Ano III - Nº02 2º trimestre 2014 J. 0M o n s 8 o t g á n p Eve A Cu lpa E das Estr ela O M S I RAC ssado ou s pág. 0 5 pa ? presentge. 02 pá Nesta edição falaremos dos mais variados assuntos. Desde temas mais sérios, que retratam problemas sociais, até temas mais descontraídos. A resenha do filme “A culpa é das estrelas”, uma sessão nostálgica, que fala sobre Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, um dos álbuns da famosa banda The Beatles, e ainda uma lista dos melhores jogos antigos, para você sentir um gostinho do que seus pais têm saudades. Você ainda vai poder conferir uma entrevista com Renato Ranazzi, o diagramador que faz o projeto do jornal possível. Veja também a cobertura dos eventos do Colégio. Confira já esta nova edição do nosso Jornal JM e tenha uma boa leitura! S E M A Ge ficaram Camilla Silva - 2° A EM Georgia Bueno - 2° A EM Jacqueline Cabral - 2° A EM qu ória na mem pág. 06 ANNE FRANK E O DIÁRIO D pág. 04 BRINQUEDOS dos antigos aos modernos pág. 04 Sgt. Pepper’s Lonely Hearts pág. 06 Club Band 2 Você sabe o que é Racismo? Racismo é a convicção sobre a superioridade de determinadas raças, com base em diferentes motivações, em especial as características físicas e outros traços do comportamento humano. Infelizmente, na história da humanidade são muitos os exemplos de racismo. Nos dias atuais, situações de racismo estão ficando cada vez mais comuns, seja no cotidiano, seja nos telejornais... EXPEDIENTE - JORNAL FAMÍLIA JM 2º trimestre 2014 Realização dos alunos: Alexandre Cordeiro (1°A EM), Amanda Suemi (9ºA), Aynara Pirri (8ºB), Barbara Pereira (8ºB), Camila Silva (2ºA EM), Fabiane Naomi Watanave (3ºA EM), Gabriella Assumpção (2ºA EM), Georgia Bueno (2ºA EM), Giovanna Cola (9 ºA), Guilherme Augusto Martini (3ºA EM), Jacqueline Cabral (2ºA EM), Lucas Venancio Ré (3ºA EM), e Rhenzo Pugliese (2ºB EM) Coordenação: Professores Fransergio Perini de Oliveira e Carolina Vacarella Zorzi Diagramação: Renato Ranazzi Publicação: Colégio Júlio Mesquita / E.E.I. Meu Cantinho Av. Rotary, 304 - Vila Endres Guarulhos/SP CEP 07042.000 Fone/Fax: 2421.9088 www.familiajm.com.br ...Historicamente alguns desses péssimos exemplos se fazem presentes desde os tempos antigos. Vemos isso na peça de Gil Vicente “O Auto da Barca do Inferno”: um judeu é impedido de embarcar na barca que leva ao céu por não possuir a mesma crença que os católicos. Esse é um caso de preconceito religioso, que não deixa de ser uma convicção sobre a superioridade de determinada religião. Ainda com relação ao povo judeu, temos um caso de racismo que marcou a história mundial: o holocausto cometido pelos nazistas a partir de dezembro de 1941 e até o final da 2ª Guerra Mundial, em 1945. Liderados por Hitler, os nazistas estabeleciam uma hierarquia entre as raças e consideravam que os alemães eram superiores. Africanos, ciganos e judeus eram os últimos na escala social, chamados de “raças inferiores”. Esse pensamento causou a morte de mais de 7 milhões de pessoas, incluindo jovens, adultos e até crianças. Esse momento ainda hoje é recordado em diversos filmes e no livro da famosa escritora judia adolescente vítima do nazismo, Anne Frank (1929-1945), que escreveu seu diário, um dos símbolos da perseguição aos judeus, durante o regime de Hitler. Passadas algumas décadas, nos Estados Unidos da América, a mentalidade racista ainda existia junto com a Ku Klux Klan (KKK). No entanto, pessoas como Martin Luther King, grande líder na luta pela igualdade social, lutavam por uma sociedade onde negros e brancos vivessem em harmonia e igualdade. É dele as famosas palavras “I have a dream”, em 28 de agosto de 