FÍSICA PRÉ-VESTIBULAR LIVRO DO PROFESSOR Esse material é parte integrante do Aulas Particulares on-line do IESDE BRASIL S/A, mais informações www.aulasparticularesiesde.com.br © 2006-2008 – IESDE Brasil S.A. É proibida a reprodução, mesmo parcial, por qualquer processo, sem autorização por escrito dos autores e do detentor dos direitos autorais. I229 IESDE Brasil S.A. / Pré-vestibular / IESDE Brasil S.A. — Curitiba : IESDE Brasil S.A., 2008. [Livro do Professor] 732 p. ISBN: 978-85-387-0576-5 1. Pré-vestibular. 2. Educação. 3. Estudo e Ensino. I. Título. CDD 370.71 Disciplinas Autores Língua Portuguesa Literatura Matemática Física Química Biologia História Geografia Francis Madeira da S. Sales Márcio F. Santiago Calixto Rita de Fátima Bezerra Fábio D’Ávila Danton Pedro dos Santos Feres Fares Haroldo Costa Silva Filho Jayme Andrade Neto Renato Caldas Madeira Rodrigo Piracicaba Costa Cleber Ribeiro Marco Antonio Noronha Vitor M. Saquette Edson Costa P. da Cruz Fernanda Barbosa Fernando Pimentel Hélio Apostolo Rogério Fernandes Jefferson dos Santos da Silva Marcelo Piccinini Rafael F. de Menezes Rogério de Sousa Gonçalves Vanessa Silva Duarte A. R. Vieira Enilson F. Venâncio Felipe Silveira de Souza Fernando Mousquer Produção Projeto e Desenvolvimento Pedagógico Esse material é parte integrante do Aulas Particulares on-line do IESDE BRASIL S/A, mais informações www.aulasparticularesiesde.com.br Esse material é parte integrante do Aulas Particulares on-line do IESDE BRASIL S/A, mais informações www.aulasparticularesiesde.com.br Esse material é parte integrante do Aulas Particulares on-line do IESDE BRASIL S/A, mais informações www.aulasparticularesiesde.com.br Tópicos de ondulatória: ondas estacionárias, acústica e efeito Doppler Este tópico apresenta o efeito Doppler: um efeito ondulatório, válido para qualquer onda e não apenas para onda sonora. EM_V_FIS_017 Efeito Doppler Chamamos efeito Doppler ou efeito Doppler-Fizeau o fenômeno de modificação aparente da frequência de uma onda quando se alteram as posições relativas da fonte emissora de ondas e o observador. Para facilitar o entendimento, vamos considerar, separadamente, os movimentos do observador e da fonte: a)Observador (O) fixo e fonte (F) se aproximando: a onda tem velocidade de propagação v onda e a fonte tem velocidade VF . A fonte F emite, em um determinado instante, uma frente de ondas com período T, em A, e essa frente de ondas chega em B, onde está o observador, ao mesmo tempo que a fonte chega em C. Chamando de l o comprimento real de onda e lap o comprimento de onda aparente, isto é, o que o observador pensa que recebeu (para ele a frente de onda saiu de C), e olhando para o esquema, podemos escrever: l = lap + vF T. Como sempre, v = l f ou λ = 1 f T = ; por substituição teremos: v onda f Esse material é parte integrante do Aulas Particulares on-line do IESDE BRASIL S/A, mais informações www.aulasparticularesiesde.com.br = v onda f ap + v e f vF f , 1 onde fap é a frequência de onda recebida pelo observador; portanto: = vonda f ap vonda vonda vF v − vF – = ⇒ onda fap f f f fap = f vonda + vOb vonda , onde: f ap = f d)Fonte (F) fixa e observador (O) se afastando: usando-se o mesmo esquema anterior e considerando a velocidade do observador como – vOb teríamos: v onda v onda − vF l = v onda T ap + (– v Ob) T ap b)Observador (O) fixo e fonte (F) se afastando: usando-se o mesmo esquema anterior e considerando a velocidade da fonte como – VF − vF v vonda = onda + f fap f vonda vonda vF + = fap f f v vonda + vF = onda fap f teremos: f ap = f vonda + vOb vonda vonda vOb vonda = – ⇒ = , onde: fap fap fap f f fap = f vonda + vOb vonda e)Fonte móvel e observador móvel: combinando essas quatro expressões, podemos escrever: vonda v onda + vF . fap = f c) Fonte (F) fixa e observador (O) se aproximando: a onda tem velocidade de propagação Vonda e o observador tem velocidade VOb. vonda ± vOb vonda ∓ vF sinal de cima ⇒ aproximação sinal de baixo ⇒ afastamento Ondas de choque Um fenômeno interessante é observado no movimento de uma fonte, na direção de propagação da onda. Vamos considerar dois casos: a)Se a velocidade da fonte é menor que a velocidade da onda, a configuração seria: A fonte F emite, em um determinado instante que o observador está em B, uma frente de ondas com período T, em A. Essa frente de ondas chega em C, onde agora está o observador, após um intervalo de tempo igual a um período aparente da onda. Chamando de l o comprimento real de onda e Tap o período aparente de onda (para ele a frente de onda saiu de A) e olhando para o esquema, podemos escrever: l = v onda T ap + v Ob T ap; sendo, sempre, v = l f v 1 ou λ = v e T = . Por substituição teremos onda = 2 f Como se nota, nesse caso Vonda > VF e ocorre o efeito Doppler. Esse material é parte integrante do Aulas Particulares on-line do IESDE BRASIL S/A, mais informações www.aulasparticularesiesde.com.br EM_V_FIS_017 f f vonda v + vOb vOb v + ⇒ onda = onda , onde: fap fap fap f b)Se a velocidade da fonte é maior que a velocidade da onda, a configuração seria: Para essas posições, a superposição de 1 e 2 provocará uma interferência destrutiva total. Se considerarmos que o trem de pulsos 1 sofre um deslocamento na sua propagação para a esquerda de λ /4, enquanto que o 2 sofre o mesmo deslocamento para a direita, teríamos: Como se nota, nesse caso Vonda < VF e ocorre o efeito das ondas de choque, facilmente observáveis quando um barco com motor de popa se movimenta na água à grande velocidade. Ondas estacionárias No estudo da reflexão de pulsos, percebe-se que um pulso transversal deslocando-se numa corda esticada, ao incidir em uma extremidade fixa, sofre reflexão com inversão de fase. Se admitirmos um meio não-dispersivo, não há nenhuma perda de energia e, portanto, teremos na mesma corda dois trens de pulsos de mesma frequência, mesma amplitude, mesmo comprimento de onda e com velocidades iguais em módulo, mas de sentidos opostos. Consideremos, então, um trem de pulsos se propagando em uma corda com extremidade fixa que chamaremos trem de pulsos 1. EM_V_FIS_017 Se o processo é contínuo, aparece, simultaneamente, o pulso refletido que será chamado de trem de pulsos 2. Nesse caso obtem-se a interferência construtiva total. Para o próximo deslocamento de l teríamos: 4 ocorrendo, outra vez, a destruição total. Para o próximo deslocamento de l teríamos: 4 Nesse caso obtemos, novamente, a interferência construtiva total. Esses intervalos vão se repetindo constantemente gerando as ondas estacionárias, ou seja, ondas em que há determinados pontos da corda que estão sempre parados e pontos onde a amplitude de vibração é máxima. Os primeiros são chamados de nós e os segundos de ventres. Esse material é parte integrante do Aulas Particulares on-line do IESDE BRASIL S/A, mais informações www.aulasparticularesiesde.com.br 3 Ondas estacionárias em cordas de extremidades fixas Para uma corda de comprimento L, com as duas extremidades fixas, submetida a um trem de pulsos, tem-se: L=3. λ 2 e v = l f ⇒ f3 = 3v 2L Podemos, portanto, generalizar escrevendo: f n = nv 2L onde n representa o número de ventres do harmônico de ordem enésima. É fácil notar pelas figuras que a distância entre dois nós ou dois ventres consecutivos é sempre λ e a distância entre um nó e um ventre 2 consecutivos, ou vice-versa, é sempre λ . 4 Essa é a menor frequência de vibração da corda e é chamada de fundamental ou 1.º harmônico, como mostra a representação: L= 3 . λ 3V e V =λ f ⇒ f3 = 2 2L Ondas estacionárias para apenas uma extremidade fixa Consideremos uma haste de comprimento L, fixa em uma de suas extremidades e submetida a uma onda estacionária. A frequência fundamental será: A próxima será conforme nos mostra a figura: Essa é a segunda menor frequência de vibração da corda e é chamada de 2.º harmônico, como mostra a representação: L=2. λ 2 e v = l f ⇒ f2 = 2v 2L Como pela figura L= λ v e v = l f ⇒ f1 = . 