. A Scientific Electronic Library Online - SciELO é uma biblioteca eletrônica que abrange uma coleção selecionada de periódicos científicos brasileiros. Coleção de fontes de informação científica-técnica em saúde Disponibiliza, gratuitamente, bases de dados bibliográficos nacionais e internacionais, diretórios de instituições, especialistas, eventos e projetos em saúde. OUTROS SERVIÇOS Permite a obtenção de cópias de documentos técnicos científicos disponíveis nos acervos das principais unidades de informação do país. O SCAD é um serviço de fornecimento de documentos especializado em ciências da saúde, exclusivo da rede BVS. 108 4.3 INSTALAÇÕES PARA O CURSO São disponibilizados à comunidade acadêmica do Curso, além das instalações gerais: - salas de aula; - sala para a Coordenação; - sala para recepção; - sala para professores; - laboratórios de informática; - laboratórios e outros ambientes específicos; - gabinetes de atendimento ao aluno. Todos esses ambientes possuem dimensões adequadas ao seu uso, são mobiliados apropriadamente, contam com boas condições acústicas e de iluminação, com fácil acesso aos portadores de deficiência e equipados com computadores ligados em rede administrativa. 109 4.4 LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA São disponibilizados ao Curso 06 (seis) laboratórios de informática e um total de 233 máquinas. Os laboratórios apresentam condições de acessibilidade e suas máquinas são atualizadas, apresentando as seguintes especificações: Laboratório de informática 1 Laboratório (nº e/ou nome) Área (m²) m² por estação m² por aluno UNIDADE II – Laboratório de Informática 1 98,12 2,18 2,18 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows 7 Enterprese 32bits, Office 2010, Internet Explorer, Mozilla Firefox, Acrobat Read 10, AntiVirusMcAffe, 7Zip, ProvaOnLine, GestorProvaOnLine, Bio State 5.0, GvSig, K-Litle codec pack, Flash player. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações Core 2Quad2.66 HGz; 4GB RAM, HD 320 GB, DVD-WR 52x com acesso a Internet, Rede, ano 40 de aquisição 2011. Laboratório de informática 2 Laboratório (nº e/ou nome) Área (m²) m² por estação m² por aluno UNIDADE II – Laboratório de Informática 2 105,42 2,34 2,34 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows 7 Enterprese 32bits, Office 2010, Internet Explorer, Mozilla Firefox, Acrobat Read 10, AntiVirusMcAffe, 7Zip, ProvaOnLine, GestorProvaOnLine, Bio State 5.0, GvSig, K-Litle codec pack, Flash player. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações Pentium Dual Core 2.2 GHz, 2 GB RAM, HD 160 GB, Gravador de DVD com acesso a Internet, 40 Rede, ano de aquisição 2009. Laboratório de informática 3 Laboratório (nº e/ou nome) Área (m²) m² por estação m² por aluno UNIDADE II – Laboratório de Informática 3 82,95 2,07 2,07 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows 7 Enterprese 32bits, Office 2010, Internet Explorer, Mozilla Firefox, Acrobat Read 10, AntiVirusMcAffe, 7Zip, ProvaOnLine, GestorProvaOnLine, Bio State 5.0, GvSig, K-Litle codec pack, Flash player. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações Core 2 DUO 2.8 GHz; 2 GB RAM, HD 160 GB, DVD-WR 52x com acesso a Internet, Rede, ano 40 de aquisição 2009. 110 Laboratório de informática 4 Laboratório (nº e/ou nome) Área (m²) m² por estação m² por aluno UNIDADE II – Laboratório de Informática 7 82,95 2,07 2,07 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows 7 Enterprese 32bits, Office 2010, Internet Explorer, Mozilla Firefox, Acrobat Read 10, AntiVirusMcAffe, 7Zip, ProvaOnLine, GestorProvaOnLine, Bio State 5.0, GvSig, K-Litle codec pack, Flash player. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações Core 2 DUO 2.93 GHz, 4GB RAM, HD 320 GB, DVD-WR 52x com acesso a Internet, Rede, 40 ano de aquisição 2011. Laboratório de informática 5 Laboratório (nº e/ou nome) Área (m²) m² por estação m² por aluno UNIDADE II – Laboratório de Informática 8 96,05 2,23 2,23 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows 7 Enterprese 32bits, Office 2010, Internet Explorer, Mozilla Firefox, Acrobat Read 10, AntiVirusMcAffe, 7Zip, ProvaOnLine, GestorProvaOnLine, Bio State 5.0, GvSig, K-Litle codec pack, Flash player. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações Pentium Dual Core 2.7 GHz; 2 GB RAM, HD 320 GB, DVD-WR 52x com acesso a Internet, 43 rede, ano de aquisição 2011. Laboratório da Biblioteca 6 Laboratório (nº e/ou nome) Área (m²) m² por estação m² por aluno UNIDADE II – Laboratório da Biblioteca 46,9 1,56 1,56 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows 7 Enterprise 32bits, Office 2010, Internet Explorer, Mozilla Firefox, Acrobat Read 10, AntiVirusMcAffe, 7Zip, ProvaOnLine, GestorProvaOnLine, Bio State 5.0, GvSig, K-Litle codec pack, Flash Player. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações Pentium Duo Core 1.6 GHz, 2 GB RAM, HD 80 GB, Gravador de DVD com acesso a Internet, 30 Rede, ano de aquisição 2009. 111 4.5 AMBIENTES DE AULAS PRÁTICAS, ESTÁGIOS, PESQUISA E EXTENSÃO 4.5.1 Centro Integrado de Saúde ( CIS/UnP) O Centro Integrado de Saúde (CIS/UnP) representa o cumprimento de políticas e estratégias estabelecidas no PDI 2007/2016 no que se refere à integração entre teorias e práticas; à interdisciplinaridade; ao reforço a iniciativas que fortaleçam uma formação assentada em valores éticos e na perspectiva da cidadania. Por sua natureza, o CIS/UnP intensifica a articulação ensino/pesquisa/extensão, promovendo situações em torno das quais alunos de mais de um curso atuam na perspectiva da integralidade da assistência. Para tanto, o Centro congrega as clínicas das graduações cujas estruturas e organização destinamse às práticas e aos estágios supervisionados obrigatórios, por meio de atendimentos ambulatoriais a comunidades. Com isso, há um reforço à construção de competências e habilidades relativas a ações humanizadas, éticas e resolutivas para a promoção, prevenção, tratamento e reabilitação da saúde, individual ou em grupo, considerando as demandas institucionais e da comunidade. A integração ocorre por eixos, em torno dos quais alunos dos diferentes cursos da Escola, sob supervisão dos professores, vivenciam o cotidiano clinico/ambulatorial em um contexto interdisciplinar. Nesse processo, encaminhamentos, discussões e reuniões clinicas fazem parte da rotina, propiciando ao futuro profissional o desenvolvimento da habilidade de atuação em equipes. Os casos atendidos no Centro são provenientes de demanda espontânea e pelo referenciamento das unidades conveniadas. Assim, o aluno tem a oportunidade de compreender e praticar os sistemas de referência e contrareferência vinculados aos serviços de saúde da rede e se exercitar na prestação de atendimento de qualidade à população. Os consultórios são interdisciplinares, porém há a adequação dos espaços às necessidades de alguma especialidade. 112 Objetivos - Contribuir, como cenário de prática, por meio do ensino, da pesquisa e da extensão, para a formação e capacitação de profissionais para atuarem na perspectiva da integralidade do cuidado em saúde, em consonância com as diretrizes do SUS; - prestar assistência à saúde junto à população do Nordeste, em particular do Rio Grande do Norte, com vistas a contribuir para a melhoria da qualidade de vida na Região; - fortalecer a integração entre os cursos que compõem a Escola da Saúde da UnP, bem como a articulação ensino-serviço-comunidade; - proporcionar ao aluno a possibilidade de atuação em equipe interdisciplinar. Estrutura do CIS/UnP- Campus Natal Área: 3150,98 m2 com 22 (vinte e dois) consultórios destinados a avaliações, orientações, práticas ambulatoriais e terapêuticas. Clínicas: Educação Física, Estética e Cosmética, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina, Nutrição, Odontologia, Psicologia, Terapia Ocupacional. 4.5.2 Hospital Simulado Espaço no qual os acadêmicos de todos os cursos da Escola da Saúde, desde a 1ª série, têm a oportunidade de vivenciar situações que poderiam ser reais, através de simulações agendadas pelos professores dos diversos cursos e das mais variadas disciplinas. O Hospital Simulado/UnP, com capacidade para 150 (cento e cinquenta pessoas), disponibiliza salas modernas e equipamentos de ultima geração, salas de áudio e vídeo. A metodologia adotada abre possibilidades para que o aluno vivencie diversas situações que deverão se repetir no atendimento à comunidade. Com os simuladores, o aluno pode repetir, exaustivamente, a mesma simulação, fazendo com que no atendimento real ele esteja mais seguro. Um diferencial do Hospital é a integralidade, vez que os estudantes dos diversos cursos, ainda na Universidade, realizam procedimento simulado de forma integrada. 113 O Hospital Simulado conta com 4 UTIs (adulto e pediátrica), cujos cenários são estruturados de acordo com as competências e habilidades previstas pela(s) disciplina(s) que requerem a utilização desse ambiente, o que é possível graças a avançada tecnologia dos simuladores que respondem aos procedimentos realizados e às medicações ministradas. Além das UTIs, o Hospital conta com uma enfermaria com leitos e simuladores, reproduzindo de maneira fiel a conformação e o funcionamento de uma enfermaria real. Existem ainda consultórios simulados para pacientes standardizados, reproduzindo-se, assim, cenários e situações que os futuros profissionais deverão enfrentar nos estágios e em sua prática clínica profissional. A experiência em ambientes e situações simuladas oportuniza ao aluno o domínio da técnica e o controle de situações de stress presentes no cotidiano profissional, além de possibilitar treinamentos exaustivos de procedimentos que poderiam, inclusive, não ser vivenciados nos atendimentos. Esse aprimoramento da técnica visa ao respeito aos princípios éticos e aos cuidados com a população que contará, por pressuposto, com profissionais preparados e seguros para a prática em ambientes reais. 4.5.3 Laboratórios da Área Básica - Escola da Saúde A comunidade acadêmica do Curso de Nutrição utiliza diversos laboratórios, entre os quais os situados na área básica da saúde e das ciências da nutrição. Entende-se por área básica o conjunto de disciplinas ofertadas para todos, ou para a maioria dos cursos da Universidade Potiguar que fazem parte da Escola da Saúde e que têm os conteúdos práticos e pesquisas desenvolvidas em laboratórios comuns e multidisciplinares. A gestão desses laboratórios está sob a responsabilidade da Coordenação Acadêmica e Administrativa da Escola da Saúde em sintonia com os coordenadores de cursos. Para auxiliar na gestão dos laboratórios, os cursos dispõem ainda de uma equipe técnica capacitada, sendo cada um destes conduzidos durante suas atividades de rotina por: Técnicos de Nível Superior (TNS) para auxílio direto aos professores durante a preparação de material e desenvolvimento de aulas práticas e auxiliares de laboratório responsáveis pela organização e limpeza de materiais e equipamentos. 114 Monitores bolsistas e voluntários também auxiliam os professores durante as atividades acadêmicas e técnicas, em especial durante as aulas práticas e no atendimento aos alunos. Os laboratórios da Área Básica funcionam de segunda a sexta, nos turnos matutino (07:30 às 12:00), vespertino (12:00 às 18:30) e noturno (18:30 às 22:30). Por solicitação de professores, os laboratórios podem abrir aos sábados, no turno matutino e vespertino, permitindo sua utilização por professores e alunos que não dispõem de tempo durante a semana para aprofundar seus estudos práticos e desenvolver seus projetos de pesquisa. Segurança O uso de bata ou jaleco é obrigatório para a permanência de todos nas instalações dos laboratórios, bem como a adoção das medidas de biossegurança adequadas a cada ambiente. No início de cada semestre letivo é realizado pelos TNS’s (Campus Natal) junto aos discentes das primeiras séries um Projeto de Biossegurança com intuito de efetivar o uso dessas medidas na prática laboratorial bem como na sua vivência profissional. O serviço de manutenção dos equipamentos é feito pela equipe técnica, sendo solicitada assistência técnica especializada periodicamente (antes do início das aulas de cada semestre letivo) e quando necessário. Professores coordenadores de laboratórios Laboratório Professor Coordenador Biologia dos Sistemas Orgânicos Rosangela Lopes Dias Biologia Molecular e Genética Uaska Bezerra e Silva Química e Bioquímica Walkíria Maria Lima de Brito Fonte: Coordenação da Área Básica da Saúde 115 Corpo Técnico e Administrativo LABORÁTORIO DE MICROBIOLOGIA E IMUNOLOGIA NOME FUNÇÃO Horário Raissa Maria Chaves D. B. TNS – Bióloga 07:40 - 12:00 / 13:00 - 17:28 Godeiro Elizabete Soares Nobre Técnica de laboratório 12:00 - 16:00 / 17:00 - 21:48 Edvanilton de Sousa Rodrigues Auxiliar de laboratório 07:30 - 11:30 / 13:30 -18:18 Yuri Allysson Damasceno Auxiliar de laboratório 08:00 - 12:00 / 13:00 - 17:48 Abrantes LABORÁTORIO DE QUIMICA, BIOQUÍMICA E BROMATOLOGIA NOME FUNÇÃO Horário Debora Batista TNS – Bióloga 07:30 – 11:00 / 12:00 – 17:18 Edilane Januário de Andrade TNS – Química 12:10 – 17:00 / 18:00 – 22:00 Maria Iranir Nascimento de Auxiliar de laboratório 11:48 – 19:00 Aquino Diogo Vivaldo Cândido da Silva Auxiliar de laboratório 07:30 – 11:30 / 12:30 – 17:18 LABORÁTORIO MULTIDISCIPLINAR: BOTÂNICA, ZOOLOGIA, PARASITOLOGIA E HEMATOLOGIA NOME FUNÇÃO Horário Claudia Kelly Gentil Zelenoy TNS – Bióloga 13:30 - 20:42 Joana D’Arc de Amorim TNS – Bióloga 07:15 - 12:00 / 17:00 – 21:03 Ana Maria Bezerra Neves Auxiliar de laboratório 12:30 - 19:42 LABORÁTORIO MULTIDISCIPLINAR: BIOLOGIA DOS SISTEMAS ORGÂNICOS (BIOFÍSICA, FISIOLOGIA E FARMACOLOGIA) NOME FUNÇÃO Horário Rafaelle Cristiny Andrade Silva TNS – Bióloga 12:30 - 18:00 / 19:00 - 22:18 Raquel Fonseca de Mendonça TNS – Bióloga 07:12 - 12:00 / 13:00 - 17:00 LABORÁTORIO DE HISTOLOGIA, EMBRIOLOGIA E PATOLOGIA (MORFOLOGIA VIRTUAL) E PRÁTICAS HISTOLÓGICAS NOME FUNÇÃO Horário (h) Érica Patrícia G. do Nascimento TNS – Bióloga 11:22 - 16:00 / 17:00 - 21:10 LABORÁTORIO DE ESTRUTURA E FUNÇÃO NOME FUNÇÃO Horário Ery Wesley Bezerra de Brito TNS – Biólogo 12:42 – 17:00 / 18:00- 20:30 Aline Gadelha do Nascimento TNS – Bióloga 07:00 - 12:00 / 13:00 - 16:48 Marcelo Fabiano Arruda de TNS – Biólogo 12:12 – 18:00 / 19:00 – 22:00 Carvalho Thais Lorena TNS – Enfermeira 07:00 – 12:00 / 13:00 – 16:00 Thiago Mascarenhas de Souza TNS – Educador Físico 08:00 - 12:00 / 14:00 – 18:48 NOME Camila Aleixo Quines Luiz Ricardo Mesquita Freitas LABORÁTORIO DE HABILIDADES FUNÇÃO Horário (h) TNS – Bióloga 07:30 – 12:30 / 13:30 – 17:18 de TNS – Biólogo 13:30 – 17:00 / 18:00 – 22:30 116 1) LABORATÓRIO DE ESTRUTURA E FUNÇÃO Laboratório multidisciplinar, dividido em 04 unidades e devidamente equipado para o desenvolvimento de aulas práticas das disciplinas de morfologia, anatomia, fisiologia humana atendendo também as disciplinas do ciclo profissionalizante. A estrutura destes laboratórios permite a adoção de diferentes metodologias para que o aluno possa compreender a morfologia humana, a interação dos órgãos com seus respectivos sistemas com as interfaces da fisiologia, embriologia e a introdução de situações problema que permitem a aplicação dos conhecimentos através de recursos como anatomia palpatória, bodypaiting, bodyprojection, leitura de Rx, vídeos cirurgias, dissecação virtual, pecas em resina, estudo com atlas anatômico, dentre outros recursos, metodológicos. Em função da disposição dos móveis e equipamentos deste laboratórios é possível a realização de práticas específicas dos cursos, como o exame clinico, aprendizado de técnicas que envolvam manipulação, estudo por meio de vídeo cirurgia dentre outros recursos já citados possam atender as especificidades das disciplinas. Objetivos: proporcionar aos discentes a realização de práticas interdisciplinares abrangendo conhecimentos relacionados aos sistemas corporais, anatomia e diversos processos fisiológicos presentes no corpo humano a partir do estudo sistemático de cada órgão e sistema. Equipamentos de proteção individual e coletivo: EPI – Jaleco de manga longa, calçado fechado. 117 Laboratório de Estrutura e Função 1 Área: 88,16 m2. Equipamentos e materiais: Artérias da face; artérias e veias membro superior; articulação coxo-femural; braço, músculos; cabeça com musculatura da faringe; cabeça com nervos; cabeça com secção frontal e medial; cabeça e pescoço com representação muscular e adição de nervos; cabeça e pescoço, musculatura; cabeça, musculatura; cabeça, musculatura + adição de vasos sanguíneos; cabeça, veias; cintura escapular, ligamento; cintura escapular, músculos do ombro; cintura pélvica, com fêmur; coluna vertebral flexível; coluna vertebral flexível + cabeça do fêmur e inserção do músculo; coluna vertebral flexível com código de coloração por região; coração tamanho ampliado; coração humano; coração pequeno; crânio; crânio - corte sagital da face; crânio – microcefalia; crânio colorido + vértebras cervicais; crânio com hidrocefalia; crânio com ossos coloridos; crânio didático montado sobre a coluna cervical; crânio vascularização e inervação; crânio vascularizado de luxo; crânio, metade osso/metade vascularizado; dedos, musculatura; dissecação da cabeça; encéfalo com base; esqueleto humano completo desarticulado; esqueleto muscular humano; feto com placenta + fetos extras; fibra muscular esquelética; figura muscular; joelho com movimento, ligamentos joelho, ligamentos; laringe artificial tamanho ampliado; mão anatomia; mão nervos; mão com inervação e vascularização; mão tamanho ampliado; mandíbula tamanho ampliado com glândula sublingual; miniatura de articulação de ombro; miniatura de articulação de joelho. Armário completo com 20 gavetas; Aparelho de ar condicionado; Bancada pequena; Biombo; Cadeiras; Computadores completos; Lâmpada de emergência; Lixeira de inox; Lousa de vidro; Macas com colchão; Mesas hexagonais; Mesas para computador; Persianas; Pia sem armário; Porta papel toalha; Projetor multimídia; Quadros de parede; saboneteira; Vidros para a mesa hexagonal. 118 Laboratório de Estrutura e Função 2 Área: 113,86 m2. Materiais didáticos: Artérias da face; artérias e veias membro superior; artérias e veias micro anatomia; braço, músculos; cabeça com musculatura da faringe; cabeça com nervos; cabeça com secção frontal e medial; cabeça e pescoço com representação muscular e adição de nervos; cabeça e pescoço musculatura; cabeça musculatura + adição de vasos sanguíneos; cabeça; veias; cintura escapular ligamento; cintura escapular, músculos do ombro; cintura pélvica ligamentos com fêmur; coluna vertebral flexível; coluna vertebral flexível + cabeça do fêmur e inserção do músculo; coluna vertebral flexível com código de coloração por região; coração humano; coração pequeno; coração tamanho ampliado; crânio - corte sagital da face; crânio – microcefalia; crânio colorido + vértebras cervicais; crânio com hidrocefalia; crânio com mandíbula; crânio com ossos de encaixe coloridos; crânio nervos; crânio, metade osso/metade vascularizado; musculatura dos dedos; dissecação da cabeça; esqueleto humano completo desarticulado; esqueleto muscular humano; fibra muscular esquelética; figura muscular; joelho com movimento; ligamentos da mão; mão anatômica ampliada; modelo de ateroma; modelo de articulação de cúbito; modelo da estrutura óssea; modelo de pele; modelo vertebral de osteoporose; modelos de câncer de pele; neurônio motor; pé anatomia; pé, normal e anormal; pelve feminina ligamentos; períneo feminino; períneo masculino; perna humana, dissecação dos músculos; pescoço, anatomia pescoço, nervos; sistema circulatório e coração funcional; sistema circulatório humano; torso duplo sexo, torso muscular/ duplo sexo; vértebra cervical e occipital; vértebra lombar; vértebras cervicais com medula espinhal; vértebras torácicas da coluna vertebral. Mobiliário e materiais: Armário completo com 20 gavetas; aparelho de ar condicionado; banca pequena; cadeiras; computadores completos; lâmpada de emergência; lixeira de inox; lousa de vidro; mesas hexagonais; mesas para computador; persianas; pia sem armário; porta papel toalha; projetor multimídia; quadros de parede; saboneteira; vidros para a mesa hexagonal. 