EcoGuia
do
munícipe
Ficha Técnica
Título
EcoGuia do Munícipe
Edição
Câmara Municipal de Torres Vedras
Coordenação
Carlos Bernardes,
Vereador do Departamento de Ambiente e Serviços Urbanos
Realização
Ana Teresa Santos / AmbiMed
Sandra Pedro / CMTV
Projecto Gráfico
Antero Valério
Impressão
A3|Artes Gráficas, Lda.
Tiragem
5.000 exemplares
Junho de 2005
Distribuição Gratuita
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É um lugar comum afirmar-se que o futuro do nosso planeta depende
dos cuidados e da recuperação ambiental que hoje se faça e que
deveria ter começado há muito tempo.
Ser defensor do ambiente não é travar o desenvolvimento, por via de
fundamentalismos. É saber atingir o equilíbrio necessário e distinguir
o essencial do acessório e do demagógico. É saber desenvolver,
respeitando a Natureza e a qualidade de vida dos cidadãos.
O município de Torres Vedras esforça-se por trilhar um caminho que
pretende atingir esse equilíbrio e creio que o tem conseguido, atentas
as manifestações de apreço que nos têm chegado das mais
insuspeitas instituições, a mais recente das quais proveniente da
Associação Bandeira Azul, considerando o município de Torres
Vedras como uma referência no cuidado tido com as praias.
Inúmeros exemplos estão patentes nesta pequena publicação que
retrata a realidade ecológica e os passos dados nesta área, o que
dispensa a sua exemplificação nesta pequena introdução.
Resta apenas reiterar a nossa firme disposição em continuar a
harmonizar o desenvolvimento e o ambiente, tendo como objectivos a
preservação do nosso planeta e o bem estar dos cidadãos.
O Presidente da Câmara
Carlos Manuel Soares Miguel
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O EcoGuia do Munícipe é um manual que deve estar junto de nós
todos os dias.
Trata-se de um elemento fundamental no caminho que a Câmara
Municipal tem vindo a desenvolver nos últimos anos, tendente à construção de um desenvolvimento sustentável.
Nele, estão contidos os aspectos mais relevantes para melhorar o
ambiente no nosso concelho.
Dar a conhecer aos Torrienses um conjunto de informação detalhada
e objectiva foi uma das nossas preocupações.
Temos consciência que não é um manual concluído, a sua colaboração e participação podem também ter um papel determinante na
construção de um Concelho onde o Ambiente e a Qualidade de Vida
sejam uma referência.
Para terminar, gostaria de deixar duas notas importantes, tais como:
- A adesão aos Compromissos da Carta AALBORG + 10
- A candidatura do Município ao projecto ECO XXI, promovido pela
Associação Bandeira Azul da Europa (Fee PORTUGAL ).
Estes dois novos desafios, tornam-se extremamente importantes na
Construção de um futuro melhor para todos.
O Vereador do Departamento
de Ambiente e Serviços Urbanos
Carlos Manuel Antunes Bernardes
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Trabalhamos naturalmente em equilíbrio e em parceria com as
populações para melhorar o ambiente no Oeste. Compete a
todos participar no reciclar, no reutilizar e no reduzir.
Índice
O Consumo Sustentável
O que são os “Resíduos”?
A diferença entre “Lixo” e “Resíduo”!
O que é a política dos 3 R’s?
Resíduos Urbanos
A valorização de Resíduos
Compostagem
Resíduos Verdes de Corte e Limpeza de Jardins
Os Ecopontos (Domésticos e Públicos)
Papel e Cartão
Plástico
Vidro
Pilhas
EcoCartão
Os Ecocentros
Entulhos RCD (Resíduos de construção e demolição)
Monos ou “Monstros”
Resíduos Eléctricos e Electrónicos
Madeiras
Esferovite
Trapos ou Têxteis
Óleos Usados
Pneus Usados
Pilhas
Espaços Naturais e Espaços Verdes Construídos
Espaços Naturais e Áreas Florestadas
Os Espaços Verdes
O Parque Verde da Várzea
Rede Natura
Os Paúis e as Zonas de Foz
As Linhas de Água do Concelho
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A Água
Água para Consumo
Águas Residuais
As Energias Renováveis
O Ar
O Ruído
Os Animais de Companhia
Estacionamento
Viaturas abandonadas
Parque(s) de estacionamento
Centro de Educação Ambiental - CEA
Outros compromissos ambientais da CMTV
1. Plano Municipal do Ambiente - PMA
2. Eco-Escolas
3. As Praias - A Bandeira Azul
4. Candidatura Eco XXI
5. Carta de Aalborg
Glossário
Contactos
Sites de interesse
Datas a assinalar
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O Consumo Sustentável
Consumo sustentável, o que é?
É saber usar os recursos naturais para satisfazer as nossas
necessidades, sem comprometer as aspirações das gerações futuras.
Isto é, adquirir o necessário para uma vida normal, minimizando o
desperdício e a produção de Resíduos. Quanto menor for a nossa
“Pegada Ecológica”, menor será o impacto negativo sobre o nosso
planeta. E isto não exige um grande esforço de nossa parte, apenas
mais atenção a pequenos gestos simples que podem fazer a diferença.
Porque só existe uma Terra e todos dependemos dela para viver.
Dicas para um consumo sustentável
e combate ao desperdício:
. Prefira bebidas em vasilhame com tara recuperável.
. Evite comprar alimentos que contenhem aditivos,
corantes e conservantes desnecessários.
. Leia os rótulos com atenção e procure informar-se sobre o seu
significado. Compare preços, marcas e modelos, características
técnicas e consumos dos produtos que adquire.
. Pense no que irá acontecer ao que compra quando já não lhe interessar.
. Compre sempre que possível produtos reciclados ou biodegradáveis.
. Quando for às compras opte pela utilização de sacos de pano ou
rede, caso seja necessário prefira os de papel aos de plástico.
. Guarde os seus alimentos em recipientes que possa voltar a utilizar
e não em folha de alumínio ou filme de plástico.
. Evite consumir produtos provenientes de espécies ameaçadas - não
compre rochas e corais, nem animais empalhados ou lembranças feitas
a partir de animais, pois se o fizer está a incentivar o seu comércio.
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O que são “Resíduos”?
A diferença entre “lixo” e “Resíduo”!
”Lixo” - é algo de que nos desfazemos porque já não necessitamos, e
que vai ser rejeitado sem ter qualquer outro proveito ou utilidade futura.
“Resíduo” - é algo de que nos desfazemos porque já não necessitamos, mas que pode ser encaminhado para destinos que viabilizem o
seu aproveitamento como a sua reutilização ou valorização por reciclagem, a compostagem ou até a valorização energética, etc.
O que é a política dos 3 R’s?
Redução, Reutilização e Reciclagem de Resíduos.
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Redução
Reduzir os resíduos produzidos. Evitar o desperdício.
Exemplos:
A utilização de produtos com uma maior longevidade e durabilidade
são condições essenciais para a redução.
Recuse a publicidade distribuída na rua se não lhe interessar.
Evite comprar produtos que não lhe interessam.
Embalagens de maiores dimensões são
proporcionalmente mais económicas,
em termos ambientais e financeiros.
Reutilização
Reutilização de muitos objectos do
quotidiano de forma a contribuir para
uma menor acumulação.
Exemplos:
Cultive e divulgue a utilização de bens
reutilizáveis e recarregáveis (canetas,
pilhas, detergentes, tinteiros etc.).
Cultive e divulgue o hábito do uso integral
da folha de papel. Nenhuma folha de
papel deve ir para o lixo sem ambas as
faces terem sido utilizadas.
Reaproveite o que for possível e separe
o seu lixo em todas as instalações da
escola, ou local de trabalho (bar, cantina,
salas de aula, secretaria, reprografia,
papelaria).
As caixas de ovos de cartão podem ser
reutilizadas, por exemplo para acender
a lareira.
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Reciclagem
Transformar os materiais inúteis,
em novos produtos ou matérias-primas de forma a diminuir a
quantidade de resíduos, a poupar
energia e recursos naturais valiosos.
Exemplos:
O casco de vidro, de garrafas e de
frascos usados, pode servir de
matéria-prima para dar origem a
vidro novo.
O papel e cartão usados, dão
origem a papel e cartão reciclado.
O plástico pode dar origem a
produtos tão diferentes como
novos objectos em plástico ou
vestuário. A reciclagem de
5 garrafas de plástico PET gera
poliéster suficiente para produzir
uma t-shirt, em “tecido polar”, do
tamanho xl.
O Aço e o Alumínio são materiais
recicláveis a 100%, repetidamente
e sem perder qualidade.
O que todos devem saber:
. Uma garrafa de vidro demora cerca de 4000 anos a decompôr-se.
. Uma garrafa de plástico permanece mais de 100 anos no local
depositado.
. A energia contida numa embalagem de iogurte é suficiente para
manter acesa uma lâmpada de 60W durante uma hora.
. Os resíduos domésticos produzidos em cada lar durante um ano são
.
suficientes para fornecer energia para 500 banhos, 3500 duches ou
mais de 5000 horas de televisão.
A embalagem custa em média entre 10 a 20% do produto.
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Resíduos Urbanos
O aumento da população e a sociedade de consumo em que vivemos
levam a que a produção e acumulação de “lixo” não possa ser ignorada.
Há décadas atrás, o nosso caixote do lixo era constituído essencialmente
por matéria orgânica (restos de alimentos), os produtos duravam
mais, reaproveitavam-se sempre e eram constituídos por materiais
menos poluentes. Hoje em dia, os produtos são constituídos por
várias embalagens dos mais diversos materiais; os bens duram cada
vez menos e assiste-se a uma crescente atitude consumista de usar
e deitar fora. Essas acções contribuem para um aumento dos resíduos
a eliminar, como tal é necessário recorrermos a soluções de aplicação
prática da “política dos 3 R´s” e de valorização dos resíduos, para que
não sejam encaminhados, de forma indiscriminada, para um
só destino final.
