UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS
FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA
COMISSÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA
MECÂNICA
Metodologia
para estimativa da energia
associada ao resíduo sólido industrial:
proposta e aplicação para a Região
Metropolitana de Campinas
Autora: Tereza Rosana Orrico Batista
Orientadora: Profa Dra Eglé Novaes Teixeira
Co-orientador: Prof. Dr. Ennio Peres da Silva
03/04
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS
FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA
COMISSÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA
MECÂNICA
PLANEJAMENTO DE SISTEMAS ENERGÉTICOS
Metodologia
para estimativa da energia
associada ao resíduo sólido industrial:
proposta e aplicação para a Região
Metropolitana de Campinas
Autora: Tereza Rosana Orrico Batista
Orientadora: Profa Dra Eglé Novaes Teixeira
Co-orientador: Prof. Dr. Ennio Peres da Silva
Curso: Planejamento de Sistemas Energéticos
Dissertação de mestrado acadêmico apresentada à comissão de Pós Graduação da
Faculdade de Engenharia Mecânica, como um dos requisitos para a obtenção do título de
Mestre em Planejamento de Sistemas Energéticos.
Campinas, 2004
Brasil
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS
FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA
COMISSÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA
MECÂNICA
PLANEJAMENTO DE SISTEMAS ENERGÉTICOS
DISSERTAÇÃO DE MESTRADO ACADÊMICO
Metodologia para estimativa da energia
associada ao resíduo sólido industrial:
proposta e aplicação para a Região
Metropolitana de Campinas
Autor: Tereza Rosana Orrico Batista
Orientador: Profa Dra Eglé Novaes Teixeira
Co-orientador: Prof. Dr. Ennio Peres da Silva
Profa Dra Eglé Novaes Teixeira, Presidente
FEC/UNICAMP
Profa Dra Sônia Regina da Cal Seixas Barbosa
NEPAM/UNICAMP
Prof. Dr. Waldir Antônio Bizzo
FEM/UNICAMP
Campinas, 30 de março de 2004
Dedicatória
Dedico este trabalho à minha querida família e ao meu marido.
Agradecimentos
Este trabalho não poderia ser concluído sem a ajuda de diversas pessoas às quais sou muito
agradecida:
À minha família pelo apoio e estímulo.
Ao Antero pela companhia constante e estímulo.
À minha orientadora, Profa Eglé, por me receber na UNICAMP, pela valiosa orientação e
compreensão nos momentos difíceis.
Ao meu co-orientador, Prof. Ennio, pelo acolhimento no NIPE, pela valiosa orientação e
estímulo e pela contribuição na minha formação no Planejamento Energético.
Ao Prof. Arnaldo César Walter, meu primeiro contato na FEM, pela sua costumeira atenção
aos alunos, dedicação ao Programa de Pós-Graduação e receptividade ao meu projeto de
pesquisa.
À CETESB, em especial, às Agências Regionais Piracicaba I e II, representadas por seus
Gerentes, o Sr. Fernando Carbonari e a Sra Márcia Novaes Ferreira, por disponibilizar os dados
do Inventário de Resíduos Sólidos Industriais na Região Metropolitana de Campinas.
Ao imprescindível auxílio do Gerente da Agência Campinas II da CETESB, Sr. Lúcio
Flávio Lima, pela viabilização dos contatos com a CETESB.
À CAPES pelo auxílio financeiro que viabilizou a realização deste trabalho.
Ao Prof. Osvaldo Sevá Filho, pelo estímulo e convívio que é um aprendizado constante.
À Profa e amiga Sônia R. da S. Cal Barbosa, meu muito obrigada.
Ao Prof. Moacyr por sua atenção e estímulo.
Aos ilustres professores da Banca pela participação nesta importante etapa da minha
formação.
À todos os funcionários da FEM, do NIPE e do Laboratório de Hidrogênio, especialmente,
ao Rodrigues (querido colega), Neusa, Sônia, Ana Paula, Rafael, Prof. Mário Cencig, Dilcio
Rocha, Márcia Rogério, Janile, Elaine, Lílian, Maria, Cristiane Bergamini, Cristiano, João e
demais colegas do LH2.
Ao amigo Cláudio Carvalho pelo apoio constante, pela orientação e pela companhia
inestimável.
Aos queridos amigos de todas as horas, Márcia Rogério e Bajay, um agradecimento
especial.
Ao Marlúcio Borges pela amizade sincera e pela abertura de um espaço de reflexão de
questões ambientais e energéticas junto ao CIESP-Campinas.
Aos amigos e colegas de curso, especialmente, os que tive oportunidade de conviver mais,
agradeço pelo apoio, estímulo e pelos momentos de lazer : Telma, Bastelli, Paula Duarte,
Adriana, Dilcio Rocha, Álvaro Martins, Milton, Mariel, Cristiane Bergamini, Carlinha, Fabiana
Viana, Fabiana Varella, Ana Januzzi, Dean, Álvaro Furtado, Hermínia, Luís Brossard, Luciana
Kalinowski, e Marcos Cunha.
Em especial, à colega Cleci Streb pela amizade e incentivo, fundamentais, para a conclusão
da minha dissertação e pelo apoio necessário ao cumprimento das formalidades junto à Secretaria
de Pós-Graduação da FEM.
À Dra Célia Nunes Silva pela amizade, atenção e apoio constantes.
Ao Junior, Lilah e Ana Rita pelo carinho e atenção.
Finalmente, gostaria de agradecer à pessoas que, indiretamente, contribuíram para
realização deste trabalho, por terem sido responsáveis pela consolidação do meu senso crítico e
minha formação como engenheira sanitarista: meus queridos professores do Departamento de
Hidráulica e Saneamento da UFBa, o grupo de trabalho do Projeto Itajaí – Blumenau-SC, aos
técnicos das Prefeituras de Blumenau e Jequié, do CRA - Ba, da Limpurb-Salvador, da
CONDER, entre outros.
Resumo
BATISTA, Tereza Rosana Orrico. Metodologia para estimativa da energia associada ao
resíduo sólido industrial: proposta e aplicação para a Região Metropolitana de Campinas.
2004. Dissertação (Mestrado em Planejamento de Sistemas Energéticos)-Faculdade de
Engenharia Mecânica, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2004.
Neste trabalho teve-se como objetivo propor uma metodologia para avaliação da
energia associada ao resíduo sólido industrial (RSI) e sua aplicação à Região Metropolitana
de Campinas (RMC). A metodologia foi baseada numa revisão bibliográfica, sobre
aspectos ambientais e energéticos relacionados ao resíduo sólido industrial. No roteiro
metodológico propõe-se caracterizar a área de estudo; a produção e gestão do RSI; a
classificação energética e o estudo quali-quantitativo da energia associada ao RSI; e,
avaliação da aplicabilidade dos mecanismos de aproveitamento energético propostos para a
região.
A aplicação da metodologia à RMC mostrou-se válida e resultou numa
apresentação sintética da realidade sócio-ambiental, do setor industrial e da destinação de
resíduo, bem como indicou as potencialidades quanto ao aproveitamento energético de RSI,
na região. Com os resultados obtidos constata-se a importância da questão da produção e
destinação de RSI, na RMC, e o significado, em termos de potência elétrica, para os valores
da energia associada ao resíduo com fator de conversão energética conhecido, presente na
amostra estudada.
Palavras-chave: resíduo sólido, resíduo sólido industrial, inventário de resíduo,
aproveitamento energético.
Abstract
BATISTA, Tereza Rosana Orrico. Methodology for the estimation of the energy
associated to the industrial solid wastes: proposal and application for the Metropolitan
Region of Campinas. 2004. Dissertation – UNICAMP, Campinas, 2004.
The aim of this work is to propose a methodology to evaluate the energy associated to the
industrial solid wastes and its application in the Metropolitan Region of Campinas. The
methodology was based on a bibliographical revision about environmental and energetic
aspects related to the industrial solid wastes. The methodological route proposes: the
characterization of the research area and the production/management of the industrial solid
wastes; the energetic classification and the qualitative/quantitative research of the energy
associated to the industrial solid wastes; and, the valuation of the applicability of the
mechanisms of energetic utilization proposed to the region. The application of the
methodology in the Metropolitan Region of Campinas proved to be valid and it resulted in
a synthetical presentation of the social and environmental reality of the industrial sector and
the destination of the wastes, as well as it indicated the potentialities related to the energetic
utilization of the industrial solid wastes in the region. The obtained results show the
importance of the matter of the production and the destination of the industrial solid wastes
in the Metropolitan Region of Campinas, and the meaning, in terms of electric potency, of
the values of the energy associated to the wastes with a known factor of energetic
conversion shown in the researched sample.
Key-words: solid wastes, industrial solid wastes, wastes inventory, energetic utilization.
Sumário
Lista de figuras .................................................................................................................................v
Lista de tabelas .............................................................................................................................. vii
Lista de nomenclatura .....................................................................................................................xi
1 Introdução......................................................................................................................................1
1.1 Objetivo geral.............................................................................................................................2
1.2 Objetivos específicos..................................................................................................................2
2 Revisão bibliográfica.....................................................................................................................3
2.1 Questão ambiental global e suas relações com o modelo de desenvolvimento
capitalista....................................................................................................................................3
2.2 Problemas ambientais associados ao descarte de resíduo nas metrópoles .................................9
2.3 Gestão de resíduo sólido industrial ..........................................................................................14
2.3.1 Conceitos de resíduo e resíduo sólido industrial...................................................................17
2.3.2 Estratégias para gestão de resíduo sólido industrial.............................................................22
2.4 Inventário de resíduo sólido industrial .....................................................................................26
2.5 Uso da energia na indústria e as perdas associadas ao descarte de resíduo. ............................32
2.6 Mecanismos de recuperação energética de resíduo..................................................................34
2.7 Conclusões.......................................... .....................................................................................36
3 Metodologia ................................................................................................................................37
3.1 Proposição de metodologia para avaliação do potencial energético associado
ao resíduo sólido industrial ......................................................................................................37
3.1.1 Definição da área e período de tempo a ser considerado para estudo...................................41
3.1.2 Caracterização físico-ambiental e sócio-econômica da área em estudo ...............................41
3.1.3 Caracterização do setor industrial .........................................................................................42
i
3.1.4 Inventário de resíduo - caracterização da gestão e gerenciamento de resíduo sólido
industrial................................................................................................................................43
3.1.5 Classificação do resíduo sólido industrial de acordo com o potencial de
aproveitamento energético ....................................................................................................46
3.1.6 Quantificação do resíduo passível de aproveitamento energético, considerando
o atual gerenciamento...........................................................................................................47
3.1.7 Estudo do potencial de aproveitamento energético do resíduo e definição do
mecanismo de conversão energética ....................................................................................48
3.1.8 Avaliação quantitativa da energia associada ao resíduo em função de sua destinação ........51
3.1.9 Avaliação da quantidade total de energia associada a resíduo sólido industrial para a região
estudada................................................................................................................................52
3.1.10 Aplicabilidade dos mecanismos de aproveitamento energético .........................................53
4 Verificação da metodologia proposta – estudo de caso na RMC................................................55
4.1 Caracterização da RMC ...........................................................................................................58
4.1.1 Definição espacial da área de estudo.....................................................................................58
4.1.2 Características sócio-econômicas e institucionais.................................................................60
4.1.2.1 Institucionalização da RMC ...............................................................................................63
4.1.2.2 Demografia.........................................................................................................................63
4.1.2.3 Economia............................................................................................................................65
4.1.3 Características físico-ambientais...........................................................................................67
4.1.3.1 Urbanização na RMC .........................................................................................................68
4.1.3.2 Geração e destinação de resíduo urbano na RMC..............................................................70
4.1.3.3 Resíduo sólido industrial na RMC .....................................................................................72
4.2 Perfil do setor industrial na RMC ............................................................................................72
4.2.1 Características gerais.............................................................................................................73
4.2.2 Cadastro industrial da fiesp: distribuição dos estabelecimentos segundo o porte,
localização e ramo de atividade na RMC.............................................................................76
4.3 Inventário do resíduo sólido industrial na RMC ......................................................................79
4.3.1 Indústrias inventariadas.........................................................................................................80
4.3.2 Produção de resíduo sólido industrial na RMC.....................................................................82
4.3.3 Destinação de resíduo sólido industrial na RMC ..................................................................89
ii
4.4 Energia associada ao resíduo sólido industrial na RMC ..........................................................94
4.4.1 Classificação do resíduo sólido industrial segundo o potencial de aproveitamento
energético ..............................................................................................................................94
4.4.2 Estudo qualitativo do potencial de aproveitamento energético do resíduo sólido
industrial ...............................................................................................................................95
4.4.3 Estudo quantitativo do potencial de aproveitamento energético do resíduo sólido
industrial................................................................................................................................98
5. Conclusões e recomendações ...................................................................................................103
5.1 Quanto à metodologia proposta para avaliação da energia associada ao resíduo sólido
industrial.......................................................................................................................................103
5.2 Quanto à aplicação da metodologia para a Região Metropolitana de Campinas ...................106
5.2.1 Caracterização da Região Metropolitana de Campinas.......................................................107
5.2.2 Caracterização do setor industrial da RMC.........................................................................107
5.2.3 Inventário de resíduo sólido industrial da RMC .................................................................108
5.2.4 Energia associada ao resíduo sólido industrial da RMC .....................................................109
Referências ...................................................................................................................................111
Anexos..........................................................................................................................................123
Anexo A – Mapa da RMC na UGRHI–05 ...................................................................................124
Anexo B – Distribuição das indústrias, por município, na RMC.................................................125
Anexo C– Manual para preenchimento do MCE (memorial de caracterização de
Empreendimento) .......................................................................................................130
Anexo D – Inventário de resíduo sólido industrial das Regionais Piracicaba I e II.....................135
Anexo E – Relação das indústrias inventariadas, por município, e ramo de atividade nas
Regionais Piracicaba I e II ........................................................................................150
Anexo F – Descrição completa do resíduo sólido industrial inventariado na RMC ...................167
Anexo G – Distribuição da geração de resíduo sólido industrial, por tipo, nos municípios
da RMC .......................................................................................................................170
Anexo H – Estudo energético quali-quantitativo do resíduo sólido industrial na RMC..............191
iii
Lista de figuras
2.1 Hierarquia de gestão e gerenciamento de resíduo....................................................................16
2.2 Hierarquia de gerenciamento ambiental de resíduo .................................................................23
2.3 Distribuição da geração de resíduo sólido industrial, por classe, no Estado
de Pernambuco .........................................................................................................................27
2.4 Distribuição da geração de resíduo sólido industrial, por classe, no Estado do Paraná...........31
3.1 Rotas energéticas para resíduo sólido industrial ......................................................................38
3.2 Fluxograma proposto para metodologia para avaliação do potencial energético associado
ao resíduo sólido industrial ......................................................................................................40
4.1 Fluxograma da aplicação da metodologia para avaliação do potencial energético
associado ao resíduo sólido industrial da RMC .......................................................................57
4.2 Localização da RMC no Estado de São Paulo .........................................................................59
4.3 Divisão político-administrativa da RMC ................................................................................59
4.4 Situação da RMC quanto à qualidade dos aterros de resíduo sólido urbano
(% da qualidade por município) ...............................................................................................71
4.5 Situação da RMC quanto ao índice de esgoto tratado (% dos municípios) .............................71
4.6 Distribuição da geração de resíduo sólido industrial na RMC, segundo a periculosidade ......83
B.1 - Distribuição dos estabelecimentos industriais, por ramo de atividade, em Campinas........125
B.2 - Distribuição dos estabelecimentos industriais, por ramo de atividade, em
S. A. de Posse......................................................................................................................125
