Órgão de Divulgação da Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio I n f o r m a t i v o sumário 71 Ano IX - 2006 Abr / Mai/ Jun edição 03 Internacional: Mostra Percurso. 04 Em preparação, Cartilha sobre Caixilhos. 06 Escolas terão esquadrias de alumínio. Esquadrias pintadas conquistam o mercado Foto: Cristiano Mascaro exigência da classe A18, ou seja, entre 16 e 20 micra. Neste caso, a anodização será 10% mais cara do que a pintura. Portanto, na média, os preços se equivalem. Tecnicamente, a pintura apresenta proteção de, em média, 60 micra, podendo ser aplicada em qualquer zona e mantendo-se íntegra por mais de 20 anos. A anodização em perfil de má qualidade, revela riscos, granulações e expõe todos os defeitos da liga. Já a pintura tende a cobrir alguns problemas, mas não esconde vincos profundos. Sheraton Barra, esquadrias pintadas na cor branca e vidros verdes. D esde o advento das esquadrias de alumínio no Brasil, há 40 anos, a anodização dos perfis reinou sozinha, até bem recentemente. De tempos em tempos, surgiam novas tendências estéticas que se restringiam às tonalidades, do tom natural ao bronze, chegando ao preto ou até mesmo ao dourado. A introdução de linhas verticais de pintura eletrostática a pó, pela indústria, barateou o custo e disseminou o seu uso. Hoje, o mercado de esquadrias pintadas, com predominância da cor Em 2000, a pintura respondia por apenas 25% do volume total de perfis beneficiados. Hoje, é responsável por 60% de todo o serviço fornecido. branca, já representa cerca de 60% do volume total de tratamento de superfície praticado pelas três maiores em- presas do setor, associadas da AFEAL: Prodec, Olga Color e Zincromo. Responsável por 8% do volume de alumínio tratado no país e pioneira na instalação de linha vertical de pintura, a Prodec viu sua carteira de anodização x pintura se inverter nos últimos cinco anos. Em 2000, a pintura respondia por apenas 25% do volume total de perfis beneficiados. Hoje, é responsável por 60% de todo o serviço fornecido. Essa é uma tendência já consagrada nas regiões sul e sudeste do país, enquanto, no norte e nordeste, a anodização ainda é o tratamento preferido pela construção civil. A inversão se explica pelos vários atrativos da pintura, como preço, opções de cores e vantagens técnicas. O preço da pintura branca – unanimidade entre os arquitetos - equivale a anodização classe A13 que, de acordo com a norma técnica NBR 12609, deve ser adotada em regiões urbanas atingindo entre 11 e 13 micra. Mas, quando a esquadria for instalada em região litorânea, deverá respeitar a William Simoceli, diretor da Olga Color, confirma o avanço do mercado da pintura eletrostática a pó, porém recomenda que, em algumas obras, a melhor opção ainda é a anodização. “Porque a camada anódica tem resistência maior a risco, abrasão e a intempéries, enquanto que a pintura apresenta limitações, principalmente, de cores”, diz ele. Antonio Magalhães, químico responsável da Prodec, também faz um alerta importante: “Para a montagem dos quadros do caixilho, a pintura exige o cuidado complementar de uso de silicone neutro, quando o produto se destina à zona marítima. Esse simples procedimento, obrigatório pela norma técnica, impede a possibilidade da corrosão filiforme, processo que quando ocorre, levanta a tinta. Caso essa medida não tenha sido adotada pelo fabricante do caixilho, a garantia do fornecedor da pintura perde a validade, o que representará um grande prejuízo para o construtor”, diz ele. Sidney Coelho, gerente geral da Zincromo, anodizadora nascida há 32 anos e que hoje aplica pintura em 65% dos perfis que beneficia, derruba o mito do mercado de que a pintura cobre todo o tipo de defeitos e imperfeições do alumínio. “Todos sabem que a anodização, ao tratar o perfil de 1 Editorial Capa Menos peso, mais esquadrias Vamos derrubar, aqui, o paradigma de que todo fabricante de esquadrias de alumínio ‘chora’ sem razão. Estatísticas da ABAL - Associação Brasileira do Alumínio – revelam que o consumo nacional de perfis extrudados para a construção civil foi de, em média, 44 