1963, em um auditório de 250 mil compatriotas que se reuniram no Lincoln Memorial ao final da Marcha pelo Trabalho e a Liberdade. E o nosso Brasil? Desde a época colonial vivíamos com o regime da escravidão, onde donos de fazenda brancos compravam negros para a plantação do açúcar e, posteriormente, do café. Essa mentalidade racista, infelizmente, no mundo contemporâneo ainda está presente, e até de forma mais aberta. Faz pouco tempo, o jogador de futebol Daniel Alves (atleta do Barcelona e da nossa seleção) teve uma banana atirada em sua direção no momento em que iria cobrar o escanteio num jogo contra o Villarreal. Precisamos refletir: nós cidadãos comuns, muitas vezes ainda temos alguma espécie de “racismo mascarado” ou até tendências preconceituosas? Precisamos nos policiar, e refletir sobre nossa história, nossos valores e sobre Filme 3 O Grande Ditador por Alexandre Cordeiro - 1°A EM por Rhenzo Pugliese - 2°B EM nossa sociedade. Todo ser humano é igual perante a Constituição, porém, isso fica somente no papel, o que é algo lamentável. É fato que, em pleno século XXI, todos deveríamos viver em harmonia e igualdade, da forma mais civilizada possível. Cabe às futuras gerações, incluindo aí os jovens estudantes de hoje, mudar essa situação. Não podemos reproduzir a intolerância e os erros do passado. O racismo, independentemente do tipo (raça, religião, costumes, etc), parte da premissa de que alguém é superior. Somos todos iguais e precisamos lutar por isso. Você provavelmente já assistiu a uma velha cena em que Charles Chaplin brinca com um globo terrestre. Essa famosíssima cena pertence ao filme “O Grande Ditador”, uma sátira e uma crítica contra o governo nazista de Adolf Hitler, e contra regimes fascistas. O enredo mostra dois protagonistas: Adenoid Hynkel e um barbeiro judeu, ambos estrelados por Charles Chaplin. Hynkel é o ditador de um país chamado Tomania. Ele crê que a raça ariana é a única raça pura que existe. Por isso ele iniciou uma perseguição contra os judeus. Enquanto isso, o barbeiro judeu é uma pessoa que passou muito tempo hospitalizado depois de uma queda de avião em uma batalha da Primeira Guerra Mundial. Por causa disso ele perdeu a memória e não sabe de nada sobre o que tem acontecido em seu país ultimamente. Logo ao receber alta, ele conhece e se apaixona por Hannah, uma lavadeira que mora na região onde ele também mora. Agora Hynkel está a um passo de invadir Osterlich, um país vizinho. O único problema é que ele terá que disputar o território com Benzino Napaloni, o ditador de Bacteria, outro país fascista. A confusão está armada quando o barbeiro judeu e o ditador (eles são idênticos) são confundidos e trocam de lugar. O longa nos faz refletir sobre nós mesmos no que diz respeito ao racismo em geral. Além disso, Chaplin apela ao lado emocional quando, ao final do filme, pede para sermos pessoas melhores e mais tolerantes em seu famoso discurso. O filme é dirigido, produzido e roteirizado pelo próprio Charles Chaplin. “O Grande Ditador” é um filme que você precisa assistir. por Giovanna Cola – 9º A Você já se imaginou no meio de uma Guerra Mundial? Sem poder usar telefone, carros, comprar roupas ou alimentos em lugares comuns... Pois é! Uma pobre menina sofreu tudo isso apenas por acreditar em uma religião diferente. Na década de 40 os judeus sofreram alto preconceito e um grande massacre, pois os alemães não os aceitavam e os culpavam pela alta crise na Alemanha. Anne Frank, uma menina de apenas 13 anos, e sua família eram judeus, foram perseguidos por anos, e ficaram escondidos em um anexo secreto dentro de uma fábrica durante dois anos. Nesse