FORMAÇÃO: UMA NARRATIVA PARA A PRESTAÇÃO DE CUIDADOS DE ENFERMAGEM. - 01-19-2015 por Pedro Serra Pinto - Nursing - http://www.nursing.pt FORMAÇÃO: UMA NARRATIVA PARA A PRESTAÇÃO DE CUIDADOS DE ENFERMAGEM. por Pedro Serra Pinto - Segunda-feira, Janeiro 19, 2015 http://www.nursing.pt/formacao-uma-narrativa-para-a-prestacao-de-cuidados-de-enfermagem/ Autor: Esmeralda Fonseca | Email: [email protected] RESUMO: A procura de qualidade nos cuidados de enfermagem centra-se numa intervenção prática que exige um contínuo aperfeiçoamento das suas competências teóricas, nos fundamentos da profissão. É prioritário a atualização de conhecimentos por parte dos enfermeiros, de forma a desenvolver uma prática profissional cada vez mais complexa, especializada e exigente, permitindo à população obter cuidados de enfermagem personalizados face às necessidades da pessoa, família ou comunidade. Numa altura em que se discute os custos-benefícios da profissão, e a sua finalidade, o presente artigo tem como objetivo expor uma breve reflexão conceptual, elaborada tendo por base uma metodologia de revisão bibliográfica de trabalhos publicados por peritos e investigadores no âmbito da formação, clarificando a sua importância como um princípio base para a prestação de cuidados de enfermagem. PALAVRAS-CHAVE: Enfermagem; Formação. ABSTRACT: The search for quality nursing care centers on a practical intervention that requires a continual improvement of the their theoretical skills in the fundamentals of the profession. It is a priority to update knowledge by the nurses, in order to develop an increasingly complex, specialized and exacting professional practice, allowing the population to get personalized nursing care considering the needs of the person, family or community. At a time when discussing the cost-benefit of the profession, and its purpose, this article aims to expose a brief conceptual reflection, developed a methodology based on a literature review of studies published by experts and researchers in the field of training, clarifying its importance as a basic principle for the provision of nursing care. KEYWORDS: Nursing; Formation; 1/7 FORMAÇÃO: UMA NARRATIVA PARA A PRESTAÇÃO DE CUIDADOS DE ENFERMAGEM. - 01-19-2015 por Pedro Serra Pinto - Nursing - http://www.nursing.pt INTRODUÇÃO É um facto que a sociedade ao longo dos anos se tornou cada vez mais competitiva. A grande oferta, associada à escassez de trabalho ou à importância da luta continua para a sua obtenção ou manutenção, exige do ser humano um aperfeiçoamento constante das suas capacidades, dos seus conhecimentos. Esta breve nota destaca-se no que diz respeito ao trabalho em enfermagem. Num momento em que o número de licenciados em enfermagem em Portugal dispara, o emprego revela ser escasso, e se exigem cuidados de qualidade, mesmo que de baixo custo, faz parte do profissional criar estratégias que o certifique como autónomo com competências necessárias à prestação dos cuidados. Neste sentido, gera-se então o fator formação como uma necessidade do profissional para sobreviver e prevalecer com autonomia. O conceito formação equivale a educação. Pode empregar-se em dois sentidos: “(…) 1- ação de preparar alguém para um ofício, função, tarefa. 2- ação de ajudar alguém a adquirir determinadas qualidades ou mesmo certo ideal de humanidade. (…) É dada sempre em vista de um fim determinado: «formar alguém para…» (…)” (Durão in Verbo: 1999, p.484). Nesta linha de pensamento, a formação não se deve aplicar a processos simples de aquisição e acumulação de conhecimentos. Deve, no que à enfermagem diz respeito, ser uma crescente aquisição de conhecimentos e competências para a prestação de cuidados. Os cuidados de enfermagem definem-se pelo foco de atenção no âmbito da promoção dos projetos de saúde que cada pessoa vive e persegue ao longo do seu ciclo vital. Definem-se pela sua atuação no âmbito da prevenção da doença e promoção de processos de readaptação e satisfação das necessidades humanas fundamentais (Ordem dos Enfermeiros, 2001). No que concerne aos cuidados de enfermagem e à formação, atualmente podemos falar sobre a formação académica contínua, que permite a obtenção de diferentes graus académicos e, como tal, a aquisição de novas e mais responsabilidades nas diversas áreas de atuação por parte