GESTÃO, DESIGN E NOVAS TECNOLOGIAS 50 PROCESSO DE ESTÁGIO PROBATÓRIO DE TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR VANESSA VIOL MORETTI6 MARIA DO CARMO DUARTE FREITAS7 INTRODUÇÃO Não há organização sem pessoas e, dificilmente, atingem-se objetivos globais e estratégicos sem o gerenciamento das capacidades individuais. As variações das atividades realizadas decorrem de fatores implícitos e individuais de acordo com as habilidades e capacidades intelectuais. Organizações competitivas aderem a uma cultura baseada na aprendizagem contínua, trabalho em equipe, apoio à criatividade, autonomia no processo decisório, flexibilidade e compartilhamento de informações. Para isso, há a necessidade de estruturas organizacionais e modelos gerenciais que permitam vislumbrar essa nova cultura. A criação do conhecimento organizacional volta-se ao modo como são sistematizados os aprendizados, organizadas as informações, resolvidos os problemas e planejadas as ações planejadas. Nesse contexto, surge a discussão sobre necessidade de programar numa Instituição de Ensino Superior iniciativas de educação corporativa, englobando programas, projetos e ações 6 Gestora da Informação formada pela UFPR Professora, engenheira e Doutora em engenharia de Produção, atua nos PPGEP e PPCGI da Universidade Federal do Paraná 7 GESTÃO, DESIGN E NOVAS TECNOLOGIAS 51 voltados à qualificação da força produtiva rumo ao alinhamento das operações, táticas e estratégias à cultura organizacional. Há, também, a necessidade de observar as exigências legais de nível nacional para a implantação das iniciativas de educação corporativa. Uma delas é representada pelo Decreto nº 5.707/23.02.2006, que institui a política e as diretrizes para o desenvolvimento de pessoal da administração pública federal direta e autárquica. O problema busca soluções para a Unidade de Avaliação corresponde à reestruturação dos procedimentos dos probatórios submetidos aos servidores públicos de uma Instituição de Ensino Superior - IES. Visando a tanto gestão de conteúdo dos probatórios quanto a disseminação do mesmo. Facilitando, a manipulação dos dados e tornando ágil o processo de coleta e autenticidade desses probatórios na busca de implantar a avaliação de desempenho como um instrumento gerencial, definido institucionalmente, que deve mensurar os resultados dos trabalhos realizados, focados em padrão de qualidade de atendimento ao usuário, a partir de critérios objetivos e de metas pré-estabelecidas. Atende às disposições constantes na Lei 11.01/2005 – PCCTAE e 11.784/2008; no Decreto 5.825/2006 e na Resolução 21/2008 – COPLAD e servindo de base para a Progressão por Mérito Profissional dos Servidores Técnico-administrativos em Educação. (COORDENADORIA ..., 2009). A expectativa é que o servidor ao responder os questionamentos dos probatórios contribui para a definição de diretrizes que nortearão as políticas institucionais e de gestão de pessoas, propiciando avanços na melhoria da qualidade dos serviços prestados à comunidade. Tem-se como proposta uma reestruturação dos procedimentos envolvendo os fluxos de informações e a gestão de conteúdos dos formulários de avaliação de estágio probatório dos servidores da UFPR. GESTÃO, DESIGN E NOVAS TECNOLOGIAS 52 1. GESTÃO DE PESSOAS NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA O gerenciamento de capital intelectual, o desenvolvimento tecnológico, as mudanças organizacionais e a exigência pela qualidade e produtividade são fatores que garantem vantagem competitiva às organizações. Essa, por sua vez, não existe sem pessoas e, dificilmente, atingem-se objetivos globais e estratégicos sem o gerenciamento das capacidades individuais. Independentemente do ramo de atuação da organização, os processos além de produtos tangíveis geram informações e conhecimentos, intangíveis que compõe o fluxo produtivo. Nesse sentido, surge a necessidade de gerir tais ativos, tanto como seus recursos físicos, financeiros e humanos. A união e o gerenciamento desses ativos contribuem para uma gestão pautada na competência e no profissionalismo. As propostas para obtenção de vantagem competitiva, apesar das diferenças de ordem semântica, parecem caminhar para uma mesma direção: gestão estratégica de