Sumário Legislação ................................................................................................................................................... 4 SNT ............................................................................................................................................................. 4 Órgãos Normativos ..................................................................................................................................... 4 Órgãos Executivos ...................................................................................................................................... 4 Órgãos Fiscalizadores ................................................................................................................................. 4 Órgãos Recursais ........................................................................................................................................ 5 Educação Para o Trânsito............................................................................................................................ 5 FUNSET ..................................................................................................................................................... 5 Requisitos para habilitação ......................................................................................................................... 5 CATEGORIAS DE HABILITAÇÃO......................................................................................................... 5 MUDANÇA OU ADIÇÃO DE CATEGORIA .......................................................................................... 6 RENOVAÇÃO DA CARTEIRA NACIONAL DE HABILITAÇÃO ....................................................... 6 CLASSIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS ....................................................................................................... 6 VEÍCULOS DE APRENDIZAGEM .......................................................................................................... 7 DIMENSÕES DOS VEÍCULOS ................................................................................................................ 7 CRV – Certificado de Registro de Veículos. .............................................................................................. 8 DOCUMENTOS DE PORTE OBRIGATÓRIO ........................................................................................ 8 EQUIPAMENTOS DE USO OBRIGATÓRIO.......................................................................................... 8 SEGURO OBRIGATÓRIO – DPVAT..................................................................................................... 10 TRANSPORTE DE CRIANÇAS EM VEÍCULOS ................................................................................. 11 CONDUÇÃO DE ESCOLARES ....................................................................................................... 11 VEÍCULOS EM CIRCULAÇÃO INTERNACIONAL ........................................................................... 12 Sinalização ................................................................................................................................................ 12 Normas de Conduta e Circulação ............................................................................................................. 12 PREFERÊNCIA NOS CRUZAMENTOS................................................................................................ 13 PRIORIDADE DE PASSAGEM.............................................................................................................. 13 CONVERSÕES ........................................................................................................................................ 14 ULTRAPASSAGEM................................................................................................................................ 14 CLASSIFICAÇÃO DAS VIAS................................................................................................................ 15 URBANAS: .......................................................................................................................................... 15 RURAIS:............................................................................................................................................... 15 PARADA E ESTACIONAMENTO......................................................................................................... 16 MOTOCICLETAS, MOTONETAS, CICLOMOTORES E BICICLETAS ............................................ 16 OS PEDESTRES ...................................................................................................................................... 17 Infrações.................................................................................................................................................... 17 MEDIDAS ADMINISTRATIVAS .......................................................................................................... 19 Nova Leia Seca ......................................................................................................................................... 20 Motorista Profissional............................................................................................................................... 22 Motaxista e motofretista ........................................................................................................................... 22 DIREÇÃO DEFENSIVA.......................................................................................................................... 23 Elementos que compõe a direção defensiva ............................................................................................. 23 Automatismo:........................................................................................................................................ 23 Os Veículos .......................................................................................................................................... 23 Os Condutores..................................................................................................................................... 24 As Vias de Trânsito............................................................................................................................. 24 O Ambiente.......................................................................................................................................... 25 Chuva ................................................................................................................................................... 25 Aquaplanagem ou Hidroplanagem ................................................................................................... 25 Neblina ................................................................................................................................................. 25 Fumaça proveniente de queimadas ................................................................................................... 26 Condição de luz ................................................................................................................................... 26 DISTÂNCIA DE REAÇÃO ............................................................................................................... 26 DISTÂNCIA DE FRENAGEM ......................................................................................................... 26 DISTÂNCIA DE PARADA................................................................................................................ 26 DISTÂNCIA DE SEGMENTO ......................................................................................................... 26 Tipos de colisões....................................................................................................................................... 26 COMPARATIVO CARRO X MOTOCICLETA ..................................................................................... 27 PRIMEIROS SOCORROS ....................................................................................................................... 27 Acionamento do socorro especializado ................................................................................................ 28 Sinalização do local do acidente......................................................................................................... 28 Mobilidade e Sensibilidade do Corpo ............................................................................................... 29 Dilatação das Pupilas.......................................................................................................................... 29 Parada Respiratória ................................................................................................................................... 