MINISTÉRIO DA PESCA E AQUICULTURA SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E ORDENAMENTO DA AQUICULTURA RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2013 Brasília, Março de 2014 MINISTÉRIO DA PESCA E AQUICULTURA SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E ORDENAMENTO DA AQUICULTURA RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2013 Relatório de Gestão do exercício de 2013 apresentado aos órgãos de controle interno e externo como prestação de contas ordinárias anual a que esta Unidade está obrigada nos termos do art. 70 da Constituição Federal, elaborado de acordo com as disposições da IN TCU nº 63/2010, da DN TCU nº 127/2013, da Portaria TCU nº 175/2013 e da Norma de Execução nº 01/2013, aprovada pela Portaria CGU nº 133/2013. Unidade Individual: Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura Brasília, Março de 2014 2 SUMÁRIO Lista de Abreviações e Siglas ………………………………………………………………………. 5 Lista de Figuras e Quadros …………………………………………………………………………. 6 Introdução............................................................................................................................................ 8 1. Parte A, item 1, do Anexo II da DN TCU n.º 127, de 15/05/2013.............................................. 9 1.1 Identificação da Unidade Jurisdicionada ..................................................................................... 8 1.1.1 Relatório de Gestão Individual................................................................................................... 8 1.2 Finalidade e Competências Institucionais da Unidade …………………….…………......…… 10 1.3 Organograma Funcional ……………………………………………………………………… 12 1.4 Macroprocessos Finalísticos ………………………………………………………………...... 23 1.5 Macroprocessos de Apoio …………………………………………………………………..… 26 1.6 Principais Parceiros …………………………………………………………………………… 27 2. Parte A, item 2, do Anexo II da DN TCU n.º 127, de 15/05/2013............................................ 28 2.1 Planejamento da Unidade .............................................…………………………………….… 28 2.2. Programação orçamentária e financeira e resultados alcançados......................……………… 28 2.2.1 Programa Temático ..................................................................................................... 30 2.2.2 Objetivos ..................................................................................................................... 33 2.2.2.1 Análise Situacional ...................................................................................................36 2.2.3 Ações .............................................………………………………………………… 38 2.2.3.1 Ações - OFSS….............................………....…………………………………… 38 2.2.3.2 Ações/Subtítulos - OFSS….............................………....………………………… 38 2.2.3.5 Análise Situacional ................................................................................................... 63 3. Parte A, item 3, do anexo II da DN TCU n.º 127, de 15/05/2013............................................. 70 3.2 Avaliação do Funcionamento dos Controles Internos ………………………………………… 70 4. Parte A, item 4, do anexo II da DN TCU n.º 127, de 15/05/2013............................................. 72 4.1 Execução das Despesas .................................................................……………………….….... 72 4.1.1 Programação ....................................................................................……………………….... 72 4.4 Transferências de Recursos......................................................................................................... 75 4.4.1 Relação dos Instrumentos de Transferência Vigentes no Exercício........................................ 75 4.4.2 Quantidade de Instrumentos de Transferências Celebrados e Valores Repassados nos Três Últimos Exercícios ........................................................................................................................... 76 4.4.5 Análise Crítica......................................................................................................................... 77 5. Parte A, item 5, do Anexo II da DN TCU n.º127, de 15/05/2013............................................. 77 5.1 Estrutura de pessoal da unidade ……………………………………………………………… 77 3 5.1.1 Demonstração da Força de Trabalho à Disposição da Unidade Jurisdicionada …....……...... 77 5.1.1.1 Lotação ................................................................................................................................. 77 5.1.1.2 Situações que reduzem a força de trabalho da Unidade Jurisdicionada ................................78 5.1.2 Qualificação da Força de Trabalho ...………………….....………………………………….. 79 5.1.2.1 Estrutura de Cargos e de Funções...…….………….....………………………………..….. 79 5.1.2.2 Qualificação do Quadro de Pessoal da Unidade Jurisdicionada Segundo a Idade................ 80 5.1.2.3 Qualificação do Quadro de Pessoal da Unidade Jurisdicionada Segundo a Escolaridade.... 81 5.1.3 Custos de Pessoal da Unidade Jurisdicionada……………………………………….....…... 82 5.1.4 Composição do Quadro de Servidores Inativos e Pensionistas ............................................... 84 5.1.4.2 Demonstração das Origens das Pensões Pagas pela Unidade Jurisdicionada........................84 5.1.5 Cadastramento no Sisac............................................................................................................ 85 5.1.5.2 Atos Sujeitos à comunicação ao TCU ...................................................................................85 5.1.5.3 Regularidade do cadastro dos atos no Sisac ......................................................................... 86 5.1.5.4 Atos Sujeitos à Remessa ao TCU em meio físico ................................................................ 86 5.2 Terceirização de Mão de Obra Empregada e Contratação de Estagiários ................................. 87 5.2.2 Autorizações Expedidas pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão para Realização de Concursos Públicos para Substituição de Terceirizados ............................................87 5.2.6 Composição do Quadro de Estagiários .................................................................................... 87 6. Parte A, item 6, do Anexo II da DN TCU n.º 127, de 15/05/2013............................................ 88 6.2 Gestão do Patrimônio Imobiliário .............................................................................................. 88 6.2.2 Discriminação dos Bens Imóveis Sob a Responsabilidade da UJ, Exceto Imóvel funcional ..88 7. Parte A, item 7, do Anexo II da DN TCU n.º 127, de 15/05/2013............................................ 92 7.1 Gestão da Tecnologia da Informação e Gestão do Conhecimento ............................................. 92 7.1.1 Gestão de Tecnologia da Informação (TI) ............................................................................... 92 8. Parte A, item 8, do Anexo II da DN TCU n.º 127, de 15/05/2013............................................ 93 8.1 Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis .............................................................................. 93 9. Parte A, item 9, do Anexo II da DN TCU n.º 127, de 15/05/2013............................................ 96 9.1 Tratamento de deliberações exaradas em acórdão do TCU. ….......................………………... 96 9.2 Tratamento de Recomendações do OCI ..................................................................................... 96 9.2.1 Recomendações do Órgão de Controle Interno Atendidas no Exercício ................................ 96 9.4 Declaração de Bens e Rendas Estabelecida na Lei n°. 8.730/93 .............................................. 112 9.4.1 Situação do Cumprimento das Obrigações Impostas pela Lei n°. 8.730/93 ......................... 112 9.6 Alimentação SIASG E SICONV................................................................................................113 27 Parte B, item 15, do Anexo II da DN TCU Nº 127, DE 15/5/2013 ........................................... 114 27.1 Contratação de Consultores na Modalidade “Produto” .......................................................... 114 4 LISTA DE ABREVIAÇÕES E SIGLAS ANA – Agência Nacional de Águas BB – Banco do Brasil BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social CACER – Coordenação-Geral de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura Continental em Estabelecimentos Rurais e em Áreas Urbanas CAMER – Coordenação-Geral de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura Marinha em Estabelecimentos Rurais e em Áreas Urbanas CGU – Controladoria-Geral da União CNPq – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico COAC – Coordenação-Geral de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura em Águas da União Continental Codevasf – Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba COMAR – Coordenação-Geral de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura em Águas da União Marinhas CPC – Coordenação-Geral de Prestação de Contas CRH – Coordenação-Geral de Recursos Humanos DAER – Departamento de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura em Estabelecimentos Rurais e Áreas Urbanas DCC – Desenvolvimento de Comunidades Costeiras DEAU – Departamento de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura em Águas da União DN – Decisão Normativa Dnocs – Departamento Nacional de Obras Contra as Secas DOU – Diário Oficial da União FAO – Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação FBB – Fundação Banco do Brasil Inmetro – Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia LOA – Lei Orçamentária Anual MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação MI – Ministério da Intergração Nacional MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário MDS – Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome MPA – Ministério da Pesca e Aquicultura MPOG – Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão PAqs – Parques Aquícolas PPA – Plano Plurianual do Governo Federal SE – Secretaria-Executiva SEAP/PR – Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca da Presidência da República SEIF – Secretaria de Infraestrutura e Fomento da Pesca e Aquicultura SEMOC – Secretaria de Monitoramento e Controle da Pesca e Aquicultura SEPOA – Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura SEPOP – Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Pesca SIAFI – Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal SICONV – Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse SIGPlan – Sistema de Informações Gerenciais e de Planejamento SPOA – Subsecretaria de Planejemento, Orçamento e Administração SPU – Secretaria do Patrimônio da União Sudene – Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste TCU – Tribunal de Contas da União UDs – Unidades Demonstrativas UHEs – Usinas Hidrelétricas UJ – Unidade Jurisdicionada 5 LISTA DE FIGURAS E QUADROS Quadro A.1.1.1 – Identificação da UJ – Relatório de Gestão Individual............................................................9 1.3 Organograma Funcional.............................................................................................................................12 Quadro A.2.2.1 – Programa Temático ............................................................................................................ 32 Quadro A.2.2.2 – Objetivo ............................................................................................................................. 33 Quadro A.2.2.3.1 – AÇÕES – OFSS ............................................................................................................. 38 Quadro A.2.2.3.2 – AÇÃO/SUBTÍTULOS – OFSS .................................................................................... 38 Quadro A.3.2 – Avaliação do Sistema de Controles Internos da UJ............................................................ 70 Quadro A.4.1.1 – Programação de Despesas ......................................................................................... 72 Quadro A.4.4 – Ações Vinculadas a Programa Temático de Responsabilidade da UJ............................... 72 Quadro A.4.4.1 – Caracterização dos instrumentos de transferências vigentes no exercício de referência .......................................................................................................................................... 75 Quadro A.4.4.2 – Resumo dos instrumentos celebrados pela UJ nos três últimos exercícios ......... 76 Quadro A.5.1.1.1 – Força de Trabalho da UJ – Situação apurada em 31/12 ............................................... 77 Quadro A.5.1.1.2 – Situações que reduzem a força de trabalho da UJ........................................................... 77 Quadro A.5.1.2.1 – Detalhamento da estrutura de cargos em comissão e funções gratificadas da UJ ........78 Quadro A.5.1.2.2 – Quantidade de servidores da UJ por faixa etária ............................................................80 Quadro A.5.1.2.3 – Quantidade de servidores da UJ por nível de escolaridade ..........................................80 Quadro A.5.1.3 - Quadro de custos de pessoal no exercício de referência e nos dois anteriores ................ 82 Quadro A.5.1.4.1 - Composição do Quadro de Servidores Inativos ............................................................ 84 Quadro A.5.1.4.2 - Instituidores de Pensão ................................................................................................... 84 Quadro A.5.1.5.1 – Atos Sujeitos ao Registro do TCU ................................................................................. 85 Quadro A.5.1.5.2 – Atos Sujeitos à Comunicação ao TCU ............................................................................85 Quadro A.5.1.5.3 – Regularidade do cadastro dos atos no Sisac ................................................................. 86 Quadro A.5.1.5.4 – Atos sujeitos à remessa física ao TCU ...........................................................................86 Quadro A.5.2.2 – Autorizações para realização de concursos públicos ou provimento adicional para substituição de terceirizados ......................................................................................................................... 87 Quadro A.5.2.6 - Composição do Quadro de Estagiários ..............................................................................87 6 Quadro A.6.2.2 – Discriminação dos Bens Imóveis de Propriedade da União sob responsabilidade da UJ, exceto Imóvel Funcional ............................................................................................................................... 88 Quadro A.7.1 – Gestão de TI da UJ .............................................................................................................. 92 Quadro A.8.1 - Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis ......................................................................... 93 Quadro A.9.2.1 - Relatório de cumprimento das recomendações do OCI..................................................... 95 Quadro A.9.4.1 Demonstrativo do cumprimento, por autoridades e servidores da UJ, da obrigação de entregar a DBR .............................................................................................................................................. 112 Quadro A.9.6 Modelo de declaração de inserção e atualização de dados no SIASG e SICONV ....................................................................................................................................................................... 113 Quadro B.15.1 - Consultores contratados na modalidade “produto” no âmbito dos projetos de cooperação técnica com organismos internacionais.......................................................................................................... 122 7 INTRODUÇÃO Estruturação do Relatório de Gestão O presente Relatório de Gestão Individual, referente ao exercício de 2013, da Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura (SEPOA), vinculada ao Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), elaborado em consonância com as disposições elaborado de acordo com as disposições da IN TCU nº 63/2010, da DN 127/2013, da Portaria TCU nº 175/2013 e da Norma de Execução nº 01/2013, aprovada pela Portaria CGU nº 133/2013, encontra-se estruturado em três capítulos. O primeiro capítulo, correspondente a esta “Introdução”, trata, de forma objetiva, dos seguintes assuntos: (i) da estruturação do Relatório de Gestão; (ii) justificação dos itens da Decisão Normativa TCU nº 127/2013, Anexo II, que não se aplicam à natureza desta Unidade Jurisdicionada (UJ), e daqueles que, (iii) apesar de se aplicarem à natureza desta unidade, não houve ocorrências no exercício em análise; (iv) apontamento das principais realizações da gestão no exercício e (v) das principais dificuldades para a realização dos objetivos da unidade jurisdicionada, e, finalmente, (vi) dos planos e projetos concretos para no exercício de 2013. O segundo capítulo, equivalente ao “Desenvolvimento”, contempla os conteúdos estabelecidos no Anexo II da Decisão Normativa TCU nº 127/2013 aplicáveis a esta UJ. Ao cabo, no terceiro capítulo, denominado “Resultados e Conclusões”, são abordadas informações sucintas acerca da atuação desta unidade frente aos objetivos traçados para o exercício de 2013, juntamente com as principais ações a serem desenvolvidas no exercício 2014, no intuito de mitigar as dificuldades encontradas para a realização dos objetivos da UJ no exercício em tela. Itens do Anexo II da Decisão Normativa TCU nº 127/2013 que não se aplicam à natureza da Unidade Não se aplicam à natureza desta UJ os seguintes itens do Anexo II da Decisão Normativa TCU nº 127/2013: 1.1.2, 1.1.3, 1.1.4, 2.2.3.3, 2.2.3.4, 2.3, 3.1, 3.3, 3.4, 3.5, 3.6, 4.1.1.1, 4.1.2, 4.1.3, 4.1.3.7, 4.2, 4.3, 4.4.3, 4.4.4, 4.5, 4.6, 4.7, 5.1.4.1, 5.1.5.1, 5.1.6, 5.1.7, 5.1.8, 5.2.1, 5.2.3, 5.2.4, 5.2.5, 6.1, 6.2.1, 6.2.3, 6.3, 7.1.1, 8.2, 9.1.1, 9.1.2, 9.2.2, 9.3, 9.4.2, 9.5, 10, 11, 12, e na Parte B apenas o item 27 se aplica a esta UJ. 8 1. PARTE A, ITEM 1, DO ANEXO II DA DN TCU N.º 127, de 15/05/2013 1.1 Identificação da Unidade Jurisdicionada 1.1.1 Relatório de Gestão Individual Quadro A.1.1.1 - Identificação da UJ – Relatório de Gestão Individual Poder e Órgão de Vinculação Poder: Executivo Órgão de Vinculação: Ministério da Pesca e Aquicultura Código SIORG: 72083 Identificação da Unidade Jurisdicionada Denominação completa: Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura Denominação abreviada: SEPOA Código SIORG: 103994 Código LOA: Não se aplica Código SIAFI: 580005 Situação: Ativa Natureza Jurídica: Órgão Público Principal Atividade: Aquicultura Código CNAE: A 03 032 Telefones/Fax de contato: (061) 2023-3000 (061) 2023-3714 (061) 2023-3911 E-mail: [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected] Página na Internet: http://www.mpa.gov.br Endereço Postal: SBS, Quadra 2, Lote 10, Bloco “J”, Ed. Carlton Tower, 9º andar 70070-120 – Brasília – DF Normas relacionadas à Unidade Jurisdicionada Normas de criação e alteração da Unidade Jurisdicionada Lei nº 11.958, de 26.6.2009, publicada no DOU de 29.6.2009 – Dispõe sobre a transformação da Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca da Presidência da República em Ministério da Pesca e Aquicultura; Decreto nº 6.972, de 29.9.2009, publicado no DOU de 30.9.2009 – Aprova a Estrutura e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções Gratificadas do Ministério da Pesca e Aquicultura, e dá outras providências. Outras normas infralegais relacionadas à gestão e estrutura da Unidade Jurisdicionada Portaria nº 523, de 2.12.2010, publicada no DOU de 3.12.2010 – Aprova o Regimento Interno do Ministério da Pesca e Aquicultura. Manuais e publicações relacionadas às atividades da Unidade Jurisdicionada Unidades Gestoras e Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada Unidades Gestoras relacionadas à Unidade Jurisdicionada Código SIAFI Nome 110008 Ministério da Pesca e Aquicultura Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada Código SIAFI Nome 00001 Tesouro Relacionamento entre Unidades Gestoras e Gestões Código SIAFI da Unidade Gestora Código SIAFI da Gestão 110008 00001 9 1.2 Finalidade e Competências Institucionais da Unidade Nos termos do Decreto nº 6.972, de 29 de setembro de 2009, publicado no DOU de 30 de setembro de 2009, que aprova a Estrutura Regimental do Ministério da Pesca e Aquicultura, a Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura, órgão específico singular do Ministério da Pesca e Aquicultura, é composta pelo Departamento de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura em Águas da União e pelo Departamento de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura em Estabelecimentos Rurais e Áreas Urbanas. Nos termos da Portaria nº 523, de 2 de dezembro de 2010, publicada no DOU de 3 de dezembro de 2010, do Ministério da Pesca e Aquicultura, que aprova o Regimento Interno do Ministério da Pesca e Aquicultura, o Departamento de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura em Águas da União é composto pela Coordenação-Geral de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura em Águas da União Continental e pela Coordenação-Geral de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura em Águas da União Marinhas. Por seu turno, o Departamento de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura em Estabelecimentos Rurais e Áreas Urbanas é composto pela Coordenação-Geral de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura Continental em Estabelecimentos Rurais e em Áreas Urbanas e pela Coordenação-Geral de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura Marinha em Estabelecimentos Rurais e em Áreas Urbanas. Esquematicamente, tem-se a seguinte estrutura (ver item 1.3): Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura - SEPOA: 1. Departamento de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura em Águas da União - DEAU: 1.1. Coordenação-Geral de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura em Águas da União Continental - COAC; 1.2. Coordenação-Geral de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura em Águas da União Marinhas - COMAR. 2. Departamento de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura em Estabelecimentos Rurais e Áreas Urbanas - DAER: 2.1. Coordenação-Geral de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura Continental em Estabelecimentos Rurais e em Áreas Urbanas - CACER; 2.2. Coordenação-Geral de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura Marinha em Estabelecimentos Rurais e em Áreas Urbanas - CAMER. Objetivos estratégicos O programa “2052 – Desenvolvimento Sustentável da Aquicultura” é um programa finalístico expresso no PPA e no plano “Mais Pesca e Aquicultura” – Plano de Desenvolvimento Sustentável (2012-2015), fruto de um processo de planejamento participativo, e que prevê investimentos importantes, focados na superação dos entraves para o desenvolvimento sustentável do setor aquícola e pesqueiro. O objetivo do aludido Plano é promover o desenvolvimento sustentável do setor pesqueiro e aquícola, articulando todos aqueles envolvidos com a pesca e a aquicultura, 10 consolidando uma política de Estado com inclusão social e contribuindo para a segurança e soberania alimentar do Brasil. O plano “Mais Pesca e Aquicultura” tem por diretrizes: i) consolidar uma política de Estado; ii) inclusão social; iii) estruturação da cadeia produtiva; iv) fortalecimento do mercado interno; v)sustentabilidade ambiental; vi) organização do setor; e vii) abordagem territorial. As ações do programa “2052” são abrangentes, atingindo todas as etapas de produção, transformação e comercialização da cadeia produtiva aquícola. Dentre as principais ações que compõem um volume de recursos destacam-se: i) o Apoio ao Funcionamento das Unidades Integrantes da Cadeia Produtiva da Aquicultura, com vistas a potencializar as estruturas de produção de formas jovens, cultivo, beneficiamento e comercialização; ii) o Ordenamento Territorial da Aquicultura, com a finalidade de efetuar o ordenamento da aquicultura continental e marinha nos distintos espaços territoriais, com observância dos aspectos locais e das interfaces com os demais planos de gestão territorial; iii) o Fomento à Aquicultura Familiar, com a finalidade de desenvolver a aquicultura continental e marinha como alternativa de renda em módulos familiares de produção; iv) o Apoio à Implantação de Unidades Demonstrativas de Aquicultura, com vistas a apoiar a implantação e operação de unidades demonstrativas de produção aquícola, compreendendo processos de engorda de organismos aquáticos, incluindo microalgas, e a larvicultura ou produção de formas jovens destinadas à difusão tecnológica e capacitação de produtores e técnicos; e v) o Apoio à Implementação da Aquicultura em Águas Públicas, com o fito de promover a ocupação ordenada das águas públicas e a democratização do acesso à água como meio de produção. 11 1.3 Organograma Funcional SEPOA Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura DEAU Departamento de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura em Águas da União COAC Coordenação-Geral de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura em Águas da União Continental COMAR Coordenação-Geral de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura em Águas da União Marinhas DAER Departamento de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura em Estabelecimentos Rurais e Áreas Urbanas CACER Coordenação-Geral de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura Continental em Estabelecimentos Rurais e em Áreas Urbanas CAMER Coordenação-Geral de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura Marinha em Estabelecimentos Rurais e em Áreas Urbanas 12 As competências institucionais da SEPOA encontram-se disciplinadas nos arts. 8º a 10° do Decreto nº 6.972/2009 e, mais detalhadamente, nos arts. 24 a 30 da Portaria nº 523/2010 MPA/GM, quais são: Subseção I Da Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura Art. 24. À Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura - SEPOA compete: I - promover o planejamento da aquicultura, fazendo a prospecção de cenários com base nas políticas e diretrizes governamentais para a aquicultura; II - propor normas das atividades de aquicultura em águas da união, em estabelecimentos rurais e urbanos; III - formular, supervisionar e avaliar políticas, programas e ações para o setor da aquicultura; IV - acompanhar o desdobramento das diretrizes em metas e o estabelecimento dos respectivos indicadores de desempenho para a aquicultura; V - estabelecer critérios, normas e padrões técnicos para acesso aos programas de sua área de competência no Ministério; VI - implementar as ações decorrentes de tratados, acordos e convênios com governos estrangeiros e organismos nacionais e internacionais relativos aos assuntos de sua competência, em articulação com os demais órgãos do Ministério; VII - coordenar e orientar a instalação de áreas e parques aquícolas, projetos produtivos e demonstrativos de aquicultura e de pesquisa em aquicultura em águas da União, na forma da legislação vigente; VIII - propor a programação e acompanhar a implementação de capacitação e treinamento de recursos humanos e colaboradores, em atendimento às demandas técnicas específicas; IX - auxiliar o Ministro de Estado na definição das diretrizes e na implementação de ações do Ministério; X - subsidiar a Assessoria de Ação Estratégica e Articulação Institucional com informações específicas necessárias para a operacionalização do planejamento estratégico do Ministério; XI - colaborar com a Secretaria de Infraestrutura e Fomento da Pesca e Aquicultura - SEIF na elaboração de diretrizes relacionadas às ações de pesquisa, crédito, assistência técnica e extensão rural e comercialização; XII - firmar contratos de autorização de uso de águas de domínio da União; XIII - exercer outras atribuições que lhe forem cometidas pelo Ministro de Estado. Art. 25. Ao Departamento de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura em Águas da União DEAU compete: I - ordenar as atividades aquícolas em águas de domínio da União; 13 II - executar, através do Sistema Nacional de Autorização de Uso de Águas da União, o geoprocessamento aplicado ao planejamento da aquicultura em águas da União; III - promover estudos sobre zoneamento aquícola, visando subsidiar a expansão sustentável da aquicultura; IV - efetuar estudos para a identificação de áreas potenciais para a prática da aquicultura em águas de domínio da União; V - referenciar geograficamente as faixas ou áreas de preferência, os parques e áreas aquícolas e as unidades demonstrativas e de pesquisa; VI - criar e manter o banco de dados das autorizações de uso do espaço físico em águas de domínio da União; VII - executar a instalação de áreas e parques aquícolas, projetos produtivos e demonstrativos de aquicultura e de pesquisa em aquicultura em águas públicas da União, na forma da legislação vigente; VIII - desenvolver, adotar e difundir formas, mecanismos e métodos para a classificação de produtos da aquicultura; IX - analisar documentos e emitir pareceres técnicos em assuntos de regulamentação e fomento da aquicultura em águas de domínio da União; X - implementar e supervisionar as Plataformas Tecnológicas das cadeias produtivas aquícolas; XI - desenvolver e promover ações de verticalização da produção do pescado oriundo da aquicultura, como mecanismo de agregação de valor e aumento da renda do setor; XII - promover auditorias operacionais das atividades e projetos pertinentes a sua área de competência; XIII - propor, subsidiar, articular, avaliar e mediar os processos de negociação dos intercâmbios, convênios, acordos de cooperação, tratados e contratos, nacionais e internacionais, relacionados ao uso da atividade de aquicultura em águas de domínio da União; XIV - desenvolver e promover ações de diagnóstico, planejamento e gestão das cadeias de produção, visando à verticalização da produção do pescado oriundo da aquicultura, potencializando a cooperação e competitividade sistêmica da cadeia e de seus agentes econômicos, com equidade e sustentabilidade, como mecanismo de agregação de valor e aumento da renda do setor; XV - planejar e implementar ações de capacitação e gestão participativa nas diferentes dimensões da cadeia produtiva do pescado cultivado em águas da União; XVI - elaborar, propor e estabelecer critérios, padrões, procedimentos e normas para uso da atividade de aquicultura em águas de domínio da União; XVII - dirigir o Sistema Nacional de Autorização de Uso de Águas da União - SINAU; XVIII - administrar os parques aquícolas; XIX - exercer outras atribuições que lhe forem cometidas pelo Secretário de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura. 14 Art. 26. À Coordenação-Geral de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura em Águas da União Continentais - COAC compete: I - dirigir as atividades aquícolas em águas de domínio da União continentais; II - elaborar, propor e estabelecer critérios, padrões, procedimentos e normas para uso da atividade de aquicultura em águas de domínio da União continentais; III - definir parâmetros e critérios metodológicos para a delimitação de parques aquícolas continentais; IV - efetuar estudos para a identificação de áreas potenciais para a prática da aquicultura em águas de domínio da União continentais; V - promover estudos sobre zoneamento aquícola, visando a subsidiar a expansão sustentável e competitiva das cadeias produtivas da aquicultura em águas de domínio da União continentais; VI - promover, apoiar e acompanhar a geração de conhecimentos científicos, tecnológicos, ambientais e socioeconômicos essenciais, como suporte ao estabelecimento de normas, critérios e padrões para uso da atividade de aquicultura em águas de domínio da União continentais; VII - coordenar, supervisionar, regulamentar e orientar a execução e implementação das ações e atividades relacionadas ao uso da atividade de aquicultura em águas de domínio da União continentais; VIII - executar e gerenciar a instalação de áreas e parques aquícolas, projetos produtivos e demonstrativos de aquicultura em águas de domínio da União continentais, na forma da legislação vigente; IX - atuar nos processos de demarcação, regularização, coordenação e gestão de unidades demonstrativas em águas de domínio da União continentais; X - desenvolver, adotar e difundir formas, mecanismos e métodos para a classificação de produtos da aquicultura em águas de domínio da União continentais; XI - acompanhar, avaliar e monitorar as atividades de estudo e pesquisa implementadas pelas instituições parceiras para uso da atividade de aquicultura em águas de domínio da União continentais; XII- orientar, aprovar e coordenar a elaboração e execução dos planos de ação para uso da atividade de aquicultura em águas de domínio da União continentais; XIII - monitorar, supervisionar e avaliar a implantação dos planos de ação para uso da atividade de aquicultura em águas de domínio da União continentais; XIV- formalizar parcerias visando a construir, ampliar e dar funcionamento para estruturas, laboratórios e unidades de pesquisa para o desenvolvimento de tecnologias de cultivo de formas jovens de organismos aquáticos continentais; XV - analisar documentos e emitir pareceres técnicos em assuntos de aquicultura em águas de domínio da União continentais; XVI - definir critérios de gestão do uso sustentável das águas de domínio da União continentais; 15 XVII - difundir técnicas e tecnologias que promovam o desenvolvimento sustentável da aquicultura em águas de domínio da União continentais; XVIII - acompanhar os resultados da execução das ações de fiscalização da atividade de aquicultura em águas de domínio da União continentais; XIX - elaborar, propor, subsidiar, articular, avaliar e mediar os processos de negociação dos intercâmbios, convênios, acordos e tratados (nacionais e internacionais), relacionados ao uso da atividade de aquicultura em águas de domínio da União continentais; XX - coordenar, interagir, compartilhar, prestar apoio e orientação técnica às ações de execução e implementação dos projetos de uso de águas de domínio da União continentais; XXI - implementar e supervisionar componentes das plataformas tecnológicas das cadeias produtivas aquícolas baseadas em águas da União continentais; XXII - desenvolver e promover ações de diagnóstico, planejamento e gestão das cadeias de produção, visando à verticalização da produção do pescado oriundo da aquicultura, potencializando a cooperação e competitividade sistêmica da cadeia e de seus agentes econômicos, com equidade e sustentabilidade, como mecanismo de agregação de valor e aumento da renda do setor; XXIII - implementar ações de capacitação e gestão participativa nas diferentes dimensões da cadeia produtiva do pescado cultivado em águas da União continentais; XXIV - subsidiar, articular, propor e mediar ações inter e intragovernamentais para o uso em águas de domínio da União continentais; XXV - elaborar termos de referência que abordem temas relativos a estudos ambientais e socioeconômicos, projetos de sinalização náutica, ou outros que se façam necessários para o pleno desenvolvimento das atividades de zoneamento aquícola; XXVI - exercer outras atribuições que lhe forem cometidas pelo Diretor do Departamento de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura em Águas da União. Art. 27. À Coordenação-Geral de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura em Águas da União Marinhas - COMAR compete: I - ordenar as atividades aquícolas em águas de domínio da União marinhas; II - elaborar, propor e estabelecer critérios, padrões, procedimentos e normas para uso da atividade de aquicultura em águas de domínio da União marinhas; III - definir parâmetros e critérios metodológicos para a delimitação de parques aquícolas marinhos; IV - efetuar estudos para a identificação de áreas potenciais para a prática da aquicultura em águas de domínio da União marinhas; V - promover estudos sobre zoneamento aquícola, visando a subsidiar a expansão sustentável e competitiva das cadeias produtivas da aquicultura em águas de domínio da União marinhas; 16 VI - promover, apoiar e acompanhar a geração de conhecimentos científicos, tecnológicos, ambientais e socioeconômicos essenciais, como suporte ao estabelecimento de normas, critérios e padrões para uso da atividade de aquicultura em águas de domínio da União marinhas; VII - coordenar, supervisionar, regulamentar e orientar a execução e implementação das ações e atividades relacionadas ao uso da atividade de aquicultura em águas de domínio da União marinhas; VIII - executar e gerenciar a instalação de áreas e parques aquícolas, projetos produtivos e demonstrativos de aquicultura em águas de domínio da União marinhas, na forma da legislação vigente; IX - atuar nos processos de demarcação, regularização, coordenação e gestão de unidades demonstrativas em águas de domínio da União marinhas; X - desenvolver, adotar e difundir formas, mecanismos e métodos para a classificação de produtos da aquicultura em águas de domínio da União marinhas; XI - acompanhar, avaliar e monitorar as atividades de estudo e pesquisa implementadas pelas instituições parceiras para uso da atividade de aquicultura em águas de domínio da União marinhas; XII- orientar, aprovar e coordenar a elaboração e execução dos planos de ação para uso da atividade de aquicultura em águas de domínio da União marinhas; XIII - monitorar, supervisionar e avaliar a implantação dos planos de ação para uso da atividade de aquicultura em águas de domínio da União marinhas; XIV- formalizar parcerias visando a construir, ampliar e dar funcionamento para estruturas, laboratórios e unidades de pesquisa para o desenvolvimento de tecnologias de cultivo de formas jovens de organismos aquáticos marinhas; XV - analisar documentos e emitir pareceres técnicos em assuntos de aquicultura em águas de domínio da União marinhas; XVI - definir critérios de gestão do uso sustentável das águas de domínio da União marinhas; XVII - difundir técnicas e tecnologias que promovam o desenvolvimento sustentável da aquicultura em águas de domínio da União marinhas; XVIII - acompanhar os resultados da execução das ações de fiscalização da atividade de aquicultura em águas de domínio da União marinhas; XIX - elaborar, propor, subsidiar, articular, avaliar e mediar os processos de negociação dos intercâmbios, convênios, acordos e tratados (nacionais e internacionais), relacionados ao uso da atividade de aquicultura em águas de domínio da União marinhas; XX - coordenar, interagir, compartilhar, prestar apoio e orientação técnica às ações de execução e implementação dos projetos de uso de águas de domínio da União marinhas; XXI - implementar e supervisionar componentes das plataformas tecnológicas das cadeias produtivas aquícolas baseadas em águas da União marinhas; 17 XXII - desenvolver e promover ações de diagnóstico, planejamento e gestão das cadeias de produção, visando à verticalização da produção do pescado oriundo da aquicultura, potencializando a cooperação e competitividade sistêmica da cadeia e de seus agentes econômicos com equidade e sustentabilidade, como mecanismo de agregação de valor e aumento da renda do setor; XXIII - implementar ações de capacitação e gestão participativa nas diferentes dimensões da cadeia produtiva do pescado cultivado em águas da União marinhas; XXIV - subsidiar, articular, propor e mediar ações inter e intragovernamentais para o uso em águas de domínio da União marinhas; XXV - elaborar termos de referência que abordem temas relativos a estudos ambientais e socioeconômicos, projetos de sinalização náutica, ou outros que se façam necessários para o pleno desenvolvimento das atividades de zoneamento aquícola; XXVI - exercer outras atribuições que lhe forem cometidas pelo Diretor do Departamento de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura em Águas da União. Parágrafo único. Caberá à COMAR a gerência do Sistema Nacional de Autorização de Uso de Águas da União - SINAU. Art. 28. Ao Departamento de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura em Estabelecimentos Rurais e Áreas Urbanas - DAER compete: I - propor planos, projetos, programas e atividades relacionados ao fomento e ao desenvolvimento da aquicultura em estabelecimentos rurais e urbanos; II - identificar os entraves do setor e induzir pesquisas para o desenvolvimento e fortalecimento da aquicultura continental e marinha em estabelecimentos rurais; III - auxiliar na organização do setor produtivo, operacionalizando grupos gestores interinstitucionais e multidisciplinares para atuação como fóruns na definição de demandas e soluções para o setor da aquicultura continental e marinha em estabelecimentos rurais; IV - propor regulamentações e códigos de conduta que visem assegurar a qualidade do produto e a sustentabilidade técnica, econômica, social e ambiental dos empreendimentos de aquicultura em estabelecimentos rurais; V - identificar demandas de infraestrutura para a aquicultura continental e marinha em estabelecimentos rurais; VI - promover o ordenamento das atividades aquícolas em estabelecimentos rurais e em áreas urbanas; VII - promover estudos sobre zoneamento aquícola, visando a subsidiar a expansão sustentável das cadeias produtivas da aquicultura; VIII - promover estudos para a identificação de áreas potenciais para a prática da aquicultura em estabelecimentos rurais e em áreas urbanas; IX - apoiar e participar do planejamento, do desenvolvimento, da adoção e da difusão de formas, mecanismos e métodos para a classificação de produtos da aquicultura; 18 X - planejar, implementar e supervisionar componentes das plataformas tecnológicas das cadeias produtivas aquícolas; XI - desenvolver e promover ações de diagnóstico, planejamento e gestão das cadeias produtivas, visando à verticalização da produção do pescado oriundo da aquicultura, potencializando a cooperação e competitividade sistêmica da cadeia e de seus agentes econômicos com equidade e sustentabilidade, como mecanismo de agregação de valor e aumento da renda do setor; XII - propor, subsidiar, articular, avaliar e mediar os processos de negociação dos intercâmbios, convênios, acordos de cooperação, tratados e contratos, nacionais e internacionais, relacionados à aquicultura; XIII - apoiar e participar do planejamento e da implementação de ações de capacitação e gestão participativa nas diferentes dimensões da cadeia produtiva da aquicultura em estabelecimentos rurais e em áreas urbanas; XIV - elaborar, propor e estabelecer critérios, padrões, procedimentos e normas para o desenvolvimento sustentável da aquicultura em estabelecimentos rurais e em áreas urbanas; XV - exercer outras atribuições que lhe forem cometidas pelo Secretário de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura. Art. 29. À Coordenação-Geral de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura Continental em Estabelecimentos Rurais - CACER compete: I - coordenar, analisar, acompanhar e fiscalizar ações relativas ao desenvolvimento e ao ordenamento da aquicultura praticada em águas doces de domínio estadual e em estabelecimentos rurais e em áreas urbanas; II - assessorar tecnicamente os dirigentes do Ministério nas questões inerentes ao desenvolvimento de atividades dulciaquícolas executadas em águas de domínio estadual e em estabelecimentos rurais e em áreas urbanas; III - elaborar editais, termos de referência, minutas de instrumentos legais e outros documentos que venham a servir de base técnica e legal para as ações de desenvolvimento sustentável da aquicultura nas áreas de atuação desta Coordenação; IV - identificar demandas de ações de apoio ao desenvolvimento sustentável da aquicultura nos ambientes acima especificados e orientar entidades públicas e privadas sem fins lucrativos na elaboração de propostas de atividades que venham a atender tais demandas; V - elaborar relatórios relativos às ações sob a responsabilidade da Coordenação; VI - coordenar e apoiar o desenvolvimento da cadeia produtiva da aquicultura continental em estabelecimentos rurais e em áreas urbanas relativas à aquicultura familiar, unidades demonstrativas em águas estaduais e estabelecimentos rurais e em áreas urbanas, unidades de beneficiamento de pescado cultivado e unidades produtoras de formas jovens, entre outras; VII - coordenar e apoiar os planos, projetos, programas e atividades relacionados ao fomento e ao desenvolvimento da aquicultura continental em estabelecimentos rurais em