4 4L O próximo harmônico será: A próxima será conforme nos mostra a figura: 4 Essa é a próxima frequência de vibração da corda e é chamada de 3.º harmônico, como nos mostra a representação: 3v Esse material é parte integrante do Aulas Particulares on-line do IESDE BRASIL S/A, mais informações www.aulasparticularesiesde.com.br EM_V_FIS_017 λ . Pela figura L= 3 . 3 e como v= l f ⇒ f 3 = 4L 4 Por analogia com os casos anteriores, podese escrever para a frequência de um harmônico de ordem ímpar: f (2 n −1) = ( 2 n − 1) v , onde n é o número de ventres. 4L Como observamos, nesse caso só aparecem os harmônicos de ordem ímpar. Tubos sonoros Um tubo sonoro é um dispositivo contendo gás, geralmente o ar, que emite som quando a coluna gasosa nele contida vibra sob ondas estacionárias. Numa de suas extremidades temos uma abertura em que se insufla o gás produzindo vibração (embocadura). Quanto à embocadura, podemos considerar dois tipos: a)de palheta: ao ser insuflado a palheta vibra, abrindo e fechando a entrada de gás e provocando, com isso, vibração no gás dentro do tubo; b)de flauta: um obstáculo colocado junto da embocadura faz com que o gás insuflado se divida. Uma parte sai por uma janela e a outra parte vai para dentro do tubo provocar vibração. Quanto à outra extremidade, o tubo pode ser fechado ou aberto, caso tenha uma parede rígida ou não. Para facilidade de visualização, vamos considerar tubos tipo flauta abertos ou fechados. Tubos sonoros abertos Consideremos um tubo aberto de comprimento L, como na figura abaixo : dois ventres sucessivos, temos: L = Usando v = lf temos: f1 = λ1 2 ou l1 = 2L. v , sendo esta a menor 2L frequência que esse tubo pode emitir, é a frequência fundamental ou 1.º harmônico. Para a segunda menor frequência teríamos: Agora o comprimento do tubo vale: L = 2v 2L l2 = e sendo v = lf teremos: f2 = 2L 2 2λ 2 2 ou que corres- ponde à frequência do 2.º harmônico. Para o próximo harmônico teríamos: 3λ 2 Agora o comprimento do tubo vale: L= 2 ou 3v 2L l2= e sendo v = lf teremos: f3 = que corresponde 2L 3 à frequência do 3.º harmônico. Generalizando, então, escrevemos: nv fn = 2 L onde n representa o número de nós. Tubos sonoros fechados Consideremos um tubo fechado, isto é, aquele que apresenta uma parede rígida do lado oposto ao da embocadura, de comprimento L, como na figura: Obviamente, nessa parede rígida teremos um nó, e como na embocadura sempre há um ventre, a figura será: EM_V_FIS_017 Na janela ocorre vibração e, portanto, temos um ventre; como a outra extremidade está aberta, também existe vibração, isto é, também é um ventre. Como o comprimento do tubo é a distância entre Esse material é parte integrante do Aulas Particulares on-line do IESDE BRASIL S/A, mais informações www.aulasparticularesiesde.com.br 5 Som Como o comprimento do tubo é a distância entre um ventre e um nó, sucessivos, temos: L = λ1 ou 4 v l1 = 4L; se v = lf, temos: f1 = ; sendo esta a menor 4L frequência que esse tubo pode emitir, é a frequência fundamental ou 1.º harmônico. Para a segunda menor frequência teríamos: Quanto ao aspecto biológico, chamamos som ao fenômeno resultante da vibração de corpos materiais capaz de impressionar o nosso aparelho auditivo. O som é constituído de ondas mecânicas longitudinais e, para que as mesmas sejam audíveis para nós humanos, devem apresentar uma frequência compreendida entre 16Hz a 20 000Hz, aproximadamente. Infrassons são sons de frequências inferiores a 20Hz e ultrassons são aqueles de frequência superior a 20 000Hz. O som é uma onda elástica ou mecânica, isto é, necessita de um meio material para que se propague, não tendo, portanto, propagação no vácuo. O som é uma onda de compressão, ou seja, uma fonte sonora cria em um meio elástico regiões de compressão e rarefação que se propagam por meio dele. Velocidade de propagação Agora o comprimento do tubo vale: L= 4L 3v l3= e, sendo v = lf, temos: f3 = 3 4L 3λ 3 4 ou O som, como onda que depende de um meio para se propagar, tem geralmente velocidade de propagação maior nos sólidos, média nos líquidos e menor nos gases. Mas encontramos algumas discrepâncias: no aço a sua velocidade é de 5km/s, a 20°C; na água, também a 20°C, é de 1,485km/s. Porém no chumbo, à mesma temperatura, é de 1,2km/s. Nos gases, a velocidade de propagação é dada, experimentalmente por: que corresponde à frequência do 3.º harmônico. Para o próximo harmônico teríamos: γP , µ v = onde g é o expoente de Poisson, que é uma constante física referente à atomicidade do gás. P é a pressão a que o gás está submetido e m é a massa m (massa específica do gás. Substituindo-se m por por volume), teremos v = γP m V V ou v = γ PV m e usando-se a equação de Clapeyron (PV = nRT) vem: l5 = 5λ 3 4L 5v , e sendo v=lf, temos: f5 = 5 4L 4 , então: que cor- responde à frequência do 5.º harmônico, isto é, um tubo fechado só emite as frequências de ordem impar do fundamental. Generalizando, então, escrevemos: f(2 n−1) = 6 ( 2 n −1 ) v 4L v = γ n RT , onde R é a constante universal dos gam ses perfeitos, T é a temperatura termodinâmica e n m é o número de mols (n = ). M Substituindo n e eliminando-se a massa, teremos: v = γ RT M onde n representa o número de nós. Esse material é parte integrante do Aulas Particulares on-line do IESDE BRASIL S/A, mais informações www.aulasparticularesiesde.com.br EM_V_FIS_017 Se o comprimento do tubo vale L = o que nos permite concluir que, sendo g, R e M (massa molecular) constantes, a velocidade de propagação do som em um gás é função exclusiva da temperatura termodinâmica. No ar, a 15°C, a velocidade de propagação do som é de, aproximadamente, 340m/s. Fenômenos ondulatórios do som Como onda, o som apresenta todos os fenômenos já estudados, exceto a polarização, por ser onda longitudinal e não transversal. Vamos ver algumas características próprias: a)Reflexão: pode apresentar duas situações interessantes, a reverberação e o eco: I. reverberação: é o fenômeno de persistência de um som após cessar a emissão da fonte. Como ele vai sofrer reflexões em vários obstáculos, pode ser ouvido algum tempo após cessada a emissão; II. eco: o ouvido humano tem a propriedade de guardar um som por aproximadamente 0,1s; se ouvimos um som direto e só vamos receber o som refletido por um obstáculo após 0,1s, escutamos dois sons. Admitida a velocidade de propagação no ar de 340m/s, verifica-se que a distância mínima entre um obstáculo e o observador, para se ter um eco, é de 17m. b)Refração: como qualquer onda, mantém a frequência, alterando a velocidade e o comprimento de onda. c) Difração: é mais facilmente observável que a difração da luz porque a onda sonora tem comprimento de onda muito maior. EM_V_FIS_017 d)Interferência: ocorre quando algum ponto do meio recebe ondas sonoras isócronas. Quando têm-se duas ondas de frequências com valores próximos se superpondo ou interferindo, observa-se, geralmente nas ondas sonoras, o fenômeno do batimento. A frequência do batimento é a diferença entre as frequências das ondas. fbat = f2 – f1 Intensidade sonora A intensidade sonora é definida como a razão entre energia e a área atravessada por ela em um intervalo de tempo I = W A ∆t . J W ou 2 . Para o ouvido hum2 s m W mano, o limiar de sensação dolorosa começa em 1 2 . m Atualmente, prefere-se referenciar a excitação auditiva pelo nível de intensidade sonora (b) (I0 é o limite mínimo A unidade Si é W de percepção auditiva e vale 10 –12 2 ). A unidade SI de m b é o bell (B), como essa unidade é muito grande, passouI se a usar o decibel (db) e a expressão ficou β = 10log I0 para medidas em db. Qualidades fisiológicas do som Considera-se três qualidades fisiológicas para o som: a) altura: é o que nos permite diferenciar um som agudo (alto) de um som grave (baixo), ou seja, é a qualidade ligada à frequência da onda sonora. Sons agudos são sons de alta frequência e sons graves são sons de baixa frequência; b)intensidade: é o que nos permite diferenciar um som forte de um som fraco, está ligada