l O SISTEMA DE SAÚDE NO MUNICÍPIO DE UBERLÂNDIA Uberlândia é uma cidade que tem sua tradição em matéria de saúde. Entre as características positivas do modelo aqui desenvolvido historicamente, destaca-se uma rede pública de serviços assistencial bastante abrangente do ponto de vista geográfico, com atuação significativa no individual e no coletivo, no preventivo e no curativo, também mostrando predomínio de prestadores públicos em toda a escala de complexidade. Além disso, há disponibilidade de um corpo de funcionários numeroso e qualificado e os investimentos em infra-estrutura foram marcantes. O estágio do desenvolvimento atual do Sistema Municipal de saúde é reflexo da constante busca da evolução, partindo dos preceitos da Reforma Sanitária. Em 12 de fevereiro de 1996, o município habilitou-se junto ao SUS na modalidade de “Gestão Semi-plena”, por meio da publicação da Portaria Nº 29 do Ministério da Saúde. O próximo passo foi a habilitação na “Gestão Plena do Sistema Municipal”, regulamentada pela Portaria Nº 3.061, de 24 de junho de 1998. Esse foi mais um marco no processo evolutivo por que passou o setor. O desenvolvimento do Sistema de Saúde não ocorreu apenas pelo estímulo governamental, mas também pela internalizarão de um sentimento de responsabilidade e coletividade da equipe. Alguns aspectos continuam a preocupar o sistema local de saúde. Entre estes podem ser citadas as características polarizadora da cidade, para a qual ocorrem pacientes de inúmeras outras localidades, inclusive de outros estados, em busca de assistência médica; a insuficiência dos mecanismos de financiamento do SUS, o que é agravado pelo descompasso entre a oferta e a demanda de serviços assistenciais; o grau de desenvolvimento de atenção à saúde na cidade, derivado de características peculiares da população, entre elas o envelhecimento e também uma certa cultura voltada para o consumo de novas tecnologias e atendimento hospitalar e de alto custo. A Prefeitura Municipal de Uberlândia mantém, desde 1994, um contrato de gestão de serviços de saúde com a Fundação Maçônica Manoel dos Santos, uma entidade filantrópica da cidade que se adaptou ás normas legais de Organização Civil de Interesse Público (OSCIP). Nesta última condição é que usufrui da prerrogativa do repasse da isenção patronal do INSS, o que lhe permite manter suas atividades estatutárias. O contrato PMU-FMMS abrangia, no início, apenas a operação das UAI (Unidades de Atendimento Integrado). Atualmente, abrange o funcionamento de outras unidades da rede municipal, inclusive do Programa de Saúde da Família. O Sistema Único de Saúde é composto basicamente por dois prestadores públicos. A Secretaria Municipal de Saúde com uma extensa rede de atendimento, onde a população é atendida através da divisão de áreas de abrangência de responsabilidade de cada unidade de saúde. As Unidades de Atendimento Integrado-UAIs se encarregam não só do pronto atendimento de quem as busca, com também do atendimento ambulatorial de sua área de abrangência, assim como várias especialidades. Com relação às ações de vigilância em saúde, contamos hoje com as ações de Vigilância Epidemiológica, que são realizadas por meio do controle das doenças de notificação compulsória. No ano de 2004 aconteceu a descentralização dos agentes para as unidades de saúde, trazendo bons resultados. 1 As ações de Vigilância Sanitárias abrangem a fiscalização e controle da comercialização de alimentos e medicamentos, assegurando a população o consumo de produtos de melhor qualidade. O Centro de Controle de Zoonoses vem desenvolvendo um bom trabalho, há 18 anos não apresenta nenhum caso de raiva animal. A Secretaria Municipal de Saúde realizou no ano de 2004 uma média de 22.420 atendimentos diários e 448.340 mensais, por meio dos seus 62 pontos de atendimento ao público descrito a seguir: Integra também o Sistema de Saúde do Município a Universidade Federal de Uberlândia, que é um serviço conveniado ao SUS, responsável pela execução de ações de alta e média complexidade onde as ações referentes a internação hospitalar ficam a cargo do Hospital das Clínicas. As ações de nível secundário se dão por meio de seis Unidades Prestadoras de Serviço. Entidades filantrópicas e privadas integram o sistema. A Rede Assistencial do SUS ambulatorial e hospitalar pode ser vista nos quadros abaixo segundo o tipo de prestador, nível assistencial e grupos de procedimentos: ATENDIMENTO AMBULATORIAL Tipo de Prestador Público Prestador Secretaria Municipal Saúde Atenção básica Todos Média complexidade Exceto patologia clínica Reabilitação/saúde mental Atenção básica Exceto ações em vigilância sanitária Média complexidade Todos Alta complexidade Todos Média complexidade Procedimentos especializados Alta complexidade Hemoterapia Associação dos Pais Amigos Excepcionais (APAE) Média complexidade Terapia especializada Associação de Assistência Criança Deficiente (AACD) Média complexidade Terapia especializada Alta complexidade Ortese/prótese – reabilitação Juventude Espírita de Uberlândia Média Complexidade Terapia especializada Laboratório Central Média Complexidade Citopatologia/Patologia Clínica Laboratório Eduardo Maurício Média Complexidade Citopatologia/Patologia Clínica Biolab Média Complexidade Patologia Clínica Check – UP Média Complexidade Patologia Clínica DIU-Saúde Média Complexidade Patologia Clínica Virchow Buffoni e Alves Hemocentro Privado Grupos de Procedimentos Alta complexidade Universidade Federal de Uberlândia Filantrópico Nível Assistencial Média Complexidade Anatomo Patológico/Citopatologia Biogenetics Tecnol. Molecular Alta Complexidade Exames de Histocompatibilidade Laboratório de Imunologia e Transplante Alta Complexidade Exames de Histocompatibilidade Casa de Saúde Santa Marta Média Complexidade Cirurgia Ambulatorial Hospital São Francisco Média Complexidade Consultas-obstetrícia (urgência) Hospital Santa Catarina Alta Complexidade Hemodinâmica Instituto de Nefrologia Alta Complexidade Terapia Renal Substitutiva (Diálise) Instituto do Rim Alta Complexidade Terapia Renal Substitutiva (Diálise) Nefrologia do Triangulo Alta Complexidade Terapia Renal Substitutiva (Diálise) 2 Tipo de Prestador Prestador Sonodiagnose Nível Assistencial Grupos de Procedimentos Média Complexidade Ultrassonografia Centro de Tratamento Cálculo Renal Alta Complexidade Litotripsia ISO- Instituto de Saúde Ocular Média / Alta Cirurgias oftalmológicas – Facectomias ATENDIMENTO HOSPITALAR Tipo de Prestador Público Privado Prestador Hospital de Clínicas UFU Nível Assistencial Média complexidade Grupos de Procedimentos Todas Alta complexidade Todas Hospital Santa Catarina Alta Complexidade Cardiologia Hospital São Francisco Média Complexidade Obstetricia/Clínica Médica/Cirurgica Casa de Saúde Santa Marta Média Complexidade Cirurgia/Pediatria Clínica Infantil Dom Bosco Média Complexidade Pediatria Em julho de 2003, definiu-se a implantação das Equipes de Saúde da Família, levando em consideração, nível sócio-econômico, a acessibilidade a unidade, indicadores de atenção básica como óbito infantil, óbito total, peso ao nascer, gravidez na adolescência e doenças cardiovascular. Iniciou-se a seleção de recursos humanos para a implantação de 30 equipes de PSF. Os setores de implantação foram divididos em 3 núcleos sendo eles: Morumbi situado no Setor Leste da cidade, com 8 equipes; Planalto no setor Oeste com 6 equipes e Pampulha no Setor Sul com 15 equipes. Ouve a necessidade de ampliar mais 4 equipes sendo duas no Núcleo Morumbi e 2 no Núcleo Planalto. Uma equipe é responsável pelo atendimento de Zona Rural. A previsão inicial era atender, segundo estimativa 105.540 pessoas agrupadas em 28.524 famílias. Sendo que no final de 2004, o cadastro do SIAB apontou uma cobertura de 132.668 pessoas e 36.551 famílias. Posteriormente, em junho de 2004, foi instituído o Programa de Agentes Comunitários de Saúde – PACS com 3 equipes, para atender a população residente nos bairros Luizote de Freitas, Tocantins e Guarani, totalizando uma cobertura 47.580 pessoas com 13.465 famílias no final de 2004. O Relatório de gestão do ano de 2004 se refere às diretrizes do Programa Uberlândia Saudável aprovado e discutido no Conselho Municipal de Saúde no dia 11 de Julho de 2003. Vem com o objetivo de disponibilizar informações acerca dos resultados alcançados no ano 2004. 