DIDATIKA Vestibulares 9. B available only to them. nearly - almost or near to a particular amount of people. 2. A A letra no terceiro quadrinho está bem “feia” .... de- monstrando que ele já está “tired” de fazer tantas cópias.... 3. C Nessa alternativa lê-se que: “Radicais livres destroem moléculas as quais podem causar danos e produzir rugas”. 4. D No texto lê-se: “The EU must cut .... from the Mediterranean forever”. 5. B cosx - senx 2 2 A= det A = sen x + cos x senx cosx det A = 1, x R como detA 0, A admite a inersa, 10. D A private - used only by a particular person or group, or A 1. D x R. Se B = A-1 então A . B = I2 a 2a 2b - 2b 1 0 b 0 1 0 2a 0 2ab 0 1 0 2ab = 1, ab = 1 2 0 2ab 0 1 11. C 1 2 0 -1 A = 1 a 3 e detA–1 = 9 2 1 1 como det A-1 = 1 det A = -9 det A det A = 1(a - 3) - 2(1 - 6) = a - 3 + 10 = a - 7 Ela não vê diferença entre eles, porém ele expli- ca que filmes feitos para homens são mais agressivos e para as mulheres os filmes são mais românticos. 6. C No segundo e terceiro quadrinhos lê-se: Guy movies - somebody gets hurt and chick flick = movies for women - somebody’s feelings get hurt. 7. C No texto lê-se: “Biff: No I’m .... you’re a success, aren’t you? Are a - 7 = -9 a = -16 12. B O gráfico mostra uma curva do tipo exponencial. 13. B Observe a figura: B 8. A E 1 A C 2 you content?” Ele repete algumas palavras: married, boy .... 2 45º 2 1 G 1 F 1 D Como ABCD é um retângulo, = 45° e os triângulos Há sempre uma repetição em suas falas. ABE, ECF, FDG e GAB são retângulos e isósceles. Desta forma, após chocar-se com o lado AD no ponto G, a bola deve atingir o lado AB 2 unidades acima de A (mesma medida de AG), caindo assim na caçapa B. DIDATIKA Vestibulares 14. B A região pintada de preto do logotipo é equivalente à região pintada de preto da figura a seguir: Portanto, a área do triângulo será dada por: A = 3 . 1 = 1,5 2 17. D MMC(12, 22, 39) = 1.716 Assim, os três tocam juntos a cada 1.716 minutos = = (28 x 60 + 36) minutos = 28 horas + 36 minutos, ou seja, 1 dia + 4 horas + 36 minutos. Mais precisamente, às 19 horas e 36 minutos do dia seguinte. A região procurada pode ser descrita como um retân- gulo de base 3 cm e altura 6 cm menos um quarto de círculo de raio 3 cm. Portanto, A = 18 - (9/4). 18. C Os valores doados constituem uma progressão arit- mética de primeiro termo igual a 350 e razão 50. Logo, 15. D se n é o número de microempresas que participaram da O centro C da circunferência está na intersecção das mediatrizes dos segmentos paralelos aos eixos cujas extremidades são os pontos (0; 4) e (2; 4) e os pontos (2; 0) e (2; 4). 02 0 4 ; = (1; 2) e a distância do cen2 2 2 2 Então C = tro da circunferência à origem é (1 - 0) (2 - 0) = 5 . 16. B campanha, então: (n - 1) . 50 16.500 = 350 . n n2 + 13n - 660 = 0 2 n = 20. 19. B De acordo com as informações a fila será: Vera, Isabela, Carol, Álvaro e Marcos. Determinando o ponto B, utilizando a equação da reta r. x - 2 = 0 x = 2 B(2,0) Determinando o ponto C, utilizando a equação da reta s. x 5 - + = 0 x = 5 C(5,0) 2 2 Determinando o ponto A resolvendo um sistema com as equações de r e s. y = x -2 y = - x + 5 A(3,1) 2 2 Supondo que as peças de um mesmo grupo (cami- sas, bermudas e casacos) sejam distinguíveis, há 5! = 120 maneiras de arrumar as camisas, 3! = 6 modos de arrumar as bermudas e 2! = 3 maneiras de arrumar os casacos. Além disso, ainda podemos arrumar os 3 grupos de 3! = 6 modos. Portanto, pelo Princípio Multiplicativo, segue que o 21. B r y Sabendo que a criança ganhou dois picolés de cada sabor, o resultado pedido é igual ao número de permuta- B(3,1) A(2,0) 20. A resultado pedido é 120 x 6 x 2 x 6 = 8.640. temos a seguinte figura: s Onde Carol ocupou a posição central. 1 C(5,0) 3 x ções dos elementos da sequência: BBMMCC, isto é 6! = 90 2! . 2! . 