O Aterro Sanitário é o destino dos nossos resíduos domésticos que
não podem ser reutilizados ou reciclados (resíduos indiferenciados),
mas isto traz outro problema que é a falta de espaço para a sua
construção e os custos associados á minimização de eventuais
impactes ambientais e controle da sua exploração.
O que todos devem saber:
. Durante o ano 2004 cada munícipe produziu 1,9 kg de “lixo” por dia.
. Existem cerca de 3000 contentores de RSU no concelho de Torres
Vedras.
. A recolha de RSU funciona 24 horas por dia, durante 7 dias por
semana, e envolve directamente cerca de 100 trabalhadores.
. Não lance lixo pela janela do automóvel, não o deite para o chão,
.
nem o deposite fora dos recipientes adequados (papeleiras,
contentores, ecopontos, etc.).
Escolha produtos com baixos teores de substâncias poluentes;
Comece hoje mesmo a modificar os seus hábitos!
Pode começar por separar o seu “lixo”, mas tenha em atenção que o
melhor “lixo” é aquele que não existe.
Para onde vão os RSU?
Os RSU produzidos no concelho de Torres Vedras têm como destino
final o aterro sanitário da RESIOESTE (situado entre o Outeiro da
Cabeça e o Vilar).
No nosso Conselho a responsabilidade pela gestão dos resíduos e
recolha selectiva é da RESIOESTE. Essa gestão engloba a recolha,
armazenamento e encaminhamento para tratamento mais adequado.
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.
O que é um Aterro Sanitário?
Um aterro sanitário é um local onde se faz o depósito controlado de
resíduos. Este tipo de infra-estrutura obedece a um conjunto de
requisitos, nomeadamente:
A zona de depósito de resíduos é previamente impermeabilizada.
Os lixiviados (águas provenientes da degradação dos resíduos) são
tratados.
Os resíduos são depositados na respectiva célula e compactados
diariamente.
. Quando a célula está cheia, é feita a sua selagem, cobertura com uma
camada de terra e ou material impermeabilizante.
. Existe drenagem de gases produzidos (Biogás).
. A área é vedada, com controlo de entrada de pessoas e viaturas.
. Há preocupação de integração na paisagem.
. Quando o tempo de vida do aterro termina, é feita a sua “selagem
global” podendo dar origem a espaços verdes, campos de jogos ou
parques florestais.
A valorização de Resíduos
Separe o “lixo” para que possamos falar de “resíduos” que podem ser
valorizáveis, este é o primeiro princípio de uma boa recolha selectiva.
Uma correcta separação dos materiais torna o sistema mais eficiente
e económico.
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Compostagem
A compostagem é o processo de reciclagem da fracção fermentável
(matéria orgânica) dos RSU. A compostagem é uma forma de eliminar
metade do problema dos RSU, dando um destino útil à fracção orgânica,
evitando a sua acumulação em aterro. Este processo permite tratar os
resíduos orgânicos domésticos, restos de comida (não cozinhados) e
resíduos de jardim.
Já os nossos avós faziam compostagem, esta não é uma técnica
recente, tendo vindo a ser praticada pelos agricultores e jardineiros ao
longo dos séculos.
Faça compostagem caseira, é uma maneira fácil
e barata de tratar os resíduos orgânicos, podendo
enriquecer com adubo natural a sua horta ou
jardim.
A nível nacional existem poucas unidades de
tratamento de resíduos orgânicos municipais ou
multimunicipais por compostagem, sendo apenas
compostados cerca de 9% dos RSU produzidos.
Resíduos Verdes de corte e limpeza de jardins
Os resíduos verdes são os resíduos provenientes da limpeza de
hortas e jardins, nomeadamente, aparas, troncos, ramos, folhas e ervas.
Se costuma fazer a limpeza de hortas ou jardins e produz uma quantidade considerável de resíduos verdes, não os deposite no contentor,
ou na via pública. Solicite à CMTV a sua recolha, ou utilize-os na
compostagem doméstica.
Sabia que:
. Por cada 10 kg de resíduos verdes produzem-se cerca de
4 kg de composto.
. O composto é utilizado para melhorar as propriedades do solo,
.
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conferindo-lhe características que permitem o seu uso para fins
agrícolas.
A CMTV e a RESIOESTE dispõem de recipientes que podemos usar
em nossas casas para fazer composto.
. Utilizando os resíduos verdes para fazer composto obtemos adubo
ou “estrume” orgânico natural, sem aditivos químicos e que, quando
aplicado no solo, fornece matéria orgânica e nutrientes facilmente
absorvidos pelas plantas, sem necessidade de incorporar outros
fertilizantes.
Os Ecopontos
Sabia que Torres Vedras foi o primeiro Município português a ter um
“Ecoponto”, isto é, a desenvolver a primeira experiência nacional
sobre “recolha selectiva de PAPEL, PLÁSTICO e TRAPOS” e a receber
um prémio da Quercus em 1989?!
Organize em sua casa um caixote do lixo com espaços divididos para
receber as várias categorias de resíduos domésticos, com vista à
deposição selectiva nos ecopontos.
O que separamos?
Embalagens (plástico e metal)
Vidro
Papel / Cartão
Pilhas
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O que podemos depositar nos Ecopontos:
TIPO DE RESÍDUOS
O QUE DEVE SER COLOCADO
O QUE NÃO DEVE SER COLOCADO
Contentor AMARELO
Garrafas e outras embalagens
Electrodomésticos e outros objectos
(Embalão), para
de água, sumos, refrigerantes,
metálicos, que não sejam embala-
Embalagens (plástico
vinagre, iogurte liquido, etc.
gens (ex.: garfos, ferramentas, etc),
e metal)
Sacos de plástico limpos, latas
embalagens de iogurte sólido, de gor-
de bebidas de conserva, tabuleiros
duras óleo ou azeite, pacotes de
de alumínio e aerossóis (sprays)
batatas fritas.
vazios.
Contentor VERDE
Vidro de embalagens, garrafas,
Tampas metálicas, e gargalos de
(Vidrão), para
garrafões de água, vinho, cerveja,
metal, de plástico, rolhas de cortiça,
Vidros
sumos, néctares e refrigerantes,
loiça de vidro e cerâmica, cristais,
azeite, óleo e vinagre, leite;
espelhos e lâmpadas, vidros de
boiões de doces e conservas, de
janelas e vidro farmacêutico.
molhos, de mel e de iogurtes.
Contentor AZUL
Caixas de cartão, de cereais, de
Papel sujo, papel absorvente e
(Papelão),
bolachas, de ovos, etc.; papel
guardanapos, lenços, papel de lustro,
para Papel e Cartão
de embrulho, envelopes,
celofane, papel químico, papel de fax
l i s t a s telefónicas, cadernos,
(térmico), papel vegetal, folha de
livros, jornais, revistas, cartazes,
alumínio, loiça de papel, fraldas e
etc.; embalagens de papel,
papel autocolante.
cartão e tetrapack.
Contentor para
Todos os tipos de pilhas recar-
Pilhas
regáveis e não recarregáveis.
Quaisquer outros materiais.
Dicas para um cidadão que colabora
na boa “Gestão de Resíduos”
. Espalme, sempre que possível, as embalagens.
. Se tiver um volume grande de papel ou cartão para depositar deve
.
.
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cortá-lo em pedaços antes de depositá-lo no ECOPONTO. Se tiver
uma grande quantidade, utilize o ECOCENTRO.
Se encontrar o ECOPONTO cheio não deve deixar os seus resíduos
fora do mesmo, vai contribuir para que outros procedam de igual
modo. Avalie o seu tempo disponível: voltar outro dia ou deslocar-se
até ao ECOPONTO mais próximo.
Não deposite no ECOPONTO embalagens de materiais diferentes
umas dentro das outras ou dentro de sacos plásticos fechados, pois
dificulta a triagem.
. Não danifique os contentores, papeleiras e ECOPONTOS.
. Não deite cigarros, pontas de cigarros ou outros materiais acesos
para os contentores, papeleiras ou ECOPONTOS.
. Não deposite monos, entulhos, areias, terras ou resíduos de limpeza
.
de jardins de grandes dimensões nos contentores. A CMTV possui
um serviço de recolha gratuito específico para estes resíduos.
Nunca deve colocar juntamente com os seus materiais recicláveis,
resíduos tóxicos, cortantes, resíduos com maus cheiros ou sujos.
A localização dos ECOPONTOS para deposição selectiva de RSU, ao
nível das freguesias poderá ser consultada no “site” da CMTV
na internet.
EcoCartão
Considerando, que há aspectos da recolha selectiva que ainda podem
ser melhorados e, no sentido de dar resposta adequada e tornar mais
acessível aos grandes produtores de papel e cartão o encaminhamento
destes resíduos para reciclagem, a CMTV criou um espaço destinado
à recepção, gratuita, destes resíduos junto ao Mercado Municipal da
cidade.
Este EcoCartão funciona todos os dias úteis das 9h30 às 19h30 e aos
sábados das 9h00 às 13h30.
Os Ecocentros
O ECOCENTRO é um parque com contentores de grandes dimensões,
destinado a receber separadamente diversos materiais para posterior
t r a ta m e n t o e r e c i c l a g e m . A g e s t ã o d o E C O C E N T R O é d a
responsabilidade da RESIOESTE.
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O que podemos colocar no Ecocentro:
. Entulhos - RCD.
. Monos “Monstros” (electrodomésticos, móveis, etc.)
