Coordenação Geral de
Observação da Terra –
Avaliação Anual 2004
Reunião de Planejamento e Avaliação
OBT 2004
Campos do Jordão, dezembro 2004
Em Busca do Essencial

“Quando se trava uma luta prolongada, tenaz e
apaixonada começam a delinear-se, geralmente
ao fim de certo tempo, os pontos de divergência
centrais, essenciais, de cuja solução depende o
resultado definitivo da campanha, e em
comparação com os quais os episódios
menores e insignificantes da luta passam cada
vez mais para o segundo plano.”
V. I. Lênin
Algumas Perguntas

O que torna a OBT singular no INPE e no
Brasil?

Como está organizada a OBT hoje?

Qual foi o desempenho da OBT em 2004?

Como evoluiu a OBT de 1995 para 2005?

Como será a OBT de 2015?
Competência Essencial




Conceber, projetar, avaliar e utilizar dados de
sensores remotos
Dominar tecnologia de sistemas de
Geoinformação, Processamento de Imagens e
Modelagem Ambiental
Atuação interdisciplinar em projetos de
aplicação e uso de geoinformação
Excelência na formação de RH em
Sensoriamento Remoto e Geoinformação
O que torna a OBT singular?


OBT = Dados Geográficos
+ Tecnologia Geoinformação
+ Ciências da Terra
Dados Geográficos
 Fundamento

Tecnologia
 Instrumentos

de estudos científicos sobre a Terra
para lidar com dados geográficos
Ciências da Terra
 Conhecimento
multidisciplinar
O que torna a OBT singular?

A OBT reúne
 Infraestrutura
de coleta e produção de dados
ambientais
 Competência em desenvolvimento de sistemas
 Capacidade de organizar equipes multidisciplinares

Quantos grupos semelhantes existem no
mundo?
Como está organizada a OBT hoje?

Compromisso de gestão
 Instrumento
básico de gerência
 Estabelece metas e indicadores (fixados no início do
ano)

Decisões estratégicas
 Conselho

(inclui Coordenadores de Programa)
Ações imediatas
 Chefias
+ coordenadores de programa
Compromisso de Gestão 2004

Meta 1. Realizar uma produção científica internacional
de 26 artigos

Resultado: Produção de 23 artigos internacionais
1999
2000
2001
2002
2003
2004
9
9
10
19
26
23
Concentração da Produção Indexada

Alta Concentração em Poucos Pesquisadores

3 Pesquisadores - 50% da produção indexada
internacional

Como fazer para melhorar este índice?
Produção Indexada Internacional e Teses
2001
2002
2003
2004
Mestrado
4
4
9
8
Doutorado
-
5
7
6
TDiscente
4
9
16
14
Total OBT
9
19
26
23
Proporção
44%
47%
62%
61%
Produção Científica Jovens
Pesquisadores
Servidor
Ano Dr
Revistas
2003
Revistas
2004
Congr
2004
Claudia Almeida
2003
1
(1)
3
Isabel Escada
2003
1
-
-
Camilo Rennó
2003
-
-
-
Silvana Amaral
2003
-
(1)
-
Milton Kampel
2003
-
-
-
José Mantovani
2002
-
-
-
Alfredo Pereira
2002
-
-
2
Tatiana Kuplich
2002
-
(2)
-
Ronald Buss
2000
-
1
-
Marcio Valeriano
1999
6
1
2
8
2 (3)
7
Total
Compromisso de Gestão 2004

Meta 2. Realizar a avaliação do desmatamento
da Amazônia, divulgar os dados do PRODES
Digital de 2003 e fazer uma revisão dos anos
anteriores (2000-2003).

Resultados
2001-2002 – 23.260 km2
 Desmatamento 2002-2003 – 23.750 km2
 Desmatamento
Desmatamento 2003
Desmatamento 2002/2003
Desmatamento até 2002
Fonte: INPE PRODES Digital, 2004.
Taxas de Desmatamento Amazônia (km2)
2000-2001 2001-2002 2002-2003
50 cenas
13747
19279
75 cenas
21852
Estimativa
Total
25476
18165
23260
23750
Diferenças entre Estimativa e Taxa Efetiva:
2001-2002

Estimativa original : 25476 km2
em 50 cenas (18165 km2)
 Histórico do PRODES: 50 cenas correspondiam a
75% do desmatamento total
 Baseada

