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Ata da Reunião do Conselho Deliberativo realizada em 23/06/2009
Aos vinte e três dias do mês de junho de dois mil e nove, na sede do Taubaté Country Club,
sito na rua Conselheiro Moreira de Barros, nº 126, Taubaté, SP reuniu-se o Egrégio Conselho
Deliberativo.
Estando presentes os Conselheiros: Antonio Carlos Antonio Carlos de Mattos Pinto, Arcione
Ferreira Viagi, Gustavo Paixão Macedo, Joviano Barbosa Moassab, Luiz Antonio Lemi Furquim,
Luiz Gomes do Val Neto, José Roberto Ramos, Mauro Castilho Gonçalves, Paulo Hermínio
Galhanone, Mauro Castilho Gonçalves, Antonio Carlos Ribeiro, Antonio Cláudio Lemi Furquim,
Dino Querido, Gerdal Shu Fong, Horton Sidnei Cunha, Mário Celso Pereira Castilho, Mauro
Francisco Tomé, Regina Maria dos Santos Pereira, Reginaldo Augusto Carvalho dos Santos,
Sérgio Fernandes Ribeiro, Antonio Mário Correa Marcondes, Evaristo Tomy Filho, Henrique
Ricardo Emílio Groh, José Antonio Csuka Junior, Luis Gustavo Barbosa Lima, Odorico
Passarelli de Campos Junior, Otávio Alves Corrêa Filho, Paulo Sérgio de Moraes Rangel, Paulo
Walter de Mattos Junior, Hélio Tobias, Marcelo Caetano F. H. Munhoz, Márcio de Moura
Barros, Marcelo Rico de Aquino, Vitor Geraldo Azevedo Ramos.
Presidente do Conselho Deliberativo Luiz Antonio Lemi Furquim faz a abertura da reunião:
dentro do horário estabelecido e com o número regimental de conselheiros presentes declaro
aberta a sessão. Como nós estamos sem secretário eu gostaria de nomear um “ad hoc”
alguém se manifesta? Não havendo manifestação, eu gostaria de dar as boas vindas ao nosso
ex-presidente da diretoria executiva que assumisse a nossa secretaria “ad hoc”.
O primeiro item é a ata.
Presidente Luiz Antonio há alguma ressalva a ser feita, alguma correção. Não há nenhuma
manifestação, declaro aprovada a ata. Conforme estabelece o estatuto em seu parágrafo 64
inciso II, o conselheiro José Luiz Miglioli pede o uso da palavra no início da sessão, portanto
passo a palavra ao conselheiro.
Conselheiro José Luiz Miglioli: o objetivo meu aqui, inicialmente, é realçar a credibilidade do
conselho. Vejo a importância do conselho durante os quatro anos que exerci o cargo de diretor,
me dá muita emoção estar aqui novamente, numa noite fria com esse número significativo de
presentes. Hoje, nós temos um fato significativo, também, nós temos uma disputa para vaga de
secretário. Isso que está acontecendo aqui no TCC é motivo de glória a todos nós
conselheiros, anos atrás não existia isso, eu acho que hoje não vai ter derrotado aqui só
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vitorioso que é o Taubaté Country Club, isso que está acontecendo aqui hoje disputar um
cargo, todos trabalharam. Eu não posso votar, durante três meses eu só posso falar, não posso
votar, mas eu queria cumprimentar os dois candidatos pelas suas dedicações, trabalho, e
interesse de melhoria à instituição, parabéns a vocês.
Presidente Luiz Antonio: hoje nós estamos recebendo novos conselheiros, houve um ato
administrativo que não compete deliberação, mas são conselheiros faltosos ou que pediram
licenciamento. Então, eu estou anunciando quatro novos conselheiros e eu gostaria que a
medida que eu for falando os nomes os senhores, por favor, se levantem para que todos
tenham conhecimento, Marcelo Caetano F. H. Munhoz, Vitor Geraldo Azevedo Ramos, Marcelo
Rico de Aquino e a volta do nosso querido General Márcio de Moura Barros que já fez parte do
conselho e está retornando, sejam bem vindos o conselho agradece a presença de vocês e sei
que vocês vão contribuir nesse egrégio conselho e vocês vão contribuir, e, desde que foi
instituída a eleição individual para conselheiro todos aqui se tornaram independente não se
formou como era antigamente, não fazendo crítica, mas era o regime anterior, onde se
formavam chapinhas e eram convidadas pessoas só do mesmo grupo, e, hoje nós temos um
grupo que é heterogêneo, mas com muita consciência tendo como sempre a razão principal a
nossa instituição que é o nosso Taubaté Country Club. Muito obrigado pela presença de vocês.