29 Parada Cardiorrespiratória ........................................................................................................................ 30 Hemorragia ............................................................................................................................................... 30 Estado de Choque ..................................................................................................................................... 30 Tipos de choques:................................................................................................................................ 30 Ferimentos Abertos................................................................................................................................... 30 Queimadura............................................................................................................................................... 31 Fraturas ..................................................................................................................................................... 31 CONVIVIO SOCIAL E MEIO AMBIENTE ........................................................................................... 31 Meio Ambiente. ........................................................................................................................................ 32 Órgãos responsáveis pelo controle ambiental .................................................................................. 32 Poluição................................................................................................................................................ 32 Os Veículos e a Poluição .......................................................................................................................... 32 Poluição Sonora ........................................................................................................................................ 33 Chuva Ácida.............................................................................................................................................. 33 Camada de Ozônio.................................................................................................................................... 33 Efeito Estufa.............................................................................................................................................. 34 NOÇÕES BÁSICAS DE MECÂNICA .................................................................................................... 34 O motor ................................................................................................................................................ 34 Peças Fixas do Motor.......................................................................................................................... 34 Peças Móveis do Motor....................................................................................................................... 34 Ciclos de Funcionamento do Motor .................................................................................................. 35 Sistema de Alimentação............................................................................................................................ 35 Sistema de Transmissão............................................................................................................................ 35 Sistema de suspensão................................................................................................................................ 36 Sistema de Direção ................................................................................................................................... 36 Sistema de Freios ...................................................................................................................................... 36 Sistema Elétrico ........................................................................................................................................ 37 Carroçaria.................................................................................................................................................. 37 Sistema de Descarga ou Escape................................................................................................................ 37 Veículos de 2 e 3 Rodas............................................................................................................................ 38 Chassi........................................................................................................................................................ 38 Sistema de transmissão ............................................................................................................................. 38 Sistema elétrico......................................................................................................................................... 38 Sistema de freio......................................................................................................................................... 39 Sistema de suspensão................................................................................................................................ 39 Sistema de direção .................................................................................................................................... 39 Sistema de alimentação............................................................................................................................. 39 Sistema de distribuição ............................................................................................................................. 39 Sistema de lubrificação ............................................................................................................................. 39 Sistema de embreagem ............................................................................................................................. 39 2 REFERÊNCIAS........................................................................................................................................ 39 Placas ........................................................................................................................................................ 41 Sinalização vertical de regulamentação .................................................................................................... 41 Sinalização Vertical de Advertência ......................................................................................................... 43 Placas de Serviços Auxiliares ................................................................................................................... 45 Placas de Atrativos Turísticos................................................................................................................... 46 Inscrições no Pavimento ........................................................................................................................... 47 Sinais Sonoros........................................................................................................................................... 48 3 REVISÃO PARA A PROVA Caros professores e alunos, desde já agradecemos a escolha de nossos materiais, esperamos com esta revisão resumida ajudá-los nessa etapa de conquista de sua habilitação, lembrando sempre que a leitura do livros de forma completa e a realização de nosso simulado se faz muito importante em seu aprendizado para a prova e para sua vida de condutor de um veículo. Obrigado! Legislação SNT – Sistema Nacional de Trânsito é o conjunto de órgãos e entidades da União, composta por órgãos Normativos, Executivos, Fiscalizadores e Recursais; Órgãos Normativos · CONTRAN – Conselho Nacional de Trânsito, órgão máximo normativo. · CETRAN – Conselho Estadual de Trânsito, órgão máximo normativo estadual. · CONTRANDIFE – Conselho de Trânsito do Distrito Federal, mesmas atribuições do CETRAN, no Distrito Federal. Órgãos Executivos · DENATRAN – Departamento Nacional de Trânsito, órgão máximo executivo. · DETRAN – Departamento de Trânsito, órgão máximo executivo estadual, somente um em cada estado. · CIRETRAN- Circunscrição Regional de Trânsito, (subordinada ao DETRAN). · DNIT – Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transporte, rodoviário Federal. · DER – Departamento de Estradas de Rodagens, rodoviário Estadual. Órgãos Fiscalizadores · PRF, PMRE, PM (conforme convênio firmado com o órgão executivo de trânsito do estado ou Distrito Federal). · Município (TRANSCON, BHTRANS, Guarda Municipal). 