Dinâmica do desmatamento a partir de 2000
 Maior
concentração em áreas críticas (extensificação
do uso)
 Em 2002, 50 cenas críticas corresponderam a 82%
do desmatamento total
 Estimativa deveria ter sido de 23500 km2
Desmatamento Acumulado
Desmatamento Acumulado 2001-2002
120%
100%
80%
60%
40%
75 cenas
50 cenas
20%
0%
1
8
15
22
29
36
43
50
57
64
71
78
85
92
99 106 113 120 127 134 141 148 155 162 169 176 183 190 197 204 211 218 225
Numero de imagens LANDSAT
Estimativa do Desmatamento 2002-2003

Baseada em 75 cenas
 Correspondem
a 92% do desmatamento total

Estimativa das 75 cenas = 21852 km2

Projeção para total (2003) = 23750 km2
Avanços no PRODES em 2004

Consolidação da metodologia do PRODES
Digital

Autonomia no cálculo da taxa
 Até
2003, taxa era calculada por pessoa de fora do
INPE
 Ampla divulgação da metodologia empregada
Avanços no PRODES em 2005

Melhoria na estimativa
 Uso
de 90 imagens para cálculo da taxa 2003/2004
 Aumento da confiabilidade (95%)

Implantação Inicial do SISPRODES
 Gerenciamento
centralizado
clientes
Ambiente Cliente-Servidor
servidor
Compromisso de Gestão 2004

Meta 3. Implantar um sistema de detecção do
desmatamento em tempo real com dados
MODIS e WFI e distribuir o resultado para o
IBAMA

Resultados
 Sistema
DETER implantado
 Website lançado em Novembro 2004
DETER: estrutura
Projeto PRODES
Base do Desmatamento
anos anteriores
Imagem MODIS mais
atual possível
Processamento INPE: detecção dos
novos desmatamentos
Disseminação Internet
Fiscalização: sala situação IBAMA
e outras instituições
Estação recepção
Cuiabá/MT
Internet: www.obt.inpe.br/deter
Desmatamentos verificados
em 21/Mai/2004
Mosaico Modis de 21/Mai/2004
Mapa temático do
desmatamento em
13/Ago/2003 (amarelo) +
desmatamento de
13/Ago/2003 até
07/Mai/2004 (vermelho) +
desmatamento de
21/Mai/2004 (laranja)
Gráficos totalizando desmatamento
por municípios ou estado
Municípios Críticos
Impacto do Sistema DETER

Cumprimento de missão do INPE no Plano de
Combate ao Desmatamento da Amazônia

Nova forma de combate ao desmatamento

Permite à sociedade acompanhamento em
tempo quase real da evolução do
desmatamento
Compromisso de Gestão 2004

Meta 4. Produzir os primeiros resultados dos
projetos da rede GEOMA.

Resultados
 Caracterização
da Dinâmica de Ocupação na região
do Xinguri (Terra do Meio)
 Relatório de Avaliação das Políticas Públicas na
região
 Modelos computacionais de Dinâmica de Uso da
Terra (CLUE, TerraME)
Áreas de Atuação da Rede GEOMA





Modelos de mudanças do uso e cobertura da
terra na Amazônia.
Modelos de distribuição da biodiversidade na
Amazônia.
Modelos hidrológicos
Modelos acoplados bioma-clima
Modelos integrados multi-escala
Xingu Oeste – Sazonalidade (Inverno)
Altamira
Fluxo dos rios
SFX
Xingu Oeste – Sazonalidade (Inverno)
Uruará

Altamira
Fluxo das
Maribel
Estradas
Trairão
SFX
GEOMA: Modelos de Ocupação da
Amazônia – Foco 1: MacroRegional
Como Modelar Fenômenos Sociais?

Análise de regressão
 Baseada
em dados indiretos (e.g. censo)
 Caracteriza a distribuição, mas não o processo

Automatos celulares
 Interações
locais gerando efeitos globais
 Transições discretas (são realistas?)

Sistemas adaptativos complexos
 Agentes
que interagem no espaço
 Aprendem com e adaptam-se aos competidores
Análise de Regressão: Desmatamento

Sete fatores estão relacionados à variação de 83% das taxas de
desmatamento na Amazônia nos últimos anos:
(a) Estrutura Agrária (2 fatores): percental de área ocupada por
grandes fazendas e número de pequenas propriedades.
(b) Ocupação Populacional (1 fatores): densidade de população.
(c) Condições do Meio Físico (2 fatores): Precipitação média e
percentual de solos férteis.
(d) Infraestrutura (1 fator): distância a estradas.
(e) Presença do Estado (1 fator): percentagem de áreas indígenas
Modelagem em Espaços Celulares
Espaços celulares