3 l CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE O Conselho de Saúde de Uberlândia foi instituído através da Lei Municipal Nº 5.281, de 10 de julho de 1991. Foi empossado em 17 de setembro de 1991, data que foi votado e aprovado seu regimento interno, entrando o mesmo em vigor em 1º de outubro de 1991. Aconteceu uma interrupção nas atividades do Conselho no período de novembro de 1991 a 4 de julho de 1995, voltando as suas atividades de forma sistemática até a presente data. A Lei que instituiu o Conselho sofreu três alterações no decorrer do tempo, sendo uma alteração a Lei 5.942 de 08/02/94 que alterou o Artigo 1º alínea A, do inciso II, da Lei 5.281, substituindo o representante da Câmara Municipal pelo representante do Conselho Municipal do Idoso. A segunda alteração veio com a Lei de Nº 6.453 de 14 de Dezembro de 1995, que modifica o Art. 7º, determinando que o término do mandato do Prefeito Municipal e dos membros do Conselho não poderiam mais coincidir. A terceira alteração vem por meio da Lei 8.836 de 29 de setembro de 2004, que muda a composição do Conselho que anteriormente eram 14 titulares passando para 28 titulares. Em 15 de dezembro de 2004, o Conselho Municipal de Saúde, com sua nova composição toma posse. CALENDÁRIO DE REUNIÕES DO CONSELHO DE SAÚDE NO ANO DE 2004 Mês Janeiro Reunião Ordinária Reunião Extraordinária Recesso - Fevereiro 18 - Março 31 15 Abril 14 Maio 26 05 Junho Não houve quorum - Julho 07 - Agosto 25 - Setembro 29 - Outubro 26 - Novembro 24 - Dezembro 15 - 4 DELIBERAÇÕES DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE - 2004 Mês de Aprovação Deliberações Março Escolha de representante do CMS para o Conselho Administrativo do Hospital Odontológico – HCUFU. Abril Formação de comissão para acompanhamento das negociações da dívida com hospitais privados. Aprovação do Projeto Rede AD Uberlândia. Aprovação do Projeto Saúde do Trabalhador. Aprovação do Anteprojeto de Lei para recomposição do Conselho do Municipal de Saúde. Escolha de representantes do Conselho Municipal de Saúde para Conferências de Ciências e Tecnologia e Saúde Bucal. Maio Aprovação do Pacto de Atenção Básica. Aprovação do PACS - Programa de Agentes Comunitários de Saúde. Aprovação de prestação de contas referente ao ano de 2003 e 1º trimestre de 2004. Aprovação de credenciamento do Hospital Santa Clara para realização de transplante renal. Aprovação de credenciamento do HC-UFU para realização de cirurgia videolaparoscópica e cirurgia bariátrica Julho Aprovação de Centro de Referência em Dermatologia Sanitária como referência nacional. Escolha do representante do Conselho Municipal de Saúde para órgão consultivo da gerência do ambulatório do HC-UFU. Agosto Aprovação do projeto do Centro de Referência em Atenção à Saúde do Idoso. Setembro Formação de comissão para discussão do processo de recomposição do Conselho Municipal de Saúde, tendo em vista aprovação da Lei 8836, nesta mesma data. Outubro Aprovação de credenciamento do Laboratório de Imunologia e Transplantes de Uberlândia – LITU, para mudança de classificação tipo I para tipo II. Aprovação de credenciamento do Centro de Atenção Psicossocial – CAPS (02 CAPS tipo II e 01 CAPS tipo III). Aprovação de credenciamento do Centro de Especialidades Odontológicas. Escolha de representantes do Conselho Municipal de Saúde para acompanhamento do Contrato de Metas entre PMU e HC-UFU. Aprovação do Contrato de Metas entre PMU e HC-UFU. Novembro Aprovação da prestação de contas – abril a setembro/2004. 5 l INDICADORES EPIDEMIOLÓGICOS – PROGRAMAÇÃO PACTUADA INTEGRADA A Programação Pactuada Integrada – PPI é um instrumento formalizado pela NOB/SUS 01/96. O Pacto de Indicadores da Atenção Básica e da Vigilância em Saúde são instrumentos formais de negociação das metas a serem alcançados para indicadores previamente acordados. Tem como objetivo identificar e priorizar problemas, ordenar ações e atividades, monitorar as ações de saúde, estabelecer metas e permitir avaliação contínua. Ao fim de cada ano, municípios e estados têm seu desempenho avaliado pelo nível federal em função do cumprimento das metas pactuadas. PACTO DE INDICADORES DE ATENÇÃO BÁSICA - 2004 INDICADOR FORMA DE CÁLCULO CONSTANTE PACTUADO ALCANÇADO Nº absoluto de óbito em menores de 1 Número de óbitos de menores de um ano ano e taxa de mortalidade infantil de idade em relação aos nascidos vivos 1.000 9,08 9,99 Proporção de nascidos vivos com baixo Proporção de nascidos vivos com peso peso ao nascer ao nascer inferior a 2.500 gramas, dentre os nascidos vivos 100 9,00 9,67 Proporção de óbitos em menores de 1 ano por causas mal definidas Óbitos de crianças menores de um ano de idade por causas mal definidas em relação aos nascidos vivos 1.000 4,23 0 Taxa de internação de menores de 5 anos por IRA Internações hospitalares por Infecção Respiratória Aguda (IRA) na população de menores de 5 anos dentre a população de menor de 5 anos 1.000 27,00 26,81 1.000 6,65 7,25 Nº absoluto de óbitos neonatais e taxa Óbitos ocorridos em menores de 28 dias de mortalidade neonatal em relação aos nascidos vivos Taxa de mortalidade materna Óbitos femininos ocorridos por causas maternas em relação aos nascidos vivos 100.000 24,36 47,57 Proporção de nascidos vivos de mães com 4 ou mais consultas de pré natal 100 95,0 93,80 Razão entre exames cito patológicos cérvico-vaginais em mulheres de 25 a 59 anos e a população feminina nesta Taxa de mortalidade de mulheres por câncer de colo de útero Proporção de nascidos vivos de mães com 4 ou mais consultas de pré-natal dentre os nascidos vivos No de exames de colpocitologia realizados em mulheres de 25 a 59 anos em relação à população feminina da Óbitos por câncer de colo de útero em relação à população feminina -- 0,23 0,29 100.000 4,0 5,30 Taxa de mortalidade de mulheres por câncer de mama Óbitos por câncer de mama em relação à população feminina 100.000 10,84 15,89 Proporção de nascidos vivos de mães com 7 ou mais consultas de pré natal Proporção de nascidos vivos de mães com 7 ou mais consultas de pré-natal dentre os nascidos vivos Ocorrência de internações por acidente vascular cerebral (AVC) em pessoas com mais de 40 anos, na população Óbitos por doenças cérebro-vasculares em pessoas com mais de 40 anos na população acima de 40 anos 100 70 68,91 10.000 10,65 11,90 100.000 80,00 67,63 Taxa de internação por AVC Taxa de mortalidade por doenças cerebrovascular 6 INDICADOR FORMA DE CÁLCULO CONSTANTE PACTUADO ALCANÇADO Taxa de internação por ICC Ocorrência de internações por insuficiência cardíaca congestiva em pessoas com mais de 40 anos, na população acima de 40 anos 10.000 38,22 30,50 Proporção de internação por cetoacidose e coma diabético Internações por cetoacidose e coma diabético no total de internações por diabetes mellitus Internações por diabetes no total de internações, excluindo-se os partos 100 20,00 31,43 100 0,86 1,16 Proporção de internação por diabetes mellitus Incidência de tuberculose Casos novos de tuberculose pulmonar positiva na população 100.000 10,27 7,74 Taxa de mortalidade por tuberculose Óbitos por tuberculose na população 100.000 1,10 1,98 100 16,0 14,93 -- 0,40 0,29 100 1,00 5,45 -- 1,50 2,44 -- 1,0 0,63 Cobertura de 1ª consulta odontológica Número de 1ª consultas odontológicas realizadas na população Razão entre procedimentos Relação entre os procedimentos Odontológicos coletivos e população de odontológicos coletivos (PC) realizados e 0 a 14 anos a população de 0 a 14 anos Proporção de exodontias em relação às Proporção das exodontias de dentes ações odontológicas básicas permanentes em relação às demais ações básicas individuais Média anual de consultas médicas nas Consultas médicas realizadas por especialidades básicas habitante Média mensal de visitas domiciliares por Visitas domiciliares de profissionais de família nível superior, médio e ACS por família AVALIAÇÃO DA PROGRAMAÇÃO PACTUADA E INTEGRADA DA EPIDEMIOLOGIA E CONTROLE DE DOENÇAS - 2004 AÇÃO 1. Notificação PARÂMETROS METAS ALCANÇADO 1.1 Notificar casos de paralisia flácida aguda (PFA). Coeficiente de detecção esperada de PFA na América Latina. 2 2 1.2 Realizar notificação negativa de sarampo. Número de unidades notificando negativa ou positivamente por semana, no município. 2 2 80% 95,70% 2 1 2. Investigação 2.1 Iniciar investigação epidemiológica oportunamente para doenças exantemáticas. Casos de doenças exantemáticas investigados em 48 horas, em relação aos notificados. 2.2 Realizar coleta oportuna de uma amostra de fezes para cada caso de PFA. Casos de PFA com uma amostra de fezes coletada até o 14º dia do início da deficiência motora, em relação ao total de casos de PFA detectados. 7 AÇÃO PARÂMETROS 3. Diagnóstico laboratorial de agravos de Saúde Pública METAS ALCANÇADO 3.1 Realizar diagnóstico laboratorial de doenças exantemáticas - sarampo e rubéola. Casos de sarampo e rubéola investigados laboratorialmente, em relação ao total de casos notificados. 95% 100,00% 3.2 Realizar cultura de líquor para o diagnóstico laboratorial de meningite. Proporção de casos de meningite com cultura de líquor realizada / total de casos de meningite notificados. 50% 93,15% 3.3 Realizar testagem para sífilis(VDRL) nas gestantes. No mínimo um teste no parto. 8.828 498.157 Todos municípios. 60% OBS_1 207 755 1.371.996 396.682 4. Vigilância Ambiental 4.2 Realizar as atividades de cadastro, controle e vigilância da qualidade da água para consumo humano, de acordo com a Portaria 1469/2000. 5. Vigilância de Doenças Transmitidas por Vetores e Antropozoonoses 5.1. Vigilância entomológica 5.1.1 Realizar pesquisa de triatomíneos em domicílios em áreas endêmicas. Número de pesquisas realizadas em 2001. 5.1.2 Realizar identificação e eliminação de focos e/ou criadouros do Aedes aegypti e Aedes albopictus em imóveis. 5.3. Controle vetorial Seis inspeções por ano, por imóvel, nos municípios infestados em 2002. 5.3.1 Realizar borrifação em domicílios para controle de triatomíneos em área endêmica. Número de borrifações realizadas em 2001. 19 32 5.3.4 Realizar tratamento de imóveis com focos do Aedes aegypti. Número de imóveis com depósitos positivos vulneráveis a foco de mosquito. 823.198 237.987 5.4. Imunização de reservatórios 5.4.1 Realizar campanha de vacinação anti-rábica em cães. População canina estimada. 60.503 57.131 85% 44,61% 6. Controle de doenças 6.1. Diagnóstico e tratamento 6.1.1 Curar casos novos de Tuberculose Baciliferos. Proporção de casos novos curados dentre os casos novos identificados (85%). 