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2
SUMÁRIO
1 DADOS DA INSTITUIÇÃO ............................................................................................ 4
1.1 Mantenedora .............................................................................................................. 4
1.2 Mantida....................................................................................................................... 4
1.2.1 Breve histórico da IES ............................................................................................. 4
1.2.2 Missão ..................................................................................................................... 7
1.2.3 Princípios e objetivos da Instituição ........................................................................ 7
1.2.4 Dirigentes da FAPEPE ............................................................................................ 7
1.2.5 Responsabilidade sócio-ambiental .......................................................................... 8
2 INSERÇÃO REGIONAL .............................................................................................. 13
2.1 Justificativa para Criação do Curso .......................................................................... 15
2.2 Políticas Institucionais .............................................................................................. 16
3 CONCEPÇÃO DO CURSO ......................................................................................... 19
3.1 Considerações Gerais .............................................................................................. 19
3.2 Habilitação e Regulamentação da Profissão ............................................................ 20
3.3 Aspectos Legais e Diretrizes Curriculares ................................................................ 20
3.4 Identificação do Curso .............................................................................................. 20
3.5 Objetivos .................................................................................................................. 21
3.5.1 Geral...................................................................................................................... 21
3.5.2 Específicos ............................................................................................................ 21
3.6 Perfil do Egresso ...................................................................................................... 22
3.6.1 Competências Gerais ............................................................................................ 24
3.6.2 Competências Específicas .................................................................................... 25
3.7 Metodologia do Curso .............................................................................................. 25
3.8 Campos de Atuação Profissional ............................................................................. 27
3.9 Estrutura do Curso e Conteúdo Curricular ............................................................... 29
3.9.1 Currículo ................................................................................................................ 29
3.9.2 Componentes curriculares e carga horária............................................................ 31
3.9.2.1 Matriz Curricular ................................................................................................. 31
3.10 Ementa e Bibliografia ............................................................................................. 34
3.11 Coerência Curricular .............................................................................................. 67
3.11.1 Com Objetivos do Curso ..................................................................................... 67
3.11.2 Com Perfil do Egresso......................................................................................... 68
3.11.3 Com as diretrizes curriculares nacionais ............................................................. 69
3.12 Adequação da Metodologia do Processo do Ensino e da Aprendizagem .............. 71
3.12.1 Coerência dos procedimentos de avaliação da aprendizagem do aluno com a
concepção do curso ....................................................................................................... 73
3.13 Interrelação dos Componentes Curriculares na Concepção e Execução do
Currículo ......................................................................................................................... 74
3.14 Dimensionamento da Carga Horária dos Componentes Curriculares .................... 75
3.15 Estratégias de Flexibilização Curricular.................................................................. 75
3.16 Auto-Avaliação do Curso ........................................................................................ 77
3.16.1 Metodologia de auto-avaliação do curso ............................................................. 77
3.16.2 Avaliação institucional e avaliação externa ......................................................... 78
3
3.16.3 Articulação da auto-avaliação do curso com a auto-avaliação institucional ........ 80
3.16.4 Ações decorrentes dos processos de avaliação ................................................. 80
3.17 Estágio Supervisionado .......................................................................................... 81
3.18 Trabalho de Conclusão de Curso ........................................................................... 83
3.19 Atividades Complementares ................................................................................... 86
3.20 NUPE – Núcleo de Pesquisa e Extensão ............................................................... 87
3.20.1 NUMI – Núcleo Midiático ..................................................................................... 87
3.21 Coordenação e Colegiado de Curso ...................................................................... 88
3.22 Núcleo Docente Estruturante - NDE ....................................................................... 89
3.23 Apoio aos Discentes ............................................................................................... 90
3.23.1 Pedagógico ......................................................................................................... 90
3.23.2 Iniciação científica ............................................................................................... 91
3.23.3 Monitoria.............................................................................................................. 92
3.23.4 Participação de alunos em atividades de extensão ............................................. 92
3.23.5 Nivelamento ........................................................................................................ 94
3.23.6 Orientação referente a dificuldades de aprendizagem ........................................ 94
3.23.7 Apoio psicológico ................................................................................................ 96
3.23.8 Acompanhamento de egresso............................................................................. 96
3.24 Apoio técnico-administrativo................................................................................... 96
4 INFRAESTRUTURA .................................................................................................... 97
4.1 Institucional .............................................................................................................. 97
4.2 Infraestrutura Planejada Para Portadores de Necessidades Especiais ................... 98
4.3 Biblioteca .................................................................................................................. 99
4.4 Empresas FAPEPE .................................................................................................. 99
4.4.1 FAPEPE Junior ..................................................................................................... 99
4.4.2 KAP11 – Propaganda e Marketing ...................................................................... 100
4.5 Recursos Audio-Visuais ......................................................................................... 100
4.6 Laboratórios Específicos ........................................................................................ 100
4.6.1 Laboratórios de informática ................................................................................. 100
4.6.2 Laboratório de Som e Imagem – Núcleo Midiático .............................................. 101
4.6.2.1 Laboratório de som e imagem .......................................................................... 101
ANEXOS ...................................................................................................................... 106
Anexo 1 – Regulamento de Estágio Supervisionado ................................................... 106
Anexo 2 – Regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso..................................... 107
Anexo 3 – Regulamento de Atividades Complementares ............................................ 108
4
1 DADOS DA INSTITUIÇÃO
1.1 Mantenedora
A Faculdade de Presidente Prudente – FAPEPE, é mantida pelo Instituto
Educacional do Estado de São Paulo – IESP, com sede na Rua Conselheiro
Crispiniano, 116 – complemento 120/124 – Centro, São Paulo-SP, inscrito no Cadastro
Nacional de Pessoa Jurídica – CNPJ sob n° 63.083.869/0001-67, registrado no 1º
Cartório Oficial de Registro de Títulos e Documentos e Civil de Pessoa Jurídica.
O Instituto Educacional do Estado de São Paulo - IESP foi fundado em
20/09/1969, assumiu a mantenedora da Faculdade de Presidente Prudente em
16/11/2009, por meio do processo de transferência de mantença autorizado pela
Portaria nº 1.620 de 13 de novembro de 2009.
Presidente: José Fernando Pinto da Costa
Vice-Presidente: Cláudia Aparecida Pereira
1.2 Mantida
1.2.1 Breve histórico da IES
A FAPEPE – Faculdade de Presidente Prudente (Figura 1) é uma Instituição
Isolada Particular de Ensino Superior, com sede e dependências administrativas à
Avenida Presidente Prudente, n° 6.093 – Jardim Aeroporto. Fone: (18) 3918-4700, CEP
19053-210, Presidente Prudente/SP.
A IES foi criada em 08 de maio de 2000. Nasceu com a iniciativa de contribuir
para a formação de profissionais e especialistas nas diferentes áreas de conhecimento,
oferecendo cursos com diferencial que agreguem dinâmica ao mercado de trabalho e
atendam às necessidades da sociedade, iniciando suas atividades com o curso de MBA
Executivo, em outubro de 2000, sob a coordenação do Prof. Dr. Takeshy Tachizawa
(USP).
5
Em maio de 2001 foi autorizada a Faculdade de Presidente Prudente - FAPEPE,
criada para proporcionar a formação profissional com atendimento às demandas do
mercado de trabalho, objetivando um conjunto de princípios em direção à qualidade do
ensino superior.
FIGURA 1 – Faculdade de Presidente Prudente - FAPEPE
Fonte: Arquivo próprio (2012)
A Faculdade de Presidente Prudente foi credenciada pela Portaria nº 911
(17/05/2001, publicada no DOU em 21/05/2001) e recredenciada pela Portaria nº 359
(05/004/2012, publicada no DOU em 10/04/2012).
Da sua criação até os dias atuais oferece à comunidade de Presidente Prudente
e região os cursos de:
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CURSO
SITUAÇÃO
COORDENAÇÃO
Administração
Reconhecido
Marcio Donizeti Correa
Ciências Biológicas
Autorizado
João Paulo Morselli
Ciências Contábeis
Reconhecido
Lindomar Barbosa
Comunicação Social – Jornalismo
Reconhecido
Lilian Regina de O. M. Gualda
Comunicação Social – Publicidade e Propaganda
Reconhecido
Lilian Regina de O. M. Gualda
Design de Moda
Reconhecido
Joyce Santos
Direito
Reconhecido
Natália Taves Pires
Educação Física
Autorizado
Anderson de Oliveira Pelegrini
Enfermagem
Autorizado
Jaqueline Bergara Kuramoto
Engenharia Ambiental e Sanitária
Autorizado
Gilnete Silva Leite
Engenharia Civil
Autorizado
Gilnete Silva Leite
Engenharia de Produção
Autorizado
Gilnete Silva Leite
Física
Autorizado
Letras
Reconhecido
Marcia C. L. Aguilar Bolzani
Matemática
Autorizado
Gilnete Silva Leite
Pedagogia
Reconhecido
Fernanda Bárcaro
Química
Autorizado
Secretariado Executivo
Reconhecido
Danielli Morini
Serviço Social
Reconhecido
Lilian Regina de Campos Andrade
Sistemas de Informação
Reconhecido
Ana Luisa de Freitas Iégas
Turismo
Reconhecido
Pedro Sergio Mora Filho
Oferece ainda à comunidade acadêmica, os Núcleos de Apoio:
NUCLEOS DE APOIO
COORDENADORES
Pesquisa e Extensão
Revista “Saber Acadêmico”
Apoio Didático Pedagógico
Apoio Psicológico
Ieda Maria Munhós Benedetti
Prática Jurídica
Arlene Munuera Pereira
Projetos e Pesquisas Ambientais
Murilo Mendes de Angelo
Empresa Junior
Atividades Complementares e Estágio
Representação Estudantil
7
1.2.2 Missão
“Formar profissionais, objetivando a inserção social, com valores e princípios
éticos, senso de justiça e igualdade, capazes de exercer a cidadania em sua plenitude”.
1.2.3 Princípios e objetivos da Instituição
A Faculdade de Presidente Prudente estabeleceu quatro grandes objetivos
relacionados à Instituição, ao Corpo Docente, ao Corpo Discente e à Comunidade, para
o cumprimento de sua missão:
-
Instituição: Proporcionar o desenvolvimento sustentável da instituição
através de um sistema de ensino competitivo, planejando, coordenando,
acompanhando e avaliando suas ações administrativas e pedagógicas.
-
Docentes: Investir na qualificação do corpo docente, através de uma política
de recursos humanos que garanta o seu aprimoramento contínuo e sua
satisfação profissional.
-
Discentes: Oferecer aos alunos um ensino de qualidade garantindo-lhes a
sua inserção na sociedade, profissional e culturalmente.
-
Comunidade: Fortalecer a política sócio-educacional voltada ao contínuo
relacionamento da instituição para com a sociedade.
1.2.4 Dirigentes da FAPEPE
DEPARTAMENTO
RESPONSÁVEL
Diretoria Geral
Maria Helena de Carvalho e Silva Bueno
Assistente de Diretoria
Lizete V. Servantes
Pesquisadora Institucional
Fabiana Alessandra Sueko Tsunoda
Secretaria Acadêmica
Yoshio Ussami Junior
Tesouraria
Junior Cesar Oliveira
Projetos Sociais
Danielli Neves
Biblioteca
Silvia Cristiane de Paiva
8
Informática
Rodrigo Capistano
Manutenção
Dema Jose de Oliveira
Limpeza
Silvana Chaviosa
Recursos Humanos
Rosangela Aparecida Coelho de Oliveira
Comunicação
Lilian Moreira Gualda
1.2.5 Responsabilidade sócio-ambiental
A FAPEPE considera o ensino superior como o grande responsável pela
construção
do
conhecimento,
que
incita
a
crítica
da
realidade,
e
que,
consequentemente, por despertar o aluno para os problemas da sociedade o incentiva
ao exercício da cidadania. Portanto, não só preparar o acadêmico para o exercício
profissional, mas para a formação de um cidadão atuante em todos os âmbitos da
sociedade.
Sem perder de vista os objetivos que norteiam a formação de profissionais
cidadãos, a linha metodológica da Instituição procura formar profissionais capazes do
exercício pleno de todas as atribuições que lhe são conferidas pela legislação e pela
própria evolução social e tecnológica.
O profissional, que se pretende graduar, deverá ser imbuído de capacidade e
iniciativa de buscar soluções inovadoras, estar aberto a mudanças, sendo articulador e
líder dos ambientes em que atuará, participando e auxiliando na tomada de decisões.
Para isso, precisa estar apto ao ato de comunicar, desenvolver a capacidade analítica e
numérica, possuir comportamento equilibrado, alto senso crítico e ético, e atenção e
disponibilidade para ações de responsabilidade social.
Nesse sentido, além da formação profissional, a IES, desde 2006 complementa
dentro de sua área de atuação de responsabilidade social o campo da responsabilidade
ambiental, como um conjunto de atitudes da Instituição e de seus alunos, voltado para o
desenvolvimento sustentável do planeta. Ou seja, estas atitudes devem levar em conta
o desenvolvimento social, aliado ao crescimento econômico ajustando-se à proteção
do ambiente na atualidade e para as gerações futuras, garantindo a sustentabilidade.
Para isso implantou o projeto de Revitalização Ambiental do Córrego do Cedro,
onde para cada aluno da Faculdade é plantada uma árvore para cada ano de sua vida
9
acadêmica, nas áreas verdes compreendidas pela bacia hidrográfica onde se encontra
a FAPEPE.
Criou ainda, uma parceria com a Cooperativa de Reciclagem de Presidente
Prudente – COOPERLIX, visando a reciclagem de resíduos.
Implantou a campanha intitulada “Não jogue óleo de cozinha no sistema de
esgoto” coletando dos alunos e encaminhando este material para a reciclagem.
A IES segue o preceito de nunca adotar ações que possam provocar danos ao
ambiente como, por exemplo, poluição de rios e desmatamento em sua área de
atuação. Objetivando com sua conduta ambiental sensibilizar seus discentes, docentes
e comunidade em geral à conservação ambiental.
Isto posto, a FAPEPE proporciona ao aluno a oportunidade de exercer a plena
cidadania, contribuindo com sua parcela de esforço para a solução dos problemas
sociais e ambientais da comunidade na qual está inserida.
Ciente que as instituições são por excelência o veículo natural de disseminação
de responsabilidade social, pois são as responsáveis pela formação do cidadão, a
Faculdade de Presidente Prudente proporciona aos jovens carentes a possibilidade de
ingresso ao ensino superior, e para tanto, ao longo da sua existência firmou parcerias
com Órgãos Governamentais, Instituições, por meio da UNIESP SOLIDÁRIA, que
oferece à comunidade projetos sociais, programas facilitadores para o acesso de jovens
e adultos carentes no Ensino Superior, concedendo bolsas de estudos de até 100%.
UNIESP SOLIDARIA é uma instituição, filantrópica, de cunho social e
educacional, constituída em 1999 e que é consciente de que o fator embrionário da
pobreza, da exclusão social e da criminalidade se encontra na falta ou escassez da
educação.
Acreditando que, em Responsabilidade social, na área educacional, não pode
existir doação e sim reciprocidade, a Faculdade exige dos alunos contemplados bom
desempenho acadêmico e contrapartida social, por meio da prestação de serviços em
creches, asilos, hospitais, associação de produtores rurais, escolas municipais e
estaduais e Instituições beneficentes.
Dentro dos Projetos Sociais da UNIESP Solidaria, firmou-se convênios com
prefeituras, sindicatos, empresas, associações, fundações, cooperativas, entre outras.
10
Para os mais de 150 parceiros, os convênios promovem a valorização do
funcionário associado por proporcionar um elemento facilitador para ingresso no ensino
superior. Além disso, esse incentivo acarreta na melhoria da motivação do funcionário,
e, consequentemente, no ganho em produtividade e qualidade de vida, bem como na
melhora dos produtos e serviços executados pelo profissional que está se capacitando.
Nesse sentido, apresentamos uma síntese dos Projetos Sociais, e ainda as
parcerias com os Governos Federais e Estaduais.
FAPEPE E UNIESP SOLIDÁRIA
A
UNIESP
Solidária,
instituição
filantrópica
constituída em 1999 e de cunho social e educacional, é
consciente de que o fator embrionário da pobreza, da
exclusão social e da criminalidade encontra-se na falta ou na
escassez da Educação, único meio de evolução intelectual,
social, cultural e social do indivíduo, do cidadão e do
profissional que coabita o ser humano.
A Educação gera qualificação para o mercado de trabalho, que gera desenvolvimento, que promove
a melhoria na qualidade de vida. Tudo isso possibilitará às novas gerações habitar um espaço, uma
cidade, um País e um planeta muito melhores.
Com a missão de oferecer Ensino Superior de qualidade a todas as classes sociais, principalmente
às classes populares, promovemos a inclusão por intermédio da oferta de programas de bolsas
resultantes de Projetos Sociais próprios e de parcerias com empresas, órgãos públicos,
organizações e com os Governos Federal, Estadual e Municipal. Há anos, a UNIESP Solidária vem
realizando o sonho de muitas pessoas de cursar uma faculdade e mudar a sua vida e a de sua
comunidade.
Desde sua fundação, a UNIESP Solidária tem proporcionado à população, por meio das instituições
parceiras, ações sociais como instrumentos de apoio às iniciativas de promoção do desenvolvimento
social e econômico, o que consequentemente elevará o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).
Por meio de tais projetos, milhares de jovens foram inseridos no ensino superior e no tão nobre
serviço voluntário, e muitos outros, das escolas estaduais e municipais, melhoraram o desempenho
nos estudos, reduzindo o índice de repetência e ampliando o índice de frequência. Com isso,
11
contribuíram para a diminuição da violência e promoveram a integração da comunidade na
participação dos eventos culturais, educacionais e lazer.
Com o objetivo de inserir um número maior de jovens no ensino superior, capacitando-os para o
Mercado de Trabalho e os transformando em cidadãos, a UNIESP Solidária – que hoje já pode
comemorar a chegada de mais de 20 mil alunos economicamente desfavorecidos ao Ensino
Superior – lança este guia de informações para que muitos outros jovens e instituições também
possam ser beneficiados por estes projetos.
INSTITUIÇÕES PARCERIAS
ASSOCIAÇÕES
AAFC
Associação dos Aposentados da Fundação Cesp
ACCIP
Associação Comercial e Industrial de Presidente Prudente
AFITESP
Associação dos Funcionários do Instituto de Terras do Estado de São Paulo
AFPESP
Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo
AMVET
Associação dos Médicos Veterinários de Presidente Prudente e Região
ACIASA
Associação Comercial Industrial e Agropecuária de Santo Anastácio
ARSEF
Associação Regional dos Servidores da Polícia Federal do Oeste Paulista
ASSPM
Associação dos Subtenentes e Sargentos da Polícia Militar do Estado de São Paulo;
ATEFFA
Associação dos Técnicos de Fiscalização Federal Agropecuária do Estado de São Paulo;
AVIESP
Associação das Agências de Viagens Independentes do Interior do Estado de São Paulo;
CORREIOS Associação Recreativa Funcionários etc. Interior Estado de São Paulo
CPP
Centro do Professorado Paulista de Presidente Prudente
CLUBE DE SERVIÇOS
Rotary Clube de Martinópolis
Rotary Clube de Presidente Prudente Leste
Rotary Clube de Presidente Prudente Sudoeste
COOPERATIVAS
COOPERTEL Cooperativa de Economia e Crédito Mútuos dos Empregados do grupo Telefônica
COOPMIL
Cooperativa de Economia e Créditos Mútuo dos Policiais Militares e Servidores da
Secretaria dos Negócios da Segurança Pública do Estado de São Paulo
EMPRESAS
Andorinha Cargas
Casas Pernambucanas
Grupo Rede Energia
Jandaia Transporte e Turismo
Regina Festas
UNIMED
ENTIDADES
GOSP
VICENTINOS
Bebidas Wilson
Fraternidade São Damião
Grupo Segurança
Rosa Cruz Presidente Prudente
SEST-SENAT
Grande Oriente Loja Maçônica do Estado de São Paulo
Sociedade São Vicente de Paula de Presidente Prudente
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FUNDAÇÕES
Fundação Mirim
FUNDAP
Fundação Mirim de Desenvolvimento Social, Educacional e Profissional do
Adolescente de Presidente Prudente
Fundação de Desenvolvimento Administrativo
HOSPITAL
Hospital Yamada
IGREJAS
Assembléia de Deus
Igreja Cristã Presbiteriana
ÓRGÃOS PÚBLICOS
DER - 12° Divisão do Estado de São Paulo
Aeronáutica
Polícia Civil
Polícia Militar
PREFEITURAS
Alfredo Marcondes
Alvorada do Sul
Bataguassu
Centenário do Sul
Estrela do Norte
Iepê
João Ramalho
Martinópolis
Nantes
Piacatu
Pirapozinho
Presidente Prudente
Rancharia
Ribeirão dos Índios
Santo Anastácio
Santo Inácio
Tarabai
Igreja Batista no Mario Amato
UNSP - União Nacional dos Servidores Públicos do
Brasil
Marinha do Brasil
Polícia Federal
Álvares Machado
Anhumas
Caiabú
Emilianópolis
Euclides da Cunha
Indiana
Marabá Paulista
Mirante do Paranapanema
Narandiba
Piquerobi
Presidente Bernardes
Presidente Venceslau
Regente Feijó
Sandovalina
Santo Expedito
Taciba
Teodoro Sampaio
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2 INSERÇÃO REGIONAL
A Faculdade de Presidente Prudente sedia-se na cidade de Presidente Prudente,
conhecida como a “Capital do Oeste Paulista”, por ser um dos principais pólos
industriais, culturais e de serviço do Oeste de São Paulo.
Segundo o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística a população em
2010 era de 207.610 habitantes, sendo o 36º mais populoso do Estado e primeiro de
sua microrregião, apresentando uma densidade populacional de 367,7 habitantes por
km². Segundo o censo de 2000, 48,22% da população eram homens (91.797
habitantes) e 51,78% (97.389 habitantes) mulheres. Cerca de 97,91% (185.229
habitantes) viviam na zona urbana e 2,09% (3.957 habitantes) na zona rural. Ainda de
acordo com o IBGE, Presidente Prudente possuía 148.705 eleitores em 2006.
O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de Presidente
Prudente é considerado elevado pelo Programa das Nações Unidas para o
Desenvolvimento (PNUD). Seu valor no ano de 2000 era de 0,846, sendo o 14º maior
do Estado. No ano de 2007, considerando apenas a educação, o valor do índice é de
0,882, enquanto o do Brasil é 0,849.
O índice da saúde é de 0,848 (o brasileiro é 0,787) e o de renda é de 0,767 (o do
Brasil é 0,723). A cidade possui a maioria dos indicadores elevados e todos acima da
média nacional segundo o PNUD.
A renda per capita é de R$ 14.652,00 reais. O coeficiente de Gini, que mede a
desigualdade social é de 0,46, sendo que 1,00 é o pior número e 0,00 é o melhor. No
ano de 2000, a população prudentina era composta por 135.104 brancos (71,41%);
7.045 negros (3,72%); 39.965 pardos (21,12%); 194 indígenas (0,10%); 5.777 amarelos
(3,05%); além dos 1.100 sem declaração (0,58%).
