25 de Novembro, 2014
Análise
Análise XP
Reunião Matinal
Abertura
Índice
Com nova equipe em foco no mercado, Comissão do Congresso aprova mudança da meta fiscal e
Petrobras recebe notificação da SEC. BlackRock diz que ações no Brasil não estão baratas. Agenda
doméstica é fraca, destacando dado sobre dívida, após números negativos das contas externas
ontem. EUA têm revisão do PIB e confiança do consumidor. Iene se fortalece após BC japonês
reforçar compromisso com meta de inflação. Dólar se valoriza ante principais divisas. Juros dos títulos
soberanos caem.
Resumo
Fechamento
Proventos
Ibovespa teve 1ª queda após 3 altas seguidas, pressionado por ações de bancos. -1,2%, 55.406,91.
Carteiras Recomendadas
Cotações
Macroeconomia
Painel Corporativo
Disclaimer
Painel Corporativo
(=) Bancos: Bancos médios sentem mais efeito da desaceleração econômica.
(+) Gol (GOLL4): Taxa de ocupação total atinge 78,6% em outubro.
(=) Aéreas: Vale monitorar os dados da Abear.
(-) Petrobras (PETR4): SEC requerendo documentação. Receios só aumentam em ter ADRs suspensos.
(=) JBS Foods: CVM suspende a oferta pública.
(=) Setor Elétrico: Diversas informações.
Agenda do Dia
Hora Local Indicador
Data Exp.
Ant.
terça-feira, 25 de novembro de 2014
08:00
EUR
OECD Economic Outlook
11:30
EUA
PIB anualizado a.t.
12:00
EUA
13:00
EUA
23:45
--
--
--
3T S
3.3%
3.5%
Índice de compra de preço de imóveis a.t.
3T
1.00%
0.81%
Índice confiança consumidor
Nov
96.0
94.5
CHI
Westpac-MNI Consumer Sentiment
Nov
--
110.9
--
BRA
--
BRA
Federal Debt Total
Serasa Oct. Business Credit Delinquency
Out
--
---
2183B
--
Fontes dos textos: AE, Bloomberg, InfoMoney e Reuters.
Ricardo Kim
Analista, CNPI
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25 de Novembro, 2014
Cotações
Mercado de Ações
Bolsa
Ibovespa
Origem
Brasil
Dow Jones EUA
Mercado de Commodities
Pontos
Sem ana
∆%
Mês ∆%
P/L
55.407
-1,2
1,4
12,5x
Soja
17.805
-0,0
2,4
15,7x
Milho
Dia ∆%
Sem ana
∆%
Mês ∆%
1.034
-0,5
-0,5
-1,5
-9,8
380
-1,3
-1,3
0,9
-15,7
Com m odity Cotação
Ano ∆%
S&P 500
EUA
2.068
0,2
2,5
17,2x
Trigo
550
-0,7
-0,7
3,2
-13,6
MEXBOL
México
44.607
-0,1
-0,9
22,4x
Açucar
16
-0,6
-0,6
-0,2
-9,6
FTSE 100
Reino Unido
6.730
-0,3
2,8
14,1x
Algodão
59
-1,2
-1,2
-8,8
-24,6
CAC 40
França
4.368
0,5
3,2
15,2x
Café
191
-0,1
-0,1
-0,9
53,9
DAX
Alemanha
9.786
0,5
4,9
13,7x
Petróleo (WTI)
76
-1,1
-1,1
-6,0
-18,7
IBEX
Espanha
10.643
1,2
1,6
17,4x
RBOB Gasolina 203
-1,3
-1,3
-5,5
-22,6
NIKKEI 225
Japão
-
-
-
19,1x
Ouro
1.199
0,0
0,0
2,3
-0,7
SHASHR
Shangai
23.893
1,9
-0,4
11,1x
Prata
240
-0,4
-0,4
-4,6
-19,8
2.652
1,9
4,7
10,3x
Cobre
203
-1,3
-1,3
-5,5
-22,6
HANG SENG Hong Kong
Mercado de Ações - Índices
Mercado de Câmbio
Pontos
Dia ∆%
Sem ana
∆%
Mês ∆%
Ano ∆%
IBX
22.829
-1,1
-1,1
1,5
7,2
SMLL
1.169
-0,0
-0,0
-0,9
IMOB
620
-0,2
-0,2
-2,2
ICON
2.835
-0,9
-0,9
INDX
12.579
-0,6
-0,6
Índice
Ratio
Dia ∆%
Sem ana
∆%
Mês ∆%
Ano ∆%
