0 RELATÓRIO 2011 1 CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO (COAD) Rosângela Morais da Rosa - Presidente Tertuliano Cardoso Filho - Vice-Presidente João Baptista Pereira - Tesoureiro Jorge Cameu José Antônio Homerich Valduga Julia Cascaes Pereira Luiz Alberto Silveira Paulo Roberto Gonzaga Prazeres Renato Luiz Dias CENTRO ESPÍRITA ALLAN KARDEC-CEAK COORDENADOR Rogério Carvalho da Rosa CENTRO ESPÍRITA IRMÃO ERASTO-CEIE COORDENADOR JORGE ARTUR CAMEU DIREÇÃO GERAL Rosângela Morais da Rosa - Presidente Tertuliano Cardoso Filho - Vice-Presidente Mirian Del Carmen Quintilhan - Tesoureiro Sila Sabian Costa – Secretária Geral Lenir Wolter - Supervisora do Lar dos idosos “Irmão Erasto” Adélia Pereira – Supervisora Casa das Crianças Seara da Esperança ASSESSORIA JURIDICA João Leonel Machado Pereira José Antonio Homerich Valduga Rogério Carvalho da Rosa RELAÇÕES PÚBLICAS Júlia Cascaes Pereira Rua Allan Kardec, 142 – Cx. Postal 664 - centro 88.025 – 100, Florianópolis, SC Fones: (48)3284-5249 (PABX) (48) 3284.5490 (FAX) E-mail: [email protected] Site: www.serte.org.br 2 CONSELHO DE CURADORES Regine Abreu Júlia Cascaes Pereira Messias Antônio Dores Bastos Alexandre Herculano Abreu Tertuliano Cardoso Filho Renato Luiz Dias Assis Ruprest Hélio Abreu CONSELHO FISCAL Reinaldo Di Bernardi - Presidente Alexandre Chambarelli de Novaes Messias Antônio Dores Bastos SUPLENTES Maria Cecília Moreira Pires Sila Bastian Costa Telam Pereira Ranzenberger 3 ESTRUTURA ADMINISTRATIVA DA SERTE Secretária Executiva Maria Sônia De Pellegrin Warken Coordenadora do Lar dos Idosos “Irmão Erasto” e do Lar das Crianças Seara da Esperança: Maria Sonia De Pellegrin Warken Coordenadora do Lar dos Idosos “Irmão Erasto” e do Lar das Crianças Seara da Esperança: Marian Del Carmen Quintilhan Março a Setembro-2012 Assistente da Coordenação: Ademir Osório Silveira Contabilidade Rosana Salvador Marckiori Dos Santos Encarregada Tesouraria Miele Rossani Probst Salvador Recursos Humanos Rosane Defante Médica Clínica Daniela Cerqueira Campos Maciel Nutricionista Mari Lúcia de Abreu Enfermeira chefe Lilian Capellari Fisioterapeutas e Terapeutas das Obras Assistenciais Vanessa da Rosa Ghiorzi Mara Regina Pereira da Silva Assistentes Sociais do Lar dos Idosos: Letícia Schmidt Veras Francielli Ferreira de Souza Felix 4 Assistente Social do Lar das Crianças Seara da Esperança Márcia Santos Barboza Psicóloga Responsável pelas Obras Sociais Lori Edi Kruger Coordenadora do Educandário Lar de Jesus Rosimere Fortes Coordenadora do Educandário Lar de Jesus-Substituta Elizete Lopes Pereira Assistente Administrativo-Educandário Elizete Lopes Pereira Responsável pelo Voluntariado Graziella da Silva Kricheldorf Técnico de Segurança de Trabalho Iuçá Pereira da Silva Administrador de Rede Roberto Polli da Silva Supervisora da Cozinha Elizabete Maria Shroeder da Silva Cozinheiras Gerais Ivanir de Nez de Lima Sirlene Lang Responsável pelo Bazar Leonilda da Costa de Souza Responsáveis pela Central de Doação Elias Martins Salvador Aldair de Souza Lima Mobilização de Recursos Joana D’arc Rochael da Silva Primo Mirian Del Carmen Quintilhan FUNCIONÁRIAS DO CALL CENTER Coordenadora de Telemarketing Fabíola Freitas Marinês Vogel Martins 5 Rosângela Vigneaux Minor Ana Paula da Silva Ana Rita Silva Andressa Oliveira de Oliveira Cleide Claudete Silva Barbosa Débora da Silva Nascimento Fernanda Cristina Batista Nascimento dos Santos Hiasmin Mayan Carvalho Jessé Henrique da Silva Joana Darc Rochael Prazeres Marli Farias Priscila Carolina Vudarski Fernandes Rochele da Rosa Persich Sandra Millidiu Livraria Espírita Nara Salete Ramos Martins Jurema Verzola Recepção do Centro Espírita Allan Kardec Elizabete da Silva Recepção Obras Sociais – Cachoeira do Bom Jesus Jussara Terezinha Lopes Sonia Maria da Silva FUNCIONÁRIOS- LAR DOS VELHINHOS Abrahão Abreu Pereira Ademir Ozorio Silveira Adriana de Fátima Camargo Adriana Maria de Azevedo Da Silva Mattos Aldair de Lima Souza Aliani Trindade Riva Aline Teresa de Souza Ana Geci Teixeira Caren Loth dos Santos Carlos Januário de Oliveira Carmem de Lima Mattos Carmen Regina Bier Célia Maria Santana Lorenzon Claudia Elisabete Monteiro Flor Cleia Aparecida Simões Cleonice Terezinha Zatta Cleusa Maria Pereira Goes Cristiane Moraes 6 Daise Wiggers Freitas Daniel Capitão D’Onófrio Daniela Cerqueira Campos Maciel Daniela Nascimento da Silva David Giuliano Saravia Flores Edni da Silva Monteiro Eduardo Antonio de Souza Elias Martins Salvador Elizabete Maria Schroeder da Silva Erlon Vinicius de Oliveira Paim Fabiana Polizato Fernanda Nunes de Souza Bodot Fernando de Melo Antunes da Cruz Francielle Ferreira de Souza Felix Graziella da Silva Kricheldorf Ilda Caparica Silva Ilda Maria da Silva Bastos Iraci Rosa da Silva Iuça Pereira da Silva Ivalda Istela da Silva Ivanir de Nez de Lima Jucelia Beatriz Vidal Juliana de Souza Alves Júlio César Vieira de Lima Jussara Teresinha Lopes Katia Maria Jung Pereira Lauriana Maria Schoeder Leonel João Pereira Leonilda da Costa de Souza Leticia da Silva Leal Letícia Schmidt Veras Lilian Capellari Luciane Maria da Silva dos Santos Luiz Arlei Kotetski Mara Regina Pereira da Silva Marcos Lazaro Cardoso Margo Prieto Felix Mari Lucia de Abreu Maria Madalena dos Santos Maria Marta das Neves Maria Sônia De Pelegrin Warken Marilene Silva Marinalba Florisbela Duarte de Oliveira Marli Hugen Marta Regina Delfino FUNCIONÁRIOS-LAR DAS CRIANÇAS Adriana Luiza Peres 7 Adriana Silveira Claudete Maria Machado Claudia Regina Pereira Claudia Cardoso Cleusa de Fatima da Silva Eliane Regina Pacheco da Silva Franciele de Lima Janir Medeiros Mattos Leda Maria de Souza Pereira Leonei da Silva Lori Edi Kruger Lourdete Trevisan Montipo Márcia Santos Barboza Maria Celia da Silva Leal Maria das Neves Silva Maria Edinete da Silva Pires Odete Londero Rosa Maria da Silva Rosalva Francisca Chaves Sinara Terezinha de Souza FUNCIONÁRIOS CENTRO ESPÍRITA ALLAN KARDEC - CEAK Elizabete da Silva Dalva Martins 8 POR DISPOSIÇÃO ESTATUTÁRIA E REGIMENTAL E, AINDA, POR FORÇA DO CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO, É PROIBIDO O RECEBIMENTO DE QUALQUER TIPO DE REMUNERAÇÃO, DE AJUDA DE CUSTO OU DE INDENIZAÇÃO DE DESPESAS PESSOAIS POR OCUPANTES DE CARGO DE DIREÇÃO, DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO, DE ASSESSORIA OU COODENAÇÃO DOS CENTROS ESPÍRITAS DA SERTE. OS DEMAIS CARGOS SÃO REMUNERADOS NA FORMA DA LEGISLAÇÃO TRABALHISTA. 9 UM SÓ NADA FAZ, É O CONJUNTO QUE OPERA Na SERTE valoriza-se a participação individual e temporal. A antiguidade, no entanto, não é posto para ninguém e nem confere poder de mando. O resultado é de todos e não de ninguém em particular. A OBRA se sobrepõe a cada um de nós. O conjunto é que conta. AS DIFICULDADES DA SERTE SÃO PROPORCIONAIS AO SEU TAMANHO. AS POSSIBILIDADES TAMBÉM! 10 SUMÁRIO Representação Nos Conselhos ..................................................................................................... 