Presidente Prudente está estrategicamente localizada, o município possui fácil
acesso à SP-270 (Rodovia Raposo Tavares), ligando São Paulo a Presidente Prudente
e Presidente Epitácio ao Estado do Mato Grosso do Sul; SP-501 (Rodovia Júlio Budisk
Ligando) Presidente Prudente à SP-294 - Comandante João Ribeiro de Barros. (Alta
Paulista - Osvaldo Cruz, Dracena, Adamantina);
e SP-425 (Rodovia Assis
Chateaubriant) ligando Presidente Prudente com Santo Inácio no Estado do Paraná, e
14
posteriormente à São José do Rio Preto e divisa com Minas Gerais. Além disso, tem
acesso às rodovias de importância estadual e até nacional através de rodovias vicinais
pavimentadas e com pista dupla. A cidade conta também com o Aeroporto Dr. Adhemar
de Barros. Possui capacidade para 178.926 passageiros e é considerado como o
terceiro maior do Estado de São Paulo.
O município é servido pela hidrovia Tietê-Paraná, que facilita o escoamento dos
produtos para os países do Mercosul. Presidente Prudente também é servida em seu
território pela Ferroban (Ferrovia Bandeirantes S.A.), em um antigo trecho que pertencia
à já extinta Estrada de Ferro Sorocabana. Porém desde 1999 não há transporte
ferroviário de passageiros, havendo apenas transporte de cargas.
A região de Presidente Prudente como um todo, abrange 53 municípios, que
detém uma proporção bem dividida de homens e mulheres. Do total de 833.336
habitantes, 416.843 (50,02%) são homens e 416.493 (49,98%) são mulheres.
Considerando o IDH e a taxa de alfabetização que é de 98%, o Índice de
Desenvolvimento Humano é considerado elevado em relação ao Estado.
A cidade de Presidente Prudente conta hoje com 27.680 alunos matriculados no
ensino fundamental e 9.105 no ensino médio. Em 2008 o município contava com
aproximadamente 40.639 alunos matriculados nas escolas públicas e particulares.
O Curso de Comunicação Social – Publicidade e Propaganda da FAPEPE
demonstra estar perfeitamente contextualizado com a região onde está inserido.
Para atender essa grande demanda, já que o investimento em educação é a
base para que o nosso país possa alcançar o desenvolvimento esperado, a Faculdade
de Presidente Prudente tornou-se um referencial no atendimento de uma população de
baixa renda da cidade e da região.
A IES se sente no dever de: contribuir para a promoção do desenvolvimento
social local e regional, abrindo oportunidades para que os jovens dêem sequência a
seus estudos na área profissional; através da manutenção de cursos superiores, ensino
fundamental e médio, bem como implantação de projetos e programas de amparo e
assistência à infância e adolescência em Presidente Prudente. Promover e divulgar o
ensino em todos os graus, ciclos e modalidades, visando o progresso cultural e social
de Presidente Prudente, aos que sejam reconhecidamente necessitados, na forma de
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concessão de “bolsas de estudos” ou de outras formas assistenciais, aprovados por sua
administração.
A Faculdade de Presidente Prudente é, certamente, uma das instituições
privadas do país que mais contribui para a inserção do estudante carente no ensino
superior.
Além de praticar uma das menores mensalidades escolares do Estado, oferece
ao alunado amplas condições de obtenção de bolsas de estudos (do Governo, de
Entidades Privadas e até mesmo da própria Instituição), bem como descontos que
minimizam o impacto do custo das despesas com educação no orçamento doméstico,
oferece ainda programas de financiamento próprio e do Governo Federal.
2.1 Justificativa para Criação do Curso
O Curso de Publicidade e Propaganda da Faculdade de Presidente Prudente -
FAPEPE busca duas competências básicas na formação dos valores dos discentes,
visando ao futuro desempenho no mercado de trabalho, ambas relacionadas à inserção
na comunidade: a primeira diz respeito ao empreendedorismo e a segunda, à
habilidade no trato com as questões de um cenário muito promissor no mercado
publicitário, contextualizado nas características específicas da região sudeste paulista.
O Curso de Publicidade e Propaganda da Faculdade de Presidente Prudente -
FAPEPE reconhece na região de Presidente Prudente um “locus” privilegiado para as
ações de mídia, empreendimentos de comunicação, atuação de agências de
publicidade e outras formas de comunicação, com o objetivo de proporcionar bem estar
social e agregar à comunidade valores advindos do universo das comunicações.
No século XXI, a pós-modernidade gira em torno da sociedade de mercado.
Toda a dinâmica social está voltada para o mundo corporativo e as organizações
tornam-se a célula-mestra a partir da qual o cotidiano da sociedade se desenvolve.
Tudo isso somado ao desenvolvimento tecnológico que acelera os processos de
informação, tornando-a cada vez mais veloz e efêmera. Nesse contexto, a comunicação
ocupa um lugar primordial. Os processos comunicacionais criam valores e são
instrumentos de poder. O desenvolvimento e a inserção da região oeste do Estado de
16
São Paulo no mundo globalizado não podem ficar alheios às questões voltadas à
comunicação social; e não há como deixar de lado o papel da Publicidade e
Propaganda.
Do ponto de vista econômico, geográfico e geopolítico, a região de Presidente
Prudente está inserida no perfil de uma cidade rica em atividades voltadas para o
agronegócio e foi nesses moldes que traçamos o enfoque do Curso, desde a grade
curricular ao cotidiano que será vivenciado em sala de aula. O perfil do egresso, a
participação na coletividade, no setor empresarial, no setor produtivo, todos esses
aspectos devem estar direcionados para o setor de agronegócios, criando uma
publicidade e uma propaganda que atenda essa demanda específica da região,
dimensionando-a no contexto cultural específico da região oeste do Estado.
2.2 Políticas Institucionais
A Faculdade de Presidente Prudente constitui como toda e qualquer IES, um
conjunto de atores com diversas atribuições, expectativas e convicções. Essa
característica que por sua natureza demonstra evidente diversidade proporcionada pelo
debate constante, a evolução das ideias e propostas.
Dentro desse contexto, a FAPEPE se relaciona com a Entidade Mantenedora
através da sua Diretoria. É dependente da entidade mantenedora apenas quanto ao
respeito a sua natureza e finalidade e quanto à manutenção de seus serviços, não
havendo interferência, por parte daquela, em decisões que envolvam o processo
educacional, de pesquisa ou de extensão, salvo quando as decisões impliquem novos
ônus, não inscritos em orçamentos aprovados.
Conforme o Regimento da IES o Diretor Geral é designado pela mantenedora
para mandato de 4 (quatro) anos, permitida a recondução.
A FAPEPE, por meio de sua Diretoria Geral é responsável perante as
autoridades em geral, incumbindo-lhe tomar as medidas necessárias ao bom
funcionamento, respeitados os limites da lei, do Regimento Geral, da liberdade
acadêmica de seus corpos docente e discente e a autoridade própria de seus órgãos
superiores.
17
Compete à Faculdade de Presidente Prudente prover os meios necessários ao
seu pleno funcionamento, solicitando à Mantenedora apenas a aprovação anual do seu
plano orçamentário e financeiro.
As decisões dos Órgãos Colegiados que importem aumento de despesas não
previstas no plano orçamentário e financeiro anual dependem para sua execução de
prévia aprovação pela Mantenedora.
A integração entre Gestão Administrativa, Órgãos Colegiados de cursos é
possibilitada através da inclusão de representantes da comunidade acadêmica nas
instâncias da Faculdade.
A comunidade acadêmica, através das suas representações dos Corpos Docente
e Discente, participa dos Órgãos Superiores. Esta participação se dá nos níveis do
Conselho Superior, Colegiados de Cursos e Representações Acadêmicas.
A gestão dos cursos está afeta aos Coordenadores em parceria com o seu
Núcleo Docente Estruturante, no que tange a implantação, melhoria e consolidação do
seu Projeto Pedagógico.
O projeto pedagógico do curso de Comunicação Social – Publicidade e
Propaganda está em comum acordo com o que reza a Faculdade de Presidente
Prudente em seu Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI, nos diversos aspectos
acadêmicos.
O PDI descreve que os cursos de Bacharelado devem ter como o objetivo maior
a formação de profissionais éticos e tecnicamente capazes de transformar a realidade
regional, em seus aspectos tecnológicos, econômico, social, político e cultural, pois
vive-se, atualmente, em contexto com características bastante peculiares.
Ainda de acordo com o seu PDI a IES terá que transmitir conhecimentos
específicos nas últimas etapas da vida universitária, sendo que seu papel principal
passa a ser o de orientadora, motivadora e conselheira de atitudes e atividades, sendo
fundamental fortalecer a personalidade do aluno, de maneira harmônica e equilibrada,
num contexto de liberdade, profunda responsabilidade e consciência social e ética,
assim como reza este projeto pedagógico no que diz respeito à sua metodologia de
ensino e postura do professor em relação ao aluno.
18
Isto posto, as políticas de ensino, pesquisa e extensão institucionais norteiam as
políticas do curso de Comunicação Social – Publicidade e Propaganda, sem,
entretanto, engessá-las.
Os objetivos dos cursos, de cada disciplina conforme o PDI da Faculdade, são
alcançados por meio de aulas teóricas e práticas, com intensa participação dos
estudantes, por meio de mecanismos que os incentivem a participar efetivamente do
elenco de disciplinas inter-relacionadas.
Para efetivação do ensino, a metodologia aplicada sofre variações decorrentes
da necessária adequação para o atendimento às exigências educacionais da
comunidade.
A metodologia implementada, em todos os programas das disciplinas dos
diversos cursos da Faculdade de Presidente Prudente, está vinculada às necessidades
contextuais, às possibilidades didáticas da IES, além de estar comprometida com o
pluralismo metodológico, o que possibilita aos alunos a aquisição do conhecimento das
várias correntes e paradigmas, de forma interdisciplinar e transdisciplinar.
De forma geral à IES permite a cada curso adequar as metodologias de ensino,
pesquisa e extensão que melhor atendam o seu alunado, desde que estas atinjam os
objetivos definidos e exigidos para o egresso no seu mercado de trabalho.
Para que as metas e objetivos do curso sejam plenamente atingidas, além das
salas de aula, há o uso de laboratórios, salas ambiente, escritório modelo,
experimentos, e a ocupação de espaços próprios para o desenvolvimento de aulas
práticas, que podem propiciar experiência profissional por meio de trabalhos que são
executados nesses ambientes especiais.
Os alunos também devem envolver-se em projetos desenvolvidos pela
instituição, os quais, tem como objetivos a integração faculdade/comunidade.
No que se refere às atividades acadêmicas, visa à integração com a pesquisa e
a extensão, por meio da orientação de grupos de estudos, organizado pelos respectivos
núcleos de pesquisa e com monitores, permitindo desenvolvimento amplo do potencial
do educando, que é sempre orientado pela qualidade do processo científico e
acadêmico.
19
3 CONCEPÇÃO DO CURSO
3.1 Considerações Gerais
A sociedade em rede está mudando as condições de aprendizagem, de
conhecimento, cultura, lei, política governamental e oportunidades econômicas. Lideres
em negócios, governo e educação hoje precisam de conhecimento multidimensional,
resultado de um esforço de pesquisa em várias áreas das ciências (os âmbitos técnico,
social e humano). A comunicação é, simultaneamente, um evento técnico, social,
econômico, linguístico e político. Programas educacionais baseados em um único
campo acadêmico não podem assimilar as necessidades de conhecimento da Era da
Informação.
As demandas do mundo contemporâneo são constantemente complexas e
mutuamente dependentes de uma educação integrada que utiliza conhecimento e
modos de saber de diversos campos relacionados. A educação interdisciplinar baseada
em uma integração de todos os campos relacionados ao conhecimento poderá
responder aos desafios das transformações sociais e culturais que presenciamos.
O curso de Comunicação Social da Faculdade de Presidente Prudente –
FAPEPE é projetado para satisfazer as necessidades da nossa sociedade de maneira
ampla, e proporcionar aos estudantes uma visão interdisciplinar, humanística,
habilidades analíticas e conhecimento técnico imprescindíveis para carreiras nos
diversos segmentos da comunicação.
Na contemporaneidade, a Publicidade e Propaganda se apresenta como o
instrumento por excelência de integração social ao servir como mediador dos diversos
discursos. A cidadania, na era da globalização, passa obrigatoriamente pela
comunicação e os processos comunicacionais cada vez mais aparecem interligados e
interdependentes. O Plano Integrado de Comunicação direciona a comunicação
corporativa e as áreas de Jornalismo, Relações Públicas e Publicidade e Propaganda
estão cada vez mais imbricadas. Por todos esses fatores, o Curso de Comunicação
Social da FAPEPE comportará dois cursos distintos, Jornalismo e Publicidade e
Propaganda, mas, mesmo respeitando as especificidades de cada área, não deixará de
20
lado a integração, tanto nos conteúdos desenvolvidos quanto na vivência acadêmica,
de forma a tecer um constante diálogo entre o Jornalismo e a Propaganda.
3.2 Habilitação e Regulamentação da Profissão
Conforme DECRETO Nº 57.690 DE 1º DE FEVEREIRO DE 1966 , capítulo I, Art. 1º - A
profissão de Publicitário, criada pela Lei nº 4.680, de 18 de junho de 1965, e organizada na
forma do presente Regulamento, compreende as atividades daqueles que, em caráter regular e
permanente, exercem funções artísticas e técnicas através das quais estuda-se, concebe-se,
executa-se e distribui-se propaganda.
3.3 Aspectos Legais e Diretrizes Curriculares
O projeto pedagógico do curso de Comunicação Social – Publicidade e
Propaganda da FAPEPE foi elaborado e estruturado conforme determinam os
pareceres CNE/CES nº 492 de 03/04/2001 e CNE/CES nº 1.363 de 12/12/2001 e
Resolução CNE/CES nº 16 de 13/03/2002 no que diz respeito às Diretrizes Curriculares
Nacionais dos Cursos de Graduação. Bem como a Resolução CNE/CES nº 2 de
18/06/2007 no que diz respeito às carga horária mínima e a duração dos bacharelados.
3.4 Identificação do Curso
Nome do Curso
Comunicação Social – Publicidade e Propaganda
Modalidade
Bacharelado
Local de Oferta
Presidente Prudente - SP
Regime
Seriado
Turnos de Funcionamento
Noturno/Matutino
Nº. de vagas totais anuais
100 vagas
Nº. de entradas
02
Integralização
Mínima: 04 anos
Máxima: 07 anos
21
Carga Horária Total
3280 horas
3.5 Objetivos
3.5.1 Geral
O curso de Comunicação Social da Faculdade de Presidente Prudente - FAPEPE traz
consigo um potencial de inclusão social, dadas as características da região de e tem
como objetivo geral formar comunicadores aptos a intervir de forma ética, com
conhecimento técnico e espírito empreendedor, nos sistemas sócio-político-econômico,
com
uma comunicação
eficaz e socialmente responsável,
voltada para as
características da economia da região.
Comunicação Social - Publicidade e Propaganda
Formar publicitários aptos a intervir de forma ética, com conhecimento técnico e espírito
empreendedor, nos sistemas sócio-político-econômico, com uma comunicação eficaz e
socialmente responsável, voltada para as características da economia da região, por
isso, há a ênfase no agronegócio, sem deixar de demandas gerais que uma cidade que
atua como pólo regional possa apresentar.
3.5.2 Específicos
a) Desenvolver habilidades e competências que levem o aluno a:
- Ser um publicitário pautado na aplicação de conhecimentos técnicos e teóricos de
elaboração de estratégias e de mensagens publicitárias, permeados por padrões éticos
elevados e pela responsabilidade com a cultura, com o meio ambiente e a com
convivência em sociedade.
- Atuar no ambiente cultural, impactando com suas mensagens na sociabilidade dos
indivíduos e dos pequenos e grandes grupos; mediando conhecimentos, normas e
valores que são transmitidos em seu nome e das organizações que representam por
meio dos veículos de comunicação de massa.
22
- Reconhecer e interpretar diferentes linguagens.
- Diagnosticar, estruturar e confrontar por meio de pesquisas as informações obtidas e a
partir destas planejar e executar e avaliar estratégias para a construção ou sustentação
da comunicação em diferentes organizações.
- Planejar, pesquisar, prospectar, criar, negociar e administrar campanhas publicitárias,
marcas.
3.6 Perfil do Egresso
O profissional a ser formado no curso de Publicidade e Propaganda da
Faculdade de Presidente Prudente - FAPEPE deve corresponder, no que tange à
habilitação específica, a um profissional competente, responsável, crítico, atuante e em
sintonia com os novos acontecimentos e conhecimentos disponíveis. Ao acadêmico
será disponibilizada a oportunidade de conhecer e vivenciar a Publicidade e a
Propaganda em todas as suas particularidades, dando ênfase aos aspectos locais de
sua região e propiciando ao futuro profissional os elementos necessários a sua inserção
no mundo do trabalho de forma técnica, ética e politicamente responsável.
O perfil que o processo pedagógico deve garantir ao graduando ao final do
curso uma formação diversificada que envolva:
Capacidade criativa para propor soluções inovadoras, utilizando domínio de
técnicas e de processo de criação;
Capacidade para o domínio de linguagem expressando conceitos e soluções,
em seus projetos, de acordo com as diversas técnicas de expressão verbal e
reprodução visual;
Observar e interpretar o ambiente vivido com perspectiva de compreensão da
própria realidade em seus aspectos estruturantes e estruturáveis;
23
Formação humanística e visão global que o habilite a compreender o meio
social, político, econômico e cultural na dimensão regional – oeste paulista –
dimensionando essa realidade local no contexto global; o que permitirá ao
futuro profissional tomar decisões em um mundo, ao mesmo tempo,
diversificado e interdependente;
Capacidade para interpretar cenários mercadológicos com a finalidade de
nele interagir e empreender;
Capacidade de interagir com especialistas de outras áreas de modo a utilizar
conhecimentos diversos e atuar em equipes interdisciplinares na elaboração
e execução de pesquisas e projetos;
Capacidade de intervir no ambiente social de forma ética e responsável
política e culturalmente, não deixando de lado as questões ambientais.
Capacidade de intervir no sistema econômico com mensagens criativas e
éticas, fazendo uso de simbologia e de valores altivos, enobrecedores da vida
humana e da existência em sociedade
Capacidade de adequação criativa na elaboração de peças publicitárias;
enfatizando a adequação das campanhas ao contexto cultural da região;
Visão sistêmica de projeto, manifestando capacidade de conceituá-lo a partir
da combinação adequada de diversos componentes;
Domínio das diferentes etapas do desenvolvimento de um projeto, a saber:
definição de objetivos, técnicas de coleta e de tratamento de dados, geração
e avaliação de alternativas, configuração de solução e comunicação de
resultados;
24
Conhecimento do setor produtivo de sua especialização, revelando sólida
visão setorial relacionada ao mercado, processos produtivos e tecnologias,
destacando a capacidade de compreensão das atividades específicas da
região oeste do Estado;
Visão histórica e prospectiva, centrada nos aspectos sócio-econômicos e
culturais, revelando consciência das implicações econômicas, sociais,
antropológicas, estéticas e éticas de sua atividade;
Respeito às necessidades sócio-ambientais da região, promovendo o
desenvolvimento sustentável do oeste do Estado;
Capacidade de compreensão da necessidade do contínuo aperfeiçoamento
profissional.
3.6.1 Competências Gerais
De forma geral o profissional egresso do curso de Comunicação Social –
Publicidade e Propaganda da FAPEPE é incutido das seguintes competências:
-
Assimilar criticamente conceitos que permitam a apreensão de teorias;
-
Usar tais conceitos e teorias em análises críticas da realidade;
-
Posicionar-se de modo ético-político;
-
Dominar
as
linguagens
habitualmente
usadas
nos
processos
de
comunicação, nas dimensões de criação, de produção, de interpretação e da
técnica;
-
Experimentar e inovar no uso destas linguagens;
-
Refletir
criticamente
sobre
as
práticas
profissionais
no
campo
da
Comunicação;
-
Ter competência no uso da língua nacional para escrita e interpretação de
textos gerais e especializados na área.
25
3.6.2 Competências Específicas
Elencamos abaixo as habilidades e competências fundamentais e necessárias à
formação de Publicitários, que compõem o perfil do egresso do Curso de Comunicação
Social – Publicidade e Propaganda da Faculdade de Presidente Prudente conforme as
diretrizes curriculares:
- ordenar as informações conhecidas e fazer diagnóstico da situação dos clientes;
- realizar pesquisas de consumo, de motivação, de concorrência, de argumentos etc;
- definir objetivos e estratégias de comunicação como soluções para problemas de
mercado e institucionais dos anunciantes;
- conceber meios de avaliar e corrigir resultados de programas estabelecidos;
- executar e orientar o trabalho de criação e produção de campanhas de propaganda
em veículos impressos, eletrônicos e digitais;
- realizar e interpretar pesquisas de criação como subsídio para a preparação de
campanhas publicitárias; - dominar linguagens e competências estéticas e técnicas
para criar, orientar e julgar materiais de comunicação pertinentes a suas atividades;
- planejar, executar e administrar campanhas de comunicação com o mercado,
envolvendo o uso da propaganda e de outras formas de comunicação, como a
promoção de vendas, o merchandising e o marketing direto;
- identificar e analisar as rápidas mudanças econômicas e sociais em escala global e
nacional que influem no ambiente empresarial; - identificar a responsabilidade social da
profissão, mantendo os compromissos éticos estabelecidos;
- assimilar criticamente conceitos que permitam a compreensão das práticas e teorias
referentes à publicidade e à propaganda.
3.7 Metodologia do Curso
A metodologia utilizada no Curso de Comunicação Social – Publicidade e
Propaganda da FAPEPE segue os princípios enunciados no PDI, preconizando que os
objetivos do curso e de cada disciplina deverão ser alcançados por meio de aulas
teóricas e práticas, com intensa participação dos estudantes.
26
Os planos de ensino do curso especificam a metodologia adotada, consideram
abordagens inovadoras para a promoção da aprendizagem e potencializam as
competências e habilidades do aluno para a prática profissional.
O professor proporciona oportunidades de aproximação da teoria e da prática.
São planejados:
-
Aulas discursivas e dialogadas calcada em princípios pedagógicos ativos e
construtivistas, privilegiando o ensino autônomo, por meio do qual o aluno
deixa de ser apenas um receptor de conhecimentos que lhes são
transmitidos, ou meros ouvintes de soluções prontas, atuando como agente
ativo capaz de dominar o método científico e não apenas o conhecimento já
existente.
-
Debates e seminários, que visam despertar interesse e compartilhar suas
pesquisas.
-
Desenvolvimento de projetos que visam manter a conexão entre o trabalho
prático e a fundamentação teórica, como construção, administração e difusão
de marcas reais ou fictícias de maneira interdisciplinar.
