aprese Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar III. PLANO DE AÇÕES JULHO de 2010 PlanMob_Udi aprese Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Índice III. Plano de Ações 5. Cenário Uberlândia com 1 Milhão de Habitantes...........5-2 5.1 Diretrizes Gerais da Mobilidade Urbana.................5-4 5.2 Diretrizes e Ações Correlatas.................................5-5 6. Sistema Viário Básico da Cidade e Prioridade para Transportes Coletivo e não Motorizados............................6-1 7. Ampliação dos Corredores de Transporte.....................7-1 8. Análise Econômica.........................................................8-1 9. Órgão Gestor e Indicadores...........................................9-1 10. Recomendações........................................................10-1 PlanMob_Udi Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Cenário Uberlândia com 1 Milhão de Habitantes PlanMob_Udi_5 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 5. CENÁRIO UBERLÂNDIA COM 1 MILHÃO DE HABITANTES JULHO de 2010 PlanMob_Udi 5-1 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Índice Cenário Uberlândia com 1 Milhão de Habitantes......................5-3 5.1 Diretrizes Gerais da Mobilidade Urbana............................5-4 5.2 Diretrizes e Ações Correlatas............................................5-5 PlanMob_Udi 5-2 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar CENÁRIO UBERLÂNDIA COM 1 MILHÃO DE HABITANTES expansão urbana, através do Sistema Integrado de Transporte SIT. Desta forma, o Plano Diretor de Mobilidade Urbana A mobilidade urbana é um atributo das cidades relativo ao potencializa-se como um indutor das políticas públicas que visam o deslocamento de pessoas e bens no espaço urbano, utilizando desenvolvimento sustentável do município como um todo. O Plano para isto, os veículos de transporte público ou privado, as vias e objetiva a ampliação da rede do Sistema Integrado de Transporte - toda a infra-estrutura urbana correlata, tratando todos estes SIT, através de novos terminais de integração e corredores elementos como um sistema integrado. Estes elementos devem, estruturais contemplando equipamentos de infra-estrutura para os necessariamente, estar em consonância com as políticas de uso e meios de transportes motorizados ou não. ocupação do solo, estabelecidos no Plano Diretor do Município. Desta forma, o Plano contemplará a criação de novos terminais de Coerente com estes conceitos, o Plano Diretor de Mobilidade integração juntamente com novos corredores estruturais de ônibus Urbana do Município propõe-se a estabelecer as diretrizes para e redes cicloviária. Esta última a ser utilizada tanto para o organização espacial das redes de transporte coletivo estruturais deslocamento para lazer e recreação como em rotas para o da cidade e seus sistemas complementares, motorizados ou não. trabalho, unindo áreas de atração e geração de demanda Para isso, o Plano objetiva a otimização da utilização da infra- significativa. estrutura urbana de circulação e integração do transporte motorizado com os não motorizados, especialmente vias de Compreendendo uma dinâmica de mobilidade futura, criou-se o pedestres e ciclovias, tratando todos os modos de deslocamento de cenário tendencial denominado Uberlândia com 1 milhão de forma integrada e em permanente interface. habitantes, neste cenário Uberlândia chegará ao ano de 2020, ou seja, daqui a dez anos (horizonte de médio prazo) com uma frota O Plano busca, ainda, integrar-se ao Plano Diretor do Município, de aproximadamente 420.000 veículos, considerando a atual taxa obedecendo às diretrizes urbanísticas de uso e ocupação do solo e de motorização. PlanMob_Udi 5-3 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 5.1 6- DIRETRIZES GERAIS DA MOBILIDADE URBANA Aumentar a consciência cidadã e o respeito à legislação por meio de ações de educação, informação, operação e fiscalização como um modelo a ser seguido para toda a cidade. Diretrizes 71- Considerar o modo a pé como prioritário na política a ser Promover a integração entre agentes sociais e poder público, ampliando os canais de participação, no sentido de se adotada para a requalificação da área central e Fundinho. alcançar um compromisso para o desenvolvimento da mobilidade 2- na área da requalificação. Garantir o deslocamento das pessoas em um transporte coletivo de qualidade, integrado e rápido, considerando sua 8- priorização na circulação viária e nos investimentos públicos e ambiente urbano e estimular o uso de transporte não-motorizado, a privados. pé e por bicicleta, e de combustíveis renováveis menos poluentes. 3- 9- Democratizar o uso do sistema viário por meio de políticas Construir uma mobilidade mais respeitosa com o meio Promover ações para garantir a todos, independente da de circulação e estacionamento, com medidas de restrição ao uso capacidade de pagamento ou locomoção, o direito de se deslocar e do automóvel interno à área de requalificação, quando necessárias. usufruir da área de requalificação com autonomia e segurança. 4- Construir políticas de estacionamento e de distribuição de mercadorias em consonância com o planejamento urbano e com ênfase na racionalização da utilização das vias e melhoria da qualidade dos espaços públicos da área de requalificação. 5- Garantir que os deslocamentos sejam feitos de forma segura, reduzindo os acidentes, o número de feridos e, principalmente, as mortes. PlanMob_Udi 5-4 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 5.2 1.3- DIRETRIZES E AÇÕES CORRELATAS Criação de coordenação específica e de regulamentação e operação com instrumentos legais de fiscalização dos caminhos 1 - Considerar o modo a pé como prioritário na definição das dos pedestres, inclusive para coibir os usos inadequados; políticas públicas 1.41.1- Adoção de uma nova geometria que transmita o conceito de priorização ao modo não motorizado - a pé -; Alargamento das calçadas com Criação de ambiência para o pedestre contemplando: Redução da poluição do ar; Redução da poluição visual; regularização dos pavimentos; Redução da poluição sonora; Redução dos obstáculos permanentes e temporários. Tratamento das travessias com elevação dos cruzamentos (platô) e acessibilidade universal; Definição de novo perfil para as calçadas com separação das faixas de serviço e livre para o deslocamento do pedestre; Padronização de piso com indicação de prioridade e sinalização podotátil; Adoção de tempos exclusivos para travessia de pedestre nos semáforos com indicação sonora e luminosa; Configuração de uma rede de caminhos para o pedestre. 1.2- Recuperar espaços das praças, principalmente nos cruzamentos para os pedestres; PlanMob_Udi 5-5 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 2 - Garantir o deslocamento das pessoas em um transporte coletivo de qualidade, integrado e rápido, considerando sua priorização na circulação viária e nos investimentos públicos e privados 2.1- Prioridade para o transporte público coletivo com pista exclusiva; 2.2- Acessibilidade universal nas infra-estruturas e nos veículos de transporte coletivo; 2.3- Racionalização de itinerários e frota na Área Central; 2.4- Pontos de parada com infra-estrutura de qualidade e informação ao usuário; 2.5- Implantação da Integração Temporal; 2.6- Implantação da integração modal; 2.7- Pontos de Embarque e Desembarque de grande demanda, estruturados com pagamento antecipado, para rapidez no Embarque e Desembarque; 2.8- Frota operante com combustível limpo; 2.9- Qualificação constante dos atores envolvidos diretamente com a operação do transporte urbano. PlanMob_Udi 5-6 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 3 - Democratizar o uso do sistema viário por meio de políticas Tratamento dos pontos de conflito; de circulação e estacionamento, com medidas de restrição ao Investimento em obras de arte; uso do automóvel, quando necessárias Fiscalização eficiente com presença constante do agente de trânsito para a operação do tráfego, agentes estes 3.1- Restrição da oferta de estacionamento público como forma preparados para o novo conceito de prioridade ao pedestre, de desestimular o uso do transporte motorizado individual em favor ao ciclista e ao transporte público coletivo; do transporte coletivo e transporte não motorizado; 3.7- 3.2- estacionamentos e transportes diversos; Elevação do custo do estacionamento rotativo, com Recuperação dos espaços das praças utilizados por reversão do uso da verba para investimentos no sistema viário e 3.8- segurança nos deslocamentos; descarga; 3.3- 3.9- Criação de áreas de rotatividade de estacionamento nas áreas periféricas ao “eixo principal”, com custos diferenciados por áreas para incentivar o uso das demais vias e Limitação de locais e horários para operação de carga e Restrição à circulação de veículos de tração animal e humana. evitar congestionamentos neste eixo; 3.4- Incentivo à criação de estacionamentos privados nas áreas periféricas ao “eixo principal”; 3.5- Inclusão das motocicletas no sistema de estacionamento rotativo; 3.6- Tratamento viário para evidenciar a hierarquização e priorização dos fluxos de passagem; Sinalização indicativa; Tratamento semafórico; PlanMob_Udi 5-7 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 4 - Construir políticas de estacionamento e de distribuição de 5 - Garantir que os deslocamentos sejam feitos de forma mercadorias em consonância com o planejamento urbano e segura, reduzindo os acidentes, o número de feridos e, com ênfase na racionalização da utilização da via e melhoria principalmente, as mortes da qualidade dos espaços públicos 5.14.1- Atualização das Legislações de Uso do Solo, Postura, Sistema Viário, Código de Obras e demais correlatas, Elaboração de plano de segurança viária para a área de requalificação; 5.2- Elaboração de uma iluminação específica para as áreas de contemplando os impactos dos pólos geradores de tráfego e suas travessias de pedestre; necessidades de estacionamento; 5.3- Elaboração de tempos semafóricos exclusivo para pedestre; 4.2- 5.4- Elaboração de um programa de educação para o trânsito Sensibilização dos empreendedores quanto às políticas de estacionamento e necessidade de ações em parcerias para a com participação de todos os agentes da mobilidade urbana na sustentabilidade econômica das atividades atuais; área de requalificação, que seja efetivo que garanta a efetividade; 4.3- 5.5- Elaboração de estruturas operacionais flexíveis quanto aos Elaboração do programa Calçada Segura. horários de operação evitando momentos de desequilíbrios extremos, como excesso de oferta ou demanda em horários desencontrados. PlanMob_Udi 5-8 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 6 - Aumentar a consciência cidadã e o respeito à legislação por 7 - Promover a integração entre agentes sociais e poder meio público, ampliando os canais de participação, no sentido de se de ações de educação, informação, operação e fiscalização como um modelo a ser seguido para toda a cidade alcançar um compromisso para o desenvolvimento da mobilidade na área da requalificação 6.1- Elaboração de programa de Educação de Trânsito permanente, para a área de requalificação e informação dos novos 7.1- conceitos e posturas necessários para a prioridade ao transporte visando sua participação na gestão da Área de Requalificação; não motorizado e coletivo sobre o individual; 7.2- 6.2- Fiscalização Cidadã; planejamento da mobilidade na cidade, em especial na Área de 6.3- Criação de um setor de informação integrada com Requalificação; Criação de um canal de comunicação para a sociedade, Criação de equipe com dedicação exclusiva para o macro participação de diferentes agentes da Área de Requalificação 7.3- criando um Programa de Observatório da Área de Requalificação municipais e os agentes da Área de Requalificação da sua gestão. Envolvimento da sociedade, organizações, conselhos onde serão acompanhados os programas em realização, seus impactos com monitoração dos índices de qualidade urbana sustentável. PlanMob_Udi 5-9 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 8 - Construir uma mobilidade mais respeitosa com o meio 9 - Promover ações para garantir a todos, independente da ambiente urbano e estimular o uso de transporte não- capacidade de pagamento ou locomoção, o direito de se motorizado, a pé e por bicicleta, e de combustíveis renováveis deslocar e usufruir da área de requalificação com autonomia e menos poluentes segurança 8.1- 9.1- Criação de uma rede cicloviária na Área de Requalificação Revisão das políticas públicas constantes na planilha com sinalização específica e apoio ao ciclista como paraciclos, tarifária e sistema de gratuidade, possibilitando custos de bicicletários e pontos de aluguel de bicicletas; deslocamento mais acessíveis; 8.2- 9.2- Criação da integração modal bicicleta e ônibus nos terminais Adequação do sistema viário para atender adequadamente e estações; os diversos deslocamentos com prioridade para os modos não 8.3- motorizados; Criação de faixa para bicicletas em todas as obras de arte no sistema viário; 9.3- 8.4- deficiência através da acessibilidade universal, criando condições Programação especial de orientação aos ciclistas para utilização da infra-estrutura ofertada; 8.5- Atendimento às exclusividades, como pessoas idosas e com de maior segurança e conforto para todos. Substituição gradual de frota do transporte coletivo por veículos com tecnologias não poluentes, tendo como perspectiva a implantação de um sistema de alta capacidade. PlanMob_Udi 5-10 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Sistema Viário Básico da Cidade e Prioridade para Transportes Coletivo e não Motorizados PlanMob_Udi_6 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 6. SISTEMA VIÁRIO BÁSICO DA CIDADE E PRIORIDADE PARA TRANSPORTES COLETIVO E NÃO MOTORIZADOS JULHO de 2010 PlanMob_Udi 6-1 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar equipamentos de infra-estrutura e serviços. Como o sistema de Apresentação circulação ainda mantém o centro como referência, ocorre aí um Este capítulo tem como objetivo apresentar as propostas referentes descompasso com a realidade. A requalificação da Área Central e à mobilidade urbana, definidas no Termo de Referência do Projeto Fundinho requer, portanto, a melhoria do aproveitamento destas de Requalificação do Edital 502/2007 como 2ª etapa: Propostas do áreas aliada à promoção da melhoria da mobilidade. Deve prever Projeto. também a criação de atrativos capazes de conter a expulsão da população residente, fomentando a diversidade de usos e de A política a ser perseguida em relação à mobilidade urbana na atividades voltadas para o desenvolvimento urbano, social e cidade é a busca da sustentabilidade, entendida como a realização econômico, compreendendo a reutilização de espaços públicos e de deslocamentos sem comprometer o meio ambiente e a edificações degradadas, subutilizadas ou insalubres, bem como a qualidade de vida. melhoria da infra-estrutura dos equipamentos e serviços urbanos. A principal premissa para a análise e proposições quanto ao Acessibilidade: Possibilitar o acesso seguro e democrático ao sistema de mobilidade na área de requalificação é que a mobilidade centro para todos os cidadãos. Segurança: Garantir que os nesta área é fruto de sua dinâmica econômica e social e está a diversos modos de deslocamentos sejam realizados com o mínimo serviço dela, bem como fruto da dinâmica da cidade como um todo, de exposição a fatores de risco. Eficiência: Racionalizar e otimizar portanto as proposições ultrapassam a área de requalificação. o uso dos diferentes modos de transporte, incentivando sua utilização onde forem mais adequados. Qualidade de vida: Nos últimos anos, a área central foi sendo preterida em função de Preservar e recuperar os espaços públicos, aumentar o conforto e investimentos em áreas mais dinâmicas. A perda de atividades e reduzir o tempo empregado nos deslocamentos e reduzir a poluição pessoas para as áreas em expansão vem resultando em um ambiental. estoque PlanMob_Udi imobiliário degradado e queda de qualidade de 6-2 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Índice Apresentação...............................................................................6-2 6.1 Propostas do Sistema Viário Básico.......................6-4 6.2 Proposta para o Caminho Preferencial do Pedestre...........................................................................6-32 6.3 Percurso de Ligação dos Pedestres.....................6-42 6.4 Proposta de Ciclovia na Área de Requalificação..................................................................6-44 6.5 Proposta do Tratamento do Transporte Público por Ônibus..............................................................................6-49 6.6 Definição das Áreas de Tratamento Específico de Trânsito............................................................................6-63 6.7 Propostas de Tratamento de Geometria Viária de Praças e Pontos Específicos............................................6-66 6.8 Proposta de Estacionamento Público Rotativo.....6-71 6.9 Proposta de Áreas de Carga e Descarga e Embarque e Desembarque..............................................6-76 6.10 Proposta de Tratamento da Acessibilidade..........6-78 6.11 Comunicação Visual.............................................6-86 PlanMob_Udi 6-3 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 6.1 PROPOSTAS DO SISTEMA VIÁRIO BÁSICO A sustentabilidade urbana passa também pela criação de alternativas de composição modal por isso, é proposto uma “Rede A proposição de ações para o sistema viário básico apresenta-se de Ciclovias” com integração modal com o SIT e integração física em 2 (duas) etapas sendo a primeira uma visão macro, pois entre as ciclovias existentes e propostas, este mapa esta entende-se que a Área de Requalificação sofre interferência das apresentado no item da proposta da ciclovia. ações da cidade como um todo, e a outra etapa com as ações para As intervenções do sistema viário macro estão caracterizadas e a área específica de requalificação. demonstradas nos três mapas a seguir: As ações deverão ser, portanto condizentes para que Uberlândia no ano horizonte 2020, com 1 milhão de habitantes consiga manter Mapa dos Anéis Pericentrais = Incentivo a realização de viagens uma qualidade urbana possível de atender as necessidades de entre bairros sem passar pela Área de Requalificação; todos os deslocamentos. É importante ressaltar que essas ações Mapas do Sistema Viário Macro = Inserção na área urbana e em são estruturais para que se consolidem e alcancem a efetividade detalhe para melhor identificar os pontos de intervenção, descritos das propostas estabelecidas para a Área de Requalificação. a seguir. 6.1.1 SISTEMA VIÁRIO MACRO Pontos de Intervenção: Uberlândia necessita de uma intervenção no Sistema Viário, 1) buscando retirar o tráfego de passagem da Área de Requalificação (referência ponto do Belvedere). Esta obra irá permitir o uso mais e criar caminhos alternativos entre os bairros, com fluidez, intensivo por meio de uma ligação direta com a Rondon Pacheco e segurança e boa capacidade viária. Para tanto, são propostos os com a Avenida Getúlio Vargas, dando fluidez ao tráfego de Anéis Pericentrais permitindo um deslocamento com maior passagem que será direcionado a essas duas vias. Ao nos mobilidade. referirmos ao sistema de Transporte Público essa obra irá PlanMob_Udi Obra de arte - Avenida Getúlio Vargas e Av. Aspirante Mega 6-4 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar beneficiar e priorizar o transporte público por meio do Corredor 12) Obras de Arte na Av. Rondon Pacheco: Estrutural Sudoeste; 1 - Viaduto na Rua Paraná; 2) Ponte da Avenida Fernando Vilela; 2 - Viaduto na Av. João Naves de Ávila; 3) Complexo Viário da Praça Sérgio Pacheco; 3 - Viaduto na Rua Olegário Maciel; 4) Getúlio Vargas / UTC / Av. Monsenhor Eduardo Criar ligação 4 - Viaduto na Av. Nicomedes Alves dos Santos; direta da Av. Getúlio Vargas com Av. Monsenhor Eduardo; 5 - Viaduto na Av. General Osório. 