12 A Procura da autossustentabilidade........................................................................................ 13 A Autossustentabilidade Da Serte .............................................................................................. 16 2-Implantação Da Central De Gerenciamento De Resíduos Sólidos ............................... 17 3-Contrato De Estudos Das Terrras Da Serte .......................................................................17 Introdução .......................................................................................................................................... 18 Compromissos Da Atual Gestão................................................................................................... 21 Informações........................................................................................................................................ 22 A Rotina Da Serte .............................................................................................................................. 22 Acordos – Convênios........................................................................................................................ 22 Ações Trabalhistas ........................................................................................................................... 23 Escola De Circo .................................................................................................................................. 24 Eventos, Ações Comunitárias ...................................................................................................... 25 Estatisticas .......................................................................................................................................... 26 Serviço Assistencial ......................................................................................................................... 26 Setor De Enfermagem-Lar Dos Idosos....................................................................................... 29 Setor De Nutrição ............................................................................................................................. 38 Lar Dos Idosos Irmão Erasto-Lar Das Crianças Seara Da Esperança E Educandário Lar A De Jesus ............................................................................................................................................ 34 Setor De Psicologia-Lar Das Crianças ........................................................................................ 42 11 Lar Das Crianças Seara Da Esperança ....................................................................................... 46 • .......................................................................................................................................... Car avana Brincar......................................................................................................................................46 • .......................................................................................................................................... Car avana de Convivência Cristã Irmão Rafael ..........................................................................................46 • .......................................................................................................................................... Pro jeto Hora do Colinho...........................................................................................................................47 • .......................................................................................................................................... Pro jeto Minha Infância Fotografada.........................................................................................................47 • .......................................................................................................................................... Pro jeto Dançando E Alegrando ................................................................................................................47 • .......................................................................................................................................... Ho rta.......................................................................................................................................................50 • .......................................................................................................................................... Cas a Reciclável .........................................................................................................................................51 • .......................................................................................................................................... Co ntação de História ..............................................................................................................................51 • .......................................................................................................................................... Bri ncaespanhol .......................................................................................................................................51 • .......................................................................................................................................... Sal a de Leitura.........................................................................................................................................52 • .......................................................................................................................................... Cir co (Projeto Aprendiz) ..........................................................................................................................52 DISTRIBUIÇÃO DAS CRIANÇAS POR FAIXA ETÁRIA .....................................................................................52 E POR GRUPO PEDAGÓGICO ......................................................................................................................52 QUADRO DEMONSTRATIVO DOS BRECHÓS E VENDA DE MÓVEIS USADOS.................. 62 12 REPRESENTAÇÃO NOS CONSELHOS A SERTE integra a Associação das Entidades Filantrópicas de Santa Catarina (ASSEF/SC) e representa a entidade no Conselho Estadual da Criança e do Adolescente, por intermédio da Assistente Social Márcia Santos Barboza. A entidade também está presente no Conselho Estadual de Assistência Social, por sua Assistente Social Francielle de Souza Felix. Além disso, atua no Conselho Estadual de Segurança Alimentar, por intermédio de Mari Lúcia de Abreu. Tem assento no Conselho Municipal do Idoso por intermédio da Assistente Social Letícia Schmidt Veras. Finalmente integra o Conselho Estadual do Idoso por intermédio de Rogério Carvalho da Rosa (titular) e de Jorge Cameu (suplente). 