B.3 - Distribuição dos estabelecimentos industriais, por ramo de atividade, em Itatiba .............125
B.4 - Distribuição dos estabelecimentos industriais, por ramo de atividade, em Holambra........125
B.5 - Distribuição dos estabelecimentos industriais, por ramo de atividade, em Pedreira ..........126
iv
B.6 - Distribuição dos estabelecimentos industriais, por ramo de atividade, em Santa Bárbara
D´Oeste................................................................................................................................126
B.7 - Distribuição dos estabelecimentos industriais, por ramo de atividade, em
Artur Nogueira ....................................................................................................................126
B.8 - Distribuição dos estabelecimentos industriais, por ramo de atividade, em
Nova Odessa........................................................................................................................126
B.9 - Distribuição dos estabelecimentos industriais, por ramo de atividade, em Indaiatuba.......127
B.10 - Distribuição dos Estabelecimentos Industriais por ramo de atividade em Cosmópolis....127
B.11 - Distribuição dos estabelecimentos industriais, por ramo de atividade, em Hortolândia...127
B.12 - Distribuição dos estabelecimentos industriais, por ramo de atividade, em Paulínia.........127
B.13 - Distribuição dos estabelecimentos industriais, por ramo de atividade, em Sumaré .........128
B.14 - Distribuição dos estabelecimentos industriais, por ramo de atividade, em Monte Mor ...128
B.15 - Distribuição dos estabelecimentos industriais, por ramo de atividade, em Jaguariúna ....128
B.16 - Distribuição dos estabelecimentos industriais, por ramo de atividade, em Americana ....128
B.17 - Distribuição dos estabelecimentos industriais, por ramo de atividade, em Vinhedo........129
B.18 - Distribuição dos estabelecimentos industriais, por ramo de atividade, em Valinhos .......129
B.19 - Distribuição dos estabelecimentos industriais, por ramo de atividade, em Amparo.........129
G.1 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Americana.............170
G.2 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Artur Nogueira......170
G.3 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Campinas ..............171
G.4 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Cosmópolis ..........171
G.5 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Engo Coelho ..........172
G.6 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Holambra ..............172
G.7 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Hortolândia ...........173
G.8 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Indaiatuba .............173
G.9 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Itatiba ....................174
G.10 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Jaguariuna...........174
G.11 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Monte Mor..........175
G.12 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Nova Odessa .......175
G.13 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Paulínia ...............176
G.14 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Pedreira...............176
v
G.15 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Sta Bárbara
D’Oeste...............................................................................................................................177
G.16 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Sto Antônio
de Posse ...............................................................................................................................177
G.17 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Sumaré ................178
G.18 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Valinhos..............178
G.19 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Vinhedo ..............179
vi
Lista de Tabelas
2.1 Listagens de resíduo perigoso e de padrões de concentração de poluentes .............................19
2.2 Características do resíduo sólido e sua importância no planejamento do sistema de manejo
integrado de resíduo ................................................................................................................21
2.3 Geração total de resíduo sólido industrial, por classe, no Estado de Pernambuco,
em t/ano e m3/ano ....................................................................................................................27
2.4 Geração de resíduo sólido industrial, por classe e tipologia, no Estado de Pernambuco,
em t/ano ....................................................................................................................................28
2.5 Distribuição da geração total dos tipos de resíduo sólido industrial, por tipologia, para o
Estado de Pernambuco (t/ano)..................................................................................................28
2.6 Inventário de resíduo sólido industrial gerado, por regional, do Estado de
São Paulo (t/ano) ......................................................................................................................32
2.7 Fatores de conversão energética para resíduo ..........................................................................34
3.1 Inventário de resíduo sólido industrial .....................................................................................46
3.2 Classificação energética de resíduo sólido industrial...............................................................47
3.3 Fatores de conversão energética para resíduo ..........................................................................49
3.4 Avaliação quantitativa da energia associada ao resíduo sólido industrial ...............................52
4.1 População e taxa anual de crescimento da RMC por município..............................................64
4.2 Sub-bacias da UGRHI 05 por município da RMC...................................................................68
4.3 Situação do resíduo sólido e esgoto sanitário na RMC............................................................70
4.4 Participação na produção industrial dos diversos ramos na industria de transformação da
RMC (%) ..................................................................................................................................73
4.5 Distribuição dos estabelecimentos industriais, por ramo, no Estado de São Paulo
e na RMC .................................................................................................................................74
vii
4.6 Total de estabelecimentos industriais, por município, em 2001 ..............................................74
4.7 Especializações produtivas, por município, na RMC ..............................................................75
4.8 Algumas das principais empresas industriais da RMC ............................................................76
4.9 Distribuição dos estabelecimentos industriais do Estado de São Paulo por regiões
administrativas e porte .............................................................................................................77
4.10 Distribuição dos estabelecimentos industriais, segundo o porte, na RMC ............................77
4.11 Distribuição dos estabelecimentos industriais, por ramo de atividade, na RMC...................78
4.12 Distribuição dos estabelecimentos industriais, por município, na RMC ...............................79
4.13 Distribuição das indústrias inventariadas, por município, na RMC.......................................80
4.14 Distribuição dos ramos industriais inventariados por município e na RMC.........................81
4.15 Participação percentual por município na geração total e por classe de RSI........................82
4.16 Distribuição da geração de resíduo sólido industrial, por tipo, na RMC ...............................83
4.17 Distribuição do resíduo sólido industrial classe I na RMC....................................................86
4.18 Distribuição do resíduo sólido industrial classe II e III na RMC...........................................86
4.19 Quadro dos ramos industriais e geração de resíduo sólido industrial na RMC......................87
4.20 Destinação de resíduo sólido industrial na RMC ...................................................................89
4.21 Distribuição dos tipos de destino, por município, da RMC – Parte I ....................................92
4.22 Distribuição dos tipos de destino, por município, da RMC – Parte II ...................................93
4.23 Classificação energética do resíduo sólido destinado ao estudo quantitativo ........................94
4.24 Estudo qualitativo da energia associada a resíduo sólido industrial na RMC........................96
4.25 Energia associada a resíduo sólido industrial, na RMC, por forma de energia.....................99
4.26 Energia associada a resíduo sólido industrial, por município, na RMC ..............................100
4.27 Energia associada a resíduo sólido industrial e a resíduo sólido domiciliar na RMC .........102
C.1 Dicionário de códigos de resíduo ..........................................................................................130
C.2 Dicionário de códigos de resíduo não-perigoso ....................................................................131
C.3 Dicionário de códigos para sistemas de armazenamento, recuperação, tratamento
e disposição final de resíduo sólido........................................................................................132
D.1 Inventário de resíduo sólido industrial da Regional Piracicaba I .........................................135
D.2 Inventário de resíduo sólido industrial da Regional Piracicaba II.........................................143
E.1 Relação das indústrias inventariadas no Município de Americana .......................................150
E.2 Relação das indústrias inventariadas no Município de Arthur Nogueira ..............................153
viii
E.3 Relação das indústrias inventariadas no Município de Campinas.........................................153
E.4 Relação das indústrias inventariadas no Município de Cosmópolis......................................154
E.5 Relação das indústrias inventariadas no Município de Engenheiro Coelho..........................156
E.6 Relação das indústrias inventariadas no Município de Holambra .........................................156
E.7 Relação das indústrias inventariadas no Município de Hortolândia......................................156
E.8 Relação das indústrias inventariadas no Município de Indaiatuba ........................................158
E.9 Relação das indústrias inventariadas no Município de Itatiba...............................................158
E.10 Relação das indústrias inventariadas no Município de Jaguariúna......................................158
E.11 Relação das indústrias inventariadas no Município de Monte Mor.....................................159
E.12 Relação das indústrias inventariadas no Município de Nova Odessa..................................161
E.13 Relação das indústrias inventariadas no Município de Paulínia..........................................162
E.14 Relação das indústrias inventariadas no Município de Pedreira..........................................163
E.15 Relação das indústrias inventariadas no Município de Santa Bárbara D’Oeste ..................164
E.16 Relação das indústrias inventariadas no Município de Santo Antônio de Posse.................165
E.17 Relação das indústrias inventariadas no Município de Sumaré...........................................166
E.18 Relação das indústrias inventariadas no Município de Valinhos ........................................166
E.19 Relação das indústrias inventariadas no Município de Vinhedo .........................................166
F.1 Descrição completa do resíduo sólido industrial inventariado na RMC................................167
G.1 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Americana .......................................180
G.2 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Arthur Nogueira ..............................181
G.3 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Campinas.........................................181
G.4 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Cosmópolis......................................182
G.5 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Engenheiro Coelho..........................182
G.6 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Holambra.........................................183
G.7 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Hortolândia......................................183
G.8 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Indaiatuba........................................184
G.9 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Itatiba...............................................184
G.10 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Jaguariúna .....................................185
G.11 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Monte Mor ....................................185
G.12 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Nova Odessa..................................186
G.13 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Paulínia..........................................186
ix
G.14 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Pedreira .........................................187
G.15 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Santa Bárbara D'Oeste...................187
G.16 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Santo Antônio de Posse.................188
G.17 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Sumaré...........................................188
G.18 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Valinhos ........................................189
G.19 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Vinhedo .........................................190
H.1 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Americana..........................191
H.2 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Arthur Nogueira.................195
H.3 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Campinas ...........................196
H.4 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Cosmópolis ........................200
H.5 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Engenheiro Coelho ............202
H.6 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Holambra ...........................203
H.7 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Hortolândia ........................204
H.8 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Indaiatuba ..........................207
H.9 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Itatiba .................................210
H.10 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Jaguariúna ........................212
H.11 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Monte Mor .......................213
H.12 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Nova Odessa ....................214
H.13 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Paulínia ............................216
H.14 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Pedreira ............................220
H.15 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Santa Bárbara D'Oeste .....221
H.16 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Santo Antônio da Posse ...222
H.17 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Sumaré .............................223
H.18 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Valinhos...........................227
H.19 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Vinhedo............................229
x
Nomenclatura
Abreviaturas, siglas e símbolos
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas
ACV – Análise de Ciclo de Vida
Admin - Administrativa
Br - Bromo
C/N – Relação carbono nitrogênio
CEMPRE – Compromisso Empresarial para Reciclagem
CETESB – Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental
Cl - Cloro
CO2 – Dióxido de Carbono
CONAMA – Conselho Nacional de Meio Ambiente
EMPLASA
F - Flúor
FAB. - Fabricação
FIESP – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo
H - Hidrogênio
IBAMA – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis
IBGE – Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística
IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas
MMA – Ministério do Meio Ambiente
MME – Ministério das Minas e Energia
N - Nitrogênio
xi
NOx – Óxido de Nitrogênio
O - Oxigênio
P - Fósforo
P2 – Prevenção à poluição
pH – Potencial de hidrogênio iônico
RAC – Região Administrativa de Campinas
REPROC. – Reprocessamento
RES. - Resíduo
RMC – Região Metropolitana de Campinas
RSI – Resíduo sólido industrial
S - Enxofre
SEAD – Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados
SOx – Óxido de Enxofre
UGRHI – Unidade de Gerenciamento
xii
CAPÍTULO 1
Introdução
Uma característica marcante da vida humana, no mundo moderno, é a convivência com a
complexidade dos resíduos. Há uma grande quantidade e diversidade de substâncias e materiais
sendo lançados no ambiente devido às atividades do homem.
As metrópoles destacam-se como grandes consumidores de energia e fontes geradoras de
resíduo sólido, uma vez que abrigam as maiores densidades populacionais e de atividades
urbano-industriais.
Observa-se que o lançamento indiscriminado de resíduo sólido no ambiente implica em
problemas ambientais e desperdício de energia.
Quanto à gestão e gerenciamento de resíduo sólido industrial (RSI), no Brasil, observa-se
os seguintes aspectos: existência de poucos estudos sistemáticos sobre o tema (SCHNEIDER,
BETTIN e PARISE JUNIOR, 2000); a quantidade e qualidade do resíduo gerado assume
importância considerável no processo de degradação do ambiente; em algumas regiões não há
oferta de unidades de tratamento e destinação final compatíveis com o grau de industrialização,
ocasionando o lançamento inadequado de resíduo no ambiente (SCHNEIDER, BETTIN e
PARISE JUNIOR, 2000); figuram, entre os principais geradores de resíduo industrial, o Estado
de São Paulo, através da Região Metropolitana de São Paulo, Baixada Santista, Campinas,
Sorocaba e Vale do Paraíba (SIGNUS, 2003).
1
No caso do Estado de São Paulo, há 255 áreas contaminadas por RSI cadastradas pela
CETESB (CETESB, 2003b), entre estas, 40 situam-se na Região Metropolitana de Campinas.
Diante deste quadro de inadequação, quanto à gestão e gerenciamento do RSI, e do
potencial energético contido neste tipo de resíduo, concebeu-se o presente trabalho.
1.1 Objetivo geral
O objetivo geral é propor uma metodologia para a avaliação do potencial energético
associado ao resíduo sólido industrial.
1.2 Objetivos específicos
Os objetivos específicos são:
a) buscar e propor fontes e tipos de dados que possibilitem a caracterização da região/cidade
em estudo quanto a aspectos sócio-econômicos e ambientais;
b) buscar fontes, tipos de dados e procedimentos para apresentação do perfil do setor
industrial e da produção e destinação de resíduo sólido industrial na região/cidade em
estudo;
c) buscar formas para caracterização e classificação do resíduo sólido industrial, na área em
estudo, de acordo com seu potencial de aproveitamento energético;
d) buscar formas para avaliação quantitativa da energia associada ao resíduo sólido industrial
na área em estudo;
e) aplicar a metodologia proposta para a estimativa de energia passível de recuperação,
considerando as características do resíduo descartado na RMC; e,
f) determinar os potenciais benefícios energéticos e ambientais envolvidos na recuperação
energética de resíduo sólido industrial da RMC, na metodologia proposta.
2
Capítulo 2
Revisão Bibliográfica
Foi realizada uma revisão bibliográfica que aborda a questão do consumo de energia e
produção de resíduo na sociedade moderna, buscando os seguintes aspectos: a questão ambiental
global e o modelo de desenvolvimento capitalista, problemas ambientais associados ao descarte
de resíduo nas metrópoles, alternativas para gestão e gerenciamento de resíduo sólido industrial,
informações do inventário de resíduo sólido industrial em alguns estados brasileiros, uso da
energia na indústria e mecanismos de recuperação energética de resíduo.