119 Laboratório de Estrutura e Função 3 Área: 98,13 m2 Materiais: Artérias da face; artérias e veias membro superior; articulação coxofemoral; braço; músculos; cabeça com musculatura da faringe; cabeça com nervos, cabeça com secção frontal e medial; cabeça e pescoço com representação muscular e adição de nervos cabeça e pescoço; musculatura da cabeça; musculatura + adição de vasos sanguíneos da cabeça; veias cintura escapular; ligamento cintura escapular; músculos do ombro; cintura pélvica com fêmur; coluna vertebral flexível; coluna vertebral flexível + cabeça do fêmur e inserção do músculo; coluna vertebral flexível com código de coloração por região; coração tamanho ampliado; coração humano; coração pequeno; crânio; crânio - corte sagital da face; crânio – microcefalia; crânio colorido + vértebras cervicais; crânio com hidrocefalia; crânio com ossos coloridos; crânio didático montado sobre a coluna cervical; crânio nervos; crânio vascularizado; face com conchas nasais; fases do desenvolvimento do folheto embrionário; fígado com vesícula biliar; placa de fígado com vesícula biliar corte fígado, pâncreas e duodeno; fisiologia de nervos mielinizado com ilustrações; fisiologia sensorial – kit função nervosa da medula espinhal; kit de fisiologia sensorial laringe – grande laringe – funcional; laringe com músculos e glândula tireóide; lombar; hemi-crânio; maleta com os estágios fetais + vhs educativo; medula espinhal + revestimentos tamanho ampliado; modelo de dentes; modelo de dentes permanente; modelo de ateroma; modelo patológico de cálculo renal; modelo patológico de pâncreas; duodeno e vesícula biliar; modelo patológico de reto; olho com orbita; órgão genital feminino; órgão genital masculino; osso hióide; ossos do ouvido tamanho real; ouvido – externo, médio e interno; pé – anatomia regional; pelve óssea; pelve feminina; pelve feminina com feto, corte sagital; pelve feminina com ligamentos, músculos e órgãos ; pelve feminina com ligamentos, nervos, órgãos e vasos; pelve masculina; pélvis com gravidez de feto maduro; pélvis masculina; pulmão com árvore brônquica e laringe; pulmão segmentar colorido; rim com glândula supra-renal, 3x tamanho; rim com néfron renal e corpúsculo renal; série de gravidez; série de gravidez - mensais segmentado; sistema circulatório humano; sistema digestório completo; sistema digestório humano com glândulas salivares; sistema respiratório humano; sistema urinário; sistema urinário com sexo dual; ventrículos cerebrais; vértebra torácica com 120 medula espinhal; vilosidade intestinal.Armário completo com 20 gavetas; aparelho de ar condicionado; bancada pequena; cadeiras; computadores completos; lâmpada de emergência; lixeira de inox; lousa de vidro; macas com colchão; mesas hexagonais mesas para computador; persianas; pia com armário; porta papel toalha; projetor multimídia; quadros de paredes; saboneteira; vidros para a mesa hexagonal. Laboratório de Estrutura e Função 4 Área: 116,78 m2 Materiais: Artérias e veias membro superior; artérias e veias modelo histológico; base occipital + vertebral cervical; bexiga com próstata; cavidade nasal; cavidade nasal; cérebro com artérias – encéfalo; cérebro com artérias; cérebro com artérias em modelo de face cérebro regional; cérebro neuroanatômico; coluna espinhal cervical; coluna espinhal cervical; coluna vertebral flexível; coluna vertebral flexível com cabeça de fêmur; coluna vertebral flexível com regiões destacadas em cor; coluna vertebral lombar + sacro com medula; coluna vertebral toráxica com medula; coluna vertebral toráxica e lombar; coração com músculo diafragma tamanho ampliado; coração completo colorido; coração funcional e sistema circulatório; coração humano; crânio; crânio colorido com ossos segmentados; crânio com coluna cervical; crânio com fenda palatina; crânio com microcefalia; crânio didático; crânio hidrocefálico; crânio hidrocefálico; crânio neurovascular; doenças de cólon; esqueleto completo desmontado; esqueleto com inserção de músculos; estágios do parto; estômago; estômago e órgãos associados da parte superior do abdômen; face com conchas nasais; fases do desenvolvimento do folheto embrionário; fígado com vesícula biliar; fígado, pâncreas, duodeno e estômago; fisiologia de nervos mielinizado com ilustrações; fisiologia sensorial; função nervosa da medula espinhal; laringe – grande; laringe funcional tamanho completo; laringe com glândula tireóide e músculos; hemicrânio; maleta com os estágios fetais + VHS educativo; modelo de dentes descíduo; modelo de dentes permanente; modelo de hipertensão ateroma; modelo patológico de cálculo renal; modelo patológico de pâncreas, duodeno e vesícula biliar; modelo patológico de reto; olho com orbita; órgão genital feminino; órgão genital masculino; órgão reprodutor interno feminino; osso hióide; ossos do ouvido tamanho real; ouvido externo, médio e interno - tamanho ampliado; pé – anatomia regional; 121 pelve feminina; pelve feminina com feto; corte sagital; pelve feminina com ligamentos, músculos e órgãos; pelve feminina com ligamentos, nervos, órgãos e vasos; pelve masculina; pélvis com gravidez de feto maduro; pélvis masculina; pulmão com árvore brônquica; pulmão segmentado colorido;Rim com glândula supra-renal; Rim com néfron renal e corpúsculo renal; Série de gravidez – juntos; Série de gravidez mensais segmentado; Sistema circulatório humano – placa; Sistema circulatório com coração funcional; Sistema digestório completo; Sistema digestório humano com glândulas salivares; Sistema respiratório humano tamanho natural; Sistema urinário; Sistema urinário com sexo dual; Ventrículos Cerebrais; Vértebra Torácica com Medula Espinhal. Armário completo com 20 gavetas; aparelho de ar condicionado; banca pequena; computadores completos; lâmpada de emergência; lixeira de inox; lousa de vidro; macas com colchão; mesas hexagonais; mesas para computador; persianas; pia com armário; porta papel toalha; projetor multimídia; quadros de parede; saboneteira; vidros para a mesa hexagonal. 2) LABORATÓRIO DE HABILIDADES Laboratório multidisciplinar, dividido em 02 unidades e devidamente equipado com peças sintéticas, softwares (Power Lab) e simuladores utilizados para o desenvolvimento e treinamento das habilidades técnicas necessárias à formação dos profissionais dos diferentes cursos da Escola da Saúde. Objetivos: Proporcionar aos discentes o desenvolvimento das competências e habilidades necessárias à execução de procedimentos práticos enfrentados na rotina profissional. Equipamentos de proteção individual e coletivos: EPI – Jaleco de manga longa; sapato fechado; luvas de procedimento. 122 Laboratório de Habilidades 1 Área: 88,41m2. Equipamentos e materiais: Simulador Ginecológico (Pelve Feminina); Colar para imobilização Cervical Inicial com Base; Colar Para imobilização Cervical Simples; Tubo Bucal; Máscara Facial Descartável para Treinamento; Substituição de Pele para Acesso Venoso Feminino; Braço / Acesso venoso Infantil; Pernas bebê sem calcanhar; Substituição de Pele para Acesso Venoso Pediátrico; Pernas bebê com calcanhar; Substituição de Pele para Acesso Venoso Homem; Modelo Prematuro; Mascara de Ventilação de Vias Aéreas (Boca a Boca); Modelo de Cuidados Básicos com Recém Nascido Fem.; Bebê Menino; Bebê Menina; Modelo Instrutor de Inspeção e Palpação de Câncer de mama; Modelo para Massagem de Busto; Instrutor de Habilidade para Avaliação de Fundo; Modelo Instrutor para Palpação de Útero Pós-parto; Modelo de Massagem de Busto; Modelo de manejo de vias aéreas; Modelo Acesso Central; Modelo de Tronco com Braço para Punção; Kit laceração de Períneo; Reposição e substituição de Períneo; Eletrodos para Desfibrilação; Simulador de cuidados Avançado (Carlota); Modelo de Dilatação Cervical; Suplementos para exame de Orelha; Modelo de Cuidados Básicos com Recém Nascido Masc.; Simulador de Parto Standard; Simulador de Parto Monitorado; Prancha de Resgate; Modelo de Injeção intramuscular no glúteo; Simulador Examinador de Orelha; Simulador Examinador Ocular; Manequim de treinamento em Cuidados de Intubação; Manequim Modelo de trauma – Ferimentos; Maquiagem para Ferimentos (Manequim Modelo de Trauma); Manequim Modulo de Resgate; Tronco/Torso; Simulador de Exame de Próstata; Controle Remoto Trainer 2; Lesão (Decúbito) Cox; Instrutor de Quadril de Bebê; Treinamento de vias Aéreas Infantis; Intubação Neonatal; Bebê com cordão umbilical + Sangue Artificial; Bebê para Punção Neonatal; Bebês de Frauda, Menino e Menina; Bebê Anne – Simulador de Respiração; Treinamento de Diagnostico de Retinopatia; Mr. Hurt Trauma Cabeça; Instrutor para Diagnóstico de Ouvido; Simulador de Exame de Orelha; AedTrainer 2; Braços para treinamento de pressão sanguínea; Instrutor Permutável de Cateterismo e Enema; Kelly Torso; Instrutor Cartilagem Crinóide; Osso do Quadril; Modelo de Tronco com Braço para Punção; HeartmanInfrared Headphone; Simulador de ausculta cardíaca e respiratória; Simulador de punção lombar; Luva de procedimento; Pinça anatômica 14cm; Tesoura cirúrgica; Porta agulha; Pinça Kelly Curva; Pinça 123 Allis; Espéculos inox; Lâminas para citologia; Escova endocervical; Espátula de Ayre; Martelo Buck para diagnóstico; lanternas; diapasão; seringa 10ml; seringa 05ml; seringa 01ml; agulha para seringa; agulha para anestesia; cateteres; escalpes; máscaras laríngeas; tubo endotraqueal; fios de algodão para agulha sutura; agulhas para suturas; fios montados com agulhas para sutura; Pilhas AA; Pilhas AAA; Pilhas C; Otoscópios; Oftalmoscópios. Laboratório de Habilidades 2 Área: 113, 88m2. Equipamentos e materiais: Simulador Ginecológico (Pelve Feminina); Colar para imobilização Cervical Inicial com Base; Colar Para imobilização Cervical Simples; Tubo Bucal; Máscara Facial Descartável para Treinamento; Substituição de Pele para Acesso Venoso Feminino; Braço / Acesso venoso Infantil; Pernas bebê sem calcanhar; Substituição de Pele para Acesso Venoso Pediátrico; Pernas bebê com calcanhar; Substituição de Pele para Acesso Venoso Homem; Modelo Prematuro; Mascara de Ventilação de Vias Aéreas (Boca a Boca); Modelo de Cuidados Básicos com Recém Nascido Fem.; Bebê Menino; Bebê Menina; Modelo Instrutor de Inspeção e Palpação de Câncer de mama; Modelo para Massagem de Busto; Instrutor de Habilidade para Avaliação de Fundo; Modelo Instrutor para Palpação de Útero Pós-parto; Modelo de Massagem de Busto; Modelo de manejo de vias aéreas; Modelo Acesso Central; Modelo de Tronco com Braço para Punção; Kit laceração de Períneo; Reposição e substituição de Períneo; Eletrodos para Desfibrilação; Simulador de cuidados Avançado (Carlota); Modelo de Dilatação Cervical; Suplementos para exame de Orelha; Modelo de Cuidados Básicos com Recém Nascido Masc.; Simulador de Parto Standard; Simulador de Parto Monitorado; Prancha de Resgate; Modelo de Injeção intramuscular no glúteo; Simulador Examinador de Orelha; Simulador Examinador Ocular; Manequim de treinamento em Cuidados de Intubação; Manequim Modelo de trauma – Ferimentos; Maquiagem para Ferimentos (Manequim Modelo de Trauma); Manequim Modulo de Resgate; Tronco/Torso; Simulador de Exame de Próstata; Controle Remoto Trainer 2; Lesão (Decúbito) Cox; Instrutor de Quadril de Bebê; Treinamento de vias Aéreas Infantis; Intubação Neonatal; Bebê com cordão umbilical + Sangue Artificial; Bebê para Punção Neonatal; Bebês de Frauda, Menino e Menina; Bebê Anne - Simulador 124 de Respiração; Treinamento de Diagnostico de Retinopatia; Mr. Hurt Trauma Cabeça; Instrutor para Diagnóstico de Ouvido; Simulador de Exame de Orelha; AedTrainer 2; Braços para treinamento de pressão sanguínea; Instrutor Permutável de Cateterismo e Enema; Kelly Torso; Instrutor Cartilagem Crinóide; Osso do Quadril; Modelo de Tronco com Braço para Punção; HeartmanInfrared Headphone; Simulador de ausculta cardíaca e respiratória; Simulador de punção lombar; Luva de procedimento; Pinça anatômica 14cm; Tesoura cirúrgica; Porta agulha; Pinça Kelly Curva; Pinça Allis; Espéculos inox; Lâminas para citologia; Escova endocervical; Espátula de Ayre; Martelo Buck para diagnóstico; lanternas; diapasão; seringa 10ml; seringa 05ml; seringa 01ml; agulha para seringa; agulha para anestesia; cateteres; escalpes; máscaras laríngeas; tubo endotraqueal; fios de algodão para agulha sutura; agulhas para suturas; fios montados com agulhas para sutura; Pilhas AA; Pilhas AAA; Pilhas C; Otoscópios; Oftalmoscópios. 3) LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR: BIOLOGIA DOS SISTEMAS ORGÂNICOS Laboratório multidisciplinar, devidamente equipado para o desenvolvimento de pesquisas e aulas práticas das disciplinas de Fundamentos Básicos em Ciências da Saúde e Processos Biológicos. Área: 172,88 m2. Objetivos: propiciar aos discentes a vivência prática de conhecimentos básicos sobre processos biológicos e estruturas integrantes das células, por meio dos quais o aluno reconhece a diversidade dos mecanismos celulares, faz generalizações e correlações entre os conteúdos estudados e a realidade. Equipamentos de proteção individual e coletivo: EPI – Jaleco de manga longa; luvas e máscaras descartáveis. EPC – Chuveiro lava-olhos. 125 Equipamentos e materiais: Aquecedor elétrico (10); Balança de precisão (2); Banho maria com 8 bocas (1); Bico de Bunsen; Centrífuga com 16 tubos (1); Computador (1); Cronômetro digital (12); Diapasão (30); Eletroestimulador (9); Esfigmomanômetro (MEDICATE) (12); Espirômetro (MICROLAB) (2); Estetoscópio (MEDICATE) (120); Estetoscópio (SOLIDOR) (2); Estimulador neuromuscular (1); Estufa (1); Garfo (19); Geladeira (1); Kit fisiologia sensorial (3B) (3); Lanterna de reflexo (16); Manta aquecedora; Martelo de Babinsk (35); Martelo de sensibilidade (18); Material para manutenção de microscópios; Microscópio binocular (49); Microscópio binocular com câmera de vídeo (1); Microscópio trinocular invertido (1); Modelo anatômico de sapo (2); Phmetro (18); Pipetador automático de 10 mL (10); Pneumógrafo (1); Tela de amianto (10); Televisor (1); Tensiômetro (30); Tensiômetro digital (1); Balão volumétrico 100 mL (10); Balão volumétrico 1000 mL (2); Balão volumétrico 500 mL (6); Bastão de vidro (20); Becker 10 ml (10); Becker 100 mL (15); Becker 1000 ml (7); Becker 2000 ml (9); Becker 250 mL (30); Becker 600 mL (35); Cesta para coloração (6); Conta gotas âmbar (20); Conta gotas de vidro (30); Cubas de vidro para coloração (6); Erlenmeyer 50 ml (12); Erlenmeyer 25 ml (10); Erlenmeyer 1000 ml (10); Erlemeyer 500 mL (10); Erlemeyer 250 mL (20); Frasco âmbar pequeno c/ tampa (5); Lâminas p/ microscópio; Lamínulas; Pipeta graduada 10 mL; Pipeta graduada 5 mL; Pipeta Pasteur; Pipeta volumétrica 10 mL (10); Placas de petri; Tubos de ensaios; Vidro de relógio (20); Abaixador de língua; Agulhas p/ seringas descartáveis; Alfinetes de aço niquelado; Algodão hidrófilo; Almofada e carimbo; Aquário de vidro de 20 L (1); Aquário de vidro pequeno (3); Bacia grande; Bacia média; Bandejas de plástico; Barbante de algodão; Barrilhete 10 litros; Colheres inox; Compasso de weber; Esparadrapo; Espátula de madeira; Esponjas lava-louças; Estantes para tubo de ensaio; Estilete de aço; Etiquetas de preço; Faca grande; Fósforos; Garrote; Gaze; Lâmina de bisturi nº 15; Lamparina a álcool; Lixeiras grandes; Lixeiras pequenas; Luva de procedimento (Tam. P, M, G); Material cirúrgico (pinça de metal, pinça dente de rato tesoura cirúrgica, cabo de bisturi nº 3); Microlancetas descartáveis; Óculos de proteção transparente; Palito de churrasco; Papel alumínio; Papel de filtro; Paquímetro; Pinça de madeira; Pincéis nº 0; Pisseta 200 mL; Placas de contenção; Recipiente de vidro com tampa (marinex) (10); Régua transparente; Suporte para pipetas; Suporte universal; Tábua 126 de cortar carne; Termômetros clínicos; Ácido acético glacial; Ácido acético; Ácido nítrico; Água oxigenada 10 volumes; Água sanitária; Álcool 70%; Álcool 96%; Alginato de sódio; Bicarbonato de sódio; Citrato de sódio tribásico; Corante azul de metileno; Corante lugol; Corante orceína; Corante vermelho congo; Detergente; Entellan; Enxofre pa; Éter etílico; Formol 10%; Kit panótico para coloração; Óxido de manganês; Sal de cozinha; Solução Ringer Rã; Soro para tipagem sanguínea anti-a, anti-b e anti-d; Sulfato de cobre; 4) LABORATÓRIO DE HISTOLOGIA, EMBRIOLOGIA E PATOLOGIA (MORFOLOGIA VIRTUAL) Laboratório multidisciplinar, organizado para atender à pesquisa e às demandas práticas das disciplinas de Morfologia Humana e Sistemas Corporais, compreendendo centro de aulas práticas de microscopia e morfologia virtual. A estrutura deste laboratório ainda conta com uma sala para preparação de material citopatológico, sala de diagnóstico e 02 gabinetes para professores. Área: 187,66 m2 Objetivos: oportunizar aos discentes o desenvolvimento de práticas relacionadas a técnicas de microscopia, análise de lâminas histológicas, análise das alterações histológicas indicativas de patologia, características dos períodos embrionários e fetais. Pelo desenvolvimento das atividades no laboratório, o aluno pode reconhecer a diversidade dos tecidos orgânicos, relacionar formas e funções das células, analisando e verificando a presença de alterações; estudar as etapas do desenvolvimento fetal, fazer generalizações e correlações entre os conteúdos e a realidade, através de técnicas convencionais de microscopia, como também pela utilização das novas tecnologias digitais disponibilizadas através de sites e softwares especializados. Equipamentos de proteção individual e coletivo: EPI – Jaleco de manga longa, luvas e máscaras de procedimentos e óculos de proteção. 127 Equipamentos e materiais: 59 microscópios binoculares; 01 projetor de slides; microscópio binocular com câmera de vídeo; TV de 29’; coleções histológicas constituídas de 1.954 lâminas dos diversos tecidos e órgãos; modelos das diferentes fases do desenvolvimento embrionário; 30 computadores conectados a internet para acesso aos sites de softwares utilizados no ensino da histologia e embriologia virtuais. 5) LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA E IMUNOLOGIA Laboratório multidisciplinar, devidamente equipado para o desenvolvimento de pesquisas e aulas práticas da disciplina Mecanismo de Agressão e Defesa. Área: 150 m2, divididos em: área experimental, gabinete de professores, câmara asséptica para realização de cultivos de bactérias, uma sala de lavagem e esterilização de material. Objetivos: Desenvolver práticas que envolvam conhecimentos básicos sobre técnicas de microscopia, cultivo e identificação de microorganismos e técnicas imunológicas aplicadas ao diagnóstico de doenças, possibilitando ao aluno fazer generalizações e correlações entre os conteúdos e sua realidade. Equipamento de proteção individual e coletivo: EPI – Jaleco de manga longa, óculos de proteção, toucas, luvas e máscaras descartáveis para procedimento. EPC – Chuveiro químico com lava-olhos, exaustor de ar. Equipamentos e materiais: 67 microscópios binoculares; medidor de pH; estufa bacteriológica Q-315 (Quimis); estufa bacteriológica BOD-Q-315-D; estufa de esterilização Q.314-D; 02 banho maria Q.304-249; agitador de tubo de ensaio; autoclave Q.190.21; autoclave Q.190.23; 02 contadores de colônias CP 600 e BIOMETIC; 01 refrigerador de uma porta; 04 refrigeradores duplex; lavador de pipeta automático; bicos de bunsen; cabos de Kooler; 01 Microondas Panasonic; vidrarias e substâncias. 128 6) LABORATÓRIO DE PARASITOLOGIA E HEMATOLOGIA Laboratório multidisciplinar que atende a pesquisas e necessidades práticas da disciplina Mecanismos de Agressão e Defesa. Área: 144 m2, nos quais se encontram 02 gabinetes para professores, 03 salas para preparação e análise de material parasitológico, zoológico e botânico. Objetivos: Desenvolver atividades práticas que envolvam conhecimentos sobre técnicas e métodos parasitológicos, zoológicos e botânicos além de oferecer suporte para pesquisas, nas áreas citadas, criando-se oportunidades para que os discentes façam generalizações e correlações entre os conteúdos e sua realidade. Equipamentos de segurança individual e coletivo: EPI – Jaleco de manga longa, máscara e touca descartável, máscara com filtro, óculos transparente, luvas de procedimentos, luvas impermeáveis, avental para lavagem de vidraria, viseira facial. Equipamentos e materiais: vidraria, substâncias e materiais diversos, além de laminário constituído por diferentes tipos de lâminas parasitológicas (Enterobius vermicularis; Strongyloides stercoralis; Ascaris lumbricoides; Hyminolepis nana; Eurytrema sp.; Schistossoma mansoni; Cystecercus bovis; Trypanossoma cruzi; Leishmania sp.; Plasmodium falciparum; Trichomonas vaginalis; Isospora belli; Giardia lamblia; Entamoeba histolityca, entre outras) e área para desenvolvimento de aulas práticas, onde se encontram instados: estufa bacteriológica c/porta de vidro; estufa bacteriológica c/porta de aço; aparelho de banho-maria BENFER; destilador marca BIOMATIC; 63 microscópios binoculares; 20 lupas estereoscópicas; microscópio com câmara de vídeo SONY; centrífuga EXCELSA; geladeira CONSUL; aquecedor; contador de células; espectrofotômetro UV/Visível. 