. Resíduos Eléctricos e Electrónicos
. Resíduos Verdes de Corte e Limpeza de Jardins
. Madeiras
. Metais (ferrosos e não ferrosos)
. Esferovite
. Trapos ou Têxteis
. Óleos Usados
. Pneus Usados
. Baterias
. Papel / Cartão; Vidro; Embalagens; Pilhas
O que todos devem saber:
. 1 Tonelada de Papel reciclado poupa o abate de 15 a 20 árvores.
. 1 Tonelada de Vidro velho equivale a 1 tonelada de Vidro novo e
.
poupa 120% de matérias-primas (porque na produção inicial de vidro
há uma maior perda de matéria prima), 20 a 30% de energia e a
poluição atmosférica é reduzida em 20%.
A valorização de 1 tonelada de PET (por ex.: garrafas e garrafões de
água) poupa cerca de 5 m3 de espaço em Aterro.
Os Resíduos no Concelho de Torres Vedras
Desde 1999, começaram a ser quantificados os resíduos recolhidos de forma selectiva nos ECOPONTOS. No quadro abaixo
apresenta-se, as quantidades de resíduos valorizáveis, recolhidos selectivamente pela CMTV/RESIOESTE.
Recolha Selectiva/Produção em 2004:
Ano
1999
2000
2001
2002
2003
2004
Papel/cartão
(Toneladas)
170
75,5
120,5
*
*
479
Vidro
(Toneladas)
140
297,8
498,5
*
*
756
Embalagens plásticas e metálicas
(Toneladas)
*
*
156
* A esta data, a responsabilidade pela recolha selectiva foi transferida da CMTV para a
RESIOESTE, não tendo a CMTV dados relativos a esse período para poder disponibilizar.
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Entulhos - RCD
Resíduos de pequenas e grandes obras. As actividades de
manutenção, construção, demolição e desaterros geram diversos
resíduos inertes, terras, betão, cerâmica, etc., que se encontram classificados como RCD - Resíduos de Construção e Demolição.
Os ferros e as madeiras (paletes, ou outros), devem ser separados e
encaminhados para as fileiras dos materiais ferrosos e de madeira.
Para conhecimento das condições em que pode ser praticada a
deposição desses resíduos (terras e inertes em aterro), junto ao antigo vazadouro municipal, consulte a CMTV ou o seu “site” na internet.
Se vai fazer pequenas obras de manutenção na sua habitação, ou se
tem entulhos contacte a Divisão de Serviços Urbanos da CMTV para
obter informações sobre o serviço de remoção de entulhos.
Tome nota:
. Os empreiteiros ou promotores de obras ou trabalhos que produzam
.
.
ou causem entulhos são responsáveis pela sua remoção,
valorização e eliminação.
O abandono ou despejo de terras ou outros elementos de
construção civil e madeira, metal ou similares, na via pública, em
privados sem o prévio consentimento do proprietário, ou nos
contentores destinados aos RSU, constitui infracção punida com
coima que vai de 498,80 euros a 2.493,99 euros, segundo o
Regulamento Municipal sobre o Sistema de Gestão de RSU e de
Higiene Pública.
O entulho recolhido pode ser reutilizado para a construção e
pavimentação de estradas e na produção de cimento.
Monos ou Monstros Domésticos
Os monos ou monstros são resíduos volumosos que já se encontram
fora de uso como, por exemplo, colchões, electrodomésticos, mobiliário,
loiças de casa de banho e cozinha, outros resíduos volumosos.
Os monos ou monstros devem ser colocados na via pública no dia e
local indicado pelos serviços da CMTV.
A CMTV dispõe de um serviço gratuito para a recolha de monos e
entulhos. Basta ligar para o número de telefone 261 310 487 das 9h00
às 16h00, nos dias úteis, para combinar a recolha.
Se preferir, pode depositar gratuitamente os seus monos ou monstros
no ECOCENTRO.
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Resíduos eléctricos e electrónicos
Computadores, torres (monitores, CPU’S, teclados, etc.) e outros
equipamentos eléctricos e electrónicos, são resíduos que deverão ter
um tratamento e destino final adequados.
Deverão ser encaminhados separadamente para o ECOCENTRO ou
integrados em sistema de valorização e de tratamento próprio, destinado só a este tipo resíduos.
Madeiras
Paletes e outros resíduos de madeira; aquilo que já não serve para si,
colocado no ECOCENTRO, pode vir a ser útil para outras pessoas, ou
ser integrados em actividades ou sistemas de valorização da madeira.
Esferovite
O esferovite das embalagens pode também ser recolhido separadamente e
valorizado.
Quantidades mais pequenas podem ser
colocadas separadamente no ECOPONTO, no contentor amarelo.
Grandes quantidades, devem ser separadas de outros materiais (cartão, plástico, etc.) e colocados no espaço
próprio, no ECOCENTRO.
Trapos ou Têxteis
Roupa usada em boas condições
entregue-a em instituições de caridade.
Trapos cortados e restos de têxteis
coloque-os no ECOCENTRO.
Óleos usados
Os óleos hidráulicos usados (sintéticos
ou minerais) por serem considerados
resíduos perigosos, têm de ter um tratamento específico.
Os óleos alimentares usados não
devem ser colocados no “esgoto”
porque prejudicam as condutas e o
tratamento final das águas residuais,
devem ser encaminhados separadamente para “oleões” para valorização,
por exemplo no fabrico de biodiesel.
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O que todos devem saber
sobre os
“Resíduos perigosos”
produzidos no dia a dia,
e a forma como os devemos
gerir:
. Os óleos usados por serem produtos
.
.
tóxicos, podem contaminar
irremediavelmente solos, águas
superficiais e subterrâneas.
Apenas 1 litro de óleo pode contaminar
1 000 000 litros de água potável.
Mude o óleo do seu veículo apenas em
oficinas devidamente licenciadas,
garantindo assim que os mesmos têm
um destino final adequado.
Pneus usados
Os pneus usados, são resíduos que têm
de ser encaminhados para um destino e
um tratamento específicos.
Os pneus usados não podem ser abandonados ou queimados (o que constitui
infracção sujeita a multa), têm que ser
encaminhados separadamente para um
destino próprio.
O ECOCENTRO, as oficinas ou os estabelecimentos que fazem a sua
comercialização, enviam os pneus, através do sistema
VALORPNEU, para valorização.
Sabia que:
. Os pneus usados podem ser utilizados depois de tratados para a
pavimentação de estradas e no fabrico de pavimento flexível.
. Quando compra um pneu paga o “EcoValor”, que corresponde a uma
taxa que já irá cobrir o sistema de recolha e de tratamento desse
resíduo do sistema VALORPNEU. Mude os pneus do seu veículo
apenas em oficinas devidamente licenciadas, garantindo assim que os
mesmos têm um destino final adequado.
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Pilhas
As baterias e pilhas recarregáveis possuem legislação própria (Portaria n.º
572/2001, de 6 de Junho) que prevê
que quem comercializa estes materiais
seja obrigado a aceitar dos detentores
finais as baterias e pilhas, do tipo e
marca que comercializam, livres de
encargos, para serem enviados e
submetidos ao tratamento adequado.
O sistema de gestão deste resíduo denominado ECOPILHAS; tem
recipientes em cartão devidamente identificados, distribuídos em
locais públicos e/ou superfícies comerciais, destinados à sua recolha
- os “pilhões”; também pode colocar as pilhas usadas no “pilhão” associado aos ECOPONTOS.
Dicas para um
“consumo sustentável de pilhas”:
. Avalie sensatamente a necessidade de produtos que funcionem a pilhas.
. Se tiver de comprar pilhas ou baterias, prefira as recarregáveis ou,
.
.
em último, caso, as que não contêm metais pesados poluentes:
mercúrio, níquel-cádmio e chumbo.
As pilhas recarregáveis são mais caras que as descartáveis, mas se
as utilizar com alguma frequência, devido ao seu grande período de
vida, vai obter retorno do investimento que é realizado.
Compre as suas pilhas e baterias novas em estabelecimentos que
aceitem as usadas; se tal não for possível, lembre-se que os
ECOCENTROS e ECOPONTOS possuem um pequeno contentor
para o depósito das pilhas usadas.
O que todos devem saber sobre os
“Resíduos perigosos” produzidos no dia
a dia, e a forma como os devemos gerir:
. Uma única pilha é suficiente para contaminar o solo durante 50 anos.
. Os metais pesados contidos nas pilhas, em especial o mercúrio,
.
22
chumbo, níquel-cádmio, são altamente poluentes, constituindo um
risco para o ambiente e saúde pública.
Quando compra uma pilha está a pagar uma taxa incluída no preço,
que já irá cobrir o sistema de recolha e de tratamento desse resíduo
pelo sistema ECOPILHAS.
Espaços Naturais
e
Espaços Verdes Construídos
Espaços Naturais e Áreas Florestadas
Os espaços naturais são muito diversificados e constituem uma das
grandes riquezas do concelho pois fazem parte do nosso património
Cultural e Natural, contribuindo para o equilíbrio dos Ecossistemas e
manutenção da biodiversidade.
Estes espaços assumem um papel extremamente importante na
manutenção do equilíbrio ecológico das áreas urbanas.
Alguns exemplos desses espaços são a Serra dos Cucos, a Serra do
Socorro, a Zona de Paio Correia, a zona florestal a norte entre os
Campelos e o Outeiro da Cabeça, o maciço rochoso da Maceira com
algumas grutas e vegetação arbórea muito característica.
Dicas sobre a utilização dos
Espaços Naturais e
Áreas Florestadas
. Assegure-se de que deixa o local como o encontrou se passear
.
.
no campo. Não deixe a sua assinatura na paisagem, uma simples
garrafa de plástico leva 500 anos a degradar-se.
Não faça fogueiras nem deite beatas ou cigarros para o chão, nas
matas ou florestas, um vidro partido ou o fundo de uma garrafa pode
atear um incêndio. Seja prudente.
