Manual de instalacão,operacão e manutencão AIRCOOLAIR - KNCM/KNHM Providing indoor climate comfort MIL83P-0607 08-2008 AVISO: Leia este manual antes de iniciar trabalhos de instalação, assistência ou manutenção. ÍNDICE PONTOS A TER EM MENTE PÁGINA 2 PÁGINA DE DADOS PARA COLOCAR A UNIDADE EM FUNCIONAMENTO PÁGINA 3 1.- CARACTERÍSTICAS GERAIS 1.1.- CARACTERÍSTICAS FÍSICAS 1.2.- CARACTERÍSTICAS ELÉCTRICAS 1.3.- CARACTERÍSTICAS DOS VENTILADORES 1.4.- LIMITES DE FUNCIONAMENTO 1.5.- ESQUEMAS DAS TUBAGENS 1.6.- CARACTERÍSTICAS DIMENSIONAIS 2.- INSTALAÇÃO PÁGINA 4 5 5 5 6-13 14 2.1 - PREPARAÇÕES PRELIMINARES 2.2.- RECEPÇÃO DA UNIDADE 2.3.- LOCALIZAÇÃO DA UNIDADE 2.4.- FOLGAS DE INSTALAÇÃO 2.5.- POSIÇÃO DAS MOLAS ANTIVIBRAÇÃO 2.6.- INSTALAÇÃO NO INTERIOR 2.7 - LIGAÇÕES DE FLUIDO FRIGORIGENEO 2.8.- LIGAÇÕES ELÉCTRICAS 2.9.- INSTALAÇÃO DE OPCIONAIS PÁGINA 15 15 16 16 17 17 18-21 22-25 26 3.- COLOCAÇÃO EM FUNCIONAMENTO E FUNCIONAMENTO 3.1.- VERIFICAÇÕES PRELIMINARES ANTES DA PRIMEIRA INSTALAÇÃO 3.2.- VERIFICAÇÕES PRELIMINARES NA PRIMEIRA INSTALAÇÃO 4.- MANUTENÇÃO 4.1.- MANUTENÇÃO PREVENTIVA 4.2.- MANUTENÇÃO CORRECTIVA 4.3.- DIAGNÓSTICO DE AVARIAS PÁGINA 27 28 PÁGINA 29 29 30-31 A Lennox fornece soluções ambientais desde 1895, pelo que a nossa gama de AIRCOOLAIR continua a satisfazer os padrões que tornaram famoso o nome LENNOX. Soluções com “design” flexível para satisfazer as suas necessidades e uma grande atenção aos todos os detalhes. Fabricado a pensar na durabilidade, simplicidade de manutenção e com uma qualidade de série. Informação sobre os contactos locais disponíveis em: www.lennoxportugal.com. Todas as informações de carácter técnico e tecnológico contidas neste manual, incluindo desenhos e descrições técnicas por nós fornecidos, permanecem propriedade da Lennox e não devem ser utilizadas (salvo se necessário para o PONTOS A TER EM MENTE SINAIS DE PERIGO E AVISO Superfícies abrasivas Temperaturas baixas Temperaturas Risco de ferimentos por objectos móveis elevadas Tensão eléctrica Risco de ferimentos por objectos rotativos LIGAÇÕES ELÉCTRICAS Assegurar que a alimentação é desligada antes de realizar qualquer trabalho de instalação, reparação ou manutenção na unidade, de forma a evitar acidentes eléctricos graves. Ao instalar a unidade, respeitar a legislação nacional. Linhas de orientação normais para equipamento Lennox Todas as informações de carácter técnico e tecnológico contidas neste manual, incluindo desenhos e descrições técnicas fornecidas, permanecem como propriedade da Lennox, não podendo ser utilizadas (salvo se necessário para funcionamento deste produto), reproduzidas, distribuídas ou disponibilizadas a terceiros sem o consentimento prévio, por escrito, da Lennox. Os dados publicados nas instruções de utilização baseiam-se nas informações mais recentes disponíveis. A Lennox reserva-se o direito de efectuar modificações sem aviso. A Lennox reserva-se o direito de modificar os seus produtos sem aviso e sem obrigação de modificar as unidades fornecidas anteriormente. Estas instruções de utilização contêm informações úteis e importantes para a utilização e manutenção correctas do seu equipamento. As instruções incluem também linhas de orientação sobre como evitar acidentes e danos graves antes de colocar o equipamento em funcionamento e durante a sua utilização e sobre como garantir um funcionamento sem avarias. Leia as instruções de utilização com atenção antes de ligar o equipamento; familiarize-se com o equipamento e com o processo de instalação e siga as instruções à risca. É muito importante ter a formação adequada para utilizar o equipamento. Estas instruções de utilização devem ser guardadas em local seguro, perto do equipamento. À semelhança da maioria dos equipamentos, a unidade requer manutenção regular. Esta secção destina-se ao pessoal de manutenção e de gestão. Se tiver dúvidas ou pretender informações adicionais sobre qualquer aspecto do seu equipamento, não hesite em contactar-nos. PÁGINA DE DADOS PARA COLOCAR A UNIDADE EM FUNCIONAMENTO UNIDADE: N.º SÉRIE: CÓDIGO DE IDENTIFICAÇÃO DO PAINEL DE CONTROLO: MORADA DA INSTALAÇÃO: INSTALADOR: TEL. DO INSTALADOR: MORADA DO INSTALADOR: DATA DA COLOCAÇÃO EM FUNCIONAMENTO: VERIFICAÇÕES: TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO: TENSÃO NOMINAL DA UNIDADE: SIM NÃO UNIDADE SOBRE APOIOS ANTIVRÁTICOS DRENAGEM COM SIFÃO LIGAÇÃO DA ALIMENTAÇÃO GERAL LIGAÇÃO DO PAINEL DE CONTROLO INDICADOR DO NÍVEL DO ÓLEO DO COMPRESSOR INTRODUÇÃO DE DADOS: CICLO DE ARREFECIMENTO Temperatura da entrada de ar para a bateria do condensador: Temperatura da saída de ar para a bateria do condensador: circuito 1 Alta pressão: circuito 2 Baixa pressão: CICLO DE AQUECIMENTO 1 2 1 2 ºC ºC ºC ºC Temperatura da entrada de ar para a bateria do condensador: Temperatura da saída de ar para a bateria do condensador: circuito 1 Alta pressão: circuito 2 circuito 1 circuito 2 Baixa pressão: circuito 1 circuito 2 CONSUMO DE CORRENTE ELÉCTRICA (amperes) Compressor 1 Compressor 3 Compressor 1 Compressor 2 Compressor 2 Compressor 3 Secção do ventilador do condensador 1 Secção do ventilador do condensador 1 Secção do ventilador do condensador 2 Secção do ventilador do condensador 2 Opcionais instalados: Comentários: 1 2 1 2 ºC ºC ºC ºC 1.- CARACTERÍSTICAS GERAIS 1.1.- CARACTERÍSTICAS FÍSICAS KN C M 22 -----------: Unidade standard. C50: Com controlador Climatic 50 E: Um circuito D: Dois circuitos D2: Unidades Multi-split Aplicação C: Só arrefecimento H: Bomba de calor Tipo de unidade exterior AIRCOOLAIR E Tipo de fluido frigorigeneo M: R-410A Arrefecimento aproximado capacidade em kW KNCM: Unidade só arrefecimento R-410A. KNHM: Unidade bomba de calor R-410A. KNCM KNHM 22E MODELO DA UNIDADE Compressor N.º/Tipo KNCM KNHM 26E KNCM KNHM 32E KNCM KNHM 38E KNCM KNHM 43E KNCM KNHM 52D/D2 KNCM KNHM 64D/D2 KNCM KNHM 76D/D2 KNCM KNHM 86D/D2 KNCM KNHM 112D/D2 KNCM KNHM 128D/D2 KNCM KNHM 152D 1/Scroll 1/Scroll 1/Scroll 1/Scroll 1/Scroll 2/Scroll 2/Scroll 2/Scroll 2/Scroll 3/Scroll 3/Scroll 3/Scroll Peso líquido Unidade só arrefecimento KNCM Kg 160 210 216 233 255 443 452 481 520 632 797 906 Kg 168 219 221 239 258 452 463 499 537 748 828 932 m3/h 6800 9750 11500 11300 Unidade bomba de calor KNHM Caudal de ar 11000 9750+9750 11500+11500 11300+11300 11000+11000 22700+18100 22700+18100 22700+22700 Carga de fluido frigorigeneo AZOTO(*) (*) As unidades são fornecidas com azoto; este tem de ser removido e a unidade tem de ser carregada com fluido frigorigeneo R-410A, consoante o modelo da unidade. (ver página 21 para calcular a carga de fluido frigorigeneo para as unidades do modelo KNCM/KNHM funcionarem com as unidades interiores LECM /LEHM.) O pré-carga de fábrica com fluido frigorigeneo R-410A está disponível como opcional. PESO ADICIONAL PARA OS OPCIONAIS VENTILADOR COM PRESSÃO ESTÁTCA DISPONÍVEL ELEVADA 125Pa FP1 (apenas disponível para as unidades 112D/D2-128D/D2-152D) MODELOS KNCM/HM 112D/D2 128D/D2 152D 40 40 40 PESOS kg (*) VENTILADOR COM PRESSÃO ESTÁTCA DISPONÍVEL ELEVADA 250Pa FP2 (apenas disponível para as unidades 112D/D2-128D/D2-152D) MODELOS KNCM/HM 112D/D2 128D/D2 152D 40 40 40 PESOS kg (*) CORRENTE LIMITADA, ARRANQUE SUAVE - ARRANQUE DO COMPRESSOR MODELOS PESOS (*) 22E-26E-32E-38E-43E 52D/D2-64D/D2-76D/D2-86D/D2 112D/D2-128D/D2-152D 3 6 9 1.- CARACTERÍSTICAS GERAIS 1.2.- CARACTERÍSTICAS ELÉCTRICAS CONSUMO ELÉCTRICO DAS UNIDADES STANDARD KNCM KNCM KNHM KNHM 22E 26E MODELOS DE UNIDADES Tensão V/f (50 Hz) KNCM KNHM 32E KNCM KNHM 38E KNCM KNCM KNCM KNCM KNCM KNHM KNHM KNHM KNHM KNHM 43E 52D/D2 64D/D2 76D/D2 86D/D2 3N~400V 50Hz KNCM KNHM 112D/D2 KNCM KNHM 128D/D2 KNCM KNHM 152D Potência absorvida máxima (kW) Compressor 8.25 10.1 11.8 15.6 16.9 20.2 23.6 31.1 33.8 42.6 45.6 55.9 Ventilador 0.30 0.69 0.69 0.84 0.84 1.38 1.38 1.68 1.68 3.05 3.05 4.00 Potência total 8.55 10.8 12.5 16.4 17.7 21.6 25.0 32.8 35.5 45.6 48.7 59.9 Corrente máxima (A) Compressor 15.0 21.0 22.0 25.6 31.0 42.0 44.0 51.2 62.0 77.6 84.0 102 Ventilador 1.60 3.00 3.40 3.40 3.40 6.00 6.80 6.80 6.80 6.40 6.40 8.00 Corrente total 16.6 24.0 25.4 29.0 34.4 48.0 50.8 58.0 68.8 87.5 97.4 104 138 172 Corrente de arranque (A) 121/195 129/207 167/275 206/343 CONSUMO ELÉCTRICO ADICIONAL PARA OS OPCIONAIS KNCM KNHM 112D/D2 FP1-FP2 OPCIONAIS FP1-FP2 Tensão Ph/V/Hz Potência absorvida máxima Corrente máxima Corrente de arranque 84.0 90.4 110 221/330 228/365 292 KNCM KNHM 128D/D2 FP1-FP2 KNCM KNHM 152D FP1-FP2 3~400V 50Hz kW 2.00-6.20 2.00-6.20 1.00-5.20 A 3.20-9.80 3.20-9.80 1.60-8.20 A 3.20-9.80 3.20-9.80 1.60-8.20 1.3.- CARACTERÍSTICAS DOS VENTILADORES 1.3.1.- UNIDADE EXTERIOR COM PRESSÃO ESTÁTCA DISPONÍVEL ELEVADA (OPCIONAL) Dados de caudal de ar. Opcional FP1. MODELOS 100 125 Caudal de ar Potência absorvida Caudal de ar Potência absorvida Caudal de ar Potência absorvida Caudal de ar Potência absorvida m3/h kW m3/h kW m3/h kW m3/h kW 2 19000+19000 5 18000+18000 5.1 17000+17000 5.2 15000+15000 5.3 Tipo de ventilador N.º de ventiladores: Pressão estática disponível Pa. Pressão estática disponível Pa. N.º de ventiladores: 75 MODELO 112D-128D-152D Axial - acoplamento directo 900 rpm (baixa velocidade) 3~400 V Tipo de ventilador 50 Dados de caudal de ar. Opcional FP2. Caudal de ar m3/h 150 Potência absorvida kW Caudal de ar m3/h 200 Potência absorvida kW Caudal de ar m3/h 250 Potência absorvida kW 112D-128D-152D Axial “invólucro pequeno” - acoplamento directo 1450 rpm (alta velocidade) 3~400 V 2 22000+22000 9.2 20000+20000 9.3 18000+18000 9.4 1.4.