129 7) LABORATÓRIO DE QUÍMICA, BIOQUÍMICA E BROMATOLOGIA O laboratório dá suporte às disciplinas Fundamentos Básicos em Ciências da Saúde, Fundamentos de Química e Processos Biológicos. Conta com um espaço exclusivo para o preparo de amostras e soluções, análise qualitativas e quantitativas de ensaios bioquímicos, biofísicos e biológicos e suporte à pesquisa nessas áreas. Área: de 207,55 m2 para o Laboratório 01 e 103,25 m2 para o Laboratório 02; estas instalações contam ainda com 03 (três) gabinetes para professores, uma sala de balanças e uma área para preparação de aulas práticas. Objetivos: desenvolver práticas relacionadas a técnicas e métodos químicos e físicoquímicos, propiciando ao aluno a realização de pesquisa, observação, identificação de substâncias; generalizações e correlações entre os conteúdos e sua realidade. Equipamentos de segurança individual: EPI – Jaleco de manga longa, máscara, óculos transparentes e luvas de procedimentos. EPC – Chuveiro lava-olhos. Equipamentos e materiais: Para as disciplinas de Química e Bioquímica, conta-se com os seguintes equipamentos: agitadores magnéticos; agitadores-aquecedores elétricos; aparelho de ponto de fusão; aquecedores elétricos; balanças com precisão para 0,05g; bancadas; banho-maria 37 – 56ºC; banho-maria 37 – 56ºC com 03 bocas; bombas de vácuo; capela de exaustão; capela de fluxo laminar com exaustão; contador de células; estufa de ar circulante; destilador; estufa mod. 219 de 0 a 300ºC; espectrofotômetros UV/VIS; forno mufla mod. Q318.24; fotômetro de chama; fotocolorímetro digital; geladeira duplex 430L; mantas aquecedoras; pHmetros; polarímetro; placas aquecedoras; rotavapor; vidrarias e substâncias variadas adequadas às aulas práticas e pesquisas neles desenvolvidas. Para atender a disciplina de Bromatologia, dispõe-se de: geladeira 300 L; balança analítica (4 casas decimais); bancadas de mármore com 7m de comprimento por 60 cm de largura; butirômetro de Gerber; luvas térmicas; bloco digestor de proteínas; 130 centrífuga de Gerber; lavador de pipetas; Phmetro manual; refratômetro manual; sacarímetro; cubas inox; armários de madeira com portas de vidro; bancada de madeira revestida com fórmica 1,20 por 3,90 m, acidímetro Dornic; acidímetro Dornic Gerber para leite; condensador de Liebg liso; destilador Keijedal; balão de Kjeldahl; disco de Ackermann; extrato seco; lactodensímetro com termômetro; pipeta sorológica 1 mL; pipeta sorológica 10 mL; pipeta sorológica 5 mL; cadinhos; cápsulas de porcelana; armário de madeira com duas portas; acido bórico(litro); acido amílico(litro); sulfeto de sódio(500g); tetracloreto de carbono(500g); digestor de Fibras e vermelho de metila(500g). 8) LABORATÓRIO DE BIOLOGIA MOLECULAR E GENÉTICA Unidade de coleta e preparação de material para pesquisa e estudo prático das disciplinas Processos Biológicos, Biologia Molecular e Bioinformática. Sala de PCR e eletroforese (11,03 m2) lavagem e esterilização (12,35m2), gabinete de professores (6,07m2) e área de circulação (7,75m2). Objetivo: realizar práticas com base em conhecimentos e técnicas de Biologia Molecular e Genética, aplicadas no diagnóstico de doenças genéticas humanas e de outros organismos ou na identificação de espécies, possibilitando também ao aluno fazer correlações entre os conteúdos estudados e a realidade da sua futura profissão. Equipamentos de proteção individual e coletivos: EPI – Jaleco de manga longa, máscara, óculos transparentes e luvas de procedimentos. Equipamentos e materiais: birôs com gavetas; armário fichário (pasta suspensa): mesa para computador adaptável ao birô; capela de fluxo laminar (pequena); computador com impressora; microscópio trinocular com câmera digital acoplada; 06 microscópios binoculares; destilador de 10 litros; termociclador tecne - modelo flexigene; transluminador - dx28199d; cuba e fonte para eletroforese em gel; cubas p/ coloração de lâminas; bacias plásticas quadradas (grandes); bacias plásticas quadradas (pequenas); pipetadores automáticos de 1,0 l, 2,0 l e 100 l. (2 de cada tipo); estufa de secagem de materiais; balança de precisão; centrífuga; microondas; banho-maria; fonte (PWUSYS); agitador Vortex; contador de células hematológicas, 131 pHmetro portátil; lavador de pipetas; suporte para tubos de ensaio; frascos para cultura; 03 pissetas; provetas; beckers; erlemayers 500ml; funil de vidro; 02 frasco de âmbar; pipetas Pasteur; pipetas graduadas de 1 mL, 5 mL, 10 mL e 20 mL; pêras para sucção. 9) BIOTÉRIO Área: 271,36 m2 Divisões Internas: Sala de aula: 30,74 m2, Recepção: 13,00 m2, Sala cirúrgica: 29,38 m2, Isolamento/quarentena: 16,00 m2, Análise e procedimento: 15,75 m 2, Sala/Ratos, camundongos e Hamster: 48,80 m2, Área de lavagem: 68,73m2, Sala coelho: 21,07 m2, sala de esterilização: 15,12 m2, Tanques: 12,77m2. Objetivo: Unidade de reprodução e criação de animais experimentais, em regime de cativeiro, para fins de estudos de comportamento, pesquisas e aulas práticas das diversas disciplinas ofertadas para todos os cursos da Escola da Saúde. Equipamentos e materiais: 01 autoclave horizontal; 01 estufa 1.3; 02 balanças digital (de até 0,2 e 30,0 kg); 01 balança digital (de até 0,2 e 300,0 kg); 06 termohigrômetros de leitura direta; 02 estojos de material cirúrgico (pinças, tesouras, bisturís, lâminas de bisturís); 01 timer programável; 04 mesas cirúrgicas; 04 Aparelhos de anestesia inalatória; 01 Aparelho de Raio X; 01 sugador; 01 monitor cardíaco; 04 calhas cirúrgicas; 04 contensores para ratos e camundongos; 02 contensores para coelhos; 01 foco cirúrgico; 01 revelador de Raio X; 01 espectrofotômetro; 01 Aparelho de hematologia ABC VET; 01 centrifuga; 06 pipetadores automático; 01 geladeira frost free; 02 estantes ventiladas para Ratos e camundongos; 01 Rack ventilado pára camundongo; 02 Racks ventilados para ratos e hamster; 01 cabine de troca de animais; 01 cabine de descarte de lixo; 02 estante ventilada para coelho; 03 mesas de apoio; 100 caixas de polipropileno, com tampas em aço galvanizado, para ratos e hamster medindo 41 x 34 x 16 cm, cada uma; 64 caixas de polipropileno, com tampas em aço galvanizado, para ratos e camundongos medindo 30 x 20 x 13 cm cada uma; 100 bebedouros completos, com tampa de borracha com capacidade para 500 ml de água, cada um; 64 bebedouros (garrafas c/ tampas e bicos de metal); 01 câmara para 132 sacrifício de animais CO2 (caixa em polipropileno); 03 Máscaras contra gases; 03 Aventais; 01 mesa para recepção/computador; 01 computador; 01longarina com 3 cadeiras; 01 armário fechado com duas portas; 01 armário com 5 portas; 02 gaveteiros; 01 gelágua; 02 Aparelhos de perfuração óssea Driller 350; 01 cadeira com rodas. 10) LABORATÓRIO DE PRÁTICAS HISTOLÓGICAS Laboratório onde são confeccionadas as lâminas histológicas utilizadas em aulas práticas das disciplinas de histologia, embriologia, patologia, botânica, entre outras, e desenvolvidos projetos de pesquisa que se utilizam desse material. Área: 24,09m2 para atividade prática e 10,98m2 para sala apoio. Equipamentos de proteção individual e coletivo: EPI – Jaleco de manga longa, luvas e máscaras de procedimentos e óculos de proteção. Equipamentos: bancada de madeira; bancada de granito com pia inoxidável de 02 cubas; armários de madeira; banho maria BIOMATIC; micrótomo ANCAP; micrótomo ao 820; estufa grande QUIMIS; 2 microscópio TAIMIN; vidraria de variadas graduações (pipetas; provetas; placas de petri; funil; bastão de vidro; becker; balão volumétrico; erlenmeyer; cubas de coloração); cestas de coloração; substâncias corantes e reagentes (álcool, xilol, formol, ácidos, parafina, entre outros); luvas; máscaras; algodão; pinça; alicate; tesoura; gaze; lâminas; lamínulas; bisturis; lâmina para bisturi; pinça dente de rato; navalhas histológicas descartáveis; capela química. 4.5.4 Laboratórios especializados O curso dispõe dos seguintes laboratórios específicos: - técnica dietética e tecnologia de alimentos, - microbiologia de alimentos, - nutrição experimental, - laboratório de habilidades 1 (avaliação nutricional). 133 1) LABORATÓRIO DE TÉCNICA DIETÉTICA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS Finalidade: suporte ao processo de ensino-aprendizagem, usado pelos professores e alunos vinculados aos projetos de pesquisa e disciplinas do Curso de Graduação em Nutrição, como Nutrição e Dietética, Módulo Integrado em Tecnologia e Análise de Alimentos I e II, entre outras. Área:110,28 m² Equipamento de Proteção individual e coletivo: EPI- Jaleco de manga longa; sapato fechado e touca descartável. Equipamentos e materiais: Batedeira industrial-Skypan 01,Fogão industrial 01,Liquidificador industrial 2L Metvisa 01, Liquidificador industrial 5L Metvisa 4, Moedor/picador de carne Poli 01, Processador de alimentos industrial Skymsen 01, Sanduicheira industrial Niw Queen 01, Espremedor de frutas industrial Metvisa 2, BatedeiraArno 3, Cafeteira elétrica Mallory 1, Churrasqueira elétrica 1, Cortador de legumes manual 01, Espremedor de frutas elétrico 02, Fogão 4 bocas Brantemp 5, Fritadeira elétrica Walita 1, Geladeira 2 porta 470 L Continental 02, Grill Greelling Machine 01, Liquidificador doméstico Arno 04, Microondas 30 L Brantemp 2, Panificadora elétrica Britânia 1, Processadores de alimentos Britânia 1, Balança digital precisão capacidade 300g Homis 02, Balança digital precisão capacidade 500g Bel 01, Balança digital precisão capacidade 3 kg Toledo 06, Balança digital precisão capacidade 5kg Welmy 02, Balança digital precisão capacidade 300g Lutron 01, Balança digital precisão capacidade 500g Lutron 01, prato fundo, prato raso, prato de sobremesa, colher de sopa, colher de servi, colher de sobremesa , colher de chá, colher de café, garfo, faca, panelas, frigideiras, recipientes plásticos todos os tamanhos, refratários de vidro para alimento todos os tamanhos, garrafa térmica, termômetros, utensílios para cozinha em geral. Serviços: Oficina gastronômica funcional durante o dia da responsabilidade social; oficina prática sobre capacitação de boas práticas para os manipuladores dos hospitais conveniados. 134 2) LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA DOS ALIMENTOS Finalidade: suporte aos processos de ensino-aprendizagem das disciplinas controle higiênico dos alimentos, módulo integrado de alimentos I, módulo integrado de alimentos II e TCC I e II, permitindo que o aluno desenvolva atividades relacionadas com a detecção, isolamento, identificação, quantificação e cultivo de microorganismos diversos, em alimentos ou outros materiais, bem como técnicas de microscopia de esterilização, higienização e sanitização de processos industriais e laboratoriais. Área: 86,14 m2 Principais equipamentos: 04 contadores de colônias mecânico Phoenix, 02 banhomaria microprocessador com agitação marca Quimis, 03 banho-maria microprocessador sem agitação, 05 estufa bacteriológicas, 01 estufa de secagem, 01 estufa de esterilização, 01 destilador, 01 destilador de água tipo pilsen Q341, 02 micro-ondas, 01 homogeneizador stomacher, 01 autoclave vertical phoemix, 01 autoclave horizontal stermax, 02 refrigeradores esmaltec 340L, 01 capela de fluxo laminar vertical mini – Q 216F. Serviços: Capacitação de boas práticas para os manipuladores, análise microbiológica da água e copos de plásticos utilizados nas escolas municipais de Parnamirim pelas crianças e conscientização dos manipuladores e funcionários sobre os processos corretos de higienização. 135 3) LABORATÓRIO DE BROMATOLOGIA Finalidade: suporte ao processo de ensino-aprendizagem, atendendo as disciplinas módulo integrado de alimentos I e II, TCC I e II. Oportuniza ao aluno aprendizagem relacionada à análise físico-química dos alimentos, essencial na detecção de fraudes em alimentos e avaliação da composição centesimal em macro e micronutrientes. É usado pelos professores e alunos da UnP, demais Unidades Acadêmicas, e, ainda, para realização de atividades extracurriculares. Área: 100,85m2 Principais equipamentos: 01 Digestor de Fibras Quimis, 02 balanças eletrônicas analíticas, 02 balanças de precisão Quimis, 01 banho maria microprocessado, 03 bombas de vácuo e pressão, 01 capela de exaustão de gases grande, 01 centrífuga para butirômetros, 01 bloco microdigestor de Kjeldahl, 01 destilador de Kjeldahl semi-automático, 01 estufa micoprocessada com circulação de ar Quimis, 01 forno mufla microprocessado, 02 phmetro de bancada, 01 destilador de água tipo pilsen Quimis. 4) LABORATÓRIO DE NUTRIÇÃO EXPERIMENTAL Finalidade: espaço para aulas práticas sobre a qualidade nutricional de diversos alimentos e dietas. Através de estudos biológicos é avaliada a biodisponibilidade de nutrientes, bem como o efeito tóxico de substâncias químicas presentes nos alimentos. Em estudos realizados com animais, é possível determinar a introdução de novos alimentos e verificar, biologicamente, as alterações da qualidade nutricional que ocorrem durante a manipulação e processamento dos alimentos e dietas. Área: 79,91 m2 136 Principais Equipamentos: 01 Balança digital Filizola (capacidade 100g -15 kg, precisão de 0,5g); 01 Balança digital Balmak (capacidade 10g - 2500g, precisão de 0,05g); 02 Balanças digitais Filizola (capacidade 10g- 3kg, precisão de 0,5g); 02 Balanças digitais de precisão Elavi DS (capacidade 0,01g- 600g, precisão de 0,01g); 03 Balanças digitais de precisão -BEL Engineering SÉRIE M (capacidade 0,50g 1700g, precisão de 0,01g); 01 Refrigerador duplex, 350L, frost free -Brastemp; 01 Estufa ventilada DM/VF – 70 MILANE; 02 Liquidificadores industriais (BRAESI); 01 Liquidificador Performa Magicleaperforma Magiclean-Arno; 01 Fogão 4 bocas Brastemp; 01 Aparelho Gelágua piso – Esmaltec; 01 Estante ventilada-Alesco 2 portas; 01 Gaioleiro metabólicos- estrutura de aço; 12 gaiolas metabólicas – polipropileno; 02 Pipetadores automáticos Kacil (10 ul/pont. A1); 01 Pipetador automático Kacil (05 ul/pont. A1); 02 Pipetadores automáticos Kacil (20ul/pont.); 03 Pipetadores automáticos Kacil (1000 ul/pont.); 01 Pipetador automático Kacil (250 ul/pont.); 03 Agitadores de tubos QL-901- BIOMIXER; 01 Agitador de tubos- Fisatom; 04 paquímetros digitais- Digimess (300mm); 01 Espectrofotômetro UV – VS-Quimis; 01 Centrífuga de bancada não refrigerada - Celm Combat; 01 Batedeira Industrial Planetária-MB Braesi (capacidade máxima 12kg); Batedeira Industrial-MB Braesi (capacidade máxima 6kg); 02 Banhos maria Quimis. 5) LABORATÓRIO DE AVALIAÇÃO NUTRICIONAL Com funcionamento no laboratório de habilidades 1, o laboratório de avaliação nutricional destina-se à construção de competências e habilidades relacionadas à avaliação do estado nutricional de indivíduos e grupos a partir da aferição de medidas antropométricas e de indicadores clínicos, bioquímicos, nutricionais, dietéticos e sócio-demográficos. 137 4.6 COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA Órgão colegiado interdisciplinar e independente, de caráter consultivo, deliberativo e educativo, o Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) tem o objetivo de defender os interesses dos sujeitos de pesquisas em sua integridade e dignidade e contribuir no desenvolvimento da pesquisa dentro de padrões éticos. Toda e qualquer pesquisa que envolva seres humanos ou animais só pode ser iniciada após aprovação desse Colegiado, a quem compete analisar os protocolos de pesquisa, envolvendo seres humanos, e materiais deles advindos; animais e aspectos de biossegurança, inclusive os multicêntricos. Cabe-lhe ainda a responsabilidade primária pelas decisões sobre os aspectos éticos, científicos e metodológicos, incluindo a pertinência e o alcance sócio-científico da pesquisa a ser desenvolvida na Universidade Potiguar, de modo a garantir e resguardar a integridade e os direitos dos voluntários participantes nas referidas pesquisas. 138 ANEXOS 139 ANEXO A EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS ESTRUTURAS CURRICULARES 201029 E 2012 29 A sequência de apresentação das ementas das disciplinas das duas estruturas é feita com base na matriz 2010, indicando-se, no caso de mudança na oferta, as séries de uma e outra matriz. 140 1ª SÉRIE 141 ATIVIDADES INTEGRADAS EM SAÚDE EMENTA Estudo das concepções de integralidade. Trabalho em equipe na saúde. Multidisciplinaridade, interdisciplinaridade e transdisciplinaridade. Problematização do trabalho em saúde e as condições de vida da população. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANDRADE, Luiz Odorico Monteiro de. A saúde e o dilema da intersetorialidade. São Paulo: Hucitec, 2006. 293p. BORGES, Lívia de Oliveira (Org.). Os profissionais de saúde e seu trabalho. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2005. 344p. PINHEIRO, Roseni; MATTOS, Ruben Araujo de (Org.). Construção social da demanda: direito à saúde, trabalho em equipe, participação e espaços públicos. 2.ed. Rio de Janeiro: CEPESC, 2010. 305p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PINHEIRO, Roseni; MATTOS, Ruben Araujo de (Org.). Construção da integralidade: cotidiano, saberes e práticas em saúde. 5.ed. Rio de Janeiro: EDUERJ, 2010. 228p. PINHEIRO, Roseni; MATTOS, Ruben Araujo de (Org.). Cuidado: as fronteiras da integralidade. 4.ed. Rio de Janeiro: CEPESC, 2008. 321p. GIOVANELLA, Lígia et al (Org.). Políticas e sistema de saúde no Brasil. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2008. 1110p. 1 reimp. 2009. SAITO, Raquel Xavier de Souza (Org.). Integralidade da atenção: organização do trabalho no programa saúde da família na perspectiva sujeito-sujeito. São Paulo: Martinari, 2008. TEIXEIRA, Carmen Fontes; SOLLA, Jorge Pereira. Modelo de atenção a saúde: promoção, vigilância e saúde da família [Online]. Salvador: EDUFBA, 2006. 237p. Sala de Aula series, nº3. Disponível em: <http://books.scielo.org> 142 ESTILO DE VIDA, SAÚDE E MEIO AMBIENTE EMENTA Modos de vida e o processo saúde-doença da população. Condicionantes e determinantes das condições de saúde em relação com os modos de vida. Saúde ambiental, sustentabilidade e promoção à vida. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FREITAS, Carlos Machado de; PORTO, Marcelo Firpo. Saúde, ambiente e sustentabilidade. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2006. 120p. ORTIGOZA, Silvia Aparecida Guarnieri; CORTEZ, Ana Tereza C.(Org.). Da produção ao consumo: impactos socioambientais no espaço urbano [Online]. São Paulo: UNESP/Cultura Acadêmica, 2009. 146p. Disponível em: <http://books.scielo.org>. NOGUEIRA, Roberto Passos. Do físico ao médico moderno: a formação social da prática médica. São Paulo: UNESP, 2007. 174p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANTUNES, Ricardo. Os sentidos do Trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho. 2.ed. São Paulo: Boitempo editorial, 2009. 287p. BRASIL. Ministério da Saúde. Política nacional de promoção da saúde. 3.ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2010. 59p. DREW, David. Processos interativos homem - meio ambiente. 8.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011. 206p. FIALHO, Francisco A. Pereira. Gestão da conhecimento. Florianopolis: Visual books, 2008. sustentabilidade na era do PHILIPPI Jr., Arlindo (Ed.). Saneamento, saúde e ambiente: fundamentos para um desenvolvimento sustentável. 0ª ed. Barueri: Manole, 2005. 842p. 1 reimp. 2008. 143 FUNDAMENTOS BÁSICOS EM CIÊNCIAS DA SAÚDE EMENTA História das ciências físicas, químicas e biológicas e suas relações com o processo formativo dos profissionais da saúde. A origem da vida na Terra e os fatores e processos físicos e químicos relacionados com os processos biológicos que permitiram a evolução e desenvolvimento funcional das células atuais. Conceitos básicos e funcionais de citologia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ATKINS, Peter; JONES, Loretta. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. 3.ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. 965p. Reimp. 2007. JUNQUEIRA, L. C; CARNEIRO, José. Biologia celular e molecular. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 332p. OKUNO, Emico; CALDAS, Iberê Luiz; CHOW, Cecil. Física para ciências biológicas e biomédicas. São Paulo: Harbra, 1986. 490p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALBERTS, Bruce et al. Biologia molecular da célula. 5.ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 1268p. ALBERTS, Bruce et al. Fundamentos da biologia celular. 2.ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 740p. Reimp. 2007, 2008. HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de Física 1: mecânica. 8.ed. Rio de Janeiro: LCT, 2009. 349P. NUSSENZVEIG, H. Moysés. Curso de fisica básica 3: eletromagnetismo: 107 problemas. São Paulo: Edgard Blücher, 1997. v.3 . 323p. 1ª reimp.1999. KARP, Gerald. Biologia celular e molecular: conceitos e experimentos. 3.ed. Barueri: Manole, 2005. 786p. 144 INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO SUPERIOR EMENTA O que é Universidade. O papel do universitário no ensino superior. Ensino, pesquisa e extensão. Políticas de direito à educação superior. Programas de inclusão na Universidade. Programas de avaliação. O público e o privado na educação superior. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996. Reimp. 2006, 2007,2009,2010 DIAS Sobrinho, José. Dilemas da educação superior no mundo globalizado: sociedade do conhecimento ou economia do conhecimento? São Paulo: Casa do Psicólogo, 2005. 258p. 1 reimp. 2010. RAMOS, Marise Nogueira. A pedagogia das competências: autonomia ou adaptação? 3.ed. São Paulo: Cortez, 2006. 320p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. 13ed. São Paulo: Ática, 2004. 424p. Reimp. 2005, 2006, 2008. CHAUÍ, Marilena. Escritos sobre a universidade. São Paulo: Universidade Estadual Paulista, 2001. 205p. DEMO, Pedro. Educar pela pesquisa. 8.ed. Campinas: Autores Associados, 2007. 130p. PINTO, Álvaro Vieira. A questão da universidade. 2.ed. São Paulo: Cortez, 1994. 102p. SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 3.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2009. 