CONHECIMENTO DOS ESTUDANTES DA E.E. RAIMUNDO PINHEIRO DA
SILVA SOBRE AGROECOLOGIA E IMPORTÂNCIA DA DISSEMINAÇÃO
DESSE DEBATE NAS ESCOLAS
Carolina Silva Nardes
RESUMO
Atualmente o modelo hegemônico de produção de alimentos é o agronegócio, uma
forma de produção agrícola que se sustenta na exploração do meio ambiente e do ser
humano. O agronegócio implementa o monocultivo em extensas áreas rurais, com
utilização de alta tecnologia, sementes híbridas ou transgênicas e alta quantidade de
agrotóxicos e fertilizantes químicos. Em todas as etapas esse modelo causa alarmantes
impactos para o meio ambiente e a biodiversidade. Outra consequência grave se refere
aos danos a saúde humana, desde os agricultores até o consumidor. No contexto atual
esse setor investe na divulgação massiva do referido modo de produção nos meios de
comunicação, além da economia brasileira estar cada vez mais baseada no agronegócio,
em grande parte resultado do elevado financiamento e subsídios do governo. Como
alternativa a esse modelo se consolida a Agroecologia, que tem como princípios a
produção de alimentos alinhada à preservação do meio ambiente e biodiversidade e a
promoção da qualidade de vida. Porém a agroecologia é pouco difundida na sociedade
brasileira, por se tratar de práticas que vão contra a ideologia neoliberal. As escolas
precisam cumprir o papel de fomentar um conhecimento crítico, discutindo os reais
problemas sociais e trazendo para a prática formas de superá-los. Portanto a escola deve
divulgar os conhecimentos relacionados a agroecologia e os benefícios de se implantar
esse sistema em contrapartida ao agronegócio na busca de um modelo mais sustentável
de agricultura. Nesse sentido, este trabalho teve como objetivo investigar o
conhecimento dos estudantes do Ensino Médio da Escola Estadual Raimundo Pinheiro
da Silva em Cuiabá-MT em relação à agroecologia, para isso foram aplicados
questionários aos estudantes com perguntas abertas e fechadas sobre o assunto. Além
disso, foi realizado um debate sobre agroecologia envolvendo várias questões que esse
tema abrange com o intuito de difundir a agroecologia e buscar uma aprendizagem
crítica dos estudantes quanto à produção de alimentos, qualidade de vida e do ambiente.
Essas experiências formativas são procedentes do projeto do PIBID, que ainda está em
desenvolvimento na escola.
Palavras-chave: Agronegócio, Agroecologia, escola.
INTRODUÇÃO
No contexto da economia globalizada, o Brasil vem se consolidando como
grande
produtor
agrícola,
orientado
pelo
“agronegócio”
e
pelas
políticas
governamentais brasileiras, que por meio de subsídios e outras “facilidades” custeadas
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com recursos públicos, transformou a agricultura, que por séculos se constituiu em
subsistência ou meio de vida para os pequenos agricultores, em uma agroindústria que
transforma, destrói e polui com agroquímicos a natureza, com justificativas de produzir
alimentos para a população mundial (PIGNATI, 2007).
Mato Grosso é o maior produtor de grãos do país, consequentemente devido à
lógica do agronegócio, um dos estados que mais desmata. No período de 1993 a 2012
foram derrubados 8,2 milhões de hectares (IMEA, 2012) de Cerrado e Floresta
Amazônica, afetando a biodiversidade da fauna e flora do estado. O desmate afeta o
ambiente, fragilizando o solo que necessita da matéria orgânica advinda principalmente
das árvores que lhe fornecem folhas, frutos e madeira. A pulverização de agrotóxicos
alcança os rios e os animas que vivem nesse habitat como peixes e anfíbios chegando a
lhes causar entre outros danos má formação.
O agronegócio se estrutura inicialmente no desmate para se implantar um único
tipo de cultura: a monocultura, que é dependente de alta tecnologia, de equipamentos
agrícolas e de sementes híbridas ou transgênicas que dependem de agrotóxicos e
fertilizantes químicos para se desenvolverem com alta produtividade. Em todas as
etapas se criam situações de riscos à saúde dos seres vivos e ao ambiente, que vão além
das fazendas agrícolas, ampliando seus agravos ou impactos negativos sanitários,
sociais e ambientais para toda a região.
É importante avaliar os graves impactos ambientais causados por esse modo de
produção – ao solo, água, fauna, flora e etc- os quais afetam a saúde. Questiona-se a
possibilidade de um meio externo desequilibrado abrigar indivíduos saudáveis. O ar e
as águas poluídas, as terras estéreis e a natureza em desequilíbrio não suportarão formas
de vida saudáveis sobre a terra (AZEVEDO, 2008).