- LIMITES DE FUNCIONAMENTO (para instalação com unidades LECM-LEHM) LIMITES DE FUNCIONAMENTO PARA UNIDADES (SÓ ARREFECIMENTO) TEMPERATURA INTERIOR FUNCIONAMENTO EM MODO DE ARREFECIMENTEMPERATURA EXTERIOR TO (*) Funcionamento com baixas temperaturas exterioresaté0ºC. LIMITES DE FUNCIONAMENTO PARA UNIDADES (BOMBA DE CALOR) FUNCIONAMENTO EM MODO DE ARREFECIMENTO TEMPERATURA INTERIOR TEMPERATURA EXTERIOR TEMPERATURA INTERIOR FUNCIONAMENTO EM MODO DE AQUECIMENTO TEMPERATURA EXTERIOR BS: Temperatura de bolbo seco. TEMPERATURAS MÁXIMAS TEMPERATURAS MÍNIMAS 32ºC BS/23ºC BH 21ºC BS/15ºC BH 45ºC (22E-26E-32E-52D-64D) 47ºC (38E-43E-76D-86D-112D -128D-152D) +10ºC UNIDADE STANDARD 0ºC (*) -15ºC (**) (*)Funcionamentocom baixas temperaturas exteriores até -15ºC ou conexão com distância elevada. TEMPERATURAS MÁXIMAS TEMPERATURAS MÍNIMAS 32ºC BS/23ºC BH 21ºC BS/15ºC BH 45ºC (22E-26E-32E-52D-64D) 47ºC (38E-43E-76D-86D-112D -128D-152D) 27°C BS DEPENDENDO DO MODELO (Ver tabelas para capacidades de aquecimento) BH: Temperatura de bolbo húmido. 0ºC 15ºC BS -10ºC BS/-11ºC BH 1.- CARACTERÍSTICAS GERAIS UNIDADES SÓ ARREFECIMENTO 1.5.- ESQUEMAS DE TUBAGENS UNIDAD INTERIOR INTERIOR UNIDADE UNIDAD EXTERIOR EXTERIOR UNIDADE LECM 22E/26E/32E/38E/43E KNCM 22E/26E/32E/38E/43E Motor do ventilador DS Opcional com válvula de corte Compressor scroll LP1 HP1 PT1 Ventilador Bateria 1 CH IS1 Bateria C1 Opcional de injecção de gás quente TS1 SVL1 Válvula de expansão Filtro secador Acumulador na aspiração (funcionamento com baixas temperaturas exteriores até -15ºC ou conexão com distância elevada) Opcional com válvula de corte (ELEMENTO OPCIONAL) COMPONENTE OPCIONAL UNIDADE UNIDAD EXTERIOR EXTERIOR UNIDADE UNIDAD INTERIOR INTERIOR LECM 52D/64D/76D/86D KNCM 52D/64D/76D/86D Válvula de assistência opcional Motor do ventilador Compressor scroll LP1 HP1 PT1 1 CH Bateria Ventilador C1 Opcional de injecção de gás quente IS1 DS Bateria TS1 SVL1 Válvula de expansão Filtro secador Acumulador na aspiração (funcionamento com baixas temperaturas exteriores até -15ºC ou conexão com distância elevada) Válvula de assistência opcional 64D/76D/86D Motor do ventilador Válvula de assistência opcional Compressor scroll LP2 HP2 PT2 3 CH IS2 Bateria C2 Opcional de injecção de gás quente TS2 SVL3 Válvula de expansão Filtro secador Acumulador na aspiração (funcionamento com baixas temperaturas exteriores até -15ºC ou conexão com distância elevada) Opcional com válvula de corte ELEMENTO (ELEMENTO OPCIONAL OPCIONAL) DS IS1 IS2 SVL1 SVL3 LP1 Manómetro. (5/16” a usar pelo instalador). Sonda de descarga. (modelo C50). Sonda da bobina do evaporador, circuito 1. (modelo STD e D2). Sonda da bobina do evaporador, circuito 2. (modelo STD e D2). Válvula solenóide de líquido (funcionamento com baixas temperaturas exteriores até -15ºC ou conexão com distância elevada).A ligar pelo instalador às unidades interiores. Válvula solenóide de líquido (funcionamento com baixas temperaturas exteriores até -15ºC ou conexão com distância elevada). A ligar pelo instalador às unidades interiores. Pressóstato de baixa pressão, circuito 1. LP2 Pressóstato de baixa pressão, circuito 2. HP1 Pressóstato de alta pressão, circuito 1. HP2 Pressóstato de alta pressão, circuito 2. CH1 Resistência de cárter. (funcionamento com baixas temperaturas exteriores 0ºC opcional). CH3 Resistência de cárter. (funcionamento com baixas temperaturas exteriores 0ºC opcional). PT1 Transdutor de pressão (circuito 1) (baixas temperaturas ext. até -15ºC ou com distância elevada). PT2 Transdutor de pressão (circuito 2) (baixas temperaturas ext. até -15ºC ou com distância elevada). TS1 Sensor de temperatura de condensação circuito 1 (modelo STD e D2). TS2 Sensor de temperatura de condensação circuito 2 (modelo STD e D2). 1.- CARACTERÍSTICAS GERAIS 1.5.- ESQUEMAS DAS TUBAGENS UNIDADES SÓ ARREFECIMENTO UNIDAD INTERIOR UNIDADE INTERIOR UNIDAD EXTERIOR UNIDADE EXTERIOR LECM 112D/128D/152D KNCM 112D/128D/152D Motor do ventilador Compressor scroll Opcional com válvula de corte HP1 LP1 HPR11 HPR12 PT1 1 CH Ventilador IS1 Bateria Bateria 2 CH Compressor scroll C1 Opcional de injecção de gás quente SVL1 DS Válvula de expansão Filtro secador Acumulador na aspiração (funcionamento com baixas temperaturas exteriores até -15ºC ou conexão com distância elevada opcional) Opcional com válvula de corte Motor do ventilador Opcional com válvula de corte LP2 Compressor scroll HP2 HPR21 HPR22 PT2 3 IS2 CH Bateria Bateria C2 Opcional de injecção de gás quente SVL3 Válvula de expansão Filtro secador Acumulador na aspiração (funcionamento com baixas temperaturas exteriores até -15ºC ou conexão com distância elevada opcional) Opcional com válvula de corte (ELEMENTO OPCIONAL) COMPONENTE OPCIONAL Manómetro. (5/16” a colocar pelo instalador). HP2 Pressóstato de alta pressão, circuito 2. DS Sonda de descarga. (modelo C50). HPR11 Controlo da pressão de condensação. Motor do ventilador ON/OFF, circuito 1. IS1 Sonda da bobina do evaporador, circuito 1. (modelo STD e D2). HPR21 Controlo da pressão de condensação. Motor do ventilador ON/OFF, circuito 2. IS2 Sonda da bobina do evaporador, circuito 2. (modelo STD e D2). HPR12 Controlo da pressão de condensação. Velocidade baixa/elevada, circuito 1. SVL1 Válvula solenóide de líquido (funcionamento com baixas temperaturas exteriores até -15ºC HPR22 Controlo da pressão de condensação. Velocidade baixa/elevada, circuito 2. ou conexão com distância elevada).A ligar pelo instalador às unidades interiores. CH1 Resistência de cárter. (funcionamento com baixas temperaturas exteriores 0ºC opcional). Válvula solenóide de líquido (funcionamento com baixas temperaturas exteriores até -15ºC CH2 Resistência de cárter. (funcionamento com baixas temperaturas exteriores 0ºC opcional). ou conexão com distância elevada).A ligar pelo instalador às unidades interiores. CH3 Resistência de cárter. (funcionamento com baixas temperaturas exteriores 0ºC opcional). LP1 Pressóstato de baixa pressão, circuito 1. PT1 Transdutor de pressão (circuito 1) (baixas temperaturas ext. até -15ºC ou com distância elevada). LP2 Pressóstato de baixa pressão, circuito 2. PT2 Transdutor de pressão (circuito 2) (baixas temperaturas ext. até -15ºC ou com distância elevada). HP1 Pressóstato de alta pressão, circuito 1. SVL3 1.- CARACTERÍSTICAS GERAIS 1.5.- ESQUEMAS DAS TUBAGENS UNIDADES SÓ ARREFECIMENTO SISTEMA MULTI-SPLIT UNIDADE UNIDAD INTERIOR INTERIOR (x2) LECM 26E/32E/38E/43E UNIDADE UNIDAD EXTERIOR EXTERIOR KNCM 52D2/64D2/76D2/86D2 Motor do ventilador Opcional com válvula de corte Ventilador Compressor scroll LP1 HP1 PT1 1 CH IS1 Bateria Bateria C1 Opcional de injecção de gás quente TS1 SVL1 Válvula de expansão Filtro secador Acumulador na aspiração (funcionamento com baixas temperaturas exteriores até -15ºC ou conexão com distância elevada opcional) Opcional com válvula de corte Motor do ventilador Opcional com válvula de corte Ventilador Compressor scroll LP2 HP2 PT2 3 CH IS2 Bateria Bateria C2 Opcional de injecção de gás quente TS2 SVL3 Válvula de expansão Filtro secador Acumulador na aspiração (funcionamento com baixas temperaturas exteriores até -15ºC ou conexão com distância elevada opcional) Opcional com válvula de corte (ELEMENTO OPCIONAL) COMPONENTE OPCIONAL Manómetro. (5/16” a colocar pelo instalador). LP2 Pressóstato de baixa pressão, circuito 2. IS1 Sonda da bobina do evaporador, circuito 1. (modelo STD e D2). HP1 Pressóstato de alta pressão, circuito 1. IS2 Sonda da bobina do evaporador, circuito 2. (modelo STD e D2). HP2 Pressóstato de alta pressão, circuito 2. SVL1 Válvula solenóide de líquido (funcionamento com baixas temperaturas exteriores até -15ºC CH1 Resistência de cárter. (funcionamento com baixas temperaturas exteriores 0ºC opcional). ou conexão com distância elevada opcional).A ligar pelo instalador às unidades interiores. CH3 Resistência de cárter. (funcionamento com baixas temperaturas exteriores 0ºC opcional). Válvula solenóide de líquido (funcionamento com baixas temperaturas exteriores até -15ºC PT1 Transdutor de pressão (circuito 1) (baixas temperaturas ext. até -15ºC ou com distância elevada). ou conexão com distância elevada opcional).A ligar pelo instalador às unidades interiores. PT2 Transdutor de pressão (circuito 2) (baixas temperaturas ext. até -15ºC ou com distância elevada). Pressóstato de baixa pressão, circuito 1. TS1 Sensor de temperatura de condensação circuito 1 (modelo STD e D2). TS2 Sensor de temperatura de condensação circuito 2 (modelo STD e D2). SVL3 LP1 1.- CARACTERÍSTICAS GERAIS 1.5.