FACULDADES INTEGRADAS CAMPO-GRANDENSES PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS HABILITAÇÕES EM PORTUGUÊS/ESPANHOL, PORTUGUÊS/INGLÊS, E PORTUGUÊS-LITERATURAS 2010.2 SUMÁRIO 1. HISTÓRICO DO CURSO 2. CONTEXTUALIZAÇÃO COM A REALIDADE SOCIAL 3. IDENTIDADE FORMATIVA 4. OBJETIVOS DO CURSO 4.1. Objetivos Gerais 4.2. Objetivos Específicos 5. CONCEPÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM 5.1. Núcleo de Estudos da Linguagem (NEL) 5.1.1. Criação do Blog de Letras 5.1.2. Projeto de Produção de Acervo de Áudio (P.A.A.) 5.1.3. Projeto NEL – CAEL 5.2. Práticas Pedagógicas 5.2.1 Atividades de Práticas Pedagógicas, através do Projeto Rede de Leitura. 5.2.2. Atividades de práticas pedagógicas através das Atividades Complementares 6. 3 3 4 6 7 7 8 11 12 13 13 13 14 14 CURRÍCULO DO CURSO 6.1. Matrizes Curriculares 6.1.1. Habilitação: Português-Inglês 6.1.2. Habilitação: Português-Espanhol 14 15 15 16 6.1.3. Habilitação: Português-Literaturas 6.2. Planos de Disciplinas 6.2.1. A Proposta Curricular 6.2.1.1. Aprimoramento Introdutório. 6.2.2. Específicos 6.2.3. Educação e Conhecimentos Metodológicos 6.3. Ementário e bibliografia 6.4. Rede de Leitura 6.5. Linhas de Pesquisa 6.5.1. Linguística Aplicada ao Ensino 6.5.2. Estudos Literários CONCEPÇÃO GERAL DA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM 18 20 20 20 21 22 23 23 25 25 26 28 8. 9. 10. ESTÁGIO CURRICULAR PROGRAMAS DE APOIO E RECUPERAÇÃO QUADRO DOCENTE 10.1. Composição do Núcleo Docente Estruturante 30 39 40 43 11. RECURSOS FÍSICOS 11.1. Materiais 11.2. Laboratórios 11.2.1. Laboratórios de Informática 11.2.2. Laboratório de Línguas 11.2.3. Núcleo de Estudos da Linguagem 11.3. Estruturas de apoio REFERÊNCIAS PLANOS DE DISCIPLINAS 44 44 45 45 46 46 46 50 52 7. 12 13 2 1. HISTÓRICO DO CURSO O curso de Letras das Faculdades Integradas Campo-Grandenses (FIC) iniciou-se com a criação da Faculdade de Filosofia de Campo Grande (FFCG). No dia 8/7/1960, com o Parecer de nº 390, o antigo Conselho Nacional de Educação autorizou o funcionamento do curso de Letras Neolatinas da FFCG. Hoje, denominado Curso de Letras, oferecendo três habilitações: Português-Espanhol, Português-Inglês e Português-Literaturas. A FFCG, que a partir de 2005 se constitui nas Faculdades Integradas CampoGrandenses (FIC), há cinquenta anos dedica-se à formação de professores, tendo um compromisso moral com a qualidade da educação, especialmente à atinente à Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro – detentora do maior contingente estudantil da América Latina – e a de municípios vizinhos ao Rio de Janeiro, como é o caso de Itaguaí, Mangaratiba, Seropédica, Angra dos Reis, Parati, Paracambi e parte da baixada fluminense. O curso de Letras das FIC destaca-se, no cenário educacional dessas regiões, pela busca da excelência da qualidade de ensino e pela preocupação constante com a formação de profissionais com sólidos conhecimentos teóricos, associados à sua aplicação prática, nas ciências da linguagem e da literatura. Preocupada não somente com a sua região, mas também com as orientações nacionais para o ensino superior, em 2001, as FIC observam que o Ministério de Educação e Cultura (MEC) estabelece novas regras para a organização dos cursos de graduação. Em 2002, o MEC apresenta as diretrizes para os cursos de Letras. De acordo com essa proposta, novos princípios passam a ser considerados, como a flexibilidade de organização dos cursos e a consciência da diversidade/heterogeneidade do conhecimento do educando. Em decorrência, o curso de Letras das FIC reformula diretrizes e conceitos pedagógicos, com o objetivo de atender às novas propostas sociais e legais. Em 2006, o Curso de Letras das FIC, reavaliando os passos percorridos nesses últimos quatro anos, propõe reformulações nas grades curriculares, principalmente a partir do nosso aprendizado, e da legislação pertinente aos cursos de licenciaturas em Letras. Em 2010, as FIC sentem a necessidade de ajustes na grade curricular para adequar-se às exigências do mercado. A matriz curricular é ampliada de seis para sete períodos, com a introdução, no primeiro período, das disciplinas Oficina de Produção Textual, Cultura e Sociedade e Mercado de Trabalho 2. CONTEXTUALIZAÇÃO NA REALIDADE SOCIAL O mundo contemporâneo impõe mudanças constantes em função da agilidade de informações na vida dos indivíduos. Assim, uma instituição de Ensino Superior não pode ser vista como um espaço que se limite à produção e à difusão do conhecimento e do saber, mas, antes, deve apresentar-se como o locus de cultura e de imaginação criativa, capaz de intervir na sociedade. Enfim, um organismo ativo, voltado para atender às necessidades educativas e tecnológicas do novo contexto social, mas sem perder o seu caráter transformador. Nesse sentido, a educação superior, como propõe a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, nº 9.394/96), deve “estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em 3 particular os nacionais e os regionais, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade”. Faz-se necessário, então, situar a presença e o perfil do professor na realidade atual, em especial o professor de Letras, em sua função social, pedagógica e, acima de tudo, humana. Trata-se de descrever esse perfil e suas relações com a sociedade, considerando a importância do professor como agenciador da cultura e peça fundamental na construção e divulgação da esfera ética da consciência de cidadania. Na perspectiva contemporânea, o professor é cada vez mais um mediador dos processos constitutivos da cidadania dos alunos, tendo em vista a superação dos fracassos da escola moderna no trato das desigualdades sociais. Cabe-lhe, portanto, trilhar caminhos que permitam a construção de uma nova identidade profissional. Assim, além de ensinar, o professor deve objetivar o enriquecimento dos alunos, adotando processos pedagógicos que facilitem o desenvolvimento de habilidades, atitudes e valores que viabilizem a permanente construção de seus saberes/fazeres. Seu papel como educador sugere o formar e o informar, atento ao que se passa no Brasil e no mundo. O professor torna-se um ator social e político, cujo aceno pedagógico deve apontar para a cultura, incorporando-a e, ao mesmo tempo, utilizando-a como objeto de ensino e investigação. O professor precisa estar preparado para saber mobilizar os conhecimentos necessários à compreensão do ensino como realidade social, bem como para investigar a própria prática, a fim de construir e transformar continuamente o seu fazer pedagógico. Consequentemente, deve estar em permanente processo de construção de sua identidade profissional, assumindo a responsabilidade pelos questionamentos acerca do que irá ensinar, do como irá ensinar e quais os objetivos mais amplos a serem alcançados. Para tanto, o professor deverá repensar e reestruturar a natureza de suas atividades, posicionando-se como intelectual transformador, assumindo todo o seu potencial como estudioso e profissional ativo e reflexivo. Frente às novas demandas da sociedade e como instituição formadora de professores, as FIC se reconhecem como um espaço aberto à multidisciplinaridade. É com esse universo plural, e sempre sujeito às transformações, que o professor de Letras convive, seja atuando na Educação Básica ou Superior. A ênfase no binômio teoria/prática aproxima mais, agora, o professor do aluno, numa relação de cumplicidade na busca do conhecimento, criando uma espécie de parceria epistemológica. Desse modo, a proposta pedagógica da licenciatura em Letras das FIC deve ser pulsante, continuamente repensada e aperfeiçoada, num ciclo sistêmico-dinâmico de açãoreflexão-ação, em busca da melhoria da qualidade do ensino e, por extensão, da sedimentação da nova universidade que se consolida. Partindo dessas reflexões, as FIC optaram pela reformulação de seus Projetos Pedagógicos, na busca da aproximação de seus esforços aos principais anseios dessa nova sociedade. 3. IDENTIDADE FORMATIVA O curso de Letras das FIC, pelo dinamismo intrínseco das línguas nele estudadas, está sempre a exigir reformas. A língua é um fenômeno sócio-humano e, como tal, deve ser 4 estudada, entendida e utilizada com adequação, pois por ela se transmite o patrimônio cultural. Seu conhecimento é de importância capital na percepção, construção e reconstrução da realidade social. É necessário pensar e elaborar projetos que tentem imprimir novos rumos, que contenham em seu bojo a abertura para o imprevisto, mas respeitem e promovam o desenvolvimento dos preceitos originários, num construir e reconstruir sucessivos. Não se pode compreender a formação humana para o mundo moderno que não esteja imbuída do espírito científico, como não se admite que só a ciência baste. Sem as artes e as letras, encaminhar-se-ia para a fatalidade da visão unilateral dos fenômenos da vida. As letras, como ciência, ou como o apuro do pensamento e da sensibilidade, contribuem para que se projete o futuro, com base na experiência adquirida no passado. Diante desse ponto de vista, vale ressaltar aqui as considerações oriundas da Comissão Internacional sobre Educação para o século XXI, incorporadas nas determinações da LDB (Lei nº 9.394/96): a educação deve cumprir um triplo papel: econômico, científico e cultural; a educação deve ser estruturada em quatro alicerces: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver e aprender a ser. Língua e a literatura são produtos das diferentes culturas, por isso o curso de Letras deve preocupar-se com a formação humanística do indivíduo e promover uma visão crítica da língua, colaborando, através do conhecimento literário, para a percepção histórico-social da evolução do pensamento. Assim, é fundamental que o profissional da área de Letras construa uma concepção de linguagem mais adequada à nova abordagem de ensino linguístico: a linguagem como capacidade humana de articular significados coletivos em sistemas arbitrários de representação, que são compartilhados e que variam de acordo com as necessidades e experiências da vida em sociedade. Vale aqui relembrar Bakhtin (1998, p.36, 66, 95): A palavra é fenômeno ideológico por excelência. [...] sabemos que cada palavra se apresenta como uma arena em miniatura onde se entrecruzam e lutam os valores sociais de interação contraditória. A palavra revela-se, no momento de sua expressão como o produto de interação viva das forças sociais. [...] a palavra está sempre carregada de um conteúdo ou sentido ideológico ou vivencial. É a concepção bakhtiniana de linguagem que deve amparar a noção de língua subjacente às práticas pedagógicas em sala de aula. O linguístico é ideológico em todas as suas manifestações: não existe palavra sem valor ideológico (Bakhtin 1998, p.98). No tocante ao aspecto formativo, o curso de Letras das FIC objetiva não apenas a formação de profissionais, mas a formação de cidadãos conscientes dos problemas de seu meio e de sua época. O licenciado em Letras, tanto em língua materna quanto em língua estrangeira e suas respectivas literaturas, deverá ser identificado por múltiplas competências e habilidades adquiridas durante sua formação acadêmica convencional, teórica e prática, ou fora dela. Nesse sentido, visando à formação de profissionais que venham a dominar a língua estudada e 5 suas culturas, para atuar como hábeis professores e voltados para a prática investigativa, o curso pretende contribuir para o desenvolvimento das seguintes competências e habilidades: domínio do uso da língua portuguesa ou da língua portuguesa e de uma língua estrangeira, nas suas manifestações oral e escrita, em termos de recepção e produção de textos; reflexão analítica e crítica sobre a linguagem como fenômeno psicológico, educacional, social, histórico, cultural, político e ideológico; visão crítica das perspectivas teóricas adotadas nas investigações linguísticas e literárias, que fundamentam sua formação profissional; preparação profissional atualizada, de acordo com a dinâmica do mercado de trabalho; percepção de diferentes contextos interculturais; utilização de tecnologias da informação aplicadas ao ensino; domínio dos conteúdos básicos que são objeto dos processos de ensino e aprendizagem no ensino fundamental e médio; domínio dos métodos e técnicas pedagógicas que permitam a transposição dos conhecimentos para os diferentes níveis de ensino. O resultado do processo de aprendizagem pretende levar à formação de um profissional que, além da base específica consolidada, esteja apto a atuar, interdisciplinarmente, em áreas afins. Deverá ter, também, a capacidade de resolver problemas, tomar decisões, trabalhar em equipe e comunicar-se dentro da multidisciplinaridade dos diversos saberes que compõem a formação universitária em Letras. Deverá, ainda, estar compromissado com a ética, com a responsabilidade social e educacional, e com as consequências de sua atuação no mundo do trabalho. Finalmente, deverá ampliar o senso crítico necessário para compreender a importância da busca permanente da educação continuada e do desenvolvimento profissional. Quanto ao perfil do profissional, o curso pretende formar indivíduos capazes de desenvolver uma prática didático-pedagógica calcada na estimulação da curiosidade, do espírito de pesquisa, da capacidade analítico-interpretativa crítica e da independência de opinião e do pensamento. O mercado de trabalho para os graduados em Letras é amplo, podendo atuar em escolas de ensino fundamental e médio – públicas e particulares; cursos livres de línguas; cursos pré-vestibulares; cursos técnicos e preparatórios para concursos; em instituições de ensino superior, como assessor (nas áreas de publicidade e propaganda, marketing, de cultura, jornalismo, turismo, administração, jurídica); redatores, tradutores; em instituições de pesquisa ou organizações não-governamentais, entre outras. O profissional habilitado pelo curso de Letras das FIC deverá ter amplo domínio dos conhecimentos específicos de sua área, fundamentados nos avanços tecnológico-científicos atuais, ser capaz de relacioná-los com o conhecimento cultural construído (interdisciplinaridade), bem como ser um mediador, de forma a propiciar, ao aluno da Educação Básica, a construção de seu conhecimento. Deverá aprimorar, constantemente, seu próprio desenvolvimento, além de buscar sua participação crítico-cooperativa na sociedade. Deverá, ainda, dominar conhecimentos sobre a inclusão de alunos portadores de necessidades 6 educacionais especiais e sobre as diversas etapas do processo de aprendizagem de crianças, jovens e adultos. Antes de tudo, o profissional de Letras deverá estar compromissado com a ética, com a responsabilidade social e educacional, e com as consequências de sua atuação no campo de trabalho. Finalmente, deverá ampliar o senso crítico necessário para compreender a importância da busca permanente da educação continuada e do desenvolvimento profissional. 4. OBJETIVOS DO CURSO O Curso de Licenciatura em Letras das FIC tem como objetivo formar um profissional cidadão e crítico que esteja apto a usar a língua portuguesa em suas diferentes manifestações; ensinar língua portuguesa e literaturas da língua portuguesa e ensinar língua estrangeira e literaturas da língua estrangeira (Espanhol, Francês e Inglês) e ler textos em diferentes linguagens. De acordo com o Parecer CNE/CES 492/2001 (p.24-25): O objetivo do curso de Letras é formar profissionais interculturalmente competentes, capazes de lidar, de forma reflexiva, com as linguagens, especialmente a verbal, nos contextos oral e escrito e conscientes de sua inserção na sociedade e das relações com o outro.[...] Independentemente da modalidade escolhida, o profissional em Letras deverá ter domínio do uso da língua ou das línguas que sejam objetos de seus estudos, em termos de sua estrutura e funcionamento, além da consciência das variedades linguísticas e culturais. Deve ser capaz de refletir teoricamente sobre a linguagem, de fazer uso de novas tecnologias e de compreender sua formação profissional como processo contínuo, autônomo e permanente. A pesquisa e a extensão, além do ensino, devem articular-se neste processo. O profissional deve, ainda, ter capacidade de reflexão crítica sobre questões e temas relativos aos conhecimentos linguísticos e literários. Considerando o que estabelecem as Diretrizes Curriculares para os Cursos de Letras (Resolução CNE/CES 18, de 13 de março de 2002), os objetivos para a formação do profissional do Curso de Letras das FIC são estabelecidos da seguinte maneira: 4.1. Objetivos gerais Formar profissionais, licenciados em Letras, com habilitações em língua portuguesa, língua espanhola, língua inglesa e suas respectivas literaturas para o exercício da docência de Educação Básica, capazes de: ● lidar criticamente com as diferentes linguagens nos diversos contextos sociais; ● refletir criticamente sobre a realidade brasileira e mundial em uma visão sociocultural; e ● desenvolver estudos, pesquisa e extensão nas linhas de pesquisa Linguística Aplicada ao Ensino e Estudos Literários, como atividades pertinentes à prática pedagógica; 7 ● Formar profissionais com sólidos conhecimentos teóricos nas ciências da linguagem e na literatura, com uma visão humanista, criativa e transformadora do mundo em que está inserido; e ● Integrar, no mercado de trabalho, licenciados aptos ao exercício da profissão, que utilizem, com ética e compromisso profissional e social, as habilidades e competências desenvolvidas ao longo do curso. 4.2. Objetivos específicos Preparar profissionais para o ensino da língua portuguesa, língua espanhola, língua inglesa e suas respectivas literaturas, capazes de: ● dominar a norma culta padrão e compreender a organização e o funcionamento do português europeu e do português do Brasil; ● compreender o funcionamento da língua portuguesa, espanhola e inglesa em seus diferentes níveis e modalidades; ● reconhecer as variedades linguísticas do português do Brasil, do espanhol e do inglês e os seus efeitos linguísticos, literários, sociais, políticos, culturais, históricos e ideológicos; ● compreender os fundamentos teóricos da literatura para uma análise crítica de obras e autores nacionais e internacionais; ● capacitar os discentes para planejar, elaborar e conduzir o processo pedagógico; e ● habilitar os futuros profissionais para usar novas tecnologias e estratégias de ensino/aprendizagem. Em consonância com a legislação pertinente ao Curso de Letras, as FIC reconhecem que os objetivos de um curso de formação de professores devem compreender não só as dimensões cognitiva, afetiva e psicomotora, mas a preparação voltada para o atendimento das demandas de um exercício profissional específico que não seja uma formação genérica e nem apenas acadêmica. 5. CONCEPÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM A concepção curricular a ser adotada pela licenciatura em Letras leva em consideração os desafios da educação superior diante das intensas transformações que têm ocorrido na sociedade contemporânea, no mundo do trabalho e nas condições para o exercício profissional do professor. Dentre os muitos desafios para a formação de professores de Letras, destacam-se: a necessária colocação em relevo da relação dialética entre o pragmatismo da sociedade moderna e o cultivo dos valores humanistas. (Parecer CNE/CES 492/2001, p. 28); a contribuição para o processo de crescimento dos indivíduos, por meio do trabalho coletivo e interdisciplinar, bem como do preparo para uma inserção produtiva, crítica, consciente e autônoma no mundo; 8 a substituição de uma educação “conteudista” e compartimentada pela problematização dos seres humanos em suas relações com o mundo; e o encurtamento nos processos de formação e, ao mesmo tempo, o preparo para a educação continuada. Em conformidade com as Diretrizes Curriculares para os cursos de Letras e com o novo ambiente no qual o futuro professor de Letras irá atuar, o curso deverá facultar ao profissional a ser formado opções de conhecimento e de atuação no mercado de trabalho; oferecer oportunidade para o desenvolvimento de habilidades necessárias para se atingir a competência desejada no desempenho profissional; estar orientado para uma abordagem pedagógica centrada no desenvolvimento da autonomia do aluno; promover articulação constante entre ensino, pesquisa e extensão, além de articulação direta com a pós-graduação; e propiciar condições para uma relação adequada entre teoria e prática. Os princípios que norteiam a organização curricular são a flexibilidade e a consciência da diversidade/heterogeneidade do conhecimento do aluno, tanto no que se refere à sua formação anterior, quanto aos interesses e expectativas em relação ao curso e ao futuro exercício da profissão. Assim, a matriz curricular procura alcançar a flexibilidade para responder às novas demandas sociais e aos princípios expostos, através da eliminação da rigidez estrutural do curso; da adoção de um ritmo e duração para o curso, nos limites adiante estabelecidos e do estimulo à utilização eficiente dos recursos de formação existentes. A flexibilização é também perseguida com o desdobramento do papel de professor na figura de orientador, que deverá responder não só pelo ensino de conteúdos programáticos, mas também pela qualidade da formação do aluno (futuro professor). A preocupação básica do curso de Letras repousa sobre o processo de formação de competência (técnica, humana e político-social) do seu alunado, a ser entendida tanto em seu aspecto formal (em termos de manejo e produção do conhecimento), quanto no aspecto político (relativo ao desenvolvimento da ética e da cidadania). Obviamente, é a capacidade de renovação permanente, sob a égide da construção do conhecimento atualizado, que definirá a competência. Para tanto, os professores do curso devem seguir diretrizes e criar condições para que os alunos também as sigam: elaborar com sua mão própria, perscrutando a filosofia implícita no presente projeto, o seu projeto pedagógico; saber pesquisar para manter-se bem informado, reconstruir e produzir conhecimento; atualizar-se permanentemente; voltar-se à prática para recriá-la, isto é, postar-se como sujeito que é autor de seu pensamento, que faz prática e teoria; e ser capaz de tecer seu fio para apropriação de sua história, pensamento, teoria e prática. 9 O diligente trabalho dos professores do curso para a formação do Licenciado em Letras deve estar ancorado em premissas que delineiam paradigmas educacionais como: a ênfase em aprender a aprender, a estar receptivo ao conhecimento sujeito a mudanças; a aprendizagem como processo; o estímulo à autonomia e parceria, ao invés de autoritarismo; a busca do todo, da racionalidade somada à intuição; a educação como processo para a vida toda; o professor que também aprende, não apenas como proporcionador de conhecimentos; a permanente preocupação com o desempenho do indivíduo e com a expansão de seus limites; o estímulo à criatividade e à inovação; a articulação teoria-prática; e a concepção de educação continuada. Assim, a formação dos Licenciados em Letras assume os seguintes eixos norteadores: (1) Articulação dos diferentes âmbitos do conhecimento profissional: Indo além dos conteúdos previstos nas disciplinas, o currículo proposto oferece tempos e espaços curriculares para a busca de outros conhecimentos profissionais, através de oficinas, seminários, grupos de trabalho supervisionado, grupo de estudos, tutorias e eventos, atividades de extensão, entre outras. Estas atividades estarão sendo contempladas por meio de 200 horas destinadas, na carga horária do curso, às Atividades Complementares de Enriquecimento das Práticas Pedagógicas. (2) Articulação entre disciplinaridade e interdisciplinaridade: A proposta curricular não se constitui em mera justaposição ou convivência de estudos disciplinares, mas procura permitir o exercício das relações interdisciplinares, sob o ângulo da formação do docente, em particular, em suas práticas pedagógicas. Neste sentido, o currículo pleno do curso procura permitir, através das Atividades de Práticas Pedagógicas, a simultaneidade de abordagens de conteúdos específicos entrelaçadas com questões de natureza didático-pedagógica. (3) Articulação das dimensões teórica e prática: A concepção curricular da licenciatura em Letras adota o princípio metodológico de que todo fazer implica uma reflexão e toda reflexão implica um fazer, porque, no processo de construção da autonomia intelectual, o professor, além de saber e de fazer, deverá compreender o que faz. Assim, a prática na matriz curricular não se caracteriza como um espaço isolado, reduzido apenas ao estágio como algo fechado em si mesmo e desarticulado do curso como um todo. Nessa perspectiva, estão previstas situações didáticas que integrarão teoria-prática, tais como: no interior de todas as áreas e\ou disciplinas, a dimensão prática estará sendo permanentemente trabalhada pelo professor, a partir de sua aplicação no mundo social e natural e na perspectiva de sua didática; 10 as Atividades de Práticas Pedagógicas serão também um espaço destinado a esse âmbito da teoria-prática, principalmente através das disciplinas de produção de textos interdisciplinares; nos estágios supervisionados realizados nas escolas. (4) Articulação entre ensino e pesquisa: O currículo destina um espaço para a promoção da atitude de pesquisa pelos alunos (futuros professores), com vistas à interpretação da realidade e dos conhecimentos específicos que constituem seus futuros objetos de ensino (a didática e a metodologia). Por meio de uma atitude investigativa, o futuro professor poderá conhecer a realidade mais profundamente, de modo a rever permanentemente sua prática pedagógica. A concepção curricular do Curso de Letras incorpora os aspectos determinados nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores para a educação básica (Parecer CNE/CP9/2001): A seleção de conteúdos da área específica de atuação no ensino fundamental e no médio estará orientada para ir além daquilo que os professores irão ensinar nas diferentes etapas da escolaridade (p. 37). Os conteúdos a serem ensinados na educação básica serão tratados de modo articulado com suas metodologias. Isso significa que o estudo dos conteúdos do ensino fundamental e ensino médio que os futuros professores irão ensinar estará associado à perspectiva de suas didáticas e a seus fundamentos. A avaliação terá como foco a capacidade de acionar conhecimentos e de buscar outros necessários à atuação profissional. O processo de formação de professores para o ensino fundamental e médio desenvolverá competências que pontuem demandas importantes, originadas da análise da atuação profissional e assentadas na legislação vigente e Diretrizes Curriculares Nacionais. Com a finalidade de implementar a pesquisa, as atividades de prática pedagógica e a interdisciplinaridade, o Curso de Letras das FIC tem seus projetos ancorados nas propostas do Núcleo de Estudos da Linguagem (NEL). 5.1. Núcleo de Estudos da Linguagem (NEL) O Núcleo de Estudos da Linguagem (NEL) do curso de Letras das FIC, que reúne professores/pesquisadores e alunos do curso de Letras desta IES, tem como objetivo desenvolver pesquisas sobre diferentes linguagens e seu ensino, abrangendo um leque que vai do estudo dos fenômenos linguísticos e literários, passando por estratégias e ferramentas de ensino e aprendizagem da língua materna, das línguas estrangeiras e suas respectivas literaturas, promovendo atividades multidisciplinares que fortaleçam e ampliem a participação desta IES , além de fortalecer o compromisso do Curso com a formação do futuro discente que deve estar apto saber pesquisar e a atualizar-se permanentemente. As atividades do NEL estão apoiadas nas linhas de pesquisa Linguística Aplicada ao Ensino e Estudos Literários do curso de Letras das FIC (descritas na página 36). São finalidades do NEL: 11 ● desenvolver pesquisas nas áreas de Linguística Aplicada ao Ensino e Estudos Literários a partir de diferentes perspectivas teóricas, por meio de projetos integrados ou individuais; ● criar grupos de estudo; ● estabelecer parcerias com o Colégio de Aplicação Emmanuel Leontsinis (CAEL), também mantido pela Fundação Educacional Unificada Campograndense, para implementação de projetos que aproximem os discentes do curso de Letras com a realidade do ensino e da aprendizagem dos alunos da educação básica; ● desenvolver projetos de ensino e extensão direcionados aos alunos das FIC e à comunidade externa; ● divulgar resultados parciais e finais de pesquisas por meio de relatórios, homepages, artigos, livros, cursos, comunicações, pôsteres, mesas-redondas, palestras, painéis e outras formas disponíveis; ● formar banco de dados e corpora para pesquisas; ● estabelecer intercâmbio com grupos de pesquisa, grupos de trabalho, associações e pesquisadores com objetivos afins existentes no Brasil e no exterior; ● promover publicações através de mídia eletrônica; ● promover eventos objetivando o intercâmbio de conhecimentos junto à sociedade; ● produzir acervo de áudio de leitura oral de clássicos da literatura; ● viabilizar a criação de jornal e de blog produzidos por alunos do curso; e ● implementar atividades de Laboratório de Estágio. Os projetos realizados no NEL se articulam com o Núcleo Integrado de Educação a Distância (NIEAD), que tem como propostas criar projetos e pesquisas, de natureza interdisciplinar, com a intenção de preparar a Instituição para a expansão de suas atividades no "Ciberespaço". A seguir destacam-se os projetos previstos para 2010, 2011 e 2012: 5.1.1. Criação do Blog - Letras O blog, desenvolvido por alunos do Curso de Letras das FIC, supervisionados pela coordenação e por docentes do Curso, terá como proposta a criação de mais um espaço, envolvendo discentes e docentes e as tecnologias contemporâneas, para tratar de temas como: ● Poesia Revelada (espaço para os poetas divulgarem seus trabalhos); ● Homenagem a personagens do circuito literário (conhecidos ou não do público); ● Dicas do professor (um livro, um filme, uma de peça de teatro que tenha marcado a vida do professor); ●Trocando em miúdos (espaço destinado a professores e alunos para tratar de assuntos de interesse do Curso e publicação de artigos); ● Fórum do universitário (espaço para divulgar ideias, opiniões, elogios e críticas sobre os temas abordados no blog); ● Fique por dentro (informações e divulgações de eventos acadêmicos e culturais); e ● Em dia com as Letras (informações sobre sites de interesse do Curso) 12 5.1.2. Projeto de Produção de Acervo de Áudio (P.A.A.) O Projeto de Produção de Acervo de Áudio (P. A. A.) será realizado através de gravação, por meio eletrônico digital, de leitura oral de clássicos da literatura (feita por alunos do curso de Letras) que sejam de domínio público . O P. A. A. tem como objetivos produzir e tornar acessível materiais que aproximem a Literatura dos portadores de necessidades especiais no campo da visão, de adultos não alfabetizados e de alunos da educação básica, além de promover pesquisa na área linguística de leitura dramatizada de obras literárias e constituir acervo disponível aos alunos da Instituição e às entidades que venham a se tornar parceiras do projeto. Os discentes do curso de Letras, ao final de todas as etapas das gravações, deverão elaborar relatórios, relatos de experiência ou artigos orientados por professores das FIC e supervisionados pela coordenação do Curso de Letras. 5.1.3. Projeto NEL – CAEL O Projeto NEL-CAEL tem como objetivo estabelecer parcerias entre o Curso de Letras e o Colégio de Aplicação Emmanuel Leontsinis (CAEL), também mantido pela Fundação Educacional Unificada Campograndense, para implementação de projetos que aproximem os discentes do curso de Letras com a realidade do ensino e da aprendizagem dos alunos da educação básica. O CAEL terá o compromisso de planejar e executar projetos e atividades direcionados aos alunos da educação básica e supervisionar os discentes das FIC para que desenvolvam oficinas, rodas de leitura, reforço escolar, entre outros. A Coordenação do Curso de Letras, em conjunto com a coordenação do CAEL, deverá acompanhar todas as atividades e tornar acessível à divulgação dos resultados de cada projeto. Os docentes do curso de Letras, ao final de cada atividade, deverão elaborar relatórios, relatos de experiência e artigos, orientados por professores das FIC, para posterior publicação. 