PROJETO ARQUITETÔNICO
Memorial Descritivo
1. Introdução
O escopo deste memorial é descrever o Projeto do Complexo Arquitetônico
do Centro de Visitantes do Instituto Chico Mendes de Conservação da
Biodiversidade, composto pelo Edifício Centro de Visitantes, Área de Convívio,
Marquise e Cybercafé, localizado em Fernando de Noronha - PE, nas coordenadas
3°50’57.73”S, 32°25’31.38”O.
A reforma do Centro de Visitantes visa atender inicialmente a implantação da
Exposição de Longa Duração, bem como as demandas solicitadas pelo ICMBio e
previstas no novo Programa Arquitetônico elencado a seguir:
a. Implantação e operacionalização da Exposição e do Centro de
Visitantes;
b. Áreas restritas destinadas a funcionários;
c. Sala Multíuso;
d. Integração com a Área e Convívio (externa) e a construção de uma
Marquise e um Cybercafé;
e. Utilização da edificação como exemplo de técnicas construtivas de
baixo impacto ambiental para projetos educativos sócioambientais.
O Projeto levou em consideração a necessidade de se agrupar as áreas
internas do Centro de Visitantes, de forma que a exposição ocupe a maior área
possível, desta forma, todos os ambientes operacionais foram concentrados a uma
única área do edifício, garantindo um perfeito fluxo de visitantes pelos módulos da
exposição, criando-se as áreas públicas e restritas.
A reforma na praça visa atender a implantação de uma Área de Convívio e
um Cybercafé, bem como as demandas solicitadas pelo ICMBio e previstas no novo
Programa Arquitetônico elencado a seguir:
a. Implantação e operacionalização de um cybercafé;
b. Acessibilidade a portadores de necessidades especiais e idosos,
segundo NBR específica;
c. Interligação e integração das áreas com coberturas;
d. Utilização do espaço como exemplo de técnicas construtivas de
baixo impacto ambiental para projetos educativos socioambientais.
O desenvolvimento deste projeto levou em consideração a necessidade de
transformar o espaço em uma área convidativa, não tendo mais o caráter de um
local entre as edificações (Centro de Visitantes, TAMAR e Sede do ICMBio), mas
sim como um área de uso e permanência.
O segundo item a ser atendido decorre da necessidade de se atender todos
os usuários, inclusive idosos, cadeirantes, bem como toda e qualquer pessoa que
temporariamente tenha algum tipo de restrição de mobilidade. Hoje o local não
atende as normas técnicas de acessibilidade a locais públicos, bem como as
rampas construídas no local tem material de acabamento inapropriado.
Para tanto, o Complexo Arquitetônico recebeu duas rampas em curva
(conforme NBR, 8% de inclinação), a primeira que interliga os três espaços (Centro
de Visitantes, Área de Convívio e TAMAR) e a segunda na frente do Centro de
Visitantes, completando o projeto de acessibilidade.
Finalmente incluímos neste projeto a reforma total da Área de Convívio para
acerto das cotas (verifiquem no Projeto que a cota 0.00 está no Cybercafé,
devendo ser considerado todos os acertos até a rua), o deck foi transformado em
um pequeno teatro de arena, onde foi retirado o primeiro patamar e a área circular
para apresentações ficou maior. Com sua arquitetura circular o teatro pode
atender tanto como um espaço opcional para tomar um café em noites estreladas,
como um local de apresentações do grupo de capoeira, uma palestra ao ar livre,
aulas de alongamento e yôga ao entardecer para os turistas cansados das
caminhadas nas trilhas, etc.
O terceiro item do programa solicitado pelo Instituto Chico Mendes, foi o
projeto de uma cobertura de interligação entre as áreas, para tanto foi
desenvolvido um desenho que se integrasse a paisagem, uma marquise orgânica e
fluída que poderá receber cobertura de vegetação nativa, comumente denominado
“teto verde”.
O último item, e não menos importante, foi o desenvolvimento do Projeto do
Cybercafé, implantado na parte mais alta da Área de Convívio, foi idealizado como
sendo o ponto nevrálgico tanto da Área de Convívio, como da região na ilha onde
está inserido, recebe estruturas curvas “abraçando” as edificações e a própria
praça, sua forma curvilínea em madeira moldada certificada se inspira e evoca os
desenhos da natureza e a Arquitetura Naval. Este projeto levou em consideração
tanto o mix de produtos para o desenvolvimento da área operacional e
atendimento, quanto as demandas oriundas da análise do perfil do turista no
arquipélago.
O Cybercafé receberá uma rede estruturada trabalhando com tecnologia de
ponta como Wireless (Wi-Fi – tanto para dados, como para voz, se necessário), e o
acesso será por laptops, permitindo ao público maior mobilidade, como também a
utilização de equipamentos pessoais. O uso de laptops diminuirá ou possibilitará
otimizar o consumo de energia. O Cybercafé também deverá receber um software
específico para a gestão dos acessos a rede. Este projeto específico deverá ser
contratado pela Contratada.
De modo geral o projeto manteve o máximo possível de área permeável e
vegetação nativa. Foi desenvolvido um Estudo Preliminar do Projeto Paisagístico,
que deverá ser finalizado pela Contratada.
O Complexo Arquitetônico deverá ser utilizado também como exemplo de
técnicas construtivas de baixo impacto ambiental para projetos educativos
socioambientais, demonstrando assim que além dos cuidados e da preservação
inerentes a uma Unidade de Conservação, as preocupações ambientais se
estendem também as construções.
Este tipo de construção que leva em conta sua relação com o ambiente em
que está inserido deve servir também para educar os seus freqüentadores,
mostrando através do exemplo do uso de tecnologias ecoeficientes uma visão mais
ampla de nossa relação com o meio. Este caráter didático-educacional deve ser
enfatizado, deixando evidentes os sistemas de captação de águas pluviais,
captação de energia solar, tratamento de efluentes, etc. e com um treinamento
adequado dos funcionários, para que estes disseminem e expliquem estes
conceitos junto aos usuários do PNM Fernando de Noronha.
A seguir elencamos uma série de projetos que deverão ser executados
posteriormente pela Construtora contratada:
a. Projeto para um Sistema de Tratamento de Efluentes (água cinza e
água negra). Com um sistema aeróbio de tanques de solos filtrantes
e biorremediação por plantas aquáticas o efluente tratado poderá
ser reaproveitado permitindo a rega de plantas e limpeza;
b. Projeto para um Sistema de Captação e Armazenamento de Águas
Pluviais, que pode ser utilizado para limpeza e irrigação (o local já
conta com uma cisterna, mas foi impossível levantar sua capacidade
de armazenamento);
c. Projeto de Energia Solar Fotovoltaica, para geração de energia de
fonte renovável objetivando a iluminação e autonomia das
edificações;
d. Projeto Elétrico utilizando Fibra Ótica ou LEDs;
e. Projeto de Gestão de Resíduos Sólidos (coleta seletiva).
2. Observações preliminares
2.1.
Este memorial possui um caráter geral, sendo que em muitos casos,
talvez não se utilizem determinadas técnicas, serviços ou materiais
descritos, que só serão definidos após a elaboração dos respectivos projetos
complementares e executivos.
2.2.
A partir deste ponto do Memorial é importante deixarmos claro
algumas definições: O Instituto Chico Mendes de Conservação da
Biodiversidade – ICMBio será descrito sempre como CONTRATANTE. As
empresas convidadas para participar de uma licitação para execução dos
serviços propostos serão chamadas de PROPONENTES, e a empresa cuja
proposta for vencedora da concorrência, passando a ser a executora das
obras e serviços aqui descritos, será chamada de CONTRATADA. O ICMBio
poderá designar uma equipe de engenheiros/arquitetos para acompanhar as
obras, e representando a ICMBio em qualquer questão surgida durante a
execução da obra.
2.3.
TODOS OS DANOS CAUSADOS AO ICMBIO OU A TERCEIROS PELA
CONTRATADA E/OU SEUS REPRESENTANTES, DEVERÃO SER REPARADOS
ÀS CUSTAS DA CONTRATADA.
2.4.
O atestado de execução da obra, para fins de acervo técnico só será
fornecido após a lavratura do Termo de Recebimento Definitivo.
As empresas PROPONENTES deverão elaborar suas planilhas de
quantitativos referentes aos serviços propostos para análise por parte da
CONTRATANTE. Esta, de qualquer maneira, reserva-se o direito de não
adquirir todos os materiais constantes da planilha, podendo adquirir apenas
parte dos mesmos, dependendo de sua disponibilidade financeira. Portanto a
PROPONENTE deverá cotar todos os materiais em separado, item a item, de
forma que o ICMBio possa desmembrá-los caso haja necessidade e/ou
interesse.
2.5.
Todos os PROPONENTES deverão ter notória especialização
comprovada por atestados de capacidade técnica emitidos em nome da
empresa
consolidada
no
mercado
nacional
e/ou
internacional,
PRINCIPALMENTE no que tange a montagem da exposição, bem como os
fornecedores contratados de forma terceirizada para a construção e
montagem deste projeto.
3. Observações gerais
3.1.
A presente obra será apresentada às PROPONENTES como um projeto
básico completo, que é composto das seguintes partes:
•
•
Memorial descritivo - parte escrita
Parte gráfica - Anteprojetos detalhados
3.2.
O memorial descritivo de procedimentos e materiais estabelece as
condições técnicas mínimas a serem obedecidas na execução das obras e
serviços acima citados, fixando os parâmetros mínimos a serem atendidos
para materiais, serviços e equipamentos.
3.3.