Componentes

conjunto de células georeferenciadas

identificador único

vários atributos por células

matriz genérica de proximidade - GPM
superfície discreta de células retangulares multivaloradas possivelmente não contíguas
Diferentes Atores,
Diferentes Padrões
Rondônia
62° 00’ W
62° 30’ W
9° 00’ S
9° 00’ S
9° 30’ S
9° 30’ S
10° 00’ S
10° 00’ S
10° 30’ S
10° 30’ S
62° 30’ W
0
Small
62° 00’ W
30 km
Medium
0
Large
4 Km
Fonte (Escada 2003)
Allocation Module: different resolution,
variables and neighborhoods
1985
Small farms environments:
500 m resolution
Categorical variable:
deforested or forest
One neighborhood relation:
•connection through roads
Large farm environments:
2500 m resolution
1997
Continuous variable:
% deforested
Two alternative neighborhood
relations:
•connection through roads
• farm limits proximity
1997
Compromisso de Gestão 2004

Meta 5. Implantar um programa de
Estatísticas Agrícolas com Sensoriamento
Remoto, em parceria com a CONAB

Resultados: Para a safra 2004, já foram
implantados sistemas para previsão das
culturas soja, milho, cana e café para as regiões
Sudeste, Sul e Centro-Oeste.
Projeto GeoSafras
GEOSAFRAS
GEOSAFRAS
Imagens de satélite
Sistema de informação geográfica
Banco de dados
GeoSafras: 1o ano
soja
café
milho
cana-de-açúcar
Identificação das culturas
Compromisso de Gestão 2004

Meta 6. Instalar uma nova estação de
gravação de imagens CBERS em Cuiabá e
geração de produtos MODIS.

Resultados:
 Até
o final de 2004, toda o processo de ingestão do
CBERS em Cuiabá será feito com software nacional
 Produtos MODIS para o DETER serão gerados em
Cuiabá em 2005
Estação de Recepção e Processamento
CBERS
Planejamento
Aquisição
Ingestão e
Gravação
Controle
de Qualidade
Gerenciamento
Pedidos
Catálogo
Geração
Produtos
Princípios de Design da Estação CBERS

Hardware de baixo custo
 PCs

padrão
Padrões abertos
 Linux,
GCC, Apache, PHP, MySQL, HDF, GeoTIFF,
XML

Escalabilidade e Automação
 Módulos,

Processamento Distribuído
Uso da Internet
 Interface
baseada em navegadores comuns
A Importância da Tecnologia Nacional

Sistema CBERS-1 (MATRA)


Contrato de desenvolvimento – R$ 24 milhões (US$ 8 milhões)
Sistema CBERS-2 (GISPLAN/INPE)
Sistema
Geração Produto e
Gerencia Pedidos
Período
Custo
2002-2003
R$ 1.200 mil
Catálogo
2003
(1 Cartaxo)
Ingestão e Gravação
2004
R$ 2.400 mil
Planejamento e
Aquisição
2004-2005
Controle de Qualidade
2004-2005
TOTAL
R$
200 mil
(INPE)
R$ 3.800 mil
Estações – Metas para 2005

Melhoria dos produtos CBERS
 Geração
de imagem georeferenciada ao Mosaico
NASA

Geração de um produto para exportação
 Instalação

de estações CBERS fora do Brasil
Produção de LANDSAT e SPOT com sistema
GISPLAN
 Substituição
completa da tecnologia importada
(Sistema da MDA custou US$ 25 milhões)
Compromisso de Gestão 2004

Meta 7. Inaugurar o Centro de Dados, com
100% do acervo de dados MSS com acesso
livre on-line.

Resultados
 Todo
o acervo MSS (1973-1984) está convertido
 Metade das imagens já está on-line
 Acervo on-line estará completo em Março/2005
Centro de Dados
MSS em fitas HDDT, ~ 2600 fitas
CBERS em DLT, ~700 DLT’s
TM e ETM+ em DLT, ~700 DLT’s
TM em fitas HDDT, ~6500 fitas
ERS em fitas HDDT, ~680 fitas
Spot em fitas HDDT, ~190 fitas
Radarsat em DLT, ~60 DLT’s
TOTAL
10 TB
28 TB
28 TB
58 TB
6 TB
2 TB*
2 TB
134 TB
MSS - Landsat 1
WRS1 248/62
07/07/1973
Imagens MSS – Landsat 3 – São Paulo (1977)
Política de Distribuição de Imagens

Nova missão histórica
 Manutenção
e disponibilidade do acervo histórico
 Recepção e produção das imagens dos satélites
brasileiros
 Acesso a imagens de programas não-comerciais de
interesse científico (e.g., LANDSAT-7)
 Geração de produtos com valor agregado

Futuro da DGI
 Centro
de Dados de Sensoriamento Remoto do INPE
Compromisso de Gestão 2004

Meta 8. Implantar um serviço de distribuição
de imagens CBERS e estabelecer o
programa de aplicações CBERS.

