0
RELATÓRIO 2011
1
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO (COAD)
Rosângela Morais da Rosa - Presidente
Tertuliano Cardoso Filho - Vice-Presidente
João Baptista Pereira - Tesoureiro
Jorge Cameu
José Antônio Homerich Valduga
Julia Cascaes Pereira
Luiz Alberto Silveira
Paulo Roberto Gonzaga Prazeres
Renato Luiz Dias
CENTRO ESPÍRITA ALLAN KARDEC-CEAK
COORDENADOR Rogério Carvalho da Rosa
CENTRO ESPÍRITA IRMÃO ERASTO-CEIE
COORDENADOR JORGE ARTUR CAMEU
DIREÇÃO GERAL
Rosângela Morais da Rosa - Presidente
Tertuliano Cardoso Filho - Vice-Presidente
Mirian Del Carmen Quintilhan - Tesoureiro
Sila Sabian Costa – Secretária Geral
Lenir Wolter - Supervisora do Lar dos idosos “Irmão Erasto”
Adélia Pereira – Supervisora Casa das Crianças Seara da Esperança
ASSESSORIA JURIDICA
João Leonel Machado Pereira
José Antonio Homerich Valduga
Rogério Carvalho da Rosa
RELAÇÕES PÚBLICAS
Júlia Cascaes Pereira
Rua Allan Kardec, 142 – Cx. Postal 664 - centro
88.025 – 100, Florianópolis, SC
Fones: (48)3284-5249 (PABX) (48) 3284.5490 (FAX)
E-mail: [email protected]
Site: www.serte.org.br
2
CONSELHO DE CURADORES
Regine Abreu
Júlia Cascaes Pereira
Messias Antônio Dores Bastos
Alexandre Herculano Abreu
Tertuliano Cardoso Filho
Renato Luiz Dias
Assis Ruprest
Hélio Abreu
CONSELHO FISCAL
Reinaldo Di Bernardi - Presidente
Alexandre Chambarelli de Novaes
Messias Antônio Dores Bastos
SUPLENTES
Maria Cecília Moreira Pires
Sila Bastian Costa
Telam Pereira Ranzenberger
3
ESTRUTURA ADMINISTRATIVA DA SERTE
Secretária Executiva
Maria Sônia De Pellegrin Warken
Coordenadora do Lar dos Idosos “Irmão Erasto” e do Lar das Crianças Seara da
Esperança:
Maria Sonia De Pellegrin Warken
Coordenadora do Lar dos Idosos “Irmão Erasto” e do Lar das Crianças Seara da
Esperança:
Marian Del Carmen Quintilhan
Março a Setembro-2012
Assistente da Coordenação:
Ademir Osório Silveira
Contabilidade
Rosana Salvador Marckiori Dos Santos
Encarregada Tesouraria
Miele Rossani Probst Salvador
Recursos Humanos
Rosane Defante
Médica Clínica
Daniela Cerqueira Campos Maciel
Nutricionista
Mari Lúcia de Abreu
Enfermeira chefe
Lilian Capellari
Fisioterapeutas e Terapeutas das Obras Assistenciais
Vanessa da Rosa Ghiorzi
Mara Regina Pereira da Silva
Assistentes Sociais do Lar dos Idosos:
Letícia Schmidt Veras
Francielli Ferreira de Souza Felix
4
Assistente Social do Lar das Crianças Seara da Esperança
Márcia Santos Barboza
Psicóloga Responsável pelas Obras Sociais
Lori Edi Kruger
Coordenadora do Educandário Lar de Jesus
Rosimere Fortes
Coordenadora do Educandário Lar de Jesus-Substituta
Elizete Lopes Pereira
Assistente Administrativo-Educandário
Elizete Lopes Pereira
Responsável pelo Voluntariado
Graziella da Silva Kricheldorf
Técnico de Segurança de Trabalho
Iuçá Pereira da Silva
Administrador de Rede
Roberto Polli da Silva
Supervisora da Cozinha
Elizabete Maria Shroeder da Silva
Cozinheiras Gerais
Ivanir de Nez de Lima
Sirlene Lang
Responsável pelo Bazar
Leonilda da Costa de Souza
Responsáveis pela Central de Doação
Elias Martins Salvador
Aldair de Souza Lima
Mobilização de Recursos
Joana D’arc Rochael da Silva Primo
Mirian Del Carmen Quintilhan
FUNCIONÁRIAS DO CALL CENTER
Coordenadora de Telemarketing
Fabíola Freitas
Marinês Vogel Martins
5
Rosângela Vigneaux Minor
Ana Paula da Silva
Ana Rita Silva
Andressa Oliveira de Oliveira
Cleide Claudete Silva Barbosa
Débora da Silva Nascimento
Fernanda Cristina Batista Nascimento dos Santos
Hiasmin Mayan Carvalho
Jessé Henrique da Silva
Joana Darc Rochael Prazeres
Marli Farias
Priscila Carolina Vudarski Fernandes
Rochele da Rosa Persich
Sandra Millidiu
Livraria Espírita
Nara Salete Ramos Martins
Jurema Verzola
Recepção do Centro Espírita Allan Kardec
Elizabete da Silva
Recepção Obras Sociais – Cachoeira do Bom Jesus
Jussara Terezinha Lopes
Sonia Maria da Silva
FUNCIONÁRIOS- LAR DOS VELHINHOS
Abrahão Abreu Pereira
Ademir Ozorio Silveira
Adriana de Fátima Camargo
Adriana Maria de Azevedo Da Silva Mattos
Aldair de Lima Souza
Aliani Trindade Riva
Aline Teresa de Souza
Ana Geci Teixeira
Caren Loth dos Santos
Carlos Januário de Oliveira
Carmem de Lima Mattos
Carmen Regina Bier
Célia Maria Santana Lorenzon
Claudia Elisabete Monteiro Flor
Cleia Aparecida Simões
Cleonice Terezinha Zatta
Cleusa Maria Pereira Goes
Cristiane Moraes
6
Daise Wiggers Freitas
Daniel Capitão D’Onófrio
Daniela Cerqueira Campos Maciel
Daniela Nascimento da Silva
David Giuliano Saravia Flores
Edni da Silva Monteiro
Eduardo Antonio de Souza
Elias Martins Salvador
Elizabete Maria Schroeder da Silva
Erlon Vinicius de Oliveira Paim
Fabiana Polizato
Fernanda Nunes de Souza Bodot
Fernando de Melo Antunes da Cruz
Francielle Ferreira de Souza Felix
Graziella da Silva Kricheldorf
Ilda Caparica Silva
Ilda Maria da Silva Bastos
Iraci Rosa da Silva
Iuça Pereira da Silva
Ivalda Istela da Silva
Ivanir de Nez de Lima
Jucelia Beatriz Vidal
Juliana de Souza Alves
Júlio César Vieira de Lima
Jussara Teresinha Lopes
Katia Maria Jung Pereira
Lauriana Maria Schoeder
Leonel João Pereira
Leonilda da Costa de Souza
Leticia da Silva Leal
Letícia Schmidt Veras
Lilian Capellari
Luciane Maria da Silva dos Santos
Luiz Arlei Kotetski
Mara Regina Pereira da Silva
Marcos Lazaro Cardoso
Margo Prieto Felix
Mari Lucia de Abreu
Maria Madalena dos Santos
Maria Marta das Neves
Maria Sônia De Pelegrin Warken
Marilene Silva
Marinalba Florisbela Duarte de Oliveira
Marli Hugen
Marta Regina Delfino
FUNCIONÁRIOS-LAR DAS CRIANÇAS
Adriana Luiza Peres
7
Adriana Silveira
Claudete Maria Machado
Claudia Regina Pereira
Claudia Cardoso
Cleusa de Fatima da Silva
Eliane Regina Pacheco da Silva
Franciele de Lima
Janir Medeiros Mattos
Leda Maria de Souza Pereira
Leonei da Silva
Lori Edi Kruger
Lourdete Trevisan Montipo
Márcia Santos Barboza
Maria Celia da Silva Leal
Maria das Neves Silva
Maria Edinete da Silva Pires
Odete Londero
Rosa Maria da Silva
Rosalva Francisca Chaves
Sinara Terezinha de Souza
FUNCIONÁRIOS CENTRO ESPÍRITA ALLAN KARDEC - CEAK
Elizabete da Silva
Dalva Martins
8
POR DISPOSIÇÃO ESTATUTÁRIA E REGIMENTAL E, AINDA, POR FORÇA DO
CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO,
É PROIBIDO O RECEBIMENTO DE QUALQUER TIPO DE REMUNERAÇÃO, DE
AJUDA DE CUSTO OU DE INDENIZAÇÃO DE DESPESAS PESSOAIS POR
OCUPANTES DE CARGO DE
DIREÇÃO, DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO, DE ASSESSORIA OU
COODENAÇÃO DOS CENTROS ESPÍRITAS DA SERTE.