-
Atividades laboratoriais, onde os alunos são introduzidos na dimensão técnica
do
universo
da
comunicação
“aprendendo
a
fazer”
diretamente,
desenvolvendo a capacitação técnica e exercício da criatividade. Como por
exemplo,
as
atividades
desenvolvidas
nas
disciplinas
de
fotografia,
telejornalismo, criação publicitária, produção gráfica e outros;
-
Viagens, organização e cobertura de eventos, visitas técnicas a gráficas,
jornais, emissoras de rádio e TV, espaços de difusão da arte e da língua, ou
qualquer espaço que estimule a comunicação e enriqueça a aprendizagem.
E assim pretende-se desenvolver a aprendizagem centrada no aluno, visando a
estimular a formação do pensamento lógico-crítico em um ambiente cooperativo
possibilitando modos de interação social por meio de projetos que atendam aos
diversos segmentos sociais e despertem a autonomia intelectual do acadêmico.
A metodologia é averiguada pela Coordenação de Curso juntamente com os
docentes e alunos, por meio de reuniões do Colegiado de Curso, do NDE, com os
alunos representantes de sala, e no contato diário com o corpo docente e discente.
27
3.8 Campos de Atuação Profissional
A cidade de Presidente Prudente, onde está inserida a FAPEPE, como geradora
de informações do Oeste Paulista, transmite infomação para toda região por meio dos
veículos de comunicação impressa e eletrônica:
Emissoras de Televisão:
- SBT; (TVI Interior) - Sucursal
- Record; (Record Rio Preto) - Sucursal
- Band; (Band Prudente) - Local
- Rede Globo (TV Fronteira) – Local
- Futura; (Uno TV) – Local
Emissoras de Rádio
FM
- 90.9 - Band FM
- 98.1 - 98 FM
- 99.9 - Nova 99 FM
- 101.1 - 101 FM
AM
- 900 - Difusora de Presidente Prudente
- 1070 - Prudente AM/Jovem Pan SAT
- 1300 - Onda Viva AM
- 1380 - Rádio Globo Oeste Paulista AM
- 1440 - Comercial AM/Band SAT
Jornais
-
O Imparcial
-
Pio Pardo
Sistema de Transmissão de TV a Cabo
- TV Cabo
Revistas
- Chic
28
- Destaque
- Revista 100% Criança
- Mega Vitrine
- Trés
Agências de Comunicação
- AGÊNCIA MATRACA
- ATIVA PROPAGANDA E MARKETING
- AUDI PROPAGANDA
- DIREÇÃO PROPAGANDA
- DMAIS DESIGN PROPAGANDA E EVENTOS
- KAP 11 – PROPAGANDA E MARKETING
- MARCA X PROPAGANDA E MARKETING
- MWITÊR COMUNICAÇÃO
- PROMARKE ASSOCIADOS PROPAGANDA & MARKETING S/S LTDA
- RARO BRANDING E DESIGN
- TALISMÃ PROPAGANDA & MARKETING
- PRATA DA CASA - PUBLICIDADE
- PROPAGARE - PUBLICIDADE
- RN - PUBLICIDADE
- UZ COMUNICAÇÃO - PUBLICIDADE
Diversas empresas de:
-
Comunicação Visual
-
Eventos
-
Produtoras de Vídeo
-
Portais de notícias (on line)
29
-
Gráficas
E ainda empresas que possuem departamentos de comunicação e marketing
Bem como os demais veículos presentes nos municípios vizinhos.
Portanto, constata-se que o mercado de trabalho existe efetivamente e está em
constante crescimento. A existência de profissionais com essas características é
importante na implantação de qualquer modelo de desenvolvimento econômico, tanto
na prevenção, quanto na redução dos impactos que a atividade humana provoca no
ambiente.
3.9 Estrutura do Curso e Conteúdo Curricular
3.9.1 Currículo
O curso de Comunicação Social – Publicidade e Propaganda é um conjunto de
princípios e métodos com o objetivo de instruir e formar o aluno na profissão de
Publicitário.
Em conformidade com a IES - estabelece os princípios na formação profissional:
flexibilidade da organização do currículo expressa na possibilidade de componentes
curriculares inclui a formação humanística, conhecimentos de filosofia, economia e
política, e mantém o curso de quatro anos, que contempla a formação técnico-teórica
profissional específica, com enfoque na expressão artística e social e nas relações com
a cultura e a tecnologia e introduz um novo olhar para os problemas de nossa época, e
da nossa região. As implicações sociais e éticas do mundo contemporâneo passam,
necessariamente, pela análise reflexiva do uso da mídia em nossas vidas privadas e
públicas, aferindo como estes transformam nossos modos tradicionais de envio,
recepção e negociação das informações, fundamentais para uma comunicação
eficiente.
É fundado na convicção de que uma compreensão sofisticada e adequada da
comunicação requer uma combinação dos aspectos sociais, artísticos, históricos e
teóricos da comunicação compreendidos em todo o seu processo e é pertinente e
30
inclusivo que contempla o desenvolvimento da comunicação, avalia a repercussão do
uso dos meios de comunicação e suas consequências históricas, sociais, políticas,
econômicas e culturais e ao mesmo tempo dinâmico e atual, com espaço para as
grandes questões do nosso tempo, e que permita ao futuro profissional, familiarizado
com o desenvolvimento, se antecipe às mudanças vindouras.
O embasamento teórico do curso propicia o debate acerca das principais teorias
e perspectivas relativas à comunicação como a matriz fundamental na qual a vida social
e cultural é ordenada. Aqui, enaltecemos o papel essencial da comunicação na criação
e entendimento da identidade e da alteridade, no desenvolvimento e na interpretação
da vida social, na construção, expressão e transmissão de variadas culturas. O
currículo proposto é um estímulo à fundamentação crítica, moral e social da
comunicação — integrada à pesquisa e à extensão — como um elemento estruturante
e regulador das instituições, modulador de decisões pessoais e políticas.
Tendo em vista a preocupação constante em atender ao perfil do egresso é
pautado na avaliação permanente e discussão pelo NDE, e é atualizado com o intuito
de atender a contemporaneidade e ampliar o repertório do aluno. Haja vista os projetos
desenvolvidos pelas disciplinas de Seminários Avançados e Criatividade que buscam,
cada qual dentro dos objetivos das disciplinas um aprofundamento relacionado às
questões ambientais e étnico-raciais. Este perfil é notado também nas temáticas
ofertadas na área de extensão, a exemplo as discussões sobre mídias sociais.
Como resultado das permanentes discussões do NDE a matriz curricular do
curso de Comunicação Social sofreu algumas mudanças desde a sua implementação,
tais como: inclusão de disciplinas optativas; alteração de nomenclatura para possibilitar
maior clareza a respeito do conteúdo estudado, como por exemplo, conteúdos de
Língua Portuguesa e Marketing; concentração de carga horária de disciplinas como
Mídias Digitais, Novas Tecnologias da Comunicação e Criatividade, com o intuito de
desfragmentar esses conteúdos e aprofundar melhor os temas, supressão dos
conteúdos de Seminários Avançados III, IV e V e inserção dos conteúdos de Tópicos
Avançados em Publicidade I e II. Todas as modificações foram cuidadosamente
pensadas para agregar valor a matriz curricular e ampliar os conhecimentos objetivados
ao aluno.
31
No âmbito da pesquisa, os temas que surgem em estudos e posteriormente
direcionam os trabalhos de conclusão de curso.
3.9.2 Componentes curriculares e carga horária
O Curso proposto possui uma carga horária total de 3.680 horas, que estão
distribuídas nos núcleos de conteúdos básicos e específicos, trabalho de conclusão de
curso, estágio supervisionado, cidadania e responsabilidade social e atividades
complementares.
A matriz curricular proposta para o Bacharelado em Comunicação Social –
Publicidade e Propaganda da Faculdade de Presidente Prudente, contendo a
distribuição dos componentes curriculares por semestre letivo, é apresentada a seguir.
3.9.2.1 Matriz Curricular
1O SEMESTRE
Linguagem e Interpretação de Texto
40
Mídias Digitais
80
Introdução a Publicidade e Propaganda
80
Teoria da Comunicação
80
Inglês Técnico
40
Linguagens Audiovisuais
80
PI: Cidadania e Responsabilidade Social
SUBTOTAL
400
2O SEMESTRE
Língua Portuguesa Aplicada à Comunicação
80
Sociologia
40
Filosofia
40
Criatividade e Processos de Criação
80
Novas Tecnologias da Comunicação
80
Espanhol Técnico
40
32
Seminários Avançados I
40
PI: Cidadania e Responsabilidade Social
SUBTOTAL
400
3O SEMESTRE
Oficinas de Redação I
80
Semiótica
80
Gestão de Marketing Estratégico
80
Produção Gráfica
80
Evolução das Artes Visuais
40
Seminários Avançados II
40
PI: Cidadania e Responsabilidade Social
SUBTOTAL
400
O
4 SEMESTRE
Oficinas de Redação II
80
Comunicação Comparada
80
Fotografia
80
Economia
80
Legislação e Ética na Comunicação
40
Empreendedorismo, Criatividade e Inovação
40
PI: Cidadania e Responsabilidade Social
SUBTOTAL
400
O
5 SEMESTRE
Oficinas de Redação III
80
Criação Publicitária I
80
Produção Eletrônica I – Rádio e TV
80
Trade Marketing – Promoção de vendas e Merchandising
40
Mídias
40
Pesquisa de Mercado
40
Disciplina Optativa I
40
PI: Cidadania e Responsabilidade Social
33
Estágio Supervisionado 1 - Comunicação
SUBTOTAL
400
6O SEMESTRE
Criação Publicitária II
80
Planejamento de Campanha I
80
Produção Eletrônica II – Oficina nos Meios Digitais
80
Tópicos Avançados em Publicidade e Propaganda I
80
Administração em PP
40
Disciplina Optativa II
40
PI: Cidadania e Responsabilidade Social
Estágio Supervisionado 2 - Criação
SUBTOTAL
400
O
7 SEMESTRE
Planejamento de Campanha II
80
Comunicação Corporativa Institucional
80
Planejamento de Mídia
80
Produção Eletrônica III – Web Design
40
Criação Publicitária III
40
Projeto Experimental I
80
PI: Cidadania e Responsabilidade Social
Estágio Supervisionado 3 - Produção
SUBTOTAL
400
8O SEMESTRE
Tópicos Avançados em Publicidade e Propaganda II
40
Atendimento e Relacionamento com o cliente
40
Criação e Direção de arte
80
Redação Publicitária
40
Produção Eletrônica IV – Oficina de Produção
80
Projeto Experimental II
120
PI: Cidadania e Responsabilidade Social
34
SUBTOTAL
400
Atividades Complementares
TOTAL DA CARGA HORÁRIA DO CURSO
3400
DISCIPLINAS OPTATIVAS
Libras
Antropologia da Comunicação
Direito a Informação
Ciências Políticas
Comunicação Comunitária
Psicologia do Consumidor
Edição
Fotografia Publicitária
INTEGRALIZAÇÃO FINAL
Disciplinas Obrigatórias
3200
Estágio Supervisionado
300
Atividade Complementar
200
PI: Cidadania e Responsabilidade Social
480
Sub-Total
3280
3.10 Ementa e Bibliografia
1o SEMESTRE
LINGUAGEM E INTERPRETAÇÃO DE TEXTO
Ementa:
Carga horária: 40 h/a
35
Língua, sociedade e cultura. O conceito de gramática e a variação linguística. Produção textual e
adequação de variantes. Trabalhos de escrita.
Bibliografia Básica:
1. CIPRO Neto, Pasquale. Gramática da língua portuguesa. São Paulo: Scipione, 2003.
2. CINTRA, Luis F. L. Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 2001.
3. ANDRADE, M. M. Comunicação em língua portuguesa: normas para elaboração de
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). São Paulo: Atlas, 2009.
Bibliografia Complementar:
1. TEZZA, Cristovão. Prática de texto: para estudantes universitários. Petrópolis: Vozes,
2001.
2. FIORIN, Jose Luiz. Elementos de analise do discurso. São Paulo: Contexto, 2002.
3. INFANTE, Ulisses. 36 lições práticas de gramática. São Paulo: Scipione, 2003.
4. KOCH, Ingedore. Lingüística textual: introdução. São Paulo: Cortez, 2002.
5. MARQUESI, Sueli C. Organização do texto descritivo em língua portuguesa. Petrópolis:
Vozes, 1996.
MÍDIAS DIGITAIS
Carga horária: 80 h/a
Ementa:
Softwares para a execução de trabalhos em computador. Aspectos preliminares de editoração.
Software de edição de texto. Softwares de planilhas, software de Apresentação, software de
Desenho Vetorial e Software de Edição de Imagem.
Bibliografia Básica:
1. WILLIAMS, Robin. Design para Quem Não é Designer. São Paulo: Callis, 2006.
2. LEÃO, Lúcia. O labirinto da hipermídia: arquitetura e navegação no ciberespaço. São
Paulo: Iluminuras, 1999/2001.
3. ADOBE CREATIVE. CS4 Bookman Editoria, 2010
Bibliografia Complementar:
1. CONCI, Aura. Computação grafica. Rio de Janeiro: Campus, 2008
36
2. PAULA Filho, Wilson de Pádua. Multimídia: conceitos e aplicações. 2.ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2001
3. SILVA, R. S. Diagramação: o planejamento visual gráfico na comunicação impressa. São
Paulo: Summus, 1999.
4. HURLBURT, Allen. Layout: O design da página impressa. São Paulo: Nobel, 2002.
5. LÉVY, Pierre. Cibercultura. Rio de Janeiro: 34, 1999.
INTRODUÇÃO A PUBLICIDADE E PROPAGANDA
Carga horária: 80 h/a
TEORIA DA COMUNICAÇÃO
Carga horária: 80 h/a
Ementa:
Teorias da comunicação e as correntes teóricas; o enfoque filosófico-histórico, social e crítico
da ciência, processos midiáticos e semióticos. Os meios de comunicação na modernidade:
aspectos políticos, econômicos e tecnológicos. Comunicação e sociedade contemporânea.
Comunicação e cultura de massa. A relação entre meios de comunicação e a globalização.
Bibliografia Básica:
1. ADORNO, T. Teoria da cultura de massa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978.
2. BERLO, David K. O processo de comunicação. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
3. BOUGNOUX, Daniel. Introdução as ciências da informação e da comunicação. Petrópolis:
Vozes, 1994.
Bibliografia Complementar:
1. COHN, Gabriel. Comunicação e industrial cultural. Companhia Editora Nacional. São
Paulo, 1978.
2. GOMES, Pedro Gilberto. Tópicos da teoria da comunicação. São Leopoldo: Unisinos,
1995.
3. MATTELART, Armand. A Comunicação – Mundo. Petrópolis. Vozes, 1996.
37
4. MATTELART, Armando. História das teorias da comunicação. São Paulo: Loyola, 1999.
5. MORAES, Denis de. Globalização, Mídia e Cultura Contemporânea. Campo Grande.
Letra Livre, 1997.
INGLÊS TÉCNICO
Carga horária: 40 h/a
Ementa:
A língua inglesa e as técnicas de comunicação. Revisão de textos em língua inglesa.
Bibliografia Básica:
1. LIMA, D. Gramática de uso da língua inglesa. São Paulo: Campus,
2. SOUZA, A. G. F. Leitura em lingua inglesa. São Paulo: Disal, 2005
3. MUNHOZ, R. Ingles instrumental: estratégias de leitura, modulo I. São Paulo: Textonovo,
2004
Bibliografia Complementar:
1. SWAN, Michael. Practical english usage. Oxford: OUP, 2003.
2. MUNHOZ, R. Ingles instrumental: estratégias de leitura, modulo I. São Paulo: Textonovo,
2004
3. MURPHY, Raymond. Essencial grammar in use. Cambridge: CUP, 2002.
4. MURPHY, Raymond. English grammar in use. Cambridge: CUP, 2003.
5. PARKER, J. Password: english dictionary for speakers of portuguese. São Paulo: Martins
Fontes, 2005
LINGUAGENS AUDIOVISUAIS
Carga horária: 80 h/a
Ementa:
Modos operacionais dos elementos constituintes da linguagem audiovisual, novas
possibilidades de geração de sentido nos meios televisuais e videográfico. Crítica de obras da
ficção e não ficção, procedimentos criativos e expressivos que permeiam o código audiovisual.
Bibliografia Básica:
38
1. LAGE, N. Linguagem jornalistica. São Paulo: Ática, 2002
2. MACHADO, Arlindo. A Televisão Levada a Sério. São Paulo: SENAC, 2000.
3. McLEISH, Robert. Produção de Radio. São Paulo: Summus, 2001.
Bibliografia Complementar:
1. RODRIGUES, Chris. O Cinema e a Produção. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.
2.
3.
4.
5.
CALAZANS, Flávio. Propaganda subliminar multimídia. São Paulo: Summus, 2006.
FLUSSER, Vilém. Filosofia da caixa preta. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2002.
LEAL FILHO, Laurindo. A melhor TV do Mundo. São Paulo: ed. Summus,1997.
TEIXEIRA, Francisco Elinaldo (org.). Documentário no Brasil. São Paulo: Summus, 2004.
2o SEMESTRE
LINGUA PORTUGUESA APLICADA À COMUNICAÇÃO
Carga horária: 80 h/a
Ementa:
Gramática descritiva, gramática normativa e os processos de Comunicação Social. Produção
textual: coesão, operadores argumentativos, referências pronominais. Tipologia do discurso;
narração, descrição e dissertação.
Bibliografia Básica:
1. MEDEIROS, J. B. Portugues instrumental. São Paulo: Atlas, 2010
2. ANDRADE, M. M. Comunicação em lingua portuguesa. São Paulo: Atlas, 2009
3. BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas da comunicação escrita. São Paulo: Ática, 2005.
Bibliografia Complementar:
1.
2.
3.
4.
KOCH, I.; TRAVAGLIA, L. C. A coerência textual. São Paulo: Contexto, 2001.
MARTINS, Jorge S. Redação Publicitária: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2008.
BARTHES, R. Elementos de semiologia. São Paulo: Cultrix, 2003.
ANDRADE, Maria Margarida; HENRIQUES, A. Língua Portuguesa: noções básicas para
cursos superiores. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1994.
5. KOCH, I. A inter-ação pela linguagem. São Paulo: Contexto, 2000.
39
SOCIOLOGIA
Carga horária: 40 h/a
Ementa:
Teorias sociológicas. Análise critica da sociedade e ideologias, estrutura, classes e mudança
social. Influência da comunicação na sociedade e mudanças nas culturas em função dos meios
de comunicação. Sociologia e ciência (conceitos e fundamento). Indústria cultural, comunicação
de massa, mediações entre mídia e sociedade, imaginário social.
Bibliografia Básica:
1. MARTINS, C. B. O que é sociologia. São Paulo: Brasiliense, 2002
2. BRYM, R. J. [et al.] Sociologia: sua bussola para um novo mundo. São Paulo: Cengage,
2010
3. BERGER, P. L. A construção social da realidade. Petropolis: Vozes, 2005
Bibliografia Complementar:
1. DIAS, R. Introdução à sociologia. São Paulo: Pearson, 2010
2. SANTOS, B. S. A globalização e as ciencias sociais. São Paulo: Cortez, 2002
3. SERVA, L. Babel: a midia antes do diluvio dos ultimos tempos. São Paulo: Mandarin,
1997
4. GOHN, M. G. Teoria dos movimentos sociais. Rio de Janeiro: Loyola, 2008.
5. ADORNO, T. Teoria da cultura de massa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2000
FILOSOFIA
Carga horária: 40 h/a
Ementa:
A origem e a importância da filosofia. Mito e mídia. A verdade e a crítica da verdade. Filosofia e
comunicação. A crítica da Escola de Frankfurt; a comunidade de comunicação ideal, real e de
vida.
Bibliografia Básica:
1. CHAUÍ, Marilena. Convite a filosofia. São Paulo: Ática, 2009
2. ARANHA, M. L. A. Filosofando. São Paulo: Moderna, 2009
3. HABERMAS, Jurgen. O discurso filosófico da modernidade. São Paulo: Martins Fontes,
2002.
40
Bibliografia Complementar:
1. COPI, I. M. Introdução à lógica. São Paulo: Mestre Jou, 1979.
2. CHAUÍ, Marilena. Introdução à história da filosofia: dos pré-socráticos à Aristóteles. São
Paulo: Brasiliense, 2002.
3. POPPER, K. A logica da pesquisa cientifica. São Paulo: Cultrix, 2003
4. MARIAS, Julian. História da filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
5. AROUX, S. A filosofia da linguagem. Campinas: Unicamp, 2001.
CRIATIVIDADE E PROCESSOS DE CRIAÇÃO
Carga horária: 80 h/a
Ementa:
Criatividade: conceitos, características e técnicas, adequação à comunicação e seus diversos
veículos.
Bibliografia Básica:
1. PREDEBOM, José. Criatividade: abrindo o lado inovador da mente. São Paulo: Atlas,
2004.
2. BARRETO, R. M. Criatividade em propaganda. São Paulo: Summus, 2004.
3. DONDIS, Donis A. Sintaxe da Linguagem Visual São Paulo: Martins Fontes, 1997.
Bibliografia Complementar:
1.
2.
3.
4.
5.
MUNARI, Bruno. Das Coisas Nascem Coisas. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
OSTROWER, Fayaga. Criatividade e processos de criação. Petrópolis: Vozes, 2003.
ARNHEIM, R. Arte e percepção visual. São Paulo: Pioneira, 2010
CLEGG, Brian; Paul Birch. Criatividade. São Paulo: Makron Books, 2000
CESAR, Newton Direção de arte em propaganda São Paulo, Futura, 2000.
NOVAS TECNOLOGIAS DA COMUNICAÇÃO
Carga horária: 80 h/a
Ementa:
A evolução da comunicação. A relação comunicação/técnica. Meios de comunicação e avanço
41
tecnológico. Sociedade tecnológica e as Redes de Comunicação (Internet): da escassez à fartura
de dados. A repercussão das novas tecnologias aplicadas à comunicação. A cibercultura e a
virtualização do social. Processos de sociabilidade no ciberespaço: comunidades virtuais.
Bibliografia Básica:
1. LÉVY, Pierre. Cibercultura. Rio de Janeiro: 34, 1999.
2. DIZARD JÚNIOR, Wilson. A nova mídia: a comunicação de massa na era da informação.
2a ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2000.
3. STRAUBHAAR, Joseph. Comunicação, Mídia e tecnologia. São Paulo: PioneiraThomson
Learning, 2004.
Bibliografia Complementar:
1. COSTA, R. da. A cultura digital. São Paulo: Publifolha, 2002.
2. LESLY, P. Os fundamentos da relações publicas e da comunicação. São Paulo: Pioneira,
1995
3. LEÃO, Lúcia. O labirinto da hipermídia: arquitetura e navegação no ciberespaço. São
Paulo: Iluminuras, 1999/2001.
4. LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da
informática. Rio de Janeiro: ED. 34, 1993.
5. NEGROPONTE, N. A vida digital. São Paulo: Cia das Letras, 1995.
ESPANHOL
Carga horária: 40 h/a
Ementa:
Principais estruturas gramaticais e idiomáticas da língua espanhola na fala e na escrita com
textos voltados para o jornalismo.