Se tiver alguns resíduos para rejeitar, leve-os consigo e deposite-os
nos espaços destinados a esse fim.
ESTEJA ALERTA:
Não faça lume nas áreas florestais!
Se detectar sinais de incêndio,
ligue para o 117 (Número Nacional de
Emergência contra Incêndios),
o 112 (Número Nacional de Emergência),
o 261 322 122 (Número dos Bombeiros de
Torres Vedras).
Espaços Verdes
O s e s pa ç o s v e r d e s , pa r q u e s e j a r d i n s
assumem cada vez mais um papel importante
para a qualidade de vida nas cidades. Estes
espaços contribuem para a melhoria da qualidade do ar, para amenizar o clima, para a
manutenção do equilíbrio hidrológico (ao per23
mitir a infiltração da água contribuem
para minimizar o efeito das cheias, por
exemplo), funcionam como habitat para
muitas espécies e como espaços de
lazer e convívio da população.
A CMTV tem contribuído para a melhoria
da qualidade de vida nas F r e g u e s i a s ,
c o m a construção de espaços verdes
de recreio, estadia e enquadramento, e
também com a requalificação de diversas áreas. Neste sentido tem havido um
investimento em plantações de árvores
e arbustos, criação de áreas relvadas
de recreio e lazer, paralelamente com a
instalação de mobiliário urbano e
equipamentos infantis.
Dicas sobre a utilização
dos Espaços Verdes:
. Os dejectos do seu cão danificam as raízes das árvores e queimam
.
.
.
.
.
.
.
.
24
as plantas. Existem espaços destinados ao seu cão, onde pode
passeá-lo e deixá-lo fazer as suas necessidades.
Ao dar de comer aos animais dos lagos dos parques, ou ao deitar
objectos, detritos ou líquidos, está a danificar a flora e fauna aí
existente e a desequilibrar o ecossistema. Não deve por isso
alimentar esses animais.
Adopte formas de recreio e turismo com menores impactes
ambientais (ecoturismo). Passeie a pé ou de bicicleta em vez de
usar veículos motorizados.
Sempre que veja uma árvore ou arbusto tombado, ou verifique uma
anomalia no sistema de rega, contacte o Sector de Espaços Verdes
da CMTV.
Não “abandone” os seus animais tais como tartarugas, patos,
peixes, galináceos, perdizes, cobras ou sapos, nos lagos dos parques,
pois estes provocam danos irreparáveis à fauna e flora aí existente.
Evite pisar os relvados não pisoteáveis ou canteiros, utilize os
caminhos pedonais.
Sempre que desejar fazer um pic-nic utilize os espaços destinados a
esse fim depositando os resíduos produzidos nos locais adequados.
Não faça da sua floreira de rua um cinzeiro ou “caixote do lixo”!
No seu jardim, prefira um cortador de relva manual, dispensa
electricidade e combustível, não polui e não faz barulho.
Fotografia vencedora do Concurso “Viva o Parque”, 2005
O Parque Verde da Várzea
O Parque Verde da Várzea, localizado na zona da Várzea - Torres
Vedras, ocupa uma área de cerca de 9ha, constituindo o maior espaço
verde do concelho. Este espaço foi construído com o objectivo de dar
resposta a uma diversidade de funções, com boas acessibilidades,
respeitando a morfologia do terreno.
O Parque foi concebido para facultar a possibilidade de recreio activo
e passivo às diversas faixas etárias dos visitantes. Compatibiliza num
mesmo espaço, o circuito de manutenção,
a s i n s ta l a ç õ e s d o
polidesportivo, um
anfiteatro informal
para a realização de
diversos eventos, o
Skate Parque, o
Parque I n f a n t i l , a
fonte cibernética e
sequencial, o Snack
Bar e o Centro de
Educação Ambiental,
para além de uma
área relvada para
recreio livre.
A proximidade de
artérias de grande
trânsito e os impactos
negativos inerentes
(ruído, poluição,…)
foram minimizados
pela criação de
modelações de terreno e respectivas
plantações, que
funcionam também
como barreiras
visuais.
A execução deste
Parque foi levada
a cabo de forma
faseada, tendo sido
concluída em Abril de
2004.
25
Rede Natura
Rede Natura 2000 - Em Maio de 1992, os governos dos países da
União Europeia adoptaram uma legislação com o objectivo de proteger os habitats e as espécies da Europa mais seriamente ameaçados.
Daí surgiu a Directiva Aves, que propõe Zonas de Protecção Especial
(ZPE) para aves, bem como a Directiva Habitats, que propõe a criação
de Zonas Especiais de Conservação (ZEC) para espécies da flora e
da fauna. Todos os Estados - Membros contribuem, elegendo
Sítios que propõem para integrar a Rede Natura 2000.
E s t e s S í t i o s p r o t e g e m h a b i ta ts vulneráveis, como as dunas,
algumas florestas e as zonas húmidas, o que por sua vez ajudam a
proteger os animais e as plantas que precisam destes lugares para
sobreviverem.
O concelho de Torres Vedras está abrangido por 2 Sítios propostos para
integrar a Rede Natura 2000: Peniche/ Santa Cruz e Sintra/ Cascais.
Sítio Peniche - Santa Cruz
É uma região costeira com elevada diversidade paisagística,
que constitui o suporte de uma elevada biodiversidade. Esta região
inclui troços de litoral rochoso e
arenoso, com a presença de
espécies endémicas de falésias e
dunas, incluindo algumas referidas na Directiva Habitats. Esta
área é também muito importante
para a representatividade de
alguns habitats costeiros que
aqui se encontram bem conservados, como dunas fixas com
26
vegetação herbácea e os matagais litorais de zimbro, quer em dunas
quer em arribas.
Sítio Sintra - Cascais
Trata-se de uma área com importante valor florístico, em que se destaca a presença dos seguintes habitats naturais constantes na Directiva
Habitats:
Dunas móveis do cordão litoral com estorno (Ammophila arenaria);
Dunas litorais com zimbros (Juniperus spp).
Falésias com vegetação endémica das costas mediterrânicas
(ex. Limonium spp).
Para uma consulta mais pormenorizada de aspectos relacionados
com as zonas geográficas, fauna e flora da Rede Natura consulte a
Divisão de Ambiente ou o “site” do ICN na internet.
27
.
.
.
.
.
Os Paúis e as Zonas de Foz
As zonas húmidas encontram-se entre os habitats mais ameaçados
de todo o mundo, sendo consideradas zonas extremamente importantes, porque:
São zonas de reprodução, alimentação e refúgio de inúmeras espécies.
Filtram materiais poluentes do ar e da água.
Previnem cheias, desempenhando o papel de molhe natural.
Contribuem para a conservação da biodiversidade.
Fazem parte da principal rota de voo utilizada por milhares de aves.
As zonas húmidas constituem um paraíso para os observadores de
aves, onde se encontram o Perna Longa, o Alfaiate, os Patos, a
Garça-Real, o Maçarico, o Borrelho, entre muitos outros.
As Linhas de Água do Concelho
O concelho de Torres Vedras é atravessado por dois rios: Sizandro e
Alcabrichel.
O rio Alcabrichel nasce na freguesia de Vila Verde dos Francos, concelho de Alenquer, e desagua na praia de Porto Novo, freguesia de
Maceira, concelho de Torres Vedras. Na sua grande maioria, as linhas
de água da bacia hidrográfica do rio Alcabrichel encontram-se no concelho de Torres Vedras.
A nascente do rio Sizandro localiza-se na Sapataria (concelho de
Sobral de Monte Agraço) e termina na Praia da Foz, na freguesia de
S. Pedro da Cadeira (concelho de Torres Vedras). Esta linha de água
atravessa a cidade de Torres Vedras.
É responsabilidade legal dos proprietários ou possuidores de parcelas
de leitos e margens, mantê-las em bom estado de conservação,
procedendo à sua regular limpeza e desobstrução. Quando se trate de
uma linha de água inserida em aglomerado urbano, cabe ao respectivo município essa responsabilidade.
Desde 2002 que a autarquia, na sequência da estratégia prioritária da
despoluição das linhas de água do nosso concelho, iniciada em 2002,
tem vindo a executar obras de limpeza e desobstrução nos rios
Sizandro e Alcabrichel e em linhas de água secundárias suas afluentes. Tem também vindo a efectuar, gradualmente, levantamentos
das fontes poluentes que procedem à descarga de efluentes para as
linhas de água que compõem as bacias hidrográficas dos rios
Alcabrichel e Sizandro.
28
Foz do Alcabrichel
Foz do Sizandro
A Água
Água para consumo
A água é essencial à vida. Cada um de nós tem o dever de a economizar e de a utilizar de forma racional.
A água potável que chega às nossas casas foi submetida a múltiplas
operações: Captação, Tratamento, Armazenamento, Distribuição por
condutas públicas e rede interior dos edifícios.
No concelho de Torres Vedras, a água consumida é de origem
superficial. Os SMAS de Torres Vedras realizam periodicamente
análises à água na captação de armazenamento, em pontos distintos
ao longo da rede de distribuição, garantindo assim o acompanhamento e a vigilância da qualidade da água consumida no concelho. Estes
dados podem ser consultados nos SMAS de Torres Vedras.
29
O que todos devem saber sobre água:
. Da água existente na Terra, apenas 3% são de água doce e destes
só 0,01% se encontra disponível para consumo humano.
. Cada pessoa consome em média cerca de 100 L de água por dia
em actividades domésticas.
. Só 25% da água que utilizamos em nossas casas é gasta em usos
.
.
essenciais à sobrevivência, 75% é destinada a “usos menos nobres”
(autoclismo, banhos, lavagens, regas, etc.).
Uma torneira a pingar pode desperdiçar 386 litros de água por dia.