OS DEMAIS CARGOS SÃO
REMUNERADOS NA FORMA DA
LEGISLAÇÃO TRABALHISTA.
9
UM SÓ NADA FAZ, É O CONJUNTO QUE OPERA
Na SERTE valoriza-se a participação individual e temporal. A
antiguidade, no entanto, não é posto para ninguém e nem
confere poder de mando. O resultado é de todos e não de
ninguém em particular. A OBRA se sobrepõe a cada um de
nós. O conjunto é que conta.
AS DIFICULDADES DA SERTE SÃO PROPORCIONAIS AO
SEU TAMANHO.
AS POSSIBILIDADES TAMBÉM!
10
SUMÁRIO
Representação Nos Conselhos ..................................................................................................... 12
A Procura da autossustentabilidade........................................................................................ 13
A Autossustentabilidade Da Serte .............................................................................................. 16
2-Implantação Da Central De Gerenciamento De Resíduos Sólidos ............................... 17
3-Contrato De Estudos Das Terrras Da Serte .......................................................................17
Introdução .......................................................................................................................................... 18
Compromissos Da Atual Gestão................................................................................................... 21
Informações........................................................................................................................................ 22
A Rotina Da Serte .............................................................................................................................. 22
Acordos – Convênios........................................................................................................................ 22
Ações Trabalhistas ........................................................................................................................... 23
Escola De Circo .................................................................................................................................. 24
Eventos, Ações Comunitárias ...................................................................................................... 25
Estatisticas .......................................................................................................................................... 26
Serviço Assistencial ......................................................................................................................... 26
Setor De Enfermagem-Lar Dos Idosos....................................................................................... 29
Setor De Nutrição ............................................................................................................................. 38
Lar Dos Idosos Irmão Erasto-Lar Das Crianças Seara Da Esperança E Educandário Lar
A De Jesus ............................................................................................................................................ 34
Setor De Psicologia-Lar Das Crianças ........................................................................................ 42
11
Lar Das Crianças Seara Da Esperança ....................................................................................... 46
• .......................................................................................................................................... Car
avana Brincar......................................................................................................................................46
• .......................................................................................................................................... Car
avana de Convivência Cristã Irmão Rafael ..........................................................................................46
• .......................................................................................................................................... Pro
jeto Hora do Colinho...........................................................................................................................47
• .......................................................................................................................................... Pro
jeto Minha Infância Fotografada.........................................................................................................47
• .......................................................................................................................................... Pro
jeto Dançando E Alegrando ................................................................................................................47
• .......................................................................................................................................... Ho
rta.......................................................................................................................................................50
• .......................................................................................................................................... Cas
a Reciclável .........................................................................................................................................51
• .......................................................................................................................................... Co
ntação de História ..............................................................................................................................51
• .......................................................................................................................................... Bri
ncaespanhol .......................................................................................................................................51
• .......................................................................................................................................... Sal
a de Leitura.........................................................................................................................................52
• .......................................................................................................................................... Cir
co (Projeto Aprendiz) ..........................................................................................................................52
DISTRIBUIÇÃO DAS CRIANÇAS POR FAIXA ETÁRIA .....................................................................................52
E POR GRUPO PEDAGÓGICO ......................................................................................................................52
QUADRO DEMONSTRATIVO DOS BRECHÓS E VENDA DE MÓVEIS USADOS.................. 62
12
REPRESENTAÇÃO NOS CONSELHOS
A SERTE integra a Associação das Entidades Filantrópicas de
Santa Catarina (ASSEF/SC) e representa a entidade no Conselho Estadual da Criança
e do Adolescente, por intermédio da Assistente Social Márcia Santos Barboza.
A entidade também está presente no Conselho Estadual de
Assistência Social, por sua Assistente Social Francielle de Souza Felix.
Além disso, atua no Conselho Estadual de Segurança Alimentar,
por intermédio de Mari Lúcia de Abreu.
Tem assento no Conselho Municipal do Idoso por intermédio da
Assistente Social Letícia Schmidt Veras.
Finalmente integra o Conselho Estadual do Idoso por intermédio de
Rogério Carvalho da Rosa (titular) e de Jorge Cameu (suplente).
13
A PROCURA DA
AUTOSSUSTENTABILIDADE
A SERTE é uma instituição nascida no astral, mas de responsabilidade
humana. É um projeto concebido pelos espíritos desencarnados para que os espíritos
encarnados pusessem “mãos às obras”.
Como tal, está submetida às leis da dimensão material. Para existir
precisou de uma data (fundação) e de um lugar (sede). Tempo e espaço são as duas
variáveis básicas de tudo que existe na Terra.
A realidade física – da qual a SERTE é parte e onde “acontece” - tem
suas próprias leis e definições. Aqui as coisas têm forma, densidade, cor e tamanho, e
podem ser vistas, saboreadas, cheiradas, sentidas, usadas, tocadas, consumidas e até
adoradas.
É possível medi-las e observar como estão sujeitas às imposições do
tempo e do espaço. É a lei da impermanência. Elas nascem, crescem, morrem ou são
substituídas. Por sua própria dinâmica, a mudança faz parte da realidade física.
A evolução tecnológica provoca, a cada dia, a obsolescência de diversos
produtos e coisas, e força o aparecimento de novos produtos, de novos usos, de novos
hábitos e de novas necessidades.
Novos remédios são “descobertos” propondo novos tratamentos, novos
equipamentos e exigindo novos profissionais.
Novas técnicas são consagradas e adotadas universalmente.
A parte “encarnada” da SERTE está no meio de tudo isto.
A Segurança no Trabalho lhe exige a adoção de novas medidas
preventivas, de novos equipamentos, de novos treinamentos.
A Vigilância Sanitária lhe impõe cuidados específicos e novas instalações,
implicando em novos gastos.
O Corpo de Bombeiros reclama de novas medidas de prevenção contra
incêndio e outros acidentes, provocando novas ações.
O Ministério Público, sempre atento à rigorosa observância das leis,
questiona algumas práticas à luz da profusão de regulamentos emitidos pelo Poder
Público, exigindo compromisso com novas obrigações por intermédio de Termo de
Ajuste de Conduta. E não são poucos.
Por outro lado, o Poder Público é lento em garantir a parte que assume
através dos convênios e subvenções, chegando a atrasar meses e meses o repasse
dos valores ajustados.
14
Os idosos têm, diante da modernidade, novos anseios, novos desejos,
novos cuidados, novos dispêndios.
As crianças esperam mais. Elas acompanham na TV, Internet e na escola
o “novo mundo”.
O Educandário reclama novas técnicas, novas atualizações, exigindo
novos investimentos.
Tudo isto acontece na realidade física da SERTE.