5) Binário R. Duque de Caxias e R. Olegário Maciel - Rebaixamento das Vias, com canaleta para a transposição do tráfego em desnível e a construção do Viaduto na Rua Olegário Maciel com Av. Rondon Pacheco; 6) Duplicação da trincheira da Avenida Anselmo Alves dos Santos e Avenida João Naves de Ávila; 7) Obra de Arte - Viaduto da Rua México com Rodovia BR-365 Obra do Corredor Estrutural Norte; 8) Adequação Viária do binário das Ruas Prata e Itumbiara; 9) Implantação do Projeto Viário do Parque Linear do Rio Uberabinha; 10) Urbanização da BR-365 na área urbana - Av. Profª. Minervina Cândida de Oliveira e trecho entre o Bairro Luizote de Freitas e início da Av. Marcos de Freitas Costa; 11) Inclusão de 01 faixa em cada sentido da Av. Rondon Pacheco; PlanMob_Udi 6-5 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-6 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-7 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-8 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Magalhães, R. Montreal, R. Paraná, R. Comendador Alexandrino, ANÉIS DE INTEGRAÇÃO PROPOSTOS Av. Morum Bernardino, R. Constelação, R. das Mães, R. do Níquel, A proposta dos anéis de integração foi desenvolvida no sentido de Av. Topázio, Av. Fonseca e Silva, R. Genarino Casabona, R. do estabelecer prioridades de investimentos no sistema viário, sistema Carpinteiro, R. das Graças, R. dos Juritis, R. dos Eucaliptos, R. das de circulação e transporte público. Estes anéis permitirão reduzir o Papoulas, Av. dos Vinhedos, Av. Nicomedes, R. Rafael Marino número de viagens à área central, contribuindo para o processo de Neto, Av. Vereador Carlito Cordeiro, Av. Itaipu, R. Itaparica, R. sua requalificação, e opções de deslocamento para outros destinos. Oliveira Viana, Av. João Mendes, UAI Pampulha; 1º Anel- 4° Anel- Hipercentro - Terminal Central, Av. João Pinheiro, Terminais - Terminal Santa Luzia, R. Gerônima R. Teixeira Santana, Av. Princesa Isabel, Av. Paes Leme, R. XV de Lucas Barros, Av. Anselmo Alves dos Santos, BR-365, R. Luis Novembro, R. Silviano Brandão, Av. Cesário Alvim, Av. João Naves Tavares, R. República do Piratini, Av. Comendador Alexandrino, R. de Ávila, Terminal Central; José E. Gadia, R. 1° de Janeiro, R. Inês Favato, Av. Andraus Gassani, R. Lineu Anterino Mariano, Av. Coronel José Teófilo 2° Anel- Estações de transferência - R. Itumbiara, Av. João Carneiro, R. do Níquel, Av. Topázio, Av. Fonseca e Silva, R. Pinheiro, R. Rooselvelt de Oliveira, Av. Fernando Vilela, Av. Genarino Casabona, R. do Carpinteiro, R. das Graças, R. dos Brigadeiro Sampaio, Av. Aspirante Mega, R. Real Grandeza, Av. Juritis, R. dos Eucaliptos, R. das Papoulas, Av. dos Vinhedos, Av. Sílvio Rugani, Av. Rondon Pacheco, Av. dos Municípios, Av. Nicomedes, R. Rafael Marino Neto, Av. Seme Simão, R. Raul P. Liberdade, Pádua, Av. Jair de Barro, Terminal Santa Luzia. R. Antônio Povoa, R. Tamoios, R. Alexandre Guimarães, Av. João Naves, R. Itumbiara; 5° Anel3° Anel- Anel Viário Linha de Saúde - UAI Pampulha, R. José L. França, Av. Salomão Abraão, R. Nordal Gonçalves de Melo, Av. Benjamim PlanMob_Udi 6-9 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 6.1.2 SISTEMA VIÁRIO DA ÁREA DE REQUALIFICAÇÃO Assim, para a Avenida João Pinheiro, que já sofreu forte intervenção em 2003, a proposta é a manutenção do nível de 6.1.2.1 Hierarquização Viária fluidez, porém com mais segurança nas travessias de pedestres, bem como o retorno do ponto de parada do transporte coletivo no 6.1.2.2 Vias para tráfego de passagem trecho compreendido entre as ruas Duque de Caxias e Olegário Maciel. Pequenas alterações de geometria viária deverão ser feitas, As principais vias definidas para comportar o tráfego de passagem principalmente para corrigir os raios de giro nos cruzamentos a fim na área central no sentido Sudoeste - Nordeste são as avenidas de permitir um melhor acesso dos ônibus do transporte coletivo. João Pinheiro, Afonso Pena e Floriano Peixoto. Principais vias arteriais da área neste sentido representam 36% do total do tráfego A Avenida Afonso Pena deverá sofrer a intervenção mais que circula na área. Como apoio, também são importantes as significativa. A eliminação das faixas de estacionamento é avenidas Getúlio Vargas e Cesário Alvim. Com o objetivo de prover fundamental estas vias de maior fluidez e segurança, as propostas para uma proporcionando maior conforto para os deslocamentos a pé e para nova circulação referem-se à melhoria nas condições de tráfego, a inclusão de uma ciclovia unidirecional. Como há uma quantidade tanto para veículos quanto para pedestres. significativa de instituições bancárias nesta via deverá ser para dar lugar à ampliação das calçadas, reservada uma área em cada quadra para o serviço de transporte Invariavelmente, melhores condições de segurança e fluidez de valores. Além disso, essa área servirá para embarque e significam a eliminação de interferências nas correntes de tráfego, desembarque de passageiros de veículos particulares e para o sendo uma medida importante a redução dos estacionamentos serviço de carga e descarga noturno. públicos de forma a ampliar as áreas de pedestres e reduzir o nível de manobras. A Avenida Floriano Peixoto também sofrerá alteração importante. Uma das faixas de estacionamento deverá ser suprimida para dar PlanMob_Udi 6-10 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar lugar ao tratamento adequado para pedestres, incluindo o conforto especiais e idosos também serão contemplados. ambiental e a acessibilidade universal. Também está prevista a implantação da ciclovia unidirecional, completando o percurso As avenidas Getúlio Vargas e Cesário Alvim deverão receber iniciado na Avenida Afonso Pena e interligado pelas vias locais intervenções transversais. A faixa de estacionamento do lado esquerdo será passagem, principalmente pela otimização semafórica e ligação mantida para comportar as demandas de estacionamentos viária mais eficaz. No caso da Avenida Getúlio Vargas, deverá especiais, rotativo, motos, bicicletas, carga e descarga, bem como ocorrer uma ligação mais ágil com a Avenida Cipriano Del Fávero e espaços para arborização da avenida. Brasil. E a Avenida Cesário Alvim deverá receber mais tráfego no sentido de absorverem maior tráfego de proveniente da Avenida Nicomedes Alves dos Santos e rua XV de Em todos os casos, a eliminação dos estacionamentos públicos Novembro através das vias de ligação Silviano Brandão e Professor deverá ser compensada pela ampliação das áreas adjacentes de Pedro Bernardes. estacionamento rotativo, e por uma maior eficiência nos mesmos. Uma importante parcela dessa demanda deverá ser absorvida No sentido Noroeste - Sudeste, as principais vias de transposição pelos de da área de requalificação são as avenidas João Naves de Ávila e Requalificação e que estão com capacidade ociosa, principalmente João Pessoa, e as ruas Quintino Bocaiúva, Tenente Virmondes, nos entre - picos. (ver mapa das áreas de estacionamento privado). Duque de Caxias, Olegário Maciel e Goiás. Embora seja necessária a restrição ao estacionamento público, não A Avenida João Naves de Ávila, que comporta um importante deixarão de ser atendidas as operações de carga e descarga de corredor de ônibus deverá ter prioridade máxima nos cruzamentos. mercadorias e valores, com reservas de áreas específicas, mas Para tanto, haverá a necessidade de alterações nas configurações também Os semafóricas nos cruzamentos com as avenidas Cesário Alvim e estacionamentos exclusivos para portadores de necessidades Floriano Peixoto. No cruzamento com a Avenida João Pinheiro, estacionamentos PlanMob_Udi com uma privados revisão da existentes legislação na Área existente. 6-11 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar esta via, que neste trecho recebe a denominação equivocada de largura das faixas de tráfego, de forma a diminuir o atrito lateral e Américo Salvador Tangari, comporta um cruzamento em desnível proporcionar maior segurança. Essa medida permite, ao mesmo devido à topografia existente no local e em razão do grande volume tempo, ampliar a largura de uma das calçadas, possibilitando maior de tráfego na Avenida João Pinheiro. segurança para o tráfego de pedestres. Neste caso, as operações de Carga e Descarga deverão ser realizadas no período noturno. Por sua vez, a Avenida João Pessoa, que deverá comportar outro Neste período também poderá ser liberada uma faixa de tráfego importante corredor exclusivo de ônibus, deve ter a sua ligação para o estacionamento. Medida semelhante será tomada em facilitada com o terminal central e com a Avenida João Naves de relação às ruas Goiás, Tenente Virmondes e Quintino Bocaiúva, Ávila. Para tanto receberá pequenas alterações geométricas e eleitas pela sua importância, como vias de transposição. novas configurações semafóricas. 6.1.2.3 Vias de ligação As ruas Duque de Caxias e Olegário Maciel formam o mais importante eixo de transposição no sentido Noroeste - Sudeste. As ruas Silviano Brandão e Professor Pedro Bernardes são Comportam 10% do tráfego que circula na área de requalificação, responsáveis pela ligação do tráfego proveniente das vias XV de permitindo fácil ligação entre os bairros diametralmente opostos Novembro e Nicomedes Alves dos Santos com a Avenida Cesário como, por exemplo: Saraiva e Santa Mônica com Martins e Osvaldo Alvim. Esta ligação deverá ser incentivada para desafogar o tráfego Resende. mais da Avenida Afonso Pena. Assim, para maior fluidez deverão passar comprometida por causa do aumento do número de veículos e por a ter duas faixas de tráfego, significando a retirada da faixa de diversas interferências, principalmente provocadas pelas manobras estacionamento no período de maior demanda. de Atualmente, estacionamentos, com o uma nível fluidez de cada serviço vez vem caindo sistematicamente. Assim, a medida mais eficaz para aumentar o Assim também deverá funcionar o trecho da R. Quintino nível de serviço é a supressão do estacionamento e a ampliação da Bocaiúva, entre as avenidas Getúlio Vargas e Cipriano Del Fávero, PlanMob_Udi 6-12 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar de forma a viabilizar esta ligação. Portanto, desapropriações em no caso da R. Machado de Assis, estendido até a Avenida João ambos os cruzamentos facilitarão esta ligação e eliminarão o Pinheiro. Estes trechos de via deverão comportar somente tráfego acesso estreito e pouco fluído no local. de veículos automotores para serviços públicos e acessos aos imóveis lindeiros. Assim todo o tráfego de passagem dessas vias Também a R. Bernardo Guimarães deverá manter a sua deverão ser absorvidos pelas vias com tratamento prioritário para característica de via de ligação entre as avenidas Floriano Peixoto esta finalidade. e Afonso Pena. Deverá, portanto, ter a sua capacidade de tráfego ampliada e a presença de uma ciclovia. 6.1.2.5 Vias do Fundinho Importante papel deverá cumprir a R. José Andraus, servindo de O sistema viário do Fundinho possui uma característica específica ligação para as linhas do transporte coletivo originárias do Terminal em relação ao restante da área de requalificação. A sua dinâmica Central em direção ao Terminal Dona Zulmira, configurando assim, de circulação impede modificações extremas em função do o Corredor Noroeste. Neste caso, com supressão de parte do equilíbrio já adquirido ao longo do tempo. As intervenções estacionamento público e implantação de sentido único de direção. propostas se darão no sentido de aumentar a segurança do tráfego de 6.1.2.4 Vias locais veículos e pedestres. Destacam-se as medidas de “tranquilização do tráfego”, possíveis de serem praticadas em áreas e vias de baixo volume de veículos. Assim, uma proposta piloto As ruas Machado de Assis, Coronel Antônio Alves Pereira e deverá ser aplicada a R. Tiradentes, identificada como pouco Santos Dumont, por sua grande identificação entre o uso do solo segura para o tráfego devido às suas características físicas, local e o tráfego de pedestres, foram eleitas para tratamento principalmente a de baixa visibilidade para a transposição nos preferencial para o deslocamento a pé e por bicicleta. No trecho cruzamentos. compreendido entre as avenidas Afonso Pena e Floriano Peixoto, e PlanMob_Udi 6-13 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar JUSTIFICATIVA DA PROPOSTA DE HIERARQUIZAÇÃO VIÁRIA • Construir uma mobilidade mais respeitosa com o meio ambiente urbano e estimular o uso do transporte não-motorizado, a A proposta para o sistema viário tem como ponto de partida as pé e por bicicleta; diretrizes adotadas para a busca de uma mobilidade com qualidade • e ambientalmente sustentável. São perfeitamente conhecidos os de requalificação com autonomia e segurança. Garantir a todos o direito de se deslocar e usufruir da área usuários do sistema viário, suas características e fragilidades. Ao relembrarmos a seguir algumas das diretrizes adotadas podemos Portanto, a prioridade deve ser dada ao pedestre, ao usuário do perceber claramente para quais atores as prioridades devem ser transporte coletivo, aos meios de transporte não motorizados e aos apontadas: espaços públicos. Isso não quer dizer que elegemos o automóvel particular como vilão. Mas a total prioridade dada a essa • Considerar o modo a pé como prioritário; modalidade de transporte não mais se sustenta nos dias de hoje. • Garantir um transporte coletivo de qualidade, integrado e Responsável pela maior ocupação dos espaços públicos, poluidor e rápido, com prioridade na circulação viária; causador de acidentes, o automóvel, que tem o seu papel • importante no crescimento da cidade e da economia, deve dividir as Democratizar o uso do sistema viário por meio de políticas de circulação e estacionamento, com medidas de restrição ao uso atenções com os demais modos de transporte. do automóvel na área de requalificação; • Construir políticas de estacionamento com ênfase na Boa parte dos investimentos públicos a serem feitos a médio e racionalização da utilização das vias e melhoria da qualidade dos longo prazo visam a criação dos anéis pericentrais, anteriormente espaços públicos; citados. Mas, até o horizonte considerado nesta proposta, a área de • requalificação terá papel fundamental na mobilidade de toda a Garantir que os deslocamentos sejam feitos de forma segura; cidade. As soluções mundialmente adotadas neste caso, quando se tem a necessidade de priorizar modos de transporte não- PlanMob_Udi 6-14 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar motorizados e ao mesmo tempo cuidar do tráfego de passagem, buscam direcionar este tráfego para vias de maior capacidade, com ligações mais diretas entre setores e a eliminação de estacionamentos públicos de forma a ampliar a capacidade de fluidez e os deslocamentos a pé. Os estacionamentos públicos para veículos particulares, mesmo com toda a eficácia de sua rotatividade, ocupam uma porção considerável do sistema viário. O espaço que ocupa um automóvel - 8 metros quadrados em média - para ficar parado (estacionado) inevitavelmente comprometem a qualidade da circulação de pessoas e veículos. Ao mesmo tempo, a procura de vagas de estacionamento público acaba por gerar mais tráfego interno à área. Assim, a redução das áreas de estacionamentos públicos e a ampliação das áreas de estacionamento privado em parceria com os lojistas, têm a finalidade de reduzir o tráfego interno, possibilitando com isso, a ampliação dos espaços para pedestres e a priorização do tráfego de passagem. Evidentemente as demandas reprimidas deverão ser absorvidas por estacionamentos privados e pela melhoria da qualidade dos outros modos de transporte, principalmente o transporte coletivo. PlanMob_Udi 6-15 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 6.1.3 PERFIL DAS VIAS DA PROPOSTA DA HIERARQUIZAÇÃO DO SISTEMA VIÁRIO PlanMob_Udi 6-16 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PERFIS DAS VIAS PARA TRÁFEGO DE PASSAGEM - NOROESTE E SUDESTE PlanMob_Udi 6-17 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-18 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-19 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-20 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PERFIS DAS VIAS PARA TRÁFEGO DE PASSAGEM SUDOESTE - NORDESTE PlanMob_Udi 6-21 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-22 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-23 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PERFIS DAS VIAS DE LIGAÇÃO PlanMob_Udi 6-24 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-25 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-26 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PERFIS DAS VIAS LOCAIS PlanMob_Udi 6-27 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-28 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-29 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 6.1.4 PROPOSTA PARA PERFIL DE ADENSAMENTO COM EQUILÍBRIO DE DEMANDA DO SISTEMA VIÁRIO NA ÁREA DE REQUALIFICAÇÃO Foto: Perfil da Verticalização atual - Av. Afonso Pena esquina com Rua Machado de Assis - Junho 2008 Fonte: Settran Foto: Perfil da Verticalização atual - Av. Floriano Peixoto esquina com Rua Cel. Antônio Alves Pereira - Junho 2008 Fonte: Settran Deverá ser equacionado um coeficiente de aproveitamento tal que a verticalização seja maior nas quadras compreendidas entre as avenidas Getúlio Vargas e Cipriano Del Fávero e entre as avenidas Rio Branco e Cesário Alvim, gerando um perfil decrescente no sentido Av. Cipriano Del Fávero e Av. João Pinheiro para a Av. Afonso Pena, e da Av. Rio Branco / Av. Cesário Alvim para a Av. Floriano Peixoto, conforme a figura. PlanMob_Udi 6-30 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Desta forma, o uso do solo contribuirá para o aumento do número de viagens nas avenidas Cipriano Del Fávero e Cesário Alvim, reduzindo o número de viagens nas vias mais centrais da área de requalificação, principalmente a Av. Afonso Pena e Floriano Peixoto. As diretrizes para a Lei de Uso e Ocupação do Solo serão definidas após aprovação da proposta. PlanMob_Udi 6-31 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 6.2 PROPOSTA PARA O CAMINHO PREFERENCIAL DO PEDESTRE calçadas, chicanas com estreitamento ao longo da via (com bóias de estacionamento e elementos verticais em áreas avançadas da via), avanços de calçadas (em cruzamentos sem platô), paginação Os caminhos de Pedestres na Área Central e Fundinho fazem parte diferenciada de piso, etc. de um conjunto de medidas que integram a nova perspectiva conceitual de Mobilidade Sustentável e Inclusiva, como também, de Os caminhos de pedestres (Figura a seguir) se propõem a oferecer Acessibilidade Universal. Essa rede de caminhos é ponto precípuo de maneira adequada uma rede que integre um conjunto de lugares do fundamento da prioridade aos meios não-motorizados de de desejo, como as Praças Sérgio Pacheco, Osvaldo Cruz, Tubal transporte, sendo o Pedestre, o foco principal de atenção. Vilela, Clarimundo Carneiro, Adolfo Fonseca, do Rosário, Dr. Duarte e Coronel Carneiro; o Terminal Central do SIT; o Fórum; o A necessidade urgente de intervenção na área para melhorar a Mercado Municipal; a Biblioteca Municipal; as Universidades, condição de circulação dos pedestres, confirmada pelos resultados UNIUBE e UNIPAC; todo o conjunto de equipamentos de serviços do diagnóstico que revelaram trechos conflituosos e inadequados à públicos e privados; e, o setor comercial e financeiro da Área circulação à pé, suscita medidas de tratamento dos percursos de Central e do bairro Fundinho. A definição dos caminhos maneira prioritária, onde as alterações que objetivam incentivar a preferenciais ao pedestre é baseada na análise da pesquisa caminhada oferecendo conforto, segurança e ambiência, venham volumétrica de pedestre e qualidade de serviços das calçadas acompanhadas de medidas moderadoras de tráfego. como mostra o mapa e o quadro a seguir. As intervenções a serem aplicadas, adotam no conjunto medidas inovadoras como platôs em cruzamentos (acompanhados de tempo semafórico exclusivo para pedestres), iluminação específica nas travessias de pedestres, plataformas, faixas de serviço em PlanMob_Udi 6-32 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-33 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-34 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Quadro de Volume/dia de Pedestre e Nível de Serviço das Calçadas da Área de Requalificação - Março/2008 PlanMob_Udi 6-35 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 6.2.1 PERFIL DAS VIAS COM DEFINIÇÃO DO CAMINHO PREFERENCIAL PARA PEDESTRES PlanMob_Udi 6-36 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-37 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-38 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-39 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-40 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-41 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 6.3 PlanMob_Udi PERCURSO DE LIGAÇÃO DOS PEDESTRES 6-42 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Este mapa apresenta os caminhos de ligação de pedestre. PlanMob_Udi 6-43 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 6.4 PROPOSTA DE CICLOVIA PARA A CIDADE E ÁREA DE Assim, diante de uma perspectiva real de mudanças, políticas públicas e planos relativos à mobilidade, têm que ter como fator REQUALIFICAÇÃO preponderante, a priorização dos modos não-motorizados e A perspectiva de oferecer acesso amplo e democrático ao espaço coletivos urbano nos dias atuais, em especial, às áreas centrais, deve seguir complementaridade entre esses modos, principalmente, por se preceitos de responsabilidade social, propondo uma abordagem tratar de uma “nova” abordagem provinda do desejo de se criar um sistêmica, onde a sustentabilidade e a inclusão social sejam fatores ambiente urbano que ofereça melhor qualidade de vida aos seus precípuos e indissociáveis. habitantes. Nesse sentido, faz-se necessário uma revisão das técnicas e, Administrações Públicas de cidades como Amsterdã (Holanda), concomitantemente, uma reavaliação dos pressupostos teórico- Bogotá metodológicos que as norteiam. Trata-se então, de uma mudança (Alemanha), de concepção de planejamento e gestão urbana e de cidadania, ou implementaram planos onde as mudanças nos padrões de seja, todos deslocamento foram o foco e obtiveram excelentes resultados. A indistintivamente, uma reflexão propositiva de abordagem que complementaridade (integração) deu ênfase aos transportes não- aponte para uma conscientização social em relação ao futuro motorizados (a pé e por bicicletas) como elementos de acesso ou sustentável transferência entre modos, como pode ser observado na Figura 1, uma mudança do conceitual ambiente que urbano, proponha estimulando a a co- responsabilidade de todo cidadão para com os resultados de transporte (Colômbia), que Portland Copenhagem vislumbrem (EUA), Paris (Dinamarca) um cenário de (França), Berlim entre outras, na página seguinte. desejados, enfim, uma mudança de comportamento que anule as resistências encontradas tanto nos meios técnicos e políticos, quanto por parte de grupos sociais de renda média e alta em favor da coletividade. PlanMob_Udi 6-44 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar quantidade de circulação de pessoas por hora numa faixa de tráfego (Gráfico 1) do que os automóveis particulares; oferecer baixo custo de aquisição, operação e manutenção; ser um veículo não poluente e que não consome combustíveis de nenhuma espécie; proporcionar lazer; e, ser um modo de transporte que possibilita a integração com diversos modos de transporte coletivo. Figura 1 - Área de integração entre modos não-motorizados (à pé e bicicleta) e coletivo (bonde elétrico) em Amsterdã - Holanda. 