à intensidade física da onda sonora; c) timbre: é a qualidade que nos permite diferenciar dois sons, de mesma altura e mesma intensidade, provenientes de duas fontes diferentes. Está ligado aos harmônicos que acompanham o som fundamental; assim, se ouvirmos uma mesma nota musical, tocada com a mesma intensidade por um piano e um violino, somos capazes de identificar uma e outra. Esse material é parte integrante do Aulas Particulares on-line do IESDE BRASIL S/A, mais informações www.aulasparticularesiesde.com.br 7 Escala musical d) apenas II. Chamamos ruído ao som que recebemos de fontes sonoras não periódicas. Um som musical é oriundo de uma fonte sonora periódica. Alguns sons musicais são considerados mais agradáveis que outros e eles foram agrupadas em gamas; um conjunto de gamas constitui uma escala musical. A gama mais comum para nós é a de sete notas, conhecida como gama natural ou gama de Zarlino: do ré 9 8 mi 10 9 fá 16 15 sol 9 8 lá 10 9 si 9 8 dó 16 15 Como colocamos embaixo das notas os intervalos entre suas frequências, notamos que só existem três intervalos: 9 a) tom maior que corresponde ao intervalo de ; 8 b)tom menor que corresponde ao intervalo de 10 ; 9 16 c) semitom que corresponde ao intervalo de . 15 Como para construção de uma melodia essas notas não são o bastante, usamos notas intermediárias entre elas: I. sustenido: sustenizar uma nota é multiplicar a sua frequência por 25 ; 24 II. bemol: bemolizar uma nota é multiplicar sua 24 frequência por . 25 e) apenas II e III. `` 2. (Fac-Med-UERJ) A buzina de um automóvel emite um som de frequência 450Hz. O carro está parado. Um observador, em uma bicicleta, afasta-se a 15m.s-1. Sendo 330m.s-1 a velocidade de propagação do som no ar, calcule a frequência percebida pelo ciclista. a) 470Hz b) 430Hz c) 450Hz d) 410Hz e) 490Hz `` Solução: B Como temos fonte parada e o observador se afastando, os dados são: vOb = 15m/s e vonda = vsom = 330m/s. v onda ± vOb , Temos f ap = f v onda ∓ vF 330 − 15 portanto, f ap = 450 . 330 f ap = 429 , 55 ⇒ fap = 430Hz 3. (PUC) Dois carros se aproximam e suas velocidades são 20m/s-1 e 30m/s-1. O carro mais lento buzina. A frequência de repouso da buzina é 450Hz e a velocidade do som é 330m/s-1. Qual a frequência percebida pelo motorista do outro carro? `` 1. (Esfao) A propósito da alteração de frequência que se observa quando a fonte se aproxima de um observador fixo, são feitas as seguintes afirmações: Solução: C Solução: Como a fonte e o observador se aproximam e são dados vF = 20 e vOb = 30 vonda = vsom = 330 (SI) v onda + v Ob I. A velocidade com que as ondas se propagam não é afetada pelo movimento da fonte. f ap = f II. Como a fonte “persegue” a onda que caminha para o observador, o comprimento de onda percebido deve diminuir. f ap = 450 . v onda − v F 330 + 30 330 − 20 f ap = 522 , 58 ⇒ f = 523Hz ap São corretas: a) apenas I. b) apenas I e II. 8 c) I, II e III. 4. ( UFF-adap.) A figura representa ondas estacionárias ao longo de uma corda, cujas extremidades são fixas. Sendo AB= 1,5m e a velocidade de propagação da onda na corda 200cm/s, determine as distâncias entre ventres consecutivos e entre um ventre e um nó consecutivos. Esse material é parte integrante do Aulas Particulares on-line do IESDE BRASIL S/A, mais informações www.aulasparticularesiesde.com.br EM_V_FIS_017 III. A frequência percebida deve ser maior que a frequência de repouso (f0) da fonte. a) 1,0m; 0,50m b) 0,75m; 1,0m c) 1,5m; 2,0m d) 0,50m; 0,25m e) 0,75m; 0,15m `` Solução: D Sabendo que a velocidade de propagação das ondas foi, nos três casos, de 4,5m/s e que o comprimento do fio era de 90cm, podemos afirmar que: a) o comprimento de onda em (3) é de 90cm. λ O comprimento da corda corresponde a 3 . , portanto, 2 λ 1,5 = 3 . ⇒ l = 1m . Como N N = VV = λ , sempre teremos 2 2 N N = VV = 0, 5 m . Como sempre N V = VN = λ 4 b) a frequência em (1) é de 10Hz. N V = VN = 0, 25 m . 5. (Cesgranrio) Uma corda de violão é mantida tensionada quando presa entre dois suportes fixos no laboratório. Posta a vibrar, verifica-se que a mais baixa frequência em que se consegue estabelecer uma onda estacionária na corda é f0 = 100Hz. Assim, qual das opções a seguir apresenta a sucessão completa das quatro próximas frequências possíveis para ondas estacionárias na mesma corda? a) 150Hz, 200Hz, 250Hz, 300Hz b) 150Hz, 250Hz, 350Hz, 450Hz c) 200Hz, 300Hz, 400Hz, 500Hz c) o comprimento de onda em (2) é de 60cm. d) o comprimento de onda em (1) é de 30cm. e) o comprimento de onda em (2) é de 40cm. `` Solução: C Para o fio 1: L = l1 ⇒ l1 = 90cm v = l1 f1 ⇒ f1 = 5,0Hz; λ2 ⇒ l2 = 60cm; 2 para o fio 3: L = λ3 ⇒ l3 = 180cm. 2 para o fio 2: L = 3 . d) 200Hz, 400Hz, 600Hz, 800Hz e) 300Hz, 500Hz, 700Hz, 900Hz `` Solução: C Como uma corda de violão é fixa em ambas as extremidades, os harmônicos são múltiplos inteiros e consecutivos do fundamental, ou seja, se f0 = 100Hz, f1 = 2 . 100Hz = 200Hz, f3= 3 . 100Hz = 300Hz, f4= 4 . 100Hz = 400Hz, f5= 5 . 100Hz ou f5= 500Hz. Após o diapasão D enviar um sinal de frequência f, observa-se o aparecimento de uma onda estacionária nas cordas, representada na figura 2. EM_V_FIS_017 6. (PUC-adap.) Ondas estacionárias foram formadas num fio de nylon, preso nas extremidades, conforme mostram as figuras a seguir: 7. (Vest-Rio) Um aluno de Física realiza uma prática para observar o comportamento de uma onda estacionária, usando duas cordas de densidades diferentes, emendadas conforme mostra a figura 1. A roldana R e as cordas são consideras ideais e P é o peso que traciona as cordas. Esse material é parte integrante do Aulas Particulares on-line do IESDE BRASIL S/A, mais informações www.aulasparticularesiesde.com.br 9 b) 2 000Hz c) 1 700Hz d) 850Hz e) 425Hz `` A razão l1/l2 entre os comprimentos de onda, respectivamente, na corda 1 e na corda 2, é: a) 3 b) 2 `` Solução: E Se é um tubo aberto, então o fundamental tem frequência v 340 f1 = . Portanto, f 1 = ⇒ f1= 425Hz. 2L 2 .0 , 40 10. (Ita) Um tubo sonoro aberto em uma das extremidades e fechado na outra apresenta uma frequência fundamental de 200Hz. Sabendo-se que o intervalo de frequências audíveis é, aproximadamente, de 20,0 a 16 000Hz, podese afirmar que o número de frequências audíveis emitidas pelo tubo é, aproximadamente: c) 1 a) 1 430 d) 1/2 b) 200 e) 1/3 c) 80 Solução: A d) 40 Para a corda 1: = λ1 2 ⇒ l1= 2 . λ2 2 ⇒ l2= ; Para a corda 2: = 3 . 2 3 2 então l1 / l2 = 2 ou l1 / l2 = 3 . 3 8. (Osec-SP) Qual é a frequência do som fundamental emitido por um tubo aberto de comprimento 0,17m? A velocidade do som no ar do tubo é 340m/s: a) 1 000Hz b) 100Hz e) 20 `` Solução: D O tubo é fechado f ( 2 n −1 ) = ( 2 n −1 ) v , isto é, o tubo 4L só emite os harmônicos ímpares do fundamental. A 1.ª frequência emitida será 200Hz (fundamental), a segunda 3 200Hz = 600Hz, a terceira 5 200Hz, e assim sucessivamente. A última será 15 800Hz ( 16 000 é par), e então 200 podemos pensar numa PA cujo primeiro termo é 200, a razão é 400 e o último termo igual a 15 800. Usando a equação do termo geral da PA, vem: 15600 ou 15 800 = 200 + (n – 1) 400 ou ( n − 1 ) = 400 n = 40. c) 170Hz d) 340Hz e) 2 000Hz Solução: A Se é um tubo aberto, então o fundamental tem frequência v 340 f1 = , portanto, f 1 = 2L 2 . 0 ,17 ⇒ f1= 1 000Hz. 9. (Puc) Um tubo sonoro e aberto, de comprimento 40cm, está preenchido com ar. Sabendo que a velocidade do som no ar é de 340m/s, a frequência do som fundamental emitido pelo tubo é: 11. (Cesgranrio) O maior tubo do órgão de uma catedral tem comprimento de 10m, o tubo menor tem comprimento de 2,0cm. Os tubos são abertos e a velocidade do som no ar é de 340m/s. Quais são os valores extremos da faixa de frequências sonoras que o órgão pode emitir, sabendo-se que os tubos ressoam no fundamental. a) 2 500Hz 10 Esse material é parte integrante do Aulas Particulares on-line do IESDE BRASIL S/A, mais informações www.aulasparticularesiesde.com.br EM_V_FIS_017 `` `` Menor frequência Maior frequência a) 17Hz 8,5 . 