- ESQUEMAS DA TUBAGEM UNIDADES SÓ ARREFECIMENTO SISTEMA MULTI-SPLIT UNIDADE INTERIOR UNIDAD UNIDAD UNIDADE EXTERIOR EXTERIOR KNCM 112D2/128D2 (x1) C2 C2 (x1) LECM LECM 68E 68EC1C1/ / (x1) (x1)LECM LECM43E 43E (x1) LECM 76E C1 / (x1) LECM 43E C2 Ventilador Motor do ventilador Compressor scroll Opcional com válvula de corte LP1 HP1 HPR11 HPR12 PT1 1 CH IS1 Bateria 2 CH C1 Compressor scroll Bateria Opcional de injecção de gás quente SVL1 Válvula de expansão Filtro secador Acumulador na aspiração (funcionamento com baixas temperaturas exteriores até -15ºC ou conexão com distância elevada opcional) Opcional com válvula de corte Motor do ventilador Opcional com válvula de corte Compressor scroll LP2 HP2 HPR21 HPR22 PT2 Ventilador 3 CH IS2 Bateria Bateria C2 Opcional de injecção de gás quente SVL3 Válvula de expansão Filtro secador Acumulador na aspiração (funcionamento com baixas temperaturas exteriores até -15ºC ou conexão com distância elevada opcional) Opcional com válvula de corte (ELEMENTO OPCIONAL) COMPONENTE OPCIONAL Manómetro. (5/16” a usar pelo instalador). HP2 Pressóstato de alta pressão, circuito 2. IS1 Sonda da bobina do evaporador, circuito 1. (modelo STD e D2). HPR11 Controlo da pressão de condensação. Motor do ventilador ON/OFF, circuito 1. IS2 Sonda da bobina do evaporador, circuito 2. (modelo STD e D2). HPR21 Controlo da pressão de condensação. Motor do ventilador ON/OFF, circuito 2. SVL1 Válvula solenóide de líquido (funcionamento com baixas temperaturas exteriores até -15ºC HPR12 Controlo da pressão de condensação. Velocidade baixa/elevada, circuito 1. ou conexão com distância elevada opciona).A ligar pelo instalador às unidades interiores. HPR22 Controlo da pressão de condensação. Velocidade baixa/elevada, circuito 2. Válvula solenóide de líquido (funcionamento com baixas temperaturas exteriores até -15ºC CH1 Resistência de cárter. (funcionamento com baixas temperaturas exteriores 0ºC opcional). ou conexão com distância elevada opcional).A ligar pelo instalador às unidades interiores. CH2 Resistência de cárter. (funcionamento com baixas temperaturas exteriores 0ºC opcional). LP1 Pressóstato de baixa pressão, circuito 1. CH3 Resistência de cárter. (funcionamento com baixas temperaturas exteriores 0ºC opcional). LP2 Pressóstato de baixa pressão, circuito 2. PT1 Transdutor de pressão (circuito 1) (baixas temperaturas ext. até -15ºC ou com distância elevada). HP1 Pressóstato de alta pressão, circuito 1. PT2 Transdutor de pressão (circuito 2) (baixas temperaturas ext. até -15ºC ou com distância elevada). SVL3 1.- CARACTERÍSTICAS GERAIS UNIDADES BOMBA DE CALOR 1.5.- ESQUEMAS DA TUBAGEM UNIDADE INTERIOR UNIDAD INTERIOR UNIDAD EXTERIOR UNIDADE EXTERIOR KNHM 22E/26E/32E/38E/43E LEHM 22E/26E/32E/38E/43E Opcional com válvula de corte DS Ventilador Compressor scroll LP1 CH IS1 Motor do ventilador Válvula de 4 vias HP1 PT1 1 Bateria Bateria C1 Filtro secador Válvula de expansão Acumulador de aspiração (conexão com distância elevada opcional) Opcional com válvula de corte SVL1 Válvula de corte Válvula de corte Acumulador de aspiração Filtro secador SVL2 Válvula de corte Válvula de expansão Válvula de corte (ELEMENTO OPCIONAL) COMPONENTE OPCIONAL UNIDAD EXTERIOR UNIDADE EXTERIOR UNIDAD INTERIOR UNIDADE INTERIOR LEHM 52D/64D/76D/86D KNHM 52D/64D/76D/86D Opcional com válvula de corte Compressor scroll LP1 Válvula de 4 vias HP1 Motor do ventilador PT1 1 CH Bateria C1 Ventilador Acumulador de aspiração (conexão com distância elevada remota opcional) IS1 Bateria DS Válvula de expansão Filtro secador Válvula de corte Opcional com válvula de corte SVL1 Filtro secador SVL2 Válvula de corte Válvula de corte Acumulador de aspiração Válvula de expansão Válvula de corte 64D/76D/86D Opcional com válvula de corte Compressor scroll LP2 Válvula de 4 vias HP2 Motor do ventilador PT2 3 CH IS2 Bateria C2 Válvula de expansão Filtro secador Válvula de corte Acumulador de aspiração (conexão com distância elevada remota opcional) Opcional com válvula de corte SVL3 SVL4 Válvula de corte Válvula de corte Filtro secador Acumulador de aspiração Válvula de expansão Válvula de corte COMPONENTE OPCIONAL (ELEMENTO OPCIONAL) Manómetro. (5/16” a usar pelo instalador). SVL4 Válvula solenóide de líquido (conexão com distância elevada remota opcional) DS Sonda de descarga. (modelo C50). LP1 Pressóstato de baixa pressão, circuito 1. IS1 Sonda da bobina do evaporador, circuito 1. (modelo STD e D2). LP2 Pressóstato de baixa pressão, circuito 2. IS2 Sonda da bobina do evaporador, circuito 2. (modelo STD e D2). HP1 Pressóstato de alta pressão, circuito 1. SVL1 Válvula solenóide de líquido (conexão com distância elevada remota opcional) A ligar pelo HP2 Pressóstato de alta pressão, circuito 2. instalador às unidades interiores. CH1 Resistência de cárter. SVL2 Válvula solenóide de líquido (conexão com distância elevada remota opcional) CH3 Resistência de cárter. SVL3 Válvula solenóide de líquido (conexão com distância elevada remota opcional) A ligar pelo PT1 Transdutor de pressão, circuito 1 instalador às unidades interiores. PT2 Transdutor de pressão, circuito 2. 10 1.- CARACTERÍSTICAS GERAIS UNIDADES BOMBA DE CALOR 1.5.- ESQUEMAS DA TUBAGEM UNIDADE INTERIOR UNIDAD INTERIOR LEHM 112D/128D/152D UNIDAD EXTERIOR UNIDADE EXTERIOR KNHM 112D/128D/152D Opcional com válvula de corte Motor do ventilador Compressor scroll LP1 HP1 HPR12 Válvula de 4 vias PT1 1 CH Ventilador IS1 2 Bateria CH C1 Válvula de expansão DS Filtro secador Válvula de corte Opcional com válvula corte SVL1 de Acumulador de aspiração (conexão com distância elevada remota opcional) Acumulador de aspiração Filtro secador SVL2 Válvula de corte Válvula de corte Opcional com válvula de corte Bateria Compressor scroll Válvula de expansão Válvula de corte Motor do ventilador Compressor scroll LP2 HP2 HPR22 Válvula de 4 vias PT2 3 CH IS2 Bateria Bateria 112D/128D Receptor de líquido C2 Acumulador de aspiração (conexão com distância elevada remota opcional) Ventilador Válvula de corte Válvula de expansão Opcional com válvula de SVL3 corte SVL4 Filtro secador Acumulador de aspiração Válvula de expansão Filtro secador Válvula de corte Válvula de corte Válvula de corte Válvula de corte (ELEMENTO OPCIONAL) COMPONENTE OPCIONAL Manómetro. (5/16” a colocar pelo instalador). LP1 Pressóstato de baixa pressão, circuito 1. DS Sonda de descarga. (modelo C50). LP2 Pressóstato de baixa pressão, circuito 2. IS1 Sonda da bobina do evaporador, circuito 1. (modelo STD e D2). HP1 Pressóstato de alta pressão, circuito 1. IS2 Sonda da bobina do evaporador, circuito 2. (modelo STD e D2). HP2 Pressóstato de alta pressão, circuito 2. SVL1 Válvula solenóide de líquido (conexão com distância elevada remota opcional)A ligar pelo instalador às unidades interiores. da pressão de condensação. Velocidade baixa/elevada, circuito 1. HPR22 Controlo da pressão de condensação. Velocidade baixa/elevada, circuito 2. CH1 Resistência de cárter. Válvula solenóide de líquido (conexão com distância elevada remota opcional)A ligar CH2 Resistência de cárter. pelo instalador às unidades interiores. CH3 Resistência de cárter. Válvula solenóide de líquido (conexão com distância elevada remota opcional) PT1 Transdutor de pressão, circuito 1 PT2 Transdutor de pressão, circuito 2. SVL2 Válvula solenóide de líquido (conexão com distância elevada remota opcional) SVL3 SVL4 HPR12 Controlo 11 1.- CARACTERÍSTICAS GERAIS UNIDADES BOMBA DE CALOR 1.5.- ESQUEMAS DA TUBAGEM SISTEMA MULTI-SPLIT UNIDADE INTERIOR UNIDAD INTERIOR (x2) LEHM 26E/32E/38E/43E UNIDAD EXTERIOR UNIDADE EXTERIOR KNHM 52D2/64D2/76D2/86D2 Opcional com válvula de corte Motor do ventilador Compressor scroll LP1 Válvula de 4 vias HP1 PT1 Ventilador 1 CH IS1 Bateria Bateria C1 Acumulador na aspiração (conexão com distância elevada remota opcional) Válvula de expansão Acumulador de aspiração Opcional com válvula de corte Filtro secador Válvula de corte SVL1 SVL2 Válvula de corte Válvula de corte Opcional com válvula de corte Filtro secador Válvula de expansão Válvula de corte Motor do ventilador Compressor scroll LP2 Válvula de 4 vias HP2 PT2 Ventilador 3 CH IS2 Bateria Bateria C2 Acumulador na aspiração (conexão com distância elevada remota opcional) Válvula de expansão Filtro secador Válvula de corte Opcional com válvula de corte SVL3 SVL4 Válvula de corte Válvula de corte Acumulador de aspiração Filtro secador Válvula de expansão Válvula de corte (ELEMENTO OPCIONAL) COMPONENTE OPCIONAL Manómetro. (5/16” a colocar pelo instalador). SVL4 Válvula solenóide de líquido (conexão com distância elevada remota opcional) IS1 Sonda da bobina do evaporador, circuito 1. (modelo STD e D2). LP1 Pressóstato de baixa pressão, circuito 1. IS2 Sonda da bobina do evaporador, circuito 2. (modelo STD e D2). LP2 Pressóstato de baixa pressão, circuito 2. SVL1 Válvula solenóide de líquido (conexão com distância elevada remota opcional) HP1 Pressóstato de alta pressão, circuito 1. A ligar pelo instalador às unidades interiores. HP2 Pressóstato de alta pressão, circuito 2. SVL2 Válvula solenóide de líquido (conexão com distância elevada remota opcional) CH1 Resistência de cárter. SVL3 Válvula solenóide de líquido (conexão com distância elevada remota opcional) CH3 Resistência de cárter. A ligar pelo instalador às unidades interiores. PT1 Transdutor de pressão, circuito 1 PT2 Transdutor de pressão, circuito 2. 12 1.- CARACTERÍSTICAS GERAIS UNIDADES BOMBA DE CALOR 1.5.