ton/ano entre 1990 e 1992. Saltou, em 1993, para 61 mil ton/ano. E continuou crescendo durante toda a década, até atingir seu pico, em 1998, com 87,6 mil ton. A partir daí, teve início a curva descendente que nos fez retroagir à casa das 63 mil ton/ano em 2005. Seria simples concluir que perdemos mercado para qualquer outro material ou, que a indústria está produzindo e vendendo volumes perigosamente pequenos de portas e janelas de alumínio. Mas, se olharmos em volta, veremos que grande parte das obras verticais se rendeu aos caixilhos de alumínio, além das fachadas cortinas que, obrigatoriamente, utilizam sistemas em alumínio. O que muda, principalmente no segmento residencial em função do padrão da edificação, é a espessura do perfil, a melhor solução de projeto, os acessórios, os complementos. É aí que o mistério se desnuda, revelando por trás dos números, a existência de caixilhos empobrecidos, de perfis cada vez mais leves. Para se ter uma idéia, basta lembrar que, no final da década de 90, um caminhão ‘truck’ carregava 13 ton de perfis. Hoje, lota com menos de 10 ton. Em outras palavras: cada caminhão carrega, em metros lineares de perfis, 30% a mais. Infelizmente, a AFEAL ainda não mensurou estatisticamente o mercado para avaliar o quanto cresceu o número de caixilhos produzidos e instalados. Mas o fato é evidente. Pressionado por uma indústria imobiliária especulativa e por construtoras que insistem em comprar por peso e menor preço, parte do setor se submete. Perpetua a informalidade que propicia as chamadas cópias genéricas que, mesmo mantendo desenho similar ao original, reduz sensivelmente o peso. Não há como não lamentar porque, enquanto o mercado consolida a remuneração da esquadria por quilo de alumínio, pagando valores cada vez menores, o fabricante se encontra a fazer 30% de esquadrias a mais com os mesmos quilos de alumínio. Para garantir o respeito do mercado, temos que criar uma nova cultura de comercialização baseada no produto fabricado, com valor agregado e qualidade superior. Isto se fará através do Programa Setorial da Qualidade, com respeito às normas, e de grandes investimentos na informação ao usuário, porque somente ele tem o poder de reverter esse ciclo. Roberto Papaiz Diretor-presidente AFEAL 2 Janela de alto padrão, em alumínio com pintura eletrostática a pó, branca. alumínio de má qualidade, revela riscos, granulações e expõe todos os defeitos da liga. Pode, também, apresentar distorção de tonalidade – aspecto acinzentado ou amarelado. Já a pintura tende a cobrir alguns defeitos da extrusão do perfil. Mas, atenção, quando se trata de vincos profundos, a pintura acompanha, não tem como esconder o problema. Por isso, o ideal é o construtor e o fabricante de esquadrias adquirirem alumínio extrudado de qualidade, porque nenhum tratamento de superfície, por melhor que seja, reverterá defeitos de origem”, aconselha Coelho. Os arquitetos preferem a pintura branca. Essa é uma verdade que atinge mais de 90% dos perfis pintados pelas três empresas. A razão é estética, pois que os caixilhos brancos não interferem na fachada e na decoração de interiores. A predominância vale para esquadrias dos mais variados padrões, desde as padronizadas até as especiais para projetos de alto luxo. Muitas construtoras estão padronizando a cor: quando não é o branco, optam por outros tons neutros como o marfim ou o bege. Já as cores fortes são especificadas quando há necessidade de dar contraste à fachada, como nos guarda-corpos. A cor branca garante melhor qualidade da solidez da pintura, se comparada aos tons mais fortes. Estas apresentam perda na cor ao longo do tempo por ação da radiação solar. O fenômeno, comum em todo o mundo, está previsto pela norma técnica, que estabelece o fator de perda que pode ocorrer. A pintura em preto fosco também vem crescendo, em substituição ao tom semelhante da anodização. Apesar da ampla gama de cores oferecidas pela anodização, o mercado se mantêm fiel ao natural fosco (60%), principalmente, para obras comerciais, além do bronze e preto. Tendência atual em obras de alto padrão é a anodização inox. Gastando menos, o consumidor terá uma esquadria de resultado estético semelhante ao do aço inoxidável. Esse tratamento de superfície começa a ser requisitado, também, pela indústria moveleira. Outra novidade é a recém-lançada anodização e pintura no mesmo perfil. O cliente escolhe em qual face do perfil e em quais cores ele quer a anodização e a pintura.