As exigências da Segurança do Trabalho, da Vigilância Sanitária, do
Corpo de Bombeiros e do Ministério Público são “pensadas” no mundo metafísico por
intermédio de idéias, avaliações, considerações técnicas, previsões e análises, mas
suas realizações devem “acontecer” no mundo físico, onde se localizam os ônus das
idéias e de suas exigências.
Este é o problema.
As “regras” do mundo físico e do metafísico. São muito diferentes. Neste
último, os elementos são imunes à lei da impermanência. As idéias não estão
subordinadas à lei de causa e efeito sobre tempo e espaço. O técnico da Segurança do
Trabalho imagina os empregados com novos jalecos, com novas botas e com novos
equipamentos de segurança e, no mesmo instante, já é capaz de imaginá-los
“vestidos” com a nova postura. O Fiscal da Vigilância Sanitária quando pensa nas
novas exigências técnicas e sanitárias é capaz de imaginar a SERTE já adaptada às
recomendações do novo figurino. O Oficial do Corpo dos Bombeiros quando notifica a
troca de piso, de corrimão, de fiação, de mangueira, já vê tudo feito de acordo com as
normas técnicas. O Promotor de Justiça ao celebrar o Termo de Ajuste de conduta já
se projeta à frente e vê o acordo cumprido e o processo arquivado.
A missão de todos estes agentes acaba aí. Daí para frente é com quem
põe a mão na massa. No caso concreto, a SERTE.
Enquanto o mundo metafísico é o reduto das idéias, das suposições,
das conjecturas, das análises, das inferências, das deduções, das projeções, do
“imaginar”, do “sonhar”, das “viagens”, das elucubrações, e – é claro – de seu
subproduto chamado “exigências”, o mundo físico é o campo dos compromissos, dos
recursos, dos detalhes, das pessoas, dos erros, dos acertos, das obrigações, das
infrações, das penalidades, das interações, das aflições, do choro, do desespero e –
principalmente – das realizações.
A única energia que faz as coisas concretas acontecerem no mundo
real é a energia do dinheiro. Sem ela, não há como se provocar as ações no mundo
físico.
A cama que o idoso dorme vem do dinheiro. O remédio que toma, a roupa
que veste, a gasolina da ambulância que o leva ao hospital, o sabão em pó que lava
sua roupa. as cozinheiras, os cuidadores, as enfermeiras, as fisioterapeutas, as
15
assistências sociais e a psicóloga que cuidam de seu bem estar precisam receber
salários(dinheiro).
As exigências da Segurança no Trabalho, da Vigilância Sanitária, do
Corpo de Bombeiros e do Ministério Público só serão satisfeitas se a SERTE fizer
uma grande concentração da energia dinheiro.
Analisando-se o histórico da SERTE, vê-se que ela não tem cuidado
satisfatoriamente da energia dinheiro.
A SERTE PRECISA TORNAR-SE AUTOSSUSTENTÁVEL PARA SER
DONA DE SEU DESTINO.
16
A AUTOSSUSTENTABILIDADE DA SERTE
No ano de 2011 a SERTE desenvolveu três projetos para alcançar a sua
autossustentabilidade de maneira visionária, buscando obter recursos, a curto, médio e
longo prazo.
1-IMPLANTAÇÃO DO CALL CENTER
Captar recursos não é fácil, demanda recursos humanos, materiais e, principalmente,
muito amor e dedicação.
A ajuda recebida, pelo Poder Público, quando existe, não é suficiente para
cobrir todas as despesas. Por isso, é preciso criatividade e ousadia para buscar novas
formas de financiar o trabalho da instituição.
Um dos melhores métodos de arrecadação de recursos financeiros para
uma instituição é o Telemarketing. Operadoras, devidamente treinadas pela entidade,
entram em contato com as pessoas da comunidade solicitando uma colaboração, sem
valor determinado.
Esse é o tipo de parceria onde todos - entidade, empresa, funcionários,
idosos, crianças e a comunidade - só têm a ganhar!
Sabendo que as doações privadas em geral correspondem a uma grande parte
dos recursos utilizados nas organizações não governamentais, a falta de
sistematização do processo de captação de recurso revela a fragilidade financeira que
permeia essas organizações.
A implantação do Call Center da SERTE- Central de Doações II- foi a principal
estratégia desenvolvida para iniciar a captação de recursos de forma sistemática.
Através do Telemarketing, todas as empresas e pessoas são consideradas
potenciais parceiros ou colaboradores da SERTE.
Além da captação de recursos, o Call Center é a “porta de entrada” para a
SERTE, a instituição necessita se comunicar com a Sociedade, passar a missão da
organização de maneira clara, contar a sua história e divulgar o seu trabalho e
importância social, sendo que, através do Telemarketing ativo, diferentes setores da
sociedade irão conhecer os objetivos até hoje alcançados e as possibilidades que
ainda existem.
A comunicação com a sociedade deve ser entendida como prestação de contas
em que critérios de eficiência, eficácia e efetividade serão apresentados.
17
2-IMPLANTAÇÃO DA CENTRAL DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS
Alternativa socialmente justa, ecologicamente correta, economicamente
viável e culturalmente diversificada, amparada pela Nova Política Nacional de Resíduos
Sólidos, visando à gerência de resíduos de forma sustentável;
A reciclagem de Resíduos Orgânicos busca o redirecionamento do fluxo de
resíduos orgânicos urbanos para estabilização aeróbia via compostagem e uso
agrícola. Fixação de Carbono e Emissões Evitadas de Gases causadores do Efeito
Estufa (GEE). Busca também o estabelecimento de sistema produtivo sustentável e
retenção de carbono, promovendo o consumo consciente pelo ciclo de reciclagem, a
partir de materiais, através da Coleta seletiva, compostagem e utilização do produto
final (adubo orgânico) no ambiente urbano com participação comunitária, bem como
comercialização junto a produtores de alimentos orgânicos.
Através de uma parceria com a empresa AgroEcológica Serviços
Ambientais, a SERTE sai na frente tornando-se a primeira Entidade filantrópica sem
fins lucrativos a desenvolver um projeto de gerenciamento de seus resíduos orgânicos,
o projeto também contempla a promoção de educação ambiental com as crianças
atendidas pela SERTE no Educandário Lar de Jesus.
3-CONTRATO DE ESTUDO DAS TERRAS DA SERTE
Foi assinado aos onze dias do mês de maio de 2011, um contrato com a
Empresa BUBMAC ADMINISTRADORA DE BENS E PARTICIPAÇÕES LTDA, para o
desenvolvimento de um Estudo das Terras da SERTE, para implementar um projeto
imobiliário global e integrado, que contemple a perenidade das atividades de filantropia
atualmente desenvolvidas pela instituição, com a criação de meios de sustentabilidade
econômica e financeira através do uso racional de seu patrimônio imobiliário, sem
comprometer as atividades atuais, para assim manter e ampliar estas atividades
filantrópicas.
A SERTE irá participar no desenvolvimento e implementação deste projeto,
afastando a hipótese de mera permuta de suas áreas, de tal modo que as receitas
geradas garantam a manutenção e as atividades da instituição.
18
INTRODUÇÃO
Mais uma vez apresentamos nosso relatório das atividades e das contas.
Como não poderia deixar de ser, foi mais um ano de muita dificuldade, e
também de realizações.
Enquanto nossas despesas aumentam alimentadas pelos índices
inflacionários e pelos dissídios coletivos de trabalho, nossas receitas decrescem por
diversos fatores.
Os alimentos, as fraldas, os salários, os encargos trabalhistas, os
remédios (o Governo fornece pouquíssimos), o vale refeição, o combustível, os
materiais de higiene e limpeza, a manutenção do prédio e dos veículos, os reparos de
equipamentos, a mão-de-obra de pequenos consertos, sofreram reajustes de preço –
alguns, inclusive, além da inflação.