recursos humanos (Kamoche, 1996; Taylor, Beechler & Napier, 1996); gestão de competências (Prahalad & Hamel, 1990; Heene & Sanchez, 1997); gestão de desempenho (Edwards & Ewen, 1996); acumulação do saber (Arrègle, 1995; Wright et al., 1995); e gestão do capital intelectual (Stewart, 1998). (BRANDÂO; GUIMARÃES, [200-], p.1) Setzer (1999) considera que o conhecimento, competência e informação são necessários para que o trabalhador seja dividido em grupos de áreas de conhecimentos afins. Os sistemas para pessoas segundo Tarapanoff (200-, p.79) “refere-se a sistemas e procedimentos que constroem e reforçam o entendimento compartilhado e facilitam o aprendizado dentro da organização.” GESTÃO, DESIGN E NOVAS TECNOLOGIAS 53 Prahalad & Hamel (1990) descreve, a nível organizacional, competência como sendo “um conjunto de conhecimentos, habilidades, tecnologias, sistemas físicos, gerenciais e valores que geram um diferencial competitivo para a organização.” A gestão de competências faz parte de um sistema maior de gestão organizacional. Trata-se de um processo contínuo que toma como referência a estratégia da empresa e direciona suas ações de recrutamento e seleção, treinamento, gestão de carreira, avaliação de desempenho e formalização de alianças estratégicas, entre outras, para captação e desenvolvimento das competências necessárias ao atingimento de seus objetivos. (BRANDÂO; GUIMARÃES, [200-], p.6). Competências podem ser consideradas como fonte de valor tanto para os indivíduos quanto para a organização. Para isso, há a necessidade de se agregar valor às práticas sociais que envolvem conhecimentos, habilidades, atitudes e os indivíduos e às econômicas referindo-se à organização. Agregação por meio do gerenciamento de informações e atividades, visualizado por meio do modelo expresso por Fleury e Fleury (2001) na Figura 1. FIGURA 1 – COMPETÊNCIA E A AGRAGAÇÂO DE VALOR FONTE: Adaptado de Fleury; Fleury (2001) GESTÃO, DESIGN E NOVAS TECNOLOGIAS 54 A competência pode ser entendida como um conjunto de conhecimentos, habilidades, e atitudes que manifestam comportamento de entrega e geram um diferencial competitivo para a organização. As competências humanas na visão de (CARBONE; BRANDÃO; LEITE, 2005 apud BRANDÃO [et al], 2008, p. 877) são “combinações sinérgicas de conhecimentos, habilidades e atitudes, expressas pelo desempenho profissional dentro de determinado contexto organizacional, que agregam valor a pessoas e organizações”. O modelo de gestão por competências resulta em um processo contínuo de aprendizagem onde o diálogo é um imperativo, portanto, o gestor desempenha um papel crucial, quer seja na identificação de competências (mapeamentos) e disseminação do modelo, quer seja no desenvolvimento do empregado sob sua gestão visando a eliminação de “gaps” de competência (preenchimento das lacunas entre o que se espera da pessoa e as competências que ela realmente possui). (SANTOS, 2004, p.) A gestão de pessoas por competências é um processo contínuo que direciona as ações de capacitação, seleção, carreira, avaliação de desempenho e possibilita a formalização de alianças estratégicas para captação e desenvolvimento das competências necessárias ao alcance dos objetivos empresariais, além de valorizar os pontos fortes apresentados pelos empregados. Para BRANDÃO e GUIMARÃES ([200-], p.7) a gestão de pessoas “apresenta-se como um instrumento gerencial capaz de integrar diferentes níveis organizacionais e promover a melhoria da performance de indivíduos, de equipes de trabalho e da organização como um todo”. A avaliação de desempenho “é um processo necessário e vital para o crescimento e melhoria contínua da organização. Sem medição não há como gerir as atividades, nem monitorar os resultados dos recursos empregados” (LUNA, 2008, p. 6). Não se restringe ao acompanhamento das metas, possibilita, também, a identificação da forma como as pessoas agem no ambiente de trabalho, de modo a produzir um determinado resultado ou alcançar um objetivo. O desenvolvimento do desempenho requer desafios e GESTÃO, DESIGN E NOVAS TECNOLOGIAS 55 experiências práticas na execução de tarefas com a orientação e feedback preciso por parte dos gestores. Gestão de desempenho é considerada como sendo uma