6.1.5 Tratar casos confirmados de LTA. Numero de casos confirmados de LTA. Tratar 100% com 85% de cura 50,00% 6.1.6 Tratar casos confirmados de LV. Numero de casos confirmados de LV. Tratar 100% com 85% de cura 0,00% 8 AÇÃO 7. Imunizações PARÂMETROS METAS ALCANÇADO 7.1. Vacinação de rotina 7.1.1 Atingir percentual de 95% de cobertura de menores de 1 ano, com a vacina Tetravalente. Municípios com cobertura adequada. 95% 97,36% 7.1.2 Atingir percentual de 95% de cobertura de crianças de 1 ano, com a vacina Tríplice Viral. Municípios com cobertura adequada. 95% 117,74% 7.1.3 Atingir percentual de 95% de cobertura de menores de 1 ano, com a vacina para Hepatite B. Municípios com cobertura adequada. 95% 91,41% 7.2. Vacinação de campanha 7.2.1 Realizar campanha anual (em duas etapas) contra poliomielite. População < 5 anos. 43.449 43.327 7.2.2 Realizar campanha anual contra a influenza. População com 60 anos e mais. 29.632 38.444 7.2.3 Realizar campanha de seguimento contra o Sarampo. População de 1 a 4 anos. 35.188 36.967 100% 100,00% Não realizado 7.3. Vigilância de eventos adversos pós vacinação 7.3.1 Investigar os eventos adversos graves pós-vacinação. Número de casos notificados de eventos adversos graves pós-vacinação. 8. Monitorização de agravos de relevância epidemiológica 8.1 Detectar surtos de Doenças Diarreicas Agudas (DDA) por meio da Monitorização das Doenças Diarréicas Agudas (MDDA). Número de surtos de DDA detectados por meio da MDDA. 100% dos surtos 8.2 Investigar surtos de doenças transmitidas por alimentos. Número de surtos investigados/total de surtos notificados. 100% dos surtos Sem notificação de surtos. 8.3 Implantar a vigilância epidemiológica das DST. Vigilância epidemiológica das DST implantada nas SES e SMS. 8.5 Investigar óbitos maternos. Número de óbitos maternos declarados e presumíveis do município, registrados no SIM no último ano. Implantar OK 100% 100,00% 2 2 1 1 9. Divulgação de informações epidemiológicas 9.1. 10.1 Elaborar informes epidemiológicos Duas publicações por ano (População acima de com dados de doenças de 100.000 hab). notificação compulsória, óbitos e nascidos vivos e com análise da situação epidemiológica de agravos relevantes. 10. Elaboração de estudos e pesquisas em epidemiologia Realizar Análise da situação de saúde. Uma análise por município (pop. acima de 100.000 hab.), com estudo descritivo ou analítico que contribua para o conhecimento da situação da saúde do município. 9 AÇÃO PARÂMETROS 11. Alimentação e Manutenção de Sistemas de Informação METAS ALCANÇADO 5% 5,22% 8.453 8.410 52 52 11.1. SIM 11.1.1 Melhorar a qualidade da notificação das causas básicas de óbito. Percentual de óbitos por causas mal definidas em relação ao total de óbitos notificados (10%). 11.2 SINASC 11.2.1 Realizar coleta da Declaração de Nascidos Vivos – DN. Coletar pelo menos 95% da taxa bruta de natalidade esperada** (TBN: 17,4/1.000 hab.). 11.3. SINAN 11.3.1 Realizar envio regular de dados. Remessa regular, semanal, de um banco de dados do município para a DADS. 13. Procedimentos Básicos de Vigilância Sanitária 13.1 Cadastramento. Cadastramento dos estabelecimentos sujeitos ao controle da VISA - Fonte: ficha cadastral do SINAVISA. 100% OBS_2 13.2 Ação educativa em Vigilância Sanitária. Proporção de equipes do PSF/PACS capacitados a desenvolver ações educativas em Vigilância Sanitária. 100% 100% 13.3. Inspeção Sanitária 13.3.1 Comércio de Alimentos. Uma inspeção, por ano, por estabelecimento. 20% 80,00% 13.3.2 Drogarias / Ervanarias e Postos de Medicamentos. Uma inspeção, por ano, por estabelecimento. 40% 100,00% 13.3.3 Creches. Uma inspeção, por ano, por estabelecimento. 100% 100,00% 13.3.4 Estabelecimentos de Ensino Fundamental. Uma inspeção, por ano, por estabelecimento. 100% 100,00% 13.3.5 Estações Rodoviárias e Ferroviárias. Duas inspeções, por ano, por estabelecimento. 100% 100,00% OBS_! - OBS_2 - Indicador mal elaborado, uma vez que abrange 3 ações distintas cujos percentuais de alcance foram: Cadastro - 100%; Controle - 100% e Vigilância - 32%. O SINAVISA não funcionou em 2004, inviabilizando o cumprimento dessa meta. 1 l INDICADORES E DADOS BÁSICOS EM UBERLÂNDIA NO ANO DE 2004 INDICADORES DEMOGRÁFICOS POPULAÇÃO RESIDENTE MASCULINA E FEMININA POR FAIXA ETÁRIA Faixa Etária Menor 1 ano Masculino Feminino Total 4.494 4.213 8.707 1 a 4 anos 18.992 18.032 37.024 5 a 9 anos 24.762 23.546 48.308 10 a 14 anos 25.908 25.198 51.106 15 a 19 anos 27.648 27.559 55.207 20 a 29 anos 53.155 54.345 107.500 30 a 39 anos 45.264 48.701 93.965 40 a 49 anos 34.036 37.228 71.264 50 a 59 anos 19.650 21.225 40.875 60 a 69 anos 11.319 13.414 24.733 70 a 79 anos 5.325 7.029 12.354 80 anos e mais 1.813 2.750 4.563 272.366 283.240 555.606 Total RAZÃO DE SEXOS NA POPULAÇÃO DE UBERLÂNDIA E NA POPULAÇÃO ATENDIDA PELO PSF E PACS Uberlândia PSF PACS Masculino 272.366 65.831 23.271 Feminino 283.240 67.328 24.309 96,2 97,8 95,7 Razão Obs. A razão de sexo quando igual a 100 indica que o número de homens e de mulheres se equivalem. O indicador é influenciado por taxas de migração e de mortalidade diferenciadas por sexo e idade. NASCIDOS VIVOS E T AXA BRUTA DE NATALIDADE Sexo Número Taxa Masculino 4.308 7,8 Feminino 4.102 7,4 Total 8.410 15,1 Obs. no Brasil no ano de 1999 a taxa era de 21,4. T AXA BRUTA DE MORTALIDADE Local Ano Taxa Bruta de Mortalidade Uberlândia 2004 4,74 Brasil 1999 7,0 Obs. taxas elevadas podem estar associadas a baixas condições socioeconômicas ou refletir elevada proporção de pessoas idosas na população total. 1 INDICADORES DE MORTALIDADE T AXA DE MORTALIDADE INFANTIL - 2004 Neonatal 61 Número Uberlândia Pós - neonatal 23 Brasil Total 84 - Taxa 7,3 2,7 9,9 25,1 Obs. são geralmente classificadas em altas (50 por mil ou mais), médias (20-49) e baixas (menos de 20). Quando a taxa de mortalidade infantil é alta, o componente pós-neonatal é predominante. ÓBITOS DE MULHERES EM IDADE FÉRTIL, MORTE MATERNA E T AXA DE MORTALIDADE MATERNA - 2004 Local Uberlândia Brasil Taxa de Mortalidade Materna 47,5 68,3 Obs. estima a freqüência de óbitos femininos atribuídos a causas ligadas à gravidez, ao parto e ao puerpério, em relação ao total de nascidos vivos. Taxas elevadas de mortalidade materna estão associadas à insatisfatória prestação de serviços de saúde a esse grupo. MORTALIDADE PROPORCIONAL EM MENORES DE CINCO ANOS DE IDADE Uberlândia – 2004 Causas N o Brasil - 2000 Mortalidade Proporcional Mortalidade Proporcional Doença Diarréica Aguda 1 0,87 4,6 Infecção Respiratória Aguda 12 10,52 5,9 Obs. percentuais elevados são indicativos de insatisfatórias condições socioeconômicas e de saneamento, além de insuficiente cobertura e qualidade da utilização de procedimentos básicos de atenção à saúde da criança. T AXA DE MORTALIDADE ESPECIFICA Uberlândia – 2004 Causas N o Brasil - 1999 Taxas Taxas Aids 46 8,27 6,7 Diabete Melito 65 11,69 17,5 Cirrose Hepática 30 5,39 7,9 Neoplasias 413 74,33 67,8 Causas Externas 266 4,78 72,7 Aparelho Circulatório 822 147,94 153,5 Obs. estima o risco de um indivíduo morrer em conseqüência de determinada causa. 1 INDICADORES DE MORBIDADE E FATORES DE RISCO T AXA DE INCIDÊNCIA DE DOENÇAS T RANSMISSÍVEIS Uberlândia – 2004 N o Brasil - 2001 Taxas Taxas Aids 122 21,9 8,1 Tuberculose 148 26,64 54,6 Dengue 361 64,97 248,4 1 1 Esta taxa é do ano de 1999 Obs. estima o risco de um indivíduo de ocorrência de casos novos de determinada doença. AGRAVOS NOTIFICADOS E CONFIRMADOS Agravos Notificados Acidente por Animais Peçonhentos Caxumba Coqueluche Dengue Doenças de Chagas Aguda Confirmados 60 60 114 0 1 * 963 361 7 0 23 1 Hantaviroses 9 2 Hepatite Viral 136 125 Intoxicação por Agrotóxico 2 2 Leishmaniose Tegumentar Americana 6 6 Leishmaniose Visceral 1 1 Doenças Exantemáticas Leptospirose 5 2 Malária 45 20 Meningite 73 72 Sífilis Congênita 30 26 Varicela 1.338 * Total 2.813 678 Fonte: Vigilância Epidemiológica * - agravos apenas de notificação ÍNDICE CPO-D AOS 12 ANOS DE IDADE Local Ano CPO-D Uberlândia Brasil 2004 2003 Meta OMS 2000 2 2,7 3 Obs. estima o risco de ataque da cárie dental à dentição permanente. 2010 1 1 PROPORÇÃO DE INTERNAÇÕES HOSPITALARES (SUS) POR GRUPOS DE CAUSAS Grupos de causas Uberlândia - 2004 Número Brasil - 2000 Proporção Proporção Algumas doenças infecciosas e parasitárias 1.433 4,7 7,4 Neoplasias (tumores) 1.788 5,9 3,3 613 2,0 3,5 Doenças do aparelho circulatório 3.737 12,3 9,5 Doenças do aparelho respiratório 3.183 10,5 16,2 Doenças do aparelho digestivo 3.085 10,1 8,5 Doenças do aparelho geniturinário 2.414 7,9 7 Gravidez parto e puerpério 5.880 19,3 24,4 Transtornos mentais e comportamentais Causas externas de morbidade e mortalidade Demais causas definidas 1 0,0 5,8 8.298 27,3 14,3 Obs. mede a participação relativa dos grupos de causas de internação hospitalar no total de internações realizadas no SUS. PROPORÇÃO DE NASCIDOS VIVOS EM MÃES ADOLESCENTES E CRIANÇAS COM BAIXO PESO AO NASCER Nascidos Vivos Uberlândia - 2004 Número Idade da mãe de 10 a 19 anos Total de crianças de baixo peso ao nascer (até 2.499 g.) Brasil - 1998 Proporção Proporção 1.517 18,04 23,6 813 9,67 7,9 Obs. convenções internacionais estabelecem que essa proporção de baixo peso ao nascer não deve ultrapassar 10%. INDICADORES DE RECURSOS NÚMERO DE PROFISSIONAIS DE SAÚDE POR HABITANTE Uberlândia - 2004 1 Brasil - 1999 1 Médicos Enfermeiros Médicos Enfermeiros 2,4 0,2 1,4 0,5 1 Profissionais cadastrados no FCES Obs. No Brasil o número de médicos supera em 4 vezes o número de enfermeiros. NÚMERO DE LEITOS HOSPITALARES POR HABITANTE Uberlândia - 2004 Público + Privado Público Indicador Público + Privado 982 733 1,76 Obs. meta da OMS 2,5 a 3,0 leitos por 1.000 habitantes Brasil - 1999 Público Público + Privado 1,31 3,0 VALOR MÉDIO PAGO POR INTERNAÇÕES HOSPITALARES Valor médio R$ 995,40 Obs. internação hospitalar realizada no SUS no Brasil em 1999 custou, em média, R$ 396,00, com variações de R$ 247,00, na região Norte, a R$ 475,00, na região Sudeste. Os menores gastos em 1999 corresponderam às especialidades de clínica médica, pediatria e obstetrícia (cerca de R$ 278,00 em conjunto), enquanto as internações para cuidados prolongados custaram, em média, cerca de 14 vezes mais, chegando a R$ 4.400,00 na região Sudeste. 