Todas as obras e serviços deverão ser executados rigorosamente em
consonância com os projetos fornecidos, com os demais projetos
complementares e outros projetos e/ou detalhes a serem elaborados e/ou
modificados pela CONTRATADA, com as prescrições contidas no presente
memorial e demais memoriais específicos de projetos fornecidos e ou a
serem elaborados, com as técnicas da ABNT, outras normas em cada caso
particular ou suas sucessoras e Legislações Federal, Estadual e Municipal,
vigentes e pertinentes, bem como todos os projetos desenvolvidos pela
CONTRATADA ou qualquer alteração que se faça necessária deverá ser
submetida ao autor deste projeto.
3.4.
Nos casos em que este memorial especifica a necessidade de
elaboração pela CONTRATADA de projetos de execução, fabricação e ou
detalhamento, tais projetos deverão ser apresentados previamente para
aprovação da CONTRATANTE, levando em conta a programação dos
trabalhos, bem como o tempo necessário para estudos, análise, aprovação e
eventuais ajustes.
3.5.
É responsabilidade da CONTRATADA o fornecimento de um cronograma
físico detalhado da obra com todas as etapas do serviço ao CONTRATANTE,
para realização de medições in loco.
3.6.
A execução, bem como os novos projetos, os projetos de
complementações, alterações, cadastramentos, etc. deverão ser registrados
no CREA, através de ARTs específicas para cada caso, e fornecidas cópias ao
CONTRATANTE. O recolhimento das ARTs correspondentes é de
responsabilidade da CONTRATADA, bem como todas as aprovações em
qualquer órgão público.
3.7.
Todas as obras e serviços a serem sub-empreitados, desde que com
autorização prévia do CONTRATANTE, deverão ter ART em separado da
execução total da obra, tendo como contratante a CONTRATADA, e que
deverá ser entregue uma cópia ao CONTRATANTE para fins de arquivo.
3.8.
Quando não houver descrição do tipo de serviço a ser executado, o
material ou equipamento a ser utilizado, seguir orientação da empresa
originária e dos respectivos engenheiros(as) e arquitetos(as) de cada área
em questão, que deverão submeter a aprovação junto o CONTRATANTE
previamente.
4.2.
Segurança em geral
4.2.1.
Toda a área do canteiro deverá ser sinalizada, através de placas,
quanto a movimentação de veículos, indicações de perigo, instalações e
prevenção de acidentes.
4.2.2.
Instalações apropriadas para combate a incêndios deverão ser
previstas em todas as edificações e áreas de serviço sujeitas à incêndios,
incluindo-se o canteiro de obras, almoxarifados e adjacências.
4.2.3.
Todos os panos, estopas, trapos oleosos e outros elementos que
possam ocasionar fogo deverão ser mantidos em recipiente de metal e
removidos da edificação, cada noite, e sob nenhuma hipótese serão
deixados acumular. Todas as precauções deverão ser tomadas para
evitar combustão espontânea. Poderá o ICMBIO, sempre que julgar
necessário, ordenar providências para modificar hábitos de trabalhadores
e depósitos de materiais que ofereçam risco de incêndio ou de qualquer
outra natureza a obra ou ao Parque.
4.2.4.
Deverá ser prevista uma equipe de segurança interna para
controle e vigia das instalações, almoxarifados, portaria e disciplina
interna, cabendo à CONTRATADA toda a responsabilidade por quaisquer
desvios ou danos, furtos, decorrentes da negligência durante a execução
das obras até a sua entrega definitiva.
4.3.
Mobiliário e Aparelhos
4.3.1.
O mobiliário e aparelhos necessários ao canteiro de obras ficarão
a cargo da CONTRATADA.
4. Memorial descritivo de arquitetura
4.1.
Canteiro de obras e barracão
4.1.1.
Deverá ser construído no pátio existente ao lado dos edifícios a
serem edificados, e deverá ser dimensionado de maneira a atender as
necessidades da obra. Deverá ser construído em madeira pinnus, chapas
de madeirit e ecotelhas. Todas as adaptações, que se fizerem
necessárias, para o melhor andamento e execução da obra deverão ser
executadas às expensas da mesma, bem como todas aquelas
necessárias à Segurança do Trabalho exigidas por lei, e à segurança dos
materiais, equipamentos, ferramentas, etc., a serem estocados, sendo
que deverá também ser previsto espaço físico para acomodação do
ICMBio.
4.1.2.
Deverão ser previstas às custas da CONTRATADA, todas as placas
necessárias à obra, exigidas por lei, bem como a placa da
CONTRATANTE, conforme padrão Prefeitura Municipal de São Paulo ou
padrão ABNT quando em outra localidade fora do Município de São
Paulo, e também aquelas exigidas por convênios específicos da obra.
4.4.
Fundações e Estruturas
4.4.1.
As fundações das áreas a ser construídas (café, marquises, etc.)
serão realizadas em concreto armado, de acordo com projeto específico
a ser executado posteriormente pela CONTRATADA.
4.4.2.
No Cybercafé a estrutura da área dos serviços será executada em
alvenaria armada, com os pilares sendo executados internamente aos
próprios blocos cerâmicos, seguindo sempre as especificações do
fabricante quanto à ferragem e tipo do concreto a ser empregado. As
lajes serão pré-moldadas, do tipo treliça com fechamento dos vão com
blocos de cerâmica ou isopor, de acordo com projeto específico (este
sistema construtivo dispensa a execução de vigas e fôrmas).
4.4.3.
Na área da marquise do Cybercafé, assim como nas passarelas
cobertas, a estrutura será executada em madeira laminada e resinada,
que serão utilizadas em todos os elementos estruturais (pilares e vigas),
tanto nas áreas cobertas com telha tipo sanduíche, nas clarabóias de
vidro laminado e nas coberturas do tipo teto verde. Deverão ser
utilizados parafusos, arruelas, etc. em de aço inox.
4.4.4.
Os bancos externos deverão seguir projeto específico.
estruturados de maneira a suportar
equipamentos como TVs, projetores, etc.
4.7.
4.5.
possível
instalação
de
Calhas e Rufos
Alvenarias e painéis
4.5.1.
Em todas as alvenarias, internas e externas, serão utilizados
blocos cerâmicos de alvenaria estrutural nas dimensões indicadas em
projeto, assentados com argamassa de areia, cimento e cal, com traço a
ser especificado pelo fabricante dos blocos. Deverão ser utilizados blocos
do tipo calha, nas vergas e contra-vergas e na amarração das lajes, de
acordo com recomendações do fabricante.
4.7.1.
As calhas serão executadas em chapas metálicas anodizadas ou
PVC conforme o local, seguindo os desenhos específicos do projeto de
arquitetura (ver desenho). E os rufos serão executados em chapas
metálicas anodizadas.
4.8.
4.6.
a
Coberturas
4.6.1.
O Cybercafé terá cobertura executada com telhas sanduíche, com
duas telhas metálicas de aço galvanizado com 0,5mm de espessura, com
uma camada isolante de 4cm de espessura de EPS. As telhas serão
pintadas de branco na face inferior e em cor a ser definida
posteriormente na face superior. Na mesma cobertura será instalada
uma clarabóia a ser realizada com vidros laminados de 12mm de
espessura, de acordo com os dimensionamentos constantes em projeto.
4.6.2.
As passarelas cobertas, que fazem a ligação entre os blocos
edificados, serão do tipo teto verde, e serão construídas com estrutura
de madeira laminada. A impermeabilização da caixa de madeira que
suporta o teto verde será feita com gel membrana de PVC vulcanizado a
frio, sobre a qual será aplicada uma camada de 3cm de espessura de
argila expandida, acima desta será aplicada uma camada de manta
geotextil (TNT) com 1mm de espessura, sobre a qual finalmente será
aplicada uma camada de terra de 8cm de espessura, conforme projeto,
onde serão plantadas as espécies vegetais selecionadas pela equipe de
paisagismo.
4.6.3.
Na complementação destas passarelas serão construídas duas
pérgulas, com estrutura de madeira laminada, cobertas com vidro
laminado de 12mm de espessura, conforme projeto.
4.6.4.
Nas coberturas existentes deverão ser retiradas todas as telhas
cerâmicas, para aplicação de isolante térmico feito por uma lâmina
isolante refletiva composta por "foil" de alumínio em ambas as faces,
unidas a alma de papel kraft de alta densidade com adesivos especiais e
uma malha protetora que atua como reforço criando um espaço de ar de
pelo menos 10cm e posterior recolocação das telhas cerâmicas
existentes substituindo as que estiverem danificadas.
4.6.5.
Na área de exposições, serão executados painéis em gesso
acartonado conforme Projeto Expográfico. Estes painéis deverão ser
Impermeabilização
4.8.1.
A impermeabilização da cobertura em teto verde será executada
com membrana de PVC vulcanizado, conforme descrição do item 3.4
coberturas.
4.8.2.
Para os ambientes úmidos será utilizada capa protetora de vinte
centímetros envolvendo todo o embasamento, executado com massa de
1:3 de areia e cimento com adição de aditivo impermeabilizante para
argamassas.
4.8.3.
Posteriormente será aplicada uma manta isolante de poliéster,
sobre a qual deve ser aplicada uma proteção mecânica.
4.9.
Revestimentos internos
4.9.1.
Contra-piso
4.9.1.1. Será instalado um contra-piso elevado de concreto armado de
8cm de espessura, estruturado por malha Gerdau com espaçamento
de 15x15cm, espaçado do contato do solo por uma camada de brita
03 ou cascalho de 05cm e lona plástica PEAD de 1mm.
4.9.2.
Piso
4.9.2.1. O piso da área de trabalho do Café terá revestimento em
cerâmica, com resistência PEI 5, antiderrapante, cor branca ou
creme com rejunte na cor cinza. A empresa fornecedora da cerâmica
devera possuir certificado ISO 14000.