103Hz b) 14Hz 6,8 . 103Hz c) 17Hz 3,4 . 103Hz d) 2,0Hz 8,5 . 103Hz e) 2,0Hz 1,0 . 103Hz c) velocidade. d) frequência. e) comprimento de onda. `` Solução: D Som grave e som agudo: essas são qualidades ligadas à frequência. Solução: A Sendo tubos abertos, no fundamental f1 = v , para 2L o menor comprimento teremos a maior frequên340 = 17 Hz e cia e vice-versa, então, f min = 2 . 10 340 3 f max = = 8 ,5 . 10 Hz 2 . 2 . 10 − 2 15. (Cesgranrio) Um afinador de pianos, para exercer a sua técnica, usa um apito; ele percute uma tecla e sopra o apito produzindo som. O piano poderá ser afinado, assim, em função de uma propriedade física conhecida pelo afinador e chamada: a) timbre. b) ressonância. 12. (Aman) A qualidade fisiológica do som, que nos permite diferenciar o som produzido por um violino do som emitido por um piano, é denominada: c) reverberação. d) efeito Doppler. e) batimento. a) intensidade do som. b) altura do som. c) timbre do som. d) comprimento de onda do som. `` Solução: D `` Solução: E Na afinação de instrumentos, como a nota tocada pelo piano pode apresentar uma pequena diferença de frequência com o apito, vai aparecer o batimento. Evidentemente a questão está mal formulada. A banca deveria dizer que os sons foram produzidos com mesma altura e mesma intensidade. 13. (UFPR) Uma flauta e um violino emitem a mesma nota. O som da flauta pode ser distinguido perfeitamente do som do violino, devido à diferença de: a) comprimento de onda dos dois sons fundamentais. b) frequência das ondas fundamentais. c) comprimento dos instrumentos. 1. (PUCPR) Uma ambulância dotada de uma sirene percorre, numa estrada plana, a trajetória ABCDE, com velocidade de módulo constante de 50km/h. Os trechos AB e DE são retilíneos e BCD um arco de circunferência de raio 20m, com centro no ponto O, onde se posiciona um observador que pode ouvir o som emitido pela sirene. d) timbre dos dois sons. e) períodos das frequências fundamentais. `` B Solução: D EM_V_FIS_017 Considerando-se que é a mesma nota, tocada com a mesma intensidade. 14. (UFROS) Do som mais grave ao mais agudo de uma escala musical, as ondas sonoras sofrem um aumento progressivo de: a) amplitude. b) elongação. D C R R E R 0 A Ao passar pelo ponto A, o motorista aciona a sirene, cujo som é emitido na frequência de 350Hz. Analise as proposições a seguir: I. Quando a ambulância percorre o trecho AB, o observador ouve um som mais grave que o som de 350Hz. Esse material é parte integrante do Aulas Particulares on-line do IESDE BRASIL S/A, mais informações www.aulasparticularesiesde.com.br 11 II. Enquanto a ambulância percorre o trecho BCD, o observador ouve um som de frequência igual a 350Hz. III. A medida que a ambulância percorre o trecho DE, o som percebido pelo observador é mais agudo que o emitido pela ambulância, de 350Hz. IV. Durante todo o percurso a frequência ouvida pelo observador será igual a 350Hz. Está(ão) correta(s) a(s) afirmativas: a) IV b) II e III c) Apenas II d) I e III e) I e II 2. (UFJF) Um trem se aproxima, apitando, a uma velocidade de 10m/s em relação à plataforma de uma estação. A frequência sonora do apito do trem é 1,0kHz, como medida pelo maquinista. Considerando a velocidade do som no ar como 330m/s, podemos afirmar que um passageiro parado na plataforma ouviria o som com um comprimento de onda de: a) 0,32m b) 0,33m c) 0,34m e) 340m 3. (ITA) Uma fonte sonora F emite no ar um som de frequência f, que é percebido por um observador em O. Considere as duas situações seguintes: 1.º) A fonte aproxima-se do observador na direção F – O, com uma velocidade v, estando o observador parado. A frequência do som percebido pelo observador é f1. 2.º) Estando a fonte parada, o observador aproxima-se da fonte na direção O – F, com uma velocidade v. Nesse caso, o observador percebe um som de frequência f2. Supondo que o meio esteja parado e que v seja menor que a velocidade do som no ar, pode-se afirmar que: a) f1 > f2 > f d) f1 = f2 > f e) f1 = f2 < f 12 b) frequências – menor – igual. c) velocidades – menor – maior. d) frequências – maior – igual. e) velocidades – igual – menor. 5. (PUC-Minas) I. Se uma fonte sonora se aproxima de um observador, a frequência percebida por este é menor que a que seria percebida por ele se a fonte estivesse em repouso em relação a esse mesmo observador. III. A interferência é um fenômeno que só pode ocorrer com ondas transversais. Assinale: a) se apenas as afirmativas I e II forem falsas. b) se apenas as afirmativas II e III forem falsas. c) se apenas as afirmativas I e III forem falsas. d) se todas forem verdadeiras. e) se todas forem falsas. 6. (PUC-SP) Um professor lê o seu jornal sentado no banco de uma praça e, atento às ondas sonoras, analisa três acontecimentos. I. O alarme de um carro dispara quando o proprietário abre a tampa do porta-malas. II. Uma ambulância se aproxima da praça com a sirene ligada. III. Um mau motorista, impaciente, após passar pela praça, afasta-se com a buzina permanentemente ligada. Esse material é parte integrante do Aulas Particulares on-line do IESDE BRASIL S/A, mais informações www.aulasparticularesiesde.com.br EM_V_FIS_017 c) f1 > f > f2 Os radares usados para a medida da velocidade dos automóveis em estradas têm, como princípio de funcionamento, o chamado efeito Doppler. O radar emite ondas eletromagnéticas que retornam a ele após serem refletidas no automóvel. A velocidade relativa entre o automóvel e o radar é determinada, então, a partir da diferença de ..... entre as ondas emitida e refletida. Em um radar estacionado à beira da estrada, a onda refletida por um automóvel que se aproxima apresenta ...... frequência e ........ velocidade, comparativamente à onda emitida pelo radar. a) velocidades – igual – maior. II. As ondas sonoras são exemplos de ondas longitudinais e as ondas eletromagnéticas são exemplos de ondas transversais. d) 33m b) f2 > f1 > f 4. (UFRS) Selecione a alternativa que preenche corretamente as lacunas no parágrafo a seguir, na ordem em que elas aparecem. a) a) a) O professor percebe o efeito Doppler apenas: frequência frequência c) c) freq frequ uência ência a) no evento I, com frequência sonora invariável. b) nos eventos I e II, com diminuição da frequência. 0 0 c) nos eventos I e III, com aumento da frequência. d) nos eventos II e III, com diminuição da frequência em II e aumento em III. b) b) b) e) o nos eventos II e III, com aumento da frequência em II e diminuição em III. 7. (UFRN) O radar é um dos equipamentos usados para controlar a velocidade dos veículos nas estradas. Ele é frequência c) c) a)micro-ondas frequência c) fixado no chão e emite um feixe dea) que incide sobre o veículo e, em parte, é refletido para o aparelho. O radar mede a diferença entre a frequência do feixe emitido e a do feixe refletido. A partir dessa 00 posição diferença de frequências, é possível medir a velocidade posição do automóvel. d) d) b) freq O que fundamenta o uso do radar para d) b) essa finalidade frequuência ência é o(a): a) lei da refração. b) efeito fotoelétrico. 00 posição posição freq frequ uência ência 0 0 0 0 posição posição posição posição d) d) posição posição freq frequ uência ência 0 0 posição posição freq frequuência ência 00 posição posição freq frequuência ência 00 posição posição c) lei da reflexão. d) efeito Doppler. 