Um autoclismo a funcionar mal pode desperdiçar 600 L de água por dia.
Dicas para um Consumo Sustentado
da água:
. Para verificar se tem fugas de água na sua casa, compare os
.
.
.
.
30
valores marcados no contador no início e no fim de um período
durante o qual não vai consumir água, por exemplo durante a noite.
Prefira o duche ao banho de imersão (um duche consume 60 L de
água, enquanto que num
banho de imersão se utiliza
cerca de 150 L).
Regue o seu jardim nas
horas de menos calor
(manhã cedo ou à noite,
pois estes são os períodos
onde as perdas por
evaporação são menores).
Evite a utilização excessiva
de detergentes, pois estes
são muito poluentes.
Não deite para o esgoto
solventes nocivos
(utilizados para limpar
utensílios, material de
pintura, superfícies gordas,
etc.) ou óleos minerais e
vegetais, pois para além de
danificarem os colectores,
causam sérios danos aos
meios receptores.
. Aproveite a água da chuva para regar ou lavar o carro.
. Reutilize sempre que possível parte da água que usa.
. Regule o seu equipamento de aquecimento de forma a evitar
.
.
.
.
.
.
situações de sobreaquecimento. Poupa energia e evita o recurso de
água fria para fazer a compensação.
Utilize autoclismos duplos ou com botão de descarga controlada e
prefira autoclismos de baixa capacidade – em cada descarga
gasta-se 10 a 15 L de água. Em alternativa coloque uma garrafa de
água ou areia fechada no reservatório, diminuindo a sua
capacidade.
Repare as torneiras e os autoclismos quando existirem fugas de
água; os desperdícios podem chegar aos 500 L por dia no caso de
um simples fio de água a correr.
Feche as torneiras enquanto lava os dentes, as mãos ou faz a barba
- poupará entre 10 a 30 L de água.
Instale chuveiros e torneiras economizadoras com menos água, dão
a sensação de maior caudal.
Instale torneiras termostáticas, mantêm a temperatura da água,
evitando o desperdício realizado enquanto se regula a temperatura
desejada.
Não use a mangueira como vassoura para limpar terraços ou passeios.
As Águas Residuais
As Águas Residuais, vulgarmente conhecidas como “esgoto”, são produzidas um pouco por toda a actividade humana, na actividade industrial e comercial, nos serviços e em nossas casas.
As Águas Residuais são normalmente recolhidas, através de redes de
drenagem e encaminhadas para serem tratadas em ETAR’s Estações de Tratamento de Águas Residuais.
Dicas para não poluir a água:
. Não deite lixo para a sanita, irá poluir os rios ou mares, para além de
que terá de fazer mais descargas, gastando mais água.
. Não deite pelo cano ou pela sanita os restos de óleos, tintas,
.
solventes, vernizes e produtos afins – um litro de óleo pode recobrir
até 1000 m2 de superfície de água tornando-a imprópria.
Nunca lance quaisquer objectos ou substâncias nos cursos de água
- as ribeiras, rios e o mar não são caixotes para lixo, tantas vezes
perigoso e causador de morte para milhares de seres vivos.
31
As Energias Renováveis
Portugal é um país onde a utilização de energias renováveis tem
grandes potencialidades, com muito sol, mar, rios e locais onde se
pode aproveitar o vento. No entanto, essas energias ainda não são utilizadas como o desejado, existindo uma grande dependência da energia derivada do petróleo que é muito mais poluente. Torna-se por isso
necessária a contribuição de todos nós para a redução do consumo de energia e para a promoção da utilização das energias
renováveis.
Torres Vedras já começou há alguns anos com bons moinhos de vento
para gerar energia para produzir farinha. Agora podemos ver os
“novos moinhos” geradores de energia eólica.
O que todos devem saber:
. A procura de energia vai aumentar 35% até 2020.
. As energias não renováveis têm impactes negativos no Ambiente
.
32
sendo os principais: o efeito estufa, as alterações climáticas, as chuvas
ácidas e a produção de materiais radioactivos.
A valorização de 1 litro de óleo alimentar usado (exemplo: óleo de
fritar batatas) origina aproximadamente 1 litro de Biodiesel, que pode
substituir o gasóleo e rende o mesmo sendo muito menos poluente.
Dicas para o consumo racional
de Energia:
. Utilize sempre que possível as energias renováveis e/ou não poluentes.
. Poupe as suas lâmpadas, elas não são recicláveis. Apague a luz
sempre que não precisa.
. Desligue os electrodomésticos (televisão, o ferro de engomar, etc.)
quando não os estiver a utilizar (mesmo por pouco tempo).
. Prefira electrodomésticos de baixo consumo.
. Utilize a máquina de lavar roupa a baixas temperaturas, grande
.
.
.
.
.
.
.
parte da energia consumida por estes equipamentos destina-se ao
aquecimento da água.
Prefira os Transportes Públicos! Nas pequenas distâncias, ande a pé
ou de bicicleta, para além de diminuir o consumo de energias
poluentes é mais saudável.
Economize aquecimento, isole melhor a habitação, evite correntes
de ar e coloque vidros duplos.
Utilize a iluminação natural para poupar electricidade.
Desligue sempre a luz dos compartimentos que estiverem desocupados.
Prefira lâmpadas economizadoras ou de baixo consumo, duram mais
e têm menores custos.
Desligue o monitor se o computador estiver inactivo durante mais de
15 minutos.
Tenha em conta a classe de eficiência energética antes de comprar
um electrodoméstico. Um electrodoméstico de classe A pode ser
mais caro, mas a poupança na factura da electricidade ao longo dos
anos torna-se um investimento seguro.
33
O Ar
A atmosfera é um recurso global, sem
fronteiras, que constitui um suporte
básico da vida.
O que todos
devem saber,
para contribuir
para um
Ambiente mais saudável:
. O tráfego automóvel é uma das principais causas de poluição
atmosférica nas cidades.
. Um automóvel desafinado pode emitir o dobro de substâncias poluentes.
. A poluição atmosférica é uma das causas de alergias e doenças
respiratórias como a asma e bronquite.
. Uma única planta tem a capacidade de purificar o ar de uma sala de 9 m .
3
Dicas para minimizar
a poluição do ar:
. Utilize os transportes colectivos.
. Substitua os combustíveis tradicionais por alternativas menos
poluentes como o gás ou as gasolinas “verdes”.
. Evite utilizar latas de spray, ou prefira as que não contenham gases
prejudiciais ao ambiente (CFC’s).
. Ajude a preservar os espaços verdes, plante árvores, arbustos e
outras plantas no seu jardim.
. Circule a pé (ou de bicicleta, patins, etc. …) sempre que possível.
. Faça exercício físico e proteja o ambiente.
. Verifique regularmente a pressão dos pneus da sua viatura, evita-se
.
.
.
34
o aumento do consumo de combustível e consequentemente das
emissões.
Não conduza de forma brusca, consome mais combustível e
aumenta a poluição.
Mantenha o carro bem afinado, pois poupa combustível e diminui a
poluição.
Opte pela partilha do automóvel, tente descobrir quem, no seu
emprego, faz o mesmo percurso que você.
O Ruído
O ruído tornou-se um dos principais factores de degradação da
qualidade de vida da população, constituindo um problema com
tendência para o agravamento. O crescimento demográfico está
directamente associado a um crescimento das cidades e do tráfego,
sendo estes alguns dos principais condicionantes da qualidade sonora.
Quando um munícipe se sente lesado com o ruído produzido por uma
ou mais actividades ou pela vizinhança, tem o direito de reclamar para
as entidades competentes de actuação em cada uma das situações.
Quando uma situação seja susceptível de constituir ruído de
vizinhança, os interessados têm a faculdade de apresentar queixa às
autoridades policiais da área.
Caso a incomodidade sonora seja provocada por outro tipo de actividades não enquadráveis na definição de ruído de vizinhança, o
munícipe deve endereçar à CMTV uma carta. Relativamente aos elementos que deverão constar dessa “carta” poderá solicitar informação
à Divisão de Ambiente da CMTV.
A CMTV dispõe de equipamento e meios técnicos capazes de dar
resposta a reclamações de ruído relativas a actividades que tenham
sido licenciadas pela própria autarquia.
Os Animais de companhia
Escolha o animal adequado ao espaço que tem disponível e não se
esqueça que um animal de estimação precisa de atenção e dedicação.
A escolha do animal de estimação
Coloque a hipótese de adoptar um animal de
estimação, contacte o Canil Municipal de
Torres Vedras, onde existem cães que foram
abandonados e que procuram “novo dono”.
Todos os animais adoptados no Canil Municipal
são entregues ao “novo dono” desparazitados,
vacinados e com identificação electrónica.
A identificação do animal
Deve registar o seu cão na Junta de Freguesia
da sua área de residência e se possível colocar-lhe um chip de identificação (é obrigatório
o registo e licenciamento de todos os cães
com 6 ou mais meses de idade).
35
Deve também desparasitar e
vacinar periodicamente o s e u
cão (aconselhe-se com o seu
veterinário).
Não deixe que
o seu cão incomode
as outras pessoas
Eduque o seu cão e passeie-o
com trela e açaimo. Não polua a
via pública com os dejectos do
seu cão. Use os sacos luva à sua
disposição nos dispensadores na
cidade.
Na cidade de Torres Vedras a
CMTV disponibiliza em vários
locais dispensadores de sacos
para a remoção de dejectos caninos. Procure na sua zona de residência.
Não abandone o seu animal de estimação
Constitui contra-ordenação, punível com coima entre 500€ e 3.740€,
o abandono de cães e gatos.
Ver contactos para adopção de animais e outros nas últimas páginas
deste Guia.
Estacionamento
Viaturas abandonadas
Não abandone o seu velho veículo na via pública! Contacte a CMTV,
para a sua remoção.