1 INDICADORES DE COBERTURA NÚMERO DE CONSULTAS MÉDICAS (SUS) POR HABITANTE Local Ano Consultas médicas Uberlândia 2004 3,4 Brasil 2000 2,3 NÚMERO PROCEDIMENTOS DE DIAGNÓSTICO POR CONSULTA Uberlândia - 2004 Brasil - 2000 Patologia Clinica Imagenologia Patologia Clinica Imagenologia 84,9 12,8 62,4 10,7 Obs. mede o volume de procedimentos complementares específicos gerado por consulta médica realizada no SUS. PROPORÇÃO DE GESTANTES COM ACOMPANHAMENTO PRÉ-NATAL E PARTO CESÁREO Uberlândia - 2004 Brasil - 1998 Pré-Natal Parto Cesáreo Pré-Natal Parto Cesáreo 68,9 79,9 49,5 38,4 Obs. o Ministério da Saúde, estabelecem o número mínimo de seis consultas de acompanhamento pré-natal, realizadas por médico ou enfermeiro e em geral, entre 70 e 80% de todas as gestantes deveriam ter parto normal. COBERTURA VACINAL (%) POR T IPO DE IMUNOBIOLÓGICO MENORES DE 1 ANO Imunobiológicos 2004 BCG (BCG) 118,6 Contra Febre Amarela (FA) 42,3 Contra Hepatite B (HB) 83,9 Oral Contra Poliomielite (VOP) 85,7 Oral Contra Poliomielite (Campanha 1ª etapa) (VOP) 101,9 Oral Contra Poliomielite (Campanha 2ª etapa) (VOP) 100,0 Tetravalente (DTP+Hib) (TETRA) 89,9 Tríplice Viral (SCR) 110,9 Tríplice Viral (campanha) (SCR) Fonte: SI/PNI 18,1 SANEAMENTO BÁSICO Brasil - 1999 Uberlândia - 2004 Água Esgoto Lixo Água Esgoto Lixo 100% 99,5% 100% 91,9% 73,% 93% Obs. baixas coberturas favorecem a proliferação de doenças transmissíveis decorrentes de contaminação ambiental. 1 l RECURSOS HUMANOS E FÍSICOS DA SECRETARIA MUNICIPAL DE UBERLÂNDIA NÚMERO DE SERVIDORES EM EXERCÍCIO SMS FMMS Total 1.489 1.868 3.357 PONTOS DE ATENDIMENTO À REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE SERVIÇOS DE SAÚDE Unidade Número UAI – Unidade de Atendimento Integrado 06 UBS – Unidade Básica de Saúde (Urbana) 09 UBS – Unidade Básica de Saúde (Rural) 04 UBSF – Unidade Básica de Saúde da Família 25 CAPS – Unidade de Atendimento em Saúde Mental 06 CASE – Centro de Oftalmologia e Saúde Escolar 01 Unidade de Fonoaudiologia 01 DST-AIDS – Ambulatório Herbert de Souza 01 Unidade Especial de Imunização 01 Unidade de Animais Peçonhentos 01 Centro de Controle de Zoonoses 01 Unidade de Radiologia 01 Núcleo de Controle, Regulação E Avaliação – TFD 01 Núcleo de Informação em Saúde – Biblioteca e Videoteca 01 Centro de Reabilitação Física 01 Unidade de Saúde do Trabalhador 01 Ouvidoria de Saúde 01 Outros 1 04 Total 1 66 Incluindo CEAI I e II l Avaliação Quantitativa NÚMERO DE ATENDIMENTOS AMBULATORIAIS REALIZADOS NA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE Atendimentos Procedimentos Atendimento Médico 1.320.897 Atendimento de Enfermagem 1.941.122 Atendimento de Psicólogo 36.003 Atendimento de Serviço Social 137.432 Atendimento de Odontologia 511.449 Atendimento de Fisioterapia Atendimento - Agente Sanitário Atendimento de Agente Comunitário de Saúde Atendimento de Fonoaudiologia Total 57.631 1.031.565 340.747 3.939 5.380.785 1 1 NÚMERO DE PROCEDIMENTOS REALIZADOS NOS PSF E PACS Atividades PSF Total Consultas Médicas PACS Média Mensal Total Média Mensal 142.196 11.850 - - Atendimento Individual de Enfermeiro 75.136 6.261 75 12.5 Curativos 11.279 940 50 8.33 Inalações 12.337 1.028 4 0.66 3.207 267 3 0.5 776 65 10 1.66 39 3 - - 3.834 319 - - Retirada de Sutura Terapia de Reidratação Oral Suturas Visita de Médicos Visita de Enfermeiros 4.834 403 224 37.33 Visita de Agente Comunitário 324.165 27.014 60.937 10.156 Total 577.803 48.150 61.303 10.217 Fonte: SIAB NÚMERO DE ATENDIMENTOS ODONTOLÓGICOS REALIZADOS AO ESCOLAR Atendimentos Números Procedimentos Individuais 96.510 Tratamentos Completados 19.100 Total de Escolas Estaduais / Municipais de Zona Urbana e Rural 28 ATIVIDADES REALIZADAS NO PROGRAMA DE OLHO NAS CRECHES, SAÚDE VISUAL E NO AMBULATÓRIO DE OFTALMOLOGIA Atividade Consultas no CASE Óculos receitados Programa de Olho nas Creches na Faixa etária: 0 a 6 anos e 11 meses 1.346 352 Atendimento aos Pacientes Adultos Encaminhada pela Rede Municipal de Saúde 1.975 1.130 Programa Saúde Visual dos Escolares na Faixa Etária: 7 a 15 Anos e 11 Meses 2.696 905 Órtese e Prótese 1.628 862 Total 7.645 3.249 Teste Acuidade Visual 3.317 Reteste 265 CASOS NOVOS DE T UBERCULOSE POR UNIDADE DE SAÚDE Referência UFU Nº de Casos 71 Jaraguá 9 Roosevelt 11 Luizote 9 Tibery 28 Patrimonio 8 DST – AIDS 12 Total 148 Obs: Foram realizadas 04 quimioprofilaxia, sendo 03 infantis e 1 caso de reação vacinal BCG. 1 DIAGNOSTICO DO PROGRAMA DE HANSENÍASE Itens Número Abandonos 13 Casos novos 68 Casos novos menores de 15 anos 2 Número de altas 67 Em Tratamento 99 Total de Atendimentos 112 ATENDIMENTOS REALIZADOS NO AMBULATÓRIO DE DST/AIDS Atendimento Números Psicologia 1.630 Serviço Social 4.374 Odontologia 1.051 Enfermeiro 220 Auxiliar de Enfermagem 4.660 Total 11.935 AÇÕES REALIZADAS PELO CENTRO DE CONTROLE DE ZOONOSES Controle de agravos 4.056 Controle de aedes aegypti 825.564 Roedores 3.707 Controle de quirópteros 874 Controle da raiva animal 83.378 Controle de animais peçonhentos 6.882 Total 924.461 AÇÕES REALIZADAS PELA VIGILÂNCIA SANITÁRIA Serviços Vistorias Sanitárias Alvarás Sanitários Alvarás Funcionamento Atendimento à Reclamações Vigilância em Alimentos 18.011 216 1.669 317 Vigilância em Estabelecimento de Saúde 3.639 1.005 1.728 28 Vigilância de Medicamentos e congêneres 2.617 244 314 28 Vigilância Ambiental 1.468 Total 25.735 611 1.465 3.711 984 1 l CONTROLE, REGULAÇÃO E AVALIAÇÃO DO SUS PROGRAMAÇÃO PACTUADA INTEGRADA – PPI A PPI é um instrumento de organização do sistema de saúde que define através de uma pactuação entre gestores do SUS, de acordo com uma regionalização, os quantitativos físicos-orçamentários para a assistência em média e alta complexidade, ambulatorial e hospitalar a serem desenvolvidas no município, tanto para a população própria, como para a população referenciada. POPULAÇÃO REFERENCIADA PARA ASSISTÊNCIA EM MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE EM UBERLÂNDIA Micro região População Patos de Minas 355.765 Unaí 233.743 Ituiutaba 171.554 Monte Carmelo 72.318 Patrocínio 123.775 Araguari 117.848 Uberlândia 603.491 Total 1.678.494 MACRO REGIÃO DO T RIÂNGULO NORTE Déficit entre teto de PPI e Produção (10/2003 a 11/2004) - 11.304,684, 01 Déficit em Cirurgia Cardíaca - 8.374,000, 00 Teto Financeiro Mensal - Média/Alta Complexidade (12/2004) 4.234,890, 00 TRS = 609.774,95 Total = 4.844,664 97 Obs. todos os extrapolamentos são pagos com recursos próprios, não existindo produção represada. PRODUÇÃO HOSPITALAR DE ALTA COMPLEXIDADE MACRO REGIÃO DO T RIÂNGULO NORTE MUNICÍPIO DE ATENDIMENTO UBERLÂNDIA - MG Procedimentos Físico Produzido Cirurgia Cardíaca Financeiro Pactuado Produzido Pactuado 1617 576 11.026.305,66 2.652.098,22 - - - - Traumatologia 140 72 458.574,29 226.679,27 Cirurgia Neurológica 566 960 830.034,60 1.802.153,95 Oncologia 421 624 853.791,17 1.092.928,67 Tratamento da Aids 181 204 156.512,72 165.022,21 2925 2436 13.325.218,44 5.938.882,32 Cirurgia Ortopédica/ Total Fonte: SIH 2 PRODUÇÃO HOSPITALAR DE MÉDIA COMPLEXIDADE MACRO REGIÃO DO T RIÂNGULO NORTE MUNICÍPIO DE ATENDIMENTO UBERLÂNDIA - MG Clínicas Físico Produzido Clínica Cirúrgica Financeiro Pactuado Produzido Pactuado 11.366 11.124 7.257.711,76 7.668.103,46 Clínica Médica 6.599 11.937 3.424.648,40 5.302.900,54 Clínica Obstétrica 6.383 7.105 2.413.975,88 2.305.553,30 Clínica Pediátrica 4.215 6.372 2.124.104,35 3.482.150,11 669 1.465 227.094,85 441.538,59 29.232 38.003 15.447.535,24 19.200.246,00 Psiquiatria Total Fonte: SIH PRODUÇÃO AMBULATORIAL DE ALTA COMPLEXIDADE MACRO REGIÃO DO T RIÂNGULO NORTE MUNICÍPIO DE ATENDIMENTO UBERLÂNDIA - MG Procedimentos Físico Financeiro Produzido Pactuado Produzido Pactuado 976 0 9.632,24 0,00 Hemodinâmica 1.008 696 486.060,54 325.973,34 Hemoterapia 2.331 2.724 13.835,79 48.251,35 128 60 22.016,00 9.945,00 10 0 1.175,23 0,00 460 484 61.989,00 105.595,78 57 192 3.133,53 10.187,10 371 149 379.700,00 169.942,50 5 0 1.250,00 0,00 Bolsas de Colostomia/Cleostomia/Urostomia I Litotripsia Medicina Nuclear Órtese e Dispositivo Auxiliar de Locomoção Patologia Especializada Prótese/Órtese Dispositivo Auxiliar de Locomoção Prótese/Órtese Oftalmológica I Próteses Externas I Quimioterapia Radiodiagnóstico Radiologia Intervencionista Radioterapia Tomografia Computadorizada Total 0 99 0,00 11.770,00 9.553 7.956 4.067.938,53 3.310.244,60 187 204 34.099,81 38.167,38 150 0 12.124,50 0,00 82.773 49.536 1.257.371,32 752.726,95 5.445 7.860 545.434,75 779.555,05 101.470 69.264 6.886.129,00 5.562.359,05 Fonte: SIA 2 PRODUÇÃO DE SERVIÇOS AVALIAÇÃO DOS PARÂMETROS DE COBERTURA ASSISTENCIAL