2! DIDATIKA Vestibulares 22. A portanto da emergência de forças cuja dinâmica viesse Repare que a função, sem o módulo, é do segundo grau. Portanto, as letras "c" e "d" não podem ser. A diferença entre as alternativa "a" e "b" são as raízes, com isso, basta calcularmos: |x - 2x| = 0 se opor ao Império. Mas, nos últimos anos, dada a presença de temas como Unasul, Mercosul e BRICs a po- lítica externa do Brasil vem chamando mais a atenção, e evidentemente suas raízes interessam. A política ex- terna deve ser pensada na relação de um país com o mundo de modo geral, especificamente com a hege- 2 x - 2x = 0 monia, e evidentemente, com seus vizinhos; a Guerra 2 x (x - 2) = 0 do Paraguai toca os três aspectos. x = 0 ou x = 2 Assim, por eliminação, e sempre buscando aquilo que em cada alternativa permite constatar seu erro ou 23. C equívoco: alternativa "b" deve ser eliminada quando co- 3n 3 - 3 . 3n - 1 = 3n 3 - 3n = 1 - 3 = 1 - 1/27 = 26 3n. 33 3 . 3n 2 3n 3 27 n 24. C A análise da política do Segundo Reinado é bastante atual: é certo que a ascensão de Pedro II via Golpe da Maioridade pretendeu criar governabilidade depois do tumultuado período das regências, mas é certo também que fez isso por um conjunto de acordos, entre as elites dirigentes, entre o Imperador e as elites dirigentes, e loca o exclusivo interesse econômico na guerra, além de usar a propaganda anti Paraguai como razão real para o conflito. A alternativa "c" deve ser eliminada porque, embora se saiba de desejos argentinos, esta não constituiu uma razão real do conflito, ficando no universo das expectativas; além disso, a menção aos EUA garante a eliminação; e a alternativa "d" deve ser eliminada porque menciona uma aliança que não existiu. 26. D O século XIX, de modo geral, e não apenas no Brasil, também entre o Império e as elites periféricas. Estes conviveu com a reelaboração da questão racial na pro- que isso, em um primeiro momento, levasse a choques rou áreas de população não branca ao mesmo tempo últimos acabaram permitindo o reforço do localismo, sem políticos. O quadro político se altera, efetivamente, na razão direta da penetração capitalista, criando e consolidando a força político-econômica do Oeste Paulista. Junto a esta penetração acontece alguma dinamização econô- mica, e portanto social, fazendo surgirem novas forças e reduzir-se ainda mais a base social do Estado. Ou seja, assim se poderia realizar a resolução, como sempre, por eliminação, e como sempre, marcando em cada alternativa aquilo que a elimina: alternativa "a" quando afirma o Estado centralizado; alternativa "b" quando co- loca um Imperador em oposição ao sistema que o sus- tentava; alternativa "d" quando vê as novas forças soci- ais apoiando o Imperador. E a alternativa correta, "c", resume o interesse das análises sobre o tema. 25. A O tema Guerra do Paraguai, em geral, aparece refe- rindo-se aos aspectos econômicos, a guerra devendo ser vista como catalisadora da inserção capitalista, e, porção direta da expansão do capitalismo, que incorpo- em que pretendeu estar atuando em nome da civilização e da liberdade.Uma das formas desta reelaboração foi, por exemplo, o racismo, supostamente apoiado na ciên- cia; e outra forma foi a institucionalização do problema, pelos mais distintos meios. O caso brasileiro é emble- mático, ou seja, constitui importante viés de estudo, e assim aparece nesta questão. Resolvendo por eliminação: alternativa "a" porque, como aparece no texto base, a objetividade maior do novo critério era apenas supos- ta, ou seja, não era fato, mas crença, concepção de época; a alternativa "b" deve ser eliminada porque, se a primeira parte da afirmação até poderia ser lida de modo a aceitá-la, a segunda parte, ao mencionar inclusão aponta o inverso do que ocorreu; a alternativa "c" deve ser eliminada porque, novamente, se poderíamos, com muita boa vontade, aceitar a primeira parte da afirma- ção, sua sequência caminha para o erro ao mencionar a busca de igualdade em uma sociedade predominante- mente aristocrática. Este tipo de sociedade se funda na desigualdade, supostamente fundada em critérios obje- tivos de “melhor” ou “pior” pessoa, cidadão, homem, e DIDATIKA Vestibulares bobagens do tipo. Vale a pena pensar a respeito. 