A CARTOGRAFIA TÁTIL NA EDUCAÇÃO ESCOLAR
Renan Ramos da Silva/UFRJ
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Luciana Maria Santos de Arruda/UFRJ
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INTRODUÇÃO
Este trabalho procura apresentar uma abordagem analítica sobre o estudo da
cartografia tátil e sua importância dentro da sociedade e da instituição escolar. Neste
contexto, destaca-se o Instituto Benjamin Constant, onde houve a oportunidade de uma
experiência de estágio, que promoveu a absorção de inúmeras informações a respeito de
deficientes visuais, principalmente vinculadas ao material utilizado no aprendizado de
Geografia (os mapas táteis) e as estratégias que os professores utilizavam para transmitir
o conteúdo da disciplina aos alunos. Um ponto importante com relação à cartografia
tátil são os critérios utilizados na escolha de temas para elaboração dos mapas, pois
existem distinções importantes entre os mapas convencionais e táteis na fase de
planejamento, podendo interferir no trabalho final. A partir da referida experiência de
estágio e das informações recolhidas em material bibliográfico, pretende-se destacar os
aspectos mais relevantes em relação à importância da cartografia voltada para os
deficientes visuais, tanto do ponto de vista do aprendizado como no processo de
inclusão social.
2. Os Mapas táteis e sua importância
Os mapas táteis são a principal ferramenta cartográfica que utiliza a percepção
tátil como forma de decodificação da representação do espaço geográfico e de seus
fenômenos. Sendo a forma predominante de transmitir as informações espaciais aos
deficientes visuais o, tato a construção desse tipo de documento deve ser diferenciada
dos mapas convencionais (cuja forma de transmissão é majoritariamente a visão), pois
possuem características distintas no processo de apreensão das informações.
A utilização dos mapas e de outros documentos cartográficos semelhantes, como
os cartogramas, tem sido ampliada e intensificada, principalmente a partir da última
década. Na verdade, o momento histórico tem contribuído para ressaltar o papel dos
mapas, devido aos acontecimentos e transformações que vêm ocorrendo no espaço
geográfico e nos campos político, social e cultural. Como nos esclarece IBGE (2009),
esse valor dado aos mapas vem crescendo especialmente a partir do processo de
modernização e da possibilidade de registro, em tempo real, dos fatos. E ainda, com a
viabilidade de disponibilização de notícias para um número muito maior de pessoas em
um espaço de tempo muito reduzido. Essas transformações fazem parte de processos
maiores, relacionados à globalização e as revoluções industrial e técnico-informacional,
ocorridas nos penúltimos anos.
Alguns trabalhos, percebidos na mídia escrita e transmitida, apontam para uma
maior presença da Cartografia na sociedade atual, como VASCONCELLOS (1993) que
afirma que a preocupação com a representação gráfica provoca uma valorização dos
recursos visuais, e cita os jornais paulistas como prova desta preocupação.
Um ponto de grande relevância quando se fala da importância dos mapas táteis
está vinculado à dificuldade existente no processo de padronização destes,
principalmente associada à matéria-prima disponível para a sua produção, que varia de
um país a outro, segundo OKA (2000). Por esse motivo, é necessário que cada país crie
seus padrões e estabeleça normas para a cartografia tátil, tomando como base a matériaprima existente, o grau de desenvolvimento tecnológico, a acessibilidade e o preparo
dos deficientes visuais para uso desses produtos. Assim, tornam-se constantes as
discrepâncias nesse sentido, entre os diferentes países.