dos enfermeiros. Porém, a formação em contexto de trabalho também se revela como estratégia. Proporciona aos enfermeiros uma reflexão crítica e mudança, elementos fundamentais para a prestação de cuidados. Neste sentido, partimos numa revisão bibliográfica de trabalhos publicados por peritos e investigadores no âmbito da formação contínua em enfermagem, criando um artigo cujo objetivo é enaltecer a importância da formação contínua do enfermeiro, quer em contexto académico quer em contexto profissional, de forma a sustentar os mesmos como profissionais competentes, capazes de orientar o futuro dos cuidados de enfermagem, desenvolvendo o seu saber. 1. FORMAÇÃO DE ENFERMAGEM EM PORTUGAL: NOTAS BREVES Desde os primórdios do século XIX que a enfermagem faz parte da história dirigida à prestação de cuidados ao ser humano, de acordo com as suas necessidades face ao seu estado de saúde ou de doença. Florence Nightingale, fundadora e impulsionadora formal da enfermagem moderna, instituiu a 2/7 FORMAÇÃO: UMA NARRATIVA PARA A PRESTAÇÃO DE CUIDADOS DE ENFERMAGEM. - 01-19-2015 por Pedro Serra Pinto - Nursing - http://www.nursing.pt enfermagem à lei das ciências da vida como uma disciplina do saber, passível de ser ensinada e instaurada pela criação de escolas dirigidas para este ensino, expandindo-se por vários países, Inglaterra, Alemanha, França, chegando a Portugal em 1881, ano em que teve início o primeiro curso de enfermagem, nos Hospitais da Universidade de Coimbra (Nunes, 2003). Nas primeiras escolas de enfermagem do país, que nasceram em Coimbra, Porto e Lisboa, o ensino de enfermagem competia a alguns promotores ilustres da época, onde os cursos possuíam uma grande tendência para a instrução prática, de forma a preparar tecnicamente os seus alunos (Vieira, 2009). No período entre 1952 e 1965, dá-se uma efetiva reformulação do ensino de enfermagem em Portugal que o organiza e uniformiza. Concomitantemente a esta reformulação, no ano de 1988, o ensino de enfermagem em Portugal, é integrado no sistema educativo nacional, a nível do ensino superior politécnico, sendo à posteriori criado, em 1999, o Curso de Licenciatura em Enfermagem, mais tarde, em 1998, adaptado ao sistema de Bolonha (Nunes, 2003). O ensino de enfermagem especializado, surge já desde o século XIX, como um complemento à formação contínua (Vieira 2009). Criaram-se escolas pós-básicas de forma a promover a formação dos futuros enfermeiros especialistas. Nasceram seis áreas de especialidade: Saúde Materna e Obstétrica, Saúde Infantil e Pediátrica, Saúde Mental e Psiquiátrica, Reabilitação, Saúde Pública mais tarde denominada de Enfermagem Comunitária, e por fim a Médico-cirúrgica. Em 1991, teve início, uma grande adesão dos enfermeiros aos cursos de mestrado, nas diversas áreas (Amendoeira, 2004). Assim, de forma a promover a formação contínua na área da enfermagem, implementaram-se os mestrados – em 1991 Mestrado em Ciências da Enfermagem na Universidade Católica de Lisboa e em 1993 Mestrado em Ciências de Enfermagem no Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar. Mais tarde, em 2001, surgem os doutoramentos, Doutoramento em Ciências de Enfermagem no Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar e o Doutoramento em Enfermagem, na Universidade Católica e Universidade de Lisboa. O surgimento de diferentes ciclos de estudo visou proporcionar uma aquisição de novos conhecimentos tornando o nível de formação dos profissionais de enfermagem mais enriquecida e conceptualizada. Estes complementos à formação são assim uma proposta à expansão de conhecimentos, de forma a desenvolverse uma prática cada vez mais refletida, mais fundamentada e documentada, desenvolvendo a enfermagem como uma ciência detentora de um corpo de conhecimentos próprios inerentes à sua arte de cuidar (Hesbeen, 2001). Em nota conclusiva, a diversidade de escolas de enfermagem instituídas em Portugal, com percursos de desenvolvimento de décadas, foram assim adequando as suas missões, de forma a mobilizar diferentes percursos, filosofias e ciclos de ensino, tendo-se constituído como contextos de elevada influência na definição das políticas de ensino de enfermagem no nosso país (Amendoeira, 2009). 