27. B Um dos pontos mais problemáticos do pensamento da esquerda mundial, sobretudo porque este pensamento em geral é lido “pela metade”, ou, segundo conveni- ências. Assim, quando se quer, entende-se que este pensamento teria anulado o “ser” do homem quando afir- ma que o sistema produtivo o determina. Lido como se 29. D Fatores físicos e geográficos determinaram a frag- mentação política grega em pequenas comunidades que se dispersam pelo mar Mediterrâneo e mantiveram a unidade cultural. 30. C A fidelidade e a reciprocidade entre os senhores feu- deve permite perceber que a alternativa "b" está correta: dais, suseranos e vassalos era a garantia de cumpri- ções de produção”. Ou, mesmo o pensamento está nobreza feudal. “determinação das formas ideológicas pelas rela- determinado pelas condições concretas de existência; inclusive os gênios! A despeito disso, buscando a resposta por eliminação de alternativas: alternativa "a" quan- do insiste na força e efetividade das tais idéias univer- mento dos pactos feudo-vassálicos e do poder militar da 31. A Segundo o autor, Colombo de fato via nas navega- sais como o que conduz as relações humanas; alterna- ções uma Cruzada com o objetivo de expandir a cristan- ser visto como sua negação; e alternativa "d" é elimina- nômicos, como a busca de ouro. tiva "c" quando remete ao socialismo utópico o que deve da porque menciona o socialismo utópico e quando fala em reforma do capitalismo. 28. B A letra dos Titãs marca pela atualidade, mas exige mais atenção do que pode parecer à primeira vista. A prova disso é que setores altamente conservadores são fãs do grupo, muito, talvez, por não entenderem o que cantam. Não é novidade, e tem sido bom para o grupo, que vende bem! Buscando a resposta por eliminação de alternativas: alternativa "a" deve ser eliminada quando coloca o grupo pedindo maior controle, em uma verdadeira confusão – dade, colocando em segundo plano os interesses eco32. D Segundo Hobbes, no estado de natureza predomina- va a guerra de todos contra todos, o que teria levado os homens a renunciarem aos seus direitos para delega- rem todo o poder ao Estado, enquanto Maquiavel levava em conta o contexto de caos ou de estabilidade para se implantar o regime ideal que poderia ser uma república ou uma monarquia (principado). 33. D Na polêmica que travou com os céticos, Descartes comum para quem pede intervenção militar para garantir radicalizou a dúvida. A dúvida radical conduziu o pensa- ta quanto à sua parte inicial - embora não apareça na afirmação: “penso, logo existo”. Este é, para Descartes, a Constituição! (KKKKK!). A alternativa "c" até seria aceiletra -, mas mostra erro quanto ao tal modelo do anarquismo, sem sentido. E a alternativa "d" criou um mons- trengo que serve apenas a gente bem sem leitura. A alternativa correta pode ser apontada como uma tradução dos conteúdos que fizeram a banda marcar um período e um discurso, e talvez explique porque aparece em vestibulares há tanto tempo. dor à primeira grande certeza, a de que pensa, daí a o ponto de partida para o conhecimento inabalável, princípio de todas as certezas. 34. B Para Rousseau, a propriedade introduziu a desigual- dade entre os homens originando um falso contrato. Daí, a necessidade de um novo contrato social que atribuís- se ao povo, a soberania política, o que influenciou sobretudo os jacobinos durante a revolução francesa. DIDATIKA Vestibulares 35. A Tanto a imagem quanto o trecho do poema de Gregório 38. B Bertoleza, em troca do pagamento de uma suposta de Matos Guerra elegem a religião como tema e o fa- alforria que iria comprar-lhe João Romão, trabalha sem roca, em que se põe em relevo o pecado, a dor e o sofri- da doméstica sem salário, de empregada na pensão e zem segundo uma abordagem convencionalmente barmento que se exige para obter a salvação. Por essa razão, a alternativa correta é "a". 