UTILIZANDO TRILHAS INTERPRETATIVAS COM ALUNOS DO
ENSINO FUNDAMENTAL I PARA PROMOVER A
EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Eliane Picão da Silva Costa – [email protected]
Shalimar Calegari Zanatta – [email protected]
Universidade Estadual do Paraná - UNESPAR – Paranavaí – Paraná
Rua Gabriel Esperidião, s/n CEP 87708-000.
Resumo: Este trabalho relata a metodologia empregada (trilha interpretativa) e os
resultados obtidos para promover a Educação Ambiental em alunos do Ensino Fundamental I
de uma escola particular situada no município de Nova Esperança – PR. A trilha
interpretativa é uma ferramenta valiosa para promover a interação entre o aluno e o Meio
Ambiente de forma crítica e interdisciplinar. O agente motivador para a realização deste
projeto foi desenvolver a percepção ambiental nos alunos. Foi realizada uma coleta de dados
que se deu a partir de alguns instrumentos de investigação como: entrevistas
semiestruturadas realizadas com os alunos por meio da aplicação de um questionário,
aplicado antes e depois da trilha. Os resultados revelam que quando estes são motivados a
observarem o meio ambiente em sua volta, a harmonia da natureza é percebida. Nesta
situação, o lixo depositado em lugar inadequado é logo avaliado como inapropriado. Um
questionário aplicado antes e depois da trilha mostrou que o projeto contribuiu com a
fixação do conhecimento “teórico”, e promoveu reflexões sobre a conservação e a
preservação, já que os resultados apontaram que antes da trilha, os alunos não tinham
conhecimento da existência do parque na cidade.
Palavras-chave: Educação Ambiental, Trilha Interpretativa, Ensino Fundamental I.
1
INTRODUÇÃO
A sociedade atual experimenta um desenvolvimento tecnológico num ritmo acelerado,
ditado pelo capitalismo. Assim, a produção e consumo exagerados trazem a exploração com
consequente degradação e escassez dos recursos naturais. Cuidar dos recursos naturais,
patrimônio da humanidade, se torna fundamental para manutenção da vida no planeta Terra.
Inserido neste contexto, a escola, como espaço intercultural de aprendizagem formal, deve
promover uma formação multicultural dos seus alunos. Ou seja, nossas crianças, jovens e
adolescentes devem aprender redimensionar valores, compreendendo o custo ambiental,
social e econômico que acompanha cada etapa do capitalismo.
Sendo assim, a Educação Ambiental, em todas suas especificações, tem se tornado um
tema necessário para ser debatido em sala de aula.
A Educação Ambiental está inserida em todos os aspectos que educam o cidadão, dessa
forma, é possível percebê-la nos diversos espaços sociais, culturais, políticos e educacionais,
dando, cada um, ênfase às suas especificidades. Assim, a Educação Ambiental deve ser
abordada nos diversos aspectos e espaços promovendo a percepção do educando como
cidadão brasileiro e planetário (REIGOTA, 1994, p.63).
Por outro lado, há pouca literatura disponível para auxiliar o professor nesta tarefa de
conscientização de seus alunos, assim como há escassez de material pedagógico voltado ao
assunto e de resultados de pesquisas sobre o trabalho da Educação Ambiental com crianças.
Sendo assim, este trabalho relata a metodologia e os resultados de um projeto sobre
Educação Ambiental, no qual foi proposto realizar uma trilha interpretativa no entorno do
Parque regional da cidade de Nova Esperança, PR, denominado de Parque das Grevíleas. O
objetivo foi de sensibilizar os alunos quanto às questões relacionadas à natureza e de
proporcionar conhecimento a seu respeito. Para avaliar as concepções vigentes dos alunos e as
possíveis mudanças, promovidas pela atividade, aplicamos um questionário com perguntas
relacionadas ao parque antes e depois de realizarmos a caminhada pela trilha. As análises das
respostas do questionário mostraram que houve uma análise reflexiva dos alunos.
Como resultado, foi possível concluir que ao adotarmos essa prática simples, podemos
observar pequenas mudanças de comportamento das crianças, como algumas reflexões a
respeito da preservação da natureza.
2
A ORIGEM DO PARQUE DAS GREVÍLEAS
O Parque das Grevíleas foi instituído em 11 de dezembro de 1979, pela Câmara de
vereadores e sancionada pelo então prefeito Severino Ramos Bezerra, pela Lei nº 978, sendo
depois registrado o Parque no Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos
Naturais).