Hoje nós vamos ter a eleição para dois cargos na mesa um é o cargo de secretário e nós já
temos dois candidatos que já formalizaram as suas candidaturas, e, outra vaga de suplente,
mas como não houve ninguém se candidatando até o momento eu gostaria de saber se tem
alguém que se candidate para que possamos fazer a eleição de hoje.
Neste momento há manifestação em plenário.
Presidente Luiz Antonio: já temos um candidato, alguém mais se candidata?
Neste momento é feito um questionamento em plenário, mas fora da captação do microfone.
Presidente Luiz Antonio: sim já temos um candidato, quer se candidatar também? Sendo
respondido que não. O Presidente Luiz Antonio continua: não havendo mais candidatos para
ser suplente, gostaria que não houvesse eleição e fosse eleito por aclamação. Todos
concordam. Continuando, Presidente Luiz Antonio: para consolidar peço que o senhor ocupe o
lugar do vice-presidente já que o mesmo não pode comparecer hoje.
Após o assento à mesa diretora do conselheiro José Antonio Csuka Junior o Presidente Luiz
Antonio pergunta ao plenário: há mais algum conselheiro que queira se candidatar ao cargo de
secretário? Não há manifestação. Presidente Luiz Antonio: não havendo, fica oficializada a
candidatura dos Conselheiros: Odorico Passarelli de Campos Junior e Paulo Sérgio de Moraes
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Rangel. Então, disponibilizo aos dois o tempo de cinco minutos ao microfone para que não
fique uma eleição tão fria e que possam se apresentar, e, seguindo a cédula que está feita em
ordem alfabética chamo, primeiramente, o Conselheiro Odorico.
Conselheiro Odorico Passarelli de Campos Junior: Senhor Presidente, membros que compõe a
mesa diretora, nobres pares, boa noite a todos. Estou colocando meu nome para apreciação
dos nobres conselheiros para ocupar o cargo deixado pela nobre conselheira Rita Balata que
está exercendo um cargo na diretoria executiva e vagou essa função. Eu gostaria de explicar
rapidamente o motivo pelo qual estou me candidatando. Aproximadamente doze meses atrás,
quando houve renovação para um terço do conselho eu tive a grata honra de ser um dos
eleitos e no trâmite entre a eleição e depois a posse, como haveria mudança da diretoria da
mesa, eu fui procurado por alguns conselheiros para saber se eu tinha intenção ou não de me
candidatar a algum cargo da mesa diretora e, naquele momento eu achava que não era a
pessoa indicada para ocupar algum cargo na mesa diretora. Eu estava começando os
trabalhos dentro do conselho, não sabia dos trabalhos que eram executados dentro dessa
casa, eu tinha pouco contato com as leis da casa, então, naquele momento eu achava que não
era a pessoa certa para me candidatar em algum cargo. Hoje já se passaram mais de doze
meses que eu estou participando assiduamente dessa casa, tive o privilégio de ser convidado
pelo presidente para participar da comissão eleitoral e colaborar na comissão de ética onde,
acho eu, que nós fizemos da melhor forma possível com respeito, com responsabilidade e com
ética os pareceres que nós demos. Então, eu consegui aprender alguma coisa a mais dentro
dessa casa e eu me considero, hoje, preparado a ocupar o cargo de secretário da mesa
diretora com objetivo único de poder ajudar a mesa diretora o conselho e principalmente o
Taubaté Country Club que é o motivo maior que nós estamos aqui, senão não teríamos
necessidade de estarmos aqui presente. A partir disso estou colocando meu nome à
apreciação dos senhores e aqueles que acharem que eu tenha a capacidade e a condição de
exercer essa função eu conto com o apoio de todos. Muito obrigado Presidente, muito obrigado
a todos os membros dessa casa.