AMBULATORIAL DO SUS UBERLÂNDIA – 2004 Grupos de Procedimentos Físico Realizados 1. Procedimentos de Atenção Básica 3.945.320 Parâmetro Portaria 1101 1.1Ações de Enfermagem/Outros de Saúde Nível Médio 1.858.425 3,2 2,28 a 6,43 proc/hab/ano 1.2Ações Médicas Básicas 1.164.147 2,04 1,06 a 1,67 proc/hab/ano 1.3Ações Básicas em Odontologia 689.916 1,21 0,4 a 1,6 proc/hab/ano 1.4Ações Executadas p/Outros Profis. Nível Superior 197.097 0,35 0,1 a 0,45 proc/hab/ano 35.735 - Conforme Pactuado com o Gestor 950.827 1,23 0,6 a 1,0 proc/hab/ano 2.2Cirurgias Ambulatorias Especializadas 41.065 0,053 0,05 proc/hab/ano 2.3Procedimentos Traumato-Ortopédicos 10.858 0,014 0,1 proc/hab/ano 2.4Ações Especializadas em Odontologia 50.491 0,065 0,04 a 0,06 proc/hab/ano 1.597.672 96,4 30 a 50 % total consultas 70.632 4,26 2,36% total consultas 207.842 12,58 5 a 8% total consultas 2.8Exames Ultra-Sonográficos 27.899 1,68 1,0 a 1,5% total consultas 2.9Diagnose 82.436 4,97 5 a 6 % total consultas 131.067 7,9 8 a 9% total consultas 43.663 2,63 2 a 3% total consultas 1.706 0,103 0,5% total consultas 197 - 1.5Procedimentos Básicas em Vigilância Sanitária 2. Procedimentos Especializados 3.216.355 2.1Procedimentos Espec. Prof. Médicos, Out. Nívl. Sup.Méd. 2.5Patologia Clínica 2.6Anatomia e Citopatologia 2.7Radiodiagnóstico 2.10Fisioterapia (por sessão) 2.11Terapias Especializadas (por terapia) 2.12Próteses e Órteses 2.13Anestesia 3. Procedimentos de Alta Complexidade 3.1Hemodinâmica 173.812 1.226 0,074 0,03 % total consultas 3.2Terapia Renal Substitutiva 56.845 3,43 0,65 a 2,09% total consultas 3.3Radioterapia (por especificação) 81.512 4,91 1,07 a 1,37% total consultas 3.4Quimioterapia - Custo Mensal 9.970 0,6 0,07 a 0,27% total consultas 3.5Busca de Órgãos para Transplante 1.364 - - 1 - 0,04 total de consultas 3.7Medicina Nuclear - In Vivo 87 0,0052 0,14% total de consultas 3.8Radiologia Intervencionista 163 0,0098 0,01% total de consultas 5.108 0,31 0,20% total de consultas 2.926 0,26 4,0% total de consultas 3.6Ressonânica Magnética 3.9Tomografia Computadorizada 3.10Hemoterapia 3.11Acompanhamento de Pacientes População Local: 570.042 14.610 População Micro-Região: 772.559 % total de consultas População Macro-Região: 1.139.533 2 PARÂMETROS DE COBERTURA ASSISTENCIAL AMBULATORIAL DA MAGRO REGIÃO T RIÂNGULO NORTE Consultas Total Consultas do Município: 1.658.725 Realizado 1,4 Parâmetro PPI/SES Portaria 1101 2,4 cons/hab/ano Consultas Básicas 514.149 31,00% 62,7% total de consultas Consultas Especializadas 367.885 21,99% 22,3% total de consultas Consultas U.E. (Básicas e Especializadas) 779.691 47,01% 15,0% total de consultas População Macro Região: 1.139.533 PRODUÇÃO AMBULATORIAL - FINANCEIRO Grupos de Procedimentos Financeiro(R$) 1. Procedimentos Especializados 19.844.657,89 1.1 Procedimentos Espec. Prof. Médicos, Out. Nívl. Sup.Méd. 5.105.233,06 1.2 Cirurgias Ambulatorias Especializadas 1.072.521,02 1.3 Procedimentos Traumato-Ortopédicos 321.778,43 1.4 Ações Especializadas em Odontologia 204.664,81 1.5 Patologia Clínica 1.6 Anatomia e Citopatologia 1.7 Radiodiagnóstico 1.8 Exames Ultra-Sonográficos 462.385,51 1.9 Diagnose 583.234,34 1.10 Fisioterapia (por sessão) 308.027,64 1.11 Terapias Especializadas (por terapia) 799.341,40 1.12 Próteses e Órteses 581.293,33 1.13 Anestesia 2. Procedimentos de Alta Complexidade 7.789.680,44 597.431,78 2.016.142,65 2.923,48 15.191.410,19 2.1 Hemodinâmica 599.086,73 2.2 Terapia Renal Substitutiva 7.141.081,46 2.3 Radioterapia (por especificação) 1.233.141,04 2.4 Quimioterapia - custo mensal 4.821.636,77 2.5 Busca de Órgãos para transplante 2.6 Ressonânica Magnética 2.7 Medicina Nuclear - In Vivo 14.044,59 2.8 Radiologia Intervencionista 13.175,29 2.9 Tomografia Computadorizada 2.10 Hemoterapia 2.11 Acompanhamento de Pacientes 300.856,80 268,75 510.757,01 21.239,45 536.122,30 2 INTERNAÇÕES HOSPITALARES - FÍSICO Especialidade Contratado Federal Municipal Fil. Isento Total Total Clínica Cirúrgica 4.938 8.919 1.592 15.449 Clínica Obstétrica 3.339 2.462 6.368 12.169 Clínica Médica 1.328 4.090 125 612 2.292 1.680 14 288 4.274 11.897 17.638 774 8.373 38.682 Psiquiatria 760 6.178 487 Pediatria Total INTERNAÇÕES HOSPITALARES - FINANCEIRO Especialidade Contratado (R$) Federal (R$) Municipal (R$) Fil. Isento Total (R$) Total (R$) Clínica Cirúrgica 7.357.527,08 13.302.680,47 - 2.685.698,74 23.345.906,29 Clínica Obstétrica 1.417.499,17 885.789,29 - 187.801,13 2.491.089,59 473.484,41 3.115.735,03 208.766,40 488.356,03 4.286.341,87 Clínica Médica Psiquiatria - 183.319,23 - 36.445,56 219.764,79 824.316,12 2.051.808,85 1.432,01 325.271,82 3.202.828,80 10.072.826,78 19.539.332,87 210.198,41 3.723.573,28 33.545.931,34 Pediatria Total INTERNAÇÕES HOSPITALARES - COBERTURA População Nº de Hab. Cobertura Realizada Local 570.042 Micro-Região 772.559 Macro-Região 1.139.533 Obs. Número de Internações Realizadas: 38.682 Cobertura Port.1101 6.78% 5.0% 3.39% 7 a 9% pop/ano DÉFICIT DE LEITOS Uberlândia SUS Leitos Existentes 982 737 Déficit: (2,5 Leitos/1.000/h) 483 729 Déficit: (3 Leitos/1.000/h) 779 1.023 Obs. Necessidade de Leitos = 2,5 a 3 Leitos/1.000/h (Portaria 1101) PRODUÇÃO AMBULATORIAL SUS - EVOLUÇÃO FÍSICO FINANCEIRA - 2000 A 2004 Ano População Média Complexidade. Alta Complexidade Total Físico Financeiro Físico Financeiro Físico Financeiro 2000 501.214 2.397.600 11.675.652,56 106.644 8.967.124,62 2.504.244 20.642.777 2001 516.870 2.488.823 12.196.057,89 122.502 9.895.826,81 2.611.325 22.091.885 2002 529.439 2.510.489 12.449.921,75 140.202 11.619.922,67 2.650.691 24.069.844 2003 542.540 2.953.131 16.539.933,34 168.473 13.325.032,46 3.121.604 29.864.966 2004 570.042 3.217.729 19.862.154,46 173.812 15.191.410,19 3.391.541 35.053.565 Aumento Perc. 13,73 34,21 70,12 63,00 69,41 35,43 69,81 2000/2004 2 PRODUÇÃO HOSPITALAR SUS - EVOLUÇÃO FÍSICO FINANCEIRA - 2000 A 2004 População Média Complex. Alta Complexidade FAEC (Estratégicos) Total Físico Financeiro Físico Financeiro Físico Financeiro Físico Financeiro 2000 501.214 25.597 11.331.743,00 1.757 3.649.374,00 386 566.227,00 27.740 15.547.344,00 2001 516.870 27.183 12.145.985,00 1.903 4.713.075,00 400 508.675,00 29.486 17.367.735,00 2002 529.439 27.073 13.241.160,00 2.441 7.959.910,00 504 903.242,00 30.018 22.104.312,00 2003 542.540 27.766 15.532.754,00 2.880 11.868.725,00 785 1.036.900,00 31.431 28.438.379,00 2004 570.042 29.595 18.068.273,28 3.278 14.268.476,72 828 1.209.171,34 33.701 33.545.921,34 Aumento Perc. 13,73 15,62 59,45 86,57 290,98 114,51 113,55 21,49 115,77 2000/2004 2 INTERNAÇÕES HOSPITALARES – UTI/REDE PRIVADA Período: Janeiro a Junho/2004 Hospital Físico Janeiro Financeiro Fevereiro Físico Financeiro Físico Março Financeiro Físico Abril Financeiro Físico Maio Financeiro Físico Junho Financeiro Total Físico Financeiro 605.676,40 Santa Clara Adulto 8 107.215,00 9 53.057,10 14 166.499,00 13 117.197,00 Neonatal 3 15.182,00 6 18.849,00 5 25.723,80 5 17.192,60 Sub-total 11 122.397,00 15 71.906,10 19 192.223,00 18 134.389,00 2 37.050,40 6 12.256,50 6 82.404,80 3 1 6.551,79 2 5.690,90 2 37.050,40 7 18.808,30 8 88.095,60 2 19.154,30 1 1 6.282,50 Sub-total 2 19.154,30 1 6.282,50 Total 15 178.602,00 23 96.996,90 17 11 58.266,30 72 1 16.149,00 20 93.096,40 12 74.415,30 92 698.772,40 0 0,00 83.521,60 2 2.902,41 19 218.135,71 1 7.634,41 2 16.923,40 6 36.800,50 4 91.156,00 4 19.825,80 25 254.936,10 29.397,80 2 12.455,30 1 29.397,80 2 12.455,30 0 0,00 0 0,00 28 309.716,00 24 238.001,00 17 103.442,00 16 94.241,10 17 103.442,00 103.442,00 Sta Catarina Adulto Neonatal Sub-total Sta Genoveva Adulto Neonatal 0 0,00 5 61.007,40 1 6.282,50 6 67.289,90 123 1.020.999,00 Período: Julho a Dezembro/2004 Hospital Físico Julho Financeiro Físico Agosto Financeiro Setembro Físico Financeiro Físico Outubro Financeiro Novembro Físico Financeiro Dezembro Físico Financeiro Santa Clara Adulto 11 107.099,00 14 163.928,00 11 116.361,00 16 289.856,00 14 236.082,00 20 185.194,00 Total Físico Financeiro 0 0,00 86 1.098.520,00 Neonatal 3 39.347,40 3 26.814,00 5 49.022,20 1 13.887,20 4 72.301,00 16 201.371,80 Sub-total 14 146.446,00 14 163.928,00 14 143.175,00 21 338.878,00 15 249.969,00 24 257.495,00 102 1.299.891,00 0 0,00 Adulto 1 11.041,00 6 55.811,90 10 48.448,90 10 135.010,00 20 193.595,00 17 107.429,00 64 551.335,80 Neonatal 3 32.699,60 3 12.506,40 3 55.318,00 3 36.514,20 5 79.704,90 17 216.743,10 Sub-total 4 43.740,60 6 55.811,90 13 60.955,30 13 190.328,00 23 230.109,00 22 187.134,00 81 768.078,80 Sta Catarina Sta Genoveva Adulto 1 3.859,16 1 12.116,30 1 3.859,16 1 12.116,30 0 19 194.046,00 21 231.856,00 27 0 0,00 2 20.743,00 0,00 0 0,00 2 20.743,00 204.131,00 34 529.206,00 40 500.822,00 Neonatal Sub-total Total Fonte: SIA 26 46 444.629,00 0 0,00 4 36.718,46 0 0,00 4 36.718,46 187 2.104.690,00 CENTRAL DE MARCAÇÃO DE CONSULTAS AVALIAÇÃO 2004 E PROJEÇÃO 2005 CENTRAL DE MARCAÇÃO DE CONSULTAS QUADRO COMPARATIVO DE OFERTA E PARÂMETRO PPI/ESTADUAL Consultas Especialidades Parâmetro PPI Estadual/ Mês (% do Oferta UFU Metas Raio - X Simples 6.771 (6%) Oferta Rede Oferta Total UFU + Rede mês 2004 Oferta por Grupo Central 1580 1800 Raio - X Contrastado 285 364 - 364 Mamografia 830 840 480 1320 1.680 (1,5%) 601 432 592 997 Ultra- Som: 997 6.771 (6%) 92 160 192 352 Diagnoses: 1996 530 440 200 640 78 96 120 216 Ultrassonografia Eletroencefalograma Eletrocardiograma Esteira Holter 600 2.400 15 24 40 64 Ecodoppler - 141 - - - Endoscopia 6.771 (6%) - - - - Colonoscopia - - - - Impedanciometria - 292 - 292 Audiometria Tomografia Total l 137 32 - 32 224 (0,20%) 353 400 - 400 17.616 4.642 4.880 2.224 7.077 7.477 T OTAL DE CONSULTA E EXAMES REALIZADAS, AGENDADOS PELA CENTRAL E PACTUADOS DADS Consultas e Exames - 2004 Novas Uberlândia Patos de Minas Ituiutaba Total l Radiodiagnóstico: Retornos Total Agendados pela Central 2004 Ano Média/Mês 252.638 101.246 353.884 190.067 15.839 2.436 2.441 4.877 871 73 Pactuada 289.551 4.064 2.634 6.698 1.656 138 5.597 259.138 106.321 365.459 192.594 16.050 295.148 T OTAL DE CONSULTA E EXAMES REALIZADAS, AGENDADOS PELA CENTRAL E PACTUADOS Município/Central Consultas e Exames - 2004 Novas Retornos Total Agendados pela Central 2004 Ano Média/Mês Pactuada DADS Ituiutaba Cachoeira Dourada (MG) 117 30 147 74 6 60 Campina Verde 506 312 818 318 27 980 Canapolis 663 365 1.028 194 16 998 Capinopolis 286 220 506 120 10 360 Centralina 548 374 922 341 28 960 96 Gurinhatã Ipiaçu Ituiutaba Santa Vitória Total 97 23 120 74 6 143 61 204 40 3 62 1.050 892 1.942 137 11 1.695 654 357 1.011 358 30 1.346 4.064 2.634 6.698 1.656 138 5.597 2 Município/Central Consultas e Exames - 2004 Novas Retornos Agendados pela Central 2004 Ano Média/Mês Total Pactuada DADS - Uberlândia Abadia dos Dourados 477 358 835 244 20 1.127 Araguari 4.141 4.221 8.362 1.134 95 8.875 Araporã 351 191 542 153 13 Cascalho Rico 219 123 342 167 14 1.102 869 1.971 361 30 3.627 Coromandel Douradoquara 66 29 95 64 5 222 Estrela do Sul 591 230 821 258 22 873 Grupiara 182 117 299 119 10 275 1.056 426 1.482 675 56 697 430 288 718 370 31 1.233 Monte Alegre de Minas 2.347 1.050 3.397 933 78 5.459 Monte Carmelo 1.656 1.206 2.862 600 50 3.860 698 245 943 513 43 2.249 Indianopolis Irai de Minas Nova Ponte Patrocinio Prata Romaria Tupaciguara 876 799 1.675 289 24 4.253 1.619 951 2.570 784 65 4.331 275 123 398 186 16 460 2.442 1.767 4.209 1.387 116 9.439 Uberlandia 234.110 88.253 322.363 181.830 15.153 242.571 Total 252.638 101.246 353.884 190.067 15.839 289.551 DADS Patos de Minas Arapua 4 1 5 0 0 Brasilandia (João Pinheiro) 9 25 34 46 4 Carmo do Paranaíba 339 239 578 169 14 Cruzeiro da Fortaleza 10 10 20 2 0 Guarda-Mor 61 41 102 35 3 Guimarania 37 24 61 12 1 111 116 227 0 0 João Pinheiro Lagamar 8 7 15 0 0 Lagoa Formosa 78 73 151 21 2 Lagoa Grande 23 16 39 0 0 Paracatu 249 294 543 94 8 1.011 1.283 2.294 234 20 Presidente Olegário 82 54 136 48 4 Rio Paranaíba 69 8 77 56 5 6 0 6 0 0 São Gonçalo do Abaeté 17 26 43 0 0 São Gotardo 64 58 122 1 0 Serra do Salitre 57 19 76 54 5 0 Patos de Minas Santa Rosa da Serra Tiros Vazante Total 15 6 21 0 186 141 327 99 8 2.436 2.441 4.877 871 73 2 l PROCEDIMENTOS ESPECIALIZADOS AGENDADOS PELA CENTRAL DE MARCAÇÃO DE CONSULTA - 2004 Unidades Jan Fev Mar FAEPU/UFU 8.867 7.559 12.922 Abr Mai Jul Ago Set Out Nov Dez Total 89.169 6.456 3 116 9.644 6.901 9.258 5.498 539 641 895 599 695 754 653 707 773 603 702 407 7.968 1.384 1.030 1.698 839 1.705 1.452 1.052 1.365 1.108 716 1.340 950 14.639 UAI Luizote 626 767 1.416 964 1.210 843 699 928 806 548 955 638 10.400 UAI Martins 187 205 262 222 466 1.253 1.079 1.017 1.454 849 1.590 1.202 9.786 Amb. Oftalmologia C. Radiológico UAI Pampulha 9.938 12.007 Jun 199 165 214 193 211 167 178 188 214 153 48 130 2.060 UAI Planalto 1.461 1.375 1.931 1.296 1.616 1.098 1.177 1.284 1.602 1.283 2.000 1.301 17.424 UAI Roosevelt 1.198 1.383 2.135 1.881 1.934 1.880 1.414 1.700 1.381 1.097 1.541 1.132 18.676 2.116 2.068 3.053 2.350 2.425 1.610 1.390 1.659 1.506 1.145 1.763 1.334 22.419 16.577 15.193 24.526 18.282 22.269 15.513 7.645 8.964 18.488 13.295 19.197 12.592 192.541 UAI Tibery Total l PRODUÇÃO UFU 2004 X LIBERAÇÃO DE CONSULTAS ESPECIALIZADAS NA CENTRAL DE MARCAÇÃO Consultas Jan Realizadas 15.409 15.944 23.559 21.350 26.603 20.550 10.474 11.402 17.731 19.323 21.238 16.721 220.304 Disponibilizadas Total 7.123 Fev Mar Abr 7.410 10.415 Mai 9.138 10.037 Jun Jul 9.691 9.504 Ago 9.282 Set 8.615 Out Nov 7.411 7.531 Dez Total 8.421 104.578 22.532 23.354 33.974 30.488 36.640 30.241 19.978 20.684 26.346 26.734 28.769 25.142 324.882 ACOMPANHAMENTO DE INTERNAÇÕES – ALTA COMPLEXIDADE DE JULHO A DEZEMBRO DE 2004 MUNICÍPIOS PACTUADOS Micro Meta/Mês Físico Financeiro Meta/Ano Físico Financeiro Total Julho a Dezembro - 2004 Físico Financeiro Monte Carmelo 10,8 26.567,95 130 318.815,40 57 209.240,14 Patrocínio 17,8 44.144,37 214 529.732,44 59 278.427,47 Uberlândia 14,5 35.061,16 175 420.733,89 66 189.031,99 Patos de Minas 14,4 25.900,12 173 310.801,44 39 307.160,12 Araguari 16,0 40.168,00 193 482.016,00 69 324.095,93 Ituiutaba 24,6 61.365,98 295 736.391,76 69 360.908,1 Unaí 14,4 25.900,12 173 310.801,44 2 1.513,43 Total 112,6 259.107,70 1.352 3.109.292,37 361 1.670.377,18 2 ACOMPANHAMENTO DE INTERNAÇÕES – ALTA COMPLEXIDADE DE JULHO A DEZEMBRO DE 2004 MUNICÍPIOS PACTUADOS Micro Municípios Julho Físico Monte Carmelo - Uberlân dia - Agosto Financeiro Físico Setembro Financeiro Físico Outubro Financeiro Físico Novembro Financeiro Físico Dezembro Financeiro Físico Financeiro Monte Carmelo 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 Douradoquara 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 Estrela do Sul 0 0,00 0 0,00 1 1.759,85 1 4.849,83 1 279,79 2 6.529,87 Grupiara 0 0,00 1 37.414,92 0 0,00 1 4.732,76 0 0,00 0 0,00 Iraí de Minas 0 0,00 6 4.394,18 2 10.665,53 2 9.258,72 0 0,00 2 1.325,81 Monte Carmelo 5 25.344,47 10 23.563,90 8 19.741,66 4 14.671,19 2 14.658,43 8 28.984,81 Romaria 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 1 1.064,42 Patrocínio 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 Abadia dos Dourados 0 0,00 0 0,00 0 0,00 3 11.009,67 1 585,18 1 900,40 Coromandel 4 13.421,14 7 48.035,90 2 12.283,07 5 8.947,58 3 11.264,93 3 17.112,03 Cruzeiro da Fortaleza 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 Guimarânia 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 1 2.323,51 Patrocínio 2 12.756,27 5 21.575,87 6 25.898,62 4 35.841,06 7 36.031,77 5 20.440,47 Serra do Salitre 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 Total 11 51.521,88 29 134.984,77 19 70.348,73 20 89.310,81 14 62.820,1 23 78.681,32 Uberlândia 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 Araporã 2 6.972,35 2 3.804,31 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 Monte Alegre de Minas 3 15.626,66 5 23.819,63 4 7.019,25 1 3.861,45 2 977,12 4 10.969,63 Nova Ponte 0 0,00 1 717,46 0 0,00 1 4.738,84 0 0,00 0 0,00 Prata 4 4.153,89 1 1.236,54 2 3.787,09 4 13.752,04 2 3.780,33 1 762,43 Tupaciguara 2 3.475,94 2 4.036,66 2 6.802,17 7 17.288,45 8 28.836,10 6 22.613,65 Araguari 11 40.938,24 10 38.030,64 10 45.694,98 8 31.956,18 12 58.556,48 6 12.751,61 Cascalho Rico 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 1 1.266,65 1 7.893,16 Indianópolis 2 45.307,38 1 4.225,08 1 7.713,96 2 12.598,15 2 9.300,37 2 7.863,05 Total 24 116.474,46 22 75.870,32 19 71.017,45 23 84.195,11 27 102.717,05 20 62.853,53 30 ACOMPANHAMENTO DE INTERNAÇÕES – ALTA COMPLEXIDADE DE JULHO A DEZEMBRO DE 2004 MUNICÍPIOS PACTUADOS Micro Municípios Julho Físico Ituiutaba Unaí Agosto Financeiro Físico Setembro Financeiro Físico Outubro Financeiro Físico Novembro Financeiro Físico Dezembro Financeiro Físico Financeiro Ituiutaba 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 Cachoeira Dourada 0 0,00 1 2.459,44 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 Campina Verde 1 3.533,46 1 5.452,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 1 2.816,36 Canápolis 1 20.234,99 0 0,00 0 0,00 0 0,00 1 1.089,99 0 0,00 Capinópolis 0 0,00 1 37.414,22 1 535,61 0 0,00 1 3.169,53 1 6.674,09 Centralina 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 1 5.892,82 Gurinhatã 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 1 3.977,00 0 0,00 Ipiaçu 0 0,00 1 5.268,71 0 0,00 0 0,00 1 1.708,34 0 0,00 Ituiutaba 10 53.894,73 6 31.825,81 11 59.527,99 8 35.132,05 8 32.696,96 4 24.728,82 Santa Vitória 2 2.111,55 3 11.527,95 0 0,00 0 0,00 0 0,00 3 9.235,68 Total 14 79.774,73 13 93.948,13 12 60.063,6 8 35.132,05 12 42.641,82 10 49.347,77 Unaí 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 Arinos 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 Bonfinópolis de Minas 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 Buritis 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 Cabeceira Grande 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 Dom Bosco 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 Formoso 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 Natalândia 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 Paracatu 1 903,05 0 0,00 1 610,38 0 0,00 0 0,00 0 0,00 Unaí 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 Uruana de Minas 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 Total 1 903,05 0 0,0 1 610,38 0 0,0 0 0,0 0 0,0 ACOMPANHAMENTO DE INTERNAÇÕES – ALTA COMPLEXIDADE DE JULHO A DEZEMBRO DE 2004 MUNICÍPIOS PACTUADOS 31 Micro Municípios Julho Físico Patos de Setembro Financeiro Físico Outubro Financeiro Físico Novembro Financeiro Físico Dezembro Financeiro Físico Financeiro Patos de Minas 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 Carmo Paranaíba 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 1 8.577,87 Guarda-Mor 1 5.452,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 1 1.113,83 0 0,00 Lagamar 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 Lagoa Formosa 1 6.257,55 2 10.001,14 1 4.843,83 0 0,00 1 7.748,33 