36. D a - Não há distinção da imagem do artista, mas iro- nia no trecho escolhido. parar para ajudá-lo nos negócios, servindo de empregade amante, ou seja, sua rotina continua a ser a da escrava sempre a dispor de seu senhor. 39. D É incorreto o que se afirma em "a", "b" e "c", pois: Em "a", o rebuscamento da linguagem e o uso de b - É uma visão pejorativa de um homem, mas ao temas da mitologia grega e da cultura clássica distanci- c - O rebaixamento da condição de alguns indivíduos Em "b", o Parnasianismo recorre à Antiguidade Clás- chamá-lo de pobretão careca está sendo irônico. avam ainda mais o leitor comum da estética parnasiana. permeia todo o poema. sica, a fim de se distanciar dos excessos do Barroco e gulho de ser preguiçoso, no quão comum são esses bordinada a poesia. A temática abordada pelos parna- d - Correta. O deboche da moralidade dá-se no or- homens pouco afeitos ao trabalho. 37. B Este trecho é bastante expressivo em sua concep- ção gráfica: lê-se a introdução de um personagem através de um colchete em início de parágrafo. Conceito ori- ginal, portanto, passível de interpretações. A alternativa "a" seria totalmente viável, não fosse o personagem de Firmo ser introduzido desta maneira na narrativa. A al- ternativa "c" também seria viável, caso o narrador fizes- recuperar a finalidade estética a que deveria estar susianos recupera temas da antiguidade clássica, características de sua história e sua mitologia, a fim de con- solidar os ideais de “arte pela arte” no final do século XIX. Em "c", os problemas do cotidiano são tema cons- tante do Modernismo brasileiro, movimento de ruptura com estéticas conservadoras, preferidas pelos parnasianos. 40. D O equívoco da alternativa "a" é afirmar que no soneto se alguma menção a respeito do pessoal morador do simbolista predomina o caráter denotativo da linguagem, talvez para manter a verossimilhança necessária: dificil- tom sugestivo. A alternativa "b" erra ao associar o texto cortiço. A alternativa "d" está errada por outro motivo, mente uma mulher falaria assim de seu amante. A alternativa "b" é a correta, pelo fato do personagem estar implicitamente presente na narrativa através dos colche- tes, fazendo parecer um narrador, em segundo plano. A fala metafórica, quase proverbial, endossa a visão popu- lar e estereotipada da mulher que gosta de dinheiro que aguenta tudo ao lado do fanfarrão, indicado pelas metonímias: saia e cobres e pela metáfora composta pela boca do diabo. No discurso, o narrador emprega a fala típica do malandro que estava se formando nos morros cariocas. quando os poetas desta escola preferem a conotação, o à biografia do poeta, pois não há qualquer indicação de elementos biográficos (referentes à vida do autor) nos versos. Já a alternativa "c" se equivoca quando faz men- ção à “condição amorosa”, tema que não perpassa o texto. Está correta a alternativa "d", pois, de fato, o soneto tira proveito de efeitos sonoros como o ritmo dos versos – marcado pela pontuação; as rimas, a aliteração presente no verso 12. Além disso, explora os sentidos evocados pela imagem (figura) do “palhaço”, frequente- mente associado à alegria, mas que, no soneto, é alguém que oculta sua tristeza. DIDATIKA Vestibulares 41. D a - Apesar da oração não contrariar a norma culta, ela não é a gramaticalmente correspondente à oração da proposta. b - Má e burra são simplesmente dois adjetivos uni- arquitetônico de Oscar Niemeyer, como se afirma em "b". 