Conselheiro Paulo Sérgio de Moraes Rangel: boa noite Senhor Presidente, membros da mesa,
senhores conselheiros para aqueles que não me conhecem nós temos a reunião mensal, mas
devido o tempo as vezes não temos o devido tempo para se conhecer meu nome é Paulo
Sérgio de Moraes Rangel sou conselheiro desde a eleição de 2006, eu fui eleito segundo
suplente e acabei assumindo uma das vagas que ficaram em aberta. Para contar um pouco da
minha condição do porque ser candidato a secretário eu vou remeter a um passado, talvez, um
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pouco distante, quer dizer, eu freqüento o clube desde que me conheço por gente meu avô era
sócio do Taubaté Country Club, meu pai e eu posteriormente, então, eu posso dizer que há
quarenta e dois anos sou sócio desse clube. Já militei em diversas atividades principalmente
esportiva, eu tenho formação em educação física, sou professor formado pela UNITAU sou
formado em administração de empresa também e trabalho no ramo de publicidade. O fato do
porque ser candidato a secretário do conselho, principalmente por causa disso, eu freqüento o
clube quase que diariamente em função de lazer e de algumas atividades profissionais. Amo
muito esse clube, já joguei futebol de salão pelo Taubaté Country Club, já disputei campeonato
paulista de basquete e tênis. Então, eu procuro sempre, dentro do possível, dar um pouco de
mim e contribuir com o clube no que for necessário. Ficaria muito honrado de fazer parte nesta
mesa na condição de secretário. Para as pessoas que não temos muito contato eu passo essa
condição do porque estar postulando esse cargo de secretário e peço a todos que dentro do
possível se me acharem em condições de ocupar esse cargo de secretário que pensem com
carinho no meu nome, peço o voto de vocês.
Presidente Luiz Antonio: eu passo agora o microfone ao secretário “ad hoc” para que ele fosse
chamando a todos e se encaminhem até a mesa para pegar a cédula e para votar é atrás do
biombo. Então, todos serão chamados pelo nome.
Secretário “ad hoc” José Luiz: Antonio Carlos Antonio Carlos de Mattos Pinto, Arcione Ferreira
Viagi, Gustavo Paixão Macedo, Joviano Barbosa Moassab, Luiz Antonio Lemi Furquim, Luiz
Gomes do Val Neto, José Roberto Ramos, Mauro Castilho Gonçalves, Paulo Hermínio
Galhanone, Mauro Castilho Gonçalves, Antonio Carlos Ribeiro, Antonio Cláudio Lemi Furquim,
Dino Querido, Gerdal Shu Fong, Horton Sidnei Cunha, Mário Celso Pereira Castilho, Mauro
Francisco Tomé, Regina Maria dos Santos Pereira, Reginaldo Augusto Carvalho dos Santos,
Sérgio Fernandes Ribeiro, Antonio Mário Correa Marcondes, Evaristo Tomy Filho, Henrique
Ricardo Emílio Groh, José Antonio Csuka Junior, Luis Gustavo Barbosa Lima, Odorico
Passarelli de Campos Junior, Otávio Alves Corrêa Filho, Paulo Sérgio de Moraes Rangel, Paulo
Walter de Mattos Junior, Hélio Tobias, Marcelo Caetano F. H. Munhoz, Márcio de Moura
Barros, Marcelo Rico de Aquino, Vitor Geraldo Azevedo Ramos.
Neste momento há uma falha técnica na gravação. Referente a eleição para secretário é feita a
contagem pelos Conselheiros Horton Sidnei Cunha e Luis Gustavo Barbosa Lima ficando a
seguinte contagem: 32 votos no total, 23 votos ao Conselheiro Odorico Passarelli de Campos
Junior e 9 votos para Conselheiro Paulo Sérgio de Moraes Rangel.