2007. Autor - William Rodrigues Ferreira. Nesse aspecto, o deslocamento por bicicletas se torna extremamente importante, pela sua capacidade de ampliar democraticamente as possibilidades de acessos diversos; diminuir a necessidade de viagens motorizadas; proporcionar uma prática saudável de deslocamento (contribuição à saúde do usuário); proporcionar deslocamento de mercadorias e pessoas, além do condutor; oferecer maior flexibilidade e rapidez em distâncias de até 5 km em áreas mais adensadas; demandar menor necessidade de espaço público para circular e estacionar; possibilitar uma maior PlanMob_Udi Fonte: BRASIL. Ministério das Cidades. Caderno de referência para elaboração de Plano de Mobilidade por Bicicleta nas Cidades. Brasília: Secretaria Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana, 2007. No que se refere à cidade de Uberlândia, ocorreram apenas implementações de trechos isolados de ciclovias em algumas vias, e os deslocamentos por bicicletas tem sido objeto de estudo de uma rede cicloviária futura. 6-45 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 6.4.1 REDE CICLOVIÁRIA um lugar de referência para que se estabeleça, numa nova concepção de Mobilidade, um Plano Piloto de projeto de ciclovias Atualmente Uberlândia dispõe de aproximadamente 32,00 km de que ofereça infra-estrutura adequada com bicicletários, paraciclos e ciclovias e a proposta é de uma rede de 323,11 km. (Mapa do pontos de aluguel de bicicletas e se conecte com uma rede Sistema Cicloviário). cicloviária urbana, proposta em Abril de 2005 em carta consulta ao Programa de Mobilidade Urbana ao Ministério das Cidades, e que O valor estimado para sua execução é de R$ 60mil/km. Portanto o também possibilite a Integração Modal. custo previsto é de 323,11x60mil=R$ 19.386.600,00. Essa proposta vem ao encontro com a perspectiva de As ciclovias devem ser inseridas no sistema urbano em 3 etapas. A Requalificação da Área Central e Fundinho, que propõe uma nova primeira de 24,81 km, a segunda, de 20,70 km, a terceira, 119,20 concepção de ordenamento espacial e de mobilidade, em direção a km. Os trechos adicionais dando continuidade aos parques uma desejada cidade sustentável e inclusiva. Portanto, contempla lineares, somam 47,00 km. Destaca-se, inserido na proposta de uma rede cicloviária junto aos caminhos preferenciais aos requalificação da área central a construção de mais 106,45 km. pedestres, com integração modal nos terminais e nas estações, As obras de duplicação da Avenida Solidariedade, em andamento, bicicletários em pontos específicos, em especial nas praças e incluem a implantação de 2,40 km de ciclofaixa. paraciclos ao longo das Avenidas Afonso Pena e Avenida Floriano Peixoto, conforme mapa a seguir. A rede cicloviária da Área de 6.4.2 REDE CICLOVIÁRIA NA ÁREA DE REQUALIFICAÇÃO Requalificação esta inserida na malha cicloviária de Uberlândia que está apresentada no mapa onde estão identificadas as ciclovias A área central, região com a maior quantidade de atividades de existentes e as projetadas, este projeto da malha cicloviária de comércio e serviços, e conseqüentemente de postos de trabalho, é Uberlândia foi desenvolvido e apresentado ao Ministério das indubitavelmente o maior pólo de atração de viagens, sendo assim, Cidades com objetivo de buscar recursos financeiros. PlanMob_Udi 6-46 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-47 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-48 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 6.5 PROPOSTA DO TRATAMENTO DO TRANSPORTE PÚBLICO POR ÔNIBUS • Sistema de informação - Áudio/Visual; • Portas à direita e à esquerda (já integrado). 6.5.1 LINHA DE INTEGRAÇÃO CULTURAL Esta linha tem a função de promover a ligação do Terminal Central às demais praças, priorizando um deslocamento interno na Área de Requalificação, buscando atender uma demanda para as atividades culturais, e para o estímulo do turismo de eventos. Com a integração no Terminal Central ela facilitará os deslocamentos e reduzirá o número de ônibus que acessam essa área, conforme mapa a seguir. • Painel de espaço para divulgação cultural; • Espaço de planfetagem cultural; • Tecnologia diferenciada com maior conforto; • Janelas mais amplas (panorâmicas); • Veículo piso baixo com fila única de bancos; • Melhor sistema de segurança interna para apoio durante viagem; • Combustível limpo; • Operado só pelo motorista sem cobrador; PlanMob_Udi 6-49 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-50 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 6.5.2 RACIONALIZAÇÃO DOS ITINERÁRIOS DAS LINHAS DO SISTEMA INTEGRADO DE TRANSPORTE - SIT 6.5.2.1 Itinerário Atual das linhas do SIT (Mapa) 6.5.2.2 Itinerário Proposto das linhas do SIT (Mapa) 6.5.2.3 Expansão do Sistema Integrado de Transporte Novos Terminais e Corredores Estruturais A Área de Requalificação terá um melhor atendimento aos usuários do sistema por meio da criação dos Corredores Estruturais que permitirão uma melhor adequação das viagens que tem destino à Área Central, diferenciada das viagens que tem destino à Integração no Terminal Central. PlanMob_Udi 6-51 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-52 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-53 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-54 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 6.5.3 ESTAÇÕES E PONTOS DE EMBARQUE E DESEMBARQUE - PED As estações fechadas para agilizar o embarque por meio de pagamento antecipado, serão nos seguintes pontos: - Praça Clarimundo Carneiro: com característica de Estação de Transferência; - Praça Tubal Vilela; - Praça Adolfo Fonseca; - Ponto Av. João Pinheiro; - Pontos inseridos nos Corredores Estruturais Os mapas a seguir apresentam a localização das Estações e dos PED’s, atuais e propostos. PlanMob_Udi 6-55 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-56 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-57 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar ESTAÇÃO TUBAL VILELA - Av. Afonso Pena Detalhe da localização da Estação no perfil do Sistema Viário PlanMob_Udi 6-58 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-59 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-60 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 6.5.4 PlanMob_Udi ANÉIS DE INTEGRAÇÃO DO SIT 6-61 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 6.5.5 PlanMob_Udi INTEGRAÇÃO MODAL 6-62 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 6.6 DEFINIÇÃO DAS ÁREAS DE TRATAMENTO ESPECÍFICO DE TRÂNSITO dados de volume de tráfego e de acidentes de trânsito e principalmente do conhecimento acumulado pelos técnicos da Prefeitura Municipal, especialmente da Secretaria de Trânsito e 6.6.1 TRATAMENTOS VIÁRIOS Transportes. Para uma maior eficiência do sistema de circulação viária na área É importante ressaltar que em função da dinâmica da circulação e de requalificação, faz-se necessário o tratamento de vários pontos: crescimento da frota de veículos, vários pontos podem ter mais de cruzamentos e trechos de via, definidos como conflituosos na uma alternativa de tratamento. As mais eficazes evidentemente relação fluidez - segurança do tráfego, mas também conflituoso na requerem investimentos maiores e permitem atingir cenários mais relação veículo - pedestre. São medidas de curto e médio prazos e distantes. Contudo, em muitos casos, pequenas ações são que tem o objetivo de complementar às propostas básicas do suficientes e os resultados imediatos. Também não é demais processo de requalificação. destacar que muitas medidas dependem de divulgação e educação dos usuários, além de uma fiscalização de trânsito sistemática. As medidas mais significativas concentram-se nas vias que As principais medidas são descritas a seguir, ressaltando que o comportam o tráfego de passagem, como Avenida João Naves de detalhamento de cada área irá demandar um projeto específico não Ávila, Avenida Getúlio Vargas e outras. Muitas das medidas a incluído nos termos do projeto básico: serem implantadas referem-se a pequenas alterações na geometria viária. Outras significam mudanças na programação semafórica e novos semáforos. E outras exigem obras de engenharia viária mais complexas. O levantamento e mapeamento dos pontos de conflito na área de requalificação foram possíveis a partir de observações de campo, PlanMob_Udi 6-63 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 1 - Avenida João Naves de Ávila: Cruzamento com Avenida Cesário Alvim: - implantação de duas faixas de tráfego para acesso a - reprogramação semafórica com supressão de conversão à Avenida Fernando Vilela. esquerda. Cruzamento com avenidas João Pessoa e Fernando Vilela: Cruzamento com as vias México e Monsenhor Eduardo: Cruzamento com Avenida Floriano Peixoto: - implantação de semáforo, inclusive com tempos exclusivos -reprogramação semafórica com supressão da conversão à para pedestres. esquerda; - desapropriação de edificação lindeira para melhorar o 3 - Avenida Getúlio Vargas: acesso a Praça Sérgio Pacheco. Reprogramação semafórica nos diversos cruzamentos com supressão de conversões à esquerda; 2 - Praça Sérgio Pacheco (prolongamento da Avenida João Naves de Ávila): Desapropriação no cruzamento com a R. Quintino Bocaiúva para facilitar a ligação com a Avenida Cipriano Del Fávero e Trecho entre Avenida Floriano Peixoto e Avenida João avenida Brasil. Pinheiro: - implantação de três faixas de tráfego por sentido; 4 - Avenida João Pinheiro: - exclusividade para tráfego de ônibus na alça de acesso - correção dos raios de giro para acesso de veículos às vias proveniente do Terminal Central. transversais; Cruzamento com Avenida João Pinheiro: - modificação da sinalização no trecho entre as vias João - implantação de viaduto sobre esta avenida; Pessoa e José Andraus para maior segurança de pedestres. - implantação de acesso livre para os ônibus do transporte coletivo ao Terminal Central provenientes da região do bairro Martins. PlanMob_Udi 6-64 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-65 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 6.7 PlanMob_Udi PROPOSTAS DE TRATAMENTO DE GEOMETRIA VIÁRIA DE PRAÇAS E PONTOS ESPECÍFICOS 6-66 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Trata-se de um trecho de via que causa conflito em razão da geometria viária, velocidade do tráfego e possibilidades de acessos. Objetiva-se com essa proposta eliminar áreas de pavimento asfáltico não utilizáveis e transformá-las em área útil para pedestres e com isso elevar a segurança viária no local PlanMob_Udi 6-67 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Implantar sentido único de tráfego (sentido João Pinheiro - Cipriano Del Fávero) de forma a eliminar os conflitos viários e aumentar a fluidez no local, realizando o binário com a Avenida João Pessoa. Com isso, é possível ampliar o espaço útil da Praça Francisco Pacheco de forma a acomodar melhor a quantidade de pedestres que por ali aglomera e transita. Também deverão ser corrigidos os raios de giro para acesso dos ônibus do transporte coletivo. PlanMob_Udi 6-68 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Possibilitar maior fluidez e redução do tempo de deslocamento na conexão das vias de forma a tornar mais atrativa esta ligação para o tráfego de passagem, aliviando assim as vias mais centrais da área de requalificação. PlanMob_Udi 6-69 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Permitir a integração do Mercado Municipal com a Pça. Luis de Freitas Costa através dos “caminhos de pedestres”. Ao mesmo tempo eliminar o cruzamento em “Y” da referida praça com a Avenida Cipriano Del Fávero, caracterizado como de baixa visibilidade e conflituoso. PlanMob_Udi 6-70 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 6.8 PROPOSTA DE ESTACIONAMENTO PÚBLICO ROTATIVO desnecessário na área. Esta deverá ter, portanto, uma proposta de rotatividade de estacionamento público diferenciada, com tempo de permanência mais reduzido - no máximo uma hora - e um custo Estacionamento público rotativo mais elevado, desestimulando a procura por vagas neste setor. O estacionamento rotativo, comumente denominado Zona Azul, A eficiência do sistema rotativo poderá ser ampliada com mais deverá ser alterado para acompanhar as modificações da estrutura fiscalização e implantação de parquímetros eletrônicos, tornando de estacionamento na área. Em razão da supressão de parte do mais acessíveis os pontos de venda de talões com controles mais estacionamento público nos trechos de vias mais centrais, a área eficientes. do estacionamento rotativo deverá ser ampliada a fim de compensar essa perda e ter a sua eficiência melhorada. Outro fator importante é a cobrança de estacionamento rotativo para motocicletas, motonetas e ciclomotores. Afinal esses veículos Outra razão é que nos trechos de vias mais periféricos da área de também ocupam espaços públicos, emitem gases poluentes, requalificação a demanda por estacionamentos é bastante concorrem com o transporte coletivo e se envolvem em acidentes significativa. A falta de estacionamento nesses locais tem graves. Invariavelmente os custos recaem sobre toda a sociedade. prejudicado as atividades econômicas e a maioria dos usuários, Além disso, muitos motociclistas ocupam clandestinamente essas além de forçar a excessiva circulação a procura de vagas. vagas públicas para realizar serviços de moto-frete e mototáxi. Por outro lado, as vagas de estacionamento público restantes na área mais central - entre as avenidas João Pinheiro e Cesário Alvim - deverão passar a ter uma intensa procura, o que poderia acarretar um aumento da circulação nesses locais, contrariando assim toda a proposta de requalificação, que é a de diminuir o tráfego PlanMob_Udi 6-71 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 6.8.1 ANÉIS DE ZONA AZUL 6.8.2 ÁREA DE ESTACIONAMENTO PÚBLICO E PRIVADO E ÁREAS POTENCIAS (EDIFÍCIO GARAGENS E GARAGENS SUBTERRÂNEAS) 6.8.3 QUANTIFICAÇÃO DE VAGAS RETIRADAS E GERADAS PlanMob_Udi 6-72 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-73 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-74 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-75 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 6.9 PROPOSTA DE ÁREAS DE CARGA E DESCARGA E EMBARQUE E DESEMBARQUE Os nichos deverão ser situados em frente às instituições bancárias existentes, no lado esquerdo (oposto à ciclofaixa) como forma de acomodar a operação dos veículos com sinalização através das Carga e descarga luzes intermitentes e que gozam de livre estacionamento e parada, conforme legislação federal. Nas vias transversais com restrição A Lei nº. 9.410 de 27/12/2006 dispõe sobre o estacionamento para total de estacionamento deverão ser regulamentados horários operações de carga e descarga nas vias públicas do município. específicos para C/D para além do período constante na lei atual. A Área de Requalificação está inserida no perímetro instituído pelo artigo 2º da Lei nº. 9.410, na qual existem restrições de tonelagem e horários para a operação de carga e descarga. Como proposta, prevê-se a criação de nichos com espaços para essa operação em cada quadra ao longo da Avenida Afonso Pena e restrições de capacidade de carga e a proibição da carga e descarga no período compreendido entre 9:00 e 19:00 horas, com base no parágrafo único do artigo 4º da referida Lei: “Em casos especiais, definidos por estudos e projetos, o Órgão Municipal de Trânsito e Transportes poderá utilizar sinalização de regulamentação específica para restringir os horários e locais de permissão de operação de carga e descarga constantes desta Lei.” PlanMob_Udi 6-76 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-77 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 6.10 habilidades); PROPOSTA DE TRATAMENTO DA ACESSIBILIDADE • Simples e intuitivo; A concepção e a implantação dos projetos urbanísticos da Área de • Informação perceptível (comunica eficazmente a informação Requalificação necessária); devem atender aos princípios do Desenho Universal, tendo como referências básicas as normas técnicas de • Com pouca exigência de esforço físico; acessibilidade da ABNT, as regras contidas no Decreto nº. 5296 de • Tamanho e espaço para o acesso e o uso. 02/12/2004 e a legislação municipal. Nesse sentido, no tratamento das vias, cruzamentos, praças e Busca-se hoje o desenvolvimento inclusivo e sustentável, demais espaços de uso público, são adotadas diferentes medidas considerando econômico, de acessibilidade devido às diferentes situações encontradas a distribuição eqüitativa dos benefícios do crescimento e convivência serem adequadas ou reconstruídas, mas que traduzem a harmoniosa com o meio ambiente. preferência ao deslocamento do pedestre sobre os outros modos. os vínculos entre crescimento Incluem-se as seguintes propostas na Área de Requalificação: Este conceito encontra eco no Desenho Universal, gerador de ambientes, serviços e tecnologias accessíveis, utilizáveis • A criação de um percurso preferencial para pedestres equitativamente, de forma autônoma e segura por todas as incluindo-se a instalação de piso tátil e a adoção de platôs nos pessoas. cruzamentos das Avenidas Afonso Pena e Floriano Peixoto, entre as Praças Sergio Pacheco e Clarimundo Carneiro; ao longo da Rua São sete os princípios do Desenho Universal: Tiradentes, e de trecho da Rua Silva Jardim e Dom Barreto junto a Praça Cel. Carneiro e da Rua Felisberto Carrijo até a Praça Cícero • Uso equiparável (para pessoas com diferentes capacidades); • Uso PlanMob_Udi flexível Macedo; Percurso e localização de platôs mostrados no Mapa da Proposta de Tratamento de Acessibilidade, anexo; (com leque amplo de preferências e 6-78 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar • A reconstrução de calçadas com pisos nivelados e contínuos, separando-se faixas de serviço e circulação; • E, em frente aos acessos das travessias, deverá ser instalado piso tátil direcional de alerta. Deverá ser observada a continuidade do deslocamento longitudinal e, propõe-se o rebaixamento de toda a esquina conforme croqui 12-A. Propõem-se diferentes alternativas devido à diversidade de situações encontradas na Área de Requalificação; • O rebaixamento de calçadas com rampa acessível localizada na faixa de serviço. Deverá ser realizado como mostra o croqui 12-B. Poderá vir associado à elevação da travessia, como mostra o croqui 12-C; • O rebaixamento de calçadas com rampa acessível localizada no alargamento das calçadas nas aproximações das vias com estacionamentos. Deverá ser realizado como mostra o croqui 12-D; • Nas vias estreitas, deverá ser executado o rebaixamento de calçadas sempre que houver possibilidade de continuidade de deslocamento do pedestre. Nas calçadas com largura menor ou igual a 1,00m (Fundinho), rampa localizada nas esquinas. "Nas calçadas com largura entre 1,00 e 2,00 metros poderão ser adotados os modelos de rampa aqui identificados como croqui 12 A ou 12 E”. PlanMob_Udi 6-79 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-80 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-81 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-82 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-83 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-84 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-85 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 6.11 dimensionamentos de placas deverão ser adotados, a fim de COMUNICAÇÃO VISUAL ampliar a sua visibilidade e eficiência. Com isso, é possível reduzir 6.11.1 SINALIZAÇÃO DE TRÂNSITO VERTICAL E HORIZONTAL o número de placas atualmente existentes, as quais, em muitos casos, configuram um obstáculo e se escondem em meio à O Novo conceito de sinalização de trânsito a ser implantado na área de requalificação deverá seguir o padrão poluição visual. nacional, normatizado pelo Código de Trânsito Brasileiro e especificações Na sua confecção novos materiais deverão ser utilizados tais como técnicas do CONTRAN. Porém, mesmo embasado em normas e películas refletivas de alta intensidade, chapas em acrílico e em padrões rígidos é possível propor uma melhoria na qualidade da alumínio para a sinalização mais elevada em relação ao solo, informação a ser transmitida com a nova sinalização, bem como materiais estes que mantém a qualidade e durabilidade da torná-la mais visível e conseqüentemente mais eficiente. sinalização por muito mais tempo. Não Podemos deixar de destacar que algumas placas atualmente utilizadas na sinalização Para a implantação da sinalização horizontal - demarcações de indicativa já adotam chapas de alumínio e películas de qualidade solo - recomendamos a utilização de tintas termoplásticas, de longa superior e a diferença para as demais é bastante notória. durabilidade e de mais visibilidade, principalmente com a adição de micro esferas refletivas. Para a sua utilização, contudo, é Outro elemento fundamental a ser considerado no conjunto da necessário que o pavimento esteja em perfeitas condições. sinalização vertical é o suporte para as placas que são fixadas nas calçadas, junto à guia do meio-fio. Em vias onde há a necessidade Um complemento importante para a demarcação viária é a de se utilizar placas de regulamentação com informações utilização de elementos físicos refletivos como tachas e tachões, complementares, como Avenida Floriano Peixoto, Avenida Cesário que auxiliam na visibilidade da