154p. 145 INTRODUÇÃO À NUTRIÇÃO EMENTA Conceitos básicos em Nutrição. As Leis da Nutrição. Os grupos alimentares. Alimentação e qualidade de vida. As diferentes áreas de atuação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MAHAN, L. Kathleen; ESCOTT-STUMP, Sylvia. Krause: alimentos, nutrição & dietoterapia. 12.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 1351p. PHILIPPI, Sonia Tucunduva (Coord.). Pirâmide dos alimentos: fundamentos básicos da nutrição. Barueri: Manole, 2008. 387p. 1 reimp. 2009. VITOLO, Márcia Regina. Nutrição: da Gestação ao Envelhecimento. Rio de Janeiro: Rúbio, 2008. 628p. reimp. 2009,2010, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DOLINSKY, Manuela (Org.). Nutrição funcional. São Paulo: Roca, 2009. 204p. FISBERG, Regina Mara et al. Inquéritos alimentares: métodos e bases científicos. Barueri: Manole, 2005. 334p. 1 reimp. 2007. FREITAS, Suzana Maria Lemos de. Alimentos com alegação diet ou light: definições, legislação e orientações para consumo [Online]. São Paulo: Atheneu, 2005. 138p. Disponível em: <http://www.portaldapesquisa.com.br>. GUEDES, Ana Emília Leite (Org.). As ações de nutrição na atenção à saúde: reflexões, desafios e perspectivas. Natal: EDUFRN, 2006. 108p. MALUF, Renato. Segurança Alimentar e Nutricional. 3.ed. Petrópolis: Vozes, 2011. 174p. 146 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO EMENTA Relações de significação e construção de sentido. Os gêneros textuais e a interação entre autor, texto e leitor. A textualidade e suas relações com o processo de construção discursiva. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristovão. Prática de texto: para estudantes universitários. 8.ed. Petrópolis: Vozes, 2010. 233p KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e escrever: estratégias de produção textual. São Paulo: Contexto, 2009. 220p. Reimp. 2010, 2011. MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. 3.ed. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. 295p. Reimp. 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender: os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, c2006. 216p. 2 reimp. 2008, 2009, 2010. KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. Argumentação e linguagem. 11.ed. São Paulo: Cortez, 2008. 240p. MARCUSCHI, Luiz Antônio. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. 10.ed. São Paulo: Cortez, 2010. 133p. Reimp. 2011. SILVIA, Sílvio Luis da. Leitura e produção de texto. Natal: EdUnP, 2010. 207p. SOUZA, Luiz Marques de; CARVALHO, Sérgio Waldeck. Compreensão e produção de textos. 5.ed. Petrópolis: Vozes, 2000. 147 2ª SÉRIE 148 ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR E BIOSSEGURANÇA EMENTA Histórico do atendimento pré-hospitalar. Normatização e medidas de biossegurança. Classificação de materiais e riscos de contaminação no atendimento pré-hospitalar. Diferenças e métodos de socorro, resgate e atendimento pré-hospitalar. Suporte básico de vida em situações clínicas e traumáticas. Avaliação inicial e secundária no atendimento pré-hospitalar. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HINRICHSEN, Sylvia Lemos. Biossegurança e controle de infecções: risco sanitário hospitalar. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 865p. Reimp 2009. NATIONAL ASSOCIATION OF EMERGENCY MEDICAL TECHNICIANS. Atendimento pré-hospitalar ao traumatizado: básico e avançado = PHTLS prehospital trauma life support. 6.ed. São Paulo: Elsevier, 2007. 596p. OLIVEIRA, Beatriz Ferreira Monteiro; PAROLIN, Mônica Koncke Fiuza; TEIXEIRA Júnior, Edison Vale. Trauma: atendimento pré-hospitalar. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2007. 542p. 1 reimp. 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de primeiros socorros. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2003. 206p. HEBERT, Sizínio et al. Ortopedia e traumatologia: princípios e prática. 4.ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 1693p. HIRATA, Mario Hiroyuki ; MANCINI FILHO, Jorge. Manual de biossegurança. São Paulo: Manole, 2002. 492p. reimp. 2008. PEITZMAN, Andrew B. Et al. Trauma: Manual prático. 2. ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2006. 568p. SALES, Alcides José Ramos. Biossegurança: um repente, de repente para controle de risco. Rio de Janeiro: Fiocruz, c2005. 44p. 149 BASES PEDAGÓGICAS EM EDUCAÇÃO NUTRICIONAL EMENTA Os processos de ensino e aprendizagem a partir de uma abordagem pedagógica com foco na educação em saúde. Didática na educação alimentar. Reflexão crítica sobre o papel de educador do profissional nutricionista. Práticas educativas nas diferentes áreas de atuação. Metodologia da educação alimentar e nutricional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FAGIOLI, Daniela; NASSER, Leila Adnan Educação nutricional na infância e adolescência: planejamento, intervenção, avaliação. São Paulo: RCN, 2008. 241p. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996. Reimp. 2006, 2007, 2009, 2010. MERGULHÃO, Eliane; PINHEIRO, Sonia. Brincando de nutrição. 2.ed. São Paulo: Metha, 2008. 51p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASTOLFI, Jean-Pierre; DEVELAY, Michel. A didática das ciências. 13.ed. Campinas: Papirus, 2009, 132p. CANESQUI, Ana Maria; GARCIA, Rosa Wanda Diez. Antropologia e Nutrição: um diálogo possível. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2006. 303p. DIEZ-GARCIA, Rosa Wanda; CERVATO-MANCUSO, Ana Maria (Coord). Mudanças Alimentares e Educação Nutricional. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 411p. LINDEN, Sônia. Educação nutricional: algumas ferramentas de ensino. São Paulo: Livraria Varela, 2005. 153p. PADILHA, Paulo Roberto. Planejamento dialógico: como construir o projeto políticopedagógico da escola. 8.ed. São Paulo: Cortez, 2008. 157p. 150 CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E METODOLOGIA DA PESQUISA EMENTA A filosofia, o conhecimento e as ciências. Epistemologia da pesquisa. Fundamentos metodológicos de pesquisa. Metodologias de pesquisa. Métodos de pesquisa. Técnicas de pesquisa. Estratégias metodológicas. Projeto de pesquisa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. 13.ed. São Paulo: Ática, 2004. 424p. Reimp. 2005, 2005, 2008. GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 184p. Reimp. 2010. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. metodologia científica. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 297p. Fundamentos de BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AZEVEDO, Israel Belo de. O prazer da produção científica: descubra como é fácil e agradável elaborar trabalhos acadêmicos. 12. ed. São Paulo: Hagnos, 2006. 205p. Reimp. 2009. MINAYO, Maria Cecília. Desafio do Conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 11. ed. São Paulo: Hucitec. 2008. 407p. SANTOS, Boaventura de Sousa. Um discurso sobre as ciências. 7 ed. São Paulo: Cortez, 2010. 92p. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23.ed. São Paulo: Cortez, 2007. 304p. 6 reimp. 2011. YIN, Robert K. Estudo de caso: planejamento e métodos. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2010. 248p. 151 FUNDAMENTOS DE QUIMICA EMENTA Número de oxidação. Reações de oxi-redução. Introdução ao estudo das funções inorgânicas. Estudo das funções orgânicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARBOSA, Luiz Cláudio de Almeida. Introdução à química orgânica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004. 311p .Reimp. 2008. 2009. BROWN, Theodore L. et al. Química: a ciência central. 9.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. 972p. 1 reimp. 2007, 2010. BRUICE, Paula Yurkanis. Química orgânica. 4. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. Reimp. 2010, v.2 . 641p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ATKINS, Peter, JONES, Loretta. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. Reimp. 2007. MASTERTON, William L.; SLOWINSKI, Emil J; STANITSKI, Conrad L. Princípios de química. 6 ed. Rio de Janeiro: LTC, 1990. Reimp. 2009, 2012. McMURRY, John. Química orgânica 1 e 2. São Paulo: Cengage Learning, 2005. 925p. 3 reimp. 2009. SOLOMONS, T W. Graham; FRYHLE, Craig B. Química orgânica 1. 9.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. 675p. VOLLHARDT, K. Peter C.; SCHORE, Neil E. Química orgânica: estrutura e função. 4. ed. São Paulo: Bookman, 2004. reimp. 2006. 1112p. 152 MORFOLOGIA HUMANA EMENTA Aspectos fundamentais da macroscopia e microscopia do corpo humano. Desenvolvimento embrionário. Morfologia do organismo normal, das variações e das relações entre os níveis celulares e sistêmicos do organismo humano. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DÂNGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlo Américo. Anatomia básica dos sistemas orgânicos: com a descrição dos ossos, junturas, músculos, vasos e nervos. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 493p. JUNQUEIRA, L. C; CARNEIRO, José. Histologia básica. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 488p. MAIA, George Doyle. Embriologia humana. São Paulo: Atheneu, 1996. 115p. 7 reimp. 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOGART, Bruce Ian; ORT, Victoria H. Anatomia e Embriologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 438p. DI Fiore, Mariano S. H. Atlas de histologia. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1980. 229p. reimp. 2000, 2001. MARIEB, Elaine N.; HOEHN, Katja. Anatomia e Fisiologia 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 1046p. MOORE, Keith L.; PERSAUD, T. V. N. Embriologia básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 365p. NETTER, Frank. H. Atlas de anatomia humana. 4 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 548p. 153 PROCESSOS BIOLÓGICOS EMENTA Origem e evolução da vida. Organização morfológica e fisiológica da célula. Síntese e processos metabólicos em nível biomolecular e sistêmico. Leis e mecanismo da transmissão gênica e suas interferências na formação normal e anômala dos organismos vivos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALBERTS, Bruce et al. Fundamentos da biologia celular. 2.ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 740p. Reimp. 2007, 2008. NELSON, David L.; COX, Michael M. Lehninger princípios de bioquímica. 4. ed. São Paulo: Sarvier, 2006. 1202p. Reimpr. 2007. NUSSBAUM, Robert L; MCINNES, Roderick R; WILLARD, Huntington F. Thompson & Thompson genética médica. 7.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 525p. 2 tir. 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BURNS, George W; BOTTINO, Paul J. Genética. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991. 381p. Reimp. 2008. 381p. CAMPBELL, Mary K.; FARRELL, Shawn O. Bioquímica: volume 1 - bioquímica básica, volume 2 - biologia molecular, volume 3 - bioquímica metabólica. 5.ed. São Paulo: Thomson. 2007. 845p. JUNQUEIRA, L. C; CARNEIRO, José. Biologia celular e molecular. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 332p. MARZZOCCO, Anita; TORRES, Bayardo Baptista. Bioquímica Básica. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 386p. OTTO, Priscila Guimarães; OTTO, Paulo Alberto; FROTA-PESSOA, Oswaldo. Genética: Humana e Clínica .2.ed. Rio de Janeiro: Roca, 2004. 360p. 154 3ª SÉRIE 155 FUNDAMENTOS DA MATEMÁTICA E BIOESTATÍSTICA EMENTA Potenciação, radiciação, equações, logaritmos e função: noções básicas. Variáveis e amostragem. Apresentação de dados em tabelas e em gráficos. Medidas de tendência central e de dispersão para uma amostra. Distribuição normal e binomial. Planejamento experimental. Teste de Hipóteses. Teste t de Student para amostras pareadas e independentes, e análise de variância (ANOVA). Noções de correlação e regressão linear. Introdução aos testes não-paramétricos: testes do quiquadrado, de Wilcoxon, de Mann-Whitney e de Kruskal-Wallis. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BERQUÓ, Elza Salvatori; GOTLIEB, Sabina Léa Davidson; SOUZA, José Maria Pacheco de. Bioestatística. 2.ed. São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária, 1981. 350p. 10 reimp. 2003,2005,2007, 2009. VIEIRA, Sônia Oelke. Introdução à bioestatística. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 345p. 3 tir. 2008. VIEIRA, Sônia Oelke. Bioestatística: tópicos avançados. 2.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2003. 216p. 7 tir. 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CALLEGARI-JACQUES, Sídia M. Bioestatística: princípios e aplicações. Alegre: Artmed, 2003. 255p. Reimp. 2006, 2008. Porto CRESPO, Antônio Arnot. Estatística fácil. 19.ed. São Paulo: Saraiva, 2009. 218p. IEZZI, Gelson; MURAKAMI, Carlos. Fundamentos de matemática elementar 1: conjuntos, funções. 8.ed. São Paulo: Atual, 2004. 374p. reimp. 2009, 2010 PAGANO, Marcello.; GAUVREAU, Kimberlee. Princípios de Bioestatística. São Paulo: Thomson Learning, 2004. 506p. reimp. 2006, 2008. SOARES, José Francisco; SIQUEIRA, Arminda Lucia. Introdução à estatística médica. 2.ed. Belo Horizonte: UFMG, 2002. 300p. Reimp. 2010 156 MECANISMOS DE AGRESSÃO E DEFESA EMENTA Características biológicas dos organismos patogênicos, suas interações com o organismo humano e a resposta deste mediada pelo sistema imunológico. Métodos laboratoriais utilizados na prática clínica investigativa para diagnóstico dos agravos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA NEVES, David Pereira (Ed.). Parasitologia humana. 11.ed. São Paulo: Atheneu, 2005. 494p. Reimp. 2007,2010. ROITT, Ivan; RABSON, Arthur. Imunologia básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2003. 182p. Reimp 2009. TRABULSI, Luiz Rachid (Ed.); ALTERTHUM, Flavio (Ed.). Microbiologia. 5.ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 760p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABBAS, Abul K; LICHTMAN, Andrew H. Imunologia básica: funções e distúrbios do sistema imunológico. 3.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 314p. CALICH, Vera; VAZ, Celidéia. Imunologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2009. 323p. CIMERMAN, Benjamin; CIMERMAN, Sérgio. Parasitologia humana e seus fundamentos gerais. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2002. 390p. Reimp. 2008, 2010. OPLUSTIL, Carmen Paz , et al. Procedimentos básicos em microbiologia clínica. 3. ed. São Paulo: Sarvier, 2010. 530p. TORTORA, Gerard J; CASE, Christine L; FUNKE, Berdell R. Microbiologia. 8.ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 894p. Reimp. 2008. 157 PSICOLOGIA APLICADA À NUTRIÇÃO EMENTA Principais temáticas em saúde: saúde pública no Brasil, prevenção de doenças e promoção de saúde, humanização e interdisciplinaridade. Aspectos psicossociais do processo saúde e doença. Impacto psicológico do adoecimento e da morte para o indivíduo e para os cuidadores, bem como dos fatores envolvidos na relação profissional de saúde paciente. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALVARENGA, Marle; SCAGLIUSI, Fernanda Baeza; PHILIPPI, Sonia Tucunduva (Org.). Nutrição e transtornos alimentares: avaliação e tratamento. Barueri: Manoel, 2011. 521p. BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes Trassi. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. 14.ed. São Paulo: Saraiva, 2009. 368p. BUSSE, Salvador de Rosis (Org.). Anorexia, bulimia e obesidade. Barueri: Manole, c2004. 366p.- 1. reimp 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANGERAMI-CAMON, Valdemar Augusto; CHIATTONE, Heloisa Benevides de Carvalho; NICOLETTI, Êdela Aparecida. O doente, a psicologia e o hospital. São Paulo: Pioneira, 2002. 110p. ANGERAMI-CAMON, Valdemar Augusto. Novos rumos na psicologia da saúde. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002. 187p. BAUMAN, Zygmunt. O mal-estar da pós-modernidade. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1998. 272p. DAVIDOFF, Linda L. Introdução à psicologia. 3.ed. São Paulo: Makron Books do Brasil, 2001. Reimp. 2009. 798p. SPINK, Mary Jane P. Psicologia social e saúde: práticas, saberes e sentidos. 7.ed. Petrópolis: Vozes, 2010. 339p. 158 SISTEMAS CORPORAIS EMENTA Aspectos morfofisiológicos dos sistemas corporais na normalidade. Aspectos patológicos e suas relações farmacológicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CURI, Rui; ARAÚJO Filho, Joaquim Procopio de. Fisiologia básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 857p. DAVIES, Andrew. Fisiologia humana. Porto Alegre: Artmed, 2002. 980p. MOORE, Keith L; DALLEY, Arthur F. Anatomia orientada para a clínica. 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 1101p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CABRERA, Marilia Abud de; ROSA, Rossana Abud Cabrera; PERALTA, Casimiro Cabrera. Fisiologia: aprendendo no laboratório. São Paulo: Sarvier, 1998. 119p. DOUGLAS, Carlos Roberto. Tratado de fisiologia aplicada às ciências médicas. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 1404p. HERLIHY, Barbara; MAEBIUS, Nancy K. Anatomia e Fisiologia do corpo humano saudável e enfermo. São Paulo: Manole, 2002. 555p. KUMAR, Vinay et al. Robbins & Cotran Patologia - bases patológicas das doenças. 8.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 1458p. TORTORA, Gerard J; DERRICKSON, Bryan. Princípios de anatomia e fisiologia. 12.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. 1228p. 159 TÉCNICA DIETÉTICA E GASTRONOMIA (APENAS NA ESTRUTURA 2012) EMENTA Indicadores culinários. Fichas técnicas de preparações. História e técnicas gastronômicas aplicadas à nutrição e ao turismo. Cardápios adequados à produção de alimentos, à cultura, à economia e ao indivíduo ou grupo, em coletividades sadias ou enfermas. Variações e modificações no valor nutritivo dos alimentos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARAÚJO,Wilma M. C. et al (Org.). Alquimia dos alimentos. 2.ed. Brasília: SENAC, 2011. v.2 . 557p. ORNELLAS, Lieselotte Hoeschl. Técnica dietética: seleção e preparo de alimentos. 8.ed. São Paulo: Atheneu, 2007. 276p. PHILIPPI, Sonia Tucunduva. Nutrição e técnica dietética. 2.ed. Barueri: Manole, 2006. 402p. 3 reimp.2008- 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARAÚJO, Maria Odete Dantas de; GUERRA, Thérbia Maria de Medeiros. Alimentos Per Capita. 2.ed. Natal: Ed. da UFRN, 1995. 323p. DOMENE, Semíramis Martins Álvares. Técnica dietética: teoria e aplicações. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 249p. PINHEIRO, Ana Beatriz Vieira et al.Tabela para avaliação de consumo alimentar em medidas caseiras. 5.ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 131p. Reimp. 2009. PHILIPPI, Sonia Tucunduva. Tabela de composição de alimentos: suporte para decisão nutricional. 3.ed. São Paulo: Gráfica Coronário, 2012. 161p. PACHECO, Manuela. Tabela de Equivalentes, Medidas Caseiras e Composição Química dos Alimentos. Rio de Janeiro: Rubio, 2006. 654p. 160 MÓDULO INTEGRADO EM TECNOLOGIA E ANÁLISE DE ALIMENTOS I (APENAS NA ESTRUTURA 2010) EMENTA Composição e beneficiamento de alimentos. Controle de reações por alterações de ordem química, bioquímica e fisiológica que afetam a qualidade e interferem na conservação de alimentos. Análises microbiológicas no controle microbiano. Aplicação de análises físico-químicas para determinação da composição química por métodos qualitativos e quantitativos (grupos alimentares de cereais, leguminosas, tubérculos, raízes, leite, ovos e seus derivados). BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa et al (Org.). Tratado de saúde coletiva. 2.ed. São Paulo: Hucitec, 2009. 871p. 1 reimp. 2009. Tecnologia de alimentos. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2006. 652p. FRANCO, Bernadette Dora Gombossy de Melo; LANDGRAF, Mariza. Microbiologia dos Alimentos. São Paulo: Atheneu, 2006. 182p. Reimp. 2008. KOBLITZ, Maria Gabriela Bello. Bioquímica de alimentos: teoria e aplicações práticas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 242p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOBBIO, Florinda Orsatti; BOBBIO, Paulo A. Manual de laboratório de química de alimentos. São Paulo: Livraria Varela, 2003. 135p. BOBBIO, Paulo A; BOBBIO, Florinda Orsatti. Química do processamento de alimentos. 3.ed. São Paulo: Livraria Varela, 2001. 143p. CECCHI, Heloísa Máscia. Fundamentos teóricos e práticos em análise de alimentos. 2.ed. Campinas: Ed. Universidade Estadual de Campinas, 2003. 207p. reimp. 2009, 2010, 2011 GAVA, Altanir Jaime. Tecnologia de alimentos: princípios e aplicações. São Paulo: Nobel, 2009. reimp. 2010 SGARBIERI, Valdemiro Carlos. Alimentação e nutrição: fator de saúde e desenvolvimento. São Paulo: Almed, 1987. 387p. 161 4ª SÉRIE 162 ÉTICA E BIOÉTICA EMENTA Ética, moral e direito. Ética profissional – conceitos relevantes. Relações interpessoais. Princípios e postura ética na atuação profissional. O código de ética do Nutricionista. Teoria do Principalismo. Conselhos e órgãos de classe. O exercício da Nutrição no Brasil. Bioética – conceitos e princípios fundamentais. Bioética e pesquisa em saúde. Bioética e a relação profissional-paciente. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SUNG, Jung Mo; SILVA, Josué Cândido da. Conversando sobre ética e sociedade. 16.ed. Petrópolis: Vozes, 2009. 117p. VÁZQUEZ, Adolfo Sánchez. Ética. 