5.2. Práticas Pedagógicas As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica (Brasil. MEC/CNE, 2002) orientam que os PPC e as matrizes curriculares deverão ser pautados nos princípios da ação – reflexão – ação. Os documentos afirmam, ainda, que todas as disciplinas terão a sua dimensão prática transcendendo o estágio, tendo como finalidade promover a articulação de diferentes práticas numa perspectiva interdisciplinar, sendo tal área desenvolvida com ênfase nos procedimentos de observação e reflexão de forma contextualizada. A legislação educacional esclarece, portanto, que é necessário compreender a prática como uma dimensão do conhecimento que deverá estar presente não só no Estágio, mas também nos momentos em que no interior das disciplinas teóricas trabalha-se o fazer e a reflexão sobre as teorias e as atividades profissionais. 13 Seguindo tais orientações, o PPC do curso de Letras garante a efetivação deste procedimento, visto que as Atividades de Práticas Pedagógicas estão presentes desde o início dos cursos, no interior das disciplinas que constituem os componentes curriculares, permeando toda a formação do aluno e têm o objetivo de promover a relação entre a teoria necessária e a prática pedagógica para a formação do futuro professor. Para tal, recomenda-se que o professor busque desenvolver atividades em grupo ou individuais tais como: vídeoaulas, aulas-passeio, peças teatrais, leituras/debates, elaboração de projetos, elaboração de seminários e pesquisas bibliográficas, elaboração de eventos (oficinas, mostras, debates), coleta de dados educacionais e utilização dos laboratórios, entre outras. Estas atividades devem potencializar o conhecimento trabalhando a teoria e a prática de forma interdisciplinar e contextualizada. 5.2.1. Atividades de Práticas Pedagógicas através do Projeto Rede de Leitura. O Projeto Rede de Leitura busca promover um espaço destinado à leitura de obras clássicas, fundamentais para a formação do professor entrelaçando conhecimentos sólidos e o exercício de atividades relacionadas a essas leituras durante a graduação; aliar teoria e prática; preparar o professor em formação para se tornar um pesquisador de seu próprio contexto, sem, no entanto, deixar de conhecer sua própria realidade; desenvolver o hábito da leitura como uma prática para aquisição de conhecimento e postura crítica e delinear um espaço curricular para o desenvolvimento da atividade de leitura pelos discentes ao longo do Curso. Pretende-se, com isso, oferecer tempos e espaços curriculares para uma leitura direcionada, que deverá ser realizada de forma interdisciplinar, ancorada por uma disciplina responsável por esta integração de conhecimentos. O Projeto Rede de Leitura tem livros disponibilizados na Biblioteca da Instituição que são definidos no programa das disciplinas que fazem parte do programa. 5.2.2. Atividades de práticas pedagógicas através das Atividades Complementares As atividades acadêmico-científico-culturais são componentes curriculares que, integrados às diversas áreas de conhecimento dos cursos de Licenciatura, objetivam o enriquecimento da formação científica, acadêmica e cultural do futuro professor, podendo ser realizadas através de atividades como participação em seminários, apresentações, exposições, eventos científicos, visitas, monitorias, resolução de situações-problema, e projetos de ensino. Desta forma, os alunos dos cursos de Licenciatura das FIC deverão ampliar o seu universo cultural, científico e acadêmico, complementando sua formação com duzentas (200) horas mínimas de atividades complementares, realizadas em diferentes espaços. 6. CURRÍCULO DO CURSO A seguir, são apresentadas as matrizes curriculares do Curso de Letras, nas seguintes habilitações: Português-Inglês, Português-Espanhol e Português-Literaturas. 14 6.1. Matrizes Curriculares 6.1.1. Habilitação: Português-Inglês P 1º 2º 3º 4º 5º LICENCIATURA EM LETRAS - PORTUGUÊS - INGLÊS (MATRIZ 2010.2) DISCIPLINA CARGA HORÁRIA CÓD. NOME PRES. SEMIPRES. TOTAL RL EC GERAL 0548 Língua Inglesa - Morfologia 60 0 0 60 0677 Oficina de Produção de Textos 60 50 0 110 0678 Cultura e Sociedade 30 25 0 55 0679 Mercado de Trabalho 30 25 0 55 TOTAL 180 100 0 280 0549 Língua Inglesa - Morfossintaxe do Período 60 0 0 60 Simples 0618 Estudos Linguísticos 30 0 0 30 0668 Arte Literária 30 50 0 80 0619 Cultura Literária Brasileira 30 0 0 30 0002 Fundamentos Históricos e Filosóficos da 30 50 0 80 Educação 0404 Métodos e Técnicas de Estudo 30 0 0 30 TOTAL 210 100 0 310 0524 Língua Portuguesa - Tópicos Gerais 60 0 0 60 0550 Língua Inglesa - Sintaxe 60 0 0 60 0620 Cultura Literária Anglo-Americana 30 50 0 80 0621 Linguística - Fonética e Fonologia 30 0 0 30 0622 Gêneros da Literatura 30 0 0 30 0446 Sociologia da Educação 30 0 0 30 0023 Psicologia da Educação 30 50 0 80 TOTAL 270 100 0 370 0526 Língua Portuguesa - Morfologia 60 0 0 60 0551 Língua Inglesa - O Período Composto 60 0 0 60 0623 Literatura Inglesa - Poesia e Drama 30 0 0 30 0624 Linguística - Sintaxe 30 0 0 30 0625 Cultura Literária Portuguesa 30 50 0 80 0449 Informática Educativa 30 0 0 30 0234 Didática Geral 30 50 0 80 TOTAL 270 100 0 370 0528 Língua Portuguesa - Morfossintaxe 60 0 0 60 0626 0553 0627 0552 0033 Literatura Inglesa - Prosa Língua Inglesa - Fonética e Fonologia Linguística Aplicada ao Ensino Didática do Ensino de Português e Inglês Estágio Orientado I 60 60 30 30 30 50 0 0 50 0 0 0 0 0 170 110 60 30 80 200 15 TOTAL 0556 6º 0600 0531 0554 270 Língua Inglesa - Prática Discursiva 60 Tópicos de Literatura Brasileira 30 Língua Portuguesa - Sintaxe 60 Literatura Norte-Americana – 30 Da Colonização ao Romantismo 0418 Educação Brasileira 30 0420 Elaboração de Projeto 30 0041 Estágio Orientado II 30 TOTAL 270 7º 0535 Português Histórico 30 0555 Estudo dos Gêneros Discursivos 30 em Língua Inglesa 0557 Literatura Norte-Americana – 30 Do Realismo ao Modernismo 0541 Língua Portuguesa - Semântica e 60 Pragmática 0604 Tópicos de Literatura Portuguesa 30 0422 Estudo da Língua Brasileira de Sinais 30 0558 Prática Textual em Língua Inglesa 30 0494 Monografia 60 TOTAL 300 Atividades Complementares 0 TOTAL GERAL 1770 NOMENCLATURA PRES.: Presencial SP: Semipresencial (Rede de leitura e Trabalho Monográfico) EC: Extra Classe 100 170 540 0 50 0 0 0 0 0 0 60 80 60 30 50 0 0 100 0 0 0 0 170 170 0 0 80 30 200 540 30 30 0 0 30 0 0 60 0 0 0 0 0 0 600 0 0 0 120 120 0 460 30 30 30 180 420 200 3030 6.1.2 Habilitação: Português-Espanhol LICENCIATURA EM LETRAS - PORTUGUÊS - ESPANHOL (MATRIZ 2010.2) P DISCIPLINA CARGA HORÁRIA CÓD. NOME PRES. SEMIPRES. TOTAL GERAL RL EC 1º 0601 Língua Espanhola Tópicos Culturais 60 0 0 60 0677 Oficina de Produção de Textos 60 50 0 110 0678 Cultura e Sociedade 30 25 0 55 0679 Mercado de Trabalho 30 25 0 55 TOTAL 180 100 0 280 2º 0602 Língua Espanhola - Tópicos Gerais 60 0 0 60 0618 Estudos Linguísticos 30 0 0 30 0668 Arte Literária 30 50 0 80 16 0619 0002 0404 3º 0603 0628 0524 0621 0622 0446 0023 4º 0530 0629 0526 0624 0625 0449 0234 5º 0534 0630 0528 0627 0533 0033 6º 0539 0531 0600 0537 0418 0420 0041 0535 0538 Cultura Literária Brasileira Fund. Históricos e Filosóficos da Educação Métodos e Técnicas de Estudo TOTAL Língua Espanhola - Morfologia Cultura Literária Espanhola e HispanoAmericana Língua Portuguesa - Tópicos Gerais Linguística - Fonética e Fonologia Gêneros da Literatura Sociologia da Educação Psicologia da Educação TOTAL Língua Espanhola - Sintaxe Literatura Espanhola - da Idade Média ao Barroco Língua Portuguesa - Morfologia Linguística - Sintaxe Cultura Literária Portuguesa Informática Educativa Didática Geral TOTAL Língua Espanhola - Morfossintaxe, Fonética e Fonologia Literatura Espanhola – Do Neoclássico à Contemporaneidade Língua Portuguesa - Morfossintaxe Linguística Aplicada ao Ensino Didática do Ensino de Português e Espanhol Estágio Orientado I TOTAL Língua Espanhola - Prática Discursiva Língua Portuguesa - Sintaxe Tópicos de Literatura Brasileira Literatura Hispano-Americana – Período Colonial Educação Brasileira Elaboração de Projeto Estágio Orientado II TOTAL Português Histórico Expressão Oral e Escrita em Língua Espanhola 30 30 0 50 0 0 30 80 30 210 60 30 0 100 0 50 0 0 0 0 30 310 60 80 60 30 30 30 30 270 60 30 0 0 0 0 50 100 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 60 30 30 30 80 370 60 30 60 30 30 30 30 270 60 0 0 50 0 50 100 0 0 0 0 0 0 0 0 60 30 80 30 80 370 60 60 50 0 110 60 30 30 0 0 50 0 0 0 60 30 80 30 270 60 60 30 30 0 100 0 0 50 0 170 170 0 0 0 0 200 540 60 60 80 30 30 30 30 270 30 30 50 0 0 100 0 0 0 0 170 170 0 0 80 30 200 540 30 30 17 0540 7º 0541 0604 0543 0422 0494 Literatura Hispano-Americana – Da Independência à Modernidade Língua Portuguesa – Semântica e Pragmática Tópicos de Literatura Portuguesa 30 0 0 30 60 0 0 60 30 0 0 30 Produção Textual em Língua Espanhola Estudo da Língua Brasileira de Sinais Monografia TOTAL 30 0 0 30 30 60 300 0 0 0 0 120 120 30 180 420 0 600 0 460 200 3030 Atividades Complementares 0 TOTAL GERAL 1770 NOMENCLATURA PRES.: Presencial SP: Semipresencial (Rede de leitura e Trabalho Monográfico) EC: Extra Classe 6.1.3 Habilitação: Português-Literaturas LICENCIATURA EM LETRAS - PORTUGUÊS - LITERATURAS (MATRIZ 2010.2) P DISCIPLINA CARGA HORÁRIA CÓD. NOME PRES. SEMIPRES. TOTAL GERAL RL EC 1º 0080 Oficina de Leitura 60 0 0 60 0677 Oficina de Produção de Textos 60 50 0 110 0678 Cultura e Sociedade 30 25 0 55 0679 Mercado de Trabalho 30 25 0 55 TOTAL 180 100 0 280 2º 0070 Expressão Oral e Escrita 60 0 0 60 0619 0618 0002 0007 0404 3º 0633 0524 Cultura Literária Brasileira Estudos Linguísticos Fundamentos Históricos e Filosóficos da Educação Arte Literária Métodos e Técnicas de Estudo TOTAL Literatura Brasileira - Poesia Língua Portuguesa - Tópicos 30 30 30 0 0 50 0 0 0 30 30 80 30 30 210 30 60 50 0 100 50 0 0 0 0 0 0 80 30 310 80 60 18 0634 Gerais Gêneros da Literatura Produção Textual Linguística - Fonética e Fonologia Sociologia da Educação Psicologia da Educação TOTAL Língua Portuguesa Morfologia Literatura Brasileira – Prosa 0625 Cultura Literária Portuguesa 30 50 0 80 0635 Literatura Greco - O Gênero Dramático Literatura Brasileira: Modernismo Linguística - Sintaxe Informática Educativa Didática Geral TOTAL 30 0 0 30 30 0 0 30 30 30 30 270 0 0 50 100 0 0 0 0 30 30 80 370 60 0 0 60 60 30 30 0 0 50 0 0 0 60 30 80 30 30 0 50 0 0 30 80 30 270 60 60 0 250 0 0 170 170 0 0 200 690 60 60 30 30 50 0 0 0 80 30 30 30 30 270 30 50 0 0 100 0 0 0 170 170 0 80 30 200 540 30 0622 0072 0621 0446 0023 4º 0526 0669 0624 0449 0234 - 30 60 30 0 0 0 0 0 0 30 60 30 30 30 270 60 0 50 100 0 0 0 0 0 30 80 370 60 30 0 0 30 5º 0528 0075 0625 0636 0637 0545 0033 6º 0531 0079 0600 0638 0418 0420 0041 7º 0535 Língua Portuguesa Morfossintaxe Espanhol Instrumental Linguistica Aplicada ao Ensino Literatura Brasileira Contemporânea e PósModernidade Literatura Portuguesa - Poesia Didática do Ensino de Português e Literatura Estágio Orientado I TOTAL Língua Portuguesa - Sintaxe Literaturas Africanas de Língua Portuguesa Tópicos de Literatura Brasileira Literatura Portuguesa Narrativa Educação Brasileira Elaboração de Projeto Estágio Orientado II TOTAL Português Histórico 19 0077 0541 Literatura Comparada Língua Portuguesa - Semântica e Pragmática 0639 Literatura Greco - Latina - A Lírica e a Épica 0604 Tópicos de Literatura Portuguesa 0422 Estudo da Língua Brasileira de Sinais 0494 Monografia TOTAL Atividades Complementares TOTAL GERAL 60 60 0 0 0 0 60 60 30 0 0 30 30 0 0 30 30 0 0 30 60 270 0 1560 0 0 0 650 120 120 0 460 180 390 200 2870 NOMENCLATURA PRES.: Presencial SP: Semipresencial (Rede de leitura e Trabalho Monográfico) EC: Extra Classe 6.2. Planos de Disciplinas Os planos de disciplinas seguem em anexo. 6.2.1. A Proposta Curricular Os conhecimentos múltiplos a serem desenvolvidos durante a licenciatura no Curso de Letras devem estar integrados, aliando teoria e prática, além de preparar o futuro professor para se tornar um potencial pesquisador de seu próprio contexto. Por isso, as áreas de conhecimentos que integram ao longo do Curso são compostas por conhecimentos introdutórios, específicos, da educação e metodológicos e de estágio. 6.2.1.1. Aprimoramento Introdutório A área das disciplinas Oficina de Produção Textual, Cultura e Sociedade e Mercado de Trabalho tem como proposta a articulação das principais necessidades que se apresentam aos discentes de Ensino Superior, tais como o fato do baixo desempenho dos alunos brasileiros em leitura e interpretação de textos, isto porque, de acordo com especialistas na área, o brasileiro lê pouco. Lemos em média 3,7 livros por ano, muito menos que os franceses, os argentinos e ou os americanos. Outro aspecto é o de que se vive em um mundo que exige, não só a formação específica, mas capacidades que transcendam o domínio conceitual. É preciso que o aluno desenvolva habilidade de atuação crítica global e saiba interrelacionar as questões que os cercam em termos de cultura e sociedade, hoje, de ordem mundial. 20 Já em termos de sua atuação no Mercado de Trabalho, o cenário requer uma postura proativa do egresso, a fim de possibilitar a tomada de decisão e resolução de problemas, sobretudo, no âmbito de sua área de atuação profissional frente ao uso das novas tecnologias e linguagens de um mundo multicultural. Neste sentido, estas disciplinas estão em consonância com as próprias exigências do MEC que, a partir do Questionário Socioeconômico do ENADE, procura saber em que medida o conjunto de disciplinas do curso contribui ou contribuiu para o desenvolvimento das competências em organização, expressão e comunicação do pensamento, do raciocínio lógico e análise crítica, bem como da compreensão de processos, da tomada de decisão e resolução de problemas no âmbito de sua área de atuação. A disciplina Oficina de Texto se constitui em um dos instrumentos pedagógicos de aprimoramento introdutório, no qual os estudantes se apropriarão dos conhecimentos relativos ao aprofundamento do domínio da norma culta, do conhecimento dos diferentes tipos e gêneros textuais, principalmente os relacionados ao domínio acadêmico, essencial na formação do professor da área de Letras A disciplina Cultura e Sociedade tem o objetivo de fazer com que o aluno reflita sobre a transição para a modernidade e os padrões culturais e sociais dela decorrentes, além de ser capaz de relacionar os processos sociais globais com os processos nacionais e locais e produzir sínteses acerca da formação cultural brasileira e sua realidade atual no contexto da sociedade globalizada. Em Mercado de Trabalho, o estudante conhecerá as possibilidades de inserção e atuação na área de sua profissão, bem como as possibilidades desta atuação em termos de abrangência, desafios e perspectivas profissionais para a sua área de formação. 6.2.2. Específicos Com relação à área de conhecimentos específicos, o Parecer CNE/CES 492/2001 afirma que, no que concerne ao curso de Letras, os conteúdos básicos à formação do profissional do licenciado em Letras devem estar ligados à área dos Estudos Linguísticos e Literários, contemplando o desenvolvimento de competências e habilidades específicas. Tais estudos devem fundar-se na percepção da língua e da literatura como prática social e como forma mais elaborada das manifestações culturais. Devem, também, articular a reflexão teórico-crítica com os domínios da prática, que são essenciais aos docentes de Letras, de modo a dar prioridade à abordagem intercultural, que concebe a diferença como valor antropológico e como forma de desenvolver o espírito crítico frente à realidade. O perfil dos formandos do Curso de Letras, de acordo com o Parecer CNE/CES 492/2001(p.30): é formar profissionais interculturalmente competentes, capazes de lidar, de forma crítica, com as linguagens, especialmente a verbal, nos contextos oral e escrito, e conscientes de sua inserção na sociedade e das relações com o outro. Independentemente da modalidade escolhida, o profissional em Letras deve ter domínio do uso da língua ou das línguas que sejam objeto de seus estudos, em termos de sua estrutura, funcionamento e manifestações 21 culturais, além de ter consciência das variedades linguísticas e culturais. Deve ser capaz de refletir teoricamente sobre a linguagem, de fazer uso de novas tecnologias e de compreender sua formação profissional como processo contínuo, autônomo e permanente. A pesquisa e a extensão, além do ensino, devem articular-se neste processo. O profissional deve, ainda, ter capacidade de reflexão crítica sobre temas e questões relativas aos conhecimentos linguísticos e literários. Acatando o Parecer CNE/CES 492/2001, os conhecimentos específicos necessários à formação na área de Letras serão tratados com o suficiente aprofundamento para que os estudantes (futuros professores) sejam capazes de, mais eficazmente, atuar na educação básica. 6.2.3. Educação e Conhecimentos Metodológicos Para a área de Educação e Conhecimentos Pedagógicos, o Parecer CNE/CP nº 9/2001 afirma que a formação inicial deverá garantir aos aspirantes à docência o domínio efetivo dos conhecimentos previstos pela LDBEN e pelas diretrizes/parâmetros/ referenciais curriculares nacionais para educação básica. Ainda em consonância com o Parecer CNE/CES 492/2001(p.31), “No caso das licenciaturas deverão ser incluídos os conteúdos definidos para a educação básica, as didáticas próprias de cada conteúdo e as pesquisas que as embasam”. O Projeto do Curso de Letras das FIC, acatando as disposições do Parecer CNE/CES 492/2001, propõe na área Educação e Conhecimentos Metodológicos as seguintes disciplinas: Fundamentos Histórico-Filosóficos da Educação, que buscam posicionar o aluno em seu tempo, partindo da compreensão do processo histórico e filosófico da educação no Brasil. Métodos e Técnicas de Estudo, que procuram desenvolver no aluno postura crítica e reflexiva necessária à vida acadêmica e, também, a abertura intelectual em função da análise e síntese de material literário, segundo a metodologia científica, construindo o conhecimento e fazendo com que conheça e apreenda diferentes técnicas de estudo. Sociologia da Educação, que busca interpretar a realidade educacional através da análise crítica sociológica e conhecer o processo de educação como um fenômeno social. Psicologia da Educação, que procura aplicar os princípios psicológicos à situação de ensino, identificando os fatores que norteiam os processos de ensino e aprendizagem. Didática Geral, que procura compreender a escola e seu papel mediador, observando a importância da didática na formação do educador para que compreenda os processos de ensino e aprendizagem na busca de respostas criativas aos problemas da realidade, além de discutir as teorias educacionais e a práxis pedagógica. 22 Educação Brasileira, que analisa o cenário da educação brasileira ao longo do século XX e início do século XXI à luz das legislações educacionais, identificando, analisando e compreendendo as correlações de forças nos diferentes contextos históricos da educação brasileira. Estudo da Língua Brasileira de Sinais, que analisa o processo histórico da constituição da LIBRAS como língua oficial no país e procura compreender o universo do indivíduo portador de surdez e/ou deficiência auditiva e sua inserção na educação formal. Elaboração de Projeto, que visa à redação final do projeto de pesquisa de acordo com a estrutura e normas técnicas dos trabalhos científicos, com a linha de pesquisa e com o eixo temático do Curso, tendo em vista a realização do trabalho monográfico. Monografia, que visa desenvolver processo investigatório que possibilite a compreensão de fatos inseridos em determinada realidade. Informática Educativa, que pretende familiarizar os alunos com os recursos tecnológicos disponíveis, em especial os multimeios, utilizáveis nas tarefas do educador, em busca da eficiência e da eficácia no aprendizado. 6.3. Ementário e bibliografia (cf. anexos) Os ementários e as bibliografias estão descritos nos planos das disciplinas em anexo. 6.4. Rede de Leitura Buscando entrelaçar os conhecimentos múltiplos durante a licenciatura no Curso de Letras, aliar teoria e prática, preparar o professor em formação para se tornar um pesquisador de seu próprio contexto, sem, no entanto, deixar de conhecer sua própria realidade, que ainda demonstra a necessidade de desenvolver o gosto pela leitura como uma prática para aquisição de conhecimento e postura crítica, delineou-se um espaço curricular para o desenvolvimento da atividade de leitura pelos discentes ao longo do Curso. Pretende-se, com isso, oferecer tempos e espaços curriculares para uma leitura direcionada, que deverá ser realizada de forma interdisciplinar, ancorada por uma disciplina responsável por esta integração de conhecimentos. Além da bibliografia de cada disciplina, são indicados dois livros por semestre, do primeiro ao quinto período, ligados a uma disciplina de conhecimento específico do Curso e a uma disciplina da área de conhecimentos da educação e metodológicos. No sexto período, não são indicados livros para a Rede de Leitura, pois os alunos realizam leituras diferenciadas para sua monografia de final de Curso, supervisionados por um professor orientador. Os livros propostos para a Rede de Leitura são indicados nos planos das seguintes disciplinas (cf. anexos Planos de Disciplinas): 23 HABILITAÇÃO: PORTUGUÊS-ESPANHOL PERÍODOS DISCIPLINAS 1º Oficina de Produção de Textos 1º 1º 2º 2º. 3º Mercado de Trabalho Cultura e Sociedade Arte Literária Fundamentos Históricos e Filosóficos da Educação Cultura Literária Espanhola e Hispano-Americana 3º Psicologia da Educação 4º Cultura Literária Portuguesa 4º 5º Didática Geral Literatura Espanhola – Do Neoclássico à Contemporaneidade 5º 6º 6º Didática do Ensino de Língua Portuguesa e de Língua Espanhola Tópicos de Literatura Brasileira Educação Brasileira HABILITAÇÃO: PORTUGUÊS-INGLÊS PERÍODOS DISCIPLINAS 1º Oficina de Produção de Textos 1º 1º 2º 2º. 3º Mercado de Trabalho Cultura e Sociedade Arte Literária Fundamentos Históricos e Filosóficos da Educação Cultura Literária Anglo-Americana 3º Psicologia da Educação 4º 4º 5º Cultura Literária Portuguesa Didática Geral Literatura Inglesa - Prosa 5º 6º 6º Didática do Ensino de Língua Portuguesa e de Língua Inglesa Tópicos de Literatura Brasileira Educação Brasileira HABILITAÇÃO: PORTUGUÊS-LITERATURAS PERÍODOS DISCIPLINAS 1º Oficina de Produção de Textos 1º Mercado de Trabalho 24 1º 2º 2º. 3º Cultura e Sociedade Arte Literária Fundamentos Históricos e Filosóficos da Educação Literatura Brasileira - Poesia 3º Psicologia da Educação 4º 4º 5º Cultura Literária Portuguesa Didática Geral Didática do Ensino de Língua Portuguesa e Literatura 5º 6º 6º Literatura Brasileira Contemporânea e Pós-Modernidade Tópicos de Literatura Brasileira Educação Brasileira 6.5. Linhas de Pesquisa O curso de Letras das FIC adota duas linhas de pesquisa para a elaboração de monografia e para os projetos desenvolvidos no Núcleo de Estudos da Linguagem (NEL): Linguística Aplicada ao Ensino e Estudos Literários. 6.5.1. Linguística Aplicada ao Ensino JUSTIFICATIVA / OBJETIVOS Integrando teorias e práticas de leitura, produção textual e gramática, e partindo da inter e multidisciplinaridade, o curso de Letras das FIC, com as habilitações em PortuguêsEspanhol, Português-Inglês e Português-Literatura, propicia aos discentes o instrumental necessário para reflexão contínua acerca das concepções gramaticais correntes, dos usos pragmático-discursivo-enunciativos da linguagem humana, da cultura e da pluralidade significativa que emergem da produção literária. Com relação ao ensino de línguas, propõe reformulações quanto às metodologias usadas em sala de aula e, também, quanto às questões teóricas relacionadas a empregos gramaticais, textuais e discursivos em usos efetivo pelos falantes. Com relação ao ensino de literatura, privilegia o enfoque das diferentes organizações discursivas e textuais constitutivas do texto literário. Constituem objetivos dessa linha de pesquisa: especializar recursos humanos para o ensino e a pesquisa na área do ensino/aprendizagem de línguas e literaturas; ampliar e aprofundar o conhecimento do futuro professor para que desenvolva uma melhor compreensão da concepção de língua sob perspectiva dupla: de sua organização como sistema linguístico e de seu uso como sistema de comunicação e interação social; fornecer embasamento teórico que possibilite a familiarização do discente com as novas tendências relacionadas à prática pedagógica, e com o desenvolvimento de uma 25 postura crítica em relação a esses diferentes enfoques, com vistas à aplicação em sala de aula; promover a reflexão crítica quanto à função do professor de língua materna, de língua estrangeira e de literaturas; quanto às finalidades do ensino e quanto às metodologias aplicadas em sala de aula. A Linguística Aplicada tem desenvolvido inúmeras pesquisas relacionadas ao ensino/aprendizagem de línguas e literaturas. Dentre suas grandes contribuições, é possível destacar: concepções de língua e de linguagem sob os pontos de vista tradicionalista, estruturalista e interacionista e suas implicações com relação ao ensino; diferentes objetos de estudo das principais teorias linguísticas contemporâneas e suas contribuições para o ensino; aspectos fonético-fonológicos, morfossintáticos e semânticos dos sistemas linguísticos, cotejados com aspectos do ensino/aprendizagem; ensino da leitura e da produção de texto como parte da competência comunicativa; diferentes metodologias aplicadas ao ensino/aprendizagem de língua e literatura; análise do livro didático com o propósito de transformá-lo em um verdadeiro instrumento de ensino; conceitos de gramática; reflexões sobre o conceito de norma, de erro e de adequação linguística e suas implicações com relação às práticas pedagógicas; finalidade do estudo da gramática e a análise do ensino de gramática proposto nos livros didáticos, com alternativas para o ensino da gramática na escola. A escolha pela Linguística Aplicada ao Ensino como umas das linhas de pesquisa do curso de Letras das FIC se justifica por expressar o desejo de, a partir das teorias linguísticas que pesquisam a linguagem humana, construir um fazer, isto é, uma prática pedagógica que dê ao professor melhores condições de atuar como um mediador no processo ensino/aprendizagem. CONTRIBUIÇÕES Da pesquisa linguística contemporânea podem ser retiradas três grandes contribuições para o ensino de línguas e literaturas: a forma de conceber a linguagem e, em consequência, a forma como define seu objeto de estudo – a linguagem verbal humana; o enfoque diferenciado da questão das variedades linguísticas e a questão do discurso, materializado em diferentes configurações textuais. As pesquisas desenvolvidas na área da Linguística Aplicada ao Ensino contribuem, de fato, para mudanças nas atitudes dos professores, tanto em relação ao objeto de seu ensino, quanto ao próprio ensino. 6.5.2. Estudos Literários JUSTIFICATIVA / OBJETIVOS 26 Nas três habilitações oferecidas, Português-Espanhol, Português-Inglês e PortuguêsLiteraturas, os Cursos de Letras têm uma preocupação contínua com a construção de uma prática de pesquisa que possibilite a compreensão dos processos de produção e reconstrução dos conhecimentos, bem como a reflexão sobre a realidade educacional com o sentido de intervenção e de sua transformação. Nesse sentido, o Curso de Letras vem oferecer a linha de pesquisa em Estudos Literários fundamentados nos conhecimentos desenvolvidos pela Ciência Empírica da Literatura, que a compreende como um entre os vários sistemas sociais, transferindo o foco de análise para todo o processo literário. Consideram-se como objetivos principais dessa linha de pesquisa: Fornecer subsídios teóricos e práticos para o desenvolvimento da pesquisa na área do ensino/aprendizagem de literaturas nas línguas estudadas; Promover a discussão acerca da tradição na formação do professor de literaturas e das finalidades e objetivos do ensino de literaturas; Produzir um conhecimento que oriente o desenvolvimento de habilidades que levem a uma leitura autônoma e crítica e à competência na produção de textos; Conscientizar sobre o processo de interação ocorrido durante a leitura de textos literários, fornecendo subsídios para a descrição e organização do conhecimento gerado a partir da experiência de leitura; Promover a análise de processos de ações comunicativas literárias, dentre elas a produção, distribuição, recepção e pós-processamento de textos literários. Assim, a linha de pesquisa de Estudos Literários representa a possibilidade de integração entre diferentes áreas do conhecimento – linguístico, histórico, cultural e literário – fornecendo ao futuro professor o subsídio necessário para sua atuação em sala de aula sob uma perspectiva interdisciplinar integrada à realidade social. A literatura é uma das expressões mais representativas de uma cultura. Conhecê-la, tanto na sua atualidade, quanto nas manifestações pregressas, é uma forma de compreender melhor a realidade do país, tornando, assim, mais eficaz o exercício do educador, sobretudo do profissional que atua na área de Letras. A investigação no âmbito literário leva, necessariamente, aos textos originários, fundadores do arcabouço simbólico que sustenta uma cultura literária. Tais textos situam seus países de origem ao longo de sua formação histórica, acentuando os traços que geraram o perfil de seus escritores. A linha de pesquisa Estudos Literários pretende observar esses aspectos e estender sua atenção ao processo que envolve o leitor em sua tomada de consciência da leitura de textos literários, dando ênfase ao processo literário e compreendendo literatura como um sistema entre os vários sistemas sociais existentes. O sistema literário compreende ações que podem ser basicamente de quatro tipos: produção, distribuição, recepção e pós-processamento de textos literários. A produção se refere aos processos de criação de produtos considerados literários pelos atores sociais, como por exemplo, romances, peças e poemas. A mediação compreende as atividades que tornam um produto literário acessível a outro ator, como a editoração e publicação de livros. A recepção se refere às atividades nas quais os atores atribuem significados aos produtos que eles consideram literários, podendo ser entendida como a leitura 27 e compreensão de um poema, por exemplo. Por fim, o pós-processamento compreende as atividades dos atores sociais que produzem uma oferta do meio para um produto que eles consideram literário, estabelecendo uma relação entre o fenômeno alvo e os resultados pósprocessuais, como análise, descrição, crítica, comentário, discussão em sala de aula, entre outros. Ao se compreender literatura dessa forma, os textos literários passam a estar articulados com os atores e suas condições sócio-culturais de ação. CONTRIBUIÇÕES A linha de pesquisa Estudos Literários pretende ampliar a reflexão sobre um conhecimento mais consistente da nossa cultura e de outras, através de estudos centrados na criação literária em língua portuguesa e nas línguas estrangeiras estudadas, estabelecendo as ferramentas necessárias que permitem uma apreciação crítica da produção literária nessas línguas. Além disso, propõe a vinculação entre criação estética e consciência ética, investigando as coordenadas teórico-históricas que norteiam a criação literária correlacionando autor e texto aos contextos interno e externo nos quais estão inseridos. Ao observar novas formas de compreender literatura, nossos alunos, futuros professores, poderão ensinar literatura a partir de um novo foco que tem a leitura e o processo literário como objeto de investigação empírica. Dessa forma, pretende-se que eles compreendam a importância do desenvolvimento da pesquisa científica não só durante o período de sua graduação, mas durante toda a sua carreira num trabalho contínuo de reflexão e ação sobre a prática cotidiana. 