sinalização e no balizamento e Alvim e outras, é bastante recomendável a utilização do suporte direcionamento dos fluxos de tráfego. Para a sinalização vertical - (coluna de sustentação) em “F”, a mesma já implantada na Avenida placas PlanMob_Udi de regulamentação e advertência - novos 6-86 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar João Pinheiro. As vantagens em relação à coluna central superam colunas deverão comportar não só os braços projetos para a o seu custo, significando uma maior proteção para a placa, um fixação do semáforo principal, mas também a fixação dos aspecto estético mais agradável, e o principal que é a liberação de semáforos repetidores e focos para pedestres. Poderão também mais espaço para a circulação de pedestres, ampliando a área útil comportar placas de regulamentação e as placas com informação das calçadas. do nome do logradouro, eliminando assim, a coluna / obstáculo própria para essa informação. Com relação às colunas dos semáforos estas deverão estar dispostas nos cruzamentos de forma a não criar obstáculos para o tráfego de pedestres, e principalmente aos portadores de necessidades especiais como os usuários de cadeiras de rodas. As PlanMob_Udi 6-87 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-88 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 6.11.2 SINALIZAÇÃO DE TRÂNSITO VERTICAL E HORIZONTAL Esta em fase de regulamentação a Lei nº PARA PESSOA COM DEFICIÊNCIA E PESSOA IDOSA 9519, de 02 de julho de 2007, que dispõe SINALIZAÇÃO DE RESERVA PARA PESSOA COM DEFICIÊNCIA sobre a reserva de 5% (cinco por cento) das vagas existentes nos estacionamentos As vagas destinadas exclusivamente à públicos pessoa ser Uberlândia, aos veículos dirigidos ou que posicionadas de forma a lhes garantir maior transportem idosos, nos termos do art. 41 da comodidade, como a reserva no início das Lei Federal nº 10.741 de 1º de outubro de quadras de forma a facilitar a acessibilidade 2003, que dispõe sobre o Estatuto do Idoso. e a manobra de veículos, devendo ser Para sinalização desta reserva deverá ser adotada, a placa já sinalizadas de forma clara e visível. Todos elaborada pela Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes. com deficiência deverão e privados do município de os locais de estacionamentos reservados a pessoa com deficiência devem ser EMBARQUE/ DESEMBARQUE ACESSIVEL demarcados e sinalizados conforme o estabelecido nas normas técnicas de acessibilidade da Associação Brasileira de Normas Espaços Técnicas - ABNT. Poderá ser adotada, a tipologia já usada no desembarque poderão ser reservados de município pela Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes. forma a facilitar a acessibilidade. destinados ao embarque/ Rua Ouro Preto, 581 - Barro Preto - CEP 30170-040 - Belo Horizonte/MG SINALIZAÇÃO DE RESERVA PARA PESSOA IDOSA PlanMob_Udi 6-89 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 6-90 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Ampliação dos Corredores Estruturais PlanMob_Udi_7 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 7. AMPLIAÇÃO DOS CORREDORES ESTRUTURAIS JULHO de 2010 PlanMob_Udi 7-1 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Apresentação O município de Uberlândia possui hoje uma posição privilegiada em (cento e um milhões de reais), a serem aplicados em três anos a partir de 2010. relação a outras cidades brasileiras de porte equivalente, no que se refere ao sistema de transportes públicos, apresentando ações constantes na melhoria da rede de transporte coletivo. No entanto, os altos índices de crescimento da cidade e o seu elevado potencial de desenvolvimento têm mostrado a necessidade de novos investimentos no sentido de se melhorar o padrão de atendimento aos seus munícipes. Este capítulo apresenta o projeto de Ampliação dos Corredores Estruturais de Transporte Coletivo de Uberlândia que visa - por meio de novo padrão de segregação de via, veículos mais modernos e de integração entre terminais - a criação de novos e eficientes eixos de transporte cruzando toda a cidade, a eliminação de pontos de congestionamento e a melhoria das condições de segurança do tráfego. Apresenta também dados referentes ao Programa de Investimento. Os investimentos previstos são de cerca de R$ 101.000.000,00 PlanMob_Udi 7-2 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Índice Apresentação...............................................................................7-2 7.1 Projeto para Ampliação de Corredores de Transporte Coletivo de Uberlândia.......................................................7-4 7.2 Corredor Estrutural Noroeste................................7-11 7.3 Corredor Estrutural Sudoeste...............................7-15 7.4 Corredor Estrutural Norte.....................................7-17 7.5 Corredor Estrutural Leste.....................................7-19 7.6 Obras de Infra-Estrutura Complementar..............7-21 7.7 Resumo dos Investimentos dos Corredores Noroeste, Norte, Leste e Sudoeste..................................7-24 PlanMob_Udi 7-3 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 7.1 PROJETO PARA AMPLIAÇÃO DE CORREDORES DE tem dificultado a operação e o desempenho do Transporte Público de Passageiros, além de ter um significativo valor em termos de TRANSPORTE COLETIVO DE UBERLÂNDIA segurança viária e melhoria nas condições tráfego pelas passagens 7.1.1 Justificativa e Objetivos gerais mais livres por outros veículos. O Sistema Integrado de Transporte - SIT é um projeto que se Este projeto visa concretizar intervenções de ajustes do SIT, destacou a nível nacional por inovar a forma de construção de consolidando outras ações de planejamento urbano/transportes, terminais de integração baseada no sistema tronco-alimentador. Ao como a revitalização da Área Central com objetivo de redução do longo número de ônibus que cruzam este espaço e o Bairro Fundinho, do tempo o sistema se consolidou, representando compromisso com a qualidade de vida da população. que possui as peculiaridades históricas e patrimoniais da fundação da cidade Uberlândia. O processo de urbanização tem exigido intervenções contínuas como elemento de organização do espaço urbano buscando Visa ainda à redução dos congestionamentos e do índice de soluções mais racionais, como a implantação de Corredores poluição com tecnologias mais limpas; redução de acidentes de Estruturais, de modo a tornar o sistema mais eficiente possível, veículos e pedestres; ampliação da cobertura e qualidade do com melhorias no rendimento do transporte público, estética, serviço melhorando a confiabilidade e flexibilidade do transporte conforto e acessibilidade, contribuindo para uma maior dinâmica coletivo; das atividades econômicas, sociais e culturais que são sentidas racionalizando os deslocamentos urbanos. melhoria da circulação de pedestres e ciclistas pelos usuários dos ônibus. Os projetos dos Corredores Estruturais de Transportes antecedem os problemas crescentes da motorização nos centros urbanos, que PlanMob_Udi 7-4 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 7.1.2 Corredor Estrutural Sudeste Rede semafórica inclusa no CTA (Controle de Tráfego por área), criando “onda verde”; O Projeto do Corredor Estrutural João Naves de Ávila foi implantado parcialmente em Setembro de 2006, faltando o Viaduto Sinalização em todas as Estações para travessia segura do pedestre; no cruzamento da Avenida João Naves de Ávila com Avenida “Traffic Calm” para uma travessia mais confortável; Rondon Pacheco e a ampliação da rede de captação de água As Estações fechadas permitem conforto ao usuário, pluvial dos Bairros Santa Mônica, Pampulha, Lagoinha, Finotti e rapidez no embarque com redução de até 83,3% do Conjunto Segismundo Pereira e Carajás. A parte implantada do tempo de embarque nos pontos de maior demanda. Corredor possui as seguintes características: Antes 3 min. de embarque, hoje 30 segundos tempo Corredor com 7,5 km de extensão; Faixa exclusiva para o ônibus na Avenida João Redução dos tempos de viagem; Naves Estações de Ávila (junto ao máximo; canteiro central), interligando Terminal Central ao Terminal Santa Luzia, priorizando o transporte coletivo dando maior desempenho operacional; Possui ao longo 13 Estações fechadas de Embarque e Desembarque; das quais três são Estações de adequadas aos portadores de necessidades especiais; Tratamento das calçadas do entorno das Estações; A seguir segue o mapa da localização das estações no corredor da avenida. Transferência facilitando a mobilidade urbana; Veículos Articulados para melhor operação; Veículos Piso Desembarque Baixo para facilitando pessoas Embarque com e mobilidade reduzida; PlanMob_Udi 7-5 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 7-6 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Corredor Estrutural Sudeste Linhas e tipo de frota em Operação PlanMob_Udi 7-7 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 7.1.3 Expansão dos Corredores Estruturais - Linha Expressa (redução no tempo de viagem); - Linhas troncos operam sem cobrador, remanejando-os para Dando continuidade a Expansão do Transporte Público Urbano em as estações fechadas; Uberlândia foi projetada em 2007 a ampliação dos Corredores - Integração intermodal (ônibus/bicicleta). Estruturais, alicerçada em 4 pilares: Prioridade ao Pedestre, Transporte Público Coletivo, Segurança no Trânsito e Qualidade Ambiental. Pode-se ainda caracterizar neste corredor: - Estações de Transferência: Estações fechadas ao longo do corredor permitindo a integração Oeste/Sul/Noroeste, sem A concepção dos Corredores Estruturais adota as mesmas necessidade de ir à área central; características do Corredor Estrutural Sudeste - Av. João Naves de - Ávila, e mais inovações consideradas um avanço tecnológico veículos articulados, Linhas troncais com veículos articulados e estabelecido pelas diretrizes de mobilidade urbana proposto pelo Veículos Piso Baixo para acessibilidade universal; Ministério das Cidades. Estas características estão descritas a - seguir: - Estações Fechadas com: de viagens com uso de faixas exclusivas, Estações fechadas - Portas automáticas e pagamento Antecipado; permitindo conforto ao usuário, Segurança e rapidez; - Estações situadas 28 cm acima do nível do pavimento da - via; Evolução tecnológica: Melhor aproveitamento da frota com Melhoria Desempenho Operacional: Redução dos tempos Trânsito: Melhoria da geometria viária, Adequação da sinalização, Novas tecnologias na sinalização semafórica, - Estações e Veículos com portas a esquerda e à direita; Tratamento dos pontos críticos de acidentes; - Veículos articulados nas linhas troncais; - - Veículos Piso Baixo (acessibilidade); priorizando os pedestres, Racionalização dos equipamentos - Corredores com canteiro central: operação à esquerda; urbanos, - Corredores sem canteiro central: operação à direita; semafórico específico para pedestre em todas as estações. PlanMob_Udi Acessibilidade do Pedestre: Novo conceito de calçadas Padronização dos pisos das calçadas e Tempo 7-8 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar NOVOS CORREDORES A Expansão do Transporte Público Urbano contempla 4 novos corredores: 7.1.4 Intervenções comuns aos quatro corredores - Regularização do pavimento e tratamento preferencial para o Sistema Transporte Público com pista de rolamento exclusiva para o tráfego de ônibus junto ao canteiro central e faixa para o trafego privado. Corredor Estrutural Noroeste; Corredor Estrutural Sudoeste (Terminal dos Jardins); - estações fechadas e seus equipamentos. - Corredor Estrutural Norte (João Pessoa); Corredor Estrutural Leste (Terminal Novo Mundo). Tratamento do canteiro central para abrigar as Sinalização estratigráfica de advertência, regulamentação e indicativa. - Implantação de dispositivo de tranquilização de tráfego nos cruzamentos onde se localizam as estações e sinalização semafórica com tempo exclusivo para travessia de pedestres. - O mapa a seguir identifica as áreas de intervenção da ampliação dos corredores de transporte coletivo de Uberlândia. A seguir são apresentados os trechos de intervenção e a situação atual das características operacionais. PlanMob_Udi 7-9 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 7-10 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 7.2 CORREDOR ESTRUTURAL NOROESTE FROTA E DEMANDA DAS LINHAS QUE OPERAM NO CORREDOR NOROSTE Linhas Frota Demanda de ônibus/dia útil passageiros/dia útil 01 A122 - Guarani - T. Central 05 3.038 Nº A implantação do Corredor Noroeste prevê intervenção com dois eixos de atuação, um eixo via Bairro Martins e outro via Área 02 A126 - Tocantins - T. Central 08 3.820 03 A127 - Jardim Patrícia - T. Central 01 272 Central, atendendo as diretrizes do Plano Diretor 2006, possuindo 04 A128 - Guarani - T. Central 02 1.301 uma extensão de 17,5 km via Martins e 19,1 km via área Central. 05 A129 - Tocantins - T. Central 03 1.288 06 A143 - Taiaman - T. Central 02 726 07 A160 - Jaraguá - T. Central 04 1.558 O Corredor Estrutural Noroeste tem início na Avenida Mississipi no 08 A401 - T. Planalto - Luizote 01 385 Bairro Mansour, passando pela Avenida José Fonseca e Silva e 09 I451 - T. Planalto - T. Industrial 04 1.601 10 S711 - Tocantins/Guarani - UAI Luizote 01 176 pela BR-365, dando continuidade pela Avenida Marcos de Freitas 11 T105 - Luizote/Mansour - T Central 06 3.117 Costa. Deste ponto há duas alternativas para chegar ao Terminal 12 T120 - T.Umuarama - Luizote/Mansor 14 7.713 Central, sendo via bairro Martins e outro via Área Central, com uma 13 T121 - T.Umuarama - Luizote/Mansour 14 8.357 14 T142 - T. Planalto - T. Central demanda de 46.000 passageiros que receberão ações diretas do corredor diariamente, conforme quadro de demanda e oferta. Soma 04 2.031 69 35.383 Total corredor com integração* 45.998 *Tomando por base o fator de integração na demanda de 30%. PlanMob_Udi 7-11 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 7.2.1 Principais Intervenções deste corredor 7.2.2 Investimentos (Corredor Noroeste) OBRAS - Edificação de um terminal intermodal (ônibus/bicicleta) na Corredor Estrutural Av. José Fonseca e Silva região do Bairro Dona Zulmira com área de estocagem para os Discriminação ônibus. - O corredor nos trechos viários compreendidos pelas Totais Avenidas José Fonseca e Silva e Marcos de Freitas Costa, onde há Obras de Infra-Estrutura, obras de arte especiais, pavimentação, drenagem, adequação de vias e outros. R$ 6.900.000,00 a presença de canteiro central, receberá tratamento para faixa Terminais e Estações R$ 7.500.000,00 exclusiva e parte do novo corredor, mais precisamente nos trechos Mobiliário, sinalização horizontal/vertical, semafórica e urbanização R$ 13.800.000,00 Total Geral R$ 28.200.000,00 mais centrais, terá faixa de trânsito compartilhada. - O canteiro central será tratado para abrigar 11 estações A implantação da ponte sobre o Rio Uberabinha fazendo a ligação fechadas e seus equipamentos e 10 estações de embarque e da Avenida Fernando Viela com a Rua Sibipiruna para estabelecer desembarque serão localizadas avançadas sobre um pequeno um binário com a Avenida Brigadeiro Sampaio, que beneficia o trecho da faixa de estacionamento, possibilitando a livre circulação corredor e a circulação naquela região. por passeios ao longo das avenidas e 04 serão localizadas nas principais praças públicas do setor central: Praça Cel. Virgílio Rodrigues da Cunha, Praça Clarimundo Carneiro, Praça Tubal Vilela e Praça Adolfo Fonseca. PlanMob_Udi 7-12 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Linhas do Corredor Noroeste que serão alteradas, criadas ou extintas Atual Linha Frota Extensão Intervalo Proposto Tempo Viag.dias viagem úteis 55 31 55 36 55 68 55 89,5 55' 19 50 26 25 38 81 127,5 85 128 65 81 55' 14 - km total dia A 128 A 129 A122 A 126 A 127 A 143 A 401 T 121 T 120 T 105 S711 - 2 3 5 8 1 2 1 14 14 6 1 - 20 22 20,9 23,1 18,7 18,6 9,3 30,3 29,9 26,9 20,7 - 30 15 10 7 55' 30 30 6 6 12 60' - - - - - - - - - - - - - - - Total 57 - - - 658 16252 620 792 1421,2 2067,45 355,3 483,6 353,4 3863,25 3827,2 2178,9 289,8 - Linha A 128 A 629 A622 A 626 A627 A 643 A 402 T 121 T 120 T 105 S711 A605 E602 T 161 - par. Martins T 162 - exp.. Martins Total Frota 2 5 6 1 2 2 25 Extensão Tempo Viag.dias Intervalo (km) viagem úteis Extinta 10,5 10' 25' 88 11,1 5' 25' 177 13 5' 30' 177 6,7 16' 16' 61 10 10' 20' 88 10,8 15' 25' 58 Extinta 26,8 3' 75' 255 km total dia 924 1964,7 2301 408,7 880 626,4 6834 4 4 11,2 7,9 10' 5' 35 20' 88 197 985,6 1556,3 6 10,7 5' 30' 197 2107,9 5 10,7 5' 25' 197 2107,9 62 - - - 1583 20697 OBS: Tempo de viagem retirado das pesquisas sobe/desce de março/07 PlanMob_Udi 7-13 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 7-14 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 7.3 7.3.1 Principais Intervenções deste corredor CORREDOR ESTRUTURAL SUDOESTE O trecho do futuro corredor compreende a extensão da Avenida Getúlio Vargas cruzamento com a Avenida Marcos de Freitas Costa estendendo-se até o entroncamento da mesma com a Rodovia MG - 497, totalizando uma extensão de 2,73 km, sendo utilizado direto Edificação de um terminal de integração periférico na região do bairro Jardim das Palmeiras com área de estocagem para ônibus. - O canteiro central será tratado para abrigar 06 estações fechadas e seus equipamentos. ou intermediário por 30.693 passageiros diariamente, conforme quadro de oferta e demanda abaixo: 7.3.2 Investimentos (Corredor Sudoeste) FROTA E DEMANDA DAS LINHAS FUTURAS DO CORREDOR SUDOESTE Nº Linhas Frota ônibus/dia útil Demanda de passageiros/dia útil 01 A720 - Jardim das Palmeiras - T. Jardins 07 3.655 02 A770 - Tubalina - T. Jardins 04 2.215 03 A174 - Educação Física 01 432 04 A438 - Canaã - T. Planalto 03 1.010 05 I341 - T. Sta. Luzia - T. Planalto 04 06 T711 - Canaã - T. Jardins - T. Central 07 08 OBRAS Corredor Estrutural Getúlio Vargas Discriminação Totais R$ 8.500.000,00 Obras de Infra-Estrutura, obras de arte especiais, pavimentação, drenagem, adequação de vias e outros. Terminal e Estações R$ 3.000.000,00 Mobiliário, sinalização horizontal/vertical, semafórica e urbanização R$ 3.000.000,00 1.862 11 6.257 Total Geral T140 - Planalto - T. Jardins - T. Central 07 3.963 T141 - Planalto - T. Central 07 4.216 Há necessidade dede ampliação da rede de captação de água 44 23.610 pluvial para evitar situações de alagamento na Avenida Getúlio Soma Total corredor com integração 30.693 R$ 14.500.000,00 Vargas e suas adjacências, e da recomposição do pavimento ao longo do corredor como forma, entre outras, de redução do custo operacional. PlanMob_Udi 7-15 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 7-16 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 7.4 CORREDOR ESTRUTURAL NORTE 7.4.1 Principais Intervenções deste corredor Compõe o Corredor a Avenida João Pessoa, seguindo pela Avenida Adriano Bailone e toda a extensão da Avenida Cleanto - O canteiro central será tratado para abrigar 11 estações fechadas e seus equipamentos. Vieira Gonçalves até o Terminal do Distrito Industrial, totalizando 5,5 km, utilizado diariamente por 10.322 passageiros diretos ou 7.4.2 Investimentos (Corredor Norte) intermediários, conforme quadro demanda e oferta abaixo: OBRAS Corredor Estrutural João Pessoa / Roosevelt FROTA E DEMANDA DAS LINHAS QUE OPERAM NO CORREDOR NORTE Nº Linhas Frota ônibus/dia útil Demanda de passageiros/dia útil Discriminação Totais Obras de Infra-Estrutura, obras de arte especiais, pavimentação, drenagem, adequação de vias e outros. R$ 5.000.000,00 1.230 Estações R$ 2.500.000,00 03 1.792 A108 - Pacaembú - T. Central 01 581 Mobiliário, sinalização horizontal/vertical, semafórica e urbanização Total Geral 05 A146 - Liberdade - T. Central 03 1.422 06 T151 - T. Industrial - T. Central 04 2.365 14 7.940 01 A104 - Roosevelt - T. Central 01 550 02 A106 - Roosevelt - T. Central 02 03 A107 - Pacaembu - T. Central 04 Soma Total corredor com integração 10.322 R$ 2.500.000,00 R$ 10.000.000,00 Há necessidade de construção de um viaduto na Rua México, sobre a BR-365, com intuito de estabelecer um binário com a Avenida João Pessoa, onde atualmente existe um tráfego intenso nos dois sentidos da entrada do Bairro Roosevelt, atendendo também a demanda naquela região. PlanMob_Udi 7-17 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 7-18 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 7.5 7.5.1 Principais Intervenções deste corredor CORREDOR ESTRUTURAL LESTE O futuro corredor totaliza uma extensão de 6,1 km e compreende a Avenida Segismundo Pereira, que se inicia na confluência com o Corredor Estrutural João Naves de Ávila e segue até a BR 050, e o Edificação de um terminal de integração periférico na região do bairro Alvorada com área de estocagem para os ônibus. - Tratamento do canteiro central para abrigar 12 estações fechadas e seus equipamentos. trecho do seu prolongamento, até o cruzamento com a BR 365/452. Trata-se de arterial utilizada como importante via de acesso, devido 7.5.2 Investimentos (Corredor Leste) às ligações com as rodovias; também utilizada por 21.554 OBRAS passageiros, conforme quadro de oferta e demanda apresentado abaixo: Corredor Estrutural Segismundo Pereira / Aristides Filho FROTA E DEMANDA DAS LINHAS QUE OPERAM NO CORREDOR LESTE Nº Linhas Frota ônibus/dia útil Discriminação Custos Totais Obras de Infra-Estrutura, obras de arte especiais, pavimentação, drenagem, adequação de vias e outros. R$ 21.800.000,00 Demanda de passageiros/ dia útil 01 A105 - Santa Mônica - T. Central 03 1.390 02 A315 - T. Santa Luzia - Morumbí 02 637 Terminal e Estações R$ 3.000.000,00 03 A330 - T. Santa Luzia - Morumbí 01 387 R$ 2.500.000,00 04 B910 - Santa Mônica - Centro 02 816 Mobiliário, sinalização horizontal/vertical, semafórica e urbanização 05 I231 - T. Sta. Luzia - T. Umuarama 04 1.969 Total Geral R$ 27.300.000,00 06 I232 - T. Sta. Luzia - T. Umuarama 04 1.742 07 T101 - Morumbi - T. Central 05 2.822 08 T103 - Morumbi - T. Central 05 2.425 09 T132 - T. Sta. Luzia - T. Central 10 4.392 Soma 36 16.580 21.554 Total corredor com integração* *Tomando por base 30% de integração. PlanMob_Udi A construção do viaduto no cruzamento da Avenida João Naves de Ávila com Avenida Rondon Pacheco é importante tanto para este corredor quanto para o corredor Sudeste, existente; implicando em melhorias para a circulação e segurança nas vias, menor tempo de viagens do transporte público. 