Manual de
instalacão,operacão
e manutencão
AIRCOOLAIR - KNCM/KNHM
Providing indoor climate comfort
MIL83P-0607 08-2008
AVISO: Leia este manual antes de iniciar trabalhos de instalação, assistência ou manutenção.
ÍNDICE
PONTOS A TER EM MENTE PÁGINA 2
PÁGINA DE DADOS PARA COLOCAR A UNIDADE EM FUNCIONAMENTO
PÁGINA 3
1.- CARACTERÍSTICAS GERAIS 1.1.- CARACTERÍSTICAS FÍSICAS
1.2.- CARACTERÍSTICAS ELÉCTRICAS
1.3.- CARACTERÍSTICAS DOS VENTILADORES
1.4.- LIMITES DE FUNCIONAMENTO
1.5.- ESQUEMAS DAS TUBAGENS
1.6.- CARACTERÍSTICAS DIMENSIONAIS
2.- INSTALAÇÃO
PÁGINA
4
5
5
5
6-13
14
2.1 - PREPARAÇÕES PRELIMINARES
2.2.- RECEPÇÃO DA UNIDADE
2.3.- LOCALIZAÇÃO DA UNIDADE
2.4.- FOLGAS DE INSTALAÇÃO
2.5.- POSIÇÃO DAS MOLAS ANTIVIBRAÇÃO
2.6.- INSTALAÇÃO NO INTERIOR
2.7 - LIGAÇÕES DE FLUIDO FRIGORIGENEO
2.8.- LIGAÇÕES ELÉCTRICAS
2.9.- INSTALAÇÃO DE OPCIONAIS
PÁGINA
15
15
16
16
17
17
18-21
22-25
26
3.- COLOCAÇÃO EM FUNCIONAMENTO E FUNCIONAMENTO
3.1.- VERIFICAÇÕES PRELIMINARES ANTES DA PRIMEIRA INSTALAÇÃO
3.2.- VERIFICAÇÕES PRELIMINARES NA PRIMEIRA INSTALAÇÃO
4.- MANUTENÇÃO
4.1.- MANUTENÇÃO PREVENTIVA
4.2.- MANUTENÇÃO CORRECTIVA
4.3.- DIAGNÓSTICO DE AVARIAS
PÁGINA
27
28
PÁGINA
29
29
30-31
A Lennox fornece soluções ambientais desde 1895, pelo que a nossa gama de AIRCOOLAIR continua a satisfazer os
padrões que tornaram famoso o nome LENNOX. Soluções com “design” flexível para satisfazer as suas necessidades
e uma grande atenção aos todos os detalhes. Fabricado a pensar na durabilidade, simplicidade de manutenção e com
uma qualidade de série.
Informação sobre os contactos locais disponíveis em: www.lennoxportugal.com.
Todas as informações de carácter técnico e tecnológico contidas neste manual, incluindo desenhos e descrições técnicas por nós fornecidos, permanecem propriedade da Lennox e não devem ser utilizadas (salvo se necessário para o
PONTOS A TER EM MENTE
SINAIS DE PERIGO E AVISO
Superfícies
abrasivas
Temperaturas
baixas
Temperaturas Risco de ferimentos
por objectos móveis
elevadas
Tensão
eléctrica
Risco de ferimentos
por objectos rotativos
LIGAÇÕES ELÉCTRICAS
Assegurar que a alimentação é desligada antes de realizar qualquer trabalho de instalação, reparação
ou manutenção na unidade, de forma a evitar acidentes eléctricos graves.
Ao instalar a unidade, respeitar a legislação nacional.
Linhas de orientação normais para equipamento Lennox
Todas as informações de carácter técnico e tecnológico contidas neste manual, incluindo desenhos e descrições
técnicas fornecidas, permanecem como propriedade da Lennox, não podendo ser utilizadas (salvo se necessário para
funcionamento deste produto), reproduzidas, distribuídas ou disponibilizadas a terceiros sem o consentimento prévio,
por escrito, da Lennox.
Os dados publicados nas instruções de utilização baseiam-se nas informações mais recentes disponíveis. A Lennox
reserva-se o direito de efectuar modificações sem aviso.
A Lennox reserva-se o direito de modificar os seus produtos sem aviso e sem obrigação de modificar as unidades
fornecidas anteriormente.
Estas instruções de utilização contêm informações úteis e importantes para a utilização e manutenção correctas do
seu equipamento.
As instruções incluem também linhas de orientação sobre como evitar acidentes e danos graves antes de colocar o
equipamento em funcionamento e durante a sua utilização e sobre como garantir um funcionamento sem avarias.
Leia as instruções de utilização com atenção antes de ligar o equipamento; familiarize-se com o equipamento e com o
processo de instalação e siga as instruções à risca. É muito importante ter a formação adequada para utilizar o equipamento. Estas instruções de utilização devem ser guardadas em local seguro, perto do equipamento.
À semelhança da maioria dos equipamentos, a unidade requer manutenção regular. Esta secção destina-se ao pessoal de manutenção e de gestão.
Se tiver dúvidas ou pretender informações adicionais sobre qualquer aspecto do seu equipamento, não hesite em
contactar-nos.
PÁGINA DE DADOS PARA COLOCAR A UNIDADE EM FUNCIONAMENTO
UNIDADE:
N.º SÉRIE:
CÓDIGO DE IDENTIFICAÇÃO DO PAINEL DE CONTROLO:
MORADA DA INSTALAÇÃO:
INSTALADOR:
TEL. DO INSTALADOR:
MORADA DO INSTALADOR:
DATA DA COLOCAÇÃO EM FUNCIONAMENTO:
VERIFICAÇÕES:
TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO:
TENSÃO NOMINAL DA UNIDADE:
SIM NÃO
UNIDADE SOBRE APOIOS ANTIVRÁTICOS
DRENAGEM COM SIFÃO
LIGAÇÃO DA ALIMENTAÇÃO GERAL
LIGAÇÃO DO PAINEL DE CONTROLO
INDICADOR DO NÍVEL DO ÓLEO DO COMPRESSOR
INTRODUÇÃO DE DADOS:
CICLO DE ARREFECIMENTO
Temperatura da entrada de ar para a bateria
do condensador:
Temperatura da saída de ar para a bateria do
condensador:
circuito 1
Alta pressão:
circuito 2
Baixa pressão:
CICLO DE AQUECIMENTO
1
2
1
2
ºC
ºC
ºC
ºC
Temperatura da entrada de ar para a bateria
do condensador:
Temperatura da saída de ar para a bateria do
condensador:
circuito 1
Alta pressão:
circuito 2
circuito 1
circuito 2
Baixa pressão:
circuito 1
circuito 2
CONSUMO DE CORRENTE ELÉCTRICA (amperes)
Compressor 1
Compressor 3
Compressor 1
Compressor 2
Compressor 2
Compressor 3
Secção do ventilador do condensador 1
Secção do ventilador do condensador 1
Secção do ventilador do condensador 2
Secção do ventilador do condensador 2
Opcionais instalados:
Comentários:
1
2
1
2
ºC
ºC
ºC
ºC
1.- CARACTERÍSTICAS GERAIS
1.1.- CARACTERÍSTICAS FÍSICAS
KN
C
M
22
-----------: Unidade standard.
C50: Com controlador Climatic 50
E: Um circuito
D: Dois circuitos
D2: Unidades Multi-split
Aplicação
C: Só arrefecimento
H: Bomba de calor
Tipo de unidade
exterior
AIRCOOLAIR
E
Tipo de fluido frigorigeneo
M: R-410A
Arrefecimento aproximado
capacidade em kW
KNCM: Unidade só arrefecimento R-410A.
KNHM: Unidade bomba de calor R-410A.
KNCM
KNHM
22E
MODELO DA UNIDADE
Compressor
N.º/Tipo
KNCM
KNHM
26E
KNCM
KNHM
32E
KNCM
KNHM
38E
KNCM
KNHM
43E
KNCM
KNHM
52D/D2
KNCM
KNHM
64D/D2
KNCM
KNHM
76D/D2
KNCM
KNHM
86D/D2
KNCM
KNHM
112D/D2
KNCM
KNHM
128D/D2
KNCM
KNHM
152D
1/Scroll 1/Scroll 1/Scroll 1/Scroll 1/Scroll
2/Scroll
2/Scroll
2/Scroll
2/Scroll
3/Scroll
3/Scroll
3/Scroll
Peso líquido
Unidade só arrefecimento KNCM Kg
160
210
216
233
255
443
452
481
520
632
797
906
Kg
168
219
221
239
258
452
463
499
537
748
828
932
m3/h
6800
9750
11500
11300
Unidade bomba de calor KNHM
Caudal de ar
11000 9750+9750 11500+11500 11300+11300 11000+11000 22700+18100 22700+18100 22700+22700
Carga de fluido frigorigeneo
AZOTO(*)
(*) As unidades são fornecidas com azoto; este tem de ser removido e a unidade tem de ser carregada com fluido
frigorigeneo R-410A, consoante o modelo da unidade.
(ver página 21 para calcular a carga de fluido frigorigeneo para as unidades do modelo KNCM/KNHM funcionarem
com as unidades interiores LECM /LEHM.)
O pré-carga de fábrica com fluido frigorigeneo R-410A está disponível como opcional.
PESO ADICIONAL PARA OS OPCIONAIS
VENTILADOR COM PRESSÃO ESTÁTCA DISPONÍVEL ELEVADA 125Pa FP1
(apenas disponível para as unidades 112D/D2-128D/D2-152D)
MODELOS KNCM/HM
112D/D2
128D/D2
152D
40
40
40
PESOS kg (*)
VENTILADOR COM PRESSÃO ESTÁTCA DISPONÍVEL ELEVADA 250Pa FP2
(apenas disponível para as unidades 112D/D2-128D/D2-152D)
MODELOS KNCM/HM
112D/D2
128D/D2
152D
40
40
40
PESOS kg (*)
CORRENTE LIMITADA, ARRANQUE SUAVE - ARRANQUE DO COMPRESSOR
MODELOS
PESOS (*)
22E-26E-32E-38E-43E
52D/D2-64D/D2-76D/D2-86D/D2
112D/D2-128D/D2-152D
3
6
9
1.- CARACTERÍSTICAS GERAIS
1.2.- CARACTERÍSTICAS ELÉCTRICAS
CONSUMO ELÉCTRICO DAS UNIDADES STANDARD
KNCM KNCM
KNHM KNHM
22E
26E
MODELOS DE UNIDADES
Tensão V/f (50 Hz)
KNCM
KNHM
32E
KNCM
KNHM
38E
KNCM KNCM KNCM KNCM KNCM
KNHM KNHM KNHM KNHM KNHM
43E
52D/D2 64D/D2 76D/D2 86D/D2
3N~400V 50Hz
KNCM
KNHM
112D/D2
KNCM
KNHM
128D/D2
KNCM
KNHM
152D
Potência absorvida máxima (kW)
Compressor
8.25
10.1
11.8
15.6
16.9
20.2
23.6
31.1
33.8
42.6
45.6
55.9
Ventilador
0.30
0.69
0.69
0.84
0.84
1.38
1.38
1.68
1.68
3.05
3.05
4.00
Potência total
8.55
10.8
12.5
16.4
17.7
21.6
25.0
32.8
35.5
45.6
48.7
59.9
Corrente máxima (A)
Compressor
15.0
21.0
22.0
25.6
31.0
42.0
44.0
51.2
62.0
77.6
84.0
102
Ventilador
1.60
3.00
3.40
3.40
3.40
6.00
6.80
6.80
6.80
6.40
6.40
8.00
Corrente total
16.6
24.0
25.4
29.0
34.4
48.0
50.8
58.0
68.8
87.5
97.4
104
138
172
Corrente de arranque (A)
121/195 129/207 167/275 206/343
CONSUMO ELÉCTRICO ADICIONAL PARA OS OPCIONAIS
KNCM
KNHM
112D/D2
FP1-FP2
OPCIONAIS FP1-FP2
Tensão
Ph/V/Hz
Potência absorvida máxima
Corrente máxima
Corrente de arranque
84.0
90.4
110
221/330
228/365
292
KNCM
KNHM
128D/D2
FP1-FP2
KNCM
KNHM
152D
FP1-FP2
3~400V 50Hz
kW
2.00-6.20
2.00-6.20
1.00-5.20
A
3.20-9.80
3.20-9.80
1.60-8.20
A
3.20-9.80
3.20-9.80
1.60-8.20
1.3.- CARACTERÍSTICAS DOS VENTILADORES
1.3.1.- UNIDADE EXTERIOR COM PRESSÃO ESTÁTCA DISPONÍVEL ELEVADA (OPCIONAL)
Dados de caudal de ar. Opcional FP1.
MODELOS
100
125
Caudal de ar
Potência absorvida
Caudal de ar
Potência absorvida
Caudal de ar
Potência absorvida
Caudal de ar
Potência absorvida
m3/h
kW
m3/h
kW
m3/h
kW
m3/h
kW
2
19000+19000
5
18000+18000
5.1
17000+17000
5.2
15000+15000
5.3
Tipo de ventilador
N.º de ventiladores:
Pressão estática
disponível Pa.
