FACULDADES INTEGRADAS CAMPO-GRANDENSES
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
DE LICENCIATURA EM LETRAS
HABILITAÇÕES EM
PORTUGUÊS/ESPANHOL,
PORTUGUÊS/INGLÊS,
E
PORTUGUÊS-LITERATURAS
2010.2
SUMÁRIO
1.
HISTÓRICO DO CURSO
2.
CONTEXTUALIZAÇÃO COM A REALIDADE SOCIAL
3.
IDENTIDADE FORMATIVA
4.
OBJETIVOS DO CURSO
4.1. Objetivos Gerais
4.2. Objetivos Específicos
5.
CONCEPÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
5.1. Núcleo de Estudos da Linguagem (NEL)
5.1.1. Criação do Blog de Letras
5.1.2. Projeto de Produção de Acervo de Áudio (P.A.A.)
5.1.3. Projeto NEL – CAEL
5.2. Práticas Pedagógicas
5.2.1 Atividades de Práticas Pedagógicas, através do Projeto Rede de Leitura.
5.2.2. Atividades de práticas pedagógicas através das Atividades Complementares
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CURRÍCULO DO CURSO
6.1. Matrizes Curriculares
6.1.1. Habilitação: Português-Inglês
6.1.2. Habilitação: Português-Espanhol
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6.1.3. Habilitação: Português-Literaturas
6.2. Planos de Disciplinas
6.2.1. A Proposta Curricular
6.2.1.1. Aprimoramento Introdutório.
6.2.2. Específicos
6.2.3. Educação e Conhecimentos Metodológicos
6.3. Ementário e bibliografia
6.4. Rede de Leitura
6.5. Linhas de Pesquisa
6.5.1. Linguística Aplicada ao Ensino
6.5.2. Estudos Literários
CONCEPÇÃO GERAL DA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
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8.
9.
10.
ESTÁGIO CURRICULAR
PROGRAMAS DE APOIO E RECUPERAÇÃO
QUADRO DOCENTE
10.1. Composição do Núcleo Docente Estruturante
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40
43
11.
RECURSOS FÍSICOS
11.1. Materiais
11.2. Laboratórios
11.2.1. Laboratórios de Informática
11.2.2. Laboratório de Línguas
11.2.3. Núcleo de Estudos da Linguagem
11.3. Estruturas de apoio
REFERÊNCIAS
PLANOS DE DISCIPLINAS
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44
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46
46
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7.
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1. HISTÓRICO DO CURSO
O curso de Letras das Faculdades Integradas Campo-Grandenses (FIC) iniciou-se com
a criação da Faculdade de Filosofia de Campo Grande (FFCG). No dia 8/7/1960, com o
Parecer de nº 390, o antigo Conselho Nacional de Educação autorizou o funcionamento do
curso de Letras Neolatinas da FFCG. Hoje, denominado Curso de Letras, oferecendo três
habilitações: Português-Espanhol, Português-Inglês e Português-Literaturas.
A FFCG, que a partir de 2005 se constitui nas Faculdades Integradas CampoGrandenses (FIC), há cinquenta anos dedica-se à formação de professores, tendo um
compromisso moral com a qualidade da educação, especialmente à atinente à Zona Oeste da
cidade do Rio de Janeiro – detentora do maior contingente estudantil da América Latina – e a
de municípios vizinhos ao Rio de Janeiro, como é o caso de Itaguaí, Mangaratiba, Seropédica,
Angra dos Reis, Parati, Paracambi e parte da baixada fluminense. O curso de Letras das FIC
destaca-se, no cenário educacional dessas regiões, pela busca da excelência da qualidade de
ensino e pela preocupação constante com a formação de profissionais com sólidos
conhecimentos teóricos, associados à sua aplicação prática, nas ciências da linguagem e da
literatura.
Preocupada não somente com a sua região, mas também com as orientações nacionais
para o ensino superior, em 2001, as FIC observam que o Ministério de Educação e Cultura
(MEC) estabelece novas regras para a organização dos cursos de graduação. Em 2002, o MEC
apresenta as diretrizes para os cursos de Letras. De acordo com essa proposta, novos
princípios passam a ser considerados, como a flexibilidade de organização dos cursos e a
consciência da diversidade/heterogeneidade do conhecimento do educando. Em decorrência, o
curso de Letras das FIC reformula diretrizes e conceitos pedagógicos, com o objetivo de
atender às novas propostas sociais e legais.
Em 2006, o Curso de Letras das FIC, reavaliando os passos percorridos nesses últimos
quatro anos, propõe reformulações nas grades curriculares, principalmente a partir do nosso
aprendizado, e da legislação pertinente aos cursos de licenciaturas em Letras.
Em 2010, as FIC sentem a necessidade de ajustes na grade curricular para adequar-se
às exigências do mercado. A matriz curricular é ampliada de seis para sete períodos, com a
introdução, no primeiro período, das disciplinas Oficina de Produção Textual, Cultura e
Sociedade e Mercado de Trabalho
2. CONTEXTUALIZAÇÃO NA REALIDADE SOCIAL
O mundo contemporâneo impõe mudanças constantes em função da agilidade de
informações na vida dos indivíduos. Assim, uma instituição de Ensino Superior não pode ser
vista como um espaço que se limite à produção e à difusão do conhecimento e do saber, mas,
antes, deve apresentar-se como o locus de cultura e de imaginação criativa, capaz de intervir
na sociedade. Enfim, um organismo ativo, voltado para atender às necessidades educativas e
tecnológicas do novo contexto social, mas sem perder o seu caráter transformador. Nesse
sentido, a educação superior, como propõe a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
(LDB, nº 9.394/96), deve “estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em
3
particular os nacionais e os regionais, prestar serviços especializados à comunidade e
estabelecer com esta uma relação de reciprocidade”.
Faz-se necessário, então, situar a presença e o perfil do professor na realidade atual,
em especial o professor de Letras, em sua função social, pedagógica e, acima de tudo,
humana. Trata-se de descrever esse perfil e suas relações com a sociedade, considerando a
importância do professor como agenciador da cultura e peça fundamental na construção e
divulgação da esfera ética da consciência de cidadania.
Na perspectiva contemporânea, o professor é cada vez mais um mediador dos
processos constitutivos da cidadania dos alunos, tendo em vista a superação dos fracassos da
escola moderna no trato das desigualdades sociais. Cabe-lhe, portanto, trilhar caminhos que
permitam a construção de uma nova identidade profissional.
Assim, além de ensinar, o professor deve objetivar o enriquecimento dos alunos,
adotando processos pedagógicos que facilitem o desenvolvimento de habilidades, atitudes e
valores que viabilizem a permanente construção de seus saberes/fazeres. Seu papel como
educador sugere o formar e o informar, atento ao que se passa no Brasil e no mundo. O
professor torna-se um ator social e político, cujo aceno pedagógico deve apontar para a
cultura, incorporando-a e, ao mesmo tempo, utilizando-a como objeto de ensino e
investigação.
O professor precisa estar preparado para saber mobilizar os conhecimentos necessários
à compreensão do ensino como realidade social, bem como para investigar a própria prática, a
fim de construir e transformar continuamente o seu fazer pedagógico. Consequentemente,
deve estar em permanente processo de construção de sua identidade profissional, assumindo a
responsabilidade pelos questionamentos acerca do que irá ensinar, do como irá ensinar e quais
os objetivos mais amplos a serem alcançados. Para tanto, o professor deverá repensar e
reestruturar a natureza de suas atividades, posicionando-se como intelectual transformador,
assumindo todo o seu potencial como estudioso e profissional ativo e reflexivo.
Frente às novas demandas da sociedade e como instituição formadora de professores,
as FIC se reconhecem como um espaço aberto à multidisciplinaridade. É com esse universo
plural, e sempre sujeito às transformações, que o professor de Letras convive, seja atuando na
Educação Básica ou Superior.
A ênfase no binômio teoria/prática aproxima mais, agora, o professor do aluno, numa
relação de cumplicidade na busca do conhecimento, criando uma espécie de parceria
epistemológica. Desse modo, a proposta pedagógica da licenciatura em Letras das FIC deve
ser pulsante, continuamente repensada e aperfeiçoada, num ciclo sistêmico-dinâmico de açãoreflexão-ação, em busca da melhoria da qualidade do ensino e, por extensão, da sedimentação
da nova universidade que se consolida.
Partindo dessas reflexões, as FIC optaram pela reformulação de seus Projetos
Pedagógicos, na busca da aproximação de seus esforços aos principais anseios dessa nova
sociedade.
3. IDENTIDADE FORMATIVA
O curso de Letras das FIC, pelo dinamismo intrínseco das línguas nele estudadas, está
sempre a exigir reformas. A língua é um fenômeno sócio-humano e, como tal, deve ser
4
estudada, entendida e utilizada com adequação, pois por ela se transmite o patrimônio
cultural. Seu conhecimento é de importância capital na percepção, construção e reconstrução
da realidade social. É necessário pensar e elaborar projetos que tentem imprimir novos
rumos, que contenham em seu bojo a abertura para o imprevisto, mas respeitem e promovam
o desenvolvimento dos preceitos originários, num construir e reconstruir sucessivos.
Não se pode compreender a formação humana para o mundo moderno que não esteja
imbuída do espírito científico, como não se admite que só a ciência baste. Sem as artes e as
letras, encaminhar-se-ia para a fatalidade da visão unilateral dos fenômenos da vida. As letras,
como ciência, ou como o apuro do pensamento e da sensibilidade, contribuem para que se
projete o futuro, com base na experiência adquirida no passado.
Diante desse ponto de vista, vale ressaltar aqui as considerações oriundas da Comissão
Internacional sobre Educação para o século XXI, incorporadas nas determinações da LDB
(Lei nº 9.394/96):
 a educação deve cumprir um triplo papel: econômico, científico e cultural;
 a educação deve ser estruturada em quatro alicerces: aprender a conhecer, aprender a
fazer, aprender a viver e aprender a ser.
Língua e a literatura são produtos das diferentes culturas, por isso o curso de Letras
deve preocupar-se com a formação humanística do indivíduo e promover uma visão crítica da
língua, colaborando, através do conhecimento literário, para a percepção histórico-social da
evolução do pensamento. Assim, é fundamental que o profissional da área de Letras construa
uma concepção de linguagem mais adequada à nova abordagem de ensino linguístico: a
linguagem como capacidade humana de articular significados coletivos em sistemas
arbitrários de representação, que são compartilhados e que variam de acordo com as
necessidades e experiências da vida em sociedade.
Vale aqui relembrar Bakhtin (1998, p.36, 66, 95):
A palavra é fenômeno ideológico por excelência.
[...] sabemos que cada palavra se apresenta como uma arena em miniatura
onde se entrecruzam e lutam os valores sociais de interação contraditória.
A palavra revela-se, no momento de sua expressão como o produto
de interação viva das forças sociais.
[...] a palavra está sempre carregada de um conteúdo ou sentido ideológico
ou vivencial.
É a concepção bakhtiniana de linguagem que deve amparar a noção de língua
subjacente às práticas pedagógicas em sala de aula. O linguístico é ideológico em todas as
suas manifestações: não existe palavra sem valor ideológico (Bakhtin 1998, p.98).
No tocante ao aspecto formativo, o curso de Letras das FIC objetiva não apenas a
formação de profissionais, mas a formação de cidadãos conscientes dos problemas de seu
meio e de sua época.
O licenciado em Letras, tanto em língua materna quanto em língua estrangeira e suas
respectivas literaturas, deverá ser identificado por múltiplas competências e habilidades
adquiridas durante sua formação acadêmica convencional, teórica e prática, ou fora dela.
Nesse sentido, visando à formação de profissionais que venham a dominar a língua estudada e
5
suas culturas, para atuar como hábeis professores e voltados para a prática investigativa, o
curso pretende contribuir para o desenvolvimento das seguintes competências e habilidades:
 domínio do uso da língua portuguesa ou da língua portuguesa e de uma língua
estrangeira, nas suas manifestações oral e escrita, em termos de recepção e produção
de textos;
 reflexão analítica e crítica sobre a linguagem como fenômeno psicológico,
educacional, social, histórico, cultural, político e ideológico;
 visão crítica das perspectivas teóricas adotadas nas investigações linguísticas e
literárias, que fundamentam sua formação profissional;
 preparação profissional atualizada, de acordo com a dinâmica do mercado de trabalho;
 percepção de diferentes contextos interculturais;
 utilização de tecnologias da informação aplicadas ao ensino;
 domínio dos conteúdos básicos que são objeto dos processos de ensino e
aprendizagem no ensino fundamental e médio;
 domínio dos métodos e técnicas pedagógicas que permitam a transposição dos
conhecimentos para os diferentes níveis de ensino.
O resultado do processo de aprendizagem pretende levar à formação de um
profissional que, além da base específica consolidada, esteja apto a atuar,
interdisciplinarmente, em áreas afins. Deverá ter, também, a capacidade de resolver
problemas, tomar decisões, trabalhar em equipe e comunicar-se dentro da
multidisciplinaridade dos diversos saberes que compõem a formação universitária em Letras.
Deverá, ainda, estar compromissado com a ética, com a responsabilidade social e educacional,
e com as consequências de sua atuação no mundo do trabalho. Finalmente, deverá ampliar o
senso crítico necessário para compreender a importância da busca permanente da educação
continuada e do desenvolvimento profissional.
Quanto ao perfil do profissional, o curso pretende formar indivíduos capazes de
desenvolver uma prática didático-pedagógica calcada na estimulação da curiosidade, do
espírito de pesquisa, da capacidade analítico-interpretativa crítica e da independência de
opinião e do pensamento.
O mercado de trabalho para os graduados em Letras é amplo, podendo atuar em
escolas de ensino fundamental e médio – públicas e particulares; cursos livres de línguas;
cursos pré-vestibulares; cursos técnicos e preparatórios para concursos; em instituições de
ensino superior, como assessor (nas áreas de publicidade e propaganda, marketing, de cultura,
jornalismo, turismo, administração, jurídica); redatores, tradutores; em instituições de
pesquisa ou organizações não-governamentais, entre outras.
O profissional habilitado pelo curso de Letras das FIC deverá ter amplo domínio dos
conhecimentos específicos de sua área, fundamentados nos avanços tecnológico-científicos
atuais, ser capaz de relacioná-los com o conhecimento cultural construído
(interdisciplinaridade), bem como ser um mediador, de forma a propiciar, ao aluno da
Educação Básica, a construção de seu conhecimento. Deverá aprimorar, constantemente, seu
próprio desenvolvimento, além de buscar sua participação crítico-cooperativa na sociedade.
Deverá, ainda, dominar conhecimentos sobre a inclusão de alunos portadores de necessidades
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educacionais especiais e sobre as diversas etapas do processo de aprendizagem de crianças,
jovens e adultos.
Antes de tudo, o profissional de Letras deverá estar compromissado com a ética, com a
responsabilidade social e educacional, e com as consequências de sua atuação no campo de
trabalho. Finalmente, deverá ampliar o senso crítico necessário para compreender a
importância da busca permanente da educação continuada e do desenvolvimento profissional.
4. OBJETIVOS DO CURSO
O Curso de Licenciatura em Letras das FIC tem como objetivo formar um profissional
cidadão e crítico que esteja apto a usar a língua portuguesa em suas diferentes manifestações;
ensinar língua portuguesa e literaturas da língua portuguesa e ensinar língua estrangeira e
literaturas da língua estrangeira (Espanhol, Francês e Inglês) e ler textos em diferentes
linguagens.
De acordo com o Parecer CNE/CES 492/2001 (p.24-25):
O objetivo do curso de Letras é formar profissionais interculturalmente
competentes, capazes de lidar, de forma reflexiva, com as linguagens,
especialmente a verbal, nos contextos oral e escrito e conscientes de sua
inserção na sociedade e das relações com o outro.[...]
Independentemente da modalidade escolhida, o profissional em Letras
deverá ter domínio do uso da língua ou das línguas que sejam objetos de
seus estudos, em termos de sua estrutura e funcionamento, além da
consciência das variedades linguísticas e culturais. Deve ser capaz de refletir
teoricamente sobre a linguagem, de fazer uso de novas tecnologias e de
compreender sua formação profissional como processo contínuo, autônomo
e permanente. A pesquisa e a extensão, além do ensino, devem articular-se
neste processo. O profissional deve, ainda, ter capacidade de reflexão crítica
sobre questões e temas relativos aos conhecimentos linguísticos e literários.
Considerando o que estabelecem as Diretrizes Curriculares para os Cursos de Letras
(Resolução CNE/CES 18, de 13 de março de 2002), os objetivos para a formação do
profissional do Curso de Letras das FIC são estabelecidos da seguinte maneira:
4.1. Objetivos gerais
Formar profissionais, licenciados em Letras, com habilitações em língua portuguesa,
língua espanhola, língua inglesa e suas respectivas literaturas para o exercício da docência
de Educação Básica, capazes de:
● lidar criticamente com as diferentes linguagens nos diversos contextos sociais;
● refletir criticamente sobre a realidade brasileira e mundial em uma visão sociocultural; e
● desenvolver estudos, pesquisa e extensão nas linhas de pesquisa Linguística Aplicada ao
Ensino e Estudos Literários, como atividades pertinentes à prática pedagógica;
7
● Formar profissionais com sólidos conhecimentos teóricos nas ciências da linguagem e
na literatura, com uma visão humanista, criativa e transformadora do mundo em que está
inserido; e
● Integrar, no mercado de trabalho, licenciados aptos ao exercício da profissão, que
utilizem, com ética e compromisso profissional e social, as habilidades e competências
desenvolvidas ao longo do curso.
4.2. Objetivos específicos
Preparar profissionais para o ensino da língua portuguesa, língua espanhola, língua
inglesa e suas respectivas literaturas, capazes de:
● dominar a norma culta padrão e compreender a organização e o funcionamento do
português europeu e do português do Brasil;
● compreender o funcionamento da língua portuguesa, espanhola e inglesa em seus
diferentes níveis e modalidades;
● reconhecer as variedades linguísticas do português do Brasil, do espanhol e do inglês e
os seus efeitos linguísticos, literários, sociais, políticos, culturais, históricos e ideológicos;
● compreender os fundamentos teóricos da literatura para uma análise crítica de obras e
autores nacionais e internacionais;
● capacitar os discentes para planejar, elaborar e conduzir o processo pedagógico; e
● habilitar os futuros profissionais para usar novas tecnologias e estratégias de
ensino/aprendizagem.
Em consonância com a legislação pertinente ao Curso de Letras, as FIC reconhecem
que os objetivos de um curso de formação de professores devem compreender não só as
dimensões cognitiva, afetiva e psicomotora, mas a preparação voltada para o atendimento das
demandas de um exercício profissional específico que não seja uma formação genérica e nem
apenas acadêmica.
5. CONCEPÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM
A concepção curricular a ser adotada pela licenciatura em Letras leva em consideração
os desafios da educação superior diante das intensas transformações que têm ocorrido na
sociedade contemporânea, no mundo do trabalho e nas condições para o exercício profissional
do professor.
Dentre os muitos desafios para a formação de professores de Letras, destacam-se:
 a necessária colocação em relevo da relação dialética entre o pragmatismo da
sociedade moderna e o cultivo dos valores humanistas. (Parecer CNE/CES 492/2001,
p. 28);
 a contribuição para o processo de crescimento dos indivíduos, por meio do trabalho
coletivo e interdisciplinar, bem como do preparo para uma inserção produtiva, crítica,
consciente e autônoma no mundo;
8


a substituição de uma educação “conteudista” e compartimentada pela
problematização dos seres humanos em suas relações com o mundo; e
o encurtamento nos processos de formação e, ao mesmo tempo, o preparo para a
educação continuada.
Em conformidade com as Diretrizes Curriculares para os cursos de Letras e com o
novo ambiente no qual o futuro professor de Letras irá atuar, o curso deverá
 facultar ao profissional a ser formado opções de conhecimento e de atuação no
mercado de trabalho;
 oferecer oportunidade para o desenvolvimento de habilidades necessárias para se
atingir a competência desejada no desempenho profissional;
 estar orientado para uma abordagem pedagógica centrada no desenvolvimento da
autonomia do aluno;
 promover articulação constante entre ensino, pesquisa e extensão, além de articulação
direta com a pós-graduação; e
 propiciar condições para uma relação adequada entre teoria e prática.
Os princípios que norteiam a organização curricular são a flexibilidade e a consciência
da diversidade/heterogeneidade do conhecimento do aluno, tanto no que se refere à sua
formação anterior, quanto aos interesses e expectativas em relação ao curso e ao futuro
exercício da profissão.
Assim, a matriz curricular procura alcançar a flexibilidade para responder às novas
demandas sociais e aos princípios expostos, através da eliminação da rigidez estrutural do
curso; da adoção de um ritmo e duração para o curso, nos limites adiante estabelecidos e do
estimulo à utilização eficiente dos recursos de formação existentes. A flexibilização é também
perseguida com o desdobramento do papel de professor na figura de orientador, que deverá
responder não só pelo ensino de conteúdos programáticos, mas também pela qualidade da
formação do aluno (futuro professor).
A preocupação básica do curso de Letras repousa sobre o processo de formação de
competência (técnica, humana e político-social) do seu alunado, a ser entendida tanto em seu
aspecto formal (em termos de manejo e produção do conhecimento), quanto no aspecto
político (relativo ao desenvolvimento da ética e da cidadania). Obviamente, é a capacidade de
renovação permanente, sob a égide da construção do conhecimento atualizado, que definirá a
competência. Para tanto, os professores do curso devem seguir diretrizes e criar condições
para que os alunos também as sigam:
 elaborar com sua mão própria, perscrutando a filosofia implícita no presente projeto, o
seu projeto pedagógico;
 saber pesquisar para manter-se bem informado, reconstruir e produzir conhecimento;
 atualizar-se permanentemente;
 voltar-se à prática para recriá-la, isto é, postar-se como sujeito que é autor de seu
pensamento, que faz prática e teoria; e
 ser capaz de tecer seu fio para apropriação de sua história, pensamento, teoria e
prática.
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O diligente trabalho dos professores do curso para a formação do Licenciado em
Letras deve estar ancorado em premissas que delineiam paradigmas educacionais como:
 a ênfase em aprender a aprender, a estar receptivo ao conhecimento sujeito a
mudanças;
 a aprendizagem como processo;
 o estímulo à autonomia e parceria, ao invés de autoritarismo;
 a busca do todo, da racionalidade somada à intuição;
 a educação como processo para a vida toda;
 o professor que também aprende, não apenas como proporcionador de conhecimentos;
 a permanente preocupação com o desempenho do indivíduo e com a expansão de seus
limites;
 o estímulo à criatividade e à inovação;
 a articulação teoria-prática; e
 a concepção de educação continuada.
Assim, a formação dos Licenciados em Letras assume os seguintes eixos norteadores:
(1) Articulação dos diferentes âmbitos do conhecimento profissional: Indo além dos
conteúdos previstos nas disciplinas, o currículo proposto oferece tempos e espaços
curriculares para a busca de outros conhecimentos profissionais, através de oficinas,
seminários, grupos de trabalho supervisionado, grupo de estudos, tutorias e eventos,
atividades de extensão, entre outras. Estas atividades estarão sendo contempladas por meio de
200 horas destinadas, na carga horária do curso, às Atividades Complementares de
Enriquecimento das Práticas Pedagógicas.
(2) Articulação entre disciplinaridade e interdisciplinaridade: A proposta curricular não se
constitui em mera justaposição ou convivência de estudos disciplinares, mas procura permitir
o exercício das relações interdisciplinares, sob o ângulo da formação do docente, em
particular, em suas práticas pedagógicas. Neste sentido, o currículo pleno do curso procura
permitir, através das Atividades de Práticas Pedagógicas, a simultaneidade de abordagens de
conteúdos específicos entrelaçadas com questões de natureza didático-pedagógica.
(3) Articulação das dimensões teórica e prática: A concepção curricular da licenciatura em
Letras adota o princípio metodológico de que todo fazer implica uma reflexão e toda reflexão
implica um fazer, porque, no processo de construção da autonomia intelectual, o professor,
além de saber e de fazer, deverá compreender o que faz. Assim, a prática na matriz curricular
não se caracteriza como um espaço isolado, reduzido apenas ao estágio como algo fechado em
si mesmo e desarticulado do curso como um todo. Nessa perspectiva, estão previstas situações
didáticas que integrarão teoria-prática, tais como:
 no interior de todas as áreas e\ou disciplinas, a dimensão prática estará sendo
permanentemente trabalhada pelo professor, a partir de sua aplicação no mundo social
e natural e na perspectiva de sua didática;
10


as Atividades de Práticas Pedagógicas serão também um espaço destinado a esse
âmbito da teoria-prática, principalmente através das disciplinas de produção de textos
interdisciplinares;
nos estágios supervisionados realizados nas escolas.
(4) Articulação entre ensino e pesquisa: O currículo destina um espaço para a promoção da
atitude de pesquisa pelos alunos (futuros professores), com vistas à interpretação da realidade
e dos conhecimentos específicos que constituem seus futuros objetos de ensino (a didática e a
metodologia). Por meio de uma atitude investigativa, o futuro professor poderá conhecer a
realidade mais profundamente, de modo a rever permanentemente sua prática pedagógica.
A concepção curricular do Curso de Letras incorpora os aspectos determinados nas
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores para a educação básica
(Parecer CNE/CP9/2001):
 A seleção de conteúdos da área específica de atuação no ensino fundamental e no
médio estará orientada para ir além daquilo que os professores irão ensinar nas
diferentes etapas da escolaridade (p. 37).
 Os conteúdos a serem ensinados na educação básica serão tratados de modo articulado
com suas metodologias. Isso significa que o estudo dos conteúdos do ensino
fundamental e ensino médio que os futuros professores irão ensinar estará associado à
perspectiva de suas didáticas e a seus fundamentos.
 A avaliação terá como foco a capacidade de acionar conhecimentos e de buscar outros
necessários à atuação profissional.
 O processo de formação de professores para o ensino fundamental e médio
desenvolverá competências que pontuem demandas importantes, originadas da análise
da atuação profissional e assentadas na legislação vigente e Diretrizes Curriculares
Nacionais.
Com a finalidade de implementar a pesquisa, as atividades de prática pedagógica e a
interdisciplinaridade, o Curso de Letras das FIC tem seus projetos ancorados nas propostas do
Núcleo de Estudos da Linguagem (NEL).
5.1. Núcleo de Estudos da Linguagem (NEL)
O Núcleo de Estudos da Linguagem (NEL) do curso de Letras das FIC, que reúne
professores/pesquisadores e alunos do curso de Letras desta IES, tem como objetivo
desenvolver pesquisas sobre diferentes linguagens e seu ensino, abrangendo um leque que vai
do estudo dos fenômenos linguísticos e literários, passando por estratégias e ferramentas de
ensino e aprendizagem da língua materna, das línguas estrangeiras e suas respectivas
literaturas, promovendo atividades multidisciplinares que fortaleçam e ampliem a participação
desta IES , além de fortalecer o compromisso do Curso com a formação do futuro discente
que deve estar apto saber pesquisar e a atualizar-se permanentemente.
As atividades do NEL estão apoiadas nas linhas de pesquisa Linguística Aplicada ao
Ensino e Estudos Literários do curso de Letras das FIC (descritas na página 36).
São finalidades do NEL:
11
● desenvolver pesquisas nas áreas de Linguística Aplicada ao Ensino e Estudos Literários a
partir de diferentes perspectivas teóricas, por meio de projetos integrados ou individuais;
● criar grupos de estudo;
● estabelecer parcerias com o Colégio de Aplicação Emmanuel Leontsinis (CAEL), também
mantido pela Fundação Educacional Unificada Campograndense, para implementação de
projetos que aproximem os discentes do curso de Letras com a realidade do ensino e da
aprendizagem dos alunos da educação básica;
● desenvolver projetos de ensino e extensão direcionados aos alunos das FIC e à comunidade
externa;
● divulgar resultados parciais e finais de pesquisas por meio de relatórios, homepages,
artigos, livros, cursos, comunicações, pôsteres, mesas-redondas, palestras, painéis e outras
formas disponíveis;
● formar banco de dados e corpora para pesquisas;
● estabelecer intercâmbio com grupos de pesquisa, grupos de trabalho, associações e
pesquisadores com objetivos afins existentes no Brasil e no exterior;
● promover publicações através de mídia eletrônica;
● promover eventos objetivando o intercâmbio de conhecimentos junto à sociedade;
● produzir acervo de áudio de leitura oral de clássicos da literatura;
● viabilizar a criação de jornal e de blog produzidos por alunos do curso; e
● implementar atividades de Laboratório de Estágio.
Os projetos realizados no NEL se articulam com o Núcleo Integrado de Educação a
Distância (NIEAD), que tem como propostas criar projetos e pesquisas, de natureza
interdisciplinar, com a intenção de preparar a Instituição para a expansão de suas atividades
no "Ciberespaço".
A seguir destacam-se os projetos previstos para 2010, 2011 e 2012:
5.1.1. Criação do Blog - Letras
O blog, desenvolvido por alunos do Curso de Letras das FIC, supervisionados pela
coordenação e por docentes do Curso, terá como proposta a criação de mais um espaço,
envolvendo discentes e docentes e as tecnologias contemporâneas, para tratar de temas como:
● Poesia Revelada (espaço para os poetas divulgarem seus trabalhos);
● Homenagem a personagens do circuito literário (conhecidos ou não do público);
● Dicas do professor (um livro, um filme, uma de peça de teatro que tenha marcado a vida do
professor);
●Trocando em miúdos (espaço destinado a professores e alunos para tratar de assuntos de
interesse do Curso e publicação de artigos);
● Fórum do universitário (espaço para divulgar ideias, opiniões, elogios e críticas sobre os
temas abordados no blog);
● Fique por dentro (informações e divulgações de eventos acadêmicos e culturais); e
● Em dia com as Letras (informações sobre sites de interesse do Curso)
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5.1.2. Projeto de Produção de Acervo de Áudio (P.A.A.)
O Projeto de Produção de Acervo de Áudio (P. A. A.) será realizado através de gravação,
por meio eletrônico digital, de leitura oral de clássicos da literatura (feita por alunos do curso
de Letras) que sejam de domínio público .
O P. A. A. tem como objetivos produzir e tornar acessível materiais que aproximem a
Literatura dos portadores de necessidades especiais no campo da visão, de adultos não
alfabetizados e de alunos da educação básica, além de promover pesquisa na área linguística
de leitura dramatizada de obras literárias e constituir acervo disponível aos alunos da
Instituição e às entidades que venham a se tornar parceiras do projeto.
Os discentes do curso de Letras, ao final de todas as etapas das gravações, deverão
elaborar relatórios, relatos de experiência ou artigos orientados por professores das FIC e
supervisionados pela coordenação do Curso de Letras.
5.1.3. Projeto NEL – CAEL
O Projeto NEL-CAEL tem como objetivo estabelecer parcerias entre o Curso de Letras e o
Colégio de Aplicação Emmanuel Leontsinis (CAEL), também mantido pela Fundação
Educacional Unificada Campograndense, para implementação de projetos que aproximem os
discentes do curso de Letras com a realidade do ensino e da aprendizagem dos alunos da
educação básica.
O CAEL terá o compromisso de planejar e executar projetos e atividades direcionados aos
alunos da educação básica e supervisionar os discentes das FIC para que desenvolvam
oficinas, rodas de leitura, reforço escolar, entre outros.
A Coordenação do Curso de Letras, em conjunto com a coordenação do CAEL, deverá
acompanhar todas as atividades e tornar acessível à divulgação dos resultados de cada
projeto.
Os docentes do curso de Letras, ao final de cada atividade, deverão elaborar relatórios,
relatos de experiência e artigos, orientados por professores das FIC, para posterior publicação.
5.2. Práticas Pedagógicas
As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica
(Brasil. MEC/CNE, 2002) orientam que os PPC e as matrizes curriculares deverão ser
pautados nos princípios da ação – reflexão – ação.
Os documentos afirmam, ainda, que todas as disciplinas terão a sua dimensão prática
transcendendo o estágio, tendo como finalidade promover a articulação de diferentes práticas
numa perspectiva interdisciplinar, sendo tal área desenvolvida com ênfase nos procedimentos
de observação e reflexão de forma contextualizada.
A legislação educacional esclarece, portanto, que é necessário compreender a prática como
uma dimensão do conhecimento que deverá estar presente não só no Estágio, mas também nos
momentos em que no interior das disciplinas teóricas trabalha-se o fazer e a reflexão sobre as
teorias e as atividades profissionais.
13
Seguindo tais orientações, o PPC do curso de Letras garante a efetivação deste
procedimento, visto que as Atividades de Práticas Pedagógicas estão presentes desde o início
dos cursos, no interior das disciplinas que constituem os componentes curriculares,
permeando toda a formação do aluno e têm o objetivo de promover a relação entre a teoria
necessária e a prática pedagógica para a formação do futuro professor.
Para tal, recomenda-se que o professor busque desenvolver atividades em grupo ou
individuais tais como: vídeoaulas, aulas-passeio, peças teatrais, leituras/debates, elaboração
de projetos, elaboração de seminários e pesquisas bibliográficas, elaboração de eventos
(oficinas, mostras, debates), coleta de dados educacionais e utilização dos laboratórios, entre
outras. Estas atividades devem potencializar o conhecimento trabalhando a teoria e a prática
de forma interdisciplinar e contextualizada.