7-19 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 7-20 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 7.6 Os OBRAS DE INFRA-ESTRUTURA COMPLEMENTAR corredores estruturais descritos no projeto Essas obras estão descriminadas no quadro a seguir: terão CORREDOR OBRA FUNCIONALIDADE JUSTIFICATIVA Rede de Captação de Água Pluvial Evitar alagamento nas estações e nos bairros circunvizinhos A rede atual não comporta mais o volume de água ao longo da Avenida Segismundo Pereira. Terminal de Ônibus Novo Mundo Terminal de Integração das linhas de ônibus do setor leste, que operam nas adjacências do Terminal Novo Mundo Integração de linhas complementação de obras de arte, específicas de construção civil, para operacionalidade e constituição de binários, necessidade para alcançar os benefícios previstos neste empreendimento. Essas obras civis complementares são viadutos, pontes e trincheiras de acordo com a característica de cada corredor estrutural, pois o corredor tem também função estrutural ao desenvolvimento do bairro, sendo feito tratamento especial para o pedestre, veículo, ônibus, entorno das estações de ônibus, sinalização específica para pista de ônibus e tráfego de veículos, LESTE projeto de paisagismo e urbanismo, projeto de rede de captação de água pluvial resolvendo problemas crônicos dos bairros circunvizinhos aos corredores. Viaduto da Avenida Rondon Pacheco X Avenida João Naves de Ávila PlanMob_Udi Obra de complementação O volume de tráfego ao Corredor Estrutural no local, atualmente Sudeste e Corredor é de 70.000 Estrutural Leste e melhoria veículos dia. de sistema viário sendo o maior ponto de volume de tráfego da cidade. 7-21 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Rede de Captação de Água Pluvial Evitar alagamento nas estações de ônibus e nos bairros circunvizinhos ao corredor. Terminais de ônibus – Jardins e Universitário. Terminal de Integração das linhas de ônibus do setor Sudoeste, que operam nas adjacências do Bairro Jd. Das Palmeiras. SUDOESTE Viaduto da Rua México A rede atual não comporta mais o volume de água ao longo da Avenida Getúlio Vargas. Integração de linhas Volume de tráfego Constituir um binário com dia na Rua México é o Viaduto da Avenida João de 9.230 veículos e Pessoa, que atualmente na Avenida João possui mão dupla. Pessoa é de 12.000 veículos. NORTE NOROESTE PlanMob_Udi Rede de Captação de Água Pluvial Evitar alagamento nas estações de ônibus e nos bairros circunvizinhos ao corredor. A rede atual não comporta mais o volume de água ao longo da Avenida Cleanto Vieira Gonçalves e adjacências. Estação da Praça Tubal Vilela e da Praça Clarimundo Carneiro A Praça Tubal Vilela constitui depois dos Terminais de Integração o maior ponto de ônibus do SIT. A Praça Clarimundo Carneiro servirá de ponto de integração do setor sul com o setor Noroeste. Tem o movimento de 25.000 usuários/dia do transporte coletivo. Terminal Dona Zulmira Ponte da Rua Sibipiruna – Rio Uberabinha Rede de Captação de Água Pluvial Terminal de Integração para as linhas que atendem os bairros circunvizinhos ao bairro Luizote, Dona Zulmira. Constituir um binário da continuação da Avenida Fernando Vilela com a Avenida Brigadeiro Sampaio. Com essa opção obtêm-se uma redução considerável no itinerário. Evitar alagamento nas estações de ônibus e nos bairros circunvizinhos ao corredor. Tem um volume de 30.000 usuários/dia. Volume de tráfego da Av. Brigadeiro Sampaio é de 5.000 veículos dia e da continuação da Avenida Fernando Vilela, no Bairro Daniel Fonseca, é de 1.800 veículos dia. A rede atual não comporta mais o volume de água ao longo da Avenida Getúlio Vargas, Avenida Marcos de Freitas Costa e Avenida José Fonseca e Silva. 7-22 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 7.6.1 Outras Obras de Infra-Estrutura e Corredores do Sistema de Transporte Urbano Suporte aos As obras de infra-estrutura previstas no projeto foram estabelecidas por levantamentos de contagem volumétrica e de dados obtidos junto ao CTA (Controle de Tráfego por Área), com finalidade de minimizar os acidentes de trânsito nesses locais, estabelecer binários em locais de grande volume de tráfego diário, melhoria de travessia de pedestres e pessoas com mobilidade reduzida. Investimentos OBRAS COMPLEMENTARES R$ 17.000.000,00 As obras estão descriminadas no quadro abaixo: LOCAL AVENIDA RONDON PACHECO X RUA PARANÁ AVENIDA RONDON PACHECO X RUA OLEGÁRIO MACIEL AVENIDA RONDON PACHECO X AVENIDA NICOMEDES ALVES DOS SANTOS AVENIDA RONDON PACHECO X AVENIDA FRANCISCO GALASSI PlanMob_Udi OBRA FUNCIONALIDADE JUSTIFICATIVA VIADUTO Melhoria do sistema viário com travessia de linhas de ônibus, ligando o Bairro Aparecida ao Bairro Tibery, que é um dos mais populosos da cidade. O volume de tráfego no local, atualmente é de 25.000 veículos dia. VIADUTO Constituir um binário com a Rua Duque de Caxias, para travessia de veículos e pedestres ao bairro Saraiva. O volume de tráfego no local, atualmente é de 40.000 veículos dia. VIADUTO VIADUTO Melhoria do sistema viário, servindo para a ligação da cidade ao setor Sul, setor de expansão urbana conjunta á área universitária e ligação ao anel viário. Melhoria do sistema viário, servindo para a ligação da cidade ao setor Sul, setor de expansão urbana conjunta á área universitária e ligação ao anel viário. Atualmente é uma opção de apoio ao cruzamento da Avenida Rondon Pacheco com Nicomedes Alves dos Santos. O volume de tráfego no local, atualmente é de 60.000 veículos dia, sendo o segundo maior volume da cidade. O volume de tráfego no local, atualmente é de 35.000 veículos dia. 7-23 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 7.7 RESUMO DOS INVESTIMENTOS DOS CORREDORES NOROESTE, NORTE, LESTE E SUDOESTE RUA REPUPLICA DO PIRATINI E RUA PEDRO QUIRINO TRINCHEIRA Construir um binário sob a BR-050, possibilitando a continuação da via e a ligação entre os bairros Marta Helena e Umuarama Evitar o conflito entre o trânsito urbano e Trânsito rodoviário Total de Investimentos dos Corredores Discriminação Obras de Infra-Estrutura, obras de arte especiais, pavimentação, drenagem, adequação de vias e outros. R$ 42.200.000,00 Terminais e Estações Mobiliário, sinalização horizontal/vertical, semafórica e urbanização R$ 16.000.000,00 Obras Complementares R$ 17.000.000,00 Acompanhamento, gerenciamento e projetos R$ 4.000.000,00 Total Geral PlanMob_Udi Totais R$ 21.800.000,00 R$ 101.000.000,00 7-24 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 7.a Capacidade de transporte 7.a.1 Corredor Estrutural Noroeste 7.a.1.1 Dimensionamento de frota e da capacidade de transporte: - Frota de veículos por tipo de linha - Troncal, Alimentadora ou de Vizinhança: Itens Fatores 1 2 3 4 Extensão ida e volta Velocidade comercial Tempo de percurso Tempo nas paradas Tempo de manobra nos terminais Ciclo total Velocidade média Demanda diária Fator pico Demanda nas horas de pico Fator de carregamento Carregamento máximo Capacidade dos veículos Veículos por hora Intervalo entre veículos Frota operacional % de reserva técnica Reserva técnica Frota total 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 Tipo de veículo* Unidades Equação Linhas Total A 629 A 622 A 626 A 627 A 643 A 660 A 402 A 605 A602 T 120 T 142 T 161 T 162 km km/hora minutos segundos - 10,50 20 - 11,10 20 - 13,00 25 - 6,70 11 - 10,00 15 - 8,50 20 - 10,80 20 - 11,20 30 - 7,90 15 - 26,80 70 - 16,20 45 - 10,70 30 - 10,70 25 - minutos minutos km/hora passageiros - 3+(4/60)+5 (1/6)*60 - 5 25 25,20 1613 - 5 25 26,64 3214 - 5 30 26,00 4144 - 5 16 25,13 520 - 5 20 30,00 1055 - 5 25 20,40 1635 - 5 25 25,92 339 - 5 35 19,20 900 - 5 20 23,70 1210 - 5 75 21,44 17776 - 5 50 19,44 2362 - 5 35 18,34 4300 - 5 30 21,40 3522 - passageiros passageiros 26% 10x11 419 - 836 - 1077 - 135 - 274 - 425 - 88 - 234 - 315 - 4622 - 614 - 1118 - 916 - passageiros veículos minutos veículos veículos veículos - 80 6,00 10 2,50 10 0,25 3 80 12,00 5 5,00 10 0,50 5 80 12,00 5 6,00 10 0,60 7 80 3,75 16 1,00 10 0,10 1 80 6,00 10 2,00 10 0,20 2 80 4,00 15 1,67 10 0,17 2 80 4,00 15 1,67 10 0,17 2 80 6,00 10 3,50 10 0,35 4 80 12,00 5 4,00 10 0,40 4 120 20,00 3 25,00 10 2,50 27 120 5,00 12 4,17 10 0,42 4 4 Artic. e1 piso baixo 120 12,00 5 7,00 10 0,70 8 8 Artic. e2 piso baixo 120 12,00 5 6,00 10 0,60 7 5 Artic. e2 piso baixo 60/14 (6x14)/60 16x17 16+18 Padron Padron Padron Padron Padron Padron Padron Padron Padron 22 Artic. e 5 piso baixo Total com integração - 42590 55367 - 11073 14395 - 115 70 7 76 * especificar se o veículo é convencional, padron, articulado, bi-articulado, microônibus etc (pode ser criada uma legenda, caso haja mais de um tipo de veículo por linha) apresentar justificativa e detalhamento. PlanMob_Udi 7-25 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 7.b Corredor Estrutural Sudoeste 7.b.1 Dimensionamento de frota e da capacidade de transporte: - Frota de veículos por tipo de linha - Troncal, Alimentadora ou de Vizinhança: Total Total com integração - - - - 30874 40136 - 1612 1738 1162 1179 8027 120 80 120 120 12,00 12,00 7,50 12,00 67 60/14 5 5 8 5 (6x14)/60 5 14 6 9 46,76 10 10 10 10 16x17 0,50 1,40 0,56 0,90 4,68 16+18 6 15 6 10 51 5 12 5 8 Artic.e Artic.e Artic.e Artic.e Tipo de veículo* Padron Padron Padron Padron Padron Padron 1 piso 3 piso 1 piso 2 piso baixo baixo baixo baixo * especificar se o veículo é convencional, padron, articulado, bi-articulado, microônibus, etc (pode ser criada uma legenda, caso haja mais de um tipo de veículo por linha) apresentar justificativa e detalhamento. 10435 - Itens Fatores 1 2 3 4 Extensão ida e volta Velocidade comercial Tempo de percurso Tempo nas paradas Tempo de manobra nos terminais Ciclo total Velocidade média Demanda diária Fator pico Demanda nas horas de pico Fator de carregamento Carregamento máximo Capacidade dos veículos Veículos por hora Intervalo entre veículos Frota operacional % de reserva técnica Reserva técnica Frota total 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 PlanMob_Udi Unidades Equação A 720 A 770 A 710 A 174 I 341 I471 T 711 T 712 T 140 T 141 7,94 20 - 9,63 25 - 9,10 20 - 16,40 40 - 34,30 71 - 5,56 17 - 10,00 20 - 25,50 65 - 15,30 40 - 13,20 40 - minutos minutos 3+(4/60)+5 km/hora (1/6)*60 passageiros - 5 25 19,06 3000 - 5 30 19,26 1800 - 5 25 21,84 946 - 5 45 21,87 440 - 5 76 27,08 2001 - 5 22 15,16 800 - 5 25 24,00 6200 - 5 70 21,86 6684 - 5 45 20,40 4470 - 5 45 17,60 4533 - passageiros passageiros passageiros veículos minutos veículos veículos veículos 780 80 8,57 7 4 10 0,36 4 468 80 4,00 15 2 10 0,20 2 246 80 4,00 15 2 10 0,17 2 114 80 1,33 45 1 10 0,10 1 520 80 3,00 20 4 10 0,38 4 208 80 3,00 20 1 10 0,11 1 km km/hora minutos segundos - 26% 10x11 - 7-26 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 7.c Corredor Estrutural Leste 7.c.1 Dimensionamento de frota e da capacidade de transporte: - Frota de veículos por tipo de linha - Troncal, Alimentadora ou de Vizinhança: Itens 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 Fatores Extensão ida e volta Velocidade comercial Tempo de percurso Tempo nas paradas Tempo de manobra nos terminais Ciclo total Velocidade média Demanda diária Fator pico Demanda nas horas de pico Fator de carregamento Carregamento máximo Capacidade dos veículos Veículos por hora Intervalo entre veículos Frota operacional % de reserva técnica Reserva técnica Frota total Unidades km km/hora minutos segundos Equação - A 116 A 815 A 830 I 231 I 232 I 381 T 132 T 181 T 183 15,40 40 - 19,40 50 - 9,60 25 - 9,80 25 - 22,20 60 - 23,30 60 - 8,50 20 - 16,32 42 - 26,00 65 - 25,50 60 - 5 45 20,53 2321 603 80 6 10 4,50 10 0,45 5 5 55 21,16 836 217 80 3 20 2,75 10 0,28 3 5 30 19,20 500 130 80 3 20 1,50 10 0,15 2 5 30 19,60 400 104 80 3 20 1,50 10 0,15 2 5 65 20,49 2000 520 80 4 14 4,64 10 0,46 5 5 65 21,51 1816 472 80 4 15 4,33 10 0,43 5 5 25 20,40 450 117 80 3 20 1,25 10 0,13 1 Total Total com integração - - - - 5 5 5 47 70 65 20,83 22,29 23,54 7178 3587 3480 22568 1866 933 905 5868 120 120 120 12 4 4 46 5 15 15 9,40 4,67 4,33 39 10 10 10 0,94 0,47 0,43 4 10 5 5 43 8 4 Artic. 4 Artic. Artic. e1 e1 Tipo de veículo* Padron Padron Padron Padron Padron Padron Padron e2 Piso Piso Piso baixo baixo baixo * especificar se o veículo é convencional, padron, articulado, bi-articulado, microônibus etc (pode ser criada uma legenda, caso haja mais de um tipo de veículo por linha) apresentar justificativa e detalhamento. PlanMob_Udi minutos minutos 3+(4/60)+5 km/hora (1/6)*60 passageiros passageiros 26% passageiros 10x11 passageiros veículos minutos veículos (6x14)/60 veículos 16x17 veículos 16+18 Linhas A 105 29338 7628 - 7-27 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 7.d Corredor Estrutural Norte 7.d.1 Dimensionamento de frota e da capacidade de transporte: - Frota de veículos por tipo de linha - Troncal, Alimentadora ou de Vizinhança: Itens Fatores Unidades Linhas Equação A 184 A187 A188 E 646 E806 T 151 Total Total com Integração - - - - 8083 10508 1 Extensão ida e volta km - 11,90 9,70 10,30 6,30 6,40 11,90 2 Velocidade comercial km/hora - - - - - - - 3 Tempo de percurso minutos - 30 35 35 22 22 30 4 Tempo nas paradas segundos - - - - - - - 5 Tempo de manobra nos terminais minutos - 5 5 5 5 5 5 6 Ciclo total minutos 3+(4/60)+5 35 40 40 27 27 35 7 Velocidade média km/hora (1/6)*60 20,40 14,55 15,45 14,00 14,22 20,40 8 Demanda diária 9 Fator pico 10 Demanda nas horas de pico 11 Fator de carregamento - - - - - - - - - 12 Carregamento máximo passageiros 10x11 - - - - - - - 13 Capacidade dos veículos passageiros - 80 80 80 80 80 80 14 Veículos por hora veículos 3 4 3 4 4 12 15 Intervalo entre veículos minutos 20 15 20 15 15 5 16 Frota operacional veículos (6x14)/60 1,75 2,67 2,00 1,80 1,80 7,00 17 % de reserva técnica - - 10 10 10 10 10 10 18 Reserva técnica veículos 16x17 0,18 0,27 0,20 0,18 0,18 0,70 passageiros 630 1866 583 1400 1100 2504 - - - - - - - - passageiros 26% 164 485 152 364 286 651 2102 2732 30 17 2 19 Frota total veículos 16+18 2 3 2 2 2 8 19 6 Artic Tipo de veículo* Padron Padron Padron Padron Padron 2 mais de um tipo de veículo por * especificar se o veículo é convencional, padron, articulado, bi-articulado, microônibus etc (pode ser criada uma legenda, caso haja linha) apresentar justificativa e detalhamento. PlanMob_Udi 7-28 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 7.a Itens do projeto 7.a.1.2 Extensão Corredor Noroeste de 26 km, com 30 estações de embarque e desembarque, um Terminal de Integração. O Corredor Noroeste tem duas estações (Praça Tubal Vilela e Praça Clarimundo Carneiro) na parte central da cidade, e seus projetos estão desenvolvidos a parte no orçamento, por merecerem um estudo mais detalhado. Outra particularidade deste Corredor é que ele possui um corredor de apoio, que passa pelo bairro Martins, tendo um percurso de 11 km de ida e volta, com objetivo de retirar 50% dos ônibus da área central. Este trecho conta com estações fechadas de 18 metros, com operação à direita, altura de 28 cm. PlanMob_Udi 7-29 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Corredor Noroeste ITEM ESTAÇÕES DE EMBARQUE E DESEMBARQUE ESTAÇÕES DE TRANSFERÊNCIA QUANTIDADE 23 7 PISTA DE RODAGEM 26 km RECAPEAMENTO DA VIA 26 km GEOMETRIA VIÁRIA PlanMob_Udi 26 km SINALIZAÇÃO VIÁRIA 26 km TERMINAL DONA ZULMIRA 1 PAISAGISMO E URBANISMO 26 km Implantação do Projeto de Sinalização Vertical, Horizontal, Educativa e de Orientação. Construção de um Terminal de Integração de ônibus, com área de 2.500 m², com pátio de estocagem, área de manobra, plataforma de embarque e desembarque e com construção de área administrativa e funcional, bilheteria e lojas de conveniência. Implantação de Projeto Paisagístico com tratamento da Urbanização das Praças existentes. QUALIFICAÇÃO DOS OPERADORES TODOS Treinamento dos operadores das estações e terminal de ônibus, requalificando sua atividade operacional. ESTAÇÕES FECHADAS NAS PRAÇAS CLARIMUNDO CARNEIRO E TUBAL VILELA 2 Estações de transferências onde amplia as possibilidades de deslocamento dos usuários sem ter que ir ao T. Central. 1 Constituir um binário da continuação da Avenida Fernando Vilela com a Avenida Brigadeiro Sampaio. Com essa opção obtêm-se uma redução considerável no itinerário, tendo o volume de tráfego da Avenida Brigadeiro Sampaio de 5.000 veículos dia e da continuação da Avenida Fernando Vilela, no Bairro Daniel Fonseca, é de 1.800 veículos dia. DESCRIÇÃO São estações de 18m de comprimento, com 28 cm de altura, construídas com perfil I de 20”, vidros blindex de 10mm de espessura e brises, com 6 portas automáticas, com portão pivotante, bilheteria, 3 catracas eletrônicas, portão para cadeirantes, bancos para usuários e elevadores para deficientes quando houver necessidade, piso podo-tátil, sistema de áudio e vídeo para atendimento de necessidade universal, painel eletrônico, mapa com linhas do entorno. São estações de 36m de comprimento, com 28 cm de altura, construídas com perfil I de 20”, vidros blindex de 10mm de espessura e brises, com 12 portas automáticas, com portão pivotante, bilheteria, 3 catracas eletrônicas, portão para cadeirantes, bancos para usuários e elevadores para deficientes quando houver necessidade, piso podo-tátil, sistema de áudio e vídeo para atendimento de necessidade universal, painel eletrônico, mapa com linhas do entorno. Pista construída com 3,5 m de largura, nos sentidos de ida e volta, no canteiro central, com pavimento rígido na baía das estações. Revitalização da via existente e recuperação das calçadas. Projeto de adequação da circulação no entorno das estações e ao longo do corredor. PONTE DE RUA SIBIPIRUNA - RIO UBERABINHA 7-30 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 7.b.2 Corredor Sudoeste Extensão de 2,7 km, com 5 estações de embarque e desembarque e um Terminal de Integração. O Corredor Sudoeste irá operar em parte do Corredor Noroeste, no trecho compreendido entre o Terminal Central e o cruzamento das Avenidas Getúlio Vargas com Marcos de Freitas Costa. Tanto que, neste cruzamento irá ter uma Estação de Transferência comum aos dois corredores. O trecho comum aos dois corredores está considerado no projeto do Corredor Noroeste. PlanMob_Udi 7-31 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar ITEM ESTAÇÕES DE EMBARQUE E DESEMBARQUE ESTAÇÕES DE TRANSFERÊNCIA QUANTIDADE 4 1 REDE DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA PLUVIAL 2,7 km PISTA DE RODAGEM 2,7 km PlanMob_Udi DESCRIÇÃO São estações de 18m de comprimento, com 28 cm de altura, construídas com perfil I de 20”, vidros blindex de 10mm de espessura e brises, com 6 portas automáticas, com portão pivotante, bilheteria, 3 catracas eletrônicas, portão para cadeirantes, bancos para usuários e elevadores para deficientes quando houver necessidade, piso podo-tátil, sistema de áudio e vídeo para atendimento de acessibilidade universal, painel eletrônico, mapa com linhas do entorno. São estações de 36m de comprimento, com 28 cm de altura, construídas com perfil I de 20”, vidros blindex de 10mm de espessura e brises, com 12 portas automáticas, com portão pivotante, bilheteria, 3 catracas eletrônicas, portão para cadeirantes, bancos para usuários e elevadores para deficientes quando houver necessidade, piso podo-tátil, sistema de áudio e vídeo para atendimento de necessidade universal, painel eletrônico, mapa com linhas do entorno. A rede atual não comporta mais o volume de água ao longo da Avenida Getúlio Vargas sendo necessário evitar alagamento nas estações de ônibus e nos bairros ao longo do corredor. Pista construída com 3,5 m de largura, nos sentidos de ida e volta, no canteiro central, com pavimento rígido na baía RECAPEAMENTO DA VIA 2,7 km GEOMETRIA VIÁRIA 2,7 km SINALIZAÇÃO VIÁRIA 2,7 km TERMINAL DOS JARDINS E TERMINAL UNIVERSITÁRIO 2 PAISAGISMO E URBANISMO 2,7 km das estações. Revitalização da via existente e recuperação das calçadas. Projeto de adequação da circulação no entorno das estações e ao longo do corredor. Implantação do Projeto de Sinalização Vertical, Horizontal, Educativa e de Orientação. Construção de um Terminal de Integração de ônibus, com área de 2.500 m², com pátio de estocagem, área de manobra, plataforma de embarque e desembarque e com construção de área administrativa e funcional, bilheteria e loja de conveniência. Implantação de Projeto Paisagístico com tratamento da Urbanização das Praças existentes. TODOS Treinamento dos operadores das estações e terminal de ônibus, requalificando sua atividade operacional. QUALIFICAÇÃO DOS OPERADORES 7-32 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 7.d.2 Corredor Norte Extensão de 5,5 km, com 11 estações de embarque e desembarque. ITEM QUANTIDADE ESTAÇÕES DE EMBARQUE E DESEMBARQUE 8 ESTAÇÕES DE TRANSFERÊNCIA 3 PISTA DE RODAGEM 5,5 km RECAPEAMENTO DA VIA 5,5 km GEOMETRIA VIÁRIA 5,5 km SINALIZAÇÃO VIÁRIA 5,5 km PAISAGISMO E URBANISMO 5,5 km QUALIFICAÇÃO DOS OPERADORES TODOS VIADUTO DA RUA MÉXICO 1 PlanMob_Udi DESCRIÇÃO São estações de 18m de comprimento, com 28 cm de altura, construídas com perfil I de 20”, vidros blindex de 10mm de espessura e brises, com 6 portas automáticas, com portão pivotante, bilheteria, 3 catracas eletrônicas, portão para cadeirantes, bancos para usuários e elevadores para deficientes quando houver necessidade, piso podo-tátil, sistema de áudio e vídeo para atendimento de necessidade universal, painel eletrônico, mapa com linhas do entorno. São estações de 36m de comprimento, com 28 cm de altura, construídas com perfil I de 20”, vidros blindex de 10mm de espessura e brises, com 12 portas automáticas, com portão pivotante, bilheteria, 3 catracas eletrônicas, portão para cadeirantes, bancos para usuários e elevadores para deficientes quando houver necessidade, piso podo-tátil, sistema de áudio e vídeo para atendimento de necessidade universal, painel eletrônico, mapa com linhas do entorno. Adequação da pista de ônibus com 3,5 m de largura, nos sentidos de ida e volta, com pavimento rígido na baía das estações. Com adequação viária no interior do bairro Roosevelt. Revitalização da via existente e recuperação das calçadas. Projeto de adequação da circulação no entorno das estações e ao longo do corredor. Implantação do Projeto de Sinalização Vertical, Horizontal, Educativa e de Orientação. Implantação de Projeto Paisagístico com tratamento da Urbanização das Praças existentes. Treinamento dos operadores das estações e terminal de ônibus, requalificando sua atividade operacional. Constituir um binário com o Viaduto da Avenida João Pessoa, que atualmente possui mão dupla. Volume de tráfego dia na Rua México é de 9.230 veículos e na Av. João Pessoa é de 12.000 veículos. 