- ESQUEMAS DA TUBAGEM SISTEMA MULTI-SPLIT UNIDADE EXTERIOR UNIDAD EXTERIOR KNHM 112D2/128D2 UNIDADE INTERIOR UNIDAD INTERIOR (x1) LECM C1LEHM / 44E (x1) (x1) LEHM 68E 68E C1 / (x1) C2 LECM 43E C2 (x1) LECM 76E C1 / (x1) LECM 43E C2 Ventilador Opcional com válvula de corte Motor do ventilador Compressor scroll LP1 HP1 Válvula de 4 vias HPR12 PT1 H1 C IS1 2 CH Bateria C1 Válvula de expansão Filtro secador Válvula de corte Bateria Compressor scroll Acumulador de aspiração (conexão com distância elevada remota opcional) Acumulador de aspiração Opcional com válvula de corte SVL1 Filtro secador SVL2 Válvula de corte Válvula de corte Válvula de expansão Válvula de corte Motor do ventilador Opcional com válvula de corte Compressor scroll LP2 HP2 Válvula de 4 vias HPR22 Ventilador PT2 3 Bateria CH IS2 Bateria C2 Acumulador de aspiração (conexão com distância elevada remota opcional) Receptor de líquido Válvula de corte Válvula de expansão Acumulador de aspiração Opcional com válvula de corte SVL3 SVL4 Filtro secador Válvula de expansão Filtro secador Válvula de corte Válvula de corte Válvula de corte Válvula de corte (ELEMENTO OPCIONAL) COMPONENTE OPCIONAL Manómetro. (5/16” a colocar pelo instalador). LP2 Pressóstato de baixa pressão, circuito 2. IS1 Sonda da bobina do evaporador, circuito 1. (modelo STD e D2). HP1 Pressóstato de alta pressão, circuito 1. IS2 Sonda da bobina do evaporador, circuito 2. (modelo STD e D2). HP2 Pressóstato de alta pressão, circuito 2. SVL1 Válvula solenóide de líquido (conexão com distância elevada remota opcional) HPR12 Controlo da pressão de condensação. Velocidade baixa/elevada, circuito 1. A ligar pelo instalador às unidades interiores. HPR22 Controlo da pressão de condensação. Velocidade baixa/elevada, circuito 2. SVL2 Válvula solenóide de líquido (conexão com distância elevada remota opcional) CH1 Resistência de cárter. SVL3 Válvula solenóide de líquido (conexão com distância elevada remota opcional) CH2 Resistência de cárter. A ligar pelo instalador às unidades interiores. CH3 Resistência de cárter. SVL4 Válvula solenóide de líquido (conexão com distância elevada remota opcional) PT1 Transdutor de pressão, circuito 1 LP1 Pressóstato de baixa pressão, circuito 1. PT2 Transdutor de pressão, circuito 2. 13 1.- CARACTERÍSTICAS GERAIS 1.6.- CARACTERÍSTICAS DIMENSIONAIS DA UNIDADE KNCM/KNHM 22E 26E-32E-38E-43E Interruptor de corte geral (opcional) Interruptor de corte geral (opcional) Quadro eléctrico Quadro eléctrico •• • mode set 119 5 660 on o ff 1375 1375 •• Entrada dos cabos de alimentação eléctrica 119 5 980 Acesso a tubagens de gás e de líquido Entrada dos cabos de alimentação eléctrica Acesso a tubagens de gás e de líquido 52D/D2-64D/D2-76D/D2-86D/D2 Interruptor de corte geral (opcional) •• • •• mode on set of f 1375 Quadro eléctrico Acesso a tubagens de gás e de líquido Entrada dos cabos de alimentação eléctrica 196 Acesso a tubagens de gás e de líquido 0 5 119 Entrada dos cabos de alimentação eléctrica 112D/D2-128D/D2-152D Interruptor de corte geral (opcional) •• • •• m ode on set off 1875 Quadro eléctrico Acesso a tubagens de gás e de líquido 225 0 142 Entrada dos cabos de alimentação eléctrica 14 0 2.- INSTALAÇÃO 2.1 - PREPARAÇÃO PRELIMINAR Todos os trabalhos de INSTALAÇÃO, ASSISTÊNCIA e MANUTENÇÃO têm de ser levados a cabo por TÉCNICOS QUALIFICADOS. A unidade tem de ser transportada na VERTICAL, sobre a base de apoio metálica. Qualquer outra posição pode causar danos graves na unidade. Quando a unidade é recebida, deve ser verificada para garantir que não foi sujeita a impactos ou outros danos, seguindo as instruções da embalagem. Se estiver danificada, a unidade pode ser rejeitada notificando o Departamento de Distribuição da LENNOX e indicando a razão pela qual a unidade é inaceitável na nota de entrega da transportadora. Qualquer outra reclamação ou pedido de reembolso apresentada(o) ao Departamento de Distribuição da LENNOX para este tipo de danos não pode ser considerado ao abrigo da garantia. Tem de existir espaço suficiente para facilitar a instalação da unidade. A unidade pode ser montada no exterior. Quando a unidade é montada no chão, deve garantir-se que o local não é sujeito a inundações. Ao posicionar a unidade, certifique-se de que a chapa de características fica sempre visível, dado que as informações nela contidas são necessárias para garantir uma manutenção adequada. As unidades foram concebidas para serem instaladas com condutas desenhadas por técnicos qualificados. As uniões a usar entre as condutas e as aberturas na unidade devem ser elásticas. Deve evitar-se a utilização de uniões de BYPASS entre o ar de extracção e o ar de aspiração. A estrutura onde a unidade é colocada deve poder suportar o peso da unidade em funcionamento. 2.2.- RECEPÇÃO DA UNIDADE Todas as unidades têm de ser equipadas com bases de apoio metálicas. Se for necessário usar uma grua para descarregar e instalar a unidade no sítio, os cabos devem ser fixados como indicado no diagrama. Como elevar a unidade Usar afastadores Usar afastadores 15 2.- INSTALAÇÃO Unidade 2.3.- LOCALIZAÇÃO DA UNIDADE - A base de apoio é constituída por secções metálicas, com capacidade para suportar o peso da unidade. - Se a unidade for montada no chão, a base deve ser isolada com material amortecedor como, por ex. apoios antivibráticos. Não esquecer que os ventiladores giram a cerca de 850 rpm. - A unidade consegue funcionar em condições de interferência rádio normais para instalações comerciais e residenciais. Para quaisquer outras condições, consultar a Lennox. - Se a temperatura exterior na zona onde a bomba de calor vai ser instalada for baixa ou o ciclo de funcionamento for demasiado longo, poderá ser necessário instalar uma resistência eléctrica no tabuleiro de condensados para evitar a formação de gelo na bateria durante o ciclo de descongelação. 1.- Apoio numa zona de baixa sensibilidade. Apoios de borracha Unidade Apoios de mola Estrutura metálica e em betão Apoio Apoios de borracha 2.- Apoio numa zona de sensibilidade média Unidade Estrutura metálica e em betão 3.- Apoio numa zona de sensibilidade elevada (verificar carga do piso). Apoio Apoios de mola Apoios de borracha 2.4.- FOLGAS DE INSTALAÇÃO A INSTALAÇÃO DA UNIDADE DE FORMA DIFERENTE DA MOSTRADA TERÁ IMPACTO NO SEU DESEMPENHO E FIABILIDADE. FOLGAS DE INSTALAÇÃO POSIÇÕES DOS APOIOS ANTIVIBRÁTICOS (AVM) 1195 1m (*) 1m (*) 1m (*) 130 O14 400 KNCM-HM 22E 1m 1m (*) ▼ 660 ▼ 3m (*) 1145 25 1195 1145 set 1m (*) 1m (*) O14 90 KNCM-HM 26E-32E-38E-43E mode on o 980 •• • •• 800 3m (*) 1m (*) 1m (*) 25 1960 955 955 3m (*) •• • •• mode 1m (*) O14 1m (*) 1m (*) 1m (*) 90 KNCM-HM 52D/D2-64D/D2-76D/2-86D/D2 800 set 1195 on off 25 2250 603 1327 5m (*) •• • •• mode set 682 1.5m (*) 1.5m (*) O14 28 KNCM-HM 112D/D2-128D/D2-152D 1.5m (*) 682 off 1420 on 1.5m (*) 160 (*) Área técnica da unidade. Tamanho em mm. 16 2.- INSTALAÇÃO 2.5.-���������������������������������� POSIÇÃO DAS MOLAS ANTIVIBRÁTICAS KNCM/HM 112D-152D 7 4 1 8 9 6 5 2 3 POSIÇÃO N.º TIPO ANTIVIBRÁTICOS 1 350 2 350 3 350 4 350 5 350 6 350 7 250 8 250 9 250 2.6.- LOCALIZAÇÃO NO INTERIOR Saída de ar Conduta de saída de ar (2) •• • •• m ode on set off Unidade Entrada de ar Tabuleiro de condensados adicional (unidade bomba de calor) Nas unidades bomba de calor com circuitos duplos e nas unidades só arrefecimento 112D-152D, caso seja pretendido instalar apenas uma conduta, deve instalarse um regulador de pressão em cada ventilador, para evitar o desvio de ar pelo ventilador caso este pare. Conduta de entrada de ar (1) Para instalação no interior, siga estes conselhos: - Durante o ciclo de descongelação em modo bomba de calor, a unidade produz uma grande quantidade de água (do gelo que derrete). Caso seja pretendido drenar esta água, deve instalar-se drenagem adequada por baixo da unidade para recolher e transportar a água para o local pretendido. - Instalação da conduta de ar: Se a conduta de ar foi instalada, os limites de funcionamento serão reduzidos (consulte a secção de limites de funcionamento neste manual). (1) O pleno de admissão do ar (opcional), disponível para os modelos 112D a 152D facilita a instalação da conduta de entrada de ar. (2) O pleno de descarga (opcional) permite a instalação de uma conduta de descarga rectangular com as opções FP1 e FP2. 17 2.- INSTALAÇÃO 2.7 - LIGAÇÕES DE FLUIDO FRIGORIGENEO Tampão de cobre A unidade é fornecida com as tubagens de gás e de líquido vedadas com tampões de cobre dentro da envolvente para permitir a saída das tubagens de fluido frigorigeneo (excepto se a unidade for fornecida com o pré-carga de fluido frigorigeneo de fábrica (opcional) ou com válvulas de corte (opcional). Tubagens de fluido frigorigeneo Brasagem As unidades standard são fornecidas com azoto, que tem de ser removido antes de a unidade ser ligada. Como opcioanl, a unidade pode ser fornecida com válvulas de corte nas tubagens de gás e de líquido, com carga de azoto (N2) ou com carga de fluido frigorigeneo (R-410A). NAS UNIDADES STANDARD E UNIDADES FORNECIDAS COM VÁLVULAS DE CORTE, PROCEDER DO SEGUINTE MODO: 1. Remova o azoto através das ligações de assistência de 5/16” de alta e baixa pressão situadas no interior e proporcione um vácuo ligeiro por razões de segurança. 2. Retire os tampões das tubagens de ligação. 3. Solde por brasagem os tubos de ligação da tubagem. Seleccione o diâmetro da tubagem na TABELA 1. (Ao realizar a brasagem dos tubos de fluido frigorigeneo, tem de aplicar-se azoto nos tubos através das ligações de assistência para retirar o ar). 4. Teste de fugas: Adicione azoto, verifique se a pressão de 5 kg/cm2 foi atingida e que não existem fugas no circuito nem na zona de brasagem aplicando água e sabão nos tubos; se existirem fugas assiste-se à formação de bolhas. Para detectar fugas pequenas, proceda do seguinte modo: Adicione azoto e verifique se é atingida uma pressão de 25 kg/cm2; se a pressão se mantiver inalterada durante pelo menos 24 horas e a pressão final não for inferior à pressão inicial em mais de 10%, isso significa que não existem fugas. 5. Certifique-se de que a tubagem de gás está isolada. 