Dólar/Real
2,55
1,2
1,2
2,8
7,9
-10,7
Euro/Real
3,17
1,6
1,6
2,0
-2,7
-8,2
Euro/Dolar
1,24
0,4
0,4
-0,7
-9,8
2,7
18,3
Yuan/Dólar
0,16
-0,3
-0,3
-0,5
-1,3
2,0
0,3
Yen/Dólar
0,01
-0,4
-0,4
-5,0
-11,1
Mercado de Ações - Maiores Altas
Em presa
Ticker
Divisa
Mercado de Ações - Maiores Baixas
Setor
Sem ana
∆%
Em presa
Ticker
Setor
Sem ana
∆%
IGB ELETRONICA
IGBR3
-
13,5
EXCELSIOR-PREF
BAUH4
-
-11,0
MILLS ESTRUTURAS
MILS3
Contrução Civil
13,5
CR2 EMPREENDIMEN
CRDE3
Contrução Civil
-10,7
CHIARELLI SA
CCHI3
-
12,5
TEKA-PREF
TEKA4
-
-9,4
LUPATECH SA
LUPA3
Bens de Capital
11,1
BIOSEV SA
BSEV3
-
-8,9
PETROBRAS-PREF
PETR4
Petróleo & Gás
10,9
INEPAR-PREF
INEP4
-
-8,9
PETROBRAS
PETR3
-
10,5
PLASCAR PART
PLAS3
Bens de Capital
-5,6
PDG REALTY
PDGR3
Contrução Civil
10,0
TECNOSOLO
TCNO3
-
-5,4
VIVER INCORPORAD
VIVR3
-
9,9
ESTRELA SA-PREF
ESTR4
-
-5,3
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25 de Novembro, 2014
Macroeconomia
Brasil: Por aqui permanece a expectativa em relação a equipe econômica e à espera da votação da meta fiscal. Ontem a base aliada conseguiu aprovar na
Comissão Mista de Orçamento (CMO) o texto-base do projeto de lei que flexibiliza a meta do superávit primário. A proposta passou com o apoio de 21 deputados e
6 votos contrários. O texto seguirá para o Plenário do Congresso Nacional, em sessão marcada para a tarde desta terça-feira e na qual a oposição promete fazer
uma "oposição selvagem".
Ásia: A Bolsa de Tóquio voltou de um feriado ontem com alta de 0,3%, numa reação atrasada ao corte das taxas de referência da China na sexta-feira e apesar do
fortalecimento do iene, que pesaria sobre as ações.
Europa: O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker vai anunciar nesta semana um plano de € 315 bilhões para ressuscitar a economia da Europa. O
plano terá como base € 21 bilhões em capital inicial da União Europeia e dependerá essencialmente da mobilização de investimentos privados por meio de
processos de engenharia financeira, segundo autoridades da UE.
EUA: A segunda estimativa do PIB dos EUA no terceiro trimestre é o principal indicador econômico da agenda internacional. A previsão de é alta de 3,3%, ante
3,5% na primeira leitura e avanço de 4,6% no período de abril a junho, o que representa uma desaceleração. O resultado sai às 11h30, junto com a segunda
estimativa do índice de preços PCE de julho a setembro. Também estão programados para hoje: índice S&P Case-Shiller de preços de moradias das 10 e 20 maiores
cidades em setembro (12 horas); índice de atividade regional do Fed de Richmond em novembro (13 horas); e índice de confiança do consumidor em novembro
(13 horas); além dos estoques semanais de petróleo, apurados pelo setor privado (19h30).
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25 de Novembro, 2014
Painel Corporativo
(=) Bancos: Bancos médios sentem mais efeito da desaceleração econômica.