7. CONCEPÇÃO GERAL DA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM A avaliação da aprendizagem no Curso de Letras tem como pressuposto a orientação do trabalho dos professores, a autonomia dos alunos/futuros professores em relação ao seu processo de aprendizagem e a qualificação de profissionais com condições de iniciar a sua carreira no magistério. A avaliação é realizada em conformidade com o que estabelece a Instrução Normativa 003/2006 das FIC, apoiada em seu Regimento Geral, para os procedimentos de avaliação dos alunos: Art. 1º O aproveitamento escolar é avaliado através de acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nas atividades curriculares e no exame final, quando for o caso. § 1° Compete ao professor da disciplina elaborar os instrumentos de avaliação, bem como julgar-lhes os resultados. § 2° Todos os instrumentos de avaliação, inclusive a prova final, deverão ser devolvidos aos alunos pelo professor e as respectivas atas restituídas à Secretaria Geral, nos prazos estabelecidos no Calendário Geral. § 3° Pode ser concedida revisão de avaliação, por meio de requerimento fundamentado, dirigido ao Coordenador de Curso, no prazo de até sete dias úteis, após a divulgação do resultado. § 4° O professor responsável pela revisão da avaliação pode manter ou alterar a nota atribuída, devendo, sempre, fundamentar a decisão. 28 § 5° Não aceitando a decisão do professor, o aluno, desde que justifique, pode requerer ao Coordenador do Curso que submeta seu pedido de revisão à apreciação do Conselho de Coordenadores a quem caberá, em instância final, pronunciar-se em parecer fundamentado. Art. 2º A quantidade de notas obrigatórias, que expressam o aproveitamento escolar dos alunos, por disciplina, é de duas por período: a primeira, fixada pelo professor, envolvendo exercícios, arguições, trabalhos práticos, seminários, excursões e/ou estágios, em conformidade com o plano de ensino da disciplina, com data final para a entrega da nota fixada no Calendário Acadêmico Geral; e a segunda, referente à prova marcada pela Coordenação do Curso, no período estabelecido no Calendário Acadêmico de Curso. § 1° Ao aluno que deixar de comparecer à prova(s) marcada(s) pela Coordenação do Curso será(ão) concedida(s), automaticamente, segunda(s) chamada(s), na(s) data(s) fixada(s) no Calendário Acadêmico de Curso. § 2° Ressalvado o que dispõe o parágrafo anterior, atribui-se nota zero ao aluno que deixar de se submeter às avaliações, nas datas estabelecidas pelo professor ou pela Coordenação do Curso, bem como ao que nelas se utilizar de meio fraudulento, e, nesse caso, sem prejuízo de outras medidas disciplinares. § 3° A média do período é obtida através da média aritmética simples da primeira e segunda avaliações, não sendo admitido arredondamento nesse cálculo. § 4° Os alunos com frequência igual ou superior a setenta e cinco por cento, obtendo média, no período, igual ou superior a seis serão considerados aprovados, nas respectivas disciplinas. § 5° Os alunos com frequência igual ou superior a setenta e cinco por cento, obtendo média, no período, inferior a seis e igual ou superior a quatro, em cada disciplina, submetem-se à prova final. § 6° A prova final, que versa sobre toda a matéria dada no período, é realizada após um mínimo de quarenta e oito horas da divulgação da média do período. § 7° Não há segunda chamada para os alunos que faltarem à prova final. § 8º Os alunos submetidos à prova final que alcançarem média final igual ou superior a cinco, obtida pela soma da média do período e a nota da prova final, dividindo-se o total por dois, sem qualquer arredondamento, serão considerados aprovados. § 9° Serão considerados reprovados, nas respectivas disciplinas, os alunos com frequência inferior a setenta e cinco por cento, independentemente do aproveitamento demonstrado; ou, com frequência igual ou superior a setenta e cinco por cento e média no período inferior a quatro; ou, com média final inferior a cinco. Art. 3º A primeira nota, a da avaliação marcada pela Coordenação do Curso e a da prova final deverão ser expressas em números inteiros, de zero a dez. Art. 4º A frequência às aulas e demais atividades escolares é obrigatória e permitida somente aos matriculados. Parágrafo único. Não há abono de faltas, e, somente nos casos previstos em lei, poderá ser dado atendimento especial a alunos impossibilitados de cumprir a frequência às aulas no percentual mínimo exigido. Art. 5º A verificação e o registro da frequência são de responsabilidade do professor, e seu controle é feito pela Secretaria Geral, com o acompanhamento das Coordenações de Curso. Art. 6º O aluno reprovado repete a disciplina, obrigatoriamente, no período seguinte em que a mesma for ofertada, desde que não haja coincidência de horário com outras disciplinas do 29 período em que estiver matriculado, sujeito às mesmas exigências de frequência e de aproveitamento estabelecidas nesta Instrução Normativa. Art. 7º Podem ser ministradas aulas de dependência e de adaptação de cada disciplina, em horário ou período especial, em conformidade com as regras estabelecidas pelas Faculdades. Art. 8º O aluno que tenha extraordinário aproveitamento nos estudos, demonstrado por meio de provas e outros instrumentos de avaliação específicos, aplicados por banca examinadora especial, pode ter abreviada a duração do seu curso, de acordo com a legislação e normas vigentes. 8. ESTÁGIO CURRICULAR Essa área articula-se com o trabalho teórico desenvolvido em sala de aula, pois os conhecimentos teóricos, específicos e pedagógicos são associados às práticas. A dimensão prática, contudo, deverá explorar o conhecimento presente, tanto nos momentos em que se trabalha a reflexão sobre a atividade profissional, como naqueles em que se exercita a atividade profissional. A execução das atividades do estágio estará apoiada nas reflexões desenvolvidas no Curso e sua avaliação refletirá a visão crítica da teoria e da estrutura curricular. Desse modo, o acompanhamento do estágio será feito por toda a equipe de formadores, além do orientador de estágio. Atendendo ao Parecer CNE/CP 28/2001 e à Resolução CNE/CP 2/2002, o estágio obrigatório tem inicio a partir da segunda metade do Curso. A Instrução Normativa 002/2008 (20-10-2008) das FIC, atualizada em 01-06-2009, assim regulamenta os estágio orientado: Art. 1º O estágio é o ato educativo desenvolvido de maneira orientada no ambiente de trabalho, nos termos da Lei nº 11.788 de 25/09/2008, que visa à preparação para o trabalho produtivo dos alunos regularmente matriculados nos cursos de Licenciaturas e Bacharelado das Faculdades Integradas Campo-Grandenses. § 1º O estágio é parte componente, indissociável, do projeto pedagógico de cada curso. § 2º O estágio visa ao aprendizado de competências próprias da atividade profissional e à contextualização da matriz curricular do curso. § 3º O estágio não cria vínculo empregatício de qualquer natureza. § 4º O estágio deverá ser cumprido com um mínimo de 2 (duas) e um máximo de 6 (seis) horas diárias e 30 horas semanais. Art. 2º São requisitos para o estágio orientado: I – matrícula regular; II – frequência regular nas atividades presenciais nas Faculdades; III – celebração do termo de compromisso entre o aluno, a parte cedente do estágio e as Faculdades; 30 IV – celebração de convênio entre a concedente e a cedente, quando solicitado por uma das partes; V – compatibilidade entre as atividades desenvolvidas no estágio e aquelas previstas no termo de compromisso; VI– presença de professor orientador na disciplina Estágio Orientado oferecida pelas Faculdades; e VII – presença de supervisor da parte concedente do estágio. Parágrafo Único: a realização de estágios, nos termos da Lei, aplica-se aos estudantes estrangeiros regularmente matriculados nas Faculdades, observado o prazo do visto temporário, na forma da legislação aplicável. Art. 3º O estágio orientado, nos cursos das Faculdades, está centrado na aproximação entre teoria e prática, visando à formação do profissional crítico, inovador e observador. Art. 4 As atividades de extensão, de monitorias e de iniciação científica desenvolvidas pelo estudante poderão ser equiparadas ao estágio, se desenvolvidas sob a forma de projeto de estágio, em conformidade com o estabelecido nos projetos pedagógicos dos cursos de licenciatura e bacharelado. Art. 5º São três os tipos de estágio orientado: a) estágio nas licenciaturas; b) estágio no curso de Pedagogia; c) estágio no curso de Bacharelado em Sistemas de Informação Art. 6º O estágio orientado, nos cursos de licenciaturas, objetiva fazer com que o alunoestagiário: a) conheça a realidade do ensino formal e informal, através da pesquisa científica, da observação e da reflexão; b) perceba a importância da integração entre as diversas áreas do conhecimento para a construção do trabalho interdisciplinar; c) profissionalize-se através de vínculos entre ação e reflexão, de modo a tornar sua ação comprometida com uma visão mais interdisciplinar do conhecimento; e d) capacite-se para a realização de um trabalho fundamentado na pesquisa pedagógica. Art. 7º O estágio orientado nas licenciaturas será realizado em escolas do ensino básico, a partir da segunda metade dos cursos, compreendendo as seguintes atividades e cargas horárias: ATIVIDADES PERÍODOS/CARGAS HORÁRIAS 5º período 6º período TOTAIS 31 I – Orientação, em sala de aula, realizada com o professor de Estágio Orientado II – Observação do contexto escolar realizada na escola selecionada pelo aluno estagiário III – Regência realizada na escola selecionada pelo aluno estagiário IV– Planejamento e realização da regência simulada V – Avaliação de visitas VI – Entrevistas VII – Elaboração dos relatórios de estágio TOTAIS (Estágio Orientado I) 30 (Estágio Orientado II) 30 60 30 30 60 30 30 60 30 30 60 10 10 20 20 50 20 50 40 100 200 200 400 § 1º A orientação com professor em sala de aula objetiva promover o debate e a reflexão acerca da prática pedagógica e orientar o aluno-estagiário nas realizações das tarefas previstas no plano de estágio. §2º A observação do contexto escolar, realizada na escola selecionada pelo aluno-estagiário a partir da vigência do contrato de estágio, objetiva permitir o contato do aluno com a realidade educacional, especialmente nos aspectos que dizem respeito às situações que envolvem professor e alunos em sala de aula, e, também, com a realidade escolar, desde a infraestrutura e a utilização de espaços, até as relações humanas dentro da escola e entre a escola e a comunidade. § 3º A regência, atividade realizada na escola selecionada pelo aluno-estagiário a partir da vigência do contrato de estágio, objetiva permitir ao aluno-estagiário ministrar aulas e/ou desenvolver outras atividades letivas, sob a orientação do professor da instituição concedente do estágio. 32 § 4º A avaliação de visita objetiva fazer com que o aluno-estagiário, a partir da observação das atividades desenvolvidas em sala de aula, avalie as condições técnicopedagógicas das atividades docentes da instituição cedente do estágio. § 5º O planejamento e realização da regência simulada, ao longo das atividades de orientação como o professor de estágio orientado, objetiva possibilitar ao aluno o contato com a prática pedagógica a partir das leituras, das elaborações do plano de aula e de materiais pedagógicos, da regência e dos debates propostos pelo professor-orientador. § 6º As entrevistas deverão ser realizadas pelo aluno de modo a coletar dados sobre as atividades desenvolvidas pelos professores e profissionais de educação que atuam em espaços escolares. O roteiro de perguntas, preparação do material, aplicação e análise deverão ser construídos pelos alunos, sob a supervisão do professor de Estágio Orientado. § 7º A elaboração dos relatórios de estágio objetiva fazer com que o aluno-estagiário desenvolva, sob a forma de exposição escrita, as atividades realizadas durante o estágio, com base no plano de estágio proposto pelo professor de Estágio Orientado. Art. 8º Os alunos que estejam, durante a realização do curso, no exercício de atividade docente regular na educação básica, por um período de, no mínimo, um ano, poderão ter redução de 140 horas na carga horária do estágio orientado, nos termos do Parágrafo único do Art. 1º do Parecer CNE/CP 28/2001, de 2/10/2001, devendo cumprir as seguintes atividades: a) quinto período: Orientação em sala de aula, realizada com o professor de Estágio Orientado (30 horas), planejamento e realização da regência simulada (30 horas), observação do contexto escolar (10 horas), regência realizada na escola selecionada pelo aluno-estagiário (10 horas), avaliação de visitas (10 horas) e apresentação de relatório de estágio (40 horas); e b) sexto período: Orientação em sala de aula, realizada com o professor de Estágio Orientado (30 horas), planejamento e realização da regência simulada (30 horas), observação do contexto escolar (10 horas), regência realizada na escola selecionada pelo aluno-estagiário (10 horas); avaliação de visitas (10 horas) e apresentação de relatório de estágio (40 horas). Art. 9º O estágio orientado, no curso de Pedagogia, objetiva fazer com que o aluno-estagiário: a) compreenda o papel do docente da educação infantil e das séries iniciais do ensino fundamental regular e na modalidade jovens e adultos; b) desenvolva o estágio junto às escolas de educação infantil e de séries iniciais do ensino fundamental, direcionado a gestão e organização do trabalho pedagógico; c) conheça as propostas federal, estadual e municipal para a educação infantil e para as séries iniciais do ensino fundamental; e 33 d) relacione a teoria e a prática quanto à função administrativa e pedagógica do gestor em organizações escolares (públicas e privadas) e organizações não-escolares. Art. 10 O estágio orientado, no curso de Pedagogia, será realizado em espaços educacionais, a partir da segunda metade dos cursos, compreendendo as seguintes atividades e cargas horárias: ATIVIDADES I – Orientação, em sala de aula, com o professor de Estágio Orientado II – Observação do contexto escolar realizada na escola selecionada pelo aluno estagiário III – Regência realizada na escola selecionada pelo aluno estagiário IV – Planejamento e realização da regência simulada V– Avaliação de visitas VI – Entrevistas VII – Visitas e entrevistas em instituições não escolares VIII – Elaboração dos relatórios de estágio TOTAIS CARGAS HORÁRIAS 4º período 5º período 6º período TOTAIS (Estágio (Estágio (Estágio Orientado I) Orientado II) Orientado III) 30 30 30 90 30 30 - 60 15 15 - 30 25 25 - 50 10 10 - 10 10 - 5 5 30 25 25 30 30 30 30 90 150 150 100 400 § 1º A orientação com professor em sala de aula objetiva promover o debate e a reflexão acerca da prática pedagógica e orientar o aluno-estagiário nas realizações das tarefas previstas no plano de estágio. §2º A observação do contexto escolar, realizada na escola selecionada pelo aluno-estagiário a partir da vigência do contrato de estágio, objetiva permitir o contato do aluno com a realidade educacional, especialmente nos aspectos que dizem respeito às situações que envolvem professor e alunos em sala de aula, e, também, com a realidade escolar, desde a infraestrutura 34 e a utilização de espaços, até as relações humanas dentro da escola e entre a escola e a comunidade. § 3º A regência, atividade realizada na escola selecionada pelo aluno-estagiário a partir da vigência do contrato de estágio, objetiva permitir ao aluno-estagiário ministrar aulas e/ou desenvolver outras atividades letivas, sob a orientação do professor da instituição concedente do estágio. § 4º A avaliação de visita objetiva fazer com que o aluno-estagiário, a partir da observação das atividades desenvolvidas em sala de aula, avalie as condições técnicopedagógicas das atividades docentes da instituição cedente do estágio. § 5º O planejamento e realização da regência simulada, ao longo das atividades de orientação como o professor de estágio orientado, objetiva possibilitar ao aluno o contato com a prática pedagógica a partir das leituras, das elaborações do plano de aula e de materiais pedagógicos, da regência e dos debates propostos pelo professor-orientador. § 6º As entrevistas deverão ser realizadas pelo aluno de modo a coletar dados sobre as atividades desenvolvidas pelos professores e profissionais de educação que atuam em espaços escolares. O roteiro de perguntas, preparação do material, aplicação e análise deverão ser construídos pelos alunos, sob a supervisão do professor de Estágio Orientado. § 7º Visitas de observação em instituições escolares e não escolares: as visitas deverão ser realizadas pelos alunos no último estágio orientado de modo a permitir a reflexão sobre o papel do licenciado em pedagogia: a) na área de gestão escolar e do trabalho dos profissionais de educação ligados à supervisão, orientação, coordenação e administração; b) na área de atuação educacional em espaços não formais de educação como empresas, museus, centros de ciência, classes hospitalares, associações, presídios, entre outros. § 8º A elaboração dos relatórios de estágio objetiva fazer com que o aluno-estagiário desenvolva, sob a forma de exposição escrita, as atividades realizadas durante o estágio, com base no plano de estágio proposto pelo professor de Estágio Orientado. § 9o Os alunos do Curso de Pedagogia que já estejam no exercício de atividade docente regular na educação básica, por um período de, no mínimo, um ano, poderão ter redução de 190 horas-aula na carga horária do estágio orientado, devendo cumprir as seguintes atividades: Estágio Orientado I (30 horas), Estágio Orientado II (30 horas), Estágio Orientado III (30 horas), regência realizada na escola selecionada pelo aluno-estagiário (30 horas) e elaboração dos relatórios de estágio (90 horas): Art.11 O aluno-estagiário das licenciaturas e do curso de Pedagogia poderá elaborar e desenvolver projetos de interesse do colégio em que estiver estagiando, tais como oficinas, laboratórios, seminários, mostras, construção de materiais pedagógicos e atividades culturais, 35 com temáticas compatíveis com as linhas de pesquisa de seu curso, desde que supervisionado pelo professor da instituição concedente do estágio e pelo professor orientador das Faculdades. Art.12 Os alunos das licenciaturas e do curso de Pedagogia poderão realizar seus estágios no Colégio de Aplicação Emmanuel Leontsinis (CAEL), mantido pela Fundação Educacional Unificada Campograndense, sob as seguintes regras: I - São atribuições do CAEL: a) solicitar o preenchimento de vagas para aluno-estagiário por meio de ofício entregue à Secretaria Geral das Faculdades; b) elaborar o cronograma e planejamento de estágio de acordo com o estabelecido nos Planos de Estágio das Faculdades; c) definir a programação das atividades a serem realizadas pelo aluno-estagiário; d) fornecer ao aluno-estagiário todas as informações necessárias para o desenvolvimento do estágio; e e) fornecer, no término do estágio, a declaração de conclusão de estágio, de acordo com o modelo fornecido pelas Faculdades. II – São atribuições da Secretaria das Faculdades: a) receber do CAEL o ofício de solicitação de aluno-estagiário; e b) encaminhar o ofício de solicitação de aluno-estagiário ao respectivo Coordenador de Curso, para ciência e encaminhamento de estagiários. Art. 13 O estágio orientado no curso de Bacharelado em Sistemas de Informação objetiva fazer com que o aluno-estagiário: a) realize uma comparação crítica entre os conhecimentos e habilidades aprendidas no Curso e as ações práticas de intervenção demandadas pela sociedade; e b) experimente uma vivência junto aos órgãos públicos, empresas e organizações privadas que desenvolvam ou implementem sistemas de informação. Art. 14 O estágio orientado no curso de Bacharelado em Sistemas de Informação será realizado em organização empresarial ou não-empresarial, do terceiro ao sétimo período do curso, compreendendo as seguintes atividades e cargas horárias mínimas: 36 ATIVIDADES I – Orientação com o professor em sala de aula II – Atividades de campo III – Elaboração dos relatórios sobre as atividades no estágio IV – Elaboração de autoavaliação no estágio TOTAIS PERÍODOS/CARGAS HORÁRIAS 3º 4º 5º 6º 7º 15 15 15 15 15 TOTAL 75 30 5 30 5 30 5 30 5 30 5 150 25 10 10 10 10 10 50 60 60 60 60 60 300 § 1º A orientação com professor em sala de aula objetiva promover o debate e a reflexão visando a articular o trabalho teórico em sala de aula com a prática em situações reais de vida e trabalho no mercado, bem como a orientar o aluno-estagiário nas realizações das tarefas previstas no plano de estágio. § 2º O estágio de campo compreende a realização das atividades previstas no plano de estágio, na instituição cedente do estágio, sob a orientação de um supervisor da mesma. § 3º A elaboração dos relatórios de estágio objetiva fazer com que o aluno-estagiário desenvolva, sob a forma de exposição escrita, as atividades realizadas durante o estágio, com base no plano de estágio proposto pelo professor orientador das Faculdades. § 4º A elaboração de autoavaliação no estágio objetiva fazer com que o aluno-estagiário, a partir de observação e das atividades desenvolvidas nas empresas concedentes do estágio, se auto-avalie no que tange aos aspectos técnico-profissionais, atividades e atitudes. Art. 15 Considerar-se-á aprovado no Estágio Orientado o aluno que cumprir integralmente as atividades definidas no plano de disciplina e a carga horária mínima prevista no Plano de Estágio. Art. 16 São atribuições do Coordenador de Estágios e Mercado de Trabalho: a) providenciar a celebração de convênios entre as Faculdades e as instituições selecionadas, receptoras de estagiários das Faculdades; b) na ausência do Coordenador do Curso, providenciar e assinar Termo de Compromisso de Estágio não remunerado entre as Faculdades, o aluno e a instituição receptora do estagiário; c) orientar e supervisionar a atuação dos professores-orientadores de estágio para que se cumpram as regras gerais dos estágios estabelecidas nesta Instrução Normativa; e d) avaliar, em conjunto com os Coordenadores de Curso, as instituições concedentes de estágio. 37 Art. 17 São atribuições do Coordenador de Curso no âmbito do estágio: a) divulgar, junto ao professor-orientador, a solicitação de aluno-estagiário; b) providenciar e assinar Termo de Compromisso de Estágio não remunerado entre as Faculdades, o aluno e a instituição receptora do estagiário; d) elaborar os planos de disciplinas para os Estágios Orientados em conjunto com os professores-orientadores; e) orientar e supervisionar a atuação dos professores-orientadores de estágio para que se cumpram as atividades propostas nos planos de disciplinas; f) indicar, juntamente com o professor-orientador, o aluno-estagiário apto a desenvolver projetos de estágio; g) verificar e assinar o prontuário do aluno, preenchido pelo professor-orientador, e encaminhá-lo à Secretaria Geral; e h) avaliar, junto com o Coordenador de Estágio e Mercado de Trabalho, as instituições concedentes de estágio. Art. 18 São atribuições do professor-orientador de estágio: a) elaborar os planos de disciplinas para os Estágios Orientados em conjunto com o coordenador de curso; b) dar ciência ao aluno-estagiário dos documentos necessários para a realização do estágio e fornecer todas as informações que se fizerem necessárias para a realização do estágio; c) orientar os alunos quanto às atividades propostas no Plano de Estágio, relatando ao Coordenador de Curso, ao final do período letivo, as atividades desenvolvidas e os benefícios alcançados pelo aluno-estagiário no decorrer do estágio; d) acompanhar o desenvolvimento das tarefas previstas no Plano de Estágio, registrando o cumprimento das devidas etapas no prontuário do aluno; e) avaliar o aluno-estagiário de acordo com as normas previstas no plano de disciplina do Estágio Orientado; f) elaborar e fixar, em cronograma próprio, os prazos e datas de entrega pelo alunoestagiário dos documentos comprobatórios para o cumprimento do estágio; g) selecionar, mediante critérios estabelecidos no plano de disciplina de Estágio Orientado, aluno-estagiário para desenvolver projetos de estágio; e h) manter atualizado, assinar e entregar o prontuário dos alunos ao Coordenador de Curso na data prevista no cronograma de estágio. Art. 19 São atribuições do aluno-estagiário: a) estar regularmente matriculado nas Faculdades; b) cumprir, integralmente, as atividades previstas no Plano de Estágio das Faculdades; c) escolher o local onde deseja estagiar; c) assinar e cumprir, na íntegra, o Termo de Compromisso de Estágio; 38 d) ser assíduo, pontual e cumprir, integralmente, o horário estabelecido pela instituição onde estiver estagiando; e) cumprir as atividades propostas para o estágio na instituição onde estiver estagiando; f) conhecer e respeitar as normas administrativas da instituição onde estiver estagiando; g) responsabilizar-se pelo material que lhe for confiado durante o estágio; h) apresentar ao professor orientador das Faculdades, nas datas determinadas, todos os documentos exigidos para a realização do plano de estágio; e i) assistir ao número de aulas previstas no cronograma e/ou plano de disciplina de Estágio Orientado. Art. 20 É vedado ao estagiário dos cursos de licenciatura e de Pedagogia ministrar aulas teóricas ou práticas sem a devida orientação. Art. 21 As Faculdades manterão um modelo de Contrato de Estágio e de Termo de Compromisso de Estágio, a ser utilizado quando a instituição selecionada pelo alunoestagiário não dispuser de modelo próprio. Art. 22 Esta Instrução Normativa cancela e substitui a de nº 002/2008 – 20/10/2008 9. PROGRAMAS DE APOIO E RECUPERAÇÃO A monitoria, regulamentada pela Instrução Normativa 004/2004 das Faculdades Integradas Campo-Grandenses, tem se constituído em um importante apoio a partir da interação do corpo docente com o corpo discente e tem garantido um trabalho de fortalecimento dos temas e conteúdos trabalhados em diversas disciplinas, sobretudo para estudantes que trazem maiores dificuldades com a leitura e compreensão dos conteúdos de forte peso teórico. Professores (as) e estudantes (preferencialmente, de períodos mais avançados) têm acompanhado o desenvolvimento do estudo de grupos de períodos anteriores a fim de ampliar a reflexão e contribuir para o rompimento de limites existentes no que tange a aprendizagem. Além disso, o Curso tem como princípio fomentar a organização de grupos de estudo no interior de cada turma a fim de garantir uma dinâmica de organicidade como princípio e estímulo na formação da solidariedade, na produção do conhecimento e no rompimento de barreiras necessárias para sua realização. Por sua vez, o corpo docente é cônscio da necessidade da realização de uma recuperação paralela no processo de desenvolvimento do trabalho acadêmico, sem a qual a avaliação ficaria reduzida a uma mera ferramenta de medição. Como a primeira avaliação é resultado de diversas atividades realizadas ao logo do primeiro bimestre, faz-se uma orientação individualizada a fim de que haja a possibilidade de recuperação na aprendizagem dos conteúdos trabalhados, sempre que isto se torna necessário. Para o ano de 2010, com a implementação do Núcleo Docente Estruturante (NDE) no curso, formado por professores com dedicação integral e parcial, o trabalho de monitoria será 39 intensificado com a criação do Programa de Apoio à Recuperação de Aprendizagem, realizado por professores (as) do NDE. Tratar-se-ão de atividades que poderão ser assistidas por monitores (as), em horários, dias e locais previamente estabelecidos, elaboradas em consonância com os planos das disciplinas conjuntamente com os professores titulares das mesmas. Vale ressaltar que, professores (as) e monitores (as) terão carga horária destinada ao atendimento dos (as) alunos (as). As atividades deverão ter início na terceira semana de aula de cada período letivo. Os professores das disciplinas específicas do Curso farão o encaminhamento dos (as) alunos (as) que estiverem com dificuldades no entendimento dos conteúdos trabalhados na disciplina. Os encaminhamentos devem ocorrer com uma relação nominal, constando período, nome da disciplina, nome do (a) professor (a) da disciplina e relato das deficiências constatadas. Os (as) alunos (as) encaminhados deverão tomar ciência dos dias, local e horários de atendimento pelo Programa. O Programa de Apoio à Recuperação de Aprendizagem deverá se articular com o Programa de Monitoria. Sendo assim, os (as) professores (as) das disciplinas com monitoria deverão, durante todo curso, fazer listas de exercícios complementares para a monitoria e incentivar o corpo discente à participação em suas atividades, além de acompanhar sua realização. Os (as) monitores (as) deverão ter encontros frequentes com o professor da disciplina e com o professor do Programa, além de encaminhar relatórios e relações nominais de presença nas atividades de monitoria. Estes deverão, no final de cada período letivo, apresentar relatório final sobre o aproveitamento dos (as) alunos (as) envolvidos no Programa à Coordenadoria do Curso. Além disso, a Coordenação de Letras promoverá, sistematicamente, cursos de extensão aos sábados, com o objetivo de melhorar a prática docente dos estudantes de licenciatura. Tais cursos serão oferecidos a partir da identificação das áreas de maior dificuldade e/ou interesse dos discentes. Visando a oferecer a ampliação do conhecimento, a integração de diferentes áreas e o contato com professores e educadores renomados, as FIC promovem, anualmente, o Fórum de Educação, Ciência e Cultura; a Jornada Regional de Educação; e o Encontro de Produção Científica. Participam desses eventos especialistas na área de Educação e Letras com atividades como palestras, mesas-redondas, oficinas, comunicações, painéis, dentre outras. Sob a mesma perspectiva, a Coordenação do Curso de Letras também busca cumprir o seu papel realizando eventos diversificados como: a Semana de Letras; o Encontro de Estudos Hispânicos; o Encontro de Professores de Língua Portuguesa e Literatura; e o Encontro de Estudos em Língua Inglesa. Tais eventos reúnem professores, pesquisadores e alunos para um amplo debate acerca da educação na área de Letras. 