5.2.1. Atividades de Práticas Pedagógicas através do Projeto Rede de Leitura.
O Projeto Rede de Leitura busca promover um espaço destinado à leitura de obras
clássicas, fundamentais para a formação do professor entrelaçando conhecimentos sólidos e o
exercício de atividades relacionadas a essas leituras durante a graduação; aliar teoria e prática;
preparar o professor em formação para se tornar um pesquisador de seu próprio contexto,
sem, no entanto, deixar de conhecer sua própria realidade; desenvolver o hábito da leitura
como uma prática para aquisição de conhecimento e postura crítica e delinear um espaço
curricular para o desenvolvimento da atividade de leitura pelos discentes ao longo do Curso.
Pretende-se, com isso, oferecer tempos e espaços curriculares para uma leitura
direcionada, que deverá ser realizada de forma interdisciplinar, ancorada por uma disciplina
responsável por esta integração de conhecimentos.
O Projeto Rede de Leitura tem livros disponibilizados na Biblioteca da Instituição que
são definidos no programa das disciplinas que fazem parte do programa.
5.2.2. Atividades de práticas pedagógicas através das Atividades Complementares
As atividades acadêmico-científico-culturais são componentes curriculares que, integrados
às diversas áreas de conhecimento dos cursos de Licenciatura, objetivam o enriquecimento da
formação científica, acadêmica e cultural do futuro professor, podendo ser realizadas através
de atividades como participação em seminários, apresentações, exposições, eventos
científicos, visitas, monitorias, resolução de situações-problema, e projetos de ensino.
Desta forma, os alunos dos cursos de Licenciatura das FIC deverão ampliar o seu
universo cultural, científico e acadêmico, complementando sua formação com duzentas (200)
horas mínimas de atividades complementares, realizadas em diferentes espaços.
6. CURRÍCULO DO CURSO
A seguir, são apresentadas as matrizes curriculares do Curso de Letras, nas
seguintes habilitações: Português-Inglês, Português-Espanhol e Português-Literaturas.
14
6.1. Matrizes Curriculares
6.1.1. Habilitação: Português-Inglês
P
1º
2º
3º
4º
5º
LICENCIATURA EM LETRAS - PORTUGUÊS - INGLÊS (MATRIZ 2010.2)
DISCIPLINA
CARGA HORÁRIA
CÓD.
NOME
PRES. SEMIPRES. TOTAL
RL
EC GERAL
0548 Língua Inglesa - Morfologia
60
0
0
60
0677 Oficina de Produção de Textos
60
50
0
110
0678 Cultura e Sociedade
30
25
0
55
0679 Mercado de Trabalho
30
25
0
55
TOTAL
180
100
0
280
0549 Língua Inglesa - Morfossintaxe do Período
60
0
0
60
Simples
0618 Estudos Linguísticos
30
0
0
30
0668 Arte Literária
30
50
0
80
0619 Cultura Literária Brasileira
30
0
0
30
0002 Fundamentos Históricos e Filosóficos da
30
50
0
80
Educação
0404 Métodos e Técnicas de Estudo
30
0
0
30
TOTAL
210
100
0
310
0524 Língua Portuguesa - Tópicos Gerais
60
0
0
60
0550 Língua Inglesa - Sintaxe
60
0
0
60
0620 Cultura Literária Anglo-Americana
30
50
0
80
0621 Linguística - Fonética e Fonologia
30
0
0
30
0622 Gêneros da Literatura
30
0
0
30
0446 Sociologia da Educação
30
0
0
30
0023 Psicologia da Educação
30
50
0
80
TOTAL
270
100
0
370
0526 Língua Portuguesa - Morfologia
60
0
0
60
0551 Língua Inglesa - O Período Composto
60
0
0
60
0623 Literatura Inglesa - Poesia e Drama
30
0
0
30
0624 Linguística - Sintaxe
30
0
0
30
0625 Cultura Literária Portuguesa
30
50
0
80
0449 Informática Educativa
30
0
0
30
0234 Didática Geral
30
50
0
80
TOTAL
270
100
0
370
0528 Língua Portuguesa - Morfossintaxe
60
0
0
60
0626
0553
0627
0552
0033
Literatura Inglesa - Prosa
Língua Inglesa - Fonética e Fonologia
Linguística Aplicada ao Ensino
Didática do Ensino de Português e Inglês
Estágio Orientado I
60
60
30
30
30
50
0
0
50
0
0
0
0
0
170
110
60
30
80
200
15
TOTAL
0556
6º 0600
0531
0554
270
Língua Inglesa - Prática Discursiva
60
Tópicos de Literatura Brasileira
30
Língua Portuguesa - Sintaxe
60
Literatura Norte-Americana –
30
Da Colonização ao Romantismo
0418 Educação Brasileira
30
0420 Elaboração de Projeto
30
0041 Estágio Orientado II
30
TOTAL
270
7º 0535 Português Histórico
30
0555 Estudo dos Gêneros Discursivos
30
em Língua Inglesa
0557 Literatura Norte-Americana –
30
Do Realismo ao Modernismo
0541 Língua Portuguesa - Semântica e
60
Pragmática
0604 Tópicos de Literatura Portuguesa
30
0422 Estudo da Língua Brasileira de Sinais
30
0558 Prática Textual em Língua Inglesa
30
0494 Monografia
60
TOTAL
300
Atividades Complementares
0
TOTAL GERAL
1770
NOMENCLATURA
PRES.: Presencial
SP: Semipresencial (Rede de leitura e Trabalho Monográfico)
EC: Extra Classe
100
170
540
0
50
0
0
0
0
0
0
60
80
60
30
50
0
0
100
0
0
0
0
170
170
0
0
80
30
200
540
30
30
0
0
30
0
0
60
0
0
0
0
0
0
600
0
0
0
120
120
0
460
30
30
30
180
420
200
3030
6.1.2 Habilitação: Português-Espanhol
LICENCIATURA EM LETRAS - PORTUGUÊS - ESPANHOL
(MATRIZ 2010.2)
P
DISCIPLINA
CARGA HORÁRIA
CÓD.
NOME
PRES. SEMIPRES. TOTAL
GERAL
RL
EC
1º 0601 Língua Espanhola Tópicos Culturais
60
0
0
60
0677 Oficina de Produção de Textos
60
50
0
110
0678 Cultura e Sociedade
30
25
0
55
0679 Mercado de Trabalho
30
25
0
55
TOTAL
180
100
0
280
2º 0602 Língua Espanhola - Tópicos Gerais
60
0
0
60
0618 Estudos Linguísticos
30
0
0
30
0668 Arte Literária
30
50
0
80
16
0619
0002
0404
3º
0603
0628
0524
0621
0622
0446
0023
4º
0530
0629
0526
0624
0625
0449
0234
5º
0534
0630
0528
0627
0533
0033
6º
0539
0531
0600
0537
0418
0420
0041
0535
0538
Cultura Literária Brasileira
Fund. Históricos e Filosóficos da
Educação
Métodos e Técnicas de Estudo
TOTAL
Língua Espanhola - Morfologia
Cultura Literária Espanhola e HispanoAmericana
Língua Portuguesa - Tópicos Gerais
Linguística - Fonética e Fonologia
Gêneros da Literatura
Sociologia da Educação
Psicologia da Educação
TOTAL
Língua Espanhola - Sintaxe
Literatura Espanhola - da Idade Média
ao Barroco
Língua Portuguesa - Morfologia
Linguística - Sintaxe
Cultura Literária Portuguesa
Informática Educativa
Didática Geral
TOTAL
Língua Espanhola - Morfossintaxe,
Fonética e Fonologia
Literatura Espanhola –
Do Neoclássico à Contemporaneidade
Língua Portuguesa - Morfossintaxe
Linguística Aplicada ao Ensino
Didática do Ensino de Português e
Espanhol
Estágio Orientado I
TOTAL
Língua Espanhola - Prática Discursiva
Língua Portuguesa - Sintaxe
Tópicos de Literatura Brasileira
Literatura Hispano-Americana –
Período Colonial
Educação Brasileira
Elaboração de Projeto
Estágio Orientado II
TOTAL
Português Histórico
Expressão Oral e Escrita em Língua
Espanhola
30
30
0
50
0
0
30
80
30
210
60
30
0
100
0
50
0
0
0
0
30
310
60
80
60
30
30
30
30
270
60
30
0
0
0
0
50
100
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
60
30
30
30
80
370
60
30
60
30
30
30
30
270
60
0
0
50
0
50
100
0
0
0
0
0
0
0
0
60
30
80
30
80
370
60
60
50
0
110
60
30
30
0
0
50
0
0
0
60
30
80
30
270
60
60
30
30
0
100
0
0
50
0
170
170
0
0
0
0
200
540
60
60
80
30
30
30
30
270
30
30
50
0
0
100
0
0
0
0
170
170
0
0
80
30
200
540
30
30
17
0540
7º
0541
0604
0543
0422
0494
Literatura Hispano-Americana –
Da Independência à Modernidade
Língua Portuguesa –
Semântica e Pragmática
Tópicos de Literatura Portuguesa
30
0
0
30
60
0
0
60
30
0
0
30
Produção Textual em Língua
Espanhola
Estudo da Língua Brasileira de Sinais
Monografia
TOTAL
30
0
0
30
30
60
300
0
0
0
0
120
120
30
180
420
0
600
0
460
200
3030
Atividades Complementares
0
TOTAL GERAL
1770
NOMENCLATURA
PRES.: Presencial
SP: Semipresencial (Rede de leitura e Trabalho Monográfico)
EC: Extra Classe
6.1.3 Habilitação: Português-Literaturas
LICENCIATURA EM LETRAS - PORTUGUÊS - LITERATURAS
(MATRIZ 2010.2)
P
DISCIPLINA
CARGA HORÁRIA
CÓD.
NOME
PRES. SEMIPRES. TOTAL
GERAL
RL
EC
1º 0080 Oficina de Leitura
60
0
0
60
0677 Oficina de Produção de Textos
60
50
0
110
0678 Cultura e Sociedade
30
25
0
55
0679 Mercado de Trabalho
30
25
0
55
TOTAL
180
100
0
280
2º 0070 Expressão Oral e Escrita
60
0
0
60
0619
0618
0002
0007
0404
3º
0633
0524
Cultura Literária Brasileira
Estudos Linguísticos
Fundamentos Históricos
e
Filosóficos da Educação
Arte Literária
Métodos e Técnicas de Estudo
TOTAL
Literatura Brasileira - Poesia
Língua Portuguesa - Tópicos
30
30
30
0
0
50
0
0
0
30
30
80
30
30
210
30
60
50
0
100
50
0
0
0
0
0
0
80
30
310
80
60
18
0634
Gerais
Gêneros da Literatura
Produção Textual
Linguística - Fonética e
Fonologia
Sociologia da Educação
Psicologia da Educação
TOTAL
Língua
Portuguesa
Morfologia
Literatura Brasileira – Prosa
0625
Cultura Literária Portuguesa
30
50
0
80
0635
Literatura Greco - O Gênero
Dramático
Literatura
Brasileira:
Modernismo
Linguística - Sintaxe
Informática Educativa
Didática Geral
TOTAL
30
0
0
30
30
0
0
30
30
30
30
270
0
0
50
100
0
0
0
0
30
30
80
370
60
0
0
60
60
30
30
0
0
50
0
0
0
60
30
80
30
30
0
50
0
0
30
80
30
270
60
60
0
250
0
0
170
170
0
0
200
690
60
60
30
30
50
0
0
0
80
30
30
30
30
270
30
50
0
0
100
0
0
0
170
170
0
80
30
200
540
30
0622
0072
0621
0446
0023
4º
0526
0669
0624
0449
0234
-
30
60
30
0
0
0
0
0
0
30
60
30
30
30
270
60
0
50
100
0
0
0
0
0
30
80
370
60
30
0
0
30
5º
0528
0075
0625
0636
0637
0545
0033
6º
0531
0079
0600
0638
0418
0420
0041
7º
0535
Língua
Portuguesa
Morfossintaxe
Espanhol Instrumental
Linguistica Aplicada ao Ensino
Literatura
Brasileira
Contemporânea
e
PósModernidade
Literatura Portuguesa - Poesia
Didática
do
Ensino
de
Português e Literatura
Estágio Orientado I
TOTAL
Língua Portuguesa - Sintaxe
Literaturas Africanas de Língua
Portuguesa
Tópicos de Literatura Brasileira
Literatura
Portuguesa
Narrativa
Educação Brasileira
Elaboração de Projeto
Estágio Orientado II
TOTAL
Português Histórico
19
0077
0541
Literatura Comparada
Língua Portuguesa - Semântica
e Pragmática
0639 Literatura Greco - Latina - A
Lírica e a Épica
0604 Tópicos
de
Literatura
Portuguesa
0422 Estudo da Língua Brasileira de
Sinais
0494 Monografia
TOTAL
Atividades Complementares
TOTAL GERAL
60
60
0
0
0
0
60
60
30
0
0
30
30
0
0
30
30
0
0
30
60
270
0
1560
0
0
0
650
120
120
0
460
180
390
200
2870
NOMENCLATURA
PRES.: Presencial
SP: Semipresencial (Rede de leitura e Trabalho Monográfico)
EC: Extra Classe
6.2. Planos de Disciplinas
Os planos de disciplinas seguem em anexo.
6.2.1. A Proposta Curricular
Os conhecimentos múltiplos a serem desenvolvidos durante a licenciatura no Curso de
Letras devem estar integrados, aliando teoria e prática, além de preparar o futuro professor
para se tornar um potencial pesquisador de seu próprio contexto. Por isso, as áreas de
conhecimentos que integram ao longo do Curso são compostas por conhecimentos
introdutórios, específicos, da educação e metodológicos e de estágio.
6.2.1.1. Aprimoramento Introdutório
A área das disciplinas Oficina de Produção Textual, Cultura e Sociedade e Mercado de
Trabalho tem como proposta a articulação das principais necessidades que se apresentam aos
discentes de Ensino Superior, tais como o fato do baixo desempenho dos alunos brasileiros
em leitura e interpretação de textos, isto porque, de acordo com especialistas na área, o
brasileiro lê pouco. Lemos em média 3,7 livros por ano, muito menos que os franceses, os
argentinos e ou os americanos.
Outro aspecto é o de que se vive em um mundo que exige, não só a formação
específica, mas capacidades que transcendam o domínio conceitual. É preciso que o aluno
desenvolva habilidade de atuação crítica global e saiba interrelacionar as questões que os
cercam em termos de cultura e sociedade, hoje, de ordem mundial.
20
Já em termos de sua atuação no Mercado de Trabalho, o cenário requer uma postura
proativa do egresso, a fim de possibilitar a tomada de decisão e resolução de problemas,
sobretudo, no âmbito de sua área de atuação profissional frente ao uso das novas tecnologias e
linguagens de um mundo multicultural.
Neste sentido, estas disciplinas estão em consonância com as próprias exigências do
MEC que, a partir do Questionário Socioeconômico do ENADE, procura saber em que
medida o conjunto de disciplinas do curso contribui ou contribuiu para o desenvolvimento das
competências em organização, expressão e comunicação do pensamento, do raciocínio lógico
e análise crítica, bem como da compreensão de processos, da tomada de decisão e resolução
de problemas no âmbito de sua área de atuação.
A disciplina Oficina de Texto se constitui em um dos instrumentos pedagógicos de
aprimoramento introdutório, no qual os estudantes se apropriarão dos conhecimentos relativos
ao aprofundamento do domínio da norma culta, do conhecimento dos diferentes tipos e
gêneros textuais, principalmente os relacionados ao domínio acadêmico, essencial na
formação do professor da área de Letras
A disciplina Cultura e Sociedade tem o objetivo de fazer com que o aluno reflita sobre
a transição para a modernidade e os padrões culturais e sociais dela decorrentes, além de ser
capaz de relacionar os processos sociais globais com os processos nacionais e locais e
produzir sínteses acerca da formação cultural brasileira e sua realidade atual no contexto da
sociedade globalizada.
Em Mercado de Trabalho, o estudante conhecerá as possibilidades de inserção e
atuação na área de sua profissão, bem como as possibilidades desta atuação em termos de
abrangência, desafios e perspectivas profissionais para a sua área de formação.
6.2.2. Específicos
Com relação à área de conhecimentos específicos, o Parecer CNE/CES 492/2001
afirma que, no que concerne ao curso de Letras, os conteúdos básicos à formação do
profissional do licenciado em Letras devem estar ligados à área dos Estudos Linguísticos e
Literários, contemplando o desenvolvimento de competências e habilidades específicas. Tais
estudos devem fundar-se na percepção da língua e da literatura como prática social e como
forma mais elaborada das manifestações culturais. Devem, também, articular a reflexão
teórico-crítica com os domínios da prática, que são essenciais aos docentes de Letras, de
modo a dar prioridade à abordagem intercultural, que concebe a diferença como valor
antropológico e como forma de desenvolver o espírito crítico frente à realidade.
O perfil dos formandos do Curso de Letras, de acordo com o Parecer CNE/CES
492/2001(p.30):
é formar profissionais interculturalmente competentes, capazes de lidar, de
forma crítica, com as linguagens, especialmente a verbal, nos contextos oral
e escrito, e conscientes de sua inserção na sociedade e das relações com o
outro.
Independentemente da modalidade escolhida, o profissional em Letras deve
ter domínio do uso da língua ou das línguas que sejam objeto de seus
estudos, em termos de sua estrutura, funcionamento e manifestações
21
culturais, além de ter consciência das variedades linguísticas e culturais.
Deve ser capaz de refletir teoricamente sobre a linguagem, de fazer uso de
novas tecnologias e de compreender sua formação profissional como
processo contínuo, autônomo e permanente. A pesquisa e a extensão, além
do ensino, devem articular-se neste processo. O profissional deve, ainda, ter
capacidade de reflexão crítica sobre temas e questões relativas aos
conhecimentos linguísticos e literários.
Acatando o Parecer CNE/CES 492/2001, os conhecimentos específicos necessários à
formação na área de Letras serão tratados com o suficiente aprofundamento para que os
estudantes (futuros professores) sejam capazes de, mais eficazmente, atuar na educação
básica.
6.2.3. Educação e Conhecimentos Metodológicos
Para a área de Educação e Conhecimentos Pedagógicos, o Parecer CNE/CP nº 9/2001
afirma que a formação inicial deverá garantir aos aspirantes à docência o domínio efetivo dos
conhecimentos previstos pela LDBEN e pelas diretrizes/parâmetros/ referenciais curriculares
nacionais para educação básica.
Ainda em consonância com o Parecer CNE/CES 492/2001(p.31), “No caso das
licenciaturas deverão ser incluídos os conteúdos definidos para a educação básica, as
didáticas próprias de cada conteúdo e as pesquisas que as embasam”.
O Projeto do Curso de Letras das FIC, acatando as disposições do Parecer CNE/CES
492/2001, propõe na área Educação e Conhecimentos Metodológicos as seguintes disciplinas:
Fundamentos Histórico-Filosóficos da Educação, que buscam posicionar o aluno em seu
tempo, partindo da compreensão do processo histórico e filosófico da educação no Brasil.
Métodos e Técnicas de Estudo, que procuram desenvolver no aluno postura crítica e reflexiva
necessária à vida acadêmica e, também, a abertura intelectual em função da análise e síntese
de material literário, segundo a metodologia científica, construindo o conhecimento e fazendo
com que conheça e apreenda diferentes técnicas de estudo.
Sociologia da Educação, que busca interpretar a realidade educacional através da análise
crítica sociológica e conhecer o processo de educação como um fenômeno social.
Psicologia da Educação, que procura aplicar os princípios psicológicos à situação de ensino,
identificando os fatores que norteiam os processos de ensino e aprendizagem.
Didática Geral, que procura compreender a escola e seu papel mediador, observando a
importância da didática na formação do educador para que compreenda os processos de
ensino e aprendizagem na busca de respostas criativas aos problemas da realidade, além de
discutir as teorias educacionais e a práxis pedagógica.
22
Educação Brasileira, que analisa o cenário da educação brasileira ao longo do século XX e
início do século XXI à luz das legislações educacionais, identificando, analisando e
compreendendo as correlações de forças nos diferentes contextos históricos da educação
brasileira.
Estudo da Língua Brasileira de Sinais, que analisa o processo histórico da constituição da
LIBRAS como língua oficial no país e procura compreender o universo do indivíduo portador
de surdez e/ou deficiência auditiva e sua inserção na educação formal.
Elaboração de Projeto, que visa à redação final do projeto de pesquisa de acordo com a
estrutura e normas técnicas dos trabalhos científicos, com a linha de pesquisa e com o eixo
temático do Curso, tendo em vista a realização do trabalho monográfico.
Monografia, que visa desenvolver processo investigatório que possibilite a compreensão de
fatos inseridos em determinada realidade.
Informática Educativa, que pretende familiarizar os alunos com os recursos tecnológicos
disponíveis, em especial os multimeios, utilizáveis nas tarefas do educador, em busca da
eficiência e da eficácia no aprendizado.
6.3. Ementário e bibliografia (cf. anexos)
Os ementários e as bibliografias estão descritos nos planos das disciplinas em anexo.
6.4. Rede de Leitura
Buscando entrelaçar os conhecimentos múltiplos durante a licenciatura no Curso de
Letras, aliar teoria e prática, preparar o professor em formação para se tornar um pesquisador
de seu próprio contexto, sem, no entanto, deixar de conhecer sua própria realidade, que ainda
demonstra a necessidade de desenvolver o gosto pela leitura como uma prática para aquisição
de conhecimento e postura crítica, delineou-se um espaço curricular para o desenvolvimento
da atividade de leitura pelos discentes ao longo do Curso.
Pretende-se, com isso, oferecer tempos e espaços curriculares para uma leitura
direcionada, que deverá ser realizada de forma interdisciplinar, ancorada por uma disciplina
responsável por esta integração de conhecimentos. Além da bibliografia de cada disciplina,
são indicados dois livros por semestre, do primeiro ao quinto período, ligados a uma
disciplina de conhecimento específico do Curso e a uma disciplina da área de conhecimentos
da educação e metodológicos. No sexto período, não são indicados livros para a Rede de
Leitura, pois os alunos realizam leituras diferenciadas para sua monografia de final de Curso,
supervisionados por um professor orientador.
Os livros propostos para a Rede de Leitura são indicados nos planos das seguintes
disciplinas (cf. anexos Planos de Disciplinas):
23
HABILITAÇÃO: PORTUGUÊS-ESPANHOL
PERÍODOS
DISCIPLINAS
1º
Oficina de Produção de Textos
1º
1º
2º
2º.
3º
Mercado de Trabalho
Cultura e Sociedade
Arte Literária
Fundamentos Históricos e Filosóficos da Educação
Cultura Literária Espanhola e Hispano-Americana
3º
Psicologia da Educação
4º
Cultura Literária Portuguesa
4º
5º
Didática Geral
Literatura Espanhola – Do Neoclássico à Contemporaneidade
5º
6º
6º
Didática do Ensino de Língua Portuguesa e de Língua Espanhola
Tópicos de Literatura Brasileira
Educação Brasileira
HABILITAÇÃO: PORTUGUÊS-INGLÊS
PERÍODOS
DISCIPLINAS
1º
Oficina de Produção de Textos
1º
1º
2º
2º.
3º
Mercado de Trabalho
Cultura e Sociedade
Arte Literária
Fundamentos Históricos e Filosóficos da Educação
Cultura Literária Anglo-Americana
3º
Psicologia da Educação
4º
4º
5º
Cultura Literária Portuguesa
Didática Geral
Literatura Inglesa - Prosa
5º
6º
6º
Didática do Ensino de Língua Portuguesa e de Língua Inglesa
Tópicos de Literatura Brasileira
Educação Brasileira
HABILITAÇÃO: PORTUGUÊS-LITERATURAS
PERÍODOS
DISCIPLINAS
1º
Oficina de Produção de Textos
1º
Mercado de Trabalho
24
1º
2º
2º.
3º
Cultura e Sociedade
Arte Literária
Fundamentos Históricos e Filosóficos da Educação
Literatura Brasileira - Poesia
3º
Psicologia da Educação
4º
4º
5º
Cultura Literária Portuguesa
Didática Geral
Didática do Ensino de Língua Portuguesa e Literatura
5º
6º
6º
Literatura Brasileira Contemporânea e Pós-Modernidade
Tópicos de Literatura Brasileira
Educação Brasileira
6.5. Linhas de Pesquisa
O curso de Letras das FIC adota duas linhas de pesquisa para a elaboração de
monografia e para os projetos desenvolvidos no Núcleo de Estudos da Linguagem (NEL):
Linguística Aplicada ao Ensino e Estudos Literários.
6.5.1. Linguística Aplicada ao Ensino
JUSTIFICATIVA / OBJETIVOS
Integrando teorias e práticas de leitura, produção textual e gramática, e partindo da
inter e multidisciplinaridade, o curso de Letras das FIC, com as habilitações em PortuguêsEspanhol, Português-Inglês e Português-Literatura, propicia aos discentes o instrumental
necessário para reflexão contínua acerca das concepções gramaticais correntes, dos usos
pragmático-discursivo-enunciativos da linguagem humana, da cultura e da pluralidade
significativa que emergem da produção literária.
Com relação ao ensino de línguas, propõe reformulações quanto às metodologias
usadas em sala de aula e, também, quanto às questões teóricas relacionadas a empregos
gramaticais, textuais e discursivos em usos efetivo pelos falantes. Com relação ao ensino de
literatura, privilegia o enfoque das diferentes organizações discursivas e textuais
constitutivas do texto literário.
Constituem objetivos dessa linha de pesquisa:
 especializar recursos humanos para o ensino e a pesquisa na área do
ensino/aprendizagem de línguas e literaturas;
 ampliar e aprofundar o conhecimento do futuro professor para que desenvolva uma
melhor compreensão da concepção de língua sob perspectiva dupla: de sua
organização como sistema linguístico e de seu uso como sistema de comunicação e
interação social;
 fornecer embasamento teórico que possibilite a familiarização do discente com as
novas tendências relacionadas à prática pedagógica, e com o desenvolvimento de uma
25

postura crítica em relação a esses diferentes enfoques, com vistas à aplicação em sala
de aula;
promover a reflexão crítica quanto à função do professor de língua materna, de
língua estrangeira e de literaturas; quanto às finalidades do ensino e quanto às
metodologias aplicadas em sala de aula.
A Linguística Aplicada tem desenvolvido inúmeras pesquisas relacionadas ao
ensino/aprendizagem de línguas e literaturas. Dentre suas grandes contribuições, é possível
destacar:
 concepções de língua e de linguagem sob os pontos de vista tradicionalista,
estruturalista e interacionista e suas implicações com relação ao ensino;
 diferentes objetos de estudo das principais teorias linguísticas contemporâneas e suas
contribuições para o ensino;
 aspectos fonético-fonológicos, morfossintáticos e semânticos dos sistemas
linguísticos, cotejados com aspectos do ensino/aprendizagem;
 ensino da leitura e da produção de texto como parte da competência comunicativa;
 diferentes metodologias aplicadas ao ensino/aprendizagem de língua e literatura;
 análise do livro didático com o propósito de transformá-lo em um verdadeiro
instrumento de ensino;
 conceitos de gramática; reflexões sobre o conceito de norma, de erro e de adequação
linguística e suas implicações com relação às práticas pedagógicas;
 finalidade do estudo da gramática e a análise do ensino de gramática proposto nos
livros didáticos, com alternativas para o ensino da gramática na escola.
A escolha pela Linguística Aplicada ao Ensino como umas das linhas de pesquisa do
curso de Letras das FIC se justifica por expressar o desejo de, a partir das teorias linguísticas
que pesquisam a linguagem humana, construir um fazer, isto é, uma prática pedagógica que
dê ao professor melhores condições de atuar como um mediador no processo
ensino/aprendizagem.
CONTRIBUIÇÕES
Da pesquisa linguística contemporânea podem ser retiradas três grandes contribuições
para o ensino de línguas e literaturas: a forma de conceber a linguagem e, em consequência, a
forma como define seu objeto de estudo – a linguagem verbal humana; o enfoque
diferenciado da questão das variedades linguísticas e a questão do discurso, materializado em
diferentes configurações textuais. As pesquisas desenvolvidas na área da Linguística Aplicada
ao Ensino contribuem, de fato, para mudanças nas atitudes dos professores, tanto em relação
ao objeto de seu ensino, quanto ao próprio ensino.
6.5.2. Estudos Literários
JUSTIFICATIVA / OBJETIVOS
26
Nas três habilitações oferecidas, Português-Espanhol, Português-Inglês e PortuguêsLiteraturas, os Cursos de Letras têm uma preocupação contínua com a construção de uma
prática de pesquisa que possibilite a compreensão dos processos de produção e reconstrução
dos conhecimentos, bem como a reflexão sobre a realidade educacional com o sentido de
intervenção e de sua transformação.
Nesse sentido, o Curso de Letras vem oferecer a linha de pesquisa em Estudos
Literários fundamentados nos conhecimentos desenvolvidos pela Ciência Empírica da
Literatura, que a compreende como um entre os vários sistemas sociais, transferindo o foco de
análise para todo o processo literário.
Consideram-se como objetivos principais dessa linha de pesquisa:
 Fornecer subsídios teóricos e práticos para o desenvolvimento da pesquisa na área do
ensino/aprendizagem de literaturas nas línguas estudadas;
 Promover a discussão acerca da tradição na formação do professor de literaturas e das
finalidades e objetivos do ensino de literaturas;
 Produzir um conhecimento que oriente o desenvolvimento de habilidades que levem a
uma leitura autônoma e crítica e à competência na produção de textos;
 Conscientizar sobre o processo de interação ocorrido durante a leitura de textos
literários, fornecendo subsídios para a descrição e organização do conhecimento
gerado a partir da experiência de leitura;
 Promover a análise de processos de ações comunicativas literárias, dentre elas a
produção, distribuição, recepção e pós-processamento de textos literários.
Assim, a linha de pesquisa de Estudos Literários representa a possibilidade de
integração entre diferentes áreas do conhecimento – linguístico, histórico, cultural e literário –
fornecendo ao futuro professor o subsídio necessário para sua atuação em sala de aula sob
uma perspectiva interdisciplinar integrada à realidade social.
A literatura é uma das expressões mais representativas de uma cultura. Conhecê-la, tanto
na sua atualidade, quanto nas manifestações pregressas, é uma forma de compreender melhor
a realidade do país, tornando, assim, mais eficaz o exercício do educador, sobretudo do
profissional que atua na área de Letras. A investigação no âmbito literário leva,
necessariamente, aos textos originários, fundadores do arcabouço simbólico que sustenta uma
cultura literária. Tais textos situam seus países de origem ao longo de sua formação histórica,
acentuando os traços que geraram o perfil de seus escritores.
A linha de pesquisa Estudos Literários pretende observar esses aspectos e estender sua
atenção ao processo que envolve o leitor em sua tomada de consciência da leitura de textos
literários, dando ênfase ao processo literário e compreendendo literatura como um sistema
entre os vários sistemas sociais existentes. O sistema literário compreende ações que podem
ser basicamente de quatro tipos: produção, distribuição, recepção e pós-processamento de
textos literários.
A produção se refere aos processos de criação de produtos considerados literários
pelos atores sociais, como por exemplo, romances, peças e poemas. A mediação compreende
as atividades que tornam um produto literário acessível a outro ator, como a editoração e
publicação de livros. A recepção se refere às atividades nas quais os atores atribuem
significados aos produtos que eles consideram literários, podendo ser entendida como a leitura
27
e compreensão de um poema, por exemplo. Por fim, o pós-processamento compreende as
atividades dos atores sociais que produzem uma oferta do meio para um produto que eles
consideram literário, estabelecendo uma relação entre o fenômeno alvo e os resultados pósprocessuais, como análise, descrição, crítica, comentário, discussão em sala de aula, entre
outros. Ao se compreender literatura dessa forma, os textos literários passam a estar
articulados com os atores e suas condições sócio-culturais de ação.
CONTRIBUIÇÕES
A linha de pesquisa Estudos Literários pretende ampliar a reflexão sobre um
conhecimento mais consistente da nossa cultura e de outras, através de estudos centrados na
criação literária em língua portuguesa e nas línguas estrangeiras estudadas, estabelecendo as
ferramentas necessárias que permitem uma apreciação crítica da produção literária nessas
línguas. Além disso, propõe a vinculação entre criação estética e consciência ética,
investigando as coordenadas teórico-históricas que norteiam a criação literária
correlacionando autor e texto aos contextos interno e externo nos quais estão inseridos.
Ao observar novas formas de compreender literatura, nossos alunos, futuros
professores, poderão ensinar literatura a partir de um novo foco que tem a leitura e o
processo literário como objeto de investigação empírica. Dessa forma, pretende-se que eles
compreendam a importância do desenvolvimento da pesquisa científica não só durante o
período de sua graduação, mas durante toda a sua carreira num trabalho contínuo de reflexão
e ação sobre a prática cotidiana.
7. CONCEPÇÃO GERAL DA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
A avaliação da aprendizagem no Curso de Letras tem como pressuposto a orientação
do trabalho dos professores, a autonomia dos alunos/futuros professores em relação ao seu
processo de aprendizagem e a qualificação de profissionais com condições de iniciar a sua
carreira no magistério.