4 Órgãos Recursais · JARI – Junta Administrativa de Recursos de Infrações. Educação Para o Trânsito Dever de todo órgão e entidade que compõem o Sistema Nacional de Trânsito, e um direito de todo cidadão, devendo começar desde a pré-escola e ir até o último ano de formação intelectual de um indivíduo. FUNSET – Fundo Nacional de Segurança e Educação de Trânsito, administrado pelo DENATRAN, 10% do total dos valores arrecadados destinados a Previdência Social do Prêmio do DPVAT (Danos Pessoais Causados Por Veículos Automotores nas Vias Terrestres), serão repassados ao Coordenador do Sistema Nacional de trânsito, para aplicação em programas de Educação e Prevenção e Acidentes e 5% sobre o total da arrecadação proveniente de multas por infração ao Código de Trânsito Brasileiro. Requisitos para habilitação Ser maior de 18 anos (Penalmente imputável), saber ler e escrever, possuir RG (identidade) e CPF. Exames: Médico e psicológico, técnico-teórico (45 horas/aula), prático veicular (20 horas/aula, sendo obrigatória 20% de carga horária noturna). OBS: No caso de reprovação nos exames técnico-teórico e prático veicular, o candidato poderá marcar novos exames após 15 dias da data da reprovação. CATEGORIAS DE HABILITAÇÃO · ACC- Autorização para conduzir ciclomotores. · A – Veículos motorizados e elétricos de 2 ou 3 rodas com ou sem carro lateral. · B – Veículos motorizados e elétricos até 3.500kg e até 8 lugares. · C – Veículos motorizados e elétricos acima de 3.500kg e até 8 lugares. 5 · D – Veículos motorizados e elétricos acima de 3.500kg e acima de 8 lugares. · E – Veículos articulados de 1 ou mais reboques que comporta no mínimo 6.000kg de carga. MUDANÇA OU ADIÇÃO DE CATEGORIA Carga horária de 15 horas/aula de prática de direção veicular, sendo 20% das aulas obrigatórias no período noturno, não ter cometido infrações gravíssimas, graves ou ser reincidente em infrações médias nos últimos doze meses. · C – no mínimo 1 ano de habilitação na categoria B. · D – no mínimo 2 anos de B ou 1 ano de habilitação na categoria C e ser maior de 21 anos. · E – no mínimo 2 anos de C ou 1 ano de D e ser maior de 21 anos. RENOVAÇÃO DA CARTEIRA NACIONAL DE HABILITAÇÃO · Até o portador completar 65 anos de 5 em 5 anos, após os 65 de 3 em 3 anos ou a critério do médico. · Condutores habilitados até 01/01/1994 dentro do estado de MG, ou fora do Estado até 21/01/1998, deverão comprovar conhecimento de Direção Defensiva e Primeiros Socorros, na modalidade presencial (Curso 15 horas/aula, sendo 10 horas/aula de Direção Defensiva e 5 horas/aula de Primeiros Socorros) ou não presencial (prova junto ao órgão executivo do Estado). CLASSIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS · Tração – Automotor, elétrico, propulsão humana, tração animal, reboque e semi- reboque. · Espécie – Carga, passageiros, misto, coleção, tração, especial, misto e competição. · Categoria – Oficial, missão diplomática, corpo consular, particular, aluguel, aprendizagem e fabricante. IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS 6 Os veículos serão identificados obrigatoriamente por caracteres gravados no chassi (composto de 17 dígitos) ou no monobloco do veículo e exteriormente por placas. VEÍCULOS DE APRENDIZAGEM Será identificado externamente por placas dianteiras e traseiras de fundo branco com letras vermelhas, faixa de 20 cm de largura colocada a meia altura no veículo na cor amarela e com a escrita AUTO ESCOLA em preto, sendo que em veículos de carroceria amarela as cores investida, faixa preta e escrita amarela. As aulas só poderão se ministradas nos locais e horários autorizados pela autoridade executiva de trânsito. SINIAV Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos, composto por dispositivo de identificação eletrônico denominado “placa eletrônica”, a implantação do SINIAV, terá obrigatoriamente de iniciar em todo território Nacional até o dia 01/01/2013 e se concluída até o dia 30/06/2014. OBS: Os veículos de uso bélico estão isentos desta obrigatoriedade. DIMENSÕES DOS VEÍCULOS · Largura máxima – 2,60 m · Altura máxima – 4,40m a 4,70 m. · Comprimento máximo para veículo simples – 14,00 m · Comprimento para veículo articulado – 18,60 m · Comprimento para veículo com reboque – 19,80 m · Comprimento para veículo com AET(Autorização Especial de Transporte) – 22,40m · Peso bruto total por unidade ou combinação de veículos – 45 toneladas. · Peso bruto total por eixo isolado – 10 toneladas. · Fica permitida até 31/01/2013, a tolerância máxima de 7,5% sobre os limites de peso bruto transmitido por eixo de veículos à superfície das vias publicas. OBS: Aos veículos de carga fabricados e licenciados a partir de 01/01/2012, com peso bruto total superior à 4,536kg , será exigido o Dispositivo Auxiliar de Identificação Auxiliar. 7 CRV – Certificado de Registro de Veículos. Será necessária a expedição de um novo CRV; · Quando mudar o município de domicilio ou residência. · Quando for transferida a propriedade. · Quando alterar qualquer característica original do veículo. · Quando mudar a categoria do veículo. A partir de 13/01/2012 fica obrigatório o comunicado de venda de veículos usados por parte do antigo proprietário do veículo, que poderá fazê-lo em forma documental ou eletrônica. DOCUMENTOS DE PORTE OBRIGATÓRIO · Condutor – CNH (Carteira Nacional de Habilitação), PPD (Permissão para Dirigir) ou ACC (Autorização para Conduzir Ciclomotores). · Veículo – CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos) ou CLA (Certificado de Licenciamento Anual). EQUIPAMENTOS DE USO OBRIGATÓRIO Classificados como de comunicação, informação e segurança, sua falta ou defeito constitui infração, passível de multa e retenção do veículo. PARA VEÍCULOS AUTOMOTORES: 1- Pára - choques dianteiro e traseiro; 13- Freios de estacionamento e de marcha com comandos independentes; 2-Lavador de pára-brisa; 14- Lanternas de freio na cor vermelha; 3- Protetores das rodas traseiras 15- Iluminação da placa traseira na (caminhões); 4- Espelho cor branca; retrovisor interno externo; e 16- Indicadores luminosos de mudança de direção, dianteiros e traseiros; 5- Limpadores de pára-brisa; 17- Cinto de segurança para todos ocupantes do veículo; 8 6- Pala interna de proteção contra o 18- Pneus que ofereçam condições sol (pára- sol) para o condutor; mínimas de segurança; 7- Faróis de luz branca ou amarela; 19- Roda sobressalente (aro e pneu); 8- Lanternas de posição, de cor 20- Macaco; chave de roda; chave de vermelha, na parte traseira; fenda e triangulo de segurança; 9 - Velocímetro, buzina; 21- 10-Dispositivo independente Equipamento registrador de de velocidade e tempo em veículos: de sinalização luminosa de emergência transportes escolares de passageiros (pisca alerta); com mais de 10 lugares e de carga com capacidade superior a 19 t; 11- Extintor de incêndio; 22- Cinto de segurança para árvore de transmissão dos veículos de transporte coletivo e de carga; 12- Silenciador de ruídos de motor a 23- Lanterna de marcha à ré, de cor combustão; branca. OBS: O cinto de segurança não será obrigatório para veículos de uso bélico. PARA CICLOMOTORES, MOTONETAS, MOTOCICLETAS, TRICICLOS E QUADRICÍCLOS: 1- Espelhos retrovisores de ambos os 6-Silenciador de ruídos; lados; 2- Farol dianteiro de cor branca ou 7- Lanterna de freio na cor vermelha; amarela; 3- Lanterna traseira de cor vermelha; 8- Iluminação da placa traseira; 4- Velocímetro, buzina; 9- Indicadores luminosos de mudança 5- Pneus que ofereçam condições de direção (dianteiros e traseiros ) e mínimas de segurança; protetor da roda traseira. PARA VEÍCULOS DE PROPULSÃO HUMANA (BICICLETA ): 1- Campainha; 3- Espelho retrovisor do lado esquerdo. 2- Sinalização noturna dianteira e traseira nas laterais e nos pedais; PARA VEÍCULOS DE TRAÇÃO ANIMAL: 9 1- Freios; 2- Luz branca ou amarela na dianteira e vermelha na traseira. PARA REBOQUES E SEMIRREBOQUES: 1- Pára - choque traseiro; 6- Lanterna de freio na cor vermelha; 2- Protetores das rodas traseiras; 7- Iluminação da placa traseira; 3-Pneus que ofereçam segurança; 8- Lanternas traseiras indicadoras de mudança de direção; 4- Freios com independentes comandos 9- Lanternas delimitadoras e lanternas ( existem laterais, exceções); quando suas dimensões assim o exigirem. 5- Lanternas de posição traseira na cor vermelha; PARA TRATORES: 1- Dispositivo destinado ao controle 2de ruído do motor; Espelhos (quando a retrovisores visibilidade laterais não for satisfatória). SEGURO OBRIGATÓRIO – DPVAT O Seguro de Danos Pessoais causados por veículos Automotores de Via Terrestre ou por sua carga – DPVAT ou Seguro Obrigatório de Veículos, tem como finalidade indenizar vítimas de acidentes causados por veículos que têm motor próprio (automotores) e circulam por terra ou asfalto (vias terrestres). É a única modalidade de seguro que cobre toda a população brasileira e estrangeiros com permanência devidamente legalizada. Coberturas Morte: a indenização é recebida por um ou mais beneficiários, dependendo da quantidade de familiares qualificados para o recebimento. Valor da indenização : R$13.500,00. 