Ano III - Nº02
2º trimestre 2014
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Nesta edição falaremos dos mais
variados assuntos. Desde temas mais
sérios, que retratam problemas sociais,
até temas mais descontraídos. A resenha do filme “A culpa é das estrelas”,
uma sessão nostálgica, que fala sobre
Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band,
um dos álbuns da famosa banda The
Beatles, e ainda uma lista dos melhores
jogos antigos, para você sentir um gostinho do que seus pais têm saudades.
Você ainda vai poder conferir uma entrevista com Renato Ranazzi, o diagramador que faz o projeto do jornal possível.
Veja também a cobertura dos eventos do
Colégio. Confira já esta nova edição do
nosso Jornal JM e tenha uma boa leitura!
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Camilla Silva - 2° A EM
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pág. 06
Club Band
2
Você sabe o
que é Racismo?
Racismo é a convicção
sobre a superioridade de determinadas raças, com base
em diferentes motivações,
em especial as características físicas e outros traços
do comportamento humano.
Infelizmente, na história da
humanidade são muitos os
exemplos de racismo. Nos
dias atuais, situações de racismo estão ficando cada vez
mais comuns, seja no cotidiano, seja nos telejornais...
EXPEDIENTE - JORNAL FAMÍLIA JM
2º trimestre 2014
Realização dos alunos: Alexandre Cordeiro (1°A EM),
Amanda Suemi (9ºA), Aynara Pirri (8ºB), Barbara Pereira (8ºB),
Camila Silva (2ºA EM), Fabiane Naomi Watanave (3ºA EM),
Gabriella Assumpção (2ºA EM), Georgia Bueno (2ºA EM),
Giovanna Cola (9 ºA), Guilherme Augusto Martini (3ºA EM),
Jacqueline Cabral (2ºA EM), Lucas Venancio Ré (3ºA EM),
e Rhenzo Pugliese (2ºB EM)
Coordenação:
Professores Fransergio Perini de Oliveira
e Carolina Vacarella Zorzi
Diagramação: Renato Ranazzi
Publicação:
Colégio Júlio Mesquita / E.E.I. Meu Cantinho
Av. Rotary, 304 - Vila Endres
Guarulhos/SP CEP 07042.000
Fone/Fax: 2421.9088 www.familiajm.com.br
...Historicamente alguns desses péssimos exemplos se fazem presentes desde os tempos
antigos. Vemos isso na peça de
Gil Vicente “O Auto da Barca do
Inferno”: um judeu é impedido
de embarcar na barca que leva
ao céu por não possuir a mesma crença que os católicos.
Esse é um caso de preconceito
religioso, que não deixa de ser
uma convicção sobre a superioridade de determinada religião.
Ainda com relação ao povo
judeu, temos um caso de racismo que marcou a história
mundial: o holocausto cometido pelos nazistas a partir de
dezembro de 1941 e até o final da 2ª Guerra Mundial, em
1945. Liderados por Hitler, os
nazistas estabeleciam uma hierarquia entre as raças e consideravam que os alemães eram
superiores. Africanos, ciganos e
judeus eram os últimos na escala social, chamados de “raças
inferiores”. Esse pensamento
causou a morte de mais de 7
milhões de pessoas, incluindo
jovens, adultos e até crianças.
Esse momento ainda hoje é recordado em diversos filmes e no
livro da famosa escritora judia
adolescente vítima do nazismo,
Anne Frank (1929-1945), que
escreveu seu diário, um dos
símbolos da perseguição aos
judeus, durante o regime de Hitler.
Passadas algumas décadas,
nos Estados Unidos da América, a mentalidade racista ainda
existia junto com a Ku Klux Klan
(KKK). No entanto, pessoas
como Martin Luther King, grande líder na luta pela igualdade
social, lutavam por uma sociedade onde negros e brancos
vivessem em harmonia e igualdade. É dele as famosas palavras “I have a dream”, em 28 de
agosto de 1963, em um auditório de 250 mil compatriotas que
se reuniram no Lincoln Memorial ao final da Marcha pelo Trabalho e a Liberdade.