4.9.2.2. Na área de exposições do Centro de Visitantes sobre a cerâmica
existente será aplicado um piso em argamassa de cura ultra-rápida,
sem juntas e de baixa espessura a base de cimentos especiais,
aditivos poliméricos, fibras especiais, pigmentos e agregados
selecionados como pó de mármore, limestone e quartzos e aplicado
em sistema de múltiplas camadas e sem juntas de dilatação, na cor
concreto. Para permitir a aplicação sem desníveis deverá ser
preparado um sistema de rejuntes sobre o piso de cerâmica, de
maneira a permitir a perfeita instalação do piso. Uma vez aplicado
apresenta aleatoriamente manchas características de pisos de
cimento, sobre o piso acabado deverá ser aplicado um verniz
impermeabilizante a base de resina de poliuretano com acabamento
acetinado. Na área operacional do Centro de Visitantes deverá ser
mantido o piso existente. Na área da cozinha, onde vai ser demolida
uma parede, o piso na área da intervenção o piso deverá ser
recomposto com a mesma cerâmica, caso isto não seja possível,
todo o piso da área da cozinha deverá ser substituído por uma
cerâmica com resistência PEI 5, antiderrapante, com dimensões e
cor a serem definidos posteriormente.
4.9.2.3. Nas áreas externas o piso sob as passarelas cobertas com teto
verde será executado com mosaico de pedra portuguesa, repicado
nas cores vermelho e amarelo, conforme o projeto de arquitetura.
Nas áreas indicadas em projeto será utilizado um revestimento tipo
deck, construído em madeira biossintética, instalado com barrotes e
ferragens em aço inoxidável, réguas com largura de 10cm e 2,5cm
espessura. Nos outros pontos da área externa serão utilizadas placas
de granito flameado, na cor cinza espessura de 3cm.
4.9.3.
4.9.4.
4.9.4.1. Na área de trabalho do Café será aplicada pintura da laje em
tinta acrílica ou PVA, com acabamento fosco na cor branca.
4.9.4.2. Na área operacional do Centro de Visitantes o forro existente
deverá ser repintado em tinta acrílica ou PVA, na cor branca com
acabamento fosco. Nas áreas onde existe o forro de madeira, este
deverá ser lixado e receberá acabamento em pintura em esmalte
sintético na cor branca, com acabamento acetinado.
4.9.5.
Esquadrias
4.9.5.1. Todos os caixilhos serão construídos em madeira, de acordo com
os dimensionamentos constantes no projeto de arquitetura. As
madeiras utilizadas na fabricação das esquadrias deverão ser
certificadas.
4.9.5.2. Portas e batentes internos serão executados em madeira e
seguirão os dimensionamentos e detalhamentos que constam no
projeto de arquitetura devendo receber acabamento em pintura em
esmalte semi-brilho na cor a ser escolhida ou em verniz de
poliuretano.
4.9.5.3. Colocação de Cobogós- elementos vazados 20x20cm cerâmicos na área de descanso (operacional), conforme projeto.
4.9.5.4. Na fachada do Centro de Visitantes serão utilizados vidros fixos,
do tipo incolor, temperado 10mm com película de proteção para
raios UV, conforme projeto.
4.9.5.5. Protegendo os vidros descritos no parágrafo anterior, serão
instalados brises de madeira na fachada principal do Centro de
Visitantes, conforme projeto de arquitetura, a madeira a ser utilizada
na fabricação destes brises deverá ser especificada pelo calculista
em etapa posterior do trabalho.
4.9.5.6. Os balcões de atendimento do Cybercafé serão construídos com
estrutura e tampos de madeira certificada (atendimento aos
clientes) e granito (balcão de trabalho), conforme projeto.
Paredes
4.9.3.1. No Cybercafé, as áreas internas receberão acabamento em
azulejos brancos, tam. 20x20cm, até a laje. Na área externa até a
altura de 2,55m as alvenarias serão revestidas por um ripado de
madeira com acabamento em verniz de poliuretano, conforme
projeto. A cor da madeira será definida posteriormente. Nas áreas
externas, acima deste revestimento de madeira, as paredes
receberão acabamento de pintura, a ser realizada com cal, em cor a
ser especificada posteriormente. O traço da pintura em cal deverá
ser feita com um saco de cal, dezoito litros de água, um kg de cola
branca e 200ml de óleo de linhaça, com adição de pigmento.
4.9.3.2. Na área do centro de visitantes, as paredes a serem construídas
ou reformadas deverão receber acabamento em pintura acrílica ou
PVA, semi-brilho, em cor a ser especificada posteriormente. Os
painéis de gesso acartonado da área de exposições deverão ser
pintados em tinta acrílica, com acabamento semi-brilho, nas cores
especificadas na ficha técnica.
Teto
4.10.
Instalações Elétricas
4.10.1.
Marcas e modelos adotados para os equipamentos e materiais
elétricos, de telefonia, lógica e sistemas diversos:
• Condutores de cobre nú: Pirelli, Siemens, Reiplas, Furukawa, Alcoa,
Brasfio, ou similar com certificado INMETRO.
• Conectores, terminais: Magnet, Intelli, ou similar com certificado
INMETRO.
•
•
•
•
•
4.11.
Conexões para eletrodutos, serão em ferro galvanizado à fogo, BSP,
Paschoal Thomeu, Tupy ou Tuberba, ou similar com certificado
INMETRO.
Eletrodutos e tubulações em geral embutidas: Tigre, Fortilit, Akros,
Kanaflex, ou similar com certificado INMETRO.
Fita isolante: Pirelli P44, Scoth 3m 33+, ou similar com certificado
INMETRO.
Hastes cantoneira: conforme normas da ABNT ou concessionária
local.
Postes: conforme normas da ABNT ou concessionária local.
Instalações Hidráulicas
4.13.1.
Tubulações de água fria em PVC marrom, conforme normas da
S.A.A.B.. A instalação e conservação dos reservatórios de água
atenderão ao disposto nos artigos 10 e 11 do decreto 12.343/78.
4.15.3.
Tratamento de Efluentes e Captação de água de chuva
4.14.1.
Todas as edificações do complexo receberão cisterna para a
captação de água de chuva e sistema de tratamento de efluentes tipo
wetland (tanques de solos filtrantes e plantas macrófitas) conforme
projeto específico.
4.15.4.
Instalações Sanitárias
4.15.1.
Esgoto sanitário
Aparelhos Sanitários
Metais sanitários
4.15.4.1.
4.15.4.2.
4.16.
Torneiras, registros e acabamentos a escolher.
Sifões e metais complementares, acabamento cromado.
Fechaduras
4.16.1.
Todas as ferragens, tais como: dobradiças, cremonas,
fechaduras, fechos, etc., sem especificação particular nos projetos ou
neste memorial, serão da marca LA FONTE, PAPAIZ, PADO ou similar
com acabamento cromado. As maçanetas deverão ser do tipo com
alavanca, sendo proibida a utilização de maçanetas cilíndricas, cônicas
ou esféricas.
Equipamentos de cozinha
4.17.1.
O projeto de arquitetura prevê a instalação de uma série de
equipamentos para cozinha industrial (fogão, máquina de café, etc.), que
devem ser contemplados com instalações elétricas e de gás, o ICMBio
poderá definir o mix de produtos a serem ofertados aos visitantes,
definindo quais destes deverão ser instalados inicialmente.
4.18.
4.15.
Esgoto pluvial
4.15.3.1.
Todas as louças sanitárias serão na cor branca, com caixa
acoplada e pia lavatório a escolher de acordo com o projeto.
4.17.
4.14.
Tubulações de esgoto sanitário em PVC branco.
4.15.2.1.
De acordo com as especificações do projeto de instalações
hidráulicas, com tubulações de PVC branco para os condutores.
Iluminação
4.12.1.
Luminárias conforme projeto de iluminação a ser desenvolvido
posteriormente pela equipe do projeto de arquitetura em conjunto com
um engenheiro elétrico.
4.13.
4.15.2.
Acabamento elétrico
4.11.1.
Tomadas e interruptores da linha Thesi da B-Ticino ou similar, na
cor branca. Soquetes em porcelana vidrada.
4.12.
4.15.1.1.
Mobiliário para o Cybercafé
4.18.1.
Em madeira Eucalipto (Eucalyptus grandis), certificado FSC com
aplicação de um protetor impregnante (stain).
4.18.2.
Segue uma lista de mobiliário para o Cybercafé:
•
•
•
•
4.19.
06 (seis) - Mesa Bar Ibiza Ø 80x110
29 (vinte e nove) - Cadeira Bar Ibiza 80
07 (sete) - Mesa Dobrável Ipanema Ø 80
26 (vinte e seis) - Cadeira Dobrável Ipanema com
braços
Limpeza final
4.19.1.
Toda a obra será entregue limpa de entulhos e restos de
materiais. Externamente todo o canteiro de obras será limpo, todos os
equipamentos e instalações provisórias removidos, e o terreno deixado
com tratamento paisagístico. Todo o material ou entulho que não puder
ser utilizado ou doado deverá ser retirado do arquipélago.
4.20.6.
Desde o recebimento provisório, o ICMBio entrará de posse plena
das obras e serviços, podendo utilizá-los. Este fato será levado em
consideração quando do recebimento definitivo, para os defeitos de
origem da utilização normal do edifício.
4.20.7.
O recebimento em geral também deverá estar de acordo com a
NBR-5675
4.20.8.
O atestado de execução da obra, para fins de acervo técnico só
será fornecido após a lavratura do Termo de Recebimento Definitivo.
5. Procedimentos técnicos
5.1.
4.20.