10 Invalidez total, parcial ou permanente: a indenização é recebida pela vítima. Valor da indenização: ate R$13.500,00. DAMS (despesas de assistência médica e suplementares): a indenização é recebida por quem efetuou as despesas, seja a própria vítima, outra pessoa ou empresa. Valor da indenização: até R$2.700,00. Vigência do DPVAT é anual e coincide com o ano civil, de 1 de janeiro a 31 de dezembro, a vigência do seguro não está vinculada à data do seu pagamento. - NÃO É NECESSÁRIO UM ADVOGADO PARA DAR ENTRADA NO PROCESSO DE INDENIZAÇÃO. TRANSPORTE DE CRIANÇAS EM VEÍCULOS Crianças menores de 10 anos devem ser transportadas no banco traseiro dos veículos utilizando equipamentos de retenção. · Crianças de zero a um ano (bebê conforto); · Idade superior a um ano e inferior ou igual há quatro anos (dispositivo de retenção cadeirinha); · Idade superior a quatro anos e inferior ou igual a sete anos e meio, altura inferior a 1,45m,( dispositivo de retenção assento de elevação); · Idade superior a sete anos e meio e inferior ou igual a dez anos, altura superior a 1,45m, deverão utilizar o cinto de três pontas. CONDUÇÃO DE ESCOLARES Para conduzir escolares, o condutor tem que estar habilitado na categoria D ou E, não ter cometido infrações gravíssimas, graves ou reincidir em infrações médias, e passar pelo treinamento específico. O veículo destinado ao transporte de escolares, deve ser registrado como de transporte de passageiros, possuir cinto de segurança em número igual ao da lotação do veículo, tacógrafo, ser vistoriado semestralmente para verificação de equipamento de uso obrigatório e de segurança, estar identificado externamente por faixa de 40 cm de largura na cor amarela e com escrita ESCOLAR em preto, sendo que em veículos de carroceria amarela as cores são investidas. 11 VEÍCULOS EM CIRCULAÇÃO INTERNACIONAL Os veículos licenciados no exterior não poderão sair do território nacional sem prévia quitação de débitos de multa por infrações de trânsito e ressarcimento a danos causado a bens do patrimônio público. Sinalização Conjunto de sinais visuais e sonoros, que tem como função, regulamentar, indicar, orientar, advertir e educar condutores e pedestres, classificam-se em vertical, horizontal, dispositivos de sinalização auxiliares, luminosos, sonoros e gestos do agente de trânsito e do condutor. Ordem de prevalência da sinalização: 1º Agente. 2º Semáforo 3º Sinais (placas e marcas) 4º Normas de conduta e circulação. · Sinalização Vertical – Subsistema da sinalização viária que se utiliza de placas que serão colocadas ao lado ou suspensas sobre a via, classificam-se em: regulamentação, advertência e indicação. · Sinalização Horizontal – Subsistema da sinalização viária que se utiliza de marcas que serão pintadas ou apostas sobre o pavimento das vias, classificam-se: inscrições no pavimento, canalização, longitudinais, delimitadoras e transversais. · Dispositivo de Sinalização Auxiliar – Incrementar a visibilidade da sinalização ou de obstáculos à circulação, alertando à situações de risco em potencial, classificamse em: dispositivos luminosos, de proteção continua, de uso temporário, de sinalização de alerta e delimitadores. Normas de Conduta e Circulação O condutor deverá, a todo momento, ter domínio de seu veículo, dirigindo-o com atenção e dos cuidados indispensáveis a segurança do trânsito. A circulação de veículos far-se-á pelo lado direito da via admitindo-se as exceções devidamente sinalizadas. 12 O trânsito de veículos sobre calçadas passeios e nos acostamentos só será permitido para se entrar ou sair de imóveis lindeiros. PREFERÊNCIA NOS CRUZAMENTOS Quando veículos, transitando por fluxos que se cruzem se aproximarem de local não sinalizado, terá a preferência de passagem: · No caso de rodovia, aquele que estiver circulando por ela; · No caso de rotatória, o que estiver circulando por ela; · Nos demais casos, o que vier à direita do condutor; O condutor deve aproximar o seu veículo da área de cruzamento em velocidade reduzida e atenção redobrada, de forma que possa parar seu veículo com segurança, para dar passagem a pedestre e a veículos que tenham o direito de preferência. - CRUZAMENTOS SÃO ÁREAS DE RISCO NO TRÂNSITO. REDUZA A VELOCIDADE E RESPEITE A SINALIZAÇÃO! PRIORIDADE DE PASSAGEM Os veículos precedidos de batedores, gozam de prioridade de passagem, os veículos de socorro de incêndio e salvamento, os de policia, os de fiscalização e operação de trânsito, quando em serviço de urgência e devidamente identificados por iluminação vermelha intermitente e alarme sonoro gozam de prioridade de passagem, livre parada e estacionamento. Os veículos prestadores de serviço de utilidade pública, quando em atendimento na via, gozam de livre parada e estacionamento no local da prestação de serviço, desde que devidamente sinalizados, devendo estar identificados na forma estabelecida pelo CONTRAN. 13 CONVERSÕES Antes de iniciar qualquer manobra que implique um deslocamento lateral (movimento de mudança de faixa, conversões e retornos), o condutor deverá indicar seu propósito de forma clara e com a devida antecedência, por meio de luz indicadora de direção de seu veículo, ou fazendo gesto convencional de braço. Antes de entrar á direita ou à esquerda, em outra via ou em lotes lindeiros, o condutor deverá: · Ao sair da via pelo lado direito, aproximar-se o máximo possível do bordo direito da pista e executar a manobra no menor espaço possível; · Ao sair da via pelo lado esquerdo, aproximar-se o máximo possível de seu eixo ou linha divisória da pista, quando houver, caso se trate de uma pista com circulação nos dois sentidos, ou do bordo esquerdo, tratando-se de uma pista de um só sentido; Durante a manobra de mudança de direção, o condutor deverá ceder passagem aos pedestres e ciclistas, aos veículos que transitem em sentido contrário pela pista da via da qual vai sair, respeitadas as normas de preferência de passagem. ULTRAPASSAGEM Todo condutor ao realizar a manobra de ultrapassagem deverá certificar que pode efetuá-la sem risco para sua segurança e os demais, assegurando-se de que a espaço suficiente e visibilidade, sinalizando a sua intenção para os demais condutores.É dever de todo usuário da via ceder passagem pela esquerda quando solicitado. O condutor não poderá ultrapassar veículos em vias com duplo sentido de direção e pista única, nos trechos em curvas e em aclives sem visibilidade suficiente, nas passagens de nível, pontes, viadutos e nas travessias de pedestres, exceto quando houver sinalização permitindo a ultrapassagem. - OS VEÍCULOS PESADOS DEVEM, QUANDO CIRCULAM EM FILA, PERMITIR ESPAÇO SUFICIENTE ENTRE SI PARA QUE OUTROS VEÍCULOS OS POSSAM ULTRAPASSAR POR ETAPAS. TENHA EM MENTE QUE OS VEÍCULOS MAIS PESADOS SÃO RESPONSÁVEIS PELA SEGURANÇA DOS MAIS LEVES; OS MOTORIZADOS, PELA 14 SEGURANÇA DOS NÃO MOTORIZADOS; E TODOS, PELA SEGURANÇA DOS PEDESTRES. - NÃO TENHA PRESSA. AGUARDE UMA CONDIÇÃO PERMITIDA E SEGURA PARA FAZER A ULTRAPASSAGEM! CLASSIFICAÇÃO DAS VIAS URBANAS: São ruas, avenidas, vielas ou caminhos abertos à circulação pública situada na área urbana e caracterizada pela existência de imóveis edificados. · Via de trânsito rápido – 80km/h · Via arterial – 60km/h · Via coletora – 40 km/h · Via local – 30 km/h RURAIS: São vias públicas para circulação de pedestres, animais e veículos, destinado-se às interligações entre Municípios, Estado e Nações. Rodovia- Via rural pavimentada (asfaltada), velocidade máxima permitida onde · não houver sinalização: · Automóveis, camionetas e motocicletas – 110km/h · Ônibus e microônibus – 90 km/h · Demais veículos – 80 km/h · Estrada – Via rural não pavimentada (de terra): 60km/h. Art. 218:. Transitar em velocidade superior à máxima permitida para o local, em rodovias, vias de trânsito rápido, vias arteriais e demais vias: Limite Velocidade de 20% acima da De 20% a 50% acima Acima de 50% da vel. máxima. da vel. máxima. vel. máxima Infr. Média Infr. Grave Infr. Gravíssima 15 Art.219:. A velocidade mínima estabelecida para as vias com ou sem sinalização não poderá se inferior à metade da velocidade máxima estabelecida, a menos que as condições de tráfego e meteorológicas não o permitam, salvo se estiver na faixa da direita:. Infração Média. PARADA E ESTACIONAMENTO Quando proibido o estacionamento na via, a parada deverá restringir-se ao tempo indispensável para embarque ou desembarque de passageiros, desde que não interrompa ou perturbe o fluxo de veículos ou a locomoção de pedestre. Estacionamento é a imobilização do veículo, por tempo superior ao necessário para embarque ou desembarque de passageiros ou para operações de carga ou descarga. O embarque e desembarque de passageiros devem ocorrer pelo lado da calçada, exceto para o condutor. O estacionamento dos veículos motorizados de 2 rodas será feito em posição perpendicular a guia da calçada e junto a ela, salvo quando houver sinalização que determine outra condição. Conforme lei federal nº 10.741 de 01/10/2003 e lei nº 10.098 de 19/12/2000, dispõe que 5% das vagas em estacionamento de uso público para serem utilizados por idosos e 2% para portadores de deficiência ou com dificuldade de locomoção. - È PROIBIDO E PERIGOSO TRAFEGAR PELO ACOSTAMENTO. ELE SE DESTINA A PARADAS DE EMERGÊNCIA