A implantação do Parque das Grevíleas foi executada pelo prefeito da época, dr. Severino
Ramos Bezerra para combater uma grande voçoroca existente paralela à avenida Brasil, que
estava já na altura do antigo Supermercado Catarinense (atual Supermercado Senna
Metropolitano).
Através do Projeto Noroeste que teve o apoio do Ministério do Interior (Órgão Federal),
da Sucepar, órgão da Secretaria de Estado do Interior e do órgão regional do meio ambiente
com sede em Paranavaí (assistência técnica em engenharia) deu início as obras de combate a
erosão urbana no município de Nova Esperança com recursos dos três entes federados:
Município, Estado e União. A situação da erosão na cidade era muito grave, pois colocava em
risco muitas vidas e residências, que deslizavam para dentro das voçorocas, veja Figura 1.
Figura 1- Década de 70 a erosão no local onde hoje está o Parque das Grevíleas
formava enormes voçorocas.
A cidade era considerada “campeã” de erosão no Paraná. Num primeiro momento foram
feitas curvas de nível e caixas de contenção de água e tubulações (canais) enormes, para
conter a velocidade de escoamento das águas em caixas dissipadoras, que desembocavam no
Ribeirão Caxangá como mostra a Figura 2.
Figura 2 - Início das obras de combate a erosão.
Após foram plantadas 10.000 mudas de grevíleas, num espaçamento de 10 metros x 5
metros, para combater a erosão laminar (água que corre por cima da terra, faz sulcos e depois
voçorocas). A área total do Parque é de 5.176 metros quadrados.
O Parque ficou por anos abandonado tornando-se um local fétido devido o péssimo
hábito de pessoas das mais diversas regiões da cidade jogarem lixos indiscriminadamente no
interior do Parque. Era comum a presença de usuários de drogas que adentravam em meio à
densa vegetação do local para alimentar o vício.
No ano de 2006, a administração municipal de Nova Esperança decidiu fazer uma
remodelação no Parque para tornar o local uma área de lazer a população, que pode ser vista
através da Figura 3.
Figura 3 - Foto de 2009, vista aérea do Parque.
Até o momento o Parque ainda encontra-se fechado para visitação pública já que
necessita de adequações para reabertura. As árvores então plantadas ainda não estão
totalmente formadas. Devido a falta de uma manutenção efetiva, grande parte da grama
colocada nos taludes que circundam o lago acabou morrendo e o que restou foi invadida por
espécies predadoras.
3
TRILHA INTERPRETATIVA E A EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Foi em meados da década de 70 a 80 que houve uma revisão dos conteúdos e das
metodologias do ensino de Ciências. Podemos citar, que neste período iniciou-se amplas
discussões e debates sobre os conceitos que envolvem o meio ambiente.
A necessidade de se repensar a prática da sociedade capitalista vigente, auxiliou na
ampliação das discussões sobre o tema, se discutindo uma dinâmica para promover a
Educação Ambiental.
O papel da escola, neste contexto, é muito importante porque é sua atribuição contribuir
para a construção do cidadão, através da transmissão do conhecimento científico de forma
interdisciplinar, de tal forma que o cidadão seja capaz de avaliar sob diversos aspectos, se
fazendo cidadão participativo e crítico das decisões e ações na sociedade.
“Deve-se educar o cidadão para a solução dos problemas ambientais”, o que ele chamou
de Educação Ambiental (REIGOTA, 1994, p. 15). De acordo com os Parâmetros Curriculares
Nacionais (PCN‟s) instituídos em 1997 pelo MEC, a Educação Ambiental formal deve
fundamentar e enriquecer a prática pedagógica do educador com a reflexão da dimensão
ambiental nos conteúdos específicos das disciplinas.
“A Educação Ambiental Crítica objetiva promover ambientes educativos de
mobilização desses processos de intervenção sobre a realidade e seus problemas
socioambientais.....e propiciar um processo educativo, em que nesse exercício,
estejamos, educandos e educadores, nos formando e contribuindo, pelo exercício de
uma cidadania ativa, na transformação da grave crise socioambiental que
vivenciamos todos.” (GUIMARÃES, 2004, p. 30).