2.1 Questão ambiental global e suas relações com o modelo de desenvolvimento capitalista
O desenvolvimento promovido através do avanço tecnológico e da industrialização
implicou na deterioração ambiental e no crescimento da pobreza em alguns países,
principalmente, nos países subdesenvolvidos. O desafio do desenvolvimento, no século passado,
esteve diretamente associado à revisão da própria concepção de desenvolvimento, atrelada à idéia
de progresso representada por crescimento econômico e industrialização, às custas do uso
intensivo de energia, da exaustão dos recursos naturais e poluição ambiental (ALTVATER,
1995).
De modo geral, verifica-se, em todo o planeta, a intensificação dos riscos associados ao
processo de industrialização, representados pelo crescimento da fome, da violência, da
degradação ambiental, escassez de recursos naturais, crise econômica, etc. Todas estas questões
afetam, negativamente, a qualidade de vida humana, desde condições objetivas como emprego,
3
habitação e saneamento, a condições subjetivas, relacionadas a aspectos culturais, afetivos,
crenças e valores, etc (BARBOSA, 1999).
A intensificação e ampliação, a nível planetário, das atividades do capitalismo industrial,
através da globalização da economia e do comércio, resultaram em agravamento dos problemas
ambientais decorrentes da disseminação internacional da poluição e dos riscos, facilitada pelo
caráter transnacional da produção e do comércio (BARBOSA, 1999 e SANTOS, 2002).
A contradição entre desenvolvimento e ambiente tornou-se, ainda, mais clara nas últimas
décadas e o surgimento do movimento ambientalista e de estudos científicos e conferências
destinados a discutir e buscar soluções para a crescente degradação ambiental no planeta
evidenciaram o tamanho do problema, que passou a ser tema constante em discussões
governamentais e não governamentais em todo o mundo ( BRÜSEKE, 1996).
O desenvolvimento tecnológico possibilita novos padrões de consumo e comportamento
que têm implicado em impacto ambiental crescente. Por outro lado, grande parcela da população
mundial, ainda, não tem suas necessidades básicas atendidas. A elevação do padrão mundial de
consumo, para os níveis praticados, atualmente, no mundo desenvolvido, revela-se improvável
devido à capacidade limitada de suporte dos recursos do planeta (ALTVATER, 1995).
Assim:
“a síntese possível para este final de século pode ser caracterizada pelo esgotamento de um
estilo de desenvolvimento que se mostrou ecologicamente predatório no uso de recursos naturais;
socialmente perverso, na geração de pobreza e de desigualdade; politicamente injusto, na
concentração de poder; culturalmente alienado, em relação à natureza; e, eticamente censurável,
no respeito aos direitos humanos e aos das demais espécies ” (GUIMARÃES, 1999, p.1).
Os impactos do consumo da sociedade são grandes responsáveis pela deterioração
ambiental, seja no processo de extração de matéria prima, seja no processo produtivo
propriamente dito ou, mesmo, no consumo e descarte dos produtos (SMA,1997).
4
No início da civilização, a energia utilizada era, basicamente, a energia solar obtida através
da fotossíntese e o resíduo produzido neste período era, sobretudo, composto por excrementos e
biomassa morta. O material utilizado nas diversas atividades era substancialmente de origem
natural e o ambiente não tinha maiores dificuldades em reabsorvê-lo. As transformações
industriais, ocorridas no século XIX, deram início à produção de grandes quantidades de energia
e de bens de consumo, alterando o equilíbrio dos ciclos naturais de decomposição e reciclagem
da matéria orgânica devido à maior quantidade de resíduo gerado e, especialmente, à qualidade
deste, com o surgimento do resíduo sintético e o orgânico de difícil decomposição (GANDOLLA
e DUGNANI, 1990; TRONCONI et al, 1991).
O sistema tecnológico atual, movido à custa de grandes aportes energéticos, apresenta
limites à sua manutenção: o primeiro, vincula-se ao uso predominante de energia obtida de
recursos não renováveis, os combustíveis fósseis, responsáveis pela liberação de CO2 na
atmosfera e gases de enxofre, nitrogênio, entre outros poluentes. O segundo, refere-se à produção
de resíduo, resultante da produção industrial, em níveis superiores à capacidade de suporte dos
ecossistemas, com o conseqüente comprometimento da vida no planeta (TRONCONI et al,
1991).
A deterioração ambiental decorrente das atividades industriais, da geração e uso da energia,
e a disposição inadequada de resíduo urbano (líquido e sólido) afetam não só à saúde, como de
um modo geral, à qualidade de vida da população. São manifestações locais de um fenômeno
global representado pelo avanço da industrialização e dos problemas sócio-ambientais em escala
planetária (FERREIRA, 1998).
Os problemas ambientais relacionados ao uso da energia obtida dos combustíveis fósseis
envolvem impactos ambientais regionais e globais ocasionados pela emissão de gases precursores
do fenômeno da acidificação (NOx e SOx, principalmente) e de gases responsáveis pelo efeito
estufa (GOLDEMDERG, 2002; CETESB, 2002c). De acordo com Goldemberg (2002), as
emissões antropogênicas de gases do efeito estufa, em sua maior parte, provenientes da produção
e uso de energia, estão alterando a atmosfera de tal modo a, possivelmente, ocorrer uma
influência visível no clima global.
5
Existe, atualmente, no mundo, dois bilhões de pessoas sem acesso aos serviços de energia
e, no final do século 21, haverá mais quatro bilhões de habitantes no planeta (NAKICENOVIC,
2002). De acordo com Silva e Bermann (2002), a relação histórica entre o consumo de energia e
o desenvolvimento das sociedades mostra que quanto mais acentuado é este processo, maior a
quantidade de energia consumida. Apesar das iniciativas de eficiência energética, a validade
desta relação projeta um futuro sombrio para a humanidade, uma vez que estas iniciativas, ainda,
não são suficientes para reduzir o consumo mundial de energia e o processo de desenvolvimento
é contínuo, conseqüentemente, se a oferta de energia for proporcionada por sistemas altamente
poluidores, como os atuais padrões de produção e consumo de energia, baseados em
combustíveis fósseis, haverá um inevitável aumento dos problemas ambientais no planeta.
Respostas às contradições do atual modelo de desenvolvimento capitalista industrial
apontam para opções que contemplem três aspectos: eficiência econômica, sustentabilidade
ambiental e justiça social, baseando-se numa profunda consciência das causas da crise da
sociedade moderna e suas formas de manifestação (BRÜSEKE, 1996).
Reis e Silveira (2000) enfatizam que, há algumas décadas, vêm ocorrendo drásticas
mudanças nos paradigmas que orientam a organização da sociedade humana, decorrente da
conscientização, quanto aos impactos irreversíveis que o desequilíbrio ambiental pode provocar
sobre sistemas naturais e humanos.
Uma sociedade sustentável implica em grandes mudanças sociais, econômicas e culturais
em relação à atual, que se traduzem em: melhor distribuição de renda, disseminação da educação
e informação, maior participação social, novos processos de produção, adequação dos padrões de
consumo globais à capacidade de suporte do planeta, entre outros. Diversos caminhos têm sido
buscados para alcançá-la, o que é bom que aconteça, mesmo que nem todos se mostrem eficazes,
pois a política da sustentabilidade é a política genérica da mudança social e política, não a de uma
ou outra teoria (O´riordan apud MARINHO, 2001).
Neste sentido, destaca-se a importância de políticas públicas na promoção de um tipo de
desenvolvimento que inclua o cidadão, as instituições públicas e privadas e os demais atores
6
como agentes ativos no processo de busca da sustentabilidade ambiental (SEN, 2000;
GUIMARÃES, 1999).
“Antes de reduzir a questão ambiental a argumentos técnicos para a tomada de decisões
racionais, deve-se forjar alianças entre os distintos grupos sociais capazes de impulsionar as
transformações necessárias (GUIMARÃES, 1999, p.3)”.
Já na Agenda 21 (2002), documento resultante da Conferência das Nações Unidas sobre
Meio Ambiente e Desenvolvimento, Rio-92, são propostas, aos diversos países do mundo,
medidas para garantia do desenvolvimento sustentável no século XXI, visando à melhoria da
qualidade de vida para as atuais e futuras gerações. Tratam-se de transformações de caráter
científico, tecnológico, cultural e de valores, estimulando à adoção de padrões sustentáveis de
produção e consumo. É destacado, ainda, nos capítulos 19, 20, 21 e 22, a necessidade do manejo
ambientalmente saudável de substâncias químicas tóxicas, resíduo perigoso, resíduo sólido e
resíduo radioativo, respectivamente. Nestes capítulos, é proposto, como meta, a redução ao
mínimo do uso e produção deste material, através de programas de prevenção da poluição, uso de
tecnologias limpas, entre outras medidas. No caso do resíduo sólido, é recomendada a seguinte
hierarquia de objetivos: redução ao mínimo da geração de resíduo; aumento ao máximo da
reutilização e reciclagem ambientalmente saudáveis; promoção do depósito e tratamento
ambientalmente saudáveis de resíduo; e, ampliação do alcance dos serviços que se ocupam de
resíduo.
Quanto à energia, destaca-se, como a mais importante conquista da Rio-92, a Convenção
sobre Alterações Climáticas, que vigora desde 1994, como principal instrumento para a redução
dos gases do efeito estufa. O encaminhamento deste processo resultou na proposição do
Protocolo de Kyoto, em 1997, que estabeleceu metas e criou instrumentos para mitigação de
emissões de gases do efeito estufa. O Protocolo, no entanto, só entrará em vigor quando obtiver
as assinaturas dos países, que juntos, sejam responsáveis pela emissão de 55% dos gases de efeito
estufa. Durante a 6a Conferência das Partes – COP, realizada em julho de 2001, em Bonn, na
Alemanha, o Protocolo completou 178 assinaturas, que ainda não são suficientes para que passe a
vigorar como lei (CETESB, 2004).
7
Nakicenovic (2002) observa que o crescimento em pesquisa e desenvolvimento para novas
tecnologias energéticas são pré-requisitos para o alcance de cenários sustentáveis nos sistemas
energéticos no século 21. Em geral, mudanças políticas e comportamentais significativas serão
necessárias nas próximas décadas para alcançar caminhos mais sustentáveis para o
desenvolvimento.
Segundo Silva e Bermann (2002), para minimização dos impactos negativos dos padrões
de produção e consumo de energia sobre o ambiente, três estratégias de ação estão sendo
implementadas no mundo inteiro: inibição, mitigação e reestruturação. As estratégias de inibição
buscam restringir o consumo das fontes energéticas mais poluidoras. Como exemplo,
mencionam-se as multas e os impostos verdes, as legislações ambientais e os cortes de subsídios
da energia. As estratégias de mitigação objetivam minimizar ou evitar os impactos ambientais
provocados pela produção e consumo de energia. As estratégias de reestruturação visam a
modificar as estruturas dos sistemas energético e produtivo, bem como os hábitos da sociedade,
através, por exemplo, da substituição de fontes energéticas, da produção de materiais menos
intensivos no uso de energia, da utilização de tecnologias mais eficientes e da reestruturação do
sistema de transporte. Estes autores concluem, ressaltando, que o êxito das políticas de redução
dos impactos ambientais decorrentes dos padrões energéticos, em muitos casos, significa a
adoção da complementaridade das estratégias mencionadas.
No que se refere às políticas ambientais, Andrade, Marinho e Kiperstok (2001) observaram
que a década de 90 foi marcada pela Rio-92 e pela conscientização da responsabilidade de todos
os agentes da sociedade no trato da questão ambiental, que era considerada, até então, uma
externalidade negativa dos processos produtivos. Este entendimento traduziu-se numa nova
percepção dos setores produtivos da relação entre “empresa e ambiente”, expressa através da
internalização de externalidades negativas; otimização do uso dos recursos naturais; marketing de
produtos e processos mais limpos; surgimento de programas voluntários de gestão ambiental,
entre outros. Ainda, segundo os autores, diante deste novo contexto, o início do novo milênio
caracteriza-se por um cenário marcado pelo desafio da construção de um enfoque, ainda, mais
inovador para o trato dos impactos ambientais dos processos produtivos, com a criação de
oportunidades para o fortalecimento dos conceitos de prevenção da poluição e produção limpa.
8
Esta pode ser obtida através da sua incorporação nas políticas públicas e nos instrumentos de
regulamentação ambiental, uma vez que a adoção de estratégias preventivas visando à proteção
do ambiente e à saúde da população, pautadas na abordagem de “antecipar e prevenir”, tem sido
reconhecida como um passo à frente em relação à adoção de medidas de “fim de tubo” e,
portanto, mais próximas aos caminhos da sustentabilidade.
2.2 Problemas ambientais associados ao descarte de resíduo nas metrópoles
O processo de urbanização no Brasil foi, comparativamente, muito mais rápido que o
observado nos países europeus e nos EUA, tendo se consolidado em mais ou menos meio século,
dependendo do conceito adotado para “urbano”. Ao esvaziamento relativo do campo, assistiu-se,
de 1940 a 2000, a um transbordamento periférico de inúmeras cidades brasileiras, que
absorveram o fluxo de migrantes vindos do campo (MORETTI e JANNUZZI, 2002).
Segundo Ribeiro (1995), no século XX, ocorreu, no Brasil, uma urbanização caótica, que
levou o país a possuir algumas das maiores cidades do mundo, como São Paulo e Rio de Janeiro,
com o dobro da população de algumas das maiores cidades do primeiro mundo, mas dez vezes
menos dotadas de serviços urbanos e de oportunidades de trabalho.
Para Candaval e Gomide (2002), a formação dos espaços metropolitanos não é um processo
novo mas, nas últimas décadas, os analistas e planejadores urbanos têm identificado mudanças
substanciais nas funções e na morfologia das grandes metrópoles, em decorrência do avanço nas
tecnologias de comunicação, do processo de globalização da economia e dos novos paradigmas
de organização do trabalho e dos processos produtivos.
De acordo com Scott et al. apud Bueno, Machado e Silva Filho (2002), existem no mundo,
atualmente, cerca de 20 metrópoles com mais de 10 milhões de habitantes e 300 cidades-região
com mais de um milhão de habitantes, ancorando grandes estruturas de produção, distribuição e
consumo. Segundo Bueno, Machado e Silva Filho (2002), nessas regiões, a paisagem é veloz e
vorazmente transformada, ecossistemas naturais e áreas rurais dão lugar a ambientes
profundamente alterados pelo uso humano, apresentando diversificadas estruturas: casas,
9
indústrias, galpões, loteamentos entremeados de áreas rurais ou periurbanas e depósitos de lixo e
“bota-foras” produzidos pela concentração da atividade industrial e urbana. Estes autores
concluem, destacando, que as metrópoles modernas são capazes de construir a fragmentação do
tecido urbano, a heterogeneidade sociocultural, a intensificação da dicotomia opulência e pobreza
e a degradação ambiental.