E AO TRÁFEGO DE PEDESTRES E CICLISTAS! MOTOCICLETAS, MOTONETAS, CICLOMOTORES E BICICLETAS Os condutores de motocicletas, motonetas e ciclomotores, só poderão circular nas vias: · Utilizando capacete com viseira ou óculos protetor; · Segurando o guidom com as duas mãos; · Usando vestuário de proteção · Em fila indiana quando em grupo; · Com farol aceso de dia e de noite. Os passageiros de motocicleta, motoneta e ciclomotor só poderão ser transportados: · Utilizando capacete de segurança; 16 · Em carro lateral, acoplado ao veículo ou em assento suplementar atrás do condutor; · Usando vestuário de proteção. OS PEDESTRES É assegurado ao pedestre a utilização de passeios ou passagens apropriadas das vias urbanas e dos acostamentos das vias rurais, para circulação, sendo que quando não for possível a utilização dos mesmos, a circulação de pedestre na pista de rolamento será feita com prioridade sobre os veículos, pelos bordos da pista, em fila única, em sentido contrário ao deslocamento de veículos, ao cruzar a pista de rolamento o pedestre tomará precauções de segurança, devendo utilizar sempre as faixas ou passagens a ele destinadas sempre que estas existirem de até 50 m dele, caso não haja, cruzar a pista em sentido perpendicular ao seu eixo. - AS CALÇADAS OU PASSEIOS PÚBLICOS SÃO ESPAÇOS DO PEDESTRE! Infrações Constitui infração toda inobservância de qualquer preceito do CTB, da sua legislação e resoluções complementares. As infrações serão classificadas em: Gravíssima 7 pontos R$191,54 Grave 5 pontos R$127,69 Média 4 pontos R$ 85,13 Leve 3 pontos R$ 53,20 O infrator estará sujeito às penalidades e medidas administrativas. - INFRINGIR AS LEIS DE TRÂNSITO TAMBÉM É UM FATOR DE RISCO DE ACIDENTE! São penalidades: 17 · Advertência por escrito: Aplicada à infração de natureza leve ou média, sem reincidência, quando a autoridade de trânsito, considerando o prontuário do infrator entender essa medida como educativa. OBS: Resolução 404 de 12/06/2012, em vigor a partir de 1º de janeiro de 2013 O proprietário do veículo ou o condutor infrator, poderá requerer á autoridade de trânsito a aplicação da penalidade de advertência por escrito. A aplicação da penalidade de advertência por escrito deverá ser registrada no prontuário do infrator e não implicará em registro de pontuação. · Multa: As multas serão impostas e arrecadadas pelo órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre a via onde haja ocorrido a infração. A notificação a pessoal de missões diplomáticas, de repartições consulares de carreira e de representações de organismos internacionais e de seus integrantes será remetida ao Ministério das Relações Exteriores para as providências cabíveis e cobrança dos valores, no caso de multa. · Suspensão do Direito de Dirigir: Aplicada pelo prazo mínimo de 1 mês à no máximo 12 meses, no caso de reincidência no prazo de 12 meses, pelo prazo mínimo de 6 meses à no máximo 24 meses. · Cassação da CNH: Decorridos 2 anos da cassação da CNH, o infrator poderá requerer sua reabilitação, submetendo-se a todos os exames necessários à habilitação, na forma estabelecida pelo CONTRAN. · Cassação da PPD: Aplicada ao infrator que cometer infrações gravíssimas, graves ou reincidir em médias, no período de 12 meses de vigência da PPD. · Freqüência Obrigatória em curso de reciclagem: Curso com carga horária de 30 horas/aula, após o término o infrator será submetido à prova teórica de 30 questões de múltipla escolha, cujo aproveitamento mínimo seja de 70% para que seja considerado aprovado. 18 · Apreensão do veículo: o veículo será recolhido ao depósito e nele permanecerá sob custodia e responsabilidade do órgão ou entidade apreendedora, com ônus para seu proprietário, pelo prazo de 30 dias. OBS: Quando o infrator cometer, simultaneamente, 2 ou mais infrações ser-lhe-ão aplicadas, cumulativamente as respectivas penalidades. MEDIDAS ADMINISTRATIVAS As medidas administrativas possuem caráter complementar às penalidades. · Retenção do veículo: Quando a irregularidade não puder ser sanada no local da retenção, haverá o recolhimento do CRLV. A critério do agente não haverá a retenção imediata do veículo, quando se tratar de veículo de transporte coletivo de passageiros, transporte de produto perigoso ou perecível, desde que ofereça condições de segurança para circulação em via pública. Ocorrerá a retenção do veículo quando: O veículo estiver em mau estado de conservação e segurança; Deixar de portar ou mostrar às autoridades de trânsito os documentos de porte obrigatório; Transportando carga além das dimensões do veículo sem a devida sinalização; Derramando na via carga que esteja transportando; O condutor de motocicleta transitando sem o capacete, ou transportando passageiros sem o capacete, com o faróis apagados. · Remoção do veículo: A restituição dos veículos removidos só ocorrerá mediante pagamento das multas, taxas e despesas com remoção e estada além de outros encargos previstos na legislação. Ocorrerá quando: Estacionar em local proibido; Imobilizar o veículo na via por falta de combustível (pane seca); Quando apreendido; · Recolhimento da PPD, CNH ou ACC: Haverá o recolhimento: Quando houver suspeita de inaltenticidade e adulteração; Quando conduzir o veículo para o qual não esteja habilitado; Quando a CNH estiver vencida por mais de 30 dias; 19 Quando suspenso do direito de dirigir; Quando a CNH for cassada; · Recolhimento do CRV: ocorrerá quando: Houver suspeita de inaltenticidade e adulteração; Se alienado o veículo não for transferida sua propriedade dentro de um prazo de 30 dias; · Recolhimento do CRLV ou CLA: Ocorrerá quando: Houver suspeita de inaltencidade e adulteração; Se o prazo de licenciamento estiver vencido; Se retido o veículo a irregularidade não puder ser sanada no local da retenção; Quando apreendido o veículo; · Transbordo do excesso de carga: Condição para que o veículo possa prosseguir viagem e será efetuado às custas do proprietário, sem prejuízo de multa aplicável. · Teste de dosagem de alcoolemia ou perícia de substância entorpecente ou que determine dependência física ou psíquica: Qualquer concentração de álcool por litro de sangue sujeita o condutor a penalidade. Serão aplicadas as penalidades e medidas administrativas, ao condutor que se recusar a se submeter a qualquer dos procedimentos. Nova Leia Seca A proposta, que foi aprovada na noite de terça-feira pelo Senado, torna válidos novos meios para identificar um condutor alcoolizado, além do teste do bafômetro. Há ainda uma alteração no Código de Trânsito Brasileiro que dobra a multa aplicada a quem for pego dirigindo embriagado: dos atuais R$ 957,70 para 20 R$ 1.915,40, valor que pode dobrar em caso de reincidência em um período de 12 meses. Entre os meios que passam a ser aceitos para comprovação da embriaguez do motorista estão o depoimento do policial, vídeos, testes clínicos e testemunhos de terceiros. O agente de trânsito poderá ainda se valer de qualquer outro tipo de prova que puder ser admitida em tribunal. Antes da mudança, era considerado crime dirigir sob a influência de drogas e álcool -a proporção é de 6 dg/L (decigramas por litro) de sangue-, mesmo sem oferecer risco a terceiros e o índice só pode ser medido por bafômetro ou exame de sangue. Como ninguém é obrigado a produzir prova contra si mesmo, é comum o motorista se recusar a passar por esses exames, ficando livre de acusações criminais. Com a mudança no texto, o limite de 6 dg/L se torna apenas um dos meios de comprovar a embriaguez do motorista. O crime passaria a ser dirigir "com a capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou outra substância psicoativa que determine dependência". Ao condutor será possível realizar a contraprova, ou seja, se submeter ao bafômetro ou a exames de sangue para demonstrar que não consumiu acima do limite permitido pela legislação. Ficam mantidas a suspensão do direito de dirigir por um ano para quem beber qualquer quantidade e o recolhimento da habilitação e do veículo. 