Bibliografia Básica:
1. RAMÓN, Sarmiento y Aquilino S. Gramática Básica del Español.
Espanhol/português. Michaelis, 1992.
2. MATTE BON, Gramatica comunicativa del espanhol, v. I. São Paulo: Edelsa, 2005
3. HERNANDES, J. Espanol sin fronteras: v. 1. São Paulo: Scipione, 2002
Bibliografia Complementar:
SGEL.
42
1. SEÑAS: diccionario para la enseñanza de la lengua española para brasileños. São Paulo:
Martins Fontes, 2002
2. CASTRO, F. Uso de la gramatica espanola. São Paulo: Edelsa, 2005
3. SANTILLANA. Gramatica espanola. São Paulo; Moderna, 2003
4. HERMOSO, A Gonzáles. Gramática de español en lengua extranjera. Edelsa/Edi 6.
Madrid, 1992.
5. CIRERA, M. Manual de dudas e dificuldades de la lengua espanola. Barcelona, Veron,
1998
SEMINÁRIOS AVANÇADOS I
Carga horária: 40 h/a
Ementa:
Reflexão crítica da realidade local e do contexto global, e interdisciplinaridade. A disciplina está
organizada a partir de três projetos: - Projeto Debate Cultural envolvendo artes, esportes,
indústria cultural e outros aspectos pertinentes do cotidiano cultural. - Projeto Aprofundando
o Conhecimento reflexão crítica e debate de temas emergentes na área social, política,
histórica e econômica. - Projeto Inserção na Comunidade, pesquisa de temas regionais e
intervenção social.
Bibliografia Básica:
1. CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 2000.
2. ARANHA, M. L. A. Filosofando. São Paulo: Moderna, 2009.
3. DIMENSTEIN, Gilberto. O cidadão de papel: a infância, a adolescência e os Direitos
Humanos no Brasil. 18.ed. São Paulo: Ática, 1999.
Bibliografia Complementar:
1. PINSKY, J. Historia da cidadania. São Paulo: Contexto, 2003.
2. MARIAS, J. Historia da filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 2004
3. VAZ, Henrique C. L. Escritos de filosofia: introdução à ética filosófica. Belo Horizonte,
2000.
4. MELO, J. M. Historia do pensamento comunicacional. São Paulo: Paulus, 2003
5. GOHN, M. G. Teoria dos movimentos sociais. Rio de Janeiro: Loyola, 2008
3o SEMESTRE
43
SEMINÁRIOS AVANÇADOS II
Carga horária: 40 h/a
Ementa:
Reflexão crítica da realidade local, do contexto global e interdisciplinaridade. Disciplina
organizada a partir de três projetos: Projeto Debate Cultural envolvendo artes, esportes,
indústria cultural e outros aspectos pertinentes do cotidiano cultural. Projeto Aprofundando o
Conhecimento reflexão crítica sobre temas emergentes na área social, política, histórica e
econômica. Projeto Inserção na Comunidade, pesquisa de temas regionais e intervenção social.
Bibliografia Básica:
4. CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 2000.
5. ARANHA, M. L. A. Filosofando. São Paulo: Moderna, 2009.
6. DIMENSTEIN, Gilberto. O cidadão de papel: a infância, a adolescência e os Direitos
Humanos no Brasil. 18.ed. São Paulo: Ática, 1999.
Bibliografia Complementar:
6. PINSKY, J. Historia da cidadania. São Paulo: Contexto, 2003.
7. MARIAS, J. Historia da filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 2004
8. VAZ, Henrique C. L. Escritos de filosofia: introdução à ética filosófica. Belo Horizonte,
2000.
9. MELO, J. M. Historia do pensamento comunicacional. São Paulo: Paulus, 2003
10. GOHN, M. G. Teoria dos movimentos sociais. Rio de Janeiro: Loyola, 2008
OFICINA DE REDAÇÃO I
Carga horária: 80 h/a
Ementa:
Texto e Discurso. Estratégias discursivas, relações entre enunciador e enunciatário.
Argumentação. Produção textual – Aspectos da gramática normativa.
Bibliografia Básica:
1. LAGE, Nílson. Linguagem jornalística. 8.ed.São Paulo: Ática, 2007.
2. GARCIA, Othon Moacir. Comunicação em prosa moderna. 15.ed. Rio de Janeiro: FVG,
1992.
3. INFANTE, Ulisses. Do texto ao texto: curso prático de leitura e redação. São Paulo:
Scipione, 2001.
44
Bibliografia Complementar:
1. FIORIN, José Luiz e SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação.
São Paulo:Ática, 1999.
2. FARACO, Carlos Alberto e TEZZA, Cristóvão. Prática de texto: para estudantes
universitários. 10.ed. Petrópolis: Vozes, 1992.
3. CARVALHO, NELLY. Publicidade: a linguagem da sedução. 3.ed. São Paulo: Contexto,
2007.
4. INFANTE, Ulisses. Curso de gramática aplicada aos textos. São Paulo: Scipione, 1998.
5. KOCH, I.; TRAVAGLIA, L. C. A coerência textual. São Paulo: Contexto, 1993.
SEMIÓTICA
Carga horária: 80 h/a
Ementa:
O horizonte histórico do campo das semióticas. As concepções antropológicas da semiótica.
Semiótica e Semiologia. Teorias do signo. Referência, expressão e significação. Expressão e
conteúdo. A semiótica narrativa. Interpretação das estruturas narrativas. Estruturalismo,
formalismo e pragmatismo. Significação das narrativas audiovisuais. Pragmática da
comunicação.
Bibliografia Básica:
1. MARCONDES Filho, C. O espelho e a mascara: o enigma da comunicação no caminho do
meio. Ijui: Unijui, 2002.
2. SANTAELLA, Lúcia . O que é semiótica. São Paulo: Brasiliense, 1983.
3. FERREIRA, W. R. O caos semiótico. Rio de Janeiro: Terra, 1997
Bibliografia Complementar:
1.
2.
3.
4.
5.
BARROS, D. L. P. Teoria semiótica do texto. São Paulo: Atica, 2002
ECO, Umberto. Tratado geral de Semiótica. 2.ed., São Paulo: Perspectiva,1991.
SANTAELLA, Lucia. Semiótica Aplicada. São Paulo: Pioneira Thomson Learning,2002
TREVIZAN, Zizi. O Leitor e o diálogo dos signos. 2.ed., São Paulo: Clíper, 2002.
SANTAELLA, Lucia. Imagem: cognição, semiótica, mídia. São Paulo: Iluminuras, 2001.
45
GESTÃO DE MARKETING ESTRATÉGICO
Carga horária: 80 h/a
Ementa:
Conceitos e fundamentos do Planejamento Estratégico de MKT. Estratégias Competitivas.
Variáveis estratégicas: Diferenciação e liderança no custo total. Enfoque. Segmentação e
Posicionamento. Demandas e Ambiente de Marketing. Análise de ameaças e oportunidades.
Bibliografia Básica:
1. KOTLER, Philip, KELLER, Kevin. Administração de Marketing. São Paulo: Pearson, 2006.
2. KOTLER, Philip; ARMSTRONG, G. Princípios de Marketing. 12a ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2007.
3. DUALIBI. Roberto. Criatividade e Marketing. São Paulo: McGraw-Hill, 1990.
Bibliografia Complementar:
1. SOLOMON, Michael R. O comportamento do consumidor: comprando, possuindo e
sendo. 5 ed. – Porto Alegre: Bookman, 2002.
2. GRACIOSO, Francisco. Marketing: Sucesso em 5 Movimentos. São Paulo: Atlas 2000.
3. CHURCHILL Jr., Gilbert A. Marketing - Criando Valor Para Os Clientes 10º ed. São Paulo:
Saraiva 2000.
4. KATABE, M.; HELSEN, K. Administração de Marketing Global. São Paulo: Atlas 2000.
5. LEVITT, Theodore. A Imaginação do Marketing São Paulo: Atlas 2001.
PRODUÇÃO GRÁFICA
Carga horária: 80 h/a
Ementa:
Introdução teórica e prática da programação visual gráfica: desenho gráfico, tipologia e cor;
veículos e meios; produção e tecnologias; implicações e perspectivas; campo de aplicação.
Características e aspectos gráficos. Qualidade. Funções, usos e atributos. Suportes. Papéis. Cor.
Impressões. Acabamento. Processos da criação à realização, viabilidade e execução de peças
gráficas.
Bibliografia Básica:
1. WILLIAMS, Robin. Design para Quem Não é Designer. São Paulo: Callis, 2006.
46
2. BAER, Lorenzo. Produção Gráfica. São Paulo: Editora SENAC, 2001.
3. GOMES FILHO, João. Gestalt do Objeto: sistema de leitura visual da forma. São Paulo:
Escrituras Editora, 2000.
Bibliografia Complementar:
1. STRUNCK, G. L. T. L. Como criar identidades visuais para marcas de sucesso: Um guia
sobre o marketing das marcas e como representar graficamente seus valores. Rio de
Janeiro: Rio Books, 2001.
2. COLLARO, A. C. Projeto grafico: teoria e pratica da diagramação. São Paulo: Summus,
2006
3. HURLBURT, Allen. Layout: O design da página impressa. São Paulo: Nobel, 2002.
4. SILVA, J. A. M. Como planejar e produzir um projeto gráfico. Rio de Janeiro: Ediouro,
2000.
5. SILVA, R. S. Diagramação: o planejamento visual gráfico na comunicação impressa. São
Paulo: Summus, 1999.
EVOLUÇÃO DAS ARTES VISUAIS
Carga horária: 40 h/a
Ementa:
Estudo dos fatores que explicam o fenômeno da expressão e da comunicação. A linguagem
conceitual e os códigos expressivos. A arte como conhecimento e elemento educacional.
Bibliografia Básica:
1. ARNHEIM, R. Arte e percepção visual: uma psicologia da visão criadora. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2005. 503 p.
2. BERGER, J. Modos de ver. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. 166 p.
3. CARDOSO, R. O design brasileiro antes do design. São Paulo: Cosac Naify, 2005. 360 p.
Bibliografia Complementar:
1.
2.
3.
4.
5.
GOMBRICH, E. H. A história da arte. Rio de Janeiro: LTC, 1995. 688p.
HURLBURT, A. Layout: o design da página impressa.São Paulo: Nobel, 2002. 159 p.
TODOROV, T. Teorias do simbolo. Campinas: Papirus, 1996.
AGRA, L. Historia da arte no século XX. Rio de Janeiro: Anhembi Morumbi, 2004.
GRAÇA, P. Historia da arte. São Paulo: Ática, 2003
47
4º SEMESTRE
OFICINAS DE REDAÇÃO II
Carga horária: 80 h/a
Ementa:
Tematização e figurativização. O discurso publicitário e as variantes linguísticas.
Bibliografia Básica:
1. MARTINS, E. Manual de redação e estilo: O Estado de São Paulo. São Paulo: OESP, 2011
2. LAGE, Nilson. Linguagem jornalística. 8.ed.São Paulo: Ática, 2007.
3. INFANTE, Ulisses. Do texto ao texto: curso prático de leitura e redação. São Paulo:
Scipione, 2001.
Bibliografia Complementar:
1.
2.
3.
4.
5.
LAGE, Nilson. Teoria e técnica do texto jornalístico. São Paulo: Campus, 2005.
MARTINS, Z. Redação publicitaria. São Paulo: Atlas, 2003
SANDMAN, Antônio José. A linguagem da propaganda. 9.ed. São Paulo: Contexto, 2007.
CHARADEAU, Patrick. Discurso das mídias. São Paulo: Contexto, 2006.
FARACO, Carlos Alberto e Tezza, Cristóvão. Prática de textos para estudantes
universitários. 10.ed. Petrópolis: Vozes, 1992
COMUNICAÇÃO COMPARADA
Carga horária: 80 h/a
Ementa:
Processos sociais e culturais da comunicação. Meios de produção e circulação de mensagens.
Consciência crítica sobre informação e conhecimento. Relações Públicas, Publicidade e
Jornalismo no processo de desenvolvimento da comunicação. Produção, circulação e consumo
de mensagens e o controle da informação.
Bibliografia Básica:
1. LIMA, Eduardo Pereira. Páginas Ampliadas. Barueri, SP: Manole, 2004.
2. BARROS FILHO, Clovis de. Ética na comunicação. São Paulo: Moderna, 1995.
3. ORTIZ, Renato. Mundialização e cultura. São Paulo:Brasiliense, 1996
48
Bibliografia Complementar:
1. WOLF, Mauro. Teorias das comunicações de massa. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
2. GIACOMINI Filho, G. Consumidor versus propaganda. São Paulo: Summus, 2008
3. SODRÉ, Muniz. Reinventando a Cultura:a Comunicação e seus Produtos.
Petrópolis:Vozes,1996.
4. THOMPSON, John B. A Mídia e a Modernidade: uma Teoria Social da Mídia. Petrópolis:
Vozes,1998
5. SANTAELLA, Lúcia. Cultura das mídias. São Paulo:Razão Social, 1992.
FOTOGRAFIA
Carga horária: 80 h/a
Ementa:
História da fotografia. Suportes e processos fotográficos e implicações estéticas. A fotografia no
Brasil. Os principais fotógrafos do século XIX e começo do século XX. Fotografia Digital.
Produção e edição de imagens.
Bibliografia Básica:
1. HEDGECOE, John. O novo manual de fotografia: guia completo para todos os formatos.
São Paulo: Editora SENAC, 2006.
2. MARTINS, José S.Sociologia da Fotografia e da Imagem. Contexto, 2008.
3. ROUILLE, André. A Fotografia. Editora Senac 2009.
Bibliografia Complementar:
1.
2.
3.
4.
5.
SILVA, Carlos Alberto da. Foto jornalismo. São Paulo: Folha de São Paulo, sem data.
AGÊNCIA Keystone .Exceptional Stock photography. São Paulo: Keystone, sem data.
TALENTO Eventhos. Talento 10. São Paulo:Editora Talento, sem data.
TIBURI, Marica. Diálogo-Fotografia, SENAC, 2012.
SONTAGE, Susan. Sobre a Fotografia. Cia das Letras. 2006.
ECONOMIA
Carga horária: 80 h/a
Noções básicas de economia. Problemas econômicos centrais. Dilemas de escolha. Introdução à
microeconomia: demanda oferta e equilíbrio de mercado. Introdução à macroeconomia: metas
e políticas macroeconômicas e sua influência no sistema econômico.
Bibliografia Básica:
49
1. VASCONCELLOS, Marco A. S. Fundamentos de economia. São Paulo: Saraiva, 2004.
2. MANKIW, N GREGORY. Introdução à economia: princípios de micro e macroeconomia.
Rio de janeiro: Campus, 2002.
3. ROSSETI, José Paschoal. Introdução à economia. São Paulo: Atlas, 20.ed, 2003.
Bibliografia Complementar:
1. Stiglitz, Joseph E., WALSH, Carl E. Introdução à Microeconomia. Rio de Janeiro:
Campus, 2003
2. CRAWFORD, R. Na era do capital humano. São Paulo: Atlas, 1994.
3. FRANCO Jr., H.; CHACON, P.P. História econômica geral. São Paulo: Atlas, 1996.
4. LOPES, J.C., ROSSETTI, J.P. Economia monetária. São Paulo: Atlas, 1998.
5. GREMAUD, Amaury P. Economia brasileira contemporânea. São Paulo: Atlas, 2002.
LEGISLAÇÃO E ÉTICA NA COMUNICAÇÃO
Carga horária: 40 h/a
Ementa:
O direito à informação. Leis que regem a imprensa. Regulamentação profissional. Conceitos de
verdade. Ética profissional. Ética; Deontologia; Moral; Valores; Atividade Publicitária; Código de
Auto-regulamentação Publicitária; Código de Defesa do Consumidor; Lei dos Direitos Autorais.
Aspectos éticos e jurídicos que regem a atividade publicitária
Bibliografia Básica:
1. ANDRÉ, Alberto. Ética e códigos da Comunicação Social. Porto Alegre: Sagra, 1994
2. VÁSQUEZ, Adolfo Sánchez Ética. RJ: Civilização Brasileira, 1999.
3. COSTA, Jurandir Freire. A ética e o espelho da cultura. 2. Ed. Rio de Janeiro: Rocco, 1995
Bibliografia Complementar:
1.
2.
3.
4.
5.
GIACOMINI FILHO, Gino. Consumidor Versus Propaganda. 4.ed.,São Paulo:Summus 1991
DUPAS, Gilberto. Ética e poder na sociedade da informação. São Paulo: UNESP 2000
COSTELLA, A. F. Legislação da comunicação social. Campos do Jordão: Mantiqueira, 2002
KARAN, F. J. Jornalismo, ética e liberdade. São Paulo: Summus, 1997
BERTRAND, Claude-Jean. A deontologia da mídia. Bauru: EDUSC, 1999.
EMPREENDEDORISMO, CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO
Carga horária: 40 h/a
Ementa:
Introdução ao empreendedorismo e inovação. Oportunidade de negócios. Características do
50
perfil empreendedor. Inovação. Perfil inovador. Plano de negócios.
Bibliografia Básica:
1. PREDEBOM, José. Criatividade: abrindo o lado inovador da mente. São Paulo: Atlas,
2004.
2. CHIAVENATO, Idalberto & SANTOS, Jussara PEREIRA . Empreendedorismo: Dando Asas
Ao Espírito Empreendedor. São Paulo: Editora Saraiva, 2004
3. DUALIBI. Roberto. Criatividade e Marketing. São Paulo: McGraw-Hill, 1990.
Bibliografia Complementar:
1. HISRICH, Robert D. Empreendedorismo. São Paulo: Bookman, 2004.
2. CLEGG, Brian; Paul Birch. Criatividade. São Paulo: Makron Books, 2000
3. BERNARDI, Luiz Antônio. Manual de Empreendedorismo e Gestão. São Paulo: Atlas,
2002.
4. LEVITT, Theodore. A Imaginação do Marketing São Paulo: Atlas 2001.
5. GRACIOSO, Francisco. Marketing: Sucesso em 5 Movimentos. São Paulo: Atlas 2000.
5º SEMESTRE
OFICINA DE REDAÇÃO III – REDAÇÃO PUBLICITÁRIA
Carga horária: 80 h/a
Ementa:
Redação e adequação da língua portuguesa ao texto publicitário. Redação texto/imagem,
desenvolvimento e aplicação de técnicas, estilos e elementos da linguagem publicitária. Oficina
de criação de peças publicitárias impressas e audiovisuais.
Bibliografia Básica:
1. CARRASCOZA, João Anzanello. Redação Publicitária: estudos sobre a retórica do
consumo. São Paulo: Futura, 2003.
2. ABREU, Antônio Suarez. Curso de Redação. 3ª. Ed., São Paulo, Atica, 1991.
3. HOFF, Tânia & GABRIELLI, Lourdes. Redação Publicitária para cursos de Comunicação,
Publicidade e Propaganda. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
Bibliografia Complementar:
1. FIGUEIREDO, Celso. Redação Publicitária – sedução pela palavra. São Paulo: Pioneira
Thomson, 2005.
2. COSTA VAL, Maria da Graça. Redação e textualidade.São Paulo, Martins Fontes, 1999.
3. VESTERGAARD, Torben, SCHODER, Kim. A linguagem da propaganda. São Paulo: Ed.
51
Martins Fontes, 1996.
4. VIEIRA, Stalimir. Raciocínio Criativo na Publicidade. 4ª ed. São Paulo: Edições Loyola,
2004.
5. BUCCI, Eugênio (Org.). TV aos 50: criticando a televisão brasileira no seu cinqüentenário.
São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2003. 201 p
CRIAÇÃO PUBLICITÁRIA I
Carga horária: 80 h/a
Ementa:
Noções básicas de criação na atividade publicitária. Princípios de criação e planejamento
textual e gráfico nas diversas áreas de propaganda. Arquitetura da informação. Conceitos e
metodologias para a construção de textos, layouts, confecção de rough e diagramação de peças
gráficas publicitárias. Criação visual para mídia impressa.
Bibliografia Básica:
1. BARRETO, Roberto Menna. Criatividade em propaganda. São Paulo: Summus, 1982.
2. BIGAL, Solange. Que é criação publicitária ou o estético na publicidade. 2ª ed. São Paulo:
Nobel, 1999
3. LADEIRA,Julieata de Godoy.Contato imediato com criação de propaganda.São Paulo:
Global,1987
Bibliografia Complementar:
1. TOSCANI, Oliviero. Publicidade é um cadáver que nos sorri. 4ª ed. São Paulo: Ediouro,
2000
2. RIBEIRO, Julio etal. Tudo o que você queria saber sobre propaganda e ninguém teve
paciência para explicar. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 1995.
3. SANDMANN, Antônio José. A linguagem da propaganda. São Paulo: Contexto, 1993.
4. SANT´ANNA, Armando. Propaganda: Teoria, Técnica e Prática. 7ª ed. São Paulo:
Pioneira, 1998.
5. CARRASCOZA, João Anzanello. Razão e sensibilidade no texto publicitário. São Paulo:
Futura, 2004.
PESQUISA DE MERCADO
Carga horária: 40 h/a
52
Ementa:
Objetivos da pesquisa de mercado. Métodos básicos de coleta de dados. O processo de pesquisa. Segmentação de
mercado; mercados testes. Tipos, características e uso das pesquisas de mercado. Aplicações selecionadas de
pesquisa mercadológica: pesquisa de motivação, pesquisa sobre propaganda e pesquisa de produto.
Bibliografia Básica:
1.
2.
3.
AAKER, David A.; DAY, George S.; KUMAR, Vinay. Pesquisa de marketing. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2001
MALHOTRA, Naresh K. Pesquisa de marketing: Uma orientação aplicada. 3. ed. Porto Alegre: Bookman,
2001
SAMARA, Beatriz Santos; BARROS, José Carlos de. Pesquisa de marketing: conceitos e metodologia. 2. ed.
São Paulo: Makron, 1997.
Bibliografia Complementar:
1.
2.
3.
4.
5.
SAMARA, Beatriz Santos; MORSCH, Marco Aurélio. Comportamento do consumidor: conceitos e casos. 1.
ed. São Paulo: Pearson, 2005.
COTRIN, Sérgio Q. Pesquisa de propaganda. 2.ed. São Paulo: Global, 1996.
MATTAR, Fauze Najib. Pesquisa de marketing. v.1 e v.2 São Paulo: Atlas, 1993.
RUTTER, Marina; ABREU, Sertorio Augusto de. Pesquisa de mercado. 2. ed. São Paulo: Ática, 1994.
CAPRA, F. A Teia da Vida. São Paulo: Cultrix, 1996
PRODUÇÃO ELETRÔNICA I - RÁDIO E TV
Carga horária: 80 h/a
Ementa:
A articulação das etapas de produção em rádio e televisão. Estratégias organizacionais para a
realização de programas de rádio e televisão. Leitura técnica de roteiro. Decupagem de roteiro.
A estruturação lógica do roteiro através da continuidade.
Bibliografia Básica:
1. SILVA, Julia Albano. Radio oralidade Mediatizada – O spot e os elementos publicitarios.
Ed. Anna Blume.