Como o “grosso” da receita vinha através de doações via conta telefônica
na Brasil Telecom – hoje OI -, o fenômeno da migração de uma operadora para outra,
grande parte destes mantenedores mudaram de operadora levando o próprio número.
Ocorre que, nem a GVT nem a NET, operadoras que “receberam” essas
migrações, aceitam incluir na conta telefônica as doações à SERTE.
Para se ter idéia deste abalo, basta citar que, em janeiro de 2009, esta
fonte representou o ingresso de R$ 63.907,93 (sessenta e três mil, novecentos e sete
reais e noventa e três centavos) e, em fevereiro de 2011, apenas R$ 37.476,60 (trinta e
sete mil quatrocentos e setenta e seis reais e sessenta centavos).
Está pesando demasiadamente nas contas da SERTE as exigências
feitas pelos órgãos de fiscalização. Só para informar: uma única exigência da Vigilância
Sanitária – a instalação de nova central de campainha – cusou R$ 14.900,00, em
valores atuais.
Não fosse apoio de algumas empresas, dos sócios efetivos, voluntários,
profissionais de várias categorias, de um mundo de pessoas anônimas, autoridades,
artistas, celebridades, pessoas simples, políticos dos mais diferentes partidos,
servidores públicos, lideranças comunitárias, mantenedores, doadores, simpatizantes,
fornecedores e colaboradores em geral, a SERTE não teria chegado aonde chegou.
Em especial, agradecemos aos funcionários da SERTE.
Confessamos nossa satisfação com toda a equipe. Ela realmente “veste
sua camisa” e nos enche de orgulho.
19
A dedicação, o carinho, a boa vontade e o empenho deles em relação aos
idosos e às crianças abrigadas é algo realmente comovente.
A eles, os sinceros agradecimentos dos membros do Conselho de
Administração da SERTE.
Merece destaque, também, o trabalho daqueles que ocupam cargo na
estrutura administrativa da SERTE, os quais, além do desempenho de suas tarefas
habituais, ainda colaboram com idéias, sugestões e iniciativas contribuindo para o
aprimoramento dos procedimentos internos.
Observação: A participação nas atividades da SERTE dá significado às
nossas vidas. É como se a SERTE tivesse o poder mágico de nos confortar, de nos
reanimar, de nos reerguer, de nos por para cima, de sermos úteis.
20
21
COMPROMISSOS DA ATUAL GESTÃO
A atual administração definiu seus principais compromissos de
modo muito simples:
•
Obter sua própria sustentabilidade;
•
Valorização de seus trabalhadores;
•
Transparência administrativa;
•
Coordenar, supervisionar e controlar as ações operacionais em
busca de sua eficiência;
•
Cultura de “resultados” em seus eventos;
•
Aumento da captação de recursos;
•
Comunicação com mantenedores, doadores, patrocinadores,
apoiadores, voluntários e opinião pública;
•
Propósito comum. Algo que vale a pena ser buscado por todos;
•
Governança compartilhada;
22
INFORMAÇÕES
A ROTINA DA SERTE
ACORDOS – CONVÊNIOS
3.1. Convênio com a Prefeitura Municipal de Florianópolis: cedência
de professores, merenda escolar, subvenção social (idosos, abrigo,
creche).
3.2. Convênio com Secretaria de Estado do Desenvolvimento
Social: recursos para pagamento dos técnicos do Lar das Crianças.
3.3. Convênio
com
o
Fundo
Municipal
de
Assistência
Social: execução do Programa de Ação Continuada Federal junto ao Lar
dos Idosos.
3.4- Convênio com a Secretaria Municipal de Saúde: cessão de
ambulância e pagamento de alimentos, fraldas, material de Higiene e
Conforto.
23
AÇÕES TRABALHISTAS
Assim como aconteceu em 2010,a SERTE ainda teve que lidar com
novas ações trabalhistas, em 2011, todas oriundas, portanto, da administração
passada.
1- PROVITA Reclamante Simone Luiza Bolgenhagem – Processo - RT OR
0004994-53-2010.5.12.0037.
A audiência foi realizada no dia 05 de setembro de 2011. Não
havendo acordo, aguardamos parecer conclusivo.
24
ESCOLA DE CIRCO
Honrando suas tradições, a SERTE celebrou parceria com a CIRCULAR
ESCOLA CÊNICA para estimular a arte circense e abrir à comunidade de Cachoeira de
Bom Jesus e aos alunos do Educandário mantido pela SERTE a oportunidade de
aprender o ofício do circo, por intermédio do PROJETO APRENDIZ.
.
25
EVENTOS E AÇÕES COMUNITÁRIAS
Em sua estratégia de captação de recursos, a SERTE realiza
diversos eventos para levantar fundos para sustentar suas ações.
Dentre eles, destacamos:
• Realização de várias edições do evento “Almoço Fraterno”. A
SERTE convida a comunidade para participar de um almoço, com
ingressos a preço único, sendo que este almoço é executado pelos
voluntários da SERTE.
• Realização de vários Brechós nas seguintes eventos: Festival da
Tainha, Fenaostra, Bazar na Universidade Federal Santa Catarina,
Balcão da Cidadania, Verão Elase, Verão Fest,
• Participação no projeto social “MANIA DE BAZAR”, realizada no
Beiramar Shopping.
• Participação no leilão de artes ACAP (ASSOCIAÇÃO
CATARINENSE DOS ARTISTAS PLASTICOS) realizada no Clube
12 de Agosto;
• Participação DO Leilão DE ARTES DA GALERIA SHOPPING
FLORIPA
• Foi realizada a terceira da FEIJOADA DA SERTE.
• EM abril /2011 participamos segunda amostra da CASACOR
• Em setembro/2011, aconteceu a SEMANA DA SERTE.
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SERVIÇO ASSISTENCIAL
PERFIL DOS IDOSOS ABRIGADOS NA SERTE.
A partir dos dados apresentados, percebe-se que a porcentagem do número
de abrigados do sexo feminino é maior, sendo 2% de diferença, quebrando a série
histórica onde a parcela masculina era maior.
MOTIVO DO ABRIGAMENTO
O gráfico demonstra a desestruturação familiar como causa do abrigamento
dos idosos.
27
ENCAMINHAMENTO
Mais uma vez, a família aparece como a causa determinante.
Idosos com relação ao vínculo familiar
Vê-se que a maioria possui família, porém, não existe o vínculo familiar.
28
29
SETOR DE ENFERMAGEM-LAR DOS IDOSOS
O objetivo desta Instituição de Longa Permanência para Idosos é proporcionar uma
melhor qualidade de vida aos idosos que deixaram, por qualquer motivo, a
convivência em seus lares.
O serviço de enfermagem é bastante engajado neste trabalho por ser comprometido
com a saúde e bem estar do ser humano e da coletividade. Atuamos na promoção,
proteção, recuperação da saúde e reabilitação das pessoas, respeitando os preceitos
éticos e legais. A enfermagem engloba ações que assumem a responsabilidade de
atender às necessidades de cuidados com pacientes e suas famílias, desenvolvidos
no sistema de saúde, no cuidado domiciliar e na comunidade.
Nossa equipe tem especial preocupação com a humanização dos idosos,
zelando pelo bem- estar físico, mental e espiritual.
O idoso é acompanhado 24hs por dia pela equipe técnica, técnicos de enfermagem,
cuidadores e outros funcionários e voluntários, sempre com a preocupação de zelar
pelo seu bem estar e o bom relacionamento intra e interpessoal através de grupos de
convivência supervisionado por profissionais capacitados.
Os cuidadores, voluntários, técnicos e profissionais de apoio, integrados com a
diretoria estão empenhados em proporcionar tranqüilidade, conforto, diversão e sobre
tudo dignidade na terceira e quarta idade, além de garantir os direitos e a cidadania
dos nossos idosos.