Resultados:
 53.000
imagens CBERS-2 distribuídas de 10/05 a
10/12/2004
 Assinado acordo de cooperação Brasil-China na área
de aplicações
 Definida a política de dados do CBERS
Política de Dados CBERS

Acordo Brasil-China (novembro de 2004)
 Política
de distribuição dos dados CBERS
 Estabelece as condições de comercialização de
dados CBERS para estações de recepção
internacionais.

Fundamentos da política CBERS
 CBERS
é um “bem público”
 Acesso segue condições atuais do LANDSAT
 Taxa anual permite acesso integral às imagens na
área de cobertura da estação
Distribuição CBERS - 10/05 a 10/12/ 2004 (7
Meses)
Pedidos
Cenas
Pedidos por semana
Cenas por semana
18.200
53.000
600
1.700
Usuários
Instituições
Média de cenas por usuário
7.200
4.500
7,4
Evolução Mensal dos Pedidos CBERS
Evolução Mensal
Até 20/junho
Pedidos
1.500
Cenas
6.000
Junho
Julho
Agosto
95
2.867
3.532
218
9.042
10.028
Setembro
Outubro
Novembro
3.479
3015
2819
10.065
7589
7819
915
2336
Dezembro (até 08/12)
Distribuição por Estado
14000
12000
10000
8000
6000
4000
2000
0
AP SE AL RR
PB AC MA
CE
PI
SC RN
PE TO
ES BA RO AM MS MG RS PA
RJ
PR GO DF MT
SP
CBERS-2 Delta do Parnaíba Nov-2003
CBERS-2 Represa de Sobradinho Dez 2003
Compromisso de Gestão 2004

Meta 9. Organizar, dentro da fase-A do
MAPSAR, um experimento de simulação em
acordo com DLR.

Resultados:
 Vôo
DLR substituído por vôo com aeronave do
SIVAM
 Estudo de viabilidade será concluído em dez/05
 Missão SAR prevista no PNAE
MAPSAR Application User Requirements
Top - Brazilian User Requirements / Bottom - German User
Requirements
Application
/MAPSAR
parameters
Frequency
Agriculture
Disaster
Cartography
(Oil slick/
Ship
Monitoring)
L
C
C
L
N. E.
VV, HH
N. E.
quad. pol
variable(45 ° *)
20°-30°/
(45 ° *)
45°-60°
variable
5 meters
30-50/15 m
3-5 meters
3-5 meters
Forestry
Geology/
Geomorphology
Hydrology
Oceanography
Urban
Mapping
L *, C
L
quad-pol.
quad. pol
20°-45°
20°-45°
L
L
HH, HV
quad. pol
large interval
large interval
L, C
L
quad. pol.
quad. pol
20°-45°
20°-45°
C
L
quad-pol
quad. pol
High (45-60°)
(45-60°)
L
C
quad-pol
quad. pol
40°-45°
variable
10 meters
10 meters
5 – 10 meters
3-5 meters
10 meters
3-5 meters
Polarization/
Polarimetry
Incidence
Interval
L
L
quad. pol
quad. pol
variable
25°-45°
Spatial
Resolution
30 meters
3-5 meters
Swath
30 km
30 km
N. A.
variable
150-350 km
variable
100 km
variable
40-100 Km
40-100 Km
Orbit
Inclination
Look
Direction
Revisit
N. A.
sun-syn
N. A.
asc/desc
15 days
< 15 days
real-time
real-time
InSAR
sun-syn
sun-syn
asc/desc
asc/desc
N. A..
seasonal
N. A.
regularly
stereoscopy
InSAR (opt.)
sun-syn
sun-syn
asc/desc
asc/desc
< 1 day
< 1 day
real-time
real-time
InSAR
sun-syn
sun-syn
N . A.
asc/desc
monthly
monthly
N. A.
regularly
InSAR
sun-syn
sun-syn
asc/desc
asc/desc
seasonal
seasonal
N. A.
regularly
stereoscopy
InSAR
Access
to data
Additional
Requirement
(N. A. = Information Not Available, * First priority)
variable(High/
Moderate)
(High/Moderate)
100 km
350 km(ScanSAR
variable
and FineModes)
variable
sun-syn
sun-syn
sun-syn
sun-syn
asc/desc
N. A.
asc/desc
asc/desc
10 –15days
daily
< 15 days
daily
N. A.
real-time
regularly
real-time
raw data
InSAR(opt.)
InSAR
5 meters
3-5 meters
40-100 km
40-100 km
sun-syn
sun-syn
asc/desc
asc/desc
N.A.
yearly
N. E.
regularly
InSAR
(opt.)
MAPSAR
Freqüência
Banda L
Polarização
Simples, dual e quad. pol.
Angulo de Incidência
20°- 45°
Resolução Espacial
3-20 meters
Swath
20 km - 55 km
Órbita
Polar heliossíncrona
Cobertura
Global
Direção de Visada
ascendente/descendente
variável
Recobrimento Global
37 dias
Revisita
Semanal
com
orientação
Compromisso de Gestão 2004