Com essa afirmação, vemos que tanto o professor como os alunos são responsáveis por
uma mudança, desafiando para que haja uma transformação. E, através desse desafio que são
adotadas algumas práticas pedagógicas que levam o aluno a uma visão um pouco diferente de
Meio Ambiente, tendo um contato direto com esse meio, instigando nele o desejo de ser
participativo, com ações que o levem a ser ou querer ser um “sujeito ecológico”, preocupado
com o meio ambiente.
Neste contexto, a trilha interpretativa, pode ser utilizada como uma prática pedagógica
para auxiliar nesse caminho que leva os alunos a transformação. As trilhas ecológicas estão
previstas dentro da Política Nacional de Educação Ambiental, instituída por meio da Lei
Federal nº 9.795, de 27 de abril de 1999.
As trilhas interpretativas são alternativas para trabalhos educativos em campo a partir da
análise de seus recursos e da interpretação de suas belezas. Nestas trilhas a própria paisagem é
utilizada como recurso didático e, através da interpretação ambiental, os visitantes podem ser
informados e sensibilizados sobre a complexa temática ambiental (OLIVEIRA et al, 1999,
apud ROCHA E ABESSA, 2010, p.482).
“As ações pedagógicas que reflitam essa compreensão devam superar a mera
transmissão de conhecimentos ecologicamente corretos, assim como as ações de
sensibilização, envolvendo afetivamente os educandos com a causa ambiental.
Ações essas que predominam, por exemplo, no cotidiano escolar, muitas vezes
sendo trabalhado isoladamente o aspecto cognitivo do afetivo no processo de
ensino-aprendizagem. No entanto, superar essa tendência não significa negá-las, mas
apropriá-las ao contexto crítico que pretendemos no processo educativo”
(GUIMARÃES, 2004, p. 30).
Os projetos de Educação Ambiental têm como objetivo mudar o comportamento do
indivíduo, pois muito se fala e se vê na teoria, mas na prática, somente através de projetos que
trazem a realidade do ambiente em que esse aluno vive, isso é que faz refletir e mudar suas
atitudes em favor do meio ambiente (GUIMARÃES, 2004, p. 30).
4
MATERIAIS E MÉTODOS
Conforme já apontado, as trilhas interpretativas são metodologias que podem ser
utilizadas para promover mudanças de paradigmas dentro da concepção da Educação
Ambiental.
Assim, o projeto foi realizado com 17 alunos entre 6 e 7 anos do 2° ano do Ensino
Fundamental I, no primeiro semestre de 2014, de uma escola particular no município de Nova
Esperança – PR em 2014, participaram de uma caminhada pelo Parque das Grevíleas.
Para a dinâmica metodológica, em sala, fizemos a pergunta: 1) Você sabe se na sua cidade
existe algum parque (natural)? Se sim, você sabe o nome dele?
Apesar de Nova Esperança se tratar de um pequeno município, com aproximadamente
28.000 habitantes, observamos que os alunos não tinham consciência da existência deste
Parque. Propomos uma visita na forma de caminhada por trilhas ecológicas para que todos
pudessem conhecer o entorno do Parque, pois as trilhas interpretativas não existem apenas
para a comunicação de fatos, datas e conceitos, mas também para compartilhar experiências
que levem os visitantes, sejam alunos, professores ou turistas a apreciar, a entender, a
sensibilizar, a cooperar na conservação de um recurso natural e também educar de acordo com
(MENGHINI, 2005 apud SANTOS et al, 2011 p.191).
Durante a caminhada no entorno do Parque, pelo perímetro externo, foi observado onde
ficavam as erosões, como o local foi sendo transformado e no decorrer da trilha alguns
questionamentos foram formulados pela professora aos alunos, para que observassem e
refletissem sobre o que estavam contemplando e as ações que o Parque havia sofrido e ainda
sofre por influência do homem. Foi falado da água, das árvores, dos animais ali presentes.
Esta atividade teve como objetivo auxiliar no desenvolvimento de habilidades motoras e
sensoriais dos alunos, pois através desse contato com a natureza houve uma sensibilização e
uma integração professor-aluno e ambiente.
No sentido de avaliar as concepções dos alunos, outros questionamentos foram feitos, tais
como:
2) Qual a importância de um Parque ecológico para você ou para sua cidade?
3) O que você acha que deveríamos fazer para preservar esse Parque?
Ao concluir a caminhada ecológica, além das perguntas anteriores, discutidas em sala,
outras perguntas foram acrescentadas, como:
1) Depois da visita ao Parque o que mais te chamou atenção?