A partir desse processo de ampliação da Cartografia no mundo atual, podemos
destacar a presença de tecnologias, não só na disseminação dessa ciência e seus
fenômenos, mas também no processo de elaboração dos mapas. Nos aspectos referentes
à textura, cor, tamanho e forma, as novas tecnologias promovem facilidades com
relação à identificação das variáveis visuais para os cegos e pessoas de baixa visão,
como, por exemplo, os mapas termoformes, em teste e elaborados pela Divisão de
Pesquisa e Produção de Material Especializado – DPME do Instituto Benjamin Constant
, que é um setor que promove a pesquisa, desenvolvimento e criação de projetos e
materiais para todas as disciplinas, para serem utilizados pelos estudantes do IBC e de
outras escolas que necessitem do material. , que facilita a identificação dos fenômenos
pelos deficientes visuais.
Assim a Cartografia Tátil tem a sua importância constituída, por desenvolver
meios de representações na forma tátil não só visando o acesso aos portadores de
deficiência visual, como a elaboração de novas formas de codificação que possam ser
adicionadas às tradicionais e, com, isso ampliar os meios de representação oferecendo
ao profissional responsável pela produção dos mapas uma maior gama de possibilidades
para que o processo de comunicação cartográfica seja realizado sem interferências e o
entendimento se tome mais simplificado e direto ao usuário.
3. Experiência de Estágio
O Instituto Benjamin Constant foi criado pelo Imperador D.Pedro II através do
Decreto Imperial n.º 1.428, de 12 de setembro de 1854, tendo sido inaugurado,
solenemente, no dia 17 de setembro do mesmo ano, na presença do Imperador, da
Imperatriz e de todo o Ministério, com o nome de Imperial Instituto dos Meninos
Cegos. Este foi o primeiro passo concreto no Brasil para garantir ao cego o direito à
cidadania.
A partir de uma análise e uma pesquisa sobre a organização e estrutura da
instituição pode-se descrever, segundo o site do próprio Instituto Benjamim Constant,
que as atividades pedagógicas envolvem as mesmas disciplinas da grade curricular do
ensino de 1ª a 8ª séries não especializado. O objetivo é propiciar ao educando a
formação necessária ao desenvolvimento de suas potencialidades como elemento de
auto-realização, objetivando dar-lhe condições de inserção no ensino de 2º grau da rede
regular.
Além disso, são realizadas atividades específicas nas áreas de orientação e
mobilidade, educação visual, utilização de recursos especiais, atividades da vida diária e
grafo - motoras, datilografia, utilização de computadores, assinatura do nome para os
alunos cegos e preparação para o trabalho. No jardim de infância, nas classes de
alfabetização e nas primeiras séries do 1º grau, por necessidades trazidas pelas
adaptações necessárias e pelo respeito ao ritmo de cada aluno, as turmas são
constituídas por um número que varia entre 5 e 8 alunos. Todos os alunos do IBC, do
jardim de infância à 8ª série, são atendidos em horário integral. Destes alunos, cerca de
40%, por razões sociais e econômicas, são internos, tendo saída somente nos finais de
semana.
O desenvolvimento do estágio ocorreu no segundo ciclo nas 6 ª,7 ª e 8 ª séries,
onde foi observado como o conteúdo de geografia era aplicado, podendo ser analisado
que é uma disciplina que utiliza muito da visão e da observação das imagens para a
descrição dos fenômenos. A partir disso pode-se analisar a forma que a professora
Luciana Maria utilizava para transmitir esse conhecimento aos alunos, associando as
deficiências encontradas (baixa visão e cegueira).
A partir dessa transmissão de conteúdo foi observado que ela utilizava técnicas
parecidas com a de Vygotsky, onde o psicólogo russo descreve em suas teorias, como
por exemplo: “através da inserção na cultura e da participação no processo de
construção histórica, a criança portadora de deficiência assimila as formas sociais de
atuação, as internaliza e interage como sujeito histórico.”, isto é, os dois criticam as
formas de segregação social e educacional impostas às pessoas com deficiência, onde
quase sempre a professora Lucina aplicava o mesmo conteúdo que utilizava nas outras
escolas que trabalha. A única diferença percebida é na forma de ditar a matéria para os
alunos. Outro destaque presente na teoria de Vygotsky é que o ele pensa que não
devemos focar nos aspectos negativos da doença, mas nas “características positivas
que as constituem como pessoa”.