13 A PROCURA DA AUTOSSUSTENTABILIDADE A SERTE é uma instituição nascida no astral, mas de responsabilidade humana. É um projeto concebido pelos espíritos desencarnados para que os espíritos encarnados pusessem “mãos às obras”. Como tal, está submetida às leis da dimensão material. Para existir precisou de uma data (fundação) e de um lugar (sede). Tempo e espaço são as duas variáveis básicas de tudo que existe na Terra. A realidade física – da qual a SERTE é parte e onde “acontece” - tem suas próprias leis e definições. Aqui as coisas têm forma, densidade, cor e tamanho, e podem ser vistas, saboreadas, cheiradas, sentidas, usadas, tocadas, consumidas e até adoradas. É possível medi-las e observar como estão sujeitas às imposições do tempo e do espaço. É a lei da impermanência. Elas nascem, crescem, morrem ou são substituídas. Por sua própria dinâmica, a mudança faz parte da realidade física. A evolução tecnológica provoca, a cada dia, a obsolescência de diversos produtos e coisas, e força o aparecimento de novos produtos, de novos usos, de novos hábitos e de novas necessidades. Novos remédios são “descobertos” propondo novos tratamentos, novos equipamentos e exigindo novos profissionais. Novas técnicas são consagradas e adotadas universalmente. A parte “encarnada” da SERTE está no meio de tudo isto. A Segurança no Trabalho lhe exige a adoção de novas medidas preventivas, de novos equipamentos, de novos treinamentos. A Vigilância Sanitária lhe impõe cuidados específicos e novas instalações, implicando em novos gastos. O Corpo de Bombeiros reclama de novas medidas de prevenção contra incêndio e outros acidentes, provocando novas ações. O Ministério Público, sempre atento à rigorosa observância das leis, questiona algumas práticas à luz da profusão de regulamentos emitidos pelo Poder Público, exigindo compromisso com novas obrigações por intermédio de Termo de Ajuste de Conduta. E não são poucos. Por outro lado, o Poder Público é lento em garantir a parte que assume através dos convênios e subvenções, chegando a atrasar meses e meses o repasse dos valores ajustados. 14 Os idosos têm, diante da modernidade, novos anseios, novos desejos, novos cuidados, novos dispêndios. As crianças esperam mais. Elas acompanham na TV, Internet e na escola o “novo mundo”. O Educandário reclama novas técnicas, novas atualizações, exigindo novos investimentos. Tudo isto acontece na realidade física da SERTE. As exigências da Segurança do Trabalho, da Vigilância Sanitária, do Corpo de Bombeiros e do Ministério Público são “pensadas” no mundo metafísico por intermédio de idéias, avaliações, considerações técnicas, previsões e análises, mas suas realizações devem “acontecer” no mundo físico, onde se localizam os ônus das idéias e de suas exigências. Este é o problema. As “regras” do mundo físico e do metafísico. São muito diferentes. Neste último, os elementos são imunes à lei da impermanência. As idéias não estão subordinadas à lei de causa e efeito sobre tempo e espaço. O técnico da Segurança do Trabalho imagina os empregados com novos jalecos, com novas botas e com novos equipamentos de segurança e, no mesmo instante, já é capaz de imaginá-los “vestidos” com a nova postura. O Fiscal da Vigilância Sanitária quando pensa nas novas exigências técnicas e sanitárias é capaz de imaginar a SERTE já adaptada às recomendações do novo figurino. O Oficial do Corpo dos Bombeiros quando notifica a troca de piso, de corrimão, de fiação, de mangueira, já vê tudo feito de acordo com as normas técnicas. O Promotor de Justiça ao celebrar o Termo de Ajuste de conduta já se projeta à frente e vê o acordo cumprido e o processo arquivado. A missão de todos estes agentes acaba aí. Daí para frente é com quem põe a mão na massa. No caso concreto, a SERTE. Enquanto o mundo metafísico é o reduto das idéias, das suposições, das conjecturas, das análises, das inferências, das deduções, das projeções, do “imaginar”, do “sonhar”, das “viagens”, das elucubrações, e – é claro – de seu subproduto chamado “exigências”, o mundo físico é o campo dos compromissos, dos recursos, dos detalhes, das pessoas, dos erros, dos acertos, das obrigações, das infrações, das penalidades, das interações, das aflições, do choro, do desespero e – principalmente – das realizações. A única energia que faz as coisas concretas acontecerem no mundo real é a energia do dinheiro. Sem ela, não há como se provocar as ações no mundo físico. A cama que o idoso dorme vem do dinheiro. O remédio que toma, a roupa que veste, a gasolina da ambulância que o leva ao hospital, o sabão em pó que lava sua roupa. as cozinheiras, os cuidadores, as enfermeiras, as fisioterapeutas, as 15 assistências sociais e a psicóloga que cuidam de seu bem estar precisam receber salários(dinheiro). As exigências da Segurança no Trabalho, da Vigilância Sanitária, do Corpo de Bombeiros e do Ministério Público só serão satisfeitas se a SERTE fizer uma grande concentração da energia dinheiro. Analisando-se o histórico da SERTE, vê-se que ela não tem cuidado satisfatoriamente da energia dinheiro. A SERTE PRECISA TORNAR-SE AUTOSSUSTENTÁVEL PARA SER DONA DE SEU DESTINO. 16 A AUTOSSUSTENTABILIDADE DA SERTE No ano de 2011 a SERTE desenvolveu três projetos para alcançar a sua autossustentabilidade de maneira visionária, buscando obter recursos, a curto, médio e longo prazo. 1-IMPLANTAÇÃO DO CALL CENTER Captar recursos não é fácil, demanda recursos humanos, materiais e, principalmente, muito amor e dedicação. A ajuda recebida, pelo Poder Público, quando existe, não é suficiente para cobrir todas as despesas. Por isso, é preciso criatividade e ousadia para buscar novas formas de financiar o trabalho da instituição. Um dos melhores métodos de arrecadação de recursos financeiros para uma instituição é o Telemarketing. Operadoras, devidamente treinadas pela entidade, entram em contato com as pessoas da comunidade solicitando uma colaboração, sem valor determinado. Esse é o tipo de parceria onde todos - entidade, empresa, funcionários, idosos, crianças e a comunidade - só têm a ganhar! Sabendo que as doações privadas em geral correspondem a uma grande parte dos recursos utilizados nas organizações não governamentais, a falta de sistematização do processo de captação de recurso revela a fragilidade financeira que permeia essas organizações. A implantação do Call Center da SERTE- Central de Doações II- foi a principal estratégia desenvolvida para iniciar a captação de recursos de forma sistemática. Através do Telemarketing, todas as empresas e pessoas são consideradas potenciais parceiros ou colaboradores da SERTE. Além da captação de recursos, o Call Center é a “porta de entrada” para a SERTE, a instituição necessita se comunicar com a Sociedade, passar a missão da organização de maneira clara, contar a sua história e divulgar o seu trabalho e importância social, sendo que, através do Telemarketing ativo, diferentes setores da sociedade irão conhecer os objetivos até hoje alcançados e as possibilidades que ainda existem. A comunicação com a sociedade deve ser entendida como prestação de contas em que critérios de eficiência, eficácia e efetividade serão apresentados. 