2. FERRARETTO, Luiz Artur. Radio. O veiculo, a historia e a tecnica. Porto alegre. Ed .Sagra Luzzatto.
3. ORTRIWANO, Gisela Swetlana. Informação no rádio: os grupos de poder e a determinação dos conteúdos. 4.
ed. São Paulo: Summus, 1985.
Bibliografia Complementar:
1. BARRETO, Roberto Menna. Criatividade em propaganda. 10. ed. São Paulo: Summus, 1982.
2. BERLO, David Kenneth. Processo da comunicação: introdução à teoria e prática. 9. ed. São Paulo: Martins
Fontes, 1999
3. CALAZANS, Flavio Marcio de Alcantara. Propaganda subliminar multimídia. 5. ed. São Paulo: Summus, 1992.
4. DANIEL FILHO. O Circo Eletrônico: fazendo TV no Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.,
53
2001.
5. NACHMANOVITCH, Stephen. Ser criativo - O poder da improvisação na vida e na arte.
São Paulo, Summus. Editorial, 1994.
MÍDIA
Carga horária: 40 h/a
Ementa:
Histórico e conceitos gerais de mídia. Organização das agências e do departamento de Mídia.
Estudo dos meios: mídia digital, NTC e convergência dos meios. Jornal, revista, outdoor, rádio,
cinema e TV. A influência do marketing no plano de mídia. Objetivos de marketing, de
campanha e de mídia. Verba, cobertura, "timming" e "mix" de mídia. Público-alvo ("target"). As
mídias e sua adequação aos produtos. As especificidades das diferentes mídias.
Desenvolvimento das mídias e os fornecedores de produtos. As estratégias e táticas de mídia.
Bibliografia Básica:
1. TAHARA, Mizuho. Contato Imediato com Mídia. São Pulo: Global, 1986.
2. TAMANAHA, Paulo. Planejamento de Mídia. São Paulo: Prentice Hall, 2006.
3. GOODRICH, William B; SISSORS, Jack Z. Praticando o Planejamento de Mídia.São Paulo:
Nobel, 2001.
Bibliografia Complementar:
1. RIBEIRO, Júlio, BENETTI, Edílson et alli. Tudo que Você Queria Saber Sobre Propaganda e
Ninguém Teve Paciência para Explicar . 3 ed. São Paulo: Atlas,1989.
2. SAMPAIO, Rafael. Propaganda de A a Z. 5 ed. Rio de Janeiro: Ed.Campus, 1999.
3. SANT’ANNA, Armando. Propaganda, Teoria, Técnica e Prática. 7 ed. São
Paulo:Ed.Pioneira, 1998.
4. FERREIRA, Izacyl Guimarães, FURGLER, Neyza Bravo Mendes. Dicionário Brasileiro de
Mídia. 2 ed. São Paulo: Mercado Global, 1996
5. SODRÉ, Muniz. Reinventando a cultura. A comunicação e seus produtos. Petrópolis,
Vozes, 2001
TRADE MARKETING – PROMOÇÃO DE VENDAS E MERCHANDISING
Carga horária: 40 h/a
Ementa:
Técnicas de vendas. Montagem do SIV (Sistema de Informações de Vendas).Planejamento da
54
pré-venda, da venda e da pós-venda. Promoção de vendas e merchandising Conceitos. Canais
de promoção. Técnicas, meios, recursos e instrumentos da promoção de vendas. Setores da
Promoção. Planejamento promocional. Eventos. Legislação em promoção de vendas.
Vitrinismo. Estudos de casos.
Bibliografia Básica:
1. FERRACCIÙ, João De Simoni Soderini. Promoção de Vendas: na teoria e na prática. São
Paulo: MakronBooks, 1997 (NOVO)
2. COBRA, Marcos. Administração de MKT. São Paulo: Atlas, 1992.
3. SANT'ANNA, Armando. Teoria, Técnica e Prática da Propaganda. 3º ed. São Paulo:
Pioneira 1981.
Bibliografia Complementar:
1. ZENONE, Luiz Cláudio; BUAIRIDE, Ana Maria R. Marketing da promoção e
merchandising: conceitos e estratégias para ações bem-sucedidas. São Paulo: Pioneira
2. KOTLER, Philip. Marketing para o século XXI. São Paulo: Futura, 2000.
3. COSTA, Antonio Roque; TALARICO, Edison de G. Marketing promocional: descobrindo os
segredos do mercado. São Paulo: Atlas, 1996
4. SILVA, Joaquim Caldeira da. Merchandising no varejo de bens de consumo. São Paulo:
Atlas, 1990.
5. KOTLER, Philip. Marketing para o século XXI. São Paulo: Futura, 2000.
OPTATIVA I
Carga horária: 40 h/a
Ementa:
As disciplinas optativas constam do Projeto Pedagógico do Curso, com as respectivas ementas e
Bibliografias.
Bibliografia Básica:
A bibliografia será apresentada no momento da aplicação da disciplina
Bibliografia Complementar:
A bibliografia será apresentada no momento da aplicação da disciplina
55
6º SEMESTRE
PLANEJAMENTO DE CAMPANHA I
Carga horária: 80 h/a
Ementa:
Técnicas de Planejamento. Posicionamento do produto em relação ao mercado. Elaboração dos
planos e execução de campanhas de Publicidade e Propaganda. Custos e cronograma.
”Briefing”. Objetivos e metas. Diagnóstico. Sistemas de avaliação e controle. Feedback do
planejamento.
Bibliografia Básica:
1.
2.
3.
CORRÊA, Roberto, Planejamento de Propaganda .Global, 2002
GRACIOSO, Franciso, Propaganda engorda e faz crescer a pequena empresa . Atlas, 2002
RANDAZZO, Sal. Criação de mitos na publicidade - Rocco, 1996.
Bibliografia Complementar:
1.
2.
3.
SAMPAIO, Rafael. Propaganda de A a Z: como usar a propaganda para construir marcas de sucesso. São
Paulo: Campus, 1995
RIBEIRO, Júlio. Tudo o que você queria saber sobre propaganda e ninguém teve paciência de explicar. São
Paulo: Atlas, 1989.
SANT’ANNA, Armando. Propaganda, Teoria Técnica e Prática. São Paulo: Ed. Pioneira, 1995
4. PETERS, T. Reimagine!: excelência nos negócios numa era de desordem. São Paulo:
Futura, 2004.
5. BUTTERFIELD, L. (org). O valor da propaganda: vinte maneiras de fazer a propaganda
funcionar para a sua empresa. São Paulo: Cultrix, 2005.
PRODUÇÃO ELETRÔNICA II – OFICINA NOS MEIOS DIGITAIS
Carga horária: 80 h/a
Ementa:
Computação gráfica: logomarcas, vinhetas e animação em 3D. Tecnologias de produção para a
"web". Planejamento de campanhas publicitárias para a "web". Multimídia e hipertexto.
Interfaces digitais entre a criação e a produção gráfica. Procedimentos digitais nas agências de
publicidade.
Bibliografia Básica:
1. CESAR, Newton. Direção de arte em propaganda. 6. ed. São Paulo : Futura, 2004.
56
2. PEÓN, Maria Luíza. Sistemas de identidade visual. Rio de Janeiro : Ed. 2AB, 2003.
3. STRUNCK, Gilberto Luiz Teixeira Leite. Como criar identidades visuais para marcas de
sucesso. Rio de Janeiro : Ed. Rio, 2003
Bibliografia Complementar:
1. AZEVEDO, Wilton. Os signos do design. 2. ed.. São Paulo: Global. 1996
2. DEARLOVE, Dês. O livro definitivo das marcas historia e revelação das 50 marcas do
mundo. São Paulo : Makron, 2000.
3. DONDIS, Donis A.. Sintaxe da linguagem visual. 2. ed. , 4 tiragem. São Paulo: Martins
Fontes. 2003.
4. SANT'ANNA, Armando. Publicidade e propaganda :. 7. ed.. São Paulo: Pioneira. 1998.
5. HUXLEY, Aldous. Admirável mundo novo. 2ª. edição, Rio de Janeiro; Globo, 2001.
CRIAÇÃO PUBLICITÁRIA II
Carga horária: 80 h/a
Ementa:
O portfólio, estratégias de apresentação. Criação publicitária nas peças gráficas, sonoras e
audiovisuais. Aprofundamento do domínio as linguagens e competências estéticas e técnicas
para criar. Identidade visual. Estudo básico de softwares.
Bibliografia Básica:
1. José Predebon (org). Propaganda: profissionais ensinam como se faz. São Paulo: Atlas,
2000.
2. HURLBURT, Allen. Layout: o design da pagina impressa. Tradução Edmilson O.
Conceição. 2. ed. São Paulo: Nobel, 1999
3. SANT'ANNA, Armando. Propaganda: teoria, técnica, pratica. 7. ed. rev. atual. SaoPaulo:
Pioneira, 1999.
Bibliografia Complementar:
1. OSTROWER, Fayga. Criatividade e processos de criação. 15. ed. Petropolis: Vozes, 2001.
Pretince Hall, 2002.
2. COLLARO, Antonio Celso. Projeto Gráfico: teoria e pratica da diagramação. 4. ed. rev. E
ampl. Sao Paulo: Summus, 2000.(
3. RIBEIRO, Júlio et al. Tudo o que você queria saber sobre propaganda e ninguém teve
paciência para explicar. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1995.
4. SAMPAIO, Rafael. Propaganda de A a Z: como usar a propaganda para construir marcas
e empresas de sucesso. Rio de Janeiro: Campus, 1999.
57
ADMINISTRAÇÃO EM PUBLICIDADE E PROPAGANDA
Carga horária: 40 h/a
Ementa:
Organização, estrutura, sistema e função administrativa. Organização e estrutura da empresa
publicitária. Funções administrativas de empresas publicitárias. Administração de veículos de
informação/comunicação. Estrutura e relações de sistemas de fornecedores e distribuidores.
Relação anunciante-agência-fornecedor-distribuidor e veículos. Administração financeira em
publicidade. Planejamento financeiro, administração de fundos. Planejamento e orçamento
publicitário. Controle orçamentário em publicidade.
Bibliografia Básica:
1. CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. Rio de
Janeiro: Editora campus, 2000.
2. CHIAVENATO, Idalberto. Gerenciando pessoas. São Paulo: Makron Books, 1997.
3. CURY, Antonio. Organização e Métodos, uma perspectiva comportamental. São
Paulo: Editora Atlas, 2000.
Bibliografia Complementar:
1. BATEMAN, Thomas S. Administração: Construindo Vantagem Competitiva. São Paulo;
Atlas, 1998.
2. BERNARDES, Cyro. Teoria Geral da Administração: a análise integrada das
organizações. São Paulo: Atlas, 1993.
3. KOTLER, Philip. Administração de marketing: análise, planejamento, implementação e
controle. 5a ed. São Paulo: Atlas, 1998.
4. MAXIMIANO, Antonio César Amau. Introdução à Administração. São Paulo Atlas, 2000.
5. SANTANNA, Amado. Propaganda: teoria, técnica e prática. 7a ed. rev. e ampl. São
Paulo: Pioneira, 1999.
TÓPICOS AVANCADOS EM PUBLICIDADE E PROPAGANDA I
Carga horária: 80 h/a
Ementa:
É um componente flexível escolhido no período de sua oferta dentre o elenco de disciplinas
com intuito flexibilizar e atualizar os conteúdos ofertados, para tanto será trabalhado a
58
disciplina de EDUCAÇÃO AMBIENTAL.
Bibliografia Básica
Definida conforme conteúdo
Bibliografia Complementar
Definida conforme conteúdo
OPTATIVA II
Carga horária: 40 h/a
Ementa:
As disciplinas optativas constam do Projeto Pedagógico do Curso, com as respectivas ementas e
Bibliografias.
Bibliografia Básica:
A bibliografia será apresentada no momento da aplicação da disciplina
Bibliografia Complementar:
A bibliografia será apresentada no momento da aplicação da disciplina
7º SEMESTRE
PLANEJAMENTO DE CAMPANHA II
Carga horária: 80 h/a
Ementa:
Natureza do processo criativo na propaganda com o desenvolvimento de idéias, conceitos e
campanhas. Estudo mercadológico no planejamento de campanha. O relacionamento e tipos
de clientes e atividades econômicas desenvolvidas. O desenvolvimento de pesquisas para a
59
formulação de um sistema de informações.
Bibliografia Básica:
1. CORRÊA, Roberto. Contato imediato com o planejamento de propaganda. São Paulo:
Global, 1990.
2. BORDENAVE, Juan Diaz; CARVALHO, Horácio Martins de. Comunicação e planejamento.
2. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.
3. SCHULTZ,Don. Campanhas estratégias de comunicação de marca. Rio de Janeiro :
Qualitymark,2001.
Bibliografia Complementar:
1. PINHO, José Benedito. Poder das marcas. São Paulo: Summus, 1996
2. LUPERTI, Marcélia. Planejamento de comunicação. São Paulo: Futura, 2000.
3. SAMPAIO, Rafael. Propaganda de A à Z: como usar a propaganda para construir marcas
e empresas de sucesso. Rio de Janeiro: Campus, 1999.
4. TOSCANI, Oliviero. Publicidade e um cadaver que nos sorri. 3. ed. Rio de Janeiro:
Ediouro, 2000.
5. KELLER K. L e MACHADO, M. Gestão estratégica de marcas. São Paulo: Pearson
COMUNICAÇÃO CORPORATIVA E INSTITUCIONAL
Carga horária: 80 h/a
Ementa:
Plano integrado de comunicação empresarial. O papel das Relações Públicas, do Jornalismo e
da Publicidade e Propaganda no Plano Integrado. Imagem Corporativa. Harmonização de
expectativas de públicos internos e externos.
Bibliografia Básica:
1. KUNSCH, Margarida. Planejamento de relações públicas na comunicação integrada. São
Paulo: Summus, 2003.
2. REGO, Francisco Gaudêncio Torquato. Comunicação Empresarial - Comunicação
Institucional. São Paulo, Summus, 1998
3.
VASCONCELOS, Luciene Ricciotti. Planejamento de Comunicação Integrada. São Paulo: Summus
Editorial,2009
60
Bibliografia Complementar:
1. DUARTE, Jorge (Org.). Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia. São Paulo:
Atlas, 2002.
2. LUPETTI, M. Administração em publicidade. Thompson, 2003.
3. PERES, Clotilde. Comunicação em marketing. São Paulo: Futura, 2002
4. OLIVEIRA, D. P. R. de. Planejamento estratégico: conceitos, metodológicos e práticas.
São Paulo: Atlas 1989.
5. NASSAR, Paulo. O que é comunicação empresarial. São Paulo: Brasiliense, 1995
PLANEJAMENTO DE MÍDIA
Carga horária: 80 h/a
Ementa:
Planejamento para grandes mercados. Audiência (penetração), GRP (gross rating point), alcance e freqüência.
Tabela de preço, pesquisa AIP (Ibope) e PI (pedido de inserção). Orçamento de mídia. Planejamento para mercados
segmentados. TRP ("target rating point"), segmentação e nichos de mercado. Participação no horário (share),
participação no segmento e índice (afinidade).
Bibliografia Básica:
1.
2.
3.
BARRETO, Roberto Menna. Criatividade em Propaganda. 6. ed. São Paulo: Summus, 1996.
DURANDIR, Guy. As Mentiras na Propaganda e na Publicidade. São Paulo: Sol e Chuva, 1999.
FERRARETO, Luiz Artur. Rádio: o veículo, a história, a técnica. São Paulo: SagraLuzzatto, 1991.
Bibliografia Complementar:
1.
2.
3.
4.
Outdoor: uma visão do meio por inteiro. Central de Outdoor.-- 2ª ed.—São Paulo: Central de Outdoor,
1997
PETIT, Francesc. Propaganda ilimitada. São Paulo: Siciliano, 2000.
TAHARA, Mizuho. Contato imediato com a mídia. São Paulo: Global, 1992.
THOMPSON, John B. A Mídia e a Modernidade. Uma teoria social da mídia. Petrópolis: Vozes, 1998.
5. GOODRICH, William B; SISSORS, Jack Z. Praticando o Planejamento de Mídia. São Paulo:
Nobel, 2001.
PRODUÇÃO ELETRÕNICA III – WEB DESIGN
Carga horária: 80 h/a
Ementa:
Criação e desenvolvimento de artes, vinhetas, mensagens para plataforma Web. Adequação
das linguagens, como também aos programas e ferramentas para o sistema da TV digital que
vai integrar o computador à televisão.
61
Bibliografia Básica:
1. DE MASI, D. PALIERI, M. S. O Ócio Criativo. 4 ed. Rio de Janeiro: Sextante, 2000
2. VON OECH, Roger. Um toc na cuca. 15 ed. São Paulo: Cultura Editores, 1999.
3. WILLIAMS, Robin. Design para quem não é designer: Noções básicas de planejamento
visual. 5 ed. São Paulo: Callis, 1995.
Bibliografia Complementar:
1. MANZI, Fabrício. Flash MX 2004: criando e animando para a WEB. 1ª ed. São Paulo:
Érica, 2003.
2. Douglas F. Aldrich – Dominando o Mercado Digital – Makron Books, 2000
3. Conallen, Jim. Desenvolvendo Aplicações Web com UML, Tradução da 2a. Edição.
Campus, 2003.
4. Larman, Craig. Utilizando UML e Padrões. 2ª. Edição. Porto Alegre: Bookman, 2004.
5. Booch, Grady. UML: Guia do Usuário. Rio de Janeiro: Campus, 2000.
CRIAÇÃO PUBLICITÁRIA III
Carga horária: 40 h/a
Ementa:
Ferramentas e senso estético na produção de layout. Desenvolvimento de projeto gráfico viável
e profissional. Estudo das particularidades de cada veículo na área de impresso e digital.
Bibliografia Básica:
4. José Predebon (org). Propaganda: profissionais ensinam como se faz. São Paulo: Atlas,
2000.
5. HURLBURT, Allen. Layout: o design da pagina impressa. Tradução Edmilson O.
Conceição. 2. ed. São Paulo: Nobel, 1999
6. SANT'ANNA, Armando. Propaganda: teoria, técnica, pratica. 7. ed. rev. atual. SaoPaulo:
Pioneira, 1999.
Bibliografia Complementar:
5. OSTROWER, Fayga. Criatividade e processos de criação. 15. ed. Petropolis: Vozes, 2001.
Pretince Hall, 2002.
6. COLLARO, Antonio Celso. Projeto Gráfico: teoria e pratica da diagramação. 4. ed. rev. E
ampl. Sao Paulo: Summus, 2000.(
7. RIBEIRO, Júlio et al. Tudo o que você queria saber sobre propaganda e ninguém teve
paciência para explicar. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1995.
8. SAMPAIO, Rafael. Propaganda de A a Z: como usar a propaganda para construir marcas
62
e empresas de sucesso. Rio de Janeiro: Campus, 1999.
PROJETO EXPERIMENTAL I
Carga horária: 80 h/a
Ementa:
Orientação ao desenvolvimento de Projetos de Trabalho de Conclusão de Curso. Orientação
para fundamentação teórica do Projeto Experimental, estudo de viabilidade e pesquisa de
campo. A bibliografia será trabalhada em função dos projetos dos alunos.
Bibliografia Básica:
A bibliografia será trabalhada em função dos projetos dos alunos.
Bibliografia Complementar:
A bibliografia será trabalhada em função dos projetos dos alunos.
8º SEMESTRE
TÓPICOS AVANCADOS EM PUBLICIDADE E PROPAGANDA II
Carga horária: 40 h/a
Ementa:
É um componente flexível escolhido no período de sua oferta dentre o elenco de disciplinas
com intuito flexiblizar e atualizar os conteúdos ofertados.
Bibliografia Básica
63
Definida conforme conteúdo
Bibliografia Complementar
Definida conforme conteúdo
ATENDIMENTO E REL. COM O CLIENTE
Carga horária: 40 h/a
Ementa:
Atendimento, planejamento, controle operacional da conta, planejamento da comunicação, ética em atendimento
e planejamento.
Bibliografia Básica
1. FERRARI, Flavio. Planejamento e Atendimento. São Paulo: Loyla, 1997.
2. WELLINGTON, Patrícia. Estratégias Kaizen para Atendimento ao Cliente. São Paulo:
Educator Editora, 1998.
3. WOODCOOK, Neil.; MACHTYNGER, Liz.; STONE, Merlin. CRM - Marketing de
Relacionamentos com os clientes. São Paulo: Futura, 2001
Bibliografia Complementar
1. FERRARI, Flavio. Planejamento e Atendimento. São Paulo: Loyla, 1997.
2. WELLINGTON, Patrícia. Estratégias Kaizen para Atendimento ao Cliente. São Paulo:
Educator Editora, 1998.
3. WOODCOOK, Neil.; MACHTYNGER, Liz.; STONE, Merlin. CRM - Marketing de
Relacionamentos com os clientes. São Paulo: Futura, 2001
PROJETO EXPERIMENTAL EM PUBLICIDADE E PROPAGANDA
Carga horária: 120 h/a
Ementa:
Desenvolvimento de projeto de caráter experimental ou de intervenção na área de comunicação. Realização de
pesquisa bibliográfica, empírica e de linguagem em comunicação. Elaboração de uma campanha ou experimentos
por meio da escolha de tema relacionado à área de comunicação, sob orientação de um professor. O projeto, a ser
apresentado a banca examinadora, com regulamentação específica.
Bibliografia Básica:
64
Será definida durante a aplicação
Bibliografia Complementar:
Será definida durante a aplicação
COMPONENTES CURRICULARES OPTATIVOS
Língua de Sinais Brasileira - LIBRAS
Carga horária: 40 h/a
Ementa:
Introdução: aspectos clínicos, educacionais e sócio-antropológicos da surdez. A Língua de Sinais
Brasileira - Libras: características básicas da fonologia. Noções básicas de léxico, de morfologia e
de sintaxe com apoio de recursos audio-visuais. Noções de variação. Praticar Libras:
desenvolver a expressão visual-espacial.
Bibliografia Básica:
1. ALMEIDA, Elizabeth Crepaldi; DUARTE, Patrícia Moreira. Atividades Ilustradas em Sinais
da Libras. Rio de Janeiro: Revinter, 2004.
2. FERNANDES, Eulalia. Linguagem e Surdez. Porto Alegre: Artmed, 2003.
3. QUADROS, Ronice Muller. Língua de Sinais Brasileira: Estudos Lingüísticos. Porto
Alegre: Artmed, 2004.
Bibliografia Complementar:
1. BRITO, Lucinda Ferreira. Por uma Gramática de Línguas de Sinais. Rio de Janeiro:
Tempo Brasileiro,1995
2. COUTINHO, Denise. LIBRAS e Língua Portuguesa: Semelhanças e Diferenças. João
Pessoa: Arpoador, 2000.
3. FELIPE, Tânia A. Libras em Contexto. 7. ed. Brasília: MEC/SEESP, 2007.
COMUNICAÇÃO COMUNITÁRIA
Ementa:
Carga horária: 40 h/a
65
Comunicação e mudança social. Desenvolvimento e operacionalização pelas comunidades de
seus recursos de comunicação. A comunicação comunitária com base na organização de
segmentos sociais e com fator de fortalecimento e divulgação de reivindicações comuns com
vistas à mudança.