21 · Recolhimento de Animais: Recolhe os animais que se encontrem soltos na via, restituindo-os aos seus proprietários após pagamento de multas e encargos devidos. · Crimes de trânsito: O CTB prevê penas mais graves para os crimes cometidos na direção do veículo, aplicando a normas gerais do Código Penal e do Código de Processo Penal. A penalidade de suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor, tem a duração de 2 anos a 5 anos. Transitada e julgada a sentença condenatória, o réu será intimado a entregar a habilitação à Autoridade Judiciária em 48 horas. · A penalidade de multa reparatória consiste no pagamento, mediante depósito judicial em favor da vitima, ou seus sucessores, sempre que houver prejuízo material resultante do crime. Motorista Profissional O motorista profissional tem direito a repouso diário de 11 horas, podendo as mesmas serem fracionadas em 9 e 2 horas, no mesmo dia, além de descanso de 30 minutos a cada 4 horas ininterruptas de direção, também podendo ser fracionadas no máximo em 3 períodos de 10 minutos. Os motoristas que trabalham em regime de revezamento exige-se pelo menos 6 horas de período de descanso. O controle do tempo de direção e descanso será realizado através do tacógrafo, além de registro manual da jornada de trabalho. Motaxista e motofretista Para exercer a atividade, o motociclista deverá ter no mínimo 21 anos, ter no mínimo 2 anos de habilitação da categoria A , ser aprovado em curso especializado de 30 horas/aula, sendo 25 horas/aula teóricas e 5 horas/aula práticas junto ao DETRAN do estado ou a entidades à ele conveniadas ( será exigido o curso a partir de 02/02/2013), sendo a reciclagem efetuada á cada 5 anos na data do vencimento da habilitação, e uso obrigatório de colete com faixas reflexivas. O veículo destinado a atividade remunerada, deverá ser registrado como veículo de categoria aluguel, instalação de protetor de pernas e motor e aparador de linha, inspeção semestral para verificação dos equipamentos obrigatórios e de segurança do veículo. 22 DIREÇÃO DEFENSIVA É a maneira de dirigir de modo à evitar os acidentes de trânsito, será dividida em direção defensiva preventiva e corretiva. · Direção Defensiva Preventiva: Conduzir um veículo de forma a prevenir acidente. · Direção Defensiva Corretiva: É corrigir uma situação de risco não prevista e antecipada. - TRÂNSITO SEGURO É UM DIREITO DE TODOS! VAMOS PENSAR EM UM TRÂNSITO MAIS SEGURO E SEMPRE COM BASTANTE CONCIÊNCIA FAZER A NOSSA PARTE. Elementos que compõe a direção defensiva Conhecimento, atenção (atenção difusa), previsão, decisão e habilidade (conjunto da técnica mais o conhecimento, o condutor habilidoso desenvolve automatismos corretos). Automatismo: Gestos ou ações realizadas pelo condutor mecanicamente. A maioria dos acidentes está relacionada com falhas humanas, ou seja, cabe aos condutores e pedestres uma boa dose de responsabilidade. Os riscos e perigos a que estamos sujeitos estão relacionados com: · Os veículos, os condutores, as vias, o ambiente e comportamento das pessoas. Todos estes fatores são condições adversas, relacionadas ao trânsito. Os Veículos Para manter um veículo em condições seguras, crie o hábito de fazer periodicamente a manutenção preventiva, ela gera economia e evita acidentes de trânsito, portanto siga corretamente as orientações e prazos contidos no manual do veículo, e sempre que necessário, consulte profissionais habilitados. O uso do cinto de segurança é obrigatório para todos os ocupantes do veículo, seu uso é necessário para que em casos de acidentes e frenagens bruscas, os ocupantes do veículo não se choquem com as partes internas do mesmo, ou sejam lançados para fora dele, ao transportar crianças, lembre-se que menores de 10 anos devem ser transportadas no banco de trás e com os devidos dispositivos de retenção, tratando-se de motocicleta, motonetas e 23 ciclomotores, só será permitido o transporte de crianças maiores de 7 anos e que possam cuidar da sua própria segurança. - ACIDENTE NÃO ACONTECE POR ACASO, POR OBRA DO DESTINO OU POR AZAR! Os Condutores O ato de dirigir apresenta riscos e pode gerar graves conseqüências, por isso dirigir exige aperfeiçoamento e atualização constantes, para melhoria do desempenho e dos resultados. A posição correta ao dirigir produz menos desgaste físico e aumenta a sua segurança, lembrese que o uso de álcool e drogas diminuem muito seus reflexos e capacidade de concentração, acontece o mesmo quando dormimos mal ou falamos ao celular. O condutor deve estar constantemente atento, quanto mais você vê o que acontece a sua volta, maior a possibilidade de evitar situações de risco, portanto os retrovisores devem estar devidamente regulados, reduzindo assim os pontos cegos. Os condutores de motocicletas e ciclomotores são como demais veículos, devem respeitar os limites de velocidade, manter distância segura, ultrapassar apenas pela esquerda e não circular entre veículos. - A POSIÇÃO CORRETA AO DIRIGIR PRODUZ MENOS DESGASTE FÍSICO E AUMENTA A SUA SEGURANÇA! - CONCENTRAÇÃO E REFLEXOS DIMINUEM MUITO COM O USO DE ÁLCOOL E DROGAS. ACONTECE O MESMO SE VOCÊ NÃO DORMIR OU DORMIR MAL! As Vias de Trânsito Via pública é a superfície por onde transitam veículos, pessoas e animais, compreendendo a pista de rolamento, a calçada, o acostamento, a ilha e o canteiro central, podem ser classificadas em urbanas e rurais. Ao conduzir um veículo o condutor deve adequar a sua velocidade de acordo com as condições da via e do trânsito, respeitando os limites de velocidades estabelecidos, ao fazer a curva deve-se diminuir a velocidade com antecedência, usando o freio e, se necessário, reduza a marcha antes de entrar na curva e de iniciar o movimento de volante. Ao ultrapassar o condutor deve observar se é permitida ou proibida a manobra, se a via lhe permite faze-lo com segurança e se há espaço e visibilidade suficientes, ao ser ultrapassado o condutor deverá facilitar a manobra, mantendo ou reduzindo a velocidade e deslocando-se para a direita da via. 24 No caso das vias dotadas de acostamento, o condutor deve lembrar que é proibido trafegar pelo mesmo, seno ele destinado à parada em caso de emergência e ao trafego de pedestres e ciclistas. As áreas de cruzamento são áreas de risco, portanto reduza a velocidade, redobre a atenção e respeite a sinalização. - ATRAVESSAR A RUA NA FAIXA É UM DIREITO DO PEDESTRE. RESPEITE-O! O Ambiente Algumas condições climáticas e naturais afetam as condições de segurança no trânsito, portanto o condutor deve adotar atitudes que garantam a sua segurança e dos demais usuários da via. Chuva Nessa situação redobre a atenção, acione luz baixa e limpador de pára-brisa, aumente a distância de segmento, evite pisar no freio de maneira brusca, no caso de chuva de granizo o melhor à fazer é parar o veículo em local seguro e aguardar o fim da chuva. - A ESTABILIDADE DO VEÍCULO TAMBÉM ESTÁ RELACIONADA COM A CALIBRAGEM CORRETA DOS PNEUS! Aquaplanagem ou Hidroplanagem É a perda de contato dos pneus com o solo devido à formação de uma fina camada de água entre o pneu e o solo. Para evitar essa situação, deve-se observar com atenção a presença de poças de água sobre a pista, mesmo não havendo chuva, reduza a velocidade, redobre a atenção, quando estiver sobre as poças de água não é recomendável a utilização dos freios dê especial atenção ao estado de conservação dos pneus. - PISO MOLHADO REDUZ A ADERÊNCIA DOS PNEUS. VELOCIDADE REDUZIDA E PNEUS EM BOM ESTADO EVITAM ACIDENTES! Neblina Sob neblina reduza a velocidade e use luz baixa, redobre a atenção e aumente a distância de segmento. 25 - VER E SER VISTO POR TODOS TORNA O TRÂNSITO MAIS SEGURO! Fumaça proveniente de queimadas Redobre a atenção e reduza a velocidade, acione luz baixa e, depois que entrar na fumaça não pare o veículo na pista, já que com a falta de visibilidade, os outros motoristas podem não vê-lo na pista. Condição de luz Ofuscamento: desvie sua visão para uma referência na faixa à direita da pista e reduza a velocidade. Penumbra (ausência de luz): ocorre no final da tarde para o inicio da noite ou do final da madrugada para o nascer do dia, use farol baixo e reduza a velocidade. - MANTENHA OS FARÓIS REGULADOS E UTILIZE-OS DE FORMA CORRETA. TORNE O TRÂNSITO SEGURO EM QUALQUER LUGAR OU CIRCUNSTÃNCIA! DISTÂNCIA DE REAÇÃO É aquela percorrida entre o momento da visão do perigo até a ação ou reação do condutor perante a ele. DISTÂNCIA DE FRENAGEM É aquela percorrida entre o acionamento do sistema de freios até a parada definitiva do veículo. DISTÂNCIA DE PARADA Soma da distância de reação mais a distância de frenagem. DISTÂNCIA DE SEGMENTO Distância segura que se deve manter entre o seu veículo e o que trafega à sua frente (2 segundos). Tipos de colisões · Com o veículo da frente; · Com o veículo de trás; · Frente a frente; · Nos cruzamentos; · Nas ultrapassagens; 26 · Ao ser ultrapassado; · Misteriosa (envolve apenas um veículo); · Com ciclistas; · Com motocicletas; · Nas manobras de marcha-á-ré; · Com o pedestre (Atropelamento); · Com animais; . COMPARATIVO CARRO X MOTOCICLETA Carro: Equilíbrio Estático / Carro: Inclinação para o lado externo da curva. Moto: Equilíbrio Dinâmico / Moto: Inclinação para o lado interno da curva. PRIMEIROS SOCORROS Primeiros Socorros são as primeiras providências tomadas no local do acidente. É o atendimento inicial e temporário, até a chegada de um socorro profissional. Seqüência de ações: · Manter a calma; · Garantir a segurança; · Pedir socorro; · Controlar a situação; · Verificar a situação das vítimas; · Realizar algumas ações com as vítimas. - DIRIGIR FAZ PARTE DA SUA VIDA, MAS CADA VEZ QUE ENTRAMOS EM UM VEÍCULO SURGEM RISCOS DE ACIDENTES, RISCOS A SUA VIDA E DE OUTROS. OS ACIDENTES DEIXAM MUITAS VÍTIMAS DIARIAMENTE, PESSOAS FERIDAS E MUITAS VEZES COM LESÕES IRREVERSÍVEIS. Serviços e telefones para acionamento: Policia Militar 190 27 Policia Rodoviária Federal 191 SAMU 192 Corpo de Bombeiros 193 Acionamento do socorro especializado Dentro do