Pressão estática
disponível Pa.
N.º de ventiladores:
75
MODELO
112D-128D-152D
Axial - acoplamento directo 900 rpm
(baixa velocidade) 3~400 V
Tipo de ventilador
50
Dados de caudal de ar. Opcional FP2.
Caudal de ar
m3/h
150
Potência absorvida kW
Caudal de ar
m3/h
200
Potência absorvida kW
Caudal de ar
m3/h
250
Potência absorvida kW
112D-128D-152D
Axial “invólucro pequeno” - acoplamento directo
1450 rpm (alta velocidade) 3~400 V
2
22000+22000
9.2
20000+20000
9.3
18000+18000
9.4
1.4.- LIMITES DE FUNCIONAMENTO (para instalação com unidades LECM-LEHM)
LIMITES DE FUNCIONAMENTO PARA UNIDADES
(SÓ ARREFECIMENTO)
TEMPERATURA INTERIOR
FUNCIONAMENTO EM
MODO DE ARREFECIMENTEMPERATURA EXTERIOR
TO
(*) Funcionamento com baixas
temperaturas exterioresaté0ºC.
LIMITES DE FUNCIONAMENTO PARA UNIDADES
(BOMBA DE CALOR)
FUNCIONAMENTO EM
MODO DE ARREFECIMENTO
TEMPERATURA INTERIOR
TEMPERATURA EXTERIOR
TEMPERATURA INTERIOR
FUNCIONAMENTO EM
MODO DE AQUECIMENTO TEMPERATURA EXTERIOR
BS: Temperatura de bolbo seco.
TEMPERATURAS MÁXIMAS
TEMPERATURAS MÍNIMAS
32ºC BS/23ºC BH
21ºC BS/15ºC BH
45ºC (22E-26E-32E-52D-64D)
47ºC (38E-43E-76D-86D-112D
-128D-152D)
+10ºC UNIDADE STANDARD
0ºC (*)
-15ºC (**)
(*)Funcionamentocom baixas temperaturas exteriores até -15ºC ou conexão com
distância elevada.
TEMPERATURAS MÁXIMAS
TEMPERATURAS MÍNIMAS
32ºC BS/23ºC BH
21ºC BS/15ºC BH
45ºC (22E-26E-32E-52D-64D)
47ºC (38E-43E-76D-86D-112D
-128D-152D)
27°C BS
DEPENDENDO DO MODELO
(Ver tabelas para capacidades de aquecimento)
BH: Temperatura de bolbo húmido.
0ºC
15ºC BS
-10ºC BS/-11ºC BH
1.- CARACTERÍSTICAS GERAIS
UNIDADES SÓ ARREFECIMENTO
1.5.- ESQUEMAS DE TUBAGENS
UNIDAD INTERIOR
INTERIOR
UNIDADE
UNIDAD EXTERIOR
EXTERIOR
UNIDADE
LECM 22E/26E/32E/38E/43E
KNCM 22E/26E/32E/38E/43E
Motor do
ventilador
DS
Opcional com
válvula de corte
Compressor scroll
LP1
HP1
PT1
Ventilador
Bateria
1
CH
IS1
Bateria
C1
Opcional de injecção de
gás quente
TS1
SVL1
Válvula de
expansão
Filtro
secador
Acumulador na aspiração (funcionamento
com baixas temperaturas exteriores até
-15ºC ou conexão com distância elevada)
Opcional com
válvula de corte
(ELEMENTO OPCIONAL)
COMPONENTE
OPCIONAL
UNIDADE
UNIDAD EXTERIOR
EXTERIOR
UNIDADE
UNIDAD INTERIOR
INTERIOR
LECM 52D/64D/76D/86D
KNCM 52D/64D/76D/86D
Válvula de assistência
opcional
Motor do ventilador
Compressor scroll
LP1
HP1
PT1
1
CH
Bateria
Ventilador
C1
Opcional de injecção de gás quente
IS1
DS
Bateria
TS1
SVL1
Válvula de expansão
Filtro secador
Acumulador na aspiração (funcionamento com
baixas temperaturas exteriores até -15ºC ou
conexão com distância elevada)
Válvula de assistência
opcional
64D/76D/86D
Motor do
ventilador
Válvula de assistência
opcional
Compressor scroll
LP2
HP2
PT2
3
CH
IS2
Bateria
C2
Opcional de injecção de gás quente
TS2
SVL3
Válvula de
expansão
Filtro secador
Acumulador na aspiração (funcionamento
com baixas temperaturas exteriores até
-15ºC ou conexão com distância elevada)
Opcional com
válvula de corte
ELEMENTO
(ELEMENTO OPCIONAL
OPCIONAL)
DS
IS1
IS2
SVL1
SVL3
LP1
Manómetro. (5/16” a usar pelo instalador).
Sonda de descarga. (modelo C50).
Sonda da bobina do evaporador, circuito 1. (modelo STD e D2).
Sonda da bobina do evaporador, circuito 2. (modelo STD e D2).
Válvula solenóide de líquido (funcionamento com baixas temperaturas exteriores até -15ºC
ou conexão com distância elevada).A ligar pelo instalador às unidades interiores.
Válvula solenóide de líquido (funcionamento com baixas temperaturas exteriores até -15ºC
ou conexão com distância elevada). A ligar pelo instalador às unidades interiores.
Pressóstato de baixa pressão, circuito 1.
LP2
Pressóstato de baixa pressão, circuito 2.
HP1
Pressóstato de alta pressão, circuito 1.
HP2
Pressóstato de alta pressão, circuito 2.
CH1
Resistência de cárter. (funcionamento com baixas temperaturas exteriores 0ºC opcional).
CH3
Resistência de cárter. (funcionamento com baixas temperaturas exteriores 0ºC opcional).
PT1
Transdutor de pressão (circuito 1) (baixas temperaturas ext. até -15ºC ou com distância elevada).
PT2
Transdutor de pressão (circuito 2) (baixas temperaturas ext. até -15ºC ou com distância elevada).
TS1
Sensor de temperatura de condensação circuito 1 (modelo STD e D2).
TS2
Sensor de temperatura de condensação circuito 2 (modelo STD e D2).
1.- CARACTERÍSTICAS GERAIS
1.5.- ESQUEMAS DAS TUBAGENS
UNIDADES SÓ ARREFECIMENTO
UNIDAD INTERIOR
UNIDADE
INTERIOR
UNIDAD EXTERIOR
UNIDADE
EXTERIOR
LECM 112D/128D/152D
KNCM 112D/128D/152D
Motor do
ventilador
Compressor scroll
Opcional com
válvula de corte
HP1
LP1
HPR11
HPR12
PT1
1
CH
Ventilador
IS1
Bateria
Bateria
2
CH
Compressor scroll
C1
Opcional de injecção
de gás quente
SVL1
DS
Válvula de
expansão
Filtro
secador
Acumulador na aspiração (funcionamento
com baixas temperaturas exteriores até -15ºC
ou conexão com distância elevada opcional)
Opcional com
válvula de corte
Motor do
ventilador
Opcional com
válvula de corte
LP2
Compressor scroll
HP2
HPR21
HPR22
PT2
3
IS2
CH
Bateria
Bateria
C2
Opcional de injecção
de gás quente
SVL3
Válvula de
expansão
Filtro
secador
Acumulador na aspiração (funcionamento
com baixas temperaturas exteriores até -15ºC
ou conexão com distância elevada opcional)
Opcional com
válvula de corte
(ELEMENTO OPCIONAL)
COMPONENTE
OPCIONAL
Manómetro. (5/16” a colocar pelo instalador).
HP2
Pressóstato de alta pressão, circuito 2.
DS
Sonda de descarga. (modelo C50).
HPR11
Controlo da pressão de condensação. Motor do ventilador ON/OFF, circuito 1.
IS1
Sonda da bobina do evaporador, circuito 1. (modelo STD e D2).
HPR21
Controlo da pressão de condensação. Motor do ventilador ON/OFF, circuito 2.
IS2
Sonda da bobina do evaporador, circuito 2. (modelo STD e D2).
HPR12
Controlo da pressão de condensação. Velocidade baixa/elevada, circuito 1.
SVL1
Válvula solenóide de líquido (funcionamento com baixas temperaturas exteriores até -15ºC
HPR22
Controlo da pressão de condensação. Velocidade baixa/elevada, circuito 2.
ou conexão com distância elevada).A ligar pelo instalador às unidades interiores.
CH1
Resistência de cárter. (funcionamento com baixas temperaturas exteriores 0ºC opcional).
Válvula solenóide de líquido (funcionamento com baixas temperaturas exteriores até -15ºC
CH2
Resistência de cárter. (funcionamento com baixas temperaturas exteriores 0ºC opcional).
ou conexão com distância elevada).A ligar pelo instalador às unidades interiores.
CH3
Resistência de cárter. (funcionamento com baixas temperaturas exteriores 0ºC opcional).
LP1
Pressóstato de baixa pressão, circuito 1.
PT1
Transdutor de pressão (circuito 1) (baixas temperaturas ext. até -15ºC ou com distância elevada).
LP2
Pressóstato de baixa pressão, circuito 2.
PT2
Transdutor de pressão (circuito 2) (baixas temperaturas ext. até -15ºC ou com distância elevada).
HP1
Pressóstato de alta pressão, circuito 1.
SVL3
1.- CARACTERÍSTICAS GERAIS
1.5.- ESQUEMAS DAS TUBAGENS
UNIDADES SÓ ARREFECIMENTO
SISTEMA MULTI-SPLIT
UNIDADE
UNIDAD INTERIOR
INTERIOR
(x2) LECM 26E/32E/38E/43E
UNIDADE
UNIDAD EXTERIOR
EXTERIOR
KNCM 52D2/64D2/76D2/86D2
Motor do
ventilador
Opcional com
válvula de corte
Ventilador
Compressor scroll
LP1
HP1
PT1
1
CH
IS1
Bateria
Bateria
C1
Opcional de injecção
de gás quente
TS1
SVL1
Válvula de
expansão
Filtro
secador
Acumulador na aspiração (funcionamento com baixas temperaturas exteriores
até -15ºC ou conexão com distância
elevada opcional)
Opcional com
válvula de corte
Motor do
ventilador
Opcional com
válvula de corte
Ventilador
Compressor scroll
LP2
HP2
PT2
3
CH
IS2
Bateria
Bateria
C2
Opcional de injecção
de gás quente
TS2
SVL3
Válvula de
expansão
Filtro
secador
Acumulador na aspiração (funcionamento com
baixas temperaturas exteriores até -15ºC ou
conexão com distância elevada opcional)
Opcional com
válvula de corte
(ELEMENTO OPCIONAL)
COMPONENTE
OPCIONAL
Manómetro. (5/16” a colocar pelo instalador).
LP2
Pressóstato de baixa pressão, circuito 2.
IS1
Sonda da bobina do evaporador, circuito 1. (modelo STD e D2).
HP1
Pressóstato de alta pressão, circuito 1.
IS2
Sonda da bobina do evaporador, circuito 2. (modelo STD e D2).
HP2
Pressóstato de alta pressão, circuito 2.
SVL1
Válvula solenóide de líquido (funcionamento com baixas temperaturas exteriores até -15ºC
CH1
Resistência de cárter. (funcionamento com baixas temperaturas exteriores 0ºC opcional).
ou conexão com distância elevada opcional).A ligar pelo instalador às unidades interiores.
CH3
Resistência de cárter. (funcionamento com baixas temperaturas exteriores 0ºC opcional).
Válvula solenóide de líquido (funcionamento com baixas temperaturas exteriores até -15ºC
PT1
Transdutor de pressão (circuito 1) (baixas temperaturas ext. até -15ºC ou com distância elevada).
ou conexão com distância elevada opcional).A ligar pelo instalador às unidades interiores.
PT2
Transdutor de pressão (circuito 2) (baixas temperaturas ext. até -15ºC ou com distância elevada).
Pressóstato de baixa pressão, circuito 1.
TS1
Sensor de temperatura de condensação circuito 1 (modelo STD e D2).
TS2
Sensor de temperatura de condensação circuito 2 (modelo STD e D2).