Recebimento das obras e serviços
4.20.1.
Concluídos todas as obras e serviços, objetos desta licitação, se
estiverem em perfeitas condições atestadas pelo CONTRATANTE, e após
efetuados todos os testes e ensaios necessários, bem como recebida
toda a documentação exigida neste memorial e nos demais documentos
contratuais, serão recebidos provisoriamente por esta através de Termo
de Recebimento Provisório Parcial, emitido juntamente com a última
medição.
4.20.2.
Decorridos 15 (quinze dias) corridos a contar da data do
requerimento da CONTRATADA, as obras e os serviços serão recebidos
provisoriamente pelo CONTRATANTE ou por uma comissão designada
pelo ICMBio, composta de pelo menos 03 membros, e que lavrará o
“Termo de Recebimento Provisório”, que é o documento hábil para
liberação da garantia complementar de 3%.
4.20.3.
A CONTRATADA fica obrigada a manter as obras e os serviços por
sua conta e risco, até a lavratura do “Termo de Recebimento Definitivo”,
em perfeitas condições de conservação e funcionamento.
4.20.4.
Decorrido o prazo de 60 (sessenta) dias após a lavratura do
“Termo de Recebimento Provisório”, se os serviços de correção das
anormalidades por ventura verificadas forem executados e aceitos pelo
CONTRATANTE ou pela Comissão, e comprovado o pagamento da
contribuição devida a Previdência Social relativa ao período de execução
das obras e dos serviços, será lavrado o “Termo de Recebimento
Definitivo”.
4.20.5.
Aceitos as obras e os serviços, a responsabilidade da
CONTRATADA pela qualidade, correção e segurança dos trabalhos,
subsiste na forma da Lei.
Instalações da obra
5.1.1.
A obra terá todas as instalações provisórias necessárias ao seu
bom funcionamento, tais como: tapumes, alambrados, barracão,
escritório local, sanitários, água, energia elétrica, etc., respeitando o
disposto nos desenhos e o contido na Norma Regulamentadora da NR18, relativamente à "Tapumes e Plataformas de Proteção".
5.1.2.
A CONTRATADA, por sua conta, fará a instalação de andaimes
metálicos nos locais necessários de acordo com a Norma
Regulamentadora, tomando todo o cuidado para a proteção das
esquadrias e das pessoas que circulam nas imediações, através de
proteção lateral de tela, se necessário.
5.1.3.
Não será permitida a ampliação do Canteiro de Obras, devendo a
CONTRATADA limitar o estoque de materiais à capacidade de
armazenagem disponível e estabelecer rígido controle de carga e
descarga, de modo a não causar prejuízo à fluidez do trânsito no entorno
do prédio. Quaisquer multas ou penalizações provenientes deste fato
deverão ser pagas pela CONTRATADA.
5.1.4.
Todas as melhorias e instalações somente poderão ser
executadas após aprovação expressa do ICMBio, que levará em conta a
reversibilidade de tais melhorias e instalações e/ou sua compatibilização
com a preservação do edifício e do Projeto.
5.1.5.
Havendo necessidade de instalação de transporte vertical de
materiais, o mesmo será executado de acordo com o preconizado pela
Norma Reguladora NR-18, respeitados os limites do canteiro de obras. É
expressamente proibido o transporte simultâneo de cargas e pessoas.
5.1.6.
Qualquer funcionário da CONTRATADA que agir de maneira
incompatível com a conduta necessária ao bom andamento da obra, bem
como as normas de conduta em uma Unidade de Conservação, deverá
ser substituído imediatamente, seja a constatação da atitude feita pelo
pessoal técnico da CONTRATADA, ou por solicitação da CONTRATANTE. A
CONTRATADA deverá substituir este funcionário em um prazo máximo
de 24 horas.
5.2.
Alvenarias
5.2.1.
O assentamento das alvenarias deverá ser feito com argamassa
de cal, cimento e areia na proporção de 1:2:8, com junta de 1,2 a
1,5cm. As paredes deverão ser devidamente prumadas com as juntas
verticais descontínuas.
5.2.2.
Na execução das alvenarias deve-se cuidar dos detalhes de
esquadrias a fim de que as mesmas elas possam ser perfeitamente
assentadas sem cortes posteriores e prejudiciais à alvenaria.
5.2.3.
As portas, esquadrias metálicas, etc., deverão ser chumbadas na
alvenaria através de grapas soldadas nos respectivos requadros, e com
argamassa, durante a elevação das paredes ou, posteriormente, desde
que se deixem na mesmas alvenaria, os vazios correspondentes.
5.3.
Impermeabilizações
5.3.1.
Como
camada
impermeabilizante
será
aplicada
manta
impermeabilizante pré-fabricada, à base de asfalto modificado com SBS,
estruturado com não tecido de filamentos contínuos de poliéster
estabilizado, espessura 4 milímetros, aderida através da colocação
imediatamente posterior à aplicação de duas demãos de pintura
impermeabilizante composta de asfaltos modificados e solventes
orgânicos, aplicada a frio, a título de imprimação, sobre a camada de
regularização.
5.3.2.
Após a aplicação da manta de asfalto e realizados os testes de
estanqueidade, com a permanência de água sobre a estrutura de no
mínimo 72 horas, e antes da execução de camada de proteção mecânica,
colocar uma camada separadora constituída de papel Kraft betumado,
para conseguir uma perfeita descontinuidade entre os materiais.
5.3.3.
Nos pontos de coleta das águas pluviais (ralos), deverá haver
superposição das mantas nos cantos vivos, alcançando no mínimo 10 cm
além da borda do tubo ou ralo de coleta.
5.3.4.
No encontro entre piso e parede a impermeabilização deverá ser
executada no mínimo a 30 (trinta) cm acima do piso, em todo o
contorno.
5.4.
Proteção mecânica
5.4.1.
Como material de revestimento e proteção mecânica da camada
de impermeabilização, será executado contrapiso de argamassa de
cimento e areia traço 1:4 em volume, com espessura mínima de quatro
centímetros. Deverão ser feitas juntas de dilatação e retração no sentido
transversal à área impermeabilizada, a cada 3,00m ou fração, com
dimensões 2 (dois) x 1 (um) cm e preenchidas com mastique de
elasticidade permanente tipo NVA, à base de poliuretano e asfalto,
fornecido em dois componentes.
5.4.2.
Sobre a impermeabilização das paredes aplicar, junto com o
emboço, ultrapassando em 10 (dez) cm na altura e no comprimento a
área impermeabilizada, tela metálica de malha igual a 1 (um) x 1 (um)
cm fixada com pregos somente no lado em que não estiver sobre a
impermeabilização.
5.5.
Chapisco
O chapisco sobre alvenarias e ou concretos, etc., consiste na
5.5.1.
aplicação de uma camada irregular e descontínua de argamassa forte
sobre estas superfícies, com a finalidade de se obter maior aderência
para os posteriores revestimentos.
5.5.2.
As superfícies a serem chapiscadas deverão estar perfeitamente
limpas e molhadas.
5.5.3.
Serão inicialmente chapiscadas todas as superfícies de alvenaria,
teto e concreto cujo revestimento seja massa paulista, plaqueta
cerâmica, ou outro elemento decorativo.
5.5.4.
A argamassa utilizada no chapisco será de cimento e areia lavada
média peneirada tipo A-3, podendo ser aplicada com peneira ou por
meio de máquinas, e terá como diretriz o lançamento violento da
argamassa contra a superfície e a preocupação de não haver
uniformidade na chapiscagem.
5.5.5.
A espessura do chapisco deverá ser de 5mm.
5.5.6.
Para chapisco em superfícies muito lisas e em superfícies de EPS
adicionar cola Bianco ou Viafix conforme recomendações do fabricante.
5.5.7.
O chapisco deverá ser fartamente molhado após a pega para
proceder-se a cura.
5.6.
Massa Paulista
5.6.1.
A massa paulista também denominada reboco paulista, reboco de
tijolos ou emboço desempenado será constituída, por uma camada única
de argamassa, sarrafeada com régua e alisada com desempenadeira de
madeira e posteriormente alisada com feltro ou borracha esponjosa.
5.6.2.
As areias utilizadas nas argamassas deverão apresentar uma
granulometria média uniforme. Deverão ser utilizadas areias finas e
médias com o objetivo de se obter boas características do acabamento.
5.6.3.
Os traços das argamassas para a execução da massa paulista
serão:
revestimento interno: cimento, cal em pó, areia fina e média lavada peneirada em
partes iguais 1:2:8 - traço A-14.
5.6.4.
A massa paulista deverá ser utilizada em todas as alvenarias
internas e externas.
5.7.
5.7.2.3. O ICMBio poderá designar um representante para permanecer na
fábrica das esquadrias durante todo o período de fabricação e para o
recebimento final, com poderes para recusar peças defeituosas e
sustar serviços inadequados, e não executados conforme detalhes do
memorial ou de projetos.
5.7.2.4. A CONTRATADA deverá, a critério do ICMBio, efetuar na obra
testes de colagem das peças escolhidas pela mesma.
Revestimentos
5.7.3.
5.7.1.
5.7.3.1. Os pisos preferencialmente só serão executados após concluídos
os revestimentos das paredes e tetos onde houver, com os devidos
cuidados para se evitarem respingos.
5.7.3.2. Os pisos prontos devem apresentar acabamentos perfeitos, bem
nivelados, com as inclinações e desníveis necessários, conforme
projeto.
5.7.3.3. Deverá ser proibida a passagem sobre os pisos recém colocados
e ou construídos, durante três dias no mínimo, ou conforme
recomendações do fabricante.
5.7.3.4. As salas prontas deverão ser convenientemente protegidas contra
manchas, arranhões, etc., até a fase final das obras.