Com as observações feitas sobre a amplitude das aulas na vida social do aluno,
onde ele descrevia fatores sociais como assuntos presentes no dia a dia, onde a
geografia está presente, ou com a questão de localização onde muitos dos alunos moram
em regiões distantes da instituição como Arraial do Cabo, Tinguá entre outros onde os
estudantes descreviam a importância de saber onde estão e para onde vão. A vantagem
que a geografia proporciona para esses alunos podia ser vista através de outras maneiras
como a aplicação de matérias com a ajuda de maquetes, mapas e descrição de imagens.
Figura1: Maquete da estrutura interna da Terra (Fonte: Arquivo pessoal)
Além das observações destaca-se a ação e importância da cartografia referente
ao espaço vivido, a modificação e o desenvolvimento histórico dos conteúdos das
matérias e da forma que podem ser aplicados, onde primeiramente eram mapas
artesanais feitos com texturas de materiais que encontramos no dia a dia como farinha,
macarrão, areia entre outros e com o avanço da tecnologia e o desenvolvimento da 3°
revolução industrial, os mapas passaram a ser digitalizados onde seu processo é feito a
partir de uma base onde sobre ela ficaram um plástico reciclável que será levada a uma
pequena estufa por alguns segundos. Esses mapas possuem suas vantagens e
desvantagens, analisando isso percebi que as desvantagens estão referentes à
necessidade e a dificuldade da e as texturas que melhores que promovam um melhor
resultado, entretanto as vantagens são inúmeras onde pode-se citar a facilidade de o
mapa poder atender de forma positiva e expressiva as diversas deficiências visuais, pois
nos mapas artesanais as legendas e os elementos cartográficos ficavam um pouco
“embolados” dificultando um poucos sua utilização.
Figura2: Bases para construção de mapas digitalizados (Fonte: Arquivo pessoal)
Com a oportunidade promovida pela da professora da disciplina de Geografia,
Luciana Maria Santos de Arruda, em conhecer o Divisão de Pesquisa e Produção de
Material Especializado – DPME, que é um setor que promove a pesquisa,
desenvolvimento e criação de projetos e materiais para todas as disciplinas, para serem
utilizados pelos estudantes do Instituto Benjamin Constant. A partir disso é possível
perceber e associar como a visão é o principal meio utilizado pelo homem para se
perceber o espaço e suas relações existentes, isso explica a preocupação predominante
da visualização na elaboração dos documentos cartográficos, já que a Cartografia
representa justamente esse espaço que o homem procura entender e perceber melhor,
onde “toda aquela de natureza física, biológica ou social, que possua um
relacionamento com um sistema de referência sobre a superfície terrestre” (MENEZES,
2000).
4. Inclusão social e Interdisciplinaridade
A Cartografia Tátil que se trata de um segmento específico dentro da cartografia
que trabalha com a elaboração e produção de material didático tátil como mapas e
maquetes, que são utilizados no setor de educação, ou funcionam como instrumento
facilitador da mobilidade do portador de deficiência visual no centro das grandes
cidades, como shopping centers e no movimento de pessoas e mercadorias entre
localidades utilizando os transportes (Figura3), onde desta forma auxilie na aquisição de
independência pessoal e social, além de desenvolver e intensificar a competência
intelectual dos deficientes visuais, facilitando assim o processo de inclusão social.
Figura 3: Mapa tátil informa deficientes visuais sobre os principais pontos do entorno da
região da estação de Santa Cecília(Foto: Daigo Oliva/G1)
Figura 4: Confeccionado nas cores azul e branco, mapa destaca em relevo quadras e
ruas da região e indica legendas em braille e em letras ampliadas (Foto: Daigo
Oliva/G1)
Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais “a Alfabetização Cartográfica é
fundamental para que os alunos possam continuar sua formação iniciada nas primeiras
séries e, posteriormente, trabalhar com a representação gráfica. Portanto, o aluno
precisa aprender os elementos básicos da representação gráfica/cartográfica para que
possa efetivamente ler mapas”.