Meta 10. Estabelecer uma equipe de
manutenção do SPRING e consolidar novas
aplicações da biblioteca TerraLib para gestão
municipal, segurança pública, analise de dados
socioeconômicos e estudos de saúde coletiva.
Resultados
 Contrato
de manutenção do SPRING firmado
 Novas versões do SPRING e TerraLib lançadas
 Projetos SAUDAVEL e CEDEST
 FUNCATE consolida TerraLib na gestão municipal
Todos Precisamos de Gerenciamento de
Dados
Centro de Dados
Global
BD Geográfico
Institucional
SIG
Individual
Banco de Dados
Geográfico
TerraLib Structure
Java Interface
COM Interface
OGIS Services
C++ Interface
Functions
kernel
Visualization
Controls
Spatio-Temporal
Data Structures
File and DBMS
Access
I/O Drivers
External
Files
DBMS
SPRING e TerraLib

SPRING
4.0 – GISBrasil, maio 2004
 SPRING 4.1 – Outubro 2004
 SPRING 4.1 Linux – resultado do contrato K2
 SPRING

TerraLib
3.0 – GeoBrasil, abril 2004
 TerraView 3.0 – GeoBrasil, abril 2004
 TerraView 3.0 PLUS – Dezembro 2004
 TerraLib
Geoprocessamento e Políticas Públicas:
Cadastro Urbano

Contribuição do INPE/FUNCATE
 Metodologia
de baixo custo
 Construção de aplicativos para atualização, consulta
e navegação na base de dados georeferenciada

Base tecnológica
 Tecnologia
aberta (TerraLib)
 Banco corporativo único

Implementações
 São
Sebastião, Ilhabela, Ubatuba, Caraguatatuba,
São José dos Campos, Santos, Cachoeiro do
Itapemirim, Mirasol, Avaré, Feira, Salvador
Santos: Recadastramento de Unidades
(200.000)
Geoprocessamento e Políticas Públicas:
Cadastro Urbano

Munícipio de São Sebastião (SP)
INVESTIMENTO

R$ 884.000,00
R$ 15,27/habitante
Após o recadastramento
 IPTU
de 1999:
 IPTU de 2001:
 Aumento
R$ 19.800 mil
R$ 26.100 mil
R$ 6.300 mil (32 %)
CEDEST: Centro de Estudos de Desigualdades
Socio-Territoriais

Centros de excelência no estudo de
indicadores intra-urbanos socioterritoriais.

Investigar as desigualdades socioterritoriais
através de análise espacial.

Combinar análise sociológica e técnicas
matemáticas, com uma crítica de
procedimentos analíticos.
Superfície de Risco de Homicídios em São
Paulo
1996
1999
Recife-SAUDAVEL
Das Armadilhas de Oviposição à Tomada de Decisão: Um Sistema de Vigilância e Controle para
Dengue em Escala Intra-Urbana
SAUDAVEL
Node 2, 4
Health
Authorities
Local Health
Services
Epidemiologists
Decision Making
Statiscal Predictive
Modeling
Health Services
Intervention
SAUDAVEL
Node 1,4
+
Web
TerraStat
SAUDAVEL
Node 1,2
SAUDAVEL
Node 1, 3
Geographical Epidemiological DB
Recife-SAUDAVEL
Como foi o desempenho da OBT em
2004?