45. D A referência a “nações forjadas no tempo das cara- dos pela conjunção e, sem nenhum grau de compara- velas” é usada como contraponto à convicção de que a c - Apesar da oração não contrariar a norma culta, ciente, sensível à ideia de que certos objetivos só po- ção, dessa forma, invalidando a alternativa. ela não é a gramaticalmente correspondente à oração da proposta. d - Correta. Pelo fato de pequeno e charmoso esta- rem caracterizando o mesmo substantivo carro, usa-se o adjetivo pequeno como um comparativo regular: mais pequeno em vez de menor. 42. C exploração do espaço deve ser realizada de forma consdem ser alcançados levando em consideração o interes- se de toda a humanidade e não apenas para servir a interesses de algumas nações. Assim, é indispensável “a cooperação internacional na realização de viagens conjuntas ao espaço”, como se afirma em "d". 46. D Enquanto Terena apela ao respeito pelas culturas in- I - Verdadeiro, pois o verbo de ação-processo é aque- dígenas (“Nós, índios, queremos falar, mas queremos sa mudança de estado em seu complemente. O verbo Hélio Jaguaribe expressa uma visão determinista que le em que um sujeito agente gera um processo que cau- “tender” apresenta esse comportamento: sua ação gera alteração, um estado é alterado. Acrescente-se ao seu funcionamento seu significado: segundo o dicionário eletrônico Aulete, tender é ter propensão, inclinação, voca- ção ou pendor, portanto a conclusão pode não ser a esperada. II - Verdadeiro, pois aquilo que é uma propensão, inclinação, vocação ou pendor pode não se concretizar. III - Verdadeiro, pois a construção de sentido do período – principalmente pela informação inicial, ser escutados na nossa língua, nos nossos costumes.”), prevê como inevitável a aculturação dos índios e a sua incorporação à sociedade brasileira (“A história não é outra coisa senão um processo civilizatório, que conduz o homem, por conta própria ou por difusão da cultura, a passar do paleolítico ao neolítico e do neolítico a um estágio civilizatório”). 47. C O artista mineiro Paulo Nazareth montou uma per- eufemística – sugere que as possibilidades se concreti- formance/instalação em que um monte de bananas des- ra proposição referente ao verbo de ação-processo. cartaz pendurado ao pescoço ironiza a forma como é zam. Vale ressaltar que esta afirmação reforça a primei43. B Hélio Schwartsman valida a tese de que o riso é pro- vocado pelo alívio que se sente ao perceber a desgraça alheia através da ocorrência de um vocábulo alemão que define essa sensação: “schadenfreude”, sentimento de alegria provocado pelo sofrimento de terceiros. 44. B Na imagem que reproduz as colunas do Palácio da Alvorada, observa-se a presença das linhas curvas opos- tas, traçado simples mas marcante, típico do desenho liza para fora de uma Kombi, ao mesmo tempo em que o vista a identidade e a cultura sul-americana. Assim, a contemporaneidade da obra reside na articulação de questões de identidade, território e códigos de linguagens, como se afirma em "c". 48. C A alternância de fonemas nasais e orais nas palavras “onda”, “anda”, “ainda” e “aonde” reproduzem o som do mar, assim como a disposição das palavras nos versos, o seu movimento. Também as linhas onduladas da ima- gem provocam um efeito de ilusão óptica de vibração, como se afirma em "c". DIDATIKA Vestibulares 49. A 53. C N2O4 2NO2 I 0,10 _ R 0,06 E 0,04 + 0,0 0,12 0,12 I - = reage = 0,06 = 0,6 Certa (60% de reação) 0,10 início 2 2 II - Kc = (NO 2 ) = (0,12) (N2O 4 ) 0,04 Certa (Kc = 0,36) III - Errada (60 segundos) IV - Errada (no equilíbrio há participação de todas Referência: Kp = 6; T = 60ºC; [NO] = 0,02 mol/L; [Br2] = 0,02 mol/L experimento I: T = 60ºC; [NO] = 0,05 mol/L; [Br2] = 0,05 mol/L mesma temperatura Kp1 = 6 maior [ ] maior velocidade t1 < t experimento II: T = 100ºC; [NO] = 0,02 mol/L; [Br2] = 0,02 mol/L maior temperatura favorece Kp2 < 6 reação inversa (reagentes) maior velocidade da reação t2 < t as substâncias presentes na reação) 54. A 50. C 1 mol CH4 1 mol CO2 890 kJ Quando aumentamos a temperatura do sistema, des- locamos o quilíbrio no sentido de produzir mais CO e H2O. (reação inversa) 51. B mol CO2 1 mol CH4H10 4 mol CO2 2.878 kJ 719 kJ mol CO2 4 1 mol CH8H18 8 mol CO2 5.471 684 kJ mol CO2 8 Ordem crescente por mol de CO2 gasolina, GLP, gás natural. 