E o nosso Brasil? Desde a
época colonial vivíamos com
o regime da escravidão, onde
donos de fazenda brancos compravam negros para a plantação
do açúcar e, posteriormente, do
café. Essa mentalidade racista,
infelizmente, no mundo contemporâneo ainda está presente, e
até de forma mais aberta. Faz
pouco tempo, o jogador de futebol Daniel Alves (atleta do Barcelona e da nossa seleção) teve
uma banana atirada em sua direção no momento em que iria
cobrar o escanteio num jogo
contra o Villarreal. Precisamos
refletir: nós cidadãos comuns,
muitas vezes ainda temos alguma espécie de “racismo mascarado” ou até tendências preconceituosas? Precisamos nos
policiar, e refletir sobre nossa
história, nossos valores e sobre
Filme
3
O Grande Ditador
por Alexandre Cordeiro - 1°A EM
por Rhenzo Pugliese - 2°B EM
nossa sociedade. Todo ser humano é igual perante a Constituição, porém, isso fica somente
no papel, o que é algo lamentável.
É fato que, em pleno século
XXI, todos deveríamos viver em
harmonia e igualdade, da forma
mais civilizada possível. Cabe às
futuras gerações, incluindo aí os
jovens estudantes de hoje, mudar essa situação. Não podemos
reproduzir a intolerância e os erros do passado. O racismo, independentemente do tipo (raça,
religião, costumes, etc), parte da
premissa de que alguém é superior. Somos todos iguais e precisamos lutar por isso.
Você provavelmente já assistiu a uma velha
cena em que Charles Chaplin brinca com um
globo terrestre. Essa famosíssima cena pertence ao filme “O Grande Ditador”, uma sátira e
uma crítica contra o governo nazista de Adolf
Hitler, e contra regimes fascistas. O enredo
mostra dois protagonistas: Adenoid Hynkel e
um barbeiro judeu, ambos estrelados por Charles Chaplin. Hynkel é o ditador de um país chamado Tomania. Ele crê que a raça ariana é a
única raça pura que existe. Por isso ele iniciou
uma perseguição contra os judeus. Enquanto
isso, o barbeiro judeu é uma pessoa que passou muito tempo hospitalizado depois de uma
queda de avião em uma batalha da Primeira
Guerra Mundial. Por causa disso ele perdeu a
memória e não sabe de nada sobre o que tem
acontecido em seu país ultimamente.
Logo ao receber alta, ele conhece e se apaixona por Hannah, uma lavadeira que mora na
região onde ele também mora. Agora Hynkel
está a um passo de invadir Osterlich, um país
vizinho. O único problema é que ele terá que
disputar o território com Benzino Napaloni, o
ditador de Bacteria, outro país fascista. A confusão está armada quando o barbeiro judeu e o
ditador (eles são idênticos) são confundidos e
trocam de lugar.
O longa nos faz refletir sobre nós mesmos
no que diz respeito ao racismo em geral. Além
disso, Chaplin apela ao lado emocional quando, ao final do filme, pede para sermos pessoas
melhores e mais tolerantes em seu famoso discurso. O filme é dirigido, produzido e roteirizado
pelo próprio Charles Chaplin. “O Grande Ditador” é um filme que você precisa assistir.
por Giovanna Cola – 9º A
Você já se imaginou no meio de
uma Guerra Mundial? Sem poder
usar telefone, carros, comprar roupas ou alimentos em lugares comuns... Pois é! Uma pobre menina
sofreu tudo isso apenas por acreditar em uma religião diferente. Na década de 40 os judeus sofreram alto
preconceito e um grande massacre,
pois os alemães não os aceitavam e
os culpavam pela alta crise na Alemanha.
Anne Frank, uma menina de apenas 13 anos, e sua família eram judeus, foram perseguidos por anos,
e ficaram escondidos em um anexo
secreto dentro de uma fábrica durante dois anos. Nesse tempo, a menina escreveu um diário, no qual ela
conta tudo o que acontecia com ela
e sua família, toda dor e sofrimento
vividos pelos judeus. Ela conta que
os judeus deveriam usar uma estrela
amarela em suas roupas, para serem
facilmente reconhecidos em meio à
população, eram proibidos de andar
nos bondes, eram proibidos de andar de carros, tinham hora certa para
fazer compras. Os judeus só poderiam frequentar barbearias e salões
de beleza de proprietários judeus,
eram proibidos de andar na rua entre
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por Aynara Pirri
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ou qualquer outra forma de diversão,
de frequentar piscinas ou qualquer
local para prática esportiva, e eram
também proibidos de frequentar casas de cristãos, devendo frequentar
apenas escolas judias. Em tempos
como hoje isso seria certamente impossível.
Pior de tudo é passar dois anos
escondido em um anexo, sem poder
fazer barulho nenhum em horas de
trabalho, pois se alguém os descobrisse, seriam levados para campos
de concentração e mortos em câmaras de gás. Se pegassem um resfriado não poderiam sequer espirrar.