2. FORMAÇÃO: IMPORTÂNCIA NA PRESTAÇÃO DE CUIDADOS DE ENFERMAGEM 3/7 FORMAÇÃO: UMA NARRATIVA PARA A PRESTAÇÃO DE CUIDADOS DE ENFERMAGEM. - 01-19-2015 por Pedro Serra Pinto - Nursing - http://www.nursing.pt A enfermagem, nos últimos anos, registou uma evolução, quer ao nível dos seus ciclos de estudo, quer no que diz respeito à dignificação do seu exercício profissional, tornando-se imperativo reconhecer o valor do papel do enfermeiro no âmbito da comunidade científica de saúde, no que respeita à qualidade e eficiência da prestação de cuidados (REPE, 1996). Sabemos que, o campo de competências da enfermagem assenta na máxima compreensão de tudo o que se torna indispensável para manter a vida da pessoa, procurando sempre os meios mais adaptados para o conseguir. A sua finalidade vincula-se à prestação de cuidados, com vista a mobilizar e suplementar todas as capacidades da pessoa de forma a compensar as suas limitações, ao longo da sua trajetória vida (Collière, 1989). Nesta linha de pensamento, é primordial reconhecer que os cuidados de constituem-se numa área do saber útil à sociedade, essenciais à vida, onde os enfermeiros são os atores que visam a sua prestação com excelência, em qualquer etapa do ciclo vital do ser humano (Amendoeira, 2009). São assim os enfermeiros, através de um conjunto de cuidados dos quais têm conhecimento e competência, os responsáveis por suplementar as necessidades da pessoa. Que em contexto comunitário passam mais tempo com as mesmas, tendo a oportunidade de visualizar sinais de alerta, sendo, muitas vezes, os primeiros a detetar e determinar mudanças no seu estado (Benner, 2005). É durante o período da licenciatura em enfermagem, que o futuro enfermeiro, adquire competências para o exercício da sua profissão. Porém, estando o mundo em constante transformação, e sendo a pessoa um ser em constante interação com meio que a rodeia, reitera-se que o enfermeiro, deve ter uma formação permanente e constante. Tal permanência e constância, corroboram que a formação contínua deve fazer parte da aprendizagem ao longo de toda a carreira do enfermeiro para que este desenvolva competências, baseadas na reflexão crítica das mesmas, que lhe permita, em situações reais, dar respostas às necessidades da pessoa, família e comunidade, tendo por base os recursos teóricos e técnicos essenciais, face às transformações que vivência (Costa; Mestrinho & Sampaio, 2000). De acordo com Código Deontológico do Enfermeiro, alínea c) artigo 88º (2005), os profissionais de enfermagem, com vista a excelência do seu exercício, têm o dever de garantir uma atualização contínua dos seus conhecimentos tendo por base uma formação permanente aprofundada nas ciências humanas. Embora o conhecimento teórico e prático sejam distintos, é um facto que ambos são um todo integrado que requerem conhecimentos e competências. Isto é, quer seja em contexto académico, quer seja em contexto de local de trabalho, a busca pela melhoria da qualidade, pela multifuncionalidade, pelo melhor e maior desempenho, levam a uma necessidade quase constante de formação. Esta vai permitir ampliar os seus conhecimentos, enquanto contexto académico, bem como do grupo de profissionais como equipa, enquanto formação em contexto de trabalho, renovando e sustentando os já existentes. No percurso da revisão de literatura sublinhamos dois estudos que reforçam a importância da formação na prestação de cuidados. No estudo elaborado por Christiansen (2010), onde questionava a razão pela qual os enfermeiros tinham necessidade de aprofundar o conhecimento teórico no seu contexto de trabalho, concluiu que esta baseava-se, sobretudo, por ser a forma de colmatar possíveis lacunas na resolução de problemas das suas práticas diárias. Os enfermeiros referiram ser uma forma de aprimorar o seu conjunto 4/7 FORMAÇÃO: UMA NARRATIVA PARA A PRESTAÇÃO DE CUIDADOS DE ENFERMAGEM. - 01-19-2015 por Pedro Serra Pinto - Nursing - http://www.nursing.pt de competências, aprimorando o seu percurso académico e profissional. Numa outra perspetiva, Kvale & Bondevik (2010), ao objetivar compreender a perceção de um grupo de pessoas sobre a importância do conhecimento e especialização dos enfermeiros na prestação de cuidados de enfermagem à pessoa com cancro, concluíram que as pessoas valorizavam os enfermeiros com amplos conhecimentos na problemática, preferindo receber cuidados de enfermeiros com