tempo, a menina escreveu um diário, no qual ela conta tudo o que acontecia com ela e sua família, toda dor e sofrimento vividos pelos judeus. Ela conta que os judeus deveriam usar uma estrela amarela em suas roupas, para serem facilmente reconhecidos em meio à população, eram proibidos de andar nos bondes, eram proibidos de andar de carros, tinham hora certa para fazer compras. Os judeus só poderiam frequentar barbearias e salões de beleza de proprietários judeus, eram proibidos de andar na rua entre as 20h e as 6h da manhã. Eram proi- por Aynara Pirri e Barbara Pereira dos e jogos que se em muitos brinque adores, adminisHoje em dia exist av gr , possuem luzes, u movimentam, falam ua e muito mais. Mas você já paro m ág te? E en am tig an de tram situações co s eram os brinquedo como conhecemos para pensar como ta tecnologia assim tan se eles tinham década de 20 e hoje? uedos surgiram na Os primeiros brinq no caso de alguns carrinhos, e as , deira, eram feitos de ma de pano. Só com o passar dos anos tas fei am se for s do ue inq bonecas eram br da tecnologia, os e com o advento em sucesso nas aprimorando. antigos ainda faz s do ue cada inq br ns Algu o bambolê, da dé s de hoje, como s de da ca dé s na da mãos das criança luca, que era mo ma la mo a , 56 de 19 - 8º B bidos de frequentar teatros, cinemas ou qualquer outra forma de diversão, de frequentar piscinas ou qualquer local para prática esportiva, e eram também proibidos de frequentar casas de cristãos, devendo frequentar apenas escolas judias. Em tempos como hoje isso seria certamente impossível. Pior de tudo é passar dois anos escondido em um anexo, sem poder fazer barulho nenhum em horas de trabalho, pois se alguém os descobrisse, seriam levados para campos de concentração e mortos em câmaras de gás. Se pegassem um resfriado não poderiam sequer espirrar. Mesmo assim essa menina cheia de energia conseguiu se divertir. No desfecho da história, a polícia encontra sua família e seus amigos que ficaram mantidos no esconderijo com Anne por dois anos. Todos são separados, cada um para um campo de concentração diferente, infelizmente apenas seu pai sobreviveu e ele próprio acabou terminando seu diário. Se você ficou interessado por essa brilhante história leia o livro “O Diário de Anne Frank” por Otto H. Frank (seu pai) e Mirjam Pressler, Editora Record. 61, o famoso e foi criado em 19 qu , tas re -va ga pe 80 e 90, o s outros. o em 1974, e muito de sso nas décadas cubo mágico criad ce su ito mu fez e qu to, do ite ue qu inq ar Um br do pequeno o blocos de madeira nd os mu am um for o 90 tod e e 80 ança imaginass cri a je e ho qu de m s itia que perm ra as criança tado por elas. Pa em fantástico arquite ercício típico de qu ex um é es ad cid r tra nis mi criar e ad idor. brinca ao computa antigos, modernos ou tecnológ e s do ar ue inc br inq Br crianças é porta para as im e qu o s, co se divertir. 5 Crônica Motivação é tudo na vida! por Amanda Suemi - 9ºA por Fabiane Naomi Watanave - 3ºA EM Dirigido por Josh Boone, o filme “A culpa é das Estrelas” é baseado no livro de mesmo nome cujo autor é John Green. “A culpa é das Estrelas” é um daqueles filmes que nos faz chorar (um estilo meio Nicholas Sparks de ser). A história conta a vida da adolescente Hazel Grace, diagnosticada com câncer e que se mantém viva devido a uma droga experimental. Seus pais pedem a ela que frequente um grupo de apoio, já que desconfiam que Hazel está com depressão. A trama do filme começa justamente aí. No grupo ela conhece Augustus Waters (Gus), um rapaz que já sofreu de câncer e recuperou-se. Após tantas evasivas, eles acabam se apaixonando e