Enquanto os grandes bancos privados do país passaram quase imunes à desaceleração econômica, as instituições de pequeno e médio portes sentiram mais o
efeito da atividade cambaleante. Os balanços das oito instituições listadas em bolsa mostram que dois tiveram prejuízo e três viram seus resultados encolher na
comparação com o terceiro trimestre de 2013. Ainda em fase de reestruturação, BicBanco e Pan fecharam o terceiro trimestre de 2014 no vermelho, com perdas
de R$ 368,6 milhões e R$ 69,6 milhões, respectivamente. Bancos Pine, Paraná e Indusval também viram cifras menores na última linha da demonstração. Quem se
saiu melhor em meio ao ambiente mais adverso foram ABC Brasil e Daycoval. Somados, os bancos médios tiveram prejuízo de R$ 248 milhões no terceiro
trimestre. Mesmo depois de excluídos do grupo BicBanco e Pan, o lucro dos demais teria avançado só 2%, a R$ 190,2 milhões. Em igual período de comparação,
Itaú Unibanco, Bradesco e Santander lucraram juntos no terceiro trimestre R$ 9,8 bilhões, valor 29,9%. Para 2015, a expectativa dos analistas é que bancos com
postura mais conservadora estarão mais preparados para enfrentar a instabilidade econômica.
(=) Aéreas: Vale monitorar os dados da Abear.
Hoje a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) divulgará os dados do setor. A entidade também deve comentar sobre os preparativos do setor para alta
temporada de viagens. Em setembro, a demanda doméstica por passagens aéreas cresceu 3% YoY, segundo a Abear. No acumulado do ano até setembro, a
demanda expandiu 5,9%. A demanda por voos domésticos no 3T14 avançou 3%. Em participação de mercado, a TAM seguiu na liderança, pelo critério de RPK
(passageiro-quilômetro transportado), respondendo por uma fatia de 38,4%, seguida pela Gol, com 35,3%, Azul 17,3% e Avianca 9,1%.
(+) Gol (GOLL4): Taxa de ocupação total atinge 78,6% em outubro.
A taxa de ocupação doméstica atingiu 79,4%, superior em 4,8p.p. frente ao mesmo período de 2013, maior nível já registrado pela Companhia para o mês de
outubro, e maior taxa de ocupação registrada desde julho de 2006, levando a ocupação no acumulado do ano para 77,3%. A Demanda doméstica registrou
crescimento de 5,9% no mês e 8% no acumulado do ano. A oferta doméstica reduziu 0,5% no mês. No acumulado do ano, a redução de capacidade no mercado
doméstico atingiu 2,6%, em linha com a projeção divulgada de redução entre -3% e -1% para 2014. Em outubro, o total de Passageiros Transportados Pagos no
Mercado Doméstico alcançou 3,3 milhões, um aumento de 7% em relação ao mesmo período de 2013. No acumulado do ano, a GOL transportou 32,5 milhões de
passageiros no mercado doméstico e internacional, 10% acima do mesmo período de 2013. A demanda internacional aumentou 27,3%, impulsionando o
crescimento de 6,5p.p. na taxa de ocupação no mês, que registrou 73,0%. No acumulado do ano, a taxa de ocupação aumentou 9,8p.p, atingindo 71,3%.
(-) Petrobras (PETR4): SEC requerendo documentação. Receios só aumentam em ter ADRs suspensos.
A companhia informou que recebeu notificação da SEC requerendo documentos relativos a uma investigação da empresa iniciada pelo órgão americano.
"A subpoena solicita documentos da companhia que serão enviados após um trabalho conjunto com o escritório nacional Trench, Rossi e Watanabe Advogados
e com o escritório norte-americano Gibson, Dunn & Crutcher, já contratados pela Petrobras para realizar uma investigação interna independente", informou a
estatal em comunicado ao mercado.
Reiteramos a nossa visão cética com o ativo, que apresentou forte desempenho na última sexta, com a expectativa de anúncio da equipe econômica e também
pelo elevado volume de short, principalmente em PETR3. O receio em relação a suspensão das ADRs só aumenta. Só lembrando que a companhia se comprometeu
em publicar o balanço não auditado do 3T14 no dia 12/12 e o auditado apenas em janeiro. Temos mencionado as saídas para a companhia:
(a) Venda de ativos no exterior
(b) Novo aumento de preços de combustíveis
(c) Redução no montante de investimentos
(d) Nova emissão de ações
Acreditamos que as 3 primeiras são mais prováveis, evitando uma nova emissão de ações, que no atual cenário, seria uma saída desastrosa. Seguimos céticos
em relação ao ativo e não recomendamos exposição ao mesmo.