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Presidente Luiz Antonio: o som já se restabeleceu vamos continuar. Temos um pedido de
processo disciplinar e como o Conselheiro Renato Burti está licenciado e outro membro da
comissão de ética também é citado no processo, nós estamos só com o Dr. Joviano que é
presidente da comissão, e, como é um processo que decorre do fato de ser avaliado
conselheiro, eu gostaria de contar com a colaboração para que sempre se possa fazer as
mudanças nas comissões com pessoas que possam contribuir. Como é um processo que
precisará de uma pessoa que tenha formação jurídica e gostaria que o Conselheiro Evaristo
Tomy seja um dos participes dessa nova formação da comissão e de uma pessoa que seja,
também, comerciante na cidade e eu gostaria de convidar o conselheiro José Roberto Ramos.
Simone convoque os três conselheiros para que já possam começar a analisar os documentos.
Em seguida o próximo assunto é o expediente nº. 1599 e chamo o Conselheiro Mário Celso
Pereira Castilho para dar conhecimento do parecer da comissão jurídica.
Conselheiro Mário Celso Pereira Castilho: boa noite Senhor Presidente. “Foi encaminhado a
nós o ofício 135/09 onde expõe representação do Conselheiro Arcione Ferreira Viagi contra,
até então, o Conselheiro Pedro Luiz de Abreu. A Comissão Jurídica reuniu-se e relatam que,
primeiramente, o associado Pedro Luiz de Abreu não usou o nome da instituição em momento
algum, não a representando, em segundo lugar a matéria publicada não tipifica transgressão
disciplinar, pois sequer foi mencionado se ocupava algum cargo nas dependências do clube.
Era o que tínhamos a relatar.”
Presidente Luiz Antonio: eu vou passar a vocês o fato ocorrido. No jornal do Diniz o “Matéria
Prima” saiu um comentário, uma brincadeira de mal gosto, em que o jornalista Diniz fez uma
reportagem, um comentário sobre o nosso conselheiro Arcione que prestou serviço de
profissional à chapa que foi derrotada e ele colocou como motivo de gozação, dizendo que
havia recebido do Pedro; que hoje é nosso vice-presidente da diretoria; dizendo: - o dia que
vocês precisarem de alguém para ganhar ou para perder procurem a empresa do Arcione
Viagi. O nome do Arcione é Arcione Ferreira Viagi, Arcione Viagi é o pai, e, como é a empresa
que ele tem resolveu representar entendendo que foi ofendido e que tinham usado o nome do
clube. Ele me ligou e eu falei que a principio não via muito, mas se Vossa Excelência quiser
representar tem a liberdade para fazer, apesar de eu não achar que seria motivo para tal. Eu
tenho a prerrogativa de aceitar ou não, como diz no estatuto social no Art. 71. Compete ao
Presidente do Conselho Deliberativo: XIX - decidir sobre a legalidade de recursos de
Conselheiros ou associados podendo deferir ou indeferir e, em caso de discordância, o
interessado apresentará recurso diretamente ao Conselho Deliberativo. Eu não quis tomar essa
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atitude, e sendo imparcial, encaminhei para comissão jurídica para que o mesmo desse o
parecer, e, o parecer da comissão é esse que o conselheiro Mário Celso leu em que não que o
conselheiro não tenha razão, mas se quiser fazer algo pode ir à justiça comum para que tome
as medidas que deva tomar. Então, como já foi analisado e emitido o parecer da comissão
jurídica gostaria de colocar em votação. Sendo perguntado quem é favorável ao parecer da
comissão jurídica é deliberado aprovado o parecer.
Próximo assunto é o expediente nº. 1600.
Presidente Luiz Antonio: nós temos um outro questionamento, mas este partiu da Diretoria
Executiva, e eu encaminhei à comissão jurídica que é sobre um pedido de que todo processo
que entre na diretoria executiva passe a dar conhecimento ao conselho, porque hoje quando
entra um processo contra o Taubaté Country Club e quem representa na legalidade é a
diretoria executiva, aliás esse pedido é do Dr. Miglioli que agora tem experiência em que o
conselho tem que ter esse conhecimento, porque muitas vezes pode entrar um processo que
será decidido por cinco ou seis pessoas e nós que somos o número de quarenta e poucas
pessoas não temos o conhecimento. Então, a comissão jurídica acha por bem acatar a
sugestão passando pelo crivo do Colegiado. Como quem fez o pedido é o ex-presidente e hoje
está presente eu gostaria que Vossa Excelência viesse ao plenário para que nos desse um
esclarecimento melhor para depois colocar em votação.