0 0,00 Lagoa Grande 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 Matutina 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 Patos de Minas 5 23.738,38 3 34.127,53 4 51.379,20 5 46.304,73 2 6.163,05 0 0,00 Presidente Olegário 0 0,00 1 567,47 0 0,00 1 2.009,80 0 0,00 0 0,00 João Pinheiro 1 7.990,68 0 0,00 0 0,00 1 28.958,22 0 0,00 0 0,00 Tiros 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 São Gotardo 0 0,00 0 0,00 1 4.843,83 1 4.849,83 0 0,00 1 927,54 Vazante 0 0,00 2 16.338,31 2 33.915,27 1 1.051,73 0 0,00 0 0,00 Rio Paranaíba 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 8 43.438,61 8 61.034,45 8 94.982,13 9 83.174,31 4 15.025,21 2 9.505,41 58 292.112,73 72 365.837,67 59 297.022,29 60 291.812,28 57 223.204,18 55 200.388,03 Total Total Geral Agosto Financeiro Físico 32 ACOMPANHAMENTO DE INTERNAÇÕES – ALTA COMPLEXIDADE DE JULHO A DEZEMBRO DE 2004 MACRO REGIÃO DE UBERLÂNDIA - MUNICÍPIOS PACTUADOS Municípios da Macro Região Uberlândia Mês Ano Físico Abadia dos Dourados 2,0 Araguari 24,0 Araporã 2,8 1.991,43 34,0 Arinos 0,0 0,00 Bonfinópolis de Minas 0,0 Buritis 0,0 Cabeceira Grande 0,0 Cachoeira Dourada 0,0 0,00 Campina Verde 7,0 5.272,52 Canápolis 6,6 6.149,74 Capinópolis 0,0 0,00 Carmo Paranaíba 2,8 Cascalho Rico Centralina Financeiro Físico Agosto Setembro Financeiro Físico Financeiro Físico Financeiro Físico Outubro Financeiro Físico Novembro Dezembro Total Financeiro Físico Financeiro Físico Financeiro Físico Financeiro 24,0 19.903,44 7 3.487,96 4 1.362,76 3 2.453,11 9 10.515,92 3 1.984,68 3 4.328,35 29 24.132,78 20.555,27 288,0 246.663,24 52 59.543,89 39 40.489,44 53 82.476,57 46 62.903,24 41 29.410,91 31 46.122,02 262 320.946,07 23.897,16 2 1.869,04 0 0,00 5 42.55,05 1 504,29 2 1.254,44 3 2.337,25 13 10.220,07 0,0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0,00 0,0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0,00 0,0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0,00 0,0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0,0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 84,0 63.270,24 4 1.288,42 5 2.197,81 4 2.137,69 4 2.360,35 3 936,78 10 4.153,31 30 13.074,36 79,2 73.796,88 0 0,00 2 3.959,91 1 749,61 0 0,00 0 0,00 0 0,00 3 4.709,52 0,0 0,00 1 6.740,12 2 975,48 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 3 7.715,60 2.161,48 33,0 25.937,76 2 3.082,63 1 1.354,00 1 1.876,22 0 0,00 0 0,00 1 1.750,29 5 8.063,14 3,8 2.465,41 45,6 29.584,92 0 0,00 2 3.964,45 0 0,00 1 610,60 0 0,00 5 4.541,16 8 9.116,21 0,0 0,00 0,0 0,00 2 1.740,02 1 557,42 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 3 2.297,44 Coromandel 5,0 4.113,84 60,0 49.366,08 7 5.082,18 11 11.669,49 15 9.422,35 9 11.719,45 3 1.666,98 9 7.923,30 54 47.483,75 Cruzeiro da Fortaleza 1,7 1.298,86 19,9 15.586,32 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 Dom Bosco 0,0 0,00 0,0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 Douradoquara 0,8 494,27 9,0 5.931,24 0 0,00 0 0,00 1 385,71 0 0,00 0 0,00 0 0,00 1 385,71 2.173,55 34,0 26.082,60 0 0,00 2 716,72 3 26.700,72 2 8.284,65 3 971,82 2 1.354,89 12 38.028,80 48.334,99 710,6 580.019,88 77 82.834,26 69 67.247,48 86 13.0457,03 72 96.898,50 55 36.225,61 64 72.510,57 423 486.173,45 Estrela do Sul 2,8 Total 59,2 1.658,62 Julho 33 ANÁLISE FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO CONSOLIDADO POR GRUPO DE DESPESAS Grupos de Despesas Valor (R$) 1) Obras e Instalações 118.963,19 2) Equipamento e Material Permanente 895.062,61 3) Despesas com Pessoal SMS 15.833.152,21 4) Despesas com Pessoal FMMS 37.815.898,45 5) Prestador Serviços SUS/Laboratórios 23.528.900,49 6) Contribuições Correntes 191.760,00 7) Auxílios 1.366.774,44 8) Subvenção 1.125.822,95 9) Despesa Exercício Anterior 4.378.490,30 10) Material de Consumo 1.386.928,53 11) Material de Distribuição Gratuita 6.880.163,22 12) Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Jurídica 6.406.546,48 13) Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Física 94.382,00 14) Diárias 54.741,00 15) Passagens e Despesas com Locomoção 153.431,50 16) Indenizações e Restituições 39.324,64 Total 100.270.342,01 l ORÇAMENTO SMS Descrição 1) Orçamento exclusivo da Saúde Valor (R$) Per capita 100.270.342,01 180,47 Repasse Fundo Nacional de Saúde 31.847.789,52 57,32 Recursos Próprios 68.422.552,49 123,15 46.641.062,70 83,95 146.911.404,71 264,42 2) Repasse Fundo Nacional de Saúde – direto UFU Total (itens 1 e 2) 3 l PARTICIPAÇÃO NA RECEITA DA PMU Receita de Impostos + Transferências Constitucionais e Legais(EC-29) 247.759.285,63 l Total de Gastos com Recursos Próprios 68.422.552,49 Percentual Aplicado 26,55% T RANSFERÊNCIAS E PAGAMENTOS FEDERAIS (R$) PARA O MUNICÍPIO UBERLÂNDIA Mês Transferências Média e alta complexidade Atenção básica Total Ações estratégicas Janeiro 551.146,98 1.022.390,15 793.414,59 2.366.951,72 Fevereiro 420.235,62 873.110,15 779.703,66 2.073.049,43 Março 327.188,76 872.870,15 872.233,63 2.072.292,54 Abril 93.844,05 879.539,05 750.567,17 1.723.950,27 Maio 682.727,67 937.281,93 828.477,21 2.448.486,81 Junho 123.011,24 933.291,31 729.305,45 1.785.608,00 Julho 672.299,27 946.554,64 780.959,92 2.399.813,83 Agosto 816.305,22 1.104.020,71 737.670,06 2.657.995,99 Setembro 352.672,81 1.542.647,77 808.306,25 2.703.626,83 Outubro 577.541,74 1.133.747,79 764.258,39 2.475.547,92 Novembro 630.628,53 1.044.247,79 774.585,72 2.449.462,04 Dezembro 868.828,51 1.067.584,65 661.433,66 2.597.846,82 6.116.430,40 12.357.286,09 9.280.915,71 27.754.632,20 Total Fonte: SIH/SUS, SIA/SUS e Fundo Nacional de Saúde l RECURSOS ALOCADOS NAS FARMÁCIAS DA FAMÍLIA Farmácias União/MS E Estado/MG R$ SMS (Recurso Próprio) % R$ Total % R$ % UAI Tibery 199.803,63 26,61 551.095,57 73,39 750.899,21 100,00 UAI Pampulha 177.556,12 28,25 450.968,85 71,75 628.524,96 100,00 UAI Planalto 181.543,09 28,70 451.063,09 71,30 632.606,18 100,00 UAI Roosevelt 182.908,47 31,22 403.020,61 68,78 585.929,07 100,00 UAI Luizote 156.079,30 29,06 381.037,13 70,94 537.116,42 100,00 UAI Martins 155.398,35 36,67 268.398,67 63,33 423.797,02 100,00 UAI Morumbi 106.108,76 26,33 296.848,82 73,67 402.957,59 100,00 UBS São Jorge 116.896,25 41,28 170.823,28 58,72 283.188,58 100,00 54.288,77 53,47 47.242,98 46,53 101.531,75 100,00 1.330.582,73 30,58 3.020.499,01 69,42 4.351.081,74 100,00 UBS Guarani Total Geral 3 Metas e Estratégias do Plano Municipal de Saúde METAS E ESTRATÉGIAS DO PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE – 2002, METAS E SITUAÇÃO EM 2004 DO PROGRAMA UBERLÂNDIA SAUDÁVEL PLANO M UNICIPAL DE SAÚDE 2002 M ETAS Promover o Distrato da Fundação Maçônica. Dar continuidade ao processo de implantação do Cartão Nacional de Saúde. Desenvolver projeto de Educação Permanente dos Servidores do SUS. ESTRATÉGIAS O poder público assumir as UAI’s. PROGRAMA UBERLÂNDIA SAUDÁVEL M ETAS Adequação do contrato para o novo modelo de atenção. Dar prosseguimento à implantação do Implementação do Cartão Nacional de Saúde, estendendo o Cartão Nacional de público alvo para os demais Distritos Saúde. Sanitários. Capacitar e treinar os funcionários da Implantação do Projeto S.M.S., através do processo de Universidade do SUS. Educação Continuada. Criar a Política Municipal de Medicação e Insumos. Criação da Política Municipal de Medicamentos e Insumos, e, a implantação da assistência Farmacêutica com a normalização em 90%. Implantação das Farmácias Distritais. Implantar o Programa Saúde da Família. Implantação de 15 equipes do PSF atendendo no primeiro ano 67.500 usuários, equivalente a 14% da população. Redução em 90% do risco de morbimortalidade da população mais carente, efetivando a adstrição da clientela e seus distritos, e, concomitante redução da demanda das UAI’s. § SITUAÇÃO EM 2004 Mantém-se a parceria com a FMMS. § Implementado na alta complexidade. § Capacitação de 34 equipes de PSF e 3 equipes do PACS. Realização do Curso de Aperfeiçoamento de Gestão em Saúde, com a a participação de 105 pessoas. Programa de Educação Continuada em Pediatria para os médicos do PSF e de outras unidades. Realizada a terceirização plena dos serviços de compra, armazenamento, transporte, distribuição, dispensação, com 9 pontos de distribuição. Criar a Política de § Medicação e Insumos com a implantação da assistência farmacêutica. Implantar as farmácias distritais. Implantar o programa § Saúde da Família com 45 equipes. Implantar 20 Equipes de Saúde Bucal no PSF. Implantada 34 Equipes de Saúde da Família com cobertura de 24% da população e 3 Equipes do PACS com cobertura de 8% da população. Implantada 1 Equipe de Saúde Bucal para atendimento de Zona Rural. 