possível, ao chamar o socorro, tenha as respostas para as perguntas: · Tipo de acidente (carro, motocicleta, colisão, atropelamento, etc.) · Gravidade aparente do acidente. · Nome da rua e número próximo. · Número aproximado de vítimas envolvidas · Pessoas presas as ferragens. · Vazamento de combustível ou produtos químicos. · Ônibus ou caminhões envolvidos. - AO ACIONAR O SOCORRO TENTE REPASSAR INFORMAÇÕES COMO TIPO DE ACIDENTE (CARRO, MOTO, COLISÃO, ATROPELAMENTO ETC.), GRAVIDADE APARENTE DO ACIDENTE, NOME DA RUA E NÚMERO, QUANTAS VÍTIMAS, SE HÁ PESSOAS PRESAS AS FERRAGENS, SE OCORREU ALGUN VAZAMENTO DOS VEÍCULOS ENVOLVIDOS, SE ÔNIBUS OU CAMINHÕES ENVOLVIDOS. Sinalização do local do acidente A sinalização deve ser iniciada para ser visível pelos motoristas de outros veículos antes que eles vejam o acidente, sendo que um casos de chuva, neblina e fumaça devemos dobrá-las, à noite além de aumentar a distância, a sinalização deverá ser feita com materiais luminosos, nas curvas e lombadas, devemos parar a contagem ao encontrá-las, caminhar até o final da curva e então recomeçar a contagem do zero, faça o mesmo quando se tratar de aclives. Distância Tipo de Via para inicio sinalização (pista seca). da Distância sinalização para início (chuva, da neblina, fumaça e a noite). Via Local 30 passos 60 passos Via Coletora 40 passos 80 passos Arterial 60 passos 120 passos 28 Trânsito Rápido 80 passos 160 passos Rodovia 110 passos 220 passos Ao iniciar o contato com a vítima, faça tudo sempre com base em 4 atitudes: informe, ouça, aceite e seja solidário. O que não se deve fazer com a vítima de acidente: · Não movimente; · Não faça torniquete; · Não tire o capacete de um motociclista; · Não dê nada para beber. Mobilidade e Sensibilidade do Corpo Quando uma pessoa que está consciente encontra incapacidade de realizar movimentos, pode se tratar de uma paralisia. A paralisia de um lado do corpo, pode indicar um possível derrame cerebral. A incapacidade de movimentar braços e pernas, pode significar lesão na medula a nível cervical (pescoço). A dormência das extremidades e com mobilidade preservada, pode indicar lesão da coluna. Dilatação das Pupilas Midríase: ambas as pupilas dilatadas, sem reação a luz, pode ser sinal de parada cardíaca, uso excessivo de bebidas alcoólicas, drogas (tal como cocaína), morte etc.; Miose: pupilas contraídas podem indicar intoxicação ou traumatismo craniano; Anisocória: pupila com diâmetro diferente, uma dilatada e a outra contraída, pode ser sinal de derrame cerebral ou traumatismo craniano; Isocória: pupila com mesmo diâmetro em ambos os olhos,(normais), devem estar iguais e reativas a luz. Parada Respiratória 29 Quando há ausência de respiração, faça de 12 a 15 insuflações por minuto, quantas vezes for necessário. Parada Cardiorrespiratória Quando há ausência da respiração e dos batimentos cardíacos, faça 30 massagens cardíacas e 2 insuflações, quantas vezes for necessário. Hemorragia Classificam-se em externas e internas. Nas hemorragias externas faça compressão direta sobre o local do ferimento com gaze ou pano limpo, nas internas monitore o estado de consciência, respiração e pulsação da vítima e providencie ajuda médica qualificada. Estado de Choque Como identificar: Estado mental alterado, palidez, pele fria e pegajosa, lábios e bases das unhas descolorados, náusea, vômito, pulso rápido e fraco, respiração curta e rápida, inconsciência ( estado de choque grave). Procedimentos: Deite a vítima de costas (decúbito dorsal); eleve as pernas da vítima cerca de 30 cm, pra facilitar o retorno venoso; envolva a vítima em cobertas para evitar perdad e calor do corpo. Tipos de choques: · Choque hipovolêmico; · Choque séptico; · Choque anafilático; · Choque cardíaco. Ferimentos Abertos Trata-se de um rompimento na pele, que provoca sangramento externo, podendo provocar infecções, abrindo caminho para bactérias, nos superficiais deve-se lavar com água e sabão neutro, nos mais profundos controle a hemorragia e providencie ajuda médica qualificada. 30 Queimadura Classificam-se em superficiais e profundas. De acordo com a profundidade classificam-se em: 1º, 2º e 3º graus. Em queimaduras, esfrie a área com água limpa, não perfure as bolhas e providencie ajuda médica qualificada. Fraturas Classificam-se em fechada e exposta, deve-se não puxar o membro, imobilizar com talas e providencie ajuda médica qualificada. CONVIVIO SOCIAL E MEIO AMBIENTE Para melhorar o convívio e a qualidade de vida, existem alguns princípios que devem ser a base das nossas relações no trânsito. · Dignidade da pessoa humana Principio universal do qual derivam os Direitos Humanos e os valores e atitudes fundamentais para o convívio social e democrático. · Igualdade de direitos É a possibilidade de exercer a cidadania plenamente por meio da equidade, isto é a necessidade de considerar as diferenças das pessoas para garantir a igualdade, fundamentando a solidariedade. · Participação É o principio que fundamenta a mobilização das pessoas. · Co-responsabilidade pela vida social Tanto o governo, quanto a população têm sua parcela de contribuição para um trânsito melhor e mais seguro. Lembre-se que o respeito à pessoa e a convivência solidária tornam o trânsito mais seguro. - O RESPEITO À PESSOA E A CONVIVÊNCIA SOLIDÁRIA TORNAM O TRÃNSITO MAIS SEGURO! 31 Meio Ambiente. É o conjunto de condições e influências naturais que cercam um ser vivo ou uma comunidade e que agem sobre eles. Órgãos responsáveis pelo controle ambiental · IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) · PROCONVE (Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores) · IEF (Instituto Estadual de Florestas) · COMAM (Conselho Municipal de Meio Ambiente) · SMMA (Secretária Municipal de Meio Ambiente) · CONAMA (Conselho Nacional de Meio Ambiente) · FEAM (Fundação Estadual de Meio Ambiente) · SEMAD (Secretária Estadual de Meio Ambiente de Desenvolvimento Sustentável) · COPAM (Conselho de Política Ambiental) Poluição Degradação do meio ambiente resultante da atividade humana. São tipos de poluição: · Poluição do ar (atmosférica) · Poluição sonora · Poluição visual · Poluição do solo · Poluição das águas Os Veículos e a Poluição Os principais causadores da poluição do ar são os veículos automotores, os gases que saem do escapamento contem monóxido de carbono, dióxido de carbono, óxidos de nitrogênio e enxofre, hidrocarbonetos e material particulado (fumaça preta). A quantidade desses gases depende do tipo e da qualidade do combustível e do tipo e regulagem do motor, quanto melhor é a queima do combustível, quanto melhor regulado estiver seu veículo, menos será a poluição. 32 Componentes antipoluentes dos veículos: · Catalisador: Transforma grande parte dos gases tóxicos do motor em gases inofensivos; · Cânister: Instalado na saída do tanque, absorve os vapores do combustível, evitando que seja lançado na atmosfera; · Sonda Lambda: É componente do sistema de injeção eletrônica, mede a concentração de oxigênio nos gases de descarga e transmite a qualidade desses para injeção eletrônica, que controla a dosagem de ar-combustível, proporcionando a mistura ideal; · Injeção Eletrônica: Substitui o carburador, responsável por formar a mistura ar/combustível na medida ideal. Poluição Sonora Os principais distúrbios causados pela poluição sonora são, distúrbios do sono, estresse, perda da capacidade auditiva, surdez, dores de cabeça, distúrbios digestivos, perda da concentração, aumento dos batimentos cardíacos e alergias. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o ouvido humano tem limite de 65 decibéis (dB) e após este valor o organismo sofre estresse. Ruídos acima de 85 dB aumentam o risco de comprometimento auditivo. Preservar o meio ambiente é uma necessidade de toda sociedade, para o qual todos devem contribuir. Chuva Ácida A chuva ácida ocorre quando existe na atmosfera um número muito grande de enxofre (SO2) e óxido de nitrogênio (NO, NO2, N2O5) que, quando em contato com o hidrogênio em forma de vapor, formam ácidos como o ácido nítrico (HNO3), ou ácido sulfúrico (H2SO4). Provoca a destruição das folhas dos vegetais, diminuindo a fotossíntese, o que acarreta a morte e a conseqüente perda da cobertura vegetal da região atingida, causando dano a saúde. A chuva ácida ajuda a corroer alguns materiais utilizados nas construções, metais e lataria de veículos Camada de Ozônio É uma espécie de capa composta por gás ozônio(O3) sendo responsável por filtrar 95% dos raios ultravioletas B (UVB) emitidos pelo Sol, a degradação da camada de ozônio, principalmente pela emissão de substâncias halogenadas artificiais com destaque para os 33 clorofluorcarbonos (CFCs), leve a uma rarefação da mesma que fica mais fina, permitindo que uma maior quantidade de raios UVB atinjam a Terra. Cerca de 90% do ozônio da atmosfera encontra-se e forma-se na estratosfera (segunda camada). Efeito Estufa Os gases do efeito estufa envolvem a Terra e fazem parte da atmosfera. Estes gases absorvem parte da radiação