55. D Das 12h até 13h 30min haverá o decurso de 1,5 mei- Os metais oxidam Agentes Redutores as-vidas e, pela consulta ao gráfico, se verifica 35% do O HNO3 reage com os 2 metais; 56. D Os ácidos sofrem redução Agentes Oxidantes oxidante mais forte. O Zn reage com os 2 ácidos; redutor mais forte. 52. A fármaco no organismo. Para um mesmo número de mols de soluto, causará a maior diminuição da temperatura de congelação(fusão) do solvente, o disperso que produzir um maior número de partículas(efeito crioscópico). Assim é indispensável conhecer a fórmula molecular de cada soluto, bem como a sua dissociação/solubilização em água. Equação: I - Cloreto de cálcio: CaCl2 = Ca2+ + 2Cl- (3 mols de I - 2NaCO2 + 2C2 2CO2 + 2NaC partículas) II - 5NaCO2 + 4HC 4CO2 + 5NaC+ 2H2O partículas) II - 2NaCO2 + HOC 2CO2 + NaC+ NaOH Nox: C2 0 HOC +1 -2 +1 HC +1 -1 II - Cloreto de sódio: NaCl = Na+ + Cl- (2 mols de III - Sacarose : C12H22O11 = C12H22O11 (1 mol de partí- culas) IV - Sulfato de amônio : (NH4)2SO4 = 2NH4+ + SO42- DIDATIKA Vestibulares (3mols de partículas) a fotossíntese o O2 difunde-se do meio interno (mesófilo) nuem igualmente a temperatura de fusão do gelo. fenda (ostíolo) depende da variação de turgidez entre as Assim, o cloreto de cálcio e sulfato de amônio dimi- células estomáticas e as células anexas. 57. A Observe a fórmula estrutural do hidrocarboneto (por- tanto apolar), onde estão indicadas as hibridizações de cada carbono, bem como a identificação da sua cadeia principal: — — ras após o início do experimento, ainda ocorre luz no 5 4 3 — 6 sp3CH2 2 1 sp3CH3 58. C gênio e o cloro é bem alta, o hidrogênio “bastante positivo”, é fortemente atraído pelo oxigênio da água, levan- do a uma elevada ionização do HCl, o que o caracteriza HCl(g) + H2O(l) = H3O alternativa (meio-dia/ meia-noite/início da manhã) 6 hoambiente e a pressão de O2 não sofreria tamanha redução. 63. D O relaxamento do diafragma e da musculatura inter- Como a diferença de eletronegatividade entre o hidro- como um ácido forte. mínima, ou seja, o mecanismo produtor de O2 (fotos- ção de O2 e a PO2 são muito baixas. Em qualquer outra 3 — 7 horas após o início do experimento a % de O2 diluído é — sp3CH2 — 8 Utilizando-se a PO2 diluído na água observa-se que 6 forma, 6 horas após o final da tarde (= 24 horas) a produ- 3 sp CH 2 2 3 sp3 sp3 sp sp sp3 sp2 sp2 sp3 CH3 — CH2 — C — — CH — CH2 — CH — C — — CH — CH3 9 62. B síntese) está muito reduzido (ausência de luz). Dessa sp3CH sp3 CH3 para o meio ambiente. A presença ou a ausência da + (aq) + Cl (aq) - 59. C Comentário: A reação entre o magnésio metálico e o ácido clorídrico produz gás hidrogênio: Mg(s) + HCl(aq) = MgCl2(aq) + H2(g). Assim, a combus- tão do gás produzido (H2), pode ser escrita como: H2(g) +1/2 O2(g) = H2O(g). 60. C Na destilação da amálgama, não são geradas novas substâncias, sendo apenas separadas as substâncias que já existiam, tratando-se portanto de um processo físico, e não químico. 61. D As únicas células da epiderme foliar que são clorofiladas são as células-guarda (estomáticas). Durante costal causa a expiração. O álcool dissolvido no plasma sanguíneo é volátil e passa para o ar alveolar. O etilô- metro mede o teor do álcool etílico presente no ar expirado pelos pulmões. 64. C O polissacarídeo amido tem sua hidrólise catalisada, na boca, pela enzima ptialina (amilase salivar) e no intestino delgado, pela amilase pancreática. As proteínas pela pepsina presente no suco gástrico. As lipases pan- creática e entérica catalisam hidrólises dos lipídeos presentes nos alimentos, após a emulsificação pela bile. 65. A A gordura é armazenada no tecido adiposo, um tipo especializado de tecido conjuntivo. As células adiposas ganham volume, mas não aumentam de número. 