Esse modelo vai contra a preservação da saúde humana. Nele, os agricultores
são expostos a elevadas taxas de agrotóxicos, sofrendo com diversas enfermidades tanto
a curto quanto a longo prazo. Além disso, quem é afetado são os consumidores, que se
alimentam de produtos contaminados e com baixo valor nutricional devido ao seu modo
de produção em um ambiente desequilibrado.
Em contrapartida a essa lógica de produção existe um modelo utilizado em
muitas regiões do Brasil pela Agricultura Familiar baseado no conhecimento milenar da
agricultura, a agroecologia. Esse modelo fornece as bases científicas, metodológicas e
técnicas para uma nova revolução agrária. Os sistemas de produção fundados em seus
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princípios são biodiversos, resilientes, eficientes no ponto de vista energético,
socialmente justo, fortemente vinculado à noção de soberania alimentar (ALTIERI,
2002).
É urgente a necessidade de um cuidado adequado com a saúde humana. A
prática da saúde implica em uma percepção do meio e das condições positivas ou
negativas deste ambiente. Ampliam-se as preocupações acerca do mundo ao nosso
redor no sentido de construir e a nutrição é um dos principais fatores de promoção de
saúde humana e de qualidade de vida e de que são inegáveis as repercussões do padrão
produtivo sobre o estado geral de saúde da população (AZEVEDO, 2008).
A qualidade dos alimentos contribui com a discussão sobre qualidade de vida, à
medida que a Agricultura Orgânica provê alimentos com valor nutricional equilibrado e
isentos de contaminantes químicos.
A agroecologia preocupa-se com o resgate cultural na medida em que valoriza o
saber agrícola tradicional do agricultor familiar. Dessa forma Gomez (1997) considera
que a Agricultura Familiar acumula historicamente as condições de realizar a passagem
para um modelo mais sustentável de agricultura, que repercute diretamente sobre a
qualidade de vida de quem vive no meio rural e também no urbano.
Levando em consideração as contradições postas pelo agronegócio como
modelo de produção de alimentos e a agroecologia em contrapartida a esse sistema, por
meio do PIBID (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência) da
Universidade Federal de Mato Grosso foram realizados atividades com o intuito de
levar esse debate até as escolas.
O primeiro objetivo deste trabalho foi investigar o conhecimento dos estudantes
do 2º Ano A da Escola Estadual Raimundo Pinheiro da Silva em Cuiabá-MT, local em
que se realiza o PIBID, sobre a produção de alimentos, o atual modelo hegemônico e
suas implicações na saúde humana e ambiental e a agroecologia. Esse levantamento
ocorreu a partir da aplicação de questionários (em anexo) aos estudantes com perguntas
abertas e fechadas sobre o assunto, bem como dos posicionamentos dos estudantes em
um debate realizado entre eles e a equipe de pibidianos.
O debate ocorreu a partir da exibição do documentário “O veneno está na mesa”
de Silvio Tendler, produzido em 2009, envolvendo várias dimensões que esse tema
abrange, como sociais, ambientais, culturais e de saúde humana. O cinedebate teve o
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intuito de difundir a agroecologia e buscar uma aprendizagem crítica dos estudantes
quanto à produção de alimentos, qualidade de vida e do ambiente.
Por meio da análise do conhecimento dos estudantes sobre a produção do
alimento e dos resultados advindos do cinedebate foi contemplado o segundo objetivo
desse trabalho: avaliar a importância da disseminação do debate sobre agroecologia nas
escolas.
DESENVOLVIMENTO
Foram aplicados 36 questionários com perguntas abertas e fechadas na Escola
Estadual Raimundo Pinheiro da Silva na turma do 2° Ano A, sendo 15 estudantes do
sexo masculino, 20 do sexo feminino e 01 não identificado o sexo, com idade entre 15 e
20 anos. A maioria dos estudantes não soube responder questões relacionadas à
produção de alimentos. Por exemplo, quando tiveram que diferenciar um produto de
base orgânica de um produto de base convencional 31 alunos não souberam responder,
sendo que dos 05 que responderam, houve aplicação de alguns conceitos de forma
errada. Além disso, 22 estudantes disseram não saber onde e como é produzido o
alimento que chega a sua mesa.
Quanto à agroecologia, 19 alunos disseram já ter ouvido falar sobre o tema,
principalmente por meio da televisão, internet e escola, sendo que 17 nunca tiveram
contato com o assunto. Mas quando questionados o que eles acreditavam ser a
agroecologia 23 não responderam ou não sabiam e 13 responderam, porém, a maioria
explicou de forma muito simplificada ou utilizou conceitos errôneos como pode ser
ilustrado nas respostas “algo relacionado com a agricultura e biologia, tipo o estudo da
agricultura” ou “alguma coisa ecológica tipo natural”.