7-33 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 2.c.2 Corredor Leste Extensão de 6 km, com 12 estações de embarque e desembarque e um Terminal de Integração. O Corredor Leste irá operar em parte do Corredor Sudeste (Avenida João Naves de Ávila), no trecho compreendido entre a Avenida Segismundo Pereira e o Terminal Central, implantado e em operação. Sendo essa parte não considerada neste projeto. Corredor Leste ITEM ESTAÇÕES DE EMBARQUE E DESEMBARQUE ESTAÇÕES DE TRANSFERÊNCIA PROJETO DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA PLUVIAL PlanMob_Udi QUANTIDADE 8 4 6 km DESCRIÇÃO São estações de 18m de comprimento, com 28 cm de altura, construídas com perfil I de 20”, vidros blindex de 10mm de espessura e brises, com 6 portas automáticas, com portão pivotante, bilheteria, 3 catracas eletrônicas, portão para cadeirantes, bancos para usuários e elevadores para deficientes quando houver necessidade, piso podo-tátil, sistema de áudio e vídeo para atendimento de necessidade universal, painel eletrônico, mapa com linhas do entorno. São estações de 36m de comprimento, com 28 cm de altura, construídas com perfil I de 20”, vidros blindex de 10mm de espessura e brises, com 12 portas automáticas, com portão pivotante, bilheteria, 3 catracas eletrônicas, portão para cadeirantes, bancos para usuários e elevadores para deficientes quando houver necessidade, piso podo-tátil, sistema de áudio e vídeo para atendimento de necessidade universal, painel eletrônico, mapa com linhas do entorno. A rede atual não comporta mais o volume de água ao longo da Avenida Segismundo Pereira sendo necessária esta obra para evitar alagamento nas estações e nos bairros circunvizinhos. 7-34 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PISTA DE RODAGEM 6 km RECAPEAMENTO DA VIA 6 km GEOMETRIA VIÁRIA 6 km Pista construída com 3,5 m de largura, nos sentidos de ida e volta, no canteiro central, com pavimento rígido na baía das estações. Revitalização da via existente e recuperação das calçadas. Projeto de adequação da circulação no entorno das estações e ao longo do corredor. SINALIZAÇÃO VIÁRIA 6 km Implantação do Projeto de Sinalização Vertical, Horizontal, Educativa e de Orientação. TERMINAL NOVO MUNDO 1 PAISAGISMO E URBANISMO 6 km Construção de um Terminal de Integração de ônibus, com área de 2.500 m², com pátio de estocagem, área de manobra, plataforma de embarque e desembarque e com construção de área administrativa e funcional, bilheteria e lojas de conveniência. Implantação de Projeto Paisagístico com tratamento da Urbanização das Praças existentes. QUALIFICAÇÃO DOS OPERADORES TODOS Treinamento dos operadores das estações e terminal de ônibus, requalificando sua atividade operacional. 1 Esta obra de arte, complemento do Corredor estrutural Sudeste, irá beneficiar diretamente o Corredor Leste com a melhoria de circulação local, com melhor fluidez e menor tempo de viagem do transporte público. VIADUTO AV. JOÃO NAVES DE ÁVILA COM AV. RONDO PACHECO PlanMob_Udi 7-35 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 7.a.1.3 Equipamento do projeto Referência Setembro/ 2006 Projeto - Corredor Noroeste ÍNDICE DE NACIONALIZAÇÃO (%) FABRICANTES PROVÁVEIS CATRACAS ELETRÔNICAS 100 WOLPAC 30 BALCÃO - BILHETERIA 100 MICRO 3 148 BANCOS PARA USUÁRIOS 100 MICRO 4 1 ESCADA ROLANTE 100 5 3 ELEVADORES PARA CADEIRANTES 100 IRMÃOS RESENDE 6 120 GUARDA - CORPO INTERNO 100 MICRO 7 32 CADEIRAS 100 8 31 PAINÉIS ELETRÔNICOS 100 9 62 ILUMINAÇÃO INTERNA E EXTERNA 100 OSRAM 10 60 CORRIMÃO / GUIA (12MT) 100 MICRO 11 31 MAPAS / PAINÉIS - INFORMATIVO 100 ACRILPAN 12 164 LIXEIRAS 100 13 30 NO BREAK 100 14 31 SISTEMA DE SOM E VIDEO 100 15 31 PORTÃO - DEFICIENTE 100 16 31 MOBILIÁRIO URBANO 100 ITEM QUANT. 1 90 2 PlanMob_Udi DESCRIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS CÓDIGO DE ORDENAMENTO MICRO 7-36 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 7.d.3 Equipamento do projeto Referência Setembro/ 2006 Projeto - Corredor Norte ÍNDICE DE NACIONALIZAÇÃO (%) FABRICANTES PROVÁVEIS CATRACAS ELETRÔNICAS 100 WOLPAC 13 BALCÃO - BILHETERIA 100 MICRO 3 56 BANCOS PARA USUÁRIOS 100 MICRO 4 0 ESCADA ROLANTE 100 5 2 ELEVADORES PARA CADEIRANTES 100 IRMÃOS RESENDE 6 56 GUARDA - CORPO INTERNO 100 MICRO 7 13 CADEIRAS 100 8 13 PAINÉIS ELETRÔNICOS 100 9 13 ILUMINAÇÃO INTERNA E EXTERNA 100 OSRAM 10 26 CORRIMÃO / GUIA (12MT) 100 MICRO 11 13 MAPAS / PAINÉIS - INFORMATIVO 100 ACRILPAN 12 56 LIXEIRAS 100 13 13 NO BREAK 100 14 13 SISTEMA DE SOM E VIDEO 100 15 13 PORTÃO - DEFICIENTE 100 16 13 MOBILIÁRIO URBANO 100 ITEM QUANT. 1 33 2 PlanMob_Udi DESCRIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS CÓDIGO DE ORDENAMENTO MICRO 7-37 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 7.b.3 Equipamento do projeto Referência Setembro/2006 Projeto - Corredor Sudoeste ITEM QUANT. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 18 6 32 0 3 32 8 7 7 12 7 48 6 7 7 7 PlanMob_Udi DESCRIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS CATRACAS ELETRÔNICAS BALCÃO - BILHETERIA BANCOS PARA USUÁRIOS ESCADA ROLANTE ELEVADORES PARA CADEIRANTES GUARDA - CORPO INTERNO CADEIRAS PAINÉIS ELETRÔNICOS ILUMINAÇÃO INTERNA E EXTERNA CORRIMÃO / GUIA (12MT) MAPAS / PAINÉIS - INFORMATIVO LIXEIRAS NO BREAK SISTEMA DE SOM E VIDEO PORTÃO - DEFICIENTE MOBILIÁRIO URBANO ÍNDICE DE NACIONALIZAÇÃO (%) 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 FABRICANTES PROVÁVEIS WOLPAC MICRO MICRO CÓDIGO DE ORDENAMENTO IRMÃOS RESENDE MICRO OSRAM MICRO ACRILPAN MICRO 7-38 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 7.c.3 Equipamento do projeto Referência Setembro/2006 Projeto - Corredor Leste ITEM QUANT. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 39 12 64 0 0 64 13 13 13 24 13 64 12 13 13 13 PlanMob_Udi DESCRIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS CATRACAS ELETRÔNICAS BALCÃO - BILHETERIA BANCOS PARA USUÁRIOS ESCADA ROLANTE ELEVADORES PARA CADEIRANTES GUARDA - CORPO INTERNO CADEIRAS PAINÉIS ELETRÔNICOS ILUMINAÇÃO INTERNA E EXTERNA CORRIMÃO / GUIA (12MT) MAPAS / PAINÉIS - INFORMATIVO LIXEIRAS NO BREAK SISTEMA DE SOM E VIDEO PORTÃO - DEFICIENTE MOBILIÁRIO URBANO ÍNDICE DE NACIONALIZAÇÃO (%) 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 FABRICANTES PROVÁVEIS WOLPAC MICRO MICRO CÓDIGO DE ORDENAMENTO IRMÃOS RESENDE MICRO OSRAM MICRO ACRILPAN MICRO 7-39 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Referência Setembro/2006 Projeto - Empreendimento total ÍNDICE DE NACIONALIZAÇÃO (%) FABRICANTES PROVÁVEIS CATRACAS ELETRÔNICAS 100 WOLPAC 61 BALCÃO - BILHETERIA 100 MICRO 3 300 BANCOS PARA USUÁRIOS 100 MICRO 4 1 ESCADA ROLANTE 100 5 8 ELEVADORES PARA CADEIRANTES 100 IRMÃOS RESENDE 6 272 GUARDA - CORPO INTERNO 100 MICRO 7 66 CADEIRAS 100 8 64 PAINÉIS ELETRÔNICOS 100 9 95 ILUMINAÇÃO INTERNA E EXTERNA 100 OSRAM 10 122 CORRIMÃO / GUIA (12MT) 100 MICRO 11 64 MAPAS / PAINÉIS - INFORMATIVO 100 ACRILPAN 12 332 LIXEIRAS 100 13 61 NO BREAK 100 14 64 SISTEMA DE SOM E VIDEO 100 15 64 PORTÃO - DEFICIENTE 100 16 62 MOBILIÁRIO URNANO 100 ITEM QUANT. 1 180 2 PlanMob_Udi DESCRIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS CÓDIGO DE ORDENAMENTO MICRO 7-40 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Análise Econômica PlanMob_Udi_8 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 8. ANÁLISE ECONÔMICA JULHO de 2010 PlanMob_Udi 8-1 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Índice 8.1 Prioridades do Sistema Municipal..........................8-3 8.2 Justificativas das Intervenções...............................8-3 8.3 Análise Econômica.................................................8-6 8.4 Benefícios e Custos................................................8-7 8.5 Benefícios do Projeto..............................................8-7 8.6 Considerações Finais...........................................8-18 PlanMob_Udi 8-2 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 8.1 PRIORIDADES DO SISTEMA MUNICIPAL 8.2 O Município de Uberlândia conforme diretrizes dos Planos Diretores (1994-2006 e 2006-2016) vêm implantando o sistema JUSTIFICATIVAS DAS INTERVENÇÕES 8.2.1 Sistema Viário Principal de Corredores Estruturais de Transporte Coletivo, os quais têm grande O sistema viário central visa aperfeiçoar o tráfego, melhorar a aceitação por parte dos usuários, conforme pesquisa este número qualidade e rapidez dos que usam o Transporte Coletivo Urbano, representa 95,6% de aceitação. fazendo as ligações principais entre os setores noroeste, sudeste e também norte e leste. Estas ligações permitirão implantar a Até 2007 foram investidos R$ 50.000.000,00 de recursos públicos e hierarquização do sistema viário nesta área proposta no Plano privados para implantação do Corredor Sudeste e construção do Diretor de Trânsito e no Plano Diretor Urbano. Terminal Central e quatro terminais de bairros. Os aspectos de segurança e fluidez são fatores que Para dar continuidade elaborou-se um Programa de Investimentos fundamentaram as definições das prioridades destes locais, pois os na Ampliação do Sistema de Transporte e Trânsito. estudos de acidentes de trânsito revelam serem estes “pontos críticos”. Este item apresenta as ações para ampliação dos Corredores Estruturais Norte, Noroeste, Leste e Sudoeste e término do Faz-se necessário a implantação de várias obras de infra-estrutura, Sudeste. favorecendo a ligação entre as vias para redução de quilometragem e conseqüente redução de tempo de deslocamento e redução das áreas de conflito de tráfego, retirando da área central, já congestionada, viagens que atualmente a usam como passagem, e ainda aumentando a segurança do trânsito e melhorias nos acessos das linhas alimentadoras dos corredores. PlanMob_Udi 8-3 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Obras de Infra-estrutura: - Viadutos; - Pontes; - Trincheiras; - Drenagens; - Recomposição de Pavimentos; - Alterações Geométricas; - Sinalização Semafórica; - Sinalização horizontal e Vertical. PlanMob_Udi 8-4 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar PlanMob_Udi 8-5 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 8.3 ANÁLISE ECONÔMICA 8.3.1 Efeitos do Projeto Sobre o Sistema Atual Melhoria da geometria viária associada à implantação de novas tecnologias na sinalização semafórica, e adequação da sinalização de trânsito. Assim, a priorização da faixa exclusiva de ônibus, resulta também melhor fluidez no tráfego viário, com implantação As estações fechadas ao longo dos corredores permitirão a integração para toda a cidade, sem que o usuário tenha que ir à de “onda verde” como uma estratégia de diminuir os índices de acidentes. área central, racionalizando assim viagens ao hiper-centro, sendo o deslocamento feito com uma única passagem. Com estações fechadas, os usuários do transporte coletivo terão mais segurança e conforto. Um grande benefício das estações dos corredores está No entorno das estações será priorizado o tratamento de qualidade das calçadas e a instalação de semáforos para pedestres, visando a melhoria para pedestres e pessoas com mobilidade reduzida. na sua altura de 28 centímetros, o que evita rampas acentuadas e elevadores externos para as pessoas com mobilidade reduzida. Redução dos tempos viagens em aproximadamente 10%, pela rapidez no embarque e desembarque nas estações. Com isso, busca-se uma melhor eficiência do transporte coletivo, sendo um item forte na concorrência com outros tipos de transporte, como o moto-táxi. Operação em corredores somente com frota de ônibus articulados e veículos de piso baixo para atendimento às pessoa de mobilidade reduzida, sendo um conforto também para todos os usuários em geral. PlanMob_Udi 8-6 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 8.4 BENEFÍCIOS E CUSTOS 8.4.1 Análise de Viabilidade Econômica de Projetos de 8.5 BENEFÍCIOS DO PROJETO 8.5.1 Redução dos Tempos de Viagens dos passageiros Transporte Urbano -Valor do minuto (R$) O critério utilizado no cálculo de viabilidade econômica é o da análise da relação Benefício/Custo e da Taxa Interna de Retorno, considerando-se a vida útil do empreendimento. Neste caso, com um prazo de 15 anos, que é o tempo necessário para viabilizar o investimento neste projeto. Valor do minuto = Renda média na área de abrangência do empreendimento e/ou de cada corredor/ (26 dias por mês x 8 horas de trabalho por dia x 60 minutos por hora). Renda média de 2,5 salários mínimos = R$ 1.037,50. Valor do minuto = R$ 1.037,50 / 26 X 8 X 60 Valor do minuto = R$ 0,08. O estudo deste projeto contempla os quatro corredores de transporte urbano. - Economia de tempo por viagem - Eco tpv (minutos) QUADRO - 1 Os benefícios Diretos quantificados referem-se à redução dos tempos de viagem dos passageiros dos custos operacionais dos sistemas de transportes, dos custos de manutenção do sistema viário e do custo de gestão dos sistemas de ônibus. Os benefícios Indiretos considerados são a redução dos custos de acidentes e a redução dos custos ambientais. PlanMob_Udi CORREDOR Tempo de Viagem Tempo de Viagem sem o Projeto com o Projeto LESTE 52 47 SUDOESTE 45 37 NORTE 40 35 NOROESTE 41 35 Legenda: Economia de tempo por viagem = Eco Tpv (minutos) Eco tpv 5 8 5 6 Tempo despendido na viagem sem a implantação do projeto (T sp) Tempo despendido na viagem com a implantação do projeto (T cp). 8-7 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar - Economia de tempo (minutos) 8.5.2 Redução dos Custos Operacionais Economia de tempo (minutos) = economia de tempo por viagem (b) x demanda diária atendida pelo empreendimento e/ou por cada 8.5.2.1 Ônibus corredor. Os custos operacionais dos ônibus foram adotados de acordo com QUADRO - 1 A CORREDOR LESTE SUDOESTE NORTE NOROESTE Economia do Tempo de Viagem 5 8 5 6 Média = 6,3359 Demanda diária (passag) 29.338 42.112 10.508 50.171 Soma = 132.129 a planilha tarifária que fixou a tarifa em R$ 2,25 por passageiro é de Eco tempo 146.690 336.896 52.540 301.026 837.152 R$ 3,077/km. Este valor corresponde à velocidade comercial do SIT de 18 km/h. No entanto, condições operacionais adversas, resultantes de aumento de frota de veículos em circulação e a deterioração das velocidades comerciais, impactarão de forma negativa sobre os custos, na medida em que a baixa velocidade exigirá o aumento da frota de ônibus para a prestação do mesmo - Benefício anual serviço, resultando numa produtividade menor. Benefício anual (R$) = benefício diário (d) x fator de redução (e) x 12 meses x 26 dias por mês. Significa dizer que há uma relação direta entre o Custo Operacional Fator de redução = 0,50 (percentual de viagens a trabalho) x 0,60 e a velocidade comercial dos veículos e que este impacto será (fator de utilização econômica do tempo economizado). sentido pelo aumento do custo à medida que se tem uma redução Fator de redução = 0,3 de velocidade. Hoje, busca-se também uma recuperação de demanda do sistema de transporte coletivo, e atualmente a frota encontra-se em número reduzido e inadequado em relação à demanda fazendo-se necessário seu aumento. O que está sendo PlanMob_Udi 8-8 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar proposto é um ajuste nas linhas para melhoria de atendimento ao Portanto, a economia proporcionada pelos corredores terá uma usuário, devido a novas áreas de expansão urbana. redução de R$ 0,7693 /Km. Quadro demonstrativo de quilometragem diária e frota diária: 8.5.2.2 Veículos Privados QUADRO - 1 B CORREDOR LESTE SUDOESTE NORTE NOROESTE TOTAL SEM O PROJETO Km FROTA 13.526,9 48 14.255,1 55 4.540,7 17 18464,2 85 50.787,0 205 COM O PROJETO Km FROTA 12.039 43 11.215 51 3.419 19 20.151 70 46.824 183 O tráfego de veículos privados é intenso em todas as vias e locais contemplados pelos projetos. O custo operacional estimado para a situação atual (sem o projeto) é de R$0,65 / km e com a implantação do projeto será reduzido para R$0,50 / km, devido ao aumento de velocidade operacional, conforme pode ser visto na O maior impacto da redução da velocidade dos ônibus é sobre o figura b.1. dimensionamento da frota e a maior quilometragem necessária para atender à mesma demanda. Simulando-se esta situação com a planilha de custos que resultou na tarifa de R$ 2,25, chega-se aos seguintes resultados: QUADRO - 1 C CUSTO OPERACIONAL ÔNIBUS - CORREDORES INDICADOR SEM O PROJETO COM O PROJETO SALDO Km 50.787 46.824 - 6.824 Frota 215 183 -32 Custo R$/km (*) 3,8463 3,077 - 0,7693 (*) Redução de Quilometragem e Aumento de Produtividade da Frota. PlanMob_Udi 8-9 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Esta variação de velocidade será obtida com a melhoria da fluidez O quadro 2A mostra o número de acidentes nos corredores objeto do tráfego proporcionado pelas melhorias viárias. deste estudo. 8.5.2.3 Redução do Custo dos Acidentes QUADRO 2 A NÚMERO DE ACIDENTES SEM O PROJETO A natureza dos projetos constantes deste estudo trará grande CORREDOR PROJETO LESTE SUDOESTE impacto na redução dos acidentes de trânsito de Uberlândia. NORTE NOROESTE SOMA Danos Materiais 304 283 86 508 1181 Feridos 94 88 27 158 367 Mortos 1 1 1 1 4 8.5.2.4 Corredores de Transporte Embora sejam considerados benefícios Indiretos, em áreas Os corredores de transporte a serem implantados, nos moldes do já urbanas os efeitos das melhorias no transporte e no tráfego são existente na Av. João Naves de Ávila, receberão todos os cuidados amplamente sentidos com relação aos acidentes de trânsito. físicos e de sinalização, proporcionando elevado nível de acessibilidade aos pedestres. Estes cuidados referem-se à Para fins de quantificação de valores, adotaram-se os dados sinalização fixados pelo IPEA para avaliação de impactos monetários dos dispositivos do tipo lombo-faixas permitirão que a maioria das acidentes de trânsito. São eles: travessias seja feitas em nível com as calçadas. TIPO DE ACIDENTE PlanMob_Udi VALOR Danos Materiais R$ 1.040,00 Feridos R$ 36.305,00 Mortos R$ 270.165,00 horizontal, vertical e semafórica. Além disto, Os viadutos contribuirão para a redução dos acidentes de trânsito nos cruzamentos com a Av. Rondon Pacheco, bastante significativos no total de acidentes ocorridos na cidade. 