8. (Unirio) Em 1929, o astrônomo Edwin Hubble descobriu a expansão do universo, quando observou que as galáxias afastam-se de nós em grandes velocidades. Os cientistas puderam chegar a essa conclusão analisando o espectro da luz emitida pelas galáxias, uma vez que ele apresenta desvios em relação às frequências que as galáxias teriam, caso estivessem paradas em relação a nós. Portanto, a confirmação de que o universo se expande está associada à (ao): a) Lei de Ohm. a) 10m/s b) 20m/s c) 30m/s d) 40m/s e) 50m/s b) Efeito Estufa. c) Efeito Joule. d) Efeito Doppler. e) Lei de Coulomb. EM_V_FIS_017 10. (MED–VASS–RJ) A distância entre dois nós de uma onda estacionária estabelecida em uma corda vibrante é igual a 20,0cm e a frequência dessa onda é de 100Hz. Portanto, a velocidade de propagação das ondas nessa corda vale: 9. (UFJF) Uma ambulância, com a sirene ligada, movimenta-se com grande velocidade numa rua reta e plana. Para uma pessoa que esteja observando a ambulância, parada junto à calçada, qual dos gráficos “frequência x posição” melhor representa as frequências do som da sirene? Considere que a ambulância se movimenta da esquerda para a direita,com velocidade constante, e a pessoa se encontra parada no ponto O, indicado nos gráficos: 11. (Fuvest) Uma corda de violão tem 0,60m de comprimento. Os três maiores comprimentos de ondas estacionárias que podem estabelecer nessa corda são, em metros: a) 1,20; 0.60 e 0,40 b) 1,20; 0,60 e 0,30 c) 0,60; 0,30 e 0,20 d) 0,60; 0,30 e 0,15 e) 0,60; 0,20 e 0,12 12. (Unificado) Uma corda de violão é mantida tensionada quando presa entre dois suportes fixos no laboratório. Posta a vibrar, verifica-se que a mais baixa frequência que se consegue estabelecer uma onda estacionária na corda é 100Hz. Assim, qual das opções a seguir apresenta a sucessão completa das quatro próximas frequências possíveis para ondas estacionárias na mesma corda. Esse material é parte integrante do Aulas Particulares on-line do IESDE BRASIL S/A, mais informações www.aulasparticularesiesde.com.br 13 a) 150Hz, 200Hz, 250Hz e 300Hz b) 150Hz, 250Hz, 350Hz e 450Hz c) 200Hz, 300Hz, 400Hz e 500Hz d) 200Hz, 400Hz, 600Hz e 800Hz e) 300Hz, 500Hz, 700Hz e 900Hz 13. (FEI-SP) Em uma corda, de extremos A e B fixos e comprimento AB = 1,5m, forma-se uma onda estacionária de três ventres. As ondas incidente e refletida, que geram a referida onda estacionária, propagam-se com velocidade de 3m/s. Qual, em hertz, a frequência de vibração dos pontos da corda(excluídos os nós)? a) 1,5 Sabendo que a corda se alterna entre essas duas posições a cada 0,50s, é correto afirmar que a velocidade de propagação de ondas ao longo da corda vale: a) 0m/s b) 10m/s c) 15m/s d) 20m/s e) 30m/s 17. (Unificado) Uma corda de 25cm de comprimento, fixa nas extremidades P e Q, vibra na configuração estacionária representada na figura. b) 2,0 Q P c) 2,5 d) 3,0 e) 3,5 14. (MED. VASS-RJ) A figura mostra uma corda, de comprimento L = 1,20m, que vibra com uma frequência f = 300Hz. L=1,20m Sabendo-se que a frequência de vibração é de 1 000Hz, a velocidade de propagação das ondas ao longo da corda vale: a) 125m/s b) 250m/s c) 400m/s d) 500m/s e) 4 000m/s Nessa situação, a velocidade de propagação das ondas mecânicas na corda vale, aproximadamente: a) 120m/s b) 240m/s 18. (PUCPR) Entre as extremidades fixas de uma corda, com 6m de comprimento, formam-se cinco nódulos quando nela se propaga um movimento vibratório de 180Hz. A velocidade de propagação desse movimento é: 19. (Unirio) Um tubo sonoro, como o da figura abaixo, emite um som com velocidade de 340m/s. Pode-se afirmar que o comprimento de onda e a frequência da onda sonora emitida são, respectivamente: c) 360m/s d) 480m/s e) 600m/s 15. (UFJF) Uma corda (de aço) de piano tem comprimento de 1,0m. Sua tensão é ajustada até que a velocidade das ondas transversais seja de 500m/s. Qual a frequência fundamental dessa corda? 1,00m a) 250Hz b) 500Hz a) 0,75m e 340Hz c) 50Hz b) 0,80m e 425Hz d) 25Hz c) 1,00m e 230Hz Nessa situação, a corda vibra entre as suas posições extremas, indicadas pelas linhas contínuas e tracejadas na figura a seguir. 14 d) 1,50m e 455Hz e) 2,02m e 230Hz 20. (EsPCEx) A figura representa uma onda estacionária que se forma em um tubo sonoro fechado. Considerando a velocidade do som no ar de 340m/s, a frequência, em Hz, do som emitido pelo tubo é de: 15,0m Esse material é parte integrante do Aulas Particulares on-line do IESDE BRASIL S/A, mais informações www.aulasparticularesiesde.com.br EM_V_FIS_017 16. (UFRRJ) Numa corda homogênea, com suas extremidades fixas no laboratório, se estabelece uma onda estacionária. frequência do diapasão é, em hz, igual a: a) 850 b) 680 2m a) 200,0 c) 425 b) 200,5 d) 210 c) 212,5 e) 105 d) 220,5 e) 225,0 21. (UFF) Um tubo sonoro, com 30cm de comprimento, tem uma extremidade aberta e outra fechada. O maior comprimento de onda com o qual este tubo pode ressoar é: a) 30cm a) 17 e 8,5 . 103 b) 60cm b) 14 e 6,8 . 103 c) 120cm c) 17 e 3,4 . 103 d) 240cm d) 2 e 8,5 . 103 e) 360cm 22. (UFRS) Qual o maior comprimento de onda que se pode obter para ondas estacionárias em um tubo sonoro de comprimento L, fechado em uma das extremidades? a) L/2 b) L c) 3L/2 d) 2L e) 4L 23. (Unesp) Dados os tubos acústicos da figura, assinale a ordem correta das frequências fundamentais que eles emitem: L 1 2 3 e) 2 e 1,0 . 103 26. (UFRJ) Coloca-se um diapasão para vibrar na extremidade aberta de um tubo cilíndrico que contém água. Iniciando a experiência com o tubo cheio e abaixando lentamente o nível da água com o auxílio de uma torneira, observa-se que a coluna de ar dentro do tubo vai ressoar com intensidade máxima (na frequência do diapasão) para determinadas alturas da coluna d’água. Verifica-se experimentalmente a ocorrência de dois máximos consecutivos de intensidade quando a diferença de nível entre as superfícies livres da água no tubo é 20,0cm. Sabendo que o diapasão vibra na frequência de 850Hz, calcule a velocidade do som no ar. 27. (PUC–Rio) Considere as seguintes afirmações a respeito de uma onda sonora: I. É uma onda longitudinal. 2L 3 II. A densidade das moléculas no meio oscila no espaço. 4 a) f4 > f3 > f2 > f1 EM_V_FIS_017 25. (Unificado) O maior tubo do órgão de uma catedral tem comprimento de 10m; o tubo menor tem comprimento de 2cm. Os tubos são abertos e a velocidade do som no ar é de 340m/s. Quais são os valores extremos da faixa de frequência sonora que o órgão pode emitir (respectivamente menor e maior frequência, em Hz), sabendo-se que os tubos ressoam no fundamental? III. A velocidade de propagação oscila no meio. b) f1 > f2 > f3 > f4 Quais dessas afirmações são verdadeiras? a) I, II e III c) f4 > f2 > f3 > f1 b) I e II d) f1 > f3 > f2 > f4 c) I e III e) f2 > f3 > f1 > f4 d) II e III 24. (Med-Santa Casa-SP) Um diapasão vibra na boca de um tubo, em cujo interior o nível da água vai descendo. Um estudante nota que o som ouvido se reforça para determinado níveis da água e não para outros. Dois níveis consecutivos de reforço do som distam 40,0cm um do outro. Sendo de 340m/s a velocidade do som no ar, a e) nenhuma delas. 28. (Unesp) Pesquisadores da Unesp, investigando os possíveis efeitos do som no desenvolvimento de mudas de feijão, verificaram que sons agudos podem prejudicar o crescimento dessas plantas, enquanto sons mais graves, aparentemente, não interferem no processo. Esse material é parte integrante do Aulas Particulares on-line do IESDE BRASIL S/A, mais informações www.aulasparticularesiesde.com.br 15 Nesse experimento, o interesse dos pesquisadores ficou-se, principalmente, na variável física: a) velocidade. c) Os materiais são adequados, mas as ondas estacionárias formadas na sala não podem ser eliminadas, e assim não podemos eliminar o eco. b) umidade. d) A reclamação dos artistas é infundada porque não existe eco em ambientes fechados. c) temperatura. d) frequência. e) intensidade. 29. (Fatec) Uma onda sonora propaga-se por um vale. A parte mais alta do vale tem temperatura mais alta que a inferior. Nas diferentes regiões do vale, devido a esse fator, a onda sofre mudança de 32. (Unificado) Quando aumentamos o volume do som do nosso rádio, a grandeza física que estamos aumentando é a(o): a) timbre. a) velocidade de propagação. b) período. b) amplitude. c) comprimento. c) frequência. d) frequência. d) comprimento de onda. e) altura. e) período. 30. (UFF) Ondas sonoras emitidas no ar por dois instrumentos musicais distintos, I e II, têm suas amplitudes representadas em função do tempo pelos gráficos abaixo. Amplitude (I) Amplitude 33. (UFOP) A característica da onda sonora que nos permite distinguir o som proveniente de uma corda de viola do som de uma corda de piano é: a) o timbre. (II) b) a frequência. c) a amplitude. tempo d) a intensidade. 