10. QUADRO DOCENTE Com um corpo docente constituído de especialistas, mestres e doutores, o Curso de Letras das FIC tem sua grade curricular atualizada periodicamente, de maneira a contemplar 40 as novas correntes que compõem o perfil do profissional dessa área. Ser educador na área de Letras exige, dentre outras características, atualização constante, forte senso de observação, habilidade no trato com pessoas, bagagem cultural, espírito investigativo, capacidade de conviver com diferenças e conflitos, e consciência da necessidade de educação permanente. Os profissionais que integram o Curso de Letras, além da experiência e da competência acadêmica comprovadas, são pessoas conscientes de sua função social e da responsabilidade social da Instituição. Assim, participam ativamente do processo de conscientização do futuro professor da educação básica quanto à importância de sua formação continuada, sendo eles mesmos exemplos dessa preocupação para os alunos. O quadro abaixo apresenta os professores que constituem o corpo docente do Curso de Letras das FIC, sua experiência acadêmica, sua titulação e área de formação. PROFESSOR Experiência Acadêmica (em anos) Graduação Especialização Mestrado Doutorado Adriano Oliveira Santos 3 Letras Língua Portuguesa Letras Letras (em curso) Ana Lúcia de Oliveira Cruz 11 Letras Língua Portuguesa Letras - Arlene da Fonseca Figueira 19 Letras Língua Portuguesa Letras Língua Portuguesa Letras Estudos Linguísticos Carlos César Araújo da Silva 6 Letras Docência do Ensino Superior - - Claudia Atanazio Valentim 9 Letras Literatura Portuguesa Letras Literatura Portuguesa Letras Literatura Portuguesa Erivelto da Silva Reis 1 Letras Estudos Literários - - Flávio Pereira Pimentel 8 Filosofia - Filosofia José Ricardo Dordron de Pinho 16 Leandro Garcia Rodrigues 9 Letras Letras Língua Espanhola e Literaturas Hispânicas Letras Língua Espanhola e Literaturas Hispânicas Letras (em curso) - Estudos Literários Estudos Literários 41 Lia Santos de Oliveira Martins 29 Letras Linguística Letras Linguística e Filologia Lorelaine Saurina Machado 02 Letras Língua Portuguesa - Lucy Cristine de Abreu Julião 20 Mauro Ferreira de Oliveira 18 Norma Maria Jacinto da Silva 10 Paulo Roberto N. de Andrade 06 Rafael Neves da Silva Queiroz 03 Regina Selia Oliveira Iápeter 22 Renata de Souza Gomes Letras Estudos da Linguagem - Letras Docência do Ensino Superior Letras Literatura HispanoAmericana Letras Língua Portuguesa Letras Literaturas Portuguesa e Africanas Letras - Letras - Licenciatura Plena em Computação Gestão Educacional - - Pedagogia e Ciências Sociais - - 07 Letras Supervisão Escolar Linguistica Aplicada Linguistica Aplicada (em curso) Renato Cesar Moraes de Souza 19 Letras Literatura Brasileira e Literatura Infanto-Juvenil Literatura Brasileira - Robério de Oliveira Silva 4 Letras Letras Simone Batista da Silva 16 Letras Letras - - - - Língua Inglesa - Educação 42 Simone Eschenazi Nicolas VillasBôas 03 LetrasLicenciatura Especial - - - Silvia Regina Neves da Silva 34 Letras e Pedagogia Educação Brasileira Letras Língua Portuguesa Letras Estudos Linguísticos Valmir Miranda de Oliveira 8 Letras Filologia Letras Valdemar Ferreira da Silva 4 Zoraia Araujo de Souza 12 Letras Pedagogia - Educação - Psicologia Psicopedagogia 10.1. Composição do Núcleo Docente Estruturante PROFESSOR Experiência Acadêmica (em anos) Graduação Especialização Mestrado Doutorado Arlene da Fonseca Figueira 19 Letras Língua Portuguesa Letras Língua Portuguesa Letras Estudos Linguísticos Tempo integral Cláudia Atanazio Valentim 9 Literatura Portuguesa Letras Literatura Portuguesa Letras Literatura Portuguesa Tempo parcial Flávio Pereira Pimentel 8 - Filosofia - Tempo parcial Janice Rosane Silva Souza Letras Filosofia Métodos e Técnicas de Ensino 18 Robério de Oliveira Silva 4 Simone Batista da Silva 16 Letras Educação - Tempo integral Letras Letras Letras Regime de trabalho Língua Inglesa Tempo parcial Educação Tempo parcial 43 Sílvia Regina Neves da Silva 34 Letras e Pedagogia Educação Brasileira Letras Língua Portuguesa Letras Estudos Linguísticos Valdemar Ferreira da Silva 4 Pedagogia - Educação - Valmir Miranda de Oliveira 8 Tempo integral Letras Filologia Letras Letras Tempo parcial 11. RECURSOS FÍSICOS As FIC buscam oferecer aos docentes e discentes do Curso de Letras infraestrutura adequada para a realização de suas atividades curriculares e extracurriculares, de pesquisa e extensão. As turmas do Curso têm, à sua disposição, salas de aula com diferentes metragens (50, 60, 75 e 100m²), de acordo com sua necessidade de utilização e capacidade, distribuídas parcialmente em dois ou três dos cinco blocos existentes no campus das FIC. Além das salas de aula, as FIC possuem outros espaços, dos quais o Curso de Letras utiliza dois auditórios, uma sala de vídeo, uma sala de multimídia, quatro laboratórios de informática, um laboratório de línguas, sala de professores, sala do Núcleo de Estudos da Linguagem (NEL), sala da Coordenação de Cursos e Biblioteca para permitir a atuação de docentes e discentes de maneira confortável. 11.1. Materiais As salas de aula regulares possuem quadro branco (com canetas e apagadores disponibilizados diariamente aos professores), microfone e caixas de som fixos. Também podem ser utilizados, nas próprias salas de aula, materiais móveis como datashow e computador, retroprojetores, aparelhos de microsystem com CD player e TVs de 29’, com vídeo cassete e DVD player. A Sala de Multimídia pode ser usada pelos professores do Curso de Letras nas diferentes disciplinas ministradas. Possui capacidade para cem pessoas e dispõe de recursos como computador, datashow, retroprojetor, microsystem, CD Player, Microfone Profissional e TV 29’, além de refrigeração e poltronas. Os dois auditórios possuem capacidade para oitenta (Auditório CAEL) e cento e oitenta pessoas (Auditório FEUC). Ambos são equipados com datashow, retroprojetor, microsystem, CD Player, TV 53’, microfone profissional, Videocassete e DVD player, além de possuírem refrigeração e poltronas. Todos os ambientes e materiais são regularmente usados pelo professores do Curso de Letras nas diferentes atividades propostas nas disciplinas oferecidas. Pretende-se que os espaços apresentem condições a professores e futuros professores para o exercício de práticas e metodologias variadas ligadas ao desenvolvimento da experiência docente. 44 11.2. Laboratórios Entre os diferentes laboratórios existentes nas FIC, há dois tipos utilizados pelo Curso de Letras: os laboratórios de informática e o laboratório de línguas. Ambos podem ser usados para aulas presenciais e semipresenciais, além de atividades diversificadas como monitoria e extensão. Durante as aulas, esses espaços permitem a realização das atividades práticas e interdisciplinares propostas nos planos de disciplinas. 11.2.1. Laboratórios de Informática As atividades no Laboratório de Informática podem ser realizadas por todas as disciplinas do Curso e visam capacitar os alunos a utilizar o computador, interagindo com a área de Letras, para aplicação dessa tecnologia no cotidiano do futuro professor. Dentre as disciplinas do Curso de Letras, a disciplina Informática Educativa utiliza os laboratórios de forma regular, de acordo com sua ementa e objetivos. Durante o horário de funcionamento da instituição, há sempre um laboratório, pelo menos, colocado à disposição dos alunos para realização de trabalhos, pesquisas, consultas à Internet, de forma a incentivar seus estudos em variados momentos, além da sala de aula. Os laboratórios estão descritos, conforme dados do Plano de Desenvolvimento Institucional das Faculdades Integradas Campo-Grandenses (20101-2014 – p.44): EQUIPAMENTOS DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA LABORATÓRIO EQUIPAMENTO QUANTIDADE IBM Pentium 100 11 HP Pentium 100 20 LAB 116 Pentium 100 5 105, 107 E 109 Pentium III 450 Mhz 56 Lab 7 Pentium III 1 Ghz 40 Lab 8 Pentium IV 1 Ghz 20 Lab IBM Impressora HP 640 1 LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA PROJETADOS Equipamentos Especificação Quantidade 2010 2011 2012 2013 Computadores Vários 153 157 160 169 175 Impressoras HP 640 30 30 35 35 35 Laboratórios Informática 7 7 7 7 8 2014 182 35 9 LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS PROJETADOS (para cada curso) Equipamentos Especificação Quantidade 2010 2011 201 2013 2 Letras 1 1 1 1 1 Pedagogia 1 1 1 1 1 Geografia 1 1 1 1 1 Matemática 1 1 1 1 1 201 4 1 1 1 1 45 Química Física 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1 1 11.2.2. Laboratório de Línguas O Laboratório de Línguas dispõe de vinte cabines individuais, com fones de ouvido, mesa equipada com som, TV 21’, quadro branco, retroprojetor e microfone profissional. Este é um recurso significativo para o Curso de Letras em suas habilitações de línguas estrangeiras. Nele são desenvolvidas as práticas orais e de compreensão auditiva de espanhol, francês e inglês. Este espaço é utilizado regularmente pelas disciplinas de línguas estrangeiras, pelas disciplinas de produção textual nas línguas estrangeiras e pela monitoria nas disciplinas de línguas estrangeiras. 11.2.3. Núcleo de Estudos da Linguagem A sala do Núcleo de Estudos da Linguagem (NEL) é composta por computador conectado à internet, quadro, mural, armários para arquivos, ventilador, cadeiras e mesa para atender a orientação de alunos, pequenos grupos de estudo e grupos dos projetos do NEL. 11.3. Estruturas de apoio A Coordenação do Curso de Letras fica alocada junto às demais Coordenações de Curso e Coordenação Acadêmica e seu horário de atendimento cobre integralmente o horário de funcionamento do Curso. Tal disposição permite um trabalho integrado desses setores e maior disponibilidade para atendimento aos alunos, nos casos em que a Coordenação está participando de reuniões ou de outras atividades acadêmicas. Conforme dados do Plano de Desenvolvimento Institucional das Faculdades Integradas Campo-Grandenses (20101-2014 – p.44 - 47), a Biblioteca Joaquim Ribeiro “encontra-se informatizada, o que possibilita ao aluno realizar a pesquisa através dos microcomputadores disponíveis. O aluno tem acesso ao acervo bibliográfico, podendo contar com a orientação dos bibliotecários e seus auxiliares.” Área do Acervo Conhecimento (CAPES) 1. Ciências Exatas e Livros da Terra Periódicos Revistas Jornais Quantida de Atual 790 2 QUANTIDADES PROJETADAS 2010 2011 2012 2013 201 4 800 820 825 835 840 3 5 7 7 7 46 2. Ciências Biológicas 3. Engenharias 4. Ciências da Saúde Obras de Referência Vídeos DVD CDROM Assinaturas Eletrônicas Outras Livros Periódicos Revistas Jornais Obras de Referência Vídeos DVD CDROM Assinaturas Eletrônicas Outras Livros Periódicos Revistas Jornais Obras de Referência Vídeos DVD CDROM Assinaturas Eletrônicas Outras Livros Periódicos Revistas Jornais Obras de Referência Vídeos 115 115 115 115 115 115 55 1 65 2 72 2 79 3 84 3 90 4 81 81 81 81 81 81 167 13 170 14 185 14 190 15 200 15 210 16 27 27 27 27 27 27 65 2 68 3 72 3 78 4 80 4 85 5 106 106 106 106 106 106 DVD CDROM 47 Assinaturas Eletrônicas Outras 5. Ciências Agrárias Livros Periódicos Revistas Jornais Obras de Referência Vídeos DVD CDROM Assinaturas Eletrônicas Outras Periódicos Revistas Jornais Obras de Referência Vídeos 7. Ciências Humanas DVD CDROM Assinaturas Eletrônicas Outras Livros Periódicos Revistas Jornais Obras de Referência Vídeos 12 13 14 15 16 17 159 159 159 159 159 159 2416 2420 2425 2432 2438 64 65 65 68 68 244 0 70 481 490 490 500 505 505 DVD CDROM Assinaturas Eletrônicas Outras 48 8. Linguística, Letras e Artes 9. Multidisciplinar TOTAL Livros 3275 3280 3286 3290 3300 17 18 18 19 19 330 5 20 Periódicos Revistas Jornais Obras de Referência Vídeos DVD CDROM Assinaturas Eletrônicas Outras Livros Periódicos Revistas Jornais Obras de Referência Vídeos DVD CDROM Assinaturas Eletrônicas Outras Livros 143 143 143 143 143 143 8226 8293 838 1 8404 8457 849 5 Periódicos 111 118 121 131 132 13 9 1006 1006 1006 100 6 Revistas Jornais Obras de Referência Vídeos 1006 1006 DVD CDROM Assinaturas Eletrônicas Outras 49 12. REFERÊNCIAS BAKTIN, Mikhail. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec, 1998. _____. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1992. BRASIL. Lei nº 9.394/96. Diretrizes e Bases da Educação Nacional. BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria do Ensino Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: língua portuguesa. Brasília: MEC/SEF, 1998. _____. Conselho Nacional de Educação. Parecer CNE/CEB n˚ 28/2001. _____. Parecer CNE n˚492/2001. Diretrizes Curriculares para os cursos de Letras. _____. Parecer CNE/CP n˚ 009/2001. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. _____. Resolução CNE/CES n˚ 18/2002. Diretrizes Curriculares para os cursos de Letras. _____. Resolução CNE/CP n˚ 001/2002. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. _____. Parecer CNE/CP n˚ 021/2001. Duração e carga horária dos cursos de licenciatura, de graduação plena, de formação de professores da Educação Básica em nível superior. _____. Parecer CNE/CP n˚ 028/2001. Dá nova redação ao Parecer CNE/CP n˚ 021/2001. _____. Resolução CNE/CP n˚ 002/2002. Duração e carga horária dos cursos de licenciatura, de graduação plena, de formação de professores da Educação Básica em nível superior. Instrução Normativa das Faculdades Integradas Campo-Grandenses. Regulamento de Monitoria. 004/2004. Instrução Normativa das Faculdades Integradas Campo-Grandenses. Regulamento de Atividades Complementares – 006/2005. Instrução Normativa das Faculdades Integradas Campo-Grandenses. Procedimento de Avaliação dos Cursos Seriados Semestrais – 003/2006. Instrução Normativa 002/2008 – 20-10-2008 - Atualizada em 01-06-2009. Regulamento de Estágio Orientado das Faculdades Integradas Campo-grandenses. 50 Plano de Desenvolvimento Institucional das Faculdades Integradas Campo-Grandenses (2010-2014). 51 13. PLANOS DE DISCIPLINAS 52 DISCIPLINA: OFICINA DE LEITURA CÓDIGO: 0080 PERÍODO: 1º Semestre CARGA HORÁRIA: 60 OBJETIVOS: Levar o discente a refletir sobre os processos de leitura e compreender textual, considerando os fatores de ordem cognitiva, situacional e interacional. Interpretar textos de gêneros variados, observando de que modo os aspectos semânticos, pragmáticos e linguísticos interagem na produção de sentido. EMENTA: Leitura, texto, contexto e sentido. Concepção de leitura. Fatores envolvidos no ato de ler. A leitura e os sistemas de conhecimento e processamento textual. Referenciação e progressão textual. Gêneros textuais e propósitos comunicativos. Noções de linguagem e ideologia. Leitura informativa e de entreterimento. O papel da literatura no desenvolvimento da leitura. Atividades de leitura, interpretação e análise de textos de gêneros variados. (presentes em todas unidades). METODOLOGIA: Aulas expositivas; pesquisas dirigidas. Leitura orientada para o desenvolvimento dos conhecimentos teóricos. Exercícios práticos de leitura, compreensão e produção textual. Discussão em grupo e debates com produção de relatos. RECURSOS DIDÁTICOS: Sala de aula; retroprojetor, projetor de vídeo, livros, revistas, textos impressos, computador e internet. AVALIAÇÃO: Leitura e compreensão de textos orais e/ou escritos. Debates e seminários. Prova escrita. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KLEIMAN, Ângela. Oficina de leitura: teoria & prática. 11 ed. Campinas, SP: Pontes, 2007. KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender: os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2006. ARAÚJO, Júlio César (org). Internet e ensino: novos gêneros outros desafios. Rio de Janeiro: Lucerna, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DISCINI, Norma. Desvendando os segredos dos textos. São Paulo: Cortez, 2002. KOCH, Ingedore Villaça. Ler e Compreender: os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2006. SOUZA, Luiz Marques de e CARVALHO, Sérgio Waldeck de. Compreensão e produção de textos. 5 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1995. PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS - Terceiro e Quarto Ciclos do Ensino Fundamental: Língua Portuguesa. Brasília: Secretaria de Educação Fundamental, MEC/SEF, 1998. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 53 Revisão: 01 Vigência de: 1/1/2010 a: 24/set/10 54 DISCIPLINA: LÍNGUA INGLESA - MORFOLOGIA CÓDIGO: 0548 PERÍODO: 1º Semestre CARGA HORÁRIA: 60 OBJETIVOS: Reconhecer e usar os tempos verbais em Inglês; Reconhecer e usar as classes gramaticais; Desenvolver reflexões didático-pedagógicas sobre o ensino dos verbos e das classes gramaticais, enfocando dificuldades especiais e/ou particulares dos falantes de português. EMENTA: O uso gramatical dos verbos; O uso gramatical dos substantivos (tipo, gênero, número, quantitativos), artigos (definido, indefinido e zero), pronomes, determinantes, preposições e noções básicas de adjetivos (próprio, descritivo, quantitativo, numeral, demonstrativo, indefinido, distributivo, possessivo, interrogativo, relativo) e advérbios. METODOLOGIA: Aulas expositivas; Pesquisa individual e em grupo; Estudo dirigido. RECURSOS DIDÁTICOS: Kit multimídia, TV, DVD player, CD player, amplificador de som com cabo para MP3 player, retroprojetor. AVALIAÇÃO: Produção própria contínua (individual e em grupo); Prova. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARTER, Ronald & McCARTHY, Michael. Cambridge Grammar of English – A comprehensive guide. Spoken and Written English Grammar and Usage. Cambridge: CUP, 2006. COWAN, Ron. The Teacher’s Grammar of English: a course book and reference guide. New York: CUP, 2008. FOLEY, Mark & HALL, Diane. Advanced Learners’ Grammar – a self-stydy reference and practice book with answers. London: Longman, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALEXANDER, L. G.. Longman English Grammar Practice. London: Longman, 1998. McCARTHY, Michael & O’DELL, Felicity.. English Vocabulary in Use - Elementary. Cambridge: Cambridge University Press, 1998. MURPHY, Raymond. English Grammar in Use. Cambridge: CULP, 2004. SWAN, Michael & WALTER, Catherine. How English Works – a grammar practice book with answers. Oxford: Oxford University Press (OUP), 1997. . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA Revisão: 01 Vigência de: 1/1/2010 a: 24/set/10 55 DISCIPLINA: LÍNGUA ESPANHOLA - TÓPICOS CULTURAIS CÓDIGO: 0601 PERÍODO: 1º Semestre CARGA HORÁRIA: 60 OBJETIVOS: Favorecer o desenvolvimento de habilidades lingüísticas em língua espanhola, através do conhecimento de suas estruturas básicas e de suas interações culturais em nível básico. EMENTA: Introdução ao estudo do espanhol, através de uma abordagem histórica, popular e cultural preliminar da língua espanhola como idioma românico, conhecendo as diferenças em relação ao português. Estudo do espanhol em seus aspectos culturais, fonéticos e gramaticais. METODOLOGIA: Exposição oral; leitura e criação de diálogos sobre diversas situações lingüísticas e culturais; atividades de compreensão oral e escrita; estudo comparativo das estruturas lingüísticas do português e do espanhol; leitura de textos de diferentes gêneros; análise de ditos populares; pesquisa de hábitos e manifestações culturais do mundo hispânico. RECURSOS DIDÁTICOS: Diálogos e músicas em língua espanhola; transparências, filmes sobre a realidade hispânica; laboratórios de idiomas; textos literários e não-literários. AVALIAÇÃO: Provas escritas e orais; análise de textos; trabalhos orais e escritos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRUNO, Fátima Cabra e MENSONZA, Maria A. “Hacia el Español”: curso de lengua y cultura hispánica. Nível básico. Saraiva. São Paulo, 2004. DIAZ, Diaz; TALAVERA, García. Dicionário Santillana. São Paulo: Santillana, 2006. CORTES MORENO, Maximiano. “Guia de usos y costumbres de España”, EDELSA Grupo Didascalia. Madrid, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FANJUL. Adrían. (org.). Gramática y práctica de español para brasileños: com respuestas. Santillana. São Paulo, 2005. HORMOSO, González a, J. R. Cuenot, M. Sánchez Alfaro. Gramática de español lengua extranjera. Edelsa. Madrid, 1994. MILANI, Maria Esther. Gramática de Espanhol para brasileiros. São Paulo: Saraiva. 1999. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 56 Revisão: 01 Vigencia de: 1/2/2010 a: 24/set/10 57 DISCIPLINA: OFICINA DE PRODUÇÃO DE TEXTOS CÓDIGO: 0677 PERÍODO: 1º Semestre CARGA HORÁRIA: 110 OBJETIVOS: Desenvolver no discente as seguintes habilidades: interpretação de textos de diferentes gêneros e em diversos suportes; aptidão para analisar e produzir textos, argumentando seus pontos de vista; e produção de textos orais e escritos, pertencentes a diferentes situações de interação e de comunicação, principalmente as que contemplam o discurso acadêmico. EMENTA: Prática de leitura e de produção de diferentes tipos e gêneros textuais. Análise das dinâmicas da leitura e da escrita. A produção da escrita nas mais diversas modalidades e situações linguísticas. O gênero acadêmico. METODOLOGIA: Serão apresentados aos discentes, para leitura e discussão, textos de diversos gêneros e em diferentes suportes para orientá-los no desenvolvimento da competência de análise e de interpretação, garantindo sua consideração pelo ponto de vista do autor e pela mensagem do texto e, ao mesmo tempo, incentivando-o a argumentar seu ponto de vista e a produzir textos autorais, principalmente os relacionados ao gênero acadêmico. RECURSOS DIDÁTICOS: Vídeo, quadro, material de consulta (livros, apostilas, sites da internet), aparelho de DVD, retroprojetor e data show. AVALIAÇÃO: Serão considerados: assiduidade e pontualidade ; presteza na entrega dos trabalhos; desempenho na elaboração dos trabalhos individuais e em grupo; propriedade qualitativa dos trabalhos e provas individuais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COSCARELLI, Carla Viana (org.) Novas tecnologias, novos textos, novas formas de pensar. 3 ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2006. GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna: aprenda a escrever, aprendendo apensar. 24ª Ed. Rio de Janeiro: FGV, 2004. MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane & ABREU-TARDELLI, Lilian Santos (orgs.). Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo: Parábola, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DIONÌSIO, Ângela Paiva , MACHADO, Anna Rachel e BEZERRA, Maria Auxiliadora. Gêneros textuais e ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2005. HOFFNAGEL, Judith Chambliss & DIONÌSIO, Ângela Paiva. Gênero, agência e escrita. São Paulo: Cortez, 2006. PERROTA, Cláudia. Um texto para chamar de seu: preliminar sobre a produção de texto acadêmico. São Paulo: Martins Fontes, 2004. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA KÖCHE, Vanilda Salton, BOFF, Odete Maria Benetti e PAVANI, Cínara Ferreira . Prática textual – atividades de leitura e escrita. Petrópolis: Vozes, 2006. 58 Revisão: 00 Vigência de: 1/6/2010 a: 24/set/10 59 DISCIPLINA: CULTURA E SOCIEDADE CÓDIGO: 0678 PERÍODO: 1º Semestre CARGA HORÁRIA: 55 OBJETIVOS: Compreender a transição para a modernidade e os padrões culturais e sociais dela decorrentes; Relacionar os processos sociais formadores de cultura e os padrões culturais da atualidade; Produzir sínteses acerca da formação cultural brasileira e sua realidade atual no contexto da sociedade multifacetada. EMENTA: Cultura e sociedade: fundamentos históricos e conceituais. Os povos originários e o elemento negro na formação cultural brasileira. Sociedade e diversidade cultural. Dos quilombos às favelas: a discriminação recriada no mundo contemporâneo. Direitos humanos no contexto do multiculturalismo contemporâneo. METODOLOGIA: Textos de leitura obrigatória selecionados previamente de acordo com cada tema. Além de textos da bibliografia básica e complementar, poderão ser utilizados artigos, publicações de pesquisas e matérias de jornais e revistas atuais. Aulas expositivas, debates em grupos, seminários e leituras dirigidas. Filmes e documentários a cada temática trabalhada. RECURSOS DIDÁTICOS: Quadro branco, data show, vídeos e visitas guiadas. AVALIAÇÃO: Participação dos debates e produção de resenhas sobre os temas trabalhados. Prova individual. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CANCLINI, Nestor Garcia. Consumidores e cidadãos: conflitos multiculturais da globalização . 5ª. ed. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2005. COSTA, M.R.; SILVA, E.M. (Orgs.). Sociabilidade Juvenil e Cultura Urbana. São Paulo: Educ, 2006. TIRADENDES, J. A. e SILVA, Denise Rampazzo da. Sociedade em Construção/História e Cultura Afro-Brasileira. São Paulo: Editoria Direção Cultural, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede - A era da informação: economia, sociedade e cultura. São Paulo: Paz e Terra, 2007. IANNI, Octavio. Era do globalismo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002. LARAIA, Roque. Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Zahar, 2005. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA ZAOUAL, Hassan. Globalização e diversidade cultural. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2008. 60 Revisão: 00 Vigência de: 1/6/2010 a: 24/set/10 61 DISCIPLINA: MERCADO DE TRABALHO CÓDIGO: 0679 PERÍODO: 1º Semestre CARGA HORÁRIA: 55 OBJETIVOS: Levar o educando a conhecer os procedimentos usados no mercado de trabalho, relacionados com o ingresso e sua manutenção profissional, fazendo a aplicação prática desses conhecimentos. EMENTA: O mercado de trabalho; Motivação e auto estima; Marketing pessoal; O que é ser profissional; O que é um posto de trabalho; como o mercado de trabalho funciona; Empregabilidade 1 – preparando o futuro; Empregabilidade 2 – a conquista de um lugar; Empregabilidade 3 – o estágio; Empregabilidade 4 – Network; Empregabilidade 5 –manual da carreira; Empregabilidade 6 – As profissões do futuro; Empregabilidade 7 – como elaborar um bom Curriculum Vitae; Conhecendo os direitos e deveres do trabalhador (CLT: Consolidação das Leis do Trabalho); Empreendedor e empreendedorismo; Como abrir o seu próprio negócio; Como ser um vencedor; O poder do entusiasmo. METODOLOGIA: Exposição Oral e escrita, pesquisas, trabalhos individuais e em grupo e seminários Reflexão de textos e vídeos. RECURSOS DIDÁTICOS: Aulas em data-show e pesquisas de casos estudos em sala de aula, levando a realidade ao alunado AVALIAÇÃO: Provas, exercícios em sala, trabalhos práticos e estudos de casos BIBLIOGRAFIA BÁSICA PASINI, Willy. A auto-estima: descubra o que afeta a sua imagem e viva melhor. RJ: Rocco, 2007. PINK, Daniel. Motivação 3.0 – Os Novos Fatores Motivacionais que Buscam Tanto a Realização Pessoal. Elsevier – Campus, 2010. GEHRINGER, Max. O Sucesso Passo a Passo – Col. CBN Livros. Globo Editora, 2010. GEHRINGER, Max. Superdicas para Impulsionar sua Carreira. Ed. Saraiva, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LEAL, Ruy. Condutores do Amanhã – Jovens que Entram e Dão Certo no Mercado de Trabalho. Ed. Saraiva, 2009. SALGADO, Léo. Manual da empregabilidade: como procurar, achar e manter um emprego nestes tempos bicudos. Janeiro: Qualitymark; ABRH-Nacional, 2000. xii, 96p. (Recursos humanos). MINARELLI, Jose Augusto. Empregabilidade – Como ter Trabalho e Remuneração Sempre. Ed. GENTE, 1995. Rio de DOLABELA, Fernando. O Segredo de Luísa. Sextante/Gmt, 2008. DOLABELA, Fernando.Quero Construir a Minha História. Sextante/Gmt, 2009. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA GEHRINGER, Max. Emprego de A a Z. São Paulo: Globo, 2008. 62 Revisão: 00 Vigencia de: 1/6/2010 a: 24/set/10 63 DISCIPLINA: FUNDAMENTOS HISTÓRICOS E FILOSÓFICOS DA EDUCAÇÃO CÓDIGO: 0002 PERÍODO: 2º Semestre CARGA HORÁRIA: 80 OBJETIVOS: Fazer uma abordagem histórica das perspectivas filosóficas acerca da educação, de modo a promover uma reflexão acerca do fenômeno educacional e da prática educativa; Problematizar através da filosofia o ato do conhecimento; Compreender os fundamentos filosóficos presentes nas diferentes teorias das práticas educacionais no Brasil. EMENTA: A educação enquanto questão filosófica; Filosofia e educação nas origens do pensamento Ocidental; As diferentes correntes filosóficas presentes na prática pedagógica da educação brasileira; Análise crítica do cenário educativo contemporâneo; Fundamentos históricos e filosóficos da Educação Brasileira Contemporânea. METODOLOGIA: Aulas expositivas; filmes e leituras comentadas. RECURSOS DIDÁTICOS: Lousa, livros, biblioteca, projetor multimídia. AVALIAÇÃO: Primeira avaliação: avaliação individual e com consulta. Segunda avaliação: avaliação individual e sem consulta. Prova final: avaliação individual e sem consulta. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMPI, Franco. História da pedagogia. São Paulo: UNESP, 1999. GADOTI, M. História das idéias pedagógicas. São Paulo: Ática, 2005. VIEIRA DA COSTA, Affonso Henrique. Manual de iniciação à filosofia. Petrópolis: Vozes, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GHIRALDELLI, Paulo (Org).. O que é Filosofia da Educação. 3. ed. Rio de Janeiro: DP&ª 2002. KANT, Immanuel. Sobre a pedagogia. Piracicaba: UNIMEP, 2004. MARCONDES, D. Iniciação à História da Filosofia: dos pré-socráticos à Wittgenstein. 6ª ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2001. ROUSSEAU, J. J. Emílio ou Da educação. São Paulo: Martins Fontes, 2008. VERNANT, J. P. As origens do pensamento grego. São Paulo: Difel, 2005. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. Paz e Terra, 2006. 64 Revisão: 03 Vigência de: 1/2/2010 a: 24/set/10 65 DISCIPLINA: EXPRESSÃO ORAL E ESCRITA CÓDIGO: 0070 PERÍODO: 2º Semestre CARGA HORÁRIA: 60 OBJETIVOS: Aprofundar o conhecimento da língua de padrão culto e praticar seu uso, a fim de expressar-se adequadamente seja na língua oral seja na língua escrita. EMENTA: O processo de comunicação. Funções de linguagem em textos orais e escritos. Variações lingüísticas e os níveis de linguagem. O padrão culto da língua e suas modalidades de uso. Estudo do léxico e da semântica: seleção de vocabulário e os mecanismos de produção de sentido do texto. Noções de coesão e coerência. Leitura, interpretação e produção de textos orais e escritos. Estudo das normas gramaticais fundamentais para correção textual na oralidade e na escrita. METODOLOGIA: Aulas expositivas; aulas com apresentação elaboração de resenhas de slides; exibição de filmes; elaboração de resumos e resenhas; debates em grupos; práticas de leitura, de interpretação; produção de textos. RECURSOS DIDÁTICOS: Uso do quadro da sala de aula; projetor multimídia, laboratório de informática com o uso da Internet, bibliografia indicada, apostila organizada pelo (a) professor (a). AVALIAÇÃO: Primeira avaliação: produção escrita e apresentação oral de trabalhos em grupo; avaliação individual escrita: de leitura, interpretação e produção de texto. Segunda avaliação: avaliação individual escrita: de leitura,interpretação e produção de texto. Prova final: avaliação individual escrita: de leitura, interpretação e produção de texto. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DISCINI, Norma. Comunicação nos textos: leitura, produção, exercícios, 2007. HENRIQUES, Antonio; ANDRADE, Maria Margarida de. Língua Portuguesa: noções básicas para cursos superiores. 9 ed. São Paulo: Atlas, 2010. SOUZA, Luiz Marques de; CARVALHO, Sérgio Waldeck de. Compreensão e produção de textos. 13 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BECHARA, Evanildo. O que muda com o novo Acordo Ortográfico. Rio de Janeiro: Nova Fronteira/Lucerna, 2008. BOAVENTURA, Edivaldo. Como ordenar as idéias. 9 ed. São Paulo: Ática, 2007. (Séries Princípios). MARTINS, Dileta; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar. Português Instrumental. 26ed. Porto Alegre: Sagra Luzzato, 2008. OLIVEIRA, Jorge Leite de. O texto acadêmico: técnicas de redação e de pesquisa científica. Petrópolis, RJ: Vozes, 2005. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 66 Revisão: 02 Vigência de: 1/2/2010 a: 24/set/10 67 DISCIPLINA: MÉTODOS E TÉCNICA DE ESTUDOS CÓDIGO: 0404 PERÍODO: 2º Semestre CARGA HORÁRIA: 30 OBJETIVOS: Desenvolver postura crítica e reflexiva, necessária à vida acadêmica. Desenvolver abertura intelectual em função da análise/síntese de material literário, segundo a Metodologia Científica, construir o conhecimento. Aplicar técnicas de estudo na organização dos trabalhos acadêmicos. EMENTA: O ato de estudar e a organização do trabalho científico-acadêmico. As técnicas de leitura e estudo. Elaboração de fichamento, sinopse, relatório, resumo e resenha. As formas e a produção do conhecimento. O senso comum e o mito. O método e a organização do trabalho acadêmico. A pesquisa bibliográfica. A organização do seminário e do relatório. METODOLOGIA: Aulas expositivas. Estudo dirigido. Debates sobre textos selecionados. Seminários. RECURSOS DIDÁTICOS: Vídeo, quadro de giz, retroprojetor, material de consulta (livros, apostilas, materiais de internet). AVALIAÇÃO: Primeira Avaliação – trabalho em grupo (70%) e individual (30%); Segunda Avaliação – prova individual sobre os conteúdos dados. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FACHIN, O. Fundamentos de Metodologia. 5ª ed. São Paulo: Saraiva, 2005. LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2000. MARTINS, Gilberto de Andrade. Estudo de caso: uma estratégica de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Comissão de Estudo de Documentação. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. 2 ed. Rio de Janeiro, 2005. 9p. ANTUNES, Celso. Glossário para educadores. Petrópolis, RJ: Vozes, 2001. MINAYO, Maria Cecília de Souza (Org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 23ª ed. Petrópolis/RJ: Vozes, 2004. MORIN, Edgar. Ciência com consciência. 8ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 68 Revisão: 02 Vigência de: 3/3/2010 a: 24/set/10 69 DISCIPLINA: LÍNGUA INGLESA - MORFOSSINTAXE DO PERÍODO SIMPLES CÓDIGO: 0549 PERÍODO: 2º Semestre CARGA HORÁRIA: 60 OBJETIVOS: Reconhecer e usar os processos de formação de palavras da língua inglesa; Reconhecer e usar o sistema sintático da língua inglesa; Identificar e usar os constituintes da morfossintaxe do período simples da língua inglesa; Desenvolver e reflexões didático-pedagógicas sobre o ensino do período simples, enfocando dificuldades especiais e/ou particulares dos falantes de português. EMENTA: Noções de morfologia e sintaxe e a interconectividade de ambas; Aspectos da formação de palavras em inglês com ênfase em adjetivos e advérbios (estrutura e função); Análise sintática do período simples (sujeito e predicado, verbo, objetos, complementos e adjuntos). METODOLOGIA: Aulas expositivas; Pesquisa individual e em grupo; Estudo dirigido. RECURSOS DIDÁTICOS: Kit multimídia, TV, DVD player, CD player, amplificador de som com cabo para MP3 player, retroprojetor. AVALIAÇÃO: Produção própria contínua (individual e em grupo); Prova. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARTER, Ronald & McCARTHY, Michael. Cambridge Grammar of English – A comprehensive guide. Spoken and Written English Grammar and Usage. Cambridge: CUP, 2006. COWAN, Ron. The Teacher’s Grammar of English: a course book and reference guide. New York: CUP, 2008. FOLEY, Mark & HALL, Diane. Advanced Learners’ Grammar – a self-stydy reference and practice book with answers. London: Longman, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALEXANDER, L. G.. Longman English Grammar Practice. London: Longman, 1998. McCARTHY, Michael & O’DELL, Felicity.. English Vocabulary in Use - Elementary. Cambridge: Cambridge University Press, 1998. QUIRK, Randolph. A University Grammar of English. Longman: London, 1987. SWAN, Michael & WALTER, Catherine. How English Works – a grammar practice book with answers. Oxford: Oxford University Press (OUP), 1997. . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 70 Revisão: 01 Vigência de: 1/1/2010 a: 24/set/10 71 DISCIPLINA: LÍNGUA ESPANHOLA - TÓPICOS GERAIS CÓDIGO: 0602 PERÍODO: 2º Semestre CARGA HORÁRIA: 60 OBJETIVOS: Propiciar elementos capazes de desenvolver as habilidades lingüísticas em língua espanhola, estabelecendo uma visão geral da cultura hispânica e de suas relações com o mundo. EMENTA: Aprimoramento da competência comunicativa em nível intermediário: audição e compreensão de textos orais, leitura e compreensão de textos escritos, produção oral e escrita. Abordagem de aspectos culturais dos povos hispânicos. METODOLOGIA: Exposição oral; leitura e criação de diálogos sobre diversas situações lingüísticas e culturais; atividades de compreensão oral e escrita; estudo comparativo das estruturas lingüísticas do português e do espanhol; leitura de textos de diferentes gêneros; análise de ditos populares; pesquisa de hábitos e manifestações culturais do mundo hispânico. RECURSOS DIDÁTICOS: Textos literários e não literários. Documentários sobre a cultura hispânica. Uso de documentos em áudio, vídeo e textos de sites variados, de acordo com o tema das aulas. AVALIAÇÃO: Provas escritas e orais; avaliações orais; ditados; apresentação de seminários sobre a cultura hispânica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRUNO, Fátima Cabral e Maria A. Mensonza. “Hacia el Español”: curso de lengua y cultura hispânica. Nível básico. Saraiva. São Paulo, 2004. DIAZ, Diaz; TALAVERA, García. Dicionário Santillana. São Paulo: Santillana, 2006. FANJUL, Adrian. (ORG). Gramática y práctica de español para brasileños: com respuestas. Santillana. São Paulo, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HORMOSO, Gonzáles A, J. R. Cuenot, M. Sánchez Alfaro. Gramática de español lengua extranjera. Madrid: Edelsa, 1994. HORMOSO, Gonzáles A. Conjugar es fácil en español de España y de América. Madrid: Edelsa, 2007. 2ª ed. MILANI, Maria Esther. Gramática de Espanhol para brasileiros. Saraiva. São Paulo, 1999. VRANIC, Gordana. Hablar por los codos: frases para um español cotidiano. Edelsa Grupo Didascalia. Madrid, 2005. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 72 Revisão: 01 Vigência de: 1/1/2010 a: 24/set/10 73 DISCIPLINA: ESTUDOS LINGÜÍSTICOS CÓDIGO: 0618 PERÍODO: 2º Semestre CARGA HORÁRIA: 30 OBJETIVOS: O aluno deve adquirir noções teóricas fundamentais para a compreensão do percurso dos estudos da linguagem e da contribuição da Lingüística para a análise científica dos diferentes níveis de organização da língua. EMENTA: Lingüística: definição e objeto. A linguagem humana. Fundamentos da Lingüística contemporânea. Interfaces. Contribuições do estruturalismo lingüístico. Norma e variação. Preconceito lingüístico. Os caminhos da Lingüística contemporânea. METODOLOGIA: Aulas expositivas com a participação dos alunos, exercícios práticos de análise lingüística a partir da teoria apresentada em sala de aula, leitura e discussão da bibliografia sugerida; seminários e debates. RECURSOS DIDÁTICOS: Vídeo, quadro, material de consulta (livros, apostilas, sites da internet), aparelho de dvd, retroprojetor e datashow. AVALIAÇÃO: Exercícios, atividades em grupos (prova, seminário, exercícios e pesquisa de campo), provas individuais, freqüência, fichamentos, e uma prova de recuperação para aqueles alunos que não tenham alcançado a nota mínima de aprovação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FIORIN, José Luiz (org.). Introdução à lingüística - objetos teóricos. São Paulo: Contexto, 2005. Vol. I e II. MUSSALIM, Fernanda & BENTES, Anna Christina (org.). Introdução à lingüística – domínios e fronteiras. São Paulo: Cortez, 2005. Vol. I e II. SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de lingüística geral. São Paulo: Cultrix, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LOPES, Edward. Fundamentos da Lingüística Contemporânea. São Paulo: Cultrix, 2003. MARTIN, R. Para entender a lingüística: epistemologia elementar de uma disciplina. São P aulo: Parábola Editorial, 2003. PINKER, Steven. Do que é feito e pensamento. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 74 Revisão: 01 Vigência de: 1/2/2010 a: 24/set/10 75 DISCIPLINA: CULTURA LITERÁRIA BRASILEIRA CÓDIGO: 0619 PERÍODO: 2º Semestre CARGA HORÁRIA: 30 OBJETIVOS: Estabelecer critérios que levem o aluno a reconhecer, nos textos literários brasileiros, os elementos que caracterizam os estilos poéticos e orientá-los para uma leitura crítica da literatura no Brasil. EMENTA: Da informação à formação do ideário americano na literatura brasileira. A Carta de Pero Vaz de Caminha. Repetição e renovação lúdica do Barroco: Gregório de Matos satírico. Brasilidade e consciência crítica: os fundamentos temático-teóricos da literatura nacional. METODOLOGIA: Aulas expositivas; pesquisas dirigidas; seminários; trabalhos escritos. RECURSOS DIDÁTICOS: Sala de aula; retroprojeções; vídeos. AVALIAÇÃO: Seminários; trabalhos escritos; provas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CÂNDIDO, Antônio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. Belo Horizonte: Italiana; São Paulo: USP, 2005. RIBEIRO, Maria Aparecida. A Carta de Caminhada e seus ecos. Coimbra: Ângelus Novus, 2009. RICUPERO, Bernardo. O Romantismo e a Idéia de Nação no Brasil (1830-1870). São Paulo: Martins Fontes, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOSI, Alfredo (org.). Cultura brasileira: temas e situações. 2ª ed. São Paulo, Ática, 1992. CASTRO, Sílvio. A carta de Pero Vaz de Caminha. Porto Alegre: L&PM, 2000. . . . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 76 Revisão: 01 Vigência de: 3/3/2010 a: 24/set/10 77 DISCIPLINA: ARTE LITERÁRIA CÓDIGO: 0668 PERÍODO: 2º Semestre CARGA HORÁRIA: 80 OBJETIVOS: Conscientizar o aluno a considerar o estudo do fenômeno literário como alicerce de sua formação enquanto profissional de letras. EMENTA: Introdução à Teoria Literária. Conceitos de "Literatura". Arte - Conceitos Teóricas. Arte e Sociedade. Natureza do Fenômeno Literário. Intertextualidade: Conceitos Teóricos - Paráfrase e Paródia. METODOLOGIA: Aulas expositivas. Estudos dirigidos. Leitura e discussão de peças teatrais. Seminários. Debates. Rodas de leitura. RECURSOS DIDÁTICOS: Vídeos, quadro de giz, retroprojetor. AVALIAÇÃO: Primeira Avaliação - trabalho em grupo (50%) e seminário (50%); Segunda Avaliação - prova individual sobre os conteúdos dados. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AMORA, Antônio Soares. Introdução a teoria da literatura. 13 ed. São Paulo: Cultrix, 2006. EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. 6ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2006. SAMUEL, Rogel (org.). Introdução à Teoria Literária. 3ª ed. Petrópolis: Vozes, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SOARES, Angélica. Gêneros Literários. 7ª ed. São Paulo: Ática, 2007. SOUZA, Roberto Acízelo. Teoria da literatura. 10ª ed. São Paulo: Ática, 2007. . . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA SALES, Herberto. Antologia de Contos Brasileiros. Ediouro, 2006. 78 Revisão: 01 Vigência de: 1/2/2010 a: 24/set/10 79 DISCIPLINA: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO CÓDIGO: 0023 PERÍODO: 3º Semestre CARGA HORÁRIA: 80 OBJETIVOS: Aplicar princípios psicológicos à situação de ensino identificando fatores que norteiam os processos de ensino e aprendizagem; Compreender a importância da Psicologia da educação na formação do educador; Instrumentalizar teoricamente o futuro profissional da educação quanto às questões psicopedagógicas percebidas no contexto educacional; Identificar as teorias da aprendizagem e desenvolvimento e suas influências no ensino,bem como, verificar os fatores intervenientes na aprendizagem. EMENTA: Psicologia e Educação – concepções de desenvolvimento e aprendizagem e suas repercussões na Educação. Teorias do desenvolvimento: psicogenética e o desenvolvimento cognitivo; a dimensão histórico-social no desenvolvimento humano. As teorias da Aprendizagem e a construção do conhecimento; Fatores Psicológicos, relacionais e contextuais e suas implicações na aprendizagem; A Psicologia como estudo científico. A Psicologia aplicada à educação e seu papel na formação do professor. METODOLOGIA: Aulas expositivas, aulas com vídeos educacionais. Leitura de textos, atividades em grupo e individuais, debates, dinâmicas de grupo. RECURSOS DIDÁTICOS: Quadro, retro projetor, TV, DVD, computador. AVALIAÇÃO: Primeira avaliação: trabalho em grupo desenvolvido a partir da leitura de textos indicados. Segunda avaliação: prova individual e sem consulta. Prova Final: avaliação individual e sem consulta. (para os que não alcançaram media). BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOCK, Ana M. B. & FURTADO, O. Psicologias- uma introdução ao estudo da psicologia. São Paulo. Ed. Saraiva. 2009. 4ª edição. GOULART, Iris B. Psicologia da educação. Petrópolis. Vozes. 2008. 15ª edição. SANTROCK, John W. Psicologia educacional. Ed. McGrow-Hill Brasil. 2009. 3ª edição. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARROS, Celia Silva G. Pontos de psicologia escolar. São Paulo. Ática. 2002. 5ª edição. CAMPOS, Dinah m. de Souza. Psicologia da aprendizagem. Petrópolis. Vozes. 2008. 37ª edição. SALVADOR, C. Coll. Psicologia do Ensino. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA LA TAILLE, Yves. Piaget, Vygtsky, Wallon. Summus, 1992. 80 Revisão: 02 Vigência de: 1/2/2010 a: 24/set/10 81 DISCIPLINA: PRODUÇÃO TEXTUAL CÓDIGO: 0072 PERÍODO: 3º Semestre CARGA HORÁRIA: 60 OBJETIVOS: Desenvolver habilidades de produção textual em variados gêneros textuais da comunicação cotidiana; aprofundar o conhecimento da língua de padrão culto e praticar seu uso em produções de conteúdos e estilo acadêmico. EMENTA: O texto e a construção do sentido. A organização da informação no texto: conhecimento prévio e inferência. Ativação de conhecimentos implícitos no texto. Coesão e coerência. As máximas de Grice. Parágrafo e topicidade. Gêneros textuais e práticas comunicativas. Intertextualidade. Referenciação e orientação argumentativa. Cadeias referenciais e progressão textual. Progressão tema-rema. Normas gramaticais básicas para correção textual em textos de padrão culto. Leitura e produção textual. METODOLOGIA: Aulas expositivas; aulas com apresentação elaboração de resenhas de slides; exibição de filmes; elaboração de resumos e resenhas; debates em grupos; práticas de leitura, de interpretação; produção de textos. RECURSOS DIDÁTICOS: Guerra ao terror AVALIAÇÃO: Primeira avaliação: produção escrita e apresentação oral de trabalhos em grupo; avaliação individual escrita: leitura, interpretação e produção de texto. Segunda avaliação: avaliação individual escrita: leitura, interpretação e produção de texto. Prova final: avaliação individual: leitura, interpretação e produção de texto. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e escrever: estratégias de produção textual. São Paulo: Contexto, 2009. LIBERATO, Yara; FULGÊNCIO, Lúcia. É possível facilitar a leitura: um guia para escrever claro. São Paulo: Contexto, 2007. NEVES, Maria Helena de Moura. Texto e gramática. São Paulo: Contexto, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARROS, Diana Luz Pessoa de. Teoria Semiótica do texto. 4ª ed. São Paulo: Ática, 2008. BECHARA, Evanildo. O que muda com o novo Acordo Ortográfico. Rio de Janeiro: Nova Fronteira/Lucerna, 2008. KARWOOSKI, Acir Mário; GAYDECZKA, Beatriz; BRITO, Karim Siebeneicher (orgs.). Gêneros textuais: reflexões e ensino. 3ª ed. rev. Rio de Janeiro: Nova Fronteira/Lucerna, 2008. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA HERCULANO, Alexandre. Lendas e Narrativas (v. 1 e 2). Europa-América. PDF. 82 Revisão: 01 Vigência de: 1/2/2010 a: 24/set/10 83 DISCIPLINA: SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO CÓDIGO: 0446 PERÍODO: 3º Semestre CARGA HORÁRIA: 30 OBJETIVOS: Contextualizar as práticas educacionais produzidas no Brasil, evidenciando as diferentes maneiras em que se processa a educação escolarizada, enfatizando as relações entre a educação e a sociedade. Explorar as diversas abordagens do processo educacional com vistas a construir uma crítica sócio educacional consistente e significativa. Compreender, refletir sobre as variadas estruturas sociais na educação, bem como o papel de cada uma na reprodução social. Configurar uma nova racionalidade social que se reflete no campo da produção e do conhecimento da política e das práticas educativas. EMENTA: Educação e sociedade. Importância da sociologia da educação para o educador. Evolução histórico-social como fator de interferência no processo educacional. Fundamentos básicos para compreensão da vida social. Estrutura social e educação. Mudança social e educação. Abordagem do processo educacional na contemporaneidade. METODOLOGIA: Aulas expositivas, estudo de caso, seminários, pesquisa bibliográfica e filmes. RECURSOS DIDÁTICOS: Vídeos, debates em grupo, aulas de campo, biblioteca e data-show. AVALIAÇÃO: Resenhas, provas em grupo e individual, fichamentos, relatórios das aulas de campo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA TOZI, A. Sociologia da Educação. Rio de Janeiro: DP&A, 2007. TURA, Maria de Lourdes R. (org). Sociologia para educadores 2: O Debate Sociológico da Educação no Século XX e as perspectivas atuais. Rio de Janeiro: Quartet, 2005. TURA, Maria de Lourdes R. (org). Sociologia para educadores. 2ª edição. Rio de Janeiro: Quartet, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR RODRIGUES, Neidson.. Por uma nova escola: o transitório e o permanente na educação. São Paulo: Cortez, 1993. BOURDIEU, Pierre e PASSERON, Jean Claude. A reprodução elementos para uma teoria do sistema de ensino. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1987. GRAMSCI, Antônio. Os intelectuais e a organização da cultura. Rio de Janeiro: Civilização brasileira, 1979. . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 84 Revisão: 02 Vigência de: 1/1/2010 a: 24/set/10 85 DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA - TÓPICOS GERAIS CÓDIGO: 0524 PERÍODO: 3º Semestre CARGA HORÁRIA: 60 OBJETIVOS: Desenvolver condições para que o discente reconheça os diferentes níveis da estrutura da língua portuguesa e as diferentes concepções de gramática, para que esteja apto a reconhecer e usar a linguagem nos seus diversos usos. EMENTA: Estudo comparativo das gramáticas, suas especificidades e suas divisões. A língua portuguesa no Brasil. A linguagem humana: suas funções. Gêneros textuais e modos de organização do discurso. Técnicas de expressão escrita. METODOLOGIA: Aulas expositivas, leitura e discussão de artigos recentes, debates sobre o conteúdo do(s) livro(s) texto, exercícios práticos e trabalhos em grupo. RECURSOS DIDÁTICOS: Quadro branco, recursos multimídia, retroprojetor, material impresso. AVALIAÇÃO: Na 1ª avaliação, a nota será obtida através de atividades em grupo, seminários com participações individuais; Na2ª avaliação, a nota será obtida através de teste/prova individual dissertativa de conhecimentos e absorção dos conteúdos apresentados até a data da avaliação, priorizando-se questões discursivas; Na 3ª avaliação, esta aplicada apenas para aqueles que não obtiverem a média 6,0 (seis) nas duas primeiras, a nota será obtida através de teste de conhecimentos e absorção do conteúdo apresentado até a data da prova. Participação . BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABREU, Antonio Suarez. Curso de redação. São Paulo: 2006. FIORIN, José Luiz & SAVIOLI, F. Platão. Para entender o texto; leitura e redação. 17 ed. São Paulo: Ática, 2007 TRAVAGLIA, Luiz Carlos.. Gramática – ensino plural. 3 ed. São Paulo: Cortez, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BECHARA, Evanildo.. Moderna gramática portuguesa. . Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009. BOAVENTURA, Edivaldo. Como ordenar as idéias. São Paulo: ática, 2005. DIONÏSIO, Angela Paiva, MACHADO, Anna Rachel e BEZERRA, Maria Auxiliadora. (ogs.). Gêneros textuais & ensino. Rio de BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 86 Revisão: 01 Vigência de: 1/2/2010 a: 24/set/10 87 DISCIPLINA: LÍNGUA INGLESA - SINTAXE CÓDIGO: 0550 PERÍODO: 3º Semestre CARGA HORÁRIA: 60 OBJETIVOS: Reconhecer e usar os verbos modais da língua inglesa; Reconhecer e usar os “phrasal verbs” e os verbos com preposição; Reconhcer e usar as orações com verbos “non finite” (-ing, -ed e infinitivos); Desenvolver e reflexões didático-pedagógicos sobre o ensino dos verbos modais, dos verbos com preposição e “phrasal verbs” e das orações com verbos “non finite”, enfocando dificuldade especiais e/ou particulares dos falantes de português. EMENTA: Estudo dos verbos modais da língua inglesa; Diferença entre “phrasal verbs” e verbos com preposição; Orações com verbos “non finite” (-ing, -ed e infinitivos). METODOLOGIA: Aulas expositivas; Pesquisa individual e em grupo; Estudo dirigido. RECURSOS DIDÁTICOS: Kit multimídia, TV, DVD player, CD player, amplificador de som com cabo para MP3 player, retroprojetor. AVALIAÇÃO: Produção própria contínua (individual e em grupo); Prova. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARTER, Ronald & McCARTHY, Michael. Cambridge Grammar of English – A comprehensive guide. Spoken and Written English Grammar and Usage. Cambridge: CUP, 2006. COWAN, Ron. The Teacher’s Grammar of English: a course book and reference guide. New York: CUP, 2008. FOLEY, Mark & HALL, Diane. Advanced Learners’ Grammar – a self-stydy reference and practice book with answers. London: Longman, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALEXANDER, L. G.. Longman English Grammar Practice. London: Longman, 1998. BLAND, Susan Kesner. Intermediate grammar. Vol. B. Oxford: OUP, 2000. MURPHY, Raymond. English Grammar in Use. Cambridge: CULP, 2004. SWAN, Michael & WALTER, Catherine. How English Works – a grammar practice book with answers. Oxford: Oxford University Press (OUP), 1997. . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 88 Revisão: 01 Vigência de: 1/1/2010 a: 24/set/10 89 DISCIPLINA: LÍNGUA ESPANHOLA - MORFOLOGIA CÓDIGO: 0603 PERÍODO: 3º Semestre CARGA HORÁRIA: 60 OBJETIVOS: Saber adequar-se às diferentes situações de uso da língua. Praticar a produção oral e escrita e expressar-se no padrão culto, oralmente e por escrito, usando diferentes tipos e gêneros textuais. Identificar, analisar e utilizar as diversas estruturas morfológicas do espanhol, tendo em vista o aprimoramento do uso do idioma. EMENTA: Estudo do idioma espanhol; abordagem dos aspectos morfológicos do castelhano; identificação e análise dos elementos constitutivos da estrutura das palavras, dos processos de formação de palavras, dos tempos verbais no futuro, dos pronomes pessoais, dos possessivos, dos demonstrativos, dos indefinidos e exclamativos; estudo e aplicação da colocação pronominal; retrato significativo do universo lingüístico hispânico. METODOLOGIA: Aulas expositivas; práticas discursivas orais e escritas; debates; discussão de artigos recentes; análise de diversos gêneros textuais; exercícios práticos; criação textual coletiva. RECURSOS DIDÁTICOS: Quadro branco; recurso multimídia; retroprojetor; material impresso; músicas do universo hispânico; filmes do universo hispânico. AVALIAÇÃO: Prova escrita; provas oral; seminário; produção de texto; criação textual coletiva; ditado. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALARCOS LLORACH, Emílio. Gramática de La lengua Española. Real Academia Española – Colección Nebrilla y Bello. Madrid: Espasa Calpe, 2007. BRUNO, Fátima Cabral e Maria A. Mensonza. “Hacia el Español”: curso de lengua y cultura hispânica. Nível básico. Saraiva. São Paulo, 2004. FANJUL, Adrían. (org.). Gramática y práctica de español para brasileños: com respuestas. Santillana. São Paulo, 2005. BARALO, Marta, 2004. Psicolingüística y gramática, aplicadas a la enseñanza de español / LE. Red ELE Revista Electónica de didáctica / español lengua extranjera Número 0. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HORMOSO, Gonzáles A. J. R. Cuenot, M. Spachez Alfaro. Gramática de español lengua extranjera. Madrid: Edelsa, 1994. HORMOSO, Gonzáles A. Conjugar es fácil en español de España y de América. Madrid: Edelsa, 2007. 2ª ed. MAYRAL, Ricardo. 2004. “La lingüística de corpus” em Recursos tecnológicos em la práctica traductológica. Madrid: UNED. MILANI, Maria Esther. Gramática de Espanhol para brasileiros. Saraiva. São Paulo, 2004. VRANIC, Gordana. Hablar por los codos: fraswes para um español cotidiano. Edelsa Grupo Didascalia. Madrid, 2005. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 90 Revisão: 01 Vigência de: 1/2/2010 a: 24/set/10 91 DISCIPLINA: CULTURA LITERÁRIA ANGLO - AMERICANA CÓDIGO: 0620 PERÍODO: 3º Semestre CARGA HORÁRIA: 80 OBJETIVOS: Capacitar o aluno a desenvolver uma visão crítica sobre o surgimento e expansão da língua inglesa e da cultura literária anglo-americana, a partir de seus diferentes períodos históricos-literários. Fornecer subsídios que levem o aluno a articular as informações culturais, linguísticas e literárias dos períodos iniciais da cultura literária angloamericana. EMENTA: A presença da língua inglesa no mundo atual. O surgimento da língua e da cultura inglesas: formação da GrãBretanha. Os primeiros períodos literários: o Período Anglo-Saxônico, o Período Anglo-Normando e o Período Médio. A expansão britânica e as colonizações. Contextualização histórica do formação dos Estados Unidos da América,. METODOLOGIA: Aulas expositivas; estimulando a participação dos alunos. Leitura e discussão de textos teóricos. Apresentação de vídeos. RECURSOS DIDÁTICOS: Retroprojetor, Vídeos(documentários sobre períodos históricos; Filmes ligados ao ciclo arthuriano-rei Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda). AVALIAÇÃO: Produção de resumos e fichamentos sobre os textos teóricos. Trabalhos escritos em grupo. Provas discursivas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BORGES, J. L. Curso de Literatura Inglesa. Companhia das Letras: São Paulo, 2007. SILVA, A. M. Literatura Inglesa para brasileiros. Ciência Moderna: Rio de Janeiro, 2006. SAUNDERS, C. J. A Concise Companion to Chaucer.John Wiley Profession:San Francisco, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MALCOM, A. Palgrave Literary Dictionary of Chaucer.Palgrave USA:New York, 2009. MEHL,D.English Literature in the Age of Chaucer.Transatlantic Publications:Philadelphia, 2005. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA TROYES, Chretien. Romances da távola redonda. Martins Fontes, 1998. 92 Revisão: 01 Vigência de: 3/3/2010 a: 24/set/10 93 DISCIPLINA: LINGÜÍSTICA - FONÉTICA E FONOLOGIA CÓDIGO: 0621 PERÍODO: 3º Semestre CARGA HORÁRIA: 30 OBJETIVOS: Levar o discente do curso de Letras a conhecer os princípios teórico-práticos dos sistemas fonético e fonológico da língua portuguesa para que esteja apto a aplicá-los ao processo ensino-aprendizagem. EMENTA: Fonética e Fonologia. Os princípios que norteiam a Fonética. Os princípios que norteiam a Fonologia. Aparelho fonador. Classificação dos fonemas consonantais e vocálicos. Sistemas de transcrição fonética. Unidades segmentais e suprassegmentais. Fonemas e alofones. Traços distintivos. Processos fonológicos. Análise fonológica. METODOLOGIA: Aulas expositivas com a participação dos alunos, exercícios práticos de análise lingüística a partir da teoria apresentada em sala de aula, leitura e discussão da bibliografia sugerida; prática de transcrição e análise fonéticas e fonológicas do português, seminários e debates. RECURSOS DIDÁTICOS: Vídeo, quadro, material de consulta (livros, apostilas, sites da internet), aparelho de DVD, retroprojetor e datashow. AVALIAÇÃO: A avaliação do desempenho do aluno, a fim de verificar seu crescimento, será feita por intermédio da realização de exercícios, atividades em grupos (prova, seminário, exercícios e pesquisa de campo), provas individuais, freqüência, fichamentos, e uma prova de recuperação para aqueles alunos que não tenham alcançado a nota mínima de aprovação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BISOL, Leda. (org.). Introdução a estudos de fonologia do português brasileiro. 4º ed. Ver. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2005. CALLOU, Dinah & LEITE, Yonne. Iniciação à fonética e à fonologia. 11 ed. Rio de Janeiro: Zahar,2005. SILVA, Thaïs Cristófaro. Fonética e fonologia do português – roteiro de estudos e guia de exercícios. 4ª Ed.São Paulo: Contexto, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAGLIARI, Luiz Carlos. Análise fonológica – introdução à teoria e à prática. Campinas: Mercado de Letras,2002. CRYSTAL, David. Dicionário de lingüística e fonética. Rio de Janeiro: Zahar,2000.. SILVEIRA, Célia Pagliuchi da . Uma pronúncia do português brasileiro. São Paulo: Cortez,2008 BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 94 Revisão: 01 Vigência de: 1/1/2010 a: 24/set/10 95 DISCIPLINA: GÊNEROS DA LITERATURA CÓDIGO: 0622 PERÍODO: 3º Semestre CARGA HORÁRIA: 30 OBJETIVOS: Conscientizar o aluno a considerar o estudo do fenômeno literário como alicerce de sua formação enquanto profissional de letras. EMENTA: Gêneros Literários: a Lírica, a Narrativa (épica, contos, novela, romance e crônica) e o Drama.Crítica Literária: Teorias e Evolução (principais escolas de Crítica Literária). METODOLOGIA: Aulas expositivas. Estudos dirigidos. Seminários. Debates. Rodas de leitura. RECURSOS DIDÁTICOS: Vídeos, quadro , retroprojetor, material de consulta (livros, apostilas, internet). AVALIAÇÃO: Provas escritas e seminários. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AMORA, Antônio Soares.. Introdução à teoria da literatura. 13 ed. São Paulo: Cultrix, 2006. SAMUEL, Rogel (org.). Novo manual de teoria da literatura. 3 ed. Petrópolis: Vozes, 2005 SOARES, Angélica. Gêneros literários. 7 ed. São Paulo: Ática, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR EAGLETON, Terry. Teoria da Literatura: uma introdução. 6 ed. São Paulo: Marins Fontes, 2006. MARTINS, Maria Helena ( org. ) Rumos da crítica. São Paulo: SENAC e Itaú Cultural, 2007. SOUZA, Roberto. Teoria da Literatura 10 ed. São Paulo: Ática, 2007. . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 96 Revisão: 01 Vigência de: 1/1/2010 a: 24/set/10 97 DISCIPLINA: CULTURA LITERÁRIA ESPANHOLA E HISPANO - AMERICANA CÓDIGO: 0628 PERÍODO: 3º Semestre CARGA HORÁRIA: 80 OBJETIVOS: Permitir aos alunos uma visão geral da literatura espanhola e hispano-americana, como importantes vetores culturais. EMENTA: Pequeno histórico das principais características da nação espanhola. Principais características da identidade espanhola. Formação da nacionalidade espanhola: aspectos históricos. Apresentação dos aspectos gerais da nação hispano-americana. METODOLOGIA: Aulas expositivas, mobilizando a participação da turma, debates, atividades em grupo. Estudo de caso. Pesquisa bibliográfica. RECURSOS DIDÁTICOS: Jogos interativos. Filmes sobre a realidade Hispânica. Músicas. Textos específicos. AVALIAÇÃO: Trabalhos em grupos, atividades individuais e provas. Seminários. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LORENZO, Rocio Barros. Curso de Literatura – Edelsa, 2006. CERVANTES, Miguel de. Dom Quixote. Editora Planeta, 2009. CISNEROS, Consuelo Jimenez. El sueño de Cristóbal, 2008. QUESADA, Sebastian. Historia Del arte de Espanha e Hispanoamericana – Edelsa, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR VILLANUEVA, Clara. Aires de fiesta latina. Difusión, 2007. CASTRO, Guillén de. Cantar de Mio Cid / Anônimo. Editora Cofás, 2007. ROJAS, Fernando de . La Celestina. Editora Cofás, 2007. . . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA CERVANTES, Miguel de. Don Quijote de la Mancha. Real Acadêmia Española, 2004. 98 Revisão: 01 Vigência de: 1/2/2010 a: 24/set/10 99 DISCIPLINA: LITERATURA BRASILEIRA - POESIA CÓDIGO: 0633 PERÍODO: 3º Semestre CARGA HORÁRIA: 80 OBJETIVOS: Estabelecer critérios que levem o aluno a reconhecer, nos textos poéticos brasileiros, os elementos que caracterizam os estilos em questão, bem como desenvolver a visão crítica de cada movimento enquanto criação estética integrada no contexto sócio-cultural brasileiro. Proporcionar uma leitura crítica da prosa literária realizada no Brasil colônia. EMENTA: A produção poética no Brasil: do século XVII ao XIX. Barroco , Arcadismo e Romantismo. As gerações românticas. Estudo das condições histórico-culturais e dos pressupostos estéticos dos estilos em questão. Principais autores e obras do período. METODOLOGIA: Aulas expositivas,estimulando a participação dos alunos, exercícios de leitura e análise de textos poéticos, pesquisa relativas ao poeta e ao estilo; seminários e trabalhos escritos. RECURSOS DIDÁTICOS: Sala de aula , quadro, retroprojetor,computador, datashow, vídeos, internet. AVALIAÇÃO: Provas escritas, seminários, participação do aluno ao longo do curso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. 44ª Ed. São Paulo: Cultrix, 2007. CÃNDIDO, Antonio & CASTELLO, José Aderaldo. Presença da Literatura Brasileira: das origens ao Realismo. História e antologia. 12ª. Rio de Janeiro: Bertand Brasil, 2005 MOISÉS, Massaud. A criação literária: poesia. 18ª Ed. São Paulo: Cultrix, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR D’ONÓFRIO, Salvatore. Literatura ocidental – autores e obras fundamentais. 2ª Ed. São Paulo: Ática, 2000. GUINSBURB, J. (org).. O Romantismo. São Paulo; Perspectiva, 1995. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA MEIRELES, Cecília. Romanceiro da Inconfidência. Nova Fronteira, 2005. 