2) Você gostou de conhecer o Parque da sua cidade?
A Figura 4 mostra a empolgação da turma seguindo a professora através da trilha.
Figura 4- Trilha realizada no entorno do Parque, perímetro externo.
5
RESULTADOS E DISCUSSÕES
Atividades simples como caminhadas por trilhas ecológicas podem promover mudanças
no comportamento do aluno. Observamos que apesar de se tratar de um município pequeno os
alunos não conheciam o único Parque da cidade. A possibilidade de conhecer o Parque
levantou grande entusiasmo na turma. Estar lá pessoalmente, ao invés de se restringir ao
histórico estudado em sala de aula, aproximou-os do objeto em estudo, favorecendo a
aprendizagem.
Logo no início da trilha eles puderam ver uma mata fechada, foi possível ouvir de uma
aluna a seguinte frase: “que cheiro de verde......de mata”... e ainda continuou, “lembra a casa
da minha avó”, todos prestaram muita atenção ao ouvir os pássaros a cantar, ao sentir o
frescor da mata. A figura 5 mostra a visão parcial do Parque, onde há o lago, local que atraiu a
maior atenção dos alunos.
Um aluno ficou encantado quando avistou uma borboleta e outro se incomodou quando
observou um monte de lixo, despejado no interior do Parque. Sua indignação foi partilhada
por todos, que questionavam: Por que as pessoas jogaram lixo naquele lugar, dentro do
Parque? Como eles jogaram? Pessoas que não tem educação?
Devido a idade dos alunos não fizemos a trilha completa, respeitando o cansaço físico dos
alunos. No entanto, o caminho percorrido foi suficiente para que pudessem observar o belo,
harmonioso contexto, promovido pela natureza, e o cenário destoante, promovido pela ação
do homem.
Figura 5- Vista do lago que fica dentro do Parque.
De modo geral, todos alunos vislumbraram a possibilidade e o prazer que seria promover
um piquenique com a família e amigos e disseram que voltariam com seus pais.
Ao retornarem para a sala de aula e responderem novamente o questionário, acrescidos de
duas perguntas sobre o passeio, foi possível perceber que a visita foi algo marcante para
aqueles alunos e que serviu de motivação para o aprendizado de alguns conceitos como
preservação, harmonia, degradação humana, lixo, poluição, etc.
Todos os participantes responderam ter gostado do passeio porque o Parque tem um lago,
ou porque é lindo ou porque acharam o parque legal. Dois alunos disseram que nunca haviam
ido num Parque.
Quanto a importância do Parque para eles e para a cidade, as análises das respostas
mostraram alguns alunos bem amadurecidos. Alguns perceberam que o parque pode ser o
habitat para alguns animais que equilibram o ecossistema. Em seu vocabulário: “porque os
bichos vivem lá, e precisamos deles”. Outros associaram a presença do Parque com a
preservação da água, das árvores e do oxigênio. Quanto ao que mais chamou atenção deles foi
a presença do lago, das borboletas, das flores e do lixo que destoou do cenário harmonioso
recriado pela natureza. A riqueza de detalhes nas respostas dadas posteriores a caminhada
ficou evidente quando as perguntas: 1) Você sabe se na sua cidade existe algum Parque
(natural)? Se sim, você sabe o nome dele? 2) Qual a importância de um Parque ecológico para
você ou para sua cidade? 3) O que você acha que deveríamos fazer para preservar esse
Parque?, foram respondidas antes e depois do passeio.
Como um exemplo, antes do passeio, as opiniões descritas sobre as possíveis ações de
preservação do Parque se voltaram para não „cortar as árvores‟. No entanto, depois da
caminhada pelo Parque as opiniões sofreram ampla dilatação de possibilidades, como: „não
jogar lixo no Parque‟, „limpar o Parque‟, „não destruir‟, „não jogar lixo na água‟, „não por
fogo‟.
O gráfico 1 representa os resultados obtidos quanto a percepção dos alunos e suas
maiores preocupações relacionados ao Parque. O que mais chama atenção neste gráfico é o
número de alunos que apontaram preocupação com o lixo jogado. Entre todas as
possibilidades apontadas esse foi o único fato observado. Isto comprova que a visualização
auxilia na mudança de paradigma e na preservação ambiental. Caso o parque apresentasse
áreas queimadas e nenhum lixo, é presumível que as queimadas seriam a maior preocupação.