A avaliação é realizada em conformidade com o que estabelece a Instrução Normativa
003/2006 das FIC, apoiada em seu Regimento Geral, para os procedimentos de avaliação dos
alunos:
Art. 1º O aproveitamento escolar é avaliado através de acompanhamento contínuo do aluno e
dos resultados por ele obtidos nas atividades curriculares e no exame final, quando for o caso.
§ 1° Compete ao professor da disciplina elaborar os instrumentos de avaliação, bem como
julgar-lhes os resultados.
§ 2° Todos os instrumentos de avaliação, inclusive a prova final, deverão ser devolvidos aos
alunos pelo professor e as respectivas atas restituídas à Secretaria Geral, nos prazos
estabelecidos no Calendário Geral.
§ 3° Pode ser concedida revisão de avaliação, por meio de requerimento fundamentado,
dirigido ao Coordenador de Curso, no prazo de até sete dias úteis, após a divulgação do
resultado.
§ 4° O professor responsável pela revisão da avaliação pode manter ou alterar a nota
atribuída, devendo, sempre, fundamentar a decisão.
28
§ 5° Não aceitando a decisão do professor, o aluno, desde que justifique, pode requerer ao
Coordenador do Curso que submeta seu pedido de revisão à apreciação do Conselho de
Coordenadores a quem caberá, em instância final, pronunciar-se em parecer fundamentado.
Art. 2º A quantidade de notas obrigatórias, que expressam o aproveitamento escolar dos
alunos, por disciplina, é de duas por período: a primeira, fixada pelo professor, envolvendo
exercícios, arguições, trabalhos práticos, seminários, excursões e/ou estágios, em
conformidade com o plano de ensino da disciplina, com data final para a entrega da nota
fixada no Calendário Acadêmico Geral; e a segunda, referente à prova marcada pela
Coordenação do Curso, no período estabelecido no Calendário Acadêmico de Curso.
§ 1° Ao aluno que deixar de comparecer à prova(s) marcada(s) pela Coordenação do Curso
será(ão) concedida(s), automaticamente, segunda(s) chamada(s), na(s) data(s) fixada(s) no
Calendário Acadêmico de Curso.
§ 2° Ressalvado o que dispõe o parágrafo anterior, atribui-se nota zero ao aluno que deixar de
se submeter às avaliações, nas datas estabelecidas pelo professor ou pela Coordenação do
Curso, bem como ao que nelas se utilizar de meio fraudulento, e, nesse caso, sem prejuízo de
outras medidas disciplinares.
§ 3° A média do período é obtida através da média aritmética simples da primeira e segunda
avaliações, não sendo admitido arredondamento nesse cálculo.
§ 4° Os alunos com frequência igual ou superior a setenta e cinco por cento, obtendo média,
no período, igual ou superior a seis serão considerados aprovados, nas respectivas disciplinas.
§ 5° Os alunos com frequência igual ou superior a setenta e cinco por cento, obtendo média,
no período, inferior a seis e igual ou superior a quatro, em cada disciplina, submetem-se à
prova final.
§ 6° A prova final, que versa sobre toda a matéria dada no período, é realizada após um
mínimo de quarenta e oito horas da divulgação da média do período.
§ 7° Não há segunda chamada para os alunos que faltarem à prova final.
§ 8º Os alunos submetidos à prova final que alcançarem média final igual ou superior a cinco,
obtida pela soma da média do período e a nota da prova final, dividindo-se o total por dois,
sem qualquer arredondamento, serão considerados aprovados.
§ 9° Serão considerados reprovados, nas respectivas disciplinas, os alunos com frequência
inferior a setenta e cinco por cento, independentemente do aproveitamento demonstrado; ou,
com frequência igual ou superior a setenta e cinco por cento e média no período inferior a
quatro; ou, com média final inferior a cinco.
Art. 3º A primeira nota, a da avaliação marcada pela Coordenação do Curso e a da prova final
deverão ser expressas em números inteiros, de zero a dez.
Art. 4º A frequência às aulas e demais atividades escolares é obrigatória e permitida somente
aos matriculados.
Parágrafo único. Não há abono de faltas, e, somente nos casos previstos em lei, poderá ser
dado atendimento especial a alunos impossibilitados de cumprir a frequência às aulas no
percentual mínimo exigido.
Art. 5º A verificação e o registro da frequência são de responsabilidade do professor, e seu
controle é feito pela Secretaria Geral, com o acompanhamento das Coordenações de Curso.
Art. 6º O aluno reprovado repete a disciplina, obrigatoriamente, no período seguinte em que a
mesma for ofertada, desde que não haja coincidência de horário com outras disciplinas do
29
período em que estiver matriculado, sujeito às mesmas exigências de frequência e de
aproveitamento estabelecidas nesta Instrução Normativa.
Art. 7º Podem ser ministradas aulas de dependência e de adaptação de cada disciplina, em
horário ou período especial, em conformidade com as regras estabelecidas pelas Faculdades.
Art. 8º O aluno que tenha extraordinário aproveitamento nos estudos, demonstrado por meio
de provas e outros instrumentos de avaliação específicos, aplicados por banca examinadora
especial, pode ter abreviada a duração do seu curso, de acordo com a legislação e normas
vigentes.
8. ESTÁGIO CURRICULAR
Essa área articula-se com o trabalho teórico desenvolvido em sala de aula, pois os
conhecimentos teóricos, específicos e pedagógicos são associados às práticas. A dimensão
prática, contudo, deverá explorar o conhecimento presente, tanto nos momentos em que se
trabalha a reflexão sobre a atividade profissional, como naqueles em que se exercita a
atividade profissional. A execução das atividades do estágio estará apoiada nas reflexões
desenvolvidas no Curso e sua avaliação refletirá a visão crítica da teoria e da estrutura
curricular. Desse modo, o acompanhamento do estágio será feito por toda a equipe de
formadores, além do orientador de estágio. Atendendo ao Parecer CNE/CP 28/2001 e à
Resolução CNE/CP 2/2002, o estágio obrigatório tem inicio a partir da segunda metade do
Curso.
A Instrução Normativa 002/2008 (20-10-2008) das FIC, atualizada em 01-06-2009, assim
regulamenta os estágio orientado:
Art. 1º O estágio é o ato educativo desenvolvido de maneira orientada no ambiente de
trabalho, nos termos da Lei nº 11.788 de 25/09/2008, que visa à preparação para o trabalho
produtivo dos alunos regularmente matriculados nos cursos de Licenciaturas e Bacharelado
das Faculdades Integradas Campo-Grandenses.
§ 1º O estágio é parte componente, indissociável, do projeto pedagógico de cada curso.
§ 2º O estágio visa ao aprendizado de competências próprias da atividade profissional e à
contextualização da matriz curricular do curso.
§ 3º O estágio não cria vínculo empregatício de qualquer natureza.
§ 4º O estágio deverá ser cumprido com um mínimo de 2 (duas) e um máximo de 6 (seis)
horas diárias e 30 horas semanais.
Art. 2º São requisitos para o estágio orientado:
I – matrícula regular;
II – frequência regular nas atividades presenciais nas Faculdades;
III – celebração do termo de compromisso entre o aluno, a parte cedente do estágio e as
Faculdades;
30
IV – celebração de convênio entre a concedente e a cedente, quando solicitado por uma das
partes;
V – compatibilidade entre as atividades desenvolvidas no estágio e aquelas previstas no termo
de compromisso;
VI– presença de professor orientador na disciplina Estágio Orientado oferecida pelas
Faculdades; e
VII – presença de supervisor da parte concedente do estágio.
Parágrafo Único: a realização de estágios, nos termos da Lei, aplica-se aos estudantes
estrangeiros regularmente matriculados nas Faculdades, observado o prazo do visto
temporário, na forma da legislação aplicável.
Art. 3º O estágio orientado, nos cursos das Faculdades, está centrado na aproximação entre
teoria e prática, visando à formação do profissional crítico, inovador e observador.
Art. 4 As atividades de extensão, de monitorias e de iniciação científica desenvolvidas pelo
estudante poderão ser equiparadas ao estágio, se desenvolvidas sob a forma de projeto de
estágio, em conformidade com o estabelecido nos projetos pedagógicos dos cursos de
licenciatura e bacharelado.
Art. 5º São três os tipos de estágio orientado:
a) estágio nas licenciaturas;
b) estágio no curso de Pedagogia;
c) estágio no curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
Art. 6º O estágio orientado, nos cursos de licenciaturas, objetiva fazer com que o alunoestagiário:
a) conheça a realidade do ensino formal e informal, através da pesquisa científica, da
observação e da reflexão;
b) perceba a importância da integração entre as diversas áreas do conhecimento para a
construção do trabalho interdisciplinar;
c) profissionalize-se através de vínculos entre ação e reflexão, de modo a tornar sua ação
comprometida com uma visão mais interdisciplinar do conhecimento; e
d) capacite-se para a realização de um trabalho fundamentado na pesquisa pedagógica.
Art. 7º O estágio orientado nas licenciaturas será realizado em escolas do ensino básico, a
partir da segunda metade dos cursos, compreendendo as seguintes atividades e cargas
horárias:
ATIVIDADES
PERÍODOS/CARGAS HORÁRIAS
5º período
6º período
TOTAIS
31
I – Orientação, em
sala
de
aula,
realizada com o
professor
de
Estágio Orientado
II – Observação do
contexto
escolar
realizada na escola
selecionada
pelo
aluno estagiário
III – Regência
realizada na escola
selecionada
pelo
aluno estagiário
IV– Planejamento e
realização
da
regência simulada
V – Avaliação de
visitas
VI – Entrevistas
VII – Elaboração
dos relatórios de
estágio
TOTAIS
(Estágio Orientado
I)
30
(Estágio
Orientado II)
30
60
30
30
60
30
30
60
30
30
60
10
10
20
20
50
20
50
40
100
200
200
400
§ 1º A orientação com professor em sala de aula objetiva promover o debate e a reflexão
acerca da prática pedagógica e orientar o aluno-estagiário nas realizações das tarefas previstas
no plano de estágio.
§2º A observação do contexto escolar, realizada na escola selecionada pelo aluno-estagiário a
partir da vigência do contrato de estágio, objetiva permitir o contato do aluno com a realidade
educacional, especialmente nos aspectos que dizem respeito às situações que envolvem
professor e alunos em sala de aula, e, também, com a realidade escolar, desde a infraestrutura
e a utilização de espaços, até as relações humanas dentro da escola e entre a escola e a
comunidade.
§ 3º A regência, atividade realizada na escola selecionada pelo aluno-estagiário a partir
da vigência do contrato de estágio, objetiva permitir ao aluno-estagiário ministrar aulas
e/ou desenvolver outras atividades letivas, sob a orientação do professor da instituição
concedente do estágio.
32
§ 4º A avaliação de visita objetiva fazer com que o aluno-estagiário, a partir da
observação das atividades desenvolvidas em sala de aula, avalie as condições técnicopedagógicas das atividades docentes da instituição cedente do estágio.
§ 5º O planejamento e realização da regência simulada, ao longo das atividades de
orientação como o professor de estágio orientado, objetiva possibilitar ao aluno o
contato com a prática pedagógica a partir das leituras, das elaborações do plano de aula e
de materiais pedagógicos, da regência e dos debates propostos pelo professor-orientador.
§ 6º As entrevistas deverão ser realizadas pelo aluno de modo a coletar dados sobre as
atividades desenvolvidas pelos professores e profissionais de educação que atuam em
espaços escolares. O roteiro de perguntas, preparação do material, aplicação e análise
deverão ser construídos pelos alunos, sob a supervisão do professor de Estágio
Orientado.
§ 7º A elaboração dos relatórios de estágio objetiva fazer com que o aluno-estagiário
desenvolva, sob a forma de exposição escrita, as atividades realizadas durante o estágio,
com base no plano de estágio proposto pelo professor de Estágio Orientado.
Art. 8º Os alunos que estejam, durante a realização do curso, no exercício de atividade
docente regular na educação básica, por um período de, no mínimo, um ano, poderão ter
redução de 140 horas na carga horária do estágio orientado, nos termos do Parágrafo único do
Art. 1º do Parecer CNE/CP 28/2001, de 2/10/2001, devendo cumprir as seguintes atividades:
a) quinto período: Orientação em sala de aula, realizada com o professor de Estágio
Orientado (30 horas), planejamento e realização da regência simulada (30 horas),
observação do contexto escolar (10 horas), regência realizada na escola selecionada
pelo aluno-estagiário (10 horas), avaliação de visitas (10 horas) e apresentação de
relatório de estágio (40 horas); e
b) sexto período: Orientação em sala de aula, realizada com o professor de Estágio
Orientado (30 horas), planejamento e realização da regência simulada (30 horas),
observação do contexto escolar (10 horas), regência realizada na escola selecionada
pelo aluno-estagiário (10 horas); avaliação de visitas (10 horas) e apresentação de
relatório de estágio (40 horas).
Art. 9º O estágio orientado, no curso de Pedagogia, objetiva fazer com que o aluno-estagiário:
a) compreenda o papel do docente da educação infantil e das séries iniciais do ensino
fundamental regular e na modalidade jovens e adultos;
b) desenvolva o estágio junto às escolas de educação infantil e de séries iniciais do
ensino fundamental, direcionado a gestão e organização do trabalho pedagógico;
c) conheça as propostas federal, estadual e municipal para a educação infantil e para as
séries iniciais do ensino fundamental; e
33
d) relacione a teoria e a prática quanto à função administrativa e pedagógica do gestor
em organizações escolares (públicas e privadas) e organizações não-escolares.
Art. 10 O estágio orientado, no curso de Pedagogia, será realizado em espaços educacionais, a
partir da segunda metade dos cursos, compreendendo as seguintes atividades e cargas
horárias:
ATIVIDADES
I – Orientação, em sala de
aula, com o professor de
Estágio Orientado
II – Observação do contexto
escolar realizada na escola
selecionada pelo aluno
estagiário
III – Regência realizada na
escola selecionada pelo
aluno estagiário
IV – Planejamento e
realização
da
regência
simulada
V– Avaliação de visitas
VI – Entrevistas
VII – Visitas e entrevistas
em instituições não
escolares
VIII – Elaboração dos
relatórios de estágio
TOTAIS
CARGAS HORÁRIAS
4º período
5º período
6º período TOTAIS
(Estágio
(Estágio
(Estágio
Orientado I)
Orientado II) Orientado
III)
30
30
30
90
30
30
-
60
15
15
-
30
25
25
-
50
10
10
-
10
10
-
5
5
30
25
25
30
30
30
30
90
150
150
100
400
§ 1º A orientação com professor em sala de aula objetiva promover o debate e a reflexão
acerca da prática pedagógica e orientar o aluno-estagiário nas realizações das tarefas previstas
no plano de estágio.
§2º A observação do contexto escolar, realizada na escola selecionada pelo aluno-estagiário a
partir da vigência do contrato de estágio, objetiva permitir o contato do aluno com a realidade
educacional, especialmente nos aspectos que dizem respeito às situações que envolvem
professor e alunos em sala de aula, e, também, com a realidade escolar, desde a infraestrutura
34
e a utilização de espaços, até as relações humanas dentro da escola e entre a escola e a
comunidade.
§ 3º A regência, atividade realizada na escola selecionada pelo aluno-estagiário a partir
da vigência do contrato de estágio, objetiva permitir ao aluno-estagiário ministrar aulas
e/ou desenvolver outras atividades letivas, sob a orientação do professor da instituição
concedente do estágio.
§ 4º A avaliação de visita objetiva fazer com que o aluno-estagiário, a partir da
observação das atividades desenvolvidas em sala de aula, avalie as condições técnicopedagógicas das atividades docentes da instituição cedente do estágio.
§ 5º O planejamento e realização da regência simulada, ao longo das atividades de
orientação como o professor de estágio orientado, objetiva possibilitar ao aluno o
contato com a prática pedagógica a partir das leituras, das elaborações do plano de aula e
de materiais pedagógicos, da regência e dos debates propostos pelo professor-orientador.
§ 6º As entrevistas deverão ser realizadas pelo aluno de modo a coletar dados sobre as
atividades desenvolvidas pelos professores e profissionais de educação que atuam em
espaços escolares. O roteiro de perguntas, preparação do material, aplicação e análise
deverão ser construídos pelos alunos, sob a supervisão do professor de Estágio
Orientado.
§ 7º Visitas de observação em instituições escolares e não escolares: as visitas deverão ser
realizadas pelos alunos no último estágio orientado de modo a permitir a reflexão sobre o
papel do licenciado em pedagogia: a) na área de gestão escolar e do trabalho dos profissionais
de educação ligados à supervisão, orientação, coordenação e administração; b) na área de
atuação educacional em espaços não formais de educação como empresas, museus, centros de
ciência, classes hospitalares, associações, presídios, entre outros.
§ 8º A elaboração dos relatórios de estágio objetiva fazer com que o aluno-estagiário
desenvolva, sob a forma de exposição escrita, as atividades realizadas durante o estágio,
com base no plano de estágio proposto pelo professor de Estágio Orientado.
§ 9o Os alunos do Curso de Pedagogia que já estejam no exercício de atividade docente
regular na educação básica, por um período de, no mínimo, um ano, poderão ter redução de
190 horas-aula na carga horária do estágio orientado, devendo cumprir as seguintes
atividades: Estágio Orientado I (30 horas), Estágio Orientado II (30 horas), Estágio Orientado
III (30 horas), regência realizada na escola selecionada pelo aluno-estagiário (30 horas) e
elaboração dos relatórios de estágio (90 horas):
Art.11 O aluno-estagiário das licenciaturas e do curso de Pedagogia poderá elaborar e
desenvolver projetos de interesse do colégio em que estiver estagiando, tais como oficinas,
laboratórios, seminários, mostras, construção de materiais pedagógicos e atividades culturais,
35
com temáticas compatíveis com as linhas de pesquisa de seu curso, desde que supervisionado
pelo professor da instituição concedente do estágio e pelo professor orientador das
Faculdades.
Art.12 Os alunos das licenciaturas e do curso de Pedagogia poderão realizar seus estágios no
Colégio de Aplicação Emmanuel Leontsinis (CAEL), mantido pela Fundação Educacional
Unificada Campograndense, sob as seguintes regras:
I - São atribuições do CAEL:
a) solicitar o preenchimento de vagas para aluno-estagiário por meio de ofício entregue à
Secretaria Geral das Faculdades;
b) elaborar o cronograma e planejamento de estágio de acordo com o estabelecido nos
Planos de Estágio das Faculdades;
c) definir a programação das atividades a serem realizadas pelo aluno-estagiário;
d) fornecer ao aluno-estagiário todas as informações necessárias para o desenvolvimento
do estágio; e
e) fornecer, no término do estágio, a declaração de conclusão de estágio, de acordo com o
modelo fornecido pelas Faculdades.
II – São atribuições da Secretaria das Faculdades:
a) receber do CAEL o ofício de solicitação de aluno-estagiário; e
b) encaminhar o ofício de solicitação de aluno-estagiário ao respectivo Coordenador de
Curso, para ciência e encaminhamento de estagiários.
Art. 13 O estágio orientado no curso de Bacharelado em Sistemas de Informação objetiva
fazer com que o aluno-estagiário:
a) realize uma comparação crítica entre os conhecimentos e habilidades aprendidas no
Curso e as ações práticas de intervenção demandadas pela sociedade; e
b) experimente uma vivência junto aos órgãos públicos, empresas e organizações
privadas que desenvolvam ou implementem sistemas de informação.
Art. 14 O estágio orientado no curso de Bacharelado em Sistemas de Informação será
realizado em organização empresarial ou não-empresarial, do terceiro ao sétimo período do
curso, compreendendo as seguintes atividades e cargas horárias mínimas:
36
ATIVIDADES
I – Orientação com o professor em
sala de aula
II – Atividades de campo
III – Elaboração dos relatórios
sobre as atividades no estágio
IV – Elaboração de autoavaliação
no estágio
TOTAIS
PERÍODOS/CARGAS
HORÁRIAS
3º
4º
5º
6º
7º
15
15 15 15 15
TOTAL
75
30
5
30
5
30
5
30
5
30
5
150
25
10
10
10
10
10
50
60
60
60
60
60
300
§ 1º A orientação com professor em sala de aula objetiva promover o debate e a reflexão
visando a articular o trabalho teórico em sala de aula com a prática em situações reais de vida
e trabalho no mercado, bem como a orientar o aluno-estagiário nas realizações das tarefas
previstas no plano de estágio.
§ 2º O estágio de campo compreende a realização das atividades previstas no plano de estágio,
na instituição cedente do estágio, sob a orientação de um supervisor da mesma.
§ 3º A elaboração dos relatórios de estágio objetiva fazer com que o aluno-estagiário
desenvolva, sob a forma de exposição escrita, as atividades realizadas durante o estágio,
com base no plano de estágio proposto pelo professor orientador das Faculdades.
§ 4º A elaboração de autoavaliação no estágio objetiva fazer com que o aluno-estagiário,
a partir de observação e das atividades desenvolvidas nas empresas concedentes do
estágio, se auto-avalie no que tange aos aspectos técnico-profissionais, atividades e
atitudes.
Art. 15 Considerar-se-á aprovado no Estágio Orientado o aluno que cumprir integralmente as
atividades definidas no plano de disciplina e a carga horária mínima prevista no Plano de
Estágio.
Art. 16 São atribuições do Coordenador de Estágios e Mercado de Trabalho:
a) providenciar a celebração de convênios entre as Faculdades e as instituições
selecionadas, receptoras de estagiários das Faculdades;
b) na ausência do Coordenador do Curso, providenciar e assinar Termo de Compromisso
de Estágio não remunerado entre as Faculdades, o aluno e a instituição receptora do
estagiário;
c) orientar e supervisionar a atuação dos professores-orientadores de estágio para que se
cumpram as regras gerais dos estágios estabelecidas nesta Instrução Normativa; e
d) avaliar, em conjunto com os Coordenadores de Curso, as instituições concedentes de
estágio.
37
Art. 17 São atribuições do Coordenador de Curso no âmbito do estágio:
a) divulgar, junto ao professor-orientador, a solicitação de aluno-estagiário;
b) providenciar e assinar Termo de Compromisso de Estágio não remunerado entre as
Faculdades, o aluno e a instituição receptora do estagiário;
d) elaborar os planos de disciplinas para os Estágios Orientados em conjunto com os
professores-orientadores;
e) orientar e supervisionar a atuação dos professores-orientadores de estágio para que se
cumpram as atividades propostas nos planos de disciplinas;
f) indicar, juntamente com o professor-orientador, o aluno-estagiário apto a desenvolver
projetos de estágio;
g) verificar e assinar o prontuário do aluno, preenchido pelo professor-orientador, e
encaminhá-lo à Secretaria Geral; e
h) avaliar, junto com o Coordenador de Estágio e Mercado de Trabalho, as instituições
concedentes de estágio.
Art. 18 São atribuições do professor-orientador de estágio:
a) elaborar os planos de disciplinas para os Estágios Orientados em conjunto com o
coordenador de curso;
b) dar ciência ao aluno-estagiário dos documentos necessários para a realização do estágio
e fornecer todas as informações que se fizerem necessárias para a realização do estágio;
c) orientar os alunos quanto às atividades propostas no Plano de Estágio, relatando ao
Coordenador de Curso, ao final do período letivo, as atividades desenvolvidas e os
benefícios alcançados pelo aluno-estagiário no decorrer do estágio;
d) acompanhar o desenvolvimento das tarefas previstas no Plano de Estágio, registrando o
cumprimento das devidas etapas no prontuário do aluno;
e) avaliar o aluno-estagiário de acordo com as normas previstas no plano de disciplina do
Estágio Orientado;
f) elaborar e fixar, em cronograma próprio, os prazos e datas de entrega pelo alunoestagiário dos documentos comprobatórios para o cumprimento do estágio;
g) selecionar, mediante critérios estabelecidos no plano de disciplina de Estágio
Orientado, aluno-estagiário para desenvolver projetos de estágio; e
h) manter atualizado, assinar e entregar o prontuário dos alunos ao Coordenador de Curso
na data prevista no cronograma de estágio.
Art. 19 São atribuições do aluno-estagiário:
a) estar regularmente matriculado nas Faculdades;
b) cumprir, integralmente, as atividades previstas no Plano de Estágio das Faculdades;
c) escolher o local onde deseja estagiar;
c) assinar e cumprir, na íntegra, o Termo de Compromisso de Estágio;
38
d) ser assíduo, pontual e cumprir, integralmente, o horário estabelecido pela instituição
onde estiver estagiando;
e) cumprir as atividades propostas para o estágio na instituição onde estiver estagiando;
f) conhecer e respeitar as normas administrativas da instituição onde estiver estagiando;
g) responsabilizar-se pelo material que lhe for confiado durante o estágio;
h) apresentar ao professor orientador das Faculdades, nas datas determinadas, todos os
documentos exigidos para a realização do plano de estágio; e
i) assistir ao número de aulas previstas no cronograma e/ou plano de disciplina de Estágio
Orientado.
Art. 20 É vedado ao estagiário dos cursos de licenciatura e de Pedagogia ministrar aulas
teóricas ou práticas sem a devida orientação.
Art. 21 As Faculdades manterão um modelo de Contrato de Estágio e de Termo de
Compromisso de Estágio, a ser utilizado quando a instituição selecionada pelo alunoestagiário não dispuser de modelo próprio.
Art. 22 Esta Instrução Normativa cancela e substitui a de nº 002/2008 – 20/10/2008
9. PROGRAMAS DE APOIO E RECUPERAÇÃO
A monitoria, regulamentada pela Instrução Normativa 004/2004 das Faculdades
Integradas Campo-Grandenses, tem se constituído em um importante apoio a partir da
interação do corpo docente com o corpo discente e tem garantido um trabalho de
fortalecimento dos temas e conteúdos trabalhados em diversas disciplinas, sobretudo para
estudantes que trazem maiores dificuldades com a leitura e compreensão dos conteúdos de
forte peso teórico. Professores (as) e estudantes (preferencialmente, de períodos mais
avançados) têm acompanhado o desenvolvimento do estudo de grupos de períodos anteriores
a fim de ampliar a reflexão e contribuir para o rompimento de limites existentes no que tange
a aprendizagem.
Além disso, o Curso tem como princípio fomentar a organização de grupos de estudo
no interior de cada turma a fim de garantir uma dinâmica de organicidade como princípio e
estímulo na formação da solidariedade, na produção do conhecimento e no rompimento de
barreiras necessárias para sua realização.
Por sua vez, o corpo docente é cônscio da necessidade da realização de uma
recuperação paralela no processo de desenvolvimento do trabalho acadêmico, sem a qual a
avaliação ficaria reduzida a uma mera ferramenta de medição. Como a primeira avaliação é
resultado de diversas atividades realizadas ao logo do primeiro bimestre, faz-se uma
orientação individualizada a fim de que haja a possibilidade de recuperação na aprendizagem
dos conteúdos trabalhados, sempre que isto se torna necessário.
Para o ano de 2010, com a implementação do Núcleo Docente Estruturante (NDE) no
curso, formado por professores com dedicação integral e parcial, o trabalho de monitoria será
39
intensificado com a criação do Programa de Apoio à Recuperação de Aprendizagem,
realizado por professores (as) do NDE. Tratar-se-ão de atividades que poderão ser assistidas
por monitores (as), em horários, dias e locais previamente estabelecidos, elaboradas em
consonância com os planos das disciplinas conjuntamente com os professores titulares das
mesmas. Vale ressaltar que, professores (as) e monitores (as) terão carga horária destinada ao
atendimento dos (as) alunos (as). As atividades deverão ter início na terceira semana de aula
de cada período letivo.
Os professores das disciplinas específicas do Curso farão o encaminhamento dos (as)
alunos (as) que estiverem com dificuldades no entendimento dos conteúdos trabalhados na
disciplina. Os encaminhamentos devem ocorrer com uma relação nominal, constando período,
nome da disciplina, nome do (a) professor (a) da disciplina e relato das deficiências
constatadas. Os (as) alunos (as) encaminhados deverão tomar ciência dos dias, local e horários
de atendimento pelo Programa.
O Programa de Apoio à Recuperação de Aprendizagem deverá se articular com o
Programa de Monitoria. Sendo assim, os (as) professores (as) das disciplinas com monitoria
deverão, durante todo curso, fazer listas de exercícios complementares para a monitoria e
incentivar o corpo discente à participação em suas atividades, além de acompanhar sua
realização.
Os (as) monitores (as) deverão ter encontros frequentes com o professor da disciplina e
com o professor do Programa, além de encaminhar relatórios e relações nominais de presença
nas atividades de monitoria. Estes deverão, no final de cada período letivo, apresentar
relatório final sobre o aproveitamento dos (as) alunos (as) envolvidos no Programa à
Coordenadoria do Curso.
Além disso, a Coordenação de Letras promoverá, sistematicamente, cursos de extensão
aos sábados, com o objetivo de melhorar a prática docente dos estudantes de licenciatura. Tais
cursos serão oferecidos a partir da identificação das áreas de maior dificuldade e/ou interesse
dos discentes.
Visando a oferecer a ampliação do conhecimento, a integração de diferentes áreas e o
contato com professores e educadores renomados, as FIC promovem, anualmente, o Fórum de
Educação, Ciência e Cultura; a Jornada Regional de Educação; e o Encontro de Produção
Científica. Participam desses eventos especialistas na área de Educação e Letras com
atividades como palestras, mesas-redondas, oficinas, comunicações, painéis, dentre outras.
Sob a mesma perspectiva, a Coordenação do Curso de Letras também busca cumprir o seu
papel realizando eventos diversificados como: a Semana de Letras; o Encontro de Estudos
Hispânicos; o Encontro de Professores de Língua Portuguesa e Literatura; e o Encontro de
Estudos em Língua Inglesa. Tais eventos reúnem professores, pesquisadores e alunos para um
amplo debate acerca da educação na área de Letras.
10. QUADRO DOCENTE
Com um corpo docente constituído de especialistas, mestres e doutores, o Curso de
Letras das FIC tem sua grade curricular atualizada periodicamente, de maneira a contemplar
40
as novas correntes que compõem o perfil do profissional dessa área. Ser educador na área de
Letras exige, dentre outras características, atualização constante, forte senso de observação,
habilidade no trato com pessoas, bagagem cultural, espírito investigativo, capacidade de
conviver com diferenças e conflitos, e consciência da necessidade de educação permanente.
Os profissionais que integram o Curso de Letras, além da experiência e da
competência acadêmica comprovadas, são pessoas conscientes de sua função social e da
responsabilidade social da Instituição. Assim, participam ativamente do processo de
conscientização do futuro professor da educação básica quanto à importância de sua formação
continuada, sendo eles mesmos exemplos dessa preocupação para os alunos.
O quadro abaixo apresenta os professores que constituem o corpo docente do Curso de
Letras das FIC, sua experiência acadêmica, sua titulação e área de formação.
PROFESSOR
Experiência
Acadêmica
(em anos)
Graduação
Especialização
Mestrado
Doutorado
Adriano
Oliveira Santos
3
Letras
Língua
Portuguesa
Letras
Letras
(em curso)
Ana Lúcia de
Oliveira Cruz
11
Letras
Língua
Portuguesa
Letras
-
Arlene da
Fonseca
Figueira
19
Letras
Língua
Portuguesa
Letras Língua
Portuguesa
Letras Estudos
Linguísticos
Carlos César
Araújo da
Silva
6
Letras
Docência do
Ensino Superior
-
-
Claudia
Atanazio
Valentim
9
Letras
Literatura
Portuguesa
Letras Literatura
Portuguesa
Letras
Literatura
Portuguesa
Erivelto da
Silva Reis
1
Letras
Estudos
Literários
-
-
Flávio Pereira
Pimentel
8
Filosofia
-
Filosofia
José Ricardo
Dordron de
Pinho
16
Leandro
Garcia
Rodrigues
9
Letras
Letras
Língua
Espanhola e
Literaturas
Hispânicas
Letras Língua
Espanhola
e
Literaturas
Hispânicas
Letras
(em curso)
-
Estudos
Literários
Estudos
Literários
41
Lia Santos de
Oliveira
Martins
29
Letras
Linguística
Letras Linguística
e Filologia
Lorelaine
Saurina
Machado
02
Letras
Língua
Portuguesa
-
Lucy Cristine
de Abreu
Julião
20
Mauro Ferreira
de Oliveira
18
Norma Maria
Jacinto da
Silva
10
Paulo Roberto
N. de Andrade
06
Rafael Neves
da Silva
Queiroz
03
Regina Selia
Oliveira
Iápeter
22
Renata de
Souza Gomes
Letras
Estudos da
Linguagem
-
Letras
Docência do
Ensino Superior
Letras
Literatura
HispanoAmericana
Letras
Língua
Portuguesa
Letras
Literaturas
Portuguesa
e Africanas
Letras
-
Letras
-
Licenciatura
Plena em
Computação
Gestão
Educacional
-
-
Pedagogia e
Ciências
Sociais
-
-
07
Letras
Supervisão
Escolar
Linguistica
Aplicada
Linguistica
Aplicada
(em curso)
Renato Cesar
Moraes de
Souza
19
Letras
Literatura
Brasileira e
Literatura
Infanto-Juvenil
Literatura
Brasileira
-
Robério de
Oliveira Silva
4
Letras
Letras
Simone Batista
da Silva
16
Letras
Letras
-
-
-
-
Língua Inglesa
-
Educação
42
Simone
Eschenazi
Nicolas VillasBôas
03
LetrasLicenciatura
Especial
-
-
-
Silvia Regina
Neves da Silva
34
Letras e
Pedagogia
Educação
Brasileira
Letras
Língua
Portuguesa
Letras
Estudos
Linguísticos
Valmir
Miranda de
Oliveira
8
Letras
Filologia
Letras
Valdemar
Ferreira da
Silva
4
Zoraia Araujo
de Souza
12
Letras
Pedagogia
-
Educação
-
Psicologia
Psicopedagogia
10.1. Composição do Núcleo Docente Estruturante
PROFESSOR
Experiência
Acadêmica
(em anos)
Graduação
Especialização
Mestrado
Doutorado
Arlene da
Fonseca
Figueira
19
Letras
Língua
Portuguesa
Letras Língua
Portuguesa
Letras Estudos
Linguísticos
Tempo
integral
Cláudia
Atanazio
Valentim
9
Literatura
Portuguesa
Letras Literatura
Portuguesa
Letras
Literatura
Portuguesa
Tempo
parcial
Flávio Pereira
Pimentel
8
-
Filosofia
-
Tempo
parcial
Janice Rosane
Silva Souza
Letras
Filosofia
Métodos e
Técnicas de
Ensino
18
Robério de
Oliveira Silva
4
Simone
Batista da
Silva
16
Letras
Educação
-
Tempo
integral
Letras
Letras
Letras
Regime
de
trabalho
Língua Inglesa
Tempo
parcial
Educação
Tempo
parcial
43
Sílvia Regina
Neves da Silva
34
Letras e
Pedagogia
Educação
Brasileira
Letras
Língua
Portuguesa
Letras
Estudos
Linguísticos
Valdemar
Ferreira da
Silva
4
Pedagogia
-
Educação
-
Valmir
Miranda de
Oliveira
8
Tempo
integral
Letras
Filologia
Letras
Letras
Tempo
parcial
11. RECURSOS FÍSICOS
As FIC buscam oferecer aos docentes e discentes do Curso de Letras infraestrutura
adequada para a realização de suas atividades curriculares e extracurriculares, de pesquisa e
extensão. As turmas do Curso têm, à sua disposição, salas de aula com diferentes metragens
(50, 60, 75 e 100m²), de acordo com sua necessidade de utilização e capacidade, distribuídas
parcialmente em dois ou três dos cinco blocos existentes no campus das FIC.