30
Os dados a seguir referenciam os meses de janeiro a dezembro de 2011.
Mês
Número de idosos residentes
Janeiro
55
Fevereiro
52
Março
53
Abril
56
Maio
57
Junho
57
Julho
55
Agosto
58
Setembro
58
Outubro
58
Novembro
56
Dezembro
56
AMBULÂNCIA
Saídas da
Jan
Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov
Dez
Serte
25
25
29
35
50
41
42
34
34
24
10
2
Comunidade
0
0
3
14
12
7
2
3
2
5
1
0
Serte
31
PATOLOGIAS
TOTAL
Hipertenção arterial sistêmica
37
Esquizofrenia
3
Demências vasculares
3
Insuficiência cardíaca congestiva
1
Tumores
4
Diabetes mellitus
7
Doença de Parkinson
6
Doença de Alzheimer
5
Deficiência visual
6
Deficiência auditiva
8
Sida + TB (tratada)
1
Acidente vascular cerebral
9
Insuficiências (arterial, venosa, aórtica e coronariana)
12
Doença pulmonar obstrutiva crônica
11
Epilepsia
4
Insuficiência. Renal Crônica
5
Hiperplasia Prostática Benigna
6
Hipotireoidismo
7
Quadro Psiquiátrico (depressão,retardo mental, transtornos, etc.)
29
MÉDICOS
Dra. Daniela
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT
70
67
41
49
53
47
33
36
51
23
MÉDICOS/VOL. JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT
NOV
DEZ
13
13
NOV
DEZ
Dr. Max
4
10
6
13
8
4
6
9
19
10
4
0
Dr. Rodrigo
1
5
2
1
2
3
3
1
1
1
1
3
Dr. Eduardo
0
3
3
4
7
0
0
1
1
0
3
2
Dra. Vânia
0
1
1
0
0
3
0
0
0
0
0
0
Dra. Concetta
0
0
2
0
1
3
0
2
0
2
0
0
Dr. Felipe
0
0
2
5
7
0
0
0
0
2
0
0
32
Devido ao grande número de patologias que acometem os idosos, rotineiramente
solicitamos encaminhamentos com especialistas conforme a tabela abaixo:
MÉDICOS
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ
Cardiologista
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0
0
Cirurgia - Oftalmo
0
0
0
0
0
0
0
0
3
0
0
0
Dermatologia
1
5
2
1
2
3
3
1
1
1
2
3
Endocrinologista
0
0
3
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Alergista
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
Oftalmologista
0
2
5
10
14
0
0
1
1
2
2
2
Ginecologista
0
0
0
0
1
0
0
0
0
0
0
0
Pneumologista
0
0
2
0
1
3
0
2
0
2
0
0
Homeopata
1
1
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
Gastrologista
0
0
0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
Neurologista
1
1
0
1
0
1
2
1
0
1
1
0
Mastologista
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
Ortopedista
0
0
0
0
1
0
0
0
0
0
0
1
Nefrologista
0
0
0
0
0
0
2
1
0
0
0
0
Dentista
0
2
0
0
0
0
0
1
1
1
0
0
Psiquiatra
0
1
0
1
0
0
1
1
1
0
1
0
Proctologista
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0
0
0
Otorrinolaringologista
0
2
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Infectologista
1
0
0
1
0
0
1
0
0
0
1
0
33
PROCEDIMENTOS DE ENFERMAGEM
PROCEDIMENTOS
FEV
MAR
ABR
MAI
JUN
JUL
AGO
SET
OUT
NOV
DEZ
1705 1456
1643
1680
1767
1710
1705
1798
1740
1798
1798
1798
Tricotomia facial
390
364
375
435
450
435
435
465
465
465
465
465
Curativos
274
254
305
98
395
206
132
140
219
261
261
261
HGT
52
35
33
46
37
29
40
37
31
44
44
44
Nebulizações
86
63
75
82
74
95
74
99
138
40
40
40
Pressão arterial
102
97
80
114
59
121
179
125
79
90
90
90
Sondas vesicais de demora
1
1
1
2
2
2
2
2
2
2
2
2
Sonda de alívio
0
0
0
0
0
0
0
66
60
82
82
82
Sonda nasog.
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0
0
Banho de asperção
JAN
EXAMES LABORATORIAIS
LOCAL
jan
fev
mar
abr
mai
jun
jul
ago
set
out
nov
dez
Laboratórios
2
7
2
6
4
4
6
2
7
10
10
10
LOCAL- CORTESIA
jan
fev
mar
abr
mai
jun
jul
ago
set
out
nov
dez
Lab. Santa Luzia
0
0
0
56
0
0
0
0
0
0
0
0
EXAMES COMPLEMENTARES
jan
fev
mar
abr
mai
jun
jul
ago
set
out
nov
dez
Audiometria
0
0
0
0
0
1
0
1
1
1
0
0
RX
1
1
1
1
4
1
1
1
2
1
0
0
Ecocardiograma
1
1
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0
Tomografia Comput
0
1
0
1
1
1
0
0
0
0
0
0
Endoscopia
0
0
0
0
0
1
0
1
0
1
0
0
Cintilografia
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0
Ultrassonogragia
0
1
2
2
5
6
3
0
2
0
0
0
Eletrocardiograma
1
4
0
0
8
2
2
1
1
2
0
0
Ressonância Magnetica
0
0
0
1
0
0
1
0
0
0
0
0
Mamografia
0
0
0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
LOCAL
34
SETOR DE ENFERMAGEM-LAR DAS CRIANÇAS SEARA DA ESPERANÇA
Na área pediátrica a SERTE volta suas ações à assistência no crescimento e
desenvolvimento da criança visando um futuro elaborado dentro dos valores previstos
pela lei desde o momento da chegada até o seu retorno ao lar ou a inclusão a nova
família.
Compete a toda à equipe proporcionar à criança as condições essenciais para
que se processe o crescimento e desenvolvimento integral incluindo a qualidade de
vida. Para isso, há uma necessidade de ações junto à equipe de enfermagem visando
um suporte principalmente emocional de cada criança.
Dentro do lar das crianças há uma atuação direta de todos os profissionais
oferecidos no lar de idosos e todas as crianças são atendidas conforme a necessidade
por cada profissional. Segue abaixo a tabela com as principais patologias deste ano:
VACINAS
JAN
FEV
MAR
ABR
MAI
JUN
JUL
AGO
SET
OUT
NOV
DEZ
Hepatite
1
1
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
Poliomelite
0
0
0
0
0
5
0
8
0
0
0
2
Rotavirús
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
Sabin
1
1
0
0
0
0
0
0
1
1
0
0
Tríplice bacteriana
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
1
1
Tríplice viral
0
1
0
0
0
0
0
8
0
0
1
0
Tetravalente
1
1
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
Pneumo
1
1
0
0
1
0
0
0
2
0
0
1
Meningo
1
1
0
0
0
0
0
1
1
0
1
0
H1N1
0
0
0
0
4
4
0
0
0
0
0
0
35
CONSULTAS EXTERNAS
JAN
FEV
MAR
ABR
MAI
JUN
JUL
AGO
SET
OUT
NOV
DEZ
Infectologista
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
Dermatologista
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
1
0
Ortopedista
0
0
0
0
0
1
0
0
0
1
0
0
Pediatra- rotinas
4
10
6
13
8
4
6
9
19
10
4
0
Neurologista
1
1
0
2
0
1
0
1
0
0
0
1
Internações HI
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0
0
Exames laboratoriais
4
1
2
2
0
0
3
2
2
1
0
0
JAN
FEV
MAR
ABR
MAI
JUN
JUL
AGO
SET
OUT
NOV
DEZ
0
30
0
75
65
65
0
0
55
55
30
0
- LAR DAS CRIANÇAS
PROCEDIMENTOS
NEBULIZAÇÕES
PATOLOGIAS
NÚMEROS
Conjuntivite
5
Bronquite
7
Dermatomicose
3
Impetigo
2
Viroses
4
36
SETOR DE FISIOTERAPIA
Tendo como principal foco, a saúde do idoso, o Serviço de Fisioterapia da
SERTE tem guiado suas atividades. Transcorrido mais um ano de trabalho com os
moradores do “LAR DOS VELHINHOS”, com o objetivo de promoção de saúde e
melhora da qualidade de vida dos mesmos, faz-se, aqui, um apanhado das atividades
exercidas pelos profissionais responsáveis por esta pequena parte de um todo que é a
SERTE
Janeiro
Fevereiro
Março
Abril
Maio
Junho
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro
TOTAL
•
Moradore
s
Funcionários
Comunidade
142
112
108
126
202
60
138
80
70
54
109
109
1310
27
24
16
16
18
16
23
25
25
20
21
21
252
8
2
7
11
16
2
8
6
6
4
7
7
84
Gin.