(=) JBS Foods: CVM suspende a oferta pública.
A Superintendência de Registro de Valores Mobiliários da CVM suspendeu, pelo prazo de até 30 dias, o IPO da JBS Foods, cujo pedido de registro está em análise
na autarquia. De acordo com a CVM, a decisão foi tomada em virtude declarações do presidente da JBS, Wesley Batista, à imprensa. Segundo a CVM, a suspensão
poderá ser revogada, dentro do prazo indicado, "se a irregularidade apontada for devidamente corrigida".
No último dia 13, Batista afirmou que o IPO da subsidiária JBS Foods não deveria ocorrer enquanto o mercado tiver incertezas em relação ao cenário
macroeconômico do Brasil. “Antes o mercado teve incertezas com as eleições, agora em relação ao ministro (da Fazenda). Não faremos o IPO enquanto o mercado
tiver incertezas”, declarou, em conversa com jornalistas.
A abertura de capital da divisão de aves, suínos e industrializados da JBS no Brasil deve ficar agora só para 2015. Segundo Batista, a última janela de oportunidade
deste ano, entre novembro e dezembro, praticamente já terminou. “Eu acho possível e razoável a gente pensar que a oferta pode acontecer no primeiro ou no
segundo trimestre do ano que vem”, afirmou, na ocasião.
O IPO da JBS Foods estava previsto inicialmente para ocorrer em junho. A companhia renovou em outubro o pedido de abertura de capital na CVM para prolongar
os prazos para realizar a oferta.
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25 de Novembro, 2014
Painel Corporativo
(=) Setor Elétrico: Diversas informações.
Nova regra para energia spot será levada à Justiça
A decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), prevista para hoje, reduzindo o preço máximo da eletricidade no mercado de curto prazo deve
desencadear uma corrida das empresas de energia à Justiça. Será mais uma etapa na "judicialização" do setor, que tem feito com que a última palavra sobre
grandes questões na área esteja saindo da esfera governamental para os tribunais. A mudança no cálculo do preço spot da energia, que pode cair 53%, tem
potencial de sobra para aumentar o número de ações em andamento. Nos últimos dois anos, os processos na Justiça tratam de praticamente todos os anúncios
importantes feitos pelo governo: da renovação das concessões ao rateio dos gastos com o acionamento das térmicas. Escritórios de advocacia com atuação no
setor informam, reservadamente, que a área de contenciosos representava menos de 10% do trabalho há dois ou três anos. Agora, já ocupa 40% da agenda.
Mudança no preço pode ser "tiro pela culatra", diz consultor
A mudança drástica no preço-teto da energia no mercado de curto prazo tem chances de virar um tiro pela culatra. É o que defende um respeitado estudioso do
setor elétrico, o consultor João Carlos de Oliveira Mello, presidente da Thymos Energia. Para ele, diante do provável cenário de reservatórios muito baixos em
2015, a mudança pode encarecer em R$ 2,5 bilhões os custos totais de operação do sistema. Isso equivale a um acréscimo de 7% nos gastos do ano que vem.
"Estão fazendo uma espécie de contabilidade criativa", diz. Independentemente do preço de liquidação das diferenças (PLD), cujo teto a Agência Nacional de
Energia Elétrica (Aneel) propõe baixar de R$ 822 para R$ 388, o valor do megawatt-hora gerado pelas usinas térmicas não cai por decreto. Para pagar a conta, o
dinheiro precisa sair de algum lugar. Basicamente, segundo Mello, o que se está discutindo é uma mera redistribuição da fatura entre os agentes do
mercado. Na média, conforme suas projeções, o custo marginal de operação (CMO) ficará em torno de R$ 600 por megawatt-hora em 2015. Na sopa de letrinhas
do setor, isso significa que todas as térmicas capazes de produzir eletricidade até esse valor seriam acionadas. Trata-se de uma previsão relativamente
otimista. Neste ano, durante vários meses, ele passou de R$ 1 mil. Mas a diferença entre o PLD, que agora deverá cair, e o custo de operação não fica de graça.