Bibliografia Básica
ACIOLI, Socorro. Fundação Casa Grande: Comunicação para a Educação. Fortaleza, Curso de
Comunicação Social – UFC- (monografia), maio de 2002.
BOFF, Clodovis. Como trabalhar com o povo. Petrópolis, Vozes, 1984
BUITONI, Dulcília Schroeder. Imprensa Feminina. São Paulo, Ática, 1990. 2 ed.
Bibliografia Complementar
BORDENAVE, Juan Diaz. Comunicação e Participação. In: Além dos Meios e Mensagens.
Petrópolis, Vozes, 1983.
CALLADO, Ana Arruda e ESTRADA, Maria Ignez Duque. Como se faz um Jornal comunitário.
Petrópolis, Vozes, 1985
CAPARELLI, Sérgio. Comunicação de massa sem massa. São Paulo, Summus editorial, 1986.
COGO, Denise Maira. No Ar...Uma Rádio Comunitária. São Paulo, Paulinas, 1998.
DOIMO, Ana Maria. A Vez e a Voz do Popular nos Movimentos Sociais e Participação Política no
Brasil pós-70. Rio de Janeiro, Relume-Dumará: ANPOCS, 1995.
EDIÇÃO
Carga horária: 40 h/a
Ementa:
Formatos digitais de vídeo. Codecs de vídeo. Edição não-linear de vídeo. Filtros e efeitos especiais. Sincronização
de áudio e vídeo. Técnicas de captação de vídeo. Elaboração de roteiro, gravação e edição de videocasts.
Bibliografia básica
1.
2.
3.
ARMES, Roy. On Video: O Significado do Vídeo nos Meios de Comunicação. Editora Summus: 1999.
DANCYGER, Ken. Técnicas de Edição para Cinema e Vídeo: Historia Teoria e Prática . Editora Campus: 2000
MARCONDES FILHO, C.. A televisão: a vida pelo vídeo. São Paulo : Moderna, 1990.
66
Bibliografia complementar
1.
2.
3.
4.
5.
CARMONA, Tadeu. Desvendando o áudio e vídeo digital. Digerati Books: 2004
PIZZOTTI, Ricardo. Enciclopédia Básica de Mídia Eletrônica. São Paulo: Senac São Paulo, 2003.
WATTS, Harris. On Camera: O curso de produção de filmes e vídeos da BBC. Editora Summus: 1990.
SANADA, Vera & SANADA, Yuri. Vídeo Digital. Axcel Books Editora: 2004
PÓVOA, Marcello. Anatomia da internet: investigações estratégicas sobre o universo digital. Rio de
Janeiro: Casa da Palavra, 2000. 111 p.
CIÊNCIAS POLÍTICAS
Carga horária: 40 h/a
Ementa:
Conhecimento, participação e opinião na democracia ateniense. Maquiavel e o nascimento do
pensamento político moderno. As concepções contratualistas do Direito Natural e a imprensa.
Rousseau e a reconfiguração da opinião pública. Cidadão, governo e sociedade nas doutrinas
liberais. A organização da sociedade segundo o socialismo pré-marxista. O marxismo: História,
alienação e revolução. O anarquismo e a revolta do cidadão. A social-democracia, a "nova
esquerda" e os direitos do cidadão. Mundialização e particularismos no final do século XX.
Bibliografia Básica
1. CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1995.
2. WOLKMER, Antônio Carlos. (org.) Introdução à história do pensamento político. Rio de
Janeiro, São Paulo: Renovar, 2003.
3. BOBBIO, Norberto. Os intelectuais e o poder. São Paulo: brasiliense, 2001.
Bibliografia Complementar
1. ORTIZ, Renato. A moderna tradição brasileira. São Paulo: brasiliense, 2001.
2. WOLKMER, Antônio Carlos. O terceiro mundo e a nova ordem internacional. São Paulo:
Ática, 1994.
3. LE GOFF, J. A nova história. Lisboa: Edição 70, 1991
4. CARDOSO, C.F.Uma introdução à história. Brasiliense: São Paulo, 1987
5. BURKE, P. A escola dos Anais 1929-1989. São Paulo: UNESP, 1991
67
DIREITO A INFORMAÇÃO
Carga horária: 40 h/a
Ementa:
Direito à informação. Direito à Comunicação. Conceito de verdade. Legislação dos meios de
comunicação. Legislação das profissões de comunicação. Democratização da Comunicação.
Entidades de classe. Entidades de representação.
Bibliografia básica
1. TORQUATO, Gaudêncio. Tratado de comunicação: organização e política. São Paulo:
Thomson Learning, 2002.
2. BOUGNOUX, Daniel. Introdução às ciências da informação e da comunicação. Petrópolis:
Vozes, 1994.
3. VÁSQUEZ, Adolfo Sánchez Ética. RJ: Civilização Brasileira, 1999.
Bibliografia complementar
1.
2.
3.
4.
5.
ALMIRO, João. O segredo e a informação . Ética e política no espaço público. São Paulo:
Brasiliense, 1986.
KARAM, Francisco José. Jornalismo . Ética e liberdade. São Paulo: Summus, 2000.
ELLIOTO, Dene. Jornalismo versus. Rio de Janeiro: 1986.
ADESNO, T. E Horkheimes, M. Dialética do esclarecimento. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,
1986.
3.11 Coerência Curricular
3.11.1 Com Objetivos do Curso
O Projeto Pedagógico do Curso de Comunicação Social – Publicidade e
Propaganda da FAPEPE, em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais do
Curso e com os objetivos preconizados, favorece a formação de profissionais aptos a
desempenhar o múnus profissional.
O Curso de Comunicação Social – Publicidade e Propaganda da FAPEPE, não
se olvidando das necessidades do mercado de trabalho, prepara o egresso para o
exercício da profissão.
68
É de responsabilidade de todo o corpo docente a condução de um processo
ensino-aprendizagem que proporcione aos alunos a aquisição das habilidades e
competências necessárias à compreensão do fenômeno comunicacional, bem como o
de despertar hábitos, atitudes, valores éticos e morais que sempre irão nortear o seu
envolvimento, após a conclusão do curso, com o mercado de trabalho e com a sua vida
pessoal e coletiva.
A matriz curricular, desta forma, mantém estreita coerência com os objetivos do
curso, além de atender às diretrizes curriculares do curso de graduação em
Comunicação Social – Publicidade e Propaganda e as recomendações emanadas das
comissões de ensino do MEC/INEP.
A flexibilidade é encontrada na matriz curricular por meio das disciplinas eletivas
e das atividades.
3.11.2 Com Perfil do Egresso
Buscando coerência com o perfil desejado do egresso, o Curso de Comunicação
Social – Publicidade e Propaganda define seu currículo objetivando a formação do
publicitário.
A matriz curricular proposta apresenta disciplinas que atendem aos objetivos
propostos pelo curso, buscando oferecer, em primeiro lugar, uma base comum de
estudos a todos os alunos, independentemente das suas escolhas profissionalizantes.
Dessa maneira, o Curso de Comunicação Social – Publicidade e Propaganda é
estruturado de forma a estimular a aquisição de conhecimentos, que permitam ao
educando:
-
Compreender a si próprio, o outro e o seu ambiente;
-
Situar-se em relação ao que está sendo aprendido;
-
Agir com competência e responsabilidade em sistemas que necessitam de
intervenções.
Os conteúdos que são estudados nas disciplinas previstas na matriz curricular
privilegiam a preparação do egresso para o exercício da profissão, por meio de uma
metodologia de ensino que deve incutir no aluno a autonomia de aprender a aprender,
69
e faz com que o professor assuma o papel de educador – um interlocutor, um guia, um
mediador -, que com sua maior experiência, possa apontar aos alunos os caminhos a
serem percorridos.
Assim, o currículo do Curso de Comunicação Social – Publicidade e Propaganda
da FAPEPE se ajusta perfeitamente ao perfil do egresso, tendo sido concebido de
forma a oferecer resposta rápida às novas exigências e transformações do mundo
contemporâneo.
3.11.3 Com as diretrizes curriculares nacionais
O currículo do Curso de Comunicação Social – Publicidade e Propaganda da
FAPEPE atende as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso, distribuído em períodos
semestrais e é composto por disciplinas básicas e específicas, além do estágio
supervisionado, do Projeto Experimental e das Atividades Complementares.
O currículo do curso de Comunicação Social - Publicidade e Propaganda da
FAPEPE está estruturado segundo as recomendações do Conselho Nacional de
Educação.
O Núcleo de conteúdos básicos em comunicação tem a finalidade de fornecer
embasamento em ciências exatas, sociais e humanas.
As disciplinas que contemplam este Núcleo são discriminadas nos seguintes
tópicos:
- Comunicação Comparada
- Criatividade e Processos de Criação
- Economia, Realidade Política e Regional
- Empreendedorismo, Criatividade e Inovação
- Espanhol Técnico
- Evolução das Artes Visuais
- Filosofia
- Fotografia
- Gestão de Marketing Estratégico
- Inglês Técnico
70
- Introdução a Publicidade e Propaganda
- Língua Portuguesa
- Linguagens Audiovisuais
- Mídias Digitais
- Novas Tecnologias da Comunicação
- Oficinas de Redação
- Produção Gráfica
- Seminários Avançados
- Semiótica
- Sociologia
- Teoria da Comunicação
- Tópicos Avançados em Publicidade e Propaganda
Para atender os conteúdos das disciplinas de Fotografia, Criação, Direção de
Arte, Produção Eletrônica I, II, III e IV, Produção Gráfica, Edição e Mídias Digitais são
oferecidas atividades em laboratório.
O núcleo de conteúdos específicos tem como finalidade principal capacitar o
aluno a exercer as atividades referentes às atribuições especifica da profissão.
As disciplinas que contemplam este Núcleo são discriminadas nos seguintes
tópicos:
- Administração em Publicidade e Propaganda
- Atendimento e Relacionamento com o cliente
- Comunicação Corporativa Institucional
- Criação e Direção de arte
- Criação Publicitária
- Mídias
- Pesquisa de Mercado
- Planejamento de Campanha I
- Planejamento de Mídia
- Produção Eletrônica
- Redação Publicitária
71
- Trade Marketing – Promoção de vendas e Merchandising
Disciplinas específicas optativas nas diversas áreas do conhecimento.
- Libras
- Antropologia da Comunicação
- Direito e Informação
- Ciências Políticas
- Comunicação Comunitária
- Psicologia do Consumidor
- Edição
- Fotografia Publicitária
3.12 Adequação da Metodologia do Processo do Ensino e da Aprendizagem
A avaliação do desempenho escolar é feita por disciplina e/ou outras atividades
acadêmicas, incidindo sobre a frequência e o aproveitamento. O aproveitamento
escolar é avaliado por meio de acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados
por ele obtidos nos exercícios escolares de disciplinas, provas e/ou atividades
acadêmicas e no exame final, quando for o caso.
Compete ao professor da disciplina e/ou coordenador de atividades elaborar
atividades escolares, sob forma de prova de avaliação e outros trabalhos, bem como
julgar-lhes os resultados. Os exercícios escolares ou provas, para efeito de avaliação
definitiva, serão em número de, pelo menos, dois durante o semestre letivo.
O exame final será realizado ao fim de cada unidade de tempo (semestre letivo),
visando à avaliação do domínio do conjunto de estudos da disciplina e/ou atividade
acadêmica, e consta de prova escrita, ou prática, ou oral. Os exercícios escolares
podem equivaler, a critério do professor, à “prova de avaliação” na disciplina.
A cada verificação de aproveitamento é atribuída uma nota expressa em grau
numérico de zero (0) a dez (10), fracionada de cinco (5) em cinco (5) décimos.
72
Atribui-se nota zero (0) ao aluno que deixar de se submeter à verificação prevista
na data fixada (nos casos em que não haja justificativa considerada adequada pelo
colegiado do curso), bem como ao que nela se utilizar de meio fraudulento.
Vedada para exame final, é permitida segunda chamada para qualquer prova de
avaliação, desde que haja motivo justo que comprove a falta à primeira chamada,
cabendo ao Coordenador do Colegiado de Curso o deferimento ou não do pedido, que
deverá ser feito por escrito, dentro de 48 (quarenta e oito) horas úteis após a realização
da primeira chamada, com o devido recolhimento de taxa específica, homologado pela
direção da Faculdade de Presidente Prudente – FAPEPE.
A verificação da aprendizagem, assim como a aprovação e a reprovação,
obedecem aos seguintes critérios, baseados na frequência e aproveitamento:
-
É considerado aprovado e dispensado de exame final do período letivo, o
aluno com mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) de frequência às aulas
dadas e/ou atividades acadêmicas, por disciplina, e média 7(sete) extraída
das notas do período;
-
É considerado aprovado o aluno com um mínimo de 75% (setenta e cinco por
cento) de frequência e que, após realizar o exame final do período letivo obtiver média final mínima de 5 (cinco).
-
É considerado reprovado na disciplina, ou disciplinas, o aluno com frequência
inferior a 75% (setenta e cinco por cento), sendo consequentemente vedada
a prestação de exames finais.
Observadas as normas do Sistema Federal de Ensino e na forma como
disciplinar o CONSEPE, os alunos que tenham extraordinário aproveitamento nos
estudos, demonstrado por meio de provas e outros instrumentos de avaliação
específicos, aplicados por banca examinadora especial, poderão ser considerados
aprovados em disciplinas do currículo, desde que na avaliação obtenha, pelo menos,
grau de aproveitamento correspondente a 7 (sete), computada no seu Histórico Escolar
a carga horária total das disciplinas para efeito de integralização curricular.
Para efeito de promoção ao período seguinte dos cursos de graduação, o aluno
poderá ficar em dependência de até três disciplinas lecionadas no período.
73
O aluno dependente fica obrigado às mesmas exigências de frequência e
aproveitamento previstos neste Regimento.
O regime de dependências está disciplinado no Regulamento Geral da FAPEPE.
3.12.1 Coerência dos procedimentos de avaliação da aprendizagem do aluno com
a concepção do curso
A avaliação do rendimento escolar do aluno é objeto de constante reflexão na
FAPEPE, considerando sua importância no desenvolvimento acadêmico e social dos
seus alunos e acredita que o processo de avaliação progressiva do aluno seja a mais
adequada ao processo de ensino-aprendizagem.
Preocupada com a sua missão de formar cidadãos com domínio de conteúdos,
competências e habilidades relacionadas não somente com o mercado de trabalho,
mas também, com as necessidades da sociedade que irá receber seus graduados, a
avaliação não pode ficar restrita tão somente a que ocorre nas salas de aulas, como
também fora delas, isto é, extramuros da Instituição.
Os critérios gerais para a avaliação são fixados no Regimento Geral. Já os
critérios específicos de cada disciplina e atividade são estabelecidos em discussões
realizadas pelo conjunto de professores das áreas específicas e organizadas
juntamente com os professores de cada período. Devendo atender às especificidades
da disciplina/atividade, seus objetivos e ao plano de competências e habilidades que
visam desenvolver.
As avaliações dos alunos do Curso de Comunicação Social, em sala de aula, são
realizadas em cada uma das disciplinas componentes da matriz curricular, por meio de
diferentes tipos de atividades, podendo incluir provas escritas (de natureza teórica ou
prática), trabalhos individuais e/ou em equipe, relatórios de atividades realizadas em
aulas práticas, apresentação de seminários, publicações, painéis, entrevistas e
arguições; resoluções de exercícios; resoluções de situações-problemas; participação
em projetos; relatórios referentes a trabalhos e visitas técnicas, debates, produção
técnica audiovisual, etc.
74
A composição da média final deverá sofrer variações conforme a disciplina em
função de sua natureza, carga horária, relação teoria/prática e exigências específicas
envolvidas com as aulas e com os processos de avaliação.
Para as disciplinas de cunho exclusivamente teórico, de reduzida carga horária,
fica estabelecida uma exigência por um processo de avaliação continuada, que deverá
envolver, no mínimo, dois tipos de instrumentos distintos. A fórmula de cálculo da média
final fica por conta do professor responsável pela disciplina, que deve submeter um
plano de avaliação, juntamente com o programa da disciplina, ao início de cada período
letivo.
Os critérios de aprovação em cada uma das disciplinas, envolvendo
simultaneamente, conforme determina a legislação vigente à frequência em
consonância com o Regimento Geral da FAPEPE, que regulamenta a Avaliação do
Desempenho Discente.
É recomendada ao professor a utilização de formas diferenciadas de avaliação,
além da prova escrita e realizada em sala de aula. Entende-se que com trabalhos,
estudos de caso, seminários e dramatizações, os discentes tenham oportunidade de
apresentar os conhecimentos aprendidos não só na disciplina, de forma isolada, como
também de aglutinar as informações e conteúdos de outras.
3.13 Interrelação dos Componentes Curriculares na Concepção e Execução do
Currículo
O curso de Comunicação Social – Publicidade e Propaganda da FAPEPE está
estruturado em 8 módulos, sendo que os quatro primeiros concentram principalmente
disciplinas básicas da formação em Comunicação Social e a partir do quinto módulo
iniciam-se as disciplinas específicas de formação na especialidade Publicidade e
Propaganda.
Destacam-se as disciplinas de Teoria da Comunicação, Semiótica, Comunicação
Comparada, Novas Tecnologias, Linguagens Audiovisuais, Legislação e Ética, dentre
outras, que compreendem o núcleo comum aos cursos de Comunicação Social e que
dão embasamento para o desenvolvimento das disciplinas dos módulos seguintes
75
culminando na aglutinação de conhecimentos de várias áreas do saber, necessárias ao
domínio da comunicação social. E como característica imprescindível ao profissional
formado em Publicidade e Propaganda, destaca-se nesta situação as disciplinas:
Atendimento, Planejamento de Campanha, Pesquisa, Criação e Redação, Produção
Eletrônica, Midia e outras, que são matérias multidisciplinares, característica necessária
ao profissional da área.
Dessa forma o futuro publicitário terá compreensão dos processos em que se
inserirá e poderá atuar com segurança nas questões atinentes à sua área de formação.
3.14 Dimensionamento da Carga Horária dos Componentes Curriculares
O dimensionamento da carga horária do projeto pedagógico do curso de
Comunicação Social – Publicidade e Propaganda foi reestruturado a partir das
Resoluções e pareceres do Conselho Nacional de Educação para os cursos de
bacharelado e especificamente para os Cursos de Comunicação Social e habilitações,
baseados neste disposto assim estruturado:
-
2420 h destinadas às disciplinas (teóricas e práticas)
-
80 h destinadas à disciplinas optativas
-
200 h destinadas ao Projeto Experimental - Trabalho de Conclusão de Curso
-
200 h destinadas às Atividades Complementares
-
300 h destinadas ao Estágio Supervisionado
-
480 h destinadas ao PI: Cidadania e Responsabilidade Social
Para cumprimento da carga horária total, as disciplinas são distribuídas por
período, em regime seriado, facilitando o dimensionado de cada disciplina de acordo
com a complexidade de seus conteúdos.
3.15 Estratégias de Flexibilização Curricular
A reforma educacional no Brasil tem se desenvolvido em diferentes ações e
políticas. A discussão curricular vem, nesse processo, adquirindo centralidade. No
tocante a educação superior destaca-se as diretrizes curriculares e a avaliação como
76
eixos articuladores da reconfiguração deste nível de ensino, onde prevalece o ideário
da flexibilidade curricular e da sintonia com a “vida” e com a empregabilidade. Com as
diretrizes curriculares dos cursos, o Conselho Nacional de Educação assume posição
em favor da eliminação da “figura dos currículos mínimos”, que teria produzido
“excessiva rigidez” e “fixação detalhada de mínimos curriculares”, especialmente no que
tange ao “excesso de disciplinas obrigatórias” e ampliação desnecessária do tempo de
duração dos cursos. No lugar dos “mínimos”, o CNE propõe uma maior flexibilidade na
organização de cursos e carreiras profissionais que inclui, dentre outros, os seguintes
princípios:
-
Ampla liberdade na composição da carga horária e unidades de estudos a
serem ministradas;
-
Redução da duração dos cursos;
-
Sólida formação geral;
-
Prática de estudos independentes;
-
Reconhecimento de habilidades e competências adquiridas;
-
Articulação teoria-prática; e,
-
Avaliações periódicas com instrumentos variados.
A Faculdade de Presidente Prudente, por meio de seus Órgãos deliberativos,
mantém projetos pedagógicos construídos coletivamente e flexíveis, de modo a
absorver transformações ocorridas nas diferentes fronteiras das ciências, ensejando a
formação integral, que possibilite a compreensão das relações de trabalho, de questões
de fundo relacionadas ao meio ambiente e à saúde, na perspectiva de construção de
uma sociedade sustentável.
A Faculdade concebe a graduação como etapa inicial, formal, que constrói a
base para o contínuo e necessário processo de educação continuada, incorporando
atividades complementares em relação ao eixo fundamental do currículo, propiciando a
interdisciplinaridade. Ocorre a predominância da formação sobre a informação;
articulação da teoria e prática; promoção da indissociabilidade entre o ensino, pesquisa
e extensão.
É entendimento da Faculdade que o curso de graduação é considerado a etapa
inicial da formação dos profissionais, uma vez que prevalece a compreensão de que o
77
acompanhamento das rápidas mudanças no mundo moderno exigirá educação
continuada. Só assim, seria possível formar “profissionais dinâmicos, adaptáveis às
demandas do mercado de trabalho” e “aptos aprender a aprender”.
Para além do exposto a Faculdade de Presidente Prudente e o curso de
Comunicação Social - Publicidade e Propaganda especificamente, conta com
disciplinas em cooperação com os cursos de Jornalismo, Design de Moda e Letras e
Administração, mantendo ainda ações interdisciplinares em parcerias com os demais
cursos da IES.
3.16 Auto-Avaliação do Curso
3.16.1 Metodologia de auto-avaliação do curso
O sistema de avaliação do projeto do curso previsto pelo SINAES (Sistema
Nacional de Avaliação da Educação Superior) constitui um dos aspectos da autoavaliação a ser promovida pelas IES. No caso da FAPEPE esse é um processo decisivo
para garantir a qualidade e a excelência da formação que caracteriza a missão da
FAPEPE, na medida em que fornece os subsídios necessários para a permanente
qualificação do processo de implantação, manutenção e continua melhoria do projeto
do curso, superando uma visão comum da avaliação que visa atender apenas as
exigências legais.
O sistema de auto-avaliação do Curso de Graduação em Comunicação Social Publicidade e Propaganda, considera as várias atividades previstas no Plano de Ação,
viabilizando uma análise diagnóstica e formativa.
Para proceder à avaliação do curso são considerados como indicadores
principais: satisfação dos públicos atingidos; qualidade dos serviços oferecidos;
impactos dos projetos; inovações; novos métodos de trabalho; e, inserção dos
formandos no mercado de trabalho.
O processo avaliativo, portanto, contempla todas as dimensões do curso:
humana, pedagógica infra-estrutural, administrativa e tecnológica, com vistas a
subsidiar o aprimoramento do projeto pedagógico.