Se detectar outras viaturas abandonadas não hesite em ligar!
Parque(s) de estacionamento
Para descongestionar a circulação do tráfego
e reduzir a poluição atmosférica no centro da
cidade, criou-se um parque de estacionamento
periférico, no Parque Regional de Exposições,
com capacidade para 1000 viaturas. Este parque está inserido numa zona da cidade com
rede de transportes públicos.
36
Centro de Educação
Ambiental-CEA
O CEA, localizado no Parque Verde da Várzea, surgiu como resposta
à necessidade de criação de um local próprio para a Educação para o
Desenvolvimento Sustentável constituindo um espaço de informação
e de sensibilização ambiental.
Público Alvo:
O principal público-alvo, durante o primeiro ano de actividade do CEA,
é o 1º Ciclo do Ensino Básico.
.
.
.
.
.
Actividades/Temas:
As actividades desenvolvidas têm o objectivo de proporcionar
a continuação do trabalho desenvolvido na sala de aula com
os professores. Durante o ano lectivo 2004/05 os temas desenvolvidos são os seguintes:
Compostagem de Resíduos Sólidos Urbanos;
Plantas Aromáticas e Medicinais;
Política dos 3 R’s (Reduzir, Reutilizar e Reciclar);
Árvore e Floresta;
Água.
Outras actividades:
Comemoração de efemérides
Durante o ano lectivo realizam-se actividades nos dias e semanas
comemorativas (Dia da Árvore, Dia Mundial da Água, Dias Verdes,
etc.), que são alargados aos alunos dos 2º e 3º Ciclos do Ensino
Básico e ao Pré-escolar.
37
Ateliers
Durante as férias escolares
realizam-se Ateliers, que são
alargados aos alunos dos 2º e 3º
Ciclos do Ensino Básico.
Biblioteca:
O CEA dispõe de uma pequena
Biblioteca temática que pode ser
utilizada por todos os níveis de
ensino, com marcação prévia.
Visitantes:
Até ao final de Abril de 2005 cerca de 2000 crianças visitaram o CEA.
Outros compromissos
ambientais da CMTV
1. Plano Municipal do Ambiente - PMA
Objectivos do PMA (1999)
. Identificar o estado do ambiente no concelho e detectar tendências
de evolução;
. Seleccionar e concentrar as atenções nos problemas ambientais de
resolução mais urgente;
. Definir estratégias integradas e acções de intervenção concretas
.
para evitar que possam haver questões sobrepostas, esquecidas ou
a mera transferência da poluição de um meio para o outro;
Aumentar a eficácia das intervenções da autarquia na prevenção e
na resolução de problemas ambientais, assim como na valorização
dos recursos naturais.
O PMA não pretende impor medidas, mas construí-las a partir de uma
participação dialogada com todos os potenciais parceiros para a
acção.
Elaboração do PMATV
Novembro de 1999: Protocolo de colaboração técnica entre a
Autarquia e o Departamento de Ciências e Engenharia do Ambiente
38
da Universidade Nova de Lisboa
. Etapa 1: Diagnóstico ambiental selectivo
. Etapa 2: Vectores de intervenção estratégica para a sustentabilidade
ambiental
. Etapa 3: Acções e projectos de intervenção específicos
. Etapa 4: “Termómetro Ambiental de Torres”
Principais problemas ambientais identificados:
. Resíduos sólidos (entulhos e sucatas)
. Compatibilização ambiental das agro-pecuárias e estufas
. Linhas de água poluídas
. Alargamento da Educação Ambiental
. Ordenamento do Território
.
.
.
.
Processo de Implementação do PMA - 2005
No Apoio ao Processo de Implementação do PMA, cuja realização
está em curso, por parte da Faculdade de Ciências e Tecnologia da
Universidade Nova de Lisboa, estão previstas quatro etapas:
Avaliação e balanço da implementação do PMA;
Dinamização do processo participativo da sociedade civil e dos
vários actores institucionais na implementação do plano;
Colaboração com a CMTV na estratégia de implementação de
projectos e acções específicas;
Estabelecimento de um conjunto de indicadores sobre o Ambiente e
Qualidade de Vida no concelho, para monitorização futura da
evolução da situação ao longo do tempo.
2. Eco-Escolas
O Programa Eco-Escolas é uma iniciativa de âmbito internacional sob
a responsabilidade da Fundação para a Educação Ambiental (Fee),
que visa encorajar acções e reconhecer o trabalho desenvolvido pelas
escolas em benefício do Ambiente. Está orientado para a implementação da Agenda 21 ao nível local e é destinado, preferencialmente,
às escolas do ensino básico.
O programa pode ser adoptado por qualquer escola que se inscreva e
que siga uma metodologia definida em sete passos. Nessa metodologia, são abordados os temas base: água, resíduos e energia e ainda
complementarmente: biodiversidade, agricultura biológica, espaços
exteriores, ruído e transportes.
Uma escola que pretenda ser reconhecida com a Bandeira Verde
deverá seguir a metodologia proposta e realizar actividades no âmbito
dos temas - base e do tema do ano.
39
As condições prévias para uma escola aderir ao programa são:
. Concordância de adesão ao programa por parte do Director da escola;
. Declaração do interesse do Município em colaborar com a escola;
. Manifestação por parte da escola da vontade de envolver os alunos
.
nos processos de decisão e na implementação do Programa, em
qualquer das suas fases;
Manifestação da vontade da escola em melhorar o seu desempenho
ambiental.
A CMTV tem vindo, ao longo dos últimos anos, a apoiar e colaborar
com as escolas do concelho que têm pretendido aderir a este programa. No ano de 2005, três estabelecimentos de ensino deste concelho
(Escola Padre Francisco Soares, Escola Padre Vítor Melícias e Escola
B 2,3 da Freiria) aderiram ao Programa Eco-Escolas.
3. As Praias - A Bandeira Azul
Torres Vedras constitui o concelho que mais zonas balneares galardoadas tem tido na região Lisboa Vale do Tejo, começou em 1988 com
uma praia e em 2005 tem nove praias galardoadas.
O que é a Bandeira Azul?
É um certificado de qualidade ambiental que distingue o esforço de
diversas entidades, no sentido da melhoria do ambiente marinho,
costeiro, fluvial e lacustre e implica o cumprimento de diversos
critérios. Este galardão é válido somente durante uma época balnear
e é voluntário ou seja, cabe às entidades locais apresentarem ou não
a candidatura.
Evolução do número de praias galardoadas no concelho de Torres Vedras:
100%
90%
80%
70%
60%
50%
40%
30%
20%
10%
0%
1987 1988 1989 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004
Mirante
40
F’sica
Santa Rita Norte
Santa Rita Sul
Praia Azul
Pis‹o
Formosa
Centro
Quais os Requisitos para que
uma Praia seja galardoada com
Bandeira Azul?
Para que uma praia possa hastear a
Bandeira Azul tem de cumprir obrigatoriamente 22 critérios (imperativos) e
optativamente 5 critérios (guia). Os
critérios agrupam-se em três grandes
temas: Qualidade da água, Informação
e Educação Ambiental, Gestão ambiental e equipamentos, Segurança e
serviços de apoio.
As bandeiras azuis são atribuídas por
um júri europeu, depois de submetidas
à Comissão Nacional.
A Bandeira Azul é um galardão de qualidade,
anual, que distingue o esforço de diversas entidades no
sentido da melhoria do ambiente, da segurança e da
informação dos consumidores e a sua presença numa
praia deverá ser sinónimo de óptimas condições, aos
mais diversos níveis. Mas lembre-se que, o sucesso desta
Campanha depende, em grande parte, dos utilizadores das praias.
A qualidade das águas balneares têm classificação de” boa” em todas
as praias galardoadas no concelho.
O “Código de Conduta do Banhista”, poderá ser consultado junto aos
acessos das praias ou na Divisão de Ambiente da CMTV.
41
.
.
.
.
.
.
.
4. Candidatura ECOXXI
O Projecto ECOXXI, desenvolvido pela Associação Bandeira Azul da
Europa (ABAE), pretende tornar-se um ECO do Ambiente Municipal
no século XXI, sendo a sua nomenclatura e o seu conteúdo inspirados
nos princípios subjacentes à Agenda 21.
O Projecto ECOXXI tem como objectivos:
Sensibilizar os municípios para uma maior integração das
preocupações ambientais nas políticas municipais;
Envolver os municípios no apoio à implementação de programas de
Educação Ambiental no âmbito da implementação da Agenda 21 Local;
Motivar os municípios para a importância do seu papel como
parceiros e como agentes do processo de Educação Ambiental
formal e não formal;
Desenvolver acções concertadas com os municípios de (in)formação
dirigida a diversos públicos alvo;
Contribuir para o aparecimento das Agendas 21 Locais;
Contribuir para elaboração de indicadores de sustentabilidade local;
Reconhecer as iniciativas/políticas em desenvolvimento no concelho,
em prol do Ambiente.
O processo de implementação do ECOXXI passa por um consequente
envolvimento efectivo de todos os parceiros, na elaboração e implementação da Agenda 21 e no cumprimento dos seus objectivos, com
especial ênfase nos municípios, destinatários últimos do Projecto.
A implementação do Projecto “ECOXXI” visa contribuir para a aferição
de indicadores de desenvolvimento sustentável a nível do município,
bem como reconhecer o esforço desenvolvido na implementação de
medidas pró-ambientais, com especial ênfase na Educação
Ambiental.
Com o estabelecimento de metas a atingir pelo município para os indicadores que integram o Projecto ECOXXI, pretende avaliar-se quer o
desempenho, quer o caminho a percorrer no trabalho de construção
da sustentabilidade.
5. Carta de AALBORG
Os compromissos de AALBORG - Aprovados por aclamação na
Conferência AALBORG + 10 em 12 de Junho de 2004.