31.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2010. 302p. VALLS, Álvaro L. M. O que é ética. 9.ed. São Paulo: Brasiliense, 1994. 82p. 18 reimp. 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GALLO, Sílvio (Coord.) Ética e Cidadania: caminhos da filosofia. 20.ed. São Paulo: Papirus, 2011. 112p. OLIVEIRA, Fátima. Bioética: uma face da cidadania. 2. ed. São Paulo: Moderna, 2004. 200p. Impr. 2006,2008. PESSINI, Leo; BARCHIFONTAINE, Christian de Paul de. Problemas atuais de bioética. 7.ed. São Paulo: Centro Universitário São Camilo, 2005. 579p. SGRECCIA, Elio. Manual de bioética: fundamentos e ética biomédica. 2.ed. São Paulo: Edições Loyola, 2002. 686p. SROUR, Robert Henry. Poder, cultura e ética nas organizações. 9.ed. Rio de Janeiro: Campus, 1998. 336p. 163 GESTÃO E EMPREENDEDORISMO EMENTA Introdução ao empreendedorismo. Perfil do empreendedor. Identificação e viabilidade de novos empreendimentos. Empreendedorismo em nutrição. Conceitos e ferramentas do marketing aplicados aos alimentos e à nutrição. Marketing e o profissional de nutrição. Responsabilidade social e ética no marketing nutricional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DOLABELA, Fernando. O segredo de Luísa: uma idéia, uma paixão e um plano de negócios: como nasce o empreendedor e se cria uma empresa. Rio de Janeiro: Sextante, 2008. 299p. CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espirito empreendedor. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 2008. 281p. LOHN, Vanderléia Martins. Empreendedorismo. Natal: Edunp, 2010. 244p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALBRECHT, Karl. Revolução nos serviços: como as empresas podem revolucionar a maneira de tratar os seus clientes. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003. 254p. BERNARDI, Luiz Antonio. Manual de Empreendedorismo e Gestão: Fundamentos, estratégias e dinâmicas. São Paulo: Atlas, 2008. 314p. COBRA. Marcos. Marketing básico: uma abordagem brasileira. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1997. reimp. 2009 CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando empreendedor. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 2008. 281p. asas ao espirito DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. 3.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 232p. 164 MÓDULO INTEGRADO EM TECNOLOGIA E ANÁLISE DE ALIMENTOS I (APENAS NA ESTRUTURA 2012) EMENTA Composição e beneficiamento de alimentos. Controle de reações por alterações de ordem química, bioquímica e fisiológica que afetam a qualidade e interferem na conservação de alimentos. Análises microbiológicas no controle microbiano. Aplicação de análises físico-químicas para determinação da composição química por métodos qualitativos e quantitativos (grupos alimentares de cereais, leguminosas, tubérculos, raízes, leite, ovos e seus derivados). BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa et al (Org.). Tratado de saúde coletiva. 2.ed. São Paulo: Hucitec, 2009. 871p. 1 reimp. 2009. Tecnologia de alimentos. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2006. 652p. FRANCO, Bernadette Dora Gombossy de Melo; LANDGRAF, Mariza. Microbiologia dos Alimentos. São Paulo: Atheneu, 2006. 182p. Reimp. 2008. KOBLITZ, Maria Gabriela Bello. Bioquímica de alimentos: teoria e aplicações práticas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 242p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOBBIO, Florinda Orsatti; BOBBIO, Paulo A. Manual de laboratório de química de alimentos. São Paulo: Livraria Varela, 2003. 135p. BOBBIO, Paulo A; BOBBIO, Florinda Orsatti. Química do processamento de alimentos. 3.ed. São Paulo: Livraria Varela, 2001. 143p. CECCHI, Heloísa Máscia. Fundamentos teóricos e práticos em análise de alimentos. 2.ed. Campinas: Ed. Universidade Estadual de Campinas, 2003. 207p. reimp. 2009, 2010, 2011 GAVA, Altanir Jaime. Tecnologia de alimentos: princípios e aplicações. São Paulo: Nobel, 2009. reimp. 2010 SGARBIERI, Valdemiro Carlos. Alimentação e nutrição: fator de saúde e desenvolvimento. São Paulo: Almed, 1987. 387p. 165 NUTRIÇÃO E DIETÉTICA EMENTA Guias alimentares. Macronutrientes, micronutrientes e fibras dietéticas. Importância da água para a saúde do indivíduo. Alimentos funcionais. Necessidades e recomendações de energia e nutrientes. Planejamento dietético para adultos saudáveis. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARDOSO, Marly Augusto; VANNUCCHI, Helio. Nutrição humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 345p. MAHAN, L. Kathleen; ESCOTT-STUMP, Sylvia. Krause: alimentos, nutrição & dietoterapia. 12.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 1351p. PHILIPPI, Sonia Tucunduva. Tabela de composição de alimentos: suporte para decisão nutricional. 3.ed. São Paulo: Gráfica Coronário, 2012. 161p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CUPPARI, Lilian (Coord.). Guia de Nutrição: nutrição clínica do adulto. 2 ed. São Paulo: Manole, 2005. reimp. 2010 DUTRA-DE-OLIVEIRA, J. E.; MARCHINI, J. Sérgio. Ciências Nutricionais: aprendendo a aprender. 2.ed. São Paulo: Savier, 2008. 760p. FISBERG, Regina Mara et al. Inquéritos alimentares: métodos e bases científicos. Barueri: Manole, 2005. 334p. 1 reimp. 2007. SILVA, Sandra Maria Chemin Seabra da. Tratado de alimentação, nutrição & dietoterapia. São Paulo: Roca, 2007. 1.122p. VITOLO, Márcia Regina. Nutrição: da gestação ao envelhecimento. Rio de Janeiro: Rúbio, 2008. 628p. reimp. 2009,2010, 2012. 166 SAÚDE COLETIVA EMENTA Políticas de saúde no Brasil. Questões epidemiológicas, modelos assistenciais e promoção da saúde. Estrutura do Sistema Único de Saúde. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COHN, Amélia (Org.). Saúde da família e SUS: convergências e dissonâncias. Rio de Janeiro: Beco do Azougue, 2009. 223p. ROUQUAYROL, Maria Zélia; ALMEIDA FILHO, Naomar de. Epidemiologia & saúde. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 708p. VASCONCELOS, Eymard Mourão. Educação popular e a atenção à saúde da família. 2.ed. São Paulo: Hucitec, 2001. 336p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASSOCIAÇÃO Paulista de Medicina. SUS - O que você precisa saber sobre o Sistema Único de Saúde. São Paulo: Atheneu, 2004. 256p. reimp. 2006, 2008. CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa et al (Org.). Tratado de saúde coletiva. 2.ed. São Paulo: Hucitec, 2009. 871p. 1 reimp. 2009. COHN, Amélia; ELIAS, Paulo Eduardo M. Saúde no Brasil: políticas e organização de serviços. 6ª ed. São Paulo: Cortez, 2005. 133p. LUZ, Madel T. Novos saberes e práticas em saúde coletiva: estudo sobre racionalidades médicas. 3 ed. São Paulo: Hucitec, 2007. 174p. TADDEI,,José Augusto de Aguiar Carrazedo et al (Ed.). Nutrição em Saúde Pública. Rio de Janeiro: Rubio, 2011. 640p. Reimp. 2012. 167 SISTEMA GASTROINTESTINAL EMENTA Estruturas anatômicas e seu funcionamento. O funcionamento do sistema gastrointestinal e das estruturas biológicas. Ações hormonal e neurológica que auxiliam no funcionamento do sistema gastrointestinal. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DAVIES, Andrew. Fisiologia humana. Porto Alegre: Artmed, 2002. 980p. DOUGLAS, Carlos Roberto. Fisiologia aplicada à nutrição. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 1074p. MOORE, Keith L; DALLEY, Arthur F. Anatomia orientada para a clínica. 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 1101p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CURI, Rui; ARAÚJO Filho, Joaquim Procopio de. Fisiologia básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 857p. DE Angelis, Rebeca Carlota; TIRAPEGUI, Julio. Fisiologia da nutrição humana: aspectos básicos, aplicados e funcionais. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2007. 565p. GUYTON, Artur C. Fisiologia humana. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1988. 564p. reimp. 2008. JUNQUEIRA, L. C; CARNEIRO José. Histologia Básica. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara koogan, 2008. 488p. TORTORA, Gerard J; DERRICKSON, Bryan. Princípios de anatomia e fisiologia. 12.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. 1228p. 168 SOCIEDADE E EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS (APENAS NA ESTRUTURA 2012) EMENTA Estrutura social e formação da sociedade brasileira. Etnocentrismo e questão racial no Brasil. Ações afirmativas para indígenas, negros e pardos e politicas da educação das relações étnico-raciais numa sociedade pluriétnica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AQUINO, Julio Groppa; CORAZZA, Sandra (Orgs). Abecedário da Educação da Diferença. Campina: Papirus, 2009. LUZ, Marco Aurélio. Cultura negra em tempos pós-modernos. [online]. 3ª. edição. Salvador: EDUFBA, 2008. 181 p. ISBN 9978-85-232-0531-7. Available from SciELO Books <http://books.scielo.org>: Disponível em: http://static.scielo.org/scielobooks/39h/pdf/luz-9788523205317.pdf SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 3.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HALL, Stuart. A identidade cultural na pós modernidade. 11ª. Ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2002. RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. 3ª. Ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. SAWAIA, Bader et. al. As artimanhas da exclusão: análise psicossocial e ética da desigualdade social. Bader Sawaia (Org.). 8ª. Ed. Petrópolis: Rio de Janeiro, Vozes, 2008. 169 PAGLIARO, H., et. al., Demografia dos povos indígenas no Brasil [online]. Heloísa Pagliaro, Marta Maria Azevedo e Ricardo Ventura Santos (Orgs.). Rio de Janeiro: Editora Fiocruz e Associação Brasileira de Estudos Populacionais/Abep. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2005. 192 p. ISBN: 85-7541-056-3. Available from SciELO Books <http://books.scielo.org>. Disponível em: http://static.scielo.org/scielobooks/qdgqt/pdf/pagliaro-8575410563.pdf Sociedade e educação das relações étnico-raciais/Arthur Luiz de Oliveira, Bruno Balbino Aires da Costa. Organização: Antônio Vladimir Félix da Silva – Natal: EdUnP, 2013. 190p.: il.; 20 X 28 cm. Ebook – Livro eletrônico disponível on-line SIB/Biblioteca Virtual UnP. 170 MÓDULO INTEGRADO EM TECNOLOGIA E ANÁLISE DE ALIMENTOS II (APENAS NA ESTRUTURA 2010) EMENTA Composição e beneficiamento de alimentos. Controle de reações por alterações de ordem química, bioquímica e fisiológica. Qualidade e conservação de alimentos. Análises microbiológicas: controle microbiano e aplicação de análises físico-químicas para determinação da composição química por métodos qualitativos e quantitativos (grupos alimentares de vegetais, carnes, óleos e gorduras e seus derivados). Análise sensorial em alimentos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DAVIES, Carlos Alberto. Alimentos e bebidas. 4.ed. Caxias do Sul: EDUCS, 2010. JAY, James M. Microbiologia de Alimentos. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 711p. Reimp. 2008, 2009. PEREDA, Juan A. Ordóñez et al. Tecnologia de Alimentos: componenetes dos alimentos e processos. Porto Alegre: Artmed, 2005. 294p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOBBIO, Florinda Orsatti; BOBBIO, Paulo A. Introdução à química de alimentos. 3.ed. São Paulo: Livraria Varela, 2003. 238p. EVANGELISTA, José. Alimentos: um estudo abrangente. São Paulo: Atheneu, 2005. 450p.Reimp. 2007, 2009. EVANGELISTA, Jose. Tecnologia de alimentos. 2.ed.São Paulo: Livraria Ateneu, 2006. OETTERER, Marília. Fundamentos de Ciência e tecnologia de Alimentos. Barueri: Manole, 2006. 612p. RIBEIRO, Eliana Paula; SERAVALLI, Elisena A. G. Química de alimentos. 2.ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2007. Reimp. 2008, 2010, 2011 171 5ª SÉRIE 172 MÓDULO INTEGRADO EM TECNOLOGIA E ANÁLISE DE ALIMENTOS II (APENAS NA ESTRUTURA 2012) EMENTA Composição e beneficiamento de alimentos. Controle de reações por alterações de ordem química, bioquímica e fisiológica. Qualidade e conservação de alimentos. Análises microbiológicas: controle microbiano e aplicação de análises físico-químicas para determinação da composição química por métodos qualitativos e quantitativos (grupos alimentares de vegetais, carnes, óleos e gorduras e seus derivados). Análise sensorial em alimentos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DAVIES, Carlos Alberto. Alimentos e bebidas. 4.ed. Caxias do Sul: EDUCS, 2010. JAY, James M. Microbiologia de Alimentos. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 711p. Reimp. 2008, 2009. PEREDA, Juan A. Ordóñez et al. Tecnologia de Alimentos: componenetes dos alimentos e processos. Porto Alegre: Artmed, 2005. 294p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOBBIO, Florinda Orsatti; BOBBIO, Paulo A. Introdução à química de alimentos. 3.ed. São Paulo: Livraria Varela, 2003. 238p. EVANGELISTA, José. Alimentos: um estudo abrangente. São Paulo: Atheneu, 2005. 450p.Reimp. 2007, 2009. EVANGELISTA, Jose. Tecnologia de alimentos. 2.ed.São Paulo: Livraria Ateneu, 2006. OETTERER, Marília. Fundamentos de Ciência e tecnologia de Alimentos. Barueri: Manole, 2006. 612p. RIBEIRO, Eliana Paula; SERAVALLI, Elisena A. G. Química de alimentos. 2.ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2007. Reimp. 2008, 2010, 2011 173 MÓDULO INTEGRADO DE NUTRIÇÃO EM MATERNO INFANTIL EMENTA Abordagem multidisciplinar da população formada por gestantes, lactantes e lactentes com ênfase na avaliação nutricional, nas recomendações de nutrientes, no consumo de alimentos saudáveis e necessidades nutricionais. Aleitamento materno. Planejamento de dietas e adequação dietoterápica para esta população. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ACCIOLY, Elizabeth; LACERDA, Elisa Maria de Aquino; SAUNDERS, Cláudia. Nutrição em obstetrícia e pediatria. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 649p. MAHAN, L. Kathleen; ESCOTT-STUMP, Sylvia. Krause: alimentos, nutrição & dietoterapia. 12.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 1351p. VITOLO, Márcia Regina. Nutrição: da Gestação ao Envelhecimento. Rio de Janeiro: Rúbio, 2008. 628p. reimp. 2009,2010, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BEHRMAN, Richard E. et al. Nelson tratado de pediatria. 18.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 2v. CARVALHO, Marcus Renato de; TAMEZ, Raquel N. Amamentação: bases científicas. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 432p. LOPES, Fábio Ancona; CAMPOS JÚNIOR, Dioclécio. Tratado de Pediatria. 2.ed. São Paulo: Sociedade Brasileira de Pediatria, 2010. v. 2. MONTEIRO, Jacqueline Pontes; CAMELO JÚNIOR, José Simon (Coord.). Caminhos da nutrição e terapia nutricional: da concepção à adolescência. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 602p. WEFFORT, Virgínia Resende Silva; LAMOUNIER, Joel Alves (Coord.). Nutrição em Pediatria: da Neonatologia a Adolescência. São Paulo: Manole, 2009. 661p. Reimp.2010 174 MÓDULO INTEGRADO DE NUTRIÇÃO NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA EMENTA Abordagem multidisciplinar da população formada por crianças e adolescentes na faixa etária de 3 a 18 anos. Avaliação nutricional: recomendações, consumo e necessidades nutricionais. Orientação na alimentação e planejamento de dietas. Carências, excessos nutricionais, suporte nutricional e dietoterapia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DUARTE, Antonio Cláudio Goulart. Avaliação nutricional: aspectos clínicos e laboratoriais. São Paulo: Atheneu, 2007. 607p. MURA, Joana D'Arc Pereira; SILVA, Sandra M. Chenin da. Tratado de alimentação, nutrição e dietoterapia. 2.ed. São Paulo: Roca, 2011. 1309p. VITOLO, Márcia Regina. Nutrição: da Gestação ao Envelhecimento. Rio de Janeiro: Rúbio, 2008. 628p. reimp. 2009,2010, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ACCIOLY, Elizabeth; LACERDA, Elisa Maria de Aquino; SAUNDERS, Cláudia. Nutrição em obstetrícia e pediatria. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 649p. MONTEIRO, Jacqueline Pontes; CAMELO JÚNIOR, José Simon (Coord.). Caminhos da nutrição e terapia nutricional – da concepção a adolescência. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 602p. PALMA, Domingos; ESCRIVÃO, Maria Arlete Meil Schimith; OLIVEIRA, Fernanda Luisa Ceragioli. Guia de Nutrição Clínica na Infância e na Adolescência. São Paulo: Manole, 2009. 661p. PRIORE, Silvia Eloiza et al (Org.). Nutrição e saúde na adolescência. Rio de Janeiro: Rubio, 2010. 460p. VANNUCCHI, Helio (Coord.); MARCHINI, Julio Sérgio (Coord.). Nutrição clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 445p. 175 NUTRIÇÃO SOCIAL EMENTA Fundamentos e conceitos de nutrição e saúde pública. Determinantes sociais da fome e desnutrição no Brasil. Os principais problemas nutricionais em populações: fatores determinantes e avaliações do estado nutricional. Intervenções em saúde e nutrição. Programas nutricionais no Brasil. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GUEDES, Ana Emília Leite (Org.). As ações de nutrição na atenção à saúde: reflexões, desafios e perspectivas. Natal: EDUFRN, 2006. 108p. ROUQUAYROL, Maria Zélia; ALMEIDA FILHO, Naomar de. Epidemiologia & saúde. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 708p. TADDEI, José Augusto de Aguiar Carrazedo et al (Ed.). Nutrição em Saúde Pública. Rio de Janeiro: Rubio, 2011. 640p. Reimp. 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa et al (Org.). Tratado de saúde coletiva. 2.ed. São Paulo: Hucitec, 2009. 871p. 1 reimp. 2009. 652p. CASTRO, Josué de. Fome: um tema proibido: últimos escritos de Josué de Castro. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. 239p. FORTES, Paulo Antonio de Carvalho; ZOBOLI, Elma Lourdes Campos Pavone (Org.). Bioética e saúde pública. 3.ed. São Paulo: Centro Universitário São Camilo, 2004. 167p. MALUF, Renato. Segurança Alimentar e Nutricional. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 2011. 174p. MONTEIRO, Carlos Augusto. Velhos e novos males da saúde no Brasil. 2.ed. Pinheiros: Hucitec, 2006. 435p. 176 PROGRAMA INTERDISCIPLINAR COMUNITÁRIO EMENTA Práticas interdisciplinares de diagnóstico e sistematização das necessidades de saúde de comunidades. Metodologias de intervenção em atenção básica. Territorialização. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DEMO, Pedro. Participação é conquista. 6.ed. São Paulo: Cortez, 2009. 176p. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996. 165p. Reimp. 2006, 2007, 2009, 2010. PINHEIRO, Roseni; MATTOS, Ruben Araujo de (Org.). Construção social da demanda: direito à saúde, trabalho em equipe, participação e espaços públicos. 2.ed. Rio de Janeiro: CEPESC, 2010. 305p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DIEZ-GARCIA, Rosa Wanda; CERVATO-MANCUSO, Ana Maria (Coord). Mudanças alimentares e educação nutricional. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 411p. FREIRE, Paulo.; SHOR, Ira. Medo e ousadia: o cotidiano do professor. 12ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2008. 224p. GIOVANELLA, Lígia et al (Org.). Políticas e sistema de saúde no Brasil. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2008. 1110p. 1 reimp. 2009. MINAYO, Maria Cecília de Souza (Org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 28.ed.Petrópolis: Vozes, 2009. 108p. VASCONCELOS, Eymard Mourão. Educação popular e a atenção à saúde da família. 2.ed. São Paulo: Hucitec, 2008. 336p. 177 INTERAÇÃO DROGA-NUTRIENTE (APENAS NA ESTRUTURA 2012) EMENTA Processos relacionados com as vias de administração, absorção, biotransformação, eliminação de fármacos. Efeitos e mecanismos de ação dos fármacos no homem. Características e efeitos de substâncias químicas nos sistemas biológicos superiores e toxicidade no organismo humano. Atuação do nutricionista e terapêutica nutricional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FUCHS, Flávio Danni; WANNMACHER, Lenita; FERREIRA, Maria Beatriz Cardoso (Ed.). Farmacologia clínica: fundamentos da terapêutica racional. 3.ed.Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 1074p. RANG, H. P. Farmacologia. 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 703p. REIS, Nelzir Trindade. Nutrição clínica: interações. Rio de Janeiro: Rúbio, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COZZOLINO, Silvia M. Franciscato. Biodisponibilidade de nutrientes. 4.ed. Barueri: Manole, 2012. 1334p. DOUGLAS, Carlos Roberto. Patofisiologia geral: mecanismo da doença. São Paulo: Robe Editorial, 2000. 1392p. GUYTON, Arthur C.; HALL, John E. Tratado de fisiologia médica. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 1115p. SILVA, PENILDON. Farmacologia. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. 1.325p. WAITZBERG, Dan L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 4 ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 2v. 178 TÉCNICA DIETÉTICA E GASTRONOMIA (APENAS NA ESTRUTURA 2010) EMENTA Indicadores culinários. Fichas técnicas de preparações. História e técnicas gastronômicas aplicadas à nutrição e ao turismo. Cardápios adequados à produção de alimentos, à cultura, à economia e ao indivíduo ou grupo, em coletividades sadias ou enfermas. Variações e modificações no valor nutritivo dos alimentos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARAÚJO, Wilma M. C. et al (Org.). Alquimia dos alimentos. 