Além das salas de aula, as FIC possuem outros espaços, dos quais o Curso de Letras
utiliza dois auditórios, uma sala de vídeo, uma sala de multimídia, quatro laboratórios de
informática, um laboratório de línguas, sala de professores, sala do Núcleo de Estudos da
Linguagem (NEL), sala da Coordenação de Cursos e Biblioteca para permitir a atuação de
docentes e discentes de maneira confortável.
11.1. Materiais
As salas de aula regulares possuem quadro branco (com canetas e apagadores
disponibilizados diariamente aos professores), microfone e caixas de som fixos. Também
podem ser utilizados, nas próprias salas de aula, materiais móveis como datashow e
computador, retroprojetores, aparelhos de microsystem com CD player e TVs de 29’, com
vídeo cassete e DVD player.
A Sala de Multimídia pode ser usada pelos professores do Curso de Letras nas
diferentes disciplinas ministradas. Possui capacidade para cem pessoas e dispõe de recursos
como computador, datashow, retroprojetor, microsystem, CD Player, Microfone Profissional
e TV 29’, além de refrigeração e poltronas.
Os dois auditórios possuem capacidade para oitenta (Auditório CAEL) e cento e
oitenta pessoas (Auditório FEUC). Ambos são equipados com datashow, retroprojetor,
microsystem, CD Player, TV 53’, microfone profissional, Videocassete e DVD player, além
de possuírem refrigeração e poltronas.
Todos os ambientes e materiais são regularmente usados pelo professores do Curso de
Letras nas diferentes atividades propostas nas disciplinas oferecidas. Pretende-se que os
espaços apresentem condições a professores e futuros professores para o exercício de práticas
e metodologias variadas ligadas ao desenvolvimento da experiência docente.
44
11.2. Laboratórios
Entre os diferentes laboratórios existentes nas FIC, há dois tipos utilizados pelo Curso
de Letras: os laboratórios de informática e o laboratório de línguas. Ambos podem ser usados
para aulas presenciais e semipresenciais, além de atividades diversificadas como monitoria e
extensão. Durante as aulas, esses espaços permitem a realização das atividades práticas e
interdisciplinares propostas nos planos de disciplinas.
11.2.1. Laboratórios de Informática
As atividades no Laboratório de Informática podem ser realizadas por todas as
disciplinas do Curso e visam capacitar os alunos a utilizar o computador, interagindo com a
área de Letras, para aplicação dessa tecnologia no cotidiano do futuro professor. Dentre as
disciplinas do Curso de Letras, a disciplina Informática Educativa utiliza os laboratórios de
forma regular, de acordo com sua ementa e objetivos.
Durante o horário de funcionamento da instituição, há sempre um laboratório, pelo
menos, colocado à disposição dos alunos para realização de trabalhos, pesquisas, consultas à
Internet, de forma a incentivar seus estudos em variados momentos, além da sala de aula.
Os laboratórios estão descritos, conforme dados do Plano de Desenvolvimento
Institucional das Faculdades Integradas Campo-Grandenses (20101-2014 – p.44):
EQUIPAMENTOS DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA
LABORATÓRIO
EQUIPAMENTO
QUANTIDADE
IBM
Pentium 100
11
HP
Pentium 100
20
LAB 116
Pentium 100
5
105, 107 E 109
Pentium III 450 Mhz
56
Lab 7
Pentium III 1 Ghz
40
Lab 8
Pentium IV 1 Ghz
20
Lab IBM
Impressora HP 640
1
LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA PROJETADOS
Equipamentos
Especificação Quantidade 2010 2011 2012 2013
Computadores
Vários
153
157
160
169
175
Impressoras
HP 640
30
30
35
35
35
Laboratórios
Informática
7
7
7
7
8
2014
182
35
9
LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS PROJETADOS (para cada curso)
Equipamentos Especificação
Quantidade
2010
2011 201 2013
2
Letras
1
1
1
1
1
Pedagogia
1
1
1
1
1
Geografia
1
1
1
1
1
Matemática
1
1
1
1
1
201
4
1
1
1
1
45
Química
Física
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
1
11.2.2. Laboratório de Línguas
O Laboratório de Línguas dispõe de vinte cabines individuais, com fones de ouvido,
mesa equipada com som, TV 21’, quadro branco, retroprojetor e microfone profissional. Este
é um recurso significativo para o Curso de Letras em suas habilitações de línguas estrangeiras.
Nele são desenvolvidas as práticas orais e de compreensão auditiva de espanhol, francês e
inglês. Este espaço é utilizado regularmente pelas disciplinas de línguas estrangeiras, pelas
disciplinas de produção textual nas línguas estrangeiras e pela monitoria nas disciplinas de
línguas estrangeiras.
11.2.3. Núcleo de Estudos da Linguagem
A sala do Núcleo de Estudos da Linguagem (NEL) é composta por computador conectado
à internet, quadro, mural, armários para arquivos, ventilador, cadeiras e mesa para atender a
orientação de alunos, pequenos grupos de estudo e grupos dos projetos do NEL.
11.3. Estruturas de apoio
A Coordenação do Curso de Letras fica alocada junto às demais Coordenações de Curso
e Coordenação Acadêmica e seu horário de atendimento cobre integralmente o horário de
funcionamento do Curso. Tal disposição permite um trabalho integrado desses setores e maior
disponibilidade para atendimento aos alunos, nos casos em que a Coordenação está
participando de reuniões ou de outras atividades acadêmicas.
Conforme dados do Plano de Desenvolvimento Institucional das Faculdades Integradas
Campo-Grandenses (20101-2014 – p.44 - 47), a Biblioteca Joaquim Ribeiro “encontra-se
informatizada, o que possibilita ao aluno realizar a pesquisa através dos microcomputadores
disponíveis. O aluno tem acesso ao acervo bibliográfico, podendo contar com a orientação dos
bibliotecários e seus auxiliares.”
Área do
Acervo
Conhecimento
(CAPES)
1. Ciências Exatas e Livros
da Terra
Periódicos
Revistas
Jornais
Quantida
de Atual
790
2
QUANTIDADES PROJETADAS
2010 2011 2012 2013 201
4
800
820
825
835 840
3
5
7
7
7
46
2. Ciências
Biológicas
3. Engenharias
4. Ciências da
Saúde
Obras de
Referência
Vídeos
DVD
CDROM
Assinaturas
Eletrônicas
Outras
Livros
Periódicos
Revistas
Jornais
Obras de
Referência
Vídeos
DVD
CDROM
Assinaturas
Eletrônicas
Outras
Livros
Periódicos
Revistas
Jornais
Obras de
Referência
Vídeos
DVD
CDROM
Assinaturas
Eletrônicas
Outras
Livros
Periódicos
Revistas
Jornais
Obras de
Referência
Vídeos
115
115
115
115
115
115
55
1
65
2
72
2
79
3
84
3
90
4
81
81
81
81
81
81
167
13
170
14
185
14
190
15
200
15
210
16
27
27
27
27
27
27
65
2
68
3
72
3
78
4
80
4
85
5
106
106
106
106
106
106
DVD
CDROM
47
Assinaturas
Eletrônicas
Outras
5. Ciências Agrárias Livros
Periódicos
Revistas
Jornais
Obras de
Referência
Vídeos
DVD
CDROM
Assinaturas
Eletrônicas
Outras
Periódicos
Revistas
Jornais
Obras de
Referência
Vídeos
7. Ciências
Humanas
DVD
CDROM
Assinaturas
Eletrônicas
Outras
Livros
Periódicos
Revistas
Jornais
Obras de
Referência
Vídeos
12
13
14
15
16
17
159
159
159
159
159
159
2416
2420
2425
2432
2438
64
65
65
68
68
244
0
70
481
490
490
500
505
505
DVD
CDROM
Assinaturas
Eletrônicas
Outras
48
8. Linguística,
Letras e Artes
9. Multidisciplinar
TOTAL
Livros
3275
3280
3286
3290
3300
17
18
18
19
19
330
5
20
Periódicos
Revistas
Jornais
Obras de
Referência
Vídeos
DVD
CDROM
Assinaturas
Eletrônicas
Outras
Livros
Periódicos
Revistas
Jornais
Obras de
Referência
Vídeos
DVD
CDROM
Assinaturas
Eletrônicas
Outras
Livros
143
143
143
143
143
143
8226
8293
838
1
8404
8457
849
5
Periódicos
111
118
121
131
132
13
9
1006
1006
1006
100
6
Revistas
Jornais
Obras de
Referência
Vídeos
1006
1006
DVD
CDROM
Assinaturas
Eletrônicas
Outras
49
12. REFERÊNCIAS
BAKTIN, Mikhail. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec, 1998.
_____. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1992.
BRASIL. Lei nº 9.394/96. Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria do Ensino Fundamental. Parâmetros curriculares
nacionais: língua portuguesa. Brasília: MEC/SEF, 1998.
_____. Conselho Nacional de Educação. Parecer CNE/CEB n˚ 28/2001.
_____. Parecer CNE n˚492/2001. Diretrizes Curriculares para os cursos de Letras.
_____. Parecer CNE/CP n˚ 009/2001. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de
Professores da educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena.
_____. Resolução CNE/CES n˚ 18/2002. Diretrizes Curriculares para os cursos de Letras.
_____. Resolução CNE/CP n˚ 001/2002. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação
de Professores da educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação
plena.
_____. Parecer CNE/CP n˚ 021/2001. Duração e carga horária dos cursos de licenciatura, de
graduação plena, de formação de professores da Educação Básica em nível superior.
_____. Parecer CNE/CP n˚ 028/2001. Dá nova redação ao Parecer CNE/CP n˚ 021/2001.
_____. Resolução CNE/CP n˚ 002/2002. Duração e carga horária dos cursos de licenciatura,
de graduação plena, de formação de professores da Educação Básica em nível superior.
Instrução Normativa das Faculdades Integradas Campo-Grandenses. Regulamento de
Monitoria. 004/2004.
Instrução Normativa das Faculdades Integradas Campo-Grandenses. Regulamento de
Atividades Complementares – 006/2005.
Instrução Normativa das Faculdades Integradas Campo-Grandenses. Procedimento de
Avaliação dos Cursos Seriados Semestrais – 003/2006.
Instrução Normativa 002/2008 – 20-10-2008 - Atualizada em 01-06-2009. Regulamento de
Estágio Orientado das Faculdades Integradas Campo-grandenses.
50
Plano de Desenvolvimento Institucional das Faculdades Integradas Campo-Grandenses
(2010-2014).
51
13. PLANOS DE DISCIPLINAS
52
DISCIPLINA: OFICINA DE LEITURA
CÓDIGO:
0080
PERÍODO:
1º Semestre
CARGA HORÁRIA:
60
OBJETIVOS:
Levar o discente a refletir sobre os processos de leitura e compreender textual, considerando os fatores de
ordem cognitiva, situacional e interacional. Interpretar textos de gêneros variados, observando de que modo os
aspectos semânticos, pragmáticos e linguísticos interagem na produção de sentido.
EMENTA:
Leitura, texto, contexto e sentido. Concepção de leitura. Fatores envolvidos no ato de ler. A leitura e os sistemas
de conhecimento e processamento textual. Referenciação e progressão textual. Gêneros textuais e propósitos
comunicativos. Noções de linguagem e ideologia. Leitura informativa e de entreterimento. O papel da literatura
no desenvolvimento da leitura. Atividades de leitura, interpretação e análise de textos de gêneros variados.
(presentes em todas unidades).
METODOLOGIA:
Aulas expositivas; pesquisas dirigidas. Leitura orientada para o desenvolvimento dos conhecimentos teóricos.
Exercícios práticos de leitura, compreensão e produção textual. Discussão em grupo e debates com produção
de relatos.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Sala de aula; retroprojetor, projetor de vídeo, livros, revistas, textos impressos, computador e internet.
AVALIAÇÃO:
Leitura e compreensão de textos orais e/ou escritos. Debates e seminários. Prova escrita.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KLEIMAN, Ângela. Oficina de leitura: teoria & prática. 11 ed. Campinas, SP: Pontes, 2007.
KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender: os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2006.
ARAÚJO, Júlio César (org). Internet e ensino: novos gêneros outros desafios. Rio de Janeiro: Lucerna, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DISCINI, Norma. Desvendando os segredos dos textos. São Paulo: Cortez, 2002.
KOCH, Ingedore Villaça. Ler e Compreender: os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2006.
SOUZA, Luiz Marques de e CARVALHO, Sérgio Waldeck de. Compreensão e produção de textos. 5 ed. Petrópolis, RJ: Vozes,
1995.
PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS - Terceiro e Quarto Ciclos do Ensino Fundamental: Língua Portuguesa. Brasília:
Secretaria de Educação Fundamental, MEC/SEF, 1998.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
53
Revisão:
01
Vigência de:
1/1/2010 a:
24/set/10
54
DISCIPLINA: LÍNGUA INGLESA - MORFOLOGIA
CÓDIGO:
0548
PERÍODO:
1º Semestre
CARGA HORÁRIA:
60
OBJETIVOS:
Reconhecer e usar os tempos verbais em Inglês; Reconhecer e usar as classes gramaticais; Desenvolver
reflexões didático-pedagógicas sobre o ensino dos verbos e das classes gramaticais, enfocando dificuldades
especiais e/ou particulares dos falantes de português.
EMENTA:
O uso gramatical dos verbos; O uso gramatical dos substantivos (tipo, gênero, número, quantitativos), artigos
(definido, indefinido e zero), pronomes, determinantes, preposições e noções básicas de adjetivos (próprio,
descritivo, quantitativo, numeral, demonstrativo, indefinido, distributivo, possessivo, interrogativo, relativo) e
advérbios.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas; Pesquisa individual e em grupo; Estudo dirigido.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Kit multimídia, TV, DVD player, CD player, amplificador de som com cabo para MP3 player, retroprojetor.
AVALIAÇÃO:
Produção própria contínua (individual e em grupo); Prova.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARTER, Ronald & McCARTHY, Michael. Cambridge Grammar of English – A comprehensive guide. Spoken and Written
English Grammar and Usage. Cambridge: CUP, 2006.
COWAN, Ron. The Teacher’s Grammar of English: a course book and reference guide. New York: CUP, 2008.
FOLEY, Mark & HALL, Diane. Advanced Learners’ Grammar – a self-stydy reference and practice book with answers. London:
Longman, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALEXANDER, L. G.. Longman English Grammar Practice. London: Longman, 1998.
McCARTHY, Michael & O’DELL, Felicity.. English Vocabulary in Use - Elementary. Cambridge: Cambridge University Press,
1998.
MURPHY, Raymond. English Grammar in Use. Cambridge: CULP, 2004.
SWAN, Michael & WALTER, Catherine. How English Works – a grammar practice book with answers. Oxford: Oxford
University Press (OUP), 1997.
.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
Revisão:
01
Vigência de:
1/1/2010 a:
24/set/10
55
DISCIPLINA: LÍNGUA ESPANHOLA - TÓPICOS CULTURAIS
CÓDIGO:
0601
PERÍODO:
1º Semestre
CARGA HORÁRIA:
60
OBJETIVOS:
Favorecer o desenvolvimento de habilidades lingüísticas em língua espanhola, através do conhecimento de
suas estruturas básicas e de suas interações culturais em nível básico.
EMENTA:
Introdução ao estudo do espanhol, através de uma abordagem histórica, popular e cultural preliminar da língua
espanhola como idioma românico, conhecendo as diferenças em relação ao português. Estudo do espanhol em
seus aspectos culturais, fonéticos e gramaticais.
METODOLOGIA:
Exposição oral; leitura e criação de diálogos sobre diversas situações lingüísticas e culturais; atividades de
compreensão oral e escrita; estudo comparativo das estruturas lingüísticas do português e do espanhol; leitura
de textos de diferentes gêneros; análise de ditos populares; pesquisa de hábitos e manifestações culturais do
mundo hispânico.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Diálogos e músicas em língua espanhola; transparências, filmes sobre a realidade hispânica; laboratórios de
idiomas; textos literários e não-literários.
AVALIAÇÃO:
Provas escritas e orais; análise de textos; trabalhos orais e escritos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRUNO, Fátima Cabra e MENSONZA, Maria A. “Hacia el Español”: curso de lengua y cultura hispánica. Nível básico. Saraiva.
São Paulo, 2004.
DIAZ, Diaz; TALAVERA, García. Dicionário Santillana. São Paulo: Santillana, 2006.
CORTES MORENO, Maximiano. “Guia de usos y costumbres de España”, EDELSA Grupo Didascalia. Madrid, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FANJUL. Adrían. (org.). Gramática y práctica de español para brasileños: com respuestas. Santillana. São Paulo, 2005.
HORMOSO, González a, J. R. Cuenot, M. Sánchez Alfaro. Gramática de español lengua extranjera. Edelsa. Madrid, 1994.
MILANI, Maria Esther. Gramática de Espanhol para brasileiros. São Paulo: Saraiva. 1999.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
56
Revisão:
01
Vigencia de:
1/2/2010 a:
24/set/10
57
DISCIPLINA: OFICINA DE PRODUÇÃO DE TEXTOS
CÓDIGO:
0677
PERÍODO:
1º Semestre
CARGA HORÁRIA:
110
OBJETIVOS:
Desenvolver no discente as seguintes habilidades: interpretação de textos de diferentes gêneros e em diversos
suportes; aptidão para analisar e produzir textos, argumentando seus pontos de vista; e produção de textos
orais e escritos, pertencentes a diferentes situações de interação e de comunicação, principalmente as que
contemplam o discurso acadêmico.
EMENTA:
Prática de leitura e de produção de diferentes tipos e gêneros textuais. Análise das dinâmicas da leitura e da
escrita. A produção da escrita nas mais diversas modalidades e situações linguísticas. O gênero acadêmico.
METODOLOGIA:
Serão apresentados aos discentes, para leitura e discussão, textos de diversos gêneros e em diferentes
suportes para orientá-los no desenvolvimento da competência de análise e de interpretação, garantindo sua
consideração pelo ponto de vista do autor e pela mensagem do texto e, ao mesmo tempo, incentivando-o a
argumentar seu ponto de vista e a produzir textos autorais, principalmente os relacionados ao gênero acadêmico.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Vídeo, quadro, material de consulta (livros, apostilas, sites da internet), aparelho de DVD, retroprojetor e data
show.
AVALIAÇÃO:
Serão considerados: assiduidade e pontualidade ; presteza na entrega dos trabalhos; desempenho na
elaboração dos trabalhos individuais e em grupo; propriedade qualitativa dos trabalhos e provas individuais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COSCARELLI, Carla Viana (org.) Novas tecnologias, novos textos, novas formas de pensar. 3 ed. Belo Horizonte: Autêntica,
2006.
GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna: aprenda a escrever, aprendendo apensar. 24ª Ed. Rio de Janeiro: FGV,
2004.
MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane & ABREU-TARDELLI, Lilian Santos (orgs.). Planejar gêneros acadêmicos. São
Paulo: Parábola, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DIONÌSIO, Ângela Paiva , MACHADO, Anna Rachel e BEZERRA, Maria Auxiliadora. Gêneros textuais e ensino. Rio de
Janeiro: Lucerna, 2005.
HOFFNAGEL, Judith Chambliss & DIONÌSIO, Ângela Paiva. Gênero, agência e escrita. São Paulo: Cortez, 2006.
PERROTA, Cláudia. Um texto para chamar de seu: preliminar sobre a produção de texto acadêmico. São Paulo: Martins
Fontes, 2004.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
KÖCHE, Vanilda Salton, BOFF, Odete Maria Benetti e PAVANI, Cínara Ferreira . Prática textual – atividades de leitura e
escrita. Petrópolis: Vozes, 2006.
58
Revisão:
00
Vigência de:
1/6/2010 a:
24/set/10
59
DISCIPLINA: CULTURA E SOCIEDADE
CÓDIGO:
0678
PERÍODO:
1º Semestre
CARGA HORÁRIA:
55
OBJETIVOS:
Compreender a transição para a modernidade e os padrões culturais e sociais dela decorrentes; Relacionar os
processos sociais formadores de cultura e os padrões culturais da atualidade; Produzir sínteses acerca da
formação cultural brasileira e sua realidade atual no contexto da sociedade multifacetada.
EMENTA:
Cultura e sociedade: fundamentos históricos e conceituais. Os povos originários e o elemento negro na
formação cultural brasileira. Sociedade e diversidade cultural. Dos quilombos às favelas: a discriminação recriada
no mundo contemporâneo. Direitos humanos no contexto do multiculturalismo contemporâneo.
METODOLOGIA:
Textos de leitura obrigatória selecionados previamente de acordo com cada tema. Além de textos da bibliografia
básica e complementar, poderão ser utilizados artigos, publicações de pesquisas e matérias de jornais e
revistas atuais. Aulas expositivas, debates em grupos, seminários e leituras dirigidas. Filmes e documentários a
cada temática trabalhada.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Quadro branco, data show, vídeos e visitas guiadas.
AVALIAÇÃO:
Participação dos debates e produção de resenhas sobre os temas trabalhados. Prova individual.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CANCLINI, Nestor Garcia. Consumidores e cidadãos: conflitos multiculturais da globalização . 5ª. ed. Rio de Janeiro: Editora
UFRJ, 2005.
COSTA, M.R.; SILVA, E.M. (Orgs.). Sociabilidade Juvenil e Cultura Urbana. São Paulo: Educ, 2006.
TIRADENDES, J. A. e SILVA, Denise Rampazzo da. Sociedade em Construção/História e Cultura Afro-Brasileira. São Paulo:
Editoria Direção Cultural, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede - A era da informação: economia, sociedade e cultura. São Paulo: Paz e Terra,
2007.
IANNI, Octavio. Era do globalismo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.
LARAIA, Roque. Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Zahar, 2005.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
ZAOUAL, Hassan. Globalização e diversidade cultural. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2008.
60
Revisão:
00
Vigência de:
1/6/2010 a:
24/set/10
61
DISCIPLINA: MERCADO DE TRABALHO
CÓDIGO:
0679
PERÍODO:
1º Semestre
CARGA HORÁRIA:
55
OBJETIVOS:
Levar o educando a conhecer os procedimentos usados no mercado de trabalho, relacionados com o ingresso e
sua manutenção profissional, fazendo a aplicação prática desses conhecimentos.
EMENTA:
O mercado de trabalho; Motivação e auto estima; Marketing pessoal; O que é ser profissional; O que é um
posto de trabalho; como o mercado de trabalho funciona; Empregabilidade 1 – preparando o futuro;
Empregabilidade 2 – a conquista de um lugar; Empregabilidade 3 – o estágio; Empregabilidade 4 – Network;
Empregabilidade 5 –manual da carreira; Empregabilidade 6 – As profissões do futuro; Empregabilidade 7 – como
elaborar um bom Curriculum Vitae; Conhecendo os direitos e deveres do trabalhador (CLT: Consolidação das
Leis do Trabalho); Empreendedor e empreendedorismo; Como abrir o seu próprio negócio; Como ser um
vencedor; O poder do entusiasmo.
METODOLOGIA:
Exposição Oral e escrita, pesquisas, trabalhos individuais e em grupo e seminários
Reflexão de textos e vídeos.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Aulas em data-show e pesquisas de casos estudos em sala de aula, levando a realidade ao alunado
AVALIAÇÃO:
Provas, exercícios em sala, trabalhos práticos e estudos de casos
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PASINI, Willy. A auto-estima: descubra o que afeta a sua imagem e viva melhor. RJ: Rocco, 2007.
PINK, Daniel. Motivação 3.0 – Os Novos Fatores Motivacionais que Buscam Tanto a Realização Pessoal. Elsevier – Campus,
2010.
GEHRINGER, Max. O Sucesso Passo a Passo – Col. CBN Livros. Globo Editora, 2010.
GEHRINGER, Max. Superdicas para Impulsionar sua Carreira. Ed. Saraiva, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LEAL, Ruy. Condutores do Amanhã – Jovens que Entram e Dão Certo no Mercado de Trabalho. Ed. Saraiva, 2009.
SALGADO, Léo. Manual da empregabilidade: como procurar, achar e manter um emprego nestes tempos bicudos.
Janeiro: Qualitymark; ABRH-Nacional, 2000. xii, 96p. (Recursos humanos).
MINARELLI, Jose Augusto. Empregabilidade – Como ter Trabalho e Remuneração Sempre. Ed. GENTE, 1995.
Rio de
DOLABELA, Fernando. O Segredo de Luísa. Sextante/Gmt, 2008.
DOLABELA, Fernando.Quero Construir a Minha História. Sextante/Gmt, 2009.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
GEHRINGER, Max. Emprego de A a Z. São Paulo: Globo, 2008.
62
Revisão:
00
Vigencia de:
1/6/2010 a:
24/set/10
63
DISCIPLINA: FUNDAMENTOS HISTÓRICOS E FILOSÓFICOS DA EDUCAÇÃO
CÓDIGO:
0002
PERÍODO:
2º Semestre
CARGA HORÁRIA:
80
OBJETIVOS:
Fazer uma abordagem histórica das perspectivas filosóficas acerca da educação, de modo a promover uma
reflexão acerca do fenômeno educacional e da prática educativa; Problematizar através da filosofia o ato do
conhecimento; Compreender os fundamentos filosóficos presentes nas diferentes teorias das práticas
educacionais no Brasil.
EMENTA:
A educação enquanto questão filosófica; Filosofia e educação nas origens do pensamento Ocidental; As
diferentes correntes filosóficas presentes na prática pedagógica da educação brasileira; Análise crítica do
cenário educativo contemporâneo; Fundamentos históricos e filosóficos da Educação Brasileira Contemporânea.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas; filmes e leituras comentadas.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Lousa, livros, biblioteca, projetor multimídia.
AVALIAÇÃO:
Primeira avaliação: avaliação individual e com consulta. Segunda avaliação: avaliação individual e sem
consulta. Prova final: avaliação individual e sem consulta.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMPI, Franco. História da pedagogia. São Paulo: UNESP, 1999.
GADOTI, M. História das idéias pedagógicas. São Paulo: Ática, 2005.
VIEIRA DA COSTA, Affonso Henrique. Manual de iniciação à filosofia. Petrópolis: Vozes, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GHIRALDELLI, Paulo (Org).. O que é Filosofia da Educação. 3. ed. Rio de Janeiro: DP&ª 2002.
KANT, Immanuel. Sobre a pedagogia. Piracicaba: UNIMEP, 2004.
MARCONDES, D. Iniciação à História da Filosofia: dos pré-socráticos à Wittgenstein. 6ª ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar
Editor, 2001.
ROUSSEAU, J. J. Emílio ou Da educação. São Paulo: Martins Fontes, 2008.
VERNANT, J. P. As origens do pensamento grego. São Paulo: Difel, 2005.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. Paz e Terra, 2006.
64
Revisão:
03
Vigência de:
1/2/2010 a:
24/set/10
65
DISCIPLINA: EXPRESSÃO ORAL E ESCRITA
CÓDIGO:
0070
PERÍODO:
2º Semestre
CARGA HORÁRIA:
60
OBJETIVOS:
Aprofundar o conhecimento da língua de padrão culto e praticar seu uso, a fim de expressar-se adequadamente
seja na língua oral seja na língua escrita.
EMENTA:
O processo de comunicação. Funções de linguagem em textos orais e escritos. Variações lingüísticas e os
níveis de linguagem. O padrão culto da língua e suas modalidades de uso. Estudo do léxico e da semântica:
seleção de vocabulário e os mecanismos de produção de sentido do texto. Noções de coesão e coerência.
Leitura, interpretação e produção de textos orais e escritos. Estudo das normas gramaticais fundamentais para
correção textual na oralidade e na escrita.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas; aulas com apresentação elaboração de resenhas de slides; exibição de filmes; elaboração de
resumos e resenhas; debates em grupos; práticas de leitura, de interpretação; produção de textos.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Uso do quadro da sala de aula; projetor multimídia, laboratório de informática com o uso da Internet, bibliografia
indicada, apostila organizada pelo (a) professor (a).
AVALIAÇÃO:
Primeira avaliação: produção escrita e apresentação oral de trabalhos em grupo; avaliação individual escrita: de
leitura, interpretação e produção de texto. Segunda avaliação: avaliação individual escrita: de
leitura,interpretação e produção de texto. Prova final: avaliação individual escrita: de leitura, interpretação e
produção de texto.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DISCINI, Norma. Comunicação nos textos: leitura, produção, exercícios, 2007.
HENRIQUES, Antonio; ANDRADE, Maria Margarida de. Língua Portuguesa: noções básicas para cursos superiores. 9 ed. São
Paulo: Atlas, 2010.
SOUZA, Luiz Marques de; CARVALHO, Sérgio Waldeck de. Compreensão e produção de textos. 13 ed. Petrópolis, RJ: Vozes,
2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BECHARA, Evanildo. O que muda com o novo Acordo Ortográfico. Rio de Janeiro: Nova Fronteira/Lucerna, 2008.
BOAVENTURA, Edivaldo. Como ordenar as idéias. 9 ed. São Paulo: Ática, 2007. (Séries Princípios).
MARTINS, Dileta; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar. Português Instrumental. 26ed. Porto Alegre: Sagra Luzzato, 2008.
OLIVEIRA, Jorge Leite de. O texto acadêmico: técnicas de redação e de pesquisa científica. Petrópolis, RJ: Vozes, 2005.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
66
Revisão:
02
Vigência de:
1/2/2010 a:
24/set/10
67
DISCIPLINA: MÉTODOS E TÉCNICA DE ESTUDOS
CÓDIGO:
0404
PERÍODO:
2º Semestre
CARGA HORÁRIA:
30
OBJETIVOS:
Desenvolver postura crítica e reflexiva, necessária à vida acadêmica. Desenvolver abertura intelectual em
função da análise/síntese de material literário, segundo a Metodologia Científica, construir o conhecimento.
Aplicar técnicas de estudo na organização dos trabalhos acadêmicos.
EMENTA:
O ato de estudar e a organização do trabalho científico-acadêmico. As técnicas de leitura e estudo. Elaboração
de fichamento, sinopse, relatório, resumo e resenha. As formas e a produção do conhecimento. O senso
comum e o mito. O método e a organização do trabalho acadêmico. A pesquisa bibliográfica. A organização do
seminário e do relatório.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas. Estudo dirigido. Debates sobre textos selecionados. Seminários.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Vídeo, quadro de giz, retroprojetor, material de consulta (livros, apostilas, materiais de internet).
AVALIAÇÃO:
Primeira Avaliação – trabalho em grupo (70%) e individual (30%); Segunda Avaliação – prova individual sobre
os conteúdos dados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FACHIN, O. Fundamentos de Metodologia. 5ª ed. São Paulo: Saraiva, 2005.
LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2000.
MARTINS, Gilberto de Andrade. Estudo de caso: uma estratégica de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Comissão de Estudo de Documentação. NBR 14724: informação e
documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. 2 ed. Rio de Janeiro, 2005. 9p.
ANTUNES, Celso. Glossário para educadores. Petrópolis, RJ: Vozes, 2001.
MINAYO, Maria Cecília de Souza (Org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 23ª ed. Petrópolis/RJ: Vozes, 2004.
MORIN, Edgar. Ciência com consciência. 8ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005.
