Baja SAE BRASIL – Etapa Nordeste 2014 Informativo 12 – Capacidade Trativa Camaçari, 03 de Outubro de 2014. Prezados Participantes, O objetivo da prova continua sendo avaliar a capacidade de carga dos protótipos, procurando inovar a cada dia, tornando algo mais engenhoso e desafiador para os participantes da competição. Igual aos últimos anos, a prova de tração passou por mais uma atualização. Para esse ano o desafio será definir a potência máxima gerada pelo protótipo no deslocamento de veículo com massa aproximada a 2.250kg no asfalto em um plano inclinado de 2º e uma distância de 5 metros, conforme Figura 1. Figura 1 – Modelo da prova de capacidade de carga A célula de carga será fixada por uma de suas extremidades em um ponto com altura fixa na carga a ser movida e a outra extremidade será fixada no ponto de reboque do veículo Baja com auxílio de uma corda com 4,0 metros de comprimento. A pista onde a prova será realizada terá marcações a cada 1 metro. Ao veículo Baja será fixada uma câmera que irá gravar o tempo utilizado para percorrer todos os 5 intervalos de 1m. A força registrada pela célula de carga será gravada em um micro-computador. A partir dos dados de força, deslocamento e tempo, a potência será calculada da seguinte forma: A cada intervalo de 1m, será considerada a força média e o tempo necessário para percorrer esta distância. A potência média do intervalo será calculada de acordo com a fórmula: onde: F=Força (N) d= Deslocamento (m) t= Tempo (s) A potência total será calculada como a média de todos os 5 intervalos. Para o início da prova, o veículo será preso ao Baja conforme a figura 1 e terá os freios liberados. Este procedimento resulta em um pré-carga de aproximadamente 600N. Após o sinal do Juiz, o piloto está liberado para puxar a carga ao longo dos 5 metros. A conclusão da tentativa será efetuada em 2 casos: 1º o veiculo percorreu os 5 metros; 2º interrupção pelo juiz. As equipes poderão submeter o veículo a uma segunda medição de carga desde que esteja dentro da janela de execução da prova, que poderá ser realizada imediatamente após a primeira passagem, caso o veículo deixe o local da prova ou retorne para a fila, a segunda medição será proibida. Após a segunda tentativa (se executada), um membro da equipe terá até 2 minutos para apresentar os cálculos de capacidade de carga do veículo (maior Força gerada no deslocamento dos 5 metros do veículo) e justificar as possíveis semelhanças/diferenças entre o resultado calculado e o medido (suportado apenas por relatório impresso), e outros 3 minutos para esclarecimento de possíveis questionamentos pelo juiz da prova. A pontuação da prova será definida da seguinte forma: Metodo A No caso de todos os veículos Baja puxarem o veículo até o final, a pontuação é determinada pela potência gerada: onde: “Menor Potência”: A menor potência obtida dentre todas as equipes na prova que puxarem o veículo por todo percurso; “Maior Potência”: é a maior potência obtida dentre todos os veículos; “Sua Potência”: é a maior potência obtida pelo seu veículo na prova; “PAT”: é a pontuação da sua equipe referente à apresentação de capacidade de carga (máximo 10 pontos). Metodo B Caso nenhuma equipe consiga puxar o veículo até o final de seu curso, a pontuação se baseará na distância como indicado abaixo: onde: “Maior Distância”: é a maior distância obtida dentre todas as equipes; “Menor Distância”: é a menor distância obtida dentre todas as equipes; “Sua Distância”: é a maior distância obtida pelo veículo puxado; “PAT”: é a pontuação da sua equipe referente à apresentação de capacidade de carga (máximo 10 pontos). Metodo C No caso de alguns veículos Baja puxarem o trenó até o final enquanto outros não conseguirem, a pontuação será calculada como indicado abaixo: Os veículos serão divididos em dois grupos: Grupo 1 – veículos Baja que puxaram o veículo até o final e; Grupo 2 – veículos Baja que não puxaram o veículo até o final. onde: “Menor Potência”: A menor potência obtida dentre todas as equipes na prova que puxarem o veículo por todo percurso; “Maior Potência”: é a maior potência obtida dentre todos os veículos; “Sua Potência”: é a maior potência obtida pelo seu veículo na prova; “PAT”: é a pontuação da sua equipe referente à apresentação de capacidade de carga (máximo 10 pontos). onde: “Sua Distância”: é a maior distância obtida pelo veículo Baja; “Menor pontuação do Grupo 1”: é pontuação mais baixa obtida pelo Grupo 1 desconsiderando a parcela PAT. “PAT”: é a pontuação da sua equipe referente à apresentação de capacidade de carga (máximo 10 pontos). Metodo D No caso de algum veículo Baja não conseguir deslocar o carro, será utilizado o seguinte critério: Os veículos serão divididos em três grupos: Grupo 1 – veículos Baja que puxaram o veículo até o final; Grupo 2 – veículos Baja que não puxaram o veículo até o final e; Grupo 3 – veículos que não conseguiram se deslocar. A pontuação dos grupos 1 e 2 é descrita no método C. O grupo 3 é calculado conforme segue: onde: “Sua máxima força”: é a maior força obtida pelo veículo Baja; “Força do grupo 2”: é a maior força obtida pelo último classificado do grupo 2; “Menor pontuação do Grupo 2”: é pontuação mais baixa obtida pelo Grupo 2 desconsiderando a parcela PAT. “PAT”: é a pontuação da sua equipe referente à apresentação de capacidade de carga (máximo 10 pontos). Caso não haja representantes no grupo 2, considera-se o grupo 1 como referência. Comitê Baja SAE Brasil – Etapa Nordeste