2.ed. Brasília: SENAC, 2011. v.2. 557p. ORNELLAS, Lieselotte Hoeschl. Técnica dietética: seleção e preparo de alimentos. 8.ed. São Paulo: Atheneu, 2007. 276p. PHILIPPI, Sonia Tucunduva. Nutrição e técnica dietética. 2.ed. Barueri: Manole, 2006. 402p. 3 reimp.2008- 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARAÚJO, Maria Odete Dantas de; GUERRA, Thérbia Maria de Medeiros. Alimentos Per Capita. 2.ed. Natal: Ed. da UFRN, 1995. 323p. DOMENE, Semíramis Martins Álvares. Técnica dietética: teoria e aplicações. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 249p. PINHEIRO, Ana Beatriz Vieira et al.Tabela para avaliação de consumo alimentar em medidas caseiras. 5.ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 131p. Reimp. 2009. PHILIPPI, Sonia Tucunduva. Tabela de composição de alimentos: suporte para decisão nutricional. 3.ed. São Paulo: Gráfica Coronário, 2012. 161p. PACHECO, Manuela. Tabela de Equivalentes, Medidas Caseiras e Composição Química dos Alimentos. Rio de Janeiro: Rubio, 2006. 654p. 179 6ª SÉRIE 180 CONTROLE HIGIÊNICO DE ALIMENTOS EMENTA Perigos em alimentos. Doenças de Origem Alimentar (DOA’s). Legislação pertinente e Vigilância Sanitária. Boas Práticas de Fabricação (Manipulação) – BPF. Documentos e registros: procedimentos operacionais padronizados (POP’s). Instruções de Trabalho (IT) e Manual de Boas Práticas. Sistemas de qualidade: sistema para análise de perigos e pontos críticos de controle (APPCC). Categorização dos restaurantes como requisito para sistema de qualidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FRANCO, Bernadette Dora Gombossy de Melo; LANDGRAF, Mariza. Microbiologia dos Alimentos. São Paulo: Atheneu, 2006. 182p. Reimp. 2008. GERMANO, Pedro Manuel Leal. GERMANO, Maria Izabel Simões. Higiene e vigilância sanitária de alimentos. 4.ed. São Paulo: Manole, 2011. 1034p. SILVA JÚNIOR, Eneo Alves da. Manual de controle higiênico-sanitário em serviços de alimentação. 6.ed. São Paulo: Livraria Varela, 2007. 625p. Reimpr. 2010, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FORSYTHE, Stephen JS. J. Microbiologia da segurança alimentar. Porto Alegre: Artmed, 2002. 424p. Reimp.2007. JAY, James M. Microbiologia de Alimentos. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 711p. Reimp. 2008, 2009. ROUQUAYROL, Maria Zélia; ALMEIDA FILHO, Naomar de. Epidemiologia & saúde. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 708p. ROZENFELD, Suely. Fundamentos da vigilância sanitária. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2005. 301p. Reimp. 2004-2006. SANTOS JÚNIOR, Clever Jucene dos. Manual de segurança alimentar: boas práticas para os serviços de alimentação. Rio de Janeiro: Rubio, 2008. reimp 2010. 181 MÓDULO INTEGRADO DE NUTRIÇÃO EM GERIATRIA (APENAS NA ESTRUTURA 2010) EMENTA Características do grupo geriátrico. Avaliação nutricional, determinação das recomendações, consumo e necessidades nutricionais, orientação da alimentação e planejamento de dietas. Estratégias de intervenção nutricional nas carências e excessos nutricionais, com ênfase no suporte nutricional e na dietoterapia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BUSNELLO, F. M. Aspectos nutricionais no processo do envelhecimento. São Paulo: Atheneu, 2007. DUARTE, Antonio Cláudio Goulart. Avaliação nutricional: aspectos clínicos e laboratoriais. São Paulo: Atheneu, 2007. 607p. VITOLO, Márcia Regina. Nutrição: da Gestação ao Envelhecimento. Rio de Janeiro: Rúbio, 2008. reimp. 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRASIL. Ministério da Saúde. Estatuto do idoso. Brasília: Ministério da Saúde, 2008. BRASIL. Ministério da Saúde. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa. Brasília: Ministério da Saúde, 2007. 192p. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/http://bvsms.saude.gov.br/ FREITAS, Elizabete Viana et al. Tratado de geriatria e gerontologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 1573p. ROSSI, Luciana; CARUSO, Lúcia; GALANTE, Andrea Polo. Avaliação nutricional: novas perspectivas. São Paulo: Roca, 2009. 422p. Reimp. 2010. SOBOTKA, Lubos (Ed.). Bases da Nutrição Clínica. Rio de Janeiro: Rubio, 2008. 438p. 182 MÓDULO INTEGRADO DE NUTRIÇÃO EM GERONTOLOGIA (APENAS NA ESTRUTURA 2012) EMENTA Características do grupo geriátrico. Avaliação nutricional, determinação das recomendações, consumo e necessidades nutricionais, orientação da alimentação e planejamento de dietas. Estratégias de intervenção nutricional nas carências e excessos nutricionais, com ênfase no suporte nutricional e na dietoterapia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BUSNELLO, F. M. Aspectos nutricionais no processo do envelhecimento. São Paulo: Atheneu, 2007. DUARTE, Antonio Cláudio Goulart. Avaliação nutricional: aspectos clínicos e laboratoriais. São Paulo: Atheneu, 2007. 607p. FRANK, A. A.; SOARES, E. A. Nutrição no envelhecer. São Paulo: Atheneu , 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRASIL. Ministério da Saúde. Estatuto do idoso. Brasília: Ministério da Saúde, 2008. BRASIL. Ministério da Saúde. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa. Brasília: Ministério da Saúde, 2007. 192p. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/http://bvsms.saude.gov.br/ FREITAS, Elizabete Viana et al. Tratado de geriatria e gerontologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 1573p. ROSSI, Luciana; CARUSO, Lúcia; GALANTE, Andrea Polo. Avaliação nutricional: novas perspectivas. São Paulo: Roca, 2009. 422p. Reimp. 2010. SOBOTKA, Lubos (Ed.). Bases da Nutrição Clínica. Rio de Janeiro: Rubio, 2008. 438p. 183 MÓDULO INTEGRADO DE NUTRIÇÃO NA FASE ADULTA EMENTA Caracterização do grupo adulto. Avaliação nutricional, determinação das recomendações, consumo e necessidades nutricionais, orientação da alimentação e planejamento de dietas. Estratégias de intervenção nutricional nas carências e excessos nutricionais, com ênfase no suporte nutricional e na dietoterapia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CUPPARI, Lilian (Coord.). Guia de Nutrição: nutrição clínica do adulto. 2 ed. São Paulo: Manole, 2005. reimp. 2010 ESCOTT-STUMP, Sylvia. Nutrição relacionada ao Diagnóstico e Tratamento. 6.ed. São Paulo: Manole, 2011. 1011p. ROSSI, Luciana; CARUSO, Lúcia; GALANTE, Andrea Polo. Avaliação Nutricional: novas perspectivas. São Paulo: Roca, 2009. 422p. Reimp. 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COSTA, Eronita de Aquino. Manual de Fisiopatologia e Nutrição. Rio de Janeiro: Vozes, 2007. 223p. Reimp. 2007. FAGUNDES, Sandra Regina, MACHADO, Sandra Helena. Manual de Exames Laboratoriais na Prática do Nutricionista. São Paulo: ROCA, 2010. 147p. Reimpr.2012 MOREIRA, Emilia Addison; CHIARELO, Paulo Garcia. Atenção Nutricional: abordagem dietoterápia em adultos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 330p. Reimpr. 2011. PUJOL, Ana Paula. Nutrição Aplicada à Estética. São Paulo: Rubio, 2011. 424p. VITOLO, Márcia Regina. Nutrição: da Gestação ao Envelhecimento. Rio de Janeiro: Rúbio, 2008. 628p. reimp. 2009,2010, 2012. 184 NUTRIÇÃO E ATIVIDADE FÍSICA EMENTA Princípios da nutrição aplicados à atividade física. Bioenergética e fundamentos da fisiologia do exercício. Avaliação da composição corporal. Nutrição e suas especificidades na atividade física. Orientação dietética do indivíduo sadio que pratica atividade física e do atleta profissional. Nutrientes e suplementos ergogênicos na atividade física. Atividade física e nutrição em situações especiais. Legislação e diretrizes em nutrição esportiva. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SAWAYA, Ana Lydia; LEANDRO, Carol Góis; WAITZBERG, Dan L. Fisiologia da nutrição: na saúde e na doença, da Biologia molecular ao tratamento. São Paulo: atheneu, 2013, 656p. BACURAU, R. F. Nutrição e Suplementação Esportiva. 6.ed. São Paulo: Phorte, 2009. 284p. McARDLE, William D.; KATCH, Frank I.; KATCH, Victor L. Fisiologia do Exercício: energia, nutrição e desempenho humano. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 1099p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOUCHARD, Claude. Atividade física e obesidade. Barueri: Manole, 2003. 469p. DEVLIN, Thomas M. (Coord.). Manual de bioquímica com correlações clínicas. 6.ed. São Paulo: Blücher, 2007. 1186p. Reimp. 2008. MCARDLE, William D.; KATCH, F. I.; KATCH, Victor L. Nutrição para o desporto e o exercício. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. 694p. POWERS, Scott K.; HOWLEY, Edward T. Fisiologia do exercício: teoria e aplicação ao acondicionamento e ao desempenho. 6.ed. Barueri: Manole, 2009. 646p. TIRAPEQUI, Julio. Nutrição, Metabolismo e Suplementação na Atividade Física. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2012. 467p. 185 NUTRIÇÃO EXPERIMENTAL EMENTA Conceitos e fundamentos básicos da Nutrição Experimental. Ética e legislação do uso de animais de laboratório. Bioética na experimentação humana e animal. Biotérios e animais de laboratório. Avaliação da resposta orgânica ao uso de nutrientes. Técnicas para avaliação química, bioquímica e/ou biológica do valor nutricional dos alimentos. Pesquisa na área de nutrição e animais de laboratório. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARDOSO, Marly Augusto; VANNUCCHI, Helio. Nutrição humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. COZZOLINO, Silvia M. Franciscato. Biodisponibilidade de nutrientes. 4.ed. Barueri: Manole, 2009. 1334p. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 184p. Reimp. 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. metodologia científica. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 297p. Fundamentos de MOURA, Roberto de Almeida (Coord.). Técnicas de laboratório. 3.ed. São Paulo: Atheneu, 1998. 510p. Reimpr.2005, 2006. SIROIS, Margi. Medicina de Animais de Laboratório: princípios e procedimentos. São Paulo: Roca, 2008. 332p. SILVA, José Vitor da. Bioética: meio ambiente, saúde e pesquisa. São Paulo: Iátria, 2006. 203p. VIANNA, Lucia Marque. Manual de Fisiologia Experimental. São Paulo: Yendis, 2009. 110p. 186 PROCESSO PRODUTIVO EM REFEIÇÕES EMENTA Introdução à Teoria Geral da Administração (TGA). Planejamento e gestão de Unidades de Alimentação de Nutrição (UANs). Estrutura organizacional. Tipos de empresas de refeições coletivas. Recursos físicos, materiais, humanos e funcionais de UANs. Inovações tecnológicas em produtos, processos e serviços. Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). Saúde do trabalhador. Caracterização e planejamento de cardápios para coletividades. Controles em UANs BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABREU, Edeli S.; SPINELLI, Mônica G. N; PINTO, Ana M. S. Gestão de Unidades de Alimentação e Nutrição: um modo de fazer. 3.ed. São Paulo: Metha, 2009. 342p. MENDONÇA, Rejane Teixeira. Nutrição: um guia completo de alimentação, práticas de higiene, cardápios, doenças, dietas, gestão autora. São Paulo: Rideel, 2010. MEZOMO, Iracema F de B. Os Serviços de Alimentação Planejamento e Administração. 5.ed. São Paulo: Manole, 2002. 413p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRASIL. Leis, etc. Segurança e medicina do trabalho. 67 ed. São Paulo: Atlas, 2011. 867p. MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru. Introdução à Administração. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2007. SANT'ANA, Helena Maria Pinheiro. Planejamento físico-funcional de alimentação e nutrição. Rio de Janeiro: Rubio, 2012. 287p. VAZ, Célia Silvério. Alimentação de Coletividade: uma abordagem gerencial. 2.ed. Brasília: Varela, 2002. 206p. ZANELLA, Luiz Carlos. Instalação e administração de restaurantes. São Paulo: Metha, 2007. 352p. 187 INTERAÇÃO DROGA-NUTRIENTE (APENAS NA ESTRUTURA 2010) EMENTA Processos relacionados com as vias de administração, absorção, biotransformação, eliminação de fármacos. Efeitos e mecanismos de ação dos fármacos no homem. Características e efeitos de substâncias químicas nos sistemas biológicos superiores e toxicidade no organismo humano. Atuação do nutricionista e terapêutica nutricional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FUCHS, Flávio Danni; WANNMACHER, Lenita; FERREIRA, Maria Beatriz Cardoso (Ed.). Farmacologia clínica: fundamentos da terapêutica racional. 3.ed.Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 1074p. RANG, H. P. Farmacologia. 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 703p. REIS, Nelzir Trindade. Nutrição clínica: interações. Rio de Janeiro: Rúbio, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COZZOLINO, Silvia M. Franciscato. Biodisponibilidade de nutrientes. 4.ed. Barueri: Manole, 2012. 1334p. DOUGLAS, Carlos Roberto. Patofisiologia geral: mecanismo da doença. São Paulo: Robe Editorial, 2000. 1392p. GUYTON, Arthur C.; HALL, John E. Tratado de fisiologia médica. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 1115p. SILVA, PENILDON. Farmacologia. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. 1.325p. WAITZBERG, Dan L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 4 ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 2v. 188 7ª SÉRIE 189 ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM NUTRIÇÃO I EMENTA Processos produtivos de refeições para coletividades sadias. Planejamento nutricional no âmbito hospitalar e ambulatorial. Intervenções em saúde e nutrição no contexto da alimentação escolar e da saúde pública. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABREU, Edeli S.; SPINELLI, Mônica Glória Neumann; PINTO, Ana Maria de Souza. Gestão de Unidades de Alimentação e Nutrição: um modo de fazer. 3 ed. São Paulo: Metha, 2009. 342p. CUPPARI, Lilian (Coord.). Guia de Nutrição: nutrição clínica do adulto. 2 ed. São Paulo: Manole, 2005. reimp. 2010 TADDEI, José Augusto de Aguiar Carrazedo et al (Ed.). Nutrição em Saúde Pública. Rio de Janeiro: Rubio, 2011. 640p. Reimp. 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COSTA, Eronita de Aquino. Manual de Fisiopatologia e Nutrição. Rio de Janeiro: Vozes, 2007. 223p. Reimp. 2007. GUEDES, Ana Emília Leite (Org.) As ações de nutrição na atenção à saúde: reflexões, desafios e perspectivas. Natal: EDUFRN, 2006. 108p. MEZOMO, Iracema F de Barros. Os Serviços de Alimentação Planejamento e Administração. 5.ed. São Paulo: Manole, 2002. 413p. SOBOTKA, Lubos (Ed.). Bases da Nutrição Clínica. Rio de Janeiro: Rubio, 2008. 438p. WAITZBERG, D. L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 4 ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 2v. 190 SEMINÁRIOS DE ESTUDOS EM NUTRIÇÃO I EMENTA Temáticas contemporâneas nas diferentes áreas da ciência da Nutrição com interface em situações práticas do profissional nutricionista. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABREU, Edeli S.; SPINELLI, Mônica Glória Neumann; PINTO, Ana Maria de Souza. Gestão de Unidades de Alimentação e Nutrição: um modo de fazer. 3 ed. São Paulo: Metha, 2009. 342p. CALIXTO-LIMA; Larissa; REIS, Nelzir Trindade. Interpretação de exames laboratoriais aplicados a Nutrição Clínica. Rio de Janeiro: Rubio, 2012. 490p. SAWAYA, Ana Lydia; LEANDRO, Carol Góis; WAITZBERG, Dan L. Fisiologia da nutrição: na saúde e na doença, da biologia molecular ao tratamento. São Paulo: Atheneu, 2013. 656p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVARENGA, Marle; SCAGLIUSI, Fernanda Baeza; PHILIPPI, Sonia Tucunduva (Org.). Nutrição e transtornos alimentares: avaliação e tratamento. Barueri: Manoel, 2011. 521p. PRIORE, Silvia Eloiza et al (Org.). Nutrição e saúde na adolescência. Rio de Janeiro: Rubio, 2010. 460p. ROUQUAYROL, Maria Zélia; ALMEIDA FILHO, Naomar de. Epidemiologia saúde. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 708p. & WAITZBERG, D. L. Nutrição Oral, enteral e parenteral na prática clinica. 4 ed. São Paulo: Atheneu,2009. 2v. WEFFORT, Virgínia Resende Silva; LAMOUNIER, Joel Alves (Coord.). Nutrição em Pediatria: da Neonatologia a Adolescência. São Paulo: Manole, 2009. 661p. Reimp.2010 191 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I EMENTA Proposta de estudo estruturada com base nas linhas de pesquisa e extensão institucionais para a área da saúde. Requisitos conceituais e técnicos obrigatórios para a estruturação do estudo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 184p. Reimp. 2010. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. metodologia científica. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 297p. Fundamentos de MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia científica: ciência e conhecimento científico, métodos científicos, teoria, hipóteses e variáveis, metodologia jurídica. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2007. 312p. Reimp. 2008-2010 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, Maria Margarida. Introdução à metodologia do trabalho científico. 10.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 158p. AZEVEDO, Israel Belo de. O prazer da produção científica: descubra como é fácil e agradável elaborar trabalhos acadêmicos. 12. ed. São Paulo: Hagnos, 2006. 205p. Reimp. 2009. BOAVENTURA, Edivaldo. Metodologia da Pesquisa: monografia, dissertação e tese. São Paulo: Atlas, 2004. 160p. Reimp. 2007, 2009, 2011, 2012. SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. 12.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2010. 425p. VIEIRA, Sônia; HOSSNE, William Saad. Metodologia científica para a área de saúde. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. 192p. 192 8ª SÉRIE 193 ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM NUTRIÇÃO II EMENTA Processos produtivos de refeições para coletividades sadias. Planejamento nutricional no âmbito hospitalar e ambulatorial. Intervenções em saúde e nutrição no contexto da alimentação escolar e da saúde pública. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABREU, Edeli S.; SPINELLI, Mônica Glória Neumann; PINTO, Ana Maria de Souza. Gestão de Unidades de Alimentação e Nutrição: um modo de fazer. 3 ed. São Paulo: Metha, 2009. 342p. CUPPARI, Lilian (Coord.). Guia de Nutrição: nutrição clínica do adulto. 2 ed. São Paulo: Manole, 2005. reimp. 2010 TADDEI, José Augusto de Aguiar Carrazedo et al (Ed.). Nutrição em Saúde Pública. Rio de Janeiro: Rubio, 2011. 640p. Reimp. 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COSTA, Eronita de Aquino. Manual de Fisiopatologia e Nutrição. Rio de Janeiro: Vozes, 2007. 223p. Reimp. 2007. GUEDES, Ana Emília Leite (Org.). As ações de nutrição na atenção à saúde: reflexões, desafios e perspectivas. Natal: EDUFRN, 2006. 108p. MEZOMO, Iracema F de B. Os Serviços de Alimentação Planejamento e Administração. 5.ed. São Paulo: Manole, 2002. 413p. SOBOTKA, Lubos (Ed.). Bases da Nutrição Clínica. Rio de Janeiro: Rubio, 2008. 438p. WAITZBERG, D. L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 4 ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 2v. 194 SEMINÁRIOS DE ESTUDOS EM NUTRIÇÃO II EMENTA Discussão de temáticas contemporâneas nas diferentes áreas da ciência da Nutrição com interface em situações práticas do profissional nutricionista. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABREU, Edeli S.; SPINELLI, Mônica Glória Neumann; PINTO, Ana Maria de Souza. Gestão de Unidades de Alimentação e Nutrição: um modo de fazer. 3 ed. São Paulo: Metha, 2009. 342p. CALIXTO-LIMA; Larissa; REIS, Nelzir Trindade. Interpretação de exames laboratoriais aplicados a Nutrição Clínica. Rio de Janeiro: Rubio, 2012. 490p. SAWAYA, Ana Lydia; LEANDRO, Carol Góis; WAITZBERG, Dan L. Fisiologia da nutrição: na saúde e na doença, da biologia molecular ao tratamento. São Paulo: Atheneu, 2013. 656p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DOLINSKY, Manuela. Nutrição funcional. São Paulo: Roca, 2009. EVANGELISTA, José. Alimentos: um estudo abrangente. São Paulo: Atheneu, 2005. Reimp. 2007 ROUQUAYROL, Maria Zélia; ALMEIDA FILHO, Naomar de. Epidemiologia & saúde. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 708p. PRIORE, Silvia Eloiza et al (Org.). Nutrição e saúde na adolescência. Rio de Janeiro: Rubio, 2010. 460p. WEFFORT, Virgínia Resende Silva; LAMOUNIER, Joel Alves (Coord.). Nutrição em Pediatria: da Neonatologia a Adolescência. São Paulo: Manole, 2009. 661p. Reimp.2010 195 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II EMENTA Desenvolvimento e implementação do trabalho produzido como exercício acadêmico. Requisitos técnicos e de avaliação do trabalho. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 184p. Reimp. 2010. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. metodologia científica. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 297p. Fundamentos de MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia científica: ciência e conhecimento científico, métodos científicos, teoria, hipóteses e variáveis, metodologia jurídica. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2007. 312p. Reimp. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, Maria Margarida. Introdução à metodologia do trabalho científico. 10.