Para Grostein e Jacobi (2003), no contexto urbano brasileiro, os problemas ambientais têmse avolumado a passos agigantados e sua lenta resolução tem-se tornado de conhecimento público
pela virulência dos impactos: aumento desmesurado da geração de resíduo sólido e, conseqüente,
dificuldade em administrar áreas para o seu despejo; enchentes cada vez mais freqüentes;
prejuízos causados pela poluição à saúde da população, entre outros. Ampliar o debate público
sobre a sustentabilidade urbana é uma forma de criar condições para a reflexão sobre mudanças
que se fazem necessárias em relação a estilos de vida, redução do desperdício, conscientização
sobre a escassez de recursos naturais, fortalecimento de uma visão co-responsável (na qual
prevaleça a noção de interesse coletivo), formulação de políticas públicas em torno da
valorização da participação dos cidadãos e reconhecimento das demandas e ações de resistência
em face da degradação sócio-ambiental.
Segundo Urbini, Conti e Gavasci (1999), a questão do resíduo se insere no complexo
quadro dos fatores de degradação ambiental, relacionados entre si, que geram a poluição hídrica,
problemas com o trânsito, ruídos, poluição atmosférica, entre outros, que caracterizam a precária
qualidade de vida nas cidades contemporâneas. Para estes autores, o problema do resíduo resulta
do modelo de desenvolvimento das modernas aglomerações urbanas, especialmente, as grandes
cidades, crescidas sem planejamento territorial, e do uso dos recursos naturais, acarretando
impactos ao ambiente e à saúde da população.
Sobre a poluição urbana, Branco (1989) observa que os resíduos da cidade são dispostos
em vazadouros, soterrados em aterros ou lançados ao solo e aos rios na forma de esgoto e à
atmosfera, na forma de gases, fumaças e material particulado. O resíduo sólido, ou lixo,
representa um aspecto dos rejeitos de uma comunidade, que gera, também, resíduos líquido e
gasoso.
10
A produção de resíduo urbano resulta das diversas atividades desenvolvidas pelo homem
nas cidades e depende, basicamente, de dois fatores: crescimento demográfico e intensidade da
industrialização (LIMA, 1995). O aumento populacional leva a um incremento na produção e
consumo de alimentos e produtos acabados, gerando, assim, maior quantidade de resíduo. O
resíduo sólido, quando lançados no solo, em áreas habitadas (terrenos baldios, cursos d'água,
encosta, etc.) ou longe das aglomerações urbanas, nos chamados lixões, provocam a poluição do
solo, das águas e do ar, através do chorume e da emanação de gases. Além disso, ameaça a saúde
humana através do contato direto ou devido à proliferação de vetores transmissores de doenças.
Provocam a poluição visual e olfativa (mau odor) e, a depender das condições geomorfológicas,
pode ocorrer deslizamento de solo, desmoronamento da massa de resíduo, entre outros impactos
negativos, como riscos para aeronaves, etc.(LIMA,1995; EPAL, 2000).
Deve-se destacar a atração que os depósitos a céu aberto exercem sobre os catadores. Estes
sobrevivem comercializando o resíduo reciclável coletado nos lixões e trabalham sem as mínimas
condições de higiene, constituindo um lamentável quadro de degradação social.
De acordo com O SANEAMENTO... (2002), os números revelados pela Pesquisa Nacional
de Saneamento Básico, realizada em 2000, pelo IBGE, evidenciam a precariedade que, ainda,
predomina, em grande parte, nas municipalidades brasileiras. No que concerne à destinação do
resíduo coletado, 71,5% dos distritos, que dispõem de coleta, despejam o resíduo sólido em
vazadouros a céu aberto. São coletados, no Brasil, diariamente, 228 mil toneladas de resíduo
sólido. Deste total, apenas, 36,1% vai para aterros sanitários, 37% vai para aterros controlados
(ou seja, aterros que atendem a parte dos requisitos técnicos para disposição dos resíduos), 22,5%
é disposto em vazadouros e o restante vai para unidades de tratamento como triagem,
compostagem e incineração.
Quanto ao resíduo industrial, O SANEAMENTO... (2002) destaca que a situação é bastante
precária, uma vez que, 88,4% dos municípios pesquisados não controlam este resíduo.
Acrescenta que, do resíduo industrial coletado pela municipalidade, a maior parte é disposta
juntamente com o resíduo doméstico.
11
Segundo Schneider, Bettin e Parise Junior (2000), a alta concentração industrial em
algumas regiões do país e a carência de instalações e locais adequados para o tratamento e
destinação do resíduo gerado têm se configurado num problema ambiental nos grandes centros.
Destaca-se que, do ponto de vista legal, tanto no Brasil, como no exterior, o responsável
pelo gerenciamento deste resíduo é o produtor, que tem a responsabilidade de adotar práticas de
manejo que impeçam a poluição do ambiente (FIUZA e BATISTA, 2000).
Schneider, Bettin e Parise Junior ( 2000 ) afirmam que, no caso brasileiro, há uma carência
de estudos sistemáticos sobre o tema. Acrescentam que os inventários de resíduo industrial
realizados no Brasil iniciaram em 1988 e não foram divulgados em âmbito nacional, não sendo
possível estimar a quantidade e as fontes geradoras. Schneider, Bettin e Parise Junior ( 2000 )
ressaltam que a diversidade e o porte do parque industrial brasileiro permitem afirmar que, em
termos ambientais, a quantidade e a qualidade do resíduo gerado assume importância
considerável no processo de degradação do ambiente.
Quanto ao resíduo industrial perigoso, Carlos (2002) enfatiza que a prática tradicional de se
enterrar o resíduo em um canto do terreno da própria empresa, sem o controle necessário, vem
disseminando, no território, autênticas bombas de efeito retardado, uma vez que, a contaminação
resultante do lançamento indiscriminado de resíduo, às vezes, só se faz sentir após muitos anos,
levando ao total comprometimento da área, em um quadro irreversível.
De acordo com Signus (2003), citando dados da ABETRE – Associação Brasileira de
Empresas de Tratamento, Recuperação e Disposição de Resíduos Especiais, os principais centros
geradores de resíduo industrial são: no Estado de São Paulo, Região metropolitana de São Paulo,
Baixada Santista, Campinas, Sorocaba e Vale do Paraíba; no Rio de Janeiro, Região
Metropolitana e Vale do Paraíba carioca; na Bahia, a geração está concentrada no Pólo Industrial
de Camaçari; em Minas Gerais, na região Metropolitana e no sul do Estado; no Paraná, por
exemplo, a região Metropolitana de Curitiba responde pela maior parte da geração de resíduo; e,
no Rio Grande do Sul, a Região Metropolitana de Porto Alegre concentra a maior geração de
resíduo.
12
No Estado de São Paulo, unidade da federação com maior concentração industrial, o quadro
ambiental da última década reflete o modelo de desenvolvimento adotado na região e as
deficiências das políticas públicas na área ambiental. Verifica-se o uso intensivo dos recursos
naturais, a concentração urbana e a degradação ambiental. As atividades urbano-industriais no
Estado têm gerado escassez de água, acúmulo de resíduo sólido no ambiente, poluição do ar,
esgoto descartado “in natura”, entre outros (HOGAN et al, 2000). Quanto à atividade industrial,
Hogan et al (2000) avaliam que o parque industrial do Estado, em decorrência da velocidade com
que foi implantado e da utilização que faz de processos tecnológicos com grande capacidade de
transformação, além de explorar irracionalmente os recursos naturais, consome altas quantidades
de matérias-primas e energia, produzindo enormes volumes de rejeitos, sem levar em conta sua
disposição adequada.
Destaca-se, como exemplo mais gritante da necessidade da adequada gestão de resíduo
sólido industrial no Estado de São Paulo, o caso da contaminação do solo por este resíduo.
Segundo MMA (2003a), citando CETESB/GTZ, em diagnóstico preliminar efetuado em
1995/1996 para a Região Metropolitana de São Paulo, observou-se cerca de 116 lixões de resíduo
doméstico e industrial, sem qualquer controle, e 2.300 áreas potencialmente contaminadas em
função de atividades industriais na RMSP.
No Estado de São Paulo, são gerados, anualmente, 535 mil toneladas de resíduo Classe I,
perigoso, e 25 milhões de toneladas de resíduo Classe II, de acordo com levantamento realizado
em 1996 (UNILIVRE, 2003 e VENTURA e BRANDÃO, 2002). Revista Saneamento Ambiental
apud Unilivre (2003) observa que a principal atividade industrial geradora de resíduo perigoso é a
química, que gera 177 mil t/ano, correspondendo a, aproximadamente, 33% do total de resíduo
Classe I gerado no Estado.
De acordo com INTER apud MMA (2003a), comentando dados do ano de 1995/1996 para
a Região Metropolitana de São Paulo, do total de 2,5 milhões de toneladas de resíduo industrial
gerado por ano, 188 mil toneladas são consideradas tóxicas (classe I), das quais 44% são
depositadas de forma inadequada e o restante é estocado ou recebe algum tratamento. O
tratamento mais comum é a incineração. Cerca de 20 mil toneladas são queimadas, anualmente,
13
em uma das 13 instalações existentes. A maior parte do resíduo industrial, no entanto, é resíduo
classe II. Destes, 56% é tratado ou estocado. A outra parte é depositada em aterros e lixões, sendo
que 866 mil toneladas por ano (84%) são depositadas em locais inadequados. A principal forma
de destinação de resíduo sólido industrial continua sendo o depósito em lixões municipais(14%) e
lixões particulares (20%). O resíduo, ainda, é estocado em lagoas (12%), vendido a terceiros
(17%) ou processado ou reciclado externamente (17%).
De acordo com CETESB (2003 b), até maio de 2002, havia, no Estado de São Paulo, 255
áreas contaminadas cadastradas pela CETESB, incluindo situações que foram amplamente
divulgadas na imprensa, inclusive na Região Metropolitana de Campinas, como os diques de cal
da Solvay Indupa do Brasil S/A; o Conjunto Habitacional Barão de Mauá, construído sobre
antigo lixão clandestino; o Centro Industrial da Shell em Paulínia; o Aterro Mantovani, em Santo
Antônio de Posse; e, as bases de distribuição de combustível da Esso Brasileira de Petróleo Ltda
e da Shell Brasil S/A, em São Paulo, para indicar apenas os casos de maior destaque.
2.3 Gestão de resíduo sólido industrial
O termo gestão ambiental é bastante abrangente, podendo designar ações ambientais em
determinados espaços geográficos ou nas organizações. Observa-se, na literatura, os termos
gestão ambiental pública e gestão ambiental empresarial (AMBIENTEBRASIL, 2003 e
ANDRADE, MARINHO e KIPERSTOK, 2001).
Para Bruns (2003), a gestão ambiental visa a ordenar as atividades humanas para que estas
originem o menor impacto possível sobre o meio. Esta organização vai desde a escolha das
melhores técnicas até o cumprimento da legislação e a alocação correta de recursos humanos e
financeiros.
Zuquette apud Brollo e Silva (2001) refere-se à gestão ambiental como a administração
integrada de uma região ou ambiente, com critérios de equilíbrio, promovendo o
desenvolvimento e bem estar harmonioso dos seres humanos, através da melhoria da qualidade
14
de vida e manutenção da disponibilidade dos recursos naturais, sem esgotar e/ou deteriorar os
recursos renováveis e sem destruir os não-renováveis.
A norma internacional para gestão ambiental nas organizações, ISO 14.001, conceitua
sistema de gestão ambiental como a parte do sistema de gestão global que inclui estrutura
organizacional, atividades de planejamento, responsabilidades, práticas, procedimentos,
processos e recursos para desenvolver, implementar, atingir, analisar criticamente e manter a
política ambiental, que vem a ser a declaração da organização, expondo suas intenções e
princípios em relação ao seu desempenho ambiental global, que provê uma estrutura para ação e
definição de seus objetivos e metas ambientais (ABNT, 1996).
Segundo Lima (1998), a gestão de resíduo sólido constitui um conjunto de atividades de
caráter político estratégico, econômico, organizacional, técnico e administrativo, com o objetivo
de propiciar a adoção de ações sistêmicas, integradas e articuladas dos diferentes agentes sociais,
de modo a encaminhar soluções para os problemas de geração, tratamento e disposição final do
resíduo.
De acordo com Teixeira (2000), após a Rio-92, oficializou-se a política de busca de
minimização do resíduo sólido e, conseqüentemente, a utilização do conceito de gerenciamento
integrado. Assim, o manejo sustentável de resíduo pressupõe a busca da minimização, seguida
pela organização da coleta, transporte, tratamento e/ou destino final do que, de fato, não possa ser
reutilizado ou reciclado.
De acordo com Brollo e Silva (2001), atualmente, são diretrizes prioritárias de políticas de
resíduos: evitar ou, nos casos em que não for possível, diminuir a produção de resíduos; reutilizar
ou, quando não for possível, reciclar resíduos; utilizar a energia contida nos resíduos; tornar
inertes os resíduos antes da disposição final.
Santos e Schalch (2002), apresentam a hierarquia de gestão e gerenciamento de resíduo na
FIG. 2.1.
15
Prevenir a geração de resíduos na fonte
Reduzir a geração de resíduos na fonte
Reciclar no processo
Reciclar e reutilizar em outros processos
Tratar os resíduos para minimizar os impactos
Dispor os resíduos de maneira responsável e segura
FIGURA 2.1 Hierarquia de gestão e gerenciamento de resíduo
Fonte: Santos e Schalch (2002)
Observando-se a evolução da gestão de resíduo nas últimas décadas, pode-se verificar a
alteração de um quadro de total omissão, passando por medidas de controle da poluição (técnicas
de “fim de tubo”), até um quadro de busca da prevenção e minimização do resíduo (MARINHO,
2001; SANTOS e SCHALCH, 2002 e BROLLO e SILVA, 2001). Neste período, ocorreu o
surgimento da abordagem da auto-regulação expressa através de sistemas de certificação de
produtos (selo-verde); de sistemas de certificação de processos (ISO 14001); e, do atendimento a
certos padrões de desempenho ambiental baseados na prevenção e minimização de resíduo (ecoeficiência). Este último, refere-se a um conjunto de estratégias de gestão, denominadas Prevenção
à Poluição, Produção mais Limpa, Produção Limpa, Tecnologias Limpas, Minimização de
Resíduo, Ecodesign, entre outras, que surgiram como formas de ação preventiva para redução das
causas fundamentais dos problemas ambientais, em lugar dos métodos tradicionais de controle da
poluição(ANDRADE, MARINHO e KIPERSTOK, 2001; SANTOS e SCHALCH, 2002;
FURTADO, SILVA e MARGARIDO, 1999; SANCHES, 1997 e PEREIRA FILHO e
KAUSS,1997).