Laboral
LC
10
10
11
13
17
16
17
20
17
11
14
14
170
Gin.
LV
Reunião
Técnica
Outros
TOTA
L
0
0
0
0
0
0
0
0
14
14
3
3
34
1
1
0
4
4
4
3
5
2
2
3
3
32
51
46
66
81
187
70
124
65
68
58
82
82
980
239
195
208
251
444
168
313
201
202
163
239
239
2862
Durante as Reuniões da Equipe Técnica da casa, surgiu a demanda de instituir a
prática da Ginástica Laboral para os funcionários da SERTE, cujo número de
atendimentos deste gênero realizados pela fisioterapeuta está contabilizado
neste relatório. Esta prática acabou prejudicando um pouco a quantidade de
atendimentos feita aos moradores, visto que foi preciso utilizar seus horários.
•
As fisioterapeutas da casa foram convocadas, desde o ano passado a auxiliar os
cuidadores a facilitar a rotina dos Cafés da Manhã e da Tarde dos Idosos,
prática esta quem vem sendo desempenhada diariamente, exceto quando há
estagiários de técnicos de enfermagem atuando na casa.
37
*Uma das atividades da fisioterapia
TERAPIAS COMPLEMENTARES
2011
Ginástica Laboral
Hidroterapia
Sangria
Outros
Digitopuntura
Recreação
Meditação
Acupuntura
Aurículoterapia
Aromaterapia
Florais de Raff
Massagem
Massagem cadeira
Moxabustão
Reflexologia podal
Reiki
Shiatsu
Fitoterapia
Ventosaterapia
Total mês
jan
12
01
01
28
00
00
04
27
15
00
00
23
00
10
04
17
00
00
00
138
fev
13
04
00
30
01
00
04
18
17
00
00
15
00
04
04
21
00
01
00
132
mar
21
02
00
23
00
00
03
18
17
00
00
20
00
06
05
10
00
00
00
125
abr
27
00
00
24
00
00
02
11
09
00
00
11
00
02
00
19
00
00
00
105
mai
00
00
00
00
00
00
00
00
00
00
00
00
00
00
00
00
00
00
00
00
jun
32
04
00
37
00
00
03
17
18
00
00
35
00
20
01
14
00
00
00
181
jul
25
04
00
31
10
00
04
26
08
01
00
29
00
13
02
10
00
00
00
163
ago
37
14
00
31
12
00
02
19
23
00
00
41
00
10
22
08
00
00
00
219
set
37
01
00
65
17
00
03
30
15
10
00
53
00
17
03
10
00
00
00
261
out
32
00
01
37
16
00
03
39
13
13
00
43
00
08
03
13
00
00
00
221
nov
32
00
01
37
16
00
03
39
13
13
00
43
00
08
03
13
00
00
00
221
dez
32
00
01
37
16
00
03
39
13
13
00
43
00
08
03
13
00
00
00
221
Total
300
30
04
410
88
00
34
283
161
50
50
356
00
106
50
148
00
01
00
2071
38
SETOR DE NUTRIÇÃO
LAR DOS IDOSOS IRMÃO ERASTO-LAR DAS CRIANÇAS SEARA DA
ESPERANÇA E EDUCANDÁRIO LAR A DE JESUS
ATIVIDADES
JAN
FEV
Cardápios Semanais
4
4
4
4
Cardápios para
Eventos Especiais
3
2
1
Reuniões técnicas
4
4
1
Avaliação nutricional
do LAR DAS
CRIANÇAS
Dietas especiais para
terapia no LAR DAS
CRIANÇAS (disfunção
intestinal,
suplementação com
frutas)
Dietas especiais para
terapia no LAR DOS
VELHINHOS
(disfagia,nutrição
enteral )
Curso de Manipulação
de Alimentos (equipe)
Orientação Estágio
Técnica em Nutrição
Refeições Servidas
(estimadas,cafés,
almoço e jantar)
1
1
MAR ABR MAI
JUN
JUL
AGO SET
OUT
NOV DEZ
4
4
4
4
4
4
4
4
48
4
3
2
1
2
1
2
1
4
26
4
4
4
4
4
4
4
3
3
3
45
1
1
1
1
1
1
1
1
1
10
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
10
1
1
1
1
2
1
1
1
1
1
13
1
ANUAL
1
0
11.
320
11.
320
19.
120
19.
120
19.
120
19.
120
11.
320
19.
120
19.
120
19.
120
19.
120
11.
320
198.2
40
39
SETOR DE PSICOLOGIA-LAR DAS CRIANÇAS
Entre as principais demandas de atendimento no LAR DAS CRIANÇAS estão:
• Necessidade de acompanhamento no processo de adaptação da criança em sua
chegada e permanência no lar;
•
Preparação e acompanhamento de retorno a família de origem ou para a
destituição do poder familiar;
• Tivemos também um caso de desistência de mãe na adoção, fato que também
exigiu investimento intenso (caso do menino Ícaro)
• Outras atividades desenvolvidas:
• Orientação sobre o manejo necessário com as crianças às funcionárias
cuidadoras, nos respectivos turnos de atuação;
• Relatório de situações ao juizado da infância e juventude;
• Participação em reuniões de estudo nos abrigos desta região;
Trabalho interativo com Educandário, das crianças do lar que lá freqüentam.
• Acompanhamento às aulas de informática.
• Leitura das atas do “LAR DAS CRIANÇAS” a fim de acompanhar o dia a dia das
crianças.
ATENDIMENTOS REALIZADOS LAR DAS CRIANÇAS
Tipos de atendimento
ago
set
out
nov
Total
Atendimento e Intervenções em
Crianças
32
76
65
37
210
*Os trabalhos foram iniciados em 10 de agosto de 2011.
40
ATENDIMENTOS QUE NÃO FORAM CONTABILIZADOS NO LAR DAS CRIANÇAS:
•
Atendimentos as famílias;
• Contatos telefônicos com a rede de atendimento e familiares; reuniões internas
(com outros profissionais); reuniões externas (com os outros abrigos, juizado,
prefeitura e sentinela).
41
SETOR DE PSICOLOGIA-LAR DOS IDOSOS
Entre as principais demandas de atendimento observadas no LAR DOS VELHINHOS
estão os seguintes encaminhamentos:
• Transtorno de conduta;
• Mudanças no humor e desconforto emocional;
• Sintomas de demência-Esquecimento, desorientação temporal e/ou espacial.
ATENDIMENTOS REALIZADOS NO LAR DOS VELHINHOS
Tipos de atendimento
ago
set
out
nov
Total
Atendimento e Intervenção em
Idosos
10
25
36
15
86
ATENDIMENTOS QUE NÃO FORAM CONTABILIZADOS NO LAR DOS
VELHINHOS:
- Visitas domiciliares para acolhimento no lar (3)
- Atendimento as famílias dos idosos;
- Contatos telefônicos com a rede de atendimento e familiares; reuniões internas com a
equipe técnica; reuniões externas (com a rede de atendimento ao idoso);
- Visitas hospitalares (a idosos doentes); acompanhamento em consultas médicas (na
área da saúde mental) também não foram contabilizados.