infravermelha refletiva pela superfície terrestre, impedindo que a radiação escape para o espaço e aquecendo a superfície da Terra. Segundo o Painel Intergovernamental de Mudanças do Clima, o CO2 (Dióxido de Carbono) é o principal “culpado” pelo aquecimento global, sendo o gás mais emitido (aproximadamente 77%) pelas atividades humanas. NOÇÕES BÁSICAS DE MECÂNICA O motor Máquina capaz de transformar uma fonte de energia qualquer em energia mecânica. A energia inicial necessária para por o motor em movimento é fornecida pelo motor de arranque. - O HÁBITO DA MANUTENÇÃO PREVENTIVA E PERIÓDICA GERA ECONOMIA E EVITA ACIDENTES DE TRÂNSITO! Peças Fixas do Motor Bloco do motor ou bloco de cilindros Juntas de vedação Cilindros ou camisas Cárter Cabeçote ou tampão Mancais fixos Peças Móveis do Motor Pistão ou êmbolo Volante do motor Biela Pino do embolo Árvore de manivela (virabrequim) 34 Ciclos de Funcionamento do Motor Admissão Combustão / Explosão Compressão Escapamento Sistema de Alimentação É responsável por fornecer a mistura ar+combustível que faz o motor funcionar,a mistura ideal para o motor funcionar perfeitamente é denominada mistura ótima.Será ótima quando se encontrar na seguinte proporção: - Veículo a gasolina: 15/01 (quinze partículas de oxigênio para uma gasolina); - Veículo a álcool: 09/01 (nove partículas de oxigênio por uma de álcool). Mistura pobre: quando existe muito mais ar que combustível. Mistura rica: quando existe mais combustível que ar. Sistema de Transmissão A transmissão comunica às rodas a potência do motor transformada em energia mecânica. A embreagem, que se situa entre o volante do motor e a caixa de cambio, permitem desligar a energia motriz da parte da parte restante da transmissão para libertar esta do torque quando as mudanças são engrenadas ou mudadas. Função da caixa de câmbio – Um automóvel, quando se movimenta ou sobe uma encosta, necessita de um torque superior àquele de que precisa quando se desloca a uma velocidade constante numa superfície plana. A caixa de câmbio permite ao motor fornecer às rodas a força motriz apropriada a todas as condições de locomoção. O diferencial – que permite às rodas girarem a diferentes velocidades. A energia mecânica é finalmente transmitida às rodas motrizes por meio de um semieixo existente em cada um dos lados do diferencial. 35 Sistema de suspensão Tem como finalidade absorver os choques provocados pelo movimento do veículo, se o pavimento das faixas de rodagem oferecesse perfeitas condições de rolamento, os automóveis não necessitariam de um sistema complexo de suspensão para proporcionar conforto aos seus ocupantes. Um bom sistema de suspensão deve incluir molejamento e amortecimento. O primeiro consiste na resistência elástica a uma carga e o segundo na capacidade de absorver parte da energia de uma mola após esta ter sido comprimida. Sistema de Direção São requisitos fundamentais, em qualquer mecanismo de direção, a facilidade de manobra e a tendência das rodas da frente para se endireitarem após descreverem uma curva. A direção também não deve transmitir ao motorista os efeitos das irregularidades do pavimento, embora deva proporcionar-lhe uma certa sensibilidade a esses efeitos. Assim, o sistema de direção inclui um mecanismo de redução e , às vezes, um dispositivo de assistência mecânica para multiplicar o esforço que o motorista aplica ao volante. Sistema de Freios Tipos de sistemas de freios: · Freio de estacionamento ou freio de mão Tem a função de manter o veículo imóvel em piso horizontal ou inclinado, atua geralmente nos freios traseiros. · Freios de serviço: Responsável por reduzir a velocidade ou parar o veículo. - PARA FREAR COM SEGURANÇA, É PRECISO ESTAR ATENTO. MANTENHA DISTÂNCIA SEGURA E FREIOS EM BOM ESTADO! . 36 Sistema Elétrico Uma das principais funções do sistema elétrico consiste em produzir a faísca, que permite a explosão, nos cilindros, da mistura comprimida a gasolina e o ar, além de tornar possível o arranque do motor térmico por meio do motor de arranque. O sistema elétrico de um veículo está dividido em circuitos, cada um dos quais com diferentes funções básicas e comandos. A bateria atua como reservatório de energia que fornece ao sistema quando o motor está parado; quando trabalha a um regime superior da marcha lenta, o alternador supre todas as necessidades de energia do automóvel e carrega a bateria. Para manter o motor do automóvel em funcionamento são apenas solicitados alguns elementos do sistema elétrico; os restantes fazem funcionar as luzes, limpadores de para brisas e outros acessórios. Ao desligar a bateria da rede elétrica do veículo, desligue primeiro o cabo negativo e depois o cabo positivo. Antes de voltar a ligar a bateria, desligue todos os consumidores elétricos, ligue primeiro o cabo positivo e depois o cabo negativo. Ao Instalar uma bateria, deve-se, entretanto tomar o cuidado de não contaminar o pólo da bateria com um conector que esteja umedecido pelo ácido de outra bateria. Caso o cabo esteja contaminado, deve-se lavá-lo em solução de água e bicarbonato de sódio e esfregálo com uma escova de aço, até que todo o conector adquira um brilho metálico intenso, tomando o cuidado de retirar todo o vestígio do zinabre. Carroçaria A carroceria deve, além de ser resistente, proporcionar espaço para os ocupantes do automóvel e para as bagagens e também proteger aqueles em caso de acidentes. Sistema de Descarga ou Escape Os gases oriundos da queima são conduzidos pelo tubo de escape até o catalisador, onde ocorre uma reação termoquímica com objetivo de transformar parte dos gases nocivos à saúde do planeta em gases inofensivos. 37 Veículos de 2 e 3 Rodas Em motocicletas, utiliza-se motores a explosão similares aos utilizados nos demais veículos automotores, diferindo apenas no tamanho, forma, peso e outras particularidades, mas obedecendo aos mesmos princípios. · Motor de dois tempos É o motor que completa o ciclo de funcionamento em dois tempos, ou seja, em dois cursos do êmbolo e uma volta da árvore de manivelas. Os motores de dois tempos, por suas características de construção e funcionamento, são de alta rotação, exigindo cuidados especiais, tais como: a) O óleo ao ser misturado no combustível, a fim de lubrificar as peças do cárter, deve possuir características de não atrapalhar a queima da mistura e, ao mesmo tempo, desempenhar o papel de lubrificar os componentes; b) O ponto de ignição deve ser cuidadosamente aferido, pois pode acarretar sérios danos ao motor, se este trabalhar fora das especificações; c) A boa manutenção é fator de durabilidade e consiste em desmontar os elementos para inspeção e troca das peças desgastadas em função do próprio uso. Chassi É a peça principal na estrutura da motocicleta, pois nele estão montados todos os componentes dos diversos sistemas. Pode ser: • de estrutura tubular – o tipo mais procurado, pois oferece maior estabilidade em cidades ou estradas, sendo utilizado nas motocicletas com motores superiores a 200cm3; Sistema de transmissão Tem por finalidade a transmissão às rodas da força gerada pelo motor. Sistema elétrico Assegura o bom funcionamento da ignição, da iluminação e dos demais acessórios da motocicleta. 38 Sistema de freio Encarregado de deter parcial ou totalmente a motocicleta. Sistema de suspensão Responsável pela absorção dos solavancos produzidos pelas irregularidades do solo. Sistema de direção Serve de guia à motocicleta para a direção desejada pelo condutor. Sistema de alimentação Alimenta o motor com o combustível necessário ao deslocamento da motocicleta. Sistema de distribuição Faz com que o funcionamento do motor seja sincronizado juntamente com o comando valvular e distribuidor. Sistema de lubrificação É incumbido de manter lubrificadas as partes móveis do motor e da caixa de mudanças. Sistema de embreagem Encarrega-se de facilitar a troca de marchas, desligando o motor da caixa de mudanças. REFERÊNCIAS CTB – Código de Trânsito Brasileiro Apostila Direção Defensiva – Fundação Carlos Chagas Apostila de Primeiros Socorros – Ministério das Cidades http://www.ebah.com.br/content/ABAAABGz8AC/mecanica-motocicletas http://www.oficinaecia.com.br/bibliadocarro/ 39 ATENÇÃO: - VEÍCULOS DE PRESTADORES DE SERVIÇOS DE UTILIDADE PÚBLICA (COMPANHIAS DE ÁGUA, LUZ, ESGOTO, TELEFONE, ETC.) TAMBÉM TÊM PRIORIDADE DE PARADA E ESTACIONAMENTO NO LOCAL EM QUE ESTIVEREM TRABALHANDO. MAS O LOCAL DEVE ESTAR SINALIZADO, SEGUNDO AS NORMAS DO CONTRAN. - VEÍCULOS DE TRANSPORTE COLETIVO REGULAR DE PASSAGEIROS, QUANDO CIRCULAM EM FAIXAS ESPECIAIS, DEVEM MANTER AS LUZES BAIXAS ACESAS DE DIA E DE NOITE. ISSO SE APLICA TAMBÉM AOS CICLOS MOTORIZADOS, EM QUALQUER SITUAÇÃO. - AO PARAR O VEÍCULO, CERTIFIQUE-SE DE QUE ISSO NÃO CONSTITUI RISCO PARA OS OCUPANTES E DEMAIS USUÁRIOS DA VIA. 40 Placas Sinalização vertical de regulamentação 41 42 Sinalização Vertical de Advertência 43 44 Placas de Serviços Auxiliares 45 Placas de Atrativos Turísticos 46 Inscrições no Pavimento 47 Sinais Sonoros 48