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 158p. AZEVEDO, Israel Belo de. O prazer da produção científica: descubra como é fácil e agradável elaborar trabalhos acadêmicos. 12. ed. São Paulo: Hagnos, 2006. 205p. Reimp. 2009. BOAVENTURA, Edivaldo. Metodologia da Pesquisa: monografia, dissertação e tese. São Paulo: Atlas, 2004. 160p. Reimp. 2007, 2009, 2011, 2012. SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. 12.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2010. 425p. VIEIRA, Sônia; HOSSNE, William Saad. Metodologia científica para a área de saúde. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. 192p. 196 OPTATIVAS 197 LIBRAS (APENAS NA ESTRUTURA 2012) EMENTA Aspectos educacionais e sócios antropológicos da surdez. A Língua de Sinais Brasileira – Libras: características básicas da fonologia. Noções básicas de léxico, de morfologia e de sintaxe com apoio de recursos audiovisuais; Noções de variação. Praticar Libras: desenvolver a expressão visual-espacial. BIBLIOGRAFIA BÁSICA QUADROS, Ronice Muller de. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artmed, 1997. 126p. QUADROS, Ronice. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua portuguesa e língua portuguesa. Brasília: Secretaria de Educação Especial, 2004. 94p. SALLES, Heloisa Maria Moreira Lima et al. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos para prática pedagógica. Brasília: Secretaria de Educação Especial, 2004. 139p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FALCÃO, Luiz Alberico Barbosa. Aprendendo a LIBRAS e reconhecendo as diferenças: um olhar reflexivo sobre inclusão - estabelecendo novos diálogos. 2.ed.Recife: Editora do Autor, 2007. 304p. GESSER, Audrei. Libras? Que língua é essa? Crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. 87p. Reimp. 2010, 2012. GOLDFELD, Márcia. A criança surda: linguagem cognição numa perspectiva sóciointeracionista. São Paulo: Plexus, 1997. 169p. OATES, Eugênio. Linguagem das mãos. 6. ed. Aparecida: Santuário, 1983. 325p. SÁ, Nídia Regina Limeira de. Cultura, poder e educação de surdos. São Paulo: Paulinas, 2006. 367p. 198 ANEXO B ESTRUTURA CURRICULAR 2010 (INSERIDA NO SISTEMA E-MEC – PROCESSO N. 201010993) 199 SÉRIE 1ª DISCIPLINAS Atividades Integradas em Saúde Estilo de Vida, Saúde e Meio Ambiente Fundamentos Básicos em Ciências da Saúde Introdução à Educação Superior Introdução à Nutrição Leitura e Produção de Texto Subtotal Atividades Complementares I Total 1ª série Atendimento Pré-Hospitalar e Biossegurança Bases pedagógicas em Educação Nutricional Construção do Conhecimento e Metodologia da Pesquisa 2ª Fundamentos de Química Morfologia Humana Optativa I – Institucional Processos Biológicos Subtotal Atividades Complementares II Total 2ª série Fundamentos da Matemática e Bioestatística Mecanismos de Agressão e Defesa Módulo Integrado em Tecnologia e Análise de Alimentos I 3ª Optativa I – Escola da Saúde Psicologia Aplicada à Nutrição Sistemas Corporais Subtotal Atividades Complementares III Total 3ª série Ética e Bioética Gestão e Empreendedorismo Módulo Integrado em Tecnologia e Análise de Alimentos II 4ª Nutrição e Dietética Optativa II – Institucional Saúde Coletiva Sistema Gastrointestinal Subtotal Atividades Complementares IV Total 4ª série Módulo Integrado de Nutrição em Materno Infantil Módulo Integrado de Nutrição na Infância e Adolescência 5ª Nutrição Social Optativa II – Escola da Saúde Programa Interdisciplinar Comunitário Técnica Dietética e Gastronomia Subtotal Atividades Complementares V Total 5ª série CARGA HORÁRIA (H/A) CH SEMANAL SemiTeórica Prática Presencial 2 1 0 2 1 0 2 1 0 3 0 0 2 1 0 3 0 0 14 4 0 Total 3 3 3 3 3 3 18 CH Semestral 2 2 1 0 0 0 3 2 60 60 60 60 60 60 360 10 370 60 40 2 1 0 3 60 2 2 0 4 14 1 1 0 4 8 0 0 3 0 3 3 3 3 8 25 2 2 1 1 0 0 3 3 60 60 60 160 500 20 520 60 60 3 3 0 6 120 0 2 3 12 0 0 2 7 3 0 0 3 3 2 5 22 2 2 0 0 0 0 2 2 60 40 100 440 10 450 40 40 2 2 0 4 80 2 0 2 1 11 0 0 1 1 4 0 3 0 0 3 2 3 3 2 18 40 60 60 40 360 20 380 3 3 0 6 120 3 2 0 5 100 4 0 0 3 13 1 0 2 2 10 0 3 0 0 3 5 3 2 5 26 100 60 40 100 520 10 530 200 6ª Controle Higiênico de Alimentos Interação Droga-Nutriente Módulo Integrado de Nutrição em Geriatria Módulo Integrado de Nutrição na Fase Adulta Nutrição e Atividade Física Nutrição Experimental Optativa III – Institucional Processo Produtivo em Refeições Subtotal Atividades Complementares VI Total 6ª série Estágio Supervisionado em Nutrição Clínica Estágio Supervisionado em Unidades de Alimentação e Nutrição 7ª Optativa III – Escola da Saúde Seminários de Estudos em Nutrição I Trabalho de Conclusão de Curso I Subtotal Atividades Complementares VII Total 7ª série Estágio Supervisionado em Nutrição Social 8ª Seminários de Estudos em Nutrição II Trabalho de Conclusão de Curso II Subtotal Atividades Complementares VIII Total 8ª série Carga Horária Obrigatória (h/a) INTEGRALIZAÇÃO 2 2 2 3 1 2 0 4 16 1 0 2 2 1 1 0 2 9 0 0 0 0 0 0 3 0 3 3 2 4 5 2 3 3 6 28 2 11 0 13 60 40 80 100 40 60 60 120 560 10 570 260 2 11 0 13 260 0 2 0 6 0 0 2 24 3 0 0 3 3 2 2 33 2 2 0 4 11 0 2 13 0 0 0 0 13 2 2 17 60 40 40 660 10 670 260 40 40 340 10 350 Teórica Prática 90 79 SemiPresencial 18 Carga Horária Total das Disciplinas Obrigatórias (Exceto Supervisionado) Carga Horária Total de Estágio Supervisionado Carga Horária Total das Atividades Complementares Carga Horária das Disciplinas Optativas / Semipresenciais Carga Horária Total de Integralização do Curso Total 187 Estágio CH Semestral 3740 2600 780 100 360 3840 201 ANEXO C PRODUÇÃO DISCENTE TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO 2010 – 2012 202 Ano 2010 Professor Orientador Título do Trabalho Autores Educação nutricional e alimentar: por uma correta formação de hábitos alimentares em crianças acima de dois anos Anna Carolina e Karina Vieira O impacto da mídia na obesidade infantil A importância de uma alimentação nutritiva da gestante para o bom desenvolvimento do bebê Influência da terapia nutricional na doença de Alzheimer Intervenção nutricional na insuficiência cardíaca congestiva: uma revisão Formação e manutenção da microbiota intestinal infantil Nutrição no envelhecimento: consumo de alimentos da pirâmide alimentar do idoso em instituições filantrópicas de longa permanência na cidade de Natal-RN Terapia nutricional nas dislipidemias: compostos bioativos atuantes no equilíbrio do perfil lipídico Associação do excesso de peso e co-morbidades em pacientes idosos atendidos na clínica escola de nutrição (CEN) da Universidade Potiguar – UnP Prevalência de síndrome metabólica no Hospital Naval de Natal e fatores de risco associados. Avaliação da composição nutricional dos cardápios e custos da alimentação escolar da rede municipal de Nísia Floresta/RN Ômega 3 e a saúde mental: uma revisão Melhoria da qualidade de vida em pacientes obesos portadores de Diabetes Mellitus Tipo 2 após realização de cirurgia bariátrica A importância dos ácidos graxos ômega -3 na imunonutrição Avaliação da ingestão de minerais antioxidantes em pacientes com câncer de cabeça e pescoço, submetidos à radioterapia, na Liga Norte Riograndense contra o câncer Análise de correspondência para fatores de risco cardiovasculares em militares do hospital naval de Natal (HNNA) Neofobia alimentar infantil: das causas ao tratamento O desafio da intervenção continuada em nutrição Avaliação das condições físicas e higiênicosanitárias das unidades de alimentação escolar localizadas na zona sul de Natal-RN Análise do valor nutricional e do custo per capita da alimentação escolar em uma escola do município de Parnamirim/RN Avaliação antropométrica e glicêmica dos pacientes do projeto dia bem atendidos no município de Macaíba/RN Lissa Melo/Fernanda Eloah Monick Halyne e Wanessa Bezerra Deyse Ferreira e Kellyenne Medeiros Irlana Macêdo e Drucila Soraya Deborah Cordeiro e Rafaela Araújo Emanuella Gracy Lorena Jacomé e Lílian Pinto Iêda Calife Luiz Felipe Roseanne Fernandes e Lorena Priscila Juliana Dametto Adna Seixas e Williana Medeiros Lorena Wanessa e Lydia Katrina Kátia Viana Francileny Xavier/Luana Soares Lígia Rejane Luiza Tereza e Kécia Ferreira Érika Dantas Anna Sílvia e Juliana Macêdo Thiago Luna e Jeferson Fernando Diana Quitéria Ruth Edel Silva e Ana Laryssa Morais Diana Quitéria Dayana Cortês e Wigna Jales Camila Madruga e Maria Dulcimar Lígia Rejane Priscila Raniele e Anna Paula Medeiros Andressa Andrade Gabriela Medeiros e Juliana Dametto Renata Dutra e Jessica Muniz 203 Professor Orientador Título do Trabalho Autores Tolerância alimentar em pacientes submetidos à cirurgia bariátrica Desenvolvimento de preparações enriquecidas para pacientes submetidos a cirurgia bariátrica sob a técnica de desvio gástrico em y de roux Cirurgia bariátrica: avaliação do percentual, da perda de peso dos pacientes obesos submetidos aos bypass gastrointestinal em y de roux Revisão bibliográfica sobre a acessibilidade de alimentos cariogênicos em escolas particulares Avaliação nutricional de crianças em idade escolar do município de Natal/RN Condicionantes do estado nutricional de estudantes adolescentes da escola municipal Augusto severo Análise Microbiológica da merenda ofertada nas escolas públicas do município de Parnamirim/RN Condições higiênico-sanitárias nas unidades de alimentação das escolas municipais de um município do Rio Grande do Norte Avaliação da qualidade nutricional e sensorial dos cardápios oferecidos em uma Unidade de Alimentação e Nutrição - UAN em Natal Alimentação hospitalar: a qualidade na percepção do consumidor de uma unidade hospitalar na cidade de Natal/RN Utilização de ervas e especiarias nas unidades de alimentação e nutrição hospitalar na cidade de natal -RN Diagnóstico das condições higiênicas do comércio ambulante de alimentos da cidade de Natal/RN Prevalência de sobrepeso e obesidade entre alunos das redes pública e privada do município de Angicos/RN Avaliação higiênico-sanitária da produção de alimentos em serviços de buffet da cidade de Natal/RN Avaliação higiênico-sanitária de lactários públicos do município de Natal/RN Alex Caetano e Cynthia Godoy Desenvolvimento de “cupcake” à base de jerimum (Curcubita Pepo) para crianças em fase pré-escolar Participação do elemento químico selênio no Mal de Alzheimer: uma revisão da literatura Alimentos funcionais e seu consumo para a saúde humana Situação atual do serviço de alimentação e nutrição dos presídios da grande Natal/RN: enfoque na qualidade estrutural Diagnóstico da geração de resíduo orgânico sob a ótica da produção mais limpa Análise da implantação de um modelo de gestão de resíduos sólidos Implementação de um “mix de ervas” em preparações protéicas de um hospital privado da cidade de Natal/RN: avaliação da aceitabilidade em uma unidade produtora de refeições hospitalar Renata Priscila Bruna e Kátia Viana Ana Kátia Viana Enodith Soares e Bruna Karla Arthur Emanoel e Valeska Correia Adriano Leão e João Alberto Leiliane Ribeiro e Thaís Kelly Fernanda Aires e Glyciene Guedes Gisleide Maranhão Kaline Michelle Érika Dantas Catherine Teixeira de Carvalho e Maria Dielle Pessoa Diógenes e Emilaide de Freitas Bezerra Sinthya Elizabeth de Azevedo e Emanuella Rouse de Oliveira Jamyla Pires da Nóbrega e Jaderllyna de Lima Neves Anna Paula Medeiros e Patrícia Borja Florentino João Batista e Daniel Sansão Annamaria Barbosa do Nascimento Nóbrega Girlene Gonçalves Jussele da Silva Freire Lourenço Auta Melise e Lenilda Paula Girlanne Dantas e Cibele Medeiros Eduneide Lopes de Moura e Wilma Ligia Gomes José Nilton Arcoverde e Carla Fernanda Guido Andressa Lima e Maria Cecília Priscila Vanini Marco Aurélio Freire Catherine Teixeira de Carvalho Elioeney Farias e Ticiane Veras Kaliane Barbosa e Georgi Wayne Aline Cristina Campos e Sara Alves Luciana Sales Ana Luiza e Thâmara Lima Jussele da Silva Lourenço 204 Título do Trabalho Análise bromatológica e microbiológica de queijo coalho comercializado em supermercados de Natal/RN Elaboração de uma geléia à base de romã (Punica granatum L.) Desenvolvimento de sorvete de jerimum (Curcubita Pepo) diet Aspectos tecnológicos e nutricionais de águas minerais e de águas purificadas adicionadas de sais e sua possível relação com a formação de cálculos renais Análise do rótulo de bolos industrializados, biscoitos recheados e biscoitos tipo wafer na versão diet e convencional Obtenção de filmes comestíveis à base de quitosona e própolis na conservação de caju (Anacardiumm Ocidentale L.) Influência da restrição de magnésio na paridade e parâmetro bioquímico de ratas wistar Elaboração e composição nutricional de pães enriquecidos com proteínas do soro de leite bovino e biomassa de linhaça Análise bromatológica e padronização de dietas experimentais com farinhas de castanhas e frutas do Norte e Nordeste do Brasil Análise de proteínas bioativas em alimentos funcionais – linhaça (Linum Usitatissinum), gergelim (Sesamum Indica), Quinoa (Chenopodium Quinoa) e semente de jerimum (Curcubita Pepol.) Perfil nutricional de crianças e adolescentes praticantes de atividade física que participam de projeto social Avaliação do perfil alimentar e necessidade energética de jogadores de futebol profissional dos dois principais clubes de Natal/RN Perfil antropométrico e nível de atividade física de crianças e adolescentes de uma escola municipal de Nísia Floresta/RN Avaliação da qualidade microbiológica de água de coco comercializadas em Natal/RN Análise microbiológica de saladas cruas comercializadas em restaurantes de um shopping do município de Natal/RN Avaliação da qualidade físico-química e microbiológica do leite pasteurizado tipo C, comercializado na cidade de Natal Professor Orientador Autores Tereza Geany e Karla Manuella Joana Darc e Joana Jacielle Edimundo Medeiros e Weskley Cesar Luziana Araújo Rafaella Monique e Kaliana Barbosa Lygialle Eulália e Teresa Eliza S. da Silva Diana Costa Azevedo e Sandra da Silva Karuline Lima de Oliveira e Maria Rosângela Gonçalves Tarciso Montenegro Sampaio Maxwell Freire Graciane Celina Letícia Branco e Bruno Castelo Tainá Ramalho e Clênia Gomes Diana Quitéria Nadja e Damaceno Joyce Jociano Karlos Andresa Araújo e Cláudia Cynara Gerliane Rocha e Shirlei da Silva Lima de Souza Letícia Branco Castelo Letícia Branco Castelo Paulo Cezar e Gizely Moreira Lenita Frazão e Luana Lemos Vanessa da Silva e Ana Paula Leonardo Aragão 205 Ano 2011 Título do Trabalho Autores Professor Orientador Importância do programa de alimentação escolar para desenvolvimento do aluno Maria de Oliveira Maia e Celina Teresa Freire de Barros Lima Catherine Teixeira de Carvalho Perfil nutricional e avaliação de cardápio oferecidos a trabalhadores de uma empresa de construção civil do município de Natal. Raíssa Carvalho Rafaela Delgado Mirely de Paiva Freitas Alimentos funcionais na prevenção do câncer de mama Isabel Oliveira Lílian Pinto Consumo, efeitos e interações dos anorexígenos em mulheres obesas: uma revisão de literatura. Marcela Menezes e Paula Teixeira Ana Priscilla da Costa Fernandes e Caroline de Lyra Evangelista Maria Monteiro Rodrigues Mirely de Paiva Análise das condições higiênico-sanitárias de um hospital público de Natal Manual de alimentação complementar para crianças maiores de 2 anos utilizando alimentos regionais. Lipodistrofia generalizada congênita (síndrome de Berardinelli – Seip): descrição dos perfis metabólico e nutricional Levantamento das condições higiênico-sanitárias das feiras livres tradicionais do município de Natal/RN Análise qualitativa da alimentação escolar oferecida em uma escola municipal de Natal/RN Análise comparativa da concentração de sódio dos alimentos light e seus análogos convencionais associados aos fatores de risco no desenvolvimento da hipertensão arterial Importância do conhecimento da rotulagem nutricional para os consumidores de produtos diet e light Doença celíaca e outras patologias associadas Neofobia alimentar infantil: causas e tratamentos Análise do perfil glicêmico de ratas wistar machos adultos submetidos a dietas enriquecidas com arroz da terra, integral, parbolizado e polido Reações alérgicas versus intolerância alimentar ao consumo de leite Perfil nutricional dos funcionários de um hospital público do Nordeste do Brasil Avaliação do consumo alimentar de alunos em um município do Rio Grande do Norte Avaliação da concordância entre os resultados da avaliação antropométrica e de necessidades energéticas utilizando métodos preditivos referidos e aferidos em pacientes idosos hospitalizados Mídia televisiva: propagandas de alimentos e bebidas Mariana e de Freitas Ana Maria Macke Miani Daniella Ferreira e Jailma Montenegro Mirely de Paiva Larissa de Albuquerque Costa e Dayane Yoná Soares de O. Matias Érika Dantas de Medeiros Rocha Carina da Silva Bezerra e Joana Sueli de Souza Camila do Nascimento Ferreira e Mariana Figueiredo Amorim Isla Vanessa Bezerra de Medeiros e Luciana Lucente Becker Sarah Juliana Marinho de Oliveira e Thaíse de Morais Moreira Angélica Alves Nunes e Larissa Maria Bezerra Almeida Evellyn Sophia O. de Araújo e Valdenice Souza Cruz Ana Cristina da Costa Santos e Flávia Molina e Silva Ana Paula e Martina Natália Sandra Melo e Líbna Silva Thaysa Honorato de Lima e Maria José Ribeiro Brandão Tito Freitas Catherine Teixeira de Carvalho Érika Dantas de Medeiros Rocha Catherine Teixeira de Carvalho Ieda Maria Araújo Calife Maria Monteiro Rodrigues Diana Cabral de Lílian Pinto Quitéria Themis Rocha de Souza Kátia Roseanny Suamy Sales Barbosa e Maria Aldineide Borges da Silva Diana Cabral Marleide Luna Dias Kátia Roseanny Quitéria 206 Título do Trabalho Carência de Tiamina em pacientes pós-cirurgia bariátrica Análise do valor nutricional e econômico do sushi tradicional de atum e sushi regional de tilápia Abordagem nutricional na doença de Parkson: uma revisão Avaliação antropométrica em portadores de síndrome de Down: uma revisão Avaliação da qualidade microbiológica e físicoquímica do leite fornecido a crianças de hospital pediátrico de referência do estado do Rio Grande do Norte. Percepção da imagem corporal estado nutricional em estudantes do 6º período do curso de Nutrição da Universidade Potiguar/UnP Professor Orientador Autores Polyanna Cristina Soares Fonseca e Hérida Karina Rocha Sarah Judith Batista Teixeira e Izany Gomes dos Santos Liliane Lopes Tássia da Penha Julliana Raposo Kátia Roseanny Ana Maria Macke Miani Lígia Rejane e Lígia Rejane Jeísa Karina de Araújo e Liliane Henrique de Oliveira Márcia Fernanda Silva Macêdo Aline Costa de Souza Roque e Hélia Marcelly de Araújo Tavares Thaís Líscio Pereira e Maria Hildérica de Araújo Maria Monteiro Rodrigues Avaliação do consumo alimentar de para-atletas olímpicos assistidos por um projeto social em Natal/RN Rossana Mello e Maria Klara Alencar Letícia Castelo Branco Peroba Abordagem nutricional na depressão Thais Charlliane Niedja Felipe A importância dos prebióticos e probióticos na manutenção da microbiota Prevalência de desnutrição e fatores de riscos associados em pacientes acometidos por acidente encefalovascular em um hospital público de Natal/RN Avaliação do perfil alimentar de praticantes de atividade física com dismorfia muscular em academias de Natal/ RN Segurança Alimentar: análise microbiológica do tomate comercializado em feira livre na cidade do Natal/RN 2011 Verificação das boas práticas de manipulação em uma panificadora da cidade de Natal-RN: um estudo de caso Análise microbiológica de iogurtes produzidos e comercializados na cidade de Natal/RN Ação do resvesratrol na arterosclerose: uma revisão literária Análise microbiológica de polpas de frutas comercializadas em supermercado e feira livre da cidade de Natal/RN Controle higiênico-sanitário no processamento e distribuição do açaí (Euterpe olerácea) em Natal/RN: um estudo de caso Análise microbiológica de bancadas e utensílios de UANs do município de Natal/RN Diagnóstico do controle higiênico-sanitário em uma Unidade de Alimentação Hospitalar de um município Norte-riograndense Avaliação da qualidade microbiológica de sanduíches de rede de fast-food de Natal/RN e Lia Santos e Rhinna Medeiros Larissa Kelly e Diandra Cunha Dayane Larissa A. Barbosa e Gianni de Lima Brito Leidijane Silva de Oliveira e Lenir da Silva Gonçalves Tallita Bessa e Polyana Almeida Joyce Francinne da Silva Albano e Siclésia Pinheiro de Paiva Ana Carla Lopes Jéssica Gonçalves e Mariana França Maia e Angélica Domingos de Oliveira Márcia Melo e Robéria da Silva Roberta Lidiane Santos Bezerra Lílian Pinto dos Daniel Sodré e Sâmilla Câmara Lígia Rejane Letícia Castelo Branco Peroba Márcia Fernanda Silva Macêdo Jussele da Silva Lourenço Leonardo Aragão Érika Dantas de Medeiros Rocha Leonardo Aragão Priscila Vanini Dantas de Medeiros Queiroga Leonardo Aragão Priscila Vanini Dantas de Medeiros Queiroga Letícia Castelo Branco Peroba 207 Título do Trabalho Monitoramento do tempo e temperatura de alimentos servidos em um restaurante popular no município de Natal/RN Desmame precoce e sua relação com o surgimento de alergia Avaliação da acidez dos óleos utilizados em frituras dos alimentos, em hospital pediátrico do Rio Grande do Norte Padronização de protocolos de