Para Andrade, Marinho e Kiperstok (2001), a gestão ambiental pública no Brasil, no que se
refere aos processos produtivos, prioriza a abordagem Comando e Controle, correspondendo, na
legislação, à exigência de medidas corretivas da poluição, através de instrumentos tais como:
Licenciamento Ambiental de Atividades, Avaliação de Impacto Ambiental (AIA) e Ações de
Fiscalização. Observa-se que esta abordagem tem contribuído para o predomínio do uso de
tecnologias tradicionais de “fim de tubo” para gestão ambiental nas organizações industriais.
16
2.3.1 Conceitos de resíduo e resíduo sólido industrial
De acordo com a ABNT (1987), “resíduos sólidos” são todos os resíduos nos estados
sólidos e semi-sólidos que resultam de atividades da comunidade e de origem: industrial,
doméstica, hospitalar, comercial, agrícola, de serviços e de varrição. Consideram-se, também,
resíduos sólidos os lodos provenientes de sistemas de tratamento de água e de esgotos, aqueles
gerados em equipamentos e instalações de controle de poluição, bem como determinados
líquidos, cujas particularidades tornem inviável o seu lançamento na rede pública de esgotos ou
corpos d’água, ou exijam, para isso, soluções técnicas e economicamente inviáveis face à melhor
tecnologia disponível.
De acordo com IPT/CEMPRE (2000), são várias as formas possíveis para se classificar o
resíduo:
• por sua natureza física: seco e molhado;
• por sua composição química: matéria orgânica e matéria inorgânica;
• pelos riscos potenciais ao ambiente: perigosos, não-inertes e inertes; e,
• segundo a sua origem: domiciliar, comercial, de varrição e feiras livres, serviços de
saúde e hospitalares; portos, aeroportos e terminais ferro e rodoviários, industriais,
agrícolas e entulhos.
Povinelli e Gomes (1991) apresentam a seguinte classificação em função da origem do
resíduo:
• Residencial: também chamado lixo domiciliar ou doméstico, constituído de restos de
alimentação, invólucros diversos, varreduras, folhagens, ciscos e outros materiais
descartados pela população diariamente;
• Comercial: é proveniente de diversos estabelecimentos comerciais, como escritórios,
lojas,
hotéis,
restaurantes,
supermercados,
quitandas
e outros. É formado,
principalmente, por papéis, papelão, plásticos, caixas, restos de lavagem, etc;
• Industrial: proveniente de diferentes áreas do setor industrial e, portanto, de constituição
muito variada;
17
• Serviços de Saúde: é constituído por resíduo proveniente das mais diferentes áreas dos
estabelecimentos hospitalares: refeitório e cozinha, área de patogênicos, administração,
limpeza e outros. Fazem parte, também, os resíduos provenientes de farmácias, clínicas,
centros e postos de saúde;
• Especial: constituído por resíduo e material produzido esporadicamente como:
folhagens de limpeza de jardins, restos de poda, animais mortos e entulhos;
• Feiras, Varrição e Outros: provenientes de varrição regular de ruas, conservação da
limpeza de núcleos comerciais, limpeza de feiras, constituindo-se, principalmente, de
papéis, cigarros, invólucros, restos de capinação, areia, ciscos e folhas; e,
• Perigosos: resíduo que requer cuidado especial quanto a coleta, acondicionamento,
transporte e destinação final, pois apresenta substancial periculosidade, real ou
potencial, à saúde humana ou aos organismos vivos e se caracteriza pela letalidade e/ou
persistência e/ou efeitos cumulativos adversos.
O resíduo sólido pode, ainda, ser classificado em função do seu local de produção (Oliveira
apud SANTOS, 1995). Aquele gerado em aglomerados humanos é denominado resíduo urbano.
Já o resíduo formado fora das cidades, ou melhor, no campo, é classificado como resíduo rural.
Segundo Bowerman apud Povinelli e Gomes (1991), o resíduo sólido é classificado de
acordo com seus diferentes graus de biodegradabilidade em:
• Facilmente degradáveis: restos de frutas e verduras, restos de vegetais;
• Moderadamente degradáveis: papel, papelão e outros produtos celulósicos;
• Dificilmente degradáveis: trapo, couro, borracha e madeira; e,
• Não degradáveis: vidro, metal, plástico, pedras e terra.
Segundo CETESB (1993), a ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas editou um
conjunto de normas para padronização, a nível nacional, da classificação do resíduo. A
classificação proposta na NBR 10.004 : 87 (ABNT, 1987), baseia-se, fundamentalmente, nas
características do resíduo, em listagens dos reconhecidamente perigosos e em outras listagens de
padrões de concentração de poluentes, apresentadas na TAB.2.1
18
TABELA 2.1 Listagens de resíduo perigoso e de padrões de concentração de poluentes apresentados
na NBR 10.004: 87
Listagem 01
Listagem 02
Listagem 03
Listagem 04
Listagem 05
Listagem 06
Listagem 07
Listagem 08
Listagem 09
Listagem 10
Resíduos perigosos de fontes não específicas;
Resíduos perigosos de fontes específicas;
Constituintes perigosos - base para a relação dos resíduos e produtos das listagens 1 e 2;
Substâncias que conferem periculosidade aos resíduos;
Substâncias agudamente tóxicas;
Substâncias tóxicas;
Concentração - Limite máximo no extrato obtido no teste de lixiviação;
Padrões para o teste de solubilização;
Concentração máxima de poluentes na massa bruta de resíduos utilizados pelo Ministério do Meio
Ambiente da França para Classificação de Resíduos;
Concentração mínima de solventes para caracterizar o resíduo como perigoso.
Fonte: ABNT (1987)
De acordo com ABNT (1987), o resíduo sólido é agrupado em três classes: Resíduo classe I
- perigoso; Resíduo classe II - não inerte; e, Resíduo classe III – inerte; Resíduo classe I
caracteriza-se por apresentar riscos à saúde pública e/ou ao ambiente, quando manuseados ou
dispostos de forma inadequada ou possuir, pelo menos, uma das seguintes propriedades:
inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade e patogenicidade. Resíduo classe II ou
resíduo não inerte é aquele que não se enquadra na Classe I – perigoso e nem na Classe III –
inerte. Este resíduo pode ter propriedades como: combustibilidade, biodegradabilidade ou
solubilidade em água. Resíduo classe III ou resíduo inerte é o resíduo sólido que, submetido ao
teste de solubilização, não apresenta nenhum de seus constituintes solubilizados a níveis
superiores aos apresentados na listagem 8, constante da NBR 10004 (ABNT, 1987).
Na resolução no 313/2002 (MMA, 2003b) que dispõe sobre o inventário nacional de
resíduo sólido industrial é apresentada uma listagem para identificação de resíduo sólido não
perigoso, contendo 48 tipos de resíduos. Consta na listagem desde resíduo de restaurante,
embalagens metálicas, plásticas até fluidos dielétricos, óleos usados, entre outros.
Na ABNT (1984), NBR 8419 : 84, resíduo sólido industrial perigoso é conceituado como
sendo todos os resíduos sólidos, semi-sólidos e os líquidos não passíveis de tratamento
convencional, resultantes da atividade industrial e do tratamento de seus efluentes, que, por suas
características, apresentam periculosidade efetiva ou potencial à saúde humana ou ao ambiente,
requerendo cuidados especiais quanto ao acondicionamento, coleta, transporte, armazenamento,
19
tratamento e disposição. Conceitua, ainda, resíduo sólido industrial comum como os resíduos
sólidos e semi-sólidos industriais que admitem destinação similar à do resíduo sólido urbano.
CETESB (1993) define como resíduo sólido industrial aquele, em estado sólido e semisólido, que resulta da atividade industrial, incluindo-se os lodos provenientes das instalações de
tratamento de águas residuárias, aqueles gerados em equipamentos de controle poluição, bem
como determinados líquidos cujas particularidades tornem inviável o seu lançamento na rede
pública de esgotos ou corpos d’água, ou exijam, para isso, soluções técnicas e economicamente
inviáveis face à melhor tecnologia disponível.
De acordo com IPT/CEMPRE (2000), o resíduo industrial tem origem nas atividades de
diversos ramos da indústria: metalúrgica, química, petroquímica, papeleira, alimentícia, entre
outras e possui composição bastante variada, podendo ser representado por cinzas, lodos, óleos,
resíduos alcalinos ou ácidos, plásticos, papel, madeira, fibras, borracha, metal, escórias, vidros,
cerâmica, entre outros. Nesta categoria, inclui-se a grande maioria do resíduo considerado tóxico.
Segundo MMA (2003), as indústrias, tradicionalmente, responsáveis pela maior produção de
resíduo perigoso são as metalúrgicas, químicas, de equipamentos eletro-eletrônicos, as fundições
e a indústria de couro e borracha.
A caracterização do resíduo compreende a determinação de características quantitativas e
qualitativas do mesmo e pode envolver as seguintes análises: umidade, material fixo, pH,
nitrogênio, fósforo, potássio, hidrogênio, enxofre, poder calorífico superior, matéria orgânica,
sólidos voláteis, relação C/N, cloro, peso específico e composição gravimétrica, entre outras. As
determinações a serem realizadas dependem dos objetivos do estudo e, para o caso de justificar a
implantação de sistemas sofisticados de destinação final como usinas termoelétricas para resíduo
sólido, aterros sanitários com geração de gás, incineradores, usinas de compostagem, entre outras,
recomenda-se as análises acima mencionadas (CETESB, 1982; CETESB, 1997; LIMA, 1995;
IPT/CEMPRE, 2000; IBAM, 2001 ).
20
Na TAB. 2.2 são apresentadas os principais parâmetros característicos de resíduo e sua
influência sobre o planejamento de um sistema de gerenciamento de resíduo sólido ou sobre o
projeto de determinadas unidades que compõem tal sistema.
TABELA 2.2 - Características do resíduo sólido e sua importância no planejamento do sistema de
manejo integrado de resíduo
CARACTERÍSTICAS
Peso específico aparente
Teor de umidade
Compressividade
Poder calorífico
Composição química
Relação C/N
Características biológicas
pH
DESCRIÇÃO
é o peso do resíduo solto em função do
volume ocupado livremente, sem
qualquer compactação, expresso em
kg/m3 .
indica quantidade de água presente no
resíduo, medida em percentual do seu
peso.
IMPORTÂNCIA
fundamental para o correto dimensionamento de
equipamentos e instalações para coleta, transporte,
tratamento e destino final.
indica a capacidade potencial de um
material liberar determinada quantidade
de calor quando submetido à queima.
consiste na determinação de teores, tais
como:
cinzas, matéria orgânica,
carbono, nitrogênio, potássio, cálcio,
fósforo, resíduo mineral total, resíduo
mineral solúvel e gorduras.
indica o grau de decomposição da
matéria orgânica do resíduo nos
processos de tratamento/disposição
final.
são aquelas que determinam
a
população microbiana e a dos agentes
patogênicos presentes no resíduo.
indica o teor de acidez ou alcalinidade
do resíduo.
influencia o dimensionamento das instalações de todos
os processos de tratamento térmico (incineração,
pirólise e outros).
ajuda a indicar a forma mais adequada de tratamento
para o resíduo coletado.
tem influência direta na velocidade de decomposição
da matéria orgânica no processo de compostagem.
Influencia diretamente o poder calorífico e o peso
específico aparente do resíduo, concorrendo de forma
indireta para o correto dimensionamento de
incineradores e usinas de compostagem. Influencia
diretamente o cálculo da produção de chorume e o
correto dimensionamento do sistema de coleta deste
em aterro sanitário.
grau de compactação ou a redução do muito importante para o dimensionamento de unidades
volume que uma massa de resíduo pode compactadoras tais como: veículos coletores, estações
sofrer quando compactada.
de transferência e caçambas estacionárias.
fundamental para estabelecer a qualidade do composto
produzido.
fundamentais na fabricação de inibidores de odor e de
aceleradores e retardadores da decomposição da
matéria orgânica presente no resíduo.
indica o grau de corrosividade do resíduo coletado,
servindo para estabelecer o tipo de proteção contra a
corrosão a ser usado em veículos, equipamentos,
contêineres e caçambas metálicas.
Fonte: IBAM (2001), IPT/CEMPRE (2000)
Segundo a NBR 8419/84 (ABNT, 1984), a caracterização do resíduo a ser disposto no
aterro de resíduo industrial perigoso deverá ser realizada através de caracterização qualitativa e
quantitativa. A caracterização quantitativa consiste na indicação da quantidade diária e/ou mensal
e da freqüência de produção de resíduo e de seus constituintes. Na caracterização qualitativa
devem ser indicados a origem do resíduo (etapa do processo industrial), o nome químico dos
21
constituintes do resíduo ou substâncias que lhe deram origem, o estado físico e a densidade do
resíduo.
De acordo com CETESB (1993) e IPT/CEMPRE (2000), para verificar a possibilidade de
incineração de um resíduo industrial, são necessárias as seguintes informações quanto à sua
caracterização:
•
sobre o processo industrial: matérias-primas empregadas e produtos fabricados;
fluxograma do processamento industrial, indicando os pontos de geração de resíduo; e,
•
sobre o resíduo: quantidade; estado físico; poder calorífico; viscosidade (para líquidos);
densidade, viscosidade e percentagem de sólidos (para lamas); densidade (para gases);
corrosividade; toxicidade; odor; reatividade; composição química (particularmente
teores de constituintes orgânicos tóxicos constantes da listagem nº 4 da NBR –
10.004:87; composição elementar (C, H, O, P, Cl, F, I, Br, N, S, metais e cinzas).
2.3.2 Estratégias para gestão de resíduo sólido industrial
Shen (1995) afirma que a poluição existe devido à capacidade limitada de absorção pelo
ambiente e que algumas substâncias perigosas são denominadas poluentes perigosos devido às
suas características e ao fato de o ambiente não possuir capacidade para assimilá-los. Observa,
ainda, que outras substâncias reconhecidas como degradáveis, ou não perigosas, possuem um
limite crítico, acima do qual não podem mais ser assimiladas, e que, tanto os poluentes do
primeiro tipo quanto os do segundo tipo causaram poluição ambiental em inúmeras regiões no
mundo. De acordo com o mesmo autor, nos últimos trinta anos, reconheceu-se a seriedade dos
problemas ambientais e que, mesmo buscando controlar a poluição, apenas se iniciou a
compreensão de sua complexidade. A estratégia de gestão ambiental, no passado, baseou-se no
controle da poluição industrial, através de técnicas de coleta, tratamento e destinação final de
resíduo. Estas técnicas melhoraram a qualidade ambiental até certo ponto, mas, em geral, não
conseguem eliminar as substâncias poluidoras, apenas transferem os poluentes de um meio para o
outro. Os processos de tratamento de resíduo produziram uma grande quantidade de lodo e de
rejeito que necessitam de tratamento para não se constituírem em poluição secundária. Shen
(1995) acrescenta que a situação descrita torna evidente que a solução mais eficiente e eficaz para
22
os problemas de poluição necessita de um outro tipo de abordagem e que, assim, nasceu o
conceito de prevenção da poluição.