São dez princípios de actuação a que os municípios aderentes se
comprometem, assumindo o seu envolvimento pleno, bem como o
desenvolvimento de todas as acções e encargos daí advenientes, a
citar:
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1. Governância
Nós comprometemo-nos a enriquecer os nossos processos de
decisão através de maior democracia participativa.
2. Gestão Local para a Sustentabilidade
Nós comprometemo-nos a implementar uma gestão eficiente, em
ciclos, desde o planeamento, passando pela implementação até à
avaliação.
3. Bens Comuns Naturais
Nós comprometemo-nos a assegurar plenamente as nossas
responsabilidades para proteger, preservar e assegurar o acesso
equitativo aos bens comuns naturais.
4. Consumo Responsável e Opções de Estilo de Vida
Nós comprometemo-nos a adoptar e a proporcionar um uso prudente
e eficiente dos recursos e a encorajar um consumo e produção sustentáveis.
5. Planeamento e Desenho Urbano
Nós comprometemo-nos a reconhecer o papel estratégico do planeamento e do desenho urbano na abordagem das questões ambientais,
sociais, económicas, culturais e da saúde, para benefício de todos.
6. Melhor Mobilidade, Menos Tráfego
Nós reconhecemos a interdependência entre os transportes, a saúde
e o ambiente e, por isso, comprometemo-nos a promover as opções
de mobilidade sustentável.
7. Acção Local para a Saúde
Nós comprometemo-nos a proteger e a promover a saúde e o bemestar dos nossos cidadãos.
8. Economia Local Dinâmica e Sustentável
Nós comprometemo-nos a apoiar e a criar as condições para uma
economia local dinâmica que reforce o acesso ao emprego sem
prejudicar o ambiente.
9. Equidade e Justiça Social
Nós comprometemo-nos em a assegurar comunidades inclusivas e
solidárias.
10. Do Local para o Global
Nós comprometemo-nos a assumir as nossas responsabilidades
globais pela paz, justiça, equidade, desenvolvimento sustentável e
protecção do clima.
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Glossário
Aditivos Alimentares – Substâncias com ou sem valor nutritivo, que
se adicionam a um produto como forma de o melhorar. Podem servir
para corar, adoçar ou mesmo para o conservar. São representadas
nos rótulos pela letra E seguida por 3 ou 4 algarismos que as permitem identificar. Por exemplo:
E1 - corantes; E2 - conservantes; E3 - edulcorantes.
Água Potável – Água que apresenta todas as condições de pureza e
higiene para poder ser consumida sem risco para a saúde.
Águas Residuais – Água com substâncias dissolvidas e em suspensão, que resulta da sua utilização e que a torna imprópria para consumo.
É uma água poluída que deve ser tratada antes de ser no ambiente.
Ambiente – É um conjunto de condições (físicas, químicas, biológicas, sociais,...) que rodeia e influencia a vida de um indivíduo ou conjunto de indivíduos (uma população).
Águas Lixiviantes – Águas provenientes da decomposição dos lixos
e da sua lavagem pela chuva, são águas altamente poluentes.
Aterro Sanitário – Instalação para a deposição controlada de resíduos sólidos de modo adequado, sendo minimizados todos os problemas ambientais. O terreno dos aterros é devidamente impermeabilizado impedindo a passagem de poluentes para a zona envolvente e
para o ambiente em geral. Existe compactação e cobertura dos resíduos, é efectuada a recolha e transporte de água lixiviantes e dos
gases (Biogás) resultantes da decomposição dos resíduos (fracção
orgânica).
Atmosfera – Massa de ar que envolve a Terra.
Autóctones – Refere-se às espécies animais ou vegetais originárias
de determinada área geográfica.
Biodegradável – Substância que pode ser facilmente decomposta
por processos naturais, em elementos mais simples, por acção de
microorganismos existentes na natureza.
Biodiversidade – Designação utilizada para a diversidade biológica.
Descreve o número, variedade e dispersão de organismos vivos num
dado ambiente espacial. Pode ser do mundo, de ecossistemas, de
espécies, ou diversidade genética dentro de uma espécie.
Biogás – Gás (metano) originado pela decomposição dos resíduos. É
recuperado de forma a evitar explosões podendo também ser captado para a produção de energia.
Biomassa – Energia derivada dos produtos e subprodutos da floresta, resíduos de culturas agrícolas, resíduos sólidos urbanos e resíduos da indústria madeireira.
CFC’s – (clorofluorcarbonetos) – Grupo de moléculas que ao serem
libertadas para a atmosfera contribuem para a destruição da camada
de ozono. Encontram-se nos gases de refrigeração (frigoríficos),
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sprays e outros aerossóis.
Combustíveis Fósseis – Produtos derivados de restos de animais e
plantas que viveram na Terra em épocas anteriores à aparição do
Homem, como o carvão mineral, o petróleo e o gás natural. São fontes
energéticas não renováveis.
Comércio Justo – Forma de troca comercial em que se pretende dar
o devido valor a todos os elementos da cadeia do produto. Neste caso
todos os envolvidos, nomeadamente o produtor, recebem o seu devido valor pelo produto.
Compactação – Processo de redução do volume dos resíduos.
Compostagem – Processo controlado de decomposição da matéria
orgânica por microorganismos em condições aeróbias. Produz um
produto final semelhante ao Húmus ou estrume, o composto, que
pode ser aplicado no solo como correctivo orgânico.
Composto – Produto resultante da compostagem.
Consumo Sustentável – Utilizar produtos e serviços de que necessitamos sem, no entanto colocar em risco a satisfação das necessidades das gerações futuras.
Contaminantes – Materiais ou produtos prejudiciais que pelas suas
características danificam ou diminuem as qualidades de um material,
processo ou ambiente.
Descartável – Objecto que se utiliza apenas uma vez e que geralmente se deita fora no final da sua utilização.
Desperdícios – Restos ou resíduos de produtos ou materiais que utilizamos. Normalmente está associado a um gasto inútil, sem necessidade.
Dioxina – Quando os compostos com cloro ardem a temperaturas
moderadas, e em condições em que o oxigénio não é abundante,
existe a possibilidade da sua destruição ser incompleta, e consequentemente formam-se uma série de produtos de combustão parcial.
Estes produtos incluem frequentemente compostos geralmente
conhecidos como Dioxinas. Trata-se de substâncias persistentes no
meio ambiente e altamente tóxicas e cancerígenas. Como exemplo de
fontes de emissão de dioxinas temos a queima de resíduos não controlada ou a simples lareira.
Drenagem – Escoamento de Líquidos e Gases.
Ecocentro – Parque com contentores de grandes dimensões, destinado a receber separadamente diversos materiais para posterior tratamento e reciclagem.
Ecoponto – Conjunto de contentores para a deposição de resíduos
destinados à reciclagem.
Ecossistema – Unidade natural que inclui componentes vivos e não
vivos, interagindo para produzir um sistema estável.
Ecoturismo – Segmento da actividade turística que utiliza, de forma
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sustentável, o património natural e cultural, incentiva a sua conservação e promove a formação de uma consciência ambiental.
Efeito Estufa – Fenómeno resultante da retenção, na atmosfera, do
calor reflectido pela superfície terrestre e que é muito intensificado por
substâncias libertadas pelas actividades humanas, como o dióxido de
carbono, o metano, outras substâncias gasosas e partículas sólidas.
Embalagens – Produto ou material que se utiliza para envolver, transportar, proteger e conservar os produtos ao longo do seu ciclo de produção, até ao consumidor final.
Energia Eólica – Energia obtida através do vento.
Energia Geotérmica – Energia obtida através do calor da Terra.
Energia Hídrica – Energia obtida através do movimento de grandes
massas de água.
Energia das Marés – Energia que provém do movimento das marés.
Energia Não Renovável – São as formas de energia cujas fontes não
podem ser repostas no curto ou médio prazo (petróleo, carvão, gás
natural).
Energia das Ondas – Energia que é obtida através do aproveitamento da ondulação.
Energia Renovável – Todo o tipo de energia produzida a partir de
uma fonte natural que não se esgota. As formas mais frequentes são:
a hidroelectricidade (produzida a partir da força hidráulica), a energia
eólica (gerada pelo vento) e a energia solar (que explora os raios do sol).
Energia Solar – Energia proveniente do Sol.
Entulhos – Resíduos sólidos resultantes de obras de construção e
demolições de edifícios.
Incineração – Queima de resíduos sólidos em condições de
temperatura e oxigénio controladas, para garantir a combustão completa. Existe controle das emissões gasosas (fumos) através de
equipamento para a remoção de poluentes de forma a evitar a
poluição atmosférica.
Lixeira – Local onde são despejados resíduos sem que haja qualquer
controlo ambiental e sanitário.
Monos ou Monstros – Objectos domésticos de grandes dimensões,
que se encontram fora de uso, e dos quais nos queremos desfazer.
Por exemplo, mobílias velhas, electrodomésticos, louças sanitárias, etc.
Óleos Usados – Quaisquer óleos de cozinha ou lubrificantes, sintéticos ou minerais, que já não podem ser utilizados para as funções a
que inicialmente estavam destinados.
Pegada Ecológica – Recursos gastos por uma pessoa ou população,
expressa em termos de terreno, para manter o seu nível de vida e de
consumo (de bens e serviços) no dia-a-dia e absorver os seus desperdícios.
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Pneus Usados – Todos os pneus que já não podem ser utilizados
para as funções a que se destinavam.
Poluentes Atmosféricos – Substâncias ou energias introduzidas na
atmosfera que exerçam uma acção nociva susceptível de pôr em risco
a saúde Humana, de causar danos aos recursos biológicos e aos
ecossistemas, de deteriorar bens materiais e de ameaçar ou prejudicar o valor recreativo, assim como outras utilizações legítimas do
ambiente.