66. A Os meniscos são formados por cartilagem fibrosa (fibrocartilagem). O tecido cartilaginoso é pouco vascularizado e não produz as células do sangue. Os ligamentos são formados por tecido conjuntivo propria- mente dito denso modelado e vascularizado. Os tendões DIDATIKA Vestibulares unem os músculos estriados (e não lisos) aos ossos através dos ligamentos. 67. C Provas de esforços físicos intensos, rápidos e de 72. D VA = 1,5 m/s A mA = 10 g pouca duração, como as de 100 m rasos, exigem a uti- m B = 20 g V'A = ? lização preferencial de fibras musculares brancas, com menor número de mioglobina e mitocôndrias, porém, com B V'B = 1,0 m/s A B maior velocidade de contração. Desse modo, para atin- Qapós = Qantes (S. Isolado) físicos que aumentem a proporção de fibras musculares 10 V'A + 20 . 1,0 = 10 . 1,5 gir seus objetivos, o corredor deve realizar exercícios brancas. Nessas fibras, enzimas glicolíticas favorecem a parte anaeróbica da respiração das células musculares, ou seja, a glicólise. 68. D A tradução é a formação de uma proteína a partir de um RNAm. O próximo passo é utilização desta proteí- mAV'A + mBV'B = mAVA + mBVB V'A + 2,0 = 1,5 V'A = - 0,50 m/s |V'A| = 0,50 m/s O sinal (-) significa que, após a colisão, a bolinha A se move para a esquerda. 73. C na. Qf 69. A 37º A transcrição (A) é a produção de um filamento de (B), isso é, a produção de uma proteína (5), a partir da junção de aminoácidos (2), trazidas pelo RNAt (3) e regulada pelos ribossomos (4). 70. A O código genético é o conjunto de códons, trincas de bases nitrogenadas que codificam os aminoácidos. 71. A 2 Ed = 0,10 k x 2 2 15,0 = 0,10 . k . (0,10) 2 30,0 = 1,0 . 10-3k k = 3,0 . 104 N/m Q RNAm (1) a partir de um trecho de DNA. Após sua migração para o citoplasma, o RNAm sofrerá a tradução 53º Q0 |Q|2 = |Q0|2 + |Qf|2 |Q|2 = (mV0)2 + (mVf)2 |Q|2 = (8,0)2 + (6,0)2 |Q|2 = 10,0 kg . m/s 74. B V0 V + DIDATIKA Vestibulares 77. B Do teorema do impulso, temos: IFM = Q Uma célula possui 150 mV. Em série 5.000 células precisam de U = 150 . 10-3 . 5 . 103 = 750 V. Em intensidade, temos: Como P = U . i = 750 . 0,5 = 375 W Para um dos conjuntos 375/5 = 75 W FM . t = mv - mv0 114 . 0,02 = 60 . 10-3 v - 60 . 10-3 (-20) 2,28 = 60 . 10 v + 12 -3 60 . 10-3 v = 1,08 78. D Da equação fundamental da calorimetria: Q = mc Q = 500(0,1)(520 - 20) = 25.000 cal. v = 18 m/s 75. B 79. A I - A força de contato terá intensidade máxima quan- do a partícula passar pelo ponto mais baixo da trajetória A B V0 m FB VB = V0 4 g R = VB = 45,0 m/s) to, se o corpo A fica eletrizado positivamente, o corpo B Como não foram dados os estados elétricos iniciais 2R das barras metálicas, C e D, a questão fica sem respota. Supondo que as barras metálicas estejam, inicial- mente, eletricamente neutras, passarão elétrons de C para A e de B para D. P 80. D Se L3 queimar, passará a mesma corrente por L1 e 25,0 4 . 10,0 . 0,50 m/s) L2, pois elas ficarão em série. Como elas são idênticas, L1 terá o mesmo brilho que L2. 81. D III - No ponto B: FB - P = Fcp cargas de mesmo módulo e de sinais opostos. Portanfica eletrizado negativamente. II - EB = EA (referência em B) mVB2 = mV 02 + m g 2R 2 2 2 Durante a eletrização por atrito, os corpos adquirem A figura mostra as forças atrativas e repulsivas agin- do sobre a carga A, bem como o resultante dessas for- B ças. FB - 2,0 = 0,20 . 45,0 0,50 FB - 2,0 = 18,0 Q1 = +q + FB = 20,0 N 76. D Porcetagem = Q2 = -2q _ F P Vapor H O P ATM 2 Porcentagem = 3% _ -q F2 + F 4 x 100 3 3 Porcetagem = 3 x 10 = 3 x 10 = 0,03 x 100 5 1 x 10 100 x 10 5 F1 + F 3 + Q4 = +q _ Q3 = -2q DIDATIKA Vestibulares 82. A O texto da obra Os Sertões, de Euclides da Cunha, descreve as veredas sertanejas cujo aspecto biogeográfico corresponde aos elementos da Caatinga com formações xerófilas; cactáceas e bromélicas com espinhos, galhos retorcidos e secos que expressam a paisagem semiárida, portanto a alternativa correta é a "a". 