.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
68
Revisão:
02
Vigência de:
3/3/2010 a:
24/set/10
69
DISCIPLINA: LÍNGUA INGLESA - MORFOSSINTAXE DO PERÍODO SIMPLES
CÓDIGO:
0549
PERÍODO:
2º Semestre
CARGA HORÁRIA:
60
OBJETIVOS:
Reconhecer e usar os processos de formação de palavras da língua inglesa; Reconhecer e usar o sistema
sintático da língua inglesa; Identificar e usar os constituintes da morfossintaxe do período simples da língua
inglesa; Desenvolver e reflexões didático-pedagógicas sobre o ensino do período simples, enfocando
dificuldades especiais e/ou particulares dos falantes de português.
EMENTA:
Noções de morfologia e sintaxe e a interconectividade de ambas; Aspectos da formação de palavras em inglês
com ênfase em adjetivos e advérbios (estrutura e função); Análise sintática do período simples (sujeito e
predicado, verbo, objetos, complementos e adjuntos).
METODOLOGIA:
Aulas expositivas; Pesquisa individual e em grupo; Estudo dirigido.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Kit multimídia, TV, DVD player, CD player, amplificador de som com cabo para MP3 player, retroprojetor.
AVALIAÇÃO:
Produção própria contínua (individual e em grupo); Prova.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARTER, Ronald & McCARTHY, Michael. Cambridge Grammar of English – A comprehensive guide. Spoken and Written
English Grammar and Usage. Cambridge: CUP, 2006.
COWAN, Ron. The Teacher’s Grammar of English: a course book and reference guide. New York: CUP, 2008.
FOLEY, Mark & HALL, Diane. Advanced Learners’ Grammar – a self-stydy reference and practice book with answers. London:
Longman, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALEXANDER, L. G.. Longman English Grammar Practice. London: Longman, 1998.
McCARTHY, Michael & O’DELL, Felicity.. English Vocabulary in Use - Elementary. Cambridge: Cambridge University Press,
1998.
QUIRK, Randolph. A University Grammar of English. Longman: London, 1987.
SWAN, Michael & WALTER, Catherine. How English Works – a grammar practice book with answers. Oxford: Oxford
University Press (OUP), 1997.
.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
70
Revisão:
01
Vigência de:
1/1/2010 a:
24/set/10
71
DISCIPLINA: LÍNGUA ESPANHOLA - TÓPICOS GERAIS
CÓDIGO:
0602
PERÍODO:
2º Semestre
CARGA HORÁRIA:
60
OBJETIVOS:
Propiciar elementos capazes de desenvolver as habilidades lingüísticas em língua espanhola, estabelecendo
uma visão geral da cultura hispânica e de suas relações com o mundo.
EMENTA:
Aprimoramento da competência comunicativa em nível intermediário: audição e compreensão de textos orais,
leitura e compreensão de textos escritos, produção oral e escrita. Abordagem de aspectos culturais dos povos
hispânicos.
METODOLOGIA:
Exposição oral; leitura e criação de diálogos sobre diversas situações lingüísticas e culturais; atividades de
compreensão oral e escrita; estudo comparativo das estruturas lingüísticas do português e do espanhol; leitura
de textos de diferentes gêneros; análise de ditos populares; pesquisa de hábitos e manifestações culturais do
mundo hispânico.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Textos literários e não literários. Documentários sobre a cultura hispânica. Uso de documentos em áudio, vídeo
e textos de sites variados, de acordo com o tema das aulas.
AVALIAÇÃO:
Provas escritas e orais; avaliações orais; ditados; apresentação de seminários sobre a cultura hispânica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRUNO, Fátima Cabral e Maria A. Mensonza. “Hacia el Español”: curso de lengua y cultura hispânica. Nível básico. Saraiva.
São Paulo, 2004.
DIAZ, Diaz; TALAVERA, García. Dicionário Santillana. São Paulo: Santillana, 2006.
FANJUL, Adrian. (ORG). Gramática y práctica de español para brasileños: com respuestas. Santillana. São Paulo, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HORMOSO, Gonzáles A, J. R. Cuenot, M. Sánchez Alfaro. Gramática de español lengua extranjera. Madrid: Edelsa, 1994.
HORMOSO, Gonzáles A. Conjugar es fácil en español de España y de América. Madrid: Edelsa, 2007. 2ª ed.
MILANI, Maria Esther. Gramática de Espanhol para brasileiros. Saraiva. São Paulo, 1999.
VRANIC, Gordana. Hablar por los codos: frases para um español cotidiano. Edelsa Grupo Didascalia. Madrid, 2005.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
72
Revisão:
01
Vigência de:
1/1/2010 a:
24/set/10
73
DISCIPLINA: ESTUDOS LINGÜÍSTICOS
CÓDIGO:
0618
PERÍODO:
2º Semestre
CARGA HORÁRIA:
30
OBJETIVOS:
O aluno deve adquirir noções teóricas fundamentais para a compreensão do percurso dos estudos da
linguagem e da contribuição da Lingüística para a análise científica dos diferentes níveis de organização da
língua.
EMENTA:
Lingüística: definição e objeto. A linguagem humana. Fundamentos da Lingüística contemporânea. Interfaces.
Contribuições do estruturalismo lingüístico. Norma e variação. Preconceito lingüístico. Os caminhos da
Lingüística contemporânea.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas com a participação dos alunos, exercícios práticos de análise lingüística a partir da teoria
apresentada em sala de aula, leitura e discussão da bibliografia sugerida; seminários e debates.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Vídeo, quadro, material de consulta (livros, apostilas, sites da internet), aparelho de dvd, retroprojetor e
datashow.
AVALIAÇÃO:
Exercícios, atividades em grupos (prova, seminário, exercícios e pesquisa de campo), provas individuais,
freqüência, fichamentos, e uma prova de recuperação para aqueles alunos que não tenham alcançado a nota
mínima de aprovação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FIORIN, José Luiz (org.). Introdução à lingüística - objetos teóricos. São Paulo: Contexto, 2005. Vol. I e II.
MUSSALIM, Fernanda & BENTES, Anna Christina (org.). Introdução à lingüística – domínios e fronteiras. São Paulo: Cortez,
2005. Vol. I e II.
SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de lingüística geral. São Paulo: Cultrix, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LOPES, Edward. Fundamentos da Lingüística Contemporânea. São Paulo: Cultrix, 2003.
MARTIN, R. Para entender a lingüística: epistemologia elementar de uma disciplina. São P aulo: Parábola Editorial, 2003.
PINKER, Steven. Do que é feito e pensamento. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
74
Revisão:
01
Vigência de:
1/2/2010 a:
24/set/10
75
DISCIPLINA: CULTURA LITERÁRIA BRASILEIRA
CÓDIGO:
0619
PERÍODO:
2º Semestre
CARGA HORÁRIA:
30
OBJETIVOS:
Estabelecer critérios que levem o aluno a reconhecer, nos textos literários brasileiros, os elementos que
caracterizam os estilos poéticos e orientá-los para uma leitura crítica da literatura no Brasil.
EMENTA:
Da informação à formação do ideário americano na literatura brasileira. A Carta de Pero Vaz de Caminha.
Repetição e renovação lúdica do Barroco: Gregório de Matos satírico. Brasilidade e consciência crítica: os
fundamentos temático-teóricos da literatura nacional.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas; pesquisas dirigidas; seminários; trabalhos escritos.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Sala de aula; retroprojeções; vídeos.
AVALIAÇÃO:
Seminários; trabalhos escritos; provas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CÂNDIDO, Antônio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. Belo Horizonte: Italiana; São Paulo: USP, 2005.
RIBEIRO, Maria Aparecida. A Carta de Caminhada e seus ecos. Coimbra: Ângelus Novus, 2009.
RICUPERO, Bernardo. O Romantismo e a Idéia de Nação no Brasil (1830-1870). São Paulo: Martins Fontes, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOSI, Alfredo (org.). Cultura brasileira: temas e situações. 2ª ed. São Paulo, Ática, 1992.
CASTRO, Sílvio. A carta de Pero Vaz de Caminha. Porto Alegre: L&PM, 2000.
.
.
.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
76
Revisão:
01
Vigência de:
3/3/2010 a:
24/set/10
77
DISCIPLINA: ARTE LITERÁRIA
CÓDIGO:
0668
PERÍODO:
2º Semestre
CARGA HORÁRIA:
80
OBJETIVOS:
Conscientizar o aluno a considerar o estudo do fenômeno literário como alicerce de sua formação enquanto
profissional de letras.
EMENTA:
Introdução à Teoria Literária. Conceitos de "Literatura". Arte - Conceitos Teóricas. Arte e Sociedade. Natureza
do Fenômeno Literário. Intertextualidade: Conceitos Teóricos - Paráfrase e Paródia.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas. Estudos dirigidos. Leitura e discussão de peças teatrais. Seminários. Debates. Rodas de
leitura.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Vídeos, quadro de giz, retroprojetor.
AVALIAÇÃO:
Primeira Avaliação - trabalho em grupo (50%) e seminário (50%); Segunda Avaliação - prova individual sobre os
conteúdos dados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AMORA, Antônio Soares. Introdução a teoria da literatura. 13 ed. São Paulo: Cultrix, 2006.
EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. 6ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2006.
SAMUEL, Rogel (org.). Introdução à Teoria Literária. 3ª ed. Petrópolis: Vozes, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SOARES, Angélica. Gêneros Literários. 7ª ed. São Paulo: Ática, 2007.
SOUZA, Roberto Acízelo. Teoria da literatura. 10ª ed. São Paulo: Ática, 2007.
.
.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
SALES, Herberto. Antologia de Contos Brasileiros. Ediouro, 2006.
78
Revisão:
01
Vigência de:
1/2/2010 a:
24/set/10
79
DISCIPLINA: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO
CÓDIGO:
0023
PERÍODO:
3º Semestre
CARGA HORÁRIA:
80
OBJETIVOS:
Aplicar princípios psicológicos à situação de ensino identificando fatores que norteiam os processos de ensino
e aprendizagem; Compreender a importância da Psicologia da educação na formação do educador;
Instrumentalizar teoricamente o futuro profissional da educação quanto às questões psicopedagógicas
percebidas no contexto educacional; Identificar as teorias da aprendizagem e desenvolvimento e suas influências
no ensino,bem como, verificar os fatores intervenientes na aprendizagem.
EMENTA:
Psicologia e Educação – concepções de desenvolvimento e aprendizagem e suas repercussões na Educação.
Teorias do desenvolvimento: psicogenética e o desenvolvimento cognitivo; a dimensão histórico-social no
desenvolvimento humano. As teorias da Aprendizagem e a construção do conhecimento; Fatores Psicológicos,
relacionais e contextuais e suas implicações na aprendizagem; A Psicologia como estudo científico. A
Psicologia aplicada à educação e seu papel na formação do professor.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas, aulas com vídeos educacionais. Leitura de textos, atividades em grupo e individuais, debates,
dinâmicas de grupo.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Quadro, retro projetor, TV, DVD, computador.
AVALIAÇÃO:
Primeira avaliação: trabalho em grupo desenvolvido a partir da leitura de textos indicados. Segunda
avaliação: prova individual e sem consulta. Prova Final: avaliação individual e sem consulta. (para os que não
alcançaram media).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOCK, Ana M. B. & FURTADO, O. Psicologias- uma introdução ao estudo da psicologia. São Paulo. Ed. Saraiva. 2009. 4ª
edição.
GOULART, Iris B. Psicologia da educação. Petrópolis. Vozes. 2008. 15ª edição.
SANTROCK, John W. Psicologia educacional. Ed. McGrow-Hill Brasil. 2009. 3ª edição.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARROS, Celia Silva G. Pontos de psicologia escolar. São Paulo. Ática. 2002. 5ª edição.
CAMPOS, Dinah m. de Souza. Psicologia da aprendizagem. Petrópolis. Vozes. 2008. 37ª edição.
SALVADOR, C. Coll. Psicologia do Ensino. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
LA TAILLE, Yves. Piaget, Vygtsky, Wallon. Summus, 1992.
80
Revisão:
02
Vigência de:
1/2/2010 a:
24/set/10
81
DISCIPLINA: PRODUÇÃO TEXTUAL
CÓDIGO:
0072
PERÍODO:
3º Semestre
CARGA HORÁRIA:
60
OBJETIVOS:
Desenvolver habilidades de produção textual em variados gêneros textuais da comunicação cotidiana;
aprofundar o conhecimento da língua de padrão culto e praticar seu uso em produções de conteúdos e estilo
acadêmico.
EMENTA:
O texto e a construção do sentido. A organização da informação no texto: conhecimento prévio e inferência.
Ativação de conhecimentos implícitos no texto. Coesão e coerência. As máximas de Grice. Parágrafo e
topicidade. Gêneros textuais e práticas comunicativas. Intertextualidade. Referenciação e orientação
argumentativa. Cadeias referenciais e progressão textual. Progressão tema-rema. Normas gramaticais básicas
para correção textual em textos de padrão culto. Leitura e produção textual.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas; aulas com apresentação elaboração de resenhas de slides; exibição de filmes; elaboração de
resumos e resenhas; debates em grupos; práticas de leitura, de interpretação; produção de textos.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Guerra ao terror
AVALIAÇÃO:
Primeira avaliação: produção escrita e apresentação oral de trabalhos em grupo; avaliação individual escrita:
leitura, interpretação e produção de texto. Segunda avaliação: avaliação individual escrita: leitura, interpretação
e produção de texto. Prova final: avaliação individual: leitura, interpretação e produção de texto.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e escrever: estratégias de produção textual. São Paulo: Contexto, 2009.
LIBERATO, Yara; FULGÊNCIO, Lúcia. É possível facilitar a leitura: um guia para escrever claro. São Paulo: Contexto, 2007.
NEVES, Maria Helena de Moura. Texto e gramática. São Paulo: Contexto, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARROS, Diana Luz Pessoa de. Teoria Semiótica do texto. 4ª ed. São Paulo: Ática, 2008.
BECHARA, Evanildo. O que muda com o novo Acordo Ortográfico. Rio de Janeiro: Nova Fronteira/Lucerna, 2008.
KARWOOSKI, Acir Mário; GAYDECZKA, Beatriz; BRITO, Karim Siebeneicher (orgs.). Gêneros textuais: reflexões e ensino. 3ª
ed. rev. Rio de Janeiro: Nova Fronteira/Lucerna, 2008.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
HERCULANO, Alexandre. Lendas e Narrativas (v. 1 e 2). Europa-América. PDF.
82
Revisão:
01
Vigência de:
1/2/2010 a:
24/set/10
83
DISCIPLINA: SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO
CÓDIGO:
0446
PERÍODO:
3º Semestre
CARGA HORÁRIA:
30
OBJETIVOS:
Contextualizar as práticas educacionais produzidas no Brasil, evidenciando as diferentes maneiras em que se
processa a educação escolarizada, enfatizando as relações entre a educação e a sociedade. Explorar as
diversas abordagens do processo educacional com vistas a construir uma crítica sócio educacional consistente e
significativa. Compreender, refletir sobre as variadas estruturas sociais na educação, bem como o papel de
cada uma na reprodução social. Configurar uma nova racionalidade social que se reflete no campo da produção
e do conhecimento da política e das práticas educativas.
EMENTA:
Educação e sociedade. Importância da sociologia da educação para o educador. Evolução histórico-social como
fator de interferência no processo educacional. Fundamentos básicos para compreensão da vida social.
Estrutura social e educação. Mudança social e educação. Abordagem do processo educacional na
contemporaneidade.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas, estudo de caso, seminários, pesquisa bibliográfica e filmes.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Vídeos, debates em grupo, aulas de campo, biblioteca e data-show.
AVALIAÇÃO:
Resenhas, provas em grupo e individual, fichamentos, relatórios das aulas de campo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
TOZI, A. Sociologia da Educação. Rio de Janeiro: DP&A, 2007.
TURA, Maria de Lourdes R. (org). Sociologia para educadores 2: O Debate Sociológico da Educação no Século XX e as
perspectivas atuais. Rio de Janeiro: Quartet, 2005.
TURA, Maria de Lourdes R. (org). Sociologia para educadores. 2ª edição. Rio de Janeiro: Quartet, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
RODRIGUES, Neidson.. Por uma nova escola: o transitório e o permanente na educação. São Paulo: Cortez, 1993.
BOURDIEU, Pierre e PASSERON, Jean Claude. A reprodução elementos para uma teoria do sistema de ensino. Rio de
Janeiro: Francisco Alves, 1987.
GRAMSCI, Antônio. Os intelectuais e a organização da cultura. Rio de Janeiro: Civilização brasileira, 1979.
.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
84
Revisão:
02
Vigência de:
1/1/2010 a:
24/set/10
85
DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA - TÓPICOS GERAIS
CÓDIGO:
0524
PERÍODO:
3º Semestre
CARGA HORÁRIA:
60
OBJETIVOS:
Desenvolver condições para que o discente reconheça os diferentes níveis da estrutura da língua portuguesa e
as diferentes concepções de gramática, para que esteja apto a reconhecer e usar a linguagem nos seus diversos
usos.
EMENTA:
Estudo comparativo das gramáticas, suas especificidades e suas divisões. A língua portuguesa no Brasil. A
linguagem humana: suas funções. Gêneros textuais e modos de organização do discurso. Técnicas de
expressão
escrita.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas, leitura e discussão de artigos recentes, debates sobre o conteúdo do(s) livro(s) texto,
exercícios práticos e trabalhos em grupo.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Quadro branco, recursos multimídia, retroprojetor, material impresso.
AVALIAÇÃO:
Na 1ª avaliação, a nota será obtida através de atividades em grupo, seminários com participações individuais;
Na2ª avaliação, a nota será obtida através de teste/prova individual dissertativa de conhecimentos e absorção
dos conteúdos apresentados até a data da avaliação, priorizando-se questões discursivas; Na 3ª avaliação, esta
aplicada apenas para aqueles que não obtiverem a média 6,0 (seis) nas duas primeiras, a nota será obtida
através de teste de conhecimentos e absorção do conteúdo apresentado até a data da prova. Participação .
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABREU, Antonio Suarez. Curso de redação. São Paulo: 2006.
FIORIN, José Luiz & SAVIOLI, F. Platão. Para entender o texto; leitura e redação. 17 ed. São Paulo: Ática, 2007
TRAVAGLIA, Luiz Carlos.. Gramática – ensino plural. 3 ed. São Paulo: Cortez, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BECHARA, Evanildo.. Moderna gramática portuguesa. . Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009.
BOAVENTURA, Edivaldo. Como ordenar as idéias. São Paulo: ática, 2005.
DIONÏSIO, Angela Paiva, MACHADO, Anna Rachel e BEZERRA, Maria Auxiliadora. (ogs.). Gêneros textuais & ensino. Rio de
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
86
Revisão:
01
Vigência de:
1/2/2010 a:
24/set/10
87
DISCIPLINA: LÍNGUA INGLESA - SINTAXE
CÓDIGO:
0550
PERÍODO:
3º Semestre
CARGA HORÁRIA:
60
OBJETIVOS:
Reconhecer e usar os verbos modais da língua inglesa; Reconhecer e usar os “phrasal verbs” e os verbos com
preposição; Reconhcer e usar as orações com verbos “non finite” (-ing, -ed e infinitivos); Desenvolver e
reflexões didático-pedagógicos sobre o ensino dos verbos modais, dos verbos com preposição e “phrasal verbs”
e das orações com verbos “non finite”, enfocando dificuldade especiais e/ou particulares dos falantes de
português.
EMENTA:
Estudo dos verbos modais da língua inglesa; Diferença entre “phrasal verbs” e verbos com preposição; Orações
com verbos “non finite” (-ing, -ed e infinitivos).
METODOLOGIA:
Aulas expositivas; Pesquisa individual e em grupo; Estudo dirigido.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Kit multimídia, TV, DVD player, CD player, amplificador de som com cabo para MP3 player, retroprojetor.
AVALIAÇÃO:
Produção própria contínua (individual e em grupo); Prova.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARTER, Ronald & McCARTHY, Michael. Cambridge Grammar of English – A comprehensive guide. Spoken and Written
English Grammar and Usage. Cambridge: CUP, 2006.
COWAN, Ron. The Teacher’s Grammar of English: a course book and reference guide. New York: CUP, 2008.
FOLEY, Mark & HALL, Diane. Advanced Learners’ Grammar – a self-stydy reference and practice book with answers. London:
Longman, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALEXANDER, L. G.. Longman English Grammar Practice. London: Longman, 1998.
BLAND, Susan Kesner. Intermediate grammar. Vol. B. Oxford: OUP, 2000.
MURPHY, Raymond. English Grammar in Use. Cambridge: CULP, 2004.
SWAN, Michael & WALTER, Catherine. How English Works – a grammar practice book with answers. Oxford: Oxford
University Press (OUP), 1997.
.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
88
Revisão:
01
Vigência de:
1/1/2010 a:
24/set/10
89
DISCIPLINA: LÍNGUA ESPANHOLA - MORFOLOGIA
CÓDIGO:
0603
PERÍODO:
3º Semestre
CARGA HORÁRIA:
60
OBJETIVOS:
Saber adequar-se às diferentes situações de uso da língua. Praticar a produção oral e escrita e expressar-se no
padrão culto, oralmente e por escrito, usando diferentes tipos e gêneros textuais. Identificar, analisar e utilizar
as diversas estruturas morfológicas do espanhol, tendo em vista o aprimoramento do uso do idioma.
EMENTA:
Estudo do idioma espanhol; abordagem dos aspectos morfológicos do castelhano; identificação e análise dos
elementos constitutivos da estrutura das palavras, dos processos de formação de palavras, dos tempos verbais
no futuro, dos pronomes pessoais, dos possessivos, dos demonstrativos, dos indefinidos e exclamativos; estudo
e aplicação da colocação pronominal; retrato significativo do universo lingüístico hispânico.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas; práticas discursivas orais e escritas; debates; discussão de artigos recentes; análise de
diversos gêneros textuais; exercícios práticos; criação textual coletiva.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Quadro branco; recurso multimídia; retroprojetor; material impresso; músicas do universo hispânico; filmes do
universo hispânico.
AVALIAÇÃO:
Prova escrita; provas oral; seminário; produção de texto; criação textual coletiva; ditado.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALARCOS LLORACH, Emílio. Gramática de La lengua Española. Real Academia Española – Colección Nebrilla y Bello.
Madrid: Espasa Calpe, 2007.
BRUNO, Fátima Cabral e Maria A. Mensonza. “Hacia el Español”: curso de lengua y cultura hispânica. Nível básico. Saraiva.
São Paulo, 2004.
FANJUL, Adrían. (org.). Gramática y práctica de español para brasileños: com respuestas. Santillana. São Paulo, 2005.
BARALO, Marta, 2004. Psicolingüística y gramática, aplicadas a la enseñanza de español / LE. Red ELE Revista Electónica de
didáctica / español lengua extranjera Número 0.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HORMOSO, Gonzáles A. J. R. Cuenot, M. Spachez Alfaro. Gramática de español lengua extranjera. Madrid: Edelsa, 1994.
HORMOSO, Gonzáles A. Conjugar es fácil en español de España y de América. Madrid: Edelsa, 2007. 2ª ed.
MAYRAL, Ricardo. 2004. “La lingüística de corpus” em Recursos tecnológicos em la práctica traductológica. Madrid: UNED.
MILANI, Maria Esther. Gramática de Espanhol para brasileiros. Saraiva. São Paulo, 2004.
VRANIC, Gordana. Hablar por los codos: fraswes para um español cotidiano. Edelsa Grupo Didascalia. Madrid, 2005.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
90
Revisão:
01
Vigência de:
1/2/2010 a:
24/set/10
91
DISCIPLINA: CULTURA LITERÁRIA ANGLO - AMERICANA
CÓDIGO:
0620
PERÍODO:
3º Semestre
CARGA HORÁRIA:
80
OBJETIVOS:
Capacitar o aluno a desenvolver uma visão crítica sobre o surgimento e expansão da língua inglesa e da cultura
literária anglo-americana, a partir de seus diferentes períodos históricos-literários. Fornecer subsídios que levem
o aluno a articular as informações culturais, linguísticas e literárias dos períodos iniciais da cultura literária angloamericana.
EMENTA:
A presença da língua inglesa no mundo atual. O surgimento da língua e da cultura inglesas: formação da GrãBretanha. Os primeiros períodos literários: o Período Anglo-Saxônico, o Período Anglo-Normando e o Período
Médio. A expansão britânica e as colonizações. Contextualização histórica do formação dos Estados Unidos da
América,.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas; estimulando a participação dos alunos. Leitura e discussão de textos teóricos. Apresentação
de
vídeos.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Retroprojetor, Vídeos(documentários sobre períodos históricos; Filmes ligados ao ciclo arthuriano-rei Arthur e os
Cavaleiros da Távola Redonda).
AVALIAÇÃO:
Produção de resumos e fichamentos sobre os textos teóricos. Trabalhos escritos em grupo. Provas discursivas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BORGES, J. L. Curso de Literatura Inglesa. Companhia das Letras: São Paulo, 2007.
SILVA, A. M. Literatura Inglesa para brasileiros. Ciência Moderna: Rio de Janeiro, 2006.
SAUNDERS, C. J. A Concise Companion to Chaucer.John Wiley Profession:San Francisco, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MALCOM, A. Palgrave Literary Dictionary of Chaucer.Palgrave USA:New York, 2009.
MEHL,D.English Literature in the Age of Chaucer.Transatlantic Publications:Philadelphia, 2005.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
TROYES, Chretien. Romances da távola redonda. Martins Fontes, 1998.
92
Revisão:
01
Vigência de:
3/3/2010 a:
24/set/10
93
DISCIPLINA: LINGÜÍSTICA - FONÉTICA E FONOLOGIA
CÓDIGO:
0621
PERÍODO:
3º Semestre
CARGA HORÁRIA:
30
OBJETIVOS:
Levar o discente do curso de Letras a conhecer os princípios teórico-práticos dos sistemas fonético e fonológico
da língua portuguesa para que esteja apto a aplicá-los ao processo ensino-aprendizagem.
EMENTA:
Fonética e Fonologia. Os princípios que norteiam a Fonética. Os princípios que norteiam a Fonologia. Aparelho
fonador. Classificação dos fonemas consonantais e vocálicos. Sistemas de transcrição fonética. Unidades
segmentais e suprassegmentais. Fonemas e alofones. Traços distintivos. Processos fonológicos. Análise
fonológica.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas com a participação dos alunos, exercícios práticos de análise lingüística a partir da teoria
apresentada em sala de aula, leitura e discussão da bibliografia sugerida; prática de transcrição e análise
fonéticas e fonológicas do português, seminários e debates.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Vídeo, quadro, material de consulta (livros, apostilas, sites da internet), aparelho de DVD, retroprojetor e
datashow.
AVALIAÇÃO:
A avaliação do desempenho do aluno, a fim de verificar seu crescimento, será feita por intermédio da realização
de exercícios, atividades em grupos (prova, seminário, exercícios e pesquisa de campo), provas individuais,
freqüência, fichamentos, e uma prova de recuperação para aqueles alunos que não tenham alcançado a nota
mínima de aprovação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BISOL, Leda. (org.). Introdução a estudos de fonologia do português brasileiro. 4º ed. Ver. Porto Alegre:
EDIPUCRS, 2005.
CALLOU, Dinah & LEITE, Yonne. Iniciação à fonética e à fonologia. 11 ed. Rio de Janeiro: Zahar,2005.
SILVA, Thaïs Cristófaro. Fonética e fonologia do português – roteiro de estudos e guia de exercícios. 4ª Ed.São
Paulo: Contexto, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CAGLIARI, Luiz Carlos. Análise fonológica – introdução à teoria e à prática. Campinas: Mercado de Letras,2002.
CRYSTAL, David. Dicionário de lingüística e fonética. Rio de Janeiro: Zahar,2000..
SILVEIRA, Célia Pagliuchi da . Uma pronúncia do português brasileiro. São Paulo: Cortez,2008
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
94
Revisão:
01
Vigência de:
1/1/2010 a:
24/set/10
95
DISCIPLINA: GÊNEROS DA LITERATURA
CÓDIGO:
0622
PERÍODO:
3º Semestre
CARGA HORÁRIA:
30
OBJETIVOS:
Conscientizar o aluno a considerar o estudo do fenômeno literário como alicerce de sua formação enquanto
profissional de letras.
EMENTA:
Gêneros Literários: a Lírica, a Narrativa (épica, contos, novela, romance e crônica) e o Drama.Crítica Literária:
Teorias e Evolução (principais escolas de Crítica Literária).
METODOLOGIA:
Aulas expositivas. Estudos dirigidos. Seminários. Debates. Rodas de leitura.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Vídeos, quadro , retroprojetor, material de consulta (livros, apostilas, internet).
AVALIAÇÃO:
Provas escritas e seminários.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AMORA, Antônio Soares.. Introdução à teoria da literatura. 13 ed. São Paulo: Cultrix, 2006.
SAMUEL, Rogel (org.). Novo manual de teoria da literatura. 3 ed. Petrópolis: Vozes, 2005
SOARES, Angélica. Gêneros literários. 7 ed. São Paulo: Ática, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EAGLETON, Terry. Teoria da Literatura: uma introdução. 6 ed. São Paulo: Marins Fontes, 2006.
MARTINS, Maria Helena ( org. ) Rumos da crítica. São Paulo: SENAC e Itaú Cultural, 2007.
SOUZA, Roberto. Teoria da Literatura 10 ed. São Paulo: Ática, 2007.
.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
96
Revisão:
01
Vigência de:
1/1/2010 a:
24/set/10
97
DISCIPLINA: CULTURA LITERÁRIA ESPANHOLA E HISPANO - AMERICANA
CÓDIGO:
0628
PERÍODO:
3º Semestre
CARGA HORÁRIA:
80
OBJETIVOS:
Permitir aos alunos uma visão geral da literatura espanhola e hispano-americana, como importantes vetores
culturais.
EMENTA:
Pequeno histórico das principais características da nação espanhola. Principais características da identidade
espanhola. Formação da nacionalidade espanhola: aspectos históricos. Apresentação dos aspectos gerais da
nação hispano-americana.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas, mobilizando a participação da turma, debates, atividades em grupo. Estudo de caso.
Pesquisa bibliográfica.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Jogos interativos. Filmes sobre a realidade Hispânica. Músicas. Textos específicos.
AVALIAÇÃO:
Trabalhos em grupos, atividades individuais e provas. Seminários.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LORENZO, Rocio Barros. Curso de Literatura – Edelsa, 2006.
CERVANTES, Miguel de. Dom Quixote. Editora Planeta, 2009.
CISNEROS, Consuelo Jimenez. El sueño de Cristóbal, 2008.
QUESADA, Sebastian. Historia Del arte de Espanha e Hispanoamericana – Edelsa, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
VILLANUEVA, Clara. Aires de fiesta latina. Difusión, 2007.
CASTRO, Guillén de. Cantar de Mio Cid / Anônimo. Editora Cofás, 2007.
ROJAS, Fernando de . La Celestina. Editora Cofás, 2007.
.
.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
CERVANTES, Miguel de. Don Quijote de la Mancha. Real Acadêmia Española, 2004.
98
Revisão:
01
Vigência de:
1/2/2010 a:
24/set/10
99
DISCIPLINA: LITERATURA BRASILEIRA - POESIA
CÓDIGO:
0633
PERÍODO:
3º Semestre
CARGA HORÁRIA:
80
OBJETIVOS:
Estabelecer critérios que levem o aluno a reconhecer, nos textos poéticos brasileiros, os elementos que
caracterizam os estilos em questão, bem como desenvolver a visão crítica de cada movimento enquanto
criação estética integrada no contexto sócio-cultural brasileiro. Proporcionar uma leitura crítica da prosa literária
realizada no Brasil colônia.
EMENTA:
A produção poética no Brasil: do século XVII ao XIX. Barroco , Arcadismo e Romantismo. As gerações
românticas. Estudo das condições histórico-culturais e dos pressupostos estéticos dos estilos em questão.
Principais autores e obras do período.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas,estimulando a participação dos alunos, exercícios de leitura e análise de textos poéticos,
pesquisa relativas ao poeta e ao estilo; seminários e trabalhos escritos.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Sala de aula , quadro, retroprojetor,computador, datashow, vídeos, internet.
AVALIAÇÃO:
Provas escritas, seminários, participação do aluno ao longo do curso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. 44ª Ed. São Paulo: Cultrix, 2007.
CÃNDIDO, Antonio & CASTELLO, José Aderaldo. Presença da Literatura Brasileira: das origens ao Realismo. História e
antologia. 12ª. Rio de Janeiro: Bertand Brasil, 2005
MOISÉS, Massaud. A criação literária: poesia. 18ª Ed. São Paulo: Cultrix, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
D’ONÓFRIO, Salvatore. Literatura ocidental – autores e obras fundamentais. 2ª Ed. São Paulo: Ática, 2000.
GUINSBURB, J. (org).. O Romantismo. São Paulo; Perspectiva, 1995.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
MEIRELES, Cecília. Romanceiro da Inconfidência. Nova Fronteira, 2005.
100
Revisão:
01
Vigência de:
1/1/2010 a:
24/set/10
101
DISCIPLINA: DIDÁTICA GERAL
CÓDIGO:
0234
PERÍODO:
4º Semestre
CARGA HORÁRIA:
80
OBJETIVOS:
Compreender a escola e seu papel mediador. Perceber a importância da didática na formação do educador.