das etapas de gestão de pessoas. Envolvendo, assim, “atividades de planejamento, acompanhamento e avaliação do trabalho, tendo como objetivo principal, sob uma perspectiva funcionalista, o aprimoramento do desempenho das pessoas” (BRANDÂO; GUIMARÃES, [200-], p.7). Gerir o desempenho significa avaliar a extensão da discrepância entre o planejado e o realizado, identificar os fatos geradores desta situação e, em seguida, intervir, tomando decisões para eliminar as variáveis constituídas em fontes de problemas. Um dos “principais benefícios da avaliação de desempenho é o direcionamento da empresa para o caminho correto para alcance dos objetivos pré-estabelecidos” (LUNA, 2008, p. 6). Fornecendo, assim, subsídios para o diagnóstico de problemas e contribuir para a tomada de decisão. A avaliação de desempenho é um instrumento utilizado pelas organizações e pressupõe que o seu desempenho depende da atuação e contribuições das pessoas tanto de forma individual quanto em equipe. Essas avaliações, após serem analisadas e interpretadas, fornecem subsídios para que ocorra, por exemplo, progressão na carreira, processos seletivos, subsídios para a identificação de necessidades de qualificação, determinação de potencial e remuneração. Organizações têm buscado implantar algum sistema de avaliação, que vise conhecer a extensão da contribuição de cada um dos empregados nos resultados corporativos, identificar problemas de integração, gerenciamento, motivação e de aproveitamento abaixo do potencial. GESTÃO, DESIGN E NOVAS TECNOLOGIAS 56 Um modelo de avaliação de desempenho, para ser bem-sucedido, deve respeitar as características culturais da organização e os sistemas de avaliação devem ser justos e imparciais, baseados em padrões de desempenho atingíveis, objetivos, claros e mensuráveis, apoiados na realidade dos cargos ou postos de trabalho. Une-se nesta proposta conhecimentos da gestão de competência e desempenho e a área de desenvolvimento de produto – no caso, modelagem inicial para sistema informacional. 2. PROCEDIMENTO METODOLÓGICO Os passos metodológicos seguem as práticas sugeridas para o processo de desenvolvimento de produtos, acompanhadas de conhecimentos de metodologia científica e habilidades em planejamento de projetos, assim como demais competências oriundas de outras áreas do saber. Por essa razão, fez-se um breve estudo bibliográfico (Seção 2) nas áreas de gestão de pessoas, avaliação de desempenho e ciclo da informação. Dessa forma, é possível unir esses temas culminando na gestão de conteúdo dos probatórios e no fluxo de informação referente a eles. A divisão da metodologia, a partir do referencial, foi realizada conforme figura 2. FIGURA 2 - PLANEJAMENTO DO PROJETO Investigar o cenário Visualizar a problemática Sugestões de Soluções Modelagem A partir do planejamento do projeto teve-se o diagnóstico completo da área em que se sugeriu a implantação do produto. Atendendo, assim, aos requisitos e necessidades apontadas, além de traçar os caminhos a serem GESTÃO, DESIGN E NOVAS TECNOLOGIAS 57 seguidos para atingi-lo. Atendo-se, portanto, à viabilidade dessa proposta. Para tanto, analisou-se o modelo atual dos formulários, tanto de técnico-administrativos quanto de docentes, procurando identificar se: a) b) c) d) e) havia precisão na elaboração das perguntas; havia possibilidade de mais de uma resposta para a mesma pergunta; as perguntas contidas realmente avaliam os servidores; a escala de pontuação utilizada estava adequada para o modelo de avaliação proposto; os questionamentos podem ser respondidos de forma rápida. Além disso, a estrutura das questões foi estudada e revista de forma a torná-las objetivas e práticas, contribuindo, assim, para um padrão de respostas esperadas. Cuja tabulação dos dados permite a tomada de decisão coerente com as reais necessidades de uma IES. Paralelamente a isso, de forma a dar suporte aos critérios de análise, foram verificados os probatórios de outras Instituições Federais de Ensino Superior, selecionadas por apresentarem modelos de formulários probatórios com estruturas e questões diferentes. Entre essas se citam: Universidade Federal da Paraíba; Universidade Federal de Lavras; Universidade Federal de Minas Gerais; Universidade