5.7.3.5. Os pisos por ventura existentes a serem demolidos, remanejados
e ou danificados para execução das obras, de serviços diversos,
fundações, instalações, redes, etc., deverão ser recuperados refeitos
ou reconstituídos com os mesmos tipos de pisos existentes e
adjacentes, seja ele de qualquer natureza, grama, asfalto,
cimentados, etc., exceto nos casos em que as especificações foram
modificadas por este memorial, sendo que neste caso seguir o tipo
de piso especificado no memorial.
5.7.1.1. Antes da execução de qualquer tipo de revestimento deverá ser
verificado se a superfície está em perfeitas condições de recebê-lo.
As superfícies inadequadas deverão ser lavadas com água e escova,
ou tratamento similar para a retirada dos elementos nocivos ao
revestimento, quais sejam gorduras, vestígios orgânicos, etc.
5.7.1.2. As tubulações de todas as instalações deverão estar
perfeitamente embutidas, revestidas e testadas, as esquadrias
devem estar chumbadas, bem como demais fixações embutidas,
sejam grapas, etc, e demais embutidos.
5.7.1.3. Será feita uma cuidadosa inspeção visual da superfície para
garantir que a aderência do novo revestimento seja perfeita.
5.7.1.4. Os parâmetros acabados devem apresentar-se perfeitamente
planos, alinhados e nivelados com as arestas vivas, sem sinais de
emendas ou retoques.
5.7.1.5. Não será admitida a utilização de cal virgem ou saibro nas
argamassas de revestimento.
5.7.1.6. Em todos os locais onde houver necessidade da aplicação de um
revestimento novo sobre o antigo, deverá ser adicionada cola do tipo
Bianco ou Viafix à argamassa.
5.7.1.7. Todas as alvenarias serão revestidas até o teto.
5.8.
5.7.2.
Considerações gerais
Condições Gerais
Esquadrias e similares metálicos
Observações Complementares
5.7.2.1. Não serão toleradas folgas que exijam correção com massa,
taliscas de madeira ou outros artifícios.
5.7.2.2. Todas as esquadrias e outros elementos recebidos na obra
deverão ser cuidadosamente inspecionadas e conferidas com régua e
esquadro a linearidade e ortogonalidade, bem como será
inspecionado o seu acabamento e a sua qualidade.
5.8.1.
Considerações iniciais
5.8.1.1. A fim de permitir e facilitar a fabricação das esquadrias de
madeira e metálicas, adotamos a divisão das especificações em 2
partes :
•
Especificações
Técnicas
Gerais,
que
abordam
aspectos
qualitativos das esquadrias em geral e que serão descritas a
seguir.
• Especificações Técnicas Particulares, cujo detalhamento deverá
ser apresentado pela CONTRATADA, a critério de seu do ICMBio
quando da fabricação, e deverão ser incluídos desenhos básicos
detalhados de execução para cada tipo de esquadria a ser
construída, indicada nos projetos e detalhes de arquitetura, com
plantas, cortes, elevações, e deverão trazer indicação de todas as
medidas, seções e espessuras de todas as peças das esquadrias,
incluindo folhas móveis, folhas fixas, quadro de estruturação,
corrediças, batentes, baguetes, pivôs, chapa testa, peitoris,
alavancas, dobradiças, puxadores, fechaduras, venezianas,
bandeiras,
visores,
reforços,
travessas,
parafusos,
etc.
especificando todos os tipos de materiais, acabamentos, fixação
da esquadria e dos vidros, sistema de movimentação das folhas
móveis, sistema de vedação contra chuva e vento, canaletas para
drenagem da água de chuva, tipos e espessuras dos vidros a
empregar e marcas a serem utilizadas, a serem previamente
apresentados ao ICMBio para consulta ao arquiteto projetista e
aprovação.
5.8.1.2. O fornecimento das esquadrias compreende todos os materiais e
pertences a serem instalados e seu perfeito funcionamento, inclusive
todas as ferragens necessárias, todos de qualidade extra e com
acessórios e demais peças indicadas pelos fabricantes.
5.8.1.3. Os desenhos básicos, dimensões aproximadas e as especificações
particulares das esquadrias, encontram-se no detalhamento do
projeto arquitetônico, e caso não estejam contempladas no mesmo,
seguir as orientações deste memorial, dos arquitetos (as) e
engenheiros (as) e ou do ICMBio.
5.8.1.4. As medidas indicadas nos projetos deverão ser conferidas nos
locais de assentamento de cada esquadria, depois de concluídas as
estruturas, alvenarias, arremates e enchimentos diversos, e antes
do inicio da fabricação das esquadrias.
5.8.1.5. Todos os trabalhos de serralheria, quais sejam: portas, janelas,
caixilhos, gradis, suportes, etc., serão executados com precisão de
cortes e ajustes e de acordo com os respectivos desenhos de
arquitetura e de fabricação e com as normas da ABNT no que
couber.
5.8.1.6. Todo o material a ser empregado deverá ser novo e de boa
qualidade e sem defeito de fabricação, ou falhas de laminação, e
deverá satisfazer rigorosamente as normas especificações e métodos
recomendados pela ABNT.
5.8.1.7. Todos os quadros fixos ou móveis serão perfeitamente
esquadriados ou limados, de modo a desaparecerem as rebarbas e
saliências da solda. A estrutura da esquadria deverá ser rígida e
perfeita. Para o caso de esquadrias de madeira, todos os cantos e
engastes deverão ser feitos em perfeita esquadria, todos os
acabamentos deverão ser perfeitos.
5.8.1.8. As folgas verticais e horizontais deverão ser as mínimas
necessárias ao perfeito funcionamento da esquadria, e deverão ser
uniformes em todas as esquadrias.
5.8.1.9. Os perfis deverão ser compatíveis com as dimensões dos vãos e
com a função da esquadria objetivando rigidez do conjunto,
durabilidade e menor necessidade de manutenções.
5.8.1.10.
Todos os furos dos rebites ou dos parafusos serão
escariados e as asperezas limadas.
5.8.1.11.
Todas as junções por justaposição nas chapas dobradas
serão feitas por meio de parafusos, rebites ou soldas por pontos,
terão os pontos de amarração de 8cm e no máximo 15cm, havendo
sempre pontos de amarração nas extremidades, ou conforme
indicação dos projetos.
5.8.1.12.
Todas as peças móveis serão fabricadas com roldanas
deslizantes e ou patins de nylon ou Tecnyl, a fim de permitir um
perfeito funcionamento.
5.8.1.13.
As partes das peças que necessitarem de atendimento,
manutenção ou substituição periódica, deverão ser facilmente
acessíveis e projetadas de modo a facilitar as operações citadas.
5.8.1.14.
Todas as ferragens, tais como: dobradiças, cremonas,
fechaduras, fechos, etc., para as esquadrias de ferro, sem
especificação particular nos projetos ou neste memorial, serão da
marca LA FONTE, PAPAIZ, PADO ou similar com acabamento
cromado.
5.8.1.15.
Para a fixação dos caixilhos metálicos, serão feitas grapas
de ferro chato em cauda de andorinha 1/8" x 1 1/4", que serão
chumbadas à alvenaria ou estrutura com argamassa de cimento e
areia A-3 - 1:3 e espaçadas de aproximadamente 60cm, sendo 2
(dois) o número mínimo de grapas de cada lado. No concreto,
deverão ser usados parafusos e buchas plásticas FISCHER ou similar
reforçadas, ou pinos aplicados com revólver.
5.8.1.16.
As dobradiças de portas, etc., de esquadrias metálicas
deverão ser cromadas com anéis de latão, e fixadas com parafusos
galvanizados, visando facilitar a manutenção e não com dobradiças
soldadas no requadro.
5.8.1.17.
Os rebaixos ou encaixes para dobradiças, fechaduras de
embutir, chapa testa, etc., terão exatamente a forma das ferragens,
não sendo toleradas folgas ou empenamentos que exijam emendas
ou outros artifícios, não sendo permitidos esforços na ferragem para
seu funcionamento.
5.8.1.18.
Para caixilhos cuja menor dimensão seja igual ou superior à
2 metros, deverão ser colocados internamente reforço dos cantos,
objetivando uma maior rigidez do conjunto.
5.8.1.19.
Deverão ser fornecidos à ICMBio, amostras de todas as
ferragens a serem usadas para aprovação.
5.8.1.20.
Toda superfície metálica deverá receber tratamento anticorrosivo do tipo especificado no item pinturas.
5.9.
Ferragens
5.9.1.
Para cada porta de madeira, serão utilizadas 03 dobradiças do
tipo extra forte com anéis em aço laminado, referência 485 3 1/2" x 3"
com 2,38 mm de espessura, cromadas, marca LA FONTE ou PAPAIZ e 01
fechadura PAPAIZ, Linha C200, com cilindro, acabamento natural polido,
com espelho,e fechadura externa ou similar.
5.9.2.
Os parafusos de fixação terão dimensões e serão dos materiais e
acabamentos apropriados e idênticos aos das dobradiças, ou outros
materiais a serem fixados.
5.9.3.
Na colocação e fixação das ferragens deverão ser tomados
cuidados especiais para que os rebordos e os encaixes na esquadria
tenham a forma exata, não sendo permitidos esforços na ferragem para
seu funcionamento.
5.9.4.
As ferragens em geral serão do tipo pesado, com dimensões
apropriadas à porta ou caixilho em que serão aplicadas, bem como
deverão desempenhar com eficiência e precisão, suas funções de abrir,
deslizar, travar ou qualquer outra finalidade.
5.9.5.
As dobradiças tipo gonzo deverão estar em perfeito estado de
funcionamento e permitir lubrificação adequada.