Entender os processos de ensino e aprendizagem na busca de respostas criativas à problemas da realidade.
Conhecer as teorias educacionais e práxis pedagógica. Perceber a função do planejamento de ensino como um
fim social e político. Compreender a pedagogia dos projetos e seu significado nas experiências escolares.
EMENTA:
A inter-relação entre educação, didática e a sociedade; a escola e seu papel mediador no seio da prática
social. Teorias educacionais e práxis educativa; a construção da identidade na prática escolar. A construção do
projeto pedagógico escolar.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas; debates; leituras, dinâmicas; mesas –redondas; oficinas e roda de criação.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Vídeos; retroprojetor; materiais paradidáticos.
AVALIAÇÃO:
Provas. Trabalhos individuais e em grupo. Pesquisas, portifólio e auto-avaliação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CANDAU, Vera Maria (Org)- Magistério: Construção cotidiana. Petrópolis: Vozes, 2006.
LIBANEO, José Carlos. Didática – São Paulo: Cortez, 2007.
LIBANEO, José Carlos . Adeus professor, adeus professora? Novas exigências educacionais e profissão docente. São Paulo,
Cortez: 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CANDAU, Vera Maria (Org). Reinventar a Escola. Petrópolis:Vozes.2007.
GADOTTI, Moacir. Histórias das idéias pedagógicas. São Paulo: Ática, 2003.
VEIGA, Ilma P. A. Técnicas de Ensino: Por que não? Campinas: Papirus, 2007.
TORRES, Rosa M. O que (e como) é necessário ensinar. Campinas: Papirus, 2009.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
LIBANEO, José Carlos. Adeus professor, adeus professora. São Paulo: Cortez, 2007.
102
Revisão:
02
Vigência de:
1/2/2010 a:
24/set/10
103
DISCIPLINA: INFORMÁTICA EDUCATIVA
CÓDIGO:
0449
PERÍODO:
4º Semestre
CARGA HORÁRIA:
30
OBJETIVOS:
Refletir criticamente sobre os paradigmas das novas tecnologias a partir de sua aplicabilidade na educação,
tendo em conta a perspectiva histórica e cultural e suas implicações práticas; Habilitar os profissionais da
educação ao uso das Tecnologias necessárias à fomentação de projetos educacionais. Formar professores e
alunos mais criativos e autônomos em seus processos de aprendizagem. Pensar o uso dos recursos midiáticos
em sala de aula: mídia, multimídia e hipermídia.
EMENTA:
Noções de tecnologia; suas dimensões e sua contextualização histórico-social; As Tecnologias de inteligência;
Novas tecnologias de informação e comunicação: informação X conhecimento; Evolução das TICs: Mídia,
Multimídia e Hipermídia; Tecnologia e Mediação Pedagógica; Novas Tecnologias: e as mudanças de paradigma
na Educação. O fazer pedagógico do Séc. XXI: os recursos da informática à educação; Internet (correio
eletrônico; ferramentas de busca; comunidades virtuais; blogs); Novos ambientes de aprendizagem: ambientes
virtuais de aprendizagem; EAD: Educação à Distância ou Educação Online.
METODOLOGIA:
Aulas presenciais e à distância; leitura de textos, debates presenciais e online (fórum); desenvolvimento de
projetos com tecnologia; participação em comunidades virtuais.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Retro-projetor, laboratório de informática, sala de vídeo, auditório, projetor multimídia.
AVALIAÇÃO:
Avaliações objetiva de conhecimento (individual), trabalho de pesquisa, apresentação de trabalhos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
OLIVEIRA, Ramon de. Informática Educativa. 7ª ed. Rio de Janeiro: Papirus, 2009. Coleção Magistério, Formação e Trabalho
Pedagógico.
MORAN, Jose Manuel; MASETTO, Marcos T. Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica. 16ª ed. Papirus, 2009.
SILVA, M. (org) Educação Online. São Paulo:Editora Loyola, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PALLOFF, R.M. & PRATT,K. Constuindo Comunidades de Aprendizagem no Ciberespaço: estratégias eficientes para salas de
aula on-line. Porto Alegre: Artmed, 2002.
SILVA, M. Sala de aula Interativa. Rio de Janeiro: Quartet, 2001.
HEIDE, A. & SITLBORNE, L. Guia do Professor para Internet: Completo e fácil. Porto Alegre: Artmed, 2000.
.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
104
Revisão:
02
Vigência de:
3/3/2010 a:
24/set/10
105
DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA - MORFOLOGIA
CÓDIGO:
0526
PERÍODO:
4º Semestre
CARGA HORÁRIA:
60
OBJETIVOS:
Decodificar as estruturas morfossintáticas da língua portuguesa, formas e funções das classes gramaticais.
Reconhecer e compreender os mecanismos de organização paradigmática e sintagmática do português, suas
características combinatórias e constituição e expressão de categoriais gramaticais.
EMENTA:
Morfologia sincrônica do português. Elementos mórficos. Mecanismos flexionais e derivacionais do português:
perspectiva morfofonêmica. Estudo do léxico, das espécies de vocábulos, características combinatórias e sua
constituição. As categoriais gramaticais. Processos de formação de palavras. O vocábulo, sua classe. Critérios
mórfico, sintático e semântico.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas; leitura e discussão de artigos recentes, debates sobre o conteúdo do(s) livro(s), texto,
exercícios práticos e trabalhos em grupo.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Quadro negro e/ou branco; recursos multimídia, retroprojetor;textos , MATERIAL IMPRESSO.
AVALIAÇÃO:
Atividades em grupo, seminários e provas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BASÍLIO, Margarida. Formação e classe de palavras no português do Brasil. São Paulo: Contexto, 2004.
CÂMARA JR. Joaquim Mattoso. Estrutura da língua portuguesa. 29. Ed. Vozes, Petrópolis: 2008
KHEDI, Valter. Morfemas do português. São Paulo: Ática, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BASÍLIO, Margarida. Teoria lexical. . São Paulo: Ática, 2007.
BASÍLIO, Margarida. Formação e classes de palavras no português do Brasil. São Paulo: Contexto, 2004.
SOUZA-E-SILVA, Maria Cecília & Koch, Ingedore Villaça. Linguística aplicada ao português: morfologia. São Paulo: Cortez,
2007.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
106
Revisão:
01
Vigência de:
1/1/2010 a:
24/set/10
107
DISCIPLINA: LÍNGUA ESPANHOLA - SINTAXE
CÓDIGO:
0530
PERÍODO:
4º Semestre
CARGA HORÁRIA:
60
OBJETIVOS:
Propiciar elementos capazes de desenvolver as habilidades lingüísticas em língua espanhola, estabelecendo
uma visão geral da cultura hispânica e de suas relações com o mundo.
EMENTA:
Estudo do idioma espanhol; compreensão leitora; abordagem dos aspectos estruturais do castelhano; ênfase na
sintaxe e na semântica; retrato significativo do universo lingüístico hispânico.
METODOLOGIA:
Exposição Oral. Leitura e criação de diálogos sobre diversas situações lingüísticas. Análise de filmes e
músicas. Estudo comparativo das estruturas lingüísticas do Português e do espanhol. Leitura de textos de
diversas modalidades comunicativas (Teatro, Poemas etc.). Criação de Jornais.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Jogos interativos. Fitas com programas de televisão da Espanha e da América Latina. Transparências. Filmes
sobre a realidade Hispânica. Músicas. Textos literários e não literários. Laboratório de idiomas.
AVALIAÇÃO:
Provas escritas. Provas orais. Ditados. Debates. Análise e resenha sobre diversos textos do universo
lingüístico hispânico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BELHASSEN, Thierry. 3500 Palavras em Espanhol. Disal Editora, 2007.
BLASCO, Cecília. Fale tudo em Espanhol. Disal Editora, 2008.
FANJUL, Adrían. Gramática de Español. Paso a Paso. Espanha: Santillana, 2005.
VÍCTOR, Barrionuevo. Nuevo Diccionario Contemporâneo. Editora Nacional, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FERNÁNDEZ, Gretel. Expresiones Idiomáticas: usos y valores. Editora àtica, 2004.
SABINO, Walmir. Listo / Español a através de textos. Santillana, 2005.
VRANIC, Gordana. Hablar por los codos. Edelsa, 2008.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
108
Revisão:
01
Vigência de:
3/3/2010 a:
24/set/10
109
DISCIPLINA: LÍNGUA INGLESA - O PERÍODO COMPOSTO
CÓDIGO:
0551
PERÍODO:
4º Semestre
CARGA HORÁRIA:
60
OBJETIVOS:
Reconhecer e usar os elementos que compõem o sistema sintático do período composto em inglês; Analisar o
uso discursivo do período composto por coordenação e/ou subordinação; Desenvolvimento de reflexões didáticopedagógica sobre o ensino do período composto, enfocando dificuldades especiais e/ou particulares dos
falantes de português.
EMENTA:
Orações coordenadas e conjunções coordenativas; Orações subordinadas (nominais, adjetivas e adverbiais –
ênfase nas condicionais) e conjunções subordinativas.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas; Pesquisa individual e em grupo; Estudo dirigido.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Kit multimídia, TV, DVD player, CD player, amplificador de som com cabo para MP3 player, retroprojetor.
AVALIAÇÃO:
Produção própria contínua (individual e em grupo); Prova.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARTER, Ronald & McCARTHY, Michael. Cambridge Grammar of English – A comprehensive guide. Spoken and Written
English Grammar and Usage. Cambridge: CUP, 2006.
COWAN, Ron. The Teacher’s Grammar of English: a course book and reference guide. New York: CUP, 2008.
PARROT, Martin. Grammar to English Language Teachers. Cambridge: CUP, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALEXANDER, L. G.. Longman English Grammar Practice. London: Longman, 1998.
FOLEY, Mark & HALL, Diane. Advanced Learners’ Grammar – a self-stydy reference and practice book with answers. London:
Longman, 2003.
QUIRK, Randolph. A University Grammar of English. Longman: London, 1987.
SWAN, Michael & WALTER, Catherine. How English Works – a grammar practice book with answers. Oxford: Oxford
University Press (OUP), 1997.
.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
110
Revisão:
01
Vigência de:
1/1/2010 a:
24/set/10
111
DISCIPLINA: LITERATURA INGLESA - POESIA E DRAMA
CÓDIGO:
0623
PERÍODO:
4º Semestre
CARGA HORÁRIA:
30
OBJETIVOS:
Fornecer subsídios ao aluno para que possa relacionar o contexto histórico e cultural do Renascimento à
produção literária da época. Levar o aluno a apreender criticamente a obra de William Shakespeare, a partir de
uma interpretação mediada por crítica e teorias literárias, que também permitam que ele perceba a importância
do desenvolvimento do teatro inglês no séc. XV como facilitador para sua consolidação no séc. XVI.
EMENTA:
A literatura inglesa no séc. XV com ênfase para o surgimento do teatro elisabetano. O séc. XVI e o
Renascimento na Inglaterra. Visão geral dos principais gêneros literários durante o período elisabetano, com
destaque para a poesia e o drama. O maior expoente da língua inglesa: William Shakespeare – poesia e drama.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas estimulando a participação dos alunos. Leitura e discussão de sonetos e peças. Apresentação
de vídeos. Apresentação de seminários sobre as peças de Shakespeare e o autor na mídia atual.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Data-show. Vídeos (filmes baseados em obras literárias).
AVALIAÇÃO:
Trabalhos escritos. Seminários em grupo. Provas discursivas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BORGES, J. L. Curso de Literatura Inglesa. Companhia das Letras: São Paulo, 2007.
SILVIA, A. M. Literatura Inglesa para brasileiros. Ciência Moderna: Rio de Janeiro, 2006.
SCHWYZER, P. Archaeologies of English Renaissance Literature. Oxford: Oxford, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MOURA, V. G. Os sonetos completos – William Shakespeare. São Paulo: Landmark, 2005.
SPURGEON, C. F. E. A imagística de Shakespeare e o que ela nos revela Trad. Barbara Heliodora. São Paulo: Martins Fontes,
2006.
SHAKESPEARE, William. The Complete Works of William Shakespeare. Pan McMilanMelbourne, 2007.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
112
Revisão:
01
Vigência de:
1/2/2010 a:
24/set/10
113
DISCIPLINA: LINGÜÍSTICA - SINTAXE
CÓDIGO:
0624
PERÍODO:
4º Semestre
CARGA HORÁRIA:
30
OBJETIVOS:
Levar o discente do curso de Letras a conhecer os princípios teórico-práticos do sistema morfossintático do
português para que esteja apto a aplicá-los ao processo ensino-aprendizagem.
EMENTA:
Aquisição da linguagem. O gerativismo e suas contribuições. A morfossintaxe do português. Gramática e léxico.
Categorias gramaticais. Estrutura de constituintes. Ambigüidades estruturais. Predicados e argumentos.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas com a participação dos alunos, exercícios práticos de análise lingüística a partir da teoria
apresentada em sala de aula, leitura e discussão da bibliografia sugerida; seminários e debates.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Vídeo, quadro, material de consulta (livros, apostilas, sites da internet), aparelho de dvd, retroprojetor e
datashow.
AVALIAÇÃO:
A avaliação do desempenho do aluno, a fim de verificar seu crescimento, será feita por intermédio da realização
de exercícios, atividades em grupos (prova, seminário, exercícios e pesquisa de campo), provas individuais,
freqüência, fichamentos, e uma prova de recuperação para aqueles alunos que não tenham alcançado a nota
mínima de aprovação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FIORIN, José Luiz (Org.). Introdução à lingüística. Princípios de análise. 6ª edição. São Paulo: Contexto, 2010. Vol. I e II.
MUSSALIM, Fernanda & BENTES, Anna Christina (org.). Introdução à lingüística – domínios e fronteiras. São Paulo: Cortez,
2007. Vol. I e II.
SILVA, M. Cecília P. de Souza e & KOCH, Ingedore Villaça. 12ª ed. Lingüística aplicada ao português: sintaxe. 2ª ed. São
Paulo, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PERINI, Mário A. Para uma nova gramática do português. São Paulo: Ática, 2007.
PERINI, M. A. Gramática descritiva do português. São Paulo: Ática, 2007.
MOURA Neves, Maria Helena de. 2ª ed. Gramática de usos do português. São Paulo: UNESP, 2003.
.
.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
114
Revisão:
01
Vigência de:
3/3/2010 a:
24/set/10
115
DISCIPLINA: CULTURA LITERÁRIA PORTUGUESA
CÓDIGO:
0625
PERÍODO:
4º Semestre
CARGA HORÁRIA:
80
OBJETIVOS:
Compreender as relações entre os aspectos étnicos, geográficos e históricos portugueses; Conhecer as
dinastias portuguesas e seus principais feitos; Compreender os fatos que contribuíram para a formação da
nacionalidade portuguesa; Reconhecer a transformação do fato em mito; Analisar as releituras literárias de
determinados episódios históricos mitificados; Compreender os momentos de maior e menor expressividade dos
mitos; Perceber as relações entre Portugal e os demais reinos/países subjacentes às obras literárias em
questão.
EMENTA:
Pequeno histórico das principais características da nação portuguesa. A formação de Portugal: aspectos
míticos. O amor para além da morte: Pedro I e Inês de Castro. O regresso do Rei: o Sebastianismo. Definição da
“alma portuguesa”: principais características da identidade lusa. Os eixos temáticos da Literatura Portuguesa.
METODOLOGIA:
Breves introduções teóricas; apresentações orais de textos; debate e discussão crítica; registros escritos do
trabalho realizado; recensões críticas de leituras feitas.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Transparências, projeção de filmes.
AVALIAÇÃO:
Provas dissertativas, trabalhos individuais, trabalhos em grupo, pesquisas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BUENO, Aparecida de Fátima et alli. Literatura portuguesa: história, memórias e perspectivas. São Paulo: Alameda, 2007.
MOISÉS, Massaud. A literatura portuguesa através de textos. 30ª ed. São Paulo: Cultrix, 2006.
SARAIVA, José Hermano. História concisa de Portugal. 23a ed. Lisboa: Europa-América, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ABDALA JR., Benjamim e PASCHOALIN, Maria Aparecida. História Social da Literatura Portuguesa. São Paulo: Ática, 1994.
CENTENO, Yvette Kace (coord.). Portugal: mitos revisitados. Lisboa: Salamandra, 1993.
SARAIVA, António José. História da Literatura Portuguesa. 10a ed. Lisboa: Europa-América, 1970.
LOURENÇO, Eduardo. O labirinto da saudade. 4a ed. Lisboa: Dom Quixote: 1991.
.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
HERCULANO, Alexandre. Lendas e Narrativas (v. 1 e 2). Europa-América. PDF.
116
Revisão:
01
Vigência de:
2/2/2010 a:
24/set/10
117
DISCIPLINA: LINGÜÍTICA APLICADA AO ENSINO
CÓDIGO:
0627
PERÍODO:
4º Semestre
CARGA HORÁRIA:
30
OBJETIVOS:
Leva o discente a adquirir embasamentos lingüísticos teórico-práticos para que esteja apto a aplicá-los no
processo de ensino-aprendizagem da produção e da compreensão textual da língua portuguesa em seus
diferentes códigos.
EMENTA:
Contribuições da Lingüística e/ou Sociolingüística aplicadas ao ensino de línguas. Lingüística Textual e ensino.
Contribuições da Pragmática e da Análise do Discurso para o ensino de línguas. Considerações sobre os livros
didáticos e paradidáticos em sala de aula. Ensino de gramática: novas perspectivas.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas, mobilizando a participação do aluno; exercícios, leitura e discussão da bibliografia sugerida,
seminários e debates.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Quadro, Vídeos, materiais de consulta (livros, revistas, sites e apostilas), datashow, retroprojetor.
AVALIAÇÃO:
Atividades em grupo, frequência, seminários, provas individuais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANTUNES, Irandé. Lutar com palavras. São Paulo: Parábola, 2005.
FAVERO , Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. 9 ed. São Paulo: ática, 2000.
LAJOLO, Marisa e ZILBERMAN, Regina. Da tabulas da lei à tela do computador – a leitura em seus discursos. 1 ed. São
Paulo:
Ática , 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LARA, Gláucia Muniz Proença (org.) Linguagem, texto e discurso – entre a prática e a reflexão e a prática. Rio de Janeiro:
Lucerna, MG:FALE/UFMG, 2006. vol. 1.
MATTE, Asna Cristina Fricke (org.). Linguagem, texto e discurso - entre a prática e a reflexão e a prática. Rio de Janeiro:
Lucerna, MG: FALE/UFMG, 2006. vol. 2.
VIEIRA, Sílvia Rodrigues e Brandão, Sílvia Figueiredo (orgs.) ensino de gramática - descrição e uso. São Paulo: Contexto,
2007.
.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
118
Revisão:
01
Vigência de:
1/1/2010 a:
24/set/10
119
DISCIPLINA: LITERATURA ESPANHOLA - DA IDADE MÉDIA AO BARROCO
CÓDIGO:
0629
PERÍODO:
4º Semestre
CARGA HORÁRIA:
30
OBJETIVOS:
Caracterizar a literatura espanhola desde seus primórdios até o século XVII analisar suas obras mais
expressivas.
EMENTA:
Idade Média, Renascimento e Barroco.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas; atividades de leitura; estudo comparativo de obras de diversos autores.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Diálogos e músicas em língua espanhola; transparências, filmes sobre a realidade hispânica; laboratórios de
idiomas; textos literários e não-literários.
AVALIAÇÃO:
Provas escritas e orais; análise de textos; trabalhos orais e escritos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FERNÁNDEZ, David. LITECARD 1: Síntesis de la literatura española hasta el siglo XVIII. Barcelona: Castellnou Edicions,
2006.
MAINER, José-Carlos; NAVARRO, Rosa & ALVAR, Carlos. Breve historia de la literatura española. Madrid: Alianza Editorial,
2002.
REY HAZAS, Antonio & MARÍN, Juan Maria. Antología de la literatura española hasta el siglo XIX. Madrid: SGEL, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
REY, Antonio. La novela picaresca. Madrid: Araya, 1990.
VV. AA. Antología de la poesía española del siglo de oro. Madrid: Espasa-Calpe, 2007.
VV. AA. Teatro breve del siglo de oro. Madrid: Alianza Editorial, 2002.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
120
Revisão:
01
Vigência de:
3/3/2010 a:
24/set/10
121
DISCIPLINA: LITERATURA BRASILEIRA - PROSA
CÓDIGO:
0634
PERÍODO:
4º Semestre
CARGA HORÁRIA:
30
OBJETIVOS:
Capacitar para analisar criticamente as obras apresentadas. Compreender o contexto histórico-literário-cultural
e a produção poética rafletida/refletora desse contexto. Investigar os fundamentos filosóficos subjacentes à visão
de mundo que sustenta as obras em estudo.
EMENTA:
A prosa brasileira no seculo XIX: Romantismo e Realismo. Aspectos naturalistas do romance. Autores e obras
mais relevantes. Estudo das condições histórico-culturais e dos pressupostos estéticos dos estilos em questão.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas, pesquisa dirigidas, seminários, trabalhos escritos.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Sala de aula, retroprojeções e vídeos.
AVALIAÇÃO:
Seminários, trabalhos escritos e provas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CANDIDO, A. & CASTELLO, J. A.. Presença da literatura brasileira: história e antologia. 6 ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasi l,
2008.
BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. 43ª ed. São Paulo: Cultrix, 2010.
COUTINHO, Afrânio. A literatura no Brasil. Rio de Janeiro: José Olympio; Niterói: UFF, 2005.
ABAURRE, Maria Luiza e PONTARA, Marcela Nogueira. Literatura Brasileira. Editora Moderna, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MOISÉS, Massaud.. História da literatura brasileira. São Paulo; Cultrix, 1985-1989. V.3/V.4.
PICCHIO, Luciana Stegagno. História da Literatura Brasileira. Rio de Janeiro; Nova Aguilar, 1997.
GUINSBURB, J. (org). O Romantismo. São Paulo; Perspectiva, 1993.
CANDIDO, Antonio. Formação da Literatura Brasileira. Ouro Sobre Azul, 2009.
.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
122
Revisão:
01
Vigência de:
3/3/2010 a:
24/set/10
123
DISCIPLINA: LITERATURA GRECO - O GÊNERO DRAMÁTICO
CÓDIGO:
0635
PERÍODO:
4º Semestre
CARGA HORÁRIA:
30
OBJETIVOS:
Levar o aluno a considerar a relevância da cultura clássica greco-romana como referência para a literatura
ocidental. Ressaltar o estreitamento da realidade material e espiritual como forma de conhecimento no mundo
grego. Considerar as contribuições romanas para a cultura e a para a literatura modernas. Analisar as principais
obras do teatro, da lírica e da épica greco-latinas e sua repercussão na literatura brasileira.
EMENTA:
Cultura clássica: Grécia e Roma. Introdução ao estudo da civilização greco-romana: artes, religião, história e
filosofia.Aspectos fundamentais da formação literária greco-latina. Mito e literatura.O legado clássico. Literatura
Greco-Latina: teatro - a tragédia e a comédia.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas; pesquisas dirigidas; seminários; trabalhos escritos.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Sala de aula; retroprojetores e vídeos.
AVALIAÇÃO:
Seminários; trabalhos escritos e provas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRANDÃO,Junito de Souza. Teatro grego – tragédia e comédia. 8ª Ed. Petrópolis: Vozes, 2001.
CARDOSO, Zélia de Almeida.. A literatura latina. 2 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
TERÊNCIO. Comédias. Lisboa: faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EURÍPEDES. Medeia. Hipólito. As troianas. 6. Ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.
PLAUTO. Comédias. Lisboa: Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, 2006.
SÓFOCLES. A trilogia tebana: Édipo rei, Édipo em colono. Antígona. 10 ed. Rio de Janeiro: J orge Zahar, 2002.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
124
Revisão:
01
Vigência de:
1/1/2010 a:
24/set/10
125
DISCIPLINA: LITERATURA BRASILEIRA: MODERNISMO
CÓDIGO:
0669
PERÍODO:
4º Semestre
CARGA HORÁRIA:
30
OBJETIVOS:
Capacitar para analisar criticamente as obras apresentadas. Compreender o contexto histórico-estético-cultural
e a expressão literária modernista. Discutir as tendências mais recentes da poesia e da prosa no Brasil.
EMENTA:
O pré-modernismo brasileiro. O Modernismo; antecedentes e estéticas. O Modernismo no Brasil. Poesia e
prosa.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas; pesquisas dirigidas; seminários; trabalhos escritos.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Sala de aula; datashow, vídeos, internet, retroprojeções
AVALIAÇÃO:
Seminários; trabalhos escritos e provas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ÁVILA, Affonso. O modernismo. São Paulo: Perspectiva, 2005.
CANDIDO, Antonio. Presença da literatura brasileira: modernismo – história e antologia. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007.
WATT, Ian. Mitos do individualismo moderno. Rio de Janeiro: Zahar, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BLOOM, Harold. O cânone ocidental. 4 ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 2002.
D’ONÓFRIO, Salvatore. Literatura ocidental – autores e obras fundamentais. 2 ed. São Paulo: Ática, 2000.
HAUSER, Arnold. História social da arte e da literatura. São Paulo: Martins Fontes, 1995.
.
.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
126
Revisão:
01
Vigência de:
1/1/2010 a:
24/set/10
127
DISCIPLINA: ESTÁGIO ORIENTADO I
CÓDIGO:
0033
PERÍODO:
5º Semestre
CARGA HORÁRIA:
200
OBJETIVOS:
Aproximar teoria e prática, visando à formação do profissional crítico, inovador e observador. Conhecer a
realidade do ensino formal e informal através da pesquisa científica, da observação e da reflexão; Perceber a
importância do desenvolvimento do relatório de estágio; Integrar as diversas áreas do conhecimento para a
construção do trabalho interdisciplinar; Realizar um trabalho fundamentado na pesquisa pedagógica.
EMENTA:
Leitura e análise dos Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental, do sexto ao nono anos;
análise de livros didáticos; elaboração de planejamento de unidade de uma das séries do Ensino Fundamental –
sexto ao nono anos; elaboração de plano de aula referente à aula de regência simulada; atividades com
preenchimento de diário de classe; elaboração do relatório de estágio.
METODOLOGIA:
Aulas teóricas e práticas com o professor de estágio orientado. Observações das regências simuladas com o
professor de estágio orientado. Discussões após cada regência simulada. A relação teoria e prática na
realização do estágio externo.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Sala de aula, livros didáticos, recursos da internet, data-show, laboratórios, biblioteca.
AVALIAÇÃO:
Freqüência mínima de 75% do total das aulas presenciais. Elaboração do relatório de estágio com cumprimento
de todas as atividades do programa de estágio e carga horário de 200h. cumprimento das regências simuladas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CANDAU, Vera Maria Ferrão (org). A didática em questão. 29ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia, Saberes necessários à prática educativa. 36ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 2007.
LINHARES, Célia. Formação de professores: uma crítica à razão e à política hegemônica. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARDOSO, Silvia Helena Barbí. Discurso e ensino. 2ª ed. Belo Horizonte: Autêntica: UFMG, Faculdade de Letras, 2005.
LIBANEO, José Carlos. Didática - São Paulo: Cortez, 2006.
PIMENTA, S. G. GHEDIN. E. (org). Professor reflexivo no Brasil: gênese e crítica de um conceito. 3ª ed. São Paulo: Cortez,
2005.
Parâmetros Curriculares Nacionais. Www.mec.gov.br
.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
128
Revisão:
02
Vigência de:
1/1/2010 a:
24/set/10
129
DISCIPLINA: ESPANHOL INSTRUMENTAL
CÓDIGO:
0075
PERÍODO:
5º Semestre
CARGA HORÁRIA:
60
OBJETIVOS:
Capacitar o corpo discente a ler, compreender e interpretar textos escritos em língua espanhola, através de
temas pertinentes à área de Letras (Língua e Literatura); fornecer material atualizado em língua espanhola sobre
princípios e métodos de pesquisa em letras; verificar e sanar as dificuldades de tradução referentes ao léxico,
às estruturas gramaticais e à cultura em geral.
EMENTA:
Desenvolvimento da habilidade de leitura, compreensão e interpretação em língua espanhola, como um
instrumento para a aquisição de conhecimentos lingüísticos e literários em textos de natureza diversa. Estudo
de textos atualizados na área de letras, bem como de cultura em geral.
METODOLOGIA:
Leitura, compreensão e comentário de textos recentes em língua espanhola de diversas modalidades, bem
como de clássicos da literatura; estudo comparativo das estruturas lingüísticas do português e do espanhol;
desenvolvimento de estratégias para a compreensão leitora.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Uso de retroprojetor e do vídeo.
AVALIAÇÃO:
Prova escrita; trabalhos individuais e em grupo; seminários.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FERNÁNDEZ, Gretel & FLAVIAN, Eugenia.. Minidicionário espanhol-português/português-espanhol. São Paulo: Ática, 2008.
MILANI, Maria Esther. "Gramática de espanhol para brasileiros". Saraiva. São Paulo, 1999.
ALVÁREZ, A. L. Leer em español. Oviedo: Nobel, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALBERT, María Ángeles & ARDANAZ, Francisco.. Hispanoamérica, ayer y hoy. Madrid : SGEL, 2002.
MORA, Carmen.. España, ayer y hoy. Madrid : SGEL, 2002.
PINHO, José Ricardo Dordron de.. La enseñanza del español en su modalidad oral. In: Estudos Neolatinos 2. Rio de Janeiro:
Faculdade de Letras da UFRJ, 1997.
.
.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
130
Revisão:
02
Vigência de:
3/3/2010 a:
24/set/10
131
DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA - MORFOSSINTAXE
CÓDIGO:
0528
PERÍODO:
5º Semestre
CARGA HORÁRIA:
60
OBJETIVOS:
Levar o discente a decodificar as estruturas morfológicas da língua portuguesa, assim como as formas e as
funções das classes de palavras. Fazer com que o aluno reconheça que seu objeto de estudo deve ser
analisado a partir de critérios científicos.
EMENTA:
Morfossintaxe do português contemporâneo. Papel do conhecimento das classes de palavras na construção do
sentido. Classes de palavras: formas e funções.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas, leitura e discussão de artigos recentes, exercícios práticos e trabalhos em grupo.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Quadro branco, recurso multimídia, retroprojetor, material impresso.
AVALIAÇÃO:
Provas dissertativas; atividades em grupos, apresentação de seminários e participação durante as aulas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BASÍLIO, Margarida. Formação e classe de palavras no português do Brasil. São Paulo: Contexto, 2004.
CÂMARA, Jr. Joaquim Mattoso. Estrutura da língua portuguesa. Petrópolis: Vozes, 2008.
SOUZA-E-SILVA, Maria Cecília & KOCH, Ingedore Villaça. Lingüística aplicada ao português: Sintaxe. São Paulo: Cortez,
2007.
PERINI, Mário A. Princípios de lingüística descritiva. Introdução ao pensamento gramatical. São Paulo: Parábola, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BASÍLIO, Margarida. Teoria lexical. São Paulo: Ática, 2007.
ROSA, Maria Carlota. Introdução à morfologia. São Paulo: Contexto, 2003.
SOUZA-E-SILVA, Maria Cecília & KOCH, Ingedore Villaça. Lingüística aplicada ao português: Morfologia. São Paulo: Cortez,
2007.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
132
Revisão:
01
Vigência de:
1/2/2010 a:
24/set/10
133
DISCIPLINA: DIDÁTICA DO ENSINO DE PORTUGUÊS E ESPANHOL
CÓDIGO:
0533
PERÍODO:
5º Semestre
CARGA HORÁRIA:
80
OBJETIVOS:
Levar o aluno a conhecer e usar diferentes estratégias de ensino de Língua Portuguesa e de Língua Espanhola;
analisar criticamente materiais didáticos e propor novos materiais para e o ensino da língua materna e da língua
estrangeira.
EMENTA:
Análise de metodologias e estratégias de ensino da Língua Portuguesa e da Língua Espanhola para o Ensino
Fundamental e Médio. A importância da Pedagogia, da Lingüística Aplicada, da Sociolingüística, da Didática e
da Cultura no ensino de língua materna e língua estrangeira. Análise de manuais, seleção e organização de
material didático, os Planos de Curso e de Ensino e a avaliação.
METODOLOGIA:
Exposição Oral. Leitura e criação de diálogos sobre diversas situações lingüísticas. Análise de filmes e
músicas. Estudo comparativo das estruturas lingüísticas do Português e do espanhol com vistas ao ensino.
Leitura de textos de diversas modalidades comunicativas (Teatro, Poemas etc.). Criação de materiais didáticos.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Jogos interativos; DVD com programas de televisão da Espanha e da América Latina, filmes sobre a realidade
Hispânica, músicas, textos literários e não literários, Laboratório de idiomas, datashow.
AVALIAÇÃO:
Provas escritas. Provas orais. Ditados. Debates. Análise e resenha sobre diversos textos do universo
lingüístico hispânico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SERRANI, Silvana. Discurso e cultura na aula de língua. Currículo, leitura e escrita. Campinas: Pontes, 2005.
SEDYCIAS, J. (org). O ensino de Espanhol no Brasil – passado, presente e futuro. São Paulo: parábola Editorial, 2005.
BECHARA, Evanildo. Ensino da gramática: opressão? Liberdade? 12 ed. São Paulo: Ática, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HOFFMANN, Jussara. Avaliação: mito e desafio – uma perspectiva construtivista. 35 ed. Porto Alegre: Mediação, 2005
MORETTO, Vasco Pedro. Prova: um momento privilegiado de estudo, não um acerto de contas. Rio de Janeiro: Lamparina,
2008.