42
COORDENAÇÃO DO TRABALHO VOLUNTÁRIO
Número de voluntários por setor:
SETORES
Lar dos Idosos
- Brechó
- Salão de Beleza
- Grupo mediúnico
- Caravana Beija-flor
(CEAK)
- Costura
- Almoço Solidário
- Outros
Lar das Crianças
- Caravana Dançando e
Alegrando
Caravana Brincar
- Caravana do CEAK
- Outros
Educandário
Casil
- Médicos
- Oftalmologista
- Terapias complementares
CIRCO
OUTROS1
TOTAL
1
2011
108
03
03
07
15
07
27
46
38
04
03
19
12
10
05
01
01
03
03
132
303
Voluntários antigos sem termo de adesão; pessoas autorizadas pela Casa à
freqüentarem a instituição ou que estejam aguardando a próxima capacitação de
voluntários; e pessoas que através de uma ação voluntária desenvolvem
projetos na Casa.
43
TRABALHO VOLUNTÁRIO
44
QUANTITATIVO REFERENTE AO NÚMERO DE VOLUNTÁRIOS POR ANO
45
No gráfico nos anos anteriores a 2009, foram incluídos no número total de
voluntários, os trabalhadores dos Centros Espíritas Irmão Erasto e Allan Kardec
e das áreas administrativas da SERTE.
46
LAR DAS CRIANÇAS SEARA DA ESPERANÇA
O Lar das Crianças Seara da Esperança é uma instituição de
acolhimento, que atende 25 crianças na modalidade de abrigo. Constitui-se num
espaço de proteção, um lugar de acolhimento e de sociabilização, onde se trabalha
para garantir o pleno desenvolvimento da autonomia e criatividade das crianças
acolhidas. É nosso dever também garantir a essas crianças o atendimento aos seus
direitos na área da saúde, educação, lazer e convivência familiar e comunitária,
“assegurando-lhes... oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o
desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e
dignidade”. (art.3º do Estatuto da Criança e do Adolescente)
No ano de 2011 foram acolhidas no Lar das Crianças 25 crianças (novos
acolhimentos). Além destas, moraram no Lar no ano de 2011 01 criança que foi
acolhida no ano de 2001, 04 crianças que foram acolhidas no ano de 2008, 04 crianças
que ingressaram no ano de 2009 e mais 17 que ingressaram no ano de 2010.
Foram desacolhidas neste mesmo ano 33 crianças: 02 por transferência
de abrigo, 20 por retorno às famílias e 11 por adoções nacionais.
Para garantir o atendimento aos direitos das crianças acolhidas, o Lar das
Crianças contou no ano de 2011 com uma equipe de funcionários (cuidadoras,
assistente social, psicóloga, médico, enfermeira, técnico de enfermagem,
fisioterapeutas e terapeutas), voluntários e com os serviços da rede pública das áreas
da saúde e educação, desenvolvendo as seguintes atividades:
Nas áreas da saúde e educação:
•
•
•
•
•
Avaliação médica inicial com profissional da instituição e
encaminhamento a rede pública para consultas especializadas de
acordo com a necessidade e vacinação na Unidade de Saúde local;
Atendimento fisioterápico semanal às crianças com deficiência e aos
bebês para estimulação psicomotora;
Atendimento das crianças por terapeuta corporal na própria instituição
e voluntários, com práticas de terapias complementares;
Inclusão das crianças de 2 a 5 anos em estabelecimento de Educação
Infantil da própria SERTE (Educandário Lar de Jesus) e das de 6 anos
no ensino fundamental da rede pública (Escola Básica Intendente
Aricomedes Silva);
Reforço escolar no contra turno, realizado por voluntários, para as
crianças de 6 anos;
47
Garantia do direito a convivência familiar das crianças:
•
•
•
Intervenção junto às famílias das crianças acolhidas nos dias de visitas
na Instituição e em visitas domiciliares;
Acompanhamento das crianças acolhidas com visitas aos irmãos
acolhidos em outras instituições;
Atendimento psicológico às crianças acolhidas com vistas à
preparação para colocação em família substituta.
Garantia do direito a convivência comunitária das crianças:
•
•
•
Participação das crianças nas festas institucionais e comunitárias;
Participação das crianças na Colônia de Férias da Escola Dinâmica
durante os meses de férias escolares;
Participação das crianças em aulas de circo nas dependências da
instituição.
O trabalho voluntário – complemento imprescindível no atendimento às
crianças - foi aproveitado nos seguintes projetos:
CARAVANA BRINCAR
Atividades lúdicas e de lazer realizadas aos sábados de manhã no parque
da instituição, na área verde (espaço arborizado) ou na brinquedoteca pelos
voluntários.
CARAVANA DE CONVIVÊNCIA CRISTÃ IRMÃO RAFAEL
O objetivo deste projeto é dar orientação ética e formação as crianças
baseadas nos valores cristãos. As atividades acontecem nos sábados pela manhã.
48
PROJETO HORA DO COLINHO
Garantir aos bebês o seu direito a uma vida saudável, onde além da
higiene corporal e da alimentação eles tenham aconchego, abraço, sensação de calor
e, sobretudo, afeto.
PROJETO MINHA INFÂNCIA FOTOGRAFADA
Registro fotográfico dos principais momentos da vida da criança durante o
seu período de permanência na Instituição, confeccionando um álbum que será
entregue a família no momento do seu desligamento, garantindo a preservação da
memória deste período da sua vida. Os voluntários colaboram principalmente com a
doação dos álbuns e fotos.
PROJETO DANÇANDO E ALEGRANDO
Atividades de recreação através da música e da dança, que objetivam
propiciar às crianças a interação social, o desenvolvimento da coordenação motora, a
estimulação da autonomia da concentração e da cooperação. As atividades
relacionadas a esse projeto acontecem aos domingos pela manhã.
49
50
EDUCANDÁRIO LAR DE JESUS
Em 2010, foram executadas pelos educadores, coordenação, crianças e
suas famílias, as seguintes propostas de trabalho:
HORTA
É um projeto continuado no qual todos os alunos participam desde o plantio
até a colheita.
Despertando o interesse das crianças para o cultivo e o conhecimento do
processo de germinação. A horta estimula as crianças a perceberem a importância de
estar saboreando um alimento plantado e cultivado por eles. Assim construímos uma
noção de que o equilíbrio do ambiente é fundamental para a sustentação da vida em
nosso planeta.
51
CASA RECICLÁVEL
Este projeto surgiu de uma idéia de reaproveitamento do espaço, onde
juntamente com os pais, alunos e toda a equipe do Educandário construíram uma casa
de brinquedo com garrafas pet. Esta casa também é usada como espaço de Contação
de histórias. Este projeto ficou conhecimento por muitas escolas, por meio de
reportagem feita pelo Jornal do Almoço (RBS), onde coordenadora, professores, pais e
alunos deram seus depoimentos, o que despertou o interesse de outras escolas e a
idéia se espalhou.
CONTAÇÃO DE HISTÓRIA
Este projeto pôs as crianças em contato com o mundo dos livros, vivenciando
momentos de fantasia e imaginação, por intermédio de contação de histórias,
dramatizações, musicalizações, contribuindo de maneira lúdica no aprendizado das
crianças e desenvolvendo o gosto pela leitura. Estas crianças já foram passar suas
experiências aos nossos idosos da SERTE. O projeto também estimula a confecção de
animais, plantas e casas, com materiais recicláveis. As crianças adoram.