6. Esvaziamento: Retire o azoto, ligue o manómetro e a bomba de vácuo às tubagens de líquido e de gás, abra totalmente a válvula do manómetro e ligue a bomba de vácuo. Verifique se o manómetro indica uma pressão de -750 mm Hg. Depois de atingir um nível de -750mm Hg, mantenha a bomba de vácuo a funcionar durante, pelo menos, uma hora. 7. Carga de fluido frigorigeneo: - Consulte a TABELA 3.1. e 3.2. para obter a carga de fluido frigorigeneo, consoante o comprimento e o tamanho das ligações dos tubos. - Desligue a bomba de vácuo e ligue a garrafa de enchimento de fluido frigorigeneo. Abra a bomba de carga e purgue o ar do tubo flexível no manómetro. - Defina a quantidade de fluido frigorigeneo adicional na balança, abra o lado de alta pressão (líquido) e de baixa pressão (aspiração) no manómetro para iniciar o processo de fluido frigorigeneo da unidade exterior. Se a quantidade total de carga de fluido frigorigeneo não tiver sido atingida devido ao equilíbrio de pressão, desligue o lado de alta pressão no manómetro, ligue a unidade e adicione a restante quantidade de carga de fluido frigorigeneo necessária lentamente através do lado de baixa pressão do manóDurante a instalação, mantenha as tubagens de gás e de líquido tapadas, para evitar a entrada de humidade e de sujidade. Tenha especial cuidado em verificar se os tubos de fluido frigorigeneo estão isolados. Evite vincos nos tubos. NAS UNIDADES FORNECIDAS COM VÁLVULAS DE CORTE E PRÉ-CARGA DE FLUIDO FRIGORIGENEO DE FÁBRICA, PROCEDER DO SEGUINTE MODO: 1. Liberte a pressão do fluido frigorigeneo do tubo de ligação através da Ligação de ligação de assistência existente nesse tubo. assistência Válvula de assistência 2. Retire os tampões das tubagens de ligação. 3. Solde por brasagem o tubo de interligação na unidade interior. Para a unidade Para a tubagem 4. Com as ligações de assistência fechadas, esvazie e ligue a bomba de interior da unidade vácuo à ligação de assistência de 5/16” existente no tubo de ligação para exterior Tampão conseguir uma pressão de -750mm Hg; depois de atingir esta pressão, de cobre Tubo de cobre mantenha a bomba de vácuo a funcionar durante pelo menos uma hora para ligar à unidapara fornecer vácuo para os tubos de ligação e para a unidade interior. de interior Desligue a bomba de vácuo. 5. Carga de fluido frigorigeneo: Desligue a bomba de vácuo e ligue a garrafa de fluido frigorigeneo. Consulte a TABELA 2 para obter a carga de fluido frigorigeneo por metro de tubo de cobre para o modelo correspondente. Ajuste a quantidade de fluido frigorigeneo na balança e abra o manómetro para carregar no estado líquido. (No caso do fluido frigorigeneo R-410A, a garrafa de enchimento tem de ser mantida na vertical e é importante encher com o fluido frigorigeneo no estado líquido). Feche o manómetro, desligue-o da ligação de assistência da unidade e coloque as tampões. 6. Abra as válvulas de assistência. 7. A unidade está pronta para funcionar. 18 2.- INSTALAÇÃO 2.7 - LIGAÇÕES DE FLUIDO FRIGORIGENEO Para posicionar unidades exteriores e interiores, consulte as informações seguintes: UNIDADE EXTERIOR 2% POSIÇÃO A: Tem de instalar-se um colector na secção vertical da tubagem de gás e têm de instalar-se colectores de 8 em 8 metros, na secção ascendente. A velocidade de aspiração mínima não pode ser inferior a 6m/s. O comprimento vertical máximo é de 16 metros. 1 A UNIDADE INTERIOR L 2 2% UNIDADE EXTERIOR UNIDADE INTERIOR POSIÇÃO B: Incline as tubagens na direcção da unidade exterior. Tenha especial cuidado com as tubagens com mais de 10 metros de comprimento, para evitar dobras. B 2% 1 2 L POSIÇÃO C: Instale um colector na base da tubagem de gás; não são necessários mais colectores. Comprimento vertical máximo: 16 metros. 2% UNIDADE EXTERIOR UNIDADE INTERIOR L 2 A, B, C: Posições da unidade L: Comprimento total 1 = Tubagem de gás 2 = Tubagem de líquido C 1 2% NOTA : As unidades são fornecidas com ligações soldadas por brasagem. Como opcional, estão disponíveis válvulas de assistência para as tubagens de líquido e de gás. - AS TUBAGENS DE GÁS TÊM DE SER SEMPRE ISOLADAS. - AS TUBAGENS HORIZONTAIS TÊM DE TER UMA INCLINAÇÃO MÍNIMA DE 2% NA DIRECÇÃO DA UNIDADE EXTERIOR. - A VELOCIDADE MÁXIMA NAS TUBAGENS NÃO DEVE SER SUPERIOR A 15 m/s. 19 2.- INSTALAÇÃO 2.7 - LIGAÇÕES DE FLUIDO FRIGORIGENEO Nas unidades com 2 circuitos, certifique-se de que liga os circuitos C1 e C2 da unidade interior aos circuitos C1 e C2 correspondentes, na unidade exterior. - OS MODELOS 112D/D2 e 128D/D2 USAM LIGAÇÕES DE TUBOS DE TAMANHOS DIFERENTES: TAMANHO GRANDE PARA O CIRCUITO 1 E TAMANHO PEQUENO PARA O CIRCUITO 2. TABELA 1: SELECÇÃO DE TUBOS DE FLUIDO FRIGORIGENEO TUBOS DE FLUIDO FRIGORIGENEO Comprimento total do tubo. (Comprimento dos tubos 0 a 30 m. Ø Líquido (Ligação standard da Ø Gás unidade) frigorigeneo Ø Líquido entre a unidade interior 30 to 65 m. exterior.) Ø Gás 26E 32E 38E 43E 1/2” 5/8” 5/8” 5/8” 5/8” 52D-D2 64D-D2 76D-D2 86D-D2 112D-D2 128D-D2 152D 5/8” 5/8” 5/8” 5/8” 3/4” 3/4” 3/4” C2 n/a n/a n/a n/a n/a 5/8” 5/8” 5/8” 5/8” 5/8” 5/8” 3/4” C1 7/8” 1 1/8” 1 1/8” 1 3/8” 1 3/8” 1 1/8” 1 1/8” 1 3/8” 1 3/8” 1 5/8” 1 5/8” 1 5/8” C2 n/a n/a n/a n/a n/a 1 1/8” 1 1/8” 1 3/8” 1 3/8” 1 3/8” 1 3/8” 1 5/8” N.º máx. de curvas de fluido e a unidade C1 UNIDADE - MODELO 22E C1 6 12 8 18 12 12 8 18 12 12 12 12 5/8” 5/8” 5/8” 3/4” 3/4” 5/8” 5/8” 3/4” 3/4” 7/8” 7/8” 7/8” C2 n/a n/a n/a n/a n/a 5/8” 5/8” 3/4” 3/4” 3/4” 3/4” 7/8” C1 1 1/8” 1 1/8” 1 3/8” 1 3/8” 1 5/8” 1 1/8” 1 3/8” 1 3/8” 1 5/8” 1 5/8” 1 5/8” 1 5/8” C2 n/a n/a n/a n/a n/a 1 1/8” 1 3/8” 1 3/8” 1 5/8” 1 5/8” 1 5/8” 1 5/8” 12 18 18 18 18 18 18 18 18 12 12 12 N.º máx. de curvas n/d: não disponível Nos tubos com comprimento entre 40 e 65 metros, é mandatário seleccionar o opcional de conexão remota. As unidades são pré-carregadas de fábrica com azoto (N2). O instalador deve remover o azoto e encher as unidades com o fluido frigorigeneo R-410A indicado nas tabelas que se seguem e com a carga por metro de tubo indicada na TABELA 2. A unidade é fornecida de série com ligações soldadas por brasagem. A pré-carga de fluido frigorigeneo de fábrica está disponível como opcional. Se for esse o caso, a TABELA 2 é a única a ter em conta (esta opção inclui válvulas de corte). TABELA 2: PESO DE FLUIDO FRIGORIGENEO R-410A POR METRO DE TUBO Líquido 1/2” 5/8” 5/8” 3/4” 3/4” 7/8” Gás 7/8” 1-1/8” 1-3/8” 1-3/8” 1-5/8” 1-5/8” 20 g/m 108 177 182 265 271 374 2.- INSTALAÇÃO 2.7 - LIGAÇÕES DE FLUIDO FRIGORIGENEO TABELA 3.1: CARGA DE FLUIDO FRIGORIGENEO C1 C2 22E 4655 ------ C1 C2 22E 4900 ------ Carga de fluido frigorigeneo R-410A (g) por 0 metros de tubo KNCM + LECM (apenas arrefecimento) 26E 5315 ------ 32E 5700 ------ 38E 7950 ------ 43E 9745 ------ 52D 6250 6250 64D 5775 5775 76D 7870 7870 86D 9800 9800 112D 12130 10450 128D 15585 10045 Carga de fluido frigorigeneo R-410A (g) por 0 metros de tubo KNHM + LEHM (bomba de calor) 26E 5900 ------ 32E 6330 ------ 38E 8835 ------ 43E 10830 ------ 52D 6940 6940 64D 6420 6420 76D 8740 8740 86D 10900 10900 112D 13480 11600 128D 17315 11160 152D 15500 15400 152D 17230 17100 TABELA 3.2: CARGA DE FLUIDO FRIGORIGENEO PARA SISTEMA MULTI-SPLIT Carga de fluido frigorigeneo R-410A (g) por 0 metros de tubo KNCM + 2xLECM (só arrefecimento) C1 C2 52D2 6250 6250 C1 C2 52D2 6940 6940 64D2 5775 5775 76D2 7870 7870 86D2 9800 9800 112D2 12130 10450 Carga de fluido frigorigeneo R-410A (g) por 0 metros de tubo KNHM + 2xLEHM (bomba de calor) 64D2 6420 6420 76D2 8740 8740 86D2 10900 10900 112D2 13480 11600 128D2 15585 10045 128D2 17315 11160 C1: Circuito 1. C2: Circuito 2. - OS MODELOS 112D/D2 E 128D/D2 USAM LIGAÇÕES DE TUBOS DE TAMANHOS DIFERENTES: TAMANHO GRANDE PARA O CIRCUITO 1 E TAMANHO PEQUENO PARA O CIRCUITO 2. CARGA DE FLUIDO FRIGORIGENEO PARA O CONJUNTO: EXEMPLO: Para montar um conjunto KNHM 32E + LEHM 32E, com um tubo de fluido frigorigeneo com 22 m de comprimento entre a unidade exterior e a unidade interior, a carga de fluido frigorigeneo e tem de ser calculada da seguinte forma: 1. A TABELA 1 (p. 20) indica que para um tubo com 22 m de comprimento entre a unidade exterior e a unidade interior, os tamanhos dos tubos são: líquido 5/8” e gás 1 1/8”. 2. A TABELA 2 (p. 20) indica que para tamanhos de tubos de 5/8”-1 1/8”, a carga por metro de tubo é de: 177 g/m x 22 m = 3894 g. 3. A TABELA 3.1 indica que a carga de fluido frigorigeneo para um conjunto com um tubo com 0 m de comprimento é de: 6330 g. 4. Para determinar a carga do conjunto: Adicione a carga dos tubo de fluido frigorigeneo + a carga da unidade interior e da unidade exterior. Carga total para o conjunto: 3894 + 6330 = 10224 g Nota: Se a unidade exterior incluir pré-carga de fluido frigorigeneo de fábrica, só deve ser tido em consideração o peso de fluido frigorigeneo por metro de tubo indicado na TABELA 2. 21 2.- INSTALAÇÃO 2.8.- LIGAÇÕES ELÉCTRICAS - ANTES DE REALIZAR QUALQUER LIGAÇÃO ELÉCTRICA, CERTIFIQUE-SE DE QUE TODOS OS DISJUNTORES ESTÃO ABERTOS - PARA EFECTUAR AS LIGAÇÕES ELÉCTRICAS, SIGA O DIAGRAMA DE LIGAÇÕES ELÉCTRICAS FORNECIDO COM A UNIDADE UNIDADES SEM “FREE-COOLING” MODELOS D2 MODELOS C50 MODELOS STANDARD MÓDULO 3 6 MÓDULO INTERIOR 5 6 2 2 2 1 MÓDULO EXTERIOR 3 6 MÓDULO EXTERIOR EXTERIOR Quadro eléctrico 4 4 Quadro eléctrico 3 6 2 1 MÓDULO 1 1 2 3 MÓDULO INTERIOR INTERIOR Quadro eléctrico 4 4 Alimentação eléctrica. Ligação eléctrica do motor do ventilador de insuflação. Sonda da bobina do evaporador. (apenas STD e D2). 