Mesmo assim essa menina cheia de
energia conseguiu se divertir.
No desfecho da história, a polícia
encontra sua família e seus amigos
que ficaram mantidos no esconderijo
com Anne por dois anos. Todos são
separados, cada um para um campo
de concentração diferente, infelizmente apenas seu pai sobreviveu e
ele próprio acabou terminando seu
diário.
Se você ficou interessado por
essa brilhante história leia o livro “O
Diário de Anne Frank” por Otto H.
Frank (seu pai) e Mirjam Pressler,
Editora Record.
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5
Crônica
Motivação é tudo na vida!
por Amanda Suemi - 9ºA
por Fabiane Naomi
Watanave - 3ºA EM
Dirigido por Josh Boone, o filme “A culpa é das Estrelas” é
baseado no livro de mesmo nome cujo autor é John Green. “A
culpa é das Estrelas” é um daqueles filmes que nos faz chorar
(um estilo meio Nicholas Sparks de ser). A história conta a vida
da adolescente Hazel Grace, diagnosticada com câncer e que se
mantém viva devido a uma droga experimental. Seus pais pedem
a ela que frequente um grupo de apoio, já que desconfiam que
Hazel está com depressão.
A trama do filme começa justamente aí. No grupo ela conhece
Augustus Waters (Gus), um rapaz que já sofreu de câncer e recuperou-se. Após tantas evasivas, eles acabam se apaixonando
e criando um “infinito”.
Para quem não sabe, o título do livro foi inspirado numa obra
de Shakespeare, na citação da peça Júlio César: “A culpa, querido Brutus, não está nas nossas estrelas, mas em nós mesmos”.
No livro de John Green, Augustus diz: “Meus pensamentos são
estrelas e eu não consigo arrumar em constelações”.
Além de seguir várias passagens fiéis ao livro, o filme conta
com atores que se assemelham muito à personalidade das personagens presentes na obra literária: “Não poderia pedir por um
Gus melhor”, disse Green referindo-se ao ator que interpretou
seu personagem no cinema.
A apresentadora Ana Maria Braga entrevistou o escritor do livro e num relato sobre a sua vida pessoal confes- sou a ele
que teve câncer (hoje em dia
ela está curada), e relatou:
“Foi muito difícil para mim,
esse foi o primeiro livro e
o primeiro filme que eu vi
e senti tudo que gostaria de ter visto e sentido na época da minha
doença. É muito difícil transmitir o sentimento para quem
realmente viveu essa
experiência”.
Vocês conhecem a história do Daniel? Para
ele, motivação é tudo na vida!
Voltando de uma festa, em uma sexta-feira
de madrugada, numa cidade do interior, o Daniel passou por uma situação bem inusitada.
Enquanto caminhava para casa começou a
chover bastante. Isso obrigou-o a tomar um
atalho diferente. Para quem nunca morou em
cidades pequenas, sabe que é bastante comum usar o cemitério como um caminho mais
curto.
Chovia muito e sua visão estava completamente turva, Daniel corria sem prestar muita
atenção ao redor. De repente, na sua afobação, ele caiu em um grande buraco, ou seja,
em uma cova. Uma cova deixada pronta para
facilitar o trabalho do coveiro quando surgisse
um corpo.
Diz o Daniel: “Gritei, escalei, berrei, rezei,
chorei, mas todas as minha tentativas foram
em vão. A terra estava muito mole e eu não
consegui escalar a parede para sair da cova
escura. Desisti e esperei por ajuda, afinal, iria
amanhecer e com certeza um coveiro apareceria para me socorrer. Depois de uma hora escutei passos vindo em direção à cova. Para minha surpresa era alguém que como eu também
tinha cortado o caminho para fugir da chuva e
que estava destinado ao mesmo buraco. Até
hoje eu não sei quem dividiu a cova comigo,
mas ele estava tão assustado que nem notou
minha presença ali no escuro.
Só sei que escalou, berrou, rezou, chorou
enquanto eu apenas observava a cena. Logo
comecei a pensar :”Se eu falar com ele, vai ter
um ataque e morre do coração”, por isso fiquei
esperando que ele notasse a minha presença.
Depois de muito tentar e não conseguir, fiquei
com pena dele e resolvi falar algo para mostrar
que ele não estava sozinho naquela situação.
- Não adianta! Você não vai conseguir sair.