100 Revisão: 01 Vigência de: 1/1/2010 a: 24/set/10 101 DISCIPLINA: DIDÁTICA GERAL CÓDIGO: 0234 PERÍODO: 4º Semestre CARGA HORÁRIA: 80 OBJETIVOS: Compreender a escola e seu papel mediador. Perceber a importância da didática na formação do educador. Entender os processos de ensino e aprendizagem na busca de respostas criativas à problemas da realidade. Conhecer as teorias educacionais e práxis pedagógica. Perceber a função do planejamento de ensino como um fim social e político. Compreender a pedagogia dos projetos e seu significado nas experiências escolares. EMENTA: A inter-relação entre educação, didática e a sociedade; a escola e seu papel mediador no seio da prática social. Teorias educacionais e práxis educativa; a construção da identidade na prática escolar. A construção do projeto pedagógico escolar. METODOLOGIA: Aulas expositivas; debates; leituras, dinâmicas; mesas –redondas; oficinas e roda de criação. RECURSOS DIDÁTICOS: Vídeos; retroprojetor; materiais paradidáticos. AVALIAÇÃO: Provas. Trabalhos individuais e em grupo. Pesquisas, portifólio e auto-avaliação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CANDAU, Vera Maria (Org)- Magistério: Construção cotidiana. Petrópolis: Vozes, 2006. LIBANEO, José Carlos. Didática – São Paulo: Cortez, 2007. LIBANEO, José Carlos . Adeus professor, adeus professora? Novas exigências educacionais e profissão docente. São Paulo, Cortez: 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CANDAU, Vera Maria (Org). Reinventar a Escola. Petrópolis:Vozes.2007. GADOTTI, Moacir. Histórias das idéias pedagógicas. São Paulo: Ática, 2003. VEIGA, Ilma P. A. Técnicas de Ensino: Por que não? Campinas: Papirus, 2007. TORRES, Rosa M. O que (e como) é necessário ensinar. Campinas: Papirus, 2009. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA LIBANEO, José Carlos. Adeus professor, adeus professora. São Paulo: Cortez, 2007. 102 Revisão: 02 Vigência de: 1/2/2010 a: 24/set/10 103 DISCIPLINA: INFORMÁTICA EDUCATIVA CÓDIGO: 0449 PERÍODO: 4º Semestre CARGA HORÁRIA: 30 OBJETIVOS: Refletir criticamente sobre os paradigmas das novas tecnologias a partir de sua aplicabilidade na educação, tendo em conta a perspectiva histórica e cultural e suas implicações práticas; Habilitar os profissionais da educação ao uso das Tecnologias necessárias à fomentação de projetos educacionais. Formar professores e alunos mais criativos e autônomos em seus processos de aprendizagem. Pensar o uso dos recursos midiáticos em sala de aula: mídia, multimídia e hipermídia. EMENTA: Noções de tecnologia; suas dimensões e sua contextualização histórico-social; As Tecnologias de inteligência; Novas tecnologias de informação e comunicação: informação X conhecimento; Evolução das TICs: Mídia, Multimídia e Hipermídia; Tecnologia e Mediação Pedagógica; Novas Tecnologias: e as mudanças de paradigma na Educação. O fazer pedagógico do Séc. XXI: os recursos da informática à educação; Internet (correio eletrônico; ferramentas de busca; comunidades virtuais; blogs); Novos ambientes de aprendizagem: ambientes virtuais de aprendizagem; EAD: Educação à Distância ou Educação Online. METODOLOGIA: Aulas presenciais e à distância; leitura de textos, debates presenciais e online (fórum); desenvolvimento de projetos com tecnologia; participação em comunidades virtuais. RECURSOS DIDÁTICOS: Retro-projetor, laboratório de informática, sala de vídeo, auditório, projetor multimídia. AVALIAÇÃO: Avaliações objetiva de conhecimento (individual), trabalho de pesquisa, apresentação de trabalhos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA OLIVEIRA, Ramon de. Informática Educativa. 7ª ed. Rio de Janeiro: Papirus, 2009. Coleção Magistério, Formação e Trabalho Pedagógico. MORAN, Jose Manuel; MASETTO, Marcos T. Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica. 16ª ed. Papirus, 2009. SILVA, M. (org) Educação Online. São Paulo:Editora Loyola, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PALLOFF, R.M. & PRATT,K. Constuindo Comunidades de Aprendizagem no Ciberespaço: estratégias eficientes para salas de aula on-line. Porto Alegre: Artmed, 2002. SILVA, M. Sala de aula Interativa. Rio de Janeiro: Quartet, 2001. HEIDE, A. & SITLBORNE, L. Guia do Professor para Internet: Completo e fácil. Porto Alegre: Artmed, 2000. . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 104 Revisão: 02 Vigência de: 3/3/2010 a: 24/set/10 105 DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA - MORFOLOGIA CÓDIGO: 0526 PERÍODO: 4º Semestre CARGA HORÁRIA: 60 OBJETIVOS: Decodificar as estruturas morfossintáticas da língua portuguesa, formas e funções das classes gramaticais. Reconhecer e compreender os mecanismos de organização paradigmática e sintagmática do português, suas características combinatórias e constituição e expressão de categoriais gramaticais. EMENTA: Morfologia sincrônica do português. Elementos mórficos. Mecanismos flexionais e derivacionais do português: perspectiva morfofonêmica. Estudo do léxico, das espécies de vocábulos, características combinatórias e sua constituição. As categoriais gramaticais. Processos de formação de palavras. O vocábulo, sua classe. Critérios mórfico, sintático e semântico. METODOLOGIA: Aulas expositivas; leitura e discussão de artigos recentes, debates sobre o conteúdo do(s) livro(s), texto, exercícios práticos e trabalhos em grupo. RECURSOS DIDÁTICOS: Quadro negro e/ou branco; recursos multimídia, retroprojetor;textos , MATERIAL IMPRESSO. AVALIAÇÃO: Atividades em grupo, seminários e provas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BASÍLIO, Margarida. Formação e classe de palavras no português do Brasil. São Paulo: Contexto, 2004. CÂMARA JR. Joaquim Mattoso. Estrutura da língua portuguesa. 29. Ed. Vozes, Petrópolis: 2008 KHEDI, Valter. Morfemas do português. São Paulo: Ática, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BASÍLIO, Margarida. Teoria lexical. . São Paulo: Ática, 2007. BASÍLIO, Margarida. Formação e classes de palavras no português do Brasil. São Paulo: Contexto, 2004. SOUZA-E-SILVA, Maria Cecília & Koch, Ingedore Villaça. Linguística aplicada ao português: morfologia. São Paulo: Cortez, 2007. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 106 Revisão: 01 Vigência de: 1/1/2010 a: 24/set/10 107 DISCIPLINA: LÍNGUA ESPANHOLA - SINTAXE CÓDIGO: 0530 PERÍODO: 4º Semestre CARGA HORÁRIA: 60 OBJETIVOS: Propiciar elementos capazes de desenvolver as habilidades lingüísticas em língua espanhola, estabelecendo uma visão geral da cultura hispânica e de suas relações com o mundo. EMENTA: Estudo do idioma espanhol; compreensão leitora; abordagem dos aspectos estruturais do castelhano; ênfase na sintaxe e na semântica; retrato significativo do universo lingüístico hispânico. METODOLOGIA: Exposição Oral. Leitura e criação de diálogos sobre diversas situações lingüísticas. Análise de filmes e músicas. Estudo comparativo das estruturas lingüísticas do Português e do espanhol. Leitura de textos de diversas modalidades comunicativas (Teatro, Poemas etc.). Criação de Jornais. RECURSOS DIDÁTICOS: Jogos interativos. Fitas com programas de televisão da Espanha e da América Latina. Transparências. Filmes sobre a realidade Hispânica. Músicas. Textos literários e não literários. Laboratório de idiomas. AVALIAÇÃO: Provas escritas. Provas orais. Ditados. Debates. Análise e resenha sobre diversos textos do universo lingüístico hispânico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BELHASSEN, Thierry. 3500 Palavras em Espanhol. Disal Editora, 2007. BLASCO, Cecília. Fale tudo em Espanhol. Disal Editora, 2008. FANJUL, Adrían. Gramática de Español. Paso a Paso. Espanha: Santillana, 2005. VÍCTOR, Barrionuevo. Nuevo Diccionario Contemporâneo. Editora Nacional, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FERNÁNDEZ, Gretel. Expresiones Idiomáticas: usos y valores. Editora àtica, 2004. SABINO, Walmir. Listo / Español a através de textos. Santillana, 2005. VRANIC, Gordana. Hablar por los codos. Edelsa, 2008. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 108 Revisão: 01 Vigência de: 3/3/2010 a: 24/set/10 109 DISCIPLINA: LÍNGUA INGLESA - O PERÍODO COMPOSTO CÓDIGO: 0551 PERÍODO: 4º Semestre CARGA HORÁRIA: 60 OBJETIVOS: Reconhecer e usar os elementos que compõem o sistema sintático do período composto em inglês; Analisar o uso discursivo do período composto por coordenação e/ou subordinação; Desenvolvimento de reflexões didáticopedagógica sobre o ensino do período composto, enfocando dificuldades especiais e/ou particulares dos falantes de português. EMENTA: Orações coordenadas e conjunções coordenativas; Orações subordinadas (nominais, adjetivas e adverbiais – ênfase nas condicionais) e conjunções subordinativas. METODOLOGIA: Aulas expositivas; Pesquisa individual e em grupo; Estudo dirigido. RECURSOS DIDÁTICOS: Kit multimídia, TV, DVD player, CD player, amplificador de som com cabo para MP3 player, retroprojetor. AVALIAÇÃO: Produção própria contínua (individual e em grupo); Prova. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARTER, Ronald & McCARTHY, Michael. Cambridge Grammar of English – A comprehensive guide. Spoken and Written English Grammar and Usage. Cambridge: CUP, 2006. COWAN, Ron. The Teacher’s Grammar of English: a course book and reference guide. New York: CUP, 2008. PARROT, Martin. Grammar to English Language Teachers. Cambridge: CUP, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALEXANDER, L. G.. Longman English Grammar Practice. London: Longman, 1998. FOLEY, Mark & HALL, Diane. Advanced Learners’ Grammar – a self-stydy reference and practice book with answers. London: Longman, 2003. QUIRK, Randolph. A University Grammar of English. Longman: London, 1987. SWAN, Michael & WALTER, Catherine. How English Works – a grammar practice book with answers. Oxford: Oxford University Press (OUP), 1997. . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 110 Revisão: 01 Vigência de: 1/1/2010 a: 24/set/10 111 DISCIPLINA: LITERATURA INGLESA - POESIA E DRAMA CÓDIGO: 0623 PERÍODO: 4º Semestre CARGA HORÁRIA: 30 OBJETIVOS: Fornecer subsídios ao aluno para que possa relacionar o contexto histórico e cultural do Renascimento à produção literária da época. Levar o aluno a apreender criticamente a obra de William Shakespeare, a partir de uma interpretação mediada por crítica e teorias literárias, que também permitam que ele perceba a importância do desenvolvimento do teatro inglês no séc. XV como facilitador para sua consolidação no séc. XVI. EMENTA: A literatura inglesa no séc. XV com ênfase para o surgimento do teatro elisabetano. O séc. XVI e o Renascimento na Inglaterra. Visão geral dos principais gêneros literários durante o período elisabetano, com destaque para a poesia e o drama. O maior expoente da língua inglesa: William Shakespeare – poesia e drama. METODOLOGIA: Aulas expositivas estimulando a participação dos alunos. Leitura e discussão de sonetos e peças. Apresentação de vídeos. Apresentação de seminários sobre as peças de Shakespeare e o autor na mídia atual. RECURSOS DIDÁTICOS: Data-show. Vídeos (filmes baseados em obras literárias). AVALIAÇÃO: Trabalhos escritos. Seminários em grupo. Provas discursivas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BORGES, J. L. Curso de Literatura Inglesa. Companhia das Letras: São Paulo, 2007. SILVIA, A. M. Literatura Inglesa para brasileiros. Ciência Moderna: Rio de Janeiro, 2006. SCHWYZER, P. Archaeologies of English Renaissance Literature. Oxford: Oxford, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MOURA, V. G. Os sonetos completos – William Shakespeare. São Paulo: Landmark, 2005. SPURGEON, C. F. E. A imagística de Shakespeare e o que ela nos revela Trad. Barbara Heliodora. São Paulo: Martins Fontes, 2006. SHAKESPEARE, William. The Complete Works of William Shakespeare. Pan McMilanMelbourne, 2007. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 112 Revisão: 01 Vigência de: 1/2/2010 a: 24/set/10 113 DISCIPLINA: LINGÜÍSTICA - SINTAXE CÓDIGO: 0624 PERÍODO: 4º Semestre CARGA HORÁRIA: 30 OBJETIVOS: Levar o discente do curso de Letras a conhecer os princípios teórico-práticos do sistema morfossintático do português para que esteja apto a aplicá-los ao processo ensino-aprendizagem. EMENTA: Aquisição da linguagem. O gerativismo e suas contribuições. A morfossintaxe do português. Gramática e léxico. Categorias gramaticais. Estrutura de constituintes. Ambigüidades estruturais. Predicados e argumentos. METODOLOGIA: Aulas expositivas com a participação dos alunos, exercícios práticos de análise lingüística a partir da teoria apresentada em sala de aula, leitura e discussão da bibliografia sugerida; seminários e debates. RECURSOS DIDÁTICOS: Vídeo, quadro, material de consulta (livros, apostilas, sites da internet), aparelho de dvd, retroprojetor e datashow. AVALIAÇÃO: A avaliação do desempenho do aluno, a fim de verificar seu crescimento, será feita por intermédio da realização de exercícios, atividades em grupos (prova, seminário, exercícios e pesquisa de campo), provas individuais, freqüência, fichamentos, e uma prova de recuperação para aqueles alunos que não tenham alcançado a nota mínima de aprovação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FIORIN, José Luiz (Org.). Introdução à lingüística. Princípios de análise. 6ª edição. São Paulo: Contexto, 2010. Vol. I e II. MUSSALIM, Fernanda & BENTES, Anna Christina (org.). Introdução à lingüística – domínios e fronteiras. São Paulo: Cortez, 2007. Vol. I e II. SILVA, M. Cecília P. de Souza e & KOCH, Ingedore Villaça. 12ª ed. Lingüística aplicada ao português: sintaxe. 2ª ed. São Paulo, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PERINI, Mário A. Para uma nova gramática do português. São Paulo: Ática, 2007. PERINI, M. A. Gramática descritiva do português. São Paulo: Ática, 2007. MOURA Neves, Maria Helena de. 2ª ed. Gramática de usos do português. São Paulo: UNESP, 2003. . . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 114 Revisão: 01 Vigência de: 3/3/2010 a: 24/set/10 115 DISCIPLINA: CULTURA LITERÁRIA PORTUGUESA CÓDIGO: 0625 PERÍODO: 4º Semestre CARGA HORÁRIA: 80 OBJETIVOS: Compreender as relações entre os aspectos étnicos, geográficos e históricos portugueses; Conhecer as dinastias portuguesas e seus principais feitos; Compreender os fatos que contribuíram para a formação da nacionalidade portuguesa; Reconhecer a transformação do fato em mito; Analisar as releituras literárias de determinados episódios históricos mitificados; Compreender os momentos de maior e menor expressividade dos mitos; Perceber as relações entre Portugal e os demais reinos/países subjacentes às obras literárias em questão. EMENTA: Pequeno histórico das principais características da nação portuguesa. A formação de Portugal: aspectos míticos. O amor para além da morte: Pedro I e Inês de Castro. O regresso do Rei: o Sebastianismo. Definição da “alma portuguesa”: principais características da identidade lusa. Os eixos temáticos da Literatura Portuguesa. METODOLOGIA: Breves introduções teóricas; apresentações orais de textos; debate e discussão crítica; registros escritos do trabalho realizado; recensões críticas de leituras feitas. RECURSOS DIDÁTICOS: Transparências, projeção de filmes. AVALIAÇÃO: Provas dissertativas, trabalhos individuais, trabalhos em grupo, pesquisas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BUENO, Aparecida de Fátima et alli. Literatura portuguesa: história, memórias e perspectivas. São Paulo: Alameda, 2007. MOISÉS, Massaud. A literatura portuguesa através de textos. 30ª ed. São Paulo: Cultrix, 2006. SARAIVA, José Hermano. História concisa de Portugal. 23a ed. Lisboa: Europa-América, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABDALA JR., Benjamim e PASCHOALIN, Maria Aparecida. História Social da Literatura Portuguesa. São Paulo: Ática, 1994. CENTENO, Yvette Kace (coord.). Portugal: mitos revisitados. Lisboa: Salamandra, 1993. SARAIVA, António José. História da Literatura Portuguesa. 10a ed. Lisboa: Europa-América, 1970. LOURENÇO, Eduardo. O labirinto da saudade. 4a ed. Lisboa: Dom Quixote: 1991. . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA HERCULANO, Alexandre. Lendas e Narrativas (v. 1 e 2). Europa-América. PDF. 116 Revisão: 01 Vigência de: 2/2/2010 a: 24/set/10 117 DISCIPLINA: LINGÜÍTICA APLICADA AO ENSINO CÓDIGO: 0627 PERÍODO: 4º Semestre CARGA HORÁRIA: 30 OBJETIVOS: Leva o discente a adquirir embasamentos lingüísticos teórico-práticos para que esteja apto a aplicá-los no processo de ensino-aprendizagem da produção e da compreensão textual da língua portuguesa em seus diferentes códigos. EMENTA: Contribuições da Lingüística e/ou Sociolingüística aplicadas ao ensino de línguas. Lingüística Textual e ensino. Contribuições da Pragmática e da Análise do Discurso para o ensino de línguas. Considerações sobre os livros didáticos e paradidáticos em sala de aula. Ensino de gramática: novas perspectivas. METODOLOGIA: Aulas expositivas, mobilizando a participação do aluno; exercícios, leitura e discussão da bibliografia sugerida, seminários e debates. RECURSOS DIDÁTICOS: Quadro, Vídeos, materiais de consulta (livros, revistas, sites e apostilas), datashow, retroprojetor. AVALIAÇÃO: Atividades em grupo, frequência, seminários, provas individuais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANTUNES, Irandé. Lutar com palavras. São Paulo: Parábola, 2005. FAVERO , Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. 9 ed. São Paulo: ática, 2000. LAJOLO, Marisa e ZILBERMAN, Regina. Da tabulas da lei à tela do computador – a leitura em seus discursos. 1 ed. São Paulo: Ática , 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LARA, Gláucia Muniz Proença (org.) Linguagem, texto e discurso – entre a prática e a reflexão e a prática. Rio de Janeiro: Lucerna, MG:FALE/UFMG, 2006. vol. 1. MATTE, Asna Cristina Fricke (org.). Linguagem, texto e discurso - entre a prática e a reflexão e a prática. Rio de Janeiro: Lucerna, MG: FALE/UFMG, 2006. vol. 2. VIEIRA, Sílvia Rodrigues e Brandão, Sílvia Figueiredo (orgs.) ensino de gramática - descrição e uso. São Paulo: Contexto, 2007. . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 118 Revisão: 01 Vigência de: 1/1/2010 a: 24/set/10 119 DISCIPLINA: LITERATURA ESPANHOLA - DA IDADE MÉDIA AO BARROCO CÓDIGO: 0629 PERÍODO: 4º Semestre CARGA HORÁRIA: 30 OBJETIVOS: Caracterizar a literatura espanhola desde seus primórdios até o século XVII analisar suas obras mais expressivas. EMENTA: Idade Média, Renascimento e Barroco. METODOLOGIA: Aulas expositivas; atividades de leitura; estudo comparativo de obras de diversos autores. RECURSOS DIDÁTICOS: Diálogos e músicas em língua espanhola; transparências, filmes sobre a realidade hispânica; laboratórios de idiomas; textos literários e não-literários. AVALIAÇÃO: Provas escritas e orais; análise de textos; trabalhos orais e escritos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FERNÁNDEZ, David. LITECARD 1: Síntesis de la literatura española hasta el siglo XVIII. Barcelona: Castellnou Edicions, 2006. MAINER, José-Carlos; NAVARRO, Rosa & ALVAR, Carlos. Breve historia de la literatura española. Madrid: Alianza Editorial, 2002. REY HAZAS, Antonio & MARÍN, Juan Maria. Antología de la literatura española hasta el siglo XIX. Madrid: SGEL, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR REY, Antonio. La novela picaresca. Madrid: Araya, 1990. VV. AA. Antología de la poesía española del siglo de oro. Madrid: Espasa-Calpe, 2007. VV. AA. Teatro breve del siglo de oro. Madrid: Alianza Editorial, 2002. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 120 Revisão: 01 Vigência de: 3/3/2010 a: 24/set/10 121 DISCIPLINA: LITERATURA BRASILEIRA - PROSA CÓDIGO: 0634 PERÍODO: 4º Semestre CARGA HORÁRIA: 30 OBJETIVOS: Capacitar para analisar criticamente as obras apresentadas. Compreender o contexto histórico-literário-cultural e a produção poética rafletida/refletora desse contexto. Investigar os fundamentos filosóficos subjacentes à visão de mundo que sustenta as obras em estudo. EMENTA: A prosa brasileira no seculo XIX: Romantismo e Realismo. Aspectos naturalistas do romance. Autores e obras mais relevantes. Estudo das condições histórico-culturais e dos pressupostos estéticos dos estilos em questão. METODOLOGIA: Aulas expositivas, pesquisa dirigidas, seminários, trabalhos escritos. RECURSOS DIDÁTICOS: Sala de aula, retroprojeções e vídeos. AVALIAÇÃO: Seminários, trabalhos escritos e provas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CANDIDO, A. & CASTELLO, J. A.. Presença da literatura brasileira: história e antologia. 6 ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasi l, 2008. BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. 43ª ed. São Paulo: Cultrix, 2010. COUTINHO, Afrânio. A literatura no Brasil. Rio de Janeiro: José Olympio; Niterói: UFF, 2005. ABAURRE, Maria Luiza e PONTARA, Marcela Nogueira. Literatura Brasileira. Editora Moderna, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MOISÉS, Massaud.. História da literatura brasileira. São Paulo; Cultrix, 1985-1989. V.3/V.4. PICCHIO, Luciana Stegagno. História da Literatura Brasileira. Rio de Janeiro; Nova Aguilar, 1997. GUINSBURB, J. (org). O Romantismo. São Paulo; Perspectiva, 1993. CANDIDO, Antonio. Formação da Literatura Brasileira. Ouro Sobre Azul, 2009. . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 122 Revisão: 01 Vigência de: 3/3/2010 a: 24/set/10 123 DISCIPLINA: LITERATURA GRECO - O GÊNERO DRAMÁTICO CÓDIGO: 0635 PERÍODO: 4º Semestre CARGA HORÁRIA: 30 OBJETIVOS: Levar o aluno a considerar a relevância da cultura clássica greco-romana como referência para a literatura ocidental. Ressaltar o estreitamento da realidade material e espiritual como forma de conhecimento no mundo grego. Considerar as contribuições romanas para a cultura e a para a literatura modernas. Analisar as principais obras do teatro, da lírica e da épica greco-latinas e sua repercussão na literatura brasileira. EMENTA: Cultura clássica: Grécia e Roma. Introdução ao estudo da civilização greco-romana: artes, religião, história e filosofia.Aspectos fundamentais da formação literária greco-latina. Mito e literatura.O legado clássico. Literatura Greco-Latina: teatro - a tragédia e a comédia. METODOLOGIA: Aulas expositivas; pesquisas dirigidas; seminários; trabalhos escritos. RECURSOS DIDÁTICOS: Sala de aula; retroprojetores e vídeos. AVALIAÇÃO: Seminários; trabalhos escritos e provas BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRANDÃO,Junito de Souza. Teatro grego – tragédia e comédia. 8ª Ed. Petrópolis: Vozes, 2001. CARDOSO, Zélia de Almeida.. A literatura latina. 2 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003. TERÊNCIO. Comédias. Lisboa: faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR EURÍPEDES. Medeia. Hipólito. As troianas. 6. Ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003. PLAUTO. Comédias. Lisboa: Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, 2006. SÓFOCLES. A trilogia tebana: Édipo rei, Édipo em colono. Antígona. 10 ed. Rio de Janeiro: J orge Zahar, 2002. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 124 Revisão: 01 Vigência de: 1/1/2010 a: 24/set/10 125 DISCIPLINA: LITERATURA BRASILEIRA: MODERNISMO CÓDIGO: 0669 PERÍODO: 4º Semestre CARGA HORÁRIA: 30 OBJETIVOS: Capacitar para analisar criticamente as obras apresentadas. Compreender o contexto histórico-estético-cultural e a expressão literária modernista. Discutir as tendências mais recentes da poesia e da prosa no Brasil. EMENTA: O pré-modernismo brasileiro. O Modernismo; antecedentes e estéticas. O Modernismo no Brasil. Poesia e prosa. METODOLOGIA: Aulas expositivas; pesquisas dirigidas; seminários; trabalhos escritos. RECURSOS DIDÁTICOS: Sala de aula; datashow, vídeos, internet, retroprojeções AVALIAÇÃO: Seminários; trabalhos escritos e provas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ÁVILA, Affonso. O modernismo. São Paulo: Perspectiva, 2005. CANDIDO, Antonio. Presença da literatura brasileira: modernismo – história e antologia. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007. WATT, Ian. Mitos do individualismo moderno. Rio de Janeiro: Zahar, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BLOOM, Harold. O cânone ocidental. 4 ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 2002. D’ONÓFRIO, Salvatore. Literatura ocidental – autores e obras fundamentais. 2 ed. São Paulo: Ática, 2000. HAUSER, Arnold. História social da arte e da literatura. São Paulo: Martins Fontes, 1995. . . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 126 Revisão: 01 Vigência de: 1/1/2010 a: 24/set/10 127 DISCIPLINA: ESTÁGIO ORIENTADO I CÓDIGO: 0033 PERÍODO: 5º Semestre CARGA HORÁRIA: 200 OBJETIVOS: Aproximar teoria e prática, visando à formação do profissional crítico, inovador e observador. Conhecer a realidade do ensino formal e informal através da pesquisa científica, da observação e da reflexão; Perceber a importância do desenvolvimento do relatório de estágio; Integrar as diversas áreas do conhecimento para a construção do trabalho interdisciplinar; Realizar um trabalho fundamentado na pesquisa pedagógica. EMENTA: Leitura e análise dos Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental, do sexto ao nono anos; análise de livros didáticos; elaboração de planejamento de unidade de uma das séries do Ensino Fundamental – sexto ao nono anos; elaboração de plano de aula referente à aula de regência simulada; atividades com preenchimento de diário de classe; elaboração do relatório de estágio. METODOLOGIA: Aulas teóricas e práticas com o professor de estágio orientado. Observações das regências simuladas com o professor de estágio orientado. Discussões após cada regência simulada. A relação teoria e prática na realização do estágio externo. RECURSOS DIDÁTICOS: Sala de aula, livros didáticos, recursos da internet, data-show, laboratórios, biblioteca. AVALIAÇÃO: Freqüência mínima de 75% do total das aulas presenciais. Elaboração do relatório de estágio com cumprimento de todas as atividades do programa de estágio e carga horário de 200h. cumprimento das regências simuladas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CANDAU, Vera Maria Ferrão (org). A didática em questão. 29ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia, Saberes necessários à prática educativa. 36ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 2007. LINHARES, Célia. Formação de professores: uma crítica à razão e à política hegemônica. Rio de Janeiro: DP&A, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARDOSO, Silvia Helena Barbí. Discurso e ensino. 2ª ed. Belo Horizonte: Autêntica: UFMG, Faculdade de Letras, 2005. LIBANEO, José Carlos. Didática - São Paulo: Cortez, 2006. PIMENTA, S. G. GHEDIN. E. (org). Professor reflexivo no Brasil: gênese e crítica de um conceito. 3ª ed. São Paulo: Cortez, 2005. Parâmetros Curriculares Nacionais. Www.mec.gov.br . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 128 Revisão: 02 Vigência de: 1/1/2010 a: 24/set/10 129 DISCIPLINA: ESPANHOL INSTRUMENTAL CÓDIGO: 0075 PERÍODO: 5º Semestre CARGA HORÁRIA: 60 OBJETIVOS: Capacitar o corpo discente a ler, compreender e interpretar textos escritos em língua espanhola, através de temas pertinentes à área de Letras (Língua e Literatura); fornecer material atualizado em língua espanhola sobre princípios e métodos de pesquisa em letras; verificar e sanar as dificuldades de tradução referentes ao léxico, às estruturas gramaticais e à cultura em geral. EMENTA: Desenvolvimento da habilidade de leitura, compreensão e interpretação em língua espanhola, como um instrumento para a aquisição de conhecimentos lingüísticos e literários em textos de natureza diversa. Estudo de textos atualizados na área de letras, bem como de cultura em geral. METODOLOGIA: Leitura, compreensão e comentário de textos recentes em língua espanhola de diversas modalidades, bem como de clássicos da literatura; estudo comparativo das estruturas lingüísticas do português e do espanhol; desenvolvimento de estratégias para a compreensão leitora. RECURSOS DIDÁTICOS: Uso de retroprojetor e do vídeo. AVALIAÇÃO: Prova escrita; trabalhos individuais e em grupo; seminários. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FERNÁNDEZ, Gretel & FLAVIAN, Eugenia.. Minidicionário espanhol-português/português-espanhol. São Paulo: Ática, 2008. MILANI, Maria Esther. "Gramática de espanhol para brasileiros". Saraiva. São Paulo, 1999. ALVÁREZ, A. L. Leer em español. Oviedo: Nobel, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALBERT, María Ángeles & ARDANAZ, Francisco.. Hispanoamérica, ayer y hoy. Madrid : SGEL, 2002. MORA, Carmen.. España, ayer y hoy. Madrid : SGEL, 2002. PINHO, José Ricardo Dordron de.. La enseñanza del español en su modalidad oral. In: Estudos Neolatinos 2. Rio de Janeiro: Faculdade de Letras da UFRJ, 1997. . . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 130 Revisão: 02 Vigência de: 3/3/2010 a: 24/set/10 131 DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA - MORFOSSINTAXE CÓDIGO: 0528 PERÍODO: 5º Semestre CARGA HORÁRIA: 60 OBJETIVOS: Levar o discente a decodificar as estruturas morfológicas da língua portuguesa, assim como as formas e as funções das classes de palavras. Fazer com que o aluno reconheça que seu objeto de estudo deve ser analisado a partir de critérios científicos. EMENTA: Morfossintaxe do português contemporâneo. Papel do conhecimento das classes de palavras na construção do sentido. Classes de palavras: formas e funções. METODOLOGIA: Aulas expositivas, leitura e discussão de artigos recentes, exercícios práticos e trabalhos em grupo. RECURSOS DIDÁTICOS: Quadro branco, recurso multimídia, retroprojetor, material impresso. AVALIAÇÃO: Provas dissertativas; atividades em grupos, apresentação de seminários e participação durante as aulas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BASÍLIO, Margarida. Formação e classe de palavras no português do Brasil. São Paulo: Contexto, 2004. CÂMARA, Jr. Joaquim Mattoso. Estrutura da língua portuguesa. Petrópolis: Vozes, 2008. SOUZA-E-SILVA, Maria Cecília & KOCH, Ingedore Villaça. Lingüística aplicada ao português: Sintaxe. São Paulo: Cortez, 2007. PERINI, Mário A. Princípios de lingüística descritiva. Introdução ao pensamento gramatical. São Paulo: Parábola, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BASÍLIO, Margarida. Teoria lexical. São Paulo: Ática, 2007. ROSA, Maria Carlota. Introdução à morfologia. São Paulo: Contexto, 2003. SOUZA-E-SILVA, Maria Cecília & KOCH, Ingedore Villaça. Lingüística aplicada ao português: Morfologia. São Paulo: Cortez, 2007. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 132 Revisão: 01 Vigência de: 1/2/2010 a: 24/set/10 133 DISCIPLINA: DIDÁTICA DO ENSINO DE PORTUGUÊS E ESPANHOL CÓDIGO: 0533 PERÍODO: 5º Semestre CARGA HORÁRIA: 80 OBJETIVOS: Levar o aluno a conhecer e usar diferentes estratégias de ensino de Língua Portuguesa e de Língua Espanhola; analisar criticamente materiais didáticos e propor novos materiais para e o ensino da língua materna e da língua estrangeira. EMENTA: Análise de metodologias e estratégias de ensino da Língua Portuguesa e da Língua Espanhola para o Ensino Fundamental e Médio. A importância da Pedagogia, da Lingüística Aplicada, da Sociolingüística, da Didática e da Cultura no ensino de língua materna e língua estrangeira. Análise de manuais, seleção e organização de material didático, os Planos de Curso e de Ensino e a avaliação. METODOLOGIA: Exposição Oral. Leitura e criação de diálogos sobre diversas situações lingüísticas. Análise de filmes e músicas. Estudo comparativo das estruturas lingüísticas do Português e do espanhol com vistas ao ensino. Leitura de textos de diversas modalidades comunicativas (Teatro, Poemas etc.). Criação de materiais didáticos. RECURSOS DIDÁTICOS: Jogos interativos; DVD com programas de televisão da Espanha e da América Latina, filmes sobre a realidade Hispânica, músicas, textos literários e não literários, Laboratório de idiomas, datashow. AVALIAÇÃO: Provas escritas. Provas orais. Ditados. Debates. Análise e resenha sobre diversos textos do universo lingüístico hispânico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SERRANI, Silvana. Discurso e cultura na aula de língua. Currículo, leitura e escrita. Campinas: Pontes, 2005. SEDYCIAS, J. (org). O ensino de Espanhol no Brasil – passado, presente e futuro. São Paulo: parábola Editorial, 2005. BECHARA, Evanildo. Ensino da gramática: opressão? Liberdade? 