• Expediente O “Informativo Afeal” é uma publicação da Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio, AFEAL, dirigida aos associados e entidades do setor da construção civil. Diretoria Presidente - Roberto Papaiz; 1ºVice-presidente - Antonio M. Spina 2º Vice-presidente - Lage Mourão Gozzi Diretor Tesoureiro - Dárcio Gadioli Diretor Secretário - Harry Wottrich R. Dr. Elias Chaves, 122, Campos Elíseos. CEP 01205-010, São Paulo - SP. f:(11)3221-7144 / [email protected] www.afeal.com.br. Editora Responsável: Hosana Pedroso (MTb 11.656) Criação/Diagramação: Vertical Design Impressão: Corset Tiragem: 12.000 exemplares Periodicidade:Trimestral Distribuição gratuita FDE fecha parceria com a AFEAL Prédios escolares, um novo mercado para as esquadrias de alumínio A FDE – Fundação para o Desenvolvimento da Educação – assinou contrato com a AFEAL, estabelecendo o uso de esquadrias e acessórios em conformidade com as normas vigentes, nas obras de reforma e de construção de novas escolas no estado de São Paulo. A iniciativa faz parte do programa Tec Escola, que está em vigor desde o final do ano passado, beneficiando todos os materiais da cesta básica presentes no PBQP-H, envolvendo 26 itens. Durante o primeiro encontro da associação com a coordenadora geral do programa Tec Escola, Selene Augusta Barreiros, foram apontados os problemas que a FDE vem encontrando nesse tipo de material nas reformas e construções de escolas. Diante das questões apresentadas, a AFEAL se propôs a estudar soluções para orientar o órgão na contratação de fornecedores para futuras obras. Colaborou para que a FDE optasse pelas esquadrias de alumínio o fato de a AFEAL ter seu Programa Setorial da Qualidade Segundo a coordenadora do programa, a escolha de esquadrias de alumínio se deu, principalmente, pelos problemas de corrosão que acontecem com as portas e janelas produzidas em aço. Colaborou na decisão o fato de a AFEAL ter seu Programa Setorial da Qualidade. “Pedimos aos técnicos da associação que analisem a adequação da caixilharia de alumínio às nossas necessidades. Em contratações anteriores, não foi feita a especificação correta, o que tornou as esquadrias de alumínio muito frágeis para o uso nas escolas. Para que possamos ter o material ideal, será preciso o desenvolvimento de um produto adequado aos nossos padrões e especificações”, explica Selene. O vandalismo foi outro motivo para a escolha de materiais conformes. “Os caixilhos usados têm uma grande fragilidade em relação às depredações, o que nos preocupa, afinal temos computadores nas salas, entre outros bens de valor. E para evitar acidentes, a FDE utiliza janelas basculantes com, no máximo, de 15 cm de abertura. Solução que simula uma grade de proteção para impedir que, por aquele espaço, passe uma criança”, comenta a coordenadora. Segundo a consultora técnica da AFEAL, Fabiola Rago, mesmo sendo a mais empregada nas obras escolares, a janela basculante exigirá uma revisão por se tratar de tipologia reprovada em todos os testes de vedação. Esse e outros temas técnicos revelam o quanto essa parceria é enriquecedora. “A associação deverá contribuir, desenvolvendo novas tipologias, adaptando as antigas e, junto a FDE, especificar a melhor esquadria para as escolas. Poderá, ainda, participar e informar o comitê de materiais do programa Tec Escola, quais empresas estão ou não produzindo em conformidade com as normas técnicas”. O objetivo da FDE de colocar em prática o Tec Escola é firmar a própria conformidade da construção escolar. “A Secretaria Estadual da Educação não está satisfeita com as obras, por isso o acordo com associações e entidades de materiais conformes. Assim, o prazo de entrega será respeitado e podemos atuar com o chamado ‘poder de compra’. Atuaremos, também, cobrar do arquiteto, engenheiro e construtor que idealizem, projetem e comprem o material especificado. Para que haja um controle maior, a FDE vai manter uma fiscalização própria, através dos comitês de materiais, serviços e da qualidade. Essa instância contará com a presença de um responsável, representante das associações participantes do programa”, finaliza Selene.