Recai sobre o Encargo de Serviços do Sistema (ESS), pago unicamente pelos consumidores, sejam do mercado cativo (clientes das distribuidoras) ou do mercado
livre (principalmente indústrias). Na contabilidade geral de todos os gastos que devem subir e todas as despesas que devem cair, Mello chegou à estarrecedora
conclusão de que o saldo piora. Com o custo de operação em R$ 600 por megawatt-hora, em 2015, ele calcula as despesas totais do sistema em R$ 36
bilhões. Para ele, a mudança patrocinada pela Aneel é explicada por uma "briga de lobbies" e reflete uma situação em que "se vende o almoço para pagar o
jantar". "É uma tentativa de fazer uma medida conjuntural para atacar um problema estrutural." Para Mello, o ponto de equilíbrio do PLD encontra-se em R$ 715
por megawatt-hora. É o valor máximo a partir do qual se pode obter redução de gastos sem uma contrapartida igualmente desfavorável nas demais "caixinhas"
de despesas do setor. A Thymos encaminhou formalmente essa sugestão à Aneel. A queda do limite máximo do PLD dividiu o setor elétrico. De forma quase
unânime, porém, houve forte contrariedade de associações e empresas à proposta da Aneel de mudar a divisão dos gastos de ESS. O rateio do encargo, que hoje é
feito entre todos os consumidores livres e regulados, ficaria unicamente com quem estivesse exposto nas liquidações financeiras mensais do mercado de curto
prazo. Isso embutia o risco, por exemplo, de que uma única distribuidora descontratada ou hidrelétrica incapaz de gerar energia em um determinado mês
arcasse sozinha com despesas bilionárias. Diante da revolta geral, a agência voltou atrás. Na análise das contribuições feitas durante o processo de audiência
pública, o relatório divulgado pela Aneel na sexta-feira à noite dá uma indicação clara de abandono da ideia. "A proposta de não alteração da forma atual de rateio
do ESS foi acatada", repetiu 27 vezes, no relatório, em resposta a cada apelo feito pelos agentes.
ONS garante fornecimento no ano que vem
Mesmo depois de uma das mais intensas estiagens em décadas, que reduziu muito os níveis reservatórios de hidrelétricas, o Brasil não precisará de muita chuva
para garantir o fornecimento de energia elétrica em 2015. A previsão de é que os reservatórios da região Sudeste cheguem ao fim deste mês com um nível de
armazenagem entre 15,5% a 16% na região Sudeste, disse o executivo. "Se nós chegarmos entre 30% a 35% em abril, estaremos tranquilos", disse o diretor-geral
do ONS ontem. Segundo Chipp, meteorologistas de três institutos consultados semanalmente pelo ONS dizem que na região central já houve uma transição do
período seco para o período de chuvas. E disse que em Minas Gerais - inclusive na região castigada do Rio São Francisco -- e no Estado de São Paulo, a ocorrência
de chuvas já aumentou. "Não vamos precisar de uma chuva muito intensa no período úmido para garantir o atendimento em 2015”. "Em 2015, a gente está
dizendo que com essa expectativa dos meteorologistas, não há a menor expectativa de racionamento."
O setor elétrico passa por uma grave crise institucional motivada pela tentativa do governo de alterar o modelo vigente de funcionamento e financiamento do
setor, e por uma crise de custos motivada pelo uso ininterrupto das usinas térmicas dado a grave seca que assola o país desde 2013. O cenário é confuso e
preocupante para os agentes, geradores e distribuidores principalmente. A “judicialização” já começou, o segundo capítulo desta novela poderá ser a
inadimplência.