Melhor ano recente da OBT
Resultados Marcantes
 CBERS
 DETER
 GEOSAFRAS
 GEOMA
 Centro
de Dados
 TerraLib + projetos associados (SAUDAVEL,
CEDEST)
Evolução do Quadro Orçamentário OBT
2002
2003
2004
2005
Lei Orçam
3.400
6.800
7.700
8.300
Corte
1.100
1.500
1.600
(?)
Executado
2.300
5.300
6.100
(?)
2.000
2.000
1.500
Adicional*
*Imagens, FINEP, CNPq (Temáticos), FAPESP, FURNAS, GEOMA
Como evoluiu a OBT de 1995 a 2005?

1995
 Projetos:

PRODES, SPRING, SAREX, EOS
Atuação da OBT
 PRODES:
interpretação visual
 SPRING: versão UNIX
 EOS: agenda de pesquisa externa
 SAREX: capacitação para atuação em SAR
 10 artigos publicados em periódicos internacionais
 Pedido de imagens demorava 2 semanas
OBT em 2005 – Um Novo Patamar?

Ampliação do impacto da OBT
 Uso
da Internet
 Disseminação de dados, software, textos
 Novas metodologias – satélites de alta resolução
temporal

Aumento de projetos cooperativos
 GEOMA: Agenda
de pesquisa nacional
 SAUDÁVEL, CEDEST: áreas não-tradicionais da
OBT
OBT em 2005: Um Novo Patamar?

Projetos de impacto
 Forte
caráter cooperativo
 Direto – equipes multidisciplinares (GEOMA,
GEOSAFRAS, SAUDAVEL)
 Indireto – apropriação da produção do INPE (DETER,
CBERS, TerraLib)

A OBT é uma referência nacional consolidada e
respeitada
Qual nosso maior desafio?

O desafio da interdisciplinaridade
 Complexidade
dos sistemas ambientais e urbanos
 Ganhos substanciais no entendimento da realidade

O preço da interdisciplinaridade
 Esforço
substancial para vencer barreiras
 Reconhecer sua ignorância sobre outros temas

A experiência da OBT
 Local
privilegiado de interação
 Precisamos manter a diversidade de formações e
ampliar a “engenharia de gente”
Como será a OBT em 2015?

Recursos Humanos

Dados

Tecnologia

Agenda Científica
Como será a OBT em 2015?

Recursos Humanos

Renovação de 40% do pessoal (40 servidores)

Contratação de 30 novos servidores

Oportunidade de mudar o perfil das divisões

Risco decorrente da questão salarial
Como será a OBT em 2015?

Satélites de Sensoriamento Remoto
 CBERS-3
e CBERS-4 estarão em operação
 CBERS-5 e CBERS-6 em desenvolvimento
 SSR-3 terá um sensor SAR-L polarimétrico

OBT
 Papel
importante na configuração de novos sensores
 Definição de áreas de aplicação
 Estratégia de disseminação nacional e internacional
Como será a OBT em 2015?




Tecnologia
SPRING será substituído pela TerraLib
A DPI terá uma nova tecnologia (“Web
centered?”)
PRODES terá sido substituído por uma
detecção em tempo real com acurácia de área
Como será a OBT em 2015?


Agenda Científica focada em projetos
multidisciplinares
Ênfase em modelagem integrada
 Modelos
de mudança de uso da terra
 Modelos hidrológicos
 Modelos de biodiversidade

PG com conteúdo fortemente quantativo

Maior Integração com CPTEC (?)
Visão de Longo Prazo : Modelos
Integrados
Mudanças
Climáticas:
Aumento de temperatura
Mudanças nos níveis de precipitação
Aumento do nível do mar
Variabilidade e eventos extremos
Sistemas
Humanos e Naturais
Recursos terrestres e aquáticos
Ecossistemas e biodiversidade
Áreas povoadas e infra-estrutura
Sistemas agrícolas
Saúde humana
Vulnerabilidade
Emissões e
Concentrações
Gases do efeito estufa e aerosóis
provenientes
Queima de combustíveis fósseis
e mudanças de cobertura
fonte: Ana Paula Aguiar
Adaptação
Caminhos de
Desenvolvimento
Sócio-econômico
Mudanças demográficas
Crescimento Econômico
Tecnologia
Políticas Públicas e Instituições
Agradecimentos




João Vianei, Antônio Miguel, Flávio Reis
José Carlos Epiphanio, Dalton Valeriano
Evlyn Novo, Lênio Galvão, Ricardo Cartaxo
Miguel Cuellar, José Bacellar
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Apresentação Geral OBT