Estou aqui há bastante tempo e não consegui.
Ao ouvir aquelas palavras no escuro o resultado não poderia ter diferente: o rapaz levou um susto tão grande, tão grande, que com
apenas UM PULO e morrendo de medo ele
saltou desesperadamente para fora da cova e
saiu correndo. No dia seguinte, o coveiro ajudou Daniel a sair da cova. Ao ser questionado
pelo coveiro o motivo de o outro rapaz ter conseguido sair e ele não, Daniel respondeu:
- Motivação é tudo na vida! O rapaz conseguiu porque tinha motivação e eu não.
Sessão Nostalgia
Games que ficaram
na memória
por Lucas Venancio Ré - 3ºA EM e Guilherme Augusto Martini - 3ºA EM
O que é nostalgia? Pela definição do dicionário, nostalgia é saudade de algo, um desejo de voltar ao passado. E o que isso tem
em comum com os grandes jogos de vídeo game? Para aqueles que
gostam de diversão eletrônica, sempre estamos vivendo momentos
nostálgicos ao recordar os jogos que fizeram a nossa história e a história de nossos pais.
Não é uma tarefa fácil escolher os melhores jogos de vídeo game e
catalogá-los em uma lista. Há milhares de jogos criados até hoje, porém,
cada pessoa tem seu próprio estilo de jogo favorito, gerando diversas opiniões sobre qual seria “o melhor” de todos os tempos.
Escolhemos nossos jogos de acordo com nossa convivência com a família e os amigos, até porque são com essas pessoas que jogamos pela primeira vez quando compramos um jogo. Pensar então, em qual jogo é o melhor
do mundo dos games, nos traz um sentimento nostálgico que nos obriga a
comparar os jogos do passado com os atuais. Cada geração tem a sua lista.
Temos a nossa, nossos pais tem a deles. E será que essa lista pode coincidir?
Com relação a melhoria dos gráficos, jogabilidade e investimentos, há uma
tendência a escolher os atuais. No entanto, selecionamos uma lista daqueles
jogos que independentemente do gráfico e de outros detalhes figuram entre os melhores até hoje. Vocês e todos os fãs de
vídeo game, sejam amigos ou familiares, poderão
viver esse sentimento de nostalgia diante do
nosso top 20 (box ao lado).
- Crash Bandicoot (PSone)
- Super Mario 64 (Nintendo64)
- Star Fox 64 (Nintendo64)
- Pokemon Fire Red (GameBoy)
- Gta San Andreas (PS2)
- Zelda Ocarina of Time (Nintendo64)
- Super Mario World (SuperNintendo)
- Pac Man (Atari)
- Sonic the Hedgehog
Mega Drive (Genesis)
- Mega Man 9 (Nintendinho)
- Warcraft 3 (PC)
- Mortal Kombat 2
(Sega Saturn,Master System,Game
Gear)
- Metroid (Nintendinho)
- Shadow of the Colossus (PS2)
- Top Gear (SuperNintendo)
- Soul Calibur (PSone)
- Doom (PC)
- Castlevania: Symphony of the Night
(PSone)
- Super Smash Bros (Nintendo64)
-Tony Hawk’s Pro Skater 2
(PSone,Xbox,Dreamcast)
Álbum
Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band
por Alexandre Cordeiro Agassi - 1º A EM
Esse disco dos Beatles talvez não seja tão famoso quanto os álbuns “Revolver”, “White
Album” ou “Abbey Road”, porém ele é considerado como o melhor e o mais influente disco
da história do rock e da música, por diversas revistas e músicos. Exemplo disso é a revista
Rolling Stone que, em 2003, colocou esse disco em primeiro lugar na sua lista dos 200
álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame. Essa lista é muitas vezes prestigiada
por estudiosos.
Apesar de ter sido o álbum anterior (Revolver) da banda britânica que mostrou ao
mundo que eles entraram no “mundo” do rock psicodélico, o “Sgt. Pepper’s” foi o auge
da banda nesse estilo inovador. Duas curiosidades sobre este disco: a primeira é que
todas as músicas foram compostas por John Lennon e Paul McCartney, exceto “Within
You Without You” outra música do estilo hindu que George Harrison propôs para adicionar nos álbuns da banda; a segunda é que a música “Good Morning Good Morning”
foi uma ideia de John Lennon quando leu um anúncio de cereais. Sgt. Pepper’s Lonely Heart Club Band é um disco que faz parte da história do rock e que você precisa
ouvir.
por Barbara Siqueira - 8ºB EF
JM: Quem é o Renato Ranazzi?