Federal de São Carlos; Universidade Federal do Acre; Universidade Federal do Espírito Santo; Universidade Federal do Rio de Janeiro; Universidade Federal do Rio Grande do Norte; Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Universidade Federal do Pará; Universidade Federal dos Vales . do Jequitinhonha e Mucuri; Universidade Federal Fluminense e Universidade Federal do Paraná. GESTÃO, DESIGN E NOVAS TECNOLOGIAS 58 Dessa forma, há subsídios para compará-los com o modelo atual da IES estudada e extrair o que há de relevante em cada um deles. De forma a serem incluídos nesta reformulação. Após a utilização de benchmark de modelos de outras Instituições e análise minuciosa das Resoluções que regem as avaliações dos servidores e docentes, estabeleceu-se uma série de critérios que são considerados como necessários às execuções das tarefas avaliadas. Sendo que os avaliadores devem selecionar as opções que realmente expressam o comportamento do avaliado. Para os servidores técnico-administrativos, consta na resolução da IES a necessidade de avaliação dos servidores técnico-administrativos sob os critérios de: a) produtividade; b) capacidade de iniciativa; c) responsabilidade; d) assiduidade; e) disciplina. As pontuações máximas de 30, 21, 21,14 e 14 pontos, respectivamente. Esses critérios continuam sendo válidos no modelo reestruturado. Nesta proposta, acrescenta-se a escala Likert, somatória, para os critérios avaliativos, em razão de esta ser utilizada para medir atitudes. Uma escala de medida com respostas de concordância e discordância total, exigindo dos avaliadores a indicação do grau de acordo com cada série de afirmações (MALHOTRA, 2001). Dessa forma, o avaliador é solicitado não só a responder se concorda ou discorda das afirmações, e o grau de concordância e discordância. Uma vez que, segundo Oakland (1994) os indicadores devem ser mensuráveis e apontar objetivos tangíveis e passíveis de quantificar; agregando relevância a resultados do método. GESTÃO, DESIGN E NOVAS TECNOLOGIAS 59 A escala de avaliação aplicada oscilará entre a concordância e discordância das afirmações propostas. São eles: concordo totalmente; concordo; indiferente; discordo; e discordo totalmente. A cada resposta é atribuída uma pontuação que reflete a direção da atitude do avaliador em relação às afirmações. (MATTAR, 1996, p.96). Essa pontuação foi realizada a partir da escala de diferencial semântico – Osgood (PEREIRA, 2001). Uma vez que são relativos às dimensões avaliativas e se atribuídos números, como é o caso desta reformulação, “assume-se que o julgamento dos respondentes foi efetuado segundo uma escala de intervalo e, por isso, os dados poderão ser analisados segundo as propriedades desse tipo de escala.” (MATTAR, 1996, p.94). Criaram-se indicadores distribuídos em uma escala de cinco pontos. A cada um dos critérios a serem avaliados foi estabelecido um peso, de forma que as somatórias dos mesmos não ultrapasse o total estipulado pela Resolução. Os quais foram obtidos da seguinte forma: 1. 2. 3. 4. 5. divisão do valor máximo atribuído na Resolução a um critério pelo número de questões relacionadas ao mesmo; atribuição do valor encontrado à escala “Concordo Totalmente”; divisão do mesmo por 2, para calcular o valor da escala “Concordo”; atribuição de peso zero à escala “Indiferente”; atribuição do mesmo valor aritmético de “Concordo” e “Concordo totalmente”, respectivamente, às escalas “Discordo” e ”Discordo totalmente” porém com a valorização negativa. Exemplificando: o critério de assiduidade é composto por sete afirmativas, sendo que o valor máximo que pode ser atingido é 14 pontos. Tem-se a divisão da pontuação total pelos números de questões do critério, o valor conseguido é o máximo da escala “concordo GESTÃO, DESIGN E NOVAS TECNOLOGIAS 60 totalmente” e os demais números distribuídos (Quadro 1). Os demais critérios de capacidade de iniciativa, responsabilidade, disciplina e produtividade são calculados dessa mesma forma. Definindo assim, as pontuações específicas para: Pontuações Capacida Assiduida Produtivida Responsabilid de de de de ade iniciativa Discipli na CONCORDO TOTALMENTE 2 2 1 1,75 0,875 CONCORDO 1 1 0,5 0,875 0,4375 INDIFERENTE 0 0 0 0 0 DISCORDO -1 -1 -0,5 -0,875 -0,4375 -2 -2 -1 -1,75 0.875 14 30 21 21 7 Escala likert DISCORDO TOTALMENTE MÁXIMO: pontos QUADRO 1 - PONTUAÇÃO ATRIBUÍDA À SERVIDORES TÉCNICOADMINISTRATIVOS A coerência dos valores estabelecidos para compor a somatória estabelecida pela Resolução já citada foi testada em planilhas desenvolvidas no aplicativo Microsoft Excel. A partir dos novos critérios para avaliar os servidores técnicoadministrativos e docentes, verificou-se a desnecessidade de utilização de todas as perguntas descritivas presentes no modelo de probatório estudado da IES. Selecionaram-se aquelas questões ainda não contempladas nesta reformulação. São elas: Quais os aspectos que podem estar interferindo no desempenho do avaliando durante o período? Quais os cursos, de seu interesse, que podem ser oferecidos pela Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas? GESTÃO, DESIGN E NOVAS TECNOLOGIAS 61 A primeira questão deve ser respondida pela chefia, cujas alternativas listadas como possível resposta foram obtidas a partir das respostas de uma amostragem de 200 probatórios de servidores técnicoadministrativos e docentes. Ressalta-se a presença do campo “Outros. Qual?” em que há a possibilidade de, a partir dessas respostas, acrescentá-las a essa listagem. Já a segunda questão fica a cargo do avaliado, sendo a tabulação das listas de cursos desejados. Outro ponto a ser observado é referente a duas perguntas do formulário a ser respondido pelos técnicoadministrativos: Selecione o cargo: e Marque as atribuições realizadas. Pretende-se que, quando da distribuição dos formulários e resposta à mesma via sistema de informação, deverá aparecer uma lista com todos os cargos existentes na IES e que, para cada um deles, sejam colocadas suas respectivas funções. Dessa forma, o servidor seleciona qual é o seu cargo e, a partir disso, o sistema gerará uma lista com todas as atribuições do mesmo. Ficando a cargo do servidor, apenas selecionar os campos necessários (Apêndice A). 3. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS Considera-se que a implantação do projeto realizado é a apresentação da reestruturados dos formulários de avaliação de desempenho em estágio probatório de técnico-administrativo, bem como a nova forma de avaliação proposta. Uma vez que para colocá-los em prática, efetivamente, há a necessidade de aprovação por parte dos Conselhos Superiores da IES, devido ao fato dessas alterações propostas demandarem mudanças nas resoluções que regem a Universidade. O sistema utilizado admite tanto perguntas fechadas quanto descritivas. Porém, mesmo que solicitado, não houve, comunicação entre a equipe desenvolvedora desses sistemas. Fator esse, que pode interferir no modelo de questão proposto, quanto este for adaptado para o sistema. Por essa razão elaborou-se os requisitos essencialmente GESTÃO, DESIGN E NOVAS TECNOLOGIAS 62 necessários para a transposição do novo modelo de avaliação para sistema. Utilizou-se para tanto a linguagem UML com os casos de uso para a avaliação dos servidores: FIGURA 3 - CASOS DE USO PARA PROBATÓRIOS Sugere-se, portanto, que a partir do cadastro feito quando o servidor inicia suas atividades na IES, o sistema calcule pela data de admissão, quais são as pessoas que se encontram em estágio probatório. Verificando, também, qual é o estágio que esses se encontram (Acompanhamento 1 e 2 ou Final). Com isso envia, automaticamente, um e-mail notificando a Unidade de Avaliação que determinado servidor deverá ser avaliado. Este, por sua vez, também recebe o email. Necessitando atualizar o cadastro com as informações pessoais e funções. Dessa forma, o sistema verifica o cargo e atribuem os formulários correspondentes. GESTÃO, DESIGN E NOVAS TECNOLOGIAS 63 Posteriormente, envia e-mail para a chefia desse servidor notificando a necessidade de elaborar uma comissão para a avaliação. Posteriormente, os membros avaliadores indicados recebem, por email, essa notificação. Quando esses forem avaliar o servidor, o sistema disponibilizará apenas os formulários que compete a eles avaliarem. Após concluírem as avaliações o sistema calcula a média entre elas, atribui a nota corresponde e solicita ao servidor que finalize a avaliação. Concluída essas etapas, a unidade gestora recebe um email com a confirmação de finalização da avaliação, a qual terá acesso para consultálos, verificar as notas e os cursos solicitados. Por fim, a chefia e o servidor recebem o email com a nota final atribuída. Sendo função da chefia imprimir o relatório emitido pelo sistema. 