SVL3
LP1
1.- CARACTERÍSTICAS GERAIS
1.5.- ESQUEMAS DA TUBAGEM
UNIDADES SÓ ARREFECIMENTO
SISTEMA MULTI-SPLIT
UNIDADE INTERIOR
UNIDAD
UNIDAD
UNIDADE EXTERIOR
EXTERIOR
KNCM 112D2/128D2
(x1)
C2 C2
(x1) LECM
LECM 68E
68EC1C1/ / (x1)
(x1)LECM
LECM43E
43E
(x1) LECM 76E C1 /
(x1) LECM 43E C2
Ventilador
Motor do
ventilador
Compressor scroll
Opcional com
válvula de corte
LP1
HP1
HPR11
HPR12
PT1
1
CH
IS1
Bateria
2
CH
C1
Compressor
scroll
Bateria
Opcional de injecção
de gás quente
SVL1
Válvula de
expansão
Filtro
secador
Acumulador na aspiração (funcionamento
com baixas temperaturas exteriores até
-15ºC ou conexão com distância elevada
opcional)
Opcional com
válvula de corte
Motor do
ventilador
Opcional com
válvula de corte
Compressor scroll
LP2
HP2
HPR21
HPR22
PT2
Ventilador
3
CH
IS2
Bateria
Bateria
C2
Opcional de injecção
de gás quente
SVL3
Válvula de
expansão
Filtro
secador
Acumulador na aspiração (funcionamento com
baixas temperaturas exteriores até -15ºC ou
conexão com distância elevada opcional)
Opcional com
válvula de corte
(ELEMENTO
OPCIONAL)
COMPONENTE
OPCIONAL
Manómetro. (5/16” a usar pelo instalador).
HP2
Pressóstato de alta pressão, circuito 2.
IS1
Sonda da bobina do evaporador, circuito 1. (modelo STD e D2).
HPR11
Controlo da pressão de condensação. Motor do ventilador ON/OFF, circuito 1.
IS2
Sonda da bobina do evaporador, circuito 2. (modelo STD e D2).
HPR21
Controlo da pressão de condensação. Motor do ventilador ON/OFF, circuito 2.
SVL1
Válvula solenóide de líquido (funcionamento com baixas temperaturas exteriores até -15ºC
HPR12
Controlo da pressão de condensação. Velocidade baixa/elevada, circuito 1.
ou conexão com distância elevada opciona).A ligar pelo instalador às unidades interiores.
HPR22
Controlo da pressão de condensação. Velocidade baixa/elevada, circuito 2.
Válvula solenóide de líquido (funcionamento com baixas temperaturas exteriores até -15ºC
CH1
Resistência de cárter. (funcionamento com baixas temperaturas exteriores 0ºC opcional).
ou conexão com distância elevada opcional).A ligar pelo instalador às unidades interiores.
CH2
Resistência de cárter. (funcionamento com baixas temperaturas exteriores 0ºC opcional).
LP1
Pressóstato de baixa pressão, circuito 1.
CH3
Resistência de cárter. (funcionamento com baixas temperaturas exteriores 0ºC opcional).
LP2
Pressóstato de baixa pressão, circuito 2.
PT1
Transdutor de pressão (circuito 1) (baixas temperaturas ext. até -15ºC ou com distância elevada).
HP1
Pressóstato de alta pressão, circuito 1.
PT2
Transdutor de pressão (circuito 2) (baixas temperaturas ext. até -15ºC ou com distância elevada).
SVL3
1.- CARACTERÍSTICAS GERAIS
UNIDADES BOMBA DE CALOR
1.5.- ESQUEMAS DA TUBAGEM
UNIDADE
INTERIOR
UNIDAD INTERIOR
UNIDAD
EXTERIOR
UNIDADE
EXTERIOR
KNHM 22E/26E/32E/38E/43E
LEHM 22E/26E/32E/38E/43E
Opcional com
válvula de
corte
DS
Ventilador
Compressor scroll
LP1
CH
IS1
Motor do
ventilador
Válvula de
4 vias
HP1
PT1
1
Bateria
Bateria
C1
Filtro
secador
Válvula de
expansão
Acumulador de aspiração
(conexão com distância
elevada opcional)
Opcional com
válvula de
corte
SVL1
Válvula de
corte
Válvula de
corte
Acumulador de
aspiração
Filtro
secador
SVL2
Válvula de
corte
Válvula de
expansão
Válvula de
corte
(ELEMENTO OPCIONAL)
COMPONENTE
OPCIONAL
UNIDAD EXTERIOR
UNIDADE
EXTERIOR
UNIDAD
INTERIOR
UNIDADE
INTERIOR
LEHM 52D/64D/76D/86D
KNHM 52D/64D/76D/86D
Opcional com
válvula de corte
Compressor scroll
LP1
Válvula de
4 vias
HP1
Motor do
ventilador
PT1
1
CH
Bateria
C1
Ventilador
Acumulador de aspiração (conexão com distância elevada
remota opcional)
IS1
Bateria
DS
Válvula de
expansão
Filtro
secador
Válvula de
corte
Opcional com
válvula
de corte
SVL1
Filtro
secador
SVL2
Válvula de
corte
Válvula de
corte
Acumulador de
aspiração
Válvula de
expansão
Válvula de
corte
64D/76D/86D
Opcional com
válvula de corte
Compressor scroll
LP2
Válvula de
4 vias
HP2
Motor do
ventilador
PT2
3
CH
IS2
Bateria
C2
Válvula de
expansão
Filtro
secador
Válvula de
corte
Acumulador de aspiração (conexão com distância elevada
remota opcional)
Opcional com
válvula
de corte
SVL3
SVL4
Válvula de
corte
Válvula de
corte
Filtro
secador
Acumulador de
aspiração
Válvula de
expansão
Válvula de
corte
COMPONENTE
OPCIONAL
(ELEMENTO OPCIONAL)
Manómetro. (5/16” a usar pelo instalador).
SVL4
Válvula solenóide de líquido (conexão com distância elevada remota opcional)
DS
Sonda de descarga. (modelo C50).
LP1
Pressóstato de baixa pressão, circuito 1.
IS1
Sonda da bobina do evaporador, circuito 1. (modelo STD e D2).
LP2
Pressóstato de baixa pressão, circuito 2.
IS2
Sonda da bobina do evaporador, circuito 2. (modelo STD e D2).
HP1
Pressóstato de alta pressão, circuito 1.
SVL1
Válvula solenóide de líquido (conexão com distância elevada remota opcional) A ligar pelo
HP2
Pressóstato de alta pressão, circuito 2.
instalador às unidades interiores.
CH1
Resistência de cárter.
SVL2
Válvula solenóide de líquido (conexão com distância elevada remota opcional)
CH3
Resistência de cárter.
SVL3
Válvula solenóide de líquido (conexão com distância elevada remota opcional) A ligar pelo
PT1
Transdutor de pressão, circuito 1
instalador às unidades interiores.
PT2
Transdutor de pressão, circuito 2.
10
1.- CARACTERÍSTICAS GERAIS
UNIDADES BOMBA DE CALOR
1.5.- ESQUEMAS DA TUBAGEM UNIDADE
INTERIOR
UNIDAD INTERIOR
LEHM 112D/128D/152D
UNIDAD EXTERIOR
UNIDADE
EXTERIOR
KNHM 112D/128D/152D
Opcional
com válvula
de corte
Motor do
ventilador
Compressor
scroll
LP1
HP1
HPR12
Válvula de
4 vias
PT1
1
CH
Ventilador
IS1
2
Bateria
CH
C1
Válvula de
expansão
DS
Filtro
secador
Válvula
de corte
Opcional
com válvula
corte
SVL1
de
Acumulador de aspiração
(conexão com distância elevada
remota opcional)
Acumulador de
aspiração
Filtro
secador
SVL2
Válvula
de corte
Válvula
de corte
Opcional com
válvula de
corte
Bateria
Compressor
scroll
Válvula de
expansão
Válvula
de corte
Motor do
ventilador
Compressor
scroll
LP2
HP2
HPR22
Válvula de
4 vias
PT2
3
CH
IS2
Bateria
Bateria
112D/128D
Receptor de
líquido
C2
Acumulador de aspiração (conexão com distância elevada
remota opcional)
Ventilador
Válvula de
corte
Válvula de
expansão
Opcional com
válvula de
SVL3 corte
SVL4
Filtro
secador
Acumulador de
aspiração
Válvula de expansão
Filtro secador
Válvula
de corte
Válvula
de corte
Válvula
de corte
Válvula
de corte
(ELEMENTO OPCIONAL)
COMPONENTE
OPCIONAL
Manómetro. (5/16” a colocar pelo instalador).
LP1
Pressóstato de baixa pressão, circuito 1.
DS
Sonda de descarga. (modelo C50).
LP2
Pressóstato de baixa pressão, circuito 2.
IS1
Sonda da bobina do evaporador, circuito 1. (modelo STD e D2).
HP1
Pressóstato de alta pressão, circuito 1.
IS2
Sonda da bobina do evaporador, circuito 2. (modelo STD e D2).
HP2
Pressóstato de alta pressão, circuito 2.
SVL1
Válvula solenóide de líquido (conexão com distância elevada remota opcional)A ligar
pelo instalador às unidades interiores.
da pressão de condensação. Velocidade baixa/elevada, circuito 1.
HPR22 Controlo
da pressão de condensação. Velocidade baixa/elevada, circuito 2.
CH1
Resistência de cárter.
Válvula solenóide de líquido (conexão com distância elevada remota opcional)A ligar
CH2
Resistência de cárter.
pelo instalador às unidades interiores.
CH3
Resistência de cárter.
Válvula solenóide de líquido (conexão com distância elevada remota opcional)
PT1
Transdutor de pressão, circuito 1
PT2
Transdutor de pressão, circuito 2.
SVL2
Válvula solenóide de líquido (conexão com distância elevada remota opcional)
SVL3
SVL4
HPR12 Controlo
11
1.- CARACTERÍSTICAS GERAIS
UNIDADES BOMBA DE CALOR
1.5.- ESQUEMAS DA TUBAGEM
SISTEMA MULTI-SPLIT
UNIDADE
INTERIOR
UNIDAD INTERIOR
(x2) LEHM 26E/32E/38E/43E
UNIDAD EXTERIOR
UNIDADE
EXTERIOR
KNHM 52D2/64D2/76D2/86D2
Opcional com
válvula de corte
Motor do
ventilador
Compressor scroll
LP1
Válvula de
4 vias
HP1
PT1
Ventilador
1
CH
IS1
Bateria
Bateria
C1
Acumulador na aspiração (conexão com distância elevada
remota opcional)
Válvula de
expansão
Acumulador de
aspiração
Opcional com
válvula de corte
Filtro secador
Válvula
de corte
SVL1
SVL2
Válvula
de corte
Válvula
de corte
Opcional com
válvula de corte
Filtro secador
Válvula de
expansão
Válvula
de corte
Motor do
ventilador
Compressor scroll
LP2
Válvula de
4 vias
HP2
PT2
Ventilador
3
CH
IS2
Bateria
Bateria
C2
Acumulador na aspiração (conexão com distância elevada
remota opcional)
Válvula de
expansão
Filtro secador
Válvula
de corte
Opcional com
válvula de corte
SVL3
SVL4
Válvula
de corte
Válvula
de corte
Acumulador de
aspiração
Filtro
secador
Válvula de
expansão
Válvula
de corte
(ELEMENTO OPCIONAL)
COMPONENTE
OPCIONAL
Manómetro. (5/16” a colocar pelo instalador).
SVL4
Válvula solenóide de líquido (conexão com distância elevada remota opcional)
IS1
Sonda da bobina do evaporador, circuito 1. (modelo STD e D2).
LP1
Pressóstato de baixa pressão, circuito 1.
IS2
Sonda da bobina do evaporador, circuito 2. (modelo STD e D2).
LP2
Pressóstato de baixa pressão, circuito 2.
SVL1
Válvula solenóide de líquido (conexão com distância elevada remota opcional)
HP1
Pressóstato de alta pressão, circuito 1.
A ligar pelo instalador às unidades interiores.
HP2
Pressóstato de alta pressão, circuito 2.
SVL2
Válvula solenóide de líquido (conexão com distância elevada remota opcional)
CH1
Resistência de cárter.
SVL3
Válvula solenóide de líquido (conexão com distância elevada remota opcional)
CH3
Resistência de cárter.
A ligar pelo instalador às unidades interiores.
PT1
Transdutor de pressão, circuito 1
PT2
Transdutor de pressão, circuito 2.
12
1.- CARACTERÍSTICAS GERAIS
UNIDADES BOMBA DE CALOR
1.5.- ESQUEMAS DA TUBAGEM
SISTEMA MULTI-SPLIT
UNIDADE EXTERIOR
UNIDAD EXTERIOR
KNHM 112D2/128D2
UNIDADE
INTERIOR
UNIDAD INTERIOR
(x1)
LECM
C1LEHM
/ 44E
(x1)
(x1) LEHM
68E 68E
C1 / (x1)
C2 LECM 43E C2
(x1) LECM 76E C1
/
(x1) LECM 43E C2
Ventilador
Opcional com
válvula de corte
Motor do
ventilador
Compressor scroll
LP1
HP1
Válvula de
4 vias
HPR12
PT1
H1
C
IS1
2
CH
Bateria
C1
Válvula de
expansão
Filtro
secador
Válvula de
corte
Bateria
Compressor scroll
Acumulador de aspiração (conexão com distância elevada
remota opcional)
Acumulador de
aspiração
Opcional com
válvula de corte
SVL1
Filtro
secador
SVL2
Válvula de
corte
Válvula de
corte
Válvula de
expansão
Válvula de
corte
Motor do
ventilador
Opcional com
válvula de corte
Compressor scroll
LP2
HP2
Válvula de
4 vias
HPR22
Ventilador
PT2
3
Bateria
CH
IS2
Bateria
C2
Acumulador de aspiração (conexão com distância elevada
remota opcional)
Receptor de
líquido
Válvula de
corte
Válvula de
expansão
Acumulador de
aspiração
Opcional com
válvula
de corte
SVL3
SVL4
Filtro
secador
Válvula de
expansão
Filtro
secador
Válvula de
corte
Válvula de
corte
Válvula de
corte
Válvula de
corte
(ELEMENTO OPCIONAL)
COMPONENTE
OPCIONAL
Manómetro. (5/16” a colocar pelo instalador).