17 2-IMPLANTAÇÃO DA CENTRAL DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Alternativa socialmente justa, ecologicamente correta, economicamente viável e culturalmente diversificada, amparada pela Nova Política Nacional de Resíduos Sólidos, visando à gerência de resíduos de forma sustentável; A reciclagem de Resíduos Orgânicos busca o redirecionamento do fluxo de resíduos orgânicos urbanos para estabilização aeróbia via compostagem e uso agrícola. Fixação de Carbono e Emissões Evitadas de Gases causadores do Efeito Estufa (GEE). Busca também o estabelecimento de sistema produtivo sustentável e retenção de carbono, promovendo o consumo consciente pelo ciclo de reciclagem, a partir de materiais, através da Coleta seletiva, compostagem e utilização do produto final (adubo orgânico) no ambiente urbano com participação comunitária, bem como comercialização junto a produtores de alimentos orgânicos. Através de uma parceria com a empresa AgroEcológica Serviços Ambientais, a SERTE sai na frente tornando-se a primeira Entidade filantrópica sem fins lucrativos a desenvolver um projeto de gerenciamento de seus resíduos orgânicos, o projeto também contempla a promoção de educação ambiental com as crianças atendidas pela SERTE no Educandário Lar de Jesus. 3-CONTRATO DE ESTUDO DAS TERRAS DA SERTE Foi assinado aos onze dias do mês de maio de 2011, um contrato com a Empresa BUBMAC ADMINISTRADORA DE BENS E PARTICIPAÇÕES LTDA, para o desenvolvimento de um Estudo das Terras da SERTE, para implementar um projeto imobiliário global e integrado, que contemple a perenidade das atividades de filantropia atualmente desenvolvidas pela instituição, com a criação de meios de sustentabilidade econômica e financeira através do uso racional de seu patrimônio imobiliário, sem comprometer as atividades atuais, para assim manter e ampliar estas atividades filantrópicas. A SERTE irá participar no desenvolvimento e implementação deste projeto, afastando a hipótese de mera permuta de suas áreas, de tal modo que as receitas geradas garantam a manutenção e as atividades da instituição. 18 INTRODUÇÃO Mais uma vez apresentamos nosso relatório das atividades e das contas. Como não poderia deixar de ser, foi mais um ano de muita dificuldade, e também de realizações. Enquanto nossas despesas aumentam alimentadas pelos índices inflacionários e pelos dissídios coletivos de trabalho, nossas receitas decrescem por diversos fatores. Os alimentos, as fraldas, os salários, os encargos trabalhistas, os remédios (o Governo fornece pouquíssimos), o vale refeição, o combustível, os materiais de higiene e limpeza, a manutenção do prédio e dos veículos, os reparos de equipamentos, a mão-de-obra de pequenos consertos, sofreram reajustes de preço – alguns, inclusive, além da inflação. Como o “grosso” da receita vinha através de doações via conta telefônica na Brasil Telecom – hoje OI -, o fenômeno da migração de uma operadora para outra, grande parte destes mantenedores mudaram de operadora levando o próprio número. Ocorre que, nem a GVT nem a NET, operadoras que “receberam” essas migrações, aceitam incluir na conta telefônica as doações à SERTE. Para se ter idéia deste abalo, basta citar que, em janeiro de 2009, esta fonte representou o ingresso de R$ 63.907,93 (sessenta e três mil, novecentos e sete reais e noventa e três centavos) e, em fevereiro de 2011, apenas R$ 37.476,60 (trinta e sete mil quatrocentos e setenta e seis reais e sessenta centavos). Está pesando demasiadamente nas contas da SERTE as exigências feitas pelos órgãos de fiscalização. Só para informar: uma única exigência da Vigilância Sanitária – a instalação de nova central de campainha – cusou R$ 14.900,00, em valores atuais. Não fosse apoio de algumas empresas, dos sócios efetivos, voluntários, profissionais de várias categorias, de um mundo de pessoas anônimas, autoridades, artistas, celebridades, pessoas simples, políticos dos mais diferentes partidos, servidores públicos, lideranças comunitárias, mantenedores, doadores, simpatizantes, fornecedores e colaboradores em geral, a SERTE não teria chegado aonde chegou. Em especial, agradecemos aos funcionários da SERTE. Confessamos nossa satisfação com toda a equipe. Ela realmente “veste sua camisa” e nos enche de orgulho. 19 A dedicação, o carinho, a boa vontade e o empenho deles em relação aos idosos e às crianças abrigadas é algo realmente comovente. A eles, os sinceros agradecimentos dos membros do Conselho de Administração da SERTE. Merece destaque, também, o trabalho daqueles que ocupam cargo na estrutura administrativa da SERTE, os quais, além do desempenho de suas tarefas habituais, ainda colaboram com idéias, sugestões e iniciativas contribuindo para o aprimoramento dos procedimentos internos. Observação: A participação nas atividades da SERTE dá significado às nossas vidas. É como se a SERTE tivesse o poder mágico de nos confortar, de nos reanimar, de nos reerguer, de nos por para cima, de sermos úteis. 20 21 COMPROMISSOS DA ATUAL GESTÃO A atual administração definiu seus principais compromissos de modo muito simples: • Obter sua própria sustentabilidade; • Valorização de seus trabalhadores; • Transparência administrativa; • Coordenar, supervisionar e controlar as ações operacionais em busca de sua eficiência; • Cultura de “resultados” em seus eventos; • Aumento da captação de recursos; • Comunicação com mantenedores, doadores, patrocinadores, apoiadores, voluntários e opinião pública; • Propósito comum. Algo que vale a pena ser buscado por todos; • Governança compartilhada; 22 INFORMAÇÕES A ROTINA DA SERTE ACORDOS – CONVÊNIOS 3.1. Convênio com a Prefeitura Municipal de Florianópolis: cedência de professores, merenda escolar, subvenção social (idosos, abrigo, creche). 3.2. Convênio com Secretaria de Estado do Desenvolvimento Social: recursos para pagamento dos técnicos do Lar das Crianças. 3.3. Convênio com o Fundo Municipal de Assistência Social: execução do Programa de Ação Continuada Federal junto ao Lar dos Idosos. 3.4- Convênio com a Secretaria Municipal de Saúde: cessão de ambulância e pagamento de alimentos, fraldas, material de Higiene e Conforto. 23 AÇÕES TRABALHISTAS Assim como aconteceu em 2010,a SERTE ainda teve que lidar com novas ações trabalhistas, em 2011, todas oriundas, portanto, da administração passada. 1- PROVITA Reclamante Simone Luiza Bolgenhagem – Processo - RT OR 0004994-53-2010.5.12.0037. A audiência foi realizada no dia 05 de setembro de 2011. Não havendo acordo, aguardamos parecer conclusivo. 24 ESCOLA DE CIRCO Honrando suas tradições, a SERTE celebrou parceria com a CIRCULAR ESCOLA CÊNICA para estimular a arte circense e abrir à comunidade de Cachoeira de Bom Jesus e aos alunos do Educandário mantido pela SERTE a oportunidade de aprender o ofício do circo, por intermédio do PROJETO APRENDIZ. . 