5.10.
Vidros
5.10.1.
As espessuras dos vidros serão dimensionadas em função das
áreas das aberturas, distâncias das mesmas em relação ao piso,
vibração, etc, e caso a espessura indicada não seja a conveniente, a
CONTRATADA deverá fazer a substituição para uma espessura maior às
suas custas, sendo as espessuras indicadas as mínimas admitidas.
5.10.2.
Os vidros a serem empregados nas esquadrias, não poderão
apresentar bolhas, lentes, ondulações, ranhuras, e outros defeitos.
5.10.3.
Todos os vidros a serem empregados deverão ser recozidos e
planos.
5.10.4.
Os caixilhos já deverão ser fabricados com os vidros afixados em
seus montantes, através de perfis de borracha.
5.10.5.
Deve-se tomar cuidado no assentamento dos vidros para, além
de não quebrá-los, não danificar as peças (baguetes) de fixação com
manuseio ou no uso das ferramentas.
5.11.
Instalações
5.11.1.
Observações Gerais
5.11.1.1.
A proponente deverá verificar “in loco” todo e qualquer tipo
de instalações, obras e serviços existentes e adjacentes, passagens
de instalações existentes, alimentações despejos, locais de
passagem das redes públicas, e de implantação das obras e serviços,
e compará-las com os projetos, para que sejam incluídos na planilha
de orçamento todos os itens necessários à execução final de todas
as instalações, obras e serviços descritos no objeto em perfeito
funcionamento, inclusive execução de todas as alimentações,
derivações, interligações necessárias às mesmas (mesmo que conste
nos capítulos à seguir como existentes, deverão ser objeto de
verificação “in loco” e incluídas ou não na planilha), assim como
desvios, refazimentos, remanejamentos, demolições, etc., alterações
e complementações dos projetos fornecidos, sendo portanto de
inteira responsabilidade da mesma toda a execução e fornecimento
dos materiais, equipamentos e mão de obra necessários, à todas as
instalações abaixo descritas, ou indicadas nas peças gráficas
fornecidas, mesmo que constem apenas da arquitetura ou dos
memoriais ou de alguma peça gráfica fornecida ou do Edital,
cabendo neste caso à CONTRATADA a elaboração dos respectivos
projetos executivos definitivos, e o levantamento “as built” após a
execução final.
5.11.1.2.
Em todas as instalações, as marcas que não forem
contempladas neste memorial ou nos projetos deverão ser indicadas
pelo ICMBio, sempre levando-se em conta o item Observações sobre
Materiais e ou Equipamentos.
5.11.1.3.
Todas as tubulações e conexões deverão ser montadas, de
modo que a marca fique visível para inspeção do ICMBio.
5.11.2.
Proteção e Verificação
5.11.2.1.
Durante a construção e até a montagem de aparelhos e
instalações, as extremidades livres das canalizações serão vedadas
com bujões roscados ou plugues, convenientemente apertados, não
sendo admitido o uso de buchas de madeira ou de papel, para tal
fim.
5.11.3.
Extintor de Incêndio
5.11.3.1.
Deverão possuir sinalização com seta, sendo com contorno
em vermelho, letras pretas com contorno em amarelo, dimensões
conforme projeto hidráulico a ser elaborado, e deverão possuir selo
de garantia da ABNT/INMETRO, e rótulo do fabricante.
5.12.
Instalações Elétricas
5.12.1.
Marcas e modelos adotados para os equipamentos e materiais
elétricos, de telefonia, lógica e sistemas diversos:
• Condutores de cobre nú: Pirelli, Siemens, Reiplas, Furukawa,
Alcoa, Brasfio, com certificado INMETRO.
• Conectores, terminais: Magnet, Intelli, ou similar com
certificado INMETRO.
• Conexões para eletrodutos, serão em ferro galvanizado à fogo,
BSP, Paschoal Thomeu, Tupy ou Tuberba, ou similar com
certificado INMETRO.
• Eletrodutos e tubulações em geral embutidas: Tigre, Fortilit,
Akros, Kanaflex, ou similar com certificado INMETRO.
• Fita isolante: Pirelli P44, Scoth 3m 33+, ou similar com
certificado INMETRO.
• Hastes
cantoneira:
conforme
normas
da
ABNT
ou
concessionária local.
• Postes: conforme normas da ABNT ou concessionária local.
5.12.2.
Observações
5.12.2.1.
Buchas, arruelas, caps, adaptadores, cruzetas, reduções,
niples, tês, joelhos, curvas, braçadeiras e outros acessórios, serão
da linha e da mesma fabricação dos eletrodutos, e outros elementos
que se completam, respectivamente.
5.12.2.2.
Demais marcas deverão ser aprovadas pelo INMETRO,
pelas normas da ABNT e da concessionária local e ou demais normas
citadas, e pelo ICMBio, e que atenda ao item OBSERVAÇÕES SOBRE
MATERIAIS E OU EQUIPAMENTOS.
5.12.3.
5.12.3.1.
A CONTRATADA deverá montar os suportes, acessórios,
complementos e materiais necessários às instalações elétricas,
conforme projeto fornecido, de modo a torná-las completas, sem
falhas ou omissões que venham a prejudicar o perfeito
funcionamento dos conjuntos.
5.12.3.2.
Serão de fornecimento da CONTRATADA, quer constem ou
não nos desenhos referentes a cada um dos serviços, os seguintes
materiais:
5.12.3.3.
Materiais para complementação de tubulações, etc., tais
como: abraçadeiras, chumbadores, parafusos, porcas e arruelas,
arames galvanizados para fiação e guias, material de vedação de
roscas, graxa, talco, barras roscadas, parabolt, etc.
Materiais para complementarão de fiação, tais como:
5.12.3.4.
conectores, terminais, fitas isolantes, massas isolantes e de
vedação, materiais para emendas e derivações, etc.
5.12.3.5.
Materiais para uso geral, tais como: eletrodo de solda
elétrica, oxigênio e acetileno, estopa, folhas de serra, cossinetes,
brocas, ponteiros, etc.
5.12.3.6.
Todas as instalações, constantes do objeto, deverão ser
executadas com esmero e bom acabamento com todos os
condutores, condutos e equipamentos cuidadosamente instalados
em posição firmemente ligados às estruturas de suporte e aos
respectivos pertences, formando um conjunto mecânico e
eletricamente satisfatório e de boa aparência.
5.12.3.7.
Todas as instalações deverão estar de acordo com os
requisitos da ABNT, materiais aprovados pela ABNT, INMETRO e
concessionária local, e deverão ser executadas de acordo com o
desenho fornecido e padrões aprovados pela concessionária local e
demais concessionárias de serviço público. Todos os equipamentos e
materiais danificados durante o manuseio ou montagem, deverão
ser substituídos ou reparados as expensas da CONTRATADA e à
satisfação do ICMBio.
5.12.3.8.
As discrepâncias porventura existentes entre os projetos,
os memoriais e as especificações deverão ser apresentadas
antecipadamente ao ICMBio, antes de sua execução, para decisão.
5.12.3.9.
O ICMBio ou seus prepostos, poderão inspecionar e verificar
qualquer trabalho de construção e montagem, a qualquer tempo e,
para isso, deverão ter livre acesso ao local dos trabalhos.
5.12.3.10.
Deverão ser fornecidos todos os meios necessários a tais
inspeções, bem como para a execução de ensaios e coleta de
informações relacionadas com o serviço.
5.12.3.11.
Toda
tubulação
deverá
ter
as
pontas
aparadas
ortogonalmente e deverão ser retiradas todas as rebarbas
Considerações gerais
5.12.4.
Montagem dos eletrodutos, etc
5.12.4.1.
O dobramento de eletrodutos deverá ser feito de forma a
não reduzir o diâmetro interno do tubo, ou de preferência com
conexões de raio longo.
5.12.4.2.
As curvas deverão ter um raio mínimo de 06 (seis) vezes o
diâmetro do eletroduto.
5.12.4.3.
Os eletrodutos paralelos deverão ser dobrados de maneira
que formem arcos de círculos concêntricos.
5.12.4.4.
Todas as roscas deverão respeitar as normas da ABNT já
citadas e ou sucessoras.
5.12.4.5.
Os eletrodutos deverão ser cortados perpendicularmente ao
eixo.
5.12.4.6.
Quando
aparentes,
deverão
correr
paralelos
ou
perpendiculares às paredes e estruturas, ou conforme projetos.
5.12.4.7.
Toda a tubulação elétrica, etc. deverá estar limpa e seca,
antes de serem instalados os condutores. A secagem interna será
feita pela passagem sucessiva de bucha ou estopa, de sopro de ar
comprimido. A CONTRATADA deverá deixar nas tubulações guias
para passagens futuras dos cabos em arame galvanizado 12.
5.12.4.8.
Durante a construção e montagem, todas as extremidades
dos eletrodutos, caixas de passagem, etc. deverão ser vedados com
tampões e tampas adequadas. Estas proteções não deverão ser
removidas antes da colocação da fiação.
5.12.4.9.
Os eletrodutos deverão ser unidos por meio de luvas.
5.12.4.10.
Todos os quadros deverão ser identificados e etiquetados
de maneira a facilitar a manutenção das instalações.
5.12.4.11.
Os eletrodutos serão instalados de modo a constituir uma
rede contínua de caixa a caixa, na qual os condutores possam, a
qualquer tempo, serem enfiados e retirados, sem prejuízo para seu
isolamento e sem ser preciso interferir na tubulação.
5.12.4.12.
Deverão ser seguidas todas as recomendações e cuidados
necessários à montagem de tubulações descritas nos manuais de
instalação dos fabricantes e normas da ABNT.