LP2
Pressóstato de baixa pressão, circuito 2.
IS1
Sonda da bobina do evaporador, circuito 1. (modelo STD e D2).
HP1
Pressóstato de alta pressão, circuito 1.
IS2
Sonda da bobina do evaporador, circuito 2. (modelo STD e D2).
HP2
Pressóstato de alta pressão, circuito 2.
SVL1
Válvula solenóide de líquido (conexão com distância elevada remota opcional)
HPR12
Controlo da pressão de condensação. Velocidade baixa/elevada, circuito 1.
A ligar pelo instalador às unidades interiores.
HPR22
Controlo da pressão de condensação. Velocidade baixa/elevada, circuito 2.
SVL2
Válvula solenóide de líquido (conexão com distância elevada remota opcional)
CH1
Resistência de cárter.
SVL3
Válvula solenóide de líquido (conexão com distância elevada remota opcional)
CH2
Resistência de cárter.
A ligar pelo instalador às unidades interiores.
CH3
Resistência de cárter.
SVL4
Válvula solenóide de líquido (conexão com distância elevada remota opcional)
PT1
Transdutor de pressão, circuito 1
LP1
Pressóstato de baixa pressão, circuito 1.
PT2
Transdutor de pressão, circuito 2.
13
1.- CARACTERÍSTICAS GERAIS
1.6.- CARACTERÍSTICAS DIMENSIONAIS DA UNIDADE KNCM/KNHM
22E
26E-32E-38E-43E
Interruptor de corte
geral (opcional)
Interruptor de corte
geral (opcional)
Quadro eléctrico
Quadro eléctrico
••
•
mode
set
119
5
660
on o ff
1375
1375
••
Entrada dos
cabos de alimentação eléctrica
119
5
980
Acesso a tubagens
de gás e de líquido
Entrada dos
cabos de alimentação eléctrica
Acesso a tubagens
de gás e de líquido
52D/D2-64D/D2-76D/D2-86D/D2
Interruptor de corte
geral (opcional)
••
•
••
mode
on
set
of f
1375
Quadro eléctrico
Acesso a tubagens
de gás e de líquido
Entrada dos
cabos de alimentação eléctrica
196
Acesso a tubagens
de gás e de líquido
0
5
119
Entrada dos
cabos de alimentação eléctrica
112D/D2-128D/D2-152D
Interruptor de corte
geral (opcional)
••
•
••
m ode
on
set
off
1875
Quadro eléctrico
Acesso a tubagens
de gás e de líquido
225
0
142
Entrada dos
cabos de alimentação eléctrica
14
0
2.- INSTALAÇÃO
2.1 - PREPARAÇÃO PRELIMINAR
Todos os trabalhos de INSTALAÇÃO, ASSISTÊNCIA e MANUTENÇÃO têm
de ser levados a cabo por TÉCNICOS QUALIFICADOS.
A unidade tem de ser transportada na VERTICAL, sobre a base de apoio metálica. Qualquer outra posição pode
causar danos graves na unidade. Quando a unidade é recebida, deve ser verificada para garantir que não foi sujeita a
impactos ou outros danos, seguindo as instruções da embalagem. Se estiver danificada, a unidade pode ser rejeitada
notificando o Departamento de Distribuição da LENNOX e indicando a razão pela qual a unidade é inaceitável na nota
de entrega da transportadora. Qualquer outra reclamação ou pedido de reembolso apresentada(o) ao Departamento
de Distribuição da LENNOX para este tipo de danos não pode ser considerado ao abrigo da garantia.
Tem de existir espaço suficiente para facilitar a instalação da unidade.
A unidade pode ser montada no exterior. Quando a unidade é montada no chão, deve garantir-se que o local não é
sujeito a inundações.
Ao posicionar a unidade, certifique-se de que a chapa de características fica sempre visível, dado que as informações nela contidas são necessárias para garantir uma manutenção
adequada.
As unidades foram concebidas para serem instaladas com condutas desenhadas por técnicos qualificados. As uniões
a usar entre as condutas e as aberturas na unidade devem ser elásticas. Deve evitar-se a utilização de uniões de
BYPASS entre o ar de extracção e o ar de aspiração. A estrutura onde a unidade é colocada deve poder suportar o
peso da unidade em funcionamento.
2.2.- RECEPÇÃO DA UNIDADE
Todas as unidades têm de ser equipadas com bases de apoio metálicas.
Se for necessário usar uma grua para descarregar e instalar a unidade no sítio, os cabos devem ser fixados como
indicado no diagrama.
Como elevar a unidade
Usar afastadores
Usar afastadores
15
2.- INSTALAÇÃO
Unidade
2.3.- LOCALIZAÇÃO DA UNIDADE
- A base de apoio é constituída por secções metálicas, com capacidade
para suportar o peso da unidade.
- Se a unidade for montada no chão, a base deve ser isolada com material amortecedor como, por ex. apoios antivibráticos. Não esquecer que
os ventiladores giram a cerca de 850 rpm.
- A unidade consegue funcionar em condições de interferência rádio normais para instalações comerciais e residenciais. Para quaisquer outras
condições, consultar a Lennox.
- Se a temperatura exterior na zona onde a bomba de calor vai ser
instalada for baixa ou o ciclo de funcionamento for demasiado longo,
poderá ser necessário instalar uma resistência eléctrica no tabuleiro de
condensados para evitar a formação de gelo na bateria durante o ciclo
de descongelação.
1.- Apoio numa
zona de baixa
sensibilidade.
Apoios de borracha
Unidade
Apoios de mola
Estrutura metálica e
em betão
Apoio
Apoios de borracha
2.- Apoio numa zona
de sensibilidade
média
Unidade
Estrutura metálica e
em betão
3.- Apoio numa zona
de sensibilidade
elevada (verificar
carga do piso).
Apoio
Apoios de mola
Apoios de borracha
2.4.- FOLGAS DE INSTALAÇÃO
A INSTALAÇÃO DA UNIDADE DE FORMA DIFERENTE DA MOSTRADA TERÁ IMPACTO NO SEU
DESEMPENHO E FIABILIDADE.
FOLGAS DE INSTALAÇÃO
POSIÇÕES DOS APOIOS ANTIVIBRÁTICOS (AVM)
1195
1m (*)
1m (*)
1m (*)
130
O14
400
KNCM-HM 22E
1m
1m (*)
▼
660
▼
3m (*)
1145
25
1195
1145
set
1m (*)
1m (*)
O14
90
KNCM-HM 26E-32E-38E-43E
mode
on o
980
••
•
••
800
3m (*)
1m (*)
1m (*)
25
1960
955
955
3m (*)
••
•
••
mode
1m (*)
O14
1m (*)
1m (*)
1m (*)
90
KNCM-HM 52D/D2-64D/D2-76D/2-86D/D2
800
set
1195
on off
25
2250
603
1327
5m (*)
••
•
••
mode
set
682
1.5m (*)
1.5m (*)
O14
28
KNCM-HM 112D/D2-128D/D2-152D
1.5m (*)
682
off
1420
on
1.5m (*)
160
(*) Área técnica da unidade.
Tamanho em mm.
16
2.- INSTALAÇÃO
2.5.-����������������������������������
POSIÇÃO DAS MOLAS ANTIVIBRÁTICAS KNCM/HM 112D-152D
7
4
1
8
9
6
5
2
3
POSIÇÃO
N.º
TIPO
ANTIVIBRÁTICOS
1
350
2
350
3
350
4
350
5
350
6
350
7
250
8
250
9
250
2.6.- LOCALIZAÇÃO NO INTERIOR
Saída de ar
Conduta de saída de ar (2)
••
•
••
m ode
on
set
off
Unidade
Entrada de ar
Tabuleiro de condensados adicional
(unidade bomba de calor)
Nas unidades bomba de calor com circuitos duplos e
nas unidades só arrefecimento 112D-152D, caso seja
pretendido instalar apenas uma conduta, deve instalarse um regulador de pressão em cada ventilador, para
evitar o desvio de ar pelo ventilador caso este pare.
Conduta de entrada de ar (1)
Para instalação no interior, siga estes conselhos:
- Durante o ciclo de descongelação em modo bomba de calor, a unidade produz uma grande quantidade de água (do
gelo que derrete). Caso seja pretendido drenar esta água, deve instalar-se drenagem adequada por baixo da unidade
para recolher e transportar a água para o local pretendido.
- Instalação da conduta de ar:
Se a conduta de ar foi instalada, os limites de funcionamento serão reduzidos (consulte a secção de limites de
funcionamento neste manual).
(1) O pleno de admissão do ar (opcional), disponível para os modelos 112D a 152D facilita a instalação da conduta
de entrada de ar.
(2) O pleno de descarga (opcional) permite a instalação de uma conduta de descarga rectangular com as opções FP1
e FP2.
17
2.- INSTALAÇÃO
2.7 - LIGAÇÕES DE FLUIDO FRIGORIGENEO
Tampão de cobre
A unidade é fornecida com as tubagens de gás e de líquido vedadas
com tampões de cobre dentro da envolvente para permitir a saída das
tubagens de fluido frigorigeneo (excepto se a unidade for fornecida com o
pré-carga de fluido frigorigeneo de fábrica (opcional) ou com válvulas de
corte (opcional).
Tubagens de fluido frigorigeneo
Brasagem
As unidades standard são fornecidas com azoto, que tem de ser removido antes de a unidade ser ligada.
Como opcioanl, a unidade pode ser fornecida com válvulas de corte nas tubagens de gás e de líquido, com
carga de azoto (N2) ou com carga de fluido frigorigeneo (R-410A).
NAS UNIDADES STANDARD E UNIDADES FORNECIDAS COM VÁLVULAS DE CORTE, PROCEDER DO SEGUINTE MODO:
1. Remova o azoto através das ligações de assistência de 5/16” de alta e baixa pressão situadas no interior e proporcione um
vácuo ligeiro por razões de segurança.
2. Retire os tampões das tubagens de ligação.
3. Solde por brasagem os tubos de ligação da tubagem. Seleccione o diâmetro da tubagem na TABELA 1.
(Ao realizar a brasagem dos tubos de fluido frigorigeneo, tem de aplicar-se azoto nos tubos através das ligações de assistência
para retirar o ar).
4. Teste de fugas:
Adicione azoto, verifique se a pressão de 5 kg/cm2 foi atingida e que não existem fugas no circuito nem na zona de brasagem
aplicando água e sabão nos tubos; se existirem fugas assiste-se à formação de bolhas.
Para detectar fugas pequenas, proceda do seguinte modo: Adicione azoto e verifique se é atingida uma pressão de 25 kg/cm2; se
a pressão se mantiver inalterada durante pelo menos 24 horas e a pressão final não for inferior à pressão inicial em mais de 10%,
isso significa que não existem fugas.
5. Certifique-se de que a tubagem de gás está isolada.
6. Esvaziamento:
Retire o azoto, ligue o manómetro e a bomba de vácuo às tubagens de líquido e de gás, abra totalmente a válvula do manómetro e
ligue a bomba de vácuo. Verifique se o manómetro indica uma pressão de -750 mm Hg. Depois de atingir um nível de -750mm Hg,
mantenha a bomba de vácuo a funcionar durante, pelo menos, uma hora.
7. Carga de fluido frigorigeneo:
- Consulte a TABELA 3.1. e 3.2. para obter a carga de fluido frigorigeneo, consoante o comprimento e o tamanho das ligações dos
tubos.
- Desligue a bomba de vácuo e ligue a garrafa de enchimento de fluido frigorigeneo. Abra a bomba de carga e purgue o ar do tubo
flexível no manómetro.
- Defina a quantidade de fluido frigorigeneo adicional na balança, abra o lado de alta pressão (líquido) e de baixa pressão (aspiração) no manómetro para iniciar o processo de fluido frigorigeneo da unidade exterior. Se a quantidade total de carga de fluido
frigorigeneo não tiver sido atingida devido ao equilíbrio de pressão, desligue o lado de alta pressão no manómetro, ligue a unidade
e adicione a restante quantidade de carga de fluido frigorigeneo necessária lentamente através do lado de baixa pressão do manóDurante a instalação, mantenha as tubagens de gás e de líquido tapadas, para evitar a entrada de humidade e de sujidade.