8-10 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Com base nesta premissa e na experiência do Corredor da Av. 8.5.2.6 Viadutos da Avenida Rondon Pacheco João Naves de Ávila, estima-se que os acidentes mostrados no Da mesma forma prevê-se um impacto ainda maior na medida em quadro 2A com danos materiais, feridos e mortos serão reduzidos que será eliminado o cruzamento com a Avenida João Naves de em pelo menos 50% ao ano, como mostra o quadro 2B. Para este Ávila. Neste caso, prevê-se uma redução global de acidentes. estudo adotou-se o valor de 50%. QUADRO 2 D NÚMERO DE ACIDENTES COM O PROJETO DANOS MATERIAIS FERIDOS LEVES MORTOS 253 19 1 QUADRO 2 B NÚMERO DE ACIDENTES COM O PROJETO PROJETO CORREDOR LESTE SUDOESTE NORTE NOROESTE SOMA Danos Materiais 152 142 43 254 591 Feridos 47 44 14 79 184 Mortos 0 0 0 0 0 8.5.2.5 Viaduto da Avenida João Naves de Ávila Da mesma forma prevê-se um impacto ainda maior na medida em que será eliminado o cruzamento com a Avenida Rondon Pacheco. Neste caso, prevê-se uma redução global de acidentes. QUADRO 2 C NÚMERO DE ACIDENTES COM O PROJETO DANOS MATERIAIS FERIDOS LEVES MORTOS 118 16 1 PlanMob_Udi 8-11 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Memória de calculo 8.5.2.7 Redução do Custo nos Corredores de Transporte O valor da redução do tempo de viagem foi obtido no quadro de economia de tempo estimado em minutos, considerando uma taxa QUADRO 3 REDUÇÕES DE TEMPO DE VIAGEM E CUSTO DE ACIDENTES DOS CORREDORES ANO 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 de crescimento de 2% ao ano na redução do tempo de viagem. O mesmo fator de crescimento foi adotado para o cálculo da RTV DOS VEÍCULOS ANUAL (minutos) RTV DOS ÔNIBUS ANUAL (minutos) RCO-ANUAL (km) 32.292.000,00 83.895.189,87 24.901.968,00 962 219 0 32.937.840,00 85.573.094,15 25.400.007,76 962 219 0 33.596.597,00 87.284.555,55 25.908.007,16 962 219 0 34.268.529,00 89.030.246,94 26.295.851,00 962 219 0 - Redução do tempo de viagem (RTV) dos ônibus no corredor 34.953.899,00 90.810.851,72 26.821.768,78 962 219 0 da Avenida João Naves de Ávila: 35.652.977,00 92.627.068,07 27.358.204,20 962 219 0 36.366.037,00 94.479.610,24 27.775.051,00 962 219 0 37.093.358,00 96.369.201,74 28.330.552,80 962 219 0 meses do ano x tempo economizado x fator de redução Demanda 37.835.224,00 98.296.585,70 diária do corredor = 132.129 usuários RCA-ANUAL (unidades) Danos Materiais Feridos redução do custo operacional. O número dos acidentes foi Mortos estimado como constante ao longo do período do projeto, já considerando a redução prevista no quadro 2B. RTV = demanda diária do corredor com integração x dias do mês x 28.897.164,24 962 219 0 38.591.929,00 100.262.518,05 29.344.790,00 962 219 0 39.363.768,00 102.267.768,87 29.931.685,82 962 219 0 Dias do mês = 26 40.151.043,00 104.313.123,63 30.530.320,28 962 219 0 Meses do ano = 12 40.954.064,00 106.399.385,48 31.010.610,00 962 219 0 41.773.145,00 108.527.373,57 31.630.822,84 962 219 0 Tempo médio economizado por passageiro dia = 6,3359 minutos 42.608.608,00 110.697.921,32 29.772.501,32 962 219 0 Fator de redução = 0,3 (calculado no quadro 1C) Legenda: RTV - Anual - Redução do Tempo de Viagem Anual RCO - Redução dos Custos Operacionais RCA - Redução dos Custos de Acidentes PlanMob_Udi RTV dos ônibus = 40.660 x 12 x 26 x 0,3 RTV dos ônibus = 78.357.814,87 minutos 8-12 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar - Redução do tempo de viagem (RTV) dos veículos no Corredor Meses do ano = 12 meses Leste: Tempo economizado com o viaduto = 1 minuto RTV = volume diário de tráfego do viaduto x taxa de ocupação do Fator de redução = 0,3 (calculado no quadro 1 C) veículo x tempo economizado x dias do mês x meses do ano x fator RTV dos veículos = 160.000 x 1,5 x 1 x 26 x 12 x 0,3 de redução RTV dos veículos = 22.464.000 minutos Volume diário de tráfego = 70.000 veículos Taxa de ocupação dos veículos = 1,5 - Redução do custo operacional (RCO): Dias do mês = 26 dias RCO = quilometragem diária dos ônibus dos corredores x dias do Meses do ano = 12 meses mês x meses do ano Tempo economizado com o viaduto = 1 minuto Quilometragem diária dos ônibus = 6.824 km Fator de redução = 0,3 (calculado no quadro 1 C) Dias do mês = 26 RTV dos veículos = 70.000 x 1,5 x 1 x 26 x 12 x 0,3 Meses do ano = 12 RTV dos veículos = 9.828.000 minutos RCO = 6824 x 12 x 26 RCO = 2.129.088 Km - Redução do tempo de viagem (RTV) dos veículos no Corredor Sudoeste - Redução do custo de acidentes (RCA): RTV = volume diário de tráfego do viaduto x taxa de ocupação do Números de acidentes tirados dos boletins de ocorrência da Polícia veículo x tempo economizado x dias do mês x meses do ano x fator Militar e Agentes de Trânsito. de redução Volume diário de tráfego = 160.000 veículos Taxa de ocupação dos veículos = 1,5 Dias do mês = 26 dias PlanMob_Udi 8-13 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar QUADRO 3A O benefício de redução é calculado com os dados da tabela 3 e BENEFÍCIO MONETÁRIO DOS CORREDORES DE TRANSPORTE os valores do minuto, do quilometro e dos valores dos acidentes, ANO BRTV-ANUAL BRCO-ANUAL BRCA-ANUAL SOMA 0 calculados anteriormente. Os resultados estão colocados no quadro 3A e foi o Custo de Oportunidade de Capital de 12% ao ano. 1 R$ 9.294.944,26 R$ 5.030.907,39 R$ 9.491.605,00 R$ 23.817.456,65 O benefício de redução de tempo de viagem é calculado com os 2 R$ 9.480.843,14 R$ 5.098.767,39 R$ 9.491.605,00 R$ 24.071.215,53 dados da tabela 3 e o valor do minuto. 3 R$ 9.670.460,00 R$ 5.167.984,59 R$ 9.491.605,00 R$ 24.330.049,59 BRTV = (RTV ônibus x valor do minuto do ônibus) 4 R$ 9.863.869,20 R$ 5.238.586,13 R$ 9.491.605,00 R$ 24.594.060,33 BRTV = (78.357.813,87 minutos x R$ 0,08 / minuto) 5 R$ 10.061.146,60 R$ 5.310.599,70 R$ 9.491.605,00 R$ 24.863.351,30 BRTV - ANUAL= R$ 6.268.625,11 6 R$ 10.262.369,53 R$ 5.384.053,56 R$ 9.491.605,00 R$ 25.138.028,09 7 R$ 10.467.616,91 R$ 5.458.976,48 R$ 9.491.605,00 R$ 25.418.198,39 8 R$ 10.676.969,26 R$ 5.535.397,86 R$ 9.491.605,00 R$ 25.703.972,12 9 R$ 10.890.508,64 R$ 5.613.347,67 R$ 9.491.605,00 R$ 25.995.461,31 10 R$ 11.108.318,81 R$ 5.692.856,48 R$ 9.491.605,00 R$ 26.292.780,29 11 R$ 11.330.485,19 R$ 5.773.955,46 R$ 9.491.605,00 R$ 26.596.045,65 12 R$ 11.557.094,88 R$ 5.856.676,42 R$ 9.491.605,00 R$ 26.905.376,30 O benefício de redução de custo de acidentes é calculado com os 13 R$ 11.788.236,78 R$ 5.941.051,80 R$ 9.491.605,00 R$ 27.220.893,58 dados da tabela 3 e os valores dos tipos de acidentes (IPEA). 14 R$ 12.024.001,52 R$ 6.027.114,68 R$ 9.491.605,00 R$ 27.542.721,20 BRCA = (número de danos materiais x valor do dano material) + 15 R$ 12.264.481,55 R$ 6.114.898,83 R$ 9.491.605,00 R$ 27.870.985,38 O benefício de redução de custo operacional é calculado com os dados da tabela 3 e o valor do quilometro. Legenda: PlanMob_Udi BRTV - Benefícios da Redução dos Tempos de Viagem BRCO - Benefícios da Redução dos Custos Operacionais BRA - Benefícios da Redução de acidentes BRCO = RCO x valor do quilometro BRCO = 2.129.088 Km x R$ 0,7693 / Km BRCO ANUAL = R$ 1.637.907,39 (número de feridos x valor do ferido) BRCA = (591 x 1.040,00) + (184 x 36.305,00) BRCA ANUAL = R$ 7.294.760,00 8-14 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 8.5.2.8 Resultados da Análise da Viabilidade Econômica QUADRO 4 ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICO ECÔNOMICA - EVTE BENEFICIO MONETÁRIO DOS CORREDORES O Quadro 4 mostra a soma dos benefícios monetários dos Corredores de Transporte para um o período de 15 anos, considerando o custo de oportunidade do capital de 12% ao ano. O ano zero contém a soma do valor total dos benefícios. PlanMob_Udi ANO VALOR ATUAL RTV VALOR ATUAL - RCO VALOR ATUAL - RCA VALOR ATUAL I=12% 0 70.094.558,35 36.742.683,38 64.646.035,44 171.483.277,17 1 8.299.057,37 4.491.881,60 8.474.647,32 21.265.586,29 2 7.558.070,11 4.064.706,14 7.566.649,40 19.189.425,65 3 6.883.242,42 3.678.469,35 6.755.936,96 17.317.648,73 4 6.268.667,20 3.329.216,19 6.032.086,57 15.629.969,97 5 5.708.964,78 3.013.376,89 5.385.791,58 14.108.133,25 6 5.199.235,78 2.727.729,09 4.808.742,48 12.735.707,35 7 4.735.018,29 2.469.363,73 4.293.520,07 11.497.902,10 8 4.312.248,80 2.235.654,35 3.833.500,07 10.381.403,23 9 3.927.226,60 2.024.229,44 3.422.767,92 9.374.223,95 10 3.576.581,36 1.832.947,42 3.056.042,79 8.465.571,56 11 3.257.243,74 1.659.874,22 2.728.609,63 7.645.727,58 12 2.966.418,41 1.503.262,96 2.436.258,59 6.905.939,96 13 2.701.559,62 1.361.535,73 2.175.230,90 6.238.326,24 14 2.460.348,94 1.233.267,08 1.942.170,43 5.635.786,45 2.240.674,92 1.117.169,16 1.734.080,74 15 Legenda: RTV - Redução dos Tempos de Viagem RCO - Redução dos Custos Operacionais RA - Redução de acidentes 5.091.924,83 8-15 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar O Quadro 5 resume o valor atual dos benefícios monetários de todo o Projeto. 8.5.2.9 Método de Cálculo QUADRO 5 ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICO ECONÔMICO Para representação da análise econômica foram selecionados os seguintes métodos: Valor Presente Líquido (VPL); Taxa Interna de Retorno (TIR). Por definição estes métodos são: CORREDORES VA-BRTV VA-BRCO VA-BRA R$ 70.094.558,35 R$ 36.742.683,38 R$ 64.646.035,44 TOTAL DOS BENEFICIOS DO PROJETO R$ 171.483.277,17 Relação Benefício/Custo (B/C): representa a razão entre a O Quadro 5A apresenta os resultados da análise econômica utilizando os soma de todos os benefícios obtidos com o projeto e os métodos: Relação Benefício - Relação B/C; Custo, Valor Presente Líquido - custos VPL e Taxa Interna de Retorno - TIR. representados pelos investimentos para sua realização. BENEFÍCIOS Relação Benefício/Custo (Relação B/C); QUADRO 5 A RESULTADO DO ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICO ECONÔMICO Valor Presente Líquido (VPL): representa o saldo líquido da diferença entre todos os benefícios que serão auferidos pela implantação do projeto e os custos representados pelos BENEFÍCIO CUSTO ANÁLISE ECONOMICA investimentos para sua realização. Taxa Interna de Retorno (TIR): representa a taxa de juros que torna a soma de todos os benefícios iguais aos custos. PlanMob_Udi CORREDORES R$ 171.483.277,17 R$ 101.063.519,00 MÉTODO RELAÇÃO B/C VPL COC=12% TIR CORREDORES 1,7 R$ 70.419.758,17 25,7 8-16 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar QUADRO 6 RESUMO DA ANÁLISE DE SENSIBILIDADE BENEFÍCIOS PROJETO CORREDORES RELAÇÃO B/C CUSTO DIRETO INDIRETO R$ 106.837.241,73 R$ 64.646.035,44 R$ 101.063.519,00 DIRETO INDIRETO TOTAL 1,06 0,64 1,70 8.5.2.10 Análise de Sensibilidade b) Em Relação á Variação de Custos e Benefícios a) Em Relação aos Benefícios Diretos e Indiretos Nesta situação propõe-se uma variação de 15%, distribuidas da Considerando a metodologia sugerida pelo BNDES de classificar seguinte forma: como Benefícios Diretos a redução de tempos de viagens e custos Acréscimo de 15% nos Custos; operacionais e de Benefícios Indiretos a redução de Acidentes, foi Redução de 15% nos Benefícios. efetuada uma análise de sensibilidade, avaliando-se os benefícios dos projetos e calculando-se a relação B/C. O Quadro 7 mostra os resumos destes cálculos e a Relação B/C. QUADRO 7 RELAÇÃO DOS BENEFÍCIOS E CUSTOS O Quadro 6 apresenta o resumo dos Benefícios Diretos e Indiretos e os Custos de Investimentos e a Relação B/C. Conforme análise PROJETO Benefício -15% Custo + 15% Relação B/C CORREDORES R$ 145.760.785,59 R$ 116.223.046,85 1,25 de sensibilidade o projeto apresenta uma relação B\C de 1,70 que indica viabilidade do empreendimento. O resultado mostra que há uma segurança razoável nos resultados esperados, mesmo considerando a variação acima testada. PlanMob_Udi 8-17 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 8.6 Redução de tempo de viagem, redução de custo operacional e CONSIDERAÇÕES FINAIS redução do número de acidentes foram detalhadamente analisados A cidade de Uberlândia evolui rápidamente para abrigar um milhão e demonstrou-se sua viabilidade. de habitantes. A implantação de novas e grandes indústrias de processamento de leite e cana-de-ácuçar induzem a um processo O investimento global quando comparado com os benefícios de advindos, apresentou uma relação Benefício/Custo de 1,7. migração de pessoas e novas atividades de suporte concomitantemente se implam. A confirmação da consistência dos resultados foi demonstrada com Os eixos rodoviários que nas últimas décadas contribuiram para a a realização da análise de sensibilidade. Esta comparação permitiu expansão das atividades comerciais e de entreposto da cidade, mostrar a consistência da análise, mesmo quando consideradas as encontram-se em processo de duplicação. A Prefeitura de variações simuladas. Uberlândia antevendo o futuro que rapidamente se aproxima elegeu os corredores de ônibus e os cincos viadutos objeto deste Finalmente, é importante destacar que de forma global, os projetos, estudo, como obras prioritárias de infra-estrutura para o transporte quando implantados, proporcionarão aos habitantes desta cidade e o tráfego urbano. um elevado nível de mobilidade seja ele pelo transporte público ou pelo transporte privado, atendendo desta forma à toda a população Com base nos estudos de viabilidade técnico-economica-financeira uberlandense. aqui elaborados foi possível constatar a importância destes projetos para a cidade. PlanMob_Udi 8-18 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Órgão Gestor e Indicadores PlanMob_Udi_9 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 9. ÓRGÃO GESTOR E INDICADORES JULHO de 2010 PlanMob_Udi 9-1 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Índice 9 Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes - SETTRAN......................................................................................9-3 Aspectos Gerais do Planejamento de Transportes na Cidade......9-4 9.1 Índice de Agentes de Trânsito pela Frota do Município......9-6 9.2 Índice de Implantação de Projetos Operacionais de Sinalização................................................................................9-7 9.3 Índice de Renovação do Estacionamento Rotativo............9-8 9.4 Índice de Venda de Folhas de Rotativo..............................9-9 9.5 Índice de Acessibilidade Física de Veículos.....................9-10 9.6 Índice de Acessibilidade Econômica.................................9-11 9.7 Índice de Cumprimento de Viagens..................................9-12 9.8 Índice de Idade Média da Frota do Sistema......................9-13 PlanMob_Udi 9-2 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar É função da SETTRAN, proporcionar à população uma melhoria 9. Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes - SETTRAN contínua no sistema de trânsito e transportes, através dos A Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes - SETTRAN foi processos de qualidade, desempenho e segurança. criada em 1993 pela Lei 047, de Dezembro de 1992, está subordinada diretamente ao Gabinete do Prefeito, tendo como alta direção um Secretário Municipal de Trânsito e Transportes, um Secretário Executivo Municipal de Trânsito e Transportes e cinco Assessorias, sendo: Trânsito, Transportes, Administrativa, Jurídica e Operações de Tráfego. A SETTRAN tem como responsabilidade a Gestão do Sistema de Trânsito e Transportes de Uberlândia e tem por finalidade: Promover estudos e pesquisas; Propor planos e medidas que busquem a organização do sistema viário e do transporte público do Município; Aplicar sansões e penalidade por infrações ao regulamento de trânsito e às normas fixadas para exploração dos serviços de transporte público; Planejar, controlar e fiscalizar o Serviço Público de Transporte de Passageiros. PlanMob_Udi 9-3 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Aspectos Gerais do Planejamento de Transportes na Cidade SETTRAN, o CTA - Controle de Tráfego em Área, o CTA é À Secretaria de Trânsito e Transporte - SETTRAN estão vinculadas todas as atividades relacionadas com a operação do sistema viário, uma central computadorizada responsável pelo gerenciamento semafórico do Município. 5. (2001) - O transporte executivo, foi incorporado ao terminais e transportes do município; o planejamento da mobilidade SIT - Sistema Integrado de Transporte, a partir de 01 de urbana vem sendo desenvolvido em processo de planejamento junho, com a denominação de linhas cinza (Radiais). 6. (2001) integrado com a Secretaria de Planejamento Urbano - SEPLAN. - É implantado em 12 de outubro, o serviço de transporte complementar, prestado por veículos do tipo Das propostas para melhorias da mobilidade urbana em Uberlândia, podem ser citados como principais, ao longo das duas van e remunerados pelas empresas concessionárias do transporte público. 7. (2003) últimas décadas: - Reurbanização da Av. João Pinheiro, com faixa de tráfego à direita destinada ao transporte coletivo, 1. (1997) - SIT - Sistema Integrado de Transporte, inaugurado em 05 de julho - pela Prefeitura de com uma extensão de 1,00 km. 8. (2006) - É inaugurado em 10 de maio no Parque do Uberlândia, através da SETTRAN - Secretaria Municipal Sabiá a Transitolândia, um espaço vivencial de trânsito de Trânsito e Transportes. que oferece à comunidade e aos alunos do ensino (2000) fundamental das redes públicas e privadas do Município 2. de - É implantado em 10 de janeiro, o serviço transporte executivo (serviço experimental em microônibus), com tarifa superior ao SIT. 3. (2000) - É elaborado o projeto do corredor estrutural sudeste (Av. João Naves de Ávila). 4. (2000) PlanMob_Udi - É implantado em 26 de setembro na atividades de educação e conscientização no trânsito. 9. (2006) - É extinto em 17 de julho, o serviço de transporte complementar, prestado por veículos do tipo van e remunerados pelas empresas concessionárias do transporte público. 9-4 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 10. (2006) - É implantado em 09 de setembro, o corredor estrutural da Av. João Naves de Ávila, com uma Prêmio ANTP de Qualidade. 14. (2008) - Em 15 de junho, começou a operar no SIT extensão de 7,60 km e 13 estações no canteiro central, - Sistema Integrado de Transporte a 3ª Empresa sendo 03 estações de transferência E05, E08 e E11 e 04 Concessionária do Município. Denominada de Viação estações com elevador para "PDF" E02, E06, E09 e E10. Cidade Sorriso de Minas Ltda, vencedora do processo 11. (2006) - PDU - Plano Diretor de Uberlândia, licitatório. revisado e adequado. A partir do PDU de 1994, ao estatuto das cidades em 19 de outubro. 12. (2007) - Em 09 de fevereiro a SETTRAN, inscreveu-se ao Prêmio ANTP de Qualidade - Categoria Órgão Gestor de Transporte Público e/ou Trânsito - ciclo 2005-2007, este prêmio é um programa de incentivo, treinamento e educação para a melhoria da eficiência da gestão do transporte e trânsito urbanos, mantido pela ANTP - Associação Nacional de Transportes Públicos desde 1995. 13. (2007) - Foi lançado em 07 de março o PQS - Programa de Qualidade SETTRAN, com a missão de sensibilizar, mobilizar e promover a conscientização do servidor SETTRAN para a busca da melhoria contínua na gestão de trânsito e transportes, facilitando a transmissão de informações e conhecimento, relativos aos critérios do PlanMob_Udi 9-5 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 9.1 índice ficou em 4,53 agentes em média para cada 10.000 veículos, Índice de Agentes de Trânsito pela Frota do Município mesmo assim todas as ocorrências de acidentes de trânsito sem Total de agentes de trânsito credenciados pelo órgão de trânsito do vítimas foram atendidas. município, acrescentando os policiais militares, caso estes apóiem o órgão gestor. Resultado expresso em número de agentes/ 10.000 veículos. No ano de 2009, nota-se um crescimento da frota veicular do município em 10,34%, enquanto o número de agentes de trânsito se manteve ao decorrer do ano. Na apuração anual o Índice de Agentes de Trânsito pela Frota do Município - IAT Uberlândia - 2009 IA T 2 0 0 9 5,00 4,94 4,79 4,80 4,67 4,64 4,60 4,60 4,56 4,48 4,44 4,40 4,40 4,32 4,29 4,25 Out Nov Dez 4,20 4,00 3,80 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Fonte: SETTRAN-CTA Estatísticas PlanMob_Udi 9-6 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 9.2 de comportamento do índice, esta variação se deve aos períodos Índice de Implantação de Projetos Operacionais de de chuva. A partir do segundo trimestre vemos evidenciada a Sinalização estabilidade do índice. A média anual ficou em 58,1%. Projeto operacional é todo projeto de sinalização para implantação que não se refere à manutenção. Não foram considerados projetos de maior complexidade. Resultado expresso em percentual de projetos implantados. No primeiro trimestre nota-se uma mudança Índice de Implantação de Projetos Operacionais de Sinalização - IPO Uberländia - 2009 IPO 2 0 0 9 80,0% 71,6% 70,0% 58,6% 60,0% 70,3% 58,0% 57,8% 62,2% 46,8% 50,0% 40,0% 68,7% 44,4% 50,0% 33,3% 23,1% 30,0% 20,0% 10,0% 0,0% Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Fonte: SETTRAN-CTA Estatísticas PlanMob_Udi 9-7 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 9.3 de 20,79% em média, o que nos parece ser uma baixa rotatividade, Índice de Renovação do Estacionamento Rotativo em valores percentuais. Medir a relação de vagas adquiridas de estacionamento rotativo com a disponibilidade de vagas rotativas. Resultado expresso em percentual de vagas ocupadas. No ano de 2009, nota-se uma mudança uma estabilidade no índice de renovação do estacionamento rotativo. Na apuração anual o índice ficou em torno Índice de Renovação do Estacionamento Rotativo - IRE Uberländia - 2009 IR E 2 0 0 9 30,00% 25,15% 25,33% 25,00% 21,86% 21,88% 21,40% 20,36% 19,45% 20,51% 19,50% 20,02% 20,00% 17,73% 19,36% 15,00% 10,00% 5,00% ,00% Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Fonte: SETTRAN-CTA Estatísticas PlanMob_Udi 9-8 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 9.4 que nos parece ser uma baixa comercialização com relação às Índice de Venda de Folhas de Rotativo vagas rotativas ofertadas pelo sistema. Medir a relação de venda de talão de estacionamento rotativo com a disponibilidade de vagas rotativas. Verifica-se uma estabilidade no índice de venda de folhas do estacionamento rotativo no ano de 2009. No ano apurado o índice ficou em torno de 4,8 em média, o Índice de Venda de Folhas de Rotativo - IVR Uberländia - 2009 IV R 2 0 0 9 5,6 6,0 5,0 4,0 3,9 Jan Fev 4,6 4,6 4,7 Mar Abr Mai 4,9 5,1 Jun Jul 4,9 5,1 5,0 Ago Set Out 5,2 4,0 3,0 2,0 1,0 0,0 Nov Dez Fonte: SETTRAN-CTA Estatísticas PlanMob_Udi 9-9 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 9.5 de Minas, São Miguel e Turilessa em Setembro a cidade passou a Índice de Acessibilidade Física de Veículos ter 100% de sua frota com elevadores. Avaliação da porcentagem de veículos acessíveis (com piso-baixo e elevadores) e/ou adequados que integram o Sistema. Em 2009 ocorreu um processo de licitação para entrada de novas empresas concessionárias do serviço de transporte público coletivo na cidade de Uberlândia. Com a entrada e efetivação das empresas Sorriso Acessibilidade Física dos Veículos - 2006/2010 Porcentagem IAFV MELHOR 2005 120,00 100,00 2006 80,00 2007 60,00 2008 40,00 20,00 2009 0,00 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2010 Ano PlanMob_Udi 9-10 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 9.6 Foram utilizados somente os valores referentes ao mês de Janeiro Índice de Acessibilidade Econômica de cada ano. O salário mínimo correspondente a R$ 465,00 foi Para elaboração deste índice considerou-se a o valor do salário instituído no mês de Fevereiro do ano de 2009. mínimo nacional e da tarifa municipal a partir do ano de 2005. Índice de Acessibilidade Econômica - IAE MELH 35,0% 600,00 30,0% 500,00 20,0% IAE Salário Mínimo 25,0% 400,00 300,00 15,0% 200,00 10,0% 100,00 5,0% 0,00 0,0% 2005 - JAN 2006 - JAN 2007 - JAN 2008 - JAN 2009 - JAN SALÁRIO MINÍMO (R$) PlanMob_Udi 2009 - FEV 2010 - JAN IAE 