5.12.5.
conforme recomendações do item pinturas, na cor da parede
adjacente.
5.12.6.
5.12.6.1.1. Tomadas, interruptores e demais acabamentos elétricos
deverão ser da linha Duale da Siemmens ou similar.
5.12.6.1.2. Atenção- circuitos de iluminação e tomadas devem ser
separados.
5.13.
Instalações Hidráulicas
5.13.1.
Água fria
5.13.1.1.
As instalações deverão ser executadas rigorosamente de
acordo com as normas da ABNT, com respectivo projeto
devidamente aprovado.
5.13.1.2.
A alimentação de água dos andares será feita através de
uma ligação na rede de água existente, com tubos e conexões de
PVC, classe 15, soldáveis, diâmetro indicado em planta a ser
fornecida pela CONTRATADA, que alimentará os reservatórios, com
capacidade conforme apontado no Projeto.
5.13.1.3.
A alimentação de água fria dos sanitários e bebedouros
será feita diretamente da tubulação existente, por meio de colunas
que alimentarão os diversos pontos de consumo, em tubos e
conexões de PVC soldáveis. Nos sanitários, os ramais serão
executados com tubos e conexões de PVC soldáveis diâmetro 25mm.
Nos pontos de consumo, as conexões terão roscas metálicas
diâmetro 1/2“.
5.13.1.4.
Os registros de gaveta instalados no interior dos sanitários
deverão ter altura igual a 2,20m (dois metros e vinte centímetros)
do piso acabado. Todos os registros deverão ser identificados e
etiquetados.
5.13.1.5.
Tubos e conexões deverão ser da Tigre, Amanco ou similar.
Diversos
5.12.5.1.
Toda e qualquer perfuração, abertura, etc. em pilares,
lajes, ou na estrutura em geral, deverá ser previamente aprovada
pela ICMBio.
5.12.5.2.
Deverão ser fornecidas à CONTRATANTE/ICMBio, cópias
autenticadas das notas fiscais e respectivos termos de garantia, de
todos materiais, equipamentos, peças, etc., que sejam materiais
permanentes, ou cuja garantia possa ser exigida posteriormente.
5.12.5.3.
Os rufos dos beirais com impermeabilização serão em
chapa galvanizada 22 tipo moldura, pintados com esmalte sintético,
Acabamento elétrico
5.14.
Esgoto Sanitário
5.14.1.
A rede de esgoto executada com tubos e conexões de PVC, classe
8, com ponta e bolsa soldáveis. O esgoto primário e secundário terá
declividade mínima de 3%, sub-coletores 2%. As ventilações deverão ser
prolongadas até a Cobertura do prédio. As caixas de inspeção serão
executadas em alvenaria de tijolos maciços, rebocados internamente
com cimento e areia, terão fundo construído de modo a facilitar o
escoamento e evitar formação de deposito. Terão entrada e saída por
baixo, de modo que nas condições normais de funcionamento
permaneçam sempre vazias, com tampas e fundos de concreto
hermeticamente vedado. A rede de esgotos deverá ser conduzida até à
rede de esgotos existente.
5.14.2.
Utilizar sempre ralos sifonados em qualquer situação, e com
diâmetro de 100mm.
5.14.3.
A tubulação de ventilação dos esgotos deverá ter sempre o
diâmetro mínimo de 75mm, em toda a sua extensão.
5.14.4.
Tubos e conexões deverão ser da Tigre, Amanco ou similar.
5.15.
Pinturas
5.15.1.
Considerações gerais
5.15.1.1.
Todas as superfícies a pintar deverão estar firmes, secas,
limpas, sem poeira, gordura, sabão ou mofo e ferrugem. Deverão
ser retocadas se necessário, e convenientemente preparadas para
receber o tipo de pintura a elas destinadas.
5.15.1.2.
A eliminação da poeira deverá ser completa, tomando-se
precauções especiais contra o levantamento de pó durante os
trabalhos, até que as tintas sequem inteiramente.
5.15.1.3.
Para limpeza utilizar pano úmido ou estopa, e com solvente
em caso de superfícies metálicas, retocadas e preparadas para o tipo
de pintura a elas destinado.
5.15.1.4.
Após a aplicação, um reboco ou emboço será considerado
curado, isto é, em condições de receber pintura após um período
mínimo de 15 dias.
5.15.1.5.
Toda vez que uma superfície estiver lixada, esta será
cuidadosamente limpa com uma escova e, depois, com um pano
úmido para remover o pó, antes de aplicar a demão seguinte.
5.15.1.6.
As pinturas serão executadas de cima para baixo e deverão
ser evitados escorrimentos ou salpicos, que caso não puderem ser
evitados deverão ser removidos enquanto a tinta estiver fresca,
empregando-se o removedor adequado.
5.15.1.7.
Deverão ser adotadas precauções especiais no sentido de
evitar salpicaduras de tinta em superfície não destinada à pintura
(revestimentos cerâmicos, vidros, pisos, ferragens, etc.), ou em
outras superfícies com outro tipo de pintura ou concreto aparente.
5.15.1.8.
Nas esquadrias em geral deverão ser protegidos com papel
colante os vidros, espelhos, fechos, rosetas, puxadores, superfícies
adjacentes com outro tipo de pintura, etc., antes do início dos
serviços de pintura.
5.15.1.9.
Na aplicação de cada tipo de pintura, todas as superfícies
adjacentes deverão ser protegidas e empapeladas, para evitar
respingos.
5.15.1.10.
Cada demão de tinta só poderá ser aplicada quando a
precedente estiver perfeitamente seca, convindo observar um
intervalo mínimo de 24 horas entre 2 demãos sucessivas, ou
conforme recomendações do fabricante para cada tipo de tinta. Igual
cuidado haverá entre uma demão de tinta e a massa, convindo
observar um intervalo de 24 horas após cada demão de massa, ou
de acordo com recomendações do fabricante.
5.15.1.11.
Só serão aplicadas tintas de primeira linha de fabricação.
Se as cores não estiverem definidas no projeto, cabe ao ICMBio
decidir sobre as mesmas. Deverão ser usadas de um modo geral as
cores e tonalidades já preparadas de fábrica, e as embalagens
deverão ser originais, fechadas, lacradas de fábrica.
5.15.1.12.
Para todos os tipos de pintura indicados a seguir, exceto se
houver recomendação particular em contrário ou do fabricante,
serão aplicadas tintas de base, selador ou fundo próprio em 1 ou 2
demãos, ou tantas quanto necessárias para obter-se a perfeita
cobertura das superfícies e completa uniformização de tons e
texturas.
5.15.1.13.
Toda a superfície pintada deverá apresentar, depois de
pronta uniformidade quanto à cor, textura, tonalidade e brilho
(fosco, semi-fosco, e brilhante).
5.15.1.14.
No emprego de tintas já preparadas serão obedecidas as
instruções dos fabricantes, sendo vedada a adição de qualquer
produto estranho às especificações das mesmas e às recomendações
dos fabricantes.
5.15.1.15.
A pintura com esmalte sintético em esquadrias metálicas,
tubulações aparentes, etc. será executada sobre base anti-corrosiva
do tipo especificado para cada material.
5.15.1.16.
O reboco não poderá conter umidade interna, proveniente
de má cura, tubulações furadas, infiltrações por superfícies
adjacentes não protegidas, etc.
5.15.1.17.
O reboco em desagregação, deverá ser removido e aplicado
novamente.
5.15.1.18.
Manchas de gordura deverão ser eliminadas com uma
solução de detergente e água, bem como mofos com uma solução de
cândida e água, enxaguar e deixar secar.
5.15.1.19.
Os solventes à serem utilizados deverão ser: Thinner das
marcas Brasthinner ou Thinner Paulista, aguarrás das marcas
Brasraz ou Audiraz, ou os solventes específicos recomendados pelos
fabricantes das tintas.
5.15.1.20.
Superfícies ásperas deverão ser lixadas para obter bom
acabamento.
5.15.1.21.
Nos locais onde houve o branqueamento da superfície,
deverá ser removida a pintura antiga, e efetuada nova pintura.
5.15.1.22.
Para repintura, se o local à repintar estiver em bom estado,
escovar a superfície inteira e depois pintar normalmente com uma
ou mais demãos até uniformizar a textura.
5.15.1.23.
Se a pintura existente estiver brilhante, lixar a superfície
inteira até eliminar o brilho, remover o pó com pano úmido e após a
secagem da superfície aplicar uma ou mais demãos de acabamento
até atingir estado de nova.
5.15.1.24.
Deverão ser retiradas e lixadas antes de qualquer tipo de
pintura as rebarbas de solda, de galvanização, etc.
embebido em aguarrás e retocar com nova aplicação de fundo nos
locais onde o mesmo foi retirado.
5.15.2.9.
Antes da colocação dos vidros, mas não deixando passar
mais do que uma semana depois da pintura antiferruginosa (para
não prejudicar a aderência), aplica-se uma demão de tinta de
acabamento, já na cor definitiva, para não aparecer uma cor
diferente nos encaixes dos vidros, não completamente ocupados pela
massa ou baguetes. Proteger com papel e fita crepe as ferragens das
esquadrias que não podem ser desmontadas.
5.15.2.10.
Depois da colocação dos vidros se houver, aplicar mais uma
ou duas demãos de tinta de acabamento, inclusive nas massas
(nunca aplicar tinta sobre massas úmidas somente após secas) ou
baguetes, até atingir a cobertura necessária à um bom acabamento.
5.15.2.
Pintura de tubulações aparentes, equipamentos aparentes e
superfícies metálicas
5.15.2.1.