A partir disto pode-se entender que o mapa tátil contribui para a locomoção e
para a mobilidade de pessoas com deficiência visual e serve como instrumento de
orientação e localização de objetos e lugares, e dentro disso pode-se perceber que a
cartografia como um produto e instrumento de representação dos fenômenos
geográficos, possui grande relação com as outras ciências, que aparecem de forma
explícita ou subtendida nesses fenômenos. O mapa tátil é importante para cegos e
videntes. Para o cego, a utilização maior se dá em situações de ensino; enquanto na
mobilidade, o uso do mapa tátil ainda é incipiente. Sua leitura não é uma habilidade
natural, precisa de preparação, necessita alfabetização cartográfica. Nas escolas, muitos
professores não utilizam os mapas táteis com os alunos por falta de iniciativa e preparo,
também, porque muitos vêem a pessoa com deficiência visual como incapaz de entender
mapas, esquemas e figuras táteis, entretanto no Instituto Benjamin Constant a professora
utiliza sempre quando é preciso nos conteúdos de geografia.
Outro destaque presente em relação à cartografia tátil, dos materiais e pesquisas
feitas sobre os temas, é referente ao caso de a nova LDB resguardar um capítulo
específico para a educação especial (Capítulo V), configura-se a expectativa positiva de
uma educação especial mais ligada à educação escolar e ao ensino público, parece
relevante para uma área tão pouco contemplada, historicamente, no conjunto das
políticas públicas brasileiras.
O importante é que essa lei e principalmente esse capítulo possa gerar mais
discussões que contribuam de maneira positiva na elaboração de formas e conteúdos
que ajudem e facilitem a vida dos estudantes especiais, além de gerar uma preocupação
política de atendimento educacional especializado, buscando adaptar a ampliar o
processo de inclusão dessas pessoas a sociedade.
Assim a partir das observações e dos estudos, é possível a elaboração de
questões sobre as principais dúvidas para a produção de Mapas Táteis, onde há
necessidade de se discutir sobre a seleção de materiais e de informações, podendo está
vinculadas ou não a Geografia:
· Que tipo de mapa será produzido?
· Qual método de produção será adotado?
· Qual o objetivo do mapa?
· Que tipo de informação deve ser colocada?
· Qual a escala mais adequada?
· Qual a simbologia mais adequada a ser utilizada?
· Qual o conhecimento prévio do usuário?
· Quais as necessidades do usuário?
· O usuário com deficiência visual terá auxílio de uma pessoa vidente, na leitura do
mapa?
Quanto às orientações para a produção, é importante:
· Selecionar a informação;
· Verificar o método de produção e a escala mais adequados;
· Selecionar e limitar o número de símbolos;
· Limitar as informações escritas, usar legenda;
· Usar símbolos contrastantes na textura, forma, altura e cor;
· Representar a escala e o norte;
· Utilizar informações gravadas e sons.
A partir dessas informações e análises referentes à preparação para o uso do
mapa tátil na mobilidade e no ensino nas instituições escolares, pode começar pelo
espaço vivido, além de promover o desenvolvimento e facilitando a utilização dos
mapas para os deficientes visuais, e vale ressaltar que qualquer ramo ou disciplina que
necessite da espacialização das informações e das representações destas, por isto
podemos considerar os mapas táteis, um instrumento não só para a geografia, mas sim
para outras ciências ou até mesmo de forma conjunta, promovendo o processo de
interdisciplinaridade.