9-11 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 9.7 Turilessa; a baixa porcentagem de viagens realizadas no mês de Índice de Cumprimento de Viagens Agosto e Setembro deve-se ao fato de no início de operação alguns No mês de Setembro, devido implantação da licitação para veículos não estarem equipados com os módulos GPS/GPRS. concorrência de novas empresas operadoras no Sistema, houve a substituição das empresas Transcol e Triângulo para São Miguel e Índice de Cumprimento de Viagem - 2009 105,00 100,00 Valores 95,00 90,00 85,00 80,00 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Meses PlanMob_Udi 9-12 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 9.8 Índice de Idade Média da Frota do Sistema Para a elaboração deste índice foi tomado como referência o ano de fabricação do veículo, não o ano do modelo do veículo. IIM MELHOR Índice de Idade Média da Frota - 2005 a 2009 8,00 7,00 6,00 5,00 4,00 3,00 2,00 1,00 0,00 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Período PlanMob_Udi 9-13 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Recomendações PlanMob_Udi_10 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 10. RECOMENDAÇÕES DEZEMBRO de 2010 PlanMob_Udi 10-1 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 10. RECOMENDAÇÕES ACESSIBILIDADE UNIVERSAL A Parte III do PlanMob - Udi apresenta as propostas para o Diretriz Transporte e Mobilidade Urbana para o “Cenário Uberlândia um milhão de habitantes” com dois níveis de detalhamento: projeto Promover ações para garantir a todos independente da capacidade funcional incluindo detalhamentos de projeto em nível básico e de pagamento ou locomoção, o direito de se deslocar e usufruir da diretrizes das ações. Encerrando a Parte III, neste item 10, é cidade com autonomia e segurança. apresentada uma síntese com as principais recomendações do PlanMob-Udi de maneira a servir de base de referência para definição do Plano de Investimentos em Transporte e Mobilidade, Ações Adequar o sistema viário para atender os diversos definição de estratégias para obtenção de recursos, previsão de deslocamentos estudos e projetos executivos complementares, e inclusive, o motorizados; projeto de lei da Mobilidade. com prioridade para os modos não Atender às diversidades físicas, sensoriais e intelectuais das pessoas através dos conceitos do Desenho Universal, As recomendações contemplam os seguintes componentes: criando condições de deslocamento com maior segurança e Acessibilidade universal; Transporte não motorizado; Transporte coletivo urbano; Circulação de veículos e obras viárias; Áreas de estacionamento e acesso restrito; O transporte e distribuição de cargas; Educação para a mobilidade urbana. PlanMob_Udi conforto para todos; Elaborar Plano de Qualificação das Calçadas a ser iniciado pelas avenidas arteriais e estruturais existentes, contemplando a acessibilidade universal; Incrementar ações de acessibilidade através dos projetos já elaborados: 10-2 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar - Ampliação dos Corredores Estruturais com Acessibilidade Considerar universal nas infraestruturas e nos veículos do transporte coletivo; o conceito proposto para a Área de Requalificação no Centro, para todos os sub centros de bairro; - Requalificação da Área Central contemplando a acessibilidade universal com a padronização de pisos das calçadas com indicação Ações e sinalização podotátil, o tratamento das travessias através da elevação dos cruzamentos (platôs), a adoção de indicação Propor sistema de ciclovias que permita a interligação luminosa e sonora nos tempos exclusivos para travessia de das avenidas estruturais, arteriais e coletoras com as vias pedestres nos semáforos. constantes na lei do sistema viário; TRANSPORTE NÃO MOTORIZADO Adotar uma nova geometria que transmita o conceito de priorização ao modo não motorizado - a pé; como: o Diretrizes encurtamento das quadras; tratamento das travessias com Considerar o modo a pé como prioritário na definição das políticas públicas; Construir uma mobilidade mais respeitosa com o meio ambiente urbano e estimular o uso de transporte nãomotorizado, a pé e por bicicleta; alargamento das calçadas; sombreamento dos caminhos, Incorporar as calçadas na gestão pública da malha viária como estrutura do deslocamento a pé; elevação dos cruzamentos (platôs); acessibilidade universal e a adoção de tempos exclusivos para travessia nos semáforos. Criar uma rede cicloviária na cidade, com sinalização especifica e integração dos deslocamentos casa-trabalho, casaescola, lazer e ciclovias nos fundos de vale; Implantar a rede cicloviária nas ares de Requalificação Centro, Fundinho, Pça. Sérgio Pacheco, Av. Monsenhor PlanMob_Udi 10-3 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Eduardo, com sinalização específica e apoio ao ciclista como Sudoeste, Norte e Leste - com suas estações fechadas; além dos paraciclos, bicicletários e pontos de aluguel de bicicletas; terminais Novo Mundo, Dona Zulmira, Universitário e Jardins e obras viárias relacionadas. Criar a integração modal bicicleta e ônibus nos terminais e estações; Criar ciclo faixas nas obras de arte no sistema viário; Implantar a rede de caminhos do pedestre prevista no projeto de Requalificação da Área Central e Fundinho, contemplando o alargamento das calçadas, a separação No projeto proposto, o SIT - Sistema integrado de Transporte deverá se consolidar através da ampliação de sua capacidade de embarque/ desembarque e das funções de oferta de macro acessibilidade, com a construção de novos corredores estruturais, e também, de micro acessibilidade, através da alimentação e criação de novos terminais de bairros. das faixa livre para a circulação do pedestre, o tratamento das travessias com elevação dos cruzamentos (platôs) e É uma evolução da alternativa tradicional, e já consagrada, de acessibilidade universal e a adoção de tempos exclusivos sistema estrutural baseado na tecnologia ônibus - alternativa para travessia nos semáforos. Corredores Estruturais, e que considera não somente a avaliação técnica relacionada com a fluidez de tráfego e ocupação do espaço TRANSPORTE COLETIVO URBANO viário, mas principalmente, o ganho na capacidade de oferta, embarque/desembarque, acessibilidade e o tratamento adequado Projeto: Sistema de média capacidade O sistema de transporte coletivo de Uberlândia, proposto pelo PlanMob_Udi, é a criação da REDE DE TRANSPORTE COLETIVO POR ÔNIBUS, um sistema de média capacidade. Para tanto deverão ser implantados os corredores estruturais Noroeste, PlanMob_Udi com prioridade do transporte coletivo e para o não-motorizado a pé, para acesso às estações, numa visão sistêmica dos serviços de transporte. A configuração da rede viária urbana de Uberlândia considerada a sua possibilidade de expansão, determina a conveniência da 10-4 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar segregação dos corredores nos eixos viários estruturais, proporcionando capacidades suficientes para atendimento das demandas previstas tendo como horizonte o ano 2020; resultando Adotar Tarifas diferenciadas de acordo com o modal de integração; Estruturar Pontos de Embarque e Desembarque de grande em melhor aproveitamento dos espaços viários existentes e demanda com pagamento antecipado, para rapidez no agregando artifícios de Acessibilidade universal nas infra- Embarque e Desembarque; estruturas e nos veículos do transporte coletivo. Substituir gradualmente a frota do transporte coletivo por veículos Diretriz Garantir o deslocamento das pessoas em um transporte coletivo de tendo como Complementar a Sinalização horizontal e vertical de reserva Adotar geometria viária para os pontos de embarque e desembarque respeitando a faixa livre das calçadas; Ações: Adotar e estabelecer cronograma para implantação de veículos poluentes, desembarque; não para estacionamento dos ônibus nos pontos de embarque e circulação viária e nos investimentos públicos e privados. Implantar a Rede de Transporte Coletivo por Ônibus; tecnologias perspectiva a implantação de um sistema de maior capacidade; qualidade, integrado e rápido, considerando sua priorização na com Equacionar os tempos de viagem em função dos diferentes horários de pico e fluxos viários; Garantir no traçado viário dos loteamentos, infraestrutura viária com tecnologias facilitadoras de Embarque e Desembarque, que comporte o transporte coletivo com distâncias máximas de em especial veículos de piso baixo; 300 metros, atendendo tanto suas partes centrais, quanto as Promover a Acessibilidade universal nas infraestruturas do periféricas e de interface com os loteamentos vizinhos. transporte coletivo. Implantar a integração temporal; Implantar a integração modal; PlanMob_Udi 10-5 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar CIRCULAÇÃO DE VEÍCULOS E OBRAS VIÁRIAS Contemplar circulação de ciclistas e pedestres em toda obra de arte a ser executada no município, inclusive as já Diretrizes previstas, tais como os viadutos sobre a Av. Rondon Criação dos anéis pericentrais através da complementação da infraestrutura viária, permitindo um deslocamento com Pacheco; Contemplar circulação de ciclistas e pedestres em toda obra de requalificação ser a ser executada no município: maior mobilidade: inclusive as já previstas, como Área Central. 1º Anel- Hipercentro; Ações: 2° Anel- Estações de transferência; 3° Anel- Linha de Saúde; 4° Anel- Terminais; 5° Anel- Anel Viário. Evidenciar a hierarquização dos fluxos de passagem através do Tratamento viário contemplando: -Sinalização indicativa; Justificativa: A proposta dos anéis de integração foi desenvolvida no sentido de estabelecer prioridades de investimentos no sistema viário, sistema de circulação e transporte público. Estes anéis permitirão reduzir o número de viagens à área central, contribuindo -Tratamento semafórico; -Tratamento dos pontos de conflito; para o processo de sua requalificação, e opções de deslocamento para outros destinos. PlanMob_Udi Restringir a circulação de veículos de tração animal e propulsão humana; Implantar a Requalificação da Área Central e Fundinho; Implantar a Requalificação da Av. Monsenhor Eduardo Implantar a Requalificação da Av. Rondon Pacheco; 10-6 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Implantar os viadutos sobre a Av. Rondon Pacheco: ampliação das áreas de estacionamento privado em parceria com os lojistas, têm a finalidade de reduzir o tráfego interno, -Viaduto na R. Paraná; -Viaduto na Av. João Naves de Ávila; -Viaduto na R. Olegário Maciel; possibilitando com isso, a ampliação dos espaços para pedestres e a priorização do tráfego de passagem. Evidentemente as demandas reprimidas deverão ser absorvidas por estacionamentos privados e pela melhoria da qualidade dos outros modos de transporte, principalmente o transporte coletivo. -Viaduto na Av. Nicomedes Alves dos Santos; Diretriz -Viaduto na Av. General Osório. Democratizar o uso do sistema viário por meio de políticas de ÁREAS DE ESTACIONAMENTO E ACESSO RESTRITO estacionamento, com medidas de restrição ao uso do automóvel, quando necessárias. Em Uberlândia, os estacionamentos públicos para veículos particulares, mesmo com toda a eficácia de sua rotatividade, ocupam uma porção considerável do sistema viário. O espaço que ocupa um automóvel - 10 metros quadrados em média - para ficar Restringir a oferta de estacionamento público em favor do transporte coletivo e transporte não motorizado; Elevar/ atualizar o custo do estacionamento rotativo, com parado (estacionado) inevitavelmente compromete a qualidade da reversão do uso da verba para investimentos no sistema circulação de pessoas e veículos. Ao mesmo tempo, a procura de viário e segurança nos deslocamentos; vagas de estacionamento público acaba por gerar mais tráfego interno às áreas de maior atratividade. Criar áreas de rotatividade de estacionamento nas áreas periféricas ao “eixo principal”, com custos diferenciados por áreas para incentivar o uso das demais vias e evitar Assim, a redução das áreas de estacionamentos públicos e a PlanMob_Udi congestionamentos neste eixo; 10-7 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Incentivar a criação de estacionamentos privados nas áreas O TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO DE CARGAS periféricas ao “eixo principal”; Incentivar à construção de estacionamentos privados através de maior coeficiente de aproveitamento e incentivos fiscais; Construir políticas de estacionamento e de distribuição de bens e mercadorias em consonância com o planejamento urbano e com Incluir as motocicletas no sistema de estacionamento rotativo; Diretriz ênfase na racionalização da utilização da via e melhoria da qualidade dos espaços públicos Desenvolver ação especial de regulamentação de carga e descarga com reavaliação dos locais e horários de Ações estacionamento para operação de carga e descarga, incluindo: distancia mínima de cruzamentos, tonelagem Sudoeste; máxima por área, horários, assim, como diretrizes para garantir a livre circulação dos pedestres pelas calçadas, e dos veículos do transporte coletivo urbano Recuperar os espaços das praças utilizados Estabelecer diretrizes municipais para os trechos rodoviários nas interfaces de jurisdição urbana; no leitocarrocável; Complementar o Anel Viário com a execução do Tramo Implementar a Rota de Cargas conforme Lei do Sistema Viário contemplando alternativa de rotas para circulação dos por veículos que transportam cargas perigosas; estacionamentos e transportes diversos. Complementar / atualizar a Macro sinalização indicativa; Estabelecer parcerias com os empreendedores visando á co-responsabilidade quanto às políticas de estacionamento e necessidade de ações para a sustentabilidade econômica das atividades atuais; PlanMob_Udi 10-8 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar implementar estruturas operacionais flexíveis quanto aos realizando uma ligação ágil a importantes portos do Brasil. Através horários de operação evitando momentos de desequilíbrios do transporte em regime de Declaração de Trânsito Aduaneiro - extremos, como excesso de oferta ou demanda em horários DTA oferecido pela CVRD, contêineres descarregados no terminal desencontrados; de Vila Velha - ES, ou em Santos - SP, podem ser transportados Implantar a Setorização do transporte rodoviário de cargas e até o Porto Seco do Cerrado e nacionalizados. sua integração através da implementação de Terminal Esta estação aduaneira do interior oferece como principais Intermodal. vantagens: Nacionalização ou exportação em lugar próximo ao Identifica-se um avanço na logística de cargas, pela existência do consumo ou à produção; Possibilidade de postergação de Porto Seco do Cerrado, para as operações de importação e recolhimento de impostos pela nacionalização efetiva do produto exportação. apenas no momento de sua utilização; Adiantamento cambial pela liberação de carga para exportação; Custos de armazenagem e O Porto Seco do Cerrado fica situado no Distrito Industrial de administração competitivos frente aos cobrados por operadores Uberlândia - em propriedade de terceiros - concentrando os portuários. serviços aduaneiros e infraestrutura para estocagem, armazenagem, movimentação e transbordo para os mais diversos Deverão ser somados pois, esforços para maior setorização do produtos. transporte rodoviário de cargas e sua integração através da Operado pela CVRD - Cia Vale do Rio Doce, está instalado em área total de 50 mil m² e área coberta de 12 mil m², e possui três armazéns, balanças ferroviária e implementação de Terminal Intermodal. rodoviária, empilhadeiras e Top Loader para movimentação de contêineres. A estrutura do Porto Seco do Cerrado atende às necessidades de importadores e exportadores na região do Triângulo Mineiro, PlanMob_Udi 10-9 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar EDUCAÇÃO PARA MOBILIDADE URBANA Pontos de Intervenção/ complementação da infraestrutura viária Fiscalizar a operação do tráfego com ações voltadas para o novo conceito de prioridade ao pedestre, ao ciclista e ao 1- Obra de arte - Avenida Getúlio Vargas e Av. Aspirante Mega transporte público coletivo; (referência ponto do Belvedere). Esta obra irá permitir o uso mais Criar Programa de orientação aos ciclistas para utilização intensivo por meio de uma ligação direta com a Rondon Pacheco e da infraestrutura ofertada; com a Avenida Getúlio Vargas, dando fluidez ao tráfego de Qualificação constante dos atores envolvidos diretamente passagem que será direcionado a essas duas vias. Ao nos com a operação do transporte urbano; referirmos ao sistema de Transporte Público essa obra irá Estabelecer parcerias com as concessionárias (DMAE, beneficiar e priorizar o transporte público por meio do Corredor CEMIG,...) para definição de horários para prestação de Estrutural Sudoeste; serviços; Programa continuado de Educação voltado para a travessia dos pedestres (faixa de pedestre); 2- Construção de alças do viaduto da Avenida Getúlio Vargas sobre o Rio Uberabinha; Definir um programa especial para o uso da via pelas 3- caçambas de depósito de entulho, lixo, estabelecendo Eduardo; Ligação da Av. Getúlio Vargas com Av. Monsenhor sinalização das mesmas, condições de iluminação do local e o tempo de permanência. 4- Binário R. Duque de Caxias e R. Olegário Maciel e a construção do Viaduto na Rua Olegário Maciel com Av. Rondon ANEXO Pacheco; OBRAS VIÁRIAS PREVISTAS NO PlanMob_UDI 5- Duplicação da trincheira da Avenida Anselmo Alves dos Santos e Avenida João Naves de Ávila; PlanMob_Udi 10-10 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar 6- Obra de Arte - Viaduto da Rua México com Rodovia BR-365 - Viaduto na Av. Nicomedes Alves dos Santos; - Obra do Corredor Estrutural Norte; - Viaduto na Av. General Osório; 7- Adequação Viária do binário das Ruas Prata e Itumbiara; 13- 8- Implantação do Projeto Viário do Parque Linear do Rio Obras de Arte no sistema viário Av. Nicomedes A. dos Santos; Uberabinha; 149- Urbanização da BR-365 na área urbana - trecho entre o Obras de Arte no trevo Ivo Alves Pereira, na interseção da Av. Getúlio Vargas com rodovia AMGT-455; Bairro Luizote de Freitas e início da Av. Marcos de Freitas Costa; 15- Construção de passagem de nível na Av. João Naves de 10- Requalificação da Av. Rondon Pacheco; Ávila com Av. Segismundo Pereira; 11- Requalificação da Área Central, Fundinho e Av. Monsenhor 16- Construção de passagem de nível na Av. João Naves de Eduardo; Ávila com Av. Nicodemos Alves dos Santos; 12- 17- Obras de Arte na Av. Rondon Pacheco contemplando passagem de veículos, bicicletas e pedestres: - Viaduto na R. Paraná; Construção de ponte sobre os trilhos para formação de binário da R. Paulo de Frontin, no Bairro Custódio Pereira; 18- Construção de passarela sobre os trilhos no final da Av. João Pinheiro; - Viaduto na Av. João Naves de Ávila; 19- Implementação dos PAS - Projeções de Alinhamento Viário. - Viaduto na R. Olegário Maciel; PlanMob_Udi 10-11 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Tratamentos viários na área de requalificação 1 - Entorno do Terminal Central Para maior eficiência do sistema de circulação viária na área de Avenida João Naves de Ávila /Praça Sérgio Pacheco requalificação, faz-se necessário o tratamento de vários pontos: cruzamentos e trechos de via, definidos como conflituosos na Cruzamento com Avenida Floriano Peixoto - desapropriação relação fluidez - segurança do tráfego, mas também conflituoso na de edificação lindeira para melhoria do acesso a Praça relação veículo - pedestre. Sérgio Pacheco com Adequação do trecho da Av. Américo Salvador Tangari São medidas de curto e médio prazo e que tem o objetivo de complementar às propostas básicas do processo de requalificação. Trecho entre Avenida Floriano Peixoto e Avenida João Pinheiro: As medidas mais significativas concentram-se nas vias que - implantação de três faixas de tráfego por sentido; comportam o tráfego de passagem, como Avenida João Naves de Ávila, Avenida Getúlio Vargas e outras. Muitas das medidas a - exclusividade para tráfego de ônibus na alça de acesso serem implantadas referem-se a pequenas alterações na geometria proveniente do Terminal Central. viária. Outras significam mudanças na programação semafórica e novos semáforos. E outras exigem obras de engenharia viária mais Cruzamento com Avenida João Pinheiro: complexas. - implantação de viaduto sobre esta avenida; As principais medidas são descritas a seguir, ressaltando que o detalhamento de cada área irá demandar um projeto específico não - implantação de acesso livre para os ônibus do transporte incluído nos termos do projeto básico: coletivo ao Terminal Central provenientes da região do Bairro Martins. PlanMob_Udi 10-12 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar Cruzamento com avenidas João Pessoa e Fernando Vilela: - implantação de duas faixas de tráfego para acesso a Avenida Fernando Vilela. É importante ressaltar que em função da dinâmica da circulação e crescimento da frota de veículos, vários pontos podem ter mais de uma alternativa de tratamento. As mais eficazes evidentemente requerem investimentos maiores e permitem atingir cenários mais distantes. Contudo, em muitos casos, pequenas ações são suficientes e os resultados imediatos. Também não é demais destacar que muitas medidas dependem de divulgação e educação dos usuários, além de uma fiscalização de trânsito sistemática. PlanMob_Udi 10-13 Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Uberlândia - Versão Preliminar SETTRAN Paulo Sérgio Ferreira Secretário Municipal de Trânsito e Transportes Elaboração: Divonei Gonçalves dos Santos Assessor Municipal de Trânsito Julieta Cristina Fernandes Engenheira Civil Aílton Borges CTA Estatísticas PlanMob_Udi