O posicionamento de 18 alunos foi contra a utilização de agrotóxicos no cultivo
dos alimentos, alegando que estes produtos são prejudiciais para a saúde humana e 08
concordaram com a utilização de agrotóxicos, defendendo que estes são importantes no
combate a pragas. Em relação aos alimentos transgênicos o resultado foi alarmante, 29
estudantes não conheciam nem sabiam o significado do símbolo que segundo o decreto
federal 4.680/2003 a indústria de alimentos é obrigada a informar sobre a presença de
mais de 1% de ingredientes transgênicos em qualquer tipo de produto para o consumo
humano ou animal. Apenas 01 estudante sabia o significado do símbolo.
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Ao avaliar os resultados dos questionários, percebe-se que os alunos possuíam
pouco acúmulo sobre as questões relacionadas à produção de alimentos, principalmente
em relação à agroecologia, provavelmente devido a pouca divulgação desse modelo em
todos os setores da sociedade, por se tratar de um projeto agrícola que vai contra o atual
modelo econômico, capitalismo.
Ao ser comparado com um trabalho semelhante realizado no município de
Catalão em Goiás, com a aplicação de questionários para estudantes de Ensino
Fundamental e Médio sobre agroecologia, encontram-se resultados semelhantes.
Quando questionados se já haviam ouvido falar em agroecologia e agricultura orgânica
a maioria, 53%, respondeu que sim. Porém, uma parte considerável respondeu não, que
nunca ouviu falar sobre essas práticas de cultivo em um município onde a agroecologia
se fortalece a cada dia através de ações como o cultivo das sementes crioulas, a
“Pamonhada”, e o I Simpósio de Agroecologia do Sudeste Goiano (FERREIRA, 2009).
A educação exerce um papel fundamental na sociedade, assim, deve ser um
instrumento de promoção à formação e desenvolvimento integral do ser humano. Dessa
forma, as escolas precisam cumprir o papel de fomentar um conhecimento crítico,
discutindo os reais problemas sociais e trazendo para a prática formas de superá-los.
Portanto a escola deve divulgar os conhecimentos relacionados à agroecologia e os
benefícios de se implantar esse sistema em contrapartida ao agronegócio na busca de
um modelo mais sustentável de agricultura.
Assim, o questionário serviu como balizador para apontar a atuação docente na
sala de aula, capilarizando as deficiências no conteúdo dos alunos. As demais
atividades tiveram o foco em problematizar e buscar, a partir da análise de cada aluno,
preencher as lacunas existentes sobre o conhecimento do atual modelo hegemônico de
produção de alimentos e a agroecologia.
Uma das estratégias adotadas foi a exibição de um documentário para levantar o
debate sobre a importância da agroecologia. O cinema na escola tem trazido outra
perspectiva para os alunos acerca de determinados temas, sensibilizando, dando
abertura para novos tópicos para discussão. Ao proporcionar o contato com outras
produções a percepção de mundo é ampliada a partir de outra vertente linguística,
diferente da rotineira exposição oral, rica em detalhes, consequência de uma produção
audiovisual.
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Foi exibido o longa “O Veneno Está na Mesa” (2009), que retrata o avanço do
Agronegócio/Agrotóxico no Brasil, com intuito de abrir o debate sobre as soluções para
a produção de alimentos. A obra, produzida pelo documentarista Silvio Tendler,
compõem uma das produções divulgadas pela Campanha Nacional Contra os
Agrotóxicos e Pela Vida.
Após a exibição realizou-se debates que resgataram do filme os elementos que
elucidam toda discussão proposta, dando espaço também para as observações apontadas
pelos alunos da escola. Durante a discussão percebeu-se que a realidade e as
contradições da produção de alimento estão presentes no cotidiano de cada aluno, que
ao colocar seu ponto de vista apresentou vários exemplos que demarcam a sua
realidade. Uma observação importante foi a conclusão trazida pelos discentes, que
avaliaram o problema de forma ampla, polarizando também com o atual modelo
econômico, capitalismo.
CONCLUSÃO
A partir da aplicação dos questionários aos alunos da Escola Estadual Raimundo
Pinheiro da Silva, do 2º ano A, percebe-se a falta de compreensão do que significa a
agroecologia. Com a discussão gerada pelo cinedebate, mesmo não tendo resposta para
o problema colocado pelo agronegócio os estudantes o caracterizaram de forma
qualificada relacionando com o seu cotidiano. Com a exibição do documentário “O
veneno está na mesa” foi possível relacionar o modelo de produção de alimentos e suas
consequências, elucidando aos alunos tais problemas.
O processo de caracterização da produção de alimentos e o seu viés são de suma
importância para o contexto escolar, elucidando questões como a relação social cidade
e campo, as consequências para a saúde humana de cada modelo de produção de
alimentos e a importância da preservação do meio ambiente e biodiversidade. O projeto
do PIBID ainda está em andamento, e pretende-se dar continuidade na tarefa de
disseminação da agroecologia na escola, na busca de uma aprendizagem crítica e
transformadora da realidade social.