78
Na dimensão humana, são avaliados e se auto-avaliam: coordenadores,
docentes, discentes, corpo técnico-administrativo e comunidade; na dimensão infraestrutural, é avaliado o ambiente em termos da qualidade do espaço oferecido e da
eficiência dos equipamentos; na dimensão tecnológica, será avaliada a qualidade das
mídias:
computadores,
programas
utilizados,
material
didático;
na
dimensão
administrativa, são avaliados os desempenhos da coordenação, do colegiado de curso
e o apoio institucional; na dimensão da avaliação do desempenho escolar considerarse-á o processo contínuo e sistemático de natureza diagnóstica, formativa, que possa
realimentar permanentemente o processo educativo em seus objetivos, conteúdos
programáticos e procedimentos de ensino.
A avaliação do curso ocorre de forma contínua, encarada como estratégia para o
aprimoramento das pessoas e dos processos em relação aos objetivos que desejamos
alcançar. Garantindo assim uma avaliação flexível, por meio do contato direto entre as
partes interessadas, tomando como referência de análise, as discussões, elaboração
de relatórios e análise de informação.
Basicamente o que se realiza é um ciclo avaliativo que alimenta e subsidia a
tomada de decisões no sentido da busca pela melhoria. Para viabilizar o processo de
avaliação do curso são criadas estratégias que facilitem a manifestação das opiniões
dos sujeitos envolvidos, destacando-se entre elas:
-
Ouvidoria institucional;
-
Sistema de avaliação dos docentes pelos discentes ao final de cada
disciplina;
-
Canais de contato direto com o coordenador do curso tanto presencial quanto
online;
-
Canais de contato direto com a direção da faculdade.
Desta forma desenvolvemos uma cultura de participação e integração com o
enfrentamento dos problemas cotidianos e a resposta ágil para a busca de soluções
consensuais e colegiadas.
3.16.2 Avaliação institucional e avaliação externa
79
No processo de auto avaliação do curso de Comunicação Social – Publicidade e
Propaganda é levado em consideração ainda os resultados obtidos pelo curso (alunos,
professores, coordenação e infraestrutura) através da Avaliação Institucional realizada
pela CPA, bem como serão utilizados os resultados das avaliações externas (visitas in
loco de avaliadores do MEC, e exame ENADE).
Em se tratando de Avaliação Institucional a Faculdade de Presidente Prudente FAPEPE busca desde o início de suas atividades a melhoria contínua através da auto
avaliação, visando o aprimoramento e o crescimento como IES, alicerçando-se em
bases concretas de modo a oferecer à comunidade de Presidente Prudente e região um
ensino superior com qualidade. Contando assim, com uma Comissão Própria de
Avaliação (CPA).
A avaliação institucional norteia-se por meio da utilização das ferramentas
abaixo:
1) Formulário eletrônico de avaliação.
2) Ouvidoria eletrônica
3) Ouvidoria com representantes
4) Entrevistas e avaliações documentais
Quanto à apresentação e utilização dos resultados, a CPA disponibiliza por site
próprio e por meio eletrônico o relatório final da CPA e e-mails informativos, sobre
trabalho da CPA e notícias da faculdade.
Além disso, utilizam-se os murais das salas para sensibilização e informações ao
corpo docente e discente, além de reuniões entre os representantes discentes. Os
professores recebem os resultados de sua avaliação por meio de documento impresso
individual e sigiloso, com a avaliação feita pelos alunos. Os coordenadores recebem
uma análise envolvendo os termos e disciplinas do curso, direcionando ações de
melhoria no curso e, se necessário, encaminhamento do ao núcleo de apoio
pedagógico docente para treinamento. Os responsáveis pelo departamento recebem a
avaliação para que direcionem as melhorias no setor baseado nas reclamações e
sugestões apontadas.
80
3.16.3 Articulação da auto avaliação do curso com a auto avaliação institucional
A Faculdade de Presidente Prudente considera a avaliação como uma prática
sócio educacional com a finalidade política de promover transformações sociais.
Desta forma, tanto a auto avaliação como a avaliação institucional estão
ancoradas dentro dos mesmos princípios que as compõem e consideradas um
empreendimento científico orientado para aperfeiçoar e subsidiar o processo de tomada
de decisões que visem garantir a eficiência do ensino e a aprendizagem do aluno.
Nesse sentido, tanto a auto avaliação como a avaliação institucional priorizam o
caráter democrático, contemplando a participação de todos os envolvidos no processo
de acordo com o seu papel institucional, especialmente no que diz respeito a tomada de
decisões em face dos resultados alcançados na avaliação.
3.16.4 Ações decorrentes dos processos de avaliação
Como explicitado anteriormente, o Plano de Avaliação Institucional que prevê
princípios, procedimentos e critérios das dimensões relevantes do processo de ensinoaprendizagem, do processo de gestão, da avaliação de desempenho de funcionários e
docentes, embasado em duas lógicas: processo de avaliação interno que contará com
a participação de toda a comunidade acadêmica e; processo de avaliação externa por
meio de indicadores de avaliação institucionalizados pelo MEC, além da opinião regular
e periódica de uma comissão de especialistas em Gestão Acadêmica. Os
desdobramentos institucionais advindos desta proposta são discutidos e aprovados por
conselhos competentes.
No curso de Publicidade e Propaganda, a avaliação se dá por diversos
processos que permitem um diagnóstico periódico, tais como: reuniões de colegiado;
fórum conjuntos com alunos; acompanhamento da execução do plano de ensino pelos
docentes e coordenação de curso.
A coordenação de curso e o Núcleo Docente Estruturante (NDE) acompanham o
desenvolvimento do projeto pedagógico do curso no contato direto com docentes e
alunos. Os representantes de sala mantêm contato permanente com o Coordenador e
81
com os docentes. Sendo assim, problemas e dificuldades dos alunos podem ser
acompanhados, encaminhados e, sempre que possível, atendidos prontamente, haja
vista modificações oriundas desses processos tais como: mudança e ampliação do
espaço destinado ao Núcleo de Midia, desdobramento de eventos do curso no decorrer
do semestre, alteração de docentes em determinadas disciplinas entre outros.
O Projeto Pedagógico do Curso consiste em um documento dinâmico, e deve ser
constantemente aperfeiçoado promovendo: atualizações no conteúdo das disciplinas e
atividades; forma de abordagem didática dos assuntos e a inter-relação nas
abordagens
tratadas
por
diferentes
disciplinas;
proposição
de
atividades
contextualizadas e mais próximas das situações e dos problemas locais e regionais;
organização de atividades extraclasse com os alunos.
As propostas que impliquem modificações nas bases do Projeto Pedagógico do
Curso são efetuadas com a implantação de uma atualização curricular, sendo objeto de
discussão junto ao NDE. Exemplos dessas alterações envolvem: modificação da carga
horária das disciplinas; modificações de conteúdos de disciplinas para adequação da
sequência de aprendizado; substituição ou supressão de disciplinas bem como
atualização temática.
Na qualidade de processo permanente, a avaliação é utilizada como um
instrumento para identificar problemas, corrigir erros e introduzir as mudanças que
signifiquem uma melhoria imediata da qualidade do ensino e da instituição.
3.17 Estágio Supervisionado
O Estágio Supervisionado do Curso Superior de Publicidade e Propaganda visto
como um instrumentalizador da prática dos ofícios de publicidade e propaganda,
permeando todas as disciplinas e prevendo a intervenção ao longo do curso, propõe
que a prática seja vivida e pensada por meio de atividades técnicas, de criação, de
desenvolvimento de produtos e de marketing, além de reflexões, projetos individuais e
em grupo.
82
No curso de Publicidade e Propaganda, o estágio supervisionado é realizado a
partir do sexto termo, perfazendo um total de 300 horas.
Os micro espaços sociais como a sala de aula, laboratórios, espaço de aprender
e desenvolver constituem parte fundamental do todo, mas sua análise, porém, não
pode representar a totalidade onde se encontra multiplicidade de aspectos e dimensões
que precisam ser reconhecidas, sobretudo quanto à organização dos espaços e tempos
dos ofícios de publicidade e propaganda, condições de produção de mídia, as
estruturas de um produtor e difusor de informação e mercadológicas deste universo
profissional.
O Estágio Supervisionado pressupõe a inserção do acadêmico-estagiário em
uma situação de realidade e, a atuação participativa em todas as etapas do processo,
seja no exercício das atividades técnicas, seja pela participação em outras situações de
desenvolvimento dos produtos de mídia, como sua criação e sua comercialização.
Pressupõe, ainda, a relação entre o acadêmico-estagiário e os diferentes contextos,
mediada por profissionais experientes: o professor-orientador do estágio e os
profissionais que o recebem nos espaços de desenvolvimento prático do estágio, como
grandes e pequenas empresas e ambientes de produção de mídia.
É importante o estabelecimento de vínculos e de parcerias entre a instituição
formadora,
as
emissoras
de
rádios,
tvs,
empresas
entre
outros
espaços
minuciosamente escolhidos que recebem os estagiários, o que no curso de Publicidade
e Propaganda se dá por meio de parcerias.
83
O
Estágio
Supervisionado
consta
de
atividades
teóricas
e
práticas,
supervisionadas pelo professor da disciplina e exercidas em situações reais de
trabalho. A carga horária total do estágio inclui as horas destinadas ao planejamento,
orientação e avaliação.
Assim, propiciamos ao futuro profissional de Publicidade e Propaganda que
cresça pessoal e profissionalmente, aprendendo a comprometer-se com a qualidade de
sua formação.
O Relatório final, como um dos mecanismos de avaliação, é elaborado e
entregue ao final das atividades e dos projetos organizados e executados pelo
estagiário sob orientação e acompanhamento do professor coordenador de estágio.
Os mecanismos de acompanhamento do Estágio são realizados através do
acompanhamento do professor responsável nas etapas de observação, participação e
execução de projetos práticos.
Também são criadas oportunidades e acompanhamento do discente ao mercado
de trabalho por meio de parcerias que possibilitem a relação entre a formação e a
percepção do cotidiano, com o envolvimento de docentes e respeitando os aspectos
legais.
O estágio supervisionado do curso de Comunicação Social – Publicidade e
Propaganda da FAPEPE possui regulamento próprio (Anexo 1).
3.18 Trabalho de Conclusão de Curso
O Trabalho de Conclusão de Curso – TCC, caracterizado como Projeto
Experimental, é componente curricular obrigatório realizado nos penúltimo e último
84
semestres conforme consta na organização da matriz curricular. Tem como objetivo
principal a integração dos conhecimentos e dos conteúdos do curso. Momento em que
o acadêmico tem a oportunidade de sistematizar o conhecimento teórico e prático
adquirido durante sua vida acadêmica, com vistas a fortalecer sua atuação profissional.
Como requisito parcial para conclusão do curso, o aluno deverá apresentar um
projeto de caráter experimental, de natureza técnico-artística (acompanhado de um
memorial), ou uma monografia de cunho teórico, onde ele deverá esboçar os conteúdos
teóricos, práticos e reflexivos engendrados pelas disciplinas, devidamente articulados
com seu objeto de estudo ou produto. Buscamos, desta maneira, sedimentar o
processo desenvolvido ao longo de todo o curso, que envolveu a formação
profissionalizante e instrumentalizadora e a fundamentação acadêmica, crítica e
reflexiva, lembrando sempre que o projeto pedagógico é um instrumento dinâmico, que
deve ser revisto, ampliado, modificado de acordo com as mudanças que se operam no
processo da comunicação.
O projeto do curso de Comunicação Social define o TCC como disciplina regular
com aulas semanais com um professor orientador e o envolvimento dos demais
professores do curso na orientação e desenvolvimento da pesquisa e elaboração e
apresentação da monografia ou projeto experimental. A disciplina de Trabalho de
Conclusão de Curso conta com 200 horas em sala de aula para o desenvolvimento dos
trabalhos.
Para sua diplomação, além da aprovação em todas as disciplinas do currículo, o
acadêmico deverá elaborar e apresentar a uma banca de professores, do curso e/ou
convidados, um Trabalho de Conclusão de Curso, sobre tema de natureza das áreas
afins e relativo aos conteúdos do currículo do curso.
O Trabalho de Conclusão de Curso tem, ainda, por objetivos: capacitar o aluno
para a atividade de pesquisa em comunicação social; aprofundar conhecimentos em
um campo de interesse dos ofícios de Publicidade e Propaganda e, ainda, contribuir
para a elevação do nível de qualificação do egresso do curso.
A elaboração e a apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso são
orientadas pelo professor-orientador, membro do corpo docente do curso de
Comunicação Social e pelo coordenador de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC),
85
responsável pela disciplina, mediante orientações individuais ou em grupo, durante as
aulas.
A monografia será submetida a uma banca examinadora composta por três
professores escolhidos de acordo com o tema proposto pelo acadêmico. Caberá à
banca, por maioria, aprovar ou não o trabalho, de acordo com critérios técnicos e
científicos pré-estabelecidos.
O Trabalho de Conclusão de Curso cumpre a função de catalisar os
conhecimentos teórico-práticos construídos ao longo do curso, constituindo-se em
análise de um tema ou objeto de estudo a partir destes conhecimentos. A avaliação do
Trabalho de Conclusão de Curso consta de dois indicadores: o trabalho escrito, a
apresentação oral e a defesa.
O desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é acompanhado
pelo orientador escolhido pelo aluno ou indicado pela Coordenação de TCC, ouvindo o
Coordenador de curso, quando necessário.
Os orientadores formalizam a aceitação dos orientandos por escrito, assinando
um Termo de Compromisso de ambas
as
partes – Orientador/Orientando.
Individualmente, entregam-no ao Coordenador, que a partir deste documento elabora
uma relação de alunos por orientador, mantendo-a atualizada.
Informações são trocadas entre o Coordenador e orientadores, bem como
efetuadas as orientações, durante reuniões a serem convocadas pela coordenação de
curso. A comunicação ocorre ainda através de correspondência, e com mais freqüência
são realizados encontros entre o coordenador do curso e os orientadores,
individualmente, para acompanhamento dos projetos desenvolvidos.
Todas as atividades têm data de conclusão estabelecida no cronograma
divulgado no início do ano letivo.
Os trabalhos são recebidos e protocolados pelo
orientador e coordenador do curso nos dias estabelecidos.
Os mesmos são analisados e comentados pelos orientadores, que após
efetuarem as correções e sugestões cabíveis os devolvem aos orientandos.
O produto dos trabalhos é recebido em datas pré-estabelecidas no cronograma
do curso, sendo repassado aos respectivos orientadores.
86
O curso de Comunicação Social – Publicidade e Propaganda da FAPEPE possui
um regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso que explicita as especificidades
do mesmo (Anexo 2).
3.19 Atividades Complementares
As Atividades Complementares (Anexo 3) são componentes curriculares que
possibilitam o reconhecimento, por avaliação, de habilidades, conhecimentos e
competências do aluno, inclusive adquiridas fora do ambiente escolar, incluindo a
prática
de
estudos
e
atividades
independentes,
transversais,
opcionais,
de
interdisciplinaridade, especialmente nas relações com o mundo do trabalho e com as
ações de extensão junto à comunidade.
Práticas acadêmicas obrigatórias, indispensáveis para a obtenção do grau no
curso, o aluno deve integralizar durante o curso um total de 200 horas, aproveitamento
de conhecimentos adquiridos pelo aluno em atividades curriculares e extracurriculares.
As Atividades Complementares são integradas por diversos tipos de atividades e
estudos agrupados em modalidades:
a) Atividades de Ensino:
-
Disciplinas não previstas no Currículo Pleno do Curso, mas que tenham
relação com a formação profissional;
-
Monitorias de Ensino;
-
Estágios Extracurriculares;
-
Cursos de Informática e/ou idioma.
b) Atividades De Pesquisa
-
Pesquisa Científica;
-
Trabalhos Publicados;
-
Grupo de Estudos.
c) Atividades de extensão
-
Projetos e Programas de Extensão;
87
-
Eventos centrados em temáticas no exercício de funções gerenciais, com
domínio sobre planejamento, organização, controle e direção. Tais eventos
podem ser seminários, simpósios, congressos, conferências e palestras;
-
Atividades
relacionadas
à
participação
representativa
em
entidades
estudantis legítimas, registradas em atas;
-
Apresentação de Trabalhos em Congressos, Seminários e Outros;
-
Os cursos de aperfeiçoamento profissional;
-
Prestação de Serviços e trabalhos sociocomunitários;
3.20 NUPE – Núcleo de Pesquisa e Extensão
A Faculdade de Presidente Prudente - FAPEPE procurou realizar atividades
acadêmicas de produção e de difusão do conhecimento logo nos primeiros anos de sua
existência. No primeiro momento, essas atividades foram realizadas somente em
função do conteúdo programático das disciplinas dos seus cursos de graduação. Em
seguida, foi instituído um Departamento de Pesquisa, Extensão e Pós-Graduação para
incentivar os participantes do processo de produção e difusão do conhecimento. No ano
de 2005, a instituição percebeu que era necessário desvincular o Departamento de Pós
– graduação das atividades de pesquisa e de extensão desenvolvidas no âmbito da
graduação. Essa medida levou a concepção e a criação do Núcleo de Pesquisa e
Extensão (NUPE), um espaço acadêmico que pretende regulamentar, incentivar,
organizar, dinamizar e certificar as atividades de produção e de difusão do
conhecimento científico. Convém ressaltar, por fim, que o NUPE constitui-se como uma
esfera acadêmica que acredita no ensino, na pesquisa e na extensão como suporte
necessário para o desenvolvimento científico, cultural e social da nossa região. Seu
endereço eletrônico é www.uniesp.edu.br/nupe.
3.20.1 NUMI – Núcleo de Midia
88
A FAPEPE - Faculdade de Presidente Prudente foi estruturada nos padrões
educacionais no campo do ensino, pesquisa e extensão. Buscando colocar o discente
em contato direto com o mundo do conhecimento, da pesquisa e da prática, para tanto
possui o Núcleo de Midia - NUMI, com o objetivo de contribuir para a formação de
pesquisadores e futuros profissionais capacitados para o mercado de trabalho.
Além de concentrar os laboratórios específicos do curso, o NUMI concentra as
atividades de pesquisa e extensão em parceria com o NUPE, e realiza diferentes
atividades nestas áreas.
Este núcleo tem o intuito de apoiar, organizar, desenvolver e ser base para
Grupos de ensino, pesquisa e extensão para o Curso de Comunicação Social da
FAPEPE, bem como, aos demais cursos que possam desenvolver projetos em áreas
afins.
3.21 Coordenação e Colegiado de Curso
O Colegiado do Curso de Comunicação Social – Publicidade e Propaganda é
Órgão de natureza consultiva para o planejamento e a avaliação das atividades
acadêmicas, sendo composto pelo Coordenador do Curso; por todos os docentes do
quadro de professores havendo um núcleo principal composto por docentes formados
na área e em áreas afins.
As atribuições e competências do Colegiado de Curso estão descritas no
Regimento da Faculdade de Presidente Prudente.
O corpo é composto pelos Professores(as):
PROFESSOR(A)
TITULAÇÃO
R.T
Mestre
Parcial
Especialista
Parcial
3. Fernando Teixeira Luiz
Doutor
Parcial
4. Flavia Arenales Varjão
Especialista
Integral
5. Glaucia Rosolen
Especialista
Horista
Doutor
Integral
1. Carolina Mussolini C. de Oliveira
2. Danielli Morini
6. Ieda Maria M. Benedetti
89
7. Julio Cesar Gonçalves
Mestre
Parcial
8. Lilian Moreira Gualda
Especialista
Integral
9. Marta B. Henrique
Mestre
Parcial
10. Mara Pelegrino Pereira
Mestre
Horista
Especialista
Horista
Doutor
Parcial
11. Renata Barbieri
12. Rodirlei Assis
A coordenação do Curso está a cargo da Professora Lilian Moreira Gualda,
graduada em Comunicação Social e pós-graduada em Didática: Fundamentos Teóricopráticos da Docência, MBA em Gestão de Marketing e Comunicação Integrada, cursa,
ainda como aluna especial, disciplinas no programa de mestrado em Educação e pósgraduação em Comunicação Integrada.
As atribuições e competências do Coordenador de Curso estão descritas no
Regimento da Faculdade de Presidente Prudente.
3.22 Núcleo Docente Estruturante - NDE
O Núcleo Docente Estruturante – NDE do Curso de Comunicação Social –
Publicidade e Propaganda da FAPEPE é responsável pela formulação do Projeto
Pedagógico, sua implementação e desenvolvimento.
O NDE é composto pelos professores:
-
Lilian Moreira Gualda (Presidente);
-
Fernando Teixeira Luiz
-
Julio Cesar Gonçalves
-
Marta B. Henrique;
-
Carolina Mussolini
De acordo com o Regimento Interno da FAPEPE – Faculdade de Presidente
Prudente cabe ao Coordenador, ao Colegiado de Curso em conjunto com o NDE
(Núcleo Docente Estruturante) sua gestão, e articulação com as demais instâncias
acadêmico-administrativas, tendo em vista sempre a realização dos objetivos do curso
em consonância com os fins maiores da Instituição.
90
A sua prática reflete, na realidade, o previsto regimental, pois a Instituição, como
um todo, busca, de forma integrada e coerente, a realização concreta dos objetivos
descritos no seu Projeto Pedagógico de Curso e em seu Plano de Desenvolvimento
Institucional.
3.23 Apoio aos Discentes
3.23.1 Pedagógico
O discente tem contato direto com os docentes e com a coordenação do curso e
isto possibilita que os docentes identifiquem as principais dificuldades enfrentadas pelos
alunos bem como um feedback dos sucessos.
Para tanto o docente ao identificar dificuldades diversas e/ou problemas de
aprendizagem, informam a coordenação para que esta possa possibilitar a solução do
problema.
A coordenação busca de forma democrática e estruturada, atender dentro das
formas possíveis, as questões pedagógicas que envolvem o docente e o discente,
permeando a dissolução do problema.
No que tange as questões pedagógicas, são propostas aos alunos aulas de
nivelamento, orientação individual com o docente da disciplina e/ou docentes outros
docentes do curso, leituras e dicas para incentivar e propiciar melhor aproveitamento do
conteúdo estudado.
Assim, periodicamente serão realizadas reuniões para descrição da realidade,
reflexão crítica desta realidade e criação coletiva de propostas para o Curso.
Eventualmente, se necessário, professores, pedagogos ou psicólogos, externos ao
Curso poderão participar, com o intuito de enriquecer as discussões.
Além disso, os alunos contam com o apoio do Núcleo de Apoio Didático e
Psicológico, no qual são encaminhados para avaliação e propostas de novas
alternativas.
91
3.23.2 Iniciação científica
A FAPEPE propõe políticas que incentivam o desenvolvimento da pesquisa em
todas as áreas do conhecimento, com vistas ao avanço científico, a promoção da
inovação tecnológica, ao intercâmbio e à divulgação científica e tecnológica,
contribuindo significativamente para a formação de recursos humanos.
A iniciação científica envolve o aluno com os fundamentos da ciência e com as
formas de construção dessa ciência, preparando-o para a futura atuação profissional e,
mais do que isso, para uma atuação profissional crítica e autônoma, dando-lhe
condições de enfrentar, com maiores chances de sucesso, as novidades científicas.