Tenha especial cuidado em verificar se os tubos de fluido frigorigeneo estão isolados.
Evite vincos nos tubos.
NAS UNIDADES FORNECIDAS COM VÁLVULAS DE CORTE E PRÉ-CARGA DE FLUIDO FRIGORIGENEO DE FÁBRICA, PROCEDER DO SEGUINTE MODO:
1. Liberte a pressão do fluido frigorigeneo do tubo de ligação através da
Ligação de
ligação de assistência existente nesse tubo.
assistência
Válvula de
assistência
2. Retire os tampões das tubagens de ligação.
3. Solde por brasagem o tubo de interligação na unidade interior.
Para a unidade
Para a tubagem
4. Com as ligações de assistência fechadas, esvazie e ligue a bomba de
interior
da unidade
vácuo à ligação de assistência de 5/16” existente no tubo de ligação para
exterior
Tampão
conseguir uma pressão de -750mm Hg; depois de atingir esta pressão,
de
cobre
Tubo de cobre
mantenha a bomba de vácuo a funcionar durante pelo menos uma hora
para ligar à unidapara fornecer vácuo para os tubos de ligação e para a unidade interior.
de interior
Desligue a bomba de vácuo.
5. Carga de fluido frigorigeneo:
Desligue a bomba de vácuo e ligue a garrafa de fluido frigorigeneo. Consulte a TABELA 2 para obter a carga de fluido frigorigeneo
por metro de tubo de cobre para o modelo correspondente.
Ajuste a quantidade de fluido frigorigeneo na balança e abra o manómetro para carregar no estado líquido. (No caso do fluido frigorigeneo R-410A, a garrafa de enchimento tem de ser mantida na vertical e é importante encher com o fluido frigorigeneo no estado
líquido).
Feche o manómetro, desligue-o da ligação de assistência da unidade e coloque as tampões.
6. Abra as válvulas de assistência.
7. A unidade está pronta para funcionar.
18
2.- INSTALAÇÃO
2.7 - LIGAÇÕES DE FLUIDO FRIGORIGENEO
Para posicionar unidades exteriores e interiores, consulte as informações seguintes:
UNIDADE EXTERIOR
2%
POSIÇÃO A: Tem de instalar-se um colector na secção vertical da tubagem de gás e
têm de instalar-se colectores de 8 em 8 metros, na secção ascendente. A velocidade
de aspiração mínima não pode ser inferior a 6m/s. O comprimento vertical máximo é
de 16 metros.
1
A
UNIDADE INTERIOR
L
2
2%
UNIDADE EXTERIOR
UNIDADE INTERIOR
POSIÇÃO B: Incline as tubagens na direcção da unidade exterior.
Tenha especial cuidado com as tubagens com mais de 10 metros de
comprimento, para evitar dobras.
B
2%
1
2
L
POSIÇÃO C: Instale um colector na base da tubagem de gás; não são
necessários mais colectores. Comprimento vertical máximo: 16 metros.
2%
UNIDADE EXTERIOR
UNIDADE INTERIOR
L
2
A, B, C: Posições da unidade
L: Comprimento total
1 = Tubagem de gás
2 = Tubagem de líquido
C
1
2%
NOTA : As unidades são fornecidas com
ligações soldadas por brasagem. Como opcional, estão disponíveis válvulas de assistência
para as tubagens de líquido e de gás.
- AS TUBAGENS DE GÁS TÊM DE SER SEMPRE ISOLADAS.
- AS TUBAGENS HORIZONTAIS TÊM DE TER UMA INCLINAÇÃO MÍNIMA DE 2% NA DIRECÇÃO DA UNIDADE
EXTERIOR.
- A VELOCIDADE MÁXIMA NAS TUBAGENS NÃO DEVE SER SUPERIOR A 15 m/s.
19
2.- INSTALAÇÃO
2.7 - LIGAÇÕES DE FLUIDO FRIGORIGENEO
Nas unidades com 2 circuitos, certifique-se de que liga os circuitos C1 e C2 da unidade interior aos circuitos C1 e C2
correspondentes, na unidade exterior.
- OS MODELOS 112D/D2 e 128D/D2 USAM LIGAÇÕES DE TUBOS DE TAMANHOS DIFERENTES: TAMANHO
GRANDE PARA O CIRCUITO 1 E TAMANHO PEQUENO PARA O CIRCUITO 2.
TABELA 1: SELECÇÃO DE TUBOS DE FLUIDO FRIGORIGENEO
TUBOS DE FLUIDO FRIGORIGENEO
Comprimento
total do tubo.
(Comprimento dos tubos
0 a 30 m. Ø Líquido
(Ligação
standard da Ø Gás
unidade)
frigorigeneo
Ø Líquido
entre a unidade interior 30 to 65 m.
exterior.)
Ø Gás
26E
32E
38E
43E
1/2”
5/8”
5/8”
5/8”
5/8”
52D-D2 64D-D2 76D-D2 86D-D2 112D-D2 128D-D2 152D
5/8”
5/8”
5/8”
5/8”
3/4”
3/4”
3/4”
C2
n/a
n/a
n/a
n/a
n/a
5/8”
5/8”
5/8”
5/8”
5/8”
5/8”
3/4”
C1
7/8”
1 1/8”
1 1/8”
1 3/8”
1 3/8”
1 1/8”
1 1/8”
1 3/8”
1 3/8”
1 5/8”
1 5/8”
1 5/8”
C2
n/a
n/a
n/a
n/a
n/a
1 1/8”
1 1/8”
1 3/8”
1 3/8”
1 3/8”
1 3/8”
1 5/8”
N.º máx. de curvas
de fluido
e a unidade
C1
UNIDADE - MODELO
22E
C1
6
12
8
18
12
12
8
18
12
12
12
12
5/8”
5/8”
5/8”
3/4”
3/4”
5/8”
5/8”
3/4”
3/4”
7/8”
7/8”
7/8”
C2
n/a
n/a
n/a
n/a
n/a
5/8”
5/8”
3/4”
3/4”
3/4”
3/4”
7/8”
C1
1 1/8”
1 1/8”
1 3/8”
1 3/8”
1 5/8”
1 1/8”
1 3/8”
1 3/8”
1 5/8”
1 5/8”
1 5/8”
1 5/8”
C2
n/a
n/a
n/a
n/a
n/a
1 1/8”
1 3/8”
1 3/8”
1 5/8”
1 5/8”
1 5/8”
1 5/8”
12
18
18
18
18
18
18
18
18
12
12
12
N.º máx. de curvas
n/d: não disponível
Nos tubos com comprimento entre 40 e 65 metros, é mandatário seleccionar o
opcional de conexão remota.
As unidades são pré-carregadas de fábrica com azoto (N2).
O instalador deve remover o azoto e encher as unidades com o fluido frigorigeneo R-410A indicado nas tabelas
que se seguem e com a carga por metro de tubo indicada na TABELA 2.
A unidade é fornecida de série com ligações soldadas por brasagem. A pré-carga de fluido frigorigeneo de fábrica está
disponível como opcional. Se for esse o caso, a TABELA 2 é a única a ter em conta (esta opção inclui válvulas de
corte).
TABELA 2: PESO DE FLUIDO FRIGORIGENEO R-410A POR METRO DE TUBO
Líquido
1/2”
5/8”
5/8”
3/4”
3/4”
7/8”
Gás
7/8”
1-1/8”
1-3/8”
1-3/8”
1-5/8”
1-5/8”
20
g/m
108
177
182
265
271
374
2.- INSTALAÇÃO
2.7 - LIGAÇÕES DE FLUIDO FRIGORIGENEO
TABELA 3.1: CARGA DE FLUIDO FRIGORIGENEO
C1
C2
22E
4655
------
C1
C2
22E
4900
------
Carga de fluido frigorigeneo R-410A (g) por 0 metros de tubo KNCM + LECM (apenas arrefecimento)
26E
5315
------
32E
5700
------
38E
7950
------
43E
9745
------
52D
6250
6250
64D
5775
5775
76D
7870
7870
86D
9800
9800
112D
12130
10450
128D
15585
10045
Carga de fluido frigorigeneo R-410A (g) por 0 metros de tubo KNHM + LEHM (bomba de calor)
26E
5900
------
32E
6330
------
38E
8835
------
43E
10830
------
52D
6940
6940
64D
6420
6420
76D
8740
8740
86D
10900
10900
112D
13480
11600
128D
17315
11160
152D
15500
15400
152D
17230
17100
TABELA 3.2: CARGA DE FLUIDO FRIGORIGENEO PARA SISTEMA MULTI-SPLIT
Carga de fluido frigorigeneo R-410A (g) por 0 metros de tubo KNCM + 2xLECM (só arrefecimento)
C1
C2
52D2
6250
6250
C1
C2
52D2
6940
6940
64D2
5775
5775
76D2
7870
7870
86D2
9800
9800
112D2
12130
10450
Carga de fluido frigorigeneo R-410A (g) por 0 metros de tubo KNHM + 2xLEHM (bomba de calor)
64D2
6420
6420
76D2
8740
8740
86D2
10900
10900
112D2
13480
11600
128D2
15585
10045
128D2
17315
11160
C1: Circuito 1. C2: Circuito 2.
- OS MODELOS 112D/D2 E 128D/D2 USAM LIGAÇÕES DE TUBOS DE TAMANHOS DIFERENTES: TAMANHO
GRANDE PARA O CIRCUITO 1 E TAMANHO PEQUENO PARA O CIRCUITO 2.
CARGA DE FLUIDO FRIGORIGENEO PARA O CONJUNTO:
EXEMPLO:
Para montar um conjunto KNHM 32E + LEHM 32E, com um tubo de fluido frigorigeneo com 22 m de comprimento
entre a unidade exterior e a unidade interior, a carga de fluido frigorigeneo e tem de ser calculada da seguinte forma:
1. A TABELA 1 (p. 20) indica que para um tubo com 22 m de comprimento entre a unidade exterior e a unidade interior,
os tamanhos dos tubos são: líquido 5/8” e gás 1 1/8”.
2. A TABELA 2 (p. 20) indica que para tamanhos de tubos de 5/8”-1 1/8”, a carga por metro de tubo é de: 177 g/m x 22
m = 3894 g.
3. A TABELA 3.1 indica que a carga de fluido frigorigeneo para um conjunto com um tubo com 0 m de comprimento é
de: 6330 g.
4. Para determinar a carga do conjunto:
Adicione a carga dos tubo de fluido frigorigeneo + a carga da unidade interior e da unidade exterior.
Carga total para o conjunto: 3894 + 6330 = 10224 g
Nota: Se a unidade exterior incluir pré-carga de fluido frigorigeneo de fábrica, só deve ser tido em consideração o
peso de fluido frigorigeneo por metro de tubo indicado na TABELA 2.
21
2.- INSTALAÇÃO
2.8.- LIGAÇÕES ELÉCTRICAS
- ANTES DE REALIZAR QUALQUER LIGAÇÃO ELÉCTRICA, CERTIFIQUE-SE DE QUE TODOS OS DISJUNTORES ESTÃO ABERTOS
- PARA EFECTUAR AS LIGAÇÕES ELÉCTRICAS, SIGA O DIAGRAMA DE LIGAÇÕES ELÉCTRICAS FORNECIDO COM A UNIDADE
UNIDADES SEM “FREE-COOLING”
MODELOS D2
MODELOS C50
MODELOS STANDARD
MÓDULO
3
6
MÓDULO
INTERIOR
5
6
2
2
2
1
MÓDULO
EXTERIOR
3
6
MÓDULO
EXTERIOR
EXTERIOR
Quadro
eléctrico
4
4
Quadro
eléctrico
3
6
2
1
MÓDULO
1
1
2
3
MÓDULO
INTERIOR
INTERIOR
Quadro
eléctrico
4
4
Alimentação eléctrica.
Ligação eléctrica do motor do ventilador de insuflação.
Sonda da bobina do evaporador. (apenas STD e D2).
4
5
6
Ligação de terminais (ver ligações eléctricas do controlador).
Sonda de descarga (apenas C50).
Ligação BE (opcional).