36 METAS E ESTRATÉGIAS DO PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE – 2002, METAS E SITUAÇÃO EM 2004 DO PROGRAMA UBERLÂNDIA SAUDÁVEL PLANO M UNICIPAL DE SAÚDE 2002 M ETAS Reformar e Ampliar das Unidades de Saúde. ESTRATÉGIAS PROGRAMA UBERLÂNDIA SAUDÁVEL M ETAS Para ampliar o grau de cobertura aos Não é citado. usuários, deverá ser implementada a reforma e ampliação das UBS’s. SITUAÇÃO EM 2004 § Pintura externa das UAIS e UBSs. § Implementação operacional do organograma proposto. Reformulação e posse do Conselho Municipal de Saúde. Fortalecer o vínculo dos usuários com as UBS’s. Reformular e implantar o Organograma para a Implementação do SUS. Otimizar a organização funcional, Adequações funcionais propiciando uma melhoria qualitativa no na estrutura controle dos processos existentes na administrativa. Secretaria, na sua Unidade Administrativa e nas Unidades de Operação. Alinhamento e envolvimento dos níveis operacionais. Reativar os Conselhos Distritais. A Secretaria irá incentivar e apoiar a Controle Social. reestruturação dos Conselhos Distritais que se encontram desataviados. § Implementar as Ações de Saúde Integral Elevação do índice de cobertura e Desenvolvimento e impacto das ações assistenciais e de implementação de Vigilância em Saúde. programas. § Resolubilidade e melhoria da qualidade dos serviços prestados a Saúde integral da população. Realização das Conferências Municipais de Saúde Bucal (maio 2004) e de Ciências Tecnologia e Inovação em Saúde (maio 2004) Descentralização dos Agentes de Vigilância Epidemiológica Implantado o Programa SIS-Pré-natal Programa de Aleitamento Materno Descentralização do teste do Pezinho com o aumento da cobertura de 70% para 88,5% 37 METAS E ESTRATÉGIAS DO PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE – 2002, METAS E SITUAÇÃO EM 2004 DO PROGRAMA UBERLÂNDIA SAUDÁVEL PLANO M UNICIPAL DE SAÚDE 2002 M ETAS Implantar a Distritalização das Ações em Serviço Social. ESTRATÉGIAS Implantação das ações distritalizadas em Serviço Social, onde se propõe a extensão dos atendimentos já realizados nas UBS’s e UAI’s para a população que não participa dos programas de saúde, tais como Diabetes, Hipertensão, Saúde da Mulher e Puericultura, entre outras. Por falta de conhecimento da existência dos mesmos ou por fazerem parte de uma demanda reprimida do próprio serviço de saúde. PROGRAMA UBERLÂNDIA SAUDÁVEL M ETAS Desenvolvimento e implementação do Manual de Procedimentos do Serviço Social SITUAÇÃO EM 2004 § Manual concluído A proposta pretende além de promover a prevenção em saúde, efetivar o controle social oportunizando reflexões sobre as questões saúde x doença, e colocar os usuários enquanto sujeitos de uma proposta de participação social podendo definir juntos, cidadãos e instituição de saúde alternativas e formas de encaminhamentos da demandas presentes. Estas ações devem colaborar com os Distritos Sanitários na organização dos serviços de saúde e no envolvimento de todos os setores da saúde, servindo de elo de ligação entre SMS, Distritos Sanitários, Unidades de Saúde e Comunidade. 38 METAS E ESTRATÉGIAS DO PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE – 2002, METAS E SITUAÇÃO EM 2004 DO PROGRAMA UBERLÂNDIA SAUDÁVEL PLANO M UNICIPAL DE SAÚDE 2002 M ETAS ESTRATÉGIAS M ETAS SITUAÇÃO EM 2004 Multiplicidade de pontos § de atenção em conformação em rede, ser hierarquia, com relações de complexidade. Ampliar os Serviços Ambulatoriais e Hospitalares do SUS. Ampliação da oferta especialmente da complexidade, com adequação da tabela SUS, aumentando população. Implantar o Projeto de Trauma, Urgência, Emergência e Resgate. Implantação do projeto de resgate e Implementação do § atendimento ao trauma, em parceria projeto SAMU (urgência com o Corpo de Bombeiros e e emergência) Universidade Federal de Uberlândia, reduzindo em até 50% a morbimortalidade decorrente de acidentes junto à população do Município. Criar a Central de Regulação Médica. Regular a entrada nos serviços de urgência e emergência; transferências inter-hospitares locais e regionais; unificação dos procedimentos médicos através de protocolos pactuados locoregional; garantir o nível hierárquico pertinente ao atendimento de cada caso; Gestão em tempo real dos equipamentos de saúde disponíveis. Integrar o Sistema Nacional, Estadual de Regulação Médica. Adequar as unidades de acordo com a portaria 314 do gabinete do Ministro da Saúde de 02.06.2001, atendendo as necessidades dos serviços de atendimento pré-hospitalar, sejam eles de transferências entre hospitais ou parceria S.M.S./Bombeiros/UFU para atendimento de urgência e emergência a nível pré-hospitalar. Reformular a Central de Ambulâncias. de procedimentos, media e alta racionalização e de pagamentos do a cobertura da PROGRAMA UBERLÂNDIA SAUDÁVEL Implantação da Central de Regulação § Desenvolvimento e § implementação do setor de transporte Implantação do Centro de Atenção Psico-social em Dependência Química (CAPSAD) Centro de Reabilitação na UAI Martins Centro de Referência do Trabalhador (aconteceu instalação física provisória e formação de equipe) Credenciamento de novos serviços: AACD, Virchow Buffoni e Alves, Centro de Tratamento Cálculo Renal Litrotripsia, ISO – Instituto de Saúde Ocular, em articulação com o setor Jurídico Criação do Comitê de Urgência e Emergências A implementação do projeto não evoluiu Em dezembro/04, implantação da Central de Regulação (Urgêcia/Emergência), com 04 médicos reguladores, 02 auxiliares administrativos, 01 assistente social, com funcionamento de 07:00 às 19:00 de corpo presente e após as 19:00, contato por telefone celular (fase inicial). A Central de Regulação foi implantada apenas em Dezembro/2004, com controle de encaminhamento de internações de UTI e não controle de vagas. Não evoluiu 39 METAS E ESTRATÉGIAS DO PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE – 2002, METAS E SITUAÇÃO EM 2004 DO PROGRAMA UBERLÂNDIA SAUDÁVEL PLANO M UNICIPAL DE SAÚDE 2002 M ETAS Criar e Central de Leitos. Reformular a Central de Marcação de Consultas. Construir a UAI Martins. Concluir a obra da UAI Morumbi. ESTRATÉGIAS PROGRAMA UBERLÂNDIA SAUDÁVEL M ETAS SITUAÇÃO EM 2004 Garantir a integralidade e Criar Central de Leitos § universalidade da assistência do acesso aos leitos hospitalares do SUS conforme proposta da Central de Regulação. Informatização de toda a rede, Regulação da rede § ampliação do numero de procedimentos própria para garantia de especializados de acordo com as acesso, planejamento necessidades. pela demanda e Propiciará novos processos nas UBS’s, necessidade, foco no usuário, racionalização reduzindo a demanda. de custos, intervenção sob a forma de parâmetros e protocolos assistenciais. Dar vazão à demanda de um dos distritos mais populosos da cidade contemplando o atendimento das necessidades e anseios da população relativos à área de saúde. Reinicio da obra em 25 de março deste ano com previsão para entrega entre novembro e dezembro do mesmo ano. Ampliar o grau de cobertura aos usuários considerando a realidade da área, as necessidades e o desejo da população. Multiplicidade de pontos § de atenção. Multiplicidade de pontos § de atenção. Implantação do Complexo Acolhedor. § Não evoluiu Supervisão de patologia clínica – com visita in loco na Rede e Laboratórios contratados; Definição em 3 regiões assistenciais para os 3 laboratórios contratados; Supervisão in loco nas UAIS para atendimentos em internação; Implementação dos fluxos de Alta Complexidade – com comissões de autorização na Diretoria de Controle, Regulação e Avaliação; Ampliação dos sistemas informatizados da Central de Marcação de Consultas com a PRODAUB; Implantação do SIH nas UAI’s com processamento no Núcleo de Controle e Avaliação e acompanhamento pela Supervisão Assistencial Melhoria do controle das internações ocorridas na rede privada (UTI) faturadas para pagamentos administrativos Em funcionamento Em funcionamento com 2 equipes de Saúde da Família Construção de 58% do projeto inicial. Foi implantado nas UAIs Pampulha e Luizote. 40 METAS E ESTRATÉGIAS DO PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE – 2002, METAS E SITUAÇÃO EM 2004 DO PROGRAMA UBERLÂNDIA SAUDÁVEL PLANO M UNICIPAL DE SAÚDE 2002 M ETAS PROGRAMA UBERLÂNDIA SAUDÁVEL ESTRATÉGIAS M ETAS SITUAÇÃO EM 2004 Regularização contratual § de prestadores de serviço do SUS. Foi regularizado o contrato de Laboratórios de Patologia Clínica (Biolab, Check-UP, DIU-Saúde) Supervisão e § acompanhamento do contrato de Metas PMUUFU. Trabalho conjunto das equipes da SMS/UFU para confecção do contrato de metas que foi assinado em dezembro/2004 § Implementação do Núcleo de Informação em Saúde, com mais recursos humanos e aquisição de equipamentos de informática. Reabertura do Centro de Documentação em Saúde para atendimento ao público. Retomada da publicação do Informativo NIS com dados referentes aos anos 2000 a 2003. Atividades passaram a ser desenvolvidas por áreas estratégicas de acordo com os níveis assistenciais: Atenção Básica, Média Complexidade e Alta complexidade. Ampliação de áreas de atuação das equipes envolvidas na supervisão assistencial com enfoque na humanização pelo Serviço Social Ampliação dos Recursos Humanos e aquisição de equipamentos de informática Atualização cadastral dinâmica da Rede Assistencial Reestruturação das equipes TFD, Oxigenoterapia Domiciliar, Central de Marcação de Consultas e Reabilitação. Otimização do processo de regionalização (Distrito/ área de abrangência) para atendimento e parametrização das ofertas de serviços. Estudo sobre fila de espera de consulta e exames especializados. Articulação com os secretários municipais da Região em reunião CIB micro e macro Regional e AMVAP. Realizado estudo sobre alta complexidade de Uberlândia com encaminhamento para SES/MG, que através de deliberação CIB/SUS/MG n° 119 de 15 de setembro de 2004 reconheceu o déficit no teto municipal de R$ 9.022.773,35/ano. Reestruturação e recomposição do NIS – Núcleo de Informação em Saúde da SMS. Recomposição e § reestruturação do Núcleo de Controle, Regulação e Avaliação FONTE: Plano de Saúde 2002, Programa Uberlândia Saudável. ORGANIZAÇÃO: Diretoria de Informação e Comunicação em Saúde - DICS 41 4