Gráfico 1 – Número de alunos com relação as suas preocupações quanto a preservação do
parque.
6
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A importância da Educação Ambiental no Parque através de trilhas interpretativas vai
muito além do despertar nas crianças a conscientização ambiental.
Nota-se que ao educar, conscientizar e de maneira pedagógica instruir os alunos do
ensino fundamental I, a escola assume parte ativa na formação de cidadãos já que os alunos
estão inseridos numa família e no complexo processo de interação irão modelar seus pais e
irmãos com suas novas concepções.
Um fato alarmante observado durante a prática é a falta de informação a que as pessoas
estão inseridas, pois, mesmo em uma era onde se comunica tanto, as crianças não conhecem
os problemas locais.
Sabe-se que a escola tem papel de transformação e conhecimento na vida delas, no
entanto é responsabilidade dos pais contextualizar a educação ao local onde se vive,
compreendendo desta forma a sua casa, o quintal, a rua, a árvore plantada em frente a
residência, o nome e espécie da flor que está no jardim, coisas simples que tem perdido a
referência ao longo do tempo pela falta de disciplina dos pais que atribuem a escola o papel de
formação de cidadãos.
7
REFERÊNCIAS
BRASIL, Ministério da Educação o do Desporto. Parâmetros Curriculares Nacionais:
Temas transversais. Brasília: MEC/SEF, 1997.
BRASIL. Lei Federal n 9.795, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental,
institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. Brasília, DF.
Ministério do Meio Ambiente / MEC, 1999.
CARVALHO, Isabel Cristina de Moura. O sujeito ecológico: a formação de identidades
culturais e a escola. In: Pernambuco, Marta; Paiva, Irene. (Org.). Práticas coletivas na escola.
1ed. Campinas: Mercado de Letras, 2013, v. 1, p. 115-124.
GUIMARÃES, M. Educação Ambiental Crítica. Identidades da Educação Ambiental
Brasileira. 2004.
OLIVEIRA, R.T,; BLOOMFIELD, V.K; MAGALHÃES, L.M.S. Trilha auto guiada:
proposta de implantação e interpretação na Floresta Nacional Mário Xavier Sandra Regina da
Costa. Floresta e Ambiente, v. 6, n.1,p.138-143,1999.
REIGOTA, M. O que é educação ambiental? São Paulo:, Brasiliense, 1994. P.50- 63
(Coleção Primeiros Passos, n. 292).
ROCHA, F.; Barbosa, F.P.; ABESSA, D.M.S. Trilha ecológica como instrumento de
Educação Ambiental: estudo de caso e proposta de adequação no Parque Estadual XixováJapuí (SP). Revista Brasileira de Ecoturismo, São Paulo, v.3, n.3, 2010, pp.478-497.
SANTOS,C.M.; FLORES,D.M., et al. Trilhas Interpretativas como Instrumento de
Interpretação, Sensibilização e Educação Ambiental na Apae de Erechim/Rs. Vivências:
Revista Eletrônica de Extensão da URI ISSN 1809-1636 Vivências. Vol.7, N.13: p.189197, Outubro/2011 189.
INTERPRETATIVE TRACKS USING BASIC EDUCATION STUDENTS WITH I TO
PROMOTE
ENVIRONMENTAL EDUCATION
Abstract: The Environmental Education Project in the park through interpretive trails was
conducted in the first half of 2014 at a private school in the city of Nova Esperança, Paraná.
The project was conducted with 17 students between 6 and 7 years of 2nd year of elementary
school, and aimed to sensitize students about local environmental issues, know the
surroundings of the park, his importance to the city and they arouse them an interest in the
conservation and recovery of degraded areas, exposing them to the contact with the
environment. To achieve the proposed objectives was undertaken a data collection that took
place from some investigative tools such as semi-structured interviews with students who
were evaluated by the application of two questionnaires. Room was worked in a historical
presentation of the park, when and why arose; soon after was made an interpretive trail
around the park; and finally room in a questionnaire with propositions related to the park.
Thus the results indicated that the project was of great assistance to students beyond the
"theoretical" knowledge, could practice reflected the importance of knowing the park, where
they made reflections on the conservation and preservation Environmental Education,
because as diagnosed in initial interview all the students were unaware of the existence of the
park in the city.
Key-words: Environmental Education, Interpretive Trail, Elementary Education I.
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utilizando trilhas interpretativas com alunos do ensino fundamental i