De acordo com CETESB (2001), diversos termos, tais como: Produção mais Limpa,
Prevenção à Poluição, Tecnologias Limpas, Redução na Fonte e Minimização de Resíduo são
normalmente utilizados, em todo o mundo, para definir a estratégia de redução ou eliminação de
resíduo na fonte geradora. Muitas vezes, estes termos são considerados sinônimos e, às vezes,
complementares, requerendo uma análise aprofundada das ações e das propostas inseridas dentro
de cada contexto. Qualquer ação promotora de redução ou eliminação de poluentes na fonte
geradora deve sempre ser priorizada dentro da hierarquia de gerenciamento ambiental, de acordo
com a FIG. 2.2.
•
•
REDUÇÃO
NA FONTE
(P2)
•
•
•
•
MINIMIZAÇÃO
DE
RESÍDUOS
eliminação/redução do uso de matériasprimas ou materiais tóxicos
melhoria nos procedimentos operacionais e
na aquisição e estoque de materiais
uso eficiente dos insumos (água, energia,
matérias-primas, etc.)
reuso/reciclagem dentro do processo
adoção de tecnologias limpas
melhoria no planejamento dos produtos, entre
outros.
ALTA
RECICLAGEM/REUSO FORA DO PROCESSO
VANTAGEM
AMBIENTAL
RELATIVA
TRATAMENTO
MEDIDAS
DE
CONTROLE
DISPOSIÇÃO FINAL
RECUPERAÇÃO DE ÁREAS CONTAMINADAS
BAIXA
FIGURA 2.2 - Hierarquia de gerenciamento ambiental de resíduo
Fonte: CETESB (2001)
As atividades apresentadas na etapa - Minimização de Resíduos, FIG. 2.2, contribuem para
a redução do consumo de matérias primas, água e energia.
As atividades apresentadas na etapa - Medidas de Controle, FIG. 2.2, referem-se aos
diversos tipos de tratamento a que o resíduo pode ser submetido, tais como secagem e
23
desidratação de lodo, estabilização e solidificação, landfarming, incineração, entre outros, e,
ainda, a disposição final em aterro.
Segundo USP (2001a), a prevenção da geração de resíduo representa a atitude ou a
operação industrial baseada em medidas que evitam a geração de resíduo (não-produto), no
sistema global de produção, através de medidas como: mudanças técnicas nas matérias-primas,
processos, produtos e/ou embalagens; e, reaproveitamento e reciclagem de material e de resíduo,
de maneira atóxica e energia-eficiente.
Ainda de acordo com USP (2001a), as práticas adotadas por parte das indústrias deverão
estar baseadas em:
•
melhoria da eficiência do processo, através da diminuição dos custos com água e energia,
dos custos de matérias primas, de redução das pressões extrativas sobre as fontes naturais
renováveis e dos custos para tratamento de efluentes;
•
redução do consumo (e, conseqüente, custo) de matérias-primas, através do uso de
material simples e renovável, de menor consumo de material e energia, com
reaproveitamento de material reciclado;
•
redução de resíduo gerado, ao invés do tratamento e contenção para conformidade aos
limites das regulamentações ambientais locais;
•
redução do potencial de poluição de determinado processo ou produto;
•
melhoria das condições de trabalho nas fábricas, em conformidade com as exigências
legais e medidas pró-ativas (antecipadas), envolvendo aspectos de segurança e saúde no
trabalho e prevenção de riscos em cada unidade, operação ou no do processo produtivo,
como um todo; e,
•
redução dos custos de tratamento de resíduo, através de modificações no processo e no
fechamento de ciclos (loopings) nas operações industriais.
Quanto às barreiras para implantação de um programa de minimização na fonte, destaca-se:
necessidade de capital; especificações técnicas dos insumos e equipamentos; regulamentação
24
legal; qualidade do produto e aceitação do consumidor; preocupação com a produção imediata,
pois, alterações no processo demandam tempo; disponibilidade de tempo e de técnicos
especializados; e, resistência a mudanças por parte dos empresários e funcionários da empresa
(GOMES, 2001).
USP (2001b)
comenta as relações da Produção Limpa com a questão da energia,
destacando como importantes princípios da Produção Limpa: a prevenção da geração de resíduo
na fonte e a redução do consumo de água e energia. Do ponto de vista ambiental, são questões
fundamentais: priorizar a geração de energia limpa e contar com a participação da indústria na
economia de energia. Observa, ainda, a quase paralisação de investimentos para expansão do
setor energético e da ausência de política clara para o setor, por parte do governo e, acrescenta,
que no modelo de gestão industrial baseado na Produção Limpa, preocupa-se com o quadro atual
de aumento do consumo de energia e o aumento na geração de resíduo industrial e urbano,
buscando-se a reversão desta tendência nas frentes de ação: diversificação das fontes de energia,
aumento da eficiência na produção de energia, redução, recuperação e reutilização de resíduo.
CETESB (1993) destaca as seguintes dificuldades referentes ao reuso/reciclagem de
resíduo no setor industrial: qualidade do material e padrão requeridos para processamento, receio
de anunciar resíduo (em bolsas de resíduos), falta de informação e de práticas ambientais, custos
com transporte, disponibilidade de tecnologia e custos de processamento.
Furtado (2001) destaca, entre as estratégias de gestão ambiental, como importantes recursos
de engenharia e administração industrial, os instrumentos interdependentes: Design para o
Ambiente e avaliação do Ciclo de Vida (ACV).
O Design para o Ambiente, também denominado Ecodesign e Design para Eco-eficiência, é
definido como a abordagem sistêmica do desempenho do projeto, com respeito aos objetivos
ambientais, e da saúde e segurança, durante todo o ciclo-de-vida de produto e processo (Fiksel
apud FURTADO, 2001).
A Avaliação do Ciclo-de-Vida é definida, segundo a SETAC (Society of Environmental
25
Toxicology and Chemistry), como um processo para: (i) avaliar as cargas (burdens) associadas a
um produto, processo ou atividade, através da identificação e quantificação de energia e material
usado e resíduo liberado; (ii) avaliar o impacto da energia e material liberados no ambiente; e,
(iii) identificar e avaliar as oportunidades que afetam o melhoramento ambiental durante todo o
ciclo-de-vida do produto, processo ou atividade, envolvendo a extração e processamento de
matérias primas brutas, manufatura, transporte, distribuição, uso, re-uso, manutenção, reciclagem
e destinação final (FURTADO, 2001).
Ugaya (2001), revisando alguns autores, apresenta alguns objetivos específicos de uma
ACV, tais como: determinação ou comparação do consumo de energia, avaliação comparativa do
uso exergético e a comparação dos impactos ambientais.
2.4 Inventário de resíduo sólido industrial
Considerando iniciativas de gestão ambiental pública na área de resíduo sólido industrial,
destaca-se as resoluções nº 06/88 (MMA, 2004) e nº 313 / 2002 (MMA, 2003b), propostas,
visando à realização de Inventários Estaduais e, a partir daí, formulação do inventário nacional e
definição de uma política de redução da produção e destinação inadequada de resíduo (MMA,
2003a).
Segundo Silva, Cunha e Santos (2000), uma das ferramentas básicas recomendadas para
avaliação do cenário de resíduo sólido industrial é a realização prévia do Inventário, instrumento
pelo qual, através de levantamentos de dados cadastrais e de pesquisa de campo das fontes
geradoras, sistematiza-se o controle das informações a cerca da geração, acondicionamento,
transporte, armazenamento e destino final. Essas avaliações poderão ser empregadas em trabalhos
de planejamento das ações de controle da poluição industrial e demais atividades do
planejamento público.
Apresenta-se, a seguir, os resultados dos inventários realizados nos Estados de Pernambuco
e Paraná, realizados durante os anos de 1999 e 2002, respectivamente, onde são apresentados os
26
resultados obtidos de geração, segundo a classe e a atividade industrial e tipo de resíduo por
atividade industrial.
Para o Estado de Pernambuco, foi realizado um Inventário dos Resíduos Sólidos Industriais
caracterizando o problema do resíduo sólido dentro de cada ramo industrial e considerando uma
amostragem que contemplou os grandes e médios geradores do Estado (CPRH, 2003). Os ramos
de atividade pesquisados foram: metalúrgico, químico, alimentícia, papel e papelão, têxtil,
produtos alimentares e sulcroalcooleiro.
Os principais resultados deste inventário estão apresentados nas tabelas 2.3 e 2.4 e FIG. 2.3.
TABELA 2.3 - Geração total de resíduo sólido industrial, por classe, no Estado de Pernambuco em
t/ano e m3/ano
Classe
Quantidade (t/ano)
%
0,9
Quantidade
(m3/ano)
166.304,43
I
12.621,68
6,85
II
III
Total
1.325.790,61
4.070,79
1.342.483,08
98,8
0,3
100,0
2.261.617,55
0
2.427.922,0
93,15
0
100
%
Fonte: CPRH (2003)
Classe III
0,3%
Classe I
0,8%
Classe II
98,9%
FIGURA 2.3 - Distribuição da geração de RSI, por classe, no Estado de Pernambuco
Fonte: CPRH (2003)
27
TABELA 2.4 - Geração de resíduo sólido industrial, por classe e tipologia, no Estado de
Pernambuco, em t/ano
CLASSE
I
TIPOLOGIA
Indústria de Produtos Alimentícios
Quantidade (t/ano)
1.279,3
%
10,1
444,1
0,8
10.163,2
727,4
6,9
12.621,7
18.942,1
3,5
0,0
80,5
5,8
0,1
100,0
1,4
30.612,3
28.333,9
8.133,8
1.236.440,2
3.328,3
1.325.790,6
3.979,0
2,3
2,1
0,6
93,3
0,2
100,0
97,7
16,8
78,0
4.070,8
0,4
1,9
100,0
Indústria Metalúrgica
Indústria Papel e Papelão
Indústria Química
Indústria Sucroalcooleira
Indústria Têxtil
TOTAL
II
Indústria de Produtos Alimentícios
Indústria Metalúrgica
Indústria Papel e Papelão
Indústria Química
Indústria Sucroalcooleira
Indústria Têxtil
TOTAL
III
Indústria de Produtos Alimentícios
Indústria Metalúrgica
Indústria Química
TOTAL
Fonte: CPRH (2003)
De acordo com CPRH (2003), há uma predominância da geração de resíduo classe II sobre
o total gerado, em t/ano e m³/ano, mesmo excluindo-se a contribuição do setor sucroalcooleiro,
nesse caso, correspondendo aos resíduos de bagaço de cana, torta de filtro e vinhoto. Sem a
participação do setor sucroalcooleiro, o resíduo classe II tem como maiores contribuintes os
setores metalúrgico, papel /papelão e produtos alimentícios. O maior gerador de resíduo perigoso,
classe I, é a indústria química, seguida da indústria metalúrgica, com destaque dos resíduos:
solventes contaminados e óleos usados, respectivamente. A geração de resíduo inerte, classe III,
tem uma maior procedência da indústria de produtos alimentícios, correspondendo, em sua
maioria, por resíduo de embalagens de vidro.
Apresenta-se, na TAB. 2.5, os principais resíduos e atividades geradoras inventariadas no
estado de Pernambuco.
TABELA 2.5 Distribuição da geração total dos tipos de resíduo sólido industrial, por tipologia,
para o Estado de Pernambuco (t/ano)
TIPOLOGIA
Indústria de
produtos
alimentares
TIPO DE RESÍDUO
Embalagens metálicas (latas de pigmentos, corantes e auxiliares)
Lodos perigosos de ETE
Óleos usados
QUANTIDADE
(t/ano)
395,00
75,00
1.200,00
%
1,632
0,310
4,959
continua...
28
TABELA 2.5 Distribuição da geração total dos tipos de resíduo sólido industrial, por tipologia, para
o Estado de Pernambuco (t/ano)
TIPOLOGIA
Indústria de
produtos
alimentares
Indústria de
produtos
alimentares
continuação.
TIPO DE RESÍDUO
QUANTIDADE
(t/ano)
4,32
73,36
645,93
124,78
578,53
3.976,02
16.328,60
756,14
39.72
Resíduo de ambulatório
Resíduo de madeira
Resíduo de papel e papelão
Resíduo de restaurante
Resíduo de varrição não perigoso
Resíduo de vidro
Resíduo orgânico de processos (vinhoto, sebos, gorduras, etc.)
Resíduo plástico (filmes e pequenas embalagens)
Sucata de metal ferroso
TOTAL
Indústria
metalúrgica
Bombonas plásticas
Borras de retífica
Embalagens metálicas (latas de pigmentos, corantes e auxiliares)
Escórias de fundição
Lodos perigosos de ETE
Óleos usados
Outros resíduos perigosos de processo (resíduo corrosivo, resinas)
Resíduo de ambulatório
Resíduo de madeira
Resíduo de papel e papelão
Resíduo de refratário e material não cerâmico
Resíduo de restaurante
Resíduo de varrição não perigoso
Resíduo de vidro
Resíduo de plástico (filmes e pequenas embalagens)
Resíduo sólido composto por metais não tóxicos (jateamento de areia)
Resíduo sólido de ETE com substância não tóxica
Resíduo de têxtil de manutenção contaminado (buchas, panos)
Sais de tratamento térmico
Solventes contaminados
Sucata de metal ferroso
Sucata de metal não ferroso
Tambores metálicos
Indústria papel e
papelão
Cinzas de caldeiras
Embalagens metálicas (latas de pigmentos, corantes e auxiliares)
Resíduo de ambulatório
Resíduo de madeira
Resíduo de papel e papelão
Resíduo de restaurante
Resíduo de varrição não perigoso
Resíduo pastoso com calcário (dregs-grits, gesso contaminado)
Resíduo plástico (filmes e pequenas embalagens)
Resíduo têxtil de manutenção contaminado (buchas, panos)
Sucata de metal ferroso
Sucata de metal não ferroso
Indústria
química
Bombonas plásticas
Borras oleosas da petroquímica
Embalagens metálicas (latas de pigmentos, corantes e auxiliares)
Escórias de fundição
Lodos de ETE de produção de tintas
Óleos usados
Outros resíduos perigosos de processo (resíduo corrosivos, resinas)
Pesticidas e inseticidas
Resíduo oriundo de laboratórios industriais
TOTAL
TOTAL
24.197,40
3.60
5,00
1,30
1.368,30
30,60
300,00
7,00
2,08
607,20
546,30
563,10
271,62
271,60
16,80
238,60
4.327,20
4.652,43
23,24
1,10
75,10
17.706,80
45,28
9,00
31.073,25
16.500,00
125,36
0,36
18,00
714,72
6,70
2,76
10.800,00
152,20
0,48
7,60
6,60
28.334,78
10,00
26,00
58,23
0,36
64,30
16,50
1,68
1,44
3,00
%
0,018
0,303
2,669
0,516
2,391
16,432
67,481
3,125
0,164
100,000
0,012
0,016
0,004
4,403
0,098
0,965
0,023
0,007
1,954
1,758
1,812
0,874
0,874
0,054
0,768
13,926
14,972
0,075
0,004
0,242
56,984
0,146
0,029
100,000
0,442
0,001
0,064
2,522
0,024
0,010
38,116
0,537
0,002
0,027
0,023
100,000
0,054
0,141
0,317
0,002
0,350
0,090
0,009
0,008
0,016
Continua...