criando um “infinito”. Para quem não sabe, o título do livro foi inspirado numa obra de Shakespeare, na citação da peça Júlio César: “A culpa, querido Brutus, não está nas nossas estrelas, mas em nós mesmos”. No livro de John Green, Augustus diz: “Meus pensamentos são estrelas e eu não consigo arrumar em constelações”. Além de seguir várias passagens fiéis ao livro, o filme conta com atores que se assemelham muito à personalidade das personagens presentes na obra literária: “Não poderia pedir por um Gus melhor”, disse Green referindo-se ao ator que interpretou seu personagem no cinema. A apresentadora Ana Maria Braga entrevistou o escritor do livro e num relato sobre a sua vida pessoal confes- sou a ele que teve câncer (hoje em dia ela está curada), e relatou: “Foi muito difícil para mim, esse foi o primeiro livro e o primeiro filme que eu vi e senti tudo que gostaria de ter visto e sentido na época da minha doença. É muito difícil transmitir o sentimento para quem realmente viveu essa experiência”. Vocês conhecem a história do Daniel? Para ele, motivação é tudo na vida! Voltando de uma festa, em uma sexta-feira de madrugada, numa cidade do interior, o Daniel passou por uma situação bem inusitada. Enquanto caminhava para casa começou a chover bastante. Isso obrigou-o a tomar um atalho diferente. Para quem nunca morou em cidades pequenas, sabe que é bastante comum usar o cemitério como um caminho mais curto. Chovia muito e sua visão estava completamente turva, Daniel corria sem prestar muita atenção ao redor. De repente, na sua afobação, ele caiu em um grande buraco, ou seja, em uma cova. Uma cova deixada pronta para facilitar o trabalho do coveiro quando surgisse um corpo. Diz o Daniel: “Gritei, escalei, berrei, rezei, chorei, mas todas as minha tentativas foram em vão. A terra estava muito mole e eu não consegui escalar a parede para sair da cova escura. Desisti e esperei por ajuda, afinal, iria amanhecer e com certeza um coveiro apareceria para me socorrer. Depois de uma hora escutei passos vindo em direção à cova. Para minha surpresa era alguém que como eu também tinha cortado o caminho para fugir da chuva e que estava destinado ao mesmo buraco. Até hoje eu não sei quem dividiu a cova comigo, mas ele estava tão assustado que nem notou minha presença ali no escuro. Só sei que escalou, berrou, rezou, chorou enquanto eu apenas observava a cena. Logo comecei a pensar :”Se eu falar com ele, vai ter um ataque e morre do coração”, por isso fiquei esperando que ele notasse a minha presença. Depois de muito tentar e não conseguir, fiquei com pena dele e resolvi falar algo para mostrar que ele não estava sozinho naquela situação. - Não adianta! Você não vai conseguir sair. Estou aqui há bastante tempo e não consegui. Ao ouvir aquelas palavras no escuro o resultado não poderia ter diferente: o rapaz levou um susto tão grande, tão grande, que com apenas UM PULO e morrendo de medo ele saltou desesperadamente para fora da cova e saiu correndo. No dia seguinte, o coveiro ajudou Daniel a sair da cova. Ao ser questionado pelo coveiro o motivo de o outro rapaz ter conseguido sair e ele não, Daniel respondeu: - Motivação é tudo na vida! O rapaz conseguiu porque tinha motivação e eu não. Sessão Nostalgia Games que ficaram na memória por Lucas Venancio Ré - 3ºA EM e Guilherme Augusto Martini - 3ºA EM O que é nostalgia? Pela definição do dicionário, nostalgia é saudade de algo, um desejo de voltar ao passado. E o que isso tem em comum com os grandes jogos de vídeo game? Para aqueles que gostam de diversão eletrônica, sempre estamos vivendo momentos nostálgicos ao recordar os jogos que fizeram a