MODELOS: STANDARD + C50
Sem alimentação BE Com alimentação BE
1
1”
22E
5 x 4 mm2
5 x 10 mm2
26E
5 x 6 mm2
5 x 16 mm2
32E
5 x 6 mm2
5 x 16 mm2
38E
5 x 6 mm
5 x 16 mm
43E
5 x 10 mm2
5 x 16 mm2
52D
5 x 16 mm2
3 x 25 + 2 x 16 mm2
64D
5 x 16 mm
3 x 35 + 2 x 16 mm
76D
3 x 25 + 2 x 16 mm2
3 x 35 + 2 x 16 mm2
86D
3 x 25 + 2 x 16 mm
3 x 50 + 2 x 25 mm
112D
3 x 35 + 2 x 16 mm2
3 x 70 + 2 x 35 mm2
128D
3 x 35 + 2 x 16 mm2
3 x 70 + 2 x 35 mm2
152D
3 x 50 + 2 x 25 mm
3 x 70 + 2 x 35 mm
2
Alimentação FM
2
Sonda da bobina do
evaporador
3
Sonda de descarga
Alimentação BE (mm2)
C50
6
5
1 ESTÁGIO
2 ESTÁGIOS
2 x 1 mm2 blindados
4 x 4 + 3 x 1.5 mm2
2
2
4 x 1.5 mm2
2
2
4 x 6 + 4 x 1.5 mm2
2 x 1 mm2 blindados
2
4 x 6 + 3 x 1.5 mm2
4 x 10 + 4 x 1.5 mm2
4 x 16 + 3 x 1.5 mm2
40kw: 2x(4x6mm2)
+4x1.5mm2
60kw: 2x(4x10mm2)
+ 4x1.5mm2
4 x 1 mm2 blindados
2
4 x 2.5 mm2
2
MODELO: D2
Sem alimentação BE Com alimentação BE
Alimentação FM
1
1”
2
52D2
5 x 16 mm2
3 x 35 + 2 x 16 mm2
2 x (4 x 1.5) mm2
64D2
5 x 16 mm2
3 x 35 + 2 x 16 mm2
2 x (4 x 1.5) mm2
76D2
3 x 25 + 2 x 16 mm
2
3 x 50 + 2 x 25 mm
2 x (4 x 1.5) mm2
86D2
3 x 25 + 2 x 16 mm2
3 x 50 + 2 x 25 mm2
2 x (4 x 2.5) mm2
112D2
3 x 35 + 2 x 16 mm
2
3 x 70 + 2 x 35 mm
2 x (4 x 2.5) mm2
128D2
3 x 35 + 2 x 16 mm2
3 x 70 + 2 x 35 mm2
2 x (4 x 2.5) mm2
2
2
Sonda da bobina do
evaporador
3
2 x 1 mm2 blindados
Sonda de descarga
5
Alimentação BE (mm2)
6
1 ESTÁGIO
2 ESTÁGIOS
2 x (4 x 4 + 3 x 1.5)
mm2
(4 x 10 + 4 x 1.5) +
(4 x 6 + 3 x 1.5) +
(4 x 4 + 3 x 1.5) mm2 (4 x 4 + 4 x 1.5) mm2
Nota: Nas unidades com dois circuitos, a sonda da bobina do evaporador IS1, tem de ser ligada ao circuito C1 e a sonda da bobina do evaporador IS2 ao circuito C2,
caso contrário a protecção não funcionará correctamente.
22
2.- INSTALAÇÃO
2.8.- LIGAÇÕES ELÉCTRICAS
UNIDADES COM “FREE-COOLING”
MODELO STANDARD
Secção de
retorno (OPC)
MODELO C50
Secção de
mistura (OPC)
Módulo
interior
Secção de
retorno (OPC)
IS
RS
RS
8
7
2
2
6
6
1
1
Quadro
eléctrico
AS
OS
4
AS
HR/T
MÓDULO
PT1
PT2
Quadro
eléctrico
AS
EXTERIOR
Secção de
Secção de
retorno (OPC) mistura (OPC)
MODELO D2
Módulo
interior
PT1
PT2
4
Secção de
retorno (OPC)
IS
RS
7
8
3
2
6
7
8
AS
MÓDULO
PT1
PT2
4
5 Sonda de descarga (apenas C50).
6 Ligação BE (opcional).
EXTERIOR
Opcional
4
7
Cablagem montada pelo
8
instalador
ELEMENTOS DE LIGAÇÃO DE CONTROLO:
STANDARD
DS (Sonda de descarga).
C50
D2
N.º DE CABOS DE SECÇÃO X
2 x 1 mm2 (blindados)
STANDARD
OS (Sonda exterior).
OPCIONAL
STANDARD
OPCIONAL
2 x 1 mm2 (blindados)
AS (Sonda remota de ambiente).
RS (Sonda de conduta). Substitui o AS.
OPCIONAL
STANDARD
OPCIONAL
2 x 1 mm2 (blindados)
OPCIONAL
OPCIONAL
OPCIONAL
2 x 1 mm2 (blindados)
IS (Sonda tubería líquido-gas).
STANDARD
STANDARD
2 x 1 mm2 (blindados)
MS (Sonda de conduta para “free-cooling” termostático e entálpico).
OPCIONAL
2 x 1 mm2 (blindados)
RS HR/T (Sonda remota de conduta) para “free-cooling” entálpico.
OPCIONAL
5 x 1 mm2 (blindados)
CO2 (CO2 Sonda de qualidade do ar)
OPCIONAL
3 x 1 mm2 (blindados)
DPT (Transdutor de pressão diferencial).
OPCIONAL
3 x 1 mm2 (blindados)
OS HR/T (Sonda exterior) para free-cooling entálpico.
OPCIONAL
5 x 1 mm2 (blindados)
AS HR/T Sonda remota de ambiente) para “free-cooling” entálpico.
OPCIONAL
5 x 1 mm2 (blindados)
CONEXÃO DO RETORNO DO VENTILADOR E DO VENTILADOR DA EXTRAÇÃO
22E
26 to 43E
3x 1,5 mm²
52D/D2
2
OS
(ver ligação eléctrica do controlador).
MODELOS
3
1
OS
COMPONENTES
Módulo
interior
IS
AS
4 Ligação de terminais
Secção de
mistura (OPC)
OS
HR/T
MÓDULO
Quadro
eléctrico
3 Sonda da bobina do evaporador (apenas STD e D2).
MÓDULO
EXTERIOR
INTERIOR
1 Alimentação eléctrica.
2 Ligação eléctrica do motor do ventilador de insuflação.
OS
RS
MÓDULO
INTERIOR
Ventilador do extração
Ventilador do retorno
DPT
INTERIOR
CO2
8
7
DS
5
MÓDULO
MS
3
SECÇÃO
Módulo
interior
RS
HR/T
INTERIOR
Secção de
mistura (OPC)
64D/D2 a 86D/D2
4 x 1,5 mm²
112D/D2-128D/D2-152D
4 x 1,5 mm²
4 x 2,5 mm²
LIMITES DE FUNCIONAMENTO, TENSÃO: 342-462 V
23
CONEXÃO FREE-COOLING
MODELOS
STD ó D2
C50
5 x 1,5 mm²
7 x 1,5 mm²
6
2.- INSTALAÇÃO
2.8.- LIGAÇÕES ELÉCTRICAS
TERMÓSTATO DC 40, LIGAÇÃO ELÉCTRICA
GND TX+ TX- GO
PAINEL DE
GND
TX+
TX-
90
CONTROLO
91
92
93
G
94
QUADRO
GO
G
ELÉCTRICO
DA UNIDADE
DC 40
2 pares entrelaçados AWG 22. 100 m máximo.
1 par entrelaçado blindado AWG20 + 2 x 1,5 mm2.. 200m máximo.
IMPORTANTE
O CABO DE LIGAÇÃO BLINDADO ENTRE O PAINEL DE CONTROLO E A UNIDADE TEM DE ESTAR SEPARADO DE QUALQUER OUTRO
TIPO DE CABLAGEM ELÉCTRICA. LIGUE-O AO QUADRO ELÉCTRICO SITUADO NA UNIDADE EXTERIOR.
NOTAS:
- Para fixar e ligar o painel de controlo, consultar o respectivo Manual fornecido com a unidade.
- A ligação entre o DC40 e a unidade tem de ser feita com cabos de pares entrelaçados blindados (onde os ecrãs são
ligados ao painel de controlo e ao quadro eléctrico da unidade).
- A polaridade T+ e T- tem de corresponder exactamente ao diagrama de ligações eléctricas fornecido com a unidade.
LIGAÇÃO DO CONTROLADOR DC50 COMFORT E DS50 SERVICE (CONTROLO CLIMATIC 50)
BM50
DC50/
DM50
J10
(1)
6 5 4 3 2 1 0
A
C
123 123
DT50
Componente opcional
Max.50m
Ligação eléctrica a executar pelo instalador
Cabo c, secção (mm2).
NOTA : no módulo de expansão BE50, é necessário ligar “jumpers” entre 1 e 2 para disponibilizar
alimentação a todos os conectores.
2 pares entrançados.
(1)
DC/
DM
DT50
+
GND
VL
DS50
B
T+
TGN
V+
6 5 4 3 2 1 0
AWG 22 0.34 mm2.
300 m máximo.
Cabo c, secção (mm2).
2 pares entrançados.
LiYCY-P 0,34 mm2.
500 m máximo.
24
2.- INSTALAÇÃO
2.8.- LIGAÇÕES ELÉCTRICAS
LIGAÇÃO ELÉCTRICA DE “SINAIS REMOTOS”
Em toda a gama, o quadro eléctrico proporciona as seguintes funções:
- ON/OFF remoto.
- Um sinal de alarme.
- Comutação remota Inverno/Verão.(unidades standard e D2).
MODELO D2
MODELO STANDARD
GND
TX+
TX-
Ligação de terminais
GO
G
GND
TX+
TX-
DC40
90 91 92 93 94
Ligação de terminais
GO
G
DC 40
DC 40
90 91 92 93 94
QUADRO ELÉCTRICO
DA UNIDADE
GO
G
190 191 192 193 194
QUADRO ELÉCTRICO DA UNIDADE
95 96 97 98 99 100
95 96 97 98 99 100
*
*
ON/ ArrefeOFF cimento
Calor
GND
TX+
TX-
*
ArrefeON/
cimento
OFF
Calor
Alarme
195 196 197 198 199 200
Alarme
ON/
OFF
Arrefecimento
Calor
Alarme
* Remova a ligação para a operação ON/OFF remota.
MODELO C50
TCB
FUSÍVEIS
BM 50
BX50
BX50
Chaves de programação
DT50
BE50
95 96 97 98 99 100
125126
*
on/
off
Reset Alarme
geral
Detector
de fumo
®
Entrada digital
DC50
25
Saída digital
Entrada analógica
G
Y1
Y2
O
W1
W2
RESET
2.- INSTALAÇÃO
2.9.- INSTALAÇÃO DE OPCIONAIS
CAPACIDADES DE COMUNICAÇÃO
MODELOS STANDARD E D2
1. Ligação BMS MODBUS_RS485.
O controlador Climatic 40 oferece a possibilidade de comunicação com sistemas de monitorização e gestão de energia (BMS)
através do protocolo MODBUS. Esta opcional inclui uma sonda remota e elimina o terminal-termóstato DC40.
MODELO C50
1. Ligação BMS MODBUS_RS485.
2. Ligação BMS LONWORKS_Echelon.
3. Ligação BMS BACnet.
BM50
BM50
BM50
PLACA SÉRIE
PLACA SÉRIE
PLACA SÉRIE
CH1
RS485 MODBUS LON
WORKS FTT 10A
BACNET
BM50
PLACA SÉRIE
CH3
CH2
CH4
RS485 MODBUS LON
WORKS FTT 10A
BACNET
Secção do cabo (mm2) dois
fios S12E de mín. 0,2 a máx.
2,5 mm2 AWG 20/22 1000m
máx.
PLACA SÉRIE
RS485
RS232
BM50
230V
BMS
Ligar um terminal 120 Ω
1/4 W, apenas MODBUS.
É possível uma ligação master-slave com as unidades modelo C50:
PLACA BM50
SÉRIE
J11
J10
PLACA BM50
SÉRIE
RT1
J11
PLACA BM50
SÉRIE
RT2
J10
J11
J10
PLACA BM50
SÉRIE
RT3
J11
J10
RT12
Secção do cabo (mm2) 3
pares blindados AWG24
500m máx.
LAN
LAN
Secção do cabo (mm2) 3
pares blindados AWG24
500m máx.
A
Secção do cabo (mm2) 3
pares blindados AWG24
500m máx.
DT50
C
A
B
DC50
DS50
A
C
DT50
DS50
C
DT50
A
B
B
DC50
Secção do cabo (mm2) 3
pares blindados AWG24
500m máx.
Secção do cabo (mm2) 3
pares blindados AWG24
500m máx.
DC50
26
DS50
C
DT50
B
DC50
DS50
3.- COLOCAÇÃO EM FUNCIONAMENTO E FUNCIONAMENTO
3.1.- VERIFICAÇÕES PRELIMINARES ANTES DO ARRANQUE
- Verifique se a alimentação corresponde à indicada na Chapa de Características, em conformidade com o diagrama
de ligações eléctricas para a unidade, e se os tamanhos dos cabos são os correctos.
- Verifique se as ligações eléctricas estão bem fixas nos terminais e na massa.
- Verifique as ligações do painel de controlo.
(Se a ligação estiver incorrecta, a unidade não funcionará e o visor do painel de controlo não ligará).
- Verifique com a mão se os ventiladores estão a rodar livremente.