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25 de Novembro, 2014
Proventos
Próximos Proventos
Em presa
Código
Data Ex
Data de
PGTO
Líquido
Bruto
Tipo
Frequência
Yield do
Provento
Dividend
Yield (12m )
AREZZO INDUSTRIA
ARZZ3
17/12/2014 30/12/2014
0,09
0,11
JCP
Irregular
0,4%
2,3%
BANESTES
BEES3
01/12/2014 02/01/2015
0,00
0,00
JCP
Anual
0,4%
6,0%
BRADESCO SA
BBDC3
02/12/2014 02/01/2015
0,02
0,02
JCP
Irregular
0,0%
2,4%
BRADESCO SA-PREF
BBDC4
02/12/2014 02/01/2015
0,02
0,02
JCP
Irregular
0,0%
2,5%
ITAUSA
ITSA3
01/12/2014 02/01/2015
0,02
0,02
Dividendo
Trimestral
0,1%
3,7%
ITAUSA-PREF
ITSA4
01/12/2014 02/01/2015
0,02
0,02
Dividendo
Trimestral
0,1%
3,6%
ITAU UNIBANCO
ITUB3
01/12/2014 02/01/2015
0,02
0,02
Dividendo
Mensal
0,0%
3,4%
ITAU UNIBAN-PREF
ITUB4
01/12/2014 02/01/2015
0,02
0,02
Dividendo
Mensal
0,0%
3,0%
RESTOQUE COM
LLIS3
24/11/2014 00/01/1900
0,23
0,23
Dividendo
Irregular
2,4%
2,4%
MARCOPOLO
POMO3
23/12/2014 31/03/2015
0,02
0,02
JCP
Anual
0,5%
3,5%
MARCOPOLO-PREF
POMO4
23/12/2014 31/03/2015
0,02
0,02
JCP
Anual
0,5%
3,5%
TELEF BRASIL
VIVT3
01/12/2014 00/01/1900
0,33
0,39
JCP
Irregular
0,8%
6,1%
TELEF BRASI-PREF
VIVT4
01/12/2014 00/01/1900
0,36
0,43
JCP
Irregular
0,7%
5,5%
TRACTEBEL
TBLE3
26/11/2014 31/12/2014
0,29
0,34
JCP
Irregular
0,8%
4,8%
CIA DE TRANSMISA
TRPL4
25/11/2014 05/12/2014
1,02
1,02
Dividendo
Irregular
2,7%
4,4%
Fonte: Análise XP e Bloomberg
1 - Dividend Yield estimado da empresa no ano em questão, com base no consenso das previsões do Bloomberg.
2 - Yield do provento a ser distribuído (valor bruto do provento ÷ preço de fechamento)
Atenção: A lista de empresa descrita acima tem caráter informativo, aconselhamos a verificação das informações junto a empresa (fato relevante)
para a validação de qualquer informação.
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25 de Novembro, 2014
Carteiras Recomendadas
Performance: Carteiras XP
Portfólio
2014
Carteira XP
dif. p.p.
Carteira XP Dividendos
dif. p.p.
Carteira XP Small Caps
dif. p.p.
Carteira XP Alpha
dif. p.p.
2013
2012
Portfólio
Carteira XP
dif. p.p.
Carteira XP Dividendos
dif. p.p.
Carteira XP Small Caps
dif. p.p.
dif. p.p.
Ibovespa
2009
Últim os
12 m
Últim os
24 m
Inicial*
10,2
-2,8
37,5
-12,1
15,9
76,5
7,7
15,0
159,2
12,7 p.p.
30,1 p.p.
6,0 p.p.
14,8 p.p.
31,5 p.p.
2,2 p.p.
18,6 p.p.
142,0 p.p.
16,2
14,1
16,4
3,6
29,3
41,8
14,4
36,0
185,9
8,6 p.p.
29,6 p.p.
9,0 p.p.
21,7 p.p.
8,8 p.p.
39,6 p.p.
145,0 p.p.
-17,6
-8,0
26,6
-18,9
-
-
-19,1
-21,4
-22,2
-25,2 p.p.
7,5 p.p.
19,2 p.p.
0,0 p.p.
-
-
-24,7 p.p.
-17,8 p.p.
-1,4 p.p.
-11,6
-3,3
-
-
-
-
-
-
-14,5
-
-
-
-
-
-
-31,3 p.p.
28,3 p.p. -32,7 p.p.