áreas urbanas e águas de domínio estadual; 19 VIII - auxiliar na formulação, organização e avaliação das políticas, programas e ações voltadas para o setor produtivo da aquicultura continental em estabelecimentos rurais em áreas urbanas e águas de domínio estadual; IX - auxiliar na identificação e proposição de demandas de pesquisas, políticas, ações e infraestrutura voltadas para a aquicultura continental em estabelecimentos rurais em áreas urbanas e águas de domínio estadual; X - estabelecer critérios, normas e padrões técnicos para acesso aos programas de aquicultura continental em estabelecimentos rurais em áreas urbanas e águas de domínio estadual; XI - auxiliar e executar as ações decorrentes de tratados, acordos e convênios relativos à aquicultura continental, em articulação com os demais órgãos do Ministério; XII - identificar as necessidades e propor treinamento e capacitação dos servidores de suas respectivas unidades; XIII - promover a produção de materiais técnicos didáticos, que tenham interface com a aquicultura; XIV - apoiar e participar de programas de assistência técnica e extensão rural, acesso aos mercados, capacitação e profissionalização, bem como da elaboração de legislação voltados à aquicultura; XV- propor a formalização de parcerias visando a construir, ampliar e dar funcionamento para estruturas, laboratórios e unidades de pesquisa para o desenvolvimento de tecnologias de cultivo de formas jovens de organismos aquáticos continentais; XVI - subsidiar e articular os processos de negociação dos intercâmbios, convênios, acordos e tratados (nacionais e internacionais), relacionados ao uso da atividade de aquicultura em águas continentais; XVII - desenvolver e promover ações de diagnóstico, planejamento e gestão das cadeias de produção, visando à verticalização da produção do pescado oriundo da aquicultura, potencializando a cooperação e competitividade sistêmica da cadeia e de seus agentes econômicos com equidade e sustentabilidade, como mecanismo de agregação de valor e aumento da renda do setor, em cooperação com os demais órgãos do Ministério; XVIII - elaborar termos de referência que abordem temas relativos a estudos ambientais e socioeconômicos, ou outros que se façam necessários para o pleno desenvolvimento das atividades de zoneamento aquícola; XIX - exercer outras atribuições que lhe forem cometidas pelo Diretor do Departamento de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura em Estabelecimentos Rurais e em Áreas Urbanas. Art. 30. À Coordenação-Geral de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura Marinha em Estabelecimentos Rurais - CAMER compete: I - coordenar, analisar, acompanhar e fiscalizar ações relativas ao desenvolvimento e ao ordenamento da aquicultura marinha praticada em estabelecimentos rurais e em áreas urbanas; 20 II - assessorar tecnicamente os dirigentes do Ministério nas questões inerentes ao desenvolvimento da aquicultura marinha praticada em estabelecimentos rurais e em áreas urbanas; III - elaborar editais, termos de referência, minutas de instrumentos legais e outros documentos que venham a servir de base técnica e legal para as ações de desenvolvimento sustentável da aquicultura nas áreas de atuação desta Coordenação; IV - identificar demandas de ações de apoio ao desenvolvimento sustentável da aquicultura marinha praticada em estabelecimentos rurais e em áreas urbanas e orientar entidades públicas e privadas sem fins lucrativos na elaboração de propostas de atividades que venham a atender a tais demandas; V - elaborar relatórios relativos às ações sob a responsabilidade da Coordenação-Geral; VI - coordenar e apoiar o desenvolvimento da cadeia produtiva da aquicultura marinha praticada em estabelecimentos rurais e em áreas urbanas relativas à aquicultura familiar, unidades demonstrativas, unidades de beneficiamento de pescado cultivado, unidades produtoras de formas jovens, bem como a promoção de capacitação, assistência técnica e eventos relacionados à aquicultura marinha; VII - coordenar e apoiar os planos, projetos, programas e atividades relacionados ao fomento e ao desenvolvimento da aquicultura marinha praticada em estabelecimentos rurais e em áreas urbanas; VIII - auxiliar na formulação, organização e avaliação das políticas, programas e ações voltadas para o setor produtivo da aquicultura marinha praticada em estabelecimentos rurais e em áreas urbanas; IX - auxiliar na identificação e proposição de demandas de pesquisas, políticas, ações e infraestrutura voltadas para a aquicultura marinha praticada em estabelecimentos rurais e em áreas urbanas; X - estabelecer critérios, normas e padrões técnicos para acesso aos programas de aquicultura marinha praticada em estabelecimentos rurais e em áreas urbanas; XI - auxiliar e executar as ações decorrentes de tratados, acordos e convênios relativos à aquicultura marinha, em articulação com os demais órgãos do Ministério; XII - identificar as necessidades e propor treinamento e capacitação dos servidores de suas respectivas unidades; XIII - promover a produção de materiais técnicos didáticos, que tenham interface com a aquicultura; XIV - apoiar e participar de programas de assistência técnica e extensão rural, acesso aos mercados, capacitação e profissionalização, bem como da elaboração de legislação voltados para a aquicultura; XV - propor a formalização de parcerias visando a construir, ampliar e dar funcionamento para estruturas, laboratórios e unidades de pesquisa para o desenvolvimento de tecnologias de cultivo de formas jovens de organismos aquáticos marinhos; 21 XVI - subsidiar e articular os processos de negociação dos intercâmbios, convênios, acordos e tratados (nacionais e internacionais), relacionados ao uso da atividade de aquicultura em águas marinhas; XVII - desenvolver e promover ações de diagnóstico, planejamento e gestão das cadeias de produção, visando à verticalização da produção do pescado oriundo da aquicultura, potencializando a cooperação e competitividade sistêmica da cadeia e de seus agentes econômicos com equidade e sustentabilidade, como mecanismo de agregação de valor e aumento da renda do setor, em cooperação com os demais órgãos do Ministério; XVIII - elaborar termos de referência que abordem temas relativos a estudos ambientais e socioeconômicos, ou outros que se façam necessários para o pleno desenvolvimento das atividades de zoneamento aquícola; XIX - exercer outras atribuições que lhe forem cometidas pelo Diretor do Departamento de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura em Estabelecimentos Rurais e em Áreas Urbanas. Em síntese, compete à SEPOA: i) promover o planejamento da aquicultura, fazendo a prospecção de cenários com base nas políticas e diretrizes governamentais para a aquicultura; ii) propor normas das atividades de aquicultura em águas da união, em estabelecimentos rurais e urbanos; iii) formular, supervisionar e avaliar políticas, programas e ações para o setor da aquicultura; iv) acompanhar o desdobramento das diretrizes em metas e o estabelecimento dos respectivos indicadores de desempenho para a aquicultura; v) estabelecer critérios, normas e padrões técnicos para acesso aos programas de sua área de competência no Ministério; vi) implementar as ações decorrentes de tratados, acordos e convênios com governos estrangeiros e organismos nacionais e internacionais relativos aos assuntos de sua competência, em articulação com os demais órgãos do Ministério; vii) coordenar e orientar a instalação de áreas e parques aquícolas, projetos produtivos e demonstrativos de aquicultura e de pesquisa em aquicultura em águas da União, na forma da legislação vigente; viii) propor a programação e acompanhar a implementação de capacitação e treinamento de recursos humanos e colaboradores, em atendimento às demandas técnicas específicas; ix) auxiliar o Ministro de Estado na definição das diretrizes e na implementação de ações do Ministério; x) subsidiar a Assessoria de Ação Estratégica e Articulação Institucional com informações específicas necessárias para a operacionalização do planejamento estratégico do Ministério; xi) colaborar com a Secretaria de Infraestrutura e Fomento da Pesca e Aquicultura - SEIF na elaboração de diretrizes relacionadas às ações de pesquisa, crédito, assistência técnica e extensão rural e comercialização; xii) firmar contratos de autorização de uso de águas de domínio da União; xiii) colaborar com a Secretaria de Monitoramento e Controle da Pesca e Aquicultura - SEMOC na elaboração de diretrizes relacionadas às ações de organização e manutenção do Registro Geral da Atividade Pesqueira – RGP, do Programa Nacional de Controle Higiênico-Sanitário de Moluscos Bivalves – PNCMB, e xiv) exercer outras atribuições que lhe forem cometidas pelo Ministro de Estado. Tais competências são exercidas com o auxílio e por intermédio de dois Departamentos, cada qual composto por duas Coordenações-Gerais, conforme estrutura já descrita. Em linhas gerais, cuidam-se de atribuições voltadas ao planejamento e ordenamento da aquicultura em águas da União – continetal e marinha – e em estabelecimentos rurais e em áreas urbanas, também da aquicultura continental e marinha. Cumpre destacar, por fim, que esta SEPOA é a unidade administrativa responsável pelo gerenciamento do programa “2052 – Desenvolvimento Sustentável da Aquicultura”, inscrito no Plano Plurianual(PPA) 2012-2015. 22 1.4 Macroprocessos Finalísticos Conforme se detalhará mais adiante, as principais realizações da SEPOA estão atreladas à execução do Projeto ou Atividades consignadas no programa “2052 – Desenvolvimento Sustentável da Aquicultura”. Em linhas gerais, destacam-se como principais resultados alcançados no programa o desenvolvimento da aquicultura por meio de projetos de desenvolvimento da aquicultura marinha e continental em diversos seguimentos das cadeias produtivas, com o incremento de 70,9% da produção aquícola em relação à produção de 2009 (415.649 toneladas), foram produzidas 710.376,9 toneladas, representando, 45,7% do pescado produzido no Brasil (1.553.366,7 ton) de acordo com valores de 2012 que foram reportados no relatório do SIOP de 2013 pelo fato dos valores de 2013 ainda não terem sido apurados pelo MPA. O crescimento no período teve como principais focos o apoio à cadeia produtiva da aquicultura familiar, a regulamentação do uso das águas públicas da União e a estruturação da cadeia produtiva do pescado, apoiando iniciativas focadas na implantação de unidades de beneficiamento, implantação de viveiros escavados para diversificação da produção em pequenas propriedades, foram licitadas com vencedores 976 áreas, disponibilizando 547 hectares em águas de domínio da União, sendo 90% de forma não onerosa, para seleção de aquicultores de baixa renda, e 10% de forma onerosa, destinada a empreendimentos comerciais. Dessas, 24 são áreas de demanda espontânea e 952 áreas de parques aquícolas. Tais ações possibilitaram a inclusão de comunidades tradicionais, pescadores, indígenas, pequenos produtores rurais e assentados de reforma agrária no processo de produção do pescado cultivado. Dentro das ações relacionadas à implantação da aquicultura em águas públicas, por meio da demarcação de parques aquícolas (PAqs) continentais e marinhos, o MPA encerrou em 2013 os estudos em andamento. Dentre os continentais, foram implantados os PAqs nos reservatórios de Lajeado (TO) e Cana Brava (GO), obtendo o processo licenciamento ambiental. Constam também com licenciamento ambiental os parques nos reservatórios de Serra da Mesa (GO), Manso (MT), Ilha Solteira (MG/MS), Lajeado (TO), Itaipu (PR), Três Marias (MG) e Furnas (MG). E em processo de regularização estão os reservatórios das UHE’s de Itaparica (PE/BA), Sobradinho (BA), Boa Esperança (MA/PI), Xingó (SE/BA/AL), São Simão (MG/GO) e Armando Ribeiro Gonçalves (RN). Além dos corpos hídricos mencionados, encontram-se em regularização os parques identificados nos oito reservatórios situados no rio Paranapanema, sendo a UHE Armando A. Laydner (Jurumirim) localizada no Estado de São Paulo e as demais (Chavantes, Canoas I e II, Capivara, Salto Grante, Taquaruçu e Rosana) na divisa de SP e PR. No que tange a cessão de áreas para aquicultura, foram protocolados um total de 242 processos em 2013. Apontam-se, ainda, como relevantes realizações da gestão no exercício, o apoio à implantação de Unidades Demonstrativas (UDs) de aquicultura, com a implantação de 2 projetos de UDs marinhas no Estado do Rio de Janeiro; também foi iniciado o atendimento das condicionantes ambientais estabelecido nas licenças emitidas pela Fundação Cambirela do Meio Ambiente – FCAM, para, Fundação Municipal de Meio Ambiente de Biguaçu – FAMABI e Fundação de Meio Ambiente – FATMA/ES, para os Parques Aquícolas Marinhos no Estado de Santa Catarina; no tocante à implementação da maricultura em águas públicas, houve a finalização com aprovação pela Marinha do Brasil dos projetos executivos de balizamento náutico referente à sinalização náutica das áreas aquícolas marinhas de Santa Catarina, através de 01 (um) convênio formalizado com a Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca de Santa Catarina – SAR, com objeto de realizar a aquisição de equipamentos para a sinalização das áreas aquícolas do Estado de Santa Catarina. Ainda, existe outro convênio com a SAR que visa à realização do monitoramento ambiental e gestão dos parques aquícolas licenciados para a atividade de malacocultura em Santa Catarina. Outros 02 (dois) projetos foram aprovados com o intuito de fortalecer a maricultura em águas marinhas da União, sendo o primeiro formalizado com o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural INCAPER para elaboração dos estudos para delimitação de parques aquícolas marinhos para o Estado do Espírito Santo; o segundo foi assinado com a Prefeitura Municipal de São Sebastião /SP visando elaboração dos estudos para delimitação de parques aquícolas marinhos no litoral de São Sebastião/SP. 23 Ainda em em relação a iniciativa de demarcação, sinalização náutica e monitoramento de parques aquícolas em águas públicas, durante o ano de 2013 a SEPOA, concatenado com a política de inclusão social e da sustentabilidade, promoveu diversas ações, destacando-se: A assinatura de 506 Contratos de Cessão de Uso em Águas da União, possibilitando um incremento de 58.315 t/ano na produção de pescado, numa área de 345 hectares de espelho d’água. A entrega de 620 áreas aquícolas em águas da União para o desenvolvimento da maricultura no Estado de Santa Catarina. As áreas são destinadas ao cultivo de moluscos e fazem parte dos parques aquícolas demarcados nos Municípios de Florianópolis, Penha, Biguaçu, Balneário Camboriú, Bombinhas, Governador Celso Ramos, Itapema, Palhoça, Porto Belo, São José e São Francisco do Sul; O estabelecimento de diversas parcerias para monitorar a influência da aquicultura na qualidade de água dos açudes públicos do Ceará, como Orós, Pentecostes, Sítios Novos, General Sampaio e Castanhão, visando a garantir a sustentabilidade da atividade. Sublinhem-se, também, as ações destinadas ao fortalecimento e ao fomento da aquicultura familiar ou comunitária, da infraestrutura aquícola e pesqueira, e a assistência técnica, mediante a estruturação da cadeia produtiva da aquicultura continental em módulos rurais e urbanos, por intemédio das quais foram atendidas 19.004 famílias de pequenos agricultores, assentados da reforma agrária, e indígenas, por meio de convênios e a aquisição de 12 retroescavadeiras, bem como a continuidade das ações realizadas pelos 133 maquinários, destinados ao atendimento do público acima citado, para a construção de viveiros de produção. No que tange à aquicultura marinha em estabelecimentos rurais e áreas urbanas, foram apoiadas, por meio de convênio através da Prefeitura Municipal de Angra dos Reis, a cadeia produtiva da piscicultura marinha, com o objetivo de apoiar e fomentar as operações do laboratório de produção de formas jovens do peixe bijupirá da Ilha Grande/RJ através do custeio, por dois anos, para atuar como Unidade de Demonstração e Capacitação técnicos e produtores (maricultores), estudantes e empresários interessados que na capacitação em aquicultura marinha, fornecer juvenis de bijupirá para as Unidades Demonstrativas e demais projetos de interesse do MPA. Além disso, realizou-se o apoio da atividade de piscicultura marinha em apoio ao Projeto Alevinos Potiguar – Repovoamento de Espécies Nativas no Litoral e Interior do Estado do Rio Grande do Norte, através do Acordo de Cooperação com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte para efetivação de destaque orçamentário para a Instituição. A ação deste projeto é o repovoamento da zona costeira no estado do Rio Grande do Norte e principais bacias hidrográficas do Estado do Rio Grande do Norte, contribuindo para manutenção e aumento do estoque natural pesqueiro através da soltura de alevinos de beijupirá (Rachycentron canadum), com peso médio de 10g no litoral e pós-larvas de camarão pitú (Macrobrachium carcinus) na zona continental, onde servirão como alternativa em curto prazo para melhoria da renda das comunidades que vivem da pesca artesanal. Outra parceria firmada com o intuito de promover a cadeia produtiva de moluscos bivalves e cultivo de microalgas foi realizado no estado de Santa Catarina para a implantação do Projeto de Desenvolvimento e implantação de novas tecnologias de produção de microalgas e de espécies nativas de moluscos bivalves no Laboratório de Moluscos Marinhos da Universidade Federal de Santa Catarina através de destaque orçamentário. A ação visa a implantação de novas tecnologias de produção de microalgas e de espécies nativas de moluscos, assim este projeto pretende, associado ao desenvolvimento de pesquisa cientifica, promover a modernização do sistema produtivo, visando contribuir para o fortalecimento e evolução da cadeia produtiva de moluscos no Brasil. Registre-se, por fim, um Acordo de Cooperação Internacional com as Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) para a organização e realização da VIII Sessão do subcomitê de aquicultura do comitê de pesca SAC/COFI da FAO no Brasil em 2015, iniciativa essa conquistada durante a VII sessão do SAC/COFI realizada em St. 24 Petersburg, República Russa em 2013 e que contou com ativa participação do Brasil representado pelo MPA. Ademais, esta UJ atuou, diretamente ou por meio de parcerias, no estímulo e regulamentação de ações e atividades que promovam o desenvolvimento sustentável da aquicultura. Dentre as ações de extrema importância pode-se citar as iniciativas no que tange ao “Apoio à Regularização Ambiental da Aquicultura em Articulação com Estados e Municípios”, que em 2013 a SEPOA atuou e/ou buscou a regularização dos parques aquícolas marinhos nos estados do Maranhão, Sergipe e Paraná. Destacando-se a dispensa de licenciamento ambiental para alguns parques aquícolas no estado do Pará, o que também foi outro marco para o setor aquícola. Pode-se destacar também a revisão do Decreto nº 4.895/2003, principal marco do desenvolvimento da aquicultura e que trata da autorização de uso da em águas da União para fins de aquicultura, através da gestão e publicação de novo Decreto que revoga o de 2003 com vistas à instituição de um Sistema Nacional de Autorização de Uso de Águas da União para fins de aquicultura mais moderno, e com a flexibilização e estabelecimento do procedimento administrativo da autorização em questão, foi outra ação relevante desenvolvida pela SEPOA durante o ano de 2013. Destaca-se que o novo Decreto encontra-se em trâmite na Casa Civil em vias de publicação. Além dessas metas, em 2013, foi publicada a Portaria nº 77, de 26 de fevereiro de 2013, com o objetivo de instituir processo de habilitação e seleção de propostas para a ação de aquisição de patrulha mecanizada, composta de uma escavadeira hidráulica e um trator de esteiras, para o fomento à aquicultura familiar no Brasil. Essa seleção habilitou 1.353 proposta de municípios e consórcios municipais. O MPA, por meio do Termo de Cooperação com o Ministério do Desenvolvimento Agrário – MDA, também realizou em 2013, a entrega de 12 retroescavadeiras com o objetivo de apoiar o desenvolvimento da cadeia produtiva da aquicultura familiar por meio de ações de contrução e/ou reformas de viveiros escavados para piscicultura. As máquinas foram entregues no Estado do Rio de Janeiro nos seguintes municípios: Bom Jesus de Itabapoana, Itaocara, Miracema, Santo Antonio de Pádua, Porciúncula, Natividade, Italva, Varre Sai, Lage do Muriaé, São José de Ubá, Cambuci e Aperibé. Também no ano de 2013, foram firmados novos convênios para a construção de fábrica de ração, unidade de processamento e comercialização, aquisição de patrulha mecanizada composta de trator de esteiras e escavadeira hidráulica, horas-máquinas para construção e adequação de viveiros escavados dentre outros objetos voltados ao atendimento da aquicultura familiar. Os Estados beneficiados foram Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Roraima. Cabe reportar também a inclusão de 17 emendas parlamentares focadas em diversos municípios em todas as regiões do país (nos estados de RS, SP, RR, MS, MA, RO, BA, e PA) voltadas para apoiar projetos de aquicultura e as quais possibilitaram um incremento de R$ 9.258.936,13 (Nove milhões duzentos e cinquenta e oito mil e novecentos e trinta e seis Reais e treze centavos) ao orçamento. 25 1.5 Macroprocessos de Apoio O desenvolvimento sustentável da aquicultura passa pelo fortalecimento da cadeia produtiva aquícola, considerando sua diversidade, o que acaba por gerar aumento da produção, proporcionandoinclusão social e contribuindo para o incremento da renda e da oferta de emprego. Nesse sentido, com vistas à consolidação do programa “2052 – Desenvolvimento Sustenável da Aquicultura”, a SEPOA, que, a depender da ação, atua em conjunto com as demais Secretarias desta Pasta, a saber, a Secretaria de Monitoramento e Controle da Pesca e Aquicultura (SEMOC), a Secretaria de Infraestrutura e Fomento da Pesca e Aquicultura (SEIF) e a Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Pesca (SEPOP), em relação aos temas abaixo arrolados, tem as seguintes metas para o exercício 2013: Aquicultura em águas da União: 22 reservatórios demarcados: Lajeado/TO, Moxotó/AL/BA/PE, Serra da Mesa/GO, Cana Brava/GO, Xingó/AL/BA/SE, Armando Ribeiro Gonçalves (RN), Jupiá (MS/SP), Igarapava (MG/SP), Água Vermelha (MG/SP), Jaguara (MG/SP), Estreito (MG/SP), Sobradinho (BA), Boa Esperança (MA/PI), Itaparica/BA/PE e oito reservatórios localizados na Calha da bacia do Paranapanema, que são: Jurumirim, Rosana, Salto Grande, Canoas 1 e 2, Capivara, Chavantes e Taquaruçu; 5 estados com Parques Aquícolas marinhos demarcados: Ceará, Rio Grande do Norte; Maranhão, Sergipe e Paraná, e concluída a implantação dos Parques Aquícolas marinhos no estado de Santa Catarina. Importância: A regulamentação do uso dessas águas para criação de peixe e outros organismos aquáticos (aquicultura) é um instrumento de inclusão social e possibilita que milhares de moradores de comunidades tradicionais (ribeirinhos, pescadores artesanais, assentados e agricultores familiares) tenham acesso, de forma gratuita, a um “lote” de água para produção por um período de até 20 anos. No caso de projetos de maior porte, as áreas são concedidas por meio de cessão onerosa. Além disso, proporciona aumento real da produção nacional. Aquicultura em estabelecimentos rurais: 19.004 famílias atendidas. Importância: Promoção de formas específicas de fomento à aquicultura e transferência de tecnologias de criação adequadas para produção de peixes, entre outros. Apoiando-se na extensão e no acesso ao crédito, proporciona condições para a implantação de infraestruturas de produção e agregação de valor e estabelece mecanismos de continuidade na atividade produtiva. Fomentar unidades produtoras de formas jovens: Ação contínua da Codevasf, que mantém unidades demonstrativas nos Estados da Bahia, Piauí, Pernambuco e Alagoas na região Nordeste e Minas Gerais no Sudeste no total de 31 unidades. Além das ações de implantação e/ou modernização de 2 unidades produtoras de formas jovens, sendo 01 em Santarém do Pará e outra no Rio de Janeiro em Angra dos Reis. Importância: Propiciar e disponibilizar formas jovens de organismos aquáticos, peixes e outros organismos, para atender à produção de espécies potenciais para a aquicultura, já que se sabe que há uma demanda insatisfeita. Fomentar a articulação dos estados e municípios: Apoiar e orientar a criação e adequação da legislação ambiental estadual e municipal para a gestão das licenças ambientais da aquicultura. Importância: A adoção de um instrumento para uma adequada legislação ambiental, mediante parâmetros consolidados em bases científicas poderá promover uma maior regularização e licenciamentos ambientais do setor, podendo assim incrementar as principais cadeias produtivas aquícolas, e possibilitar maior acesso de apoio financeiro e ao crédito aos produtores. 26 1.6 Principais Parceiros As principais parcerias estabelecidas no ano de 2013 para essa UJ, além dos parceiros já estabelecidos e necessários para a consecção das políticas públicas necessárias para alavancar a aquicultura de maneira geral, que são a Agencia Nacional das Águas/ANA, Marinha do Brasil, a Secretaria de Patrimônio da União/SPU, o Ministério de Meio Ambiente/MMA, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis/IBAMA e os órgãos estaduais de Meio Ambiente, para a questão dos processo de regularização dos parques aquícolas, assim como buscou-se novas parcerias para a execução das ações e metas previstas, entre essas, a parceria com a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba/CODEVASF, com o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas – DNOCS, com o Governo do Estado do Acre, Governo do Estado de São Paulo, com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq, e com o SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas). 27 2. Parte A, item 2, do Anexo II da DN TCU 127/2013 2.1 Planejamento da Unidade Por ocasião da elaboração do Plano Plurianual - PPA 2012–2015, este Ministério realizou um Seminário de Planejamento Estratégico, para definir, de forma participativa, o alinhamento e principais elementos do Programa Temático Pesca e Aquicultura - PPA 2012–2015. O Seminário contou, em um primeiro momento, com a participação da equipe dirigente do MPA Sede e, posteriormente, com a agregação das contribuições dos Superintendentes Federais de Pesca e Aquicultura para que assim os mesmos pudessem se apropriar das metas, trazer sugestões e melhorais as execuções das ações e atividades para um melhor desempenho das propostas do MPA. O Planejamento Estratégico realizado em 2013 optou por não definir “Missão, Visão e Valores”, mas estabelecer como objetivo estratégico o aumento da produção de pescado de forma sustentável, a uma taxa prevista de 5% ao ano. Visando a este objetivo, o Planejamento Estratégico foi organizado em torno de cinco grandes objetivos, sendo os seguintes quatro objetivos com interlocução com as ações desta Secretaria (SEPOA) para a aquicultura: 1) Promover a produção aquícola e pesqueira de forma sustentável com foco no potencial brasileiro e nos recursos sub-explotados e inexplotados (ação 0567); 2) Implementar infraestruturas integrantes da cadeia produtiva aquícola e pesqueira para promover a produção, a agregação de valor e a qualidade dos produtos aquícolas e pesqueiros nacionais (ação 0572); 3) Promover a inclusão social, o acesso à cidadania, à educação e à qualificação profissional com vistas à melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores e trabalhadoras da pesca e aquicultura (ação 0576); 4) Estruturar os serviços em sanidade e rastreabilidade pesqueira e aquícola para garantir a sustentabilidade e a qualidade dos recursos pesqueiros (ação 0620). 2.2 Programação orçamentária e financeira e resultados alcançados Além da avaliação anual dos programas do PPA, o MPA, por intermédio de suas Secretarias e Superintendências, avalia a execução das metas físicas e financeiras, o alcance dos indicadores e o objeto dos produtos descritos. Registre-se que esses aspectos são avaliados internamente para controle e gestão deste órgão ministerial. Conforme já ressaltado, esta Pasta possui, ainda, um Plano Estratégico de Gestão denominado “Mais Pesca e Aquicultura”, que possibilita a gestão administrativa, tendo como base as metas, resultados e planejamento das diferentes áreas de execução deste Ministério. O referido Plano de Gestão está vinculado às ações orçamentárias descritas no PPA, pelo que este órgão ministerial realiza anualmente uma reavaliação do seu Plano Estratégico, revendo e estabelecendo novas diretrizes a serem alcançadas no decorrer do ano. Cabe salientar que o plano “Mais Pesca e Aquicultura” alicerça-se a partir de uma rede de ações para o fortalecimento do setor. Notadamente quanto à aquicultura, destacam-se como propostas: i)fortalecimento da cadeia produtiva aquícola, regularidade da oferta, qualidade do pescado e preço acessível; ii) aumento da produção em águas da União e em estabelecimentos rurais, com incremento da renda; e iii) geração de novos postos de trabalho. 28 Deve-se registrar que todas as ações do programa “2052 – Desenvolvimento Sustentável da Aquicultura” são de grande importância, haja vista a elevada demanda e diversidade de estudos realizados e convênios firmados. Nesse sentido, o plano de ação desta unidade, para o exercício em comento, à luz do plano “Mais Pesca e Aquicultura”, tratou do desenvolvimento das atividades de fomento à aquicultura, da realização de estudos para demarcação de Parques Aquícolas, do apoio e estímulo à aquicultura familiar, entre outras ações de competência da SEPOA, para o desenvolvimento da aquicultura de maneira sustentável. O programa “2052 – Desenvolvimento Sustentável da Aquicultura” busca a resolução/superação dos principais gargalos para o desenvolvimento sustentável do setor aquícola, dentre os quais: estabelecer uma legislação clara e exequível; prover infraestrutura e serviços públicos essenciais para o desenvolvimento da aquicultura; promover de maneira participativa, integrada e interinstitucional o planejamento territorial e a gestão de conflitos que possam estar associados ao desenvolvimento da aquicultura; desenvolver tecnologias de produção adequadas às nossas espécies, culturas e regiões, estruturando serviços de assistência técnica, extensão e linhas de crédito essenciais para o setor, certificação e rastreabilidade eficientes de insumos e produtos, desenvolvimento de tecnologias com espécies nativas potenciais e resolução dos gargalos para incremento das espécies já consolidadas, redução dos custos de produção, particularmente em relação aos insumos e estímulo a implantação de infraestrutura para o escoamento da produção. Tendo como principal indicador a produção aquícola nacional (em toneladas), o programa “2052” estabeleceu como unidade de referência a produção de 2005, que foi de 257.780 toneladas. Em 2013, a produção nacional foi de 710.376,9 toneladas, de acordo com valores de 2012 que foram reportados no relatório do SIOP de 2013 pelo fato dos valores de 2013 ainda não terem sido apurados pelo MPA. Tal resultado deve-se à adoção de políticas públicas voltadas ao estímulo da produção de pescado, de maneira ordenada e sustentável. Outra importante estratégia posta em prática foi a articulação institucional iniciada em 2010 com diversos atores como Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Eletrobrás, Agência Nacional de Águas (ANA), Órgãos Estaduais de Meio Ambiente; Ministério da Integração Nacional (MI), Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTI), dentre outros, que visam a aperfeiçoar os mecanismos já existentes para utilização das águas de domínio da União de forma sustentável e, assim, difundir a aquicultura como compensação e alternativa socioeconômica no entorno dos reservatórios, bem como o adequado monitoramento do desenvolvimento da atividade. Resalta-se, também, que, com a melhora do poder aquisitivo da sociedade brasileira, houve um aumento do consumo de pescado per capita (kg/hab/ano) foi de 9,03, em 2009, passando para 14,5 (fonte MPA/SIOP 2013), em 2013, fator que gerou um déficit ainda maior da balança comercial brasileira, de US$ 1.090.270.667 em 2013 referentes a importação de pescado (Fonte: SECEX / MPA SIOP 2013) consumido no Brasil, pelo que se faz imprescindível ações que visem ao aumento da produção de pescado oriunda da aquicultura. No âmbito do Programa Temático Pesca e Aquicultura, destaca-se que no final de 2013 houve o lançamento do Plano Safra da Pesca e Aquicultura 2012–2014 que busca superar os enfoques convencionais e setoriais baseados em infraestruturas e crédito, iniciando nova etapa no processo de fortalecimento do setor. Para isso foram previstos recursos na ordem de R$ 4,1 bilhões para expandir a aquicultura, modernizar a pesca e fortalecer a indústria e o comércio pesqueiro. A meta é produzir dois milhões de toneladas anuais de pescado até 2014. Em conjunto com o Plano Brasil sem Miséria, o qual visa retirar da linha da pobreza mais de 100 mil pescadores. Para isso o Plano Safra buscou ampliar o crédito para investimento, custeio e comercialização, oferecendo recursos a taxas subsidiadas, carência e prazos diferenciados, além de 29 qualificar os critérios para obtenção de crédito, desonerar a cadeia produtiva, garantir a assistência técnica e extensão pesqueira e aquícola, ampliar a capacidade de compras institucionais, fortalecer o cooperativismo, disponibilizar infraestrutura e equipamentos, renovar embarcações, modernizar a indústria e a comercialização e investir em ciência, tecnologia e inovação. Mesmo considerando que as Metas do PPA 2012-2015 podem ser alcançadas ao longo dos quatro anos do Plano Plurianual, a avaliação do seu segundo ano de execução foi positiva, com base nos indicadores avaliados. 2.2.1 Programa Temático Assim visando os objetivos definidos na programacao orçamentária, o Planejamento Estratégico foi organizado em torno das seguintes ações e POs que compõem o Programa Tematico: 1) Ação 20Y0 - Fomento à Produção Pesqueira e Aquícola. PO: 0001 - Implantação de Unidades Demonstrativas de Aquicultura. PO: 0004 - Fomento a Unidades Produtoras de Formas Jovens de Organismos Aquáticos - Plano Safra da Pesca e Aquicultura. PO: 0005 - Estudos, Projetos e Implantação da Aquicultura em Águas Públicas - Plano Safra da Pesca e Aquicultura. 2) Ação 20Y1 - Desenvolvimento da Infraestrutura Pesqueira e Aquícola. PO: 0002 - Estruturação e Funcionamento de Unidades Integrantes da Cadeia Produtiva Aquícola - Plano Safra da Pesca e Aquicultura. 3) Ação 20XZ - Promoção da Sanidade e da Qualidade Pesqueira e Aquícola. PO: 0003 - Controle da Qualidade na Garantia da Conformidade e Segurança dos Produtos da Aquicultura. A partir dessas duas ações foi trabalhado o Programa Temático Pesca e Aquicultura, que será mais bem detalhado no subitem 4.1, bem como a ação 20XZ do Programa Temático Defesa Agropecuária, que visa estruturar os serviços em sanidade pesqueira e aquícola. Antecipando o detalhamento, descrevemos a seguir as descrições das ações que compõem o Programa Temático Pesca e Aquicultura e da sanidade pesqueira e aquícola: Ação 20Y0.0001 - Implantação de Unidades Demonstrativas de Aquicultura. Descrição: Implantação e operação de unidades demonstrativas de aquicultura, incluindo investimentos em equipamentos, tanques e estruturas de cultivo, custeio de insumos e de serviços de assistência técnica e qualificação, para fins de difusão tecnológica, atendendo a produtores, técnicos e extensionistas. Objeto: Implantar unidades demonstrativas de aquicultura continental em tanques-rede; e implantar unidades demonstrativas de aquicultura marinha. Aumentar a produção de organismos 30 aquáticos de forma sustentável, através da implantação de parques aquícolas, da regularização fundiária e ambiental, da realização de pesquisas e assistência técnica e da modernização de infraestruturas produtivas, com foco no potencial aquícola brasileiro e nos recursos subexplotados e inexplotados. Ação 20Y0.0004 – Fomento a Unidades Produtoras de Formas Jovens de Organismos Aquáticos. Descrição: Implantação e adequação de infra-estrutura (obras civis, sistema hidráulico e elétrico) e de equipamentos laboratoriais nas unidades produtoras de formas jovens de organismos aquáticos. Objeto: Implantar ou modernizar unidades produtoras de formas jovens para fomentar a aquicultura e aumentar a capacidade de produção. Implantar ou modernizar unidades produtoras de formas jovens para fomentar as atividade de Aquicultura. Ação 20Y0.0005 - Estudos, Projetos e Implantação da Aquicultura em Águas Públicas. Descrição: Elaboração de estudos e viabilidade técnica e econômica e de planos de logística; controle do ciclo de vida dos processos de autorização de uso, fiscalização e monitoramento remoto de áreas e parques aquícolas; operação, elaboração de plano de sinalização náutica, implantação e manutenção de suas estruturas; manutenção das condicionantes da marinha e do licenciamento ambiental; gerenciamento, administração e capacitação dos atores envolvidos nessas atividades; elaboração de metodologia para aprimoramento de cálculo de capacidade de suporte dos ambientes aquáticos e fiscalização da ocupação das áreas e parques aquícolas sob administração do MPA. Objeto: Estudos para demarcação de parques aquícolas marinhos e continentais; Estudos para elaboração de projetos de balizamento náutico; projetos para monitoramento zootécnico e da qualidade da água. Aumentar a produção de organismos aquáticos de forma sustentável, através da implantação de parques aquícolas, da regularização fundiária e ambiental, da realização de pesquisas e assistência técnica e da modernização de infraestruturas produtivas, com foco no potencial aquícola brasileiro. Ação 20Y1.0002 - Estruturação e Funcionamento de Unidades Integrantes da Cadeia Produtiva Aquícola - Plano Safra da Pesca e Aquicultura. Descrição: Apoio à estruturação, adequação física e sanitária, gestão e funcionamento de unidades integrantes da cadeia produtiva aquícola; apoio ao funcionamento de estruturas públicas ou de interesse públicas destinadas à produção, escoamento e comercialização de produtos; promoção do ordenamento territorial da aquicultura familiar. Objeto: Projetos para implantação e desenvolvimento da carcinicultura, projetos para implantação e desenvolvimento da carcinicultura; Projetos de apoio ao desenvolvimento da cadeia produtiva aquícola; Projetos com foco no desenvolvimento da aquicultura familiar; Implementar infraestruturas de recepção, distribuição e comercialização do pescado, para promover a agregação de valor e a qualidade dos produtos aquícolas e pesqueiros nacionais. Ação 20XZ.0003 – Controle da Qualidade na Garantia da Conformidade e Segurança dos Produtos da Aquicultura. 31 Descrição: Estabelecimento de diretrizes básicas, normas e regulamentos para o controle da qualidade da produção aquícola, baseados nos sistemas de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle, Boas Práticas de Manejo Princípios e Padrões de Higiene Operacional, da rastreabilidade nos processos de produção, beneficiamento, armazenamento, transporte e processamento, monitoramento e classificação das áreas de cultivo e extração; certificação, monitoramento, auditoria e rastreamento do sistema; credenciamento de órgãos, entidades e profissionais integrantes do processo; capacitação de recursos humanos; supervisão e auditoria das atividades descentralizadas ou credenciadas; desenvolvimento e implementação de uma metodologia segura para a identificação molecular das principais espécies de pescado brasileiro, através de sistemas (kits) de diagnóstico, a serem utilizados nacionalmente em centros (laboratórios) de referência para diagnóstico e identificação molecular (RENIMP). Objeto: Implementar projetos com foco na certificação aquícola e pesqueira das espécies pintado e pirarucu. Ampliar a inserção do pescado brasileiro no mercado nacional e internacional, promovendo o consumo e a comercialização de pescado. QUADRO A.2.2.1 – Programa Temático Identificação do Programa de Governo 2028 Defesa Agropecuária Esfera de Recursos - PPA e LOA (em R$ 1,00) b) Dotação c) Dotação d) a) Global PPA Esfera Posição final Posição final - Remanescente 2012-2015 - 2012 2013 (a-b-c) Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social - OFSS 1.703.263.326,00 408.606.280,00 453.575.775,00 841.081.271,00 Código Programa Título Orçamento de Investimentos - OI Outras Fontes Total 1.703.263.326,00 408.606.280,00 453.575.775,00 841.081.271,00 (em R$ 1,00) Execução Orçamentária e/ou Financeira do Programa - OFSS e OI em 2013 Lei Orçamentária 2013 Orçamento de Orçamento Fiscal e da Seguridade Social Investimento h)Restos a Pagar (inscrição 2013) e)Despesa f)Despesa i)Despesa g)Despesa Paga Empenhada h.2) Não Liquidada Realizada h.1)Processados Processados 281.393.161,00 190.798.583,95 96.072.694,59 94.725.889,36 90.594.577,04 Restos a Pagar - OFSS - Exercícios Anteriores Tipo j)Posição em 1/01/2013 k)Valor Liquidado m)Valor Cancelado n)Valor a Pagar Não processados 33.627.401,72 31.914.883,48 47.937.334,74 Processados 16.430.010,38 16.517.635,72 0 Valores do programa alocados ao órgão representado pela UJ em 2013 -7.595.033,83 -5.125,73 8.427.417,43 82.499,61 Dotação OFSS Outras Fontes Dotação OI l)Valor Pago 32 2.2.2 Objetivo QUADRO A.2.2.2 – Objetivo IDENTIFICAÇÃO DO OBJETIVO Promover a produção aquícola e pesqueira de forma sustentável com foco no potencial brasileiro e nos recursos sub-explotados e inexplotados Órgão 58000 - Ministério da Pesca e Aquicultura Código 0567 Programa Pesca e Aquicultura Código 2052 Descrição METAS QUANTITATIVAS NÃO REGIONALIZADAS Sequencial 1 2 3 Descrição da Meta Unidade medida a)Prevista 2015 b)Realizada em 2013 Atender 116.500 mil famílias pela extensão pesqueira e Famílias 116.500,00 4.242,00 aquícola Capacitar 12.750 trabalhadores Trabalhadores 12.750,00 1.523,00 da pesca e aquicultura Reestruturar 9 unidades de Unidades 9,00 1,00 produção de formas jovens METAS QUANTITATIVAS REGIONALIZADAS d)% Realização (c/a) c)Realizada até 2013 14.064,00 12,07 6.177,00 48,45 1,00 11,11 Sequencial Descrição da Meta Unidade medida a)Prevista 2015 b)Realizada em 2013 c)Realizada até 2013 d)% Realização (c/a) 4 Demarcar parques aquícolas continentais em 39 reservatórios unidade 39 34,00 34,00 100 Regionalização da Meta Unidade medida a)Prevista 2015 b)Realizada em 2013 c)Realizada até 2013 unidade unidade unidade unidade unidade 10,00 4,00 13,00 6,00 6,00 10,00 6,00 17,00 3,00 8,00 10,00 6,00 17,00 3,00 8,00 4.1 4.2 4.3 4.4 4.5 Região Sul Região Centro-Oeste Região Sudeste Região Norte Região Nordeste Sequencial Descrição da Meta Unidade medida a)Prevista 2015 b)Realizada em 2013 c)Realizada até 2013 5 Demarcar parques aquícolas marinhos em 7 Estados Costeiros Estados costeiros 7,00 0,00 6,00 Regionalização da Meta Unidade medida a)Prevista 2015 b)Realizada em 2013 c)Realizada até 2013 unidade unidade unidade 4,00 1,00 2,00 0,00 0,00 0,00 4,00 1,00 1,00 5.1 5.2 5.3 Região Nordeste Região Norte Região Sul Sequencial Descrição da Meta Unidade medida a)Prevista 2015 6 Implantar 02 Centros Integrados de Recursos Pesqueiros e Aquicultura Centros 2,00 Regionalização da Meta Unidade medida a)Prevista 2015 unidade 2,00 6.1 Região Nordeste b)Realizada em c)Realizada 2013 até 2013 1,00 2,00 b)Realizada em c)Realizada 2013 até 2013 1,00 2,00 d)% Realização (c/a) 100,00 150,00 130,77 50,00 133,33 d)% Realização (c/a) 85,71 d)% Realização (c/a) 100,00 100,00 50,00 d)% Realização (c/a) 100,00 d)% Realização (c/a) 100,00 33 Sequencial 7 Unidade medida Descrição da Meta Implantar 05 Piscicultura Estações de Estações de Piscicultura Regionalização da Meta 7.1 7.2 Sequencial 8 Nacional Região Nordeste Descrição da Meta 8.1 8.2 Sequencial 9 Região Nordeste Região Sudeste Descrição da Meta 9.1 9.2 9.3 9.4 9.5 Sequencial 10 Região Sul Região Norte Região Nordeste Região Sudeste Região Centro-Oeste Descrição da Meta unidade unidade 2,00 3,00 Unidade medida a)Prevista 2015 Região Norte Região Sul Região Nordeste Região Sudeste Região Norte 31,00 Unidade medida a)Prevista 2015 unidade unidade 30,00 1,00 Unidade medida a)Prevista 2015 21,00 Unidade medida a)Prevista 2015 unidade unidade unidade unidade unidade 8,00 2,00 3,00 4,00 4,00 Unidade medida a)Prevista 2015 Implantar parques aquícolas Estados marinhos em 7 Estados Costeiros Costeiros Regionalização da Meta 10.1 10.2 10.3 10.4 10.5 0 a)Prevista 2015 Implantar parques aquícolas Reservatórios continentais em 21 reservatórios Regionalização da Meta 5,00 Unidade medida Implantar e manter 31 unidades demonstrativas de aquicultura em Unidades tanques-rede, tanques escavados e canais de irrigação Regionalização da Meta a)Prevista 2015 7,00 Unidade medida a)Prevista 2015 unidade unidade unidade unidade unidade 1,00 1,00 4,00 1,00 1,00 Sequencial Descrição da Meta Unidade medida a)Prevista 2015 11 Modernizar 06 Centros Integrados de Recursos Pesqueiros e Aquicultura Centros 6,00 Regionalização da Meta Unidade medida a)Prevista 2015 b)Realizada em c)Realizada 2013 até 2013 0,00 0,00 b)Realizada em c)Realizada 2013 até 2013 0,00 0,00 0,00 0,00 b)Realizada em c)Realizada 2013 até 2013 3,00 31,00 b)Realizada em c)Realizada 2013 até 2013 2,00 1,00 30,00 1,00 b)Realizada em c)Realizada 2013 até 2013 7,00 10,00 b)Realizada em c)Realizada 2013 até 2013 1,00 1,00 0,00 2,00 3,00 1,00 2,00 1,00 3,00 4,00 b)Realizada em c)Realizada 2013 até 2013 1,00 1,00 b)Realizada em c)Realizada 2013 até 2013 0,00 1,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1,00 0,00 0,00 0,00 b)Realizada em c)Realizada 2013 até 2013 1,00 1,00 b)Realizada em c)Realizada 2013 até 2013 d)% Realização (c/a) 0,00 d)% Realização (c/a) 0,00 0,00 d)% Realização (c/a) 100,00 d)% Realização (c/a) 100,00 100,00 d)% Realização (c/a) 47,62 d)% Realização (c/a) 12,50 100,00 33,33 75,00 100,00 d)% Realização (c/a) 14,29 d)% Realização (c/a) 0,00 100,00 0,00 0,00 0,00 d)% Realização (c/a) 16,67 d)% Realização (c/a) 34 11.1 11.2 Região Nordeste Região Sudeste unidade unidade 4,00 2,00 Sequencial Descrição da Meta Unidade medida a)Prevista 2015 12 Realizar estudos de zoneamento e ordenamento da atividade aquícola em 14 Estados costeiros Estados costeiros 14,00 Regionalização da Meta Unidade medida a)Prevista 2015 unidade unidade unidade unidade 1,00 9,00 3,00 1,00 Unidade medida a)Prevista 2015 12.1 12.2 12.3 12.4 0 Sequencial 13 Região Norte Região Nordeste Região Sudeste Região Sul Descrição da Meta Realizar estudos de zoneamento e ordenamento da atividade aquícola Reservatórios em 42 reservatórios Regionalização da Meta 13.1 13.2 13.3 13.4 13.5 0 Sequencial 14 Região Centro-Oeste Região Nordeste Região Norte Região Sudeste Região Sul Descrição da Meta 14.1 14.2 14.3 14.4 14.5 0 Unidade medida a)Prevista 2015 unidade unidade unidade unidade unidade 6,00 8,00 6,00 12,00 10,00 Unidade medida a)Prevista 2015 Regularizar parques aquícolas em Reservatórios 27 reservatórios Regionalização da Meta Região Centro-Oeste Região Nordeste Região Norte Região Sudeste Região Sul 42,00 27,00 Unidade medida a)Prevista 2015 unidade unidade unidade unidade unidade 4,00 5,00 3,00 5,00 10,00 1,00 0,00 1,00 0,00 b)Realizada em c)Realizada 2013 até 2013 6,00 6,00 b)Realizada em c)Realizada 2013 até 2013 1,00 4,00 0,00 1,00 1,00 4,00 0,00 1,00 b)Realizada em c)Realizada 2013 até 2013 36,00 36,00 b)Realizada em c)Realizada 2013 até 2013 5,00 8,00 5,00 8,00 10,00 5,00 8,00 5,00 8,00 10,00 b)Realizada em c)Realizada 2013 até 2013 10,00 10,00 b)Realizada em c)Realizada 2013 até 2013 3,00 1,00 2,00 3,00 1,00 3,00 1,00 2,00 3,00 1,00 d)% Realização (c/a) 42,86 d)% Realização (c/a) 100,00 44,44 0,00 100,00 d)% Realização (c/a) 85,71 d)% Realização (c/a) 83,33 100,00 83,33 66,67 100,00 d)% Realização (c/a) 37,04 d)% Realização (c/a) 75,00 20,00 66,67 60,00 10,00 d)% Realização (c/a) Sequencial Descrição da Meta Unidade medida a)Prevista 2015 15 Regularizar parques aquícolas marinhos em 6 Estados costeiros Estados costeiros 6,00 Regionalização da Meta Unidade medida a)Prevista 2015 Região Norte Região Nordeste unidade unidade 1,00 4,00 0,00 2,00 0,00 2,00 d)% Realização (c/a) 0,00 50,00 Região Sul unidade 1,00 1,00 1,00 100,00 15.1 15.2 15.3 b)Realizada em c)Realizada 2013 até 2013 25,00 0,00 3,00 3,00 b)Realizada em c)Realizada 2013 até 2013 50,00 35 METAS QUALITATIVAS Descrição da Meta Sequencial O MPA não possui metas qualitativas neste objetivo. 