“a interdisciplinaridade, é importante lembrarmos que essa não anula a
disciplinaridade. Assim como não significa a justaposição de saberes, também não
anula a especificidade de cada campo de saber. Ela, antes de tudo, implica numa
consciência dos limites e das potencialidades de cada campo de saber para que possa
haver uma abertura em direção de um fazer coletivo. Um fazer interdisciplinar, por
outro lado, pode envolver recortes no conjunto do conhecimento. O problema é como
recortar e para que recortar. Um recorte deve ser sempre visto como tal e não pode
substituir o todo.” (Gomes, 1994)
Dentro desse contexto de interdisciplinaridade pode-se destacar mapas referentes
à expansão de alguma endemia ou algum fenômeno que possa ser representado no
espaço, como por exemplo:
4. Considerações finais
O presente trabalho buscou expor uma parte da grande representatividade que a
cartografia tátil merece dentro da educação, não apenas no ramo da geografia, mas na
interdisciplinaridade presente com as outras ciências, entretanto conclui-se a escolha do
tema desenvolvido por está relacionado à cartografia tanto como ciência quanto como
técnica, e até mesmo como arte, sempre se baseou, quase que exclusivamente, no
sentido da visão para realizar o seu objetivo principal, que é o de transmitir as
informações geográficas através das representações contidas nos mais variados
documentos cartográficos, seja através dos signos, convenções, toponímias, cores,
gráficos, dentre outros.
As perspectivas e os desafios estão diante dos olhos e dos poros, as
possibilidades complexas e muitos sonhos são encontros possíveis. Um mínimo de
informação e conhecimento sobre a geografia em si, destacando-se os fundamentos e o
enriquecimento conceitual logo nos remete à sua condição de saber estratégico e
político. O que nos permite dividir a opinião e a idéia de que a produção e o ensino
carecem inevitavelmente de um projeto de sociedade, principalmente vinculado a
poucos trabalhos relacionados à educação a partir da cartografia tátil. A idéia de
educação geográfica está vinculada na possibilidade de uma linguagem própria da
Geografia que precisa ser apreendida e explicitada quando da necessidade de interpretar,
esclarecer e interferir no espaço. De certa forma, tem afinidade de forma direta com os
conceitos e conteúdos de ensino. No entanto, vai além deles à medida que não esgota
neles sua finalidade.
5. Referências Bibliográficas
BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais:
introdução aos parâmetros curriculares nacionais / Secretaria de Educação
Fundamental. Brasília: MEC/SEE, 1997.
GOMES,R., DESLANDES, F.R.. Interdisciplinaridade Na Saúde Pública: Um
Campo Em Construção. Revista Latino-Americana de Enfermagem, 1994 revistasusp.sibi.usp.br
LAZARO,R.C.G. Deficiência Visual. In: Instituto Benjamin Constant[online]. 2002.
Disponível em http://www.ibcnet.ogr.br/paginas/cegueira/cegueira_02.htm
MENEZES, P.M.L A interface Cartografia-Geoecologia Nos Estudos Diagnósticos
E Prognósticos Da Paisagem: Um Modelo De Avaliação De Procedimentos
Analíticos-Integrativos. 2000. Tese (Doutorado em Ciências) – Universidade Federal
do Rio de Janeiro, Pós-Graduação em Geografia, 2000.
OKA, C. M. Mapas táteis são necessários? Pôster apresentado no IX Congresso
Brasileiro de Educadores de Deficientes Visuais. Guarapari/ES. 1999. (Cópia eletrônica
cedida à LIMA, Francisco José de, em comunicação pessoal, em janeiro de 2000.)
VASCONCELLOS, R. A Cartografia Tátil e o Deficiente Visual: uma avaliação das
etapas de produção e uso do mapa. 1993. Tese de Doutorado. Departamento de
Geografia. FFLCH-USP. São Paulo. 1993.
VYGOTSKY, L., Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1993
Web sites
http://www.ibc.gov.br/
http://www.ibge.gov.br/
http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/atlasescolar/apresentacoes/historia.swf
http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1087971-5605,00MAPA+TATIL+AUXILIA+DEFICIENTES+VISUAIS+EM+ESTACAO+DO+METR
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