Renato: Sou designer gráfico e trabalho aqui no JM há 18 anos, na parte de criação.
Sou formado em “Comunicação visual” e com complementação (licenciatura) em Educação Artística.
JM: Qual o jornal que mais gostou de fazer? Qual aquele que mais marcou para
você?
Renato: Não tenho nenhum preferido. Todos tiveram “momentos”, tanto pela parte
“equipe envolvida” quanto pela parte “tecnológica”. Agora, é claro que o mais recente
sempre acaba sendo aquele que “mais satisfaz” por conta de tentarmos fazer melhor do
que o anterior.
JM: Conte para nós um pouco sobre seu trabalho aqui no JM.
Renato: Faço toda parte de criação visual do Colégio, que vai desde o material externo (anúncios, folhetos/folders, outdoor, entre outras mídias) até os materiais internos
como certificados, convites, etc. Principalmente nos eventos do Colégio que demandam
criação de logotipo, divulgação por meio de cartazes, site entre outros, com certeza eu
estou envolvido.
JM: Você faz alguma outra atividade fora do Colégio?
Renato: Costumo pegar os chamados trabalhos de “freelance” (trabalho extraordinário, avulso, que não apresenta vínculo empregatício) na parte de design gráfico.
JM: O que você gosta de fazer nas suas horas livre?
Renato: Quando estou em casa, gosto de descansar, principalmente do computador;
ler e ver filmes/seriados na TV, são hábitos de que gosto. Também gosto de ir para São
Paulo encontrar amigos e fazer algum passeio, geralmente cultural ou até mesmo em
shopping.
JM: O que ninguém imagina sobre você? Conte-nos um segredo, afinal poucos
alunos acabam conhecendo o Renato e o cantinho da diagramação.
Renato: Sem chance, senão deixa de ser segredo (risos). Não imagino uma resposta
para isso neste momento.
JM: Comentaram conosco que você gosta muito de ler e que sempre há livros
de literatura na sua mesa.Poderia recomendar uma leitura para os alunos do colégio?
Renato: São muitos os títulos de que gosto, mas como devo recomendar, acredito
que seriam os livros “manjados”. Por exemplo, “O Mundo de Sofia” (Jostein Gaarder): é
um livro que traz a história de uma moça chamada Sofia que começa a receber cartas
anônimas em sua caixa de correio. As cartas trazem perguntas que vão desde a existência até o entendimento da realidade, ou seja, sobre a história da filosofia.
JM: Disseram que você não iria deixar colocar uma foto sua na entrevista. Algum motivo em especial?
Renato: Foi apenas uma brincadeira! (risos) Embora prefira mesmo ficar no anonimato, como uma homenagem tirei uma “selfie” pra vocês. :)
Aos Professores JM
Ao longo dos anos, percebemos
como os professores tornam nossas vidas diferentes. Eles nos ensinam dentro da sala de aula, mas
seus ensinamentos ultrapassam
as paredes da sala e os muros da
escola, pois nos ajudam a crescer
interiormente e seguir a vida sem
medo do que vem pela frente.
O Colégio Júlio Mesquita é o melhor exemplo disso. A maioria dos
nossos professores já está há muitos anos aqui, ensinando de forma
competente. Mas, para nós, além
de nossos professores, são nossos
amigos, formando conosco uma
verdadeira família.
Muitos dos professores de hoje
foram alunos do Colégio; outros já
viram alunos se formarem e agora
ensinam aos filhos desses ex-alunos.
Agradecemos a nossos professores, por tornarem nosso futuro
muito mais claro, por nos ajudarem
não só com os conteúdos das aulas, mas, muitas vezes, emocionalmente; por nos encorajarem e nos
dar forças para seguir em frente.
Obrigada a todos os Professores
do Colégio Júlio Mesquita!
por Giovanna Cola - 9º A EF
8
Neste ano, o Colégio Júlio Mesquita aderiu ao “O Líder em Mim”, um projeto transformador inspirado no livro “Os 7 hábitos
das pessoas altamente eficazes”, escrito
pelo Dr. Stephen Covey.
O programa já está implantado em milhares de escolas espalhadas por todo o mundo. No Brasil, o Colégio Júlio Mesquita já é
referência, tendo sido agraciado, no último
mês de agosto, com o prêmio “Escola Destaque 2014”.