Conselheiro José Luiz Miglioli: para quem não milita na área jurídica eu acho que eu preciso
explicar. Logo quando eu assumi a diretoria eu tomei conhecimento de alguns processos no
clube, e, tomei conhecimento também que o clube iria se envolver em outros processos,
inclusive, se envolveu em vários processos e está até na internet “rolando” que o clube tem
vinte e poucos processos e deve ter até mais. Processos que nós defendemos a instituição,
processos que nós resolvemos problemas pendentes do passado de funcionários, processos
que nós enfrentamos pela mudança do estatuto. Todos benéficos à instituição, nenhum
processo prejudicial à instituição na minha diretoria até o presente momento. Acontece o
seguinte que no início algumas pessoas me procuraram e falavam: - “Miglioli não entra com
recurso. Não entra no recurso para ele ganhar isso daí. Vamos esquentar esse aqui.” Eu achei
muito estranho isso e durante esses quatro anos que eu fiquei na presidência eu acompanhei
com os advogados detalhadamente as defesas do TCC, inclusive, nós perdemos várias ações,
trabalhistas perdemos várias, ações de 2002 / 2003, uma só nós tivemos que pagar, eu paguei
na minha diretoria quase oitenta mil reais. Então, acontece o seguinte, além disso, dessa
pressão de não entrar com recurso, tudo isso fica na mão de uma pessoa só o estatuto é claro
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compete ao presidente da diretoria representar o clube judicialmente, compete a ele, se ele
falar não vou entrar com recurso aqui o clube perde a ação, e, outra coisa, vamos dizer que
envolva uma soma considerável, alguém ingressa com uma ação judicial pleiteando aí
duzentos mil, trezentos mil e que isso possa chegar a esse valor, nós vamos deixar o
patrimônio do TCC na mão de uma pessoa só? Para decidir? Se entra com recurso, se não
entra com recurso, se faz isso, se não faz aquilo, não basta somente deixar sob a
responsabilidade do advogado. Aqui funciona assim os advogados sabem que o presidente
manda, o que acontece, os advogados dão as opções para o presidente, os advogados são
funcionários do clube, são prestadores de serviço, qual caminho você quer que eu siga? E isso
aconteceu comigo durante os quatro anos em várias ações que nós ganhamos também, e eu
ficava naquela situação difícil porque eu tinha que falar: - olha vamos por aqui, vamos fazer
isso, vamos fazer aquilo, vamos entrar com recurso aqui, inclusive pessoas merecedoras de
permanecer no cargo como conselheiro vitalício, estou dando exemplo porque foi o caso com
os
conselheiros
vitalícios.
Então,
é
uma
complicação
muito
grande
deixar
essa
responsabilidade na mão só do presidente da diretoria e o importante é se o conselho decidir
aqui hoje onde vai ficar inserida essa decisão, se é no estatuto ou se é no regimento da
diretoria que está para ser finalizado pela comissão jurídica; não é isso? A comissão jurídica
tem o regimento aí; ou se é no regimento do conselho. Eu gostaria de propor, eu não sei se
está explícito aí no ofício, eu gostaria que isso fosse inserido como caso omisso no estatuto do
clube, qualquer ação judicial ou qualquer acordo composição da diretoria tem que ter a prévia
comunicação ao conselho “ad referendum” do conselho.
Presidente Luiz Antonio: dando continuidade, eu gostaria até de fazer uma outra colocação em
que eles passam a nos dar conhecimento das ações que entram no clube e a gente passa para
a comissão jurídica para que nos passe a gravidade da ação contra o clube, em havendo uma
complicação a comissão jurídica do conselho acompanha o processo junto com a diretoria
executiva e aí qualquer discordância nós podemos trazer para o plenário, porque como existe
várias ações às vezes existem ações muito simples que não precisam trazer ao plenário, mas
que tenha conhecimento o conselho e a gente encaminha para comissão jurídica para que
tenha conhecimento da seqüência que deve dar a ação junto com a diretoria executiva porque
quem bem representa é a diretoria executiva ...
Neste momento há questionamento em plenário, mas fora da captação do microfone.