nossa história e a história de nossos pais. Não é uma tarefa fácil escolher os melhores jogos de vídeo game e catalogá-los em uma lista. Há milhares de jogos criados até hoje, porém, cada pessoa tem seu próprio estilo de jogo favorito, gerando diversas opiniões sobre qual seria “o melhor” de todos os tempos. Escolhemos nossos jogos de acordo com nossa convivência com a família e os amigos, até porque são com essas pessoas que jogamos pela primeira vez quando compramos um jogo. Pensar então, em qual jogo é o melhor do mundo dos games, nos traz um sentimento nostálgico que nos obriga a comparar os jogos do passado com os atuais. Cada geração tem a sua lista. Temos a nossa, nossos pais tem a deles. E será que essa lista pode coincidir? Com relação a melhoria dos gráficos, jogabilidade e investimentos, há uma tendência a escolher os atuais. No entanto, selecionamos uma lista daqueles jogos que independentemente do gráfico e de outros detalhes figuram entre os melhores até hoje. Vocês e todos os fãs de vídeo game, sejam amigos ou familiares, poderão viver esse sentimento de nostalgia diante do nosso top 20 (box ao lado). - Crash Bandicoot (PSone) - Super Mario 64 (Nintendo64) - Star Fox 64 (Nintendo64) - Pokemon Fire Red (GameBoy) - Gta San Andreas (PS2) - Zelda Ocarina of Time (Nintendo64) - Super Mario World (SuperNintendo) - Pac Man (Atari) - Sonic the Hedgehog Mega Drive (Genesis) - Mega Man 9 (Nintendinho) - Warcraft 3 (PC) - Mortal Kombat 2 (Sega Saturn,Master System,Game Gear) - Metroid (Nintendinho) - Shadow of the Colossus (PS2) - Top Gear (SuperNintendo) - Soul Calibur (PSone) - Doom (PC) - Castlevania: Symphony of the Night (PSone) - Super Smash Bros (Nintendo64) -Tony Hawk’s Pro Skater 2 (PSone,Xbox,Dreamcast) Álbum Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band por Alexandre Cordeiro Agassi - 1º A EM Esse disco dos Beatles talvez não seja tão famoso quanto os álbuns “Revolver”, “White Album” ou “Abbey Road”, porém ele é considerado como o melhor e o mais influente disco da história do rock e da música, por diversas revistas e músicos. Exemplo disso é a revista Rolling Stone que, em 2003, colocou esse disco em primeiro lugar na sua lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame. Essa lista é muitas vezes prestigiada por estudiosos. Apesar de ter sido o álbum anterior (Revolver) da banda britânica que mostrou ao mundo que eles entraram no “mundo” do rock psicodélico, o “Sgt. Pepper’s” foi o auge da banda nesse estilo inovador. Duas curiosidades sobre este disco: a primeira é que todas as músicas foram compostas por John Lennon e Paul McCartney, exceto “Within You Without You” outra música do estilo hindu que George Harrison propôs para adicionar nos álbuns da banda; a segunda é que a música “Good Morning Good Morning” foi uma ideia de John Lennon quando leu um anúncio de cereais. Sgt. Pepper’s Lonely Heart Club Band é um disco que faz parte da história do rock e que você precisa ouvir. por Barbara Siqueira - 8ºB EF JM: Quem é o Renato Ranazzi? Renato: Sou designer gráfico e trabalho aqui no JM há 18 anos, na parte de criação. Sou formado em “Comunicação visual” e com complementação (licenciatura) em Educação Artística. JM: Qual o jornal que mais gostou de fazer? Qual aquele que mais marcou para você? Renato: Não tenho nenhum preferido. Todos tiveram “momentos”, tanto pela parte “equipe envolvida” quanto pela parte “tecnológica”. Agora, é claro que o mais recente sempre acaba sendo aquele que “mais satisfaz” por conta de tentarmos fazer melhor do que o anterior. JM: Conte para nós um pouco sobre seu trabalho aqui no JM. Renato: Faço toda parte de