83. B A taxa de fecundidade representa o número médio de filhos por mulher que esteja em idade de ser mãe, entre os 15 e os 49 anos. No entanto, para responder à questão, o estudante precisaria saber o conceito de crescimento vegetativo, que é a diferença da taxa de natalidade (número proporcional de nascimentos) pela taxa de mortalidade (número proporcional de mortes). Portanto, menos fecundidade representa menos nascimentos e, consequentemente, menor o crescimento vegetativo, raciocínio esse que nos permite assinalar a letra "b" do exercício. 84. C A alternativa correta é a letra "c", uma vez que intemperismo significa meteorização de uma rocha (desgaste, erosão). Portanto, tanto o intemperismo físico, quanto o químico, chamados de agentes externos, são responsáveis pela modelagem do relevo. 85. A da América Latina. A alternativa que melhor retrata o tema é a alternativa "b". 87. B A iniciativa do Estado em estimular moradias com “rendas mistas”, ou seja, unidades habitacionais com moradores de diferentes segmentos de renda (classe média, média-baixa e baixa) se torna importante para diminuir a segregação socioespacial urbana. Assim, permite que famílias de baixa renda tenham acesso a bairros com melhor infraestrutura e também favorece a interação e o convívio social entre moradores com diferentes níveis de renda e origens culturais. E ainda, como nos Estados Unidos, a proporção de pobres é maior entre latinos e negros, o conceito de habitação social favorece a diminuição da intolerância racial. Esses conceitos estão subentendidos na alternativa "b". 88. A O climograma I corresponde ao clima equatorial: quente, com baixa amplitude térmica, úmido, com chuvas abundantes (2479 mm) e bem distribuídas ao longo do ano. O climograma II é de clima polar: com frio intenso, baixa pluviosidade (109 mm) e amplitude térmica elevadíssima. O climograma III é de clima mediterrâneo (hemisfério norte): verão quente e seco, inverno frio e úmido, e média amplitude térmica. 89. D A alternativa correta é a letra “a” que é a área de número 4 — Centro Oeste do Brasil, domínio das Chapa-das Centrais cobertas por Cerrado (vegetação arbustiva). Nessa área o clima tropical representa uma estação seca bem pronunciada no Inverno. O lugar é o espaço de vivência, espaço vivido ou espaço apropriado pela vida. Assim, é um conceito geográfico que depende muito da experiência pessoal, individual. Os lugares apresentam elementos geográficos, identidades e regras. Onde moramos, descansamos, estudamos ou trabalhamos. 86. B 90. C A questão retrata o cancelamento de 90% da dívida cubana com a ex-URSS, dias antes da visita do líder russo Vladimir Putin a Cuba e outros países da América Latina em novembro de 2014. Essa situação resgata a parceria de longa data entre Cuba e a ex-URSS. Nesse período a URSS contribuiu com forte apoio econômico e comercial a Cuba. Entretanto, com o fim da URSS em 1991 as relações comerciais praticamente foram esquecidas. As medidas anunciadas indicam que a Rússia pretende buscar novas alianças com Cuba e os países A tirinha de Calvin retrata fielmente o desvio de comportamento. Ou seja, diferentemente do pretendido pelos pais, a possibilidade do acesso à mesada, desvirtuou os mecanismos de incentivo para o êxito. Assim, a compreensão e o entendimento do valor do dinheiro perdeu, rapidamente, lugar para a expectativa em torno de poder, prestígio, consumo e liberdade. Essas relações de estímulo e êxito são normas de cultura e reais possibilidades limitadas pela estrutura de classe. A alternativa “c” foi a que melhor demonstrou tal perspectiva.