7,6
-15,5
7,4
-18,1
1,0
45,0
5,6
-3,6
17,2
jan/14
fev/14
m ar/14
abr/14
m ai/14
jun/14
jul/14
ago/14
set/14
out/14
nov/14
dez/14
-6,5
2,5
3,7
3,7
-0,1
4,7
2,3
11,3
-12,5
2,3
-
-
1,0 p.p.
3,7 p.p.
-3,3 p.p.
1,3 p.p.
0,7 p.p.
0,9 p.p.
-2,7 p.p.
1,5 p.p.
-0,8 p.p.
1,4 p.p.
-
-
-4,1
0,0
6,0
2,8
2,7
5,6
0,9
8,6
-12,4
3,3
-
-
3,4 p.p.
1,1 p.p.
-1,1 p.p.
0,4 p.p.
3,5 p.p.
1,9 p.p.
-4,1 p.p.
-1,2 p.p.
-0,7 p.p.
2,3 p.p.
-
-
-1,4
-3,4
0,4
-9,6
-2,1 p.p.
Carteira XP Alpha
2010
2,6 p.p.
-19,2 p.p. -11,8 p.p.
Ibovespa
2011
-0,2 p.p. -10,4 p.p. -2,0 p.p.
2,4
0,7
-2,9
5,1
-8,0
1,8
-
-
3,2 p.p.
-3,1 p.p.
-7,9 p.p.
-4,7 p.p.
3,7 p.p.
0,9 p.p.
-
-
-9,3
2,5
8,9
-5,3
-5,3
4,5
-1,5
9,1
-13,0
-4,6
-
-
-1,8 p.p.
3,6 p.p.
1,8 p.p.
-7,7 p.p.
-4,5 p.p.
0,8 p.p.
-6,5 p.p.
-0,7 p.p.
-1,3 p.p.
-5,6 p.p.
-
-
-7,5
-1,1
7,1
2,4
-0,8
3,8
5,0
9,8
-11,7
0,9
-
-
*Inicial: Carteira XP 30/4/2009, Carteira XP Dividendos 2/1/2009, Carteira XP Small Caps 30/12/2010, Carteira XP Alpha 28/6/2013.
DESEMPENHO ANUAL
15,0
10,0
5,0
0,0
out-13
nov-13
dez-13
jan-14
fev-14
mar-14
abr-14
mai-14
jun-14
jul-14
ago-14
set-14
out-14
-5,0
-10,0
-15,0
Carteira XP
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Carteira XP Divdendos
Carteira XP Small Caps
Carteira XP Alpha
Ibovespa
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25 de Novembro, 2014
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www.cvm.gov.br > Agentes Autônomos > Relação dos Agentes Autônomos contratados por uma Instituição Financeira > Corretoras > XP Investimentos e no site http://www.xpi.com.br, da XP Investimentos. Na forma
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2. Este relatório foi elaborado pela XP Investimentos CCTVM S/A (´XP Investimentos Corretora´) e tem como único propósito fornecer informações que possam ajudar o investidor a tomar sua decisão de investimento.
Este relatório não constitui oferta ou solicitação de compra ou venda de qualquer instrumento financeiro. As informações contidas neste relatório são consideradas confiáveis na data da divulgação deste relatório e
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6. Os instrumentos financeiros discutidos neste relatório podem não ser adequados para todos os investidores. Este relatório não leva em consideração os objetivos de investimento, situação financeira ou necessidades
específicas de cada investidor. Os investidores devem obter orientação financeira independente, com base em suas características pessoais, antes de tomar uma decisão de investimento. A rentabilidade de
instrumentos financeiros pode apresentar variações, e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou
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11. Este relatório é baseado na avaliação dos fundamentos de determinadas empresas e dos diferentes setores da economia. A análise do ativo objeto do relatório utiliza como informação os resultados divulgados
pelas companhias emissoras e suas projeções. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento.
12. Este produto é indicado, sobretudo, a investidores cujo perfil haja sido definido como Moderado, Moderado-agressivo, Agressivo, de acordo com a Política de Suitability empregada pela XP Investimentos.
13. Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, dependendo das cotações nos
mercados. O investimento em ações é um investimento de risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou
implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo
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