0 tempo A propriedade que permite distinguir o som dos dois instrumentos é: a) o comprimento de onda. b) a amplitude. e) o comprimento de onda. 34. (EsPCEx) Uma flauta e um violino emitem a mesma nota musical com mesma intensidade. O ouvido humano reconhece os dois sons por distinguir a (o): a) comprimento de onda dos dois sons fundamentais. b) frequência das ondas fundamentais. d) a velocidade de propagação. e) a frequência. 31. (Unirio) Em recente espetáculo em São Paulo, diversos artistas reclamaram do eco refletido pela arquitetura da sala de concertos que os incomodava e, em tese, atrapalharia o público que apreciava o espetáculo. Considerando a natureza das ondas sonoras e o fato de o espetáculo se dar em recinto fechado, indique a opção que apresenta uma possível explicação para o acontecido. a) Os materiais usados na construção da sala de espetáculos não são suficientes absorvedores de ondas sonoras para evitar o eco. b) Os materiais são adequados, mas devido à superposição de ondas sonoras sempre haverá eco. c) amplitude das ondas fundamentais. d) frequência dos harmônicos que acompanham os sons fundamentais. e) período das frequências fundamentais. 35. (UFRJ) Considere que a velocidade de propagação do som na água seja quatro vezes maior que a sua velocidade no ar. a) Para que haja reflexão total de uma onda sonora na superfície que separa o ar da água, a onda deve chegar à superfície vinda do ar ou da água? Justifique sua resposta. b) Um diapasão, usado para afinar instrumentos musicais, emite uma onda sonora harmônica de comprimento λ quando essa onda se propaga no ar. Suponha que essa onda penetre na água e que λ, Esse material é parte integrante do Aulas Particulares on-line do IESDE BRASIL S/A, mais informações www.aulasparticularesiesde.com.br EM_V_FIS_017 c) o timbre. 16 e) A reclamação dos artistas é infundada porque o que eles ouvem é o retorno do som que eles mesmos produzem e que lhes permite avaliar o que estão tocando. seja o seu comprimento de onda na água. Calcule a razão λ/ λ, . 4. (UFU) Um morcego voando com velocidade v0 em direção a uma superfície plana, emite uma onda ultrassônica de frequência f0. Sabendo-se que a velocidade do som é v, a variação de frequência ouvida pelo morcego será: a) ∆f = f0(v/v0) 1. (ITA) Um diapasão de frequência 400Hz é afastado de um observador, em direção a uma parede plana, com velocidade de 1,7m/s. São denominadas: f1, a frequência aparente das ondas não refletidas, vindas diretamente até o observador; f2, frequência aparente das ondas sonoras que alcançam o observador depois de refletir pela parede e f3, a frequência dos batimentos. Sabendo que a velocidade do som é de 340m/s, os valores que melhor expressam as frequências em hertz de f1, f2 e f3, respectivamente, são: b) ∆f = f0(v0/v) c) ∆f = f0v0/(v – v0) d) ∆f = f0(v + v0/v – v0) 5. (UFRGS) Considere as seguintes afirmações a respeito de ondas transversais e longitudinais. I. Ondas transversais podem ser polarizadas e ondas longitudinais não. a) 392, 408 e 16 II. Ondas transversais podem sofrer interferência e ondas longitudinais não. b) 396, 404 e 8 III. Ondas transversais podem apresentar efeito Doppler e ondas longitudinais não. c) 398, 402 e 4 d) 402, 398 e 4 Quais estão corretas? a) Apenas I. e) 404, 396 e 4 2. (Aman-RJ) Uma pessoa ouve o som produzido pela sirene de uma ambulância, com uma frequência aparente de 1 100Hz e 900Hz, respectivamente, quando a ambulância se aproxima e se afasta da pessoa. Sendo a velocidade do som no ar igual a 340m/s, a velocidade da ambulância vale: a) 20m/s b) 17m/s c) 34km/h b) Apenas II. c) Apenas III. d) Apenas I e II. e) Apenas I e III. 6. (Fuvest) Considere uma onda sonora, cujo comprimento de onda é λ = 1m, que se propaga com velocidade de 300m/s. a) Qual a frequência do som? d) 34m/s b) Qual a frequência detectada por um observador que se move com a velocidade de 50m/s, em sentido oposto ao de propagação da onda? e) 68km/h 3. (UnB) Um indivíduo percebe que o som da buzina de um carro muda de tom à medida que o veículo se aproxima ou se afasta dele. Na aproximação, a sensação é de que o som é mais agudo, no afastamento, mais grave. Esse fenômeno é conhecido em Física como efeito Doppler. Considerando a situação descrita, julgue os itens que se seguem como verdadeiros ou falsos. I. As variações na totalidade do som da buzina percebidas pelo indivíduo devem-se a variações da frequência da fonte sonora. EM_V_FIS_017 II. Q uando o automóvel se afasta, o número de cristas de onda por segundo que chega ao ouvido do indivíduo é maior. III. Se uma pessoa estiver se movendo com o mesmo vetor velocidade do automóvel, não mais terá a sensação de que o som muda de totalidade. IV. Observa-se o efeito Doppler apenas para ondas que se propagam em meios materiais. 7. (UFLA) O radar utilizado em estradas para detectar veículos em alta velocidade funciona emitindo ondas de frequência f0, que são refletidas pelo veículo em aproximação. O veículo, após a reflexão da onda, passa então a ser emissor de ondas para o radar, que irá detectá-las. Sabe-se que objetos que se aproximam de uma fonte emissora refletem ondas com frequência maior que a emitida pela fonte. A variação ∆f entre a frequência emitida pelo radar f0 e a observada pela recepção dá uma medida da velocidade v do veículo. Essa relação é dada por: ∆f = k .f0.v, sendo 2 f0= 5 010Hz e k = . 10–8(s/m). 3 Para um veículo que se aproxima à velocidade de 108km/h (1km/h = 1/3,6m/s), esse radar deve ter uma precisão f mínima de: a) 1 000Hz Esse material é parte integrante do Aulas Particulares on-line do IESDE BRASIL S/A, mais informações www.aulasparticularesiesde.com.br 17 b) 100Hz fundamental de vibração dessa corda é: c) 10Hz a) 400Hz d) 1Hz b) 320Hz c) 200Hz e) 10 000Hz 8. (IME) Um observador escuta a buzina de um carro em duas situações diferentes. Na primeira, o observador está parado e o carro se afasta com velocidade v. Na segunda, o carro está parado e o observador se afasta com velocidade v. Em qual das duas situações o tom ouvido pelo observador é mais grave? Justifique sua resposta. 9. (ITA) Uma onda transversal é aplicada sobre um fio preso pelas extremidades, usando-se um vibrador cuja frequência é 50Hz. A distância média entre os pontos que praticamente não se movem é de 47cm. Então, a velocidade das ondas nesse fio é de: a) 47m/s d) 100Hz e) 360Hz 13. (EN) Uma corda de massa m = 120 gramas e comprimento L = 2,0 metros vibra com uma frequência de 200Hz, formando uma onda estacionária com 4 ventres e 5 nós. A força tensora na corda vale, em newtons: a) 100 b) 200 c) 1 200 d) 2 400 e) 3 200 14. (FEI) Uma corda homogênea, de comprimento igual a 1,5m e massa igual a 30g tem uma extremidade A fixa e outra B que pode deslizar ao longo de uma haste vertical. A corda é mantida tensa sob a ação de uma força de intensidade igual a 200N e vibra segundo o estado estacionário indicado na figura. b) 23,5m/s c) 0,94m/s d) 1,1m/s e) 9,4m/s 10. (ITA) Uma corda vibrante, de comprimento 1, fixa nos extremos, tem como menor frequência de ressonância 100Hz. A segunda frequência de ressonância de uma outra corda, do mesmo diâmetro e mesmo material, submetida à mesma tensão, mas de comprimento L2 diferente de L1, é também igual a 100Hz. A relação L2/L1 é igual a: a) 2 b) a frequência de vibração da corda. 3 15. (Fuvest) Uma corda de violão de 50cm de comprimento está afinada para vibrar com uma frequência fundamental de 500Hz. c) 1/2 d) 2 e) 4 11. (ITA) Um fio metálico, preso nas extremidades, tem comprimento L e diâmetro d, e vibra com uma frequência fundamental de 600Hz. Outro fio do mesmo material, mas com comprimento 3L e diâmetro de d/2, quando submetido a mesma tensão, vibra com uma frequência fundamental de: a) 200Hz b) 283Hz b) Se o comprimento da corda for reduzido à metade, qual a nova frequência do som emitido? 