25 EVENTOS E AÇÕES COMUNITÁRIAS Em sua estratégia de captação de recursos, a SERTE realiza diversos eventos para levantar fundos para sustentar suas ações. Dentre eles, destacamos: • Realização de várias edições do evento “Almoço Fraterno”. A SERTE convida a comunidade para participar de um almoço, com ingressos a preço único, sendo que este almoço é executado pelos voluntários da SERTE. • Realização de vários Brechós nas seguintes eventos: Festival da Tainha, Fenaostra, Bazar na Universidade Federal Santa Catarina, Balcão da Cidadania, Verão Elase, Verão Fest, • Participação no projeto social “MANIA DE BAZAR”, realizada no Beiramar Shopping. • Participação no leilão de artes ACAP (ASSOCIAÇÃO CATARINENSE DOS ARTISTAS PLASTICOS) realizada no Clube 12 de Agosto; • Participação DO Leilão DE ARTES DA GALERIA SHOPPING FLORIPA • Foi realizada a terceira da FEIJOADA DA SERTE. • EM abril /2011 participamos segunda amostra da CASACOR • Em setembro/2011, aconteceu a SEMANA DA SERTE. 26 SERVIÇO ASSISTENCIAL PERFIL DOS IDOSOS ABRIGADOS NA SERTE. A partir dos dados apresentados, percebe-se que a porcentagem do número de abrigados do sexo feminino é maior, sendo 2% de diferença, quebrando a série histórica onde a parcela masculina era maior. MOTIVO DO ABRIGAMENTO O gráfico demonstra a desestruturação familiar como causa do abrigamento dos idosos. 27 ENCAMINHAMENTO Mais uma vez, a família aparece como a causa determinante. Idosos com relação ao vínculo familiar Vê-se que a maioria possui família, porém, não existe o vínculo familiar. 28 29 SETOR DE ENFERMAGEM-LAR DOS IDOSOS O objetivo desta Instituição de Longa Permanência para Idosos é proporcionar uma melhor qualidade de vida aos idosos que deixaram, por qualquer motivo, a convivência em seus lares. O serviço de enfermagem é bastante engajado neste trabalho por ser comprometido com a saúde e bem estar do ser humano e da coletividade. Atuamos na promoção, proteção, recuperação da saúde e reabilitação das pessoas, respeitando os preceitos éticos e legais. A enfermagem engloba ações que assumem a responsabilidade de atender às necessidades de cuidados com pacientes e suas famílias, desenvolvidos no sistema de saúde, no cuidado domiciliar e na comunidade. Nossa equipe tem especial preocupação com a humanização dos idosos, zelando pelo bem- estar físico, mental e espiritual. O idoso é acompanhado 24hs por dia pela equipe técnica, técnicos de enfermagem, cuidadores e outros funcionários e voluntários, sempre com a preocupação de zelar pelo seu bem estar e o bom relacionamento intra e interpessoal através de grupos de convivência supervisionado por profissionais capacitados. Os cuidadores, voluntários, técnicos e profissionais de apoio, integrados com a diretoria estão empenhados em proporcionar tranqüilidade, conforto, diversão e sobre tudo dignidade na terceira e quarta idade, além de garantir os direitos e a cidadania dos nossos idosos. 30 Os dados a seguir referenciam os meses de janeiro a dezembro de 2011. Mês Número de idosos residentes Janeiro 55 Fevereiro 52 Março 53 Abril 56 Maio 57 Junho 57 Julho 55 Agosto 58 Setembro 58 Outubro 58 Novembro 56 Dezembro 56 AMBULÂNCIA Saídas da Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Serte 25 25 29 35 50 41 42 34 34 24 10 2 Comunidade 0 0 3 14 12 7 2 3 2 5 1 0 Serte 31 PATOLOGIAS TOTAL Hipertenção arterial sistêmica 37 Esquizofrenia 3 Demências vasculares 3 Insuficiência cardíaca congestiva 1 Tumores 4 Diabetes mellitus 7 Doença de Parkinson 6 Doença de Alzheimer 5 Deficiência visual 6 Deficiência auditiva 8 Sida + TB (tratada) 1 Acidente vascular cerebral 9 Insuficiências (arterial, venosa, aórtica e coronariana) 12 Doença pulmonar obstrutiva crônica 11 Epilepsia 4 Insuficiência. Renal Crônica 5 Hiperplasia Prostática Benigna 6 Hipotireoidismo 7 Quadro Psiquiátrico (depressão,retardo mental, transtornos, etc.) 29 MÉDICOS Dra. Daniela JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT 70 67 41 49 53 47 33 36 51 23 MÉDICOS/VOL. JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 13 13 NOV DEZ Dr. Max 4 10 6 13 8 4 6 9 19 10 4 0 Dr. Rodrigo 1 5 2 1 2 3 3 1 1 1 1 3 Dr. Eduardo 0 3 3 4 7 0 0 1 1 0 3 2 Dra. Vânia 0 1 1 0 0 3 0 0 0 0 0 0 Dra. Concetta 0 0 2 0 1 3 0 2 0 2 0 0 Dr. Felipe 0 0 2 5 7 0 0 0 0 2 0 0 32 Devido ao grande número de patologias que acometem os idosos, rotineiramente solicitamos encaminhamentos com especialistas conforme a tabela abaixo: MÉDICOS JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ Cardiologista 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 Cirurgia - Oftalmo 0 0 0 0 0 0 0 0 3 0 0 0 Dermatologia 1 5 2 1 2 3 3 1 1 1 2 3 Endocrinologista 0 0 3 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Alergista 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 Oftalmologista 0 2 5 10 14 0 0 1 1 2 2 2 Ginecologista 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 Pneumologista 0 0 2 0 1 3 0 2 0 2 0 0 Homeopata 1 1 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 Gastrologista 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 Neurologista 1 1 0 1 0 1 2 1 0 1 1 0 Mastologista 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 Ortopedista 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 1 Nefrologista 0 0 0 0 0 0 2 1 0 0 0 0 Dentista 0 2 0 0 0 0 0 1 1 1 0 0 Psiquiatra 0 1 0 1 0 0 1 1 1 0 1 0 Proctologista 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 Otorrinolaringologista 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Infectologista 1 0 0 1 0 0 1 0 0 0 1 0 33 PROCEDIMENTOS DE ENFERMAGEM PROCEDIMENTOS FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 1705 1456 1643 1680 1767 1710 1705 1798 1740 1798 1798 1798 Tricotomia facial 390 364 375 435 450 435 435 465 465 465 465 465 Curativos 274 254 305 98 395 206 132 140 219 261 261 261 HGT 52 35 33 46 37 29 40 37 31 44 44 44 Nebulizações 86 63 75 82 74 95 74 99 138 40 40 40 Pressão arterial 102 97 80 114 59 121 179 125 79 90 90 90 Sondas vesicais de demora 1 1 1 2 2 2 2 2 2 2 2 2 Sonda de alívio 0 0 0 0 0 0 0 66 60 82 82 82 Sonda nasog. 