Acantonamento
Um evento divertidíssimo aconteceu no JM, nos dias 22 e 23 de
agosto, para a turminha do Ensino Fundamental I: uma madrugada cheia de brincadeiras e diversão com os amigos.
O evento começou às 20h da sexta-feira e rolou até as 8h da
manhã do sábado.
Os professores montaram quatro grupos: Lontra, Morcego Cinza, Suricato e Leopardo, que participaram, juntos, de todas as atividades coletivas. Teve tanta coisa para fazer que os baixinhos
não conseguiram ficar de pé no dia seguinte.
Dentre as brincadeiras, como a “brincadeira dos loucos”, a “dos
canibais” e “Mustafá”, houve algumas que não saíram da cabeça
deles. É o caso da “Missão Impossível”, em que eles, trabalhando
em equipe, tentavam passar pelos “monstros” sem serem pegos
pelo caminho.
Nessa noite, teve pizza, baile de luz, guerra de travesseiros, e
até um tempo para aqueles mais cansados de tanto brincar deitarem e dormirem um pouquinho.
No sábado de manhã, infelizmente chegou o momento de ir embora. Mas eles nunca vão esquecer desse evento tão especial!
Veja outros eventos realizados recentemente:
Ensino Fundamental I:
Visita ao zoológico.
Ensino Fundamental II:
Visita à nascente
do rio Tietê,
Museu Catavento.
Ensino Médio:
Passeio à Feira das
Profissões da USP.
Aberto a todos:
Festa Junina,
Festival do Pedrinho.
11º Jogos Internos do Jm
Como todos os anos, foram realizados no Colégio os Jogos Internos, realizados neste ano de 11 a 30 de junho.
Para surpresa dos alunos, foram inseridas novas modalidades. O
pebolim, o pique-bandeira e o dodgeball (queimada), esportes adorados por todos, fizeram muito sucesso, tornando-se os queridinhos de
alguns, que entraram na brincadeira só por causa deles.
Mas não pense que os esportes tradicionais foram deixados de
lado. Ao contrário, eles fizeram tudo ficar ainda mais emocionante e a
competição mais acirrada.
Veja como ficou a classificação:
1º lugar
Pontuação
2º lugar
Pontuação
Lendários (professores)
107
Oozma Kappa (alunos do 2º A)
101
Classe A (alunos do 9º A)
126
Espartanos (alunos do 8º ano B)
100
The Champions (alunos do 6º B)
108
Fire Ball (alunos do 7º ano B)
104
Mas mais importante que os resultados é a participação, pois a
Escola toda se movimenta, com alegria, para esses Jogos, seja organizando, competindo, ou torcendo por seus favoritos.
por Gabriella Assumpção - 2ºA EM
O Líder em Mim consiste em um processo muito eficaz de mudança comportamental, pois enxerga capacidades em todas as
crianças, e vê em cada uma delas um líder
em potencial. Aliás, não apenas nas crianças, mas em todas as pessoas que fazem
parte da comunidade escolar: alunos, professores, coordenadores, diretores, funcionários escolares, pais.
O projeto envolve 7 hábitos transformadores:
1 – Seja proativo
2 – Comece com o objetivo em mente
3 – Faça primeiro o mais importante
4 – Pense ganha-ganha
5 – Procure primeiro compreender,
depois ser compreendido
6 – Crie sinergia
7 – Afine o instrumento.
Quando todos – professores, demais
funcionários, alunos e pais – começam a
usar uma mesma linguagem, a escola colhe
frutos fantásticos, de paz, de alegria e de
harmonia.
Como resultado, o Colégio Júlio Mesquita, que mesmo sem conhecer o programa
já atuava alinhado com ele, ao implementar
o modelo de liderança O Líder em Mim, já
está colhendo os seguintes frutos:
• Melhoria, nos alunos, da autoconfiança, do trabalho em equipe, da iniciativa, da
criatividade, da liderança, da capacidade de
solucionar problemas, da comunicação, da
consciência da diversidade entre as pessoas, e do desempenho acadêmico.
• Redução significativa da incidência de
indisciplina.
• Aumento do engajamento dos professores.
• Maior satisfação e envolvimento dos
pais.
• Melhoria na cultura organizacional da
escola.
Parabéns à Direção do Colégio, que teve
a sensibilidade de reconhecer no programa
“O Líder em Mim” algo de muito positivo, e
de implantá-lo com tanta dedicação!
Que tal espalhar essa ideia?
por Gabriella Assumpção - 2º A EM
Download

RACISMO ANNE FRANK GAMES