Presidente Luiz Antonio: sim. Então, Simone você passa para comissão jurídica estabeleça
para que se possa inserir em nosso regimento ...
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Neste momento há questionamento em plenário, mas fora da captação do microfone.
Presidente Luiz Antonio: sim, então, mas o estatuto é omisso, vamos colocar no regimento ...
Neste momento há questionamento em plenário, mas fora da captação do microfone.
Presidente Luiz Antonio: então, mas no estatuto nós não podemos fazer, isso tem que ser no
regimento, porque no estatuto é só através da assembléia geral ... não ... não ... nós vamos
colocar no regimento. Seria estatutário que nós vamos regulamentar dentro do regimento,
porque para entrar no estatuto nós temos que fazer assembléia.
Neste momento há questionamento em plenário, mas fora da captação do microfone.
Presidente Luiz Antonio: sim, mas nós não podemos mexer no estatuto e por ser caso omisso
nós inserimos no regimento ... não ... não ...
Conselheiro José Luiz: é importante entender o seguinte, o conselho tem competência para
resolver caso omisso ...
Presidente Luiz Antonio: sim
Conselheiro José Luiz: então o que acontece isso aqui é caso omisso, não se trata de mudar
estatuto não, qualquer caso omisso do estatuto o conselho que delibera, se o conselho decidir
aqui agora colocar no estatuto, vai para o estatuto, acrescenta um parágrafo e está no estatuto.
Presidente Luiz Antonio: senhor conselheiro, eu não concordo eu acho que o caso é regimental
e nós não podemos mexer em uma vírgula do estatuto, como caso omisso nós podemos
decidir, mas inserir no estatuto nós não podemos o que nós podemos é fazer de forma
regimental, nós temos vários casos omissos e já se tornou regimental. Então, eu vou colocar
em votação, mas em forma regimental, vamos fazer de acordo com que o estatuto estabelece
que através do estatuto nós vamos fazer de forma regimental, ele fica no regimento como
regulamentação, mas já fica aprovado que através do conselho toda ação que o clube sofrer
que a diretoria faça a comunicação e que a comissão jurídica faça a regulamentação desse
caso omisso. Não há manifestação contraria, então, todos concordam? Fica assim deliberado?
Não há manifestação contrária, sendo então, aprovado.
Presidente Luiz Antonio: dando continuidade. O senhor deve estar estranhando senhor
conselheiro, mas nossas reuniões têm sido dessa forma rápidas e objetivas, não precisando
ficar até de madrugada. Gostaria que o Conselheiro Mauro Tome fizesse a leitura do parecer
da comissão de ética.
Conselheiro Mauro Tomé: boa noite a todos, boa noite senhor presidente, boa noite senhores
conselheiros. Eu vou ler o parecer da comissão de ética: “EXCELENTÍSSIMO SENHOR
PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO DO TAUBATÉ COUNTRY CLUB. Taubaté, 09
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de junho de 2009. Senhor Presidente, O Associado Alexandre Alves Silva Severo, entrou com
recurso ao Conselho Deliberativo, por ter recebido suspensão de 180 (cento e oitenta) dias
pela Diretoria Executiva, o motivo da penalidade é por ter proferido palavras grosseiras,
ofensivas e ameaças contra o associado/conselheiro José Antonio Csuka Junior, bem como
tumultuando o ambiente. Esta comissão se reuniu e levando em consideração o que se segue:
Considerando que o associado tem anotação em seu prontuário; Considerando que não
chegou às vias de fato; Considerando que o associado cumpriu 08 (oito) dias de suspensão
preventiva. Mesmo percebendo que o desentendimento foi sério e desagradável, esta
comissão entende que não cabe uma pena de 180 (cento e oitenta) dias, sugerimos 50
(cinqüenta) dias, com 08 (oito) dias já cumpridos”.
Presidente Luiz Antonio: eu vou explicar para vocês. Esse é aquele processo disciplinar que o
pai dele o José Roberto Severo já foi julgado pelo por desacato a um conselheiro que não
concordou com a pena que o conselho deu ao filho; mesmo com a diminuição da pena o pai
não concordou com o conselho e foi tirar satisfações com um conselheiro. Depois disso o outro
filho do associado também brigou com o conselheiro e a diretoria abriu um processo disciplinar
e aplicou 180 dias. O associado entrou com recurso ao conselho e a comissão de ética depois
de analisar o processo reduziu a pena para 50 (cinqüenta) dias com 08 (oito) dias já cumpridos.