16. (UFV) A corda ré de um violão tem a densidade linear de 0,60g/m e está fixa entre o cavalete e o extremo da braço, separados por uma distância de 85cm. Sendo 294Hz a frequência de vibração fundamental da corda, calcule: a) a velocidade de propagação da onda transversal na corda; c) 400Hz d) 800Hz b) a tração na corda. e) 900Hz 18 a) Qual a velocidade de propagação da onda nessa corda? 12. (ITA) Uma corda de comprimento = 50,0cm e massa m = 1,00g está presa em ambas as extremidades sob tensão F = 80,0N. Nessas condições, a frequência 17. (ITA) Um fio tem uma das extremidades presa a um diapasão elétrico e a outra passa por uma roldana e sustenta nessa extremidade um peso P que mantém o fio esticado. Esse material é parte integrante do Aulas Particulares on-line do IESDE BRASIL S/A, mais informações www.aulasparticularesiesde.com.br EM_V_FIS_017 b) Determinar: a) a velocidade de propagação da onda; N V V N V N deve-se colocar o dedo para, com a corda lá, tocar a nota mi, se o comprimento total dessa corda é L? P a) 4L/9 N Fazendo-se o diapasão vibrar com frequência constante f e estando a corda tensionada sob ação de um peso de 3,0kg.m.s -2, a corda apresenta a configuração de um terceiro harmônico, conforme a figura. São conhecidos: L = 1,00m, o comprimento do fio, e µ = 3,00 × 10-4 kg/m, a massa específica linear do fio. Nessas condições, qual é a frequência do diapasão? 18. (ITA) Um tubo sonoro, aberto em uma de suas extremidades e fechado na outra, apresenta uma frequência fundamental de 200Hz. Sabendo-se que o intervalo de frequência audível é aproximadamente 20,0Hz e 16 000Hz, pode-se afirmar que o número de frequências audíveis emitidas pelo tubo é aproximadamente: a) 1 430 b) 200 c) 80 d) 40 e) 20 19. (Fuvest) Um músico sopra a extremidade aberta de um tubo de 25cm de comprimento, fechado na outra extremidade, emitindo um som na frequência f = 1 700Hz. A velocidade do som no ar, nas condições do experimento, é v = 340m/s. Dos diagramas abaixo, aquele que melhor representa a amplitude de deslocamento da onda sonora estacionária, excitada no tubo pelo sopro do músico, é: 25cm 20 15 10 5 0 a) (A) b) (B) (c) C) d) (D) e) (E) 20. (Unirio) Num tubo de 1,20m de comprimento, fechado numa das extremidades, o som se propaga com velocidade de 360m/s. Determine o comprimento de onda e a frequência do 3.º harmônico. a) 1,60m e 225Hz b) 4,80m e 75Hz c) 2,40m e 150Hz d) 0,80m e 105Hz EM_V_FIS_017 e) 3,20m e 175Hz 21. (ITA) Quando afinadas, a frequência fundamental da corda lá de um violino é 440Hz e a frequência fundamental da corda mi é 660Hz. A que distância da extremidade da corda b) L/2 c) 3L/5 d) 2L/3 e) L/9 22. (IME–RJ) Qual é o comprimento de um apito de brinquedo fechado numa extremidade, que emite um som fundamental de frequência 100Hz? (velocidade do som no ar = 340m/s). 23. (UFJF-MG) Deseja-se construir um tubo sonoro fechado cujo som fundamental tenha 870Hz, quando soprado com ar. Calcule o comprimento do tubo adotando para a velocidade do som no ar 340m/s. 24. (UFU) Um diapasão de frequência f é colocado a vibrar diante de uma proveta preenchida totalmente com água. Diminuindo-se o nível de água, percebe-se que, para um desnível d, pela primeira vez forma-se uma onda estacionária na coluna de ar, fazendo-a ressoar. Calcule a velocidade do som no ar. 25. (Unicamp) Podemos medir a velocidade v do som no ar de uma maneira relativamente simples. Um diapasão que vibra na frequência f de 440Hz é mantido junto à extremidade aberta de um recipiente cilíndrico contendo água até um certo nível. O nível da coluna de água no recipiente pode ser controlado através de um sistema de tubos. Em determinadas condições de temperatura e pressão, observa-se um máximo na intensidade do som quando a coluna de ar acima da coluna de água mede 0,6m. O efeito se repete pela primeira vez quando a altura da coluna de ar atinge 1,0m. Considere esses resultados e lembre-se que v = λf, onde λ é o comprimento de onda. a) Determine a velocidade do som no ar nas condições da medida. b) Determine o comprimento de onda do som produzido pelo diapasão. c) Desenhe esquematicamente o modo de vibração que ocorre quando a coluna de ar mede 0,6m. 26. (UENF) Em determinada flauta, uma onda estacionária tem comprimento de onda dado por 2L, em que L é o comprimento da flauta. Sendo a velocidade do som no ar igual a 340m/s, determine: a) a frequência do som emitido, se o comprimento da flauta é 68cm; b) o intervalo de tempo necessário para que o som emitido alcance um ouvinte a 500m. Esse material é parte integrante do Aulas Particulares on-line do IESDE BRASIL S/A, mais informações www.aulasparticularesiesde.com.br 19 27. (IME–RJ) A frequência fundamental de um tubo de órgão, aberto nas duas extremidades, é 300Hz. Quando o ar no interior do tubo é substituído por hidrogênio e uma das extremidades é fechada, a frequência fundamental aumenta para 583Hz. Determine a relação entre a velocidade do som no hidrogênio e a velocidade do som no ar. 28. (PUC-Minas) Leia com atenção os versos abaixo de Noel Rosa: “Quando o apito na fábrica de tecidos vem ferir os meus ouvidos eu me lembro de você”. Quais das características das ondas podem servir para justificar a palavra ferir? a) A velocidade e o comprimento de onda. b) A velocidade e o timbre. c) irradiação, o que aumenta a tensão a que elas estão submetidas, tornando o som mais agudos. d) irradiação, o que reduz a tensão a que elas estão submetidas, tornando os sons mais agudos. e) convecção, o que aumenta a tensão a que elas estão submetidas, tornando o sons mais graves. 31. (Efomm) Em relação a intensidade sonora de referência I0 = 10-12W/m2, o nível sonoro associado à intensidade sonora de 10-3W/m2 é de: a) 2,5dB b) 25dB c) 40dB d) 90dB e) 150dB c) A frequência e o comprimento de onda. 32. (Fuvest) A frequência fundamental do som emitido por d) A frequência e a intensidade. uma corda vibrante é dada pela expressão:f = e) A intensidade e o timbre. 29. (ITA) A velocidade do som no ar e na água destilada à 0o C são, respectivamente, 332m/s e 1 404m/s. Fazendose um diapasão de 440Hz vibrar nas proximidades de um reservatório àquela temperatura, o quociente dos comprimentos de onda dentro e fora da água será, aproximadamente: a) 1 1 2L T , ρ onde T é a tração, ρ é a densidade linear e L ocomprimento da corda. Uma corda de 0,50m com densidade linear 10-2kg/m está submetida a uma tração de 100N. a) Calcule a frequência fundamental do som emitido pela corda. b) O que se deve fazer dessa corda para dobrar a frequência do som fundamental? c) 0,314 d) 0,236 e) 0,42 30. (Unesp) A frequência de uma corda vibrante fixa nas extremidades é dada pela expressão f = n 2L T , onde µ n e um número inteiro, L é o comprimento da corda, T é a tensão à qual está submetida a corda e µ é a sua densidade linear. Uma violinista afina seu instrumento no interior de um camarim moderadamente iluminado e o leva ao palco iluminado por potentes holofotes. Lá, ela percebe que o seu violino precisa ser afinado novamente, o que costuma acontecer habitualmente. Uma justificativa correta para esse fato é que as cordas se dilatam devido ao calor recebido diretamente dos holofotes por: a) irradiação, o que reduz a tensão a que elas estão submetidas, tornando os sons mais graves. 33. (Unicamp) Quando um recipiente aberto contendo um líquido é sujeito a vibrações, observa-se um movimento ondulatório na superfície do líquido. Para pequenos comprimentos de onda λ, a velocidade de propagação v de uma onda na superfície livre do líquido está relacionada 2πσ à tensão superficial σ conforme a equação: V = ρλ onde ρ é a densidade do líquido. Essa equação pode ser utilizada para determinar a tensão superficial, induzindo-se na superfície do líquido um movimento ondulatório com uma frequência f conhecida e medindo-se o comprimento de onda λ. a) Quais são as unidades da tensão superficial σ no Sistema Internacional de Unidades? b) Determine a tensão superficial da água, sabendo-se que, para uma frequência de 250Hz, observou-se a formação de ondas superficiais, com comprimento de onda λ = 2,0mm. Aproxime π de 3. 