Os eletrodutos, tubulações aparentes, perfilados, chapas e
ferragens de fixação em geral, equipamentos, etc. serão pintados
após o lixamento dos mesmos para retirada do brilho, e após a
aplicação de fundo próprio. Todas as tubulações expostas, quadros,
equipamentos, caixas de passagem, etc. deverão ser pintados nas
cores e padrões da ABNT para cada instalação e em comum acordo
com o ICMBio.
5.15.2.2.
Deverão ser seguidas também as recomendações abaixo do
item Pintura com esmalte sintético sobre esquadrias metálicas e
similares metálicos, etc.
5.15.2.3.
Graxa e gorduras devem ser eliminadas com pano
embebido em solvente.
5.15.2.4.
Imediatamente após a secagem aplicar uma demão de
fundo.
5.15.2.5.
Depois da colocação das esquadrias e similares metálicos,
deve se fazer uma revisão da pintura antiferruginosa e consertar os
lugares em que a pintura estiver danificada.
5.15.2.6.
Nos galvanizados onde houver soldas, efetuar a limpeza
com escova de aço e aplicar apenas sobre a solda, ou seja nos locais
em que a galvanização foi danificada.
5.15.2.7.
Todas as esquadrias e similares metálicos, etc., a serem
pintados, deverão ser emassadas com a aplicação de massa plástica
para correção de defeitos mais grosseiros, pois esta não dá
acabamento perfeito, e após sua secagem lixar e aplicar massa
rápida, em camadas finas, para correção de pequenos defeitos, que
será posteriormente lixada com lixa de 220 à 400 para acabamento
liso.
5.15.2.8.
Proceder a lixação do fundo levemente e com lixa fina sem
removê-lo, para eliminar o excesso de pó do fundo, que adere a
superfície, e a aspereza, e após a lixação eliminar o pó com pano
5.15.3.
Pintura em alvenarias com tinta 100% acrílica sem massa corrida
acrílica
5.15.3.1.
Tinta látex à base de resinas acrílicas, resistentes a
lavagem, alcalinidade, maresia e intempéries.
5.15.3.2.
O produto deverá ser apresentado para uso, bastando ser
dissolvido antes da aplicação, sendo que para sua diluição quando
necessária, deverá ser feita com água pura.
5.15.3.3.
Após a diluição da tinta, a mesma deverá apresentar-se
perfeitamente homogênea.
5.15.3.4.
Inicialmente proceder a limpeza conforme descrição
anterior.
5.15.3.5.
Efetuar a lixação do reboco com lixa para reboco grana 80,
60 ou 30, conforme o caso, para eliminar partes soltas e grãos
salientes.
5.15.3.6.
Os buracos de maior porte devem ser preenchidos
inicialmente com massa para reboco.
5.15.3.7.
Pequenas rachaduras e furos devem ser estucados com
massa correspondente à tinta a ser aplicada.
5.15.3.8.
Partes soltas ou crostas de qualquer espécie devem ser
eliminadas com espátula.
5.15.3.9.
Após a preparação já descrita proceder à aplicação de 02
demãos de selador acrílico diluído e observando-se o intervalo de
secagem recomendados pela fabricante.
5.15.3.10.
Para acabamento não emassado aplicar 03 ou mais demãos
de tinta 100% acrílica até atingir acabamento e cobertura perfeitos
5.15.4.
Pintura tinta látex PVA, sem massa corrida
5.15.4.1.
O produto deverá ser apresentado para uso, bastando ser
dissolvido antes da aplicação, sendo que para sua diluição quando
necessária, deverá ser feita com água pura.
5.15.4.2.
Após a diluição da tinta, a mesma deverá apresentar-se
perfeitamente homogênea.
5.15.4.3.
Inicialmente proceder a limpeza conforme descrição
anterior.
5.15.4.4.
Efetuar a lixação do reboco com lixa para reboco 80, 60, ou
30 conforme o caso, para eliminar partes soltas, e grãos salientes.
5.15.4.5.
Pequenas rachaduras e furos devem ser estucados com
massa corrida PVA, para superfícies internas, e massa acrílica para
superfícies externas.
5.15.4.6.
Após a preparação já descrita proceder a aplicação de 02
demãos de selador acrílico observando-se o intervalo de secagem
mínimo, e diluído conforme recomendações do fabricante.
5.15.4.7.
Efetuar a pintura final de acabamento com tinta PVA nas
cores indicadas em duas ou três demãos até atingir o acabamento
perfeito.
mais críticos em cada obra em especial, por exemplo obras realizadas
em locais altos, em locais confinados, em instalações elétricas, etc.
5.16.2.
Deverá ser obrigatória pelo pessoal da obra, conforme NR-06, a
utilização de equipamentos de segurança, como botas, capacetes, cintos
de segurança, óculos, máscaras e demais proteções de acordo com as
Normas de Segurança do Trabalho.
5.16.3.
Cabe à contratada consultar toda a legislação específica para
cada tipo de trabalho, a CONTRATANTE fiscalizará e exigirá o
cumprimento de todas as normas e poderá a qualquer momento exigir
que sejam tomadas providências para sanar eventuais lapsos na
execução das respectivas etapas da obra, podendo exigir a interrupção
dos serviços até que sejam cumpridas as respectivas normas técnicas,
sem que isto implique em um aumento de prazo na data de entrega.
•
5.17.
5.15.5.
Vernizes e seladoras
5.15.5.1.
Antes da aplicação de seladoras ou vernizes, todas as
superfícies de madeira deverão ser lixadas, até que estejam em
perfeitas condições para aplicação dos acabamentos.
5.15.5.2.
Os produtos (vernizes e seladoras) deverão ser
apresentados para uso, bastando ser dissolvidos, quando necessário,
antes da aplicação, sendo que para sua diluição quando necessária
deverá ser feita com aguarrás ou outro produto indicado pelo
fabricante.
5.15.5.3.
Inicialmente proceder a limpeza conforme descrição
anterior.
5.15.5.4.
Após a preparação já descrita proceder a aplicação de 02
demãos de Seladora para madeira, observando-se o intervalo de
secagem mínimo, e diluído conforme recomendações do fabricante.
5.15.5.5.
Finalmente aplicar o Verniz Marítimo Acetinado sobre as
superfícies preparadas, até que se atinja um nível de acabamento
perfeito.
5.16.
Segurança na obra
5.16.1.
Deverão ser seguidas todas as normas de segurança
regulamentadas pelo ministério do trabalho, com atenção para os itens
Fontes para consulta:
Portaria 3214/78
NR.18- Obras, demolições e reparos
do Ministério do trabalho
Reparos e limpeza geral da obra
5.17.1.
Após a conclusão das obras e serviços seus acessos e
complementos e também durante sua execução, deverão ser reparados,
repintados, reconstruídos ou repostos itens, materiais, equipamentos,
etc., sem ônus para a Universidade, danificados por culpa da
CONTRATADA, danos estes eventualmente causados às obras ou
serviços existentes, vizinhos ou trabalhos adjacentes, ou a itens já
executados da própria obra.
5.18.
Remoção do Canteiro
5.18.1.
Terminada a obra, a CONTRATADA deverá providenciar a retirada
das instalações do canteiro de obras e serviços e promover a limpeza
geral das obras e serviços, e de seus complementos.
5.19.
Limpeza
5.19.1.
Limpeza Preventiva
5.19.1.1.
A CONTRATADA deverá proceder periodicamente a limpeza
da obra e de seus complementos removendo os entulhos
resultantes, tanto do interior da mesma, como no canteiro de obras
e serviços e adjacências provocados com a execução da obra, para
bota fora apropriado, sem causar poeiras e ou transtornos ao
funcionamento dos edifícios e salas adjacentes ou do próprio campus
universitário.
5.19.2.
Limpeza Final
5.19.2.1.
Deverão ser previamente retirados todos os detritos e
restos de materiais de todas as partes da obra e de seus
complementos, que serão removidos para o bota fora apropriado.
5.19.2.2.
Em seguida será feita uma varredura geral da obra e de
seus complementos com o emprego de serragem molhada, para
evitar formação de poeira, começando-se pelos andares ou níveis
superiores.
5.19.2.3.
Posteriormente será feita uma limpeza prévia de todos os
pisos, paredes, tetos, portas, janelas e vidros, com flanela
umedecida ligeiramente em solução de sabão neutro e flanela seca,
limpa, para retirada de toda poeira.
5.19.2.4.
Far-se-á após, a lavagem e limpeza com retirada de
manchas, respingos e sujeiras da seguinte maneira:
5.19.3.
Paredes Pintadas, Vidros
5.19.3.1.
Utilizar esponja embebida de solução de sabão neutro, em
seguida flanela em água pura e depois flanela seca.
5.19.4.
5.19.4.4.
EM HIPÓTESE ALGUMA SERÁ PERMITIDA A UTILIZAÇÃO DE
ÁCIDO MURIÁTICO OU QUALQUER OUTRO TIPO DE ÁCIDO EM
QUALQUER TIPO DE LIMPEZA, EXCETO NOS CASOS CITADOS
ESPECÍFICAMENTE NESTE MEMORIAL.
Pisos em concreto polido
5.19.4.1.
Limpeza conforme orientação dos bricantes/executantes.
5.19.4.2.
Após a impermeabilização utilizar produtos de limpeza e
ceras recomendados pelas fabricantes dos impermeabilizantes.
5.19.4.3.
Não deverão ser usadas espátulas de metal na limpeza da
obra, para se evitar arranhões.
5.20.
Tratamento final
5.21.
Após a conclusão da limpeza interna e externa das obras e serviços
deverão ser aplicados produtos para conservação e embelezamento dos
pisos, das esquadrias, dos vidros, etc.
PROJETO EXPOGRÁFICO
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