4. RESULTADOS A identificação da Unidade de Avaliação - como um ambiente propício para a realização deste estágio e um nicho de atuação do acadêmico em Gestão da Informação são uns dos fatores que justificam a execução de tal projeto. Fato que justifica este trabalho como resultado da fase de Estagio da aluna. Contribuindo, assim, significativamente e de forma ativa com a IES em virtude da implantação de um projeto focado na Gestão de desempenho embasado nos problemas diagnosticados na unidade de gestão de pessoas. A partir desse projeto, as atividades da Unidade de Avaliação serão otimizadas, facilitando-as e, principalmente, evitando retrabalhos e duplicidade de informações. E, ainda, a reformulação dos probatórios contribuirá para que seu preenchimento seja de forma prática e precisa. Facilitando, assim, a tabulação desses dados e nas tomadas de decisão que se pode ter a partir das respostas advindas desses questionários. GESTÃO, DESIGN E NOVAS TECNOLOGIAS 64 Nesse sentido, a unidade gestora tem como objetivo fundamental o estabelecimento de trilhas de aprendizagem visando promover o desenvolvimento de competências e, a partir dessas, a criação de indicadores para a gestão por competências e de desempenho. Sendo que a partir do modelo proposto há agilidade no processo de coleta de dados; otimização tanto na resolução quanto disseminação dos probatórios; além da facilidade em manipular os dados. Sugere-se como trabalhos futuros a inserção do modelo proposto de probatórios em sistemas online, que tenham a função de banco de dados. Para que além de agilizar o processo, o uso do formulário online possibilita gerar um arquivo com a tabulação das respostas na forma de banco de dados. Além disso, nesse sistema, ficariam armazenado os dados pessoais e dos demais probatórios respondidos pela chefia e pelos servidores e docentes. Podendo ser utilizado na tomada de decisão por gestores. GESTÃO, DESIGN E NOVAS TECNOLOGIAS 65 REFERÊNCIAS ALLES, M. Dirección estratégica de recursos humanos gestión por competencias: el diccionario. Buenos Aires: Editorial Granica, 2007. BRANDÃO, H. P.; at al. 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O nível de atenção e empenho que dispensa à execução de seu trabalho è suficiente para levar a um resultado de boa qualidade. Conhece as técnicas necessárias ao desempenho das suas atividades, realizando-as adequadamente Mantém o seu trabalho em dia. O atendimento ao público, pessoalmente e/ou ao telefone, é adequado e cordial. Coopera com os outros servidores na realização de tarefas. O trabalho apresentado é correto. O trabalho apresentado tem qualidade. Apresenta precisão na execução do trabalho. Apresenta rendimento na execução do trabalho. DISCORDO TOTALMENTE DISCORDO INDIFERENTE CONCORDO PRODUTIVIDADE: Considerar o volume de trabalho apresentado em relação ao: tempo gasto para execução; grau de exatidão; ordem; planejamento; precisão; qualidade; rendimento; conhecimento do trabalho. Utilização dos instrumentos de trabalho dentro de sua melhor capacidade produtiva. O trabalho executado transmite credibilidade. Busca-se atingir os objetivos e metas estipuladas. É eficiente ao cumprir as metas propostas pela instituição e as tarefas designadas pela chefia imediata. A produção apresentada durante o período corresponde a necessidade do serviço. CONCORDO TOTALMENTE A SER RESPONDIDO PELA CHEFIA GESTÃO, DESIGN E NOVAS TECNOLOGIAS 70 DISCORDO TOTALMENTE DISCORDO INDIFERENTE CONCORDO CAPACIDADE DE INCIATIVA: Considerar a capacidade do servidor para buscar soluções adequadas para execução do trabalho por seus próprios meios. Independência e autonomia de atuação, dentro dos limites das atribuições do cargo. Criatividade. Tomada de decisão/facilidade na resolução de problemas. Investimento no autodesenvolvimento, procurando atualizar-se para o bom desempenho das atividades do cargo.Encaminhamento correto e adequado dos assuntos e das dúvidas do dia-a-dia. Há interesse pelo