• 6 Normas Técnicas Estudos de normas a todo vapor E nquanto um estudo de norma chega a sua fase de finalização, um novo se inicia. É o que acontece com os textos de Colagem Estrutural de Vidros em Perfis de Alumínio com Utilização de Selantes e o de Componentes para Esquadrias. O primeiro está na reta final para ser encaminhado a Associação Brasileira do Alumínio (ABAL), para apreciação da comissão de estudos do CB 35, coordenado pela mesma, que é a responsável pelo projeto de norma. A AFEAL teve uma última reunião no final de abril, onde finalizou a discussão do tema com consultores, fabricantes de esquadrias e de sistema de vedação. “Esse texto irá prever as condições técnicas ideais para a colagem de vidros em perfis de alumínio com selante estrutural”, diz Fabiola Rago, consultora técnica da AFEAL. Procedimentos para avaliação do desempenho de Componentes para Es- Centro de Convenções Ulysses Guimarães, fachada com painéis de vidros colados. quadrias estão sendo elaborados por um grupo de estudos, inicialmente, formado Esse texto irá prever as condições técnicas ideais para a colagem de vidros em perfis de alumínio com selante estrutural. pelos fabricantes de componentes. “Os textos - tanto dos procedimentos como da Norma - têm como objetivo avaliar a qualidade dos componentes utilizados nas esquadrias: roldanas, fechos, articulações, dobradiças, entre outros. Atualmente o grupo acredita ser de grande valia a participação de todos os envolvidos no setor como fabricantes de esquadrias, consultores e laboratórios. Para isso, são promovidas reuniões abertas a todos os interessados em discutir o andamento dos trabalhos e os próximos passos a serem dados”, finaliza Fabiola.• Internacional Mostra Percurso homenageia o vidro V idro, alumínio e madeira se casam, definitivamente, no salão ‘Transparência para a Arquitetura - Mostra Percurso’, apresentado na tradicional feira de Saiedue, em Bologna, em março último. Construído com o formato de uma grande estrela tridimensional, com 100 m lineares de vidro e 50 tipos 3 diferentes do produto, o projeto cenográfico causou grande impacto. Foi construído com estruturas de alumínio e de madeira, com paredes e piso em vidro. A proposta dos organizadores, entidades do setor, foi mostrar tudo o que o vidro pode oferecer à arquitetura. Cada um dos cinco vértices da estrela foi dedicado a revelar a excelência do vidro para o Ambiente, o Design, a Segurança, o Conforto e o Futuro. A partir do espaço central, local de encontro entre o design e a tecnologia, se inicia o percurso através dos vértices da estrela de vidro. O vidro laminado - material de indiscutível propriedade estrutural e transparência – fixado estrutura em madeira, deixa ver a matéria e os elementos sobre o solo: água – recurso irrenunciável para o futuro do planeta; areia sílica – matéria-prima do vidro; grama verde, sinônimo de bem-estar; flores – forma natural do design; cacos de vidro – proveniente da coleta seletiva de lixo, a significar o respeito ao ambiente e seus recursos naturais. O esqueleto da estrela se completa por estrutura leve e esbelta em alumínio anodizado, com perfis tubulares. O percurso da mostra se desenvolve ao longo das paredes transparentes dos vértices, que hospedam as diferentes tipologias do vidro, subdivididas em categorias temáticas: Conforto: vidros de elevado isolamento térmico e acústico; Segurança: laminados; Design: serigrafados, acidados, coloridos e decorados; Ambiente: vidros de controle solar e os fotovoltáicos; Futuro: vidros com cristais líquidos. Matéria Técnica AFEAL e GEC preparam ‘Cartilha sobre Caixilhos’ Foto: Carlos Gueller ao que vai informar e quais