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 Banho de asperção JAN EXAMES LABORATORIAIS LOCAL jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Laboratórios 2 7 2 6 4 4 6 2 7 10 10 10 LOCAL- CORTESIA jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Lab. Santa Luzia 0 0 0 56 0 0 0 0 0 0 0 0 EXAMES COMPLEMENTARES jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Audiometria 0 0 0 0 0 1 0 1 1 1 0 0 RX 1 1 1 1 4 1 1 1 2 1 0 0 Ecocardiograma 1 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 Tomografia Comput 0 1 0 1 1 1 0 0 0 0 0 0 Endoscopia 0 0 0 0 0 1 0 1 0 1 0 0 Cintilografia 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 Ultrassonogragia 0 1 2 2 5 6 3 0 2 0 0 0 Eletrocardiograma 1 4 0 0 8 2 2 1 1 2 0 0 Ressonância Magnetica 0 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 0 Mamografia 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 LOCAL 34 SETOR DE ENFERMAGEM-LAR DAS CRIANÇAS SEARA DA ESPERANÇA Na área pediátrica a SERTE volta suas ações à assistência no crescimento e desenvolvimento da criança visando um futuro elaborado dentro dos valores previstos pela lei desde o momento da chegada até o seu retorno ao lar ou a inclusão a nova família. Compete a toda à equipe proporcionar à criança as condições essenciais para que se processe o crescimento e desenvolvimento integral incluindo a qualidade de vida. Para isso, há uma necessidade de ações junto à equipe de enfermagem visando um suporte principalmente emocional de cada criança. Dentro do lar das crianças há uma atuação direta de todos os profissionais oferecidos no lar de idosos e todas as crianças são atendidas conforme a necessidade por cada profissional. Segue abaixo a tabela com as principais patologias deste ano: VACINAS JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ Hepatite 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 Poliomelite 0 0 0 0 0 5 0 8 0 0 0 2 Rotavirús 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 Sabin 1 1 0 0 0 0 0 0 1 1 0 0 Tríplice bacteriana 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 1 1 Tríplice viral 0 1 0 0 0 0 0 8 0 0 1 0 Tetravalente 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1 Pneumo 1 1 0 0 1 0 0 0 2 0 0 1 Meningo 1 1 0 0 0 0 0 1 1 0 1 0 H1N1 0 0 0 0 4 4 0 0 0 0 0 0 35 CONSULTAS EXTERNAS JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ Infectologista 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 Dermatologista 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1 1 0 Ortopedista 0 0 0 0 0 1 0 0 0 1 0 0 Pediatra- rotinas 4 10 6 13 8 4 6 9 19 10 4 0 Neurologista 1 1 0 2 0 1 0 1 0 0 0 1 Internações HI 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 Exames laboratoriais 4 1 2 2 0 0 3 2 2 1 0 0 JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 0 30 0 75 65 65 0 0 55 55 30 0 - LAR DAS CRIANÇAS PROCEDIMENTOS NEBULIZAÇÕES PATOLOGIAS NÚMEROS Conjuntivite 5 Bronquite 7 Dermatomicose 3 Impetigo 2 Viroses 4 36 SETOR DE FISIOTERAPIA Tendo como principal foco, a saúde do idoso, o Serviço de Fisioterapia da SERTE tem guiado suas atividades. Transcorrido mais um ano de trabalho com os moradores do “LAR DOS VELHINHOS”, com o objetivo de promoção de saúde e melhora da qualidade de vida dos mesmos, faz-se, aqui, um apanhado das atividades exercidas pelos profissionais responsáveis por esta pequena parte de um todo que é a SERTE Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro TOTAL • Moradore s Funcionários Comunidade 142 112 108 126 202 60 138 80 70 54 109 109 1310 27 24 16 16 18 16 23 25 25 20 21 21 252 8 2 7 11 16 2 8 6 6 4 7 7 84 Gin. Laboral LC 10 10 11 13 17 16 17 20 17 11 14 14 170 Gin. LV Reunião Técnica Outros TOTA L 0 0 0 0 0 0 0 0 14 14 3 3 34 1 1 0 4 4 4 3 5 2 2 3 3 32 51 46 66 81 187 70 124 65 68 58 82 82 980 239 195 208 251 444 168 313 201 202 163 239 239 2862 Durante as Reuniões da Equipe Técnica da casa, surgiu a demanda de instituir a prática da Ginástica Laboral para os funcionários da SERTE, cujo número de atendimentos deste gênero realizados pela fisioterapeuta está contabilizado neste relatório. Esta prática acabou prejudicando um pouco a quantidade de atendimentos feita aos moradores, visto que foi preciso utilizar seus horários. • As fisioterapeutas da casa foram convocadas, desde o ano passado a auxiliar os cuidadores a facilitar a rotina dos Cafés da Manhã e da Tarde dos Idosos, prática esta quem vem sendo desempenhada diariamente, exceto quando há estagiários de técnicos de enfermagem atuando na casa. 37 *Uma das atividades da fisioterapia TERAPIAS COMPLEMENTARES 2011 Ginástica Laboral Hidroterapia Sangria Outros Digitopuntura Recreação Meditação Acupuntura Aurículoterapia Aromaterapia Florais de Raff Massagem Massagem cadeira Moxabustão Reflexologia podal Reiki Shiatsu Fitoterapia Ventosaterapia Total mês jan 12 01 01 28 00 00 04 27 15 00 00 23 00 10 04 17 00 00 00 138 fev 13 04 00 30 01 00 04 18 17 00 00 15 00 04 04 21 00 01 00 132 mar 21 02 00 23 00 00 03 18 17 00 00 20 00 06 05 10 00 00 00 125 abr 27 00 00 24 00 00 02 11 09 00 00 11 00 02 00 19 00 00 00 105 mai 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 jun 32 04 00 37 00 00 03 17 18 00 00 35 00 20 01 14 00 00 00 181 jul 25 04 00 31 10 00 04 26 08 01 00 29 00 13 02 10 00 00 00 163 ago 37 14 00 31 12 00 02 19 23 00 00 41 00 10 22 08 00 00 00 219 set 37 01 00 65 17 00 03 30 15 10 00 53 00 17 03 10 00 00 00 261 out 32 00 01 37 16 00 03 39 13 13 00 43 00 08 03 13 00 00 00 221 nov 32 00 01 37 16 00 03 39 13 13 00 43 00 08 03 13 00 00 00 221 dez 32 00 01 37 16 00 03 39 13 13 00 43 00 08 03 13 00 00 00 221 Total 300 30 04 410 88 00 34 283 161 50 50 356 00 106 50 148 00 01 00 2071 38 SETOR DE NUTRIÇÃO LAR DOS IDOSOS IRMÃO ERASTO-LAR DAS CRIANÇAS SEARA DA ESPERANÇA E EDUCANDÁRIO LAR A DE JESUS ATIVIDADES JAN FEV Cardápios Semanais 4 4 4 4 Cardápios para Eventos Especiais 3 2 1 Reuniões técnicas 4 4 1 Avaliação nutricional do LAR DAS CRIANÇAS Dietas especiais para terapia no LAR DAS CRIANÇAS (disfunção intestinal, suplementação com frutas) Dietas especiais para terapia no LAR DOS VELHINHOS (disfagia,nutrição enteral ) Curso de Manipulação de Alimentos (equipe) Orientação Estágio Técnica em Nutrição Refeições Servidas (estimadas,cafés, almoço e jantar) 1 1 MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 4 4 4 4 4 4 4 4 48 4 3 2 1 2 1 2 1 4 26 4 4 4 4 4 4 4 3 3 3 45 1 1 1 1 1 1 1 1 1 10 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 10 1 1 1 1 2 1 1 1 1 1 13 1 ANUAL 1 0 11. 320 11. 320 19. 120 19. 120 19. 120 19. 120 11. 320 19. 120 19. 120 19. 120 19. 120 11. 320 198.2 40 39 SETOR DE PSICOLOGIA-LAR DAS CRIANÇAS Entre as principais demandas de atendimento no LAR DAS CRIANÇAS estão: • Necessidade de acompanhamento no processo de adaptação da criança em sua chegada e permanência no lar; • Preparação e acompanhamento de retorno a família de origem ou para a destituição do poder familiar; • Tivemos também um caso de desistência de mãe na adoção, fato que também exigiu investimento intenso (caso do menino Ícaro) • Outras atividades desenvolvidas: • Orientação sobre o manejo necessário com as crianças às funcionárias cuidadoras, nos respectivos turnos de atuação; • Relatório de situações ao juizado da infância e juventude; • Participação em reuniões de estudo nos abrigos desta região; Trabalho interativo com Educandário, das crianças do lar que lá freqüentam. • Acompanhamento às aulas de informática. • Leitura das atas do “LAR DAS CRIANÇAS” a fim de acompanhar o dia a dia das crianças. ATENDIMENTOS REALIZADOS LAR DAS CRIANÇAS Tipos de atendimento ago set out nov Total Atendimento e Intervenções em Crianças 32 76 65 37 210 *Os trabalhos foram iniciados em 10 de agosto de 2011. 