29
TABELA 2.5 Distribuição da geração total dos tipos de resíduo sólido industrial, por tipologia, para
o Estado de Pernambuco (t/ano)
TIPOLOGIA
continuação.
TIPO DE RESÍDUO
Resíduo de ambulatório
Resíduo de borracha
Resíduo de catalisadores
Resíduo de madeira
Resíduo de material têxtil
Resíduo de minerais não metálicos
Resíduo de papel e papelão
Resíduo de restaurante
Resíduo de tintas, pigmentos e corantes
Resíduo de varrição não perigoso
Resíduo de vidro
Resíduo orgânico de processos (vinhoto, sebos, gorduras, etc).
Resíduo perigoso de varrição
Resíduo plástico (filmes e pequenas embalagens)
Resíduo sólido de ETE com substâncias não tóxicas
Resíduo têxtil de manutenção contaminados (buchas, panos)
Solventes contaminados
Sucata de metal ferroso
Sucata de metal não ferroso
Tambores metálicos
Torta de filtro
TOTAL
Indústria
sucro-alcooleira
Bagaço de cana
Cinzas de caldeiras
Embalagens vazias de defensivos agrícolas
Óleos usados
Resíduo de restaurante
Resíduo de varrição não perigoso
Resíduo orgânico de processos (vinhoto, sebos, gorduras, etc).
Sucata de metal ferroso
Torta de filtro
Indústria têxtil
Resíduo de ambulatório
Resíduo de borracha
Resíduo de madeira
Resíduo de material têxtil
Resíduo de papel e papelão
Resíduo de restaurante
Resíduo de varrição não perigoso
Resíduo orgânicos de processos
Resíduo plástico (filmes e pequenas embalagens)
Resíduo têxtil de manutenção contaminados (buchas, panos)
Sucata de metal ferroso
Sucata de metal não ferroso
Torta de filtro
TOTAL
TOTAL
QUANTIDADE
(t/ano)
4,24
292,80
18,00
494,00
0,12
720,00
1.612,78
166,52
10,00
458,90
77,97
10,87
12,00
765,20
33,60
0,04
10.006,00
605,03
1.393,00
192,00
1.320,36
18.374,94
568.021,08
21.714,70
5,04
722,31
1,00
1.171,00
377.125,00
589,00
267.818,40
1.237.167,53
4,33
27,84
12,00
924,00
413,00
253,24
59,25
1.272,08
78,20
2,52
215,26
10,58
62,88
3.355,18
%
0,023
1,593
0,098
2,688
0,001
3,918
8,777
0,906
0,054
2,497
0,424
0,059
0,065
4,164
0,183
0,000
54,455
3,293
7,581
1,045
7,186
100,000
45,913
1,755
0,000
0,058
0,000
0,095
30,483
0,048
21,648
100,000
0,130
0,835
0,360
27,705
12,383
7.593
1,777
38,141
2,345
0,076
6,454
0,317
1,885
100,000
Fonte: CPRH (2003)
De acordo com SEMA-PR (2003), para o total das 570 indústrias inventariadas no Estado
do Paraná, o total de resíduo sólido gerado no período de referência do inventário (ciclo de 12
meses) foi de 15.740.936,14 toneladas.
A distribuição entre resíduos sólidos perigoso e não perigoso está apresentada na FIG. 2.4.
30
Perigoso
4%
Não Perigoso
96%
FIGURA 2.4 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial, por classe, no Estado do Paraná
Fonte: SEMA-PR (2003)
Segundo o mesmo autor, destacam-se, em volume de resíduo, as seguintes atividades:
•
fabricação de produtos alimentícios e bebidas – 36,2%;
•
fabricação de coque, refino de petróleo, elaboração de combustíveis;
•
nucleares e produção de álcool – 17,4%;
•
extração de minerais não metálicos – 15, 8%; e,
•
fabricação de produtos de madeira – 6,8%.
Quanto aos resíduos apontados no inventário, foram utilizados 103 resíduos da listagem
base da resolução n.º 313/2002, (MMA, 2003b) o que equivale a 50% da listagem.
Dos resíduos incluídos com classificação I (i), que corresponde ao resíduo perigoso de
fontes não específicas, todos os 23 foram utilizados. O percentual dos resíduos gerados tidos
como recicláveis como: papel, papelão, plásticos e sucatas de metais giram em torno de 15% do
total da listagem base, correspondendo a cerca de 6% do total inventariado no período de
referência (SEMA-PR, 2003).
Para o Estado de São Paulo, os dados divulgados são do inventário de resíduo de
1995/1996, organizados, segundo a quantidade por classe e por região, apresentados na TAB. 2.6.
31
TABELA 2.6 Inventário de resíduo sólido industrial gerado, por regional, do Estado de São Paulo
(t/ano)
Regional do Estado de São Paulo
Bacia Alto Paranapanema
Bacia Paraíba do Sul – Litoral Norte
Bacia da Baixada Santista
Bacia do Alto Tietê
Bacia do Baixo Tietê
Bacia do Rio Grande
Bacia do Rio Paraná
Bacia do Rio Piracicaba
Total
Geração
Classe 1
4.714.641,8
554.106,7
10.202.537,3
1.863.999,4
561.570,2
6.775.172,4
169.188,6
1.778.462,1
26. 619.678,5
47.420,2
99.063,7
50.948,0
176.670,7
25.401,8
46.189,3
33.931,4
55.990,0
535.615,1
Classe 2
4.205.907,5
355.537,7
9.731.748,7
1.668.597,4
536.148,4
6.690.417,7
134.744,2
1.715.066,1
25.038.167,7
Classe3
461.314,1
99.505,3
419.840,6
18.731,3
20,0
38.565,4
513,0
7.406
1.045.895,7
Fonte: Ventura e Brandão (2002)
2.5 Uso da energia na indústria e as perdas associadas ao descarte de resíduo
A indústria é responsável por uma substancial parcela do consumo global de energia. Nos
Estados Unidos, por exemplo, o consumo industrial é da ordem de 30% do consumo total do país
(Peneda e Frazão, Graedel e Allenby apud MARINHO, 2001). No caso do Brasil, de acordo com
MME (2004), o consumo industrial de energia, em 2002, esteve em torno de 37% do consumo
total no país.
A busca do uso eficiente de energia ou conservação de energia tornou-se significativa nas
duas últimas décadas, quando ocorreram alterações relevantes nos critérios de planejamento do
setor energético. A ênfase dada à expansão de oferta de energia é substituída pela busca do uso
mais eficiente, refletindo, em termos gerais, a escassez de recursos financeiros e a inclusão
crescente das externalidades ambientais no processo de planejamento (TOLMASQUIM et al,
1998).
De acordo com Tolmasquim et al (1998), eficiência energética equivale a gastar menos
energia para se obter um mesmo resultado final ou gastar a mesma energia para obter maior
rendimento e um melhor resultado final, gerando alguns benefícios tais como: redução do peso da
energia sobre os custos totais de produção, mitigação dos impactos ambientais decorrentes do
processo produtivo, redução ou adiamento de investimentos para a expansão da oferta de energia,
entre outros.
32
A redução do consumo de energia na indústria pode apresentar resultados significativos,
através do desenvolvimento de sistemas de conservação e aproveitamento energético, como os
sistemas integrados de calor e potência, utilização de equipamentos mais eficientes, inclusive
lâmpadas e aparelhos de ar condicionado, aquecimento ou ventilação, geração de energia a partir
de resíduo, quando possível, e melhor manutenção do sistema, orientada para a eficiência
energética (Peneda e Frazão, Graedel e Allenby apud MARINHO, 2001).
A adoção de técnicas de manejo de resíduo sólido industrial que privilegiem a
minimização, com o reuso e/ou reciclagem interna ou externa do resíduo, apresenta benefícios
energéticos e ambientais. Do ponto de vista energético, observa-se redução no consumo. Quanto
aos ambientais, observa-se a diminuição da carga poluidora lançada no ambiente, aumento da
vida útil das unidades de tratamento e destinação final e a redução dos impactos ambientais
decorrentes da produção e uso de energia.
A possibilidade de reinserção de resíduo sólido industrial no processo produtivo, através do
reuso/reciclagem, interna ou externa, constitui-se numa forma indireta de aproveitamento
energético, evitando o consumo de energia. Desta forma, viabiliza-se produção com menor
quantidade de energia, em comparação à normalmente consumida.
A produção de energia, a partir de resíduo, constitui-se uma forma direta de aproveitamento
energético (Oliveira, 2000).
De acordo com Magagni apud Santos (1995), em qualquer processo de reciclagem é
fundamental que o balanço energético seja positivo, portanto, a energia consumida pela
reciclagem deverá ser inferior à quantidade de energia reciclada.
São apresentados na TAB.2.7 os fatores de conversão energética estimados para alguns
materiais. Apresenta-se para a conversão térmica (incineração) o poder calorífico dos materiais.
No caso da conversão biológica, obteve-se a produção de energia a partir do biogás proveniente
da digestão anaeróbia de esgoto e resíduo sólido doméstico, multiplicando o rendimento para o
biogás de esgoto, 70 m3/t, e de resíduo sólido doméstico, 110 m3/t, pelo poder calorífico superior
33
médio do biogás, em torno de 24.000 kJ/m3 (MME, 1982). Para a reciclagem, calculou-se a
energia elétrica evitada, subtraindo-se os valores de energia elétrica necessária no processamento
primário dos valores de energia elétrica consumida na reciclagem, obtendo-se o balanço da
energia evitada (STREB, 2001; PIUNTI, 2001; SANTOS, 1995).
TABELA 2.7 Fatores de conversão energética para resíduo
Material
Papel
Vidro
Plástico
Alumínio
Metal ferroso
Esgoto
Resíduo Sólido
Doméstico
Madeira
Trapos de pano
Filme polietileno
Aparas de espuma
Tecido nylon
Processo de conversão
energética
Reciclagem
Incineração
Reciclagem
Reciclagem
Reciclagem
Reciclagem
Aterro energético
Aterro energético
Incineração
Incineração
Incineração
Incineração
Incineração
Incineração
Fator de conversão energética
(MWh/ton)
(GJ/ton)
*3,5 0a, b
*12,60 a, b
*4,89 d
*17,60 d
*0,6 0a, b
*2,16 a, b
*5,30a, b
*19,08 a, b
a
*14,25
*51,30 a
c
*6,05
*21,78 c
0,47e
1,69 e
e
0,73
2,63 e
d
5,48
19,73 d
5,56d
20,02 d
d
4,94
17,78 d
d
12,38
44,57 d
7,94d
28,58 d
d
8,53
30,71 d
Fontes: (a) STREB (2001); (b)PIUNTI (2001); (c)SANTOS (1995); (d)PERRY e CHILTON ( 1980 ); (e) MME (1982)
Obs: O símbolo * indica a recuperação de energia elétrica, nos demais casos a recuperação refere-se a energia térmica.
2.6 Mecanismos de recuperação energética de resíduo
De acordo com Teixeira (2000), a recuperação energética a partir de resíduo sólido pode
ser obtida, principalmente, através de: incineração, pirólise, aterro sanitário, digestores
anaeróbios, reciclagem, compostagem e vermicompostagem.
Oliveira (2000) comenta algumas das principais rotas para aproveitamento energético
direto de resíduos e cita a queima de biogás gerado em aterros sanitários, a incineração e a
gaseificação.
Incineração
Segundo TEIXEIRA (2000), a incineração é um dos processos térmicos existentes para
tratamento de resíduo. É a queima de material em alta temperatura (geralmente acima de 900ºC,
recomendável a 1200ºC). É um processo de redução de peso e volume do resíduo, através de
34
combustão controlada. Um sistema de incineração deve conter, sempre, um sistema de
recuperação de energia, como por exemplo, paredes d’água. A recuperação energética em um
sistema de incineração ocorre através da geração de energia elétrica, vapor ou água quente.
Aterro Sanitário
De acordo com Teixeira (2000), aterro sanitário é uma forma de disposição do resíduo
sólido urbano mas é, também, uma forma de tratamento da matéria orgânica presente no resíduo
sólido, uma vez que as degrada completamente. A recuperação energética é conseguida quando,
após a drenagem dos gases, houver o seu aproveitamento.
Segundo Gandolla, Fischer e Acaia (1997), as emissões gasosas de um aterro de resíduo
sólido urbano são constituídas pelo biogás, que é composto, principalmente, por metano e gás
carbônico, como também, em concentrações traço, por compostos responsáveis pelo mau odor,
tradicionalmente, associado à presença de um aterro operado inadequadamente.
Ainda segundo os mesmos autores, o problema ambiental, a nível global, das emissões do
biogás está se tornando cada vez mais preocupante. As medidas mais recentes mostram que a
concentração de metano na atmosfera cresceu fortemente nos últimos anos e a isso se atribui uma
participação importante no efeito estufa e nas mudanças climáticas relacionadas. O efeito estufa
do metano é 25 a 30 vezes mais elevado que o do gás carbônico (2 a 5 vezes, se levar em conta o
tempo de permanência mais longo do CO2).
Segundo Christensen e Kjeldsen (1995), os aterros contribuem significativamente nas
emissões globais de metano provenientes das atividades humanas. Das emissões antrópicas,
estima-se que o metano contribua com 18% do total. As emissões globais de metano, a partir de
aterros, são estimadas em 22 a 46 Tg/ano, o equivalente a 6 a 13% das emissões globais de
metano. A estimativa é baseada em dados de aterros com coleta de gás. Em aterros onde não há
coleta de gás, este migra através da cobertura e das camadas de solo adjacentes ao aterro.
De acordo com Gandolla, Fischer e Acaia (1997), as medidas de minimização dos efeitos
negativos da presença do biogás tendem, simplesmente, a acelerar o processo de sua produção no
35
aterro e a captar e tratar o biogás de modo eficaz. Limitar seu impacto só poderá ser realizado
através da captação, drenagem e combustão eficazes do gás.
Segundo TEIXEIRA (2000), são várias as possibilidades de aproveitamento do biogás tais
como: gás encanado para fogão; mover gerador para produzir eletricidade; combustível veicular,
após a purificação do metano; entre outros usos menos comuns.
2.7 Conclusões
O estilo de desenvolvimento da sociedade moderna, baseado na industrialização, resultou
no uso intensivo de energia, exaustão de recursos naturais, produção de resíduo e degradação
ambiental.