Poluição – Desequilíbrio do mundo natural provocado pela libertação
e/ou acumulação de substâncias químicas ou outras, em consequência da actividade humana.
Poluição Atmosférica – Resulta da introdução pelo Homem na
atmosfera directa ou indirectamente de poluentes atmosféricos.
Política dos 3 R’s – Conjunto de princípios orientadores de gestão de
resíduos sólidos, adoptados pela Comunidade Europeia na sequência
da Conferência do Rio em 1992. Os três R’s são: Reduzir, Reutilizar,
Reciclar.
Reciclar – Processo que permite transformar materiais que já não têm
utilidade (resíduos por exemplo) em novos materiais e produtos que
podem ser utilizados novamente. Envolve a separação, recolha e
transformação de um resíduo para que este possa ser novamente utilizado, para o mesmo fim, ou para outro que não o original.
Recursos Naturais – Materiais que existem na Natureza e que são
utilizados pelo Homem nas suas actividades diárias (petróleo,
minerais, solo, água, ...)
Rede de Medição da Qualidade do Ar – Conjunto de estações de
medição que tem como objectivo a caracterização da qualidade do ar
de uma região.
Redução de Resíduos – A melhor forma de diminuir os efeitos negativos dos resíduos no ambiente é diminuir a quantidade de resíduos
que produzimos nas nossas actividades diárias através da redução do
consumo e na economia das embalagens supérfulas.
Reutilizar – É utilizar o produto mais do que uma vez para o mesmo
fim para que foi concebido ou outro. É o caso das garrafas de vidro
com tara.
Resíduo – Materiais ou produtos de que já não necessitamos ou que
deixam de ter utilidade após o consumo que o detentor se desfaz ou
tem obrigação de se desfazer.
Resíduos de Construção e de Demolição (RCD) – São os resíduos
produzidos nas obras de arranjo ou reabilitação de edificações ou produzidos durante a construção das mesmas.
Resíduos Hospitalares – Resíduos produzidos em unidades de
prestação de cuidados de saúde, incluindo as actividades médicas de
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diagnóstico, prevenção e tratamento de doenças em seres humanos
ou animais, e ainda as actividades de investigação relacionadas.
Resíduos Industriais – Resíduos sólidos produzidos nas unidades
industriais, e unidades de produção e distribuição de energia, gás,
água e telecomunicações. Podem ser equiparáveis aos RSU,
mas produzidos em quantidades superiores a 1100 litros por dia são
denominados RIB (resíduos industriais banais); caso tenham
características que os enquadrem nos resíduos perigosos, denominam-se RIP (resíduos industriais perigosos), devendo nessses casos
sofrer tratamento adequado.
Resíduos Urbanos (RSU) – São os resíduos produzidos nas
habitações e provenientes da limpeza pública. São ainda considerados como RSU os resíduos semelhantes aos domésticos, produzidos
por estabelecimentos comerciais, unidades industriais e unidades
prestadoras de cuidados de saúde, com uma produção até 1100 litros
por dia por produtor.
Resíduos Tóxicos/Perigosos – Resíduos que contêm substâncias,
que em determinadas concentrações representam risco para a saúde
humana e para o Ambiente.
Retornável (Tara) – Objecto ou embalagem que no fim da sua utilização pode ser devolvido ao distribuidor e que será novamente utilizado
para o fim a que se destinava.
Reutilizar – Tornar a utilizar um produto para outra função e que
assim permite aumentar o seu tempo de vida útil.
Ruído – Incómodo originado por sons sentidos como indesejáveis
pelo indivíduo que os ouve.
Ruído de Vizinhança – Todo o ruído habitualmente associado ao uso
habitacional e às actividades que lhe são inerentes, produzido em
lugar público ou privado, directamente por alguém ou por intermédio
de outrem ou de coisa à sua guarda, ou de animal colocado sob sua
responsabilidade que pela sua duração, repetição ou intensidade, seja
susceptível de atentar contra a tranquilidade da vizinhança ou a saúde
pública.
Selagem – Processo que consiste no encerramento de um aterro
sanitário, com tela impermeável e terra vegetal e subsequente integração paisagística.
Separação ou Triagem – Separação consiste na colocação dos resíduos em contentores diferentes (ecopontos, ecocentro) permitindo
assim, o seu encaminhamento para a reciclagem. A triagem é o
processo de separação dos resíduos mais minucioso, permitindo dar
o destino final adequado aos materiais separados pelos cidadãos e
colocados nos sistemas de recolha selectiva.
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Contactos
SERVIÇOS DA CMTV
. Departamento de Ambiente e Serviços Urbanos
Gabinete de Apoio ao Vereador
Travessa Luís Cardoso, Nº 1, 1º, Torres Vedras
Telefone: 261 320 734 | Fax: 261 320 752
. Divisão de Serviços Urbanos
Sector de Limpeza Urbana - Telefone: 261 320 730
Recolha de RSU e de “Monstros”- Telefone: 261 310 487
Sector de Espaços Verdes - Telefone: 261 320 731
. Divisão de Ambiente
Telefone: 261 310 436
Linha SOS Ambiente: 800 200 130
. Centro de Educação Ambiental - CEA
Parque Verde da Várzea
Rua Villenave D’Ornon, 2560 - 683 Torres Vedras
Telef. - 261 320 742 | Fax. - 261 314 163
Endereço electrónico: [email protected]
Horário do CEA: Dias úteis das 9h00 às 17h00.
. Canil Municipal
Horário: De 2a a 6a feira, das 9h00 às 12h00 e das 13h30 às 17h00.
Entrega de cães para Adopção e Vacinação:
Durante o horário de permanência do veterinário, à 3a e 6a feira,
das 10h00 às 12h30.
Adopção de Animais, contactar:
Canil Municipal | Médico Veterinário Municipal: 918 773 371
. Serviços Municipalizados de Água e Saneamento - SMAS
Telefone: 261 336 500 | Fax: 261 336 501
Avarias Piquete:
Telefone: 261 336 515 | 91 877 34 37
49
OUTROS CONTACTOS ÚTEIS:
. ÁGUAS DO OESTE
Convento de S. Miguel das Gaeiras | 2510 - 718 Gaeiras
Telefone: 262 955 200 | Fax: 262 955 201
. AMBIMED
Rua António França Borges, 21 A | 2560 – 337 Torres Vedras
Telefone: 261 320 311 | Fax: 261 320 320
. RESIOESTE
Estrada Nacional 361-1, Cabeça Gorda – Malpique | 2550 Cadaval
Telefone: 262 770 050 | Fax: 262 770 061
. TRIANOVO, Reciclagem
Casais da Serra | 2560 – 057 A – dos – Cunhados
Telefone: 261 981 477 | Fax: 261 982 018
. VALORPNEU, Sociedade de Gestão de Pneus, Lda.
Av. Torre de Belém, 29 | 1400-342 Lisboa
Telefone: 213 032 303 | Fax: 213 032 305
. ECOPILHAS, Sociedade Gestora de Resíduos de Pilhas e Acumuladores, Lda.
Av. Casal Ribeiro, Nº18, 6º | 1000-092 Lisboa
Telefone: 213 510 412 | Fax: 213 510 420
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Sites de interesse:
. www.cm-tvedras.pt - Câmara Municipal de Torres Vedras
. www.smastv.pt - SMAS de Torres Vedras
. www.rt-oeste.pt - Região de Turismo do Oeste
. www.iambiente.pt - Instituto do Ambiente
. www.inag.pt - Instituto da Água
. www.icn.pt - Instituto da Conservação da Natureza
. www.inresiduos.pt - Instituto dos Resíduos
. www.europa.eu.int - União Europeia
. www.io.fc.ul.pt - Instituto de Oceanografia
. www.abae.pt - Bandeira Azul
. www. ccdr-lvt.pt - Comissão de Coordenação e Desenvolvimento
Regional de Lisboa e Vale do Tejo
. www. ecopilhas.pt - Ecopilhas, Sociedade Gestora de Resíduos
de Pilhas e Acumuladores, Lda.
. www. valorpneu.pt - ValorPneu, Sociedade Gestora de Pneus, Lda.
Datas a assinalar:
2 de Fevereiro
21 de Março
22 de Março
23 de Março
7 de Abril
29 de Maio
5 de Junho
17 de Junho
28 de Junho
16 de Setembro
4 de Outubro
15 de Novembro
Dia Mundial das Zonas Húmidas
Dia Mundial da Árvore e da Floresta
Dia Mundial da Água
Dia Mundial da Meteorologia
Dia Mundial da Saúde
Dia Mundial da Energia
Dia Mundial do Ambiente
Dia Mundial do Combate à Desertificação e à Seca
Dia Nacional da Conservação da Natureza
Dia Mundial para a Preservação da Camada do Ozono
Dia Mundial do Habitat do Animal
Dia do Mar
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Notas
52
Notas
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TRATAMOS RESÍDUOS PERIGOSOS
... COM TODA A SEGURANÇA!
Gestão de Resíduos Hospitalares
Temos uma SOLUÇÃO
GLOBAL
Tecnicamente Adequada
Ambientalmente Correcta
Eficaz e de Baixos Custos
Legal
SEGURA
Um serviço AmbiMed
“Gestão de Resíduos e de Sub-Produtos” produzidos
em actividades de Prestação de Cuidados de Saúde a animais.
Destinado a Veterinários, Explorações Pecuárias,
Canis, Associações de Caça, Laboratórios Veterinários,
Matadouros, etc.
Controlo de pragas urbanas:
Desratizações
Desinsectizações
Desinfecções
Controlo e prevenção da legionelose
Serviços de higiene:
Bacteriostáticos
Dispensadores femininos
Download

- Agenda 21 Torres Vedras