40 ATENDIMENTOS QUE NÃO FORAM CONTABILIZADOS NO LAR DAS CRIANÇAS: • Atendimentos as famílias; • Contatos telefônicos com a rede de atendimento e familiares; reuniões internas (com outros profissionais); reuniões externas (com os outros abrigos, juizado, prefeitura e sentinela). 41 SETOR DE PSICOLOGIA-LAR DOS IDOSOS Entre as principais demandas de atendimento observadas no LAR DOS VELHINHOS estão os seguintes encaminhamentos: • Transtorno de conduta; • Mudanças no humor e desconforto emocional; • Sintomas de demência-Esquecimento, desorientação temporal e/ou espacial. ATENDIMENTOS REALIZADOS NO LAR DOS VELHINHOS Tipos de atendimento ago set out nov Total Atendimento e Intervenção em Idosos 10 25 36 15 86 ATENDIMENTOS QUE NÃO FORAM CONTABILIZADOS NO LAR DOS VELHINHOS: - Visitas domiciliares para acolhimento no lar (3) - Atendimento as famílias dos idosos; - Contatos telefônicos com a rede de atendimento e familiares; reuniões internas com a equipe técnica; reuniões externas (com a rede de atendimento ao idoso); - Visitas hospitalares (a idosos doentes); acompanhamento em consultas médicas (na área da saúde mental) também não foram contabilizados. 42 COORDENAÇÃO DO TRABALHO VOLUNTÁRIO Número de voluntários por setor: SETORES Lar dos Idosos - Brechó - Salão de Beleza - Grupo mediúnico - Caravana Beija-flor (CEAK) - Costura - Almoço Solidário - Outros Lar das Crianças - Caravana Dançando e Alegrando Caravana Brincar - Caravana do CEAK - Outros Educandário Casil - Médicos - Oftalmologista - Terapias complementares CIRCO OUTROS1 TOTAL 1 2011 108 03 03 07 15 07 27 46 38 04 03 19 12 10 05 01 01 03 03 132 303 Voluntários antigos sem termo de adesão; pessoas autorizadas pela Casa à freqüentarem a instituição ou que estejam aguardando a próxima capacitação de voluntários; e pessoas que através de uma ação voluntária desenvolvem projetos na Casa. 43 TRABALHO VOLUNTÁRIO 44 QUANTITATIVO REFERENTE AO NÚMERO DE VOLUNTÁRIOS POR ANO 45 No gráfico nos anos anteriores a 2009, foram incluídos no número total de voluntários, os trabalhadores dos Centros Espíritas Irmão Erasto e Allan Kardec e das áreas administrativas da SERTE. 46 LAR DAS CRIANÇAS SEARA DA ESPERANÇA O Lar das Crianças Seara da Esperança é uma instituição de acolhimento, que atende 25 crianças na modalidade de abrigo. Constitui-se num espaço de proteção, um lugar de acolhimento e de sociabilização, onde se trabalha para garantir o pleno desenvolvimento da autonomia e criatividade das crianças acolhidas. É nosso dever também garantir a essas crianças o atendimento aos seus direitos na área da saúde, educação, lazer e convivência familiar e comunitária, “assegurando-lhes... oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e dignidade”. (art.3º do Estatuto da Criança e do Adolescente) No ano de 2011 foram acolhidas no Lar das Crianças 25 crianças (novos acolhimentos). Além destas, moraram no Lar no ano de 2011 01 criança que foi acolhida no ano de 2001, 04 crianças que foram acolhidas no ano de 2008, 04 crianças que ingressaram no ano de 2009 e mais 17 que ingressaram no ano de 2010. Foram desacolhidas neste mesmo ano 33 crianças: 02 por transferência de abrigo, 20 por retorno às famílias e 11 por adoções nacionais. Para garantir o atendimento aos direitos das crianças acolhidas, o Lar das Crianças contou no ano de 2011 com uma equipe de funcionários (cuidadoras, assistente social, psicóloga, médico, enfermeira, técnico de enfermagem, fisioterapeutas e terapeutas), voluntários e com os serviços da rede pública das áreas da saúde e educação, desenvolvendo as seguintes atividades: Nas áreas da saúde e educação: • • • • • Avaliação médica inicial com profissional da instituição e encaminhamento a rede pública para consultas especializadas de acordo com a necessidade e vacinação na Unidade de Saúde local; Atendimento fisioterápico semanal às crianças com deficiência e aos bebês para estimulação psicomotora; Atendimento das crianças por terapeuta corporal na própria instituição e voluntários, com práticas de terapias complementares; Inclusão das crianças de 2 a 5 anos em estabelecimento de Educação Infantil da própria SERTE (Educandário Lar de Jesus) e das de 6 anos no ensino fundamental da rede pública (Escola Básica Intendente Aricomedes Silva); Reforço escolar no contra turno, realizado por voluntários, para as crianças de 6 anos; 47 Garantia do direito a convivência familiar das crianças: • • • Intervenção junto às famílias das crianças acolhidas nos dias de visitas na Instituição e em visitas domiciliares; Acompanhamento das crianças acolhidas com visitas aos irmãos acolhidos em outras instituições; Atendimento psicológico às crianças acolhidas com vistas à preparação para colocação em família substituta. Garantia do direito a convivência comunitária das crianças: • • • Participação das crianças nas festas institucionais e comunitárias; Participação das crianças na Colônia de Férias da Escola Dinâmica durante os meses de férias escolares; Participação das crianças em aulas de circo nas dependências da instituição. O trabalho voluntário – complemento imprescindível no atendimento às crianças - foi aproveitado nos seguintes projetos: CARAVANA BRINCAR Atividades lúdicas e de lazer realizadas aos sábados de manhã no parque da instituição, na área verde (espaço arborizado) ou na brinquedoteca pelos voluntários. CARAVANA DE CONVIVÊNCIA CRISTÃ IRMÃO RAFAEL O objetivo deste projeto é dar orientação ética e formação as crianças baseadas nos valores cristãos. As atividades acontecem nos sábados pela manhã. 48 PROJETO HORA DO COLINHO Garantir aos bebês o seu direito a uma vida saudável, onde além da higiene corporal e da alimentação eles tenham aconchego, abraço, sensação de calor e, sobretudo, afeto. PROJETO MINHA INFÂNCIA FOTOGRAFADA Registro fotográfico dos principais momentos da vida da criança durante o seu período de permanência na Instituição, confeccionando um álbum que será entregue a família no momento do seu desligamento, garantindo a preservação da memória deste período da sua vida. Os voluntários colaboram principalmente com a doação dos álbuns e fotos. PROJETO DANÇANDO E ALEGRANDO Atividades de recreação através da música e da dança, que objetivam propiciar às crianças a interação social, o desenvolvimento da coordenação motora, a estimulação da autonomia da concentração e da cooperação. As atividades relacionadas a esse projeto acontecem aos domingos pela manhã. 49 50 EDUCANDÁRIO LAR DE JESUS Em 2010, foram executadas pelos educadores, coordenação, crianças e suas famílias, as seguintes propostas de trabalho: HORTA É um projeto continuado no qual todos os alunos participam desde o plantio até a colheita. Despertando o interesse das crianças para o cultivo e o conhecimento do processo de germinação. A horta estimula as crianças a perceberem a importância de estar saboreando um alimento plantado e cultivado por eles. Assim construímos uma noção de que o equilíbrio do ambiente é fundamental para a sustentação da vida em nosso planeta. 