2.2.2.1 Análise Situacional Análise Situacional do Objetivo 0567: O estímulo à produção aquícola e pesqueira realizado por meio das metas deste Objetivo está alcançando resultados efetivos de aumento da produção. Em 2012, a produção de pescado foi de 1,55 milhão de toneladas, e em 2013, a produção da pesca e aquicultura ultrapassou 2,4 milhões de toneladas de pescado. Assim, a meta estabelecida no Plano Safra de o Brasil produzir dois milhões de toneladas por ano de pescado a partir de 2014 foi atingida já em 2013. As metas que vem colaborando diretamente para o aumento da produção são aquelas relacionadas à operação de parques aquícolas – estudos, demarcação, regularização e implantação; a capacitação de extensionistas, pescadores e aquicultores; e a extensão aquícola e pesqueira. As águas públicas de dominialidade da União podem ser acessadas por demandas espontâneas (áreas aquícolas) ou através da política de parques aquícolas do Ministério da Pesca e Aquicultura, sendo esta última, a principal ação exercida por este Ministério, no âmbito da promoção da produção aquícola. O aproveitamento das águas da União através de parques aquícolas, seja continental ou marinho, depende de uma sequência de ações que inclui a realização de estudos de zoneamento dos ambientes e ordenamento da atividade, demarcação de parques aquícolas, implantação e regularização dos parques. Depois de identificadas as áreas com maior potencial para a atividade aquícola, ocorre a demarcação dos parques aquícolas nos reservatórios e estados costeiros, através da definição dos polígonos que delimitam as áreas dos parques. Após esta delimitação é iniciado o processo de regularização dos parques, onde o Ministério da Pesca e Aquicultura encaminha a documentação aos órgãos participantes do processo de autorização de uso de águas da União, a saber: Marinha do Brasil (MB), Agência Nacional de Águas (ANA), Secretaria do Patrimônio da União (SPU) e Órgãos Estaduais Ambientais. Após a manifestação e anuência dos órgãos citados no que tange a segurança da navegabilidade, a emissão da outorga de direito de uso de recursos hídricos em águas continentais, a cessão da área delimitada, mediante ato da SPU e o procedimento de licenciamento ambiental, inicia-se o processo seletivo público para definir as pessoas físicas ou jurídicas que irão explorar os parques aquícolas. As metas relacionadas com a assistência técnica e a extensão aquícola e pesqueira estão sendo trabalhadas por meio dos chamamentos públicos que estão sendo realizados pelo MPA de forma individualizada ou em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Em setembro de 2013, iniciouse o atendimento de 2.500 famílias de pescadores artesanais do território Sertão do São Francisco (BA). Durante a vigência do contrato (24 meses), estas famílias serão atendidas com assistência técnica e extensão diferenciada, tendo ainda acesso a recursos de fomento não reembolsáveis no montante de R$ 2.400,00, no âmbito do Plano Brasil Sem Miséria. Foi ainda concluído o processo de seleção da entidade responsável pela prestação de serviços de assistência técnica e extensão rural no Território da Cidadania Transamazônica (PA), com previsão de início do atendimento para abril de 2014. A capacitação de pescadores e aquicultores promove o uso de ferramentas que otimizam a produção e reduzem os desperdícios de matérias primas. Em parceria com o Ministério da Educação – MEC têm sido oferecidas vagas para formação continuada através do Pronatec, o MPA está envidando esforços para a divulgação dos cursos e realização das pré-matrículas de pescadores e aquicultores nesses cursos ofertados pelos Institutos Federais de Ensino. Em 2013, foi publicado o 1º Censo Aquícola Brasileiro, trabalho inédito no país, que apresentou e mapeou os principais empreendimentos comerciais da aquicultura. Essas informações são fundamentais, tanto para o governo quanto para o setor realizar o planejamento e o desenvolvimento da atividade. Como uma fotografia, o censo registra da forma mais completa possível as atividades aquícolas e as suas interações socioeconômicas, considerando o número e o porte das unidades produtivas, o perfil dos produtores, bem como as espécies cultivadas e o detalhamento de toda a cadeia produtiva, incluindo os métodos de produção, as estruturas de cultivo e escoamento da produção. 36 Todas as unidades de produção foram, também pela primeira vez, identificadas por georrefereciamento, ou seja, tiveram a sua exata localização conhecida. Foram finalizadas tratativas junto ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE quanto à atribuição da execução da estatística pesqueira e a inclusão da aquicultura na Pesquisa de Produção Municipal (PPM) daquele Instituto. A inclusão da aquicultura na metodologia PPM, atividade até então não pesquisada pelo IBGE, requer um esforço de levantamento de cadastros e de fontes de informação, treinamento e revisão de questionários, além de visitas técnicas para capacitação da equipe de planejamento, viagens de supervisão de coleta de dados e apoio de técnicos estaduais do MPA. Estas ações estão contempladas no acordo e visam coletar os dados de maneira padronizada e tratar os dados mais adequadamente, de modo a qualificá-los. 37 2.2.3 Ações 2.2.3.1 Ações - OFSS QUADRO A.2.2.3.1 – AÇÕES – OFSS Identificação da Ação Código Título Iniciativa 20Y0 Tipo: Atividade Fomento à Produção Pesqueira e Aquícola Fomento à Produção Pesqueira e Aquícola Promover a produção aquícola e pesqueira de forma sustentável com foco no potencial brasileiro e nos recursos sub-explotados e Inexplotados Código: 0567 Objetivo Programa Pesca e Aquicultura Código: 2052 Tipo: Temático Unidade Orçamentária 58101 - Ministério da Pesca e Aquicultura ( ) Sim ( X )Não Caso positivo: ( )PAC ( ) Brasil sem Miséria Ação Prioritária Lei Orçamentária 2013 Execução Orçamentária e Financeira Dotação Despesa Restos a Pagar inscritos 2013 Não Inicial Final Empenhada Liquidada Paga Processados Processados 206.676.921,00 206.676.921,00 72.997.885,00 19.789.770,00 17.668.707,00 0 0 Execução Física Montante Descrição da meta Unidade de medida Previsto Reprogramado Realizado Iniciativa de fomento implementada unidade 27.654,0 23.850,0 32,0 Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Unidade de Valor Liquidado Valor Cancelado Descrição da Meta Realizada 1/1/2013 medida Iniciativa de fomento 0 0 0 unidade 0 implementada 2.2.3.2 Ações/SUBTÍTULOS - OFSS QUADRO A.2.2.3.2 – AÇÃO/SUBTÍTULOS – OFSS Identificação da Ação Código 20Y0 Tipo: Atividade Fomento à Produção Pesqueira e Aquícola Descrição Fomento à Produção Pesqueira e Aquícola Iniciativa Promover a produção aquícola e pesqueira de forma sustentável com foco no potencial brasileiro e nos recursos sub-explotados e Inexplotados Código: 0567 Objetivo Programa Pesca e Aquicultura Código: 2052 Tipo: Temático Unidade Orçamentária 58101 - Ministério da Pesca e Aquicultura ( ) Sim ( X )Não Caso positivo: ( )PAC ( ) Brasil sem Miséria Ação Prioritária Lei Orçamentária Anual - 2013 Execução Orçamentária e Financeira Dotação Despesa Restos a Pagar inscritos 2013 Nº do subtítulo/ Não Localizador Inicial Final Empenhada Liquidada Paga Processados Processados 0011 - No Estado de 2.000.000,00 2.000.000,00 0 0 0 0 0 Rondônia 38 Execução Física da Ação - Metas Nº do subtítulo/ Localizador 0011 - No Estado de Rondônia 0 Nº do subtítulo/ Localizador 0011 - No Estado de Rondônia Montante Unidade de medida Descrição da meta Iniciativa de fomento implementada0 unidade Previsto Reprogramado (*) Realizado 537,0 0 0 Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0 0 Iniciativa de fomento implementada Unidade 0 Realizada 0 0 Nº do subtítulo/ Localizador 0014 - No Estado de Roraima Dotação Execução Orçamentária e Financeira Despesa Inicial Final Empenhada Liquidada 6.000.000,00 6.000.000,00 0 Paga 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 0 Execução Física da Ação - Metas Nº do subtítulo/ Localizador 0014 - No Estado de Roraima 0 Nº do subtítulo/ Localizador 0014 - No Estado de Roraima Montante Unidade de medida Descrição da meta Iniciativa de fomento implementada0 unidade Previsto Reprogramado (*) Realizado 1.611,0 1.611,0 0 Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0 0 Iniciativa de fomento implementada Unidade 0 Realizada 0 0 Nº do subtítulo/ Localizador 0015 - No Estado do Pará Dotação Execução Orçamentária e Financeira Despesa Inicial Final Empenhada Liquidada 450.000,00 450.000,00 0 Paga 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 0 Execução Física da Ação - Metas Nº do subtítulo/ Localizador 0015 - No Estado do Pará 0 Nº do subtítulo/ Localizador Descrição da meta Iniciativa de fomento implementada0 Unidade de medida unidade Montante Previsto Reprogramado (*) Realizado 121,0 0 0 Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida Realizada 39 00015 - No Estado do Pará 0 0 Nº do subtítulo/ Localizador 0016 - No Estado do Amapá 0 Iniciativa de fomento implementada Unidade 0 Execução Orçamentária e Financeira Despesa Dotação Inicial Final Empenhada Liquidada Paga 1.050.000,00 1.050.000,0 1.050.000,00 0 0 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 Execução Física da Ação - Metas Nº do subtítulo/ Localizador 0016 - No Estado do Amapá 0 Nº do subtítulo/ Localizador 0016 - No Estado do Amapá Montante Unidade de medida Descrição da meta Iniciativa de fomento implementada0 Previsto Reprogramado (*) Realizado 328,0 328,0 0 unidade Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0 0 Iniciativa de fomento implementada Unidade 0 Realizada 0 0 Nº do subtítulo/ Localizador 0021 - No Estado do Maranhão Dotação Execução Orçamentária e Financeira Despesa Inicial Final 10.000.000,00 10.000.000,00 Empenhada Liquidada 0 Paga 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 0 Execução Física da Ação - Metas Nº do subtítulo/ Localizador 0021 - No Estado do Maranhão 0 Nº do subtítulo/ Localizador 00021 - No Estado do Maranhão Montante Unidade de medida Descrição da meta Iniciativa de fomento implementada0 unidade Previsto Reprogramado (*) Realizado 2.685,0 0 0 Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0 0 0 Iniciativa de fomento implementada Realizada Unidade 0 0 Nº do subtítulo/ Localizador 0026 - No Estado de Pernambuco Dotação Execução Orçamentária e Financeira Despesa Inicial Final Empenhada Liquidada Paga 400.000,00 400.000,0 0 0 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 40 Execução Física da Ação - Metas Nº do subtítulo/ Localizador 0026 - No Estado de Pernambuco 0 Nº do subtítulo/ Localizador 0 0026 - No Estado de Pernambuco 0 Nº do subtítulo/ Localizador 0029 - No Estado da Bahia Montante Unidade de medida Descrição da meta Iniciativa de fomento implementada0 Previsto Reprogramado (*) Realizado 107,0 107,0 0 unidade Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0 0 Dotação Iniciativa de fomento implementada Unidade 0 Execução Orçamentária e Financeira Despesa Inicial Final Empenhada Liquidada Paga 1.000.000,00 1.000.000,00 1.000.000,00 0 0 Realizada 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 Execução Física da Ação - Metas Nº do subtítulo/ Localizador 0029 - No Estado da Bahia 0 Nº do subtítulo/ Localizador 0029 - No Estado da Bahia Montante Unidade de medida Descrição da meta Iniciativa de fomento implementada0 unidade Previsto Reprogramado (*) Realizado 269,0 269,0 0 Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0 0 0 Iniciativa de fomento implementada Realizada Unidade 0 0 Nº do subtítulo/ Localizador 0032 - No Estado do Espírito Santo Dotação Execução Orçamentária e Financeira Despesa Inicial Final Empenhada Liquidada Paga 600.000,00 600.000,00 0 0 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 Execução Física da Ação - Metas Nº do subtítulo/ Localizador 0032 - No Estado do Espírito Santo 0 Nº do subtítulo/ Descrição da meta Iniciativa de fomento implementada0 Unidade de medida unidade Montante Previsto Reprogramado (*) Realizado 161,0 161,0 0 Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Descrição da Meta Unidade de Realizada 41 Localizador 0 0032 - No Estado do Espírito Santo 0 01/01/2013 Liquidado Cancelado 0 0 0 medida Iniciativa de fomento implementada Unidade 0 42 Nº do subtítulo/ Localizador 0033 - No Estado do Rio de Janeiro Dotação Execução Orçamentária e Financeira Despesa Inicial Final Empenhada Liquidada Paga 5.000.000,00 5.000.000,00 2.198.000 0 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 Execução Física da Ação - Metas Nº do subtítulo/ Localizador 0033 - No Estado do Rio de Janeiro 0 Nº do subtítulo/ Localizador 00033 - No Estado do Rio de Janeiro 0 Nº do subtítulo/ Localizador 0035 - No Estado de São Paulo Montante Unidade de medida Descrição da meta Iniciativa de fomento implementada unidade Previsto Reprogramado (*) Realizado 1.343,0 1.343,0 0 Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0 0 Dotação 0 Iniciativa de fomento implementada Execução Orçamentária e Financeira Despesa Inicial Final Empenhada Liquidada 1.500.000,00 1.500.000,00 500.000,00 Paga 0 Realizada Unidade 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 0 Execução Física da Ação - Metas Nº do subtítulo/ Localizador 0035 - No Estado de São Paulo 0 Nº do subtítulo/ Localizador 00035 - No Estado de São Paulo 0 Nº do subtítulo/ Localizador 0041 - No Estado do Paraná Montante Unidade de medida Descrição da meta Iniciativa de fomento implementada unidade Previsto Reprogramado (*) Realizado 403,0 403,0 0 Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0 0 Dotação 0 Iniciativa de fomento implementada Execução Orçamentária e Financeira Despesa Inicial Final Empenhada Liquidada Paga 1.000.000,00 1.000.000,00 600.000,00 0,0 0,0 Realizada Unidade 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 Execução Física da Ação - Metas 43 Nº do subtítulo/ Localizador 0041 - No Estado do Paraná 0 Nº do subtítulo/ Localizador 00041 - No Estado do Paraná Montante Unidade de medida Descrição da meta Iniciativa de fomento implementada Previsto Reprogramado (*) Realizado 269,0 269,0 0 unidade Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0 0 0 Iniciativa de fomento implementada Realizada Unidade 0 0 Nº do subtítulo/ Localizador 0042 - No Estado de Santa Catarina Dotação Execução Orçamentária e Financeira Despesa Inicial Final Empenhada Liquidada Paga 1.950.000,00 1.950.000,00 1.700.000,00 0 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 Execução Física da Ação - Metas Nº do subtítulo/ Localizador 0042 - No Estado de Santa Catarina 0 Nº do subtítulo/ Localizador 00042 - No Estado de Santa Catarina 0 Nº do subtítulo/ Localizador 0043 - No Estado do Rio Grande do Sul Montante Unidade de medida Descrição da meta Iniciativa de fomento implementada unidade Previsto Reprogramado (*) Realizado 524,0 524,0 0 Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0 0 Dotação 0 Iniciativa de fomento implementada Execução Orçamentária e Financeira Despesa Inicial Final Empenhada Liquidada Paga 1.600.000,00 1.600.000,00 700.000,00 0,0 0,0 Realizada Unidade 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 Execução Física da Ação - Metas Nº do subtítulo/ Localizador 0043 - No Estado do Rio Grande do Sul 0 Nº do subtítulo/ Descrição da meta Iniciativa de fomento implementada Unidade de medida unidade Montante Previsto Reprogramado (*) Realizado 430,0 430,0 0 Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Descrição da Meta Unidade de Realizada 44 Localizador 00043 - No Estado do Rio Grande do Sul 0 Nº do subtítulo/ Localizador 0051 - No Estado de Mato Grosso 01/01/2013 Liquidado Cancelado 0 0 0 Dotação medida Iniciativa de fomento implementada Execução Orçamentária e Financeira Despesa Inicial Final Empenhada Liquidada Paga 100.000,00 100.000,00 0,0 0,0 0,0 Unidade 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 Execução Física da Ação - Metas Nº do subtítulo/ Localizador 0051 - No Estado de Mato Grosso 0 Nº do subtítulo/ Localizador 00051 - No Estado de Mato Grosso 0 Nº do subtítulo/ Localizador 0054 - No Estado de Mato Grosso do Sul Montante Unidade de medida Descrição da meta Iniciativa de fomento implementada0 Previsto Reprogramado (*) Realizado 27,0 27,0 0 unidade Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0 0 Dotação 0 Iniciativa de fomento implementada Execução Orçamentária e Financeira Despesa Inicial Final Empenhada Liquidada Paga 900.000,00 900.000,00 900.000,00 0 0 Realizada Unidade 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 Execução Física da Ação - Metas Nº do subtítulo/ Localizador 0054 - No Estado de Mato Grosso do Sul 0 Nº do subtítulo/ Localizador 00054 - No Estado de Mato Grosso do Sul 0 Nº do subtítulo/ Unidade de medida Descrição da meta Iniciativa de fomento implementada0 unidade Montante Previsto Reprogramado (*) Realizado 242,0 242,0 0 Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0 0 0 Iniciativa de fomento implementada Execução Orçamentária e Financeira Dotação Despesa Inicial Final Empenhada Liquidada Paga Unidade Realizada 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Processados Não 45 Localizador 0214 - No Município de Maués - AM Processados 300.000,00 300.000,00 300.000,00 0 0 0 0 Execução Física da Ação - Metas Nº do subtítulo/ Localizador 0214 - No Município de Maués - AM 0 Nº do subtítulo/ Localizador 00214 - No Município de Maués - AM 0 Nº do subtítulo/ Localizador 0907 - No Município de Oeiras - PI Montante Unidade de medida Descrição da meta Iniciativa de fomento implementada0 unidade Previsto Reprogramado (*) Realizado 81,0 81,0 0 Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0 0 Dotação 0 Iniciativa de fomento implementada Execução Orçamentária e Financeira Despesa Inicial Final Empenhada Liquidada Paga 300.000,00 300.000,00 300.000,00 0 0 Realizada Unidade 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 Execução Física da Ação - Metas Nº do subtítulo/ Localizador 0907 - No Município de Oeiras - PI 0 Nº do subtítulo/ Localizador 0907 - No Município de Oeiras - PI 0 Nº do subtítulo/ Localizador 1087 - No Município de Jijoca de Jericoacoara CE Montante Unidade de medida Descrição da meta Iniciativa de fomento implementada0 unidade Previsto Reprogramado (*) Realizado 81,0 81,0 0 Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0 0 Dotação 0 Iniciativa de fomento implementada Execução Orçamentária e Financeira Despesa Inicial Final Empenhada Liquidada Paga 450.000,00 450.000,00 0 0 0 Realizada Unidade 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 Execução Física da Ação - Metas 46 Nº do subtítulo/ Localizador 1087 - No Município de Jijoca de Jericoacoara CE 0 Nº do subtítulo/ Localizador 1087 - No Município de Jijoca de Jericoacoara CE 0 Nº do subtítulo/ Localizador 2175 - No Município de Maraú - BA Montante Unidade de medida Descrição da meta Iniciativa de fomento implementada0 unidade Previsto Reprogramado (*) Realizado 121,0 81,0 0 Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0 0 Dotação 0 Iniciativa de fomento implementada Execução Orçamentária e Financeira Despesa Inicial Final Empenhada Liquidada Paga 300.000,00 300.000,00 0,0 0 0 Realizada Unidade 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 Execução Física da Ação - Metas Nº do subtítulo/ Localizador 2175 - No Município de Maraú - BA 0 Nº do subtítulo/ Localizador 2175 - No Município de Maraú - BA 0 Nº do subtítulo/ Localizador 3327 - No Município de Paty do Alferes - RJ Montante Unidade de medida Descrição da meta Iniciativa de fomento implementada0 unidade Previsto Reprogramado (*) Realizado 81,0 81,0 0 Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0 0 Dotação 0 Iniciativa de fomento implementada Execução Orçamentária e Financeira Despesa Inicial Final Empenhada Liquidada Paga 300.000,00 300.000,00 0,00 0 0 Realizada Unidade 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 Execução Física da Ação - Metas Nº do subtítulo/ Localizador Descrição da meta Unidade de medida Montante Previsto Reprogramado (*) Realizado 47 3327 - No Município de Paty do Alferes - RJ 0 Nº do subtítulo/ Localizador 3327 - No Município de Paty do Alferes - RJ 0 Nº do subtítulo/ Localizador 3340 - No Município de Rio das Ostras - RJ Iniciativa de fomento implementada0 unidade 81,0 81,0 Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0 0 Dotação 0 Iniciativa de fomento implementada Execução Orçamentária e Financeira Despesa Inicial Final Empenhada Liquidada Paga 500.000,00 500.000,00 500.000,00 0 0 0 Realizada Unidade 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 Execução Física da Ação - Metas Nº do subtítulo/ Localizador 3340 - No Município de Rio das Ostras - RJ 0 Nº do subtítulo/ Localizador 3340 - No Município de Rio das Ostras - RJ 0 Nº do subtítulo/ Localizador 3779 - No Município de Pederneiras SP Montante Unidade de medida Descrição da meta Iniciativa de fomento implementada0 unidade Previsto Reprogramado (*) Realizado 134,0 134,0 0 Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0 0 Dotação 0 Iniciativa de fomento implementada Execução Orçamentária e Financeira Despesa Inicial Final Empenhada Liquidada Paga 100.000,00 100.000,00 0,00 0 0 Realizada Unidade 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 Execução Física da Ação - Metas Nº do subtítulo/ Localizador 3779 - No Município de Descrição da meta Iniciativa de fomento implementada0 Unidade de medida unidade Montante Previsto Reprogramado (*) Realizado 27,0 81,0 0 48 Pederneiras SP 0 Nº do subtítulo/ Localizador 3779 - No Município de Pederneiras SP 0 Nº do subtítulo/ Localizador 4285 - No Município de Ponta Grossa PR Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0 0 Dotação 0 Iniciativa de fomento implementada Execução Orçamentária e Financeira Despesa Inicial Final Empenhada Liquidada Paga 500.000,00 500.000,00 500.000,00 0 0 Realizada Unidade 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 Execução Física da Ação - Metas Nº do subtítulo/ Localizador 4285 - No Município de Ponta Grossa PR 0 Nº do subtítulo/ Localizador 4285 - No Município de Ponta Grossa PR 0 Nº do subtítulo/ Localizador 5096 - No Município de São José do Norte - RS Montante Unidade de medida Descrição da meta Iniciativa de fomento implementada0 unidade Previsto Reprogramado (*) Realizado 134,0 134,0 0 Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0 0 Dotação 0 Iniciativa de fomento implementada Execução Orçamentária e Financeira Despesa Inicial Final Empenhada Liquidada Paga 100.000,00 100.000,00 0,00 0 0 Realizada Unidade 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 Execução Física da Ação - Metas Nº do subtítulo/ Localizador 5096 - No Município de São José do Norte - RS Descrição da meta Iniciativa de fomento implementada0 Unidade de medida unidade Montante Previsto Reprogramado (*) Realizado 27,0 27,0 0 49 0 Nº do subtítulo/ Localizador 5096 - No Município de São José do Norte - RS 0 Nº do subtítulo/ Localizador 7000 - Instituto Amazonico Saber da Terra IAST - No Estado do Amazonas Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0 0 Dotação 0 Iniciativa de fomento implementada Execução Orçamentária e Financeira Despesa Inicial Final Empenhada Liquidada Paga 1.000.000,00 1.000.000,00 1.000.000,00 0 0 Realizada Unidade 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 Execução Física da Ação - Metas Nº do subtítulo/ Localizador 7000 - Instituto Amazonico Saber da Terra IAST - No Estado do Amazonas 0 Nº do subtítulo/ Localizador 7000 - Instituto Amazonico Saber da Terra IAST - No Estado do Amazonas 0 Unidade de medida Descrição da meta Iniciativa de fomento implementada0 unidade Montante Previsto Reprogramado (*) Realizado 269,0 269,0 0 Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0 0 0 Iniciativa de fomento implementada Execução Orçamentária e Financeira Dotação Despesa Nº do subtítulo/ Localizador Inicial Final Empenhada Liquidada Paga 7002 Aquisição de Máquinas e Equipamentos 37.561.875,00 37.561.875,00 0,00 0 0 No Estado do Maranhão Realizada Unidade 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 50 Execução Física da Ação - Metas Nº do subtítulo/ Localizador 7002 Aquisição de Máquinas e Equipamentos No Estado do Maranhão 0 Nº do subtítulo/ Localizador 7002 Aquisição de Máquinas e Equipamentos No Estado do Maranhão 0 Unidade de medida Descrição da meta Iniciativa de fomento implementada0 unidade Montante Previsto Reprogramado (*) Realizado 4.984,0 4.984,0 0 Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0 0 0 Iniciativa de fomento implementada Execução Orçamentária e Financeira Dotação Despesa Nº do subtítulo/ Localizador Inicial Final Empenhada Liquidada Paga 7004 Aquisição de Máquinas e Equipamentos 30.023.868,00 30.023.868,00 0,00 0 0 No Estado do Rio de Janeiro Realizada Unidade 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 Execução Física da Ação - Metas Nº do subtítulo/ Localizador 7004 Aquisição de Máquinas e Equipamentos No Estado do Rio de Janeiro 0 Nº do subtítulo/ Localizador 7004 Aquisição de Máquinas e Equipamentos No Estado do Unidade de medida Descrição da meta Iniciativa de fomento implementada0 unidade Montante Previsto Reprogramado (*) Realizado 8.062,0 8.062,0 0 Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0 0 0 Iniciativa de fomento implementada Unidade Realizada 0 51 Rio de Janeiro 0 Execução Orçamentária e Financeira Dotação Despesa Nº do subtítulo/ Localizador Inicial Final Empenhada Liquidada Paga 7006 Aquisição de Máquinas e Equipamentos 18.643.823,00 18.643.823,00 0,00 0 0 No Estado do Mato Grosso do Sul Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 Execução Física da Ação - Metas Nº do subtítulo/ Localizador 7006 Aquisição de Máquinas e Equipamentos No Estado do Mato Grosso do Sul 0 Nº do subtítulo/ Localizador 7006 Aquisição de Máquinas e Equipamentos No Estado do Mato Grosso do Sul 0 Unidade de medida Descrição da meta Iniciativa de fomento implementada0 unidade Montante Previsto Reprogramado (*) Realizado 5.006,0 5.006,0 0 Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0 0 0 Iniciativa de fomento implementada Execução Orçamentária e Financeira Dotação Despesa Nº do subtítulo/ Localizador Inicial Final Empenhada Liquidada Paga 7008 Aquisição de Máquinas e Equipamentos 20.000.000,00 20.000.000,00 0,00 0 0 Aquícolas e Serviços - No Estado de Rondônia Nº do subtítulo/ Execução Física da Ação - Metas Unidade de Descrição da meta medida Previsto Realizada Unidade 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 Montante Reprogramado (*) Realizado 52 Localizador 7008 Aquisição de Máquinas e Equipamentos Aquícolas e Serviços - No Estado de Rondônia 0 Nº do subtítulo/ Localizador 7008 Aquisição de Máquinas e Equipamentos Aquícolas e Serviços - No Estado de Rondônia 0 Iniciativa de fomento implementada0 unidade 5.371,0 5.371,0 Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0 0 0 Iniciativa de fomento implementada Execução Orçamentária e Financeira Dotação Despesa Nº do subtítulo/ Localizador Inicial Final Empenhada Liquidada Paga 7010 Aquisição de Equipamentos e Assistência 20.000.000,00 20.000.000,00 0,00 0 0 Técnica - No Estado de Roraima 0 Realizada Unidade 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 Execução Física da Ação - Metas Nº do subtítulo/ Localizador 7010 Aquisição de Equipamentos e Assistência Técnica - No Estado de Roraima 0 Nº do subtítulo/ Localizador 7010 Aquisição de Equipamentos e Assistência Técnica - No Estado de Roraima 0 Unidade de medida Descrição da meta Iniciativa de fomento implementada0 unidade Montante Previsto Reprogramado (*) Realizado 5.371,0 5.371,0 0 Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0 0 0 Iniciativa de fomento implementada Unidade Realizada 0 53 Nº do subtítulo/ Localizador 7012 Associação dos Carcinicultores da Costa Negra - ACCN - No Estado do Ceará Dotação Execução Orçamentária e Financeira Despesa Inicial Final Empenhada Liquidada Paga 700.000,00 700.000,00 700.000,00 700.000,00 700.000,00 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 Execução Física da Ação - Metas Nº do subtítulo/ Localizador 7012 Associação dos Carcinicultores da Costa Negra - ACCN - No Estado do Ceará 0 Nº do subtítulo/ Localizador 7012 Associação dos Carcinicultores da Costa Negra - ACCN - No Estado do Ceará 0 Unidade de medida Descrição da meta Iniciativa de fomento implementada0 unidade Montante Previsto Reprogramado (*) Realizado 188,0 188,0 0 Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0 0 0 Iniciativa de fomento implementada Unidade Realizada 0 54 QUADRO A.2.2.3.1 – AÇÕES – OFSS Identificação da Ação Código 20Y1 Tipo: Atividade Desenvolvimento da Infraestrutura Pesqueira e Aquícola Título Desenvolvimento da Infraestrutura Pesqueira e Aquícola Iniciativa Implementar infraestruturas integrantes da cadeia produtiva aquícola e pesqueira para promover a produção, a agregação de valor e a qualidade dos produtos aquícolas e pesqueiros nacionais. Objetivo Código: 0572 Programa Pesca e Aquicultura Código: 2052 Tipo: Temático 58101 - Ministério da Pesca e Aquicultura Unidade Orçamentária ( ) Sim ( X )Não Caso positivo: ( )PAC ( ) Brasil sem Miséria Ação Prioritária Lei Orçamentária 2013 Execução Orçamentária e Financeira Restos a Pagar inscritos Dotação Despesa 2013 Não Processado Inicial Final Empenhada Liquidada Paga Processados s 53.849.459,00 53.849.459,00 39.882.503,00 3.771.374,00 3.771.374,00 0 0 Execução Física Montante Unidade de Descrição da meta Reprograma Realiza medida Previsto do do Unidade da cadeia produtiva disponibilizada/mantida unidade 46,0 46,0 3,0 Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor Valor Unidade de Realiza Valor em 1/1/2013 Descrição da Meta Liquidado Cancelado medida da Unidade da cadeia 0 0 0 produtiva unidade 0 disponibilizada/mantida Execução Orçamentária e Financeira Dotação Despesa Nº do subtítulo/ Localizador 0011 - No Estado de Rondônia Inicial Final Empenhada 1.000.000,00 1.000.000,00 1.000.000,00 Liquidada 1.000.00 0,00 Paga 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processado Processados s 0 0 Execução Física da Ação - Metas Unidade Montante Nº do subtítulo/ Localizador Descrição da meta de Previst Reprogramado Realizad medida o (*) o 0011 - No Estado de Rondônia Unidade da cadeia produtiva unidade 1,0 0 0 disponibilizada/mantida Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Nº do subtítulo/ Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta Realizada Localizador 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0011 - No Estado de Rondônia 0 0 0 Unidade da cadeia produtiva disponibilizada/mantida Unidade 0 0 55 Execução Orçamentária e Financeira Dotação Despesa Nº do subtítulo/ Localizador 0013 - No Estado do Amazonas Inicial Final Empenhada Liquidada Paga 200.000,00 200.000,00 200.000,00 0,00 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processado Processados s 0 0 Execução Física da Ação - Metas Unidade Montante Nº do subtítulo/ Localizador Descrição da meta de Previst Reprogramado Realizad medida o (*) o 0013 - No Estado do Amazonas Unidade da cadeia produtiva unidade 1,0 0 0 disponibilizada/mantida Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Nº do subtítulo/ Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta Realizada Localizador 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0013 - No Estado do Amazonas 0 0 Unidade da cadeia produtiva disponibilizada/mantida 0 Unidade 0 0 Execução Orçamentária e Financeira Dotação Despesa Nº do subtítulo/ Localizador 0015 - No Estado do Pará Inicial Final Empenhada Liquidada Paga 5.000.000,00 5.000.000,00 1.700.000,00 0 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processado Processados s 0 0 Execução Física da Ação - Metas Nº do subtítulo/ Localizador Unidade de medida Descrição da meta Montante Previsto Reprogramado (*) 0015 - No Estado do Pará Nº do subtítulo/ Localizador 0015 - No Estado do Pará 0 Unidade da cadeia produtiva unidade 7,0 0 disponibilizada/mantida Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida Unidade da cadeia 0 0 0 produtiva Unidade disponibilizada/mantida Realizado 0 Realizada 0 Execução Orçamentária e Financeira Dotação Despesa Nº do subtítulo/ Localizador 0022 - No Estado do Inicial 600.000,00 Final 600.000,00 Empenhada 600.000,00 Liquidada 0,00 Paga 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processado Processados s 0 0 56 Piauí Execução Física da Ação - Metas Unidade Montante Nº do subtítulo/ Localizador Descrição da meta de Previst Reprogramado Realizad medida o (*) o 0022 - No Estado do Piauí Unidade da cadeia produtiva unidade 1,0 0 0 disponibilizada/mantida Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Nº do subtítulo/ Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta Realizada Localizador 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida Unidade da cadeia 0022 - No 0 0 0 produtiva Unidade 0 Estado do Piauí disponibilizada/mantida 0 Execução Orçamentária e Financeira Dotação Despesa Nº do subtítulo/ Localizador 0023 - No Estado do Ceará Inicial Final Empenhada Liquidada Paga 390.000,00 390.000,00 0,00 0,00 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processado Processados s 0 0 Execução Física da Ação - Metas Unidade Montante Nº do subtítulo/ Localizador Descrição da meta de Previst Reprogramado Realizad medida o (*) o 0023 - No Estado do Ceará Unidade da cadeia produtiva unidade 1,0 0 0 disponibilizada/mantida Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Nº do subtítulo/ Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta Realizada Localizador 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0023 - No Estado do Ceará 0 0 Unidade da cadeia produtiva disponibilizada/mantida 0 Unidade 0 0 Execução Orçamentária e Financeira Dotação Despesa Nº do subtítulo/ Localizador 0025 - No Estado da Paraíba Inicial Final Empenhada Liquidada Paga 100.000,00 100.000,00 0,00 0,00 0 Nº do subtítulo/ Localizador 0011 - No Estado de Rondônia Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processado Processados s 0 Execução Física da Ação - Metas Unidade Montante Descrição da meta de Previst Reprogramado medida o (*) Unidade da cadeia produtiva unidade 1,0 0 disponibilizada/mantida Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores 0 Realizad o 0 57 Nº do subtítulo/ Localizador Execução Orçamentária e Financeira Valor em Valor Valor 01/01/2013 Liquidado Cancelado 0025 - No Estado da Paraíba 0 0 Execução Física - Metas Unidade de Descrição da Meta medida Unidade da cadeia produtiva disponibilizada/mantida 0 Unidade Realizada 0 0 Execução Orçamentária e Financeira Dotação Despesa Nº do subtítulo/ Localizador 0025 - No Estado da Paraíba Inicial Final Empenhada Liquidada Paga 100.000,00 100.000,00 0,00 0,00 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processado Processados s 0 0 Execução Física da Ação - Metas Unidade Montante Nº do subtítulo/ Localizador Descrição da meta de Previst Reprogramado Realizad medida o (*) o 0025 - No Estado da Paraíba Unidade da cadeia produtiva unidade 1,0 0 0 disponibilizada/mantida Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Nº do subtítulo/ Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta Realizada Localizador 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0025 - No Estado da Paraíba 0 0 Unidade da cadeia produtiva disponibilizada/mantida 0 Unidade 0 0 Execução Orçamentária e Financeira Dotação Nº do subtítulo/ Localizador 0027 - No Estado de Alagoas Despesa Inicial Final Empenhada 500.000,00 500.000,00 0,00 Liquidada Paga 0,00 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 Execução Física da Ação - Metas Unidade Montante Nº do subtítulo/ Localizador Descrição da meta de Previst Reprogramado Realizad medida o (*) o 0027 - No Estado de Alagoas Unidade da cadeia produtiva unidade 1,0 0 0 disponibilizada/mantida Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Nº do subtítulo/ Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta Realizada Localizador 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0027 - No Estado de Alagoas 0 0 0 Unidade da cadeia produtiva disponibilizada/mantida Unidade 0 0 58 Execução Orçamentária e Financeira Dotação Nº do subtítulo/ Localizador 0029 - No Estado da Bahia Despesa Inicial Final Empenhada 2.400.000,00 2.400.000,00 1.500.000,00 Liquidada Paga 0,00 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 Execução Física da Ação - Metas Unidade Montante Nº do subtítulo/ Localizador Descrição da meta de Previst Reprogramado Realizad medida o (*) o 0029 - No Estado da Bahia Unidade da cadeia produtiva unidade 3,0 0 0 disponibilizada/mantida Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Nº do subtítulo/ Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta Realizada Localizador 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0029 - No Estado da Bahia 0 0 0 Unidade da cadeia produtiva disponibilizada/mantida Unidade 0 0 Execução Orçamentária e Financeira Dotação Nº do subtítulo/ Localizador 0032 - No Estado do Espírito Santo Despesa Inicial Final Empenhada 440.000,00 440.000,00 440.000,00 Liquidada Paga 0,00 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 Execução Física da Ação - Metas Unidade Montante Nº do subtítulo/ Localizador Descrição da meta de Previst Reprogramado Realizad medida o (*) o 0032 - No Estado do Espírito Unidade da cadeia produtiva unidade 1,0 0 0 Santo disponibilizada/mantida Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Nº do subtítulo/ Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta Realizada Localizador 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0032 - No Estado do Espírito Santo 0 0 0 0 Unidade da cadeia produtiva disponibilizada/mantida Unidade 0 Execução Orçamentária e Financeira Dotação Nº do subtítulo/ Localizador 0042 - No Estado de Santa Catarina Despesa Inicial Final Empenhada 3.300.000,00 3.300.000,00 800.000,00 Liquidada Paga 0,00 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 59 Execução Física da Ação - Metas Nº do subtítulo/ Localizador Unidade de medida Descrição da meta Montante Previsto Reprogramado (*) Nº do subtítulo/ Localizador Unidade da cadeia produtiva unidade 5,0 0 disponibilizada/mantida Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida Realizado 0042 - No Estado de Santa Catarina 0042 - No Estado de Santa Catarina 0 0 0 Unidade da cadeia produtiva disponibilizada/mantida 0 Unidade 0 Realizada 0 Execução Orçamentária e Financeira Dotação Nº do subtítulo/ Localizador 0043 - No Estado do Rio Grande do Sul Despesa Inicial Final Empenhada 1.000.000,00 1.000.000,00 750.000,00 Liquidada Paga 0,00 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 Execução Física da Ação - Metas Unidade Montante Nº do subtítulo/ Localizador Descrição da meta de Previst Reprogramado Realizad medida o (*) o 0043 - No Estado do Rio Grande Unidade da cadeia produtiva unidade 1,0 0 0 do Sul disponibilizada/mantida Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Nº do subtítulo/ Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta Realizada Localizador 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 0043 - No Estado do Rio Grande do Sul 0 0 0 Unidade da cadeia produtiva disponibilizada/mantida 0 Unidade 0 Execução Orçamentária e Financeira Dotação Nº do subtítulo/ Localizador 3166 - No Município de Uberlândia - MG Despesa Inicial Final Empenhada 100.000,00 100.000,00 0,00 Liquidada Paga 0,00 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 Execução Física da Ação - Metas Unidade Montante Nº do subtítulo/ Localizador Descrição da meta de Previst Reprogramado Realizad medida o (*) o 3166 - No Município de Unidade da cadeia produtiva unidade 1,0 0 0 Uberlândia - MG disponibilizada/mantida Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Nº do subtítulo/ Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta Realizada Localizador 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 60 3166 - No Município de Uberlândia MG 0 0 0 Unidade da cadeia produtiva disponibilizada/mantida 0 Unidade 0 Execução Orçamentária e Financeira Dotação Nº do subtítulo/ Localizador 3274 - No Município de Angra dos Reis - RJ Despesa Inicial Final Empenhada 500.000,00 500.000,00 0,00 Liquidada Paga 0,00 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 Execução Física da Ação - Metas Unidade Montante Nº do subtítulo/ Localizador Descrição da meta de Previst Reprogramado Realizad medida o (*) o 3274 - No Município de Angra Unidade da cadeia produtiva unidade 1,0 0 0 dos Reis - RJ disponibilizada/mantida Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Nº do subtítulo/ Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta Realizada Localizador 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 3274 - No Município de Angra dos Reis - RJ 0 0 0 0 Unidade da cadeia produtiva disponibilizada/mantida Unidade 0 Execução Orçamentária e Financeira Dotação Nº do subtítulo/ Localizador 3313 - No Município de Mangaratiba - RJ Despesa Inicial Final Empenhada 500.000,00 500.000,00 500.000,00 Liquidada Paga 0,00 0 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 Execução Física da Ação - Metas Unidade Montante Nº do subtítulo/ Localizador Descrição da meta de Previst Reprogramado Realizad medida o (*) o 3313 - No Município de Unidade da cadeia produtiva unidade 1,0 0 0 Mangaratiba - RJ disponibilizada/mantida Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Nº do subtítulo/ Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta Realizada Localizador 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 3313 - No Município de Mangaratiba RJ 0 0 0 0 Unidade da cadeia produtiva disponibilizada/mantida Unidade 0 61 Execução Orçamentária e Financeira Dotação Nº do subtítulo/ Localizador 3326 - No Município de Paraty - RJ Despesa Inicial Final Empenhada 850.000,00 850.000,00 850.000,00 Liquidada Paga 0,00 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 0 Execução Física da Ação - Metas Unidade Montante Nº do subtítulo/ Localizador Descrição da meta de Previst Reprogramado Realizad medida o (*) o 3326 - No Município de Paraty Unidade da cadeia produtiva unidade 1,0 0 0 RJ disponibilizada/mantida Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Nº do subtítulo/ Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta Realizada Localizador 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 3326 - No Município de Paraty - RJ 0 0 0 0 Unidade da cadeia produtiva disponibilizada/mantida Unidade 0 Execução Orçamentária e Financeira Dotação Nº do subtítulo/ Localizador 7000 - Apoio a Serviços e Aquisição de Máquinas e Equipamentos - No Estado do Pará Inicial Final 20.000.000,00 20.000.000,00 7000 - Apoio a Serviços e Aquisição de Máquinas e Equipamentos - No Estado do Pará Empenhada Liquidada Paga 0,00 0,00 Restos a Pagar inscritos 2013 Não Processados Processados 0 0 Execução Física da Ação - Metas Unidade Descrição da meta de Previst medida o Nº do subtítulo/ Localizador Nº do subtítulo/ Localizador Despesa Unidade da cadeia produtiva disponibilizada/mantida unidade 27,0 0 Montante Reprogramado (*) Realizad o 0 0 Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas Valor em Valor Valor Unidade de Descrição da Meta 01/01/2013 Liquidado Cancelado medida 7000 - Apoio a Serviços e Aquisição de 0 0 Máquinas e Equipamentos - No Estado do Pará 0 FONTE: Financeiro: SIAFI. Físico: MPA 0 Unidade da cadeia produtiva disponibilizada/mantida Unidade Realizada 0 62 2.2.3.5 Análise Situacional As ações realizadas para o ano de 2013 foram emblemáticas para o fortalecimento do setor aquícola nacional. No período, o Plano Safra da Pesca e Aquicultura concedeu créditos da ordem de R$ 500 milhões, para a modernização da pesca e a expansão dos criatórios. Ao todo foram registradas 25.872 operações de financiamento na rede bancária oficial. O crédito aumentou 81,98% em relação ao ano anterior. O Plano envolve também ações estruturantes como desoneração do pescado, simplificação do licenciamento ambiental e assistência técnica. O mercado reagiu positivamente aos estímulos do Governo Federal. A meta de o Brasil produzir dois milhões de toneladas/ano de pescado, prevista para 2014, já foi alcançada, segundo levantamento feito pelo MPA. Outra conquista do setor, em 2013, foi a aprovação da nova Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente – Conama para o licenciamento simplificado da aquicultura. A medida torna mais ágil a implantação de parques aquícolas em grandes reservatórios públicos, sobretudo de hidrelétricas. Em 2013 o MPA apresentou o primeiro Censo Aquícola do Brasil, o Boletim Estatístico 2011 e o Boletim do Registro Geral da Pesca 2012. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE passará a fazer a estatística aquícola nacional a partir de 2013. Em 2012, o crescimento foi de 8,5% em relação a 2011. O destaque foi a aquicultura marinha, cuja produção atingiu 125.344,5 t, 31% a mais do que no ano anterior. A participação da aquicultura na produção nacional é cada vez mais expressiva. Em 2013, o MPA demarcou parques aquícolas em 23 reservatórios públicos em 14 Unidades da Federação. Os reservatórios estão localizados em AL, BA, GO, MA, MG, MT, PE, PI, PR, RS, SC, SE, SP e TO. Atualmente estão em regularização parques aquícolas marinhos em seis Estados: CE, MA, PA, PR, RN e SE. A lâmina d’água ofertada este ano pelo MPA, em áreas da União, atingiu aproximadamente 900 hectares, o que permitirá a produção de 210 mil toneladas de pescado por ano. Mais de 92% das áreas são “não onerosas” (sem pagamento pelo uso), destinadas a aquicultores familiares ou a moradores de comunidades tradicionais e ribeirinhas. No setor de produção de camarão, o MPA apoiou a universalização das Boas Práticas de Manejo – BPMs por meio de Projeto de Biossegurança na Carcinicultura Nacional. No momento implanta-se o Plano Regional de Capacitação, que envolve laboratórios de pós-larvas, fazendas de camarão, centros de processamento e fábrica de ração. O Acordo de Cooperação Técnica entre o MPA e o Ministério do Desenvolvimento Agrário – MDA possibilitou o lançamento de três chamadas públicas de Atepa, destinadas a atender 25.600 famílias de pescadores e aquicultores, principalmente das regiões Norte e Nordeste. Mais de 5.000 famílias também foram beneficiadas com a celebração de convênios com entidades públicas estaduais de assistência técnica e extensão rural. Com o acordo de cooperação entre o MPA e o Ministério do Desenvolvimento Social – MDS, 2.500 pescadores artesanais do Território Sertão do São Francisco passaram a receber assistência técnica. Cada família poderá acessar recursos de fomento não reembolsáveis no valor de R$ 2.400,00. O MPA celebrou ainda convênios e acordos de cooperação que permitem a capacitação de 250 técnicos de nível médio e superior, em pesca e aquicultura. Já uma parceria com o Serviço Social da Indústria – Sesi resultará na capacitação de 2.500 merendeiras de escolas públicas e filantrópicas, para a manipulação e preparo do pescado. Também foi lançado edital público de apoio à implantação e/ou manutenção de Núcleos voltados à educação, pesquisa e extensão nas Universidades e Institutos Federais de Educação Tecnológica. A iniciativa ocorre no Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica e é resultado da parceria entre o MPA e os Ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa, da Ciência, Tecnologia e Inovação – MCTI e do Ministério da Educação – MEC. O ano de 2013 marcou também a formação de aproximadamente 500 técnicos em pesca e aquicultura. Eles participaram de cursos a distância, apoiados pelos Telecentros e ministrados pelo Instituto Federal do Paraná – IFPR. Os cursos foram viabilizados com a parceria entre o MPA e o MEC. 63 O MPA habilitou 1.353 Municípios e consórcios públicos no processo seletivo para recebimento de patrulha mecanizada, composta de uma escavadeira hidráulica e um trator de esteiras. Os equipamentos serão destinados à construção de viveiros escavados em propriedades rurais, para a criação de pescado. A iniciativa beneficiará produtores rurais familiares, comunidades quilombolas, assentados da reforma agrária, comunidades tradicionais, pescadores artesanais e comunidades indígenas. Até o momento foram construídos cerca de cinco mil viveiros escavados em 17 Estados, com capacidade de produção estimada de 25.000 t/ano de pescado. Além disso, o MPA coordenou a instalação de unidades demonstrativas de produção aquícola. Com isso isso fortalece-se o Registro Geral da Pesca – RGP, o qual na categoria de aquicultor houve 12.142 novas inscrições, o que representa acréscimo de 413% em relação a 2012. O aumento se justifica pela implantação do Plano Safra da Pesca e Aquicultura, pelo programa de distribuição de patrulhas mecanizadas para Municípios e ainda pelo empenho dos órgãos estaduais. Além disso foi criada a Rede Nacional de Laboratórios do MPA – Renaqua, que implantou metodologias para o diagnóstico de mais de 40 doenças de peixes, camarões, moluscos, anfíbios e répteis. A rede também está capacitada a detectar biotoxinas marinhas potencialmente contaminadoras do pescado. Outro avanço foi a autorização do MPA para o credenciamento de médicos veterinários privados. Esses profissionais ampliarão a rede de coleta de amostras e material biológico destinado às análises sanitárias da Renaqua. Em outra frente, a Rede de Colaboração em Epidemiologia Veterinária do MPA –AquaEpi foi estabelecida, visando a consolidar um grupo de especialistas para responder aos desafios sanitários na produção de animais aquáticos. O ano de 2013 também foi marcado pela X Semana do Peixe, pelo Projeto Lagosta Viva e pelo Festival do Camarão da Costa Negra. Na X Semana do Peixe, evento que visa a estimular o consumo de pescado no segundo semestre, constatou-se a redução do preço do pescado em até 14%. As vendas aumentaram 60% em relação ao ano anterior. Levantamento feito pelo MPA apontou que o consumo de pescado no Brasil está crescendo muito. Este ano, a média foi de 14,50 kg per capita/ano, contra 11,74 kg per capita/ano em 2012. Atualmente os brasileiros já consomem pescado como recomendado pela Organização Mundial de Saúde – OMS. Para fortalecer e ampliar o consumo de pescado realizaram-se articulações com o Programa de Aquisição de Alimentos e foi firmado acordo de cooperação com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, que estimulará o consumo do pescado na alimentação escolar. No âmbito internacional, o MPA promoveu a participação de empresas brasileiras na maior feira mundial do setor da pesca e aquicultura, a European Seafood, na Bélgica, visando a prospectar novos mercados e incrementar as exportações brasileiras. 64 Para controle interno, foram desenvolvidos indicadores para as ações orçamentárias sob coordenação desta UJ: FIGURA II – INDICADORES INSTITUCIONAIS Número da Ação 20Y0.0001 20XZ.0003 20Y0.0004 Nome Percentual de Unidades Demonstrativas aquícolas implantadas em relação ao programado Percentual de execução dos recursos orçamentários disponibilizados para a ação Percentual de projetos apoiados no controle da qualidade na garantia de conformidade, segurança e inocuidade da produção de moluscos em relação ao programado Percentual de execução dos recursos orçamentários disponibilizados para a ação Percentual de unidades produtoras de formas jovens de organismos aquáticos em relação ao programado Percentual de execução dos recursos orçamentários disponibilizados para a ação Unidade de medida % / ano % / ano % / ano % / ano % / ano % / ano Descrição do Indicador Mede o número de Unidades Demonstrativas aquícolas implantadas em relação ao número de Unidades Demonstrativas programadas para a Ação Mede o percentual de execução dos recursos previstos na LOA Mede o nº de projetos apoiados no controle da qualidade na garantia de conformidade, segurança e inocuidade da produção de moluscos em relação ao nº de projetos programados para a ação Mede o percentual de execução dos recursos previstos na LOA Mede o nº unidades apoiadas produtoras de formas jovens de organismos aquáticos em relação ao nº de unidades programadas para Ação Mede o percentual de execução dos recursos previstos na LOA Fórmula de cálculo Nº de Unidades Demonstrativas aquícolas implantadas /número de Unidades Demonstrativas aquícolas programadas x 100 Orçamento executado / orçamento previsto x 100 Nº de projetos apoiados no controle da qualidade na garantia de conformidade, segurança e inocuidade da produção de moluscos / nº de projetos programados x 100 Orçamento executado / orçamento previsto x 100 Nº unidades apoiadas produtoras de formas jovens de organismos aquáticos / nº de unidades programados x 100 Orçamento executado / orçamento previsto x 100 65 Número da Ação 20Y0.0005 20Y1.0002 Nome Percentual de Estudos realizados visando à implementação de unidades em relação ao programado Percentual de execução dos recursos orçamentários disponibilizados para a ação Percentual de projetos relacionados a unidades apoiadas na Cadeia Produtiva Aquícola em relação ao programado Percentual de execução dos recursos orçamentários disponibilizados para a ação Percentual de execução dos recursos orçamentários disponibilizados para a ação Unidade de medida % / ano % / ano % / ano % / ano % / ano Descrição do Indicador Mede o número de estudos realizados para implementação de unidades em águas públicas me relação ao nº de estudos programados para a ação Mede o percentual de execução dos recursos previstos na LOA Mede o nº de unidades apoiadas na Cadeia Produtiva Aquícola em relação ao nº de unidades da Cadeia Produtiva Aquícola programados para a ação Fórmula de cálculo Soma dos estudos realizados / nº de estudos programados x 100 Orçamento executado / orçamento previsto x 100 Nº de unidades apoiadas na Cadeia Produtiva Aquícola / nº de unidades Programadas x 100 Mede o percentual de execução dos recursos previstos na LOA Orçamento executado / orçamento previsto x 100 Mede o percentual de execução dos recursos previstos na LOA Orçamento executado / orçamento previsto x 100 Ação 20Y0.0001(PTRES 060155) – Implantação de Unidades Demonstrativas de Aquicultura Indicador: Percentual de Unidades Demonstrativas aquícolas implantadas em relação ao programado e percentual de execução dos recursos orçamentários disponibilizados para a ação. 1. Percentual de Unidades Demonstrativas aquícolas implantadas em relação ao programado. Nesta ação, estava prevista a realização de tres metas físicas, disponibilizado recurso na Lei Orçamentário Anual (LOA) de R$ 881.675 (Oitocentos e oitente e um e seiscentos e setenta e cinco Reais), não tendo sido realizada nenhuma meta. No entanto ao final de 2013 foram executados dois empenhos através de dois termos de cooperação para execução de projetos, um para o apoio a unidades produtoras de forma jovem de bijupirá em Angra dos Reis, RJ e outro para a Universidade de Santa Catarina/UFSC para a produção de microalgas para a criação de mexilhão. Utilidade: A implantação de unidades demonstrativas permite ao MPA proporcionar conhecimento técnico em aquicultura, possibilitando, pois, a esta Pasta, mensurar sua atividade na referida ação orçamentária. 66 Mensurabilidade: O indicador da ação é de fácil mensurabilidade, uma vez que pode ser identificado por meio de implantações, auditorias e fiscalizações. Ação 20XZ.0003 (PTRES 060168) – Controle da Qualidade na Garantia de Conformidade, Segurança e Inocuidade de Produtos da Aquicultura Indicador: Percentual de projetos apoiados no controle da qualidade na garantia de conformidade, segurança e inocuidade da produção de moluscos em relação ao programado e percentual de execução dos recursos orçamentários disponibilizados para a ação. Para esta ação, foi disponibilizado recurso na Lei Orçamentário Anual (LOA) créditos no valor de R$ 910.000,00 (Novecentos e dez mil Reais). No entanto não foi firmado nenhum convenio para alocar esses recursos. Utilidade: O apoio a projetos permite ao MPA firmar parcerias propagando suas ações em âmbito nacional, difundindo assim atividades relacionadas ao objeto da ação, possibilitando, pois, a esta Pasta, mensurar sua atividade na referida ação orçamentária. Mensurabilidade: O indicador da ação é de fácil mensurabilidade, uma vez que pode ser identificado por meio de auditorias e fiscalizações. Ação 20Y0.0004 (PTRES 060169) - Fomento a Unidades Produtoras de Formas Jovens de Organismos Aquáticos Indicadores: Percentual de unidades produtoras de formas jovens de organismos aquáticos em relação ao programado e percentual de execução dos recursos orçamentários disponibilizados para a ação. Utilidade: Fomentar a atividade de unidades produtoras de formas jovens de organismos aquáticos, objetivando sua implantação, modernização e ampliação de capacidades produtivas. Além da implantação e adequação de infraestrutura (obras civis, sistema hidráulico e elétrico) e de equipamentos laboratoriais nas unidades produtoras de formas jovens de organismos aquáticos. Esta ferramenta permite ao MPA mensurar sua atividade na referida ação orçamentária. Mensurabilidade: O indicador da ação é de fácil mensurabilidade, uma vez que poderá ser identificado por meio de auditorias e fiscalizações. Para esta ação, foi disponibilizado recurso na Lei Orçamentário Anual (LOA) créditos no valor de R$ 1.990.325 (Hum milhão novecentos e noventa mil e trezentos e vinte e cinco Reais). Deste montante, até o mês de dezembro de 2013, foram empenhados R$ 21,11% desse valor. Ação 20Y0.0005 – Apoio à Implementação da Aquicultura em Águas Públicas Indicador: Percentual de Estudos realizados visando à implementação de unidades em relação ao programado e percentual de execução dos recursos orçamentários disponibilizados para a ação. 1. Percentual de Estudos realizados visando à implantação de unidades em relação ao programa. Nesta ação, estava prevista a realização de onze metas físicas. Entretanto, não foi realizado nenhuma meta. 67 realizou-se duas metas, atingindo um percentual de 11,1% de execução física. A baixa execução física deu-se em virtude da publicação do Decreto nº 7.592/2011, que afetou a concretização de cinco projetos analisados pela área técnica e em vias de formalização. Registre-se que, em detrimento da contratação de novos estudos, esta UJ privilegiou a continuidade de 21 já existentes, iniciados em anos anteriores ao exercício em referência, destinados à demarcação de Parques Aquícolas. Em 2012, foram formalizados 14 convênios e um destaque orçamentário, ambos com objetivo de desenvolver e implantar sistemas de monitoramento, entre eles podemos destacar: - Convênio com o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica, e Extensão Rural para a elaboração de Estudos para a demarcação de Parques Aquícolas Marinhos no Estado do Espírito Santo; - Convênio com a Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca de Santa Catarina para o Monitoramento ambiental e gestão dos Parques Aquícolas Marinhos de Santa Catarina; - Convênio com o Jedida Projetos Manutenção e Montagem para a elaboração de projetos de sinalização Náutica nos Parques Aquícolas de Três Marias, Furnas, Ilha Solteira, Itaipu, Tucuruí e Santa Catarina; e - Contrato de repasse com a Fundação Getúlio Vargas - FGV, para desenvolver Estudo de desoneração da Cadeia Produtiva da Aquicultura. 2. Percentual de execução dos recursos disponibilizados para a ação. O valor de recurso previsto na LOA para o exercício de 2013 foi de R$ 8.637.668,00 (oito milhões, seiscentos e trinta e sete mil e seiscentos e sessenta e oito reais). Deste montante, foram empenhados R$ 8.533.841,32 (Oito milhões, quinhentos e trinta e três mil, oitocentos e quarenta e um reais e trinta e dois centavos), que equivale a 98,8 %. Contudo, o valor de recurso liberado para execução dos estudos no decorrer do ano foi de R$ 779.330,02 (setecentos e setenta e nove mil, trezentos e trinta reais e dois centavos), referentes a 9 % da execução financeira prevista. O percentual relativamente baixo de recursos liquidados deve-se ao fato dos convênios foram formalizados em dezembro. Cabe ressaltar que o restante do recurso empenhado será liberado ao longo do exercício de 2014. Utilidade: O apoio às unidades de implantação de aquicultura em águas públicas permite ao MPA propagar suas ações em âmbito nacional, difundindo, assim, atividades relacionadas ao objeto da ação, possibilitando, ainda, a esta Pasta, mensurar sua atividade na referida ação orçamentária. Mensurabilidade: O indicador da ação é de fácil mensurabilidade, uma vez que pode ser identificado por meio de auditorias e fiscalizações. Ação 20Y1.0002 – Apoio a Estruturação e Funcionamento de Unidades Integrantes da Cadeia Produtiva Aquícola Indicador: Percentual de projetos relacionados a unidades apoiadas na Cadeia Produtiva Aquícola em relação ao programado e percentual de execução dos recursos orçamentários disponibilizados para a ação. 68 Para esta ação, foi disponibilizado recurso na Lei Orçamentário Anual (LOA) créditos no valor de R$ 22.000.000,00 (Vinte e dois milhões de Reais). Tendo sido executado (empenhados) R$ 20.059.816,00 (Vinte milhões e cinquenta e nove mil oitocentos e dezeseis Reais), equivalente a 91% do total de recursos disponibilizado na LOA. Deste montante foram pagos, no mês de dezembro, R$ 1.008.818,00 (Hum milhão e oito mil, e oitocentos e dezoito Reais) referentes a 5,0 % da execução financeira prevista. O percentual relativamente baixo de recursos liquidados deve-se ao fato dos convênios foram formalizados em dezembro. Cabe ressaltar que o restante do recurso empenhado será liberado ao longo do exercício de 2013. Ao final do exercício, foram formalizados dois projetos de Cooperação Técnica Internacional com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO): o projeto "Por um Desenvolvimento Sustentável da Aquicultura" que objetiva, também, apoiar unidades de produção aquícolas por meio de estudos aplicados e transferência de novas tecnologias, com início previsto para o 1º semestre de 2012 e termo final em dezembro de 2015; e outro projeto afeto à implementação da Rede de Aquicultura das Américas, que será uma unidade apoiada pelo MPA no ano de 2012. Utilidade: O apoio à unidades integrantes da cadeia produtiva permite ao MPA propagar suas ações em âmbito nacional, difundindo, assim, atividades relacionadas ao objeto da ação, possibilitando, ainda, a esta Pasta, mensurar sua atividade na referida ação orçamentária. Mensurabilidade: O indicador da ação é de fácil mensurabilidade, uma vez que pode ser identificado por meio de auditorias e fiscalizações. 69 3. PARTE A, ITEM 3, DO ANEXO II DA DN TCU N.º 127, de 15/05/2013 3.2 Avaliação do Funcionamento dos Controles Internos QUADRO A.3.2 – AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS DA UJ ELEMENTOS DO SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS A SEREM AVALIADOS Ambiente de Controle VALORES 1 2 3 1. A alta administração percebe os controles internos como essenciais à consecução dos objetivos da unidade e dão suporte adequado ao seu funcionamento. 4 5 X 2. Os mecanismos gerais de controle instituídos pela UJ são percebidos por todos os servidores e funcionários nos diversos níveis da estrutura da unidade. X 3. A comunicação dentro da UJ é adequada e eficiente. X 4. Existe código formalizado de ética ou de conduta. X 5. Os procedimentos e as instruções operacionais são padronizados e estão postos em documentos formais. X 6. Há mecanismos que garantem ou incentivam a participação dos funcionários e servidores dos diversos níveis da estrutura da UJ na elaboração dos procedimentos, das instruções operacionais ou código de ética ou conduta. X 7. As delegações de autoridade e competência são acompanhadas de definições claras das responsabilidades. X 8. Existe adequada segregação de funções nos processos e atividades da competência da UJ. X 9. Os controles internos adotados contribuem para a consecução dos resultados planejados pela UJ. X Avaliação de Risco 1 2 3 4 10. Os objetivos e metas da unidade jurisdicionada estão formalizados. 5 X 11. Há clara identificação dos processos críticos para a consecução dos objetivos e metas da unidade. X 12. É prática da unidade o diagnóstico dos riscos (de origem interna ou externa) envolvidos nos seus processos estratégicos, bem como a identificação da probabilidade de ocorrência desses riscos e a consequente adoção de medidas para mitigá-los. X 13. É prática da unidade a definição de níveis de riscos operacionais, de informações e de conformidade que podem ser assumidos pelos diversos níveis da gestão. X 14. A avaliação de riscos é feita de forma contínua, de modo a identificar mudanças no perfil de risco da UJ ocasionadas por transformações nos ambientes interno e externo. X 15. Os riscos identificados são mensurados e classificados de modo a serem tratados em uma escala de prioridades e a gerar informações úteis à tomada de decisão. X 16. Não há ocorrência de fraudes e perdas que sejam decorrentes de fragilidades nos processos internos da unidade. X 17. Na ocorrência de fraudes e desvios, é prática da unidade instaurar sindicância para apurar responsabilidades e exigir eventuais ressarcimentos. X 18. Há norma ou regulamento para as atividades de guarda, estoque e inventário de bens e valores de responsabilidade da unidade. X Procedimentos de Controle 1 2 3 19. Existem políticas e ações, de natureza preventiva ou de detecção, para diminuir os riscos e alcançar os objetivos da UJ, claramente estabelecidas. 4 5 X 20. As atividades de controle adotadas pela UJ são apropriadas e funcionam consistentemente de acordo com um plano de longo prazo. X 21. As atividades de controle adotadas pela UJ possuem custo apropriado ao nível de benefícios que X 70 possam derivar de sua aplicação. 22. As atividades de controle adotadas pela UJ são abrangentes e razoáveis e estão diretamente relacionadas com os objetivos de controle. Informação e Comunicação X 1 2 3 4 23. A informação relevante para UJ é devidamente identificada, documentada, armazenada e comunicada tempestivamente às pessoas adequadas. X 24. As informações consideradas relevantes pela UJ são dotadas de qualidade suficiente para permitir ao gestor tomar as decisões apropriadas. X 25. A informação disponível para as unidades internas e pessoas da UJ é apropriada, tempestiva, atual, precisa e acessível. X 26. A Informação divulgada internamente atende às expectativas dos diversos grupos e indivíduos da UJ, contribuindo para a execução das responsabilidades de forma eficaz. X 27. A comunicação das informações perpassa todos os níveis hierárquicos da UJ, em todas as direções, por todos os seus componentes e por toda a sua estrutura. X Monitoramento 1 2 28. O sistema de controle interno da UJ é constantemente monitorado para avaliar sua validade e qualidade ao longo do tempo. 29. O sistema de controle interno da UJ tem sido considerado adequado e efetivo pelas avaliações sofridas. 30. O sistema de controle interno da UJ tem contribuído para a melhoria de seu desempenho. 3 4 5 5 X X X Análise Crítica: Ainda existe melhorias a serem implementadas na UJ no sentido de haver maior fluxo de informações e que possam atender a todos os dirigentes para melhor acomapanhamento e gestão das metas estabelecidas e suas adequações ao longo do ano impostas principalemente pelas adequações e cortes orçamentários. 71 4. PARTE A, ITEM 4, DO ANEXO II DA DN TCU N.º 127, de 15/05/2013. 4.1 Execução das Despesas 4.1.1 Programação Constará somente no Relatório Consolidado e Agregado da Secretaria-Executiva do MPA (vide Memorando Circular da SE nos anexos). • Subitem 4.1.2 - Informações Sobre Objetivos Vinculados a Programas Temáticos de Responsabilidade da UJ: Os Objetivos 0572, 0576, e 0620 constarão somente no Relatório Consolidado e Agregado da Secretaria-Executiva/MPA; O Objetivo 0620 deverá constar somente no Relatório Individual da SEMOC/MPA. Quadro A.4.1.1– Programação de Despesas Identificação da Iniciativa 0567 (Referente somente as ações: 20Y0 / 20Y1 / 20XZ /20Y0 / 20XZ) Aumentar a produção de organismos aquáticos de forma sustentável, através da implantação de parques aquícolas, da regularização fundiária e ambiental, da realização de pesquisas e assistência técnica e da modernização de infraestruturas produtivas, com foco no potencial aquícola brasileiro e nos recursos subexplotados e inexplotados. Código Descrição Objetivo Órgão ou Unidade Responsável Secretaria do Planejamento e Ordenamento da Pesca/SEPOA/Ministério da Pesca e Aqüicultura/MPA Execução Orçamentária e Financeira da Iniciativa (em R$ 1,00) Despesa Restos a Pagar Final Empenhada Liquidada Processados Não Processados Dotação Inicial 34.895.668,00 Ordem 34.655.668,00 32.570.852,82 2.921.695,19 29.649.157,63 Valores Pagos 2.921.695,19 Metas do Exercício Para a Iniciativa (vide ações reportadas a seguir – item 4.1.4) Meta Física Meta Financeira Unidade de Descrição Medida Prevista Realizada Prevista Realizada Quadro A.4.4 – Ações Vinculadas a Programa Temático de Responsabilidade da UJ Identificação da Ação 20Y0.0001 Implantação de Unidades Demonstrativas de Aquicultura - Nacional 026E SEPOA Secretaria Executiva Execução Orçamentária e Financeira da Ação (em R$ 1,00) Dotação Despesa Restos a Pagar Valores Pagos Inicial Final Empenhada Liquidada Processados Não Processados 1.446.000,00 1.306.000,00 1.265.195,87 301.103,17 964.092,70 301.103,17 Metas do Exercício Para a Ação Meta Física Meta Financeira Unidade de Ordem Descrição Medida Prevista Realizada Prevista Realizada 1 Implantar e manter unidades Unidade 105 31 1.446.000,00 1.265.195,87 Código Descrição Iniciativa Unidade Responsável Unidade Orçamentária 72 demonstrativas de aquicultura em tanques-rede, tanques escavados e canais de irrigação Código Descrição Iniciativa Unidade Responsável Unidade Orçamentária Dotação Inicial Final 1.000.000,00 900.000,00 Identificação da Ação 20XZ.0003 Controle da Qualidade na Garantia da Conformidade e Segurança dos Produtos da Aquicultura - Nacional 02ET / 02EU SEPOA Secretaria Executiva Execução Orçamentária e Financeira da Ação (em R$ 1,00) Despesa Restos a Pagar Valores Pagos Empenhada Liquidada Processados Não Processados 900.000,00 450.000,00 Metas do Exercício Para a Ação Meta Física Unidade de Ordem Descrição Medida Prevista Realizada 1 Fomento à certificação de origem e unidade 50 0 rastreabilidade, oriundas de protocolos privados 450.000,00 450.000,00 Meta Financeira Prevista Realizada 1.000.000,00 900.000,00 Identificação da Ação 20Y0.0004 Fomento a Unidades Produtoras de Formas Jovens de Organismos Aquáticos 026J SEPOA Secretaria Executiva Execução Orçamentária e Financeira da Ação (em R$ 1,00) Dotação Despesa Restos a Pagar Valores Pagos Inicial Final Empenhada Liquidada Processados Não Processados 1.812.000,00 1.812.000,00 1.812.000,00 382.444,00 1.429.556,00 382.444,00 Metas do Exercício Para a Ação Meta Física Meta Financeira Unidade de Ordem Descrição Medida Prevista Realizada Prevista Realizada 1.812.000,00 382.444,00 1 Implantação ou modernização de unidade 6 6 unidades produtoras de formas jovens para fomento à aquicultura e para repovoamento de corpos d́’água Código Descrição Iniciativa Unidade Responsável Unidade Orçamentária Código Descrição Iniciativa Unidade Responsável Unidade Orçamentária Identificação da Ação 20Y0.0005 Estudos e Projetos para Implantação da Aquicultura em Águas Públicas - Plano Safra da Pesca e Aquicultura 0265 SEPOA Secretaria Executiva Execução Orçamentária e Financeira da Ação (em R$ 1,00) 73 Dotação Inicial Final 10.737.668,00 8.637.668,00 Despesa Restos a Pagar Valores Pagos Empenhada Liquidada Processados Não Processados 8.533.841,00 779.330,00 7.754.511,30 779.330,00 Metas do Exercício Para a Ação Meta Física Meta Financeira Unidade de Ordem Descrição Medida Prevista Realizada Prevista Realizada unidade 5 1 10.737.668,00 8.533.841,00 1 Demarcação, sinalização náutica e monitoramento de parques aquícolas em águas públicas e consolidação da estrutura do Sistema Nacional de Autorização de Uso de Águas da União Código Descrição Iniciativa Unidade Responsável Unidade Orçamentária Dotação Inicial Final 19.900.000,00 22.000.000,00 Identificação da Ação 20Y1.0002 Estruturação e Funcionamento de Unidades Integrantes da Cadeia Produtiva Aquícola Plano Safra da Pesca e Aquicultura 026E SEPOA Secretaria Executiva Execução Orçamentária e Financeira da Ação (em R$ 1,00) Despesa Restos a Pagar Valores Pagos Empenhada Liquidada Processados Não Processados 20.059.816,00 1.008.818,00 19,050,997.63 Metas do Exercício Para a Ação Meta Física Unidade de Ordem Descrição Medida Prevista Realizada 1 Disponibilização de equipamentos, Unidade 13 0 implantação, reforma e adequação de infraestruturas de recepção, beneficiamento, distribuição e comercialização de pescados 1.008.818,00 Meta Financeira Prevista Realizada 19.900.000,00 20.059.816,00 74 4.4 Transferência de Recursos 4.4.1 Relação dos Instrumentos de Transferência Vigentes no Exercício QUADRO A.4.4.1 – CARACTERIZAÇÃO DOS INSTRUMENTOS DE TRANSFERÊNCIAS VIGENTES NO EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA Posição em 31.12.2013 Unidade Concedente ou Contratante Nome: Ministério da Pesca e Aquicultura CNPJ: 05.482.692/0001-75 UG/GESTÃO: 110008/00001 Informações sobre as Transferências Valores Pactuados Modalidade 1 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 3 3 3 Nº do instrumento 800306 800031 799995 799965 799483 794053 785914 785396 022/2013 020/2013 018/2013 023/2013 036/2013 024/2013 034/2013 TOTAL LEGENDA Modalidade: 1234- Convênio Contrato de Repasse Termo de Cooperação Termo de Compromisso Beneficiário 04.056.248/0001-25 04.056.230/0001-23 01.613.031/0001-80 82.538.851/0001-57 04.056.198/0001-86 29.172.467/0001-09 03.576.220/0001-56 46.482.832/0001-92 195007 364102 153163 153103 490002 154419 153163 Global 1.604.187,00 2.346.938,78 2.346.938,78 556.177,79 2.346.938,78 724.893,31 112.270,00 284.000,00 590.000,00 252.000,00 250.000,00 1.500.000,00 1.884.000,00 1.500.000,00 527.895,76 15.984.240,20 Contrapartida 34.187,00 46.938,78 46.938,78 11.200,00 46.938,78 100.893,31 12.270,00 34.000,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 333.366,65 Valores Repassados No Exercício 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 590.000,00 252.000,00 250.000,00 1.500.000,00 1.884.000,00 1.500.000,00 0,00 5.976.000,00 Acumulado até o Exercício 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 590.000,00 252.000,00 250.000,00 1.500.000,00 1.884.000,00 1.500.000,00 0,00 5.976.000,00 Vigência Início 31/12/2013 31/12/2013 31/12/2013 31/12/2013 31/12/2013 31/12/2013 31/12/2013 31/12/2013 1/10/2013 20/11/2013 14/11/2013 21/11/2013 12/12/2013 26/11/2013 11/12/2013 Sit. Fim 30/6/2015 31/12/2014 12/7/2015 31/12/2016 31/12/2014 31/12/2015 31/10/2015 31/3/2015 31/7/2014 31/10/2016 31/3/2014 31/10/2015 31/12/2014 31/12/2015 30/6/2015 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 Situação da Transferência: 1 - Adimplente 2 - Inadimplente 3 - Inadimplência Suspensa 4 - Concluído 5 - Excluído 6 - Rescindido 7 - Arquivado Fonte: SIAFI/SICONV/Processos 75 4.4.2 Quantidade de Instrumentos de Transferências Celebrados e Valores Repassados nos Três Últimos Exercícios QUADRO A.4.4.2 – RESUMO DOS INSTRUMENTOS CELEBRADOS PELA UJ NOS TRÊS ÚLTIMOS EXERCÍCIOS Unidade Concedente ou Contratante Ministério da Pesca e Aquicultura 05.482.692/0001-75 110008/00001 Quantidade de Montantes Repassados em Cada Exercício, Instrumentos Celebrados Independentemente do ano de Celebração do Instrumento (em Modalidade em Cada Exercício R$ 1,00) 2013 2012 2011 2013 2012 2011 8 28 15 19.908.721,72 5.467.186,19 14.430.389,30 Convênio Contrato de Repasse 7 5 13 12.095.312,40 2.742.992,40 8.997.031,75 Termo de Cooperação Termo de Compromisso Totais 15 33 28 32.004.034,12 8.210.178,59 23.427.421,05 Fonte: SIAFI/SICONV/Processos Nome: CNPJ: UG/GESTÃO: 76 4.4.5 Análise Crítica Esta UJ possui 15 (quinze) instrumentos de transferências de recursos vigentes no exercício de referência. Desse total, 8 (oito) são do tipo convênio e 7 (sete) são contratos de repasse. No exercício objeto deste Relatório, esta UJ pactuou e transferiu recursos para quinze instrumentos, totalizando R$ 32.004.034,12 (Trinta e dois milhões, quatro mil, trinta quatro reais e doze centavos), referente ao valor global pactuado (Fonte SIAFI). PARTE A, ITEM 5, DO ANEXO II DA DN TCU N.º 127, de 15/05/2013 5.1 Estrutura de pessoal da unidade 5.1.1 Demonstração da Força de Trabalho à Disposição da Unidade Jurisdicionada 5.1.1.1 Lotação Quadro A.5.1.1.1 – Força de Trabalho da UJ – Situação apurada em 31/12 - SEPOA Ingressos no Exercício Lotação Tipologias dos Cargos Autorizada Efetiva Egressos no Exercício 1. Servidores em Cargos Efetivos (1.1 + 1.2) 6 6 0 0 1.1. Membros de poder e agentes políticos 0 0 0 0 1.2. Servidores de Carreira (1.2.1+1.2.2+1.2.3+1.2.4) 6 6 0 0 1.2.1. Servidores de carreira vinculada ao órgão 1.2.2. Servidores de carreira em exercício descentralizado 2 2 0 0 0 0 0 0 1.2.3. Servidores de carreira em exercício provisório 0 0 0 0 1.2.4. Servidores requisitados de outros órgãos e esferas 4 4 0 0 4 4 0 1 3. Servidores sem Vínculo com a Administração Pública 22 22 11 5 4. Total de Servidores (1+2+3) 32 32 11 6 2. Servidores com Contratos Temporários Fonte: DW E SIAPE 77 5.1.1.2 Situações que reduzem a força de trabalho da Unidade Jurisdicionada Quadro A.5.1.1.2 – Situações que reduzem a força de trabalho da UJ SEPOA SEPOA Tipologias dos afastamentos 1. Cedidos (1.1+1.2+1.3) Quantidade de Pessoas na Situação em 31 de Dezembro 0 1.1. Exercício de Cargo em Comissão 0 1.2. Exercício de Função de Confiança 0 1.3. Outras Situações Previstas em Leis Específicas (especificar as leis) 0 2. Afastamentos (2.1+2.2+2.3+2.4) 0 2.1. Para Exercício de Mandato Eletivo 0 2.2. Para Estudo ou Missão no Exterior 0 2.3. Para Serviço em Organismo Internacional 0 2.4. Para Participação em Programa de Pós-Gradução Stricto Sensu no País 0 3. Removidos (3.1+3.2+3.3+3.4+3.5) 3.1. De Oficio, no Interesse da Administração 3.2. A Pedido, a Critério da Administração 3.3. A pedido, independentemente do interesse da Administração para acompanhar cônjuge/companheiro 0 0 0 0 3.4. A Pedido, Independentemente do Interesse da Administração por Motivo de saúde 0 3.5. A Pedido, Independentemente do Interesse da Administração por Processo Seletivo 0 4. Licença Remunerada (4.1+4.2) 0 4.1. Doença em Pessoa da Família 0 4.2. Capacitação 0 5. Licença não Remunerada (5.1+5.2+5.3+5.4+5.5) 0 5.1. Afastamento do Cônjuge ou Companheiro 0 5.2. Serviço Militar 0 5.3. Atividade Política 0 5.4. Interesses Particulares 0 5.5. Mandato Classista 0 6. Outras Situações (Rescisão/Termino de Contrato - Contratado Temporário - Lei 8.745/93) 7. Total de Servidores Afastados em 31 de Dezembro (1+2+3+4+5+6) Fonte: DW E SIAPE 1 1 78 5.1.2 Qualificação da Força de Trabalho 5.1.2.1 Estrutura de Cargos e de Funções Quadro A.5.1.2.1 – Detalhamento da estrutura de cargos em comissão e funções gratificadas da UJ (Situação em 31 de dezembro) SEPOA Lotação Autorizada Efetiva Ingressos no Exercício 26 26 10 1 1.1. Cargos Natureza Especial 0 0 0 0 1.2. Grupo Direção e Assessoramento Superior 26 26 10 1 0 0 0 0 0 0 0 0 1.2.3. Servidores de Outros Órgãos e Esferas 4 4 0 0 1.2.4. Sem Vínculo 22 22 10 1 1.2.5. Aposentados 0 0 0 0 0 0 0 0 2.1. Servidores de Carreira Vinculada ao Órgão 0 0 0 0 2.2. Servidores de Carreira em Exercício Descentralizado 0 0 0 0 2.3. Servidores de Outros órgãos e Esferas 0 0 0 0 26 26 10 1 Tipologias dos Cargos em Comissão e das Funções Gratificadas 1. Cargos em Comissão 1.2.1. Servidores de Carreira Vinculada ao Órgão 1.2.2. Servidores de Carreira em Exercício Descentralizado 2. Funções Gratificadas 3. Total de Servidores em Cargo e em Função (1+2) Egressos no Exercício Fonte: DW E SIAPE 79 5.1.2.2 Qualificação do Quadro de Pessoal da Unidade Jurisdicionada Segundo a Idade Quadro A.5.1.2.2 – Quantidade de servidores da UJ por faixa etária – Situação apurada em 31/12 SEPOA Tipologias do Cargo Quantidade de Servidores por Faixa Etária Até 30 De 31 a De 41 a De 51 a Acima de anos 40 anos 50 anos 60 anos 60 anos 1 5 3 1 0 1.1. Membros de Poder e Agentes Políticos 0 0 0 0 0 1.2. Servidores de Carreira 1 1 3 1 0 1.3. Servidores com Contratos Temporários 0 4 0 0 0 2. Provimento de Cargo em Comissão 10 8 1 3 0 2.1. Cargos de Natureza Especial 2.2. Grupo Direção e Assessoramento 0 0 0 0 0 10 8 1 3 0 0 0 0 0 0 11 13 4 4 0 1. Provimento de Cargo Efetivo Superior 2.3. Funções Gratificadas 3. Totais (1+2) Fonte: DW E SIAPE. 80 5.1.2.3 Qualificação do Quadro de Pessoal da Unidade Jurisdicionada Segundo a Escolaridade Quadro A.5.1.2.3 – Quantidade de servidores da UJ por nível de escolaridade - Situação apurada em 31/12 SEPOA Tipologias do Cargo 1. Provimento de Cargo Efetivo Quantidade de Pessoas por Nível de Escolaridade 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 0 0 0 1 7 0 1 0 1.1. Membros de Poder e Agentes Políticos 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1.2. Servidores de Carreira 0 0 0 0 0 4 0 1 0 1.3. Servidores com Contratos Temporários 0 0 0 0 1 3 0 0 0 2. Provimento de Cargo em Comissão 0 0 0 0 4 18 0 1 0 2.1. Cargos de Natureza Especial 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2.2. Grupo Direção e Assessoramento Superior 0 0 0 0 4 18 0 1 0 2.3. Funções Gratificadas 0 0 0 0 0 0 0 0 0 3. Totais (1+2) 0 0 0 0 5 25 0 2 0 LEGENDA Nível de Escolaridade 1 - Analfabeto; 2 - Alfabetizado sem cursos regulares; 3 - Primeiro grau incompleto; 4 - Primeiro grau; 5 - Segundo grau ou técnico; 6 - Superior; 7 - Aperfeiçoamento / Especialização / Pós-Graduação; 8 – Mestrado; 9 – Doutorado/Pós Doutorado/PhD/Livre Docência; 10 - Não Classificada. Fonte: DW E SIAPE 81 5.1.3 Custos de Pessoal da Unidade Jurisdicionada Quadro A.5.1.3 - Quadro de custos de pessoal no exercício de referência e nos dois anteriores Tipologias/ Exercícios Despesas Variáveis Vencimentos Benefícios e Vantagens Retribuições Gratificações Adicionais Indenizações Assistenciais e Fixas Previdenciários Demais Despesas Variáveis Despesas de Decisões Exercícios Judiciais Anteriores Total Membros de Poder e Agentes Políticos Exercícios 2013 - - - - - - - - - - 2012 - - - - - - - - - - 2011 - - - - - - - - - - Servidores de Carreira que não Ocupam Cargo de Provimento em Comissão Exercícios 2013 71.136,52 - 5.081,18 82,32 5.360,00 1.328,74 - - - 82.988,76 2012 38.673,76 - 3.222,82 1.611,40 2.653,09 324,00 - - - 46.485,07 2011 - - - - - - - - - - 20.090,00 258.023,88 22.462,60 - - - - 302.418,14 Servidores com Contratos Temporários 1.841,66 2013 Exercícios 2012 3.116,67 - 21.987,50 288.142,19 24.384,18 - - - - 337.630,54 2011 208.320,00 - 17.360,00 7.829,97 2.600,40 - - - - 236.110,37 - - - - - - - - Servidores Cedidos com Ônus ou em Licença 2013 2012 - - - - - - - - - - 2011 - - - - - - - - - - Servidores Ocupantes de Cargos de Natureza Especial 2013 - - - - - - - Exercícios Exercícios 2012 - - - - - - - - - - 2011 - - - - - - - - - - 21.371,66 126.305,90 - - 1.852.225,57 Servidores Ocupantes de Cargos do Grupo Direção e Assessoramento Superior 25.859,41 1.355.621,34 167.407,65 46.707,43 108.952,18 Exercícios 2013 82 2012 2011 41.112,97 1.180.074,42 98.970,54 43.781,58 82.796,56 9.972,00 20.889,89 1.587,63 - 1.479.185,59 1.130.677,81 199.939,96 114.789,90 57.850,71 3.200,39 8.519,00 19.411,17 - - 1.534.388,94 10.554,97 1.836,49 3.730,00 740,88 - - - 72.014,33 Servidores Ocupantes de Funções Gratificadas 53.520,33 1.631,66 2013 Exercícios 2012 - - - - - - - - - - 2011 - - - - - - - - - - Fonte: DW E SIAPE 83 5.1.4 Composição do Quadro de Servidores Inativos e Pensionistas Quadro A.5.1.4.1 - Composição do Quadro de Servidores Inativos Situação apurada em 31 de dezembro Regime de Proventos / Regime de Aposentadoria 1. Integral 1.1 Voluntária 1.2 Compulsória 1.3 Invalidez Permanente 1.4 Outras 2. 