FIGURA PARA A CONFIGURAÇÃO DA UNIDADE STANDARD DOS MODELOS: 52D-64D-76D-86D
••
•
••
mode
on
set
of f
PAINEL DE CONTROLO
VERIFICAR O NÍVEL DO ÓLEO DO COMPRESSOR
- Parte do óleo do compressor é bombeado para o sistema quando o compressor arranca; por isso nos sistemas Split,
parte do óleo pode ser colocado no sistema: tubagens, colectores, evaporador, etc.
- A quantidade de óleo no sistema depende da carga de fluido frigorigeneo. O compressor não pode funcionar com
fluido frigorigeneo incorrecto ou em excesso.
- Consoante o comprimento da tubagem, poderá ser necessário adicionar óleo no sistema.
- Ver abaixo um exemplo de cálculo da quantidade do óleo a adicional ao sistema.
EXEMPLO:
KNHM 32E + LEHM 32E com 65 m. (opcional).
- Carga de fluido frigorigeneo = 6,33 kg. (TABELA 3.1, p. 21).
- Carga de fluido frigorigeneo a adicionar com 65 m = 182 g/m x 65 = 11,83 kg. (TABELA 2, p. 20).
- Carga de fluido frigorigeneo total = = 6,33 + 11,83 = 18,16 kg.
- Carga de óleo do compressor (l) = 3,25.
- Carga de óleo do compressor (kg) = 2,925 (densidade = 0,9).
- Quantidade permitida no sistema (kg) = 0,03 (= 2,925 x 0,01).
- Carga de fluido frigorigeneo permitida (kg) = 6 (= 0,03/ 0,005).
- Carga de fluido frigorigeneo em excesso = 18,16 + 6 = 12.16
60,8 g (= 12,16 x 5 g) quantidade de óleo a adicionar ao sistema.
54,7 l de óleo a adicionar ao sistema.
No caso de ter de adicionar óleo, lembre-se que o tipo de óleo correcto é o sintético POE.
O óleo da carga original, incluindo o compressor, é do tipo ICI Emkarate RL32-3MAF. Este tipo de óleo tem também
de ser usado ao substituir o óleo por completo.
Para atestar, pode usar-se óleo RL32-3MAF ou Mobil EAC Artic 22C.
27
3.- COLOCAÇÃO EM FUNCIONAMENTO E FUNCIONAMENTO
3.2.- VERIFICAÇÕES PRELIMINARES AQUANDO DO ARRANQUE
Para ligar a unidade, siga as instruções fornecidas no Manual do Utilizador para o controlo fornecido com a unidade (necessitando de funcionamento em qualquer dos modos, arrefecimento, aquecimento ou automático).
Após um tempo de espera, a unidade arrancará.
Com a unidade em funcionamento, verifique se os ventiladores estão a rodar livremente e na direcção correcta.
VERIFICAR SE O COMPRESSOR ESTÁ A RODAR NA DIRECÇÃO CORRECTA.
- Se possuir o sequenciador de fases opcional, use-o para verificar a direcção correcta da rotação.
- Se não possuir sequenciador de fases, verifique a direcção correcta da rotação. A pressão de aspiração diminui e a
pressão de descarga aumenta quando o compressor arranca.
- Se a ligação estiver errada, a rotação será invertida causando um elevado nível de ruído e uma redução na quantidade
de corrente consumida. Se tal acontecer, o sistema de protecção interno do compressor funcionará, fazendo com que
a unidade desligue. A solução consiste em desligar, inverter duas das fases e ligar novamente.
Os compressores das unidades incluem protecção ASTP. Para mais informações, consulte “Diagnóstico de avarias”.
COM A UNIDADE EM FUNCIONAMENTO, VERIFICAR:
- Baixa pressão e alta pressão.
- Use a temperatura de evaporação e do líquido para calcular o sobreaquecimento e o subarrefecimento.
- Ajuste a carga de fluido frigorigeneo e/ou a válvula de expansão conforme os valores anteriores.
NÍVEL DO ÓLEO DO COMPRESSOR
O nível do óleo tem de ser sempre verificado. Quando o compressor está em descanso, o nível deve situar-se entre
1/4 e 3/4 no visor, ao passo que durante o funcionamento o nível deve situar-se entre 3/4 e cheio.
No caso de ter de adicionar óleo, lembre-se que o tipo de óleo correcto é o sintético POE.
O óleo da carga original, no compressor, é do tipo ICI Emkarate RL32-3MAF. Este tipo de óleo tem também de ser
usado ao substituir o óleo por completo.
Para atestar, pode usar-se óleo RL32-3MAF ou Mobil EAC Artic 22C.
O controlo das pressões, o esvaziamento, o enchimento do conjunto pressurizado serão realizados a partir das uniões previstas para este efeito e com a
aparelhagem adequada.
Para evitar os riscos de explosão de projecções de gás refrigerante e de óleo,
deve assegurar-se, antes de qual-quer desmontagem ou dessoldagem de
Este aparelho deve ser instalado consoante as regras em vigor, e só deve ser
elementos frigorífi-cos, que o circuito abrangido está vazio e que a sua
utilizado num espaço bem ventilado. Consultar os manuais antes da instalação e
pressão é nula.
da utilização deste aparéelo
Depois do esvaziamento do circuito subsiste um risco de subida da pressão,
Qualquer intervenção no aparelho deve ser confiada a um pessoal
qualificado e autorizado.
por desgasificação do óleo ou aqueci-mento dos permutadores. A pressão
A falta de cumprimento das instruções a seguir indicadas pode ocasionar ferimen-
esvaziamento do lado baixa pressão.
tos ou acidentes graves.
As brasagens serão executadas por um soldador qualifica-do. A brasagem
Intervenções no aparelho:
utilizada deverá ser de acordo com a seção IX do código ASME depois dos
O aparelho deve ser isolado da rede eléctrica por seccio-namento no interruptor
procedimentos específicos.
geral e interdição deste.
Antes do arranque
Os intervenientes devem usar equipamentos de protecção individual apropriados
– testar o circuito na pressão maxima de funcionamento
(capacete, luvas, óculos etc.).
(ver chapa de caracteristicas)
Circuito eléctrico:
– Verificar o funcionamento do pressostato de alta
As intervenções nos componentes eléctricos devem ser efectuadas
– Verificar a tubagem e os componentes do circuito refrige-rante.
nula será mantida por colocação em contacto com o ar livre da união de
com o aparelho desligado (ver acima) por um pessoal que possua as habilitações
Substituição de componentes:
eléctricas válidas.
A fim de manter a conformidade com a marcação CE dos aparelhos, a substi-
As conexões podem ficar desapertadas durante o transpor-te.
tuição dos componentes deve ser
Controlar os apertos antes de pôr a unidade em serviço.
efectuada por peças de origem ou por elementos homolo-gados por Lennox.
Compressores com sentido de rotação a respeitar. Verifi-car o sentido correcto
Somente o refrigerante indicado na placa de identificação deverá ser utilizado,
da rotação do ventilador antes de fechar os disjuntores compressores. No caso
com exclusão de qualquer
de sentido incorrecto, inverter as fases imperativamente na cabeça do interruptor
outro produto (mistura de refrigerantes, hidrocarbonatos..) .
principal.
ATENÇÃO:
Intervenções no(s) circuito(s) frigorífico(s):
Em caso de incêndio, os circuitos
Além de 12h de corte de corrente, é necessário efectuar uma colocação em ten-
frigoríficos podem provocar uma
são das resistências de cárter (compressor) durante 5 horas antes de qualquer
explosão e projectar gás refrigerante
colocação em serviço. O não cumprimento desta recomendação pode provocar a
e óleo.
deterioração dos compressores.
28
4.- MANUTENÇÃO
4.1.- MANUTENÇÃO PREVENTIVA
A MANUTENÇÃO PREVENTIVA EVITA REPARAÇÕES DISPENDIOSAS. TAL REQUER INSPECÇÕES PERIÓDICAS:
- ESTADO GERAL DA ENVOLVENTE:
Móvel, pintura, danos devido a batidas, pontos de ferrugem, nivelamento e base de apoio, estado dos apoios anti-vibração, caso existam, painéis
aparafusados, etc.
- LIGAÇÕES ELÉCTRICAS:
Estado dos tubos flexíveis, aperto dos parafusos, ligação à massa, consumo de corrente do compressor e dos ventiladores e verificar se a unidade
está a receber a tensão correcta.
- CIRCUITO DE ARREFECIMENTO:
Verifique se os valores da pressão estão correctos e se não existem fugas. Verifique se não existem danos no isolamento dos tubos, se as baterias
estão em bom estado e se não estão obstruídas por pedaços de papel ou de plástico trazidos pelo caudal de ar, etc.
- COMPRESSOR:
Se existir visor, verifique o nível do óleo.
Inspeccione o estado dos apoios do sinobloco.
- VENTILADORES:
Verifique se os ventiladores rodam livremente e no sentido correcto, sem ruídos excessivos.
- CONTROLO:
Verifique os valores de referência e o funcionamento normal.
4.2.- MANUTENÇÃO CORRECTIVA
IMPORTANTE
AO REALIZAR QUALQUER TIPO DE TRABALHO NA UNIDADE, ASSEGURE-SE QUE ELA ESTÁ TOTALMENTE DESLIGADA DA ALIMENTAÇÃO.
Se for necessário substituir qualquer componente no circuito de arrefecimento, siga as recomendações seguintes:
- Use sempre peças de substituição de origem.
- Se o componente puder ser isolado, não é necessário retirar toda a carga de fluido frigorigeneo; se não for possível isolar o componente e
a carga de fluido frigorigeneo for retirada, a sua remoção deve ser efectuada através da válvulas Schrader situadas no módulo exterior. Crie um
pequeno vácuo como medida de segurança.
- A legislação proíbe a libertação de fluido frigorigeneo para a atmosfera.
- Se for necessário fazer cortes na tubagem, use corta-tubos. Não use serras ou quaisquer outras ferramentas que produzam limalhas.
- Todas as operações de brasagem têm de ser realizadas em atmosfera de azoto, para evitar a formação de corrosão.
- Use liga de prata como material de brasagem.
- Tenha um cuidado especial para apontar a chama do maçarico na direcção oposta à do componente a ser soldado e cubra-o com um pano
Direcção da chama
molhado, para evitar que aqueça demasiado.
Pano molhado
Material de brasagem, liga de prata
Azoto
Componente a soldar por brasagem
- Preste especial atenção se for necessário substituir válvulas de 4 vias ou válvulas de corte pois estas possuem componentes internos muito sensíveis ao calor,
tais como plástico, teflon, etc.
- Se for necessário substituir um compressor, desligue-o da corrente e desbrase os tubos de aspiração e de descarga. Retire os parafusos e
substitua o compressor velho por outro novo. Verifique se o compressor novo tem a carga de óleo correcta, aparafuse-o na base e ligue os tubos e
as ligações eléctricas.
- Aplique vácuo acima e abaixo através das válvulas Schrader da unidade exterior até atingir -750 mm Hg.
Depois de atingir este nível de vácuo, mantenha a bomba a funcionar durante, pelo menos, uma hora.
NÃO USE O COMPRESSOR COMO BOMBA DE VÁCUO.
- Encha a unidade com refrigerante, conforme os dados na Chapa de Identificação e verifique se não existem fugas.
PRECAUÇÕES A TOMAR AO UTILIZAR FLUIDO FRIGORIGENEO R-410A:
Caso use fluido frigorigeneo R-410A na unidade, devem tomar-se as seguintes precauções, características para este gás:
- A bomba de vácuo tem de estar equipada com uma válvula de corte ou uma válvula solenóide.
- Devem usar-se tubos flexíveis e manómetros para uso exclusivo com fluido frigorigeneo R-410A.
- O enchimento deve ser levado a cabo na fase líquida.
- Use sempre uma balança para pesar a carga.
- Use o Detector de Fugas exclusivo para fluido frigorigeneo R-410A.
- Não use óleo mineral, apenas óleo sintético para mandrilar, expandir ou realizar ligações.
- Mantenha os tubos tapados antes de os usar e seja meticuloso quanto à possibilidade de existência de sujidade (poeira, limalhas, etc.).
- Caso exista uma fuga, recolha o resto da carga, crie um vácuo na unidade e volte a encher completamente com fluido frigorigeneo R-410A novo.
- A brasagem deve ser sempre levada a cabo em atmosfera de azoto.
- Os mandris devem estar sempre bem afiados.
29
4.- MANUTENÇÃO
4.3.- DIAGNÓSTICO DE AVARIAS
Em caso de avaria ou anomalia da unidade, o visor no painel de controlo indicará um aviso de erro ou de alarme que
é explicado no manual do painel de controlo. Contudo, sempre que existe uma avaria na unidade, esta deve ser desligada e os nossos técnicos consultados.
FALHA
A UNIDADE NÃO ARRANCA
CAUSAS POSSÍVEIS
SOLUÇÕES POSSÍVEIS
Avaria na alimentação ou tensão insuficiente.
Ligar a alimentação ou verificar a tensão.
Os disjuntores abriram.
Reposição.
Anomalia no cabo de alimentação ou no cabo do
painel de controlo.