12 ed. São Paulo: Ática, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HOFFMANN, Jussara. Avaliação: mito e desafio – uma perspectiva construtivista. 35 ed. Porto Alegre: Mediação, 2005 MORETTO, Vasco Pedro. Prova: um momento privilegiado de estudo, não um acerto de contas. Rio de Janeiro: Lamparina, 2008. NEY, Antonio. Política educacional: organização e estrutura da educação brasileira. Rio de Janeiro: Wak Ed., 2008. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA CUNHA, Maria Isabel. O bom professor e a sua prática. Papirus, 2008. 134 Revisão: 01 Vigência de: 1/1/2010 a: 24/set/10 135 DISCIPLINA: LÍNGUA ESPANHOLA - MORFOSSINTAXE/FONÉTICA E FONOLOGIA CÓDIGO: 0534 PERÍODO: 5º Semestre CARGA HORÁRIA: 60 OBJETIVOS: Saber adequar-se às diferentes situações de uso da língua. Praticar a produção oral e escrita e expressar-se no padrão culto, oralmente e por escrito, usando diferentes tipos e gêneros textuais. Identificar, analisar e utilizar as diversas estruturas morfológicas e sintáticas do espanhol, bem como os múltiplos fenômenos fonéticos e fonológicos do castelhano, tendo em vista o aprimoramento do uso do idioma. EMENTA: Estudo do idioma espanhol; abordagem dos aspectos morfossintáticos, fonéticos e fonológicos do castelhano; identificação e análise dos elementos constitutivos do discurso escrito e dos conceitos básicos de fonologia e fonética; retrato significativo do universo lingüístico hispânico. METODOLOGIA: Aulas expositivas; práticas discursivas orais e escritas; debates; discussão de artigos recentes; análise de diversos gêneros textuais; exercícios práticos; criação textual coletiva. RECURSOS DIDÁTICOS: Quadro branco; recurso multimídia; retroprojetor; material impresso; músicas do universo hispânico; filmes do universo hispânico. AVALIAÇÃO: Prova escrita; provas orais; seminário; produção de texto; criação textual coletiva; ditado. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALARCOS LLORACH, Emílio. Gramática de La lengua Española, Real Academia Española – Colelcción Nebrilla y Bello. Madrid: Espasa Calpe, 2007. ACQUARONI MUÑOZ, Rosana. La comprensión lectora, em Sánchez Lobato, Jesús y Santos Gargallo, Isabel (org.). Vademécum para la formación de professores. Enseñar español como segunda lengua (L2) / lengua extranjera (LE). Madrid: HORMOSO, González A. J. R. & CUENOT, M. Sánchez Alfaro. Gramática de español lengua extranjera. Madrid: Edelsa, 2008. MORENO FERNÁNDEZ, F., ed y trad.: Dennis R. Preston/Richard Young, 2004. Adquisición de segundas lenguas: variación y contexto social. Madrid: Arco/Libros. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BENITO MOZAS, Antonio. Gramática Práctica – Auto Aprendizaje. 5, Madrid: Edaf, 2006. CASCÓN MARTÍN, Eugenio. Lengua Española y Comentario de Texto. Madrid: Editorial Edunem, 2004. HERNÁNDEZ, Guilhermo. Análisis Gramatical. 6, Madrid: Sgel, 2004. REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Diccionario de La Lengua Española. 21, Madrid: Espasa Calpe, 2007. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 136 Revisão: 01 Vigência de: 1/2/2010 a: 24/set/10 137 DISCIPLINA: DIDÁTICA DO ENSINO DE PORTUGUÊS E LITERATURAS CÓDIGO: 0545 PERÍODO: 5º Semestre CARGA HORÁRIA: 80 OBJETIVOS: Discutir as principais questões relacionadas ao ensino de Língua Portuguesa e Literaturas; analisar materiais didáticos para fins de crítica;buscar práticas pedagógicas que promovam o gosto pela leitura ; discutir a relevância da leitura de textos literários e sua aplicação em sala de aula. EMENTA: Análise de metodologias e estratégias de ensino da Língua Portuguesa e Literatura para o Ensino Fundamental e Médio. A importância da Pedagogia, da Lingüística Aplicada, da Sociolingüística, da Didática e da Cultura no ensino de língua materna e língua estrangeira. Análise de manuais, seleção e organização de material didático, os Planos de Curso e de Ensino e a avaliação. METODOLOGIA: Aula expositiva, atividades em grupo, apresentação de seminários, análise de materiais didáticos. RECURSOS DIDÁTICOS: Quadro, data show, retroprojetor, aparelho de cd, computador. AVALIAÇÃO: Seminários, trabalhos dissertativos, frequência, provas individuais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LAJOLO, Marisa. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. 6º ed. São Paulo: Ática, 2005. CUNHA, Maria Isabel. O Bom professor e a sua prática. 6ª ed. São Paulo: Papirus, 2007. DEMO, Pedro. Mitologias da avaliação: de como ignorar, em vez de enfrentar problemas. Campinas: Cortez, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LINHARES, Célia. Formação de professores: uma crítica à razão e à política hegemônica. Rio de Janeiro: DP&A,2000. PERRENOUD, Philippe. Competências para Ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000. . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA LAJOLO, Marisa. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. Ática, 2006. 138 Revisão: 01 Vigência de: 1/1/2010 a: 24/set/10 139 DISCIPLINA: DIDÁTICA DO ENSINO DE PORTUGUÊS E INGLÊS CÓDIGO: 0552 PERÍODO: 5º Semestre CARGA HORÁRIA: 80 OBJETIVOS: Tendo em foco que toda prática é embasada por uma teoria, este curso tem pó objetivo investigar a teoria didática e sua efetiva aplicação nas aulas de língua portuguesa e inglesa por meio de discussões, análises diacrônicas e sincrônicas de teorias para ensino e aprendizagem de línguas. EMENTA: Didática e sua importância na prática docente. Métodos e Técnicas de ensino e aprendizagem de línguas. A era pós-método. Plano de curso. Plano de aula. Seleção e análise de material didático. METODOLOGIA: Aulas expositivas; leitura e análise crítica de textos; trabalhos colaborativos em sala de aula e em ambiente virtual. RECURSOS DIDÁTICOS: Tv; Vídeo; Retroprojetor. AVALIAÇÃO: Produção própria contínua individual e colaborativa. Prova escrita. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LARSEN-FREEMAN, Diane. Techniques and Principles in Language Teaching. 2 ed. New York: OUP, 2006. LIMA, Diógenes Cândido de. Ensino e aprendizagem de língua inglesa. Parábola, 2009. VIEIRA, J. A.; ROCHA, H.; BOU NMAROUN, C. R. G. & FERRAZ, J. A. Reflexões sobre a língua portuguesa: uma abordagem multimodal. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LUFT, Celso Pedro. Língua e Liberdade. 8 ed. São Paulo: Ática, 2006. GARCÍA, R. L. & MOREIRA, A. F. F. Currículo na contemporaneidade: incertezas e desafios. São Paulo: Cortez, 2008. VILAÇA, Márcio Luiz Corrêa. Métodos de ensino de línguas estrangeiras: fundamentos, críticas e ecletismo. In. Revista Eletrônica do Instituto de Humanidades. Vol. VII, Nº XXVI, jul-set, 2008. . . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA OLIVEIRA, Vera Lúcia Menezes de (org.). Ensino da Língua Inglesa: reflexões e experiências. Pontes Editores, 2005. 140 Revisão: 01 Vigência de: 1/2/2010 a: 24/set/10 141 DISCIPLINA: LÍNGUA INGLESA - FONÉTICA E FONOLOGIA CÓDIGO: 0553 PERÍODO: 5º Semestre CARGA HORÁRIA: 60 OBJETIVOS: O objetivo deste curso é trazer ao aluno noções básicas da fonética e da fonologia da língua inglesa, focando na fonética articulatória, permitindo o aperfeiçoamento de pronúncia isolada e em fala corrida na língua inglesa. EMENTA: Fonética e Fonologia. Consoantes. Vogais. Processos assimilatórios. Estudo dos traços supra-segmentais. Prosódia. METODOLOGIA: Aula expositiva; Estudo dirigido em sala de aula; Trabalhos colaborativos em sala de aula e em ambiente virtual. RECURSOS DIDÁTICOS: Tv; Vídeo; Retroprojetor. AVALIAÇÃO: Produção própria contínua individual e colaborativa. Provas escrita e oral. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CELCE-MURCIA, Marianne & OLSHTAIN, Elite. Discourse and context in language teaching. Cambridge: CUP, 2007. LADEFOGED, Peter. A course in Phonetics. 5 ed. Massachusetts: Thomson Wadsworth, 2006. ROACH, Peter. Phonetics. Oxford: OUP, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CELCE-MURCIA, M.; BRINTON, D. M.; GOODWIN, Janet M. Teaching pronunciation: a reference for teachers of English t o speakers of other languages. New York: CUP, 2002. CLOSE, R. A. A university Grammar of English. London: Longman, 1998. . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 142 Revisão: 01 Vigência de: 1/2/2010 a: 24/set/10 143 DISCIPLINA: CULTURA LITERÁRIA PORTUGUESA CÓDIGO: 0625 PERÍODO: 5º Semestre CARGA HORÁRIA: 80 OBJETIVOS: Compreender as relações entre os aspectos étnicos, geográficos e históricos portugueses; Conhecer as dinastias portuguesas e seus principais feitos; Compreender os fatos que contribuíram para a formação da nacionalidade portuguesa; Reconhecer a transformação do fato em mito; Analisar as releituras literárias de determinados episódios históricos mitificados; Compreender os momentos de maior e menor expressividade dos mitos; Perceber as relações entre Portugal e os demais reinos/países subjacentes às obras literárias em questão. EMENTA: Pequeno histórico das principais características da nação portuguesa. A formação de Portugal: aspectos míticos. O amor para além da morte: Pedro I e Inês de Castro. O regresso do Rei: o Sebastianismo. Definição da “alma portuguesa”: principais características da identidade lusa. Os eixos temáticos da Literatura Portuguesa. METODOLOGIA: Breves introduções teóricas; apresentações orais de textos; debate e discussão crítica; registros escritos do trabalho realizado; recensões críticas de leituras feitas. RECURSOS DIDÁTICOS: Transparências, projeção de filmes. AVALIAÇÃO: Provas dissertativas, trabalhos individuais, trabalhos em grupo, pesquisas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BUENO, Aparecida de Fátima et alli. Literatura portuguesa: história, memórias e perspectivas. São Paulo: Alameda, 2007. MOISÉS, Massaud. A literatura portuguesa através de textos. 30ª ed. São Paulo: Cultrix, 2006. SARAIVA, José Hermano. História concisa de Portugal. 23a ed. Lisboa: Europa-América, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABDALA JR., Benjamim e PASCHOALIN, Maria Aparecida. História Social da Literatura Portuguesa. São Paulo: Ática, 1994. CENTENO, Yvette Kace (coord.). Portugal: mitos revisitados. Lisboa: Salamandra, 1993. SARAIVA, António José. História da Literatura Portuguesa. 10a ed. Lisboa: Europa-América, 1970. LOURENÇO, Eduardo. O labirinto da saudade. 4a ed. Lisboa: Dom Quixote: 1991. . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA HERCULANO, Alexandre. Lendas e Narrativas (v. 1 e 2). Europa-América. PDF. 144 Revisão: 01 Vigência de: 2/2/2010 a: 24/set/10 145 DISCIPLINA: LITERATURA INGLESA PROSA CÓDIGO: 0626 PERÍODO: 5º Semestre CARGA HORÁRIA: 110 OBJETIVOS: Subsidiar o aluno para que possa estabelecer e distinguir as características literárias, nos diferentes gêneros, durante os períodos históricos em questão. Fornecer instrumental teórico para que possa relacionar o texto literário ao desenvolvimento histórico-cultural dos séc. XVII, XVIII, XIX e primeira metade do século XX na literatura Inglesa. EMENTA: Visão geral do séc. XVII e o período da restauração. A Era da Razão. O surgimento do Romantismo e o desenvolvimento do romance. O estilo gótico. Os principais expoentes e obras da poesia romântica. Visão geral do séc. XIX, também conhecido como "A era Vitoriana". Principais autores e obras literárias do período.Literatura Modernista. METODOLOGIA: Aulas expositivas, estimulando a participação dos alunos. Apresentação de seminários sobre os escritores românticos. Leitura e discussão de textos literários. RECURSOS DIDÁTICOS: Slides/datashow. Filmes. AVALIAÇÃO: Apresentação dos seminários em grupo (dependendo do cronograma). Prova discursiva. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BURGESS, Anthony. A Literatura Inglesa. Ática: São Paulo, 2005. SILVA, A. M. Literatura Inglesa para Brasileiros: Curso Completo de Literatura e Cultura Inglesa para Estudantes Brasileiras. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna, 2008. BORGES, Jorge Luis. Curso de Literatura Inglesa. Rio de Janeiro: Martins Fontes, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR RGAN, Kenneth O.. The Oxford Illustrated History of Britain. Oxford: Oxford University Press, 1997. EVANS, Ifor.. História da Literatura Inglesa. Lisboa: Edições 70, 1976. THORNLEY, G. C. & ROBERTS, Gwyneth. An Outline of English Literature. Essex: Longman, 1995. CEVASCO, M. E. & SIQUEIRA, V. Lellis.Rumos da Literatura Inglesa. Série Princípios. Ática: São Paulo, 1985. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA BRAGA, Ruben. Contos Ingleses. Ediouro, 2008. 146 Revisão: 01 Vigência de: 3/3/2010 a: 24/set/10 147 DISCIPLINA: LINGÜÍTICA APLICADA AO ENSINO CÓDIGO: 0627 PERÍODO: 5º Semestre CARGA HORÁRIA: 30 OBJETIVOS: Leva o discente a adquirir embasamentos lingüísticos teórico-práticos para que esteja apto a aplicá-los no processo de ensino-aprendizagem da produção e da compreensão textual da língua portuguesa em seus diferentes códigos. EMENTA: Contribuições da Lingüística e/ou Sociolingüística aplicadas ao ensino de línguas. Lingüística Textual e ensino. Contribuições da Pragmática e da Análise do Discurso para o ensino de línguas. Considerações sobre os livros didáticos e paradidáticos em sala de aula. Ensino de gramática: novas perspectivas. METODOLOGIA: Aulas expositivas, mobilizando a participação do aluno; exercícios , leitura e discussão da bibliografia sugerida, seminários e debates. RECURSOS DIDÁTICOS: Quadro, Vídeos, materiais de consulta( livros, revistas, sites e apostilas ), data show, retroprojetor. AVALIAÇÃO: Atividades em grupo, frequência, seminários, provas individuais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANTUNES, Irandé. Lutar com palavras. São Paulo: Parábola, 2005. FAVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. 9 ed. São Paulo: ática, 2000. LAJOLO, Marisa e ZILBERMAN, Regina. Da tabulas da lei à tela do computador – a leitura em seus discursos. 1 ed. São Paulo: Ática, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LARA, Gláucia Muniz Proença (org.) Linguagem, texto e discurso – entre a prática e a reflexão e a prática. Rio de Janeiro: Lucerna, MG: FALE/UFMG, 2006. vol. 1. MATTE, Asna Cristina Fricke (org.). Linguagem, texto e discurso - entre a prática e a reflexão e a prática. Rio de Janeiro: Lucerna, MG: FALE/UFMG, 2006. vol. 2. VIEIRA, Sílvia Rodrigues e Brandão, Sílvia Figueiredo (orgs.) ensino de gramática - descrição e uso. São Paulo: Contexto, 2007. . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 148 Revisão: 01 Vigência de: 1/1/2010 a: 24/set/10 149 DISCIPLINA: LITERATURA ESPANHOLA - DO NEOCLÁSSICO À CONTEMPORANEIDADE CÓDIGO: 0630 PERÍODO: 5º Semestre CARGA HORÁRIA: 110 OBJETIVOS: Estudo dos principais autores da literatura espanhola, de características específicas e seu diálogo com sua época, tanto as influências nacionais como as estrangeiras. EMENTA: Análise crítica e teórica da literatura ibérica em língua espanhola, durante o séc. XX até os nossos dias. Estudo de seus principais autores e obras. As mútuas influências entre as outras literaturas européias e espanholas, e as primeiras influências advindas desta literatura. METODOLOGIA: Aulas expositivas, atividades de leitura; estudo comparativo de obras de diversos autores, análise de obras específicas. RECURSOS DIDÁTICOS: Filmes sobre a realidade Hispânica. Músicas. Textos específicos. Recursos audiovisuais. AVALIAÇÃO: Trabalhos em grupos, atividades individuais e provas. Seminários. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MARCO, Sebastian Quesada. Espanha Siglo XXI – Nueva Edición – Edelsa, 2008. GARCÍA, Antonio Ggutiérrez. El trovador, Madrid, Cstilla, 2007. PARDO, Emilia Bazán. Los Pazos de Ulloa. Barcelona – Debolsillo, 2007. BLANCO WHITE, José Maria. Cartas de España, Sevilla. Fundación Hosé Manuel Lara, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PÉREZ GALDÓS, Benito. La deshereda. Madrid. Akal, 2007. LORENZO, Rocio Barros. Curso de Literatura – Edelsa, 2006. QUESADA, Sebastian. Historia Del arte Espanha e Hispanoamericana – Edelsa, 2005. SAA VEDRA, Angel. Duque de Rivas, Don Álvaro o la fuerza Del sino. Madrid, Alianza, 2006. . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA LORCA, Frederico Garcia. La casa de Bernarba Alba. Longseller, 2007. 150 Revisão: 01 Vigência de: 1/2/2010 a: 24/set/10 151 DISCIPLINA: LITERATURA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA E PÓS-MODERNIDADE CÓDIGO: 0636 PERÍODO: 5º Semestre CARGA HORÁRIA: 80 OBJETIVOS: Proporcionar uma leitura crítica da literatura brasileira das duas últimas décadas do século xx até a atualidade. Discutir a fragmentação dos paradigmas culturais na pós-modernidade. provocar a reflexão acerca da identidade literária na era da globalização. EMENTA: A atualidade da literatura brasileira. A pós-modernidade e a desconstrução dos paradigmas estético-literários. Literatura e cultura de massa. A literatura contemporânea: principais autores e obras. Realismo e Naturalismo, principais autores e obras METODOLOGIA: Aulas expositivas; pesquisas dirigidas; seminários;trabalhos escritos. RECURSOS DIDÁTICOS: Sala de aula; retroprojetor , vídeos, datashow, internet. AVALIAÇÃO: Seminários; trabalhos escritos e provas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARNEIRO, Flávio. No país do presente. Ficção brasileira no início do século XXI. Rio de Janeiro: Rocco, 2005. HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. 10 ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2005. RESENDE, Beatriz. Expressões da literatura brasileira no século XXI. Rio de Janeiro: casa da palavra; Biblioteca Nacional, 2008 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MORICONI , Ítalo (org.) Os cem melhores contos brasileiros do século. Organização de. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. PINTO, José Nêumanne. Os cem melhores poetas brasileiros do século. São Paulo: Geração Editorial, 2001. TELLES, Lygia Fagundes. As meninas. Rio de Janeiro: Rocco, 2009. . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA BUARQUE, Chico. Leite derramado. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. 152 Revisão: 01 Vigência de: 1/1/2010 a: 24/set/10 153 DISCIPLINA: LITERATURA PORTUGUESA - POESIA CÓDIGO: 0637 PERÍODO: 5º Semestre CARGA HORÁRIA: 30 OBJETIVOS: O estudo dos movimentos literários no contexto em que predominaram, bem como o conhecimento do estilo de época e do estilo do autor presentes nas principais obras de cada um destes movimentos. A análise crítica dos textos produzidos nestes períodos. EMENTA: A prosa medieval portuguesa. O Humanismo. Historiografia : Fernão Lopes. O teatro de Gil Vicente: as alegorias e os tipos no teatro vicentino. O Classicismo. Camões épico. Visão geral do Barroco. A oratória barroca de Padre António Vieira. Do neoclassicismo ao pré-romantismo. A introdução do movimento romântico em Portugal. METODOLOGIA: Breves introduções teóricas; apresentações orais de textos; debate e discussão crítica; registros escritos do trabalho realizado; recensões críticas de leituras feitas. RECURSOS DIDÁTICOS: Sala de aula, quadros, textos complementares, retroprojetores, televisão, computador, vídeos. AVALIAÇÃO: Provas dissertativas, trabalhos individuais, trabalhos em grupo, pesquisas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MOISÉS, Massaud.. A Literatura Portuguesa. 34ª ed. São Paulo: Cultrix, 2006. MOISÉS, Maçado. A Literatura Portuguesa através dos Textos. 30ª ed. São Paulo: Cultrix, 2006. MOISÉS, Massaud. A Literatura Portuguesa. 33ª ed. São Paulo: Cultrix, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BERARDINELLI, Cleonice. Estudos camonianos. 2a ed. Rio de janeiro: Nova Fronteira: Cátedra Padre Antônio Vieira, instituto Camões, 2000. CAMÕES, Luís Vaz. Redondilhas. Disponível em www.dominiopublico.gov.br CAMÕES, Luís Vaz. Sonetos. Disponível em www.dominiopublico.gov.br FERREIRA, Maria Ema Tarracha (Org.). Poesia e prosa medievais. Lisboa: Printer Portuguesa, 1988. SARAIVA, Antônio José. Gil Vicente e o fim do Teatro Medieval. 2ª ed. Lisboa: Gradiva, 1990. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 154 Revisão: 01 Vigência de: 2/2/2010 a: 24/set/10 155 DISCIPLINA: ESTÁGIO ORIENTADO II CÓDIGO: 0041 PERÍODO: 6º Semestre CARGA HORÁRIA: 200 OBJETIVOS: Compreender a avaliação como uma prática complexa no processo de ensino/aprendizagem. Aplicar as teorias do conhecimento às práticas pedagógicas. EMENTA: Orientação com o professor em sala de aula. Observação do contexto escolar e regência. Regência simulada. Avaliação de visitas de observação. Elaboração dos relatórios. METODOLOGIA: Aulas expositivas, leituras e debates, elaboração de relatórios, atividades em grupos, regência simulada, observação e produção de questões para entrevistas. RECURSOS DIDÁTICOS: Sala de aula, quadro, retroprojetor, computador, internet, vídeo e televisão. Biblioteca AVALIAÇÃO: Cumprimento da carga horária relativa a cada atividade proposta para o estágio, relatório entregue no final do período. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CANDAU, Vera Maria Ferrão (org.). A didática em questão. 29ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. Saberes necessários à prática educativa. 36ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 2007. LINHARES, Célia. Formação de professores: uma crítica à razão e à política hegemônica. Rio de Janeiro: DP&A, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRASIL/SEF. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998. CARDOSO, Silvia Helena Barbí. Discurso e ensino. 2ª ed. Belo Horizonte: Autêntica: UFMG, Faculdade de Letras, 2005. LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 2006. PIMENTA, S. G. GUEDIN. E (org.). Professor reflexivo no Brasil: gênese e crítica de um conceito. 3ª ed. São Paulo: Cortez, 2005. . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 156 Revisão: 02 Vigência de: 1/2/2010 a: 24/set/10 157 DISCIPLINA: LITERATURAS AFRICANAS E LÍNGUA PORTUGUESA CÓDIGO: 0079 PERÍODO: 6º Semestre CARGA HORÁRIA: 60 OBJETIVOS: Orientar o discente a conhecer, interpretar e analisar a literatura dos países africanos de língua portuguesa: observando textos diversos (poesia e prosa) de vários autores africanos de língua portuguesa. EMENTA: Introdução ao estudo das literaturas africanas de língua portuguesa. Contexto histórico africano das diversas literaturas de língua portuguesa em suas particularidades. A Literatura Africana como um processo particular e universal de comunicação e significação. Leitura dos diferentes traços socioculturais e de referência nacional através do estudo de significativas obras críticas e literárias relativas a Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique. METODOLOGIA: Aulas expositivas, atividades em grupo, apresentação de seminários, material impresso. RECURSOS DIDÁTICOS: Quadro, data show, retroprojetor, aparelho de cd, computador. AVALIAÇÃO: Seminários, trabalhos em dupla, freqüência, provas individuais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PORTUGAL, Francisco Salina. Entre Próspero e Caliban. Literaturas Africanas de Língua Portuguesa. Portugal: Laiovento, 1999. SECCO, Carmen Lúcia Tindó Ribeiro. A magia das letras africanas. Rio de Janeiro: ABE GRAPH, 2009. CAMPOS, Maria do Carmo Sepúlveda & SALGADO, Maria Teresa (orgs.). África & Brasil: letras em laços. Rio de Janeiro: Atlântica, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FERREIRA, Manuel. Literaturas africanas de língua portuguesa. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian,1987. MARGARIDO, Alfredo. Estudo sobre literaturas das nações africanas de língua portuguesa. Lisboa: A Regra do Jogo, 1980. MADRUGA, Elisalva. Nas trilhas da descoberta: recuperação do Modernismo brasileiro na literatura angolana. João pessoa: Universitária,1998. SATILLI, Maria Aparecida. Africanidade – contornos literários. São Paulo: Ática, 1999. SECCO, Carmen Lúcia Tindó Ribeiro (Coordenadora). Antologia do Mar na poesia africana de língua portuguesa. Vol.: I, II e III. Rio de Janeiro: Faculdade de Letras/UFRJ, 1999. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 158 Revisão: 02 Vigência de: 1/2/2010 a: 24/set/10 159 DISCIPLINA: EDUCAÇÃO BRASILEIRA CÓDIGO: 0418 PERÍODO: 6º Semestre CARGA HORÁRIA: 80 OBJETIVOS: Analisar o cenário da educação brasileira ao longo do século XX e início do Séc. XXI à luz das legislações educacionais. Identificar, analisar e compreender as correlações de forças nos diferentes contextos históricos da educação brasileira. EMENTA: Sistema Político Educacional Brasileiro: estrutura e legislação fundamental. Histórico da Legislação Educacional Brasileira. Organização do Sistema Educacional Brasileiro. Composição dos níveis e modalidades de educação e nensino. Leis complementares da educação. METODOLOGIA: Leitura e análise da legislação educacional; aulas expositivas, debates e seminários. RECURSOS DIDÁTICOS: Livros, periódicos, legislações educacionais. AVALIAÇÃO: Apresentações orais, atividades individuais e em grupo e prova escrita. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LIBÂNEO, José Carlos. Educação escolar, políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2006. (Coleção Docência em formação). SAVIANI, Dermeval. A nova lei de educação: trajetória, limites e perspectivas. Campinas: Autores Associados, 1997. OLIVEIRA, Romualdo Portela de; ADRIÃO, Theresa. Organização do Ensino no Brasil. 2ª ed. Rio de Janeiro: Xamã 2007. SAVIANI, Dermeval. Educação Brasileira estrutura e sistema. São Paulo: Autores Associados, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SAVIANI, Dermeval. Da nova LDB ao novo Plano Nacional de Educação: por uma outra política educacional. 4 ed. Campinas: Editores Associados, 2002. FÁVERO, Osmar. A educação nas Constituintes Brasileiras: 1823-1998. São Paulo: Autores Associados, 2001. ALVES, Nilda e VILLARDI, Raquel. Múltiplas leituras da nova LDB/ Lei 9394/96. Rio de Janeiro: Dunya, 1997. CUNHA, Luis Antonio. Educação, Estado e Democratização no Brasil. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 1998. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA DEMO, Pedro. A nova LDB: ranços e avanços. Papirus, 2002. 160 Revisão: 01 Vigência de: 3/3/2010 a: 24/set/10 161 DISCIPLINA: ELABORAÇÃO DE PROJETO CÓDIGO: 0420 PERÍODO: 6º Semestre CARGA HORÁRIA: 30 OBJETIVOS: Redação final do projeto de pesquisa de acordo com a estrutura e normas técnicas dos trabalhos científicos, com a linha de pesquisa e com o eixo temático do curso, tendo em vista a realização do trabalho monográfico. EMENTA: Finalização do projeto de pesquisa: definição do tipo de pesquisa; da seleção dos sujeitos; das técnicas de coleta e análise dos dados e elaboração dos instrumentos. Cronograma de trabalho. O trabalho monográfico e suas etapas. Elaboração do sumário do trabalho monográfico e de seus capítulos. METODOLOGIA: Aulas expositivas. Estudo dirigido. Pesquisa bibliográfica. RECURSOS DIDÁTICOS: Retro-projetor, data-show, vídeo, slides, Biblioteca. AVALIAÇÃO: Acompanhamento da elaboração do projeto de monografia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Referências bibliográficas: NBR-6023. Rio de Janeiro, 2009; Apresentação de citações em documentos: NBR 10520. Rio de Janeiro, 2008. MINAYO, Maria Cecília de Souza (Org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 23ª ed. Petrópolis / RJ: Vozes, 2008. SEVERINO, A.J. Metodologia da pesquisa Científica. São Paulo: Cortez, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARROS, Aidil; LEHFELD, Neide. Projeto de pesquisa: propostas metodológicas. 12ª ed. Petrópolis / RJ: Vozes, 2001. BASTOS, Lilia da Rocha et al. Manual para a elaboração de projetos e relatórios de pesquisa, teses, dissertações e monografias. 6 ed. Ver. E ampl. Rio de Janeiro: LTC, 2003. . . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 162 Revisão: 02 Vigência de: 1/2/2010 a: 24/set/10 163 DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA - SINTAXE CÓDIGO: 0531 PERÍODO: 6º Semestre CARGA HORÁRIA: 60 OBJETIVOS: Desenvolver condições para que o aluno reconheça as estruturas sintáticas da língua portuguesa. Levantar questões que favoreçam a reflexão sobre as normas gramaticais e seus respectivos critérios, estabelecendo um confronto entre a gramática tradicional e as novas tendências vinculadas ao ensino da língua portuguesa. EMENTA: Sintaxe do português contemporâneo. Frase da língua e frase do discurso. Frase, período, oração. Estrutura da oração. Regência, concordância e colocação como fatores condicionantes nos processos seletivos combinatórios. METODOLOGIA: Exposição oral; propostas de exercícios; análises de textos diversos e estudo dirigido. RECURSOS DIDÁTICOS: Quadro ; data show; , retroprojetor, vídeo. AVALIAÇÃO: Provas ; atividades em grupo; seminários e apresentações de trabalho. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AZEREDO, José Carlos de. Iniciação à sintaxe do português. Rio de Janeiro: Zahar, 2007 CARONE, Flávia de Barros. Subordinação e coordenação: confrontos e contrastes. São Paulo: Ática, 2005. KURY, Adriano da Gama. Novas lições de análise sintática. São Paulo: Ática, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANTUNES, Irandé. Muito além da gramática. São Paulo: Parábola, 2007. BECHARA, Evanildo.. Moderna gramática portuguesa. 37 ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009. PERINI, Mário A . Para uma nova gramática do português. 11 ed. São Paulo: Ática, 2005. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 164 Revisão: 01 Vigência de: 1/1/2010 a: 24/set/10 165 DISCIPLINA: LITERATURA HISPANO - AMERICANA - PERÍODO COLONIAL CÓDIGO: 0537 PERÍODO: 6º Semestre CARGA HORÁRIA: 30 OBJETIVOS: Apresentar os elementos formadores da literatura em língua espanhola na América, em comparação à literatura européia e espanhola, fornecendo subsídios para permitir uma literatura crítica desta literatura. EMENTA: A literatura em língua espanhola na América, desde as cartas relatório de Colombo, passando pelo Romantismo e pelo Realismo, chegando até nossos dias. Suas aproximações e distanciamentos com a literatura européia. METODOLOGIA: Aulas expositivas, estimulando a participação dos alunos: leituras teóricas com posteriores discussões em sala. RECURSOS DIDÁTICOS: Uso de data show; projeção de filmes e documentários. AVALIAÇÃO: Provas escritas, trabalho escrito de análise; apresentação de seminários e crítica literária. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MARCO, Sebastian Quesada. Espanha Siglo XXI. Nueva Edición. Madrid: Edelsa, 2008. BLANCO WHITE, José María. Cartas de España, Sevilla. Fundación José Manuel Lara, 2004. GARCÍA, Antonio Ggutiérrez. El trovador. Madrid: Cstilla, 2007. PARDO, Emilia Bazán. Los Pazos de Ulloa. Barcelona: Debolsillo, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PÉREZ GALDÓS, Benito. La deshereda. Madrid: Akal, 2007. LORENZO, Rocio Barros. Curso de Literatura. Edelsa, 2006. QUESADA, Sebastian. Historia Del arte de Espanha de Hispanoamericana. Edelsa, 2005. QUESADA, Sebastian. Historia Del arte de España de Hispanoamericana. Madrid: Edelsa, 2005. SAAVEDRA, Angel. Duque de Rivas, Don Álvaro o la fuerza Del sino. Madrid: Alianza, 2006. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 166 Revisão: 01 Vigência de: 3/3/2010 a: 24/set/10 167 DISCIPLINA: LÍNGUA ESPANHOLA - PRÁTICA DISCURSIVA CÓDIGO: 0539 PERÍODO: 6º Semestre CARGA HORÁRIA: 60 OBJETIVOS: Saber adequar se às diferentes situações de uso da língua. Praticar a produção oral e escrita e expressar-se no padrão culto, oralmente e por escrito, usando diferentes tipos e gêneros textuais. EMENTA: Estudo do idioma espanhol; compreensão leitora; abordagem dos aspectos estruturais do castelhano; ênfase no léxico e na gramática comunicativa; Estudo da teoria da comunicação; Identificação e análise dos conceitos de anfibologia, gramaticabilidade e agramaticabilidade; Retrato significativo do universo lingüístico hispânico. METODOLOGIA: Aulas expositivas; Práticas discursivas orais e escritas; Debates; Análise de diversos gêneros textuais; Criação textual coletiva. RECURSOS DIDÁTICOS: Leituras orientadas para desenvolvimento dos conhecimentos teóricos; Apostila elaborada pelo professor; Análise de filmes; Análise de músicas do universo hispânico; Análise de diversos textos; Produção de textos a partir de composições de revistas e jornais. AVALIAÇÃO: Produção de textos orais; Prova escrita; Criação textual coletiva. BIBLIOGRAFIA BÁSICA VÍCTOR, Barrionuevo. Nuevo Diccionario Contemporâneo. Editora Nacional, 2005. BELHASSEN, Thierry. 3500 Palavras em Espanhol. Disal Editora, 2007. BLASCO, Cecília. Fale tudo em Espanhol. Disal Editora, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR VRANIC, Gordana. Hablar por los codos. Edelsa, 2008. FERNÁNDEZ, Gretel. Expresiones Idiomáticas: usos y valores. Editora àtica, 2004. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 168 Revisão: 01 Vigência de: 3/3/2010 a: 24/set/10 169 DISCIPLINA: LITERATURA NORTE - AMERICANA - DA COLONIZAÇÃO AO ROMANTISMO CÓDIGO: 0554 PERÍODO: 6º Semestre CARGA HORÁRIA: 30 OBJETIVOS: Capacitar o aluno a relacionar o contexto histórico dos séc. XIX e XX à produção literária do período correspondente. Levá-lo a aprender, de maneira crítica os períodos e os textos literários estudados, desde o surgimento desta literatura até sua consolidação no contexto internacional. EMENTA: Contextualização histórica do séc. XIX e a consagração do Romantismo como movimento de projeção da Literatura Norte Americana. O surgimento do romance e o período da Guerra Civil com suas transformações sociais e conseqüentes influências literárias. METODOLOGIA: Aulas expositivas, estimulando a participação do aluno. Leitura e discussão de textos literários. Apresentação de vídeos. Apresentação de seminários. RECURSOS DIDÁTICOS: Data-show. Vídeos (filmes baseados em obras literárias). AVALIAÇÃO: Trabalho escritos. Seminários em grupo. Provas discursivas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMARGO, M. Basic Guide to American Literature. São Paulo: Thomson Pioneira, 2008. HIGH, Peter B. An Outline of American Literature. Essex: Longman, 2005. BAYM, N. et al Norton Anthology of American Literature. Nova York: W W Norton & Company, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRADLEY, S. et alii (eds.). American Tradition in Literature. New York: Norton & Co, 2005. BURT, D. S. The Chronology of American Literature. Houghton Mifflin: Boston, 2009. CASTILLO, S. & SCHWEITZER, I. The Literature of Colonial America: An anthology. Oxford. Blackwell, 2008. FULLER, A. Adventure in American Literature. Washington: Harcourt, 2005. WANDERLEY, J. Antologia da Poesia Norte-Americana. São Paulo: Civilização Brasileira, 2005. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 170 Revisão: 01 Vigência de: 1/2/2010 a: 24/set/10 171 DISCIPLINA: LÍNGUA INGLESA - PRÁTICA DISCURSIVA CÓDIGO: 0556 PERÍODO: 6º Semestre CARGA HORÁRIA: 60 OBJETIVOS: Considerando letramento uma prática social, e proficiência como relacionada à construção de identidade em uma determinada língua, este curso é destinado a desenvolver letramento em inglês por meio da criação de identificação com a língua, cobrindo as multimodalidades para expressão própria, aspecto essencial para o letramento na sociedade pós-moderna. EMENTA: Comunicação e suas implicações. Tipos textuais & Gêneros discursivos: análise contrastiva. Funções da linguagem. Discurso e Pragmática: princípios cooperativos, cooperatives (Paul Grice) & princípios da polidez (Robin Lakoff); Análise e elaboração de textos multimodais. METODOLOGIA: Aulas expositivas. Leitura, compreensão e análise de textos; estudo dirigido em sala de aula; atividades em ambiente virtual. RECURSOS DIDÁTICOS: Tv; Vídeo; Retroprojetor. AVALIAÇÃO: Produção própria individual e em grupo; prova. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CELCE-MURCIA, Marianne & OLSHTAIN, Elite. Discourse and context in language teaching. Cambridge: CUP, 2007. HUANG, Yan. Pragmatics. Oxford Textbooks in Linguistics. New York: OUP, 2007. KOCH, Ingedore G. Villaça. Desvendando so segredos do texto. 5 ed. São Paulo: Cortez, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BAKHTIN, Miknail. Estética da criação verbal. 4 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2006. COOK, Guy. Discourse. Oxford: OUP, 1995. FJELDSTAD, Mary. (2002). The thoughtful reader. 2nd ed. Orlando, FL: Hartcourt Brace & Co. KRESS, Gunther & VAN LEEUWEN, Theo. Multimodal Discourse – the modes and media of contemporary communication. London: Hodder Arnold, 2009. GOALTY, A. Critical reading and Writing. London: Routledge, 2000. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 172 Revisão: 01 Vigência de: 1/2/2010 a: 24/set/10 173 DISCIPLINA: TÓPICOS DE LITERATURA BRASILEIRA CÓDIGO: 0600 PERÍODO: 6º Semestre CARGA HORÁRIA: 80 OBJETIVOS: Capacitar para analisar criticamente as obras apresentadas. Compreender o contexto histórico-estético-cultural desde as origens da Literatura Brasileira até a expressão literária modernista. Discutir as tendências mais recentes da poesia e da prosa no Brasil. EMENTA: A poesia e a prosa brasileiras e sua representação na obra de autores relevantes, da Literatura Quinhentista até as tendências pós-modernas. Aportes monográficos. METODOLOGIA: Aulas expositivas, ciclos de debates, resenhas de filmes e produção de textos. RECURSOS DIDÁTICOS: Retro-projetor, vídeos e trabalhos de campo. AVALIAÇÃO: Participação nas dinâmicas de aulas, trabalhos em grupo e prova individual. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. São Paulo; Cultrix, 2007. CÂNDIDO, Antônio e CASTELLO, J. Aderaldo. Presença da literatura brasileira. São Paulo; DIFEL, 2006. V.2. COUTINHO, Afrânio (Org.). A literatura no Brasil. Rio de Janeiro; Global: Belo Horizonte, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HUTCHEON, Linda. Poética do pós-Modernismo: história, teoria, ficção. Rio de Janeiro: Imago; 1991. MOISÉS, Massaud. História da literatura brasileira. São Paulo; Cultrix, 1985-1989. V.2 e V.3. PICCHIO, Luciana Stegagno. História da literatura brasileira. Rio de Janeiro; Nova Aguilar, 1997. . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA BOSI, Alfredo. O conto brasileiro contemporâneo. Cutrix, 2002. 174 Revisão: 01 Vigência de: 3/3/2010 a: 24/set/10 175 DISCIPLINA: LITERATURA PORTUGUESA - NARRATIVA CÓDIGO: 0638 PERÍODO: 6º Semestre CARGA HORÁRIA: 30 OBJETIVOS: Resgatar os conceitos de gêneros literários, em especial, narrativa; Rememorar os elementos da narrativa e suas características; Conhecer a história da narrativa portuguesa, da Idade Média ao Classicismo; Compreender os movimentos literários e suas relações com a cultura, a história e a sociedade portuguesas; Compreender as narrativas dentro de um processo histórico-cultural em constante movimento. Analisar as narrativas selecionadas. EMENTA: A prosa medieval portuguesa. O Humanismo. Historiografia : Fernão Lopes. O Classicismo. A oratória barroca de Padre António Vieira. Sóror Mariana Alcoforado e o romance epistolar. O neoclassicismo e a narrativa. A introdução do movimento romântico em Portugal. O Romantismo em Portugal. Visão geral do Realismo/Naturalismo. O Modernismo Português. O movimento Neo-Realista. Segunda metade do século na novelística. Tendências contemporâneas. METODOLOGIA: Breves introduções teóricas; apresentações orais de textos; debate e discussão crítica; registros escritos do trabalho realizado; recensões críticas de leituras feitas. RECURSOS DIDÁTICOS: Sala de aula, quadro, textos complementares, retroprojetor, televisão, computador, vídeo. AVALIAÇÃO: Provas dissertativas, trabalhos individuais, trabalhos em grupo, pesquisas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BUENO, Aparecida de Fátima et alli. Literatura portuguesa: história, memórias e perspectivas. São Paulo: Alameda, 2007. MOISÉS, Massaud. A literatura portuguesa. 33a ed. São Paulo: Cultrix, 2005. SILVA, Vitor Manuel de Aguiar e. O romance: história e sistema de um gênero literário. In: ---. Teoria da literatura. 8a ed. Coimbra, Almedina, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MOISÉS, Massaud. A literatura portuguesa através dos textos. 30a ed. São Paulo: Cultrix, 2006. PEDROSA, Inês. Fazes-me falta. São Paulo: Planeta, 2003. PEDROSA, Inês. Nas tuas mãos. São Paulo, Planeta, 2005. GARRETT, Almeida. Viagens na minha terra. Lisboa: Ulisseia, 2002. ABDALA JR., Benjamim e PASCHOALIN, Maria Aparecida. História Social da Literatura Portuguesa. São Paulo: Ática, 1994. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 176 Revisão: 01 Vigência de: 2/2/2010 a: 24/set/10 177 DISCIPLINA: LITERATURA COMPARADA CÓDIGO: 0077 PERÍODO: 7º Semestre CARGA HORÁRIA: 60 OBJETIVOS: Através do método analítico-comparativo, levar o discente a conhecer as linhas mestres dos diferentes momentos da literatura e analisar a literatura como parte de um processo cultural que se alinha a outras linguagens, bem como as diversas teorias que envolvem o discurso literário. EMENTA: Literatura comparada: os primórdios. Conceitos. Princípios gerais do método comparativo. O surgimento das Escolas comparativistas. A Escola Francesa e a crítica biográfica. A Escola Norte-Americana e a nova crítica. René Welleck e a "Crise da Literatura Comparada". A literatura comparada na América Latina. As teorias PósColonialistas. As teorias da "Descolonização literária". As relações literárias na América Latina. A Literatura Comparada no Brasil a partir dos anos 60 - seus mentores, teorias e linhas de comparação. Os confrontos entre os variados discursos: literário, cinematográfico, televisivo e teatral. Estudo da evolução da narrativa ocidental. Comparação entre o modelo do século XIX e a narrativa contemporânea sob o signo da transgressão. As dinâmicas e tendências contemporâneas. METODOLOGIA: Aulas expositivas; pesquisas dirigidas; seminários; e trabalhos escritos. RECURSOS DIDÁTICOS: Sala de aula; retroprojetores , vídeos, computador, datashow e internet. AVALIAÇÃO: Seminários; trabalhos escritos e provas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARVALHAL, Tânia. Literatura comparada, São Paulo: Ática, 2005. NITRINI, Sandra. Literatura comparada. São Paulo: EDUSP, 2005. COUTINHO, Eduardo (org). Literatura Comparada: textos fundadores. Rio de Janeiro: Rocco, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR OLINTO, Heidraum Krieger. Literatura e Cultura. Rio de Janeiro: Ed. PUC-RJ, 2004. COUTINHO, Eduardo (org). Literatura Comparada: textos fundadores. Rio de Janeiro: Rocco, 1994 BRUNEL, P. et alli. Que é literatura comparada? São Paulo: Perspectiva, 2005. . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 178 Revisão: 02 Vigência de: 3/3/2010 a: 24/set/10 179 DISCIPLINA: ESTUDO DA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS CÓDIGO: 0422 PERÍODO: 7º Semestre CARGA HORÁRIA: 30 OBJETIVOS: Analisar o processo histórico da LIBRAS como língua oficial no país; compreender o universo do indivíduo portador de surdez e/ou deficiência auditiva e sua inserção na educação formal. EMENTA: A Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) como uma modalidade lingüística diferenciada para a comunicação gestual-visual (aspectos linguísticos). Reconhecimento da LIBRAS como língua da Comunidade Surda e a importância da aquisição da mesma para a educação de surdos. Aspectos históricos da surdez e da modalidade gestual-visual da fala. Os surdos como minoria lingüística. As correntes filosóficas. A educação de surdos no Brasil, a legislação e o intérprete de LIBRAS. Formação Bilingui. METODOLOGIA: Leitura e análise de textos, aulas expositivas, palestras, oficina de LIBRAS. RECURSOS DIDÁTICOS: Livros, periódicos, reportagens, documentos oficiais. AVALIAÇÃO: Produção textual; apresentações orais e prova escrita BIBLIOGRAFIA BÁSICA QUADROS, Ronice Müller e STUMPF, Marianne R. Estudos Surdos IV. Séries Pesquisas. RJ: Editora Arara Azul LTDA, 2009. SILVA, Ângela C. da (org). Ouvindo o Silêncio: Surdez, Linguagem e Educação. Editora Mediação, 2008. SACKS, Oliver. Vendo Vozes. Uma viagem ao mundo dos surdos. SP: Companhia das Letras, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR QUADROS, Ronice Müller e PERLIN, Gladis. Estudos Surdos II. Séries Pesquisas. RJ: Editora Arara Azul LTDA, 2007. FERNANDES, Eulália (Org.). Surdez e Bilingüismo. Porto Alegre: Mediação, 2005. QUADROS, Ronice Müller e KARNOPP, Lodenir B. Língua de Sinais Brasileira. Estudos Lingüísticos. SP: ARTMED, 2004. FERREIRA, Lucinda. Legislação e a Língua Brasileira de Sinais. SP: Ferreira & Bergoncci consultoria e a publicações, 2003. . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 180 Revisão: 01 Vigência de: 2/1/2010 a: 24/set/10 181 DISCIPLINA: MONOGRAFIA CÓDIGO: 0494 PERÍODO: 7º Semestre CARGA HORÁRIA: 180 OBJETIVOS: Desenvolver processo investigatório que possibilite a compreensão de fatos inseridos em determinada realidade. EMENTA: O trabalho monográfico como atividade de pesquisa cientifica articulada à prática pedagógica: reflexão e produção do conhecimento. Etapas de elaboração da monografia; a redação final e as normas para apresentação gráfica e oral da monografia. METODOLOGIA: O aluno deverá elaborar Introdução, Desenvolvimento, Considerações Finais e Referências Bibliográficas (ABNT) segundo orientação do professor-orientador. As orientações deverão ser realizadas uma vez por semana em horário previamente estabelecido, com a duração de 1h/a, isto é, 40 minutos. A cada orientação serão registradas as tarefas solicitadas. RECURSOS DIDÁTICOS: De acordo com a pesquisa a ser realizada, será indicada bibliografia a ser consultada. AVALIAÇÃO: Defesa pública da monografia, cuja aprovação será submetida à banca examinadora composta por três professores (orientador e dois outros professores da área). BIBLIOGRAFIA BÁSICA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e documentação – Referências – Elaboração. Rio de Janeiro, 2002. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: Informação e documentação – Citações em documentos – Apresentação. Rio de Janeiro, 2002. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação. Rio de Janeiro, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FACULDADES INTEGRADAS CAMPO-GRANDENSES. Manual de Monografia e TCC. Rio de Janeiro: edição dos autores, 2009. BEAUD, M. Arte da tese. 4. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001. ECO, U. Como se faz uma tese. 14ed. São Paulo: Perspectiva, 2004. IPARDES. Normas para apresentação de documentos científicos. (coleção). Números 1 a 8, Curitiba: UFPR: 2000. . . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 182 Revisão: 01 Vigência de: 1/1/2010 a: 24/set/10 183 DISCIPLINA: PORTUGUÊS HISTÓRICO CÓDIGO: 0535 PERÍODO: 7º Semestre CARGA HORÁRIA: 30 OBJETIVOS: Proporcionar ao aluno condições para que reflita sobre a origem do português e suas principais variações diacrônicas EMENTA: História interna e externa da língua portuguesa. Origem e formação da língua portuguesa. Os metaplasmos do português. A influência do tupi e dos dialetos africanos na língua. O português do Brasil e de Portugal. A língua portuguesa hoje no mundo. METODOLOGIA: Aulas expositivas, estudo dirigido, debates, vídeo, internet, pesquisas bibliográficas, multimídia, atividades em grupo. RECURSOS DIDÁTICOS: Quadro, data-show, retroprojetor, aparelho de CD,slides, mapas e gráficos. AVALIAÇÃO: Frequência, apresentação de seminários e resenhas, provas individuais, atividades em grupo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CÂMARA JUNIOR, Joaquim Mattoso. Dicionário de Lingüística e gramática: Referente à Língua Portuguesa. 26 ed. Petrópolis, RJ: Ed. Vozes, 2007. MATTOS E SILVA, Rosa Virgínia. O português são dois – novas fronteiras, velhos problemas. Parábola Editora, SP 2005. TEYSSIER, Paul. História da língua portuguesa. 2.ed. Trad.: Celso Cunha. São Paulo: Martins Fontes, 2007. FARACO, Carlos Alberto. Linguística histórica. São Paulo: Ática, 1994. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALI, Manuel Said. Gramática Histórica da Língua portuguesa, 1ª. ed., São Paulo: Melhoramentos 1921-1923; 3ª. ed. São Paulo: Melhoramentos, 1964. CARVALHO, Dolores Garcia & Nascimento, Manoel. Gramática Histórica. 13. ed. São Paulo: Ática,1981. COUTINHO, Ismael de Lima. Pontos de Gramática Histórica, 1. Ed. Companhia Editora Nacional, São Paulo, 1938; 7ª. Ed. Livro Técnico, Rio de Janeiro, 1976. ILARI, Rodolfo. Linguística Românica. São Paulo: Ática, 1995. MATTOS E SILVA. Rosa Virgínia. Português arcaico: fonologia, morfologia e sintaxe. São Paulo: Contexto, 2004. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 184 Revisão: 01 Vigência de: 3/3/2010 a: 24/set/10 185 DISCIPLINA: EXPRESSÃO ORAL E ESCRITA EM LÍNGUA ESPANHOLA CÓDIGO: 0538 PERÍODO: 7º Semestre CARGA HORÁRIA: 30 OBJETIVOS: Definir língua e padrão culto. Expressar-se segunda norma culta, oralmente e por escrito. Praticar a produção escrita sob diversas formas. EMENTA: Desenvolvimento da produção escrita e oral em Língua Espanhola; concepção do texto em suas múltiplas leituras; aprimoramento da habilidade redacional. METODOLOGIA: Aulas expositivas, mobilizando a participação da turma, debates, atividades em grupos. RECURSOS DIDÁTICOS: Leituras orientadas para desenvolvimento dos conhecimentos teóricos . Apostila elaborada pelo professor. Exposição oral para esclarecimento de dúvidas. Exercícios de leitura, interpretação e produção textual. AVALIAÇÃO: Produção de textos orais e/ou escritos. Prova escrita. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARIAS, Sandra Di Lullo & MARTINEZ, Ron. Como escrever tudo em espanhol. Escreva a coisa certa em qualquer situação. Editora Campus. Rio de Janeiro, 2002. CASSANY, Daniel. Para ser letrados: Voces y miradas sobre la escritura. Barcelona: Paidos Ibérica, 2009. CASSANY, Daniel. Expresión escrita en L2/ELE. Madrid: Arco Libros, 2005. MILANI, Esther Maria. Gramática de espanhol para brasileiros. São Paulo: Saraiva, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CASSANY, Daniel, 1999. “Las palabras y el escrito” en Hojas de Lectura.. Barcelona: Fundalectura. BRIZ, Antonio. El español coloquial em la conversación. Madrid: Ariel, 2001. FÁVERO, Leonor Lopes. Coesão e Coerência Textuais. Editora Ática. São Paulo, 1991. FERNÁNDEZ, Sonsoles. Interlengua y Análisis de Errores en el aprendizaje del Español como lengua extranjera. Madrid: Edelsa, 1997. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 186 Revisão: 01 Vigência de: 3/3/2010 a: 24/set/10 187 DISCIPLINA: LITERATURA HISPANO - AMERICANA - DA INDEPENDÊNCIA À MODERNIDADE CÓDIGO: 0540 PERÍODO: 7º Semestre CARGA HORÁRIA: 30 OBJETIVOS: Levar o aluno a conhecer as primeiras manifestações da independência cultural americana; analisar criticamente a influência americanas no contexto literário espanhol. EMENTA: A literatura em língua espanhola na América do Realismo chegando até nossos dias. Suas aproximações e distanciamentos com a literatura européia. METODOLOGIA: Aulas expositivas, mobilizando a participação da turma, debates, atividades em grupos. RECURSOS DIDÁTICOS: Jogos interativos. Filmes sobre a realidade Hispânica. Músicas. Textos literários e não literários. Laboratório de idiomas. Data show. AVALIAÇÃO: Trabalhos em grupos, atividades individuais e provas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BELLA, Jozef. História da Literatura hispano-americana. 4ª ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves. Editora S. A., 2005. LORENZO, Rocio Barros. Curso de Literatura. Edelsa/2006. CISNERO, Consuelo Jimenez. El sueño de Cristóbal / Edelsa, 2008. QUESADA, Sebastian. Historia del arte de España e Hispanoamericana – Edelsa, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR NAVARRO, Francisco. Retratos Célebres de la literatura hispanoamericana. Editora Nacional, 2006. MÁRQUEZ, Gabriel García. Cien Años de Soledad. Real Academia. Alfaguara, 2007. ANDERSON, Enrique. Historia de la Literatura hispanoamericana II / Época Contemporánea. 5ª ed. México Progreso, 2005. . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 188 Revisão: 01 Vigência de: 1/2/2010 a: 24/set/10 189 DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA - SEMÂNTICA E PRAGMÁTICA CÓDIGO: 0541 PERÍODO: 7º Semestre CARGA HORÁRIA: 60 OBJETIVOS: O aluno deverá ser capaz de reconhecer os conceitos básicos das teorias relacionadas à semântica e à pragmática. EMENTA: Semântica e pragmática do português. Conceitos básicos. Aspectos semânticos da linguagem. O significado. Usos da linguagem. Estudo da teoria da enunciação e dos atos de fala em situações reais de comunicação. Estudo da dêixis, da pressuposição e das implicações. METODOLOGIA: Aulas expositivas. Estudo dirigido. Atividades em grupo. RECURSOS DIDÁTICOS: Quadro, datashow, retroprojetor, aparelho de CD. AVALIAÇÃO: Frequência, seminários, provas individuais, atividades em grupo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FELTES, Heloísa P. de Morais. Semântica cognitiva: ilhas, pontes e teias. Porto Alegre, EDIPURS, 2007. ILARI, Rodolfo. Introdução à semântica: brincando com a gramática. São Paulo: Contexto, 2006. ILARI, Rodolfo & GERALDI, João Wanderley. Semântica. São Paulo: Ática, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALI, M. Said. Dificuldades da língua portuguesa: estudos e observações. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras, 2008. ARMENGAUD, Francoise. A Pragmática. 1ª Ed. São Paulo: Parábola, 2006. BENVENISTE, Émile. Problemas de Linguística Geral I. 5. ed. Trad. Maria da Glória Novak e Maria Luisa Neri. Campinas: Pontes, 2005. KERBRAT-ORECCHIONI, Catherine. Os Atos de Linguagem no Discurso: teoria e funcionamento. Niterói. EdUFF, 2005. VIEIRA, Silvia Rodrigues & BRANDÃO, Silvia Figueiredo (org.). Ensino de gramática: descrição e uso. São Paulo: Contexto, 2007. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 190 Revisão: 01 Vigência de: 1/2/2010 a: 24/set/10 191 DISCIPLINA: PRODUÇÃO TEXTUAL EM LÍNGUA ESPANHOLA CÓDIGO: 0543 PERÍODO: 7º Semestre CARGA HORÁRIA: 30 OBJETIVOS: Desenvolver competências discursivas em Língua Espanhola. EMENTA: Desenvolvimento da produção oral e escrita em Língua Espanhola; concepção do texto em suas múltiplas leituras. Aprimoramento da habilidade redacional. METODOLOGIA: Aulas expositivas, mobilizando a participação da turma, debates, atividades em grupos. RECURSOS DIDÁTICOS: Jogos interativos. Filmes sobre a realidade Hispânica. Músicas. Exercícios de leitura, interpretação e produção textual. AVALIAÇÃO: Trabalhos em grupos, atividades individuais e provas. Produção de textos orais e escritos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SABINO, Walmir. Listo / Español através de textos. Santillana, 2005. BELHASSEN, Thierry. 3500 Palavras em Espanhol – Disal / 2007. BLASCO, Cecília. Fale tudo em Espanhol. Disal Editora, 2008. VÍCTOR, Barrionuevo. Buevo Dicionario Contemporáneo. Editora Nacional, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR VRANIC, Gordana. Hablar por los codos. Edelsa, 2008. FERNÁNDEZ, Gretel. Expresiones Idiomáticas: usos y valores. Editora àtica, 2004. FRANJUL, Adrían. Gramática de Español. Paso a Paso. Santillana, 2005. . . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 192 Revisão: 01 Vigência de: 1/2/2010 a: 24/set/10 193 DISCIPLINA: ESTUDO DOS GÊNEROS DISCURSIVOS EM LÍNGUA INGLESA CÓDIGO: 0555 PERÍODO: 7º Semestre CARGA HORÁRIA: 30 OBJETIVOS: Considerando o discurso como língua em uso (Cook, 1995, p. 6) e como tal, uma prática social real permeada de relações de poder, visões de poder, visões políticas e intenções pessoais, o curso objetiva familiarizar o aluno com os conceitos básicos do estudo de gêneros discursivos em inglês e introduzir a análise dos gêneros e seus usos para os diversos propósitos em interações sociais na sociedade contemporânea. EMENTA: Discurso (oralidade e grafocentrismo); Propósitos sociais nas interações discursivas: discurso, design, produção, distribuição; Gêneros discursivos; Produção discursiva. METODOLOGIA: Aulas expositivas, leitura, compreensão e análise de textos; estudo dirigido em sala de aula; atividades em ambiente virtual. RECURSOS DIDÁTICOS: Leituras orientadas para desenvolvimento dos conhecimentos teóricos . Apostila elaborada pelo professor. Exposição oral para esclarecimento de dúvidas. Exercícios de leitura, interpretação e produção textual. AVALIAÇÃO: Produção própria individual e em grupo; prova. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BAKHTIN, Mikhail. Estética da criação verbal. 4 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2006. CELCE-MURCIA, Marianne & OLSHTAIN, Elite. Discourse and context in language teaching. Cambridge: CUP, 2007. FAIRCLOUGH, Norman. Discurso e Mudança social. Brasília: Editora UnB, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COOK, Guy. Discourse. Oxford: OUP, 1995. FJELDSTAD, Mary. The thoughtful reader. 2nd ed. Orlando, FL: Hartcourt Brace & Co, 2002. KRESS, Gunther & VAN LEEUWEN, Theo. Multimodal Discourse – the modes and media of contemporary communication. London: Hodder Arnold, 2009. . . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 194 Revisão: 01 Vigência de: 1/2/2010 a: 24/set/10 195 DISCIPLINA: LITERATURA NORTE - AMERICANA - DO REALISMO AO MODERNISMO CÓDIGO: 0557 PERÍODO: 7º Semestre CARGA HORÁRIA: 30 OBJETIVOS: Capacitar o aluno a relacionar o contexto histórico dos séc. XIX e XX à produção literária do período . Levá-lo a apreender, de maneira crítica, a produção literária dos principais autores e obras do realismo Naturalismo. Conhecimento crítico da literatura norte-americana do século XX. EMENTA: Realismo e Naturalismo. O século XX. A Geração Perdida. Drama, poesia e prosa. Principais autores e tendências dessa fase. METODOLOGIA: Aulas expositivas, estimulando a participação do aluno. Leitura e discussão de textos literários. Apresentação de vídeos. Apresentação de seminários. RECURSOS DIDÁTICOS: Data-show. Vídeos (filmes baseados em obras literárias). AVALIAÇÃO: Trabalho escritos. Seminários em grupo. Provas discursivas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMARGO, M. Basic Guide to American Literature. São Paulo: Pioneira, 2008. HIGH, Peter B. An Outline of American Literature. Essex: Longman, 2005. FULLER, A. Adventures in American Literature. Washington: Harcourt Brace, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRADLEY, S. et alii (eds.). The American Tradition in Literature. New York: Norton, 1990. O’CALLAGHAN, Bryn. An Illustrated History of the USA. Longman: Essex, 1997. SPILLER, R. O ciclo da Literatura Norte Americana. Rio de Janeiro: Forense, 1994. WANDERLEY, Jorge. Antologia da Poesia Norte-Americana. São Paulo: Civilização Brasileira, 1997. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 196 Revisão: 01 Vigência de: 3/3/2010 a: 24/set/10 197 DISCIPLINA: PRÁTICA TEXTUAL EM LÍNGUA INGLESA CÓDIGO: 0558 PERÍODO: 7º Semestre CARGA HORÁRIA: 30 OBJETIVOS: Levando em conta que a modalidade escrita é uma ferramenta importante nas relações sociais da sociedade grafocêntrica, este curso tem o objetivo de aperfeiçoar as habilidades dos alunos para a recepção e produção de textos na modalidade escrita. EMENTA: Os gêneros textuais escritos e seus propósitos. Coesão e Coerência. Pontuação. Separação silábica. Produção textual escrita. Organização de parágrafos. Ensaio. METODOLOGIA: Aulas expositivas. Leitura, compreensão e análise de textos; estudo dirigido em sala de aula; atividades em ambiente virtual. RECURSOS DIDÁTICOS: TV, Vídeo, Retroprojetor, ambiente virtual em atividades extraclasse. AVALIAÇÃO: Produção própria individual e em grupo; prova. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALMEIDA, Rubens Queiroz de. As palavras mais comuns da Língua Inglesa – desenvolva sua habilidade de ler textos em inglês. Novatec Editora, 2003. HUANG, Yan. Pragmatics. Oxford Textbooks in Linguistics. New York: OUP, 2007. VINCE, Michael & SUNDERLAND, Peter. Advanced language practice with key - English grammar and vocabulary. Macmillan, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AITCHISON, James (2001). Cassell’s Dictionary of English Grammar. London: Cassell & Co. BERK, Lynn (1999). English Syntax – from word to discourse. New York: OUP. HEDGE, T. Writing. Oxford: OUP, 2001. . . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 198 Revisão: 01 Vigência de: 1/2/2010 a: 24/set/10 199 DISCIPLINA: TÓPICOS DE LITERATURA PORTUGUESA CÓDIGO: 0604 PERÍODO: 7º Semestre CARGA HORÁRIA: 30 OBJETIVOS: Estudar o lirismo português e suas manifestações literárias numa perspectiva diacrônica. Analisar, nos textos literários, tanto o nacionalismo laudatório quanto o crítico a partir de uma perspectiva diacrônica. EMENTA: As primeiras manifestações líricas da Literatura Portuguesa. A lírica camoniana nos seus mais diversos aspectos temáticos. A poesia cultista e conceptista e a reação árcade. O lirismo romântico e a produção finissecular. As gerações de Orpheu e presença e seus desdobramentos poéticos. METODOLOGIA: Aulas expositivas com a participação da turma, atividades em grupo, seminários. RECURSOS DIDÁTICOS: Quadro, retroprojetor, computador, datashow, aparelho de cd. AVALIAÇÃO: Freqüência, seminários, trabalhos dissertativos, atividades em grupos, provas individuais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SARAIVA, António José e LOPES, Oscar. História da Literatura Portuguesa. 17a ed. Porto: Porto Editora, 1996. SARAIVA, José Hermano. História concisa de Portugal. 5a ed. Lisboa: Europa-América, 1979. BUENO, Aparecida de Fátima et alli. Literatura portuguesa: história, memórias e perspectivas. São Paulo: Alameda, 2007. MOISÉS, Massaud. A literatura portuguesa através de textos. 30ª ed. São Paulo: Cultrix, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABDALA JR., Benjamim e PASCHOALIN, Maria Aparecida. História Social da Literatura Portuguesa. São Paulo: Ática, 1994. CENTENO, Yvette Kace (coord.). Portugal: mitos revisitados. Lisboa: Salamandra, 1993. SARAIVA, António José. História da Literatura Portuguesa. 10a ed. Lisboa: Europa-América, 1970. . . BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA 200 Revisão: 01 Vigência de: 2/2/2010 a: 24/set/10 201 DISCIPLINA: LITERATURA GRECO-LATINA - A LÍRIA E A ÉPICA CÓDIGO: 0639 PERÍODO: 7º Semestre CARGA HORÁRIA: 30 OBJETIVOS: Levar o aluno a considerar a relevância da cultura clássica como referência para a literatura ocidental. Ressaltar o estreitamento da realidade material e espiritual como forma de conhecimento no mundo grego. Considerar as contribuições romanas para a cultura e a para a literatura modernas. Analisar as principais obras do teatro e sua repercussão na literatura brasileira. EMENTA: O legado clássico. Literatura greco-latina: a lírica e a prosa. Literatura greco-latina: a épica. METODOLOGIA: Aulas expositivas; pesquisas dirigidas; seminários; trabalhos escritos. RECURSOS DIDÁTICOS: Sala de aula; retroprojeções; vídeos. AVALIAÇÃO: Seminários; trabalhos escritos; provas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARDOSO, Zélia de Almeida. A literatura latina. 2 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003. MANGUEL, Alberto. Ilíada e Odisséia de Homero. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2008. VIRGÍLIO. Eneida. São Paulo: Nova Cultural. 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PAES, José Paulo (seleção e tradução). Poemas da antologia grega ou palatina: séculos VII a.C. a V d. C. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. OVÍDIO. A arte de amar. São Paulo: Ars Poética, 1992. NOVAK, Maria da Gloria e NERI, Maria Luiza (org.). Poesia Lírica Latina. 2ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 1992. BIBLIOGRAFIA DO PROGRAMA REDE DE LEITURA Revisão: 01 Vigência de: 1/2/2010 a: 24/set/10 202 203