Então, há dois encaminhamentos, um da diretoria executiva que aplicou 180 dias e o parecer
da comissão de ética com 50 dias. Quem for a favor que o associado tenha 180 dias dados
pela diretoria executiva? Então, por maioria absoluta mantém o parecer da comissão de ética
em 50 dias com oito já cumpridos.
Presidente Luiz Antonio: eu dou por encerrada a parte de expedientes e passo para tribuna
livre onde estão inscritos os Conselheiros José Luiz e Márcio.
Conselheiro José Luiz: estão muito rápidas as reuniões, assim não tem nem como matar
saudade dos amigos. Pessoal, eu quero realçar a vocês um fato como policial. Nós estamos
estudando na polícia a infiltração do crime organizado nas instituições recreativas políticas
partidárias, poder judiciário, e há provas contundentes que várias instituições recreativas
tornaram um suporte para o crime organizado, e, como que eles penetram? Eles penetram
através de testa de ferro, e, como agem os testas de ferro? São serviçais, são leais, querem
cargos e buscam de qualquer forma agradar. Como reconhecer o testa de ferro? Não tem
renda garantida, não paga imposto, mantém um padrão de vida alto, e mantém aquela postura
sempre cordial e alegre. Nós temos aqui como conselheiro a missão de preservar a nossa
instituição, vários clubes do Vale do Paraíba estão falindo, vários clubes em São Paulo já
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faliram. Eu recebi várias correspondências da associação dos clubes dizendo a gravidade da
situação. É interesse do crime organizado essa situação. É interesse deles em colocar essas
pessoas em cargo de destaque. O que é o crime organizado? É lavagem de dinheiro, jogo do
bicho, agiotagem, o trafico de drogas, esse é o crime organizado. Denigrem a imagem das
pessoas, pagam jornais para denegrir a imagem das pessoas, eles recebem e contratam bons
advogados. Então, nós aqui Graças a Deus estamos mantendo o Taubaté Country Club até
agora, um clube considerado entre os dez mais tradicionais do estado de São Paulo. Vocês
estão vendo aqui democracia, eleição maravilhosa que foi essa eleição para diretoria, sem
ofensas, sem papel anônimo, sem agressão, parabéns aos candidatos que disputaram e isso
tudo só faz realçar a grandiosidade do conselho e dos conselheiros. Parabéns a todos vocês.
Conselheiro Márcio de Moura Barros: Senhor Presidente do Conselho, Membros da Mesa,
Senhores Conselheiros. Foi com muita satisfação que eu recebi, novamente, a convocação
para integrar o nobre conselho. Eu me coloco à disposição do nobre conselho no que for
preciso, e essa satisfação muito me enaltece porque eu freqüento o TCC desde tenra idade eu
nasci no ano da fundação do TCC no ano de 1936 o meu pai foi um dos sócios fundadores do
clube de quem herdei a quota que me pertence. É por isso que muito estimo esse clube e
estou à disposição e muito feliz de integrar esse conselho. Muito Obrigado. (O conselheiro é
aplaudido).
Presidente Luiz Antonio: General Márcio Vossa Excelência não só nos enaltece como também
nos honra com a sua presença. O senhor é uma pessoa que nós já o conhecemos, que Vossa
Excelência já esteve outras vezes conosco e sempre foi assíduo ao conselho com voto
consciente e digno. Nós é que passamos a Vossa Excelência o nosso muito obrigado.
Presidente Luiz Antonio dá a sessão por encerrada.
LUIZ ANTONIO LEMI FURQUIM
PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO
JOSÉ ANTONIO CSUKA JUNIOR
VICE-PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO
ODORICO PASSARELLI DE CAMPOS JUNIOR
SECRETÁRIO DO CONSELHO DELIBERATIVO
Esta transcrição foi feita pela funcionária Simone Vianna Corrêa Assistente do Conselho Deliberativo
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Ata da Reunião do Conselho Deliberativo realizada em 07/08/2007