NEY, Antonio. Política educacional: organização e estrutura da educação brasileira. Rio de Janeiro: Wak Ed., 2008.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
CUNHA, Maria Isabel. O bom professor e a sua prática. Papirus, 2008.
134
Revisão:
01
Vigência de:
1/1/2010 a:
24/set/10
135
DISCIPLINA: LÍNGUA ESPANHOLA - MORFOSSINTAXE/FONÉTICA E FONOLOGIA
CÓDIGO:
0534
PERÍODO:
5º Semestre
CARGA HORÁRIA:
60
OBJETIVOS:
Saber adequar-se às diferentes situações de uso da língua. Praticar a produção oral e escrita e expressar-se no
padrão culto, oralmente e por escrito, usando diferentes tipos e gêneros textuais. Identificar, analisar e utilizar
as diversas estruturas morfológicas e sintáticas do espanhol, bem como os múltiplos fenômenos fonéticos e
fonológicos do castelhano, tendo em vista o aprimoramento do uso do idioma.
EMENTA:
Estudo do idioma espanhol; abordagem dos aspectos morfossintáticos, fonéticos e fonológicos do castelhano;
identificação e análise dos elementos constitutivos do discurso escrito e dos conceitos básicos de fonologia e
fonética; retrato significativo do universo lingüístico hispânico.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas; práticas discursivas orais e escritas; debates; discussão de artigos recentes; análise de
diversos gêneros textuais; exercícios práticos; criação textual coletiva.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Quadro branco; recurso multimídia; retroprojetor; material impresso; músicas do universo hispânico; filmes do
universo hispânico.
AVALIAÇÃO:
Prova escrita; provas orais; seminário; produção de texto; criação textual coletiva; ditado.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALARCOS LLORACH, Emílio. Gramática de La lengua Española, Real Academia Española – Colelcción Nebrilla y Bello.
Madrid: Espasa Calpe, 2007.
ACQUARONI MUÑOZ, Rosana. La comprensión lectora, em Sánchez Lobato, Jesús y Santos Gargallo, Isabel (org.).
Vademécum para la formación de professores. Enseñar español como segunda lengua (L2) / lengua extranjera (LE). Madrid:
HORMOSO, González A. J. R. & CUENOT, M. Sánchez Alfaro. Gramática de español lengua extranjera. Madrid: Edelsa, 2008.
MORENO FERNÁNDEZ, F., ed y trad.: Dennis R. Preston/Richard Young, 2004. Adquisición de segundas lenguas: variación y
contexto social. Madrid: Arco/Libros.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BENITO MOZAS, Antonio. Gramática Práctica – Auto Aprendizaje. 5, Madrid: Edaf, 2006.
CASCÓN MARTÍN, Eugenio. Lengua Española y Comentario de Texto. Madrid: Editorial Edunem, 2004.
HERNÁNDEZ, Guilhermo. Análisis Gramatical. 6, Madrid: Sgel, 2004.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Diccionario de La Lengua Española. 21, Madrid: Espasa Calpe, 2007.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
136
Revisão:
01
Vigência de:
1/2/2010 a:
24/set/10
137
DISCIPLINA: DIDÁTICA DO ENSINO DE PORTUGUÊS E LITERATURAS
CÓDIGO:
0545
PERÍODO:
5º Semestre
CARGA HORÁRIA:
80
OBJETIVOS:
Discutir as principais questões relacionadas ao ensino de Língua Portuguesa e Literaturas; analisar materiais
didáticos para fins de crítica;buscar práticas pedagógicas que promovam o gosto pela leitura ; discutir a
relevância da leitura de textos literários e sua aplicação em sala de aula.
EMENTA:
Análise de metodologias e estratégias de ensino da Língua Portuguesa e Literatura para o Ensino Fundamental
e Médio. A importância da Pedagogia, da Lingüística Aplicada, da Sociolingüística, da Didática e da Cultura no
ensino de língua materna e língua estrangeira. Análise de manuais, seleção e organização de material didático,
os Planos de Curso e de Ensino e a avaliação.
METODOLOGIA:
Aula expositiva, atividades em grupo, apresentação de seminários, análise de materiais didáticos.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Quadro, data show, retroprojetor, aparelho de cd, computador.
AVALIAÇÃO:
Seminários, trabalhos dissertativos, frequência, provas individuais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LAJOLO, Marisa. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. 6º ed. São Paulo: Ática, 2005.
CUNHA, Maria Isabel. O Bom professor e a sua prática. 6ª ed. São Paulo: Papirus, 2007.
DEMO, Pedro. Mitologias da avaliação: de como ignorar, em vez de enfrentar problemas. Campinas: Cortez, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LINHARES, Célia. Formação de professores: uma crítica à razão e à política hegemônica. Rio de Janeiro: DP&A,2000.
PERRENOUD, Philippe. Competências para Ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000.
.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
LAJOLO, Marisa. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. Ática, 2006.
138
Revisão:
01
Vigência de:
1/1/2010 a:
24/set/10
139
DISCIPLINA: DIDÁTICA DO ENSINO DE PORTUGUÊS E INGLÊS
CÓDIGO:
0552
PERÍODO:
5º Semestre
CARGA HORÁRIA:
80
OBJETIVOS:
Tendo em foco que toda prática é embasada por uma teoria, este curso tem pó objetivo investigar a teoria
didática e sua efetiva aplicação nas aulas de língua portuguesa e inglesa por meio de discussões, análises
diacrônicas e sincrônicas de teorias para ensino e aprendizagem de línguas.
EMENTA:
Didática e sua importância na prática docente. Métodos e Técnicas de ensino e aprendizagem de línguas. A era
pós-método. Plano de curso. Plano de aula. Seleção e análise de material didático.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas; leitura e análise crítica de textos; trabalhos colaborativos em sala de aula e em ambiente
virtual.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Tv; Vídeo; Retroprojetor.
AVALIAÇÃO:
Produção própria contínua individual e colaborativa. Prova escrita.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LARSEN-FREEMAN, Diane. Techniques and Principles in Language Teaching. 2 ed. New York: OUP, 2006.
LIMA, Diógenes Cândido de. Ensino e aprendizagem de língua inglesa. Parábola, 2009.
VIEIRA, J. A.; ROCHA, H.; BOU NMAROUN, C. R. G. & FERRAZ, J. A. Reflexões sobre a língua portuguesa: uma
abordagem multimodal. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LUFT, Celso Pedro. Língua e Liberdade. 8 ed. São Paulo: Ática, 2006.
GARCÍA, R. L. & MOREIRA, A. F. F. Currículo na contemporaneidade: incertezas e desafios. São Paulo: Cortez, 2008.
VILAÇA, Márcio Luiz Corrêa. Métodos de ensino de línguas estrangeiras: fundamentos, críticas e ecletismo. In. Revista
Eletrônica do Instituto de Humanidades. Vol. VII, Nº XXVI, jul-set, 2008.
.
.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
OLIVEIRA, Vera Lúcia Menezes de (org.). Ensino da Língua Inglesa: reflexões e experiências. Pontes Editores, 2005.
140
Revisão:
01
Vigência de:
1/2/2010 a:
24/set/10
141
DISCIPLINA: LÍNGUA INGLESA - FONÉTICA E FONOLOGIA
CÓDIGO:
0553
PERÍODO:
5º Semestre
CARGA HORÁRIA:
60
OBJETIVOS:
O objetivo deste curso é trazer ao aluno noções básicas da fonética e da fonologia da língua inglesa, focando
na fonética articulatória, permitindo o aperfeiçoamento de pronúncia isolada e em fala corrida na língua inglesa.
EMENTA:
Fonética e Fonologia. Consoantes. Vogais. Processos assimilatórios. Estudo dos traços supra-segmentais.
Prosódia.
METODOLOGIA:
Aula expositiva; Estudo dirigido em sala de aula; Trabalhos colaborativos em sala de aula e em ambiente virtual.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Tv; Vídeo; Retroprojetor.
AVALIAÇÃO:
Produção própria contínua individual e colaborativa. Provas escrita e oral.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CELCE-MURCIA, Marianne & OLSHTAIN, Elite. Discourse and context in language teaching. Cambridge: CUP, 2007.
LADEFOGED, Peter. A course in Phonetics. 5 ed. Massachusetts: Thomson Wadsworth, 2006.
ROACH, Peter. Phonetics. Oxford: OUP, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CELCE-MURCIA, M.; BRINTON, D. M.; GOODWIN, Janet M. Teaching pronunciation: a reference for teachers of English t o
speakers of other languages. New York: CUP, 2002.
CLOSE, R. A. A university Grammar of English. London: Longman, 1998.
.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
142
Revisão:
01
Vigência de:
1/2/2010 a:
24/set/10
143
DISCIPLINA: CULTURA LITERÁRIA PORTUGUESA
CÓDIGO:
0625
PERÍODO:
5º Semestre
CARGA HORÁRIA:
80
OBJETIVOS:
Compreender as relações entre os aspectos étnicos, geográficos e históricos portugueses; Conhecer as
dinastias portuguesas e seus principais feitos; Compreender os fatos que contribuíram para a formação da
nacionalidade portuguesa; Reconhecer a transformação do fato em mito; Analisar as releituras literárias de
determinados episódios históricos mitificados; Compreender os momentos de maior e menor expressividade dos
mitos; Perceber as relações entre Portugal e os demais reinos/países subjacentes às obras literárias em
questão.
EMENTA:
Pequeno histórico das principais características da nação portuguesa. A formação de Portugal: aspectos
míticos. O amor para além da morte: Pedro I e Inês de Castro. O regresso do Rei: o Sebastianismo. Definição da
“alma portuguesa”: principais características da identidade lusa. Os eixos temáticos da Literatura Portuguesa.
METODOLOGIA:
Breves introduções teóricas; apresentações orais de textos; debate e discussão crítica; registros escritos do
trabalho realizado; recensões críticas de leituras feitas.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Transparências, projeção de filmes.
AVALIAÇÃO:
Provas dissertativas, trabalhos individuais, trabalhos em grupo, pesquisas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BUENO, Aparecida de Fátima et alli. Literatura portuguesa: história, memórias e perspectivas. São Paulo: Alameda, 2007.
MOISÉS, Massaud. A literatura portuguesa através de textos. 30ª ed. São Paulo: Cultrix, 2006.
SARAIVA, José Hermano. História concisa de Portugal. 23a ed. Lisboa: Europa-América, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ABDALA JR., Benjamim e PASCHOALIN, Maria Aparecida. História Social da Literatura Portuguesa. São Paulo: Ática, 1994.
CENTENO, Yvette Kace (coord.). Portugal: mitos revisitados. Lisboa: Salamandra, 1993.
SARAIVA, António José. História da Literatura Portuguesa. 10a ed. Lisboa: Europa-América, 1970.
LOURENÇO, Eduardo. O labirinto da saudade. 4a ed. Lisboa: Dom Quixote: 1991.
.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
HERCULANO, Alexandre. Lendas e Narrativas (v. 1 e 2). Europa-América. PDF.
144
Revisão:
01
Vigência de:
2/2/2010 a:
24/set/10
145
DISCIPLINA: LITERATURA INGLESA PROSA
CÓDIGO:
0626
PERÍODO:
5º Semestre
CARGA HORÁRIA:
110
OBJETIVOS:
Subsidiar o aluno para que possa estabelecer e distinguir as características literárias, nos diferentes gêneros,
durante os períodos históricos em questão. Fornecer instrumental teórico para que possa relacionar o texto
literário ao desenvolvimento histórico-cultural dos séc. XVII, XVIII, XIX e primeira metade do século XX na
literatura Inglesa.
EMENTA:
Visão geral do séc. XVII e o período da restauração. A Era da Razão. O surgimento do Romantismo e o
desenvolvimento do romance. O estilo gótico. Os principais expoentes e obras da poesia romântica. Visão geral
do séc. XIX, também conhecido como "A era Vitoriana". Principais autores e obras literárias do
período.Literatura Modernista.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas, estimulando a participação dos alunos. Apresentação de seminários sobre os escritores
românticos. Leitura e discussão de textos literários.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Slides/datashow. Filmes.
AVALIAÇÃO:
Apresentação dos seminários em grupo (dependendo do cronograma). Prova discursiva.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BURGESS, Anthony. A Literatura Inglesa. Ática: São Paulo, 2005.
SILVA, A. M. Literatura Inglesa para Brasileiros: Curso Completo de Literatura e Cultura Inglesa para Estudantes Brasileiras.
Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna, 2008.
BORGES, Jorge Luis. Curso de Literatura Inglesa. Rio de Janeiro: Martins Fontes, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
RGAN, Kenneth O.. The Oxford Illustrated History of Britain. Oxford: Oxford University Press, 1997.
EVANS, Ifor.. História da Literatura Inglesa. Lisboa: Edições 70, 1976.
THORNLEY, G. C. & ROBERTS, Gwyneth. An Outline of English Literature. Essex: Longman, 1995.
CEVASCO, M. E. & SIQUEIRA, V. Lellis.Rumos da Literatura Inglesa. Série Princípios. Ática: São Paulo, 1985.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
BRAGA, Ruben. Contos Ingleses. Ediouro, 2008.
146
Revisão:
01
Vigência de:
3/3/2010 a:
24/set/10
147
DISCIPLINA: LINGÜÍTICA APLICADA AO ENSINO
CÓDIGO:
0627
PERÍODO:
5º Semestre
CARGA HORÁRIA:
30
OBJETIVOS:
Leva o discente a adquirir embasamentos lingüísticos teórico-práticos para que esteja apto a aplicá-los no
processo de ensino-aprendizagem da produção e da compreensão textual da língua portuguesa em seus
diferentes códigos.
EMENTA:
Contribuições da Lingüística e/ou Sociolingüística aplicadas ao ensino de línguas. Lingüística Textual e ensino.
Contribuições da Pragmática e da Análise do Discurso para o ensino de línguas. Considerações sobre os livros
didáticos e paradidáticos em sala de aula. Ensino de gramática: novas perspectivas.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas, mobilizando a participação do aluno; exercícios , leitura e discussão da bibliografia sugerida,
seminários e debates.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Quadro, Vídeos, materiais de consulta( livros, revistas, sites e apostilas ), data show, retroprojetor.
AVALIAÇÃO:
Atividades em grupo, frequência, seminários, provas individuais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANTUNES, Irandé. Lutar com palavras. São Paulo: Parábola, 2005.
FAVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. 9 ed. São Paulo: ática, 2000.
LAJOLO, Marisa e ZILBERMAN, Regina. Da tabulas da lei à tela do computador – a leitura em seus discursos. 1 ed. São
Paulo:
Ática, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LARA, Gláucia Muniz Proença (org.) Linguagem, texto e discurso – entre a prática e a reflexão e a prática. Rio de Janeiro:
Lucerna, MG: FALE/UFMG, 2006. vol. 1.
MATTE, Asna Cristina Fricke (org.). Linguagem, texto e discurso - entre a prática e a reflexão e a prática. Rio de Janeiro:
Lucerna, MG: FALE/UFMG, 2006. vol. 2.
VIEIRA, Sílvia Rodrigues e Brandão, Sílvia Figueiredo (orgs.) ensino de gramática - descrição e uso. São Paulo: Contexto,
2007.
.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
148
Revisão:
01
Vigência de:
1/1/2010 a:
24/set/10
149
DISCIPLINA: LITERATURA ESPANHOLA - DO NEOCLÁSSICO À CONTEMPORANEIDADE
CÓDIGO:
0630
PERÍODO:
5º Semestre
CARGA HORÁRIA:
110
OBJETIVOS:
Estudo dos principais autores da literatura espanhola, de características específicas e seu diálogo com sua
época, tanto as influências nacionais como as estrangeiras.
EMENTA:
Análise crítica e teórica da literatura ibérica em língua espanhola, durante o séc. XX até os nossos dias. Estudo
de seus principais autores e obras. As mútuas influências entre as outras literaturas européias e espanholas, e
as primeiras influências advindas desta literatura.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas, atividades de leitura; estudo comparativo de obras de diversos autores, análise de obras
específicas.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Filmes sobre a realidade Hispânica. Músicas. Textos específicos. Recursos audiovisuais.
AVALIAÇÃO:
Trabalhos em grupos, atividades individuais e provas. Seminários.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MARCO, Sebastian Quesada. Espanha Siglo XXI – Nueva Edición – Edelsa, 2008.
GARCÍA, Antonio Ggutiérrez. El trovador, Madrid, Cstilla, 2007.
PARDO, Emilia Bazán. Los Pazos de Ulloa. Barcelona – Debolsillo, 2007.
BLANCO WHITE, José Maria. Cartas de España, Sevilla. Fundación Hosé Manuel Lara, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PÉREZ GALDÓS, Benito. La deshereda. Madrid. Akal, 2007.
LORENZO, Rocio Barros. Curso de Literatura – Edelsa, 2006.
QUESADA, Sebastian. Historia Del arte Espanha e Hispanoamericana – Edelsa, 2005.
SAA VEDRA, Angel. Duque de Rivas, Don Álvaro o la fuerza Del sino. Madrid, Alianza, 2006.
.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
LORCA, Frederico Garcia. La casa de Bernarba Alba. Longseller, 2007.
150
Revisão:
01
Vigência de:
1/2/2010 a:
24/set/10
151
DISCIPLINA: LITERATURA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA E PÓS-MODERNIDADE
CÓDIGO:
0636
PERÍODO:
5º Semestre
CARGA HORÁRIA:
80
OBJETIVOS:
Proporcionar uma leitura crítica da literatura brasileira das duas últimas décadas do século xx até a atualidade.
Discutir a fragmentação dos paradigmas culturais na pós-modernidade. provocar a reflexão acerca da
identidade literária na era da globalização.
EMENTA:
A atualidade da literatura brasileira. A pós-modernidade e a desconstrução dos paradigmas estético-literários.
Literatura e cultura de massa. A literatura contemporânea: principais autores e obras. Realismo e Naturalismo,
principais autores e obras
METODOLOGIA:
Aulas expositivas; pesquisas dirigidas; seminários;trabalhos escritos.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Sala de aula; retroprojetor , vídeos, datashow, internet.
AVALIAÇÃO:
Seminários; trabalhos escritos e provas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARNEIRO, Flávio. No país do presente. Ficção brasileira no início do século XXI. Rio de Janeiro: Rocco, 2005.
HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. 10 ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2005.
RESENDE, Beatriz. Expressões da literatura brasileira no século XXI. Rio de Janeiro: casa da palavra; Biblioteca Nacional,
2008
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MORICONI , Ítalo (org.) Os cem melhores contos brasileiros do século. Organização de. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.
PINTO, José Nêumanne. Os cem melhores poetas brasileiros do século. São Paulo: Geração Editorial, 2001.
TELLES, Lygia Fagundes. As meninas. Rio de Janeiro: Rocco, 2009.
.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
BUARQUE, Chico. Leite derramado. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
152
Revisão:
01
Vigência de:
1/1/2010 a:
24/set/10
153
DISCIPLINA: LITERATURA PORTUGUESA - POESIA
CÓDIGO:
0637
PERÍODO:
5º Semestre
CARGA HORÁRIA:
30
OBJETIVOS:
O estudo dos movimentos literários no contexto em que predominaram, bem como o conhecimento do estilo de
época e do estilo do autor presentes nas principais obras de cada um destes movimentos. A análise crítica dos
textos produzidos nestes períodos.
EMENTA:
A prosa medieval portuguesa. O Humanismo. Historiografia : Fernão Lopes. O teatro de Gil Vicente: as
alegorias e os tipos no teatro vicentino. O Classicismo. Camões épico. Visão geral do Barroco. A oratória barroca
de Padre António Vieira. Do neoclassicismo ao pré-romantismo. A introdução do movimento romântico em
Portugal.
METODOLOGIA:
Breves introduções teóricas; apresentações orais de textos; debate e discussão crítica; registros escritos do
trabalho realizado; recensões críticas de leituras feitas.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Sala de aula, quadros, textos complementares, retroprojetores, televisão, computador, vídeos.
AVALIAÇÃO:
Provas dissertativas, trabalhos individuais, trabalhos em grupo, pesquisas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MOISÉS, Massaud.. A Literatura Portuguesa. 34ª ed. São Paulo: Cultrix, 2006.
MOISÉS, Maçado. A Literatura Portuguesa através dos Textos. 30ª ed. São Paulo: Cultrix, 2006.
MOISÉS, Massaud. A Literatura Portuguesa. 33ª ed. São Paulo: Cultrix, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BERARDINELLI, Cleonice. Estudos camonianos. 2a ed. Rio de janeiro: Nova Fronteira: Cátedra Padre Antônio Vieira, instituto
Camões, 2000.
CAMÕES, Luís Vaz. Redondilhas. Disponível em www.dominiopublico.gov.br
CAMÕES, Luís Vaz. Sonetos. Disponível em www.dominiopublico.gov.br
FERREIRA, Maria Ema Tarracha (Org.). Poesia e prosa medievais. Lisboa: Printer Portuguesa, 1988.
SARAIVA, Antônio José. Gil Vicente e o fim do Teatro Medieval. 2ª ed. Lisboa: Gradiva, 1990.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
154
Revisão:
01
Vigência de:
2/2/2010 a:
24/set/10
155
DISCIPLINA: ESTÁGIO ORIENTADO II
CÓDIGO:
0041
PERÍODO:
6º Semestre
CARGA HORÁRIA:
200
OBJETIVOS:
Compreender a avaliação como uma prática complexa no processo de ensino/aprendizagem. Aplicar as teorias
do conhecimento às práticas pedagógicas.
EMENTA:
Orientação com o professor em sala de aula. Observação do contexto escolar e regência. Regência simulada.
Avaliação de visitas de observação. Elaboração dos relatórios.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas, leituras e debates, elaboração de relatórios, atividades em grupos, regência simulada,
observação e produção de questões para entrevistas.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Sala de aula, quadro, retroprojetor, computador, internet, vídeo e televisão. Biblioteca
AVALIAÇÃO:
Cumprimento da carga horária relativa a cada atividade proposta para o estágio, relatório entregue no final do
período.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CANDAU, Vera Maria Ferrão (org.). A didática em questão. 29ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. Saberes necessários à prática educativa. 36ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 2007.
LINHARES, Célia. Formação de professores: uma crítica à razão e à política hegemônica. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL/SEF. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998.
CARDOSO, Silvia Helena Barbí. Discurso e ensino. 2ª ed. Belo Horizonte: Autêntica: UFMG, Faculdade de Letras, 2005.
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 2006.
PIMENTA, S. G. GUEDIN. E (org.). Professor reflexivo no Brasil: gênese e crítica de um conceito. 3ª ed. São Paulo: Cortez,
2005.
.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
156
Revisão:
02
Vigência de:
1/2/2010 a:
24/set/10
157
DISCIPLINA: LITERATURAS AFRICANAS E LÍNGUA PORTUGUESA
CÓDIGO:
0079
PERÍODO:
6º Semestre
CARGA HORÁRIA:
60
OBJETIVOS:
Orientar o discente a conhecer, interpretar e analisar a literatura dos países africanos de língua portuguesa:
observando textos diversos (poesia e prosa) de vários autores africanos de língua portuguesa.
EMENTA:
Introdução ao estudo das literaturas africanas de língua portuguesa. Contexto histórico africano das diversas
literaturas de língua portuguesa em suas particularidades. A Literatura Africana como um processo particular e
universal de comunicação e significação. Leitura dos diferentes traços socioculturais e de referência nacional
através do estudo de significativas obras críticas e literárias relativas a Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e
Príncipe, Angola e Moçambique.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas, atividades em grupo, apresentação de seminários, material impresso.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Quadro, data show, retroprojetor, aparelho de cd, computador.
AVALIAÇÃO:
Seminários, trabalhos em dupla, freqüência, provas individuais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PORTUGAL, Francisco Salina. Entre Próspero e Caliban. Literaturas Africanas de Língua Portuguesa. Portugal: Laiovento,
1999.
SECCO, Carmen Lúcia Tindó Ribeiro. A magia das letras africanas. Rio de Janeiro: ABE GRAPH, 2009.
CAMPOS, Maria do Carmo Sepúlveda & SALGADO, Maria Teresa (orgs.). África & Brasil: letras em laços. Rio de Janeiro:
Atlântica, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FERREIRA, Manuel. Literaturas africanas de língua portuguesa. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian,1987.
MARGARIDO, Alfredo. Estudo sobre literaturas das nações africanas de língua portuguesa. Lisboa: A Regra do Jogo, 1980.
MADRUGA, Elisalva. Nas trilhas da descoberta: recuperação do Modernismo brasileiro na literatura angolana. João pessoa:
Universitária,1998.
SATILLI, Maria Aparecida. Africanidade – contornos literários. São Paulo: Ática, 1999.
SECCO, Carmen Lúcia Tindó Ribeiro (Coordenadora). Antologia do Mar na poesia africana de língua portuguesa. Vol.: I, II e
III.
Rio de Janeiro: Faculdade de Letras/UFRJ, 1999.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
158
Revisão:
02
Vigência de:
1/2/2010 a:
24/set/10
159
DISCIPLINA: EDUCAÇÃO BRASILEIRA
CÓDIGO:
0418
PERÍODO:
6º Semestre
CARGA HORÁRIA:
80
OBJETIVOS:
Analisar o cenário da educação brasileira ao longo do século XX e início do Séc. XXI à luz das legislações
educacionais. Identificar, analisar e compreender as correlações de forças nos diferentes contextos históricos
da educação brasileira.
EMENTA:
Sistema Político Educacional Brasileiro: estrutura e legislação fundamental. Histórico da Legislação Educacional
Brasileira. Organização do Sistema Educacional Brasileiro. Composição dos níveis e modalidades de educação
e nensino. Leis complementares da educação.
METODOLOGIA:
Leitura e análise da legislação educacional; aulas expositivas, debates e seminários.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Livros, periódicos, legislações educacionais.
AVALIAÇÃO:
Apresentações orais, atividades individuais e em grupo e prova escrita.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LIBÂNEO, José Carlos. Educação escolar, políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2006. (Coleção Docência em
formação).
SAVIANI, Dermeval. A nova lei de educação: trajetória, limites e perspectivas. Campinas: Autores Associados, 1997.
OLIVEIRA, Romualdo Portela de; ADRIÃO, Theresa. Organização do Ensino no Brasil. 2ª ed. Rio de Janeiro: Xamã 2007.
SAVIANI, Dermeval. Educação Brasileira estrutura e sistema. São Paulo: Autores Associados, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SAVIANI, Dermeval. Da nova LDB ao novo Plano Nacional de Educação: por uma outra política educacional. 4 ed.
Campinas: Editores Associados, 2002.
FÁVERO, Osmar. A educação nas Constituintes Brasileiras: 1823-1998. São Paulo: Autores Associados, 2001.
ALVES, Nilda e VILLARDI, Raquel. Múltiplas leituras da nova LDB/ Lei 9394/96. Rio de Janeiro: Dunya, 1997.
CUNHA, Luis Antonio. Educação, Estado e Democratização no Brasil. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 1998.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
DEMO, Pedro. A nova LDB: ranços e avanços. Papirus, 2002.
160
Revisão:
01
Vigência de:
3/3/2010 a:
24/set/10
161
DISCIPLINA: ELABORAÇÃO DE PROJETO
CÓDIGO:
0420
PERÍODO:
6º Semestre
CARGA HORÁRIA:
30
OBJETIVOS:
Redação final do projeto de pesquisa de acordo com a estrutura e normas técnicas dos trabalhos científicos,
com a linha de pesquisa e com o eixo temático do curso, tendo em vista a realização do trabalho monográfico.
EMENTA:
Finalização do projeto de pesquisa: definição do tipo de pesquisa; da seleção dos sujeitos; das técnicas de
coleta e análise dos dados e elaboração dos instrumentos. Cronograma de trabalho. O trabalho monográfico e
suas etapas. Elaboração do sumário do trabalho monográfico e de seus capítulos.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas. Estudo dirigido. Pesquisa bibliográfica.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Retro-projetor, data-show, vídeo, slides, Biblioteca.
AVALIAÇÃO:
Acompanhamento da elaboração do projeto de monografia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Referências bibliográficas: NBR-6023. Rio de Janeiro, 2009;
Apresentação de citações em documentos: NBR 10520. Rio de Janeiro, 2008.
MINAYO, Maria Cecília de Souza (Org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 23ª ed. Petrópolis / RJ: Vozes, 2008.
SEVERINO, A.J. Metodologia da pesquisa Científica. São Paulo: Cortez, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARROS, Aidil; LEHFELD, Neide. Projeto de pesquisa: propostas metodológicas. 12ª ed. Petrópolis / RJ: Vozes, 2001.
BASTOS, Lilia da Rocha et al. Manual para a elaboração de projetos e relatórios de pesquisa, teses, dissertações e
monografias. 6 ed. Ver. E ampl. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
.
.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
162
Revisão:
02
Vigência de:
1/2/2010 a:
24/set/10
163
DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA - SINTAXE
CÓDIGO:
0531
PERÍODO:
6º Semestre
CARGA HORÁRIA:
60
OBJETIVOS:
Desenvolver condições para que o aluno reconheça as estruturas sintáticas da língua portuguesa. Levantar
questões que favoreçam a reflexão sobre as normas gramaticais e seus respectivos critérios, estabelecendo
um confronto entre a gramática tradicional e as novas tendências vinculadas ao ensino da língua portuguesa.
EMENTA:
Sintaxe do português contemporâneo. Frase da língua e frase do discurso. Frase, período, oração. Estrutura da
oração. Regência, concordância e colocação como fatores condicionantes nos processos seletivos
combinatórios.
METODOLOGIA:
Exposição oral; propostas de exercícios; análises de textos diversos e estudo dirigido.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Quadro ; data show; , retroprojetor, vídeo.
AVALIAÇÃO:
Provas ; atividades em grupo; seminários e apresentações de trabalho.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AZEREDO, José Carlos de. Iniciação à sintaxe do português. Rio de Janeiro: Zahar, 2007
CARONE, Flávia de Barros. Subordinação e coordenação: confrontos e contrastes. São Paulo: Ática, 2005.
KURY, Adriano da Gama. Novas lições de análise sintática. São Paulo: Ática, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANTUNES, Irandé. Muito além da gramática. São Paulo: Parábola, 2007.
BECHARA, Evanildo.. Moderna gramática portuguesa. 37 ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009.
PERINI, Mário A . Para uma nova gramática do português. 11 ed. São Paulo: Ática, 2005.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
164
Revisão:
01
Vigência de:
1/1/2010 a:
24/set/10
165
DISCIPLINA: LITERATURA HISPANO - AMERICANA - PERÍODO COLONIAL
CÓDIGO:
0537
PERÍODO:
6º Semestre
CARGA HORÁRIA:
30
OBJETIVOS:
Apresentar os elementos formadores da literatura em língua espanhola na América, em comparação à literatura
européia e espanhola, fornecendo subsídios para permitir uma literatura crítica desta literatura.
EMENTA:
A literatura em língua espanhola na América, desde as cartas relatório de Colombo, passando pelo Romantismo
e pelo Realismo, chegando até nossos dias. Suas aproximações e distanciamentos com a literatura européia.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas, estimulando a participação dos alunos: leituras teóricas com posteriores discussões em sala.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Uso de data show; projeção de filmes e documentários.
AVALIAÇÃO:
Provas escritas, trabalho escrito de análise; apresentação de seminários e crítica literária.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MARCO, Sebastian Quesada. Espanha Siglo XXI. Nueva Edición. Madrid: Edelsa, 2008.
BLANCO WHITE, José María. Cartas de España, Sevilla. Fundación José Manuel Lara, 2004.
GARCÍA, Antonio Ggutiérrez. El trovador. Madrid: Cstilla, 2007.
PARDO, Emilia Bazán. Los Pazos de Ulloa. Barcelona: Debolsillo, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PÉREZ GALDÓS, Benito. La deshereda. Madrid: Akal, 2007.
LORENZO, Rocio Barros. Curso de Literatura. Edelsa, 2006.
QUESADA, Sebastian. Historia Del arte de Espanha de Hispanoamericana. Edelsa, 2005.
QUESADA, Sebastian. Historia Del arte de España de Hispanoamericana. Madrid: Edelsa, 2005.
SAAVEDRA, Angel. Duque de Rivas, Don Álvaro o la fuerza Del sino. Madrid: Alianza, 2006.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
166
Revisão:
01
Vigência de:
3/3/2010 a:
24/set/10
167
DISCIPLINA: LÍNGUA ESPANHOLA - PRÁTICA DISCURSIVA
CÓDIGO:
0539
PERÍODO:
6º Semestre
CARGA HORÁRIA:
60
OBJETIVOS:
Saber adequar se às diferentes situações de uso da língua. Praticar a produção oral e escrita e expressar-se
no padrão culto, oralmente e por escrito, usando diferentes tipos e gêneros textuais.
EMENTA:
Estudo do idioma espanhol; compreensão leitora; abordagem dos aspectos estruturais do castelhano; ênfase no
léxico e na gramática comunicativa; Estudo da teoria da comunicação; Identificação e análise dos conceitos de
anfibologia, gramaticabilidade e agramaticabilidade; Retrato significativo do universo lingüístico hispânico.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas; Práticas discursivas orais e escritas; Debates; Análise de diversos gêneros textuais; Criação
textual coletiva.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Leituras orientadas para desenvolvimento dos conhecimentos teóricos; Apostila elaborada pelo professor;
Análise de filmes; Análise de músicas do universo hispânico; Análise de diversos textos; Produção de textos a
partir de composições de revistas e jornais.