51 CASA RECICLÁVEL Este projeto surgiu de uma idéia de reaproveitamento do espaço, onde juntamente com os pais, alunos e toda a equipe do Educandário construíram uma casa de brinquedo com garrafas pet. Esta casa também é usada como espaço de Contação de histórias. Este projeto ficou conhecimento por muitas escolas, por meio de reportagem feita pelo Jornal do Almoço (RBS), onde coordenadora, professores, pais e alunos deram seus depoimentos, o que despertou o interesse de outras escolas e a idéia se espalhou. CONTAÇÃO DE HISTÓRIA Este projeto pôs as crianças em contato com o mundo dos livros, vivenciando momentos de fantasia e imaginação, por intermédio de contação de histórias, dramatizações, musicalizações, contribuindo de maneira lúdica no aprendizado das crianças e desenvolvendo o gosto pela leitura. Estas crianças já foram passar suas experiências aos nossos idosos da SERTE. O projeto também estimula a confecção de animais, plantas e casas, com materiais recicláveis. As crianças adoram. BRINCAESPANHOL Em parceira com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), as alunas do curso de Língua Espanhol oferecem às crianças do Educandário a aprendizagem de uma segunda língua com brincadeiras, jogos, músicas, materiais audiovisuais, pequenas apresentações, histórias, ilustrações, para que de forma lúdica aprendam a língua espanhola. 52 SALA DE LEITURA Este projeto foi criado para estimular as crianças à boa leitura, com o envolvimento das famílias. As crianças fazem troca de livros todas as sextas-feiras e, no final de cada semana, os pais junto com os filhos fazem a leitura dos novos livros. Houve adesão grande da comunidade escolar. CIRCO (PROJETO APRENDIZ) Em parceira com a SERTE, o grupo Artes do Circo, vem oferecendo aulas todas as segundas-feiras, aos alunos do educandário, estimulando a arte de expressão corporal, com materiais de uso malabaristico, por meio de movimentos e aprendendo a equilibrar o corpo. DISTRIBUIÇÃO DAS CRIANÇAS POR FAIXA ETÁRIA E POR GRUPO PEDAGÓGICO CRIANÇAS ATENDIDAS EM 2011 Número de Salas: Faixa Etária Denominação dos grupos de crianças Nº de Crianças Parcial Nº de Crianças Integral Total de crianças 2 anos a 2 anos e 11 meses Grupo III 01 16 17 3 anos a 3 anos e 11 meses Grupo IV “A” 07 14 21 3 anos a 3 anos e 11 meses Grupo IV – “B” 06 12 18 4 anos a 4anos e 11 meses Grupo V - B 05 14 19 5 anos a 5 Grupo VI 20 08 28 Número de Professores e Auxiliares nos grupos 1 professora e 1 auxiliar 1 professora e 1 auxiliar 1 professora e 1 auxiliar 1 professora e 1 auxiliar 1 professora e 1 auxiliar 53 anos e 11 meses TOTAL 103 RELAÇÃO DOS IDOSOS RESIDENTES Aciby Simeão Costa Anady Abady Gomes Alberto Pletsch* Alda Regis Américo Antônio da Silveira* Aristides Bitencourt Alice de Oliveira Amélia Cola Zanela Antonia da Silva Travasso Antônia M. Soares dos Santos* Antonilia Antonia da Costa Augusto Hildebrando França* Brenda N. Malcenido Rodriguez Carlos Ubirajara Catarina Andresa de Castilhos Célia Lopes Duro Daltina Dias de Jesus Djalma da Silva Dercílio Alves Barbosa Dorvalina Maria da Conceição Edite Cadori* Egidio Augusto Soares Elias Arence Filho* Estanislau Czycz Gilberto dos Santos Motta* Helio Antonio Marques Igneis Umbelina de Jesus Itamar Alexandre Batista Ivone Vieira Haertel Pacheco João Luiz D. Gonçalves* Joaquim Sousa Franco Joaquina dos Santos* Jorge De Souza dos Santos* Laurita Maria Goes* Luiz Nelson Voltoline Manoel Ramos Manoel Camillo da Costa Márcio Gomes da Silva* Maria da Costa Maria Manoel de França Maria Neide Fiorentin* Maria Teresinha de J. Marinhos Maria Zita Theisges 54 Mario Pedro Alexandre Menencio de Souza Neil Hamilton G. de Araujo Olinda Cesar Monteiro Rosino de Assis Junior Paulina Florência da Rosa Telmo Gomes Valdemar Mafra Valdemar José da Silva Valmira Junckes Valter Valdemiro Pereira Vicente Francisco da Fonseca SEXO MASCULINO: 31 SEXO FEMININO: 25 TOTAL: 56 IDOSOS Grau de dependência I: 16 H (10 ) F ( 06 ) Grau de dependência II: 02 H (02 ) F ( 0 ) 3,63% Grau de dependência III: 38 H ( 20) F (18 ) 70,91% Cadeirantes: 20 Acamados: 01 Deambulam: 35 Diabéticos: 05 Fumantes: 02 Média de idade: 78,54 anos Definição do Grau de Dependência do Idoso I, II e III de acordo RDC 283/05. Grau de dependência I: idosos independentes, mesmo que requeiram uso de equipamentos de auto-ajuda ( a cada 20 idosos 01 cuidador ) Grau de dependência II: idosos com dependência em até três atividades de auto cuidado para a vida diária tais como: alimentação, mobilidade e higiene, sem comprometimento cognitivo ou alteração cognitiva controlada (a cada 10 idosos 01 cuidador) Grau de dependência III: idosos com dependência que requeiram assistência em todas as atividades de auto cuidado para a vida diária e/ou com comprometimento cognitivo (a cada 06 idosos 01 cuidador) Autônomo: é aquele que detém poder decisório e controle sobre sua vida. Idosos com Alzheimer: 08 (Alda, Alberto, Augusto, Edite, Estanislau, Gilberto, Maria França e Manoel Camilo) Idosos com Parkinson: 05 (Inês, Daltina, Joaquina, Valter, Valdemar Mafra) Idosos com Esquizofrenia: 04 (Antonia Travasso, Antônia Medianeira, Inês, Valmira) Lúcidos: 13 (Dercílio, Menencio, Brenda, Catarina, Célia, Vicente , Telmo. Hélio, Olinda, Joaquim , Jorge, Mocinho e Neil) OBS: Os idosos com (*) são conveniados pela PMF Atualizada em DEZEMBRO de 2011. 61 RELATÓRIO DE ATIVIDADES – ASSISTÊNCIA SOCIAL - 2011 PROGRAMAS PÚBLICO ALVO Proteção ao Idoso - Idoso em situação de vulnerabilidade Abrigo das Crianças - criança em situação de vulnerabilidade Fisioterapia para Empregados e Comunidade e Transporte a Hospitais - empregados e comunidade Promoção da integração ao mercado de trabalho e requalificação profissional - comunidade em geral Centro de Atenção e Terapia do Ser Comunidade em geral Amparo à Criança - crianças (2 a 6 anos) carentes AÇÕES - realizar o abrigamento de idosos no Lar e atende-las em seus direitos - realizar o abrigamento de crianças no Lar, encaminhadas pelo Juizado e atende-las em seus direitos – proceder atendimento aos empregados, em especial de fisioterapia cuidando da saúde do empregado e de membros da comunidade; transporte a hospitais do centro – apoiar os artesãos locais para desenvolvimento de sua arte, inserção no comércio e implantação da associação Atendimento biopsicossocial do ser – atender em creche e pré-escola crianças carentes Nº BENEFICIADOS (mês) 61 idosos 25 crianças 180 usuários 20 pessoas 9.000 pessoas 120 crianças CUSTO DO ATENDIMENTO (Anual) 1.776.662,01 488.666.65 61.248,65 1.752,54 168.115,16 335.348,93 62 QUADRO DEMONSTRATIVO DOS BRECHÓS E VENDA DE MÓVEIS USADOS ANO BRECÓ ROUPAS BRECHÓ MÓVEIS TOTAL 2007 R$59.642,12 R$8.629,70 R$68.271,82 2008 R$56.131,90 R$10.733,00 R$66.864,90 2009 R$60.982,95 R$17.226,80 R$78.209,75 2010 R$73.223,26 R$37.101,65 R$110.324,91 2011 R$108.086,20 R$ 49.538,45 R$157.624,65