BRINCAESPANHOL
Em parceira com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), as alunas
do curso de Língua Espanhol oferecem às crianças do Educandário a aprendizagem de
uma segunda língua com brincadeiras, jogos, músicas, materiais audiovisuais,
pequenas apresentações, histórias, ilustrações, para que de forma lúdica aprendam a
língua espanhola.
52
SALA DE LEITURA
Este projeto foi criado para estimular as crianças à boa leitura, com o
envolvimento das famílias. As crianças fazem troca de livros todas as sextas-feiras e,
no final de cada semana, os pais junto com os filhos fazem a leitura dos novos livros.
Houve adesão grande da comunidade escolar.
CIRCO (PROJETO APRENDIZ)
Em parceira com a SERTE, o grupo Artes do Circo, vem oferecendo aulas todas
as segundas-feiras, aos alunos do educandário, estimulando a arte de expressão
corporal, com materiais de uso malabaristico, por meio de movimentos e aprendendo a
equilibrar o corpo.
DISTRIBUIÇÃO DAS CRIANÇAS POR FAIXA ETÁRIA
E POR GRUPO PEDAGÓGICO
CRIANÇAS ATENDIDAS EM 2011
Número de Salas:
Faixa Etária
Denominação
dos grupos de
crianças
Nº de
Crianças
Parcial
Nº de
Crianças
Integral
Total de
crianças
2 anos a 2
anos e 11
meses
Grupo III
01
16
17
3 anos a 3
anos e 11
meses
Grupo IV “A”
07
14
21
3 anos a 3
anos e 11
meses
Grupo IV – “B”
06
12
18
4 anos a
4anos e 11
meses
Grupo V - B
05
14
19
5 anos a 5
Grupo VI
20
08
28
Número de Professores e
Auxiliares nos grupos
1 professora e 1 auxiliar
1 professora e 1 auxiliar
1 professora e 1 auxiliar
1 professora e 1 auxiliar
1 professora e 1 auxiliar
53
anos e 11
meses
TOTAL
103
RELAÇÃO DOS IDOSOS RESIDENTES
Aciby Simeão Costa
Anady Abady Gomes
Alberto Pletsch*
Alda Regis
Américo Antônio da Silveira*
Aristides Bitencourt
Alice de Oliveira
Amélia Cola Zanela
Antonia da Silva Travasso
Antônia M. Soares dos Santos*
Antonilia Antonia da Costa
Augusto Hildebrando França*
Brenda N. Malcenido Rodriguez
Carlos Ubirajara
Catarina Andresa de Castilhos
Célia Lopes Duro
Daltina Dias de Jesus
Djalma da Silva
Dercílio Alves Barbosa
Dorvalina Maria da Conceição
Edite Cadori*
Egidio Augusto Soares
Elias Arence Filho*
Estanislau Czycz
Gilberto dos Santos Motta*
Helio Antonio Marques
Igneis Umbelina de Jesus
Itamar Alexandre Batista
Ivone Vieira Haertel Pacheco
João Luiz D. Gonçalves*
Joaquim Sousa Franco
Joaquina dos Santos*
Jorge De Souza dos Santos*
Laurita Maria Goes*
Luiz Nelson Voltoline
Manoel Ramos
Manoel Camillo da Costa
Márcio Gomes da Silva*
Maria da Costa
Maria Manoel de França
Maria Neide Fiorentin*
Maria Teresinha de J. Marinhos
Maria Zita Theisges
54
Mario Pedro Alexandre
Menencio de Souza
Neil Hamilton G. de Araujo
Olinda Cesar Monteiro
Rosino de Assis Junior
Paulina Florência da Rosa
Telmo Gomes
Valdemar Mafra
Valdemar José da Silva
Valmira Junckes
Valter Valdemiro Pereira
Vicente Francisco da Fonseca
SEXO MASCULINO: 31
SEXO FEMININO: 25
TOTAL: 56 IDOSOS
Grau de dependência I: 16 H (10 ) F ( 06 )
Grau de dependência II: 02 H (02 ) F ( 0 ) 3,63%
Grau de dependência III: 38 H ( 20) F (18 ) 70,91%
Cadeirantes: 20
Acamados: 01
Deambulam: 35
Diabéticos: 05
Fumantes: 02
Média de idade: 78,54 anos
Definição do Grau de Dependência do Idoso I, II e III de acordo RDC 283/05.
Grau de dependência I: idosos independentes, mesmo que requeiram uso de
equipamentos de auto-ajuda ( a cada 20 idosos 01 cuidador )
Grau de dependência II: idosos com dependência em até três atividades de auto cuidado
para a vida diária tais como: alimentação, mobilidade e higiene, sem comprometimento
cognitivo ou alteração cognitiva controlada (a cada 10 idosos 01 cuidador)
Grau de dependência III: idosos com dependência que requeiram assistência em todas as
atividades de auto cuidado para a vida diária e/ou com comprometimento cognitivo (a cada
06 idosos 01 cuidador)
Autônomo: é aquele que detém poder decisório e controle sobre sua vida.
Idosos com Alzheimer: 08 (Alda, Alberto, Augusto, Edite, Estanislau, Gilberto, Maria França
e Manoel Camilo)
Idosos com Parkinson: 05 (Inês, Daltina, Joaquina, Valter, Valdemar Mafra)
Idosos com Esquizofrenia: 04 (Antonia Travasso, Antônia Medianeira, Inês, Valmira)
Lúcidos: 13 (Dercílio, Menencio, Brenda, Catarina, Célia, Vicente , Telmo. Hélio, Olinda,
Joaquim , Jorge, Mocinho e Neil)
OBS: Os idosos com (*) são conveniados pela PMF
Atualizada em DEZEMBRO de 2011.
61
RELATÓRIO DE ATIVIDADES – ASSISTÊNCIA SOCIAL - 2011
PROGRAMAS
PÚBLICO ALVO
Proteção ao Idoso
- Idoso em situação de
vulnerabilidade
Abrigo das Crianças
- criança em situação
de vulnerabilidade
Fisioterapia para
Empregados e
Comunidade e Transporte
a Hospitais
- empregados e
comunidade
Promoção da integração
ao mercado de trabalho e
requalificação profissional
- comunidade em
geral
Centro de Atenção e
Terapia do Ser
Comunidade em geral
Amparo à Criança
- crianças (2 a 6 anos)
carentes
AÇÕES
- realizar o abrigamento de idosos
no Lar e atende-las em seus
direitos
- realizar o abrigamento de
crianças no Lar, encaminhadas
pelo Juizado e atende-las em
seus direitos
– proceder atendimento aos
empregados, em especial de
fisioterapia cuidando da saúde do
empregado e de membros da
comunidade; transporte a
hospitais do centro
– apoiar os artesãos locais para
desenvolvimento de sua arte,
inserção no comércio e
implantação da associação
Atendimento biopsicossocial do
ser
– atender em creche e pré-escola
crianças carentes
Nº BENEFICIADOS
(mês)
61 idosos
25 crianças
180 usuários
20 pessoas
9.000 pessoas
120 crianças
CUSTO DO
ATENDIMENTO
(Anual)
1.776.662,01
488.666.65
61.248,65
1.752,54
168.115,16
335.348,93
62
QUADRO DEMONSTRATIVO DOS BRECHÓS E VENDA DE MÓVEIS USADOS
ANO
BRECÓ ROUPAS
BRECHÓ MÓVEIS
TOTAL
2007
R$59.642,12
R$8.629,70
R$68.271,82
2008
R$56.131,90
R$10.733,00
R$66.864,90
2009
R$60.982,95
R$17.226,80
R$78.209,75
2010
R$73.223,26
R$37.101,65
R$110.324,91
2011
R$108.086,20
R$ 49.538,45
R$157.624,65
Download

2011-RELATORIO ANUAL DA SERTE