atendimento nutricional para reabilitação cardíaca Análise do valor nutricional da alimentação escolar entre uma escola estadual e uma escola municipal de Parnamirim/RN Uso da insulina na prática clínica Causas da constipação intestinal em idosos Intervenção nutricional no controle da diabetes mellitus Análise da qualidade do serviço prestado em uma unidade de alimentação e nutrição sob a ótica estrutural A importância de uma dieta rica em ácidos graxos e eicosapentacnóicos para pacientes portadores esquizofrenia Análise do programa da alimentação escolar em escolas públicas da cidade de Natal/RN Obesidade e regulação do balanço energético: uma revisão da literatura Análise do porcionamento e da distribuição de refeições em hospitais públicos de Natal/RN: enfoque na qualidade do serviço de alimentação e nutrição hospitalar Avaliação das condições higiênico sanitárias dos serviços de alimentação em panificadoras da cidade de Natal/RN Avaliação da oferta nutricional do cardápio do sistema penitenciário de Natal/RN Avaliação da qualidade higiênico-sanitária de sushi à base do pescado cru servidos em restaurantes nipônicos especializados e não-especializados na cidade do Natal/ RN Controle higiênico-sanitário dos alimentos comercializados por ambulantes no litoral do município de Natal/RN Análise microbiológica de moluscos bivalves comestíveis “ostras” comercializados na praia de Ponta Negra, Natal/ RN Avaliação da qualidade microbiológica de dietas enterais de um hospital de Parnamirim/RN Autores Jaqueline Alencar Basílica de Renata da Silva Almeida e Valéria Inajara Costa Fernandes Darllyane de Oliveira Silva e Dilcéia Maria da Cunha Érica Rafael Mendonça e Maria Aparecida Maia Líllian Christyne A. Dantas e Thuany Kaline Bonfim de Oliveira Luciana Carla Pereira de Araújo e Sabrina Macedo de Oliveira Rodrigo Wagner Andrade da Silva Kadja Alynne de Sales Teixeira e Tássia Gurgel de Freitas Anna Isabelle de Souza Eufrasio Luciana Márcia Medeiros e Carleuza Melo dos Santos Juliete da Silva Delfino e Juliana Cecília Soares da Silva Paula Régia de Souza Costa e Jéssica Guedes Professor Orientador Priscila Vanini Dantas de Medeiros Queiroga Ieda Maria Araújo Calife de Márcia Fernanda Silva Macêdo Diana Cabral Quitéria Ana Maria Macke Miani Ieda Maria Araújo Calife de Ieda Maria Araújo Calife de Jaleska Santos Olinto Trindade Ieda Maria Araújo Calife de Jaleska Santos Olinto Trindade Gizene Luciana Pereira de Sales Érika Dantas de Medeiros Rocha Elaine Cristina de Andrade e Amanda Ferreira da Silva Gizene Luciana Pereira de Sales Flávia Maria Ataliba e Raquel Gsquiwaze Olegário de Carvalho Marta Andressa Oliveira de Sousa e Bruna Santos de Souza Annamaria Barbosa do Nascimento Nóbrega Emília Medeiros Tanara Santos Leonardo Aragão e Janailma Bibiana Matias Gomes Javanilson Fernandes da Silva e Rafaela Cavalcanti Alves do Nascimento Eliane Cunha e Luciana Dantas Priscila Vanini Dantas de Medeiros Queiroga Jussele da Silva Lourenço Letícia Castelo Branco Peroba 208 Título do Trabalho Autores Professor Orientador Avaliação higiênico-sanitária dos pescados comercializados em feiras livres e mercados públicos de Natal – RN Emmiliene de Lima Nunes e Priscilla Danielly Maia Doudement Priscila Vanini Dantas de Medeiros Queiroga Kaynara Kerensky de M. Couto Neves e Gizele Roberta da S. Palhares Jussele da Silva Avaliação da qualidade microbiológica de um subproduto de açaí comercializado nos campi de uma instituição de ensino superior particular na cidade do Natal-RN Aplicação da gastronomia na dieta de pacientes submetidos a cirurgia bariátrica: aspectos nutricionais Avaliação das preparações do cardápio em unidades produtoras de refeições sob a ótica qualitativa O perfil do nutricionista como gestor de unidade produtora de refeição – uma revisão bibliográfica Avaliação dos hortifrutigranjeiros recebidos em uma unidade de alimentação e nutrição no município de São Gonçalo do Amarante/ RN Mentha spicata e a ação antiparasitária – uma revisão bibliográfica Efeito da fruta Noni (Morinda citrifolia L.) na função hepática e renal de ratas wistar Maria Luiza de Sousa Maia e Rafaella da Silva Bastos Patrícia Leão de França Moura e Romayana Medeiros de Oliveira Flávio Mendonça da Silva e Maria Natalícia Marques de Oliveira Ana Karoline Pinheiro do Nascimento e Anne Grayce Veríssimo da Silva Marta Alves e Leila Machado Dyla Gomes e Adriana Gurgel Lourenço Priscila Vanini Dantas de Medeiros Queiroga Gizene Luciana Pereira de Sales Jussele da Silva Lourenço Gizene Luciana Pereira de Sales Alexandre Monte Diana Cabral Quitéria 209 Ano 2012 Título do Trabalho Autores Análise dos padrões de comportamento alimentar e neofobia alimentar em graduandas de nutrição Análise do teor de fibras e efeitos do suco do fruto noni (Morinda Citrifolia L.) sobre o perfil glicêmico e lipídico de ratos wistar Efeitos do suco do fruto noni (Morinda Citrifolia L.) na função hepática de ratos wistar Avaliação dos Efeitos do suco do fruto noni (Morinda Citrifolia L.) na função renal de ratos Intolerância a lactose: Abordagem Nutricional Uma Diabetes Melittus tipo 2: Terapêutica Nutricional Ingestão Dietética de Sódio, por Idosos Assistidos no Grupo de Pesquisa em Geriatria e Gerontologia, do Centro Clínico Integrado de Saúde UnP Análise da Composição Nutricional de Shakes Comercializados para Redução de Peso em Adultos Avaliação da aceitabilidade da alimentação servida nas escolas da rede Estadual de ensino do município do Natal/RN Alimentos Comercializados por Autônomos fixos no Município de Parnamirim /RN – Enfoque na Qualidade Análise Físico-Química E Microbiológica das Águas Minerais Comercializadas na Cidade do NatalRN Leites do Tipo Ultra High Temperature (UHT): Análise do Rótulo e das suas Informação Nutricionais Análise da Rotulagem Nutricional de Adoçantes: Uma comparação com a Legislação em Vigor Concentração de Retinol em Bebidas à Base de Extrato de Soja em Comparação com o Descrito na Rotulagem Nutricional Biodisponibilidade de vitamina A em uma dieta isenta de leite e seus derivados Investigação do Consumo Alimentar, Parâmetros Antropométricos e Nível de Atividade Física em universitários Professor/Orientador Ivanise Augusta de F. L. Sandes e Raí Nabichedi da Silva Clara Beatriz Fernandes do Vale e Tatiana Maria de Oliveira Diana Quitéria Ferreira Cabral Débora Pollyana de A. Alves e Luzia Elionaide A. Martins Andréia da Cunha Bezerra e Thamy Mayara de A. Vieira Márcia Barbosa Bezerra Franco e Zênia Muniz R. Dantas Pinheiro Maria Dilma Nascimento Santos e Regislane da Silva Luciano Luiz Humberto Fagundes Junior Andréa Costa Ferreira de Lima e Mariana Oliveira de Sousa Ieda Maria Calife Hayonara Hingrid F. Silva e Natália da S. Sales Mirely de Freire Paiva Hérica Thaiza André da Silva e Raíssa Karla Pascoal Pareira Gizene Luciana Pereira de Sales Joice Gomes de Pontes e Tonny Pontes de Lima Gizene Luciana Pereira de Sales Hozana Maria Dias de M. Nascimento e Suelene Bezerra da Silva Leonardo Bruno Aragão de Araújo Etiene Camila Mota Gorgomo e Rarynna Priscylla S. da Fonseca Danielle Cristina Xavier da Silva e Taíze Cruz da Silva Ávila Cecília de Lima Prazeres e Maria Margareth Eloi da S. Paiva Anna Karolinne Guedes Costa e Rafaela Vanessa G. do Amarante Clézia Maria dos Santos e Priscilla Michelly Vasconcelos dos Santos de Araújo Márcia Fernanda S. M. Galvão Heryka Mirna Ramalho Hassan Elsangedy Maia Mohamed 210 Título do Trabalho Autores Aspectos nutricionais da Doença de Parkinson: o papel dos minerais e sua associação com as vitaminas Os benefícios dos micronutrientes, zinco e vitamina C no processo de cicatrização de úlceras por pressão. A terapia nutricional com vitaminas antioxidante e o tratamento quioterápico oncológico Determinantes do consumo alimentar de peixes ricos em ômega 3 e seus benefícios na saúdecardiovascular de indivíduos adultos: uma revisão de literatura Estudo comparativo da percepção da imagem corporal e estado nutricional entre estudantes do segundo período com o sexto período do curso de Nutrição da Universidade Potiguar /UnP Formulação do Gel de Linum Usitatissumum L. e análise da composição nutricional Os efeitos do óleo de coco virgem na saúde humana Desenvolvimento de um pão com farinha da banana verde: uma alternativa para pacientes diabéticos Análise comparativa da Alimentação em alunos das Escolas Pública e Privada do município de Macaíba/RN Análise Microbiológica de Fast Food comercializados por ambulantes no centro da cidade de Natal/RN Desenvolvimento de receitas funcionais para pacientes em tratamento quimioterápico de um hospital de Referiência em oncologia pediátrica na cidade de Natal/RN Elaboração de protocolo de preparações a base de Biomassa de Banana Verde para orientação de pacientes com neoplasias de cabeça e pescoço em tratamento oncológico Avaliação da Qualidade da Alimentação de Escolares da Rede Pública e Privada de Ensino em Santo Antônio/RN Gestação pós Gastroplastia: implicações maternas e neonatais Análise Microbiológica e físicoquímica do leite pasteurizado tipo C comercializado na cidade de Natal/RN Qualidade de vida no trabalho em unidades produtoras de refeição: uma revisão Mayara Quênia Macedo da Costa e Stephanie Erika dos S. Bezerra Natázinha Cristina Oliveira Medeiros e Terezinha Alves da Silva Professor/Orientador Marco Aurélio M. Freire Jaleska Santos Olimpo Trindade Andrea do Carmo Sousa Nyberg e Wydlene Pereira de Lima Luiz Humberto Fagundes Junior Tailine de Lima Silva e Tamires Rossana G. de Souza Mirely de Freire Paiva Camila Purificação Jácome e Pryscilla Beserra Rocha de Freitas Maria Lílian Monteiro P. Rodrigues Lidayane Santos de Souza e Maria Aparecida da Silva Mirely de Freire Paiva Janaina Barreto dos santos e Silvya carolline Maia Cunha Hassan Elsangedy Stephanie Poliana M. F. do Nascimento Mirely de Freire Paiva Amélia Raquel G. de A. e Silva e Jaíra Melo da Cruz Kátia Roseanny Viana Antônia Nadja Monara Soares e Diego Oliveira Alves Leonardo Bruno Aragão de Araújo Aline Carolina da S. Santos e Bruna Jéssica de Araújo Brabosa Maria Lílian Monteiro P. Rodrigues Emanuella Halana F. da Silva e Jefferson Cardoso Da Silva Maria Lílian Monteiro P. Rodrigues Edvânia Karla do Nascimento e Mariana Lyzier Ferreira Fagundes Mohamed Kátia Roseanny Viana Silva Silva Danúbia Karla da Cruz Moura e Sibely Karla Souza da Silveira Aurita Leysy de M. D. da Costa e Carla Iris de Medeiros Leonardo Bruno Aragão de Araújo Beatriz de Medeiros Azevedo e Wanessa Costa de Paiva Alexandre Serquiz Coelho 211 Título do Trabalho Avaliação da qualidade microbiológica de cachorros quentes vendidos por ambulantes de Natal/RN Qualidade de vida em pacientes obesos submetidos a cirurgia bariátrica: Uma revisão bibliográfica Identificação da Higienização simples das mãos dos consumidores antes das refeições em restaurantes tipo self service no município de Parnamirim/RN O direito Humano a Alimentação Adequada no Sistema Prisional Brasileiro: Uma Revisão Terapia Nutricional enteral em pacientes oncológicos gravemente enfermos: Prescrição Versus Infusão Uma proposta de aproveitamento Integral de Alimentos em uma Escola Municipal de Parnamirim/RN Análise Microbiológica de Morangos (Fragaria Chiloenses Duch) Vendidos em Supermercados e pontos não comerciais na Cidade do Natal-RN Hortifrutis in natura comercializados na CEASA na cidade do Natal/RN: da origem ao destino final Avaliação da Qualidade do Mel de Jandaíra (Melipona Subnitida) do estado do Rio Grande do Norte Estão os pais/responsáveis por crianças com APLV (Alergia a Proteína do Leite de Vaca) preparados para real leitura dos rótulos de alimentos industrializados? Análise Comparativa da Qualidade das Refeições (Almoço) ofertadas em uma Instituição Pública e Privada do Estado do RN Salada de Frutas no Conceito Street Food: Avaliação da Qualidade Microbiológica e Higiênico-Sanitária A Importância da Educação Nutricional no Âmbito Escolar: uma Revisão Alimentação Complementar: Quando Dever ser Inserida? A Importância do Banco de Leite Humano: uma revisão Análise Qualitativa da Dieta e sua Associação com a Classificação Econômica e Perfil Antropométrico de Adolescentes Matriculados na Rede Estadual de Ensino da Cidade de Natal/RN A Importância do Suporte Nutricional em Portadores de Doença Autores Professor/Orientador Ãngela Charllena F. Pinto e Nathan Guimarães da Silva Leonardo Bruno Aragão de Araújo Fabíola Marques de Lima e Suzy Karen da S. Bezerra Ligia Rejane Garcia Camilla Mendes dos Santos e Dayana Aparecida Xavier de Mendonça Girlene Freire Gonçalves Elizângela Maria Dantas e Ithamara de Olivieria Vasconcellos Gomes Laisa Sabino de Souza e Sthefany Fernanda Queiroz Batista Siqueira Alexandre Serquiz Coelho Lidiane de Fernandes Lima Lorena Rocha Revoredo e Raniele Naisi Faustino da Silva Ana Maria Macke Miani Fabíola Lemos da Silva Cunha e Priscila Gurgel Magno Valdenei Oliveira Rodrigo Galvão de Lima e Carla Juliana Câmara Bezerra Gizene Luciana Pereira de Sales Amanda Paiva de Carvalho e Flaviana da Cunha Nascimento Leonardo Bruno Aragão de Araújo Francisca Mychirlle Sarmento e Sara Alves Crispim Maria Lílian Monteiro P. Rodrigues Elizângela Rayfrance Fernandes CatherineTeixeira Carvalho Maria de Costa e Medeiros Lúcio de de Maria Adriana Jerônimo da Costa e Raíssa Andrade do M. Vieira Leonardo Bruno Aragão de Araújo Érica Gomes de Alexandria e Juliana Saraiva Dantas CatherineTeixeira Carvalho Ana Clara N. Galdino de Araújo e Talita Andrade Teixeira Ana Lúcia da S. Florêncio e Angélica Maria B. do N. Furtado Juliana F. dos Santos Dametto Andréa Alves Sena e Flávia Claudia da Silva Ligia Rejane Garcia Adrielly Fernanda de Oliveira e Kilvânia da S. Pereira Jaleska Santos Trindade de Siqueira Olinto 212 Título do Trabalho Inflamatória Intestinal: doença de Crohn Estudo Analítico de Métodos Distintos para Rotulagem Nutricional de Pudim Elaborado com Adição de Whey Protein Condições Higiênico-Sanitárias da Comercialização de Carne Bovina em Feiras Livres Tradicionais do Município de Natal/RN Avaliação do Consumo Alimentar, Conforme Índice Glicêmico em Portadores de Diabetes Mellitus Tipo 2, de Usuários de uma unidade básica de saúde(UBS) na Cidade de Parnamirim/RN Avaliação das Informações Nutricionais Contidas nos Rótulos de Produtos Destinados aos Portadores de Diabetes Mellitus A importância da ingestão diária de micronutrientes para o desenvolvimento fisiológico de crianças e jovens Levantamento das condições higiênico sanitárias das unidades de alimentação escolar dos Centros Infantis do Município de Parnamirim/RN Avaliação do percentual de gordura e sua possível correlação com a doença periodontal Propriedades Funcionais do Vinho: uma revisão de literatura Determinação da possível correlação entre Obesidade e Doença Periodontal Perfil Higiênico-Sanitário de uma Rede de Supermercados em Natal/RN: um estudo de caso Avaliação do Consumo Alimentar de Crianças Em Idade Escolar: uma revisão Avaliação do Índice de Massa Corporal e sua correlação com a Doença Periodontal Desenvolvimento de Cookie Proteico de Batata Doce Avaliação Nutricional Antropométrica e de Consumo Alimentar em Crianças em Idade Pré-Escolar: uma revisão de literatura Sintomas do Tratamento antineoplásico que podem interferir no estado nutricional de crianças: uma revisão Autores Ìsis Gomes Diniz Roberto Almintas Professor/Orientador e Naara Letícia Castelo B. P. de Oliveira Kadíjina Salvador Oliveira e Suzanne Raíssa Salvador Fernandes CatherineTeixeira Carvalho Patrícia de Morais Gomes e Sheila Marques F. de Lima Neidmar da Mata Rayane Liliane de Oliveira e Thalita Natyara Soares da Silva CatherineTeixeira Carvalho Vanessa Rayane Vieira da Silva e Fernanda Emanuelly M. Moura Marco Aurélio M. Freire Jéssica Pereira da Silva Kleidione Teixeira de Moura CatherineTeixeira Carvalho e de de de Jéssica Lydyane dos Santos e Raíssa Charliane de Castro Juliana F. dos Santos Dametto Ana Paula Dantas Brandão e Viviane Karilany de Macedo Marcelo Medeiros Marília Nelo de Oliveira Mayara Mariz de Medeiros Juliana F. dos Santos Dametto e Vivian de Souza A. da S. Rodrigues e Waleska Mayara R. Souza Márcia Maria do Nascimento e Mayana de Albuquerque Bezerra Labre de Priscila Vanini D.de M. Queiroga Alexandre Serquiz Coelho Izabel dos Santos Queiroz e Marta Francisca Jácome Juliana F. dos Santos Dametto Gardênia Alves Pereira e Mirna Micarla de A. Costa Letícia Castelo B.P. de Oliveira Deise Patrícia da Silva Pereira e Tarlyvânia Teixeira Coutinho Alexandre Serquiz Paula Leiliane Correia e Wigna Jaine Morais de Souza Lidiane de Fernandes Coelho Lima 213 Título do Trabalho Análise Bromatológica e de rótulo da semente de amendoim (Arachis hypogaea Lineua) Avaliação da manutenção do perfil lipídico do camarão pelo método de cocção Análise da percepção sensorial de um suplemento polivitamínico indicado a pacientes Gastroplastizados Perfil antropométrico de crianças beneficiadas pelo programa bolsa família no município de Parnamirim no quadriênio 2008-2011 Análise físico-química e microbiológica de águas minerais comercializadas na cidade de natal/RN Ações do Nutricionista no núcleo de Apoio a saúde da família: uma revisão Condições Higiênico-sanitárias de Centros Municipais de Educação Infantil em Natal/RN Perfil antropométrico e Prática do Aleitamento Materno em crianças de 0 a 2 anos atendidas na rede de atenção básica do município de Barcelona/RN Ação da semente de jerimum no combate aos Platelmintos: Taenia solium e Taenia saginata Autores Professor/Orientador Camila Raquel Jerônimo Peixoto e Natália dos Santos Cavalcanti Kaliane Cunha Barbosa Ana Catarina Bacurau e Maria das Vitórias Fonseca Ieda Maria Calife Jennifer Brito Bezerra e Yvanessa Monnalisa Fernandes Kátia Roseanny Viana Flávia Medeiros de Azevedo e Kayara Nazareth Gomes Vieira Ligia Rejane Garcia Hozana Maria Dias de melo Nascimento e Suelene bezerra da Silva Leonardo Bruno Aragão de Araújo Carliany Marcelino Matias da Costa e Rosa Maria Alves Lima de Oliveira Alexandre Serquiz Andriely Pires de Souza e Maria José de Souza Priscila Vanini D.de M. Queiroga Thaísa Bárbara F. Dantas e Thamara Morais de Oliveira Ligia Rejane Garcia Francisco Carlos Laurindo de Macena e Maria do Socorro Santos Silva Alexandre Monte de da Araújo Silva Siqueira Coelho Siqueira 214 ANEXO D PERIÓDICOS ESPECIALIZADOS 215 1 International Journal of Gastronomy and Food Science período base de dados Acesso em 2012 Vol. 1 2 Sciencedirect http://www.sciencedirect.com/scienc e/journal/1878450X/1 International Journal of Food Microbiology período base de dados Acesso em 1984 a 2013 do Vol. 1 ao 164 3 período Sciencedirect http://www.sciencedirect.com/scienc e/journal/01681605/160 Journal of Food Composition and Analysis base de dados Acesso em 1987 a 2013 do Vol. 1 ao 31 4 Sciencedirect http://www.sciencedirect.com/scienc e/journal/08891575/26 Journal of Food Engineering período base de dados Acesso em 1982 a 2013 do Vol. 1 ao 118 Sciencedirect http://www.sciencedirect.com/scienc e/journal/02608774/118 5 período 1982 a 2013 do Vol. 1 ao 32 Clinical Nutrition base de dados Acesso em Sciencedirect http://www.sciencedirect.com/scienc e/journal/02615614/32 216 6 Journal of Functional Foods base de dados Acesso em período 2009 a 2013 do Vol. 1 ao 5 7 http://www.sciencedirect.com/scienc e/journal/17564646/4 e-SPEN, the European e-Journal of Clinical Nutrition and Metabolism período base de dados Acesso em 2006 a 2011 do Vol. 1 ao 6 8 Sciencedirect Sciencedirect http://www.sciencedirect.com/scienc e/journal/17514991/6 Journal of the Academy of Nutrition and Dietetics período base de dados Acesso em 2012 a 113 do Vol. 112 ao 113 9 Sciencedirect http://www.sciencedirect.com/scienc e/journal/22122672/112 Journal of Nutrition Education and Behavior base de dados Acesso em 2002 a 2013 do Vol. 34 ao 45 10 período 1990 a 2013 do Vol. 1 ao 24 Sciencedirect http://www.sciencedirect.com/scienc e/journal/14994046/44 The Journal of Nutritional Biochemistry base de dados Acesso em Sciencedirect http://www.sciencedirect.com/scienc e/journal/09552863/23 217 11 período 1981 a 2013 do Vol. 1 ao 33 12 período 1995 a 2013 do Vol. 5 ao 23 13 Nutrition Research base de dados Acesso em Sciencedirect http://www.sciencedirect.com/scienc e/journal/02715317/33 Journal of Renal Nutrition base de dados Acesso em Sciencedirect http://www.sciencedirect.com/scienc e/journal/10512276/22 International Journal of Antimicrobial Agents período base de dados Acesso em 1991 a 2013 do Vol. 1 ao 41 14 período 2011 a 2013 do Vol. 1 ao 3 15 período 2004 a 2013 do Vol. 39 ao 48 16 período 1994 a 2013 do Vol. 1 ao 20 Sciencedirect http://www.sciencedirect.com/scienc e/journal/09248579/40 Biomedicine & Preventive Nutrition base de dados Acesso em ScienceDirect http://www.sciencedirect.com/scienc e/journal/22105239/2 Cahiers de Nutrition et de Diététique base de dados Acesso em ScienceDirect http://www.sciencedirect.com/scienc e/journal/00079960/47 Pathophysiology base de dados Acesso em ScienceDirect http://www.sciencedirect.com/scienc e/journal/09284680/20 218 17 Baillière's Clinical 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