4 5 6 Ligação de terminais (ver ligações eléctricas do controlador). Sonda de descarga (apenas C50). Ligação BE (opcional). MODELOS: STANDARD + C50 Sem alimentação BE Com alimentação BE 1 1” 22E 5 x 4 mm2 5 x 10 mm2 26E 5 x 6 mm2 5 x 16 mm2 32E 5 x 6 mm2 5 x 16 mm2 38E 5 x 6 mm 5 x 16 mm 43E 5 x 10 mm2 5 x 16 mm2 52D 5 x 16 mm2 3 x 25 + 2 x 16 mm2 64D 5 x 16 mm 3 x 35 + 2 x 16 mm 76D 3 x 25 + 2 x 16 mm2 3 x 35 + 2 x 16 mm2 86D 3 x 25 + 2 x 16 mm 3 x 50 + 2 x 25 mm 112D 3 x 35 + 2 x 16 mm2 3 x 70 + 2 x 35 mm2 128D 3 x 35 + 2 x 16 mm2 3 x 70 + 2 x 35 mm2 152D 3 x 50 + 2 x 25 mm 3 x 70 + 2 x 35 mm 2 Alimentação FM 2 Sonda da bobina do evaporador 3 Sonda de descarga Alimentação BE (mm2) C50 6 5 1 ESTÁGIO 2 ESTÁGIOS 2 x 1 mm2 blindados 4 x 4 + 3 x 1.5 mm2 2 2 4 x 1.5 mm2 2 2 4 x 6 + 4 x 1.5 mm2 2 x 1 mm2 blindados 2 4 x 6 + 3 x 1.5 mm2 4 x 10 + 4 x 1.5 mm2 4 x 16 + 3 x 1.5 mm2 40kw: 2x(4x6mm2) +4x1.5mm2 60kw: 2x(4x10mm2) + 4x1.5mm2 4 x 1 mm2 blindados 2 4 x 2.5 mm2 2 MODELO: D2 Sem alimentação BE Com alimentação BE Alimentação FM 1 1” 2 52D2 5 x 16 mm2 3 x 35 + 2 x 16 mm2 2 x (4 x 1.5) mm2 64D2 5 x 16 mm2 3 x 35 + 2 x 16 mm2 2 x (4 x 1.5) mm2 76D2 3 x 25 + 2 x 16 mm 2 3 x 50 + 2 x 25 mm 2 x (4 x 1.5) mm2 86D2 3 x 25 + 2 x 16 mm2 3 x 50 + 2 x 25 mm2 2 x (4 x 2.5) mm2 112D2 3 x 35 + 2 x 16 mm 2 3 x 70 + 2 x 35 mm 2 x (4 x 2.5) mm2 128D2 3 x 35 + 2 x 16 mm2 3 x 70 + 2 x 35 mm2 2 x (4 x 2.5) mm2 2 2 Sonda da bobina do evaporador 3 2 x 1 mm2 blindados Sonda de descarga 5 Alimentação BE (mm2) 6 1 ESTÁGIO 2 ESTÁGIOS 2 x (4 x 4 + 3 x 1.5) mm2 (4 x 10 + 4 x 1.5) + (4 x 6 + 3 x 1.5) + (4 x 4 + 3 x 1.5) mm2 (4 x 4 + 4 x 1.5) mm2 Nota: Nas unidades com dois circuitos, a sonda da bobina do evaporador IS1, tem de ser ligada ao circuito C1 e a sonda da bobina do evaporador IS2 ao circuito C2, caso contrário a protecção não funcionará correctamente. 22 2.- INSTALAÇÃO 2.8.- LIGAÇÕES ELÉCTRICAS UNIDADES COM “FREE-COOLING” MODELO STANDARD Secção de retorno (OPC) MODELO C50 Secção de mistura (OPC) Módulo interior Secção de retorno (OPC) IS RS RS 8 7 2 2 6 6 1 1 Quadro eléctrico AS OS 4 AS HR/T MÓDULO PT1 PT2 Quadro eléctrico AS EXTERIOR Secção de Secção de retorno (OPC) mistura (OPC) MODELO D2 Módulo interior PT1 PT2 4 Secção de retorno (OPC) IS RS 7 8 3 2 6 7 8 AS MÓDULO PT1 PT2 4 5 Sonda de descarga (apenas C50). 6 Ligação BE (opcional). EXTERIOR Opcional 4 7 Cablagem montada pelo 8 instalador ELEMENTOS DE LIGAÇÃO DE CONTROLO: STANDARD DS (Sonda de descarga). C50 D2 N.º DE CABOS DE SECÇÃO X 2 x 1 mm2 (blindados) STANDARD OS (Sonda exterior). OPCIONAL STANDARD OPCIONAL 2 x 1 mm2 (blindados) AS (Sonda remota de ambiente). RS (Sonda de conduta). Substitui o AS. OPCIONAL STANDARD OPCIONAL 2 x 1 mm2 (blindados) OPCIONAL OPCIONAL OPCIONAL 2 x 1 mm2 (blindados) IS (Sonda tubería líquido-gas). STANDARD STANDARD 2 x 1 mm2 (blindados) MS (Sonda de conduta para “free-cooling” termostático e entálpico). OPCIONAL 2 x 1 mm2 (blindados) RS HR/T (Sonda remota de conduta) para “free-cooling” entálpico. OPCIONAL 5 x 1 mm2 (blindados) CO2 (CO2 Sonda de qualidade do ar) OPCIONAL 3 x 1 mm2 (blindados) DPT (Transdutor de pressão diferencial). OPCIONAL 3 x 1 mm2 (blindados) OS HR/T (Sonda exterior) para free-cooling entálpico. OPCIONAL 5 x 1 mm2 (blindados) AS HR/T Sonda remota de ambiente) para “free-cooling” entálpico. OPCIONAL 5 x 1 mm2 (blindados) CONEXÃO DO RETORNO DO VENTILADOR E DO VENTILADOR DA EXTRAÇÃO 22E 26 to 43E 3x 1,5 mm² 52D/D2 2 OS (ver ligação eléctrica do controlador). MODELOS 3 1 OS COMPONENTES Módulo interior IS AS 4 Ligação de terminais Secção de mistura (OPC) OS HR/T MÓDULO Quadro eléctrico 3 Sonda da bobina do evaporador (apenas STD e D2). MÓDULO EXTERIOR INTERIOR 1 Alimentação eléctrica. 2 Ligação eléctrica do motor do ventilador de insuflação. OS RS MÓDULO INTERIOR Ventilador do extração Ventilador do retorno DPT INTERIOR CO2 8 7 DS 5 MÓDULO MS 3 SECÇÃO Módulo interior RS HR/T INTERIOR Secção de mistura (OPC) 64D/D2 a 86D/D2 4 x 1,5 mm² 112D/D2-128D/D2-152D 4 x 1,5 mm² 4 x 2,5 mm² LIMITES DE FUNCIONAMENTO, TENSÃO: 342-462 V 23 CONEXÃO FREE-COOLING MODELOS STD ó D2 C50 5 x 1,5 mm² 7 x 1,5 mm² 6 2.- INSTALAÇÃO 2.8.- LIGAÇÕES ELÉCTRICAS TERMÓSTATO DC 40, LIGAÇÃO ELÉCTRICA GND TX+ TX- GO PAINEL DE GND TX+ TX- 90 CONTROLO 91 92 93 G 94 QUADRO GO G ELÉCTRICO DA UNIDADE DC 40 2 pares entrelaçados AWG 22. 100 m máximo. 1 par entrelaçado blindado AWG20 + 2 x 1,5 mm2.. 200m máximo. IMPORTANTE O CABO DE LIGAÇÃO BLINDADO ENTRE O PAINEL DE CONTROLO E A UNIDADE TEM DE ESTAR SEPARADO DE QUALQUER OUTRO TIPO DE CABLAGEM ELÉCTRICA. LIGUE-O AO QUADRO ELÉCTRICO SITUADO NA UNIDADE EXTERIOR. NOTAS: - Para fixar e ligar o painel de controlo, consultar o respectivo Manual fornecido com a unidade. - A ligação entre o DC40 e a unidade tem de ser feita com cabos de pares entrelaçados blindados (onde os ecrãs são ligados ao painel de controlo e ao quadro eléctrico da unidade). - A polaridade T+ e T- tem de corresponder exactamente ao diagrama de ligações eléctricas fornecido com a unidade. LIGAÇÃO DO CONTROLADOR DC50 COMFORT E DS50 SERVICE (CONTROLO CLIMATIC 50) BM50 DC50/ DM50 J10 (1) 6 5 4 3 2 1 0 A C 123 123 DT50 Componente opcional Max.50m Ligação eléctrica a executar pelo instalador Cabo c, secção (mm2). NOTA : no módulo de expansão BE50, é necessário ligar “jumpers” entre 1 e 2 para disponibilizar alimentação a todos os conectores. 2 pares entrançados. (1) DC/ DM DT50 + GND VL DS50 B T+ TGN V+ 6 5 4 3 2 1 0 AWG 22 0.34 mm2. 300 m máximo. Cabo c, secção (mm2). 2 pares entrançados. LiYCY-P 0,34 mm2. 500 m máximo. 24 2.- INSTALAÇÃO 2.8.- LIGAÇÕES ELÉCTRICAS LIGAÇÃO ELÉCTRICA DE “SINAIS REMOTOS” Em toda a gama, o quadro eléctrico proporciona as seguintes funções: - ON/OFF remoto. - Um sinal de alarme. - Comutação remota Inverno/Verão.(unidades standard e D2). MODELO D2 MODELO STANDARD GND TX+ TX- Ligação de terminais GO G GND TX+ TX- DC40 90 91 92 93 94 Ligação de terminais GO G DC 40 DC 40 90 91 92 93 94 QUADRO ELÉCTRICO DA UNIDADE GO G 190 191 192 193 194 QUADRO ELÉCTRICO DA UNIDADE 95 96 97 98 99 100 95 96 97 98 99 100 * * ON/ ArrefeOFF cimento Calor GND TX+ TX- * ArrefeON/ cimento OFF Calor Alarme 195 196 197 198 199 200 Alarme ON/ OFF Arrefecimento Calor Alarme * Remova a ligação para a operação ON/OFF remota. MODELO C50 TCB FUSÍVEIS BM 50 BX50 BX50 Chaves de programação DT50 BE50 95 96 97 98 99 100 125126 * on/ off Reset Alarme geral Detector de fumo ® Entrada digital DC50 25 Saída digital Entrada analógica G Y1 Y2 O W1 W2 RESET 2.- INSTALAÇÃO 2.9.- INSTALAÇÃO DE OPCIONAIS CAPACIDADES DE COMUNICAÇÃO MODELOS STANDARD E D2 1. Ligação BMS MODBUS_RS485. O controlador Climatic 40 oferece a possibilidade de comunicação com sistemas de monitorização e gestão de energia (BMS) através do protocolo MODBUS. Esta opcional inclui uma sonda remota e elimina o terminal-termóstato DC40. MODELO C50 1. Ligação BMS MODBUS_RS485. 2. Ligação BMS LONWORKS_Echelon. 3. Ligação BMS BACnet. BM50 BM50 BM50 PLACA SÉRIE PLACA SÉRIE PLACA SÉRIE CH1 RS485 MODBUS LON WORKS FTT 10A BACNET BM50 PLACA SÉRIE CH3 CH2 CH4 RS485 MODBUS LON WORKS FTT 10A BACNET Secção do cabo (mm2) dois fios S12E de mín. 0,2 a máx. 2,5 mm2 AWG 20/22 1000m máx. PLACA SÉRIE RS485 RS232 BM50 230V BMS Ligar um terminal 120 Ω 1/4 W, apenas MODBUS. É possível uma ligação master-slave com as unidades modelo C50: PLACA BM50 SÉRIE J11 J10 PLACA BM50 SÉRIE RT1 J11 PLACA BM50 SÉRIE RT2 J10 J11 J10 PLACA BM50 SÉRIE RT3 J11 J10 RT12 Secção do cabo (mm2) 3 pares blindados AWG24 500m máx. LAN LAN Secção do cabo (mm2) 3 pares blindados AWG24 500m máx. A Secção do cabo (mm2) 3 pares blindados AWG24 500m máx. DT50 C A B DC50 DS50 A C DT50 DS50 C DT50 A B B DC50 Secção do cabo (mm2) 3 pares blindados AWG24 500m máx. Secção do cabo (mm2) 3 pares blindados AWG24 500m máx. DC50 26 DS50 C DT50 B DC50 DS50 3.- COLOCAÇÃO EM FUNCIONAMENTO E FUNCIONAMENTO 3.1.- VERIFICAÇÕES PRELIMINARES ANTES DO ARRANQUE - Verifique se a alimentação corresponde à indicada na Chapa de Características, em conformidade com o diagrama de ligações eléctricas para a unidade, e se os tamanhos dos cabos são os correctos. - Verifique se as ligações eléctricas estão bem fixas nos terminais e na massa. - Verifique as ligações do painel de controlo. (Se a ligação estiver incorrecta, a unidade não funcionará e o visor do painel de controlo não ligará). - Verifique com a mão se os ventiladores estão a rodar livremente. FIGURA PARA A CONFIGURAÇÃO DA UNIDADE STANDARD DOS MODELOS: 52D-64D-76D-86D •• • •• mode on set of f PAINEL DE CONTROLO VERIFICAR O NÍVEL DO ÓLEO DO COMPRESSOR - Parte do óleo do compressor é bombeado para o sistema quando o compressor arranca; por isso nos sistemas Split, parte do óleo pode ser colocado no sistema: tubagens, colectores, evaporador, etc. - A quantidade de óleo no sistema depende da carga de fluido frigorigeneo. O compressor não pode funcionar com fluido frigorigeneo incorrecto ou em excesso. - Consoante o comprimento da tubagem, poderá ser necessário adicionar óleo no sistema. - Ver abaixo um exemplo de cálculo da quantidade do óleo a adicional ao sistema. EXEMPLO: KNHM 32E + LEHM 32E com 65 m. (opcional). - Carga de fluido frigorigeneo = 6,33 kg. (TABELA 3.1, p. 21). - Carga de fluido frigorigeneo a adicionar com 65 m = 182 g/m x 65 = 11,83 kg. (TABELA 2, p. 20). - Carga de fluido frigorigeneo total = = 6,33 + 11,83 = 18,16 kg. - Carga de óleo do compressor (l) = 3,25. - Carga de óleo do compressor (kg) = 2,925 (densidade = 0,9). - Quantidade permitida no sistema (kg) = 0,03 (= 2,925 x 0,01). - Carga de fluido frigorigeneo permitida (kg) = 6 (= 0,03/ 0,005). - Carga de fluido frigorigeneo em excesso = 18,16 + 6 = 12.16 60,8 g (= 12,16 x 5 g) quantidade de óleo a adicionar ao sistema. 54,7 l de óleo a adicionar ao sistema. No caso de ter de adicionar óleo, lembre-se que o tipo de óleo correcto é o sintético POE. O óleo da carga original, incluindo o compressor, é do tipo ICI Emkarate RL32-3MAF. Este tipo de óleo tem também de ser usado ao substituir o óleo por completo. Para atestar, pode usar-se óleo RL32-3MAF ou Mobil EAC Artic 22C. 27 3.- COLOCAÇÃO EM FUNCIONAMENTO E FUNCIONAMENTO 3.2.