Anomalia no pressóstado de alta pressão.
Verificar e corrigir.
Verificar o pressóstado de corte ou substituir o
pressóstado, se necessário.
Verificar a tensão, inspeccionar o motor e a
Ventilador do condensador não está a funcionar.
turbina ou substituir, se necessário.
A UNIDADE PÁRA DEVIDO A ALTA
O ventilador do condensador roda na direcção
Inverter as fases de alimentação.
PRESSÃO DURANTE O CICLO DE errada.
ARREFECIMENTO
A bateria do condensador está colmatada obstruindo Inspeccionar e limpar.
o caudal de ar.
Remova a carga e encha a unidade com fluido frigorigeneo, conforme os dados na Chapa de Características.
A UNIDADE PÁRA DEVIDO A ALTA PRESSÃO Causas e soluções iguais às indicadas para o ciclo de arrefecimento relativamente às baterias e
DURANTE O CICLO DE AQUECIMENTO
ventilador de insuflação.
Carga de fluido frigorigeneo excessiva.
Anomalia no pressóstado de baixa pressão.
Ventilador de insuflação não está a funcionar.
Verificar a pressão de corte com um manómetro
e substituir o pressóstado, se necessário.
Verificar a tensão, inspeccionar o motor e a
turbina e substituir, se necessário.
A UNIDADE PÁRA DEVIDO A BAIXA O ventilador do evaporador roda na direcção errada. Inverter as fases de alimentação.
PRESSÃO
Falta de fluido frigorigeneo. Fuga.
Reparar a fuga, criar vácuo e encher.
Filtro de ar colmatado.
Inspeccionar e limpar.
Circuito de arrefecimento entupido.
Filtro secador colmatado.
Inspeccionar e reparar ou substituir o filtro
secador.
Inspeccionar se os valores da pressão de aspiração e de descarga estão correctos.
Verificar a tensão de entrada e a queda de
tensão.
Compressor em sobrecarga.
A UNIDADE ARRANCA E PÁRA EM
O compressor desliga devido ao Klixon.
CICLOS CURTOS
CARGA E RUÍDO ANORMAL NO
COMPRESSOR (SCROLL)
Falta de fluido frigorigeneo.
Reparar a fuga e substituir.
Fases de alimentação invertidas (compressor trifásico).
Verificar e inverter as fases de alimentação.
4.3.1.- DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA
Unit with specific compressor protection
La unidad incorpora compresor con protección específica
PROTECÇÃO ASTP DO COMPRESSOR:
Este dispositivo protege o compressor contra temperaturas de descarga
elevadas. Quando a temperatura atinge valores críticos, a protecção ASTP
separa os “Scrolls”. O compressor deixa de bombear mas o motor continua a
funcionar.
- Por vezes, quando o compressor pára e arranca, ouve-se um ruído metálico causado pelas espirais do compressor. Isso
é normal.
- Ligue manómetros de alta e de baixa pressão e verifique se as pressões de funcionamento estão normais.
- Meça o consumo eléctrico da unidade e verifique se está próximo do indicado na chapa de características.
- Verifique o consumo eléctrico do compressor e dos ventiladores comparando com o indicado nas folhas de dados físicos.
- No caso das unidades bomba de calor, altere o ciclo no painel de controlo verificando se a válvula de 4 vias faz a
alteração correctamente. Verifique as pressões no ciclo novo.
- Lembre-se que o pressóstato de baixa pressão é reiniciado automaticamente e que o pressóstato de alta
pressão é reiniciado manualmente.
- Lembre-se que o pressóstato de baixa pressão é reiniciado automaticamente; se for accionado 3 vezes
numa hora passa para reiniciação manual, através da unidade de controlo.
30
4.- MANUTENÇÃO
REGULAÇÃO COM O CLIMATIC 40
UNIDADES SÓ ARREFECIMENTO KNCM
22E to 43E
FUNC. B.TEMP.
UNIDADE
STD
ARREF. -15 ºC
Ciclo Corte Reset Ciclo Corte Reset
Frío 3,5
4,5
4,5
LP Arref. 3,5
HP Arref. 43
PT
34
Frío
43
n/a
34
52D to 86D
LP1
LP2
HP1
HP2
PT1
(*)
112D to 152D
FUNC. B.TEMP.
UNIDADE
STD
ARREF. -15 ºC
Ciclo Corte Reset Ciclo Corte Reset
Arref 3,5
Arref 3,5
4,5
4,5
Arref 3,5
Arref 3,5
4,5
4,5
34
34
Arref 43
Arref 43
34
34
Arref 43
Arref 43
n/a
PT2
FUNC. B.TEMP.
UNIDAD
STD/FP1/FP2
ARREF. -15 ºC
Ciclo Corte Reset Ciclo Corte Reset
Arref 3,5
4,5
4,5
LP1 Arref 3,5
Arref 3,5
4,5
4,5
LP2 Arref 3,5
34
34
HP1 Arref 43
Arref 43
34
34
HP2 Arref 43
Arref 43
28
HPR11 Arref 22
(*)
n/a
HPR12 Arref
37
30
PT1
HPR21 Arref
n/a
22
28
HPR22 Arref
37
30
PT2
(*)
FSC1 (6A)
FUNC. B.TEMP. ARREF.
-15 ºC (FP1/FP2)
Ciclo Corte
Reset
Arref
3,5
4,5
Arref
3,5
4,5
43
34
Arref
43
34
Arref
FSC1 (12A) (112÷152)
FSC1 (20A) (214)
(*)
FSC2 (6A)
n/a
(*)
FSC2 (12A) (112÷152)
FSC2 (20A) (214)
(*)
(*)
Valores das tabelas em kg/cm2.
UNIDADES BOMBA DE CALOR KNHM
22E to 43E
52D to 86D
UNIDADE STD
Ciclo
Corte
Reset
LP
Arrefecimento
HP Arref./Aquec.
PT
3,5
4,5
43
34
(*)
112D to 152D
UNIDADE STD
Ciclo
Corte
Reset
LP1
LP2
HP1
HP2
Arrefecimento
3,5
4,5
Arrefecimento
3,5
4,5
Arrefecimento
43
34
Arrefecimento
43
34
PT1
(*)
PT2
(*)
UNID. STD/FP1 / FP2
Ciclo
Corte
Reset
LP1 Arrefecimento
LP2 Arrefecimento
HP1 Arref./Aquec
HP2 Arref./Aquec
HPR12 Arrefecimento
PT1
HPR22 Arrefecimento
PT2
OT1 Aquecimento
3,5
4,5
3,5
4,5
43
34
43
34
37
30
(*)
37
30
(*)
6°C diferencal 2,3
Valores das tabelas em kg/cm2.
UNIDADES 22E-86D
UNIDADES 112D-152D
1.- REGULAÇÃO DA VELOCIDADE DO VENTILADOR
KNCM+KIT -15 ºC E KNHM 22E-86D
1.- REGULAÇÃO DA VELOCIDADE DO VENTILADOR (PT1/
PT2) KNHM STANDARD (com opcional FP1/FP2)
VELOCIDADE DE ROTAÇÃO DO
VENTILADOR
- Arranque do ventilador 28 bar.
- Corte 22 bar
ALTA
BAIXA
100%
OFF
0%
18
18.5
20
26
0%
18
19
28
40
28
30
37
2.- DESCONGELAÇÃO (PT1/PT2)
PRESSÃO DE
CONDENSAÇÃO
(bar)
40%
22
Início: Fim: 5,7 bar durante 60 segundos.
30 bar ou mais passados 8 minutos do início da descongelação.
3.- REGULAÇÃO DA VELOCIDADE DO VENTILADOR COM
CONTROLO PROPORCIONAL (FSC1/FSC2)(PT1/PT2)
TEMPERATURA DE
CONDENSAÇÃO (ºC)
VELOCIDADE DE ROTAÇÃO DO
VENTILADOR
2.- DESCONGELAÇÃO (PT/PT1/PT2)
-Início: 5,7 bar durante 60 segundos.
- Fim: 30 bar ou mais passados 8 minutos do início da descongelação.
100%
PRESSÃO DE
CONDENSAÇÃO
(bar)
40%
0%
31
18
20
28
4.- MANTENIMIENTO
REGULAÇÃO COM O CLIMATIC 50
UNIDADES SÓ ARREFECIMENTO KNCM
22E to 43E
FUNC. B.TEMP.
UNIDADE
STD
ARREF. -15 ºC
Ciclo Corte Reset Ciclo Corte Reset
2,7 Arref 1,7
2,7
LP Arref 1,7
HP Arref
43
Frío
34
43
34
52D to 86D
112D to 152D
FUNC. B.TEMP.
UNIDADE
STD
ARREF. -15 ºC
Ciclo Corte Reset Ciclo Corte Reset
Arref 1,7
Frío 1,7
2,7
2,7
Arref 1,7
Frío 1,7
2,7
2,7
Arref 43
Frío
34
43
34
Arref 43
Frío
34
43
34
LP1
LP2
HP1
HP2
LP1
LP2
HP1
HP2
FUNC. B.TEMP.
UNIDADE
STD
ARREF. -15 ºC
Ciclo Corte Reset Ciclo Corte Reset
Arref 1,7
2,7 Arref 1,7
2,7
Arref 1,7
2,7 Arref 1,7
2,7
Arref 43
Arref 43
34
34
Arref 43
Arref 43
34
34
FSC1 (6A)
PT
(*)
PT1
(*)
(*)
PT1
(*)
(*)
(*)
FSC2 (6A)
PT2
PT2
(*)
(*)
(*)
FUNC. B.TEMP. ARREF.
-15 ºC (FP1/FP2))
Ciclo Corte
Reset
Arref
1,7
2,7
Arref
1,7
2,7
Arref
43
34
Arref
43
34
FSC1 (12A) (112÷152)
FSC1 (20A) (214)
(*)
FSC2 (12A) (112÷152)
FSC2 (20A) (214)
(*)
(*)
Valores de las tablas en bar.
UNIDADES BOMBA DE CALOR KNHM
22E to 43E
LP
UNIDADE STD
Ciclo
Corte
Reset
Arrefecim.
1,7
2,7
HP Arref./Aquec
43
PT
(*)
34
52D to 86D
UNIDADE STD
Ciclo
Corte
Reset
1,7
2,7
LP1 Arrefecim.
1,7
2,7
LP2 Arrefecim.
43
34
HP1 Arrefecim.
43
34
HP2 Arrefecim.
PT1
PT2
(*)
(*)
112D to 152D
UNID. STD/FP1 / FP2
Ciclo
Corte
Reset
Arrefecim.
1,7
2,7
Arrefecim.
1,7
2,7
Arref./Aquec
43
34
Arref./Aquec
43
34
LP1
LP2
HP1
HP2
PT1
PT2
OT1 Aquecimento
(*)
(*)
6°C diferencal 2,3
Valores das tabelas em kg/cm2.
UNIDADES 22E-86D
UNIDADES 112D-152D
1.- REGULAÇÃO DA VELOCIDADE DO VENTILADOR KNCM/
KNHM 22E-86D
1.- REGULAÇÃO DA VELOCIDADE DO VENTILADOR
(PT1/PT2) KNHM STANDARD (com opcional FP1/FP2)
MODO DE ARREFECIMENTO
CICLO DE FRÍO
VELOCIDADE DE ROTAÇÃO
DO VENTILADOR
VELOCIDADE DE ROTAÇÃO
DO VENTILADOR
100%
ALTA
ON
BAJA
PRESSÃO DE CONDENSAÇÃO (bar)
OFF
OFF
19
25
A velocidade do ventilador está regulada de acordo com a
pressão da condensação se a temperatura está abaixo de 20ºC.
Se não a velocidade do ventilador é máxima..
MODO DE AQUECIMENTO
A velocidade do ventilador é máxima (com funcionamento do
compressor)
19
25
27
33
PRESSÃO DE CONDENSAÇÃO (bar)
CICLO DE CALOR
A velocidade do ventilador é máxima (com funcionamento
do compressor e temperatura ao ar livre abaixo de 6ºC). No
outro caso o ventilador trabalha na velocidade mínima.
2.- DESCONGELAÇÃO (PT/PT1/PT2)
- Início: Temperatura exterior <16ºC
- Fim: Após o começo do ventilador 3 vezes.
2.- DESCONGELAÇÃO (PT/PT1/PT2)
- Início: Temperatura exterior <16ºC
- Fim: Após o começo do ventilador 3 vezes.
32
33
34
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A instalação e a manutenção devem ser
executadas obrigatoriamente por um técnico ou
um serviço de manutenção qualificado.
ALEMANHA
www.lennoxdeutschland.com
ESPANHA
www.lennoxspain.com
GRÄ BRETANHA
www.lennoxuk.com
UCRÂNIA
www.lennoxrussia.com
HOLANDA
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OUTROS PAÍSES
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POLÓNIA
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MIL83P-0607 08-2008
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AIRCOOLAIR - KNCM/KNHM Manual de instalacão