trabalho. Há busca por aperfeiçoamento. Demonstra capacidade para lidar com situações novas e/ou não rotineiras. Apresenta novas idéias para a execução do trabalho. Apresenta alternativas facilitadoras para a execução do trabalho. É capaz de tomar decisões em situações habituais. É capaz de tomar decisões em situações não habituais. Busca soluções para os problemas encontrados. Procura contornar situações difíceis surgidas no trabalho. Apresenta sugestões para realização do trabalho. Apresenta críticas construtivas para realização do trabalho. Executa o seu trabalho sem necessidade de ordens e orientações constantes. Encaminha correta e adequadamente os assuntos que fogem a sua alçada decisória. Adapta-se a inovações no trabalho. É criativo. Investe no autodesenvolvimento profissional. Troca experiência com os colegas. Independência na realização de suas atribuições. Enriquece o trabalho por meio de novas propostas. Tem capacidade de perceber e alterar rotinas de trabalho. Encaminha corretamente as dúvidas e assuntos do dia-a-dia. CONCORDO TOTALMENTE A SER RESPONDIDO PELA CHEFIA GESTÃO, DESIGN E NOVAS TECNOLOGIAS 71 CONCORDO TOTALMENT E CONCORDO INDIFERENT E DISCORDO DISCORDO TOTALMENT E CONCORDO INDIFERENTE DISCORDO DISCORDO TOTALMENTE RESPONSABILIDADE: Considerar o grau de comprometimento com o trabalho que realiza. O cuidado apresentado com materiais e equipamentos utilizados. O comprometimento. A conduta moral e ética profissional. A dedicação e confiança pelo patrimônio da instituição. Executa com responsabilidade suas atribuições. Preocupa-se com o êxito do seu trabalho. Cumpre as tarefas e prazos estabelecidos. Coopera com sua equipe de trabalho. Zela pelo patrimônio da instituição, conservando em condições de uso os materiais e equipamentos. Evita desperdícios e gastos desnecessários. Corresponde à confiança que lhe é dada. Resguarda fatos de interesse da administração, agindo com discrição. Age com discrição. Assume as consequências de suas próprias atitudes. Apresenta boa conduta moral e ética profissional. Tem comprometimento. CONCORDO TOTALMENTE A SER RESPONDIDO PELA CHEFIA A SER RESPONDIDO PELA CHEFIA ASSIDUIDADE: Considerar o comparecimento e a permanência no local de trabalho. Constância e pontualidade. É assíduo e comprometido com o trabalho que realiza, não se ausentando durante o expediente. Colabora para o bom desenvolvimento das atividades, não apresentando faltas constantes. Falta ao trabalho apenas por motivos justificados Tem pontualidade nos horários da jornada de trabalho. As eventuais chegadas com atraso ou saídas antecipadas realizam-se dentro dos limites de tolerância. Permanece no local de trabalho durante o expediente ou quando não se encontra no mesmo, está desenvolvendo atividades pertinentes a sua função. É dedicado ao trabalho e evita interrupções e interferências prejudiciais. GESTÃO, DESIGN E NOVAS TECNOLOGIAS 72 A SER GERADO PELO SISTEMA CRITÉRIOS Produtividade Capacidade de Iniciativa Responsabilidade Assiduidade Disciplina TOTAL PONTUAÇÃO DISCORDO TOTALMENTE DISCORDO INDIFERENTE CONCORDO DISCIPLINA: Considerar a maneira pela qual acata e observa as normas disciplinares estabelecidas pela Instituição. Cumprimento de normas. Discrição/reserva sobre assunto de interesse interno. Bom relacionamento. Cooperação e participação em trabalhos em equipe; Informação oportunamente de imprevistos que impeçam o seu comparecimento. Assimilação de ensinamentos e transferência de aprendizagem; Segue cuidadosamente as normas de trabalho da Instituição. Segue as normas do departamento ou do setor. Conhece as atribuições de seu cargo/função. Conhece e observa a hierarquia funcional. Cumpre com presteza as deliberações recebidas. Tem hábitos de segurança na execução das tarefas. Ajusta-se a situações ambientais. Aceita mudanças propostas. Sabe expressar sua opinião. Sabe acatar críticas. Assimila ensinamentos. Faz transferência de aprendizagem. Interage bem com o chefe e os colegas. Cooperação e participação em trabalhos em equipe. Descrição/reserva sobre assunto de interesse interno. Evita comentários comprometedores ao conceito da Instituição/imagem dos Servidores ou prejudiciais ao ambiente de trabalho. CONCORDO TOTALMENTE A SER RESPONDIDO PELA CHEFIA