AVALIAÇÃO:
Produção de textos orais; Prova escrita; Criação textual coletiva.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
VÍCTOR, Barrionuevo. Nuevo Diccionario Contemporâneo. Editora Nacional, 2005.
BELHASSEN, Thierry. 3500 Palavras em Espanhol. Disal Editora, 2007.
BLASCO, Cecília. Fale tudo em Espanhol. Disal Editora, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
VRANIC, Gordana. Hablar por los codos. Edelsa, 2008.
FERNÁNDEZ, Gretel. Expresiones Idiomáticas: usos y valores. Editora àtica, 2004.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
168
Revisão:
01
Vigência de:
3/3/2010 a:
24/set/10
169
DISCIPLINA: LITERATURA NORTE - AMERICANA - DA COLONIZAÇÃO AO ROMANTISMO
CÓDIGO:
0554
PERÍODO:
6º Semestre
CARGA HORÁRIA:
30
OBJETIVOS:
Capacitar o aluno a relacionar o contexto histórico dos séc. XIX e XX à produção literária do período
correspondente. Levá-lo a aprender, de maneira crítica os períodos e os textos literários estudados, desde o
surgimento desta literatura até sua consolidação no contexto internacional.
EMENTA:
Contextualização histórica do séc. XIX e a consagração do Romantismo como movimento de projeção da
Literatura Norte Americana. O surgimento do romance e o período da Guerra Civil com suas transformações
sociais e conseqüentes influências literárias.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas, estimulando a participação do aluno. Leitura e discussão de textos literários. Apresentação
de vídeos. Apresentação de seminários.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Data-show. Vídeos (filmes baseados em obras literárias).
AVALIAÇÃO:
Trabalho escritos. Seminários em grupo. Provas discursivas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMARGO, M. Basic Guide to American Literature. São Paulo: Thomson Pioneira, 2008.
HIGH, Peter B. An Outline of American Literature. Essex: Longman, 2005.
BAYM, N. et al Norton Anthology of American Literature. Nova York: W W Norton & Company, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRADLEY, S. et alii (eds.). American Tradition in Literature. New York: Norton & Co, 2005.
BURT, D. S. The Chronology of American Literature. Houghton Mifflin: Boston, 2009.
CASTILLO, S. & SCHWEITZER, I. The Literature of Colonial America: An anthology. Oxford. Blackwell, 2008.
FULLER, A. Adventure in American Literature. Washington: Harcourt, 2005.
WANDERLEY, J. Antologia da Poesia Norte-Americana. São Paulo: Civilização Brasileira, 2005.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
170
Revisão:
01
Vigência de:
1/2/2010 a:
24/set/10
171
DISCIPLINA: LÍNGUA INGLESA - PRÁTICA DISCURSIVA
CÓDIGO:
0556
PERÍODO:
6º Semestre
CARGA HORÁRIA:
60
OBJETIVOS:
Considerando letramento uma prática social, e proficiência como relacionada à construção de identidade em
uma determinada língua, este curso é destinado a desenvolver letramento em inglês por meio da criação de
identificação com a língua, cobrindo as multimodalidades para expressão própria, aspecto essencial para o
letramento na sociedade pós-moderna.
EMENTA:
Comunicação e suas implicações. Tipos textuais & Gêneros discursivos: análise contrastiva. Funções da
linguagem. Discurso e Pragmática: princípios cooperativos, cooperatives (Paul Grice) & princípios da polidez
(Robin Lakoff); Análise e elaboração de textos multimodais.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas. Leitura, compreensão e análise de textos; estudo dirigido em sala de aula; atividades em
ambiente virtual.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Tv; Vídeo; Retroprojetor.
AVALIAÇÃO:
Produção própria individual e em grupo; prova.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CELCE-MURCIA, Marianne & OLSHTAIN, Elite. Discourse and context in language teaching. Cambridge: CUP, 2007.
HUANG, Yan. Pragmatics. Oxford Textbooks in Linguistics. New York: OUP, 2007.
KOCH, Ingedore G. Villaça. Desvendando so segredos do texto. 5 ed. São Paulo: Cortez, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BAKHTIN, Miknail. Estética da criação verbal. 4 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2006.
COOK, Guy. Discourse. Oxford: OUP, 1995.
FJELDSTAD, Mary. (2002). The thoughtful reader. 2nd ed. Orlando, FL: Hartcourt Brace & Co.
KRESS, Gunther & VAN LEEUWEN, Theo. Multimodal Discourse – the modes and media of contemporary communication.
London: Hodder Arnold, 2009.
GOALTY, A. Critical reading and Writing. London: Routledge, 2000.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
172
Revisão:
01
Vigência de:
1/2/2010 a:
24/set/10
173
DISCIPLINA: TÓPICOS DE LITERATURA BRASILEIRA
CÓDIGO:
0600
PERÍODO:
6º Semestre
CARGA HORÁRIA:
80
OBJETIVOS:
Capacitar para analisar criticamente as obras apresentadas. Compreender o contexto histórico-estético-cultural
desde as origens da Literatura Brasileira até a expressão literária modernista. Discutir as tendências mais
recentes da poesia e da prosa no Brasil.
EMENTA:
A poesia e a prosa brasileiras e sua representação na obra de autores relevantes, da Literatura Quinhentista até
as tendências pós-modernas. Aportes monográficos.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas, ciclos de debates, resenhas de filmes e produção de textos.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Retro-projetor, vídeos e trabalhos de campo.
AVALIAÇÃO:
Participação nas dinâmicas de aulas, trabalhos em grupo e prova individual.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. São Paulo; Cultrix, 2007.
CÂNDIDO, Antônio e CASTELLO, J. Aderaldo. Presença da literatura brasileira. São Paulo; DIFEL, 2006. V.2.
COUTINHO, Afrânio (Org.). A literatura no Brasil. Rio de Janeiro; Global: Belo Horizonte, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HUTCHEON, Linda. Poética do pós-Modernismo: história, teoria, ficção. Rio de Janeiro: Imago; 1991.
MOISÉS, Massaud. História da literatura brasileira. São Paulo; Cultrix, 1985-1989. V.2 e V.3.
PICCHIO, Luciana Stegagno. História da literatura brasileira. Rio de Janeiro; Nova Aguilar, 1997.
.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
BOSI, Alfredo. O conto brasileiro contemporâneo. Cutrix, 2002.
174
Revisão:
01
Vigência de:
3/3/2010 a:
24/set/10
175
DISCIPLINA: LITERATURA PORTUGUESA - NARRATIVA
CÓDIGO:
0638
PERÍODO:
6º Semestre
CARGA HORÁRIA:
30
OBJETIVOS:
Resgatar os conceitos de gêneros literários, em especial, narrativa; Rememorar os elementos da narrativa e
suas características; Conhecer a história da narrativa portuguesa, da Idade Média ao Classicismo; Compreender
os movimentos literários e suas relações com a cultura, a história e a sociedade portuguesas; Compreender as
narrativas dentro de um processo histórico-cultural em constante movimento. Analisar as narrativas
selecionadas.
EMENTA:
A prosa medieval portuguesa. O Humanismo. Historiografia : Fernão Lopes. O Classicismo. A oratória barroca
de Padre António Vieira. Sóror Mariana Alcoforado e o romance epistolar. O neoclassicismo e a narrativa. A
introdução do movimento romântico em Portugal. O Romantismo em Portugal. Visão geral do
Realismo/Naturalismo. O Modernismo Português. O movimento Neo-Realista. Segunda metade do século na
novelística. Tendências contemporâneas.
METODOLOGIA:
Breves introduções teóricas; apresentações orais de textos; debate e discussão crítica; registros escritos do
trabalho realizado; recensões críticas de leituras feitas.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Sala de aula, quadro, textos complementares, retroprojetor, televisão, computador, vídeo.
AVALIAÇÃO:
Provas dissertativas, trabalhos individuais, trabalhos em grupo, pesquisas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BUENO, Aparecida de Fátima et alli. Literatura portuguesa: história, memórias e perspectivas. São Paulo: Alameda, 2007.
MOISÉS, Massaud. A literatura portuguesa. 33a ed. São Paulo: Cultrix, 2005.
SILVA, Vitor Manuel de Aguiar e. O romance: história e sistema de um gênero literário. In: ---. Teoria da literatura. 8a ed.
Coimbra, Almedina, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MOISÉS, Massaud. A literatura portuguesa através dos textos. 30a ed. São Paulo: Cultrix, 2006.
PEDROSA, Inês. Fazes-me falta. São Paulo: Planeta, 2003.
PEDROSA, Inês. Nas tuas mãos. São Paulo, Planeta, 2005.
GARRETT, Almeida. Viagens na minha terra. Lisboa: Ulisseia, 2002.
ABDALA JR., Benjamim e PASCHOALIN, Maria Aparecida. História Social da Literatura Portuguesa. São Paulo: Ática, 1994.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
176
Revisão:
01
Vigência de:
2/2/2010 a:
24/set/10
177
DISCIPLINA: LITERATURA COMPARADA
CÓDIGO:
0077
PERÍODO:
7º Semestre
CARGA HORÁRIA:
60
OBJETIVOS:
Através do método analítico-comparativo, levar o discente a conhecer as linhas mestres dos diferentes
momentos da literatura e analisar a literatura como parte de um processo cultural que se alinha a outras
linguagens, bem como as diversas teorias que envolvem o discurso literário.
EMENTA:
Literatura comparada: os primórdios. Conceitos. Princípios gerais do método comparativo. O surgimento das
Escolas comparativistas. A Escola Francesa e a crítica biográfica. A Escola Norte-Americana e a nova crítica.
René Welleck e a "Crise da Literatura Comparada". A literatura comparada na América Latina. As teorias PósColonialistas. As teorias da "Descolonização literária". As relações literárias na América Latina. A Literatura
Comparada no Brasil a partir dos anos 60 - seus mentores, teorias e linhas de comparação. Os confrontos
entre os variados discursos: literário, cinematográfico, televisivo e teatral. Estudo da evolução da narrativa
ocidental. Comparação entre o modelo do século XIX e a narrativa contemporânea sob o signo da transgressão.
As dinâmicas e tendências contemporâneas.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas; pesquisas dirigidas; seminários; e trabalhos escritos.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Sala de aula; retroprojetores , vídeos, computador, datashow e internet.
AVALIAÇÃO:
Seminários; trabalhos escritos e provas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARVALHAL, Tânia. Literatura comparada, São Paulo: Ática, 2005.
NITRINI, Sandra. Literatura comparada. São Paulo: EDUSP, 2005.
COUTINHO, Eduardo (org). Literatura Comparada: textos fundadores. Rio de Janeiro: Rocco, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
OLINTO, Heidraum Krieger. Literatura e Cultura. Rio de Janeiro: Ed. PUC-RJ, 2004.
COUTINHO, Eduardo (org). Literatura Comparada: textos fundadores. Rio de Janeiro: Rocco, 1994
BRUNEL, P. et alli. Que é literatura comparada? São Paulo: Perspectiva, 2005.
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BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
178
Revisão:
02
Vigência de:
3/3/2010 a:
24/set/10
179
DISCIPLINA: ESTUDO DA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
CÓDIGO:
0422
PERÍODO:
7º Semestre
CARGA HORÁRIA:
30
OBJETIVOS:
Analisar o processo histórico da LIBRAS como língua oficial no país; compreender o universo do indivíduo
portador de surdez e/ou deficiência auditiva e sua inserção na educação formal.
EMENTA:
A Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) como uma modalidade lingüística diferenciada para a comunicação
gestual-visual (aspectos linguísticos). Reconhecimento da LIBRAS como língua da Comunidade Surda e a
importância da aquisição da mesma para a educação de surdos. Aspectos históricos da surdez e da
modalidade gestual-visual da fala. Os surdos como minoria lingüística. As correntes filosóficas. A educação de
surdos no Brasil, a legislação e o intérprete de LIBRAS. Formação Bilingui.
METODOLOGIA:
Leitura e análise de textos, aulas expositivas, palestras, oficina de LIBRAS.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Livros, periódicos, reportagens, documentos oficiais.
AVALIAÇÃO:
Produção textual; apresentações orais e prova escrita
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUADROS, Ronice Müller e STUMPF, Marianne R. Estudos Surdos IV. Séries Pesquisas. RJ: Editora Arara Azul LTDA, 2009.
SILVA, Ângela C. da (org). Ouvindo o Silêncio: Surdez, Linguagem e Educação. Editora Mediação, 2008.
SACKS, Oliver. Vendo Vozes. Uma viagem ao mundo dos surdos. SP: Companhia das Letras, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUADROS, Ronice Müller e PERLIN, Gladis. Estudos Surdos II. Séries Pesquisas. RJ: Editora Arara Azul LTDA, 2007.
FERNANDES, Eulália (Org.). Surdez e Bilingüismo. Porto Alegre: Mediação, 2005.
QUADROS, Ronice Müller e KARNOPP, Lodenir B. Língua de Sinais Brasileira. Estudos Lingüísticos. SP: ARTMED, 2004.
FERREIRA, Lucinda. Legislação e a Língua Brasileira de Sinais. SP: Ferreira & Bergoncci consultoria e a publicações, 2003.
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BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
180
Revisão:
01
Vigência de:
2/1/2010 a:
24/set/10
181
DISCIPLINA: MONOGRAFIA
CÓDIGO:
0494
PERÍODO:
7º Semestre
CARGA HORÁRIA:
180
OBJETIVOS:
Desenvolver processo investigatório que possibilite a compreensão de fatos inseridos em determinada
realidade.
EMENTA:
O trabalho monográfico como atividade de pesquisa cientifica articulada à prática pedagógica: reflexão e
produção do conhecimento. Etapas de elaboração da monografia; a redação final e as normas para
apresentação gráfica e oral da monografia.
METODOLOGIA:
O aluno deverá elaborar Introdução, Desenvolvimento, Considerações Finais e Referências Bibliográficas
(ABNT) segundo orientação do professor-orientador. As orientações deverão ser realizadas uma vez por semana
em horário previamente estabelecido, com a duração de 1h/a, isto é, 40 minutos. A cada orientação serão
registradas as tarefas solicitadas.
RECURSOS DIDÁTICOS:
De acordo com a pesquisa a ser realizada, será indicada bibliografia a ser consultada.
AVALIAÇÃO:
Defesa pública da monografia, cuja aprovação será submetida à banca examinadora composta por três
professores (orientador e dois outros professores da área).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e documentação – Referências – Elaboração.
Rio de Janeiro, 2002.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: Informação e documentação – Citações em documentos –
Apresentação. Rio de Janeiro, 2002.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos –
Apresentação. Rio de Janeiro, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FACULDADES INTEGRADAS CAMPO-GRANDENSES. Manual de Monografia e TCC. Rio de Janeiro: edição dos autores,
2009.
BEAUD, M. Arte da tese. 4. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001. ECO, U. Como se faz uma tese. 14ed. São Paulo:
Perspectiva, 2004.
IPARDES. Normas para apresentação de documentos científicos. (coleção). Números 1 a 8, Curitiba: UFPR: 2000.
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BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
182
Revisão:
01
Vigência de:
1/1/2010 a:
24/set/10
183
DISCIPLINA: PORTUGUÊS HISTÓRICO
CÓDIGO:
0535
PERÍODO:
7º Semestre
CARGA HORÁRIA:
30
OBJETIVOS:
Proporcionar ao aluno condições para que reflita sobre a origem do português e suas principais variações
diacrônicas
EMENTA:
História interna e externa da língua portuguesa. Origem e formação da língua portuguesa. Os metaplasmos do
português. A influência do tupi e dos dialetos africanos na língua. O português do Brasil e de Portugal. A língua
portuguesa hoje no mundo.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas, estudo dirigido, debates, vídeo, internet, pesquisas bibliográficas, multimídia, atividades em
grupo.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Quadro, data-show, retroprojetor, aparelho de CD,slides, mapas e gráficos.
AVALIAÇÃO:
Frequência, apresentação de seminários e resenhas, provas individuais, atividades em grupo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CÂMARA JUNIOR, Joaquim Mattoso. Dicionário de Lingüística e gramática: Referente à Língua Portuguesa. 26 ed. Petrópolis,
RJ: Ed. Vozes, 2007.
MATTOS E SILVA, Rosa Virgínia. O português são dois – novas fronteiras, velhos problemas. Parábola Editora, SP 2005.
TEYSSIER, Paul. História da língua portuguesa. 2.ed. Trad.: Celso Cunha. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
FARACO, Carlos Alberto. Linguística histórica. São Paulo: Ática, 1994.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALI, Manuel Said. Gramática Histórica da Língua portuguesa, 1ª. ed., São Paulo: Melhoramentos 1921-1923; 3ª. ed. São Paulo:
Melhoramentos, 1964.
CARVALHO, Dolores Garcia & Nascimento, Manoel. Gramática Histórica. 13. ed. São Paulo: Ática,1981.
COUTINHO, Ismael de Lima. Pontos de Gramática Histórica, 1. Ed. Companhia Editora Nacional, São Paulo, 1938; 7ª. Ed.
Livro Técnico, Rio de Janeiro, 1976.
ILARI, Rodolfo. Linguística Românica. São Paulo: Ática, 1995.
MATTOS E SILVA. Rosa Virgínia. Português arcaico: fonologia, morfologia e sintaxe. São Paulo: Contexto, 2004.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
184
Revisão:
01
Vigência de:
3/3/2010 a:
24/set/10
185
DISCIPLINA: EXPRESSÃO ORAL E ESCRITA EM LÍNGUA ESPANHOLA
CÓDIGO:
0538
PERÍODO:
7º Semestre
CARGA HORÁRIA:
30
OBJETIVOS:
Definir língua e padrão culto. Expressar-se segunda norma culta, oralmente e por escrito. Praticar a produção
escrita sob diversas formas.
EMENTA:
Desenvolvimento da produção escrita e oral em Língua Espanhola; concepção do texto em suas múltiplas
leituras; aprimoramento da habilidade redacional.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas, mobilizando a participação da turma, debates, atividades em grupos.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Leituras orientadas para desenvolvimento dos conhecimentos teóricos . Apostila elaborada pelo professor.
Exposição oral para esclarecimento de dúvidas. Exercícios de leitura, interpretação e produção textual.
AVALIAÇÃO:
Produção de textos orais e/ou escritos. Prova escrita.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARIAS, Sandra Di Lullo & MARTINEZ, Ron. Como escrever tudo em espanhol. Escreva a coisa certa em qualquer situação.
Editora Campus. Rio de Janeiro, 2002.
CASSANY, Daniel. Para ser letrados: Voces y miradas sobre la escritura. Barcelona: Paidos Ibérica, 2009.
CASSANY, Daniel. Expresión escrita en L2/ELE. Madrid: Arco Libros, 2005.
MILANI, Esther Maria. Gramática de espanhol para brasileiros. São Paulo: Saraiva, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CASSANY, Daniel, 1999. “Las palabras y el escrito” en Hojas de Lectura.. Barcelona:
Fundalectura.
BRIZ, Antonio. El español coloquial em la conversación. Madrid: Ariel, 2001.
FÁVERO, Leonor Lopes. Coesão e Coerência Textuais. Editora Ática. São Paulo, 1991.
FERNÁNDEZ, Sonsoles. Interlengua y Análisis de Errores en el aprendizaje del
Español como lengua extranjera. Madrid: Edelsa, 1997.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
186
Revisão:
01
Vigência de:
3/3/2010 a:
24/set/10
187
DISCIPLINA: LITERATURA HISPANO - AMERICANA - DA INDEPENDÊNCIA À MODERNIDADE
CÓDIGO:
0540
PERÍODO:
7º Semestre
CARGA HORÁRIA:
30
OBJETIVOS:
Levar o aluno a conhecer as primeiras manifestações da independência cultural americana; analisar
criticamente a influência americanas no contexto literário espanhol.
EMENTA:
A literatura em língua espanhola na América do Realismo chegando até nossos dias. Suas aproximações e
distanciamentos com a literatura européia.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas, mobilizando a participação da turma, debates, atividades em grupos.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Jogos interativos. Filmes sobre a realidade Hispânica. Músicas. Textos literários e não literários. Laboratório de
idiomas. Data show.
AVALIAÇÃO:
Trabalhos em grupos, atividades individuais e provas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BELLA, Jozef. História da Literatura hispano-americana. 4ª ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves. Editora S. A., 2005.
LORENZO, Rocio Barros. Curso de Literatura. Edelsa/2006.
CISNERO, Consuelo Jimenez. El sueño de Cristóbal / Edelsa, 2008.
QUESADA, Sebastian. Historia del arte de España e Hispanoamericana – Edelsa, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
NAVARRO, Francisco. Retratos Célebres de la literatura hispanoamericana. Editora Nacional, 2006.
MÁRQUEZ, Gabriel García. Cien Años de Soledad. Real Academia. Alfaguara, 2007.
ANDERSON, Enrique. Historia de la Literatura hispanoamericana II / Época Contemporánea. 5ª ed. México Progreso, 2005.
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BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
188
Revisão:
01
Vigência de:
1/2/2010 a:
24/set/10
189
DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA - SEMÂNTICA E PRAGMÁTICA
CÓDIGO:
0541
PERÍODO:
7º Semestre
CARGA HORÁRIA:
60
OBJETIVOS:
O aluno deverá ser capaz de reconhecer os conceitos básicos das teorias relacionadas à semântica e à
pragmática.
EMENTA:
Semântica e pragmática do português. Conceitos básicos. Aspectos semânticos da linguagem. O significado.
Usos da linguagem. Estudo da teoria da enunciação e dos atos de fala em situações reais de comunicação.
Estudo da dêixis, da pressuposição e das implicações.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas. Estudo dirigido. Atividades em grupo.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Quadro, datashow, retroprojetor, aparelho de CD.
AVALIAÇÃO:
Frequência, seminários, provas individuais, atividades em grupo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FELTES, Heloísa P. de Morais. Semântica cognitiva: ilhas, pontes e teias. Porto Alegre, EDIPURS, 2007.
ILARI, Rodolfo. Introdução à semântica: brincando com a gramática. São Paulo: Contexto, 2006.
ILARI, Rodolfo & GERALDI, João Wanderley. Semântica. São Paulo: Ática, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALI, M. Said. Dificuldades da língua portuguesa: estudos e observações. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras, 2008.
ARMENGAUD, Francoise. A Pragmática. 1ª Ed. São Paulo: Parábola, 2006.
BENVENISTE, Émile. Problemas de Linguística Geral I. 5. ed. Trad. Maria da Glória Novak e Maria Luisa Neri. Campinas:
Pontes, 2005.
KERBRAT-ORECCHIONI, Catherine. Os Atos de Linguagem no Discurso: teoria e funcionamento. Niterói. EdUFF, 2005.
VIEIRA, Silvia Rodrigues & BRANDÃO, Silvia Figueiredo (org.). Ensino de gramática: descrição e uso. São Paulo: Contexto,
2007.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
190
Revisão:
01
Vigência de:
1/2/2010 a:
24/set/10
191
DISCIPLINA: PRODUÇÃO TEXTUAL EM LÍNGUA ESPANHOLA
CÓDIGO:
0543
PERÍODO:
7º Semestre
CARGA HORÁRIA:
30
OBJETIVOS:
Desenvolver competências discursivas em Língua Espanhola.
EMENTA:
Desenvolvimento da produção oral e escrita em Língua Espanhola; concepção do texto em suas múltiplas
leituras. Aprimoramento da habilidade redacional.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas, mobilizando a participação da turma, debates, atividades em grupos.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Jogos interativos. Filmes sobre a realidade Hispânica. Músicas. Exercícios de leitura, interpretação e produção
textual.
AVALIAÇÃO:
Trabalhos em grupos, atividades individuais e provas. Produção de textos orais e escritos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SABINO, Walmir. Listo / Español através de textos. Santillana, 2005.
BELHASSEN, Thierry. 3500 Palavras em Espanhol – Disal / 2007.
BLASCO, Cecília. Fale tudo em Espanhol. Disal Editora, 2008.
VÍCTOR, Barrionuevo. Buevo Dicionario Contemporáneo. Editora Nacional, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
VRANIC, Gordana. Hablar por los codos. Edelsa, 2008.
FERNÁNDEZ, Gretel. Expresiones Idiomáticas: usos y valores. Editora àtica, 2004.
FRANJUL, Adrían. Gramática de Español. Paso a Paso. Santillana, 2005.
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BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
192
Revisão:
01
Vigência de:
1/2/2010 a:
24/set/10
193
DISCIPLINA: ESTUDO DOS GÊNEROS DISCURSIVOS EM LÍNGUA INGLESA
CÓDIGO:
0555
PERÍODO:
7º Semestre
CARGA HORÁRIA:
30
OBJETIVOS:
Considerando o discurso como língua em uso (Cook, 1995, p. 6) e como tal, uma prática social real permeada
de relações de poder, visões de poder, visões políticas e intenções pessoais, o curso objetiva familiarizar o aluno
com os conceitos básicos do estudo de gêneros discursivos em inglês e introduzir a análise dos gêneros e seus
usos para os diversos propósitos em interações sociais na sociedade contemporânea.
EMENTA:
Discurso (oralidade e grafocentrismo); Propósitos sociais nas interações discursivas: discurso, design,
produção, distribuição; Gêneros discursivos; Produção discursiva.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas, leitura, compreensão e análise de textos; estudo dirigido em sala de aula; atividades em
ambiente virtual.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Leituras orientadas para desenvolvimento dos conhecimentos teóricos . Apostila elaborada pelo professor.
Exposição oral para esclarecimento de dúvidas. Exercícios de leitura, interpretação e produção textual.
AVALIAÇÃO:
Produção própria individual e em grupo; prova.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BAKHTIN, Mikhail. Estética da criação verbal. 4 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2006.
CELCE-MURCIA, Marianne & OLSHTAIN, Elite. Discourse and context in language teaching. Cambridge: CUP, 2007.
FAIRCLOUGH, Norman. Discurso e Mudança social. Brasília: Editora UnB, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COOK, Guy. Discourse. Oxford: OUP, 1995.
FJELDSTAD, Mary. The thoughtful reader. 2nd ed. Orlando, FL: Hartcourt Brace & Co, 2002.
KRESS, Gunther & VAN LEEUWEN, Theo. Multimodal Discourse – the modes and media of contemporary communication.
London: Hodder Arnold, 2009.
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BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
194
Revisão:
01
Vigência de:
1/2/2010 a:
24/set/10
195
DISCIPLINA: LITERATURA NORTE - AMERICANA - DO REALISMO AO MODERNISMO
CÓDIGO:
0557
PERÍODO:
7º Semestre
CARGA HORÁRIA:
30
OBJETIVOS:
Capacitar o aluno a relacionar o contexto histórico dos séc. XIX e XX à produção literária do período . Levá-lo a
apreender, de maneira crítica, a produção literária dos principais autores e obras do realismo Naturalismo.
Conhecimento crítico da literatura norte-americana do século XX.
EMENTA:
Realismo e Naturalismo. O século XX. A Geração Perdida. Drama, poesia e prosa. Principais autores e
tendências dessa fase.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas, estimulando a participação do aluno. Leitura e discussão de textos literários. Apresentação
de vídeos. Apresentação de seminários.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Data-show. Vídeos (filmes baseados em obras literárias).
AVALIAÇÃO:
Trabalho escritos. Seminários em grupo. Provas discursivas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMARGO, M. Basic Guide to American Literature. São Paulo: Pioneira, 2008.
HIGH, Peter B. An Outline of American Literature. Essex: Longman, 2005.
FULLER, A. Adventures in American Literature. Washington: Harcourt Brace, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRADLEY, S. et alii (eds.). The American Tradition in Literature. New York: Norton, 1990.
O’CALLAGHAN, Bryn. An Illustrated History of the USA. Longman: Essex, 1997.
SPILLER, R. O ciclo da Literatura Norte Americana. Rio de Janeiro: Forense, 1994.
WANDERLEY, Jorge. Antologia da Poesia Norte-Americana. São Paulo: Civilização Brasileira, 1997.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
196
Revisão:
01
Vigência de:
3/3/2010 a:
24/set/10
197
DISCIPLINA: PRÁTICA TEXTUAL EM LÍNGUA INGLESA
CÓDIGO:
0558
PERÍODO:
7º Semestre
CARGA HORÁRIA:
30
OBJETIVOS:
Levando em conta que a modalidade escrita é uma ferramenta importante nas relações sociais da sociedade
grafocêntrica, este curso tem o objetivo de aperfeiçoar as habilidades dos alunos para a recepção e produção
de textos na modalidade escrita.
EMENTA:
Os gêneros textuais escritos e seus propósitos. Coesão e Coerência. Pontuação. Separação silábica. Produção
textual escrita. Organização de parágrafos. Ensaio.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas. Leitura, compreensão e análise de textos; estudo dirigido em sala de aula; atividades em
ambiente virtual.
RECURSOS DIDÁTICOS:
TV, Vídeo, Retroprojetor, ambiente virtual em atividades extraclasse.
AVALIAÇÃO:
Produção própria individual e em grupo; prova.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALMEIDA, Rubens Queiroz de. As palavras mais comuns da Língua Inglesa – desenvolva sua habilidade de ler textos em
inglês. Novatec Editora, 2003.
HUANG, Yan. Pragmatics. Oxford Textbooks in Linguistics. New York: OUP, 2007.
VINCE, Michael & SUNDERLAND, Peter. Advanced language practice with key - English grammar and vocabulary. Macmillan,
2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AITCHISON, James (2001). Cassell’s Dictionary of English Grammar. London: Cassell & Co.
BERK, Lynn (1999). English Syntax – from word to discourse. New York: OUP.
HEDGE, T. Writing. Oxford: OUP, 2001.
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BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
198
Revisão:
01
Vigência de:
1/2/2010 a:
24/set/10
199
DISCIPLINA: TÓPICOS DE LITERATURA PORTUGUESA
CÓDIGO:
0604
PERÍODO:
7º Semestre
CARGA HORÁRIA:
30
OBJETIVOS:
Estudar o lirismo português e suas manifestações literárias numa perspectiva diacrônica. Analisar, nos textos
literários, tanto o nacionalismo laudatório quanto o crítico a partir de uma perspectiva diacrônica.
EMENTA:
As primeiras manifestações líricas da Literatura Portuguesa. A lírica camoniana nos seus mais diversos
aspectos temáticos. A poesia cultista e conceptista e a reação árcade. O lirismo romântico e a produção
finissecular. As gerações de Orpheu e presença e seus desdobramentos poéticos.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas com a participação da turma, atividades em grupo, seminários.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Quadro, retroprojetor, computador, datashow, aparelho de cd.
AVALIAÇÃO:
Freqüência, seminários, trabalhos dissertativos, atividades em grupos, provas individuais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SARAIVA, António José e LOPES, Oscar. História da Literatura Portuguesa. 17a ed. Porto: Porto Editora, 1996.
SARAIVA, José Hermano. História concisa de Portugal. 5a ed. Lisboa: Europa-América, 1979.
BUENO, Aparecida de Fátima et alli. Literatura portuguesa: história, memórias e perspectivas. São Paulo: Alameda, 2007.
MOISÉS, Massaud. A literatura portuguesa através de textos. 30ª ed. São Paulo: Cultrix, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ABDALA JR., Benjamim e PASCHOALIN, Maria Aparecida. História Social da Literatura Portuguesa. São Paulo: Ática, 1994.
CENTENO, Yvette Kace (coord.). Portugal: mitos revisitados. Lisboa: Salamandra, 1993.
SARAIVA, António José. História da Literatura Portuguesa. 10a ed. Lisboa: Europa-América, 1970.
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BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
200
Revisão:
01
Vigência de:
2/2/2010 a:
24/set/10
201
DISCIPLINA: LITERATURA GRECO-LATINA - A LÍRIA E A ÉPICA
CÓDIGO:
0639
PERÍODO:
7º Semestre
CARGA HORÁRIA:
30
OBJETIVOS:
Levar o aluno a considerar a relevância da cultura clássica como referência para a literatura ocidental. Ressaltar
o estreitamento da realidade material e espiritual como forma de conhecimento no mundo grego. Considerar as
contribuições romanas para a cultura e a para a literatura modernas. Analisar as principais obras do teatro e sua
repercussão na literatura brasileira.
EMENTA:
O legado clássico. Literatura greco-latina: a lírica e a prosa. Literatura greco-latina: a épica.
METODOLOGIA:
Aulas expositivas; pesquisas dirigidas; seminários; trabalhos escritos.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Sala de aula; retroprojeções; vídeos.
AVALIAÇÃO:
Seminários; trabalhos escritos; provas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARDOSO, Zélia de Almeida. A literatura latina. 2 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
MANGUEL, Alberto. Ilíada e Odisséia de Homero. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2008.
VIRGÍLIO. Eneida. São Paulo: Nova Cultural. 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PAES, José Paulo (seleção e tradução). Poemas da antologia grega ou palatina: séculos VII a.C. a V d. C. São Paulo:
Companhia das Letras, 1995.
OVÍDIO. A arte de amar. São Paulo: Ars Poética, 1992.
NOVAK, Maria da Gloria e NERI, Maria Luiza (org.). Poesia Lírica Latina. 2ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 1992.
BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA
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