34. (UFRJ) Um artesão constrói um instrumento musical rústico usando cordas presas a dois travessões. As cordas Esse material é parte integrante do Aulas Particulares on-line do IESDE BRASIL S/A, mais informações www.aulasparticularesiesde.com.br EM_V_FIS_017 b) 4,23 20 b) condução, o que reduz a tensão a que elas estão submetidas, tornando os sons mais agudos. corda mais longa corda mais curta Nível sonoro (dB) = 10log10 I , onde I0 = 10-12W/m2 é I0 um valor padrão de intensidade muito próximo do limite de audição humana. Os níveis sonoros necessários para uma pessoa ouvir variam de indivíduo para indivíduo. No gráfico a seguir, esses níveis estão representados em função da frequência do som para dois indivíduos, A e B. O nível sonoro acima do qual um ser humano começa a sentir dor é aproximadamente 120dB, independentemente da frequência. 120 100 80 60 40 20 10 10 A B Uma vez afinado o instrumento, suponha que cada corda vibre em sua frequência fundamental. Que corda emite o som mais grave, a mais longa ou a mais curta? Justifique sua resposta. 35. (Unicamp) A velocidade do som no ar é, aproximadamente, 330m/s. Colocam-se dois alto-falantes iguais, um defronte ao outro, distanciados de 6,0m. Os alto-falantes são excitados simultaneamente por um mesmo amplificador com um sinal de frequência de 220Hz. Pergunta-se: a) Que frequência o indivíduo A consegue ouvir melhor que B? a) Qual é o comprimento de onda do som emitido pelos alto-falantes? b) Qual a intensidade I mínima de um som (em W/m2) que causa dor em um ser humano? b) Em que pontos do eixo entre os dois alto-falantes, o som tem intensidade máxima? c) Um beija-flor bate as asas 100 vezes por segundo, emitindo um ruído que atinge o ouvinte com um nível de 10dB. Quanto a intensidade desse ruído precisa ser amplificada para ser audível pelo indivíduo B? 36. (UFRJ) O gráfico a seguir sintetiza o resultado de experiências feitas com vários indivíduos sobre o desempenho do ouvido humano. EM_V_FIS_017 37. (Unicamp) É usual medirmos o nível de uma fonte sonora em decibéis (dB). O nível em dB é relacionado à intensidade I da fonte pela fórmula. nível sonoro (dB) são todas de mesmo material, de mesmo diâmetro e submetidas à mesma tensão, de modo que a velocidade com que nelas se propagam ondas transversais seja a mesma. Para que o instrumento possa emitir as diversas notas musicais, ele utiliza cordas de comprimentos diferentes, como mostra a figura. 100 1000 10000 frequência (Hz) Ele mostra a região do som audível, indicando para cada frequência qual é a intensidade sonora abaixo da qual não é possível ouvir (limiar da audição), assim como qual é a intensidade sonora acima da qual sentimos dor (limiar da dor). Calcule a razão entre as intensidades que caracterizam, respectivamente o limiar da dor e o limiar da audição, para uma frequência de 1 000Hz. Esse material é parte integrante do Aulas Particulares on-line do IESDE BRASIL S/A, mais informações www.aulasparticularesiesde.com.br 21 17. B 18. Temos a figura: 1. C 3. A 4. D 19. B 5. C 20. C 6. E 21. C 7. 22. E D 8. D 9. C 10. D 11. A 12. C 13. D 14. B 15. A 16. B 22 4 λ = 6 ∴ λ = 3m e v = 180 . 3 = 540m/s 2 23. C 24. C 25. A 26. A distância correspondente a dois máximos consecutivos é igual a meio comprimento de onda. Da experiência λ concluímos que: = 20 cm ∴ λ = 40cm. 2 Tiramos também v = λf ⇒ 0,4 . 850 = 340m/s 27. B 28. D 29. C Esse material é parte integrante do Aulas Particulares on-line do IESDE BRASIL S/A, mais informações www.aulasparticularesiesde.com.br EM_V_FIS_017 2. A b) Temos λ = 0,5m e f = 500 : 0,5 = 1 000Hz 30. C 31. A 16. 32. B a) 33. A = 0,85 ⇒ λ = 1,7 e f = 294Hz e v = λf = 1,7 . 294 v ≅ 500m/s b) F = v2µL = (5 . 102) . 0,6 . 10-3 ≅ 150N 34. D 35. a) Deve ser do meio mais refringente (ar) para o menos refringente (água) para que ocorra reflexão total. 17. F = 3N; L = 1,00m µL 3 . 10-4 kg/m. Pelo diagrama: 3 . b) b vH2O = 4 vAr ⇒ λ’ f/ = 4 λ ∴ λ = 1 λ' 3 λ = 1 ∴ λ = m e aplicando 2 2 Taylor: 4 v= 3 = 100m/s e v = λf ⇒ f = 150v 3 ×. 10−4 18. D 1. C 19. E 2. B 20. A 3. (I) Falso (II) Falso (III) Verdadeiro (IV) Falso 21. D 4. C 22. Temos um tubo sonoro de extremidade fechada, no 1.º harmônico, fazendo a figura e aplicando: 5. A V = λ f e λ = 4L ∴ 340 = 4L . 100 ⇒ L = 0,85m 6. 7. v 300 = 3 . 102Hz a) f = = 1 λ b) f = f0 v ± v0b ⇒ f = 300 . 300 + 50 ∴ f = 350Hz v ± vF 300 A 8. A frequência é dada por: 23. Temos: f = 870Hz, v = 340m/s e n = 1. Aplicando 340 nv f= ≅ 0,098m , fica: L = 870 ×. 4 4L λ 24. No caso: d = ∴ λ = 4 d e v = λf = 4df. 4 25. 1.º o observador em repouso: λ a) ∆L = ⇒ λ = 2∆L 2 f1 = freal . v = λf ⇒ v = 2 . 0,4 . 440 = 352m/s VS ; VS + V 2.º com a fonte em repouso: b) λ = 2∆L λ = 0,8m f2 = freal VS − V VS c) f1 – f2 = fv2 / VS(VS + v) > 0 ⇒ f1 > f2 (2n – 1) v (2n – 1) 352 =f⇒ = 440 4L 4 . 0,6 2n – 1 = 3 ⇒ n = 2 nós ⇒ 3.º harmônico. Logo, a figura correspondente fica: O segundo caso é mais grave. 9. A 4 10. A 11. C 4 12. C 13. D 4 14. EM_V_FIS_017 m 15. 0 , 03 200 = 0,02kg/m e v = a) µL= = =100m/s � 1, 5 0 , 02 3λ = 1,5 ∴ λ = 2m e 100 = 2f ⇒ f = 50Hz b) 4 a) Sendo o som fundamental λ = 2L = 1m e aplicando v = λf V = 1 . 500 = 500m/s 26. a) Temos: λ = 2L = 2 . 0,68 = 1,36 m e v = λf ∴ f= b) t = 340 = 250Hz 1, 36 500 ⇒ t ≅ 1,47s 340 Esse material é parte integrante do Aulas Particulares on-line do IESDE BRASIL S/A, mais informações www.aulasparticularesiesde.com.br 23 27. Tubo fechado: vH vH v = 2 332 = H = 4 . 583 4f v v v Tubo aberto: = 2f = 2 . 300 = 600 Dividindo um pelo outro temos: vH 2 332 = ≅ 3,9 v 600 28. D Nos pontos simétricos a B, C e D em relação ao ponto A, também ocorre reforço no som, isto é: 0,75m, 1,5m e 2,25m. Logo, haverá reforço em: x = 0; 0,75; 1,5; 2,25; 3; 3,75; 4,5; 5,25; 6. 36. No gráfico I, na frequência de 1 000Hz: I D = 10–4 W/cm2 ID 10 −4 –6 12 = e IA = 10 e I A 10 −16 = 10 37. a) Observando o gráfico, A consegue ouvir melhor que B no intervalo de frequências entre 20Hz e 150Hz. 29. B 30. A I b) Sendo Ns = 10log I ⇒ I0 = 10 -12W/m2 e 0 I Nsáx. = 120dB. Substituindo: 120 = 10log –12 ∴ 31. D 32. 1 100 a) f = = 100Hz 2. 0 ,5 0 , 01 12 = log b) Como é proporcional à raiz quadrada de T, L e ρ, para dobrar a frequência do som fundamental quadruplicamos a tração na corda ou diminuímos seu comprimento pela metade. 1012 = I I máx . ∴ 10 –12 I máx . 10 −12 e Imáx. = 1W/m2 c) fBF = 100Hz. Para B, o nível sonoro é 30dB e o do beija-flor é igual a 10dB. Intensidade sonora do BJ: 33. a) [σ] = (m/s)2 . (kg/m3) . m [σ] = N/m b) v = λf = 2 . 10-3 . 250 ⇒ 500 . 10–3m/s v2ρλ (500 . 10–3)2 . 103 . 2 . 10–3 σ = 2π = 2.3 -2 2 σ = 8,3 . 10 kg/s 34. O som mais grave é o de menor frequência. A frequência é diretamente proporcional à velocidade e inversamente proporcional ao dobro do comprimento da corda, portanto, o som mais grave é emitido pela corda mais longa. 35. a) Sendo v = 330m/s e f = 220Hz, temos: λ = 330 : 220 = 1,5m 10 = 10log IBJ 10 −12 ∴ 1 = log IBJ ⇒ −12 10 IBJ = 10-11W/m2. Intensidade para B: 30 = 10log I 10 –12 ∴ 3 = log IB 10 – 2 ⇒ I B = 10–9W/m2. A razão IB 10 – 9 = –11 = 102. IBJ 10 Deve aumentar 100 vezes. b) Os alto-falantes estão em concordância de fases. Para que ocorra uma interferência construtiva ou reforço no som, a condição é que a diferença de percursos das ondas sonoras até o ponto considerado seja múltiplo do comprimento de onda, isto é, 1,5m. d = K . 1,5 (K = 0; 1; 2; 3...) 24 6-d 1,5 K + 6 ,0 d – (6 – d) = 1,5K ∴ d = 2 Para K = 0 temos dA = 3,0m Para K = 1 temos dB = 3,75m Para K = 2 temos dC = 4,5m Para K = 3 temos dD = 5,25m Para K = 4 temos dD = 6,0m Esse material é parte integrante do Aulas Particulares on-line do IESDE BRASIL S/A, mais informações www.aulasparticularesiesde.com.br EM_V_FIS_017 d