As metrópoles atuais abrigam grandes densidades populacionais e de atividades urbanoindustriais, destacando-se como consumidoras de energia e geradoras de resíduo.
Quanto ao resíduo sólido industrial, no Brasil, observa-se que há poucos estudos
sistemáticos sobre o tema e que a quantidade e qualidade do resíduo gerado assume importância
considerável no processo de degradação do ambiente. A RMC, situada no Estado de São Paulo,
destaca-se entre os principais geradores de resíduo do país.
A busca de maior sustentabilidade ambiental implica em transformações de caráter
científico, tecnológico, cultural e de valores.
A questão do resíduo sólido, neste contexto, é entendida como resultante de um sistema
produtivo, onde atua a lógica do aumento da produção e do consumo. Alternativa tecnológica,
como o aproveitamento energético direto (produção de energia) e indireto (conservação de
energia) de resíduo sólido, apresenta vantagens energéticas e ambientais, reduzindo o consumo
de recursos energéticos não renováveis e de recursos naturais e, constitue-se numa contribuição
para a busca de maior sustentabilidade ambiental na sociedade.
36
Capítulo 3
Metodologia
Na metodologia empregada neste trabalho, partiu-se de uma revisão bibliográfica acerca de
aspectos ambientais e energéticos que envolvem o descarte do resíduo sólido industrial,
principalmente nas grandes metrópoles, onde, em geral, acumulam-se indústrias e problemas
ambientais graves. A partir destas constatações, do referencial teórico relativo à gestão e
aproveitamento energético do resíduo e do marco legal, representado pela Resolução nº 313 de
29/10/2002 (MMA, 2003b), que estabelece regras para a elaboração do Inventário Nacional de
Resíduos Sólidos Industriais, desenvolveu-se uma proposta de metodologia para avaliação do
potencial energético associado ao resíduo sólido industrial. Para verificação desta metodologia,
escolheu-se o parque industrial da Região Metropolitana de Campinas. Foram discutidas as
dificuldades encontradas na aplicação da metodologia e definidas estratégias para superá-las. A
partir dos resultados obtidos, na região, discutiu-se medidas que possibilitem um menor descarte
da energia associada ao resíduo e, finalmente, recomendou-se estudos posteriores para
detalhamento e ampliação da pesquisa, bem como, aprimoramentos na metodologia proposta.
3.1 Proposição de metodologia para avaliação do potencial energético associado ao resíduo
sólido industrial
A metodologia proposta neste estudo consistiu na definição de um roteiro para as atividades
necessárias à estimativa do potencial energético associado ao resíduo sólido industrial. A
37
metodologia foi concebida de modo a permitir sua aplicação a uma unidade ou a um grupo de
indústrias, localizadas numa determinada área (cidade, estado, região, etc.).
A partir da revisão bibliográfica sobre energia associada ao resíduo e aos mecanismos de
aproveitamento energético, identificou-se as possíveis rotas para aproveitamento energético
direto e indireto de resíduo sólido industrial, sistematizadas na FIG. 3.1.
PROCESSO PRODUTIVO
ENERGIA
TÉRMICA E
ELÉTRICA
EVITADA
REDUÇÃO NA
FONTE (P2)
RESÍDUO
APROVEITAMENTO
INDIRETO
APROVEITAMENTO DIRETO
PROCESSOS
TERMICOS
COMPOSTAGEM
ANAERÓBIA
ATERRO
SANITÁRIO
DIGESTOR
ANAERÓBIO
ENERGIA
PRODUZIDA
CALOR
RECICLAGEM
REÚSO
ENERGIA
TÉRMICA E
ELÉTRICA
EVITADA
ENERGIA ELÉTRICA
FIGURA 3.1 Rotas energéticas para resíduo sólido industrial
Considerou-se, ainda, aspectos relacionados à gestão e gerenciamento de resíduo, tais
como: caracterização da produção (quantidade e qualidade), classificação para fins de
aproveitamento energético, estratégias e hierarquia para gestão e gerenciamento de resíduo.
38
Verificando-se as principais rotas de aproveitamento energético e os aspectos relacionados
à gestão e gerenciamento de resíduo, definiu-se uma seqüência de procedimentos para a
determinação do potencial energético teórico associado ao resíduo sólido industrial. Como
mostrado na FIG. 3.1, levou-se em conta as possibilidades de aproveitamento indireto, através da
não geração, redução, reúso, reciclagem interna e reciclagem externa de resíduo, como também,
as possibilidades de aproveitamento direto, através da utilização do poder calorífico (processos
térmicos) ou através da utilização do poder calorífico do biogás, resultante dos processos de
digestão anaeróbia (processos biológicos ).
Ao observar outros condicionantes, como aspectos econômicos, ambientais, culturais,
legais, entre outros, definiu-se, ainda, as atividades para avaliação do potencial efetivo de
aproveitamento energético do resíduo sólido industrial.
O esquema geral da metodologia proposta para uma dada área (cidade, região, estado, etc.)
está apresentado na FIG. 3.2.
Atividade
1
Definir, espacialmente, a área selecionada e,
temporalmente, o período a ser considerado
2
Levantar dados referentes às características
físico-ambientais e sócio-econômicas da área
3
Levantar dados sobre o segmento industrial
na área: localização, porte, ramo de atividade
4
Fazer inventário de resíduo sólido industrial,
na amostra selecionada, a partir de dados
primários e/ou secundários
4
39
Atividade
4
Classificar o resíduo sólido industrial, segundo
o potencial de aproveitamento energético
5
Quantificar o resíduo sólido já
aproveitado e o passível de
aproveitamento energético,
considerando a destinação atual
6
Estudar o potencial energético dos
resíduos e identificar ou definir o
tipo de aproveitamento existente ou
a ser aplicado
7
8
Determinar a quantidade
de energia associada ao
resíduo destinado ao
tratamento térmico
9
10
Determinar a quantidade
de energia associada ao
resíduo destinado à
reciclagem
Determinar a quantidade
de energia associada ao
resíduo destinado à
bioestabilização
Avaliar a quantidade total de energia
associada ao resíduo sólido industrial da
região considerada
(energia aproveitada e potencial teórico)
Avaliar a aplicabilidade dos mecanismos
de aproveitamento energético,
considerando aspectos econômicos,
legais e sócio-ambientais
(potencial efetivo)
FIGURA 3.2 – Fluxograma proposto para a metodologia para avaliação do potencial energético
associado ao resíduo sólido industrial
As atividades propostas (de 1 a 10, na FIG. 3.2) estão descritas nos itens 3.1.1 a 3.1.10.
40
3.1.1 Definição da área e período de tempo a ser considerado para estudo
Esta atividade consiste na definição da área a ser estudada, que poderá ser uma indústria ou
um grupo de indústrias de uma cidade, estado ou região. Deve-se apresentar as características
espaciais da área como coordenadas geográficas, perímetro, área, distâncias de centros urbanos,
etc.
Os dados para caracterização da área são obtidos através de levantamento bibliográfico,
realizado em instituições de governo (IBGE, Município, Secretarias de Estado e outras) ou, ainda,
em universidades.
Deve-se, ainda, definir o período de tempo necessário para a realização da pesquisa. A
definição do tempo levará em consideração critérios relacionados à dinâmica de produção do
resíduo, de tal modo, a permitir o conhecimento das variações qualitativas e quantitativas da sua
produção. Em geral, os inventários de resíduo sólido industrial abrangem o período de um ano.
3.1.2 Caracterização físico-ambiental e sócio-econômica da área em estudo
A caracterização físico-ambiental compreende a descrição de aspectos do ambiente natural
e antrópico (modificado pelo homem), tais como: clima, vegetação, geomorfologia, rede hídrica,
uso e ocupação do solo, poluição, saneamento, áreas verdes e protegidas e infra-estrutura de
energia. Já a caracterização sócio-econômica compreende aspectos tais como: demografia,
atividade econômica, documentos legais, saúde e educação.
Estas informações são necessárias à compreensão das condições ambientais e sócioeconômicas da área em estudo e serão utilizadas, principalmente, nas atividades de avaliação do
potencial efetivo de energia associada ao resíduo, quando serão consideradas as diversas
condicionantes que interferem na tomada de decisão, quanto ao tipo de aproveitamento
energético aplicável à realidade estudada.
41
Nesta etapa, apresenta-se mapa de localização da área de estudo, divisão políticoadministrativa, hidrografia, estrutura viária, entre outros temas.
Para obtenção das informações, procede-se à coleta de dados secundários em bibliotecas e
sites de instituições governamentais e, ainda, pode-se complementá-los ou atualizá-los com
levantamentos de campo, entrevistas ou aplicações de questionários a órgãos públicos.
3.1.3 Caracterização do setor industrial
O objetivo é obter o perfil do setor industrial na região estudada, possibilitando uma melhor
compreensão do significado do universo das indústrias selecionadas para o inventário. Esta
atividade compreende a identificação e classificação das indústrias da área de estudo, de acordo
com o porte, localização e ramo de atividade.
São indicadores: distribuição dos setores industriais na região, distribuição dos
estabelecimentos industriais, segundo o porte, número de indústrias, e a distribuição dos ramos
industriais por município.
Pode-se, ainda, pesquisar, para um mesmo ramo, o número de indústrias por porte,
facilitando futuras pesquisas que busquem associar tipo de resíduo produzido por ramo e porte do
estabelecimento industrial.
As informações necessárias a esta etapa do trabalho podem ser obtidas em cadastros
industriais de instituições governamentais ou instituições privadas, ligadas ao setor industrial.
Tais cadastros, normalmente, possuem informações referentes à localização, porte e ramo de
atividade. Para complementação, ou atualização, dos dados, deve-se recorrer a levantamentos de
campo ou aplicação de questionários às indústrias.
Ao estudar as indústrias, por porte, pode-se adotar a classificação da instituição responsável
pelo cadastro industrial na região. Em geral, o porte é definido de acordo com o número de
funcionários do estabelecimento industrial.
42
Quanto aos ramos industriais, deve-se observar a classificação do CNAE – Classificação
Nacional de Atividades Econômicas - que corresponde à classificação oficialmente adotada pelo
IBGE, órgão responsável pela gestão e manutenção da CNAE (IBGE, 2003). Nesta classificação
são contempladas 564 classes de atividades econômicas, compreendidas em 17 ramos de
atividade. Entre estes ramos, incluem-se duas seções: de indústrias extrativas e de indústrias de
transformação.
Deve-se indicar, em mapa, a localização aproximada das áreas industriais na região
estudada. A base cartográfica pode ser obtida em instituições, governamentais ou não, que atuem
na área de estudo.
3.1.4 Inventário de resíduo - caracterização da gestão e gerenciamento de resíduo sólido
industrial
Esta atividade compreende a seleção da amostra de indústrias a serem inventariadas e a
pesquisa quanto à gestão e gerenciamento do resíduo sólido industrial, desde a produção até a
destinação final. Pode ser pesquisado um grupo representativo ou o total de indústrias existentes
na área de estudo, a depender da quantidade total de estabelecimentos, das condições financeiras
e prazo para realização da pesquisa.
A definição do número e tipo de indústrias a serem estudadas deve seguir critérios
estatísticos. É importante o conhecimento prévio do setor industrial da região para definição de
uma amostra estatisticamente significativa.
O inventário compreende a caracterização da gestão e gerenciamento do resíduo. Nesta
atividade, deve-se buscar informações relativas ao processo industrial, identificando matériasprimas, insumos, os pontos de geração de resíduo, a quantidade e a qualidade do resíduo gerado e
as estratégias de gestão e técnicas de armazenamento, tratamento e destinação final utilizadas
pela empresa. Esta atividade é condicionante para as próximas etapas do estudo, quando será feita
a classificação do resíduo do ponto de vista energético e a verificação da compatibilidade da
destinação atual com a extração/recuperação energética.
43
Para realização do inventário nos estabelecimentos industriais, pode-se utilizar os
procedimentos adotados pela Resolução 313:02 (MMA, 2003b) que dispõe sobre o Inventário
Nacional de Resíduos Sólidos Industriais.
Esta resolução estabelece a obtenção dos seguintes dados (MMA, 2003b):
•
informações gerais da indústria: razão social, endereço, número de funcionários, etc;
•
informações sobre o processo industrial: fluxograma do processo, matérias-primas e
insumos, produção anual, pontos de geração de resíduo;
•
informações sobre o resíduo sólido: identificação do resíduo (através de listagens
adotadas na Norma), quantidade de resíduo produzida, tipo de armazenamento e
destino, dentro e fora da unidade industrial; e,
•
informações sobre passivos ambientais: resíduo gerado em anos anteriores e que se
encontram armazenados dentro ou fora da unidade industrial.
De acordo com MMA, (2003b), deve-se utilizar a norma NBR-10.004:87 (ABNT, 1987),
onde os resíduos sólidos são classificados quanto à periculosidade: perigoso, inerte e não-inerte.
Esta norma apresenta listagens com códigos para auxiliar na identificação dos resíduos
considerados perigosos e a Resolução 313:02 (MMA, 2003b) acrescentou uma nova listagem,
contendo código e descrição para resíduos sólidos inerte e não-inerte, comumente encontrado nas
atividades industriais.
Quanto à descrição das técnicas de destino, a Resolução nº 313:02 (MMA, 2003b),
também, apresenta relação de códigos e descrição das possíveis formas de armazenamento e
destinação de resíduo. A utilização destes códigos facilita a tabulação dos dados referentes ao
gerenciamento atual e ao passivo ambiental. Caso seja identificada alguma irregularidade, do
transporte do resíduo até o tratamento/destinação final, deve-se fazer esta observação em tabela
destinada à sistematização dos dados do inventário.
Apresenta-se, ao final deste capítulo, sugestões para a organização das informações do
inventário de resíduo industrial.
44
Na Resolução nº 313:02 (MMA, 2003b) não é previsto a identificação de algumas
estratégias de gestão, que evitam a produção de resíduo, como prevenção à poluição (P2),
produção mais limpa, projeto para o ambiente (eco-design), entre outras. No caso do presente
estudo, conhecer o resíduo que deixa de ser gerado, através de alguma estratégia de gestão, é
interessante para avaliar o benefício energético deste tipo de redução na fonte. Quando um
determinado resíduo não é gerado, significa que matéria prima e insumos foram aproveitados
naquele processo, de modo a não gerar o resíduo em questão e a energia que seria gasta no
tratamento e destinação final desse resíduo é evitada. Cabe, então, quantificar esta energia, nos
casos em que se identifique possível a redução de resíduo na fonte.
A realização do inventário utilizando a Resolução nº 313:02 (MMA, 2003b) permite, na
maioria das vezes, conhecer as características básicas de geração de resíduo: quantidade, estado
físico, composição química estimada, natureza orgânica ou inorgânica do resíduo e sua
periculosidade ou não. Nesta fase do trabalho, pode-se