criação visual do Colégio, que vai desde o material externo (anúncios, folhetos/folders, outdoor, entre outras mídias) até os materiais internos como certificados, convites, etc. Principalmente nos eventos do Colégio que demandam criação de logotipo, divulgação por meio de cartazes, site entre outros, com certeza eu estou envolvido. JM: Você faz alguma outra atividade fora do Colégio? Renato: Costumo pegar os chamados trabalhos de “freelance” (trabalho extraordinário, avulso, que não apresenta vínculo empregatício) na parte de design gráfico. JM: O que você gosta de fazer nas suas horas livre? Renato: Quando estou em casa, gosto de descansar, principalmente do computador; ler e ver filmes/seriados na TV, são hábitos de que gosto. Também gosto de ir para São Paulo encontrar amigos e fazer algum passeio, geralmente cultural ou até mesmo em shopping. JM: O que ninguém imagina sobre você? Conte-nos um segredo, afinal poucos alunos acabam conhecendo o Renato e o cantinho da diagramação. Renato: Sem chance, senão deixa de ser segredo (risos). Não imagino uma resposta para isso neste momento. JM: Comentaram conosco que você gosta muito de ler e que sempre há livros de literatura na sua mesa.Poderia recomendar uma leitura para os alunos do colégio? Renato: São muitos os títulos de que gosto, mas como devo recomendar, acredito que seriam os livros “manjados”. Por exemplo, “O Mundo de Sofia” (Jostein Gaarder): é um livro que traz a história de uma moça chamada Sofia que começa a receber cartas anônimas em sua caixa de correio. As cartas trazem perguntas que vão desde a existência até o entendimento da realidade, ou seja, sobre a história da filosofia. JM: Disseram que você não iria deixar colocar uma foto sua na entrevista. Algum motivo em especial? Renato: Foi apenas uma brincadeira! (risos) Embora prefira mesmo ficar no anonimato, como uma homenagem tirei uma “selfie” pra vocês. :) Aos Professores JM Ao longo dos anos, percebemos como os professores tornam nossas vidas diferentes. Eles nos ensinam dentro da sala de aula, mas seus ensinamentos ultrapassam as paredes da sala e os muros da escola, pois nos ajudam a crescer interiormente e seguir a vida sem medo do que vem pela frente. O Colégio Júlio Mesquita é o melhor exemplo disso. A maioria dos nossos professores já está há muitos anos aqui, ensinando de forma competente. Mas, para nós, além de nossos professores, são nossos amigos, formando conosco uma verdadeira família. Muitos dos professores de hoje foram alunos do Colégio; outros já viram alunos se formarem e agora ensinam aos filhos desses ex-alunos. Agradecemos a nossos professores, por tornarem nosso futuro muito mais claro, por nos ajudarem não só com os conteúdos das aulas, mas, muitas vezes, emocionalmente; por nos encorajarem e nos dar forças para seguir em frente. Obrigada a todos os Professores do Colégio Júlio Mesquita! por Giovanna Cola - 9º A EF 8 Neste ano, o Colégio Júlio Mesquita aderiu ao “O Líder em Mim”, um projeto transformador inspirado no livro “Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes”, escrito pelo Dr. Stephen Covey. O programa já está implantado em milhares de escolas espalhadas por todo o mundo. No Brasil, o Colégio Júlio Mesquita já é referência, tendo sido agraciado, no último mês de agosto, com o prêmio “Escola Destaque 2014”. Acantonamento Um evento divertidíssimo aconteceu no JM, nos dias 22 e 23 de agosto, para a turminha do Ensino Fundamental I: uma madrugada cheia de brincadeiras e diversão com os amigos. O evento começou às 20h da sexta-feira e rolou até as 8h da manhã do sábado. Os professores montaram quatro grupos: Lontra, Morcego Cinza, Suricato e Leopardo, que participaram, juntos, de todas as atividades coletivas. Teve tanta coisa para fazer que os baixinhos não conseguiram ficar de pé no dia seguinte. Dentre as brincadeiras, como a “brincadeira dos loucos”, a “dos canibais” e “Mustafá”, houve algumas que não saíram da cabeça deles. É o caso da “Missão Impossível”, em que eles, trabalhando em equipe, tentavam passar pelos “monstros” sem serem pegos pelo caminho. Nessa noite, teve pizza, baile de luz, guerra de travesseiros, e até um tempo para aqueles mais cansados de tanto brincar deitarem e dormirem um pouquinho. No sábado de manhã, infelizmente chegou o momento de ir embora. Mas eles nunca vão esquecer desse evento tão especial! Veja outros eventos realizados recentemente: Ensino Fundamental I: Visita ao zoológico. Ensino Fundamental II: Visita à nascente do rio Tietê, Museu Catavento. Ensino Médio: Passeio à Feira das Profissões da USP. Aberto a todos: Festa Junina, Festival do Pedrinho. 11º Jogos Internos do Jm Como todos os anos, foram realizados no Colégio os Jogos Internos, realizados neste ano de 11 a 30 de junho. Para surpresa dos alunos, foram inseridas novas modalidades. O pebolim, o pique-bandeira e o dodgeball (queimada), esportes adorados por todos, fizeram muito sucesso, tornando-se os queridinhos de alguns, que entraram na brincadeira só por causa deles. Mas não pense que os esportes tradicionais foram deixados de lado. Ao contrário, eles fizeram tudo ficar ainda mais emocionante e a competição mais acirrada. Veja como ficou a classificação: 1º lugar Pontuação 2º lugar Pontuação Lendários (professores) 107 Oozma Kappa (alunos do 2º A) 101 Classe A (alunos do 9º A) 126 Espartanos (alunos do 8º ano B) 100 The Champions (alunos do 6º B) 108 Fire Ball (alunos do 7º ano B) 104 Mas mais importante que os resultados é a participação, pois a Escola toda se movimenta, com alegria, para esses Jogos, seja organizando, competindo, ou torcendo por seus favoritos. por Gabriella Assumpção - 2ºA EM O Líder em Mim consiste em um processo muito eficaz de mudança comportamental, pois enxerga capacidades em todas as crianças, e vê em cada uma delas um líder em potencial. Aliás, não apenas nas crianças, mas em todas as pessoas que fazem parte da comunidade escolar: alunos, professores, coordenadores, diretores, funcionários escolares, pais. O projeto envolve 7 hábitos transformadores: 1 – Seja proativo 2 – Comece com o objetivo em mente 3 – Faça primeiro o mais importante 4 – Pense ganha-ganha 5 – Procure primeiro compreender, depois ser compreendido 6 – Crie sinergia 7 – Afine o instrumento. Quando todos – professores, demais funcionários, alunos e pais – começam a usar uma mesma linguagem, a escola colhe frutos fantásticos, de paz, de alegria e de harmonia. Como resultado, o Colégio Júlio Mesquita, que mesmo sem conhecer o programa já atuava alinhado com ele, ao implementar o modelo de liderança O Líder em Mim, já está colhendo os seguintes frutos: • Melhoria, nos alunos, da autoconfiança, do trabalho em equipe, da iniciativa, da criatividade, da liderança, da capacidade de solucionar problemas, da comunicação, da consciência da diversidade entre as pessoas, e do desempenho acadêmico. • Redução significativa da incidência de indisciplina. • Aumento do engajamento dos professores. • Maior satisfação e envolvimento dos pais. • Melhoria na cultura organizacional da escola. Parabéns à Direção do Colégio, que teve a sensibilidade de reconhecer no programa “O Líder em Mim” algo de muito positivo, e de implantá-lo com tanta dedicação! Que tal espalhar essa ideia? por Gabriella Assumpção - 2º A EM