A prática pedagógica que possibilita ao aluno, além do conhecimento acumulado
de uma área, o acesso ao método de construção desse conhecimento, contribui para a
formação de um profissional capaz de identificar um problema de pesquisa, procurando
equacioná-lo com instrumentos conceituais adequados e com matrizes teóricas que
ajudem a resolvê-lo ou a avançar na sua formulação. O espaço da sala de aula, no
entanto, não é o bastante para a formação de alunos que desejam se aprofundar no
universo da pesquisa. Condições adicionais são necessárias para iniciar cientificamente
os alunos que tenham vocação para a pesquisa, permitindo-lhes participar ativamente
em projetos de investigação de docentes.
Nesse sentido, é importante o apoio à iniciação científica para a concretização do
projeto
acadêmico
da
Faculdade,
propiciando
o
engajamento do
aluno
no
desenvolvimento de projetos de pesquisa conduzidos por docentes e grupos de
pesquisadores experientes. A busca do incentivo à atividade da iniciação científica
conduz a uma melhor articulação do grupo de pesquisa, aumenta o impacto do trabalho
e o efeito multiplicador dessa atividade, além de diminuir a possibilidade de
acomodação institucional, contribuindo para que a sala de aula tenha novo significado
enquanto espaço de aprendizagem de habilidades teóricas e práticas e de convivência
social eticamente qualificadas.
Além disso, contribui para formar futuros pesquisadores, encaminhar os alunos
para programa de pós-graduação e diminuir seu tempo de permanência nesse
programa.
92
O curso de Comunicação Social da FAPEPE por meio de ações de incentivo a
pesquisa tem percebido o aumento do interesse dos discentes e a busca por iniciação
científica, o que demonstra que os objetivos preconizados estão sendo atendidos.
3.23.3 Monitoria
O Programa de Monitoria tem por objetivo promover o desenvolvimento dos
alunos por meio de diversas atividades relacionadas ao processo ensino-aprendizagem,
tais como o atendimento aos colegas, esclarecendo dúvidas, orientando a realização de
exercícios, acompanhando experiências nas aulas práticas, auxiliando em trabalhos de
grupo, etc.
A monitoria é exercida por Monitor Voluntário e o mesmo tem a certificação com
validade na formação profissional. Para concorrer à vaga na Monitoria, é necessário
submeter-se a processo de seleção.
Além dos objetivos acima preconizados, a Monitoria no Curso é considerada
como Atividade Complementar.
No decorrer de sua existência os alunos do curso de Comunicação Social
participaram de monitorias na área de cursos de idiomas, softwares gráficos, fotografia,
entre outros temas.
3.23.4 Participação de alunos em atividades de extensão
A extensão como prática acadêmica interliga a Faculdade nas suas atividades de
ensino e de pesquisa com a sociedade civil e define como política nessa área o
desenvolvimento de ações que possibilitem a formação do profissional-cidadão.
Embora os conceitos sobre extensão sejam diversos e existam diferentes
propostas para sua prática no mundo universitário, a integração do aprimoramento do
saber com o exercício da cidadania parece definir a verdadeira vocação extensionista
da FAPEPE.
É a extensão que propicia a integração participativa e produtiva da Instituição
com a comunidade e permite, por meio dos projetos da educação continuada, de
93
divulgação científica, de ações culturais, artísticas, desportivas, de lazer, de
preservação ambiental, comunitárias e de cursos em geral, expandir, transmitir e definir
o potencial de conhecimentos acumulados por meio do ensino, da pesquisa e da
produção científica.
Na FAPEPE, a extensão se caracteriza pelo desenvolvimento algumas vertentes
de ação:
−
Cursos;
−
Projetos Artístico-Culturais, Esportivos e Comunitários;
−
Atividades extracurriculares;
−
Serviços.
A promoção de eventos diferenciados como palestras, debates, mini-cursos,
mesas redondas etc. tem sido a forma mais ágil e flexível encontrada pela FAPEPE
para, proporcionar aos acadêmicos, professores e pesquisadores da instituição o
exercício da prática e buscar o aprimoramento dos diferentes segmentos da sociedade.
Para dar suporte aos docentes e discentes nas atividades de extensão a
Faculdade de Presidente Prudente possui o Núcleo de Pesquisa e de Extensão (NUPE)
que objetiva auxiliar os cursos de graduação no desenvolvimento das atividades de
pesquisa e de extensão universitária, procurando direcionar, dinamizar, gerenciar e
auxiliar a instauração de um ambiente científico e acadêmico, complementando as
atividades ensino. Tais atividades contribuem para promover o desenvolvimento
profissional e pessoal dos discentes. Para isso, o NUPE incentiva, organiza, promove e
registra atividades como: monitoria, curso de extensão, projeto de extensão e projeto de
iniciação científica.
O curso de Comunicação Social apoiado pelo NUPE realiza semestralmente
diversas atividades de extensão, algumas delas já parte do calendário acadêmico da
IES e outras que são promovidas para acompanhar as mudanças no mercado da
Comunicação Social. Podemos citar abaixo algumas delas:
-
Semana de Comunicação Social
-
Mostra de Vídeos
-
Projeto Microrrevolução
-
Seminário de Pesquisa em Comunicação
94
3.23.5 Nivelamento
O Processo Seletivo é o primeiro ato pedagógico da Instituição e, por isso, é
visto como um momento de análise diagnóstica do perfil do ingressante. Da mesma
forma, a avaliação em sala de aula é vista como um instrumento diagnóstico que
aponta e corrige os rumos do processo de ensino e aprendizagem. A partir disso, é
planejado o nivelamento dos alunos.
A Faculdade de Presidente Prudente adota uma série de mecanismos que têm
por finalidade superar as deficiências dos alunos ingressantes. De uma maneira geral
elas são as seguintes:
−
Atividades didáticas preventivas e/ou terapêuticas, presenciais ou não,
coordenadas por professores e executadas por alunos monitores ou
estagiários de licenciaturas;
−
Dedicação para sanar as dificuldades detectadas pelo processo seletivo, em
sala de aula, nas disciplinas do primeiro bimestre do semestre letivo;
−
Acompanhamento e orientação didática, de moda prioritário, aos alunos
ingressantes com dificuldades de aprendizagem;
−
Estímulo aos alunos do primeiro período, ingressantes na Universidade, a
participarem de eventos promovidos pela Instituição que vislumbrem a
integração dos alunos e seu desenvolvimento; e
−
Outros que os professores acharem interessantes, desde que aprovados pelo
Colegiado de Curso.
A IES conta ainda com cursos de nivelamentos nas diversas áreas do
conhecimento.
3.23.6 Orientação referente a dificuldades de aprendizagem
O apoio pedagógico ao discente é realizado por meio de reuniões regulares com
os representantes de classe, que relatam as ocorrências em sala de aula, desde os
fatos referentes às questões materiais, como a condição de conservação das salas,
95
ventilação, iluminação e capacidade, até os referentes a problemas didáticopedagógicos, como os procedimentos de avaliação, a metodologia de ensino, a postura
do professor. Tal diálogo permite à coordenação do Curso a tomada de decisões. Além
disso, há um permanente contato direto da comunidade discente com o Coordenador
que, dentro da informalidade, tem colhido opiniões sobre o andamento de cada Curso.
Para o acompanhamento pedagógico dos discentes são estabelecidas
atividades/projetos/programas, visando a dinâmica do processo ensino-aprendizagem,
a formação global e a realização profissional do aluno, facilitando, dessa forma, a
integração à vida universitária e social. Procura-se fazer feedback entre as
necessidades do aluno e as possibilidades da FAPEPE proporcionando, através do
planejamento, a expansão dos programas de acompanhamento que visem à adaptação
e à permanência do aluno no curso escolhido e na Instituição.
A coordenação de Curso também mantém franco e constante diálogo com o
Colegiado do Curso, órgão de representanção estudantil, com o objetivo de
implementar ações que tenham por objetivo minimizar as dificuldades encontradas
pelos alunos durante o processo ensino-aprendizagem.
Atividades como Conselho de Classe, realizadas ao final do período letivo e
semana de planejamento, são de grande relevância para, junto com Setor de Ensino,
desenvolver discussões principalmente para professores com responsabilidade crítica,
que buscam sempre seu próprio aprimoramento como educador.
Assim, periodicamente são realizadas reuniões para descrição da realidade,
reflexão crítica desta realidade e criação coletiva de propostas para o Curso.
Eventualmente, se necessário, professores, pedagogos ou psicólogos, externos ao
Curso poderão participar, com o intuito de enriquecer as discussões.
Além disso, os alunos contam com o apoio do Núcleo de apoio didático
pedagógico, cuja atuação está calcada nos seguintes princípios:
a) proporcionar atendimento individual ao aluno, buscando identificar os
obstáculos estruturais e funcionais ao pleno desenvolvimento do processo
educacional;
b) acompanhar e orientar didaticamente, de modo prioritário, os alunos
ingressantes com dificuldades de aprendizagem;
96
c) estimular o relacionamento produtivo entre professor e alunoe definir o aluno
como foco principal do processo ensino-aprendizagem.
3.23.7 Apoio psicológico
O Núcleo de Apoio Psicológico assim como o Núcleo de Apoio Didático
Pedagógico atende a alunos, mediante encaminhamento realizado pelo coordenador do
curso ou por iniciativa do aluno interessado, objetivando resolver questões
especificamente acadêmicas, tais como: problemas de aprendizagem, dificuldades com
provas ou questões pontuais de relacionamentos tangentes a atividade desenvolvida na
FAPEPE.
Os atendimentos são feitos individualmente, pelo tempo que for necessário e
com a possibilidade de envolvimento familiar nestes.
3.23.8 Acompanhamento de egresso
O Curso de Comunicação Social estabelece, em parceria com a FAPEPE Junior,
um permanente acompanhamento aos egressos.
A Empresa Júnior, é a responsável por manter a convivência acadêmica com os
mesmos, por meio de convites para palestras, seminários, minicursos, oferta de novos
cursos pela Instituição, dentre outros. A Empresa Júnior também se encarrega de
pesquisar e difundir entre os egressos, oportunidades de estágios, bolsas de estudo e
pesquisa e quaisquer outras atividades que possam contribuir para a inserção do
recém-formado no mercado de trabalho.
A coordenação do curso acompanha o trabalho da FAPEPE-EX, e também
mantém contato com os alunos egressos por meio de e-mails e redes sociais, pela
página do curso: comunicafapepe.com, além de recebê-los constantemente.
3.24 Apoio técnico-administrativo
97
A FAPEPE conta com o suporte acadêmico, departamento encarregado da
ligação entre os setores oficiais e a Faculdade. Atua junto aos cursos, informando e
esclarecendo diretores, coordenadores e docentes sobre a legislação em vigor e
supervisionando a adequação dos projetos pedagógicos às portarias, resoluções, e
legislações do Ministério da Educação.
Esse setor é o orientador acadêmico situado junto a mantenedora atuando de
forma online e mantendo um responsável no apoio da unidade.
A IES conta ainda com a Secretaria Acadêmica, onde são concentradas as
informações discentes, atende aos professores recebendo as informações sobre
frequência e aproveitamento discente e fornecendo as informações que os
Coordenadores e professores possam necessitar.
Cabe à Secretaria orientar os alunos nos assuntos pertinentes à sua vida
acadêmica, especialmente no que tange à matrícula, avaliação do rendimento escolar,
frequência às aulas, expedição de documentos, etc.
A Coordenação do Curso será sempre o elo entre os discentes e os demais
setores administrativos da faculdade, contando ele com o apoio: do NUPE, do
departamento de Estágios e Projetos Sociais, da infraestrutura, comunicação interna,
tecnologia da informação e biblioteca.
4 INFRAESTRUTURA
4.1 Institucional
A Faculdade de Presidente Prudente se beneficia de sua localização geográfica
(próxima a avenidas principais e acesso à rodovias).
À área atual oferece bom ambiente de ensino e aprendizagem. Saliente-se que
as salas de aula foram projetadas segundo as exigências específicas do ensino
superior, particularmente para as aulas noturnas. São arejadas, com iluminação natural
e artificial adequadas, amplas, comportando turmas de, até, 60 alunos. Dispõem de
instalações próprias para a utilização dos recursos audiovisuais disponíveis, além do
quadro branco.
98
Para o Curso de Comunicação Social – Publicidade e Propaganda a FAPEPE
possui a infraestrutura necessária para o desenvolvimento das várias atividades
previstas neste Projeto Pedagógico.
O Curso conta com a disponibilidade de salas de aulas específicas e
especializadas
para
as
aulas,
biblioteca,
laboratórios
específicos,
instalações
administrativas, instalações para professores (sala de professores, sala de reuniões,
gabinetes de trabalhos), instalações para a Coordenação do Curso, Laboratórios de
Informática equipado com computadores de última geração, multimídia, ligados em rede
de conexão à internet, condições de acesso para portadores de necessidades especiais,
infraestrutura de segurança e plano de expansão física.
Os equipamentos de Informática, os equipamentos audiovisuais (projetores de
multimídia, computadores, retroprojetores) também estão disponíveis na Instituição para
servir aos alunos do Publicidade e Propaganda.
Os serviços de conservação das instalações gerais e dos equipamentos são
mantidos de forma satisfatória por um quadro de funcionários e técnicos com
responsabilidade setorizada na instituição, para que possa ser oferecido amplo
atendimento aos corpos docente e discente.
4.2 Infraestrutura Planejada Para Portadores de Necessidades Especiais
O prédio está adaptado e preparado para que portadores de necessidades
especiais não tenham dificuldades de locomoção, sendo que recursos para deficientes
visuais e auditivos estarão disponíveis na instituição (quando necessário), atendendo
ao que determina a legislação específica.
Entre os requisitos exigidos para atender os portadores de deficiências físicas
estão os seguintes: rampas de acesso, vagas marcadas no estacionamento, adaptação
de portas dos banheiros, barras de apoio. As instalações compõem-se de edificações,
espaços livres, áreas de esportes e lazer, serviços e apoios, podendo apresentar um
bom índice de aproveitamento das dependências nos dois turnos, além de
infraestruturas de apoio ao aluno.
99
4.3 Biblioteca
A FAPEPE possui uma Biblioteca e computadores para serem utilizados pelos
alunos na pesquisa à base de dados local e outras bases nacionais e internacionais na
procura de referências bibliográficas, incluídos no portal da CAPES.
O acesso à Biblioteca é restrito ao meio acadêmico – alunos, professores e
funcionários – por meio de identificação do registro institucional e aberta para consulta
à comunidade externa.
Estes serviços estão disponíveis aos alunos de Publicidade e Propaganda para a
realização de suas atividades acadêmicas.
Horário de funcionamento:
-
De segunda a sexta: 07h30h às 22h. Sábados: 08h às 12h
Serviços oferecidos:
-
Empréstimo domiciliar e local, levantamento (pesquisa) bibliográfico via
internet, interbibliotecas com outras instituições da rede, orientação
bibliográfica e auxilio a pesquisa, elaboração de ficha catalográfica e
videoteca.
4.4 Empresas FAPEPE
4.4.1 FAPEPE Junior
A Empresa Junior da Instituição, denominada de FAPEPE Junior, foi criada com
o objetivo de prestar serviços, tais como:
-
Aperfeiçoamento do aluno através da aplicação prática de conhecimentos
teóricos, relativos à área de formação profissional específica.
-
Facilitar o ingresso de futuros profissionais no mercado, colocando-os em
contato direto com o seu mercado de trabalho.
-
Desenvolver os espíritos críticos, analíticos e empreendedor do aluno.
-
Contribuir
com
a
sociedade,
através
de
prestação
de
serviços,
proporcionando ao micro, pequeno e médio empresário, um trabalho de
qualidade a preços acessíveis.
100
-
Valorizar a FAPEPE como um todo, perante o mercado de trabalho, a
sociedade e demais instituições de ensino.
4.4.2 KAP11 – Propaganda e Marketing
A Kap 11 é a agência de propaganda responsável pelas ações de comunicação
integrada da Instituição. É de responsabilidade da agencia planejar, criar e negociar e
executar as campanhas que a instituição deseja promover, além da confecção da
papelaria e demais materiais gráficos. A agência também realiza o trabalho de relações
públicas, assessoria de imprensa e organização de eventos para a Instituição.
A Kap 11 está diretamente ligada ao Curso de Comunicação Social, propiciando
aos discentes espaço para a vivência prática dos conteúdos aprendidos em sala de
aula.
4.5 Recursos Audio-Visuais
O Curso de Comunicação tem livre acesso aos equipamentos de multimídia para
complementar as atividades em sala de aula, disponíveis com prévio agendamento
para o corpo docente e discente em caso de apresentação de trabalho entre outros.
Tais equipamentos correspondem a Aparelhos de som, DVD, Microfone, Data
Show entre outros para que os professores possam incrementar e diferenciar suas
aulas.
4.6 Laboratórios Específicos
4.6.1 Laboratórios de informática
A Faculdade de Presidente Prudente, conta com 8 laboratórios de Informática,
além de áreas de estudos na Biblioteca, utilizáveis para: trabalhos e tarefas acadêmicas
101
a serem efetuadas por docentes e discentes, destinando–se, portanto a quaisquer
áreas de conhecimento envolvidas no curso; treinamento das disciplinas ligadas a
computação, e com horário de funcionamento de 2ª a 6ª feira das 8h às 22h e aos
sábados das 8h às 12h.
Os professores e alunos têm livre acesso aos equipamentos de informática seja
nos Laboratórios, bem como em terminais instalados na Biblioteca.
Os laboratórios de informática em período de acesso livre, contam com
monitores para auxílio de alunos e professores.
Os laboratórios de informática estão sob responsabilidade de uma equipe de
Tecnologia da Informação, que atuam na conservação, manutenção e atualização dos
equipamentos.
4.6.2 Laboratório de Som e Imagem – Núcleo Midiático
O Curso de Comunicação Social – Publicidade e Propaganda da Faculdade de
Presidente Prudente conta com espaços específicos destinados a aulas práticas do
curso. Esses espaços foram concentrados constituindo o Núcleo Midiático, que reúne
os laboratórios de som e imagem propiciando a integração entre:
- Estúdio de TV
- Técnica de TV (redação e edição)
- Estúdio de Fotografia
- Estúdio de áudio
Além de contar com os laboratórios de informática e a biblioteca para a
realização das atividades.
O Núcleo Midiático possui regulamento próprio que rege a organização das
atividades nele desenvolvidas.
4.6.2.1 Laboratório de som e imagem
Engloba os laboratórios de rádio, televisão e fotografia.
102
Há neste setor um estúdio de produção que viabiliza programas de fundo
jornalístico e fundo infinito para fotos.
Para as tomadas externas, equipamentos proporcionarão aos alunos a captação
de imagem e som, para futura edição, produção ou pós-graduação.
Recursos Humanos:
-
1 Operador
-
1 Monitor
Laboratório de TV
Recursos Materiais:
-
Estúdio para produção jornalística:
Recursos Materiais:
-
Câmera de Vídeo Sony mod. HD 1000
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Câmera de Vídeo Sony mod. Z1N
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Câmeras de Vídeo Sony mod. DCR-HC52
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Dolli
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Tripés de vídeo MOD.MANFROTTO 503 com cabeça HID 501
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Tripés DNS
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Microfones de lapela sem fio SENNHEISER - FP12UHF
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Teleprompter Audio Pro 15 " Title Lite LCD Profissional
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Monitor de vídeo 42” Philco
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Refletores de Luz Fria Dexel – 6 lâmpadas
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Refletor de Luz Fria Dexel – 4 lâmpadas
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Microfones comum com fio - Modelo: D103102P
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ILUMINADOR VLE-300 110V/220V
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Canoplas para microfone
Técnica de TV e Vídeo
Ambiente onde são controladas as funções do estúdio de TV, editados e
finalizados os materiais gravados no estúdio ou em externas.
Recursos Materiais:
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VT digital Sony HVR-M15
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VT Híbrido SR-DVM-600 (mini DV e Gravador de DVD)
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Mixer de áudio 8 canais
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Fone de ouvido SEENHEISER HD 280 PRO
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DVD SONY MODELO:DVPNS508P
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Ilha de edição não linear
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Mesa de corte Sony
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Monitor de retorno
Redação
Ambiente para reunião de pautas e produção de roteiros:
Recursos Materiais:
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Microcomputadores
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Scanner
Laboratório de Rádio
Ambiente onde são produzidos spots de rádio, jingles, teasers e etc.
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Mixer de áudio 18 canais Behringer Xenyx 1832 FX
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Amplificador de áudio 400WTSS RMS ONEAL MODELO- OP2300
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Fones de ouvido SEENHEISER HD 280 PRO
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Microfones Behringer mod. B2
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Gravador Digital portatil Panasonic RR-QR 230
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Microfone AKG mod. D 880 II
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Microfone Direcional
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Estação de produção de áudio
4.6.2.2 Laboratório Fotográfico
Possui um estúdio de fotografia que propiciará as tomadas de imagem com
câmeras digitais.
104
É um ambiente climatizado, com possibilidade de controle de luz, onde estão
instalados todos os equipamentos fotográficos, sistemas de flash-stúdio, fundo infinito,
refletores halogêneos, tripés e demais acessórios das máquinas fotográficas.
Equipamentos:
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Flash 200 Master x bivolt automático AT-020-M
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Mini-Tripés AT-081
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Refletor Angulares AT-030
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Sombrinha Plástica Mini AT-064 – Prata
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Sombrinha Plástica Gde Dourada Rebatedora
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Soft Light
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Hazy Light
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Cabo de Sincronismo AT-029-F
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Flash 160 Plus x bivolt AT-017-BI
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Girafa Média AT-910
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Girafa Grande
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Snoot Concentrador de Luz AT-025-A
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Flash 160 Plus x bivolt AT-017-BI
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Tripé de Fundo Back-Light AT-1500
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Refletor 180mm para Fundo AT-177-B
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Tripés Black II (ferro) AT-931
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Par de Forquilhas AT-148
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Eixo Avulso Completo AT-047
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Tela Pintada 2 x 3 m (AZUL) AT-352
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Gerador 1200 ACL x Bivolt Automático AT-439
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Tripé WF-3720
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Tripé WF-6902
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Tripé WF-6635
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Cartão de Memória Compact Flash Ultra 1GB
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Cabo TTL Cânon OC-E3
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Câmera Cânon EOS Rebel XT
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Câmera Nikon FM10
105
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Câmera Fuji Finepix S
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Câmera Fuji S20
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Iluminador de 1000W AT-800-A
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Difusor com armação
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Difusor sem armação
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lâmpada palito de 1000W
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Mini Tripés de 4 seções AT-011
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Bolsa Alhva
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Fotômetro
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Iluminador fluorescente com 4 lâmpadas
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bag para tripé
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Case para Câmera
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Kits de revelação – Fotografia Analógica para experiências exporádicas
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ANEXOS
Anexo 1 – Regulamento de Estágio Supervisionado
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Anexo 2 – Regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso
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Anexo 3 – Regulamento de Atividades Complementares
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