REFERÊNCIAS
7
ALTIERI, M. Agroecologia: bases científicas para uma agricultura sustentável. Guaíba:
Ed. Agropecuária, 2002.
AZEVEDO, E. Qualidade de vida na perspectiva da Agricultura Familiar Orgânica.
Anais. IV Encontro Nacional da ANPPAS. Junho de 2008. Brasília-DF, 2008.
FERREIRA, A.P.M; FERREIRA, A.P.S.O; MENDONÇA, M.R. A Agroecologia no
contexto escolar do município de Catalão (GO): resultados de uma experiência. Anais.
XIX Encontro Nacional de Geografia Agrária. São Paulo, 2009.
GOMEZ, W. H. Desenvolvimento sustentável, agricultura e capitalismo. In:
FERMIANO, D (Org.). Desenvolvimento Sustentável: necessidade e/ou possibilidade.
Santa Cruz do Sul: Ed UNISC, 1997, p. 95-116.
IMEA. 2012_09_13_Apresentacao_MT.pdf
PIGNATI, W. A.; MACHADO, J. M.; CABRAL, J. F. Acidente rural ampliado: o caso
das "chuvas" de agrotóxicos sobre a cidade de Lucas do Rio Verde – MT. Ciênc. saúde
coletiva. Rio de Janeiro, vol.12, n..1, jan./mar. 2007.
APÊNDICE – Questionário elaborado pela pesquisadora para coleta de dados
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS
LICENCIATURA EM BIOLOGIA
PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO A DOCÊNCIA
Este questionário foi elaborado como atividade do Programa Institucional de Bolsa de
Iniciação a Docência (PIBID), da Universidade Federal de Mato Grosso. Não há
respostas certas ou erradas, apenas opiniões. Sua opinião é muito importante para nós.
As respostas de vocês serão embaralhadas com as de outros (as) estudantes, e ninguém
saberá quem respondeu cada questionário. Contamos com sua colaboração e, desde já,
agradecemos.
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1. Sexo: ( ) Masculino ( ) Feminino
2. Idade: __________
3. Grau de escolaridade do pai:
( ) Ensino Fundamental Incompleto
( ) Ensino Fundamental Completo
( ) Ensino Médio Incompleto
( ) Ensino Médio Completo
( ) Ensino Superior Incompleto
( ) Ensino Superior Completo
( ) N.D.A.
4. Grau de escolaridade da mãe:
( ) Ensino Fundamental Incompleto
( ) Ensino Fundamental Completo
( ) Ensino Médio Incompleto
( ) Ensino Médio Completo
( ) Ensino Superior Incompleto
( ) Ensino Superior Completo
( ) N.D.A.
5. Você tem contato com a área rural?
( ) Sim ( ) Não
6. Você tem horta em sua casa?
( ) Sim ( ) Não
7.Sua família aproveita produtos nativos para o consumo?
( ) Sim ( ) Não
Se sim, quais?
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
8.Em sua família existe o costume de usar plantas medicinais no tratamento de
doenças?
( ) Sim ( )Não
Se
sim,
quais?
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
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9.Você sabe o que diferencia um produto de base orgânica de um produto de base
convencional? Se sim, o que?
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
10.Você sabe onde e como é produzido o alimento que chega a sua mesa? Explique.
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
11.Você já ouviu falar sobre Agroecologia?
( ) Sim ( ) Não
Se sim, onde? (Pode marcar vários)
( ) Escola
( ) Televisão
( ) Revista
( ) Jornal
( ) Internet
( ) Família
( ) Amigos
( ) Outros ______________________________________________________________
12.O que você acredita ser agroecologia?
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
13.Você acredita ser importante a Agricultura Familiar?
( ) Sim ( ) Não ( ) Não Sei
Por quê?
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
10
14.Você já ouviu algo sobre o agronegócio?
( ) Sim ( ) Não
Se sim, o que?
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
15.Você concorda com a utilização de agrotóxicos no cultivo dos alimentos?
( ) Sim ( ) Não ( ) Não Sei
Por quê?
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
16.Você acha que a agricultura prejudica o meio ambiente?
( ) Sim ( ) Não ( ) Não Sei
Por quê?
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
17.
Você já viu esse símbolo?
( ) Sim ( ) Não
18.Sabe o que significa esse símbolo?
( ) Sim ( ) Não
19.Você concorda com a produção de alimentos transgênicos?
( ) Sim ( ) Não ( ) Não Sei
Por quê?
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
11
O questionário termina aqui. MUITO OBRIGADO por sua atenção e disposição
em preencher até o final.
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