detalhes de especificação a construtora deve fornecer a ele”, explica. A cartilha deverá gerar conhecimento suficiente para reduzir – senão, eliminar - imprevistos comuns, tanto na fase da concorrência, como na obra. A engenheira cita dois exemplos: “Ficará claro para a construtora o momento certo para chamar o fabricante, evitando contratar o fornecimento em cima da hora, como normalmente ocorre. A Caixilhos e fachadas cortinas, temas da cartilha. E m 2000, 11 construtoras resolveram reunir forças para trocar experiências, informações e desenvolver projetos em comum. Surgia o Grupo de Evolução Conjunta (GEC), coordenado pela engenheira e consultora Lílian Sarrouf. A exemplo de trabalhos realizados em parceria com diversos segmentos do setor da construção civil, o GEC desenvolve junto com a AFEAL uma ‘Cartilha de Esquadrias de Alumínio’, explicando como especificar, comprar, armazenar e instalar as esquadrias de alumínio. O alvo desse manual, que será lançado em junho próximo, são os profissionais das construtoras responsáveis pela especificação e compra do material. Será um roteiro para o construtor, em linguagem simples e prática, abrangendo um amplo rol de problemas e quais as melhores formas para resolvê-los. “A idéia da cartilha surgiu porque falta conhecimento do construtor em relação ao fabricante de esquadrias e seus produtos. O mesmo ocorre com esse fornecedor em relação ao construtor. O objetivo é atingir todos os envolvidos da cadeia produtiva e estreitar relacio- 4 namentos”, explica. O subgrupo criado, GEC Alumínio, vem discutindo desde julho de 2005 os temas apontados por seus participantes. Quando o assunto exige conhecimento mais específico, outras empresas e entidades são convidadas para o debate e a formulação do texto. “A cartilha dará subsídios para uma boa compra”, garante a engenheira. Todo o processo de produção da caixilharia será abordado, desde a escolha da linha de perfil e do projeto do caixilho, passando pelo tratamento de superfície e componentes, até a fabricação, armazenagem e instalação. A informação chegará ao pessoal de suprimentos e compras técnicas. Lílian Sarrouf antevê que esse trabalho derrubará o paradigma de que ‘os construtores compram caixilhos por peso e preço’. “Esse hábito foi adquirido, entre outras razões, por falta de conhecimento técnico na área de compras das construtoras. Nem sempre sabem como comparar orçamentos, o que perguntar no processo da concorrência. Da mesma forma, o fabricante de esquadrias tem que estar atento quanto área técnica das construtoras deverá atuar, de forma mais rigorosa junto a sua equipe de obras, para evitar os problemas de prumo do vão, grande queixa dos fabricantes”. Serão enfatizadas as normas técnicas vigentes; os ensaios que podem ser realizados; a assistência técnica; quais são problemas mais corriqueiros, quem deve ser acionado e que instruções devem ser passadas ao É obrigação verificar e contratar empresas qualificadas, pertencentes ao Programa Setorial da Qualidade de Esquadrias de Alumínio. cliente ao comprador do imóvel. “Muitas empresas que compõem o GEC desconheciam que a AFEAL tem um Termo de Garantia e Manual de Uso e Conservação de Esquadrias de Alumínio. Vamos ressaltar na cartilha que esse é um instrumento importante para todos os envolvidos e que deve ser exigido do fabricante e entregue ao comprador do imóvel. Alertaremos os construtores de que o setor fabricante aderiu ao PBQP-H já alguns anos e, portanto, é obrigação verificar e contratar empresas qualificadas, pertencentes ao Programa Setorial da Qualidade de Esquadrias de Alumínio. Essa é outra informação que as construtoras ignoravam. Explicamos que a participação das indústrias no programa é equivalente à certificação da construtora”, finaliza a coordenadora.• Lembrete usuário Curtas Acontece no Setor A ABNT acaba de criar um link A limpeza e manutenção dos caixilhos de alumínio anodizados ou pintados é muito simples. Porém, é fundamental que seja feita periodicamente para promover durabilidade e beleza às portas e janelas. Para limpar, use apenas água e sabão neutro. Nunca utilizar produtos e materiais abrasivos na limpeza, como saponáceos e esponja de aço. Para reavivar a cor e o brilho dos caixilhos pintados pode ser usada cera automotiva. Jamais instalar a esquadria de alumínio anodizado antes da conclusão da obra: respingos de concreto comprometem a anodização. Antes de executar qualquer tipo de pintura nas paredes, independente do tipo de tinta, é preciso proteger as esquadrias com fitas adesivas de PVC – não utilizar fitas tipo crepe que podem manchar o caixilho. No caso de contato da tinta com a esquadria, limpar com pano seco e, depois, com pano umedecido em água com detergente neutro. O tratamento de superfície (pintura eletrostática a pó ou anodização) é feito por indústrias especializadas, antes da fabricação do caixilho. Portanto, evite pintar os perfis – no caso de obras novas, o condômino perderá a garantia do produto. A AFEAL formalizou em conjunto com a ABAL – Associação Brasileira do Alumínio - e a ABRAMAT – Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção -, requerimento para redução da alíquota do IPI, de 5% para 0%, conforme o Decreto de nº 5697, de 07/02/2006, para os derivados de alumínio destinados à construção civil, o que inclui esquadrias de alumínio. O objetivo do pleito, datado de 22 de março, é evitar a concorrência desleal entre os derivados do alumínio e os demais, que são utilizados com semelhante uso nas obras de construção civil. em seu site, onde os interessados podem acompanhar a evolução dos Projetos de Norma em fase de Consulta Nacional. Atualizada diariamente, a página deverá agilizar o processo de normatização. Para visualizar todos os Projetos em Consulta Nacional, inclusive de Editais anteriores cujos prazos ainda não se encerraram, o endereço é www.abntonline.com. br/consultanacional. É possível se cadastrar no alerta da página e receber mensagens sempre que novos projetos são publicados no site. Mais informações: [email protected] Em 2005, o consumo nacional de produtos transformados de alumínio foi de 802,3 mil toneladas, ou seja, 8,6% superior a 2004, segundo a ABAL - Associação Brasileira do Alumínio. Porém, o consumo de extrudados de alumínio apresentou uma queda de 0,7%, assim como as vendas externas, que caíram 7,6%. A expectativa para 2006 é de crescimento do mercado interno em 7,2%. Segundo o presidente da ABAL, Luis Carlos Loureiro Filho, “mesmo com variáveis que influenciaram negativamente a competitividade do setor, os resultados apontam que, além de acompanhar o crescimento da demanda dos principais segmentos consumidores, o setor tem buscado substituir a importação e ampliar as exportações de produtos com maior valor agregado”. Consumo Doméstico de Produtos Transformados de Alumínio Setor Chapas e lâminas: Folhas Extrusão Fios e cabos Fundição Ano Variação (%) 2004 2005 2006 (p) 2005/2004 2006/2005 287,7 297,3 310,9 3,3 4,6 66,3 70,7 76,7 6,6 8,5 129,3 128,4 138,5 -0,7 7,9 54,4 85,1 97,1 56,4 14,1 135,9 149,3 162,9 9,9 9,1 Pó 16,6 23,0 24,8 38,6 7,8 Destrutivos 39,2 37,7 39,0 -3,8 3,4 Outros 9,1 10,8 10,3 18,7 -4,6 TOTAL 738,5 802,3 860,2 8,6 7,2 Unidade: 1000 t 5 Mercado CBA traz o Votoral Sistemas ISO Perfil lança palheta Tec Box Linha Asa G III para grandes vãos Consulte: (11) 3224-7166 A ISO Perfil – Tecnologia em Palhetas de PVC - lança a palheta Tec Box, com passo de 57mm. O produto consagra a linha de palhetas para persianas e venezianas da empresa gaúcha. A Tec Box proporciona 100% de ‘blak-out’, é 50% mais econômica se comparada à de alumínio, não amassa e, também, não risca em função do manuseio, transporte ou pequenos acidentes de estocagem. O encaixe se adapta a qualquer linha de alumínio, proporcionado isolamento termoacústico e, portanto, contribuindo para a economia de energia. Está disponível em versões com ou sem ventilação, em quatro cores: cinza, branco, bege e areia. O material da Tec Box é totalmente reciclável. A Linha G III (bitola 30 mm) foi desenvolvida pela Asa Alumínio para atender o fechamento de grandes vãos, e sp e c ialme nte em obras que exigem alto padrão de qualidade e conforto. Toda a série pode receber envidraçamento duplo termoacústico. O sistema foi pensado, ainda, para modular com outras linhas convencionais, permitindo harmonia entre as tipologias e evitando desperdício de material nas obras. A G III está disponível na rede de distribuidores em diversas tipologias e com várias opções para quantidade de folhas: porta de correr; janela de correr; porta e janela de correr com persiana integrada e porta de abrir. www.aluminiocba.com.br Consulte: (51) 3347 0574 Consulte: (19) 3727-2000 O Votoral Sistemas, da CBA – Companhia Brasileira de Alumínio -, alia qualidade com inovação tecnológica em sistemas para esquadrias de alumínio. São três opções de sistemas construtivos em múltiplas configurações para projetos de esquadrias: 60.20* . 60.35* . 60.50*. A versatilidade do produto atende às especificações dos mais diversos projetos de arquitetura residencial, possibilitando aplicações com ou sem contramarco. O conjunto de produtos Votoral Sistemas caracteriza-se, principalmente, por promover soluções inteligentes para projetos de esquadrias. Atendem às normas NBR 10821 e NBR 6123, que garantem a estanqueidade ao ar e à água e resistência a cargas de vento. Sasazaki amplia Linha Alumifort Ecotela, produtos para esquadrias Linha Inova, lançamento da Alcoa Um projeto onde a tecnologia de vedação e a robustez fazem a diferença. Esse é o conceito da Linha Alumifort que está sendo ampliada pela Sasazaki com o lançamento de novas medidas das janelas venezianas e de janelas correr. O Projeto Alumifort possui vários diferenciais tecnológicos. A começar pelos perfis especiais, únicos no mercado, desenvolvidos pela empresa em conjunto com a Alcoa. São perfis mais robustos que, aplicados em áreas que exigem maior resistência mecânica, asseguram às esquadrias Alumifort elevada resistência contra esforços de uso e de cargas aplicadas ao produto. E o design atualizado leva a marca dos produtos Sasazaki. A Ecotela, empresa especializada em telas de proteção contra insetos, lança dois Kits da Tela Recolhível nos modelos Amazonas e Pantanal, com inovador sistema de travas. O modelo Amazonas, com caixa de 40 mm é extremamente versátil e pode ser montado com fechamento na vertical ou na horizontal. Para fechamento na vertical, há a opção de instalação embutida ou sobreposta na parede. O Kit Amazonas oferece acionamento por corrente, especialmente desenvolvido para portas. O modelo Pantanal, com a exclusiva caixa de 32 mm (H max = 1,5 m), é discreto e econômico, ideal para janelas. A Tela Mosquiteira ECOTELA de fibra de vidro revestida com PVC tem a mais alta qualidade do mercado e é, também, comercializada em rolos avulsos. Contato: 0800-179922 A Alcoa acaba de lançar, em todo o Brasil, a Inova, sua nova linha de perfis extrudados de alumínio para fabricação de esquadrias. A linha Inova, que trará ainda mais qualidade e inovação à indústria da construção civil, tem em seu portfólio dezenas de tipologias para fabricação de portas e janelas. A tecnologia de extrusão para a linha foi baseada em formas geométricas diferenciadas, proporcionando extrema modernidade e excelente resistência estrutural ao sistema de esquadrias. Os perfis principais de manuseio têm linhas curvas, garantindo modernidade e sofisticação, além de proporcionar conforto em sua utilização. Outro diferencial da nova marca é assegurar que os acessórios acompanhem as características do produto. Consulte: (19) 3829 4909 / (19) 3869 1511 www.ecotela.com.br Mais informações sobre os produtos Alcoa no site www.alcoa.com.br www.sasazaki.com.br 7 Associados AFEAL Esquadrias Especiais - Fabricante São Paulo A.G. ALUMÍNIO LTDA. ADALUME ESQUADRIAS METÁLICAS LTDA. ALQUALI ESQUADRIAS DE ALUMINIO LTDA. ALUMINY ESQUAD. DE ALUMÍNIO LTDA.- ME ALUS ALUMINIUM COMERCIAL LTDA.-ME ALUTINGA IND.E COM. DE CAIX. DE ALUM. LTDA. ANOBEL ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO LTDA. ARTE FERRO ESQUADRIAS LTDA.-EPP ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO DIPLOMATA LTDA. Mato Grosso do Sul AGAEFE ESQUAD. 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