3. Quantidade De Aposentadorias De Servidores Iniciadas no Aposentados até Exercício de 31/12 Referência Proporcional 2.1 Voluntária 2.2 Compulsória 2.3 Invalidez Permanente 2.4 Outras Totais (1+2) 0 0 0 0 0 0 Fonte: DW E SIAPE / CRH MPA Não houve registro 5.1.4.2 Demonstração das Origens das Pensões Pagas pela Unidade Jurisdicionada Quadro A.5.1.4.2 - Instituidores de Pensão - Situação apurada em 31/12 Quantidade de Beneficiários de Pensão Regime de Proventos do Servidor Instituidor 1. Aposentado 1.1. Integral 1.2. Proporcional 2. Acumulada até 31/12 Iniciada no Exercício de Referência 0 0 0 0 Em Atividade 3. Total (1+2) Fonte: DW E SIAPE / CRH MPA Não houve registro 84 5.1.5 Cadastramento no Sisac 5.1.5.2 Atos Sujeitos à comunicação ao TCU Quadro A.5.1.5.1 – Atos Sujeitos ao Registro do TCU (Art. 3º da IN TCU 55/2007) Tipos de Atos Quantidade de atos sujeitos ao registro no TCU Quantidade de atos cadastrados no SISAC Exercícios Exercícios 2013 2012 2013 2012 Admissão Concessão de aposentadoria Concessão de pensão civil Concessão de pensão especial a ex-combatente Concessão de reforma Concessão de pensão militar Alteração do fundamento legal de ato concessório Totais 0 0 0 0 NÃO SE APLICA (Fonte: DW E SIAPE / CRH MPA) Quadro A.5.1.5.2 – Atos Sujeitos à Comunicação ao TCU (Art. 3º da IN TCU 55/2007) Tipos de Atos Quantidade de atos sujeitos à comunicação ao TCU Quantidade de atos cadastrados no SISAC Exercícios 2013 2012 Exercícios 2013 2012 Desligamento Cancelamento de concessão Cancelamento de desligamento Totais 0 0 0 0 NÃO SE APLICA (Fonte: DW E SIAPE / CRH MPA) 85 5.1.5.3 Regularidade do cadastro dos atos no Sisac Quadro A.5.1.5.3 – Regularidade do cadastro dos atos no Sisac Quantidade de atos de acordo com o prazo decorrido entre o fato caracterizador do ato e o cadastro no SISAC Tipos de Atos Exercício de 2013 De 31 a 60 dias Até 30 dias De 61 a 90 dias Mais de 90 dias Atos Sujeitos ao Registro pelo TCU (Art. 3º da IN TCU 55/2007) Admissão Concessão de aposentadoria Concessão de pensão civil Concessão de pensão especial a ex-combatente Concessão de reforma Concessão de pensão militar Alteração do concessório fundamento legal de ato Total 0 0 0 0 0 0 Atos Sujeitos à Comunicação ao TCU (Art. 3º da IN TCU 55/2007) Desligamento Cancelamento de concessão Cancelamento de desligamento Total 0 0 NÃO SE APLICA (Fonte: DW E SIAPE / CRH MPA) 5.1.5.4 Atos Sujeitos à Remessa ao TCU em meio físico Quadro A.5.1.5.4 – Atos sujeitos à remessa física ao TCU (Art. 14 da IN TCU 55/2007) Tipos de Atos Pensões graciosas ou indenizatórias Quantidade de atos sujeitos ao envio ao TCU Quantidade de atos enviados ao TCU Exercícios Exercícios 2013 2012 2013 2012 Outros atos fora do SISAC (especificar) Totais 0 0 0 0 NÃO SE APLICA (Fonte: DW E SIAPE / CRH MPA) 86 5.2 Terceirização de Mão de Obra Empregada e Contratação de Estagiários 5.2.2 Autorizações Expedidas pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão para Realização de Concursos Públicos para Substituição de Terceirizados Quadro A.5.2.2 – Autorizações para realização de concursos públicos ou provimento adicional para substituição de terceirizados Nome do Órgão Autorizado a Realizar o Concurso ou Provimento Adicional Norma ou Expediente Autorizador, do Exercício e dos dois Anteriores Número Data Portaria MPOG nº 212, publicada no DOU FUNDAÇÃO EUCLIDES DA CUNHA (FEC) Quantidade Autorizada de Servidores 29 de abril de 2010 100 Fonte: PORTARIA MPOG Nº 212/2010 5.2.6 Composição do Quadro de Estagiários Quadro A.5.2.6 - Composição do Quadro de Estagiários Nível de escolaridade 1. Nível superior Despesa no exercício Quantitativo de contratos de estágio vigentes 1º 2º 3º 4º Trimestre Trimestre Trimestre Trimestre (em R$ 1,00) 0 0 0 0 - 0 0 0 0 - 0 0 0 0 - 1.1 Área Fim 1.2 Área Meio 2. Nível Médio 2.1 Área Fim 2.2 Área Meio 3. Total (1+2) Fonte: DW E SIAPE (Fonte: DW E SIAPE / CRH MPA) 87 6. PARTE A, ITEM 6, DO ANEXO II DA DN TCU N.º DN TCU 127/2013 6.2 Gestão do Patrimônio Imobiliário 6.2.2 Discriminação dos Bens Imóveis Sob a Responsabilidade da UJ, Exceto Imóvel funcional Com relação ao tipo de regime de utilização do imóvel formalizado com a União, sublinhe-se que todos os bens imóveis discriminados no quadro em comento são de “cessão”, a qual se destina à implantação de unidades produtivas de aquicultura em águas de domínio da União. Cabe destacar que esta UJ dispõe, em seus arquivos, de todos os Termos de Entrega firmados entre a Secretaria do Patrimômio da União (SPU), do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) e este MPA, referentes aos espaços físicos em águas de domínio da União. Quadro A.6.2.2 – Discriminação dos Bens Imóveis de Propriedade da União sob responsabilidade da UJ, exceto Imóvel Funcional LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA BRASIL Alagoas Delmiro Gouveia Olho d'Água do Casado Pão de Açúcar Piranhas Bahia Canudos Casa Nova Glória Igrapiúna Itaparica Itapebi Juazeiro Madre de Deus Paulo Afonso Rodelas Salvador Sento Sé Ceará Alto Santo Goiás Campinaçu Cavalcante Corumbaíba Gouvelândia Inaciolândia Minaçu Niquelândia Santa Rita do Novo Destino São Simão Uruaçu Maranhão QUANTIDADE DE IMÓVEIS DE PROPRIEDADE DA UNIÃO DE RESPONSABILIDADE DA UJ EXERCÍCIO 2013 2 2 8 2 45 8 8 45 1 2 1 1 1 13 1 1 5 1 1 68 1 4 4 5 7 7 28 1 1 10 1 88 Benedito Leite Mato Grosso Chapada dos Guimarães Mato Grosso do Sul Anaurilândia Aparecida do Taboado Bataguassu Corumbá Paranaíba Três Lagoas Minas Gerais Campo do Meio Carmo do Rio Claro Carneirinho Formiga Guapé Morada Nova de Minas Três Marias Tupaciguara Pará Breu Branco Tucuruí Paraíba Pitimbu Paraná Alvorada do Sul Carlópolis Diamante do Norte Guaraqueçaba Guaratuba Inajá Itaipulândia Itambaracá Leópolis Matinhos Paranaguá Pato Bragado Pontal do Paraná Porto Barreiro Primeiro de Maio Santa Helena Santa Inês Santa Terezinha de Itaipu São Miguel do Iguaçu Sertanópolis Terra Rica Pernambuco Belém de São Francisco Ibimirim Itacuruba Itamaracá Jatobá Petrolândia Recife Piauí Guadalupe Uruçuí Rio de Janeiro 1 8 8 12 1 7 1 1 1 1 28 2 10 1 1 4 4 1 5 4 3 1 1 1 53 8 2 1 7 8 1 1 1 1 1 5 1 3 2 3 1 1 2 2 1 1 39 2 1 16 1 5 12 2 2 1 1 7 89 Angra dos Reis Mangaratiba Paraty Rio Grande do Norte Açu Canguaretama Galinhos Pau dos Ferros Rio do Fogo Santa Catarina Balneário Barra do Sul Balneário Camboriú Biguaçu Bombinhas Concórdia Florianópolis Governador Celso Ramos Itapema Itapoá Jaguaruna Palhoça Penha Porto Belo São Francisco do Sul São José São Paulo Arandu Avaré Borborema Cananéia Cândido Mota Caraguatatuba Cardoso Cerqueira César Chavantes Euclides da Cunha Paulista Fartura Florínia Ibirarema Iepê Igarapava Iguape Ilha Comprida Ilha Solteira Ilhabela Indiaporã Ipaussu Itaí Mesópolis Miguelópolis Mira Estrela Mirante do Paranapanema Nantes Natividade da Serra Nova Canaã Paulista Palmital Panorama Paraibuna 3 3 1 5 1 1 1 1 1 24 1 1 1 2 2 3 1 1 1 1 2 1 1 4 2 186 2 1 1 7 1 1 2 1 1 7 5 1 1 1 3 1 7 4 5 1 2 4 1 1 4 1 1 16 1 3 2 4 90 Paranapanema Paulicéia Pedrinhas Paulista Pereira Barreto Piraju Pirapozinho Presidente Epitácio Rancharia Redenção da Serra Rifaina Riolândia Rosana Rubinéia Salto Grande Sandovalina Santa Albertina Santa Clara d'Oeste Santa Fé do Sul Santa Rita d'Oeste São José do Rio Pardo Suzanápolis Teodoro Sampaio Timburi Três Fronteiras Ubatuba Tocantins Ipueiras Lajeado Palmas Porto Nacional Subtotal Brasil 0 EXTERIOR Subtotal Exterior Total (Brasil + Exterior) Fonte: SINAU/DEAU/SEPOA 8 1 4 1 4 1 2 1 4 4 4 6 1 1 1 1 4 9 1 1 1 3 1 1 28 9 2 1 2 4 558 0 558 91 7. PARTE A, ITEM 7, DO ANEXO II DA DN TCU N.º 127, DE 15/5/2013 7.1 Gestão da Tecnologia da Informação e Gestão do Conhecimento 7.1.1 Gestão de Tecnologia da Informação (TI) Quadro A.7.1 – Gestão de TI da UJ Quesitos a serem avaliados Planejamento 1. Há planejamento institucional em vigor ou existe área que faz o planejamento da UJ como um todo. 2. Há Planejamento Estratégico para a área de TI em vigor. 3. Há comitê que decida sobre a priorização das ações e investimentos de TI para a UJ. Recursos Humanos de TI 4. Quantitativo de servidores e de terceirizados atuando na área de TI. 1 Avaliação 2 3 4 5 X X X 2 (dois) servidores desta UJ atuam na área X 5. Há carreiras específicas para a área de TI no plano de cargos do Órgão/Entidade. Segurança da Informação 6. Existe uma área específica, com responsabilidades definidas, para lidar estrategicamente com X segurança da informação. 7. Existe Política de Segurança da Informação (PSI) em vigor que tenha sido instituída X mediante documento específico. Desenvolvimento e Produção de Sistemas 8. É efetuada avaliação para verificar se os recursos de TI são compatíveis com as necessidades X da UJ. 9. O desenvolvimento de sistemas quando feito na UJ segue metodologia definida. X 10. É efetuada a gestão de acordos de níveis de serviço das soluções de TI do Órgão/Entidade X oferecidas aos seus clientes. 11. Nos contratos celebrados pela UJ é exigido acordo de nível de serviço. X Contratação e Gestão de Bens e Serviços de TI 12. Nível de participação de terceirização de bens e serviços de TI em relação ao 0% desenvolvimento interno da própria UJ. 13. Na elaboração do projeto básico das contratações de TI são explicitados os benefícios da X contratação em termos de resultado para UJ e não somente em termos de TI. 14. O Órgão/Entidade adota processo de trabalho formalizado ou possui área específica de X gestão de contratos de bens e serviços de TI. 15. Há transferência de conhecimento para servidores do Órgão/Entidade referente a produtos e X serviços de TI terceirizados? Considerações Gerais: Justifica-se a avaliação “(2) Parcialmente inválida” à maioria dos itens, pelo fato de que, nesta UJ, não existe uma estrutura definida de TI. Porém, o MPA possui uma Comissão de TI e Comunicações, que conta com a participação de 2 (dois) representantes titulares desta SEPOA, resposáveis, aliás, pela avalição dos presentes quesitos. LEGENDA Níveis de avaliação: (1) Totalmente inválida: Significa que a afirmativa é integralmente NÃO aplicada ao contexto da UJ. (2) Parcialmente inválida: Significa que a afirmativa é parcialmente aplicada ao contexto da UJ, porém, em sua minoria. (3) Neutra: Significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do fundamento descrito na afirmativa no contexto da UJ. (4) Parcialmente válida: Significa que a afirmativa é parcialmente aplicada ao contexto da UJ, porém, em sua maioria. (5) Totalmente válida: Significa que a afirmativa é integralmente aplicada ao contexto da UJ. 92 8. PARTE A, ITEM 8, DO ANEXO II DA DN TCU N.º 127/2013 8.1 Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis Quadro A.8.1 - Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis Aspectos sobre a gestão ambiental Licitações Sustentáveis 1. A UJ tem incluído critérios de sustentabilidade ambiental em suas licitações que levem em consideração os processos de extração ou fabricação, utilização e descarte dos produtos e matérias primas. Se houver concordância com a afirmação acima, quais critérios de sustentabilidade ambiental foram aplicados? 2. Em uma análise das aquisições dos últimos cinco anos, os produtos atualmente adquiridos pela unidade são produzidos com menor consumo de matéria-prima e maior quantidade de conteúdo reciclável. 3. A aquisição de produtos pela unidade é feita dando-se preferência àqueles fabricados por fonte não poluidora bem como por materiais que não prejudicam a natureza (ex. produtos de limpeza biodegradáveis). 4. Nos procedimentos licitatórios realizados pela unidade, tem sido considerada a existência de certificação ambiental por parte das empresas participantes e produtoras (ex: ISO), como critério avaliativo ou mesmo condição na aquisição de produtos e serviços. Se houver concordância com a afirmação acima, qual certificação ambiental tem sido considerada nesses procedimentos? 5. No último exercício, a unidade adquiriu bens/produtos que colaboram para o menor consumo de energia e/ou água (ex: torneiras automáticas, lâmpadas econômicas). Se houver concordância com a afirmação acima, qual o impacto da aquisição desses produtos sobre o consumo de água e energia? 6. No último exercício, a unidade adquiriu bens/produtos reciclados (ex: papel reciclado). Se houver concordância com a afirmação acima, quais foram os produtos adquiridos? 7. No último exercício, a instituição adquiriu veículos automotores mais eficientes e menos poluentes ou que utilizam combustíveis alternativos. Se houver concordância com a afirmação acima, este critério específico utilizado foi incluído no procedimento licitatório? 8. Existe uma preferência pela aquisição de bens/produtos passíveis de reutilização, reciclagem ou reabastecimento (refil e/ou recarga). Se houver concordância com a afirmação acima, como essa preferência tem sido manifestada nos procedimentos licitatórios? 9. Para a aquisição de bens/produtos é levada em conta os aspectos de durabilidade e qualidade de tais bens/produtos. 10. Os projetos básicos ou executivos, na contratação de obras e serviços de engenharia, possuem exigências que levem à economia da manutenção e operacionalização da edificação, à redução do consumo de energia e água e à utilização de tecnologias e materiais que reduzam o impacto ambiental. 11. Na unidade ocorre separação dos resíduos recicláveis descartados, bem como sua destinação, como referido no Decreto nº 5.940/2006. 12. Nos últimos exercícios, a UJ promoveu campanhas entre os servidores visando a diminuir o consumo de água e energia elétrica. Se houver concordância com a afirmação acima, como se procedeu a essa campanha (palestras, folders, comunicações oficiais, etc.)? 13. Nos últimos exercícios, a UJ promoveu campanhas de conscientização da necessidade de proteção do meio ambiente e preservação de recursos naturais voltadas para os seus servidores. Se houver concordância com a afirmação acima, como se procedeu a essa campanha (palestras, folders, comunicações oficiais, etc.)? 1 2 Avaliação 3 4 5 X X X X X X X X X X X X X 93 Aspectos sobre a gestão ambiental Avaliação Licitações Sustentáveis 1 2 3 4 5 Considerações Gerais: O presente quadro foi repassado aos Coordenadores e Diretores, por serem estes representantes das unidades estratégicas desta UJ. Respondidas as afirmativas, foram, em seguida, compiladas, apresentando-se, neste quadro, a avaliação de cada afirmação pela maioria dos dirigentes. LEGENDA Níveis de Avaliação: (1) Totalmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente não aplicado no contexto da UJ. (2) Parcialmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no contexto da UJ, porém, em sua minoria. (3) Neutra: Significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do fundamento descrito na afirmativa no contexto da UJ. (4) Parcialmente válida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no contexto da UJ, porém, em sua maioria. (5) Totalmente válida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente aplicado no contexto da UJ. 94 9. PARTE A, ITEM 9, DO ANEXO II DA DN TCU N°. 127, DE 15/5/2013 9.1 Tratamento de deliberações exaradas em acórdão do TCU As informações sobre o tratamento de deliberações exaradas em acórdãos do TCU e em relatórios de auditoria do órgão de controle interno a que a unidade jurisdicionada se vincula desse item não foram inseridas por esta unidade jurisdicionada uma vez que os respectivos responsáveis por tais declarações não se vinculam a SEIF. Tais peças deverão constar do Relatório da Secretaria Executiva deste MPA. Por conseguinte, as informações concernentes a esse quadro devem ser apresentadas no Relatório de Gestão da Secretaria Executiva/MPA. 9.2 Tratamento de Recomendações do OCI Objetivo Específico: Conhecer as providências adotadas pela SEPOA para dar tratamento ás recomendações feitas pelo órgão de controle interno- OCI a que a unidade jurisdicionada se vincula. Estrutura de Informação: A informação está estruturada em dois demonstrativos. O primeiro relacionado com as recomendações do OCI atendidas pela SEPOA no exercício de referência do relatório de gestão, independentemente do exercício em que originaram, enquanto o segundo refere-se às recomendações que permaneceram pendentes de atendimento até o final do exercício de referência do relatório de gestão, igualmente independentemente do exercício em que originaram. Abrangência: SEPOA. Referências: Lei nº 8.443/1992; Regimento Interno do TCU. 9.2.1 Recomendações do Órgão de Controle Interno Atendidas no Exercício QUADRO A.9.2.1 - RELATÓRIO DE CUMPRIMENTO DAS RECOMENDAÇÕES DO OCI Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Código SIORG Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura 103994 Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Identificação do Relatório de Ordem Item do RA Comunicação Expedida Auditoria NT 2423/2013DRAGR/DR/SFC/CGU-PR 01 201203404 05 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Código SIORG SEPOA 103994 Descrição da Recomendação Constatações associadas ao Programa: 1343 - Desenvolvimento Sustentável da Aquicultura. Atraso na execução do convênio 737912 decorrente da celebração do ajuste sem licença ambiental prévia para construção de viveiros de piscicultura, o que motivou atraso na realização do objeto. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Código SIORG CACER/DAER/SEPOA 103994 Síntese da Providência Adotada Nenhum viveiro foi construído sem licença ambiental, o que foi garantido pela inclusão da Meta 1 no Plano de Trabalho (Seleção das Propriedades e Obtenção das Licenças Ambientais); não foram gastos recursos financeiros em item que não constava no Plano de Trabalho, aprovado pelo MPA para este convênio; não houve alteração ou distorção do objeto 95 pactuado. A situação foi revista na Portaria Interministerial nº 507/2011, onde passou a ser permitida a apresentação da licença ambiental posterior à celebração do convênio. Cabe esclarecer que foram adotados procedimentos de fiscalização do referido convênio, o que pode ser comprovado pela existência de dois relatórios de visita de acompanhamento. Só não foram feitas mais viagens porque o MPA resolveu cancelar a cooperação sem liberação da segunda parcela de recursos. Foi constatado na primeira visita que 27 licenças ambientais já haviam sido obtidas e o convenente estava iniciando os procedimentos para a implantação dos viveiros nessas 27 propriedades. Na segunda visita foi constatado que os viveiros estavam sendo implantados, conforme pode ser verificado nos relatórios. Síntese dos Resultados Obtidos O convênio não teve o seu prazo de execução prorrogado e não houve liberação da segunda parcela. A execução das metas respeitou proporcionalidade com a primeira parcela de recursos liberados e não houve prejuízo ao erário, sendo assim não ser necessária a apuração de responsabilidade. O referido convênio encontra-se na fase de prestação de contas. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Código SIORG Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura 103994 Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Identificação do Relatório Ordem Item do RA Comunicação Expedida de Auditoria NT 2423/2013DRAGR/DR/SFC/CGU-PR 02 201203404 015 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Código SIORG SEPOA 103994 Descrição da Recomendação Atraso da fiscalização in loco dos convênios 728051 Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Código SIORG COAC/DEAU/SEPOA 103994 Síntese da Providência Adotada A falta de fiscalização in loco ocorreu devido ao reduzido numero de servidores e a restrição orçamentária do MPA no período em questão, corroborando com o constatado no convênio nº 722991 e o exposto no Memorando nº 015/2011 – GM/MPA de 15 de fevereiro de 2011. Neste sentido, a COAC vem buscando adotar providências com vistas ao atendimento das recomendações exaradas por este Órgão, tanto no contexto da economicidade, solicitando indicação de fiscais nas Superintendências, quanto ao subsidio de informações dos envolvidos, no intuito de avaliar a adequada execução física dos Convênios. Síntese dos Resultados Obtidos Atualmente, conforme orientação da CGU, a fiscalização dos novos convênios esteja sob a responsabilidade de servidores lotados na SFPA nos respectivos estados, com o acompanhamento e gestão da coordenação técnica responsável pela aprovação do plano de trabalho. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor UNIDADE JURISDICIONADA DENOMINAÇÃO COMPLETA Código SIORG Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura 103994 Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Identificação do Relatório de Ordem Item do RA Comunicação Expedida Auditoria NT 2423/2013DRAGR/DR/SFC/CGU-PR 03 201203404 015 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Código SIORG SEPOA 103994 Descrição da Recomendação Atraso da fiscalização in loco dos convênios 722991 Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Código SIORG CAMER/DAER/SEPOA 103994 Síntese da Providência Adotada Adotação de todas as medidas e cautelas necessárias para efetivar o acompanhamento e a execução dos convênios vigente, 96 sob sua alçada, firmados pelo MPA com estados, prefeituras e ONG, a fim de que situações semelhantes não se repitam novamente. Síntese dos Resultados Obtidos Atualmente, conforme orientação da CGU, a fiscalização dos novos convênios esteja sob a responsabilidade de servidores lotados na SFPA nos respectivos estados, com o acompanhamento e gestão da coordenação técnica responsável pela aprovação do plano de trabalho. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Maior efetividade no acompanhamento “in loco” pelas SFPA nos estados. Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Código SIORG Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura 103994 Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Identificação do Relatório Ordem Item do RA Comunicação Expedida de Auditoria NT 2423/2013DRAGR/DR/SFC/CGU-PR 04 201203404 015 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Código SIORG SEPOA 103994 Descrição da Recomendação Aprovação do Plano de Trabalho do convênio n.º 722991 sem documentação do critério de cálculo utilizado para se obter o preço do serviço com coordenação técnica e administrativa. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Código SIORG CAMER/DAER/SEPOA 103994 Síntese da Providência Adotada Exigência foi efetivada por meio do Memorando nº 094/2014-CAMER/DAER/SEPOA/MPA e que assim que obtiver resposta a mesma será informada a esta CGU. Síntese dos Resultados Obtidos A CAMER reforça a informação de que para a aprovação de novas propostas de convênios são observados os critérios da Portaria Interministerial 507/2011 e as orientações do Acórdão TCU-Plenário nº 2927/2013. Este MPA vem adotando a modalidade chamamento público para seleção de propostas de entidades privadas sem fins lucrativos com a necessidade aprovação prévia do Plano de Trabalho, Projeto Básico e três cotações para cada item de bens ou serviços, contemplando a descrição completa do objeto a ser executado. Quanto à avaliação dos valores dos serviços contidos em propostas de convênios em consonância com a prática do mercado, de acordo com os procedimentos adotados atualmente neste MPA, esta é uma responsabilidade da SPOA, estando a área finalística com a função de subsidiar a mesma com informações relativas às especificações técnicas detalhadas no plano de trabalho, sendo exigido a comprovação da realização de pesquisa de preços com, no mínimo, três cotações para cada item de bens ou serviços informados no plano de trabalho. Somente após a avaliação da conformidade com os preços praticados no mercado pela SPOA, é que a área finalística é demandada para a aprovação do plano de trabalho no SICONV. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Unidade Jurisdicionada Código Denominação Completa SIORG Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura 103994 Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Identificação do Relatório de Ordem Item do RA Comunicação Expedida Auditoria NT 2423/2013DRAGR/DR/SFC/CGU-PR 05 201203404 015 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Código SIORG SEPOA 103994 Descrição da Recomendação Celebração do convênio 749290 sem concessão das licenças ambientais prévias necessárias à construção de viveiros, o que motivou atraso na realização do objeto. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Código SIORG CACER/DAER/SEPOA 103994 97 Síntese da Providência Adotada A recomendação foi cumprida por esta Secretaria através do Memorando nº 645/2013-SEPOA/MPA, de 24/09/2013, cópia anexa, onde foi solicitada a Secretaria Executiva/MPA a apuração de responsabilidade em relação ao convenio nº 749290. Todavia, cabe esclarecer que neste momento o mencionado convênio encontra-se na situação de Tomada de Contas Especial-TCE, instaurada em 07/08/2013, conforme relatório da TCE e respectivo encaminhamento para a CGU, Oficio nº 906/2013-SE/MPA, de 22/08/2013, e o extrato da TCE extraída do SICONV. Síntese dos Resultados Obtidos Convênio na situação de Tomada de Contas Especial-TCE, instaurada em 07/08/2013, e encaminhamento para a CGU, Oficio nº 906/2013-SE/MPA, de 22/08/2013, e o extrato da TCE extraída do SICONV. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Código SIORG Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura 103994 Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Orde Identificação do Relatório Item do RA Comunicação Expedida m de Auditoria NT 2423/2013DRAGR/DR/SFC/CGU-PR 06 201203404 015 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Código SIORG SEPOA 103994 Descrição da Recomendação Falta de supervisão e monitoramento da execução do convênio 749290. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Código SIORG CACER/DAER/SEPOA 103994 Síntese da Providência Adotada Em cumprimento a recomendação exarada por essa CGU, a CACER/DAER se colocou a disposição da SFPA/DF para subsidia-la com informações técnicas necessárias para a avaliação da execução das metas do convenio. Contudo, cumpri informar que o mencionado convênio teve o prazo de vigência encerrado em 04/04/2012, data na qual onde não havia sido realizado nenhum serviço de execução da meta de construção de viveiros nas propriedades rurais, sendo assim, naquele momento não havia a necessidade de visita às localidades. Síntese dos Resultados Obtidos O fiscal responsável designado pela SFPA/DF realizou viagem ao município de Buritis/MG, no período de 05 a 06/06/2012 para verificar o andamento da execução do convênio supra, resultando no relatório de fiscalização encaminhado para Secretaria Executiva/MPA em 19/06/2012. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Código SIORG Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura 103994 Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Identificação do Ordem Item do RA Comunicação Expedida Relatório de Auditoria NT 2423/2013DRAGR/DR/SFC/CGU-PR 07 201203404 014 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Código SIORG SEPOA 103994 Descrição da Recomendação Contratação, no âmbito do convênio 749290, de um dos elaboradores do projeto básico que subsidiou a proposta do ajuste. OS: 201203404 Nº Constatação: 014 Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Código SIORG SEPOA 103994 Síntese da Providência Adotada Considerando a proibição legal da participação do autor do projeto básico na execução de serviços no âmbito do convênio, informamos que a recomendação foi cumprida por esta Secretaria através do Memorando nº 645/2013-SEPOA/MPA, de 98 24/09/2013, cópia anexa, onde foi solicitada a Secretaria Executiva/MPA a apuração de responsabilidade em relação ao convênio nº 749290. Síntese dos Resultados Obtidos Foi instaurado pela Coordenação-Geral de Prestação de Contas – CPC/SPOA a Tomada de Contas Especial para impugnação total das despesas referente ao convênio 749290, firmado com o Instituto Pro Natureza, incluindo o ressarcimento dos valores de R$ 33.000,00 pagos pela prestação dos serviços, segue anexo o extrato da TCE nº 006 retirada do Portal de Convênios SICONV. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Código SIORG Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura 103994 Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Identificação do Ordem Relatório de Item do RA Comunicação Expedida Auditoria NT 2423/2013DRAGR/DR/SFC/CGU-PR 08 201203404 019 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Código SIORG SEPOA 103994 Descrição da Recomendação Celebração do convênio 722915 sem concessão das licenças ambientais prévias necessárias à construção de viveiros, o que motivou atraso na realização do objeto. OS: 201203404 Nº Constatação: 019 Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Código SIORG CACER/DAER/SEPOA 103994 Síntese da Providência Adotada Em cumprimento a recomendação exarada por essa CGU por meio da Nota Técnica nº 2423/2013 – DRAGR/DR/SFC/CGU-PR, cabe informar que a SEPOA emitiu, em 24/24/2013, o Memorando nº 644/2013 – SEPOA/MPA, solicitando a apuração de responsabilidade referente aos desvios verificados pelo Órgão de Controle Interno, quando da execução do Convênio SICONV nº 722915. Síntese dos Resultados Obtidos Como já relatado a essa CGU e como citado no Relatório de Auditoria Anual de Contas nº 201203404, a CACER relatou o fato de necessidade de apresentação do licenciamento ambiental através do Parecer Técnico CACER/DAER/SEPOA/MPA nº 947/2009 e Parecer Técnico Conclusivo CACER/DAER/SEPOA/MPA nº 143/2012. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Código SIORG Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura 103994 Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Identificação do Item do Ordem Relatório de Comunicação Expedida RA Auditoria NT 2423/2013DRAGR/DR/SFC/CGU-PR 09 201203404 006 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Código SIORG SEPOA 103994 Descrição da Recomendação Convênio celebrado sem a comprovação do atendimento, pela convenente, das condicionantes impostas pela área técnica quando da análise da proposta. OS: 201203404 Nº Constatação: 006 Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Código SIORG CACER/DAER/SEPOA 103994 Síntese da Providência Adotada Com relação á solicitação de diligências por parte da área técnica quando ao atendimento das condicionantes impostas, informamos que de acordo com Regimento Interno deste MPA, há atribuições inerentes a cada área. A CACER/DAER não possui a prerrogativa de ingerência em outras áreas, cabendo sim, registrar as pendências na forma de notas técnicas e 99 pareceres. Normalmente, os processos após a emissão destes pareceres e notas técnicas só retornam as áreas técnicas após a celebração dos convenios, e com a solicitação de indicação de fiscal para o andamento da execução dos projetos. Síntese dos Resultados Obtidos Embora esta CACER/DAER julgue que a celebração do convênio sem a liberação das licenças ambientais não foi o fator primordial para a sua inexecução e tenha declinado por não haver necessidade de apurar responsabilidade, por achar que não houve prejuízo ao erário e nem má utilização de recursos públicos em relação ao instrumento firmado com a FUNPEA. Todavia, para cumprir recomendação exarada pela CGU foi emitido o Memorando nº 41/2014 –SEPOA/MPA, solicitando à Secretaria Executiva a apuração de responsabilidade em relação ao convênio SICONV nº 755152. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Código SIORG Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura 103994 Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Identificação Ordem do Relatório Item do RA Comunicação Expedida de Auditoria NT 2423/2013DRAGR/DR/SFC/CGU-PR 10 201203404 006 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Código SIORG SEPOA 103994 Descrição da Recomendação Autor do projeto que subsidiou o Plano de Trabalho do convênio 749290 exerceu a função de fiscal do ajuste. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Código SIORG CACER/DAER/SEPOA 103994 Síntese da Providência Adotada Em cumprimento a recomendação exarada por essa CGU, cabe informar que a SEPOA emitiu o Memorando nº 645/2013 – SEPOA/MPA, solicitando a apuração de responsabilidade referente aos desvios verificados pelo Órgão de Controle Interno, por meio da OS 201203404, no Convênio SICONV 749290. Síntese dos Resultados Obtidos O mencionado convênio encontra-se em instauração de Tomada de Contas Especial-TCE, conforme extrato da TCE 006. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Código SIORG Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura 103994 Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Identificação do Ordem Relatório de Item do RA Comunicação Expedida Auditoria NT 2423/2013DRAGR/DR/SFC/CGU-PR 11 201203404 020 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Código SIORG SEPOA 103994 Descrição da Recomendação Ausência de verificação de experiência e capacidade operacional da convenente para a execução do convênio 722915. OS: 201203404 Nº Constatação: 020 Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Código SIORG SEPOA 103994 Síntese da Providência Adotada Trata de convenio firmado entre o MPA e o Instituto Esporte Total em data anterior a atual gestão desta Secretaria, a qual optou por assumir a responsabilidade em firmar convenio com entidade sem verificar a experiência da convenente a fim de garantir o atendimento das metas pactuadas. Síntese dos Resultados Obtidos A atual gestão tem priorizado a consecução de convênio com municípios e estados, contudo nos casos em que são firmados 100 convênios com entidades privadas sem fins lucrativos são realizados chamamento públicos, que estabelece os critérios de seleção das entidades e a respectiva eficiência e eficácia na execução do instrumento, conforme critérios estabelecido pela Portaria Interministerial 507/2011 e as orientações do Acórdão TCU-Plenário nº 2927/2013. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Código SIORG Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura 103994 Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Identificação do Item do Ordem Relatório de Comunicação Expedida RA Auditoria NT 2423/2013DRAGR/DR/SFC/CGU-PR 12 201203404 018 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Código SIORG SEPOA 103994 Descrição da Recomendação Ausência de estudo que subsidiasse a compra de máquinas agrícolas e a destinação dos equipamentos adquiridos. Nº OS: 201203404 - Nº Constatação: 018 - Nº Recomendação: 001. Apurar responsabilidade pela aquisição de máquinas agrícolas sem estudo técnico que evidenciasse a quantidade de máquinas a serem adquiridas e sua destinação. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Código SIORG CACER/DAER/SEPOA 103994 Síntese da Providência Adotada Ressaltamos que a maioria das aquisições de máquinas efetuadas pelos pregões anteriores foi executada com recursos financeiros oriundos de emendas parlamentares, as quais não temos informações ou domínio de suas indicações de beneficiários. Cabe a CACER receber e adequar as propostas de acordo com os programas e ações deste Ministério, formulando pareceres técnicos e de mérito, em seguida aprovando ou não as proposições, considerando estes dois aspectos. Síntese dos Resultados Obtidos O Ministério da Pesca e Aquicultura possui em vigência o processo seletivo previsto na Portaria nº 77/2013-MPA, de 26/02/2013, que instituiu o processo habilitação e seleção de proposta para a ação de aquisição de patrulhas mecanizadas para o fomento da aquicultura familiar no Brasil. Os moldes deste instrumento são similares aos utilizados pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário para as aquisições do Programa de Aceleração do Crescimento/PAC. No processo seletivo estabelecido pela Portaria 77/2013, as proposta deveriam conter: plano de trabalho e projeto básico, estabelecendo o numero de localidades a serem beneficiadas, a quantidade de pessoas a serem atendidas e os procedimentos para a assistência técnica e capacitação dos beneficiários. Além disso, foi exigido que o município possuísse uma lei municipal criando o Programa Municipal da Aquicultura Familiar, que contemplasse a definição do publico beneficiário e a contrapartida do mesmo para ter acesso ao serviço das máquinas. O processo seletivo foi finalizado com a publicação da Portaria nº 02/2013–SEPOA/MPA, de 12/08/2013, que divulgou os respectivos municípios e consórcios intermunicipais contemplados e pontuação obtida no cada um. Finalmente consideramos que os quantitativos de máquinas a serem adquiridos não são uma prerrogativa da CACER e sim de estância superiores deste MPA que possuem informações orçamentárias que fogem de nossa governabilidade. Conforme estabelecido no Artigo 11 da referida Portaria “Para fins de atendimento das propostas selecionadas e classificadas no âmbito do processo de seleção disciplinado por esta Portaria, serão consideradas as disponibilidades orçamentária e financeira do MPA”. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Entendemos não ser necessário apurar responsabilidade, vez que não houve prejuízo ao erário, nem má utilização de recursos públicos, e sim a implementação de uma importante política pública, de cunho social, gerando emprego, renda e segurança alimentar. Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Código SIORG Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura 103994 Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Identificação do Relatório de Ordem Item do RA Comunicação Expedida Auditoria NT 2423/2013DRAGR/DR/SFC/CGU-PR 13 201203404 018 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Código SIORG SEPOA 103994 101 Descrição da Recomendação Desenvolver estudo comparando o custo de aquisição de cada máquina em relação ao valor de aluguel dos equipamentos, considerando o número de viveiros a serem construídos em cada município contemplado. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Código SIORG CACER/DAER/SEPOA 103994 Síntese da Providência Adotada Estes estudos comparativos entre aquisição de maquinários e contratação de horas máquinas foram efetuados, inclusive por solicitação do Tribunal de Contas da União-TCU quando da suspensão do Pregão Eletrônico-PE 32/2010, constante no processo 033.048/2010-0 desse órgão de controle. Síntese dos Resultados Obtidos Ressaltamos ainda que no processo acima citado, o mesmo assunto foi alvo de diligências pelo TCU, fato que resultou no Acordão nº 1068/2011-TCU-Plenário e seu respectivo voto que no seu item 12, o relator manifesta: “ Considero acertada a opção do MPA em adquirir, ele próprio, as máquinas agrícolas que serão destinadas ao diversos, municípios, uma vez que propicia a existência de maior padronização nos atendimentos, racionalização nas compras e, ainda, ganho de economia de escala”. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Código SIORG Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura 103994 Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Identificação do Relatório de Ordem Item do RA Comunicação Expedida Auditoria NT 2423/2013DRAGR/DR/SFC/CGU-PR 14 201203404 018 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Código SIORG SEPOA 103994 Descrição da Recomendação Elaborar Plano de Fiscalização dos equipamentos cedidos, informando a periodicidade em que as construções serão monitoradas in loco. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Código SIORG CACER/DAER/SEPOA 103994 Síntese da Providência Adotada O acompanhamento e fiscalização das metas pactuadas no Plano de Trabalho, referentes ao Termo de Permissão de Uso de bens móveis, a CACER por meio da Nota Técnica nº 52/2012 CACER/DAER/SEPOA/MPA, de 23 de agosto de 2012, informou que mesmo tendo dificuldades operacionais está implementando um plano de fiscalização e monitoramento. Em atenção à recomendação dessa CGU, estamos descentralizando às Superintendências Federais de Pesca e Aquicultura (SFPAs/MPA) nos estados a ação de fiscalização dos TPUs. Síntese dos Resultados Obtidos E que já em 2012, com o objetivo de padronização dos procedimentos de acompanhamento, foi encaminhado para os permissionários, o Primeiro Termo Aditivo ao Termo de Permissão de Uso, visando alterar a Cláusula Quinta ou Quarta (dependendo da versão do TPU). A alteração prevê no inciso II da referida cláusula: “Fornecer relatório anual de serviços prestados, conforme Plano de Trabalho e de manutenção periódica da máquina, e a qualquer momento, quando solicitado pelo Permitente”. Junto com o Termo Aditivo foi encaminhado um modelo de relatório (em anexo) com os itens que devem ser observados na prestação do relatório anual. Os relatórios anuais apresentam a lista de beneficiários, a relação de participantes nos cursos de capacitação, o registro fotográfico do trabalho do maquinário e das infraestruturas construídas, e ainda contempla os dados da área implantada e a respectiva produção aquícola. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação Item do RA Código SIORG 103994 Comunicação Expedida 102 do Relatório de Auditoria NT 2423/2013DRAGR/DR/SFC/CGU-PR 15 201203404 018 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Código SIORG SEPOA 103994 Descrição da Recomendação Adotar providências com vistas a definir a destinação que será dada às máquinas após a construção dos tanques aquícolas previstos por cada município beneficiado Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Código SIORG CACER/DAER/SEPOA 103994 Síntese da Providência Adotada O uso posterior das máquinas após a execução das metas pactuadas no Plano de Trabalho, referentes ao Termo de Permissão de Uso de bens móveis, a CACER por meio da Nota Técnica nº 52/2012 CACER/DAER/SEPOA/MPA, de 23 de agosto de 2012 buscou esclarecer o questionamento. O trabalho de construção e manutenção de viveiros escavados de aquicultura apresenta uma característica de necessidade de conservação e reparação contínua. Haja vista que o assoreamento de canais de drenagem e abastecimento dos viveiros, bem como os próprios viveiros necessitam de serviços de manutenção constantes. As barragens deterioram-se pela ação do movimento do vento e da água, e dos hábitos de comportamento de algumas espécies de peixes, como também devido ao tráfego de veículos e tratores também necessitando de manutenção constante. Cabe ressaltar que a intenção do MPA, é que os maquinários continuem a serem utilizados para a ampliação das áreas de criação e para a manutenção das estruturas implantadas no âmbito do projeto, beneficiando outros produtores familiares nos anos subsequentes, na busca de melhorias de infraestruturas, visando o aumento da produção aquícola. Porém é prerrogativa deste MPA a realocação dos maquinários em outros municípios, desde que sido constatado que os mesmos não estejam atendendo aos objetivos estabelecidos no Plano de Trabalho. Esta previsão legal consta nas Cláusulas Sexta e Nona do Termo de Permissão de Uso. Síntese dos Resultados Obtidos O instrumento do Termo de Permissão de Uso assinado pelo MPA e pelo município beneficiado pelo maquinário, há a previsão de que após o término do prazo estabelecido, o mesmo poderá ser renovado por igual período através de Termo Aditivo, conforme estabelecido na Cláusula Sétima. O aditamento será possível após vistoria do equipamento e desde que tenha ocorrido o cumprimento das metas estabelecidas, haja o interesse das partes e a manifestação por parte do município da necessidade de continuidade dos serviços em sua área de abrangência. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Código SIORG Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura 103994 Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Identificação Ordem do Relatório Item do RA Comunicação Expedida de Auditoria 2424/2013-DRAGR/DR/SFC/CGU-PR 16 201216541 008 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Código SIORG SEPOA 103994 Descrição da Recomendação Nº OS: 201216541 - Nº Constatação: 008 - Nº Recomendação: 001. Adotar providências para que os requisitos para contratação de consultores estejam em consonância com o tipo e complexidade das tarefas a serem executadas pelo contratado, sendo que determinadas tarefas são possíveis de serem executadas por servidores do próprio MPA. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Código SIORG SEPOA 103994 Síntese da Providência Adotada A Direção Nacional do Projeto, em atendimento as recomendações dessa auditoria utilizou a cartilha da CGU como manual para todas as contratações no âmbito do projeto UTF/BRA/084/BRA, no que tange a elaboração dos termos de referência com atividades, requisitos profissionais e de formação adequados ao cargo e as atividades a serem executadas, com critérios de seleção pré-definidos pontuados conforme a formação e experiência profissional, incluindo ainda entrevista na maioria de suas contratações de acordo com a função exigida; critérios estes devidamente publicados juntamente como o termo de referência no site da FAO durante o prazo de aplicação de currículos, os quais estão disponíveis a partir da 103 publicação do aviso de seleção no DOU e jornal de grande circulação. Cabe informar, que a FAO Brasil dispõe de uma tabela de honorários de acordo com o tempo de formação e experiência profissional, a qual é utilizada obrigatoriamente como referência máxima pelos projetos para as futuras contratações, conforme orientações da FAO Brasil, o que justifica as exigências de tempo mínimo de experiência e formação nos processos seletivos. Informamos ainda que, nos processos seletivos, uma vez publicados no site da FAO, qualquer pessoa poderá se candidatar ao cargo, e costumeiramente em sua maioria se aplicam candidatos que não possuem a formação desejada ou até mesmo profissionais sem formação, o que resulta num grande número de profissionais desclassificados do processo. Essa situação não é ocasionada por restrição nas exigências apresentadas, mas pela formação inadequada, como exemplo podemos citar profissionais formados em agronomia ou veterinária candidatar-se aos cargos em que a exigência de formação é em engenharia de pesca. Tal situação é recorrente em praticamente todos os processos seletivos e ocorre pois os próprios coordenadores da SEPOA divulgam o processo seletivo por meio de listas de e-mails do setor aquícola (universidades por exemplo) o que torna o processo seletivo mais transparente e competitivo, atraindo vários candidatos. Outro fator a ser considerado é que a SEPOA antes da elaboração dos termos de referência, anualmente confecciona o Plano de Trabalho do Projeto, no qual estão previstas as contratações para o ano em exercício (período); este documento é elaborado com as Coordenações Técnicas e Direção, haja vista o Projeto UTF /084, traduz sobremaneira o que a legislação permite para esta modalidade de cooperação: a produção e disseminação do conhecimento técnico. Torna-se, fundamental, informar novamente, que a construção do PRODOC/UTF084 responde as lacunas técnicas de conhecimento, as quais a cooperação com organismos internacionais contribuem nesta construção. Destarte, o debate técnico é costumaz e efetivo, através dos Eixos Temáticos, além da responsabilidade ser compartilhada entre os Coordenadores Técnicos, estes servidores comissionados ou efetivos, os Diretores das áreas da Secretaria e, por fim, a Secretária e Diretora do Projeto. Anualmente, após a confecção interna do Plano de Trabalho que apresenta as contratações e resultados alcançados no exercício anterior e a sequência das atividades para o próximo ano por meio de novas contratações tem-se a aprovação do documento pelo Comitê Diretivo Tripartite (FAO, MPA e ABC) no início o ano, por volta dos meses de março e/ou abril, o que torna o planejamento mais adequado quando da elaboração dos termos de referência apresentando, desta maneira, os requisitos e critérios de seleção adequados aos cargos necessários para execução das atividades previstas para aquele período. Destarte, a SEPOA, por meio da Direção Nacional do Projeto elabora anualmente o Relatório de Progresso, contendo os resultados alcançados por atividade de cada eixo temático, documento este também apresentado ao comitê diretivo juntamente com o plano de trabalho. Trata-se, portanto, de uma forma de monitoramento e avaliação das ações do projeto não só pelo executor nacional, mas também pela FAO e ABC. Síntese dos Resultados Obtidos As recomendações dessa CGU estão sendo observadas na elaboração dos novos Termos de Referência, onde apesar da especificidade das atividades a serem desenvolvidas, tem-se buscado adequar os níveis de exigências quanto ao período de experiência, e também quanto a maior abrangência de áreas de formação contempladas nos mesmos, resultando assim em Termos de Referências com prazo de experiência menor e abrangência de maior número de áreas de formação. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Código SIORG Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura 103994 Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Identificação Ordem do Relatório Item do RA Comunicação Expedida de Auditoria 2424/2013-DRAGR/DR/SFC/CGU-PR 17 201216541 008 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Código SIORG SEPOA 103994 Descrição da Recomendação Atentar para o cumprimento dos princípios previstos no Decreto 5.151/2004 quando da contratação de consultores no âmbito de Projetos de Cooperação Técnica, adotando providências para que os requisitos exigidos não configurem restrição à competitividade, como foi evidenciado neste item do Relatório Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Código SIORG SEPOA 103994 Síntese da Providência Adotada As recomendações dessa CGU quanto à não configuração de restrição à competitividade estão sendo observadas na elaboração dos novos Termos de Referência, onde apesar da especificidade das atividades a serem desenvolvidas, tem-se buscado adequar os níveis de exigências quanto ao período de experiência, e também quanto a maior abrangência de áreas de formação contempladas nos mesmos, resultando assim em Termos de Referências com prazo de experiência menor e 104 abrangência de maior número de áreas de formação. Síntese dos Resultados Obtidos as recomendações dessa CGU quanto à não configuração de restrição à competitividade estão sendo observadas na elaboração dos novos Termos de Referência, onde apesar da especificidade das atividades a serem desenvolvidas, tem-se buscado adequar os níveis de exigências quanto ao período de experiência, e também quanto a maior abrangência de áreas de formação contempladas nos mesmos, resultando assim em Termos de Referências com prazo de experiência menor e abrangência de maior número de áreas de formação. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Código SIORG Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura 103994 Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Identificação Ordem do Relatório Item do RA Comunicação Expedida de Auditoria 2424/2013-DRAGR/DR/SFC/CGU-PR 18 201216541 008 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Código SIORG SEPOA 103994 Descrição da Recomendação Atentar para a contratação de consultores exclusivamente para o desempenho de atividades de natureza especializada, alocando servidores públicos para a gestão/execução do Projeto. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Código SIORG SEPOA 103994 Síntese da Providência Adotada A Direção Nacional do Projeto avalia sempre as atividades e requisitos necessários para a realização de uma contratação conforme as necessidades e execução das atividades do projeto, visando sempre o cumprimento dos objetivos e resultados, não considerando atividades “assessórias”. Síntese dos Resultados Obtidos Foi designado um servidor do quadro da Sepoa para exercer as funções de gestão, acompanhamento e execução do projeto UTF/084/BRA. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Código SIORG Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura 103994 Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Identificação Ordem do Relatório Item do RA Comunicação Expedida de Auditoria 2424/2013-DRAGR/DR/SFC/CGU-PR 19 201216541 09 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Código SIORG SEPOA 103994 Descrição da Recomendação Incluir, nos Termos de Referência relativos à seleção de consultores, requisitos de habilitação profissional e de capacidade técnica ou científica compatíveis com o trabalho a ser executado, a fim de evitar a restrição na concorrência de possíveis consultores. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Código SIORG SEPOA 103994 Síntese da Providência Adotada A Direção Nacional do Projeto, em atendimento as recomendações dessa auditoria utilizou a cartilha da CGU como manual 105 para todas as contratações no âmbito do projeto UTF/BRA/084/BRA, no que tange a elaboração dos termos de referência com atividades, requisitos profissionais e de formação adequados ao cargo e as atividades a serem executadas, com critérios de seleção pré-definidos pontuados conforme a formação e experiência profissional, incluindo ainda entrevista na maioria de suas contratações de acordo com a função exigida; critérios estes devidamente publicados juntamente como o termo de referência no site da FAO durante o prazo de aplicação de currículos, os quais estão disponíveis a partir da publicação do aviso de seleção no DOU e jornal de grande circulação. Síntese dos Resultados Obtidos Além da designação de um servidor do quadro da Sepoa para exercer as funções de gestão, acompanhamento e execução do projeto UTF/084/BRA, foi encaminhado expediente destinados a todos os coordenadores técnicos para verificar de maneira minuciosa os requisitos exigidos nos Termos de Referência e as respectivas complexidades dos seus produtos. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Código SIORG Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura 103994 Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Identificação Ordem do Relatório Item do RA Comunicação Expedida de Auditoria 2424/2013-DRAGR/DR/SFC/CGU-PR 20 201216541 12 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Código SIORG SEPOA 103994 Descrição da Recomendação Adotar providências no sentido de tornar efetiva as instâncias de revisão/aprovação das solicitações de viagem e emissão de passagens, de modo a coibir situações como a evidenciada neste item do Relatório. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Código SIORG SEPOA 103994 Síntese da Providência Adotada Solicitação a cada Coordenação Técnica, responsável pelo sua equipe de Consultores Técnicos, quando da contratação dos mesmos conforme os processo informados nos itens anteriores, a elaboração de um plano de trabalho contendo as atividades a serem executadas pelo consultor na vigência da consultoria, bem como o plano de viagens previsto para o ano, documento este aprovado pela Coordenação Técnica e a Direção Nacional do Projeto. Além desse documento, as viagens somente são solicitadas e autorizadas após a confirmação de agenda institucional e de campo dos consultores nas localidades onde serão desenvolvidas as ações em questão; informamos que esta agenda é formalizada por email, com antecedência de 15 dias, sendo anexada junto a autorização de viagem emitida pelo projeto, conforme documentação em anexo. Síntese dos Resultados Obtidos Controle mais efetivo dos deslocamentos ocorridos, bem como as coordenações técnicas acompanham com maior transparência a execução as atividades pelos consultores conforme o cronograma de viagem aprovado. E a Direção Nacional do projeto utiliza o trecho mais direto e mais econômico para emissão de passagens aéreas, por meio da agência de viagens licitada pela FAO Brasil e ainda utiliza diárias de deslocamentos conforme a tabela da União. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Identificação Ordem do Relatório Item do RA de Auditoria 21 201216541 001 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Código SIORG 103994 Comunicação Expedida 2424/2013-DRAGR/DR/SFC/CGU-PR Código SIORG 106 SEPOA 103994 Descrição da Recomendação Recomenda-se que a Direção do Projeto dê cumprimento ao disposto no § 4º do art. 5º do Decreto nº 5.151/2004, encaminhando à Receita Federal a relação de valores pagos aos consultores contratados em exercícios anteriores no âmbito do projeto, ainda que de forma extemporânea. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Código SIORG SEPOA 103994 Síntese da Providência Adotada A Direção do Projeto dará cumprimento ao disposto no § 4º do art. 5º do Decreto nº 5.151/2004, solicitando a SPOA/MPA o encaminhamento à Receita Federal a relação de valores pagos aos consultores contratados nos Projetos UTF/BRA/066 e UTF/BRA/084, de forma discriminada por natureza e beneficiário. Síntese dos Resultados Obtidos a Agência Brasileira de Cooperação, após a publicação da portaria MRE 717, especificamente atendendo a exigência prevista no art. 23, inciso V e VI, criou o SIGAP – Sistema de Informações Gerenciais de Acompanhamento de Projetos, implementado por meio da portaria de 23 de outubro de 2009. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Código SIORG Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura 103994 Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Identificação Ordem do Relatório Item do RA Comunicação Expedida de Auditoria 2424/2013-DRAGR/DR/SFC/CGU-PR 22 201216541 025 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Código SIORG SEPOA 103994 Descrição da Recomendação Adotar providências no sentido de prover a estrutura operacional devida para a consecução dos objetivos do novo Projeto de Cooperação Técnica celebrado com a FAO (Projeto UTF/BRA/084/BRA). Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Código SIORG SEPOA 103994 Síntese da Providência Adotada As equipes dos consultores técnicos estão vinculadas as Coordenações Técnicas e Direção, com o objetivo de acompanhar e subsidiar a Direção Nacional do Projeto. Síntese dos Resultados Obtidos Foi designado um servidor do quadro da SEPOA para exercer as funções de gestão, acompanhamento e execução do projeto UTF/084/BRA. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Identificação Ordem do Relatório Item do RA de Auditoria 23 201216541 025 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação SEPOA Descrição da Recomendação Código SIORG 103994 Comunicação Expedida 2424/2013-DRAGR/DR/SFC/CGU-PR Código SIORG 103994 107 Atribuir aos servidores do Ministério as tarefas de gestão dos Projetos de Cooperação Técnica firmados. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Código SIORG SEPOA 103994 Síntese da Providência Adotada As equipes dos consultores técnicos estão vinculadas as Coordenações Técnicas e Direção, com o objetivo de acompanhar e subsidiar a Direção Nacional do Projeto. Síntese dos Resultados Obtidos Foi designado um servidor do quadro da SEPOA para exercer as funções de gestão, acompanhamento e execução do projeto UTF/084/BRA. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Código SIORG Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura 103994 Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Identificação Ordem do Relatório Item do RA Comunicação Expedida de Auditoria 2424/2013-DRAGR/DR/SFC/CGU-PR 24 201216541 06 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Código SIORG SEPOA 103994 Descrição da Recomendação Quando do recebimento dos produtos objeto de consultorias, a coordenação dos Projetos de Cooperação Internacionais deve avaliar se o conteúdo apresentado efetivamente contribui para o atingimento dos objetivos, e que agrega valor ao desenvolvimento do projeto. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Código SIORG SEPOA 103994 Síntese da Providência Adotada Ficou evidenciado as características únicas do trabalho desenvolvido e reportado pela consultoria em cada localidade e as decisões tomadas participativamente, democraticamente e validadas pela Direção do Projeto e parceiros institucionais em cada localidade. Síntese dos Resultados Obtidos Para sanar a situação identificada e evitar ocorra o mesmo fato nos futuros recebimentos e aprovações de produtos objetos de consultorias, foi designado um servidor do quadro da Sepoa para exercer as funções de gestão, acompanhamento e execução do projeto UTF/084/BRA que dentre as suas atribuições terá que em conjunto com os Coordenadores Técnicos verificar de maneira minuciosa se o conteúdo apresentado nos produtos, efetivamente contribui para o atingimento dos objetivos, e que agrega valor ao desenvolvimento do projeto. Registramos ainda que após esta etapa de aprovação tem-se a covalidação da FAO Brasil por meio da unidade técnica de programas que analisa e aprova o conteúdo dos produtos enviados. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Identificação Ordem do Relatório Item do RA de Auditoria 25 201216541 006 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação SEPOA Código SIORG 103994 Comunicação Expedida 2424/2013-DRAGR/DR/SFC/CGU-PR Código SIORG 103994 108 Descrição da Recomendação Reavaliar as despesas incorridas com os três produtos idênticos, apurando responsabilidade de quem não os avaliou tecnicamente à época da aceitação e pagamento, bem como apurar responsabilidade de quem não avaliou tecnicamente o produto quando do seu recebimento, aceitando produto que se trata de reprodução de trabalho de terceiro. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Código SIORG SEPOA 103994 Síntese da Providência Adotada Não foi configurado e nem considerado como trabalhos idênticos, uma vez que a apresentação de conceitos e fundamentos de um Plano de Marketing tratam da introdução do produto em questão, sendo esse o plano de marketing completo com suas ferramentas, devidamente aprovado pelas unidades técnicas da FAO BRASIL e a Direção Nacional do Projeto. Destacando ainda, que o cultivo de alga obteve diferentes formas de atuação em cada Estado de abrangência do projeto. Síntese dos Resultados Obtidos Para sanar a situação identificada e evitar que possa vir a ocorrer o mesmo fato nos futuros recebimentos e aprovações de produtos objetos de consultorias, foi designado um servidor do quadro da Sepoa para exercer as funções de gestão, acompanhamento e execução do projeto UTF/084/BRA que dentre as suas atribuições terá que em conjunto com os Coordenadores Técnicos verificar de maneira minuciosa se o conteúdo apresentado nos produtos, efetivamente contribui para o atingimento dos objetivos, e que agrega valor ao desenvolvimento do projeto. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Código SIORG Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura 103994 Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Identificação Ordem do Relatório Item do RA Comunicação Expedida de Auditoria 2424/2013-DRAGR/DR/SFC/CGU-PR 26 201216541 006 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Código SIORG SEPOA 103994 Descrição da Recomendação Incluir no Termo de Referência das contratações de consultores expressa proibição à reprodução de textos de terceiros, em respeito à Lei nº 9.610/98 e demais normativos que tratam de direitos autorais. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Código SIORG SEPOA 103994 Síntese da Providência Adotada A direção do projeto resalta que adotará medidas para garantir que este tipo de uso de informação (utilização dos Referenciais Bibliográficos como fundamentação teórica para a elaboração dos relatórios técnicos) não ocorra sem o devido destaque da referência bibliográfica. Síntese dos Resultados Obtidos Para sanar a situação identificada e evitar ocorra o mesmo fato nos futuros recebimentos e aprovações de produtos objetos de consultorias, foi designado um servidor do quadro da Sepoa para exercer as funções de gestão, acompanhamento e execução do projeto UTF/084/BRA que dentre as suas atribuições terá que em conjunto com os Coordenadores Técnicos verificar de maneira minuciosa se o conteúdo apresentado nos produtos, efetivamente contribui para o atingimento dos objetivos, e que agrega valor ao desenvolvimento do projeto. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação Item do RA Código SIORG 103994 Comunicação Expedida 109 do Relatório de Auditoria 2424/2013-DRAGR/DR/SFC/CGU-PR 27 201216541 022 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Código SIORG SEPOA 103994 Descrição da Recomendação Adotar providências no sentido de comprovar a implementação dos objetivos do Projeto, na forma prevista no Prodoc. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Código SIORG SEPOA 103994 Síntese da Providência Adotada A Direção do Projeto enviou o CD produzido com os depoimentos dos participantes do projeto ao longo de sua implementação e a cópia escaneada dos estatutos disponíveis, aquele momento; além dos próprios produtos técnicos da equipe de consultores que participaram da sua implementação. De fato, deve-se contextualizar que ao longo destes anos a Agência Brasileira de Cooperação-ABC/MRE, os diversos Organismos Internacionais presentes no Brasil, em conjunto com a Controladoria Geral da União- CGU envidaram esforços em construir modelos de PRODOC que pudessem ser efetivamente monitorados, ou seja, que os seus resultados fossem quantitativos, ou seja, na elaboração contemplar indicadores de resultados concretos. Síntese dos Resultados Obtidos Com isso, o UTF 084, concretiza este avanço, pois possuem no seu escopo de resultados, apenas, indicadores concretos, sejam eles, como exemplos: plantas comunitárias de unidades produtivas, cartilhas técnicas, planos de negócios, dentre outros. Diante do exposto, importa-se, novamente destacar que o DCC apresentou avanços enormes na questão técnica do cultivo de algas e em como trabalhar comunitariamente a aquicultura brasileira, sendo, os depoimentos, produtos técnicos, registro fotográficos, documentos de suporte a sua comprovação efetiva. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Código SIORG Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura 103994 Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Identificação Ordem do Relatório Item do RA Comunicação Expedida de Auditoria 2424/2013-DRAGR/DR/SFC/CGU-PR 28 201216541 022 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Código SIORG SEPOA 103994 Descrição da Recomendação Que o MPA doravante estabeleça mecanismos de monitoramento de projetos de cooperação, com a adequada coleta de dados e informações primárias que viabilizem a inequívoca comprovação do atingimento dos resultados pretendidos. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Código SIORG SEPOA 103994 Síntese da Providência Adotada Esta recomendação está contemplada no UTF 084, onde seus resultados, como destacado, anteriormente são quantitativos. Síntese dos Resultados Obtidos Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação Item do RA Código SIORG 103994 Comunicação Expedida 110 do Relatório de Auditoria 2424/2013-DRAGR/DR/SFC/CGU-PR 29 201216541 028 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Código SIORG SEPOA 103994 Descrição da Recomendação Considerando a ausência de comprovação da realização das atividades contratadas, recomendamos ao gestor cobrar o reembolso do adiantamento pago ao consultor de CPF ***.522.414-**, no valor de R$ 9.855,45, adotando as devidas cautelas para evitar a repetição de fato similar, que evidencia desperdício de recursos públicos. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Código SIORG SEPOA 103994 Síntese da Providência Adotada Em atenção a recomendação dessa CGU, foi emitido Memorando nº 145/2014, no qual esta Secretaria solicita a Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Finanças/Spoa a emissão da GRU no valor de R$ 9.855,45 em nome de Marcelo Gurgel Borba, CPF nº xxxxx, referente a adiantamento de 20% do total do contrato TR 92854. Síntese dos Resultados Obtidos No UTF 084, foi incorporado aos seus procedimentos de desligamentos, a Carta do Consultor, o qual deve solicitar seu desligamento e a validação por parte da Direção do projeto. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Código SIORG Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura 103994 Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Identificação Ordem do Relatório Item do RA Comunicação Expedida de Auditoria 2424/2013-DRAGR/DR/SFC/CGU-PR 30 201216541 031 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Código SIORG SEPOA 103994 Descrição da Recomendação Adotar providências no sentido de adequar a taxa de administração no âmbito do novo Projeto de Cooperação Técnica firmado com a FAO (Projeto UTF/BRA/084/BRA) à previsão normativa, limitando a 5% a parte da execução nacional do projeto, sem prejuízo da adoção de providências para apurar os valores pagos indevidamente a maior. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Código SIORG SEPOA 103994 Síntese da Providência Adotada O projeto comunicou a FAO Brasil em reuniões realizadas nos anos de 2013 e 2014 sobre as recomendações expedidas por essa CGU sobre as diferenças de cobrança de taxa administrativa de 5% e 13%, ressaltando que para projetos nacionais será admitida apenas a cobrança de taxa administrativa de 5%, conforme admitido pelo decreto 5151/04. Síntese dos Resultados Obtidos Será reforçada essa ação Limite a cobrança de taxa administrativa em 5%) na próxima reunião tripartite (ABC, FAO e MPA) a ser realizada no primeiro trimestre de 2014. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor 111 9.4 Declaração de Bens e Rendas Estabelecida na Lei n°. 8.730/93 9.4.1 Situação do Cumprimento das Obrigações Impostas pela Lei n°. 8.730/93 Quadro A.9.4.1 – Demonstrativo do cumprimento, por autoridades e servidores da UJ, da obrigação de entregar a DBR Detentores de Cargos e Funções Obrigados a Entregar a DBR Situação em Relação às Exigências da Lei nº 8.730/93 Momento da Ocorrência da Obrigação de Entregar a DBR Posse ou Início do Final do Final do Exercício de Exercício de Exercício Cargo, Emprego Cargo, Emprego Financeiro ou Função ou Função Obrigados a entregar a DBR 1 Entregaram a DBR 1 Não cumpriram a obrigação 0 Obrigados a entregar a DBR 0 Entregaram a DBR 0 Não cumpriram a obrigação 0 Obrigados a entregar a DBR Funções Comissionadas (Cargo, Emprego, Função de Entregaram a DBR Confiança ou em comissão) Não cumpriram a obrigação Fonte: PASTA ARQUIVO CRH/MPA 29 Autoridades (Incisos I a VI do art. 1º da Lei nº 8.730/93) Cargos Eletivos 29 0 112 9.6 Alimentação SIASG E SICONV Quadro A.9.6 – Modelo de declaração de inserção e atualização de dados no SIASG e SICONV DECLARAÇÃO Eu, Eliene Glaura Galvão Camandaroba, CPF n° 758.779.025-04, Coordenadora Geral de Prestação de contas, exercido na SPOA/SE/MPA declaro junto aos órgãos de controle interno e externo que todas as informações referentes a convênios e instrumentos congêneres firmados até o exercício de 2012 por esta Unidade estão disponíveis e atualizadas, no Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse – SICONV, conforme estabelece o art. 19 da Lei nº 12.465, de 12 de agosto de 2011 e suas correspondentes em exercícios anteriores. Brasília, 15 de fevereiro de 2014. Eliene Glaura Galvão Camandaroba 758.779.025-04 Coordenadora-Geral de Prestação de contas/Unidade Jurisdicionada- 110008 DECLARAÇÃO Eu, Henrique Antônio dos Santos Nunes, CPF n° 449.574.597-20, Coordenador Geral de Administração, exercido no Ministério da Pesca e Aquicultura declaro junto aos órgãos de controle interno e externo que todas as informações referentes a contratos, convênios e instrumentos congêneres firmados até o exercício de 2012 por esta Unidade estão disponíveis e atualizadas, respectivamente, no Sistema Integrado de Administração de Serviços Gerais – SIASG, conforme estabelece o art. 19 da Lei nº 12.465, de 12 de agosto de 2011 e suas correspondentes em exercícios anteriores. Brasília, 21 de fevereiro de 2014. Henrique Antônio dos Santos Nunes 449.574.597-20 Coordenador Geral de Administração/Ministério da Pesca e Aqüicultura 113 Parte B do Anexo II da DN TCU N°127/2013 – CONTEÚDO ESPECÍFICO POR UNIDADE JURISDICIONADA OU GRUPO DE UNIDADES AFINS 27. Órgãos e Entidades que executam acordos de cooperação internacional, com a contratação de consultores na modalidade “produto”. PROJETO DESENVOLVIMENTO DE COMUNIDADES COSTEIRAS- DCC MPA/FAO – UTF/BRA/066/BRA (finalizado) O Projeto Desenvolvimento de Comunidades Costeiras – UTF/BRA/066/BRA, Cooperação técnica entre a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação - FAO/ONU e o Ministério da Pesca e Aquicultura – MPA possui determinado no seu documento de projeto a execução de ações que visam o desenvolvimento das comunidades costeiras através da Maricultura sustentável e a cogestão dos recursos pesqueiros. O período de exceção do projeto é de agosto de 2005 á 30 de junho de 2012(82 meses) com aporte financeiro de U$ 6.856,212. O projeto possui no seu objetivo geral a redução da pobreza nas comunidades costeiras ao assegurar a utilização sustentável dos recursos marinhos pela introdução e expansão de técnicas simples e economicamente viáveis de maricultura e através do desenvolvimento na co-gestão dos recursos nas comunidades. E quatro (4) objetivos macros que contemplam ações de desenvolvimento social, econômico e ambiental, ou seja, a sustentabilidade como meta principal no trabalho com comunidades em risco social e econômico. Os objetivos são: Objetivo imediato 1: Consolidação do cultivo de Gracilaria nas comunidades envolvidas no projeto TCP no Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba; Objetivo imediato 2: Diversificação da produção da maricultura pela introdução de cultivos simples e de outros organismos na área do projeto; Objetivo imediato 3: Desenvolvimento de projetos piloto envolvendo a co-gestão dos recursos marinhos envolvendo as comunidades costeiras com experiência em trabalho cooperativo e em maricultura; Objetivo imediato 4: Estabelecimento e organização de comitês interinstitucionais, tanto no nível federal quanto em cada um dos estados participantes, a fim de criar o arcabouço interinstitucional permanente para, através do desenvolvimento da maricultura, criar alternativas para reduzir o índice de pobreza nas comunidades costeiras. O projeto atuou nos município de Pitimbú- Paraíba; Rio do Fogo, Baía Formosa e Baía da Traição no Rio Grande do Norte e os município de Itapipoca- Distrito de Pedrinhas e Icapuí- Comunidade do Requenguela (Carcinicultura comunitária), no estado do Ceará. Em relação ao apoio na organização social e produtiva no município de Goiana- Pernambuco nos Distritos de Tejucupapo e Povoação de São Lourenço. 114 O projeto cumpriu com a maior parte dos seus objetivos, no que se refere ao ajuste das técnicas de produção de algas às condições locais, à construção de um ambiente articulado nos estados do Ceará, do Rio Grande do Norte e da Paraíba, com a participação do Serviço Brasileiro de Apoio ao Empreendedor e Pequeno Empresário (SEBRAE), os Órgãos Estaduais do Meio Ambiente (OEMAs), Ministérios Públicos estaduais, universidades e outros parceiros. Nas comunidades o Projeto organizou grupos de mulheres e fortaleceu as associações comunitárias, pois acredita-se que a consolidação da consciência organizativa no ator local gera um ambiente favorável que emana para todos os envolvidos resultando no empoderamento da execução da política pública. Além disso, o Projeto apoiou as comunidades na obtenção de licenças para o cultivo, criou uma rede de pesquisa em algas e conduziu, com recursos disponibilizados pelo próprio Ministério da Pesca e Aquicultura, enquanto SEAP/PR, um estudo de mercado (1). O Projeto preparou material de extensão, como folders e manuais e realizou cursos de treinamento sobre produção de algas e trabalho associativo. Capacitou membros comunitários e forneceu assistência técnica para a instalação das estruturas, a semeadura e a manutenção dos cultivos de algas. Nesse contexto, denota-se que as ações encaminhadas tiveram resultados positivos, entretanto, ainda há algumas ações que deverão ser executadas pelo Ministério, tais como a continuidade nas articulações, por meio das atividades de treinamento do processamento de algas, na assistência a busca e obtenção de crédito; no aspecto produtivo na implementação dos projetos demonstrativos com a construção de um modelo viável e sustentável de maricultura e carcinicultura sustentável; a disseminação do conhecimento através de encontros e seminários para uma possível expansão do conhecimento adquirido com algas e moluscos; Estes com o objetivo primordial de garantir a sustentabilidade dos grupos até o momento não alcançada de forma plena, pois este processo é contínuo dentro da gestão social. Destaca-se ainda que no último objetivo, especificamente, fora enquadrado a realização do “Censo Aquícola Nacional 2008” que visava realizar a coleta de dados de produção da aquicultura e dados socioeconômicos dos produtores em todos os estados do Brasil, referentes ao ano 2008. A realização do Censo Aquícola Nacional serviu para a criação de políticas de desenvolvimento do setor, no intuito de melhorar a cadeia produtiva da produção aquícola nacional e a qualidade de vida dos produtores. Ações executadas: Consolidação dos grupos em associações e cooperativas nos três estados envolvidos; 1 Dias, Graziela M. (s.d). Estratégias de Produção e Marketing para Algas e Ficocolóides. Projeto TCP/BRA/0065. Cultivo de Algas em Pequena Escala no Nordeste do Brasil e Dias, Graziela M. (2002). Estudo de Mercado da Algas e dos Ficocolóides. Projeto TCP/BRA/0065. Cultivo de Algas em Pequena Escala no Nordeste do Brasil 115 Capacitações: Tecnologia de cultivo de algas; Agregação de valor; Produção de alimentos à base de algas; Beneficiamento e processamento de algas; Organização e gestão social dos grupos consolidados; Capacitação em gênero, com atenção à inserção das mulheres, Articulação institucional nos níveis: municipais e estaduais visando a inserção dos grupos nas políticas de geração de trabalho e renda. Elaboração de processos para a Concessão de Áreas para a Maricultura; Encaminhamento para os processos de autorização com o IBAMA para os procedimentos de maricultura Intercâmbio para troca de experiências entre as comunidades produtoras dos estados que participam do DCC. Seminário anual de avaliação com as comunidades e parceiros envolvidos no DCC. Sustentabilidade após o término da Cooperação Portanto, com a finalização da Cooperação Técnica, as ações e resultados alcançados terão condições de serem continuados pelo MPA, por meio de rede de parcerias que foram estabelecidos ao longo de sua execução; bem como, pela gradual capacitação e disseminação de informações e processos junto aos seus gestores setoriais e parceiros relevantes governamentais, não governamentais e do setor privado. Ao mesmo tempo, as parcerias consolidadas no âmbito do Projeto, serão continuadas por meio e instrumentos e processos de articulação, desde sempre liderados pelo MPA, nas diferentes esferas político-administrativas e com os diferentes atores governamentais; não governamentais e do setor privado. Caberia destacar que as iniciativas de fomento e de assistência técnica promovidas pelas áreas competentes do MPA e demais parceiros também devem atuar de modo a garantir uma melhor organização das comunidades e beneficiários diretos e indiretos das ações desta cooperação técnica. Estas ações a nível local permitirão maiores graus de sucesso na sustentabilidade proposta. Ao final do Projeto, serão alcançadas melhores condições de promoção da gestão de políticas públicas para a aquicultura e de melhorias de desempenho produtivo do setor, com maior inclusão social e econômica da parcelas desta população brasileira até então excluída dos processos formais de trabalho e renda. 116 Quanto a sustentabilidade e reconhecendo a importância deste setor para o desenvolvimento econômico do Brasil em bases sustentáveis vem necessitando de melhor detalhamento de planos, programas e projetos para a implantação de política de Estado. RESUMO SINTÉTICO Título do Projeto: Projeto Desenvolvimento de Comunidades Costeiras Código do Projeto: UTF/BRA/066/BRA Área Temática: Geração de Trabalho e Renda Áreas Geográficas Beneficiadas: Nacional Instituição Nacional Executora: Ministério da Pesca e Aquicultura Duração prevista: Original : 60 meses (agosto de 2005 á agosto de 2010) 1º Revisão: 64 meses (agosto de 2005 á dezembro de 2010 2º Revisão: 69 meses (agosto de 2005 á maio de 2011) 3º Revisão: 82 meses (agosto de 2005 á junho de 2012) Orçamento do projeto: Original US$ 5.035,778 1º Revisão: US$ 5.035,778 2º Revisão: US$ 6.756,752 3º Revisão: US$ 6.856,212 117 PROJETO POR UM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA AQUICULTURAMPA/FAO – UTF/BRA/084/BRA (em execução) Novos desafios deverão ser enfrentados pelo Ministério, considerando as políticas setoriais e a necessidade de promover maior detalhamento de políticas públicas e planos nacionais de desenvolvimento do setor, bem como a implantação de ações propostas e a incorporação de novas iniciativas nestes instrumentos. Nos últimos anos, novas demandas foram identificadas para atendimento técnico e institucional, de acordo com as competências do MPA. Este elenco de demandas organizadas foi gerador de novas iniciativas de fortalecimento setorial, destinadas ao planejamento, implantação e supervisão dos programas e projetos setoriais, que passaram a constituir o legado do novo Ministério. Neste cenário, o MPA passou a atuar em eixos prioritários como: (i) qualidade da pesca e aquicultura nacional; (ii) ações e programas setoriais, dentro de estratégias de inclusão social e econômica, e exercício da cidadania; (iii) expansão das tipologias e projetos piloto de pesca e de aquicultura, em acordo com o desenvolvimento econômico e sustentável do País; e (iv) implantação de nova Lei da Pesca, novo Ministério e Plano de Desenvolvimento do Setor. A proposta do novo de Projeto de Cooperação foi elaborada, considerando a necessidade de integrar as ações de cooperação técnica com aquelas empreendidas pelo MPA, voltadas para as políticas setoriais e a necessidade de promover maior detalhamento de planos de desenvolvimento do setor, em especial, após a criação do Ministério, em 2009. Em especial, o MPA vem atuando de acordo com as diretrizes setoriais indicadas: no Programa de Desenvolvimento Sustentável da Aquicultura, que integra o Plano Nacional de Desenvolvimento da Pesca e Aquicultura, resultado de processo de planejamento participativo; bem como no Plano de Desenvolvimento Sustentável da Pesca e da Aquicultura conhecido como “Mais Pesca e Aquicultura”. Este último visa: recuperar estoques pesqueiros na costa brasileira e nas águas continentais; e desenvolver a pesca oceânica e o grande potencial da aquicultura brasileira em águas da União e em estabelecimentos rurais. Entre os principais resultados esperados pelo Projeto, figuram: (i) Gestão sustentável e compartilhada dos recursos pesqueiros e de aquicultura adotada em diferentes escalas; (ii) Políticas de apoio a aquicultura e pesca, implantadas de forma articulada nas três esferas de governo; (iii) Arranjos Institucionais para a gestão do desenvolvimento da aquicultura e pesca e para gestão dos programas e projetos territoriais articulados e fortalecidos; 118 (iv) Planos territoriais de desenvolvimento sustentável da aquicultura e pesca, elaborados, apoiados e geridos participativamente; (v) Capacidades humanas, institucionais e de gestão participativa dos territórios ampliada, (vi) Empreendimentos e infra-estruturas públicas de apoio ao setor instalados no território, geridos dentro dos princípios e processos da gestão participativa; O Projeto foi proposto de modo a poder dar o apoio necessário ao tratamento de problemas de estruturação do setor; de produção de conhecimentos e estudos; de informações e dados para aprimoramento de planos de desenvolvimento; de elaboração de manuais para a plena operação de competências nacionais e seus rebatimentos nos estados; proposição de instrumentos e mecanismos de apoio a aplicação de legislação sobre o planejamento e ordenamento da aquicultura em águas da União e em estabelecimentos rurais e urbanos; propostas e instrumentos normativos para reorganizar as integrações de atuação com outras instituições em âmbito federal e estadual. A cooperação atuará nos eixos de desenvolvimento indicados pela Política de Desenvolvimento Sustentável da Pesca e Aquicultura e pelas linhas estratégicas definidas no Plano “Mais Pesca e Aquicultura”, sempre mantendo o enfoque e a prioridade da Aquicultura. Deverão ser apoiadas ações que se concentram em seis áreas temáticas: (i) Eixo de Desenvolvimento em Cadeia Produtiva; (ii) Eixo de Desenvolvimento em Águas de Domínio da União (iii) Eixo de Desenvolvimento em Sanidade e Certificação; (iv)Eixo de Desenvolvimento em Estatísticas e Informações; (v) Eixo de Desenvolvimento em Legislação e Normas (vi) Eixo de Desenvolvimento de Gestão Aquícola. Neste contexto, a situação esperada ao final do Projeto é aportar incrementos de qualidade de planejamento, ordenamento, monitoramento e avaliação de políticas públicas, programas e projetos voltados ao desenvolvimento setorial da aquicultura; bem como a promoção de estudos, experiências piloto, ações inovadoras; diagnósticos e legislações especificas. Ou seja, os resultados alcançados terão condições de serem continuados pelo MPA, por meio de rede de parcerias estabelecidas, ao longo de sua execução; bem como, pela gradual capacitação e disseminação de informações e processos junto aos gestores setoriais e parceiros relevantes. O conjunto de beneficiários potenciais é composto por: sociedade brasileira, organizações governamentais, não governamentais, empresas privadas, associações, comunidades aquícolas, ribeirinhos, quilombolas, associações comunitárias, centros de pesquisa, extensionistas e profissionais atuantes no setor e demais parceiros relevantes da pesca e aquicultura. 119 RESUMO SINTÉTICO Código do Projeto: UTF/BRA/084/BRA -Título do Projeto: Por um Desenvolvimento Sustentável da Aquicultura Área Temática: Desenvolvimento Regional; Pesca e Aquicultura Instituição Executora Nacional: Ministério da Pesca e Aquicultura Duração: 48 meses Início Previsto: 16/12/2011 Término: 16/12/2015 Aporte da Instituição Executora Nacional: R$ 13.191.652,72 ou US$ 8,349,147.29 Origem dos Recursos da Instituição Executora Nacional: Recursos do Orçamento do MPA 20.2 Análise Crítica O projeto de cooperação técnica contribui aos executores nacionais na aquisição e multiplicação do conhecimento dentro de suas equipes internas, resultando em avanços qualitativos no desenvolvimento das ações. Noutras palavras, implica dizer que as contratações dos consultores na modalidade “produto” desenvolveu áreas em que o conhecimento do MPA é restrito, incorporando mecanismos de apropriação do conhecimento gerado. Como destaques específicos tem-se modelos de unidades integrantes da cadeia produtiva que devem ser implementados pelo MPA e seus parceiros, o estabelecimento de procedimentos de análise técnica, mecanismos para delimitação de parques aquícolas e viabilização de unidades demonstrativas em reservatórios de domínio da União e no mar territorial, além da gestão, licenciamento e monitoramento ambiental dos parques já implantados. Outro ponto de grande relevância são as análises críticas por parte destes profissionais com atuação na aquicultura nacional, resultando numa revisão de diversos procedimentos adotados por esta Pasta, quais sejam: o desenvolvimento e a estruturação de novas cadeias produtivas, com consequente revisão de ações de fomento e ordenamento da atividade aquícola; e, no âmbito do Censo Aquícola Nacional, o fato de se ter a caracterização de um setor em franco desenvolvimento e que incorpora, a cada ano, um expressivo número de produtores. Por fim, aponte-se que o projeto registrou impactos importantes no conhecimento gerado e disseminado, sublinhado-se, todavia, que a internalização do conhecimento dentro das estruturas públicas demanda tempo e processos educacionais, para que o empoderamento ocorra de forma efetiva. 120 121 Quadro de Consultores do Projeto UTF/BRA/084/BRA - POR UM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA AQUICULTURA- MPA/FAO (em execução) Quadro B.15.1 - Consultores contratados na modalidade “produto” no âmbito dos projetos de cooperação técnica com organismos internacionais Identificação da Organização Internacional Cooperante Nome da Organização Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação Identificação do(s) Projeto(s) de Cooperação Técnica Título do Projeto Por um Desenvolvimento Sustentável da Aquicultura Valores em R$ 1.00 Sigla FAO Código UTF/BRA/084/BRA Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR-98987-1/2013 Objetivo da consultoria: Estruturar instrumentos de monitoramento e de análise do Plano Nacional de Monitoramento da Aquicultura – PNMA. Período de Vigência Remuneração Total Previsto Total previsto Total pago no Total pago até o Início Término no contrato no exercício exercício final do exercício 03/01/2013 01/01/2014 54.000,00 54.000,00 54.000,00 54.000,00 Insumos Externos Passagens: R$ 3.509,17 Diárias: R$ 4.032,10 Reembolsos: R$ 100,33 Produtos Contratados Data prevista de Descrição Valor entrega Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia operacional da FAO para o início das atividades previstas 10/01/2013 10.800,00 no TOR. Produto 1 - Documento técnico contendo: Avaliação do método estatístico que vem sendo empregado pelo MPA para estimar a produção de pescado de origem aquícola, a qual utiliza dados de ração comercializada para organismos aquáticos. A avaliação deve compreender: a) o diagnóstico da metodologia no que tange a conversão alimentar; b) a análise do método alternativo para 03/03/2013 9.000,00 organismos que não consomem ração (p.ex. malacocultura e carpas); c) proposições de quais informações adicionais seriam necessárias para consolidar a produção aquícola de cada Unidade da Federação, bem como das principais espécies cultivadas no país, com base na produção total gerada a partir do modelo que utiliza ração como dados de entrada. Conclusões e Recomendações da consultoria. Produto 2 - Documento técnico contendo: Levantamento das diversas ferramentas utilizadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística que poderiam ser aplicadas para a consolidação da estatística aquícola 07/06/2013 10.000,00 nacional (p.ex. Sistema Nacional de Pesquisa por Amostragem de Estabelecimento Agropecuário – SNPA; Censo Agropecuário; Pesquisa Pecuária Municipal – PPM; Pesquisas Trimestrais da Pecuária, entre outras), 122 levando-se em conta as características de cada modalidade da aquicultura; determinar e propor quais variáveis poderiam ser coletadas dentro das ferramentas analisadas como subsídios para a consolidação da estatística aquícola nacional. Deve conter ainda, as principais recomendações e conclusões da consultoria nesta atividade. Produto 3 - Documento técnico contendo: o levantamento das instituições oficiais de extensão rural, universidades e demais instituições de ensino e pesquisa em cada Unidade de Federação, contemplando: a) as instituições que realizam monitoramento da atividade aquícola ou prestam alguma assistência técnica aos produtores aquícolas da região, b) a abrangência deste serviço – capilaridade espacial das instituições , c) número de pessoas, em cada instituição,que participam diretamente deste processo e, d) descrição detalhada dos métodos utilizados no monitoramento da atividade aquícola. Deve conter ainda, as principais recomendações e conclusões da consultoria nesta atividade. Produto 4 - Produto contendo: avaliação descritiva e analítica das metodologias empregadas no monitoramento da aquicultura e no levantamento da produção aquícola em diversos institutos de informação estatística nos países Austrália, Estados Unidos, Finlândia, Chile, França, Japão, México, Espanha, Índia, Itália, Nova Zelândia e Noruega, entre outros. Deve conter ainda, as principais recomendações e conclusões da consultoria nesta atividade. Consultor contratado Nome do consultor: DEBORA QUEIROZ CABRAL Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: 03/09/2013 8.000,00 15/12/2014 16.200,00 CPF: 880.769.621-53 A execução do contrato não apresentou dificuldades, pois a Consultora possui a qualificação e experiência desejada na área de contratação. Desenvolveu seus trabalhos de acordo com o previsto. Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR-99606-1/2013 Objetivo da consultoria: Analisar e integrar informações voltadas à prospecção de áreas para novos parques aquícolas. Período de Vigência Remuneração Total Previsto Total previsto Total pago no Total pago até o Início Término no contrato no exercício exercício final do exercício 07/01/2013 23/09/2013 54.000,00 37.800,00 31.050,00 31.050,00 Insumos Externos Passagens: R$ 0,00 Diárias: R$ 0,00 Reembolsos: R$ 0,00 Produtos Contratados Data prevista de Descrição Valor entrega Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia 14/01/2013 10.800,00 operacional da FAO para o início das atividades previstas 123 no TOR. Produto 1 - Produto contendo levantamento de bases de dados secundários em órgãos oficiais (estaduais e federais), sistematização, manipulação e integração dos dados geoespaciais com vistas ao zoneamento de 1 (um) corpo hídrico na região Sul, para levantamento das áreas mais propícias à implantação da atividade aquícola. O produto deverá contemplar a integração e avaliação dos seguintes dados para a referida região: i) Base topográfica e cartográfica digital; ii) base matricial e imagens de satélite dos corpos hídricos com melhor resolução espacial disponível; iii) Sistemas de Informação Geográfica – SIG; iv) Demais informações geoespaciais, acerca do corpo hídrico objeto de estudo e necessárias à escolha das áreas propícias à atividade. Os dados levantados deverão ser padronizados, conforme o estabelecido na INDE (ETADGV e ET-EDGV). Deve conter ainda, descrição dos resultados de aptidão para implantação da atividade no corpo d’água potencialmente explorável, no intuito de auxiliar na disseminação dos resultados alcançados junto aos parceiros, redes de pesquisa e atores envolvidos com o setor aquícola. Produto 2 - Produto contendo levantamento de bases de dados secundários em órgãos oficiais (estaduais e federais), sistematização, manipulação e integração dos dados geoespaciais com vistas ao zoneamento do segundo (2°) corpo hídrico na região Sul, para levantamento das áreas mais propícias à implantação da atividade aquícola. O produto deverá contemplar a integração e avaliação dos seguintes dados para a referida região: i) Base topográfica e cartográfica digital; ii) base matricial e imagens de satélite dos corpos hídricos com melhor resolução espacial disponível; iii) Sistemas de Informação Geográfica – SIG; iv) Demais informações geoespaciais, acerca do corpo hídrico objeto de estudo e necessárias à escolha das áreas propícias à atividade. Os dados levantados deverão ser padronizados, conforme o estabelecido na INDE (ETADGV e ET-EDGV). Deve conter ainda, descrição dos resultados de aptidão para implantação da atividade no corpo d’água potencialmente explorável, no intuito de auxiliar na disseminação dos resultados alcançados junto aos parceiros, redes de pesquisa e atores envolvidos com o setor aquícola. Produto 3 - Produto contendo levantamento de bases de dados secundários em órgãos oficiais (estaduais e federais), sistematização, manipulação e integração dos dados geoespaciais com vistas ao zoneamento do litoral do Estado de São Paulo, para levantamento das áreas mais propícias à implantação de atividade aquícola. O produto deverá contemplar a integração e avaliação dos seguintes dados para a referida região: i) Base topográfica e cartográfica digital; ii) base matricial e imagens de satélite 05/03/2013 6.750,00 05/05/2013 6.750,00 10/07/2013 6.750,00 124 dos corpos hídricos com melhor resolução espacial disponível, iii) Sistemas de Informação Geográfica – SIG; iv) Demais informações geoespaciais, acerca dos corpos hídricos objetos de estudo e necessárias à escolha das áreas propícias à atividade. Os dados levantados deverão ser padronizados, conforme o estabelecido na INDE (ETADGV e ET-EDGV). Deve conter ainda, descrição dos resultados de aptidão para implantação da atividade nos corpos d’água potencialmente exploráveis, no intuito de auxiliar na disseminação dos resultados alcançados junto aos parceiros, redes de pesquisa e atores envolvidos com o setor aquícola. Produto 4 - Produto contendo levantamento de bases de dados secundários em órgãos oficiais (estaduais e federais), sistematização, manipulação e integração dos dados geoespaciais com vistas ao zoneamento de 1 (um) corpo hídrico na região Sudeste, para levantamento das áreas mais propícias à implantação da atividade aquícola. O produto deverá contemplar a integração e avaliação dos seguintes dados para a referida região: i) Base topográfica e cartográfica digital; ii) base matricial e imagens de satélite dos corpos hídricos com melhor resolução espacial disponível; iii) Sistemas de Informação Geográfica – SIG; iv) Demais informações geoespaciais, acerca do corpo hídrico objeto de estudo e necessárias à escolha das áreas propícias à atividade. Os dados levantados deverão ser padronizados, conforme o estabelecido na INDE (ETADGV e ET-EDGV). Deve conter ainda, descrição dos resultados de aptidão para implantação da atividade no corpo d’água potencialmente explorável, no intuito de auxiliar na disseminação dos resultados alcançados junto aos parceiros, redes de pesquisa e atores envolvidos com o setor aquícola. Produto 5 - Produto contendo levantamento de bases de dados secundários em órgãos oficiais (estaduais e federais), sistematização, manipulação e integração dos dados geoespaciais com vistas ao zoneamento do segundo (2°) corpo hídrico na região Sudeste, para levantamento das áreas mais propícias à implantação da atividade aquícola. O produto deverá contemplar a integração e avaliação dos seguintes dados para a referida região: i) Base topográfica e cartográfica digital; ii) base matricial e imagens de satélite dos corpos hídricos com melhor resolução espacial disponível; iii) Sistemas de Informação Geográfica – SIG; iv) Demais informações geoespaciais, acerca do corpo hídrico objeto de estudo e necessárias à escolha das áreas propícias à atividade. Os dados levantados deverão ser padronizados, conforme o estabelecido na INDE (ET-ADGV e ET-EDGV). Deve conter ainda, descrição dos resultados de aptidão para implantação da atividade no corpo d’água potencialmente explorável, no intuito de auxiliar na disseminação dos 05/10/2013 6.750,00 30/01/2014 16.200,00 125 resultados alcançados junto aos parceiros, redes de pesquisa e atores envolvidos com o setor aquícola. Consultor contratado Nome do consultor: VICTOR BATISTA Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: CPF: 716.174.181-53 A execução do contrato não apresentou dificuldades, pois o Consultor possui a qualificação e experiência desejada na área de contratação, foi rescindido a pedido do consultor para assumir outro trabalho, sem gerar prejuízos financeiros ao projeto. Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR-98990-1/2012 Objetivo da consultoria: Estruturar instrumentos de monitoramento e de análise do Plano Nacional de Monitoramento da Aquicultura – PNMA. Período de Vigência Remuneração Total Previsto Total previsto Total pago no Total pago até o Início Término no contrato no exercício exercício final do exercício 21/01//2013 20/01/2014 54.000,00 54.000,00 54.000,00 54.000,00 Insumos Externos Passagens: R$ 0,00 Diárias: R$ 0,00 Reembolsos: R$ 0,00 Produtos Contratados Data prevista de Descrição Valor entrega Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia operacional da FAO para o início das atividades previstas 28/01/2013 10.800,00 no TOR. Produto 1 - Produto contendo: Análise teórica e apresentação do Sistema Brasileiro de Inspeção de 03/03/2013 8.000,00 Produtos de Origem Animal – SISBI/POA. Conclusões e recomendações. Produto 2 - Produto técnico contendo: Manual de avaliação das informações dos Relatórios de Produção de Pescados e Derivados por Estabelecimentos aderidos ao SISBI/POA. O manual deverá apresentar uma análise das 07/06/2013 9.000,00 planilhas de dados aderidas ao SISBI/POA, com a descrição geral das informações e variáveis que podem ser obtidas no sistema. Conclusões e recomendações. Produto 3 - Produto técnico contendo: 1) Adequação dos dados disponíveis no SISBI como fonte de informações para atender e preencher as planilhas específicas sobre a disposição e destino da produção de pescado da FAO, 2) Proposições de alterações no SISBI/POA para subsidiar 03/09/2013 10.000,00 tecnicamente o MPA no que tange à consolidação da estatística aquícola nacional, bem como no auxilio do levantamento de informações sobre disposição e destino da produção de pescado. Conclusões e recomendações. Produto 4 - Manual para a produção de um documento anual da Produção de Pescados e Derivados por 15/12/2013 16.200,00 Estabelecimentos aderidos ao SISBI/POA. O manual deverá conter: Procedimentos de sistematização e revisão 126 dos dados e Análise da qualidade dos resultados obtidos no que tange à produção de pescado nacional de origem aquícola. Conclusões e recomendações. Consultor contratado Nome do consultor: BRUNO FERREIRA LYRA CARVALHO Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: CPF: 058.719.064-78 A execução do contrato não apresentou dificuldades, pois a Consultora possui a qualificação e experiência desejada na área de contratação. Desenvolveu seus trabalhos de acordo com o previsto. Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR-98743-1/2013 Objetivo da consultoria: Auxiliar o MPA no desenvolvimento da aquicultura através de um maior controle na qualidade dos processos de produção, processamento e comercialização de animais e produtos advindos da aquicultura, com aumento das ações de defesa sanitária de animais aquáticos. Período de Vigência Remuneração Total Previsto Total previsto Total pago no Total pago até o Início Término no contrato no exercício exercício final do exercício 21/01/2013 19/01/2014 54.000,00 37.800,00 28.800,00 28.800,00 Insumos Externos Passagens: R$ 3.035,64 Diárias: R$ 2.054,40 Reembolsos: R$ 0,00 Produtos Contratados Data prevista de Descrição Valor entrega Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia operacional da FAO para o início das atividades previstas 28/01/2013 10.800,00 no TOR. Produto 1 - Produto contendo: 1. Conteúdo técnico para 1 (um) manual sobre trânsito nacional e internacional (compilação de legislação e orientações gerais); 2. Conteúdo técnico para 1 (um) manual sobre boas práticas higiênico-sanitárias em embarcações de despesca, contendo, no mínimo: a. Boas práticas a bordo (higiene do manipulador, higiene das instalações, higiene dos produtos, fluxograma do processo); b. Manuseamento do pescado (cuidados no manuseio do pescado desde a recepção a bordo); c. Qualidade do produto (conservação dos produtos, higiene a bordo, importância das diversas fases na qualidade final dos produtos da despesca, desde a 05/04/2013 9.000,00 colheita à comercialização,); d. Bibliografia consultada. 3. Conteúdo técnico para 1 (um) manual sobre boas práticas higiênico-sanitárias em infraestruturas de manipulação de pescado, contendo, no mínimo: a. Operações de manuseio e processamento (retirada da cabeça, sangria, evisceração, lavagem e sanitização); b. Caracterização do gelo (natureza e propriedades do gelo, tipos de gelo, quantidade a ser utilizada, qualidade microbiológica); c. Conservação do pescado (noção de conservação, processos de conservação); d. Manuseio do pescado (cuidados no manuseamento do pescado); e. Processo geral de 127 degradação (conceitos de bactéria e enzima e sua importância no desenrolar do processo de degradação, fatores que influenciam no estado de frescor do pescado); f. Boas práticas de manipulação (higiene do manipulador, higiene das instalações, higiene dos produtos, fluxograma do processo); g. Bibliografia consultada. Produto 2 - Produto contendo 1 (um) relatório consolidado de monitoramento de biotoxinas marinhas e micro organismos patogênicos em Santa Catarina no âmbito do 10/07/2013 9.000,00 Programa Nacional de Controle Higiênico-Sanitário de Moluscos Bivalves. Produto 3 - Produto contendo 1 (uma) revisão de metodologia geral para Análise de Risco de Importação de Pescado e derivados, contendo, no mínimo: 1. Metodologia referenciada para: a. Identificação dos 05/10/2013 9.000,00 perigos; b. Avaliação do risco através da avaliação da difusão, exposição e conseqüências; c. Estimativa do risco; d. Gestão do risco; e e. Comunicação do risco. Produto 4 - Produto contendo: 1. Revisão de 2 (duas) Análises de Risco de Importação (ARI) de pescado e derivados proveniente da aquicultura: ARI de salmonídeos provenientes de aquicultura do Chile e ARI de sêmen de ostra (Crassostrea gigas 4N). 2. Relatório final das 02/01/2014 16.200,00 atividades desenvolvidas no decorrer no Projeto contendo, no mínimo a. Descrição das atividades desenvolvidas; b. Atas de reuniões; c. Relatórios de viagens e demais meios de verificação. Consultor contratado Nome do consultor: IVANISE RITA FINARDE CPF: 294.054.008-00 Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: A execução do contrato não apresentou dificuldades, pois a Consultora possui a qualificação e experiência desejada na área de contratação. Desenvolveu seus trabalhos de acordo com o previsto. Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR-99602-1/2013 Objetivo da consultoria: Desenvolver instrumentos e mecanismos que subsidiem o processo de monitoramento de Parques Aquícolas. Período de Vigência Remuneração Total Previsto Total previsto Total pago no Total pago até o Início Término no contrato no exercício exercício final do exercício 21/01/2013 19/01/2013 54.000,00 37.800,00 37.800,00 37.800,00 Insumos Externos Passagens: R$ 1.616,91 Diárias: R$ 1.475,60 Reembolsos: R$ 0,00 Produtos Contratados Data prevista de Descrição Valor entrega Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia operacional da FAO para o início das atividades previstas 28/01/2013 10.800,00 no TOR. 128 Produto 1 - Produto contendo descrição detalhada sobre o levantamento dos dados vetoriais, matriciais e alfanuméricos disponíveis no Ministério da Pesca e Aquicultura – MPA e outros órgãos oficiais (estaduais e federais), os quais deverão subsidiar os processos de monitoramento nas Unidades da Federação com parques aquícolas implantados. Padronização de dados geográficos, conforme os padrões estabelecidos pela INDE (ET-EDGV), devendo ser definidos: A) Os dados representados espacialmente, bem como os respectivos atributos e metadados obrigatórios associados a cada dado; B) O formato de dados geográficos, bem como o tipo de geometria adequado para representação em diferentes escalas; C) A escala adequada para os dados geográficos primários e secundários e categorização, vinculada ao tipo de informação. D) Plano de Ação para: 1) Adequação dos dados geográficos existentes, dentro dos respectivos padrões e; 2) Implantação do modelo padrão de dados geográficos nas informações vinculadas ao desenvolvimento da atividade aquícola, como parques aquícolas e autorização de uso de espaços físicos em corpos hídricos sob domínio da União. Produto 2 - Produto contendo descrição detalhada da análise dos dados geoespaciais levantados nos produtos relativos às sete áreas que contemplam parques aquícolas demarcados pelo MPA, bem como a adequação dos dados geográficos, incluindo os existentes no Sistema de Informação das Autorizações de Uso em águas sob domínio da União aos padrões estabelecidos pela INDE. Produto 3 - Produto contendo descrição detalhada sobre a extração, criação e manipulação dos dados geoespaciais, a fim de produzir mapas para subsidiar o processo de licenciamento ambiental das sete áreas que contemplam parques aquícolas demarcados pelo MPA, considerando as exigências dos órgãos ambientais estaduais responsáveis. Produto 4 - Produto contendo relatório descritivo das informações que tiverem sido geradas, bem como levantamento das necessidades relativas ao monitoramento, contendo proposição de cenários vinculados a informações geoespaciais, a serem implantados pelo Ministério da Pesca e Aquicultura nos reservatórios com parques aquícolas implantados. Consultor contratado Nome do consultor: HALYSSON ALVES MACEDO Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: 05/04/2013 9.000,00 10/07/2013 9.000,00 05/10/2013 9.000,00 10/01/2014 16.200,00 CPF: 007.865.393-21 A execução do contrato não apresentou dificuldades, pois o Consultor possui a qualificação e experiência desejada na área de contratação. Desenvolvendo seus trabalhos de acordo com o previsto. Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR-98506-1/2013 Objetivo da consultoria: Elaborar Plano Estratégico para Ordenamento Jurídico da Aquicultura 129 nacional, com base no atual desenvolvimento da atividade e nas competências atribuídas ao Ministério da Pesca e Aquicultura Período de Vigência Remuneração Total Previsto Total previsto Total pago no Total pago até o Início Término no contrato no exercício exercício final do exercício 28/01/2013 14/10/2013 60.000,00 42.000,00 22.000,00 22.000,00 Insumos Externos Passagens: R$ 1.173,71 Diárias: R$ 856,10 Reembolsos: R$ 0,00 Produtos Contratados Data prevista de Descrição Valor entrega Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia operacional da FAO para o início das atividades previstas 04/02/2013 12.000,00 no TOR. Produto 1 - Produto contendo a análise dos instrumentos legais federais que regulamentam a aquicultura (Decreto 4.895/2003, INI 06/2004, Lei 11.959/2009 e outras 05/05/2013 10.000,00 pertinentes), identificando os principais entraves para a desburocratização dos procedimentos administrativos voltados ao setor aquícola. Produto 2 - Elaboração de propostas para a regulamentação, alteração e/ou revogação necessárias aos atos normativos federais (Decreto 4.895/2003, INI 06/08/2013 8.000,00 06/2004, Lei 11.959/2009 e outras pertinentes) que disciplinam a aquicultura. Produto 3 - Produto contendo a compilação e avaliação sistêmica das legislações estaduais voltadas ao licenciamento ambiental da atividade aquícola, confrontando com as normas federais (Resolução Conama nº413/2009). No produto deverá constar os Órgãos 05/11/2013 12.000,00 Estaduais de Meio Ambiente responsáveis pelo processo de licenciamento ambiental da aquicultura e os procedimentos administrativos preconizados por cada Órgão. Apresentar recomendações e conclusões. Produto 4 - Desenvolver um Plano Estratégico para o conjunto hierarquizado de normas jurídicas nacionais da aquicultura, constituído por: I) Objetivos específicos para o desenvolvimento sustentável da aquicultura; II) Apresentação de alternativas estratégicas para o direcionamento das intervenções políticas do MPA; III) 20/01/2014 18.000,00 Proposta de novas ferramentas jurídicas no âmbito do MPA para desburocratização dos atos normativos que tratam da aquicultura; IV) Conclusões, recomendações e apresentação das legislações que necessitam ser alteradas e/ou revogadas. Consultor contratado Nome do consultor: JOSÉ PILLI CARDOSO FILHO CPF: 120.111.788-78 Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: O Consultor rescindiu o contrato após a apresentação dos produto 1, não houve pejuízo financeiro para 130 o projeto. Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR-99675-1/2013 Objetivo da consultoria: Diagnóstico das etapas de implantação dos parques aquícolas marinhos já demarcados nos litorais do Pará, Ceará, Rio Grande do Norte e Sergipe. Período de Vigência Remuneração Total Previsto Total previsto Total pago no Total pago até o Início Término no contrato no exercício exercício final do exercício 04/02/2013 02/02/2014 54.000,00 37.800,00 54.000,00 54.000,00 Insumos Externos Passagens: R$ 2.983,51 Diárias: R$ 1.417,20 Reembolsos: R$ 0,00 Produtos Contratados Data prevista de Descrição Valor entrega Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia operacional da FAO para o início das atividades previstas 11/02/2013 10.800,00 no TOR. Produto 1 - Produto contendo o levantamento e proposta sobre as etapas necessárias à implantação dos parques aquicolas marinhos já demarcados no estado do Pará. O produto deverá contemplar minimamente informações referentes á Adequação dos projetos de implantação dos 05/04/2013 9.000,00 parques aquicolas com as exigências dos Órgãos Estaduais de Meio Ambiente (OEMAs) no processo de licenciamento ambiental, e adequação dos projetos de implantação de parques aquícolas às exigências da sinalização náutica. Produto 2 - Produto contendo o levantamento e proposta sobre as etapas necessárias à implantação dos parques aquicolas marinhos já demarcados no estado do Ceará, O produto deverá contemplar minimamente informações referentes á Adequação dos projetos de implantação dos 10/07/2013 9.000,00 parques aquicolas com as exigências dos Órgãos Estaduais de Meio Ambiente (OEMAs) no processo de licenciamento ambiental, e adequação dos projetos de implantação de parques aquícolas às exigências da sinalização náutica. Produto 3 - Produto contendo o levantamento e proposta sobre as etapas necessárias à implantação dos parques aquicolas marinhos já demarcados no estado do Rio Grande do Norte, O produto deverá contemplar minimamente informações referentes á Adequação dos 05/10/2013 9.000,00 projetos de implantação dos parques aquicolas com as exigências dos Órgãos Estaduais de Meio Ambiente (OEMAs) no processo de licenciamento ambiental, e adequação dos projetos de implantação de parques aquícolas às exigências da sinalização náutica. Produto 4 - Produto contendo o levantamento e proposta 10/01/2014 16.200,00 sobre as etapas necessárias à implantação dos parques 131 aquicolas marinhos já demarcados no estado do Sergipe. O produto deverá contemplar minimamente informações referentes á Adequação dos projetos de implantação dos parques aquicolas com as exigências dos Órgãos Estaduais de Meio Ambiente (OEMAs) no processo de licenciamento ambiental, e adequação dos projetos de implantação de parques aquícolas às exigências da sinalização náutica. Consultor contratado Nome do consultor: EMANUEL JOAQUIM VICTORIA MONTEIRO OLIVEIRA LIMA Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: CPF: 012.170.716-4 A execução do contrato não apresentou dificuldades, pois o Consultor possui a qualificação e experiência desejada na área de contratação. Desenvolvendo seus trabalhos de acordo com o previsto. Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR-99682-1/2013 Objetivo da consultoria: Elaborar proposta técnica de monitoramento ambiental dos parques aquicolas marinhos. Período de Vigência Remuneração Total Previsto Total previsto Total pago no Total pago até o Início Término no contrato no exercício exercício final do exercício 18/02/2013 16/02/2014 54.000,00 37.800,00 37.800,00 37.800,00 Insumos Externos Passagens: R$ 995,15 Diárias: R$ 785,30 Reembolsos: R$ 0,00 Produtos Contratados Data prevista de Descrição Valor entrega Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia operacional da FAO para o início das atividades previstas 25/02/2013 10.800,00 no TOR. Produto 1 - Produto contendo o levantamento, organização e compilação de informações sobre monitoramento ambiental para aquicultura marinha. O produto deverá apresentar uma análise sistêmica do levantamento 05/05/2013 9.000,00 bibliográfico efetivado das informações acerca do monitoramento ambiental para os empreendimentos de aquicultura marinha. Produto 2 - Elaborar um diagnóstico para o monitoramento ambiental de empreendimentos de aquicultura marinha. O diagnóstico deverá contemplar os critérios e limites definidos pelos Órgãos Ambientais, tais como, dados da situação atual da atividade, apresentação 10/08/2013 9.000,00 de informações sobre os parâmetros de qualidade de água exigidos, avaliação dos impactos e riscos ambientais, definição dos objetivos de amostragens e métodos de controle de qualidade de água. Produto 3 - Produto apresentando uma proposta de 05/11/2013 9.000,00 aplicação de monitoramento ambiental voltado aos 132 parques aquicolas marinhos. A proposta deverá conter metodologia de monitoramento ambiental para os empreendimentos, equipe necessária e recursos financeiros, com vistas à implantar o monitoramento ambiental nos parques aquicolas marinhos. Produto 4 - Produto apresentando uma avaliação sistêmica do monitoramento ambiental para os parques aquícolas implantados pelo MPA. No produto deverão conter as propostas de avanço, sugestões de aperfeiçoamento e 30/01/2014 16.200,00 melhoria dos procedimentos de obtenção e manutenção das licenças ambientais dos parques aquícolas, além de outras necessidades que forem identificadas referentes ao monitoramento. Consultor contratado Nome do consultor: DIEGO ZANETTI CPF: 081.585.077-86 Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: A execução do contrato não apresentou dificuldades, pois o Consultor possui a qualificação e experiência desejada na área de contratação. Desenvolveu seus trabalhos de acordo com o previsto. Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR-99669-1/2013 Objetivo da consultoria: Elaborar um diagnóstico e uma proposta técnica para a cadeia produtiva da aquicultura marinha da região sul. Período de Vigência Remuneração Total Previsto Total previsto Total pago no Total pago até o Início Término no contrato no exercício exercício final do exercício 18/02/2013 25/09/2013 54.000,00 37.800,00 28.800,00 28.800,00 Insumos Externos Passagens: R$ 569,80 Diárias: R$ 997,70 Reembolsos: R$ 0,00 Produtos Contratados Data prevista de Descrição Valor entrega Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia operacional da FAO para o início das atividades previstas 25/02/2013 10.800,00 no TOR. Produto 1 - Produto contendo um levantamento e sistematização sobre o atual estágio da cadeia produtiva da aquicultura marinha no estado de Santa Catarina. Deverá conter minimamente as seguintes informações: I) identificação dos centros de produção de formas jovens 05/05/2013 9.000,00 (pesquisa e comercial), II) metodologias empregada nos cultivos, III) unidades depuradoras, IV) unidades de beneficiamento e, V) centros de comercialização (mercado), e VI) ambiente organizacional e institucional. Produto 2 - Produto contendo um levantamento e sistematização sobre o atual estágio da cadeia produtiva da aquicultura marinha para o estado do Paraná. O produto 10/08/2013 9.000,00 deverá conter minimamente as seguintes informações: I) identificação dos centros de produção de formas jovens 133 (pesquisa e comercial), II) metodologias empregada nos cultivos, III) unidades depuradoras, IV) unidades de beneficiamento e, V) centros de comercialização (mercado), e VI) ambiente organizacional e institucional. Produto 3 - Produto contendo a análise final da cadeia produtiva da aquicultura marinha no estado de Santa Catarina. No produto deverá conter uma proposta o 05/11/2013 9.000,00 fortalecimento dos elos identificados como menos desenvolvidos dentro da cadeia produtiva da aquicultura marinha Produto 4 - Produto contendo a análise final da cadeia produtiva da aquicultura marinha no estado do Paraná. No produto deverá conter uma proposta o fortalecimento dos 05/02/2014 16.200,00 elos identificados como menos desenvolvidos dentro da cadeia produtiva da aquicultura marinha. Consultor contratado Nome do consultor: EDUARDO PICKLER SCHULTER CPF: 035.542.349-90 Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: A execução do contrato não apresentou dificuldades, pois o Consultor possui a qualificação e experiência desejada na área de contratação. Desenvolveu seus trabalhos de acordo com o previsto. Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR- 101063-1/2013 Objetivo da consultoria: Auxiliar a Direção Nacional do Projeto na elaboração de estudos sobre a organização social e produtiva do setor aquícola com vistas a subsidiar as ações de fortalecimento do Ministério da Pesca e Aquicultura- MPA Período de Vigência Remuneração Total Previsto Total previsto Total pago no Total pago até o Início Término no contrato no exercício exercício final do exercício 30/04/2013 07/01/2014 111.600,00 78.120,00 111.600,00 111.600,00 Insumos Externos Passagens: R$ 0,00 Diárias: R$ 0,00 Reembolsos: R$ 0,00 Produtos Contratados Data prevista de Descrição Valor entrega Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia operacional da FAO para o início das atividades previstas 06/05/2013 22.320,00 no TOR. Produto 1 - Produto apresentando um levantamento de informações voltados para a organização social e 31/07/2013 27.900,00 produtiva da Aquicultura nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste Produto 2 - Produto apresentando um levantamento de informações voltados para a organização social e 01/11/2013 27.900,00 produtiva da Aquicultura nas regiões Sul e Sudeste Produto 3 - Produto contendo a consolidação de informações da organização social e produtiva no país, por 20/04/2014 33.480,00 meio de uma análise e recomendações para a gestão da política nacional de aqüicultura. 134 Consultor contratado Nome do consultor: RENATHA LUCIA MELO Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: CPF: 781.380.191-15 A execução do contrato não apresentou dificuldades, pois a Consultora possui a qualificação e experiência desejada na área de contratação. Desenvolvendo seus trabalhos de acordo com o previsto. Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR-100670-1/2013 Objetivo da consultoria: Auxiliar o MPA no desenvolvimento do sistema de monitoramento e avaliação de projetos de aquicultutura. Período de Vigência Remuneração Total Previsto Total previsto Total pago no Total pago até o Início Término no contrato no exercício exercício final do exercício 20/05/2013 19/05/2014 84.000,00 58.800,00 58.800,00 58.800,00 Insumos Externos Passagens: R$ 0,00 Diárias: R$ 0,00 Reembolsos: R$ 0,00 Produtos Contratados Data prevista de Descrição Valor entrega Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia operacional da FAO para o início das atividades previstas 27/05/2013 16.200,00 no TOR. Produto 1 - Produto contendo uma proposta de metodologia para o acompanhamento e monitoramento para os projetos de cooperação técnica UTF 084. O 30/08/2013 21.000,00 produto deve apresentar as devidas recomendações e conclusões. Produto 2 - Produto contendo proposta de sistema gerencial de instrumentos de avaliação, monitoramento e 18/11/2013 21.000,00 gestão do projeto UTF 084. O produto deve apresentar as devidas recomendações e conclusões. Produto 3 - Produto contemplando as versões finais dos instrumentos de avaliação, monitoramento e gestão para a implementação Nos projetos de cooperação técnica da 05/04/2013 25.200,00 aquicultutura. O produto deve apresentar as devidas recomendações e conclusões. Consultor contratado Nome do consultor: KENZIA MILENA VIANA DA COSTA CPF: 564.934.101-00 Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: A execução do contrato não apresenta dificuldades, pois o Consultor possui a qualificação e experiência desejada na área de contratação. Desenvolvendo seus trabalhos de acordo com o previsto. Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR-102605-1/2013 Objetivo da consultoria: Auxiliar a Coordenação Nacional do Projeto na concepção do referencial teórico e pedagógico para o desenvolvimento de metodologia para a implementação em conselhos em diferentes instâncias com vistas ao fortalecimento do Ministério da Pesca e Aquicultura- MPA. 135 Período de Vigência Início Término 10/07/2013 10/06/2014 Insumos Externos Passagens: R$ 0,00 Diárias: R$ 0,00 Reembolsos: R$ 0,00 Produtos Contratados Remuneração Total Previsto no contrato 118.800,00 Total previsto no exercício 83.160,00 Descrição Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia operacional da FAO para o início das atividades previstas no TOR. Produto 1 - Produto descrevendo, no mínimo uma experiência com Conselhos Escolares com os seus avanços e dificuldades. O produto deve conter as devidas recomendações e conclusões a respeito desta etapa da consultoria. Produto 2 - Produto descrevendo, no mínimo uma experiência com Conselhos de Saúde com os seus avanços e dificuldades. O produto deve conter as devidas recomendações e conclusões a respeito desta etapa da consultoria Produto 3 - Produto técnico contendo, a partir das análises realizadas, uma proposta final de metodologia participativa para conselhos federais. Incluindo as devidas recomendações e conclusões a respeito desta etapa da consultoria. Consultor contratado Nome do consultor: CYNTIA DA SILVA OLIVEIRA Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: Total pago no exercício 83.160,00 Total pago até o final do exercício 83.160,00 Data prevista de entrega Valor 15/07/2013 23.760,00 15/09/2013 29.700,00 30/11/2013 29.700,00 20/03/2014 35.640,00 CPF: 866.159.714-53 A execução do contrato não apresenta dificuldades, pois o Consultor possui a qualificação e experiência desejada na área de contratação. Desenvolvendo seus trabalhos de acordo com o previsto. Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR- 103375-1/2013 Objetivo da consultoria: Auxiliar o MPA na elaboração de proposta de plano de capacitação de gestores e multiplicadores do setor Aquícola Período de Vigência Remuneração Total Previsto Total previsto Total pago no Total pago até o Início Término no contrato no exercício exercício final do exercício 01/09/2013 12/03/2014 88.000,00 39.600,00 39.600,00 39.600,00 Insumos Externos Passagens: R$ 0,00 Diárias: R$ 0,00 Reembolsos: R$ 0,00 Produtos Contratados Data prevista de Descrição Valor entrega 136 Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia operacional da FAO para o início das atividades previstas 23/09/2013 17.600,00 no TOR. Produto 1 - Proposta de pré-projeto de capacitação de gestores, profissionais e multiplicadores do setor aquícola, por meio de encontro, seminários ou outros eventos 05/11/2013 22.000,00 contendo no mínimo objetivo, público alvo, estrutura e resultados esperados. Produto 2 - projeto final da capacitação voltados aos gestores, profissionais e multiplicadores do setor aquícola, incluindo o orçamento final estimado para realização dos 10/01/2014 22.000,00 eventos/cursos propostos no produto 1 contendo recomendações e conclusões. Produto 3 - Produto apresentando um exemplo de sucesso de seminário/encontro/feira para a disseminação do 05/04/2014 26.400,00 conhecimento. O produto final deverá conter as devidas recomendações e conclusões Consultor contratado Nome do consultor: MARCELA ELENA LOPES DA SILVA CPF: 910.264.741-91 Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: A execução do contrato não apresenta dificuldades, pois o Consultor possui a qualificação e experiência desejada na área de contratação. Desenvolvendo seus trabalhos de acordo com o previsto. Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR-103311-1/2013 Objetivo da consultoria: Auxiliar o MPA e as instituições parceiras no desenvolvimento da cadeia produtiva da malacocultura e algicultura por meio da elaboração, acompanhamento e execução de projetos que envolvam planejamento, ordenamento e fomento da atividade, através de diagnósticos e estudos de viabilidade técnica e econômica (EVTE). Período de Vigência Remuneração Total Previsto Total previsto Total pago no Total pago até o Início Término no contrato no exercício exercício final do exercício 01/10/2013 31/08/2014 66.000,00 13.200,00 13.200,00 13.200,00 Insumos Externos Passagens: R$ 0,00 Diárias: R$ 0,00 Reembolsos: R$ 0,00 Produtos Contratados Data prevista de Descrição Valor entrega Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia operacional da FAO para o início das atividades previstas 07/10/2013 13.200,00 no TOR. Produto 1 - O levantamento de estudos tecnológicos com potencial produtivo na UHE Luis Eduardo Magalhães, deverá conter minimamente: (I) Levantamento de centros de pesquisa, associações e redes tecnológicas que 05/01/2014 16.500,00 pesquisam as espécies de peixes com potencial produtivo no reservatório UHE Luis Eduardo Magalhães;(II) Estado da arte das tecnologias adotadas atualmente na produção, aplicáveis no citado reservatório; (III) Levantamento de 137 projetos inovadores nos órgãos de fomento à pesquisa científica; (IV) Devidas recomendações e conclusões Produto 2 - Produto contendo prospecção sobre os estudos tecnológicos com potencial produtivo no reservatório UHE Luis Eduardo Magalhães: (I) Levantamento das tecnologias de implementação de curto e médio prazo; (II) Levantamento das tecnologias de implementação de longo prazo; (III) Devidas recomendações e conclusões. Produto 3 - Produto final contendo documento com: (I) Análise e proposta para implementação de tecnologia com potencial produtivo de curto e/ou médio prazo; (II) Analise e proposta para implementação de tecnologia com potencial produtivo de longo prazo; bem como, sugestões de tecnologias com potencial produtivo alternativos para o reservatório da UHE Luis Eduardo Magalhães. Consultor contratado Nome do consultor: FERNANDO TANIGUCHI Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: 10/04/2013 16.500,00 01/07/2014 19.800,00 CPF: 004.143.731-46 A execução do contrato não apresenta dificuldades, pois o Consultor possui a qualificação e experiência desejada na área de contratação. Desenvolvendo seus trabalhos de acordo com o previsto. Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR-104445-1/2013 Objetivo da consultoria: Realizar estudo, compilando e comentando a legislação de países que são referência na aquicultura Período de Vigência Remuneração Total Previsto Total previsto Total pago no Total pago até o Início Término no contrato no exercício exercício final do exercício 03/12/2013 02/11/2014 110.000,00 110.000,00 22.000,00 22.000,00 Insumos Externos Passagens: R$ 0,00 Diárias: R$ 0,00 Reembolsos: R$ 0,00 Produtos Contratados Data prevista de Descrição Valor entrega Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia operacional da FAO para o início das atividades previstas 10/12/2013 22.000,00 no TOR. Produto 1 - Produto contendo o levantamento da legislação dos seguintes países asiáticos: Vietnã e China. O levantamento deve apresentar a compilação com os 07/03/2014 29.000,00 respectivos comentários. Inserir as devidas recomendações e conclusões Produto 2 - Produto contendo levantamento da legislação dos seguintes países europeus: Portugal e Espanha. O levantamento deve apresentar a compilação com os 05/03/2014 30.000,00 respectivos comentários. Inserir as devidas recomendações e conclusões. Produto 3 - Produto contendo levantamento da legislação 01/09/2014 29.000,00 dos seguintes: Chile, México e Estados Unidos. O 138 levantamento deve apresentar a compilação com os respectivos comentários. Inserir as devidas recomendações e conclusões. Consultor contratado Nome do consultor: DECIO FERNANDES GUIMARÃES NETO Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: CPF: 198.183.270-04 A execução do contrato não apresenta dificuldades, pois o Consultor possui a qualificação e experiência desejada na área de contratação. Desenvolvendo seus trabalhos de acordo com o previsto. Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR-104457-1/2013 Objetivo da consultoria: Definir critérios de sustentabilidade dos parques aquícolas. Período de Vigência Remuneração Total Previsto Total previsto Total pago no Total pago até o Início Término no contrato no exercício exercício final do exercício 03/12/2013 02/11/2014 66.000,00 13.200,00 13.200,00 13.200,00 Insumos Externos Passagens: R$ 0,00 Diárias: R$ 0,00 Reembolsos: R$ 0,00 Produtos Contratados Data prevista de Descrição Valor entrega Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia operacional da FAO para o início das atividades previstas 09/12/2013 13.200,00 no TOR. Produto 1 - Produto contendo um diagnóstico detalhado das experiências de monitoramento ambiental de reservatórios artificiais 1 por cada região do Brasil. O 07/03/2014 16.500,00 diagnóstico deve apresentar minimamente: parâmetros, medidas, periodicidade. Apresentar as devidas recomendações e conclusões. Produto 2 - Produto contendo levantamento das competências relacionadas ao monitoramento ambiental em reservatórios artificiais. O Produto deverá conter uma indicação dos órgãos responsáveis pelo monitoramento da 05/06/2013 16.500,00 qualidade ambiental e possíveis programas de apoios institucionais, além de uma proposta de formação de rede institucional de monitoramento. Apresentar as devidas recomendações e conclusões. Produto 3 - Produto apresentando uma proposta metodológica para a definição de critérios de sustentabilidade da atividade aquícola, diretamente relacionados ao monitoramento ambiental dos parques 01/09/2014 19.800,00 aquícolas em reservatórios artificiais. Apresentar as devidas recomendações e conclusões e possíveis entraves no processo. Consultor contratado Nome do consultor: MARINEZ CAETANO DE CASTRO CPF: 894.013.361-72 139 Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: A execução do contrato não apresenta dificuldades, pois a Consultora possui a qualificação e experiência desejada na área de contratação. Desenvolvendo seus trabalhos de acordo com o previsto. Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR-103834-1/2013 Objetivo da consultoria: Elaborar conteúdo técnico para manuais que tratam da atividade de piscicultura, visando à disseminação de conhecimentos e articulação com demais parceiros do setor. Período de Vigência Remuneração Total Previsto Total previsto Total pago no Total pago até o Início Término no contrato no exercício exercício final do exercício 28/11/2013 27/10/2014 66.000,00 13.200,00 13.200,00 13.200,00 Insumos Externos Passagens: R$ 0,00 Diárias: R$ 0,00 Reembolsos: R$ 0,00 Produtos Contratados Data prevista de Descrição Valor entrega Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia operacional da FAO para o início das atividades previstas 09/12/2013 13.200,00 no TOR. Produto 1 - Produto apresentando o conteúdo de um manual com os Novos Produtos Elaborados à Base de Pescado. Deve conter os seguintes tópicos: Abordagem sobre o desenvolvimento de produtos oriundos da aquicultura; inovações, ingredientes, aditivos e embalagens mais utilizadas; as principais dificuldades 03/03/2014 16.500,00 enfrentadas no processo de desenvolvimento de novos produtos; estimativa da vida de prateleira desses produtos; potenciais mercados consumidores para os novos produtos; principais instituições e empresas que desenvolvem produtos à base de pescado no Brasil; considerações e conclusões. Produto 2 - Produto apresentando na forma de um Caderno Técnico sobre Boas Práticas de Manejo da Piscicultura Familiar. Deve conter os seguintes tópicos: avaliação e seleção de locais (seleção de solos, água, aspectos locais); construção do empreendimento; mecanismos de controle de fuga; alimentos e práticas de alimentação (alimentação por fases de cultivo, rações balanceadas, armazenamento de rações); biossegurança 02/06/2014 16.500,00 (sistema sanitário preventivo, aquisição de alevinos, transporte); técnicas de manejo (densidade de povoamento, qualidade de água, calagem, adubação); segurança e saúde ocupacional; programas de treinamento para os funcionários do empreendimento; legislação (licenciamento ambiental, obtenção de licenciamento em aquicultura). Produto 3 - Diagnóstico da situação atual da Cadeia 01/09/2014 19.800,00 Produtiva da Piscicultura Ornamental no Brasil. Deve 140 apresentar os seguintes tópicos: Panorama da aquicultura ornamental do Brasil; Identificação da estrutura existente; Legislação que permeia suas atividades; Dados estatísticos de produção, localização e recursos humanos envolvidos direta e indiretamente; Potencial de expansão da atividade; Principais entraves enfrentados; Propostas de soluções aos entraves; Sugestões de melhorias para o desenvolvimento da atividade; Considerações e conclusões Consultor contratado Nome do consultor: WANESSA MORAES NOGUEIRA Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: CPF: 804.517.302-59 A execução do contrato não apresenta dificuldades, pois a Consultora possui a qualificação e experiência desejada na área de contratação. Desenvolvendo seus trabalhos de acordo com o previsto. Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR-104123-1/2013 Objetivo da consultoria: Elaborar conteúdo técnico para manuais e cartilhas que tratam da atividade de piscicultura, visando à disseminação de conhecimentos e articulação com demais parceiros do setor. Período de Vigência Remuneração Total Previsto Total previsto Total pago no Total pago até o Início Término no contrato no exercício exercício final do exercício 28/11/2013 27/10/2014 66.000,00 13.200,00 13.200,00 13.200,00 Insumos Externos Passagens: R$ 0,00 Diárias: R$ 0,00 Reembolsos: R$ 0,00 Produtos Contratados Data prevista de Descrição Valor entrega Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia operacional da FAO para o início das atividades previstas 09/12/2013 13.200,00 no TOR. Produto 1 - Produto na forma de caderno técnico sobre a Importância da Aquicultura para a Segurança Alimentar, contendo os seguintes tópicos: Conceitos relacionados ao consumo de pescados e a segurança alimentar; utilização biológica dos pescados e seus benefícios; programas de 07/03/2014 16.500,00 estímulo ao consumo de pescado; piscicultura familiar e a segurança alimentar; Apresentar os programas de governo existentes para a utilização de pescados na alimentação escolar, casos de sucesso, relacionados à reeducação alimentar com enfoque no consumo de pescados. Produto 2 - Produto na forma de caderno técnico sobre Criação de Pirarucu (Arapaima gigas), contendo os seguintes tópicos: panorama da aquicultura mundial e no Brasil com ênfase na criação de pirarucu; Aspectos biológicos da espécie (ecologia, taxonomia, anatomia, 05/06/2014 16.500,00 fisiologia, hábito alimentar e, hábitos reprodutivos); parâmetros físico-químicos da água na criação; sistemas de produção de pirarucus (extensivos, semi-intensivos, intensivo); infraestruturas utilizadas na criação; manejo 141 dos viveiros (preparação, densidades e transporte de alevinos), reprodução e alevinagem dos pirarucus (características e seleção dos reprodutores, tipos de reprodução, manejo das ovas, larvas e alevinos); recria e engorda em diferentes sistemas e tipos de instalações; nutrição e alimentação (composições bromatológicas das rações, técnicas de alimentação); enfermidades e manejo sanitário (principais enfermidades, tratamento profiláticos, programa de controle sanitário); Despesca e abate; processamento (tipos de cortes, congelados, defumados, salgados); aspectos legais e ambientais. Produto 3 - Produto na forma de caderno técnico sobre a Produção Orgânica de Peixes, contendo os seguintes tópicos: normativas relacionadas à produção orgânica de peixes; principais certificadoras de produtos orgânicos aquícolas no Brasil; processo de certificação orgânica; condições gerais da produção de peixes orgânicos e outros 01/09/2014 19.800,00 regulamentos primordiais; bem estar animal na produção orgânica de peixes responsabilidade social da produção orgânica; regulamentos gerais para manejos em piscicultura orgânica; normas para processamento e transformação de produtos derivados da piscicultura orgânica. Consultor contratado Nome do consultor: APARÍCIO AUGUSTO RODRIGUES CPF: 912.986.790-87 STREIT Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: A execução do contrato não apresenta dificuldades, pois o Consultor possui a qualificação e experiência desejada na área de contratação. Desenvolvendo seus trabalhos de acordo com o previsto. Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR-104124-1/2013 Objetivo da consultoria: Elaborar conteúdo técnico para manuais e cartilhas que tratam da atividade de piscicultura, visando à disseminação de conhecimentos e articulação com demais parceiros do setor; Período de Vigência Remuneração Total Previsto Total previsto Total pago no Total pago até o Início Término no contrato no exercício exercício final do exercício 27/11/2013 24/10/2014 66.000,00 13.200,00 13.200,00 13.200,00 Insumos Externos Passagens: R$ 0,00 Diárias: R$ 0,00 Reembolsos: R$ 0,00 Produtos Contratados Data prevista de Descrição Valor entrega Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia operacional da FAO para o início das atividades previstas 09/12/2013 13.200,00 no TOR. Produto 1 - Diagnóstico da situação atual do sistema oficial de assistência técnica e extensão aquícola no Brasil. 07/03/2014 16.500,00 Deve conter os seguintes tópicos: Panorama atual das 142 organizações de assistência técnica de aquicultores no Brasil; Abrangência geográfica e mapeamento das principais entidades de assistência técnica no Brasil; Identificar o perfil profissional dos técnicos vinculados às entidades em estudo e ás áreas de atuação dentro da aquicultura; Descrever a estruturação do sistema de operação e funcionamento das entidades de assistência analisando os pontos fortes e pontos fracos com uma análise e propostas de soluções. Produto 2 - Produto apresentando na forma de um Caderno Técnico sobre cultivo de Trutas. Deve conter os seguintes tópicos: Panorama da aquicultura mundial e no Brasil com ênfase na truticultura; Aspectos biológicos da truta arco-íris (ecologia, taxonomia, anatomia, fisiologia, hábitos alimentares, hábitos reprodutivos); Parâmetros físico-químicos da água no cultivo; Sistemas de produção da truticultura (extensivos, semi-intensivos, intensivo); Infraestruturas utilizadas no cultivo; Manejo dos viveiros (preparação, densidades e transporte de alevinos), Reprodução e alevinagem das trutas (características e seleção dos reprodutores, tipos de reprodução, manejo das ovas, larvas e alevinos); Recria e engorda em diferentes sistemas e tipos de instalações; Nutrição e alimentação (composições bromatológicas das rações, técnicas de alimentação); Enfermidades e manejo sanitário (principais enfermidades, tratamento profiláticos, programa de controle sanitário); Despesca e abate; Processamento (tipos de cortes, congelados, defumados); Aspectos legais e ambientais. Produto 3 - Produto apresentando na forma de um Caderno Técnico sobre cultivo de espécies redondas: Tambaqui (Colossoma macropomum), Pacu (Piaractus mesopotamicus), Pirapitinga (Piaractus brachypomus), e seus híbridos. Deve conter os seguintes tópicos: Panorama da aquicultura mundial e no Brasil com ênfase em espécies redondas; Aspectos biológicos dos peixes redondos (ecologia, taxonomia, anatomia, fisiologia, hábitos alimentares, hábitos reprodutivos); Parâmetros físico-químicos da água no cultivo; Sistemas de produção (extensivos, semi-intensivos, intensivo); Infraestruturas utilizadas no cultivo (viveiros escavados e tanques-rede); Manejo dos viveiros (preparação, densidades e transporte de alevinos), Reprodução e alevinagem (características e seleção dos reprodutores, tipos de reprodução, manejo das ovas, larvas e alevinos); Recria e engorda em diferentes sistemas e tipos de instalações; Nutrição e alimentação (composições bromatológicas das rações, técnicas de alimentação); Enfermidades e manejo sanitário (principais enfermidades, tratamento profiláticos, programa de controle sanitário); Despesca e abate; Processamento (tipos de cortes, congelados, defumados); Aspectos legais e ambientais. 05/06/2014 16.500,00 01/09/2014 19.800,00 143 Consultor contratado Nome do consultor: MAX JOEL MUCHA FRANCO Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: CPF: 231.048.348-65 A execução do contrato não apresenta dificuldades, pois o Consultor possui a qualificação e experiência desejada na área de contratação. Desenvolvendo seus trabalhos de acordo com o previsto. Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR-102959-1/2013 Objetivo da consultoria: Auxiliar o Ministério da Pesca e Aquicultura - MPA e as instituições estaduais parceiras no desenvolvimento da carcinicultura, através da elaboração e acompanhamento da execução de projetos que envolvam planejamento, ordenamento, licenciamento e fomento da cadeia produtiva da carcinicultura marinha, na forma de códigos de conduta, planos de ordenamento e de desenvolvimento do sistema de Licenciamento e Legislação ambiental.referência na aquicultura Período de Vigência Remuneração Total Previsto Total previsto Total pago no Total pago até o Início Término no contrato no exercício exercício final do exercício 29/10/2013 28/08/2014 66.000,00 13.200,00 13.200,00 13.200,00 Insumos Externos Passagens: R$ 0,00 Diárias: R$ 0,00 Reembolsos: R$ 0,00 Produtos Contratados Data prevista de Descrição Valor entrega Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia operacional da FAO para o início das atividades previstas 05/11/2013 13.200,00 no TOR. Produto 1 - Produto contendo análise e levantamento dos municípios nordestinos com potencial de implantação da carcinicultura de baixa salinidade (semiárido) visando a elaboração de um Plano de Desenvolvimento para a atividade nos Estados do PI, MA e PE. O produto deve 06/01/2014 16.500,00 relacionar minimamente as fontes hídricas existentes nos municípios, e a capacidade instalada de cada município para receber projetos de carcinicultura familiar/comunitária. Produto 2 - Produto contendo análise e levantamento dos municípios nordestinos com potencial de implantação da carcinicultura de baixa salinidade (semiárido) visando a elaboração de um Plano de Desenvolvimento para a atividade nos Estados do CE, PB e RN. O produto deve 07/04/2014 16.500,00 relacionar minimamente as fontes hídricas existentes nos municípios, e a capacidade instalada de cada município para receber projetos de carcinicultura familiar/comunitária Produto 3 - Produto contendo levantamento estatístico da situação dos empreendimentos de carcinicultura no nordeste quanto ao licenciamento ambiental, junto aos 07/07/2014 19.800,00 órgãos estaduais de meio-ambiente. O produto deve informar minimamente o número de licenças solicitadas, o número de licenças emitidas e os principais motivos dos 144 indeferimentos. Consultor contratado Nome do consultor: SHAYENE AGATHA MARZAROTTO Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: CPF: 009.611.069-48 A execução do contrato não apresenta dificuldades, pois o Consultor possui a qualificação e experiência desejada na área de contratação. Desenvolvendo seus trabalhos de acordo com o previsto. Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR-103850-1/2013 Objetivo da consultoria: Compilação e realização de estudos de mercado de produtos oriundos da aquicultura marinha; Período de Vigência Remuneração Total Previsto Total previsto Total pago no Total pago até o Início Término no contrato no exercício exercício final do exercício 09/12/2013 08/11/2014 66.000,00 13.200,00 13.200,00 13.200,00 Insumos Externos Passagens: R$ 889,76 Diárias: R$ 1.168,80 Reembolsos: R$ 0,00 Produtos Contratados Data prevista de Descrição Valor entrega Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia operacional da FAO para o início das atividades previstas 16/12/2013 13.200,00 no TOR. Produto 1 - Produto contendo uma prospecção de mercado da ostra (atacadista e varejista) em no mínimo 1 pólo de consumo, a ser definido pela coordenação. O produto deve conter minimamente: Cadastro dos compradores, formas 07/03/2014 16.500,00 de comercialização, frequência e quantidade de compra, perfil do cliente, preços de compra e venda, qualidade e origem do produto, processo de transporte, processo de escolha do fornecedor. Produto 2 - Produto contendo uma prospecção de mercado da vieira (atacadista e varejista) detalhado em no mínimo 1 pólo de consumo, a ser definido pela coordenação. O produto deve conter minimamente: Cadastro dos 05/06/2014 16.500,00 compradores, formas de comercialização, frequência e quantidade de compra, perfil do cliente, preços de compra e venda, qualidade e origem do produto, processo de transporte, processo de escolha do fornecedor. Produto 3 - Produto contendo plano de marketing, contendo minimamente análise de ambiente, definição do público-alvo, posicionamento, definição de marca e 01/09/2014 19.800,00 definição das estratégias de marketing de ao menos 1 espécie oriunda da aquicultura marinha prospectada. Consultor contratado Nome do consultor: LUCAS DE ALVARENGA LEITE CPF: 007.661.139-65 Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: 145 A execução do contrato não apresenta dificuldades, pois o Consultor possui a qualificação e experiência desejada na área de contratação. Desenvolvendo seus trabalhos de acordo com o previsto. Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR-103851-1/2013 Objetivo da consultoria: Compilação e realização de estudos de mercado de produtos oriundos da aquicultura marinha; Período de Vigência Remuneração Total Previsto Total previsto Total pago no Total pago até o Início Término no contrato no exercício exercício final do exercício 02/12/2013 01/11/2014 66.000,00 13.200,00 13.200,00 13.200,00 Insumos Externos Passagens: R$ 0,00 Diárias: R$ 0,00 Reembolsos: R$ 0,00 Produtos Contratados Data prevista de Descrição Valor entrega Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia operacional da FAO para o início das atividades previstas 09/12/2013 13.200,00 no TOR. Produto 1 - Produto contendo uma prospecção de mercado (atacadista e varejista) de pescados das espécies candidatas da piscicultura marinha: Garoupa, Robalo, Bijupirá, Tainha e Olhete, em pelo menos 1 pólo de consumo, a ser definido pela coordenação. O produto deve 07/03/2014 16.500,00 conter minimamente: Cadastro dos compradores, formas de comercialização, frequência e quantidade de compra, perfil do cliente, preços de compra e venda, qualidade e origem do produto, processo de transporte, processo de escolha do fornecedor. Produto 2 - Produto contendo uma prospecção de mercado (atacadista e varejista) de pescados das espécies candidatas da piscicultura marinha: Garoupa, Robalo, Bijupirá, Tainha e Olhete, em pelo menos 1 pólo de consumo, a ser definido pela coordenação. O produto deve 05/06/2014 16.500,00 conter minimamente: Cadastro dos compradores, formas de comercialização, frequência e quantidade de compra, perfil do cliente, preços de compra e venda, qualidade e origem do produto, processo de transporte, processo de escolha do fornecedor. Produto 3 - Produto contendo plano de marketing, contendo minimamente análise de ambiente, definição do público-alvo, posicionamento, definição da marca e 01/09/2014 19.800,00 definição das estratégias de marketing de ao menos 1 espécie oriunda da aquicultura marinha prospectada. Consultor contratado Nome do consultor: LUÍS EDUARDO GALLETTI CPF: 270.226.538-36 Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: A execução do contrato não apresenta dificuldades, pois o Consultor possui a qualificação e experiência desejada na área de contratação. Desenvolvendo seus trabalhos de acordo com o previsto. 146 Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR-103852-1/2013 Objetivo da consultoria: Compilação e realização de estudos de mercado de produtos oriundos da aquicultura marinha; Período de Vigência Remuneração Total Previsto Total previsto Total pago no Total pago até o Início Término no contrato no exercício exercício final do exercício 02/12/2013 01/11/2014 66.000,00 13.200,00 13.200,00 13.200,00 Insumos Externos Passagens: R$ 0,00 Diárias: R$ 0,00 Reembolsos: R$ 0,00 Produtos Contratados Data prevista de Descrição Valor entrega Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia operacional da FAO para o início das atividades previstas 09/12/2013 13.200,00 no TOR. Produto 1 - Produto contendo uma prospecção de mercado (atacadista e varejista) da alga Gracilaria spp. in natura e em pó destinada a indústria alimentícia e cosmética no NE. O produto deve conter minimamente: Cadastro dos 07/03/2014 16.500,00 compradores, formas de comercialização, frequência e quantidade de compra, perfil do cliente, preços de compra e venda, qualidade e origem do produto, processo de transporte, processo de escolha do fornecedor. Produto 2 - Produto contendo uma prospecção de mercado (atacadista e varejista) da alga Gracilaria spp. in natura e em pó destinada a indústria alimentícia e cosmética em SP. O produto deve conter minimamente: Cadastro dos 05/06/2014 16.500,00 compradores, formas de comercialização, frequência e quantidade de compra, perfil do cliente, preços de compra e venda, qualidade e origem do produto, processo de transporte, processo de escolha do fornecedor Produto 3 - Produto contendo plano de marketing, contendo minimamente análise de ambiente, definição do público-alvo, posicionamento, definição da marca e 01/09/2014 19.800,00 definição das estratégias de marketing para produtos a base de algas. Consultor contratado Nome do consultor: PAULA LUIZA SILVEIRA DE FELIPE CPF: 013.395.646-61 Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: A execução do contrato não apresenta dificuldades, pois o Consultor possui a qualificação e experiência desejada na área de contratação. Desenvolvendo seus trabalhos de acordo com o previsto. Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR-103485-1/2013 Objetivo da consultoria: Elaborar um diagnóstico das potencialidades de instalação de Unidades Demonstrativas e de Pesquisa. 147 Período de Vigência Início Término 07/11/2013 10/10/2014 Insumos Externos Passagens: R$ 1.007,76 Diárias: R$ 826,60 Reembolsos: R$ 0,00 Produtos Contratados Descrição Remuneração Total Previsto no contrato 66.000,00 Total previsto no exercício 13.200,00 Total pago no exercício 13.200,00 Data prevista de entrega Total pago até o final do exercício 13.200,00 Valor Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia operacional da FAO para o início das atividades previstas 14/11/2013 13.200,00 no TOR. Produto 1 - Produto contendo diagnóstico dos Processos de Unidades Demonstrativas e Unidades de Pesquisa em trâmite no Ministério da Pesca e Aquicultura. O produto deverá conter as Unidades de Pesquisa e Demonstrativas 03/03/2014 11.000,00 instaladas e em processo de instalação, bem como as tecnologias e metodologias propostas e/ou utilizadas. Incluir as devidas recomendações e conclusões. Produto 2 - Produto contendo diagnóstico dos potenciais para instalação de Unidades Demonstrativas e/ou Pesquisa em Águas da União Marinhas instalados ou em processo de instalação. O produto deverá descrever as potenciais 12/05/2014 11.000,00 entidades e centros de pesquisa para formalização de convênios, bem como as espécies e tecnologias de cultivo estudadas. Incluir as devidas recomendações e conclusões. Produto 3 - Produto contendo as tecnologias e metodologias a serem empregadas nas Unidades de Pesquisa e Demonstrativas nos Parques Aquícolas Marinhos. O produto deve indicar tecnologias para 14/07/2014 11.000,00 produção de organismos aquáticos, bem como as metodologias adotadas na gestão e operação destas unidades. Incluir as devidas recomendações e conclusões Produto 4 - Produto com relatório final contendo recomendações de Instalação de Unidades de Pesquisa e Unidades Demonstrativas nos Parques Aquícolas Marinhos. O produto deve indicar Centros de Pesquisa, 30/09/2014 19.800,00 metodologia de gestão e operação, previsão de recursos, tecnologias de cultivo e as espécies utilizadas na instalação destas unidades. Incluir as devidas recomendações e conclusões. Consultor contratado Nome do consultor: GUILHERME DE FREITAS CÔRTES CPF: 042.847.069-69 Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: A execução do contrato não apresenta dificuldades, pois o Consultor possui a qualificação e experiência desejada na área de contratação. Desenvolvendo seus trabalhos de acordo com o previsto. Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR-103490-1/2013 148 Objetivo da consultoria: Elaborar um diagnóstico dos procedimentos de licenciamento dos parques aquícolas marinhos. Período de Vigência Remuneração Total Previsto Total previsto Total pago no Total pago até o Início Término no contrato no exercício exercício final do exercício 28/10/2013 27/08/2014 66.000,00 13.200,00 13.200,00 13.200,00 Insumos Externos Passagens: R$ 1.365,03 Diárias: R$ 395,90 Reembolsos: R$ 0,00 Produtos Contratados Data prevista de Descrição Valor entrega Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia operacional da FAO para o início das atividades previstas 04/11/2013 13.200,00 no TOR. Produto 1 - Produto contendo o diagnóstico do procedimento para a obtenção das licenças ambientais dos parques aquícolas marinhos, bem como as condicionantes exigidas para manutenção das licenças. O produto deverá 05/01/2014 11.000,000 abranger os estados de Santa Catarina, Paraná, Pará, Sergipe, Maranhão, Ceará e Rio Grande do Norte. Incluir as devidas recomendações e conclusões. Produto 2 - Produto contendo a prospecção do procedimento para a obtenção das licenças ambientais dos parques aquícolas marinhos, bem como o levantamento das condicionantes exigidas para manutenção das licenças. 27/03/2014 11.000,00 O produto deverá abranger os estados do Espírito Santo, Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo. Incluir as devidas recomendações e conclusões. Produto 3 - Produto contendo a prospecção do procedimento para a obtenção das licenças ambientais dos parques aquícolas marinhos, bem como o levantamento das condicionantes exigidas para manutenção das licenças. 05/05/2014 11.000,00 O produto deverá abranger os estados do Rio Grande do Sul, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Piauí e Amapá. Incluir as devidas recomendações e conclusões. Produto 4 - Produto contendo um relatório final com o com o levantamento dos procedimentos para renovação e manutenção das licenças ambientais. Deve conter minimamente um mecanismo de controle capaz de subsidiar a área técnica quanto ao acompanhamento dos 07/07/2014 19.800,00 processos de obtenção e manutenção das licenças ambientais dos parques aquícolas marinhos, concluídos e em trâmite. Incluir as devidas recomendações e conclusões. Consultor contratado Nome do consultor: JULIANA BRAGANÇA CAMPOS CPF: 715.304.361-68 Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: A execução do contrato não apresenta dificuldades, pois o Consultor possui a qualificação e experiência desejada na área de contratação. Desenvolvendo seus trabalhos de acordo com o previsto. 149 Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR-104275-1/2013 Objetivo da consultoria: Realizar levantamento e análise das experiências atuais em maricultura nos estados de Pernambuco, Paraíba e Piauí, identificando as comunidades costeiras que atuam na maricultura. Período de Vigência Remuneração Total Previsto Total previsto Total pago no Total pago até o Início Término no contrato no exercício exercício final do exercício 05/12/2013 04/11/2014 66.000,00 13.200,00 13.200,00 13.200,00 Insumos Externos Passagens: R$ 0,00 Diárias: R$ 0,00 Reembolsos: R$ 0,00 Produtos Contratados Data prevista de Descrição Valor entrega Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia operacional da FAO para o início das atividades previstas 09/12/2013 13.200,00 no TOR. Produto 1 - Produto contendo um diagnóstico com o levantamento e a análise das experiências atuais em atividades de maricultura no estado de Pernambuco. Esse diagnóstico deverá identificar as comunidades costeiras com potencial interesse na atividade de maricultura, considerando os aspectos tecnológicos existentes e sua 07/03/2014 11.000,00 viabilidade nas dimensões social, econômica, ambiental e cultural. Essas informações deverão ser obtidas através de dados secundários. O produto deverá identificar as instituições envolvidas com o setor aquícola no Estado, no âmbito do planejamento e gestão dos parques aquícolas marinhos. Produto 2 - Produto contendo um diagnóstico com o levantamento e a análise das experiências atuais em atividades de maricultura no estado da Paraíba. Esse diagnóstico deverá identificar as comunidades costeiras com potencial interesse na atividade de maricultura, considerando os aspectos tecnológicos existentes e sua 05/05/2014 11.000,00 viabilidade nas dimensões social, econômica, ambiental e cultural. Essas informações deverão ser obtidas através de dados secundários. O produto deverá identificar as instituições envolvidas com o setor aquícola no Estado, no âmbito do planejamento e gestão dos parques aquícolas marinhos. Produto 3 - Produto contendo um diagnóstico com o levantamento e a análise das experiências atuais em atividades de maricultura no estado do Piauí. Esse diagnóstico deverá identificar as comunidades costeiras 05/07/2014 11.000,00 com potencial interesse na atividade de maricultura, considerando os aspectos tecnológicos existentes e sua viabilidade nas dimensões social, econômica, ambiental e cultural. Essas informações deverão ser obtidas através de 150 dados secundários. O produto deverá identificar as instituições envolvidas com o setor aquícola no Estado, no âmbito do planejamento e gestão dos parques aquícolas marinhos. Produto 4 - Trabalhar as informações levantadas nos produtos 1, 2 e 3 para o atendimento as normativas vigentes que regem a autorização de uso dos espaços físicos em corpos d''água de domínio da União para fins de aquicultura, que atenda aos critérios mínimos necessários ao procedimento de autorização de uso da aquicultura em águas federais e ao licenciamento ambiental de parques aquícolas, como forma de subsidiar a demarcação de parques aquícolas marinhos nos estados de Pernambuco, Paraíba e Piauí. Consultor contratado Nome do consultor: NICOLE PISTELLI MACHADO Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: 05/09/2014 19.800,00 CPF: 040.715.389-61 A execução do contrato não apresenta dificuldades, pois o Consultor possui a qualificação e experiência desejada na área de contratação. Desenvolvendo seus trabalhos de acordo com o previsto. Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR-104282-1/2013 Objetivo da consultoria: Prospecção de áreas favoráveis à implantação de parques aquícolas marinhos nos estados de Pernambuco e Paraíba, utilizando dados secundários disponíveis em estudos socioeconômicos e ambientais. Período de Vigência Remuneração Total Previsto Total previsto Total pago no Total pago até o Início Término no contrato no exercício exercício final do exercício 09/12/2013 07/11/2014 66.000,00 13.200,00 13.200,00 13.200,00 Insumos Externos Passagens: R$ 0,00 Diárias: R$ 0,00 Reembolsos: R$ 0,00 Produtos Contratados Data prevista de Descrição Valor entrega Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia operacional da FAO para o início das atividades previstas 13/12/2013 13.200,00 no TOR. Produto 1 - Produto contendo um levantamento de dados secundários ambientais e socioeconômicos que permitam identificar áreas favoráveis à implantação de parques aquícolas marinhos no litoral de Pernambuco. Esses dados deverão abordar minimamente informações sobre: a descrição da infraestrutura associada a maricultura; a 07/03/2014 11.000,00 caracterização do meio físico; a caracterização do meio biótico; e a caracterização do meio socioeconômico. O produto deverá apresentar as instituições públicas e privadas e os órgãos que atuam com a atividade a atividade de maricultura. Produto 2 - Realizar a sistematização das informações 05/05/2014 11.000,00 151 levantadas no Produto 1 para o atendimento as normativas vigentes que tratam da autorização de corpos d'água de domínio da União para fins de aquicultura, visando atender aos critérios mínimos necessários ao processo de licenciamento e elaboração do estudo ambiental de parques aquícolas marinhos, referente ao estado de Pernambuco. Produto 3 - Produto contendo um levantamento de dados secundários ambientais e socioeconômicos que permitam identificar áreas favoráveis à implantação de parques aquícolas marinhos no litoral da Paraíba. Esses dados deverão abordar minimamente informações sobre: a descrição da infraestrutura associada a maricultura; 07/07/2014 11.000,00 caracterização do meio físico; caracterização do meio biótico; e a caracterização do meio socioeconômico. O produto deverá apresentar as instituições públicas e privadas e os órgãos que atuam com a atividade a atividade de maricultura. Produto 4 - Realizar a sistematização das informações levantadas no Produto 3 para o atendimento as normativas vigentes que tratam da autorização de corpos d''água de domínio da União para fins de aquicultura, visando 05/09/2014 19.800,00 atender aos critérios mínimos necessários ao processo de licenciamento e elaboração do estudo ambiental de parques aquícolas marinhos, referente ao estado de, referente ao estado da Paraíba. Consultor contratado Nome do consultor: ENRICO SILVEIRA MARONE CPF: 756.222.380-72 Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: A execução do contrato não apresenta dificuldades, pois o Consultor possui a qualificação e experiência desejada na área de contratação. Desenvolvendo seus trabalhos de acordo com o previsto. Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR-103821-1/2013 Objetivo da consultoria: Elaboração de Projeto Piloto de Atlas para Parques Aquícolas demarcados pelo Ministério da Pesca e Aquicultura - MPA. Período de Vigência Remuneração Total Previsto Total previsto Total pago no Total pago até o Início Término no contrato no exercício exercício final do exercício 04/11/2013 30/09/2014 66.000,00 13.200,00 13.200,00 13.200,00 Insumos Externos Passagens: R$ 0,00 Diárias: R$ 0,00 Reembolsos: R$ 0,00 Produtos Contratados Data prevista de Descrição Valor entrega Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia operacional da FAO para o início das atividades previstas 03/03/2013 13.200,00 no TOR. Produto 1 - Produto descritivo sobre a revisão e a 03/03/2014 11.000,00 152 padronização dos dados geoespaciais e documentos cartográficos que subsidiaram a demarcação de Parques Aquícolas em 7 (sete) áreas, pelo Ministério da Pesca e Aquicultura, considerando as normas cartográficas em vigor, as quais fundamentarão a confecção do Projeto Piloto do Atlas. Produto 2 - Produto em formato de Manual descritivo sobre metodologia para sistematização das informações das 7 (sete) áreas que contenham parques aquícolas demarcados pelo Ministério da Pesca e Aquicultura – MPA. Produto 3 - Produto em formato de Manual descritivo sobre diretrizes para a elaboração de mapas representativos para o Atlas. Produto 4 - Produto contendo uma proposta de Projeto Piloto de Atlas de parques aquícolas demarcados. O projeto deverá contemplar mapas e informações, referentes aos parques aquícolas de 7 (sete) áreas, que será definido com base nos resultados apresentados do produto 1. Consultor contratado Nome do consultor: CORBINIANO SILVA Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: 05/05/2014 11.000,00 07/07/2014 11.000,00 04/08/2014 19.800,00 CPF: 990.901.477-72 A execução do contrato não apresenta dificuldades, pois o Consultor possui a qualificação e experiência desejada na área de contratação. Desenvolvendo seus trabalhos de acordo com o previsto. Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR-103824-1/2013 Objetivo da consultoria: Manipular e sistematizar informações geoespaciais e gerar documentos cartográficos destinados à regularização de novos parques aquícolas. Período de Vigência Remuneração Total Previsto Total previsto Total pago no Total pago até o Início Término no contrato no exercício exercício final do exercício 25/11/2013 24/10/2014 66.000,00 13.200,00 13.200,00 13.200,00 Insumos Externos Passagens: R$ 0,00 Diárias: R$ 0,00 Reembolsos: R$ 0,00 Produtos Contratados Data prevista de Descrição Valor entrega Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia operacional da FAO para o início das atividades previstas 02/12/2013 13.200,00 no TOR. Produto 1 - Produto contendo análise descritiva dos dados geoespaciais e informações associadas (modelagens hidrodinâmicas e ambientais, documentação cartográfica, dados vetoriais e matriciais, dados brutos, metadados e 03/03/2014 11.000,00 SIGs), oriundos de estudos contratados ou prospecção de corpos hídricos, destinados à demarcação de novos parques aquícolas em águas de domínio da União. 153 Produto 2 - Produto descritivo sobre a metodologia utilizada para a manipulação e integração da base geográfica referenciada no produto 1, destinada à regularização dos novos parques aquícolas demarcados. Produto 3 - Produto contendo descrição metodológica para sistematização e adequação dos dados geoespaciais levantados nos produtos 1 e 2 e adoção aos padrões exigidos por normas cartográficas oficiais. Produto 4 - Produto contendo a descrição concernente à padronização espacial de informações geográficas e elaboração de documentos cartográficos necessários à regularização de novos parques aquícolas. Consultor contratado Nome do consultor: LUIZ HENRIQUE PEREIRA Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: 02/05/2014 11.000,00 10/07/2014 11.000,00 05/09/2014 19.800,00 CPF: 326.979.508-42 A execução do contrato não apresenta dificuldades, pois o Consultor possui a qualificação e experiência desejada na área de contratação. Desenvolvendo seus trabalhos de acordo com o previsto. Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR-104142-1/2013 Objetivo da consultoria: Atuar na análise dos procedimentos para a obtenção e a manutenção das licenças ambientais dos parques aquícolas Período de Vigência Remuneração Total Previsto Total previsto Total pago no Total pago até o Início Término no contrato no exercício exercício final do exercício 06/12/2013 05/11/2014 66.000,00 0,00 0,00 0,00 Insumos Externos Passagens: R$ 0,00 Diárias: R$ 0,00 Reembolsos: R$ 0,00 Produtos Contratados Data prevista de Descrição Valor entrega Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia operacional da FAO para o início das atividades previstas 13/01/2014 13.200,00 no TOR. Produto 1 - Produto contendo avaliação da situação atual de ocupação pela atividade aquícola do Reservatório da UHE de Ilha Solteira/ MS-SP-MG, considerando a totalidade das áreas e parques aquícolas. Devem ser identificadas as seguintes informações: Localização dos 07/03/2014 8.250,00 empreendimentos, produção atual, espécies produzidas, estruturas de produção, situação de regularização do empreendimento, características das rações utilizadas e origem dos alevinos adquiridos. Produto 2 - Produto contendo propostas de documentos técnicos para obtenção das licenças ambientais dos parques aquícolas de Ilha Solteira/SP e elaboração de 05/05/2014 8.250,00 proposta de atendimento as condicionantes ambientais das respectivas licenças emitidas para os parques aquícolas de Ilha Solteira. 154 Produto 3 - Produto contendo avaliação da situação atual de ocupação pela atividade aquícola do Reservatório da UHE de Três Marias/MG, considerando a totalidade das áreas e parques aquícolas. Devem ser identificadas as seguintes informações: Localização dos empreendimentos, produção atual, espécies produzidas, estruturas de produção, situação de regularização do empreendimento, características das rações utilizadas e origem dos alevinos adquiridos. Produto 4 - Produto contendo propostas de documentos técnicos para obtenção das licenças ambientais dos parques aquícolas de Três Marias/MG e elaboração de proposta de atendimento as condicionantes ambientais das respectivas licenças emitidas para os parques aquícolas de Ilha Solteira. Produto 5 - Produto final contendo uma avaliação acerca do licenciamento ambiental dos parques aquícolas adotadas pelo MPA. O documento deve conter: a eficácia dos procedimentos adotados para obtenção das licenças ambientais, uma análise das principais condicionantes incluídas nas licenças; resumo dos procedimentos adotados para o atendimento às condicionantes e sugestões para melhoria dos procedimentos de obtenção e manutenção das licenças ambientais dos parques aquícolas. Consultor contratado Nome do consultor: RAFAEL VENÂNCIO ARAUJO Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: 07/07/2014 8.250,00 05/09/2014 8.250,00 05/10/2014 8.250,00 CPF: 284.186.398-06 A execução do contrato não apresenta dificuldades, pois o Consultor possui a qualificação e experiência desejada na área de contratação. Desenvolvendo seus trabalhos de acordo com o previsto. Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR-104144-1/2013 Objetivo da consultoria: Atuar na elaboração de estudos de monitoramento ambiental e produtivo dos parques aquícolas. Período de Vigência Remuneração Total Previsto Total previsto Total pago no Total pago até o Início Término no contrato no exercício exercício final do exercício 09/12/2013 07/11/2014 66.000,00 13.200,00 13.200,00 13.200,00 Insumos Externos Passagens: R$ 0,00 Diárias: R$ 0,00 Reembolsos: R$ 0,00 Produtos Contratados Data prevista de Descrição Valor entrega Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia operacional da FAO para o início das atividades previstas 13/12/2013 13.200,00 no TOR. Produto 1 - Produto contendo proposta de monitoramento 07/03/2014 11.000,00 ambiental de empreendimentos aquícolas em tanques155 rede, com foco nos parques aquícolas, considerando as experiências atuais de monitoramento no Brasil e nos principais países produtores de Pescado, os aspectos legais e tecnológicos existentes e a viabilidade técnica de implantação. Considerando aspectos ambientais e zootécnicos. Inserir as devidas recomendações e conclusões. Produto 2 - Produto contendo proposta de aplicação dos monitoramentos ambiental e do desenvolvimento produtivo de empreendimentos aquícolas nos Parques Aquícolas do reservatório da UHE de Lajeado/TO. A proposta deve considerar as ações pré-existentes, sua 05/05/2014 11.000,00 interação com os empreendimentos aquícolas e a viabilidade de implantação e operação, objetivando o atendimento as condicionantes ambientais contidas nas respectivas licenças, outorgas emitidas e na legislação vigente. Inserir as devidas recomendações e conclusões. Produto 3 - Produto contendo proposta de aplicação dos monitoramentos ambiental e do desenvolvimento produtivo de empreendimentos aquícolas nos Parques Aquícolas dos reservatórios das UHEs Serra da Mesa e Cana Brava. A proposta deve considerar as ações préexistentes, sua interação com os empreendimentos 07/07/2014 11.000,00 aquícolas e a viabilidade de implantação e operação, objetivando o atendimento as condicionantes ambientais contidas nas respectivas licenças, outorgas emitidas e na legislação vigente. Inserir as devidas recomendações e conclusões Produto 4 - Produto final contendo uma avaliação acerca do monitoramento ambiental dos parques aquícolas. O documento deve conter: um resumo dos procedimentos 19.800,00 05/09/2014 adotados, sua eficácia e sugestões para melhoria dos procedimentos de monitoramento ambiental e zootécnico. Inserir as devidas recomendações e conclusões. Consultor contratado Nome do consultor: TATIANA MASLOWA PEGADA CPF: 941.615.855-00 Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: A execução do contrato não apresenta dificuldades, pois o Consultor possui a qualificação e experiência desejada na área de contratação. Desenvolvendo seus trabalhos de acordo com o previsto. Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR-104146-1/2013 Objetivo da consultoria: ANÁLISE DOS ASPECTOS TÉCNICOS DOS ESTUDOS DE DEMARCAÇÃO DE PARQUES AQUÍCOLAS CONTINENTAIS, FORNECENDO SUBSIDIO PARA ESTRUTURAÇÃO DOS PROCESSOS DE REGULARIZAÇÃO. Período de Vigência Remuneração Total Previsto Total previsto Total pago no Total pago até o Início Término no contrato no exercício exercício final do exercício 09/12/2013 07/11/2013 66.000,00 13.200,00 13.200,00 13.200,00 Insumos Externos Passagens: R$ 0,00 156 Diárias: R$ 0,00 Reembolsos: R$ 0,00 Produtos Contratados Descrição Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia operacional da FAO para o início das atividades previstas no TOR. Produto 1 - Produto contendo análise dos estudos para demarcação de parques aquícolas em 2 reservatórios da região Norte e 2 reservatórios na região Centro Oeste, como subsídio a elaboração dos processos de regularização da cessão de usos, o produto deverá conter: I) Análise dos dados ambientais; II) Análise dos dados físicos; III) Análise dos aspectos socioeconômicos da área de influência dos reservatórios estudado; IV) Análise dos aspectos ambientais; V) Análise da estimativa da capacidade de suporte dos parques aquícolas. Produto 2 - Produto contendo proposta de projetos técnicos voltados a regularização da cessão de uso dos parques aquícolas em dois reservatórios da região Norte e dois reservatórios da região Centro Oeste, contendo todas as exigências indicadas na legislação federal em vigor. Produto 3 - elaboração dos processos de regularização da cessão de usos, o produto deverá conter: I) Análise dos dados ambientais; II) Análise dos dados físicos; III) Análise dos aspectos socioeconômicos da área de influência dos reservatórios estudado; IV) Análise dos aspectos ambientais; V) Análise da estimativa da capacidade de suporte dos parques aquícolas. Produto contendo proposta projetos técnicos voltados a regularização da cessão de uso dos parques aquícolas em dois reservatórios da região Norte e dois reservatórios da região Centro Oeste, contendo todas as exigências indicadas na legislação federal em vigor. Produto contendo proposta de guia operacional para regularização ambiental de empreendimentos aquícolas no estado do Tocantins e Goiás. Consultor contratado Nome do consultor: JOÃO SERGIO DE OLIVEIRA CARVALHO Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: Data prevista de entrega Valor 13/12/2013 13.200,00 07/03/2014 8.250,00 05/05/2014 8.250,00 07/07/2014 8.250,00 05/09/2014 8.250,00 06/10/2014 19.800,00 CPF: 289.263.825-91 A execução do contrato não apresenta dificuldades, pois o Consultor possui a qualificação e experiência desejada na área de contratação. Desenvolvendo seus trabalhos de acordo com o previsto. Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” Código do Contrato: CTR-104327-1/2013 Objetivo da consultoria: Implementar modelo de gestão participativa em Parques Aquícolas. Período de Vigência Remuneração Total Previsto Total previsto Total pago no Total pago até o Início Término no contrato no exercício exercício final do exercício 157 09/12/2013 07/11/2014 Insumos Externos Passagens: R$ 0,00 Diárias: R$ 0,00 Reembolsos: R$ 0,00 Produtos Contratados 66.000,00 13.200,00 Descrição Adiantamento de 20% do total do Contrato, conforme guia operacional da FAO para o início das atividades previstas no TOR. Produto 1 - Produto contendo uma proposta de estatuto e regulamentação do comitê gestor dos parques aquícolas que possa ser replicado para os parques aquícolas já existentes, observando as características individuais de cada parque. Inserir as devidas recomendações e conclusões. Produto 2 - Produto contendo diagnóstico que contemple os aspectos sociais, econômicos, ambientais e culturais dos parques aquícolas implantados nos reservatórios de Lajeado/TO, Serra da Mesa/GO e Cana Brava/GO. Deve apresentar também o detalhamento das relações existentes entre o tecido social que compõe os parques aquícolas bem como as comunidades lindeiras. Inserir as devidas recomendações e conclusões Produto 3 - Produto contendo descrição e avaliação das estratégias e práticas desenvolvidas adotadas pelo MPA referentes à implementação da gestão participativa nos parques aquícolas dos reservatórios de Lajeado/TO, Serra da Mesa/GO e Cana Brava/GO. Inserir as devidas recomendações e conclusões Produto 4 - Produto contendo a sistematização de todas as etapas trabalhadas para a implementação da gestão social participativa nos parques aquícolas dos reservatórios de Lajeado/TO, Serra da Mesa/GO e Cana Brava/GO. Contemplando uma análise comparativa entre a situação inicial e a atual, (após o desenvolvimento da consultoria) com descrição detalhada da metodologia desenvolvida para os resultados alcançados, bem como os gargalos encontrados no desenvolvimento das atividades e uma análise critica da viabilidade e sustentabilidade de implantação do sistema de gestão. Inserir as devidas recomendações e conclusões Consultor contratado Nome do consultor: MARCIA ROZIANE ZUMAK Observações sobre a execução físico/financeira do contrato: 13.200,00 Data prevista de entrega 13.200,00 Valor 13/12/2013 13.200,00 07/03/2014 11.000,00 05/05/2014 11.000,00 07/07/2014 11.000,00 05/09/2014 19.800,00 CPF: 769.771.887-15 A execução do contrato não apresenta dificuldades, pois a Consultora possui a qualificação e experiência desejada na área de contratação. Desenvolvendo seus trabalhos de acordo com o previsto. Informações sobre os contratos de consultoria na modalidade “Produto” 158