notórios conhecimentos científicos de base, bem como conhecimentos intrínsecos de enfermagem. As pessoas referiram sentir-se mais seguras, protegidas, e o seu sofrimento era aliviado. No sentido dos estudos citados, confirma-se ser essencial dar ênfase à formação contínua por parte dos enfermeiros, de forma a permitir uma construção contínua de saberes. Isto é, além das suas competências essenciais, insiste-se para que se desenvolva uma prática de cuidados cada vez mais reflexiva e ajustada à sua natureza complexa, tanto pelas interações que se desenvolvem, como pela imprevisibilidade inerente às situações do cuidar em saúde, promovendo cada vez mais a importância das respostas às necessidades das pessoas, serem dadas pelo profissional melhor qualificado para o fazer (Amendoeira, 2004). Conscientes que o alargamento e evolução da prática de enfermagem, associada à constante necessidade de tomada de decisão e aos riscos inerentes de uma má avaliação, reforça-se a necessidade de formação contínua para que se ofereçam profissionais de alto nível capazes de analisar situações complexas e responder com competência (Benner, 2005). Dá-se assim realce à importância do enfermeiro investir na sua contínua formação. Dos serviços e instituições promoverem espaços de formação em contexto de trabalho numa perspetiva de partilha de conhecimento entre equipa, de forma a aprimorar as suas competências, com vista a prestação de cuidados de enfermagem de qualidade face às necessidades da pessoa. Sabemos assim que a busca de novos conhecimentos e habilidades que facilitem a prática do cuidado de enfermagem, devem ser uma constante nas práticas profissionais dos enfermeiros, tornando-os mais autónomos e dotados de ascendentes competências, devendo ser estas perspetivas estimulantes à contínua formação. Além disso, no despertar do futuro profissional, os enfermeiros terão pela frente o desafio de obter melhores resultados para a sociedade. Isto vai exigir, cada vez mais uma atualização permanente que imporá um investimento pessoal na aprendizagem ao longo de toda a sua vida profissional (Vieira, 2009). Assim, conclui-se, que hoje em dia, no mundo globalizado em que vivemos, torna-se imprescindível a formação e atualização contínua de conhecimentos para o trabalho em enfermagem, contribuindo para a autonomia do seu exercício, para o desenvolvimento profissional do enfermeiro e para uma contínua fundamentação do corpo de conhecimentos próprios inerentes à disciplina de enfermagem. CONCLUSÃO Temos presente que desde o surgimento do primeiro curso até aos dias de hoje, a enfermagem consolidouse como uma profissão com utilidade socialmente reconhecida, bem como ciência e disciplina, dotada de um conhecimento próprio, que promove a arte de cuidar, devidamente acreditada, pelas suas alternativas à contínua formação, desde pós graduações, especializações, mestrados e doutoramentos (Nunes, 2003). 5/7 FORMAÇÃO: UMA NARRATIVA PARA A PRESTAÇÃO DE CUIDADOS DE ENFERMAGEM. - 01-19-2015 por Pedro Serra Pinto - Nursing - http://www.nursing.pt A formação desempenha um papel determinante em relação à prestação de cuidados de enfermagem, pois esta é geradora de condutas, de comportamentos e de atitudes (Collière, 2003). Deste modo, o desenvolvimento profissional tendo por base a formação contínua ao longo de toda a carreira profissional, é uma necessidade imperativa dos enfermeiros, permitindo-lhes a aquisição de competências para uma prestação de cuidados de qualidade tendo em conta os novos desafios que se impõem. Nesta linha de pensamento, no âmbito do exercício profissional, o enfermeiro distingue-se pela sua formação e experiência (Ordem dos Enfermeiros, 2001). Deste modo, a atuação do enfermeiro deve ser a de um profissional atento, reflexivo e crítico, que invista na sua formação, de forma a produzir e renovar continuamente, o seu próprio corpo de conhecimentos. Em suma, é importante que a teoria não seja dissociada da prática e que a formação contínua se narre como um fator importante para a prestação de cuidados de enfermagem de qualidade, algo que se torna suscetível de ser investigado. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AMENDOEIRA, J. (2004). Enfermagem em Portugal. Contextos, atores e saberes. 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