- VERIFICAÇÕES PRELIMINARES AQUANDO DO ARRANQUE Para ligar a unidade, siga as instruções fornecidas no Manual do Utilizador para o controlo fornecido com a unidade (necessitando de funcionamento em qualquer dos modos, arrefecimento, aquecimento ou automático). Após um tempo de espera, a unidade arrancará. Com a unidade em funcionamento, verifique se os ventiladores estão a rodar livremente e na direcção correcta. VERIFICAR SE O COMPRESSOR ESTÁ A RODAR NA DIRECÇÃO CORRECTA. - Se possuir o sequenciador de fases opcional, use-o para verificar a direcção correcta da rotação. - Se não possuir sequenciador de fases, verifique a direcção correcta da rotação. A pressão de aspiração diminui e a pressão de descarga aumenta quando o compressor arranca. - Se a ligação estiver errada, a rotação será invertida causando um elevado nível de ruído e uma redução na quantidade de corrente consumida. Se tal acontecer, o sistema de protecção interno do compressor funcionará, fazendo com que a unidade desligue. A solução consiste em desligar, inverter duas das fases e ligar novamente. Os compressores das unidades incluem protecção ASTP. Para mais informações, consulte “Diagnóstico de avarias”. COM A UNIDADE EM FUNCIONAMENTO, VERIFICAR: - Baixa pressão e alta pressão. - Use a temperatura de evaporação e do líquido para calcular o sobreaquecimento e o subarrefecimento. - Ajuste a carga de fluido frigorigeneo e/ou a válvula de expansão conforme os valores anteriores. NÍVEL DO ÓLEO DO COMPRESSOR O nível do óleo tem de ser sempre verificado. Quando o compressor está em descanso, o nível deve situar-se entre 1/4 e 3/4 no visor, ao passo que durante o funcionamento o nível deve situar-se entre 3/4 e cheio. No caso de ter de adicionar óleo, lembre-se que o tipo de óleo correcto é o sintético POE. O óleo da carga original, no compressor, é do tipo ICI Emkarate RL32-3MAF. Este tipo de óleo tem também de ser usado ao substituir o óleo por completo. Para atestar, pode usar-se óleo RL32-3MAF ou Mobil EAC Artic 22C. O controlo das pressões, o esvaziamento, o enchimento do conjunto pressurizado serão realizados a partir das uniões previstas para este efeito e com a aparelhagem adequada. Para evitar os riscos de explosão de projecções de gás refrigerante e de óleo, deve assegurar-se, antes de qual-quer desmontagem ou dessoldagem de Este aparelho deve ser instalado consoante as regras em vigor, e só deve ser elementos frigorífi-cos, que o circuito abrangido está vazio e que a sua utilizado num espaço bem ventilado. Consultar os manuais antes da instalação e pressão é nula. da utilização deste aparéelo Depois do esvaziamento do circuito subsiste um risco de subida da pressão, Qualquer intervenção no aparelho deve ser confiada a um pessoal qualificado e autorizado. por desgasificação do óleo ou aqueci-mento dos permutadores. A pressão A falta de cumprimento das instruções a seguir indicadas pode ocasionar ferimen- esvaziamento do lado baixa pressão. tos ou acidentes graves. As brasagens serão executadas por um soldador qualifica-do. A brasagem Intervenções no aparelho: utilizada deverá ser de acordo com a seção IX do código ASME depois dos O aparelho deve ser isolado da rede eléctrica por seccio-namento no interruptor procedimentos específicos. geral e interdição deste. Antes do arranque Os intervenientes devem usar equipamentos de protecção individual apropriados – testar o circuito na pressão maxima de funcionamento (capacete, luvas, óculos etc.). (ver chapa de caracteristicas) Circuito eléctrico: – Verificar o funcionamento do pressostato de alta As intervenções nos componentes eléctricos devem ser efectuadas – Verificar a tubagem e os componentes do circuito refrige-rante. nula será mantida por colocação em contacto com o ar livre da união de com o aparelho desligado (ver acima) por um pessoal que possua as habilitações Substituição de componentes: eléctricas válidas. A fim de manter a conformidade com a marcação CE dos aparelhos, a substi- As conexões podem ficar desapertadas durante o transpor-te. tuição dos componentes deve ser Controlar os apertos antes de pôr a unidade em serviço. efectuada por peças de origem ou por elementos homolo-gados por Lennox. Compressores com sentido de rotação a respeitar. Verifi-car o sentido correcto Somente o refrigerante indicado na placa de identificação deverá ser utilizado, da rotação do ventilador antes de fechar os disjuntores compressores. No caso com exclusão de qualquer de sentido incorrecto, inverter as fases imperativamente na cabeça do interruptor outro produto (mistura de refrigerantes, hidrocarbonatos..) . principal. ATENÇÃO: Intervenções no(s) circuito(s) frigorífico(s): Em caso de incêndio, os circuitos Além de 12h de corte de corrente, é necessário efectuar uma colocação em ten- frigoríficos podem provocar uma são das resistências de cárter (compressor) durante 5 horas antes de qualquer explosão e projectar gás refrigerante colocação em serviço. O não cumprimento desta recomendação pode provocar a e óleo. deterioração dos compressores. 28 4.- MANUTENÇÃO 4.1.- MANUTENÇÃO PREVENTIVA A MANUTENÇÃO PREVENTIVA EVITA REPARAÇÕES DISPENDIOSAS. TAL REQUER INSPECÇÕES PERIÓDICAS: - ESTADO GERAL DA ENVOLVENTE: Móvel, pintura, danos devido a batidas, pontos de ferrugem, nivelamento e base de apoio, estado dos apoios anti-vibração, caso existam, painéis aparafusados, etc. - LIGAÇÕES ELÉCTRICAS: Estado dos tubos flexíveis, aperto dos parafusos, ligação à massa, consumo de corrente do compressor e dos ventiladores e verificar se a unidade está a receber a tensão correcta. - CIRCUITO DE ARREFECIMENTO: Verifique se os valores da pressão estão correctos e se não existem fugas. Verifique se não existem danos no isolamento dos tubos, se as baterias estão em bom estado e se não estão obstruídas por pedaços de papel ou de plástico trazidos pelo caudal de ar, etc. - COMPRESSOR: Se existir visor, verifique o nível do óleo. Inspeccione o estado dos apoios do sinobloco. - VENTILADORES: Verifique se os ventiladores rodam livremente e no sentido correcto, sem ruídos excessivos. - CONTROLO: Verifique os valores de referência e o funcionamento normal. 4.2.- MANUTENÇÃO CORRECTIVA IMPORTANTE AO REALIZAR QUALQUER TIPO DE TRABALHO NA UNIDADE, ASSEGURE-SE QUE ELA ESTÁ TOTALMENTE DESLIGADA DA ALIMENTAÇÃO. Se for necessário substituir qualquer componente no circuito de arrefecimento, siga as recomendações seguintes: - Use sempre peças de substituição de origem. - Se o componente puder ser isolado, não é necessário retirar toda a carga de fluido frigorigeneo; se não for possível isolar o componente e a carga de fluido frigorigeneo for retirada, a sua remoção deve ser efectuada através da válvulas Schrader situadas no módulo exterior. Crie um pequeno vácuo como medida de segurança. - A legislação proíbe a libertação de fluido frigorigeneo para a atmosfera. - Se for necessário fazer cortes na tubagem, use corta-tubos. Não use serras ou quaisquer outras ferramentas que produzam limalhas. - Todas as operações de brasagem têm de ser realizadas em atmosfera de azoto, para evitar a formação de corrosão. - Use liga de prata como material de brasagem. - Tenha um cuidado especial para apontar a chama do maçarico na direcção oposta à do componente a ser soldado e cubra-o com um pano Direcção da chama molhado, para evitar que aqueça demasiado. Pano molhado Material de brasagem, liga de prata Azoto Componente a soldar por brasagem - Preste especial atenção se for necessário substituir válvulas de 4 vias ou válvulas de corte pois estas possuem componentes internos muito sensíveis ao calor, tais como plástico, teflon, etc. - Se for necessário substituir um compressor, desligue-o da corrente e desbrase os tubos de aspiração e de descarga. Retire os parafusos e substitua o compressor velho por outro novo. Verifique se o compressor novo tem a carga de óleo correcta, aparafuse-o na base e ligue os tubos e as ligações eléctricas. - Aplique vácuo acima e abaixo através das válvulas Schrader da unidade exterior até atingir -750 mm Hg. Depois de atingir este nível de vácuo, mantenha a bomba a funcionar durante, pelo menos, uma hora. NÃO USE O COMPRESSOR COMO BOMBA DE VÁCUO. - Encha a unidade com refrigerante, conforme os dados na Chapa de Identificação e verifique se não existem fugas. PRECAUÇÕES A TOMAR AO UTILIZAR FLUIDO FRIGORIGENEO R-410A: Caso use fluido frigorigeneo R-410A na unidade, devem tomar-se as seguintes precauções, características para este gás: - A bomba de vácuo tem de estar equipada com uma válvula de corte ou uma válvula solenóide. - Devem usar-se tubos flexíveis e manómetros para uso exclusivo com fluido frigorigeneo R-410A. - O enchimento deve ser levado a cabo na fase líquida. - Use sempre uma balança para pesar a carga. - Use o Detector de Fugas exclusivo para fluido frigorigeneo R-410A. - Não use óleo mineral, apenas óleo sintético para mandrilar, expandir ou realizar ligações. - Mantenha os tubos tapados antes de os usar e seja meticuloso quanto à possibilidade de existência de sujidade (poeira, limalhas, etc.). - Caso exista uma fuga, recolha o resto da carga, crie um vácuo na unidade e volte a encher completamente com fluido frigorigeneo R-410A novo. - A brasagem deve ser sempre levada a cabo em atmosfera de azoto. - Os mandris devem estar sempre bem afiados. 29 4.- MANUTENÇÃO 4.3.- DIAGNÓSTICO DE AVARIAS Em caso de avaria ou anomalia da unidade, o visor no painel de controlo indicará um aviso de erro ou de alarme que é explicado no manual do painel de controlo. Contudo, sempre que existe uma avaria na unidade, esta deve ser desligada e os nossos técnicos consultados. FALHA A UNIDADE NÃO ARRANCA CAUSAS POSSÍVEIS SOLUÇÕES POSSÍVEIS Avaria na alimentação ou tensão insuficiente. Ligar a alimentação ou verificar a tensão. Os disjuntores abriram. Reposição. Anomalia no cabo de alimentação ou no cabo do painel de controlo. Anomalia no pressóstado de alta pressão. Verificar e corrigir. Verificar o pressóstado de corte ou substituir o pressóstado, se necessário. Verificar a tensão, inspeccionar o motor e a Ventilador do condensador não está a funcionar. turbina ou substituir, se necessário. A UNIDADE PÁRA DEVIDO A ALTA O ventilador do condensador roda na direcção Inverter as fases de alimentação. PRESSÃO DURANTE O CICLO DE errada. ARREFECIMENTO A bateria do condensador está colmatada obstruindo Inspeccionar e limpar. o caudal de ar. Remova a carga e encha a unidade com fluido frigorigeneo, conforme os dados na Chapa de Características. A UNIDADE PÁRA DEVIDO A ALTA PRESSÃO Causas e soluções iguais às indicadas para o ciclo de arrefecimento relativamente às baterias e DURANTE O CICLO DE AQUECIMENTO ventilador de insuflação. Carga de fluido frigorigeneo excessiva. Anomalia no pressóstado de baixa pressão. Ventilador de insuflação não está a funcionar. Verificar a pressão de corte com um manómetro e substituir o pressóstado, se necessário. Verificar a tensão, inspeccionar o motor e a turbina e substituir, se necessário. A UNIDADE PÁRA DEVIDO A BAIXA O ventilador do evaporador roda na direcção errada. Inverter as fases de alimentação. PRESSÃO Falta de fluido frigorigeneo. Fuga. Reparar a fuga, criar vácuo e encher. Filtro de ar colmatado. Inspeccionar e limpar. Circuito de arrefecimento entupido. Filtro secador colmatado. Inspeccionar e reparar ou substituir o filtro secador. Inspeccionar se os valores da pressão de aspiração e de descarga estão correctos. Verificar a tensão de entrada e a queda de tensão. Compressor em sobrecarga. A UNIDADE ARRANCA E PÁRA EM O compressor desliga devido ao Klixon. CICLOS CURTOS CARGA E RUÍDO ANORMAL NO COMPRESSOR (SCROLL) Falta de fluido frigorigeneo. Reparar a fuga e substituir. Fases de alimentação invertidas (compressor trifásico). Verificar e inverter as fases de alimentação. 4.3.1.- DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA Unit with specific compressor protection La unidad incorpora compresor con protección específica PROTECÇÃO ASTP DO COMPRESSOR: Este dispositivo protege o compressor contra temperaturas de descarga elevadas. Quando a temperatura atinge valores críticos, a protecção ASTP separa os “Scrolls”. O compressor deixa de bombear mas o motor continua a funcionar. - Por vezes, quando o compressor pára e arranca, ouve-se um ruído metálico causado pelas espirais do compressor. Isso é normal. - Ligue manómetros de alta e de baixa pressão e verifique se as pressões de funcionamento estão normais. - Meça o consumo eléctrico da unidade e verifique se está próximo do indicado na chapa de características. - Verifique o consumo eléctrico do compressor e dos ventiladores comparando com o indicado nas folhas de dados físicos. - No caso das unidades bomba de calor, altere o ciclo no painel de controlo verificando se a válvula de 4 vias faz a alteração correctamente. Verifique as pressões no ciclo novo. - Lembre-se que o pressóstato de baixa pressão é reiniciado automaticamente e que o pressóstato de alta pressão é reiniciado manualmente. - Lembre-se que o pressóstato de baixa pressão é reiniciado automaticamente; se for accionado 3 vezes numa hora passa para reiniciação manual, através da unidade de controlo. 30 4.- MANUTENÇÃO REGULAÇÃO COM O CLIMATIC 40 UNIDADES SÓ ARREFECIMENTO KNCM 22E to 43E FUNC. B.TEMP. UNIDADE STD ARREF. -15 ºC Ciclo Corte Reset Ciclo Corte Reset Frío 3,5 4,5 4,5 LP Arref. 3,5 HP Arref. 43 PT 34 Frío 43 n/a 34 52D to 86D LP1 LP2 HP1 HP2 PT1 (*) 112D to 152D FUNC. B.TEMP. UNIDADE STD ARREF. -15 ºC Ciclo Corte Reset Ciclo Corte Reset Arref 3,5 Arref 3,5 4,5 4,5 Arref 3,5 Arref 3,5 4,5 4,5 34 34 Arref 43 Arref 43 34 34 Arref 43 Arref 43 n/a PT2 FUNC. B.TEMP. UNIDAD STD/FP1/FP2 ARREF. -15 ºC Ciclo Corte Reset Ciclo Corte Reset Arref 3,5 4,5 4,5 LP1 Arref 3,5 Arref 3,5 4,5 4,5 LP2 Arref 3,5 34 34 HP1 Arref 43 Arref 43 34 34 HP2 Arref 43 Arref 43 28 HPR11 Arref 22 (*) n/a HPR12 Arref 37 30 PT1 HPR21 Arref n/a 22 28 HPR22 Arref 37 30 PT2 (*) FSC1 (6A) FUNC. B.TEMP. ARREF. -15 ºC (FP1/FP2) Ciclo Corte Reset Arref 3,5 4,5 Arref 3,5 4,5 43 34 Arref 43 34 Arref FSC1 (12A) (112÷152) FSC1 (20A) (214) (*) FSC2 (6A) n/a (*) FSC2 (12A) (112÷152) FSC2 (20A) (214) (*) (*) Valores das tabelas em kg/cm2. UNIDADES BOMBA DE CALOR KNHM 22E to 43E 52D to 86D UNIDADE STD Ciclo Corte Reset LP Arrefecimento HP Arref./Aquec. PT 3,5 4,5 43 34 (*) 112D to 152D UNIDADE STD Ciclo Corte Reset LP1 LP2 HP1 HP2 Arrefecimento 3,5 4,5 Arrefecimento 3,5 4,5 Arrefecimento 43 34 Arrefecimento 43 34 PT1 (*) PT2 (*) UNID. STD/FP1 / FP2 Ciclo Corte Reset LP1 Arrefecimento LP2 Arrefecimento HP1 Arref./Aquec HP2 Arref./Aquec HPR12 Arrefecimento PT1 HPR22 Arrefecimento PT2 OT1 Aquecimento 3,5 4,5 3,5 4,5 43 34 43 34 37 30 (*) 37 30 (*) 6°C diferencal 2,3 Valores das tabelas em kg/cm2. UNIDADES 22E-86D UNIDADES 112D-152D 1.- REGULAÇÃO DA VELOCIDADE DO VENTILADOR KNCM+KIT -15 ºC E KNHM 22E-86D 1.- REGULAÇÃO DA VELOCIDADE DO VENTILADOR (PT1/ PT2) KNHM STANDARD (com opcional FP1/FP2) VELOCIDADE DE ROTAÇÃO DO VENTILADOR - Arranque do ventilador 28 bar. - Corte 22 bar ALTA BAIXA 100% OFF 0% 18 18.5 20 26 0% 18 19 28 40 28 30 37 2.- DESCONGELAÇÃO (PT1/PT2) PRESSÃO DE CONDENSAÇÃO (bar) 40% 22 Início: Fim: 5,7 bar durante 60 segundos. 30 bar ou mais passados 8 minutos do início da descongelação. 3.- REGULAÇÃO DA VELOCIDADE DO VENTILADOR COM CONTROLO PROPORCIONAL (FSC1/FSC2)(PT1/PT2) TEMPERATURA DE CONDENSAÇÃO (ºC) VELOCIDADE DE ROTAÇÃO DO VENTILADOR 2.- DESCONGELAÇÃO (PT/PT1/PT2) -Início: 5,7 bar durante 60 segundos. - Fim: 30 bar ou mais passados 8 minutos do início da descongelação. 100% PRESSÃO DE CONDENSAÇÃO (bar) 40% 0% 31 18 20 28 4.- MANTENIMIENTO REGULAÇÃO COM O CLIMATIC 50 UNIDADES SÓ ARREFECIMENTO KNCM 22E to 43E FUNC. B.TEMP. UNIDADE STD ARREF. -15 ºC Ciclo Corte Reset Ciclo Corte Reset 2,7 Arref 1,7 2,7 LP Arref 1,7 HP Arref 43 Frío 34 43 34 52D to 86D 112D to 152D FUNC. B.TEMP. UNIDADE STD ARREF. -15 ºC Ciclo Corte Reset Ciclo Corte Reset Arref 1,7 Frío 1,7 2,7 2,7 Arref 1,7 Frío 1,7 2,7 2,7 Arref 43 Frío 34 43 34 Arref 43 Frío 34 43 34 LP1 LP2 HP1 HP2 LP1 LP2 HP1 HP2 FUNC. B.TEMP. UNIDADE STD ARREF. -15 ºC Ciclo Corte Reset Ciclo Corte Reset Arref 1,7 2,7 Arref 1,7 2,7 Arref 1,7 2,7 Arref 1,7 2,7 Arref 43 Arref 43 34 34 Arref 43 Arref 43 34 34 FSC1 (6A) PT (*) PT1 (*) (*) PT1 (*) (*) (*) FSC2 (6A) PT2 PT2 (*) (*) (*) FUNC. B.TEMP. ARREF. -15 ºC (FP1/FP2)) Ciclo Corte Reset Arref 1,7 2,7 Arref 1,7 2,7 Arref 43 34 Arref 43 34 FSC1 (12A) (112÷152) FSC1 (20A) (214) (*) FSC2 (12A) (112÷152) FSC2 (20A) (214) (*) (*) Valores de las tablas en bar. UNIDADES BOMBA DE CALOR KNHM 22E to 43E LP UNIDADE STD Ciclo Corte Reset Arrefecim. 1,7 2,7 HP Arref./Aquec 43 PT (*) 34 52D to 86D UNIDADE STD Ciclo Corte Reset 1,7 2,7 LP1 Arrefecim. 1,7 2,7 LP2 Arrefecim. 43 34 HP1 Arrefecim. 43 34 HP2 Arrefecim. PT1 PT2 (*) (*) 112D to 152D UNID. STD/FP1 / FP2 Ciclo Corte Reset Arrefecim. 1,7 2,7 Arrefecim. 1,7 2,7 Arref./Aquec 43 34 Arref./Aquec 43 34 LP1 LP2 HP1 HP2 PT1 PT2 OT1 Aquecimento (*) (*) 6°C diferencal 2,3 Valores das tabelas em kg/cm2. UNIDADES 22E-86D UNIDADES 112D-152D 1.- REGULAÇÃO DA VELOCIDADE DO VENTILADOR KNCM/ KNHM 22E-86D 1.- REGULAÇÃO DA VELOCIDADE DO VENTILADOR (PT1/PT2) KNHM STANDARD (com opcional FP1/FP2) MODO DE ARREFECIMENTO CICLO DE FRÍO VELOCIDADE DE ROTAÇÃO DO VENTILADOR VELOCIDADE DE ROTAÇÃO DO VENTILADOR 100% ALTA ON BAJA PRESSÃO DE CONDENSAÇÃO (bar) OFF OFF 19 25 A velocidade do ventilador está regulada de acordo com a pressão da condensação se a temperatura está abaixo de 20ºC. Se não a velocidade do ventilador é máxima.. MODO DE AQUECIMENTO A velocidade do ventilador é máxima (com funcionamento do compressor) 19 25 27 33 PRESSÃO DE CONDENSAÇÃO (bar) CICLO DE CALOR A velocidade do ventilador é máxima (com funcionamento do compressor e temperatura ao ar livre abaixo de 6ºC). No outro caso o ventilador trabalha na velocidade mínima. 2.- DESCONGELAÇÃO (PT/PT1/PT2) - Início: Temperatura exterior <16ºC - Fim: Após o começo do ventilador 3 vezes. 2.- DESCONGELAÇÃO (PT/PT1/PT2) - Início: Temperatura exterior <16ºC - Fim: Após o começo do ventilador 3 vezes. 32 33 34 www.lennoxeurope.com BÉLGICA, LUXEMBURGO www.lennoxbelgium.com PORTUGAL www.lennoxportugal.com Devido ao facto de a LENNOX manter um compromisso permanente no que se refere à qualidade, as especificações, os valores nominais e as dimensões estão sujeitos a alterações sem REPÚBLICA CHECA www.lennox.cz RÚSSIA www.lennoxrussia.com aviso prévio e sem que a LENNOX incorra em quaisquer responsabilidades. A instalação, regulação, alteração, reparação ou manutenção incorrectas podem causar danos no FRANÇA www.lennoxfrance.com ESLOVÁQUIA www.lennoxdistribution.com equipamento ou danos pessoais. A instalação e a manutenção devem ser executadas obrigatoriamente por um técnico ou um serviço de manutenção qualificado. ALEMANHA www.lennoxdeutschland.com ESPANHA www.lennoxspain.com GRÄ BRETANHA www.lennoxuk.com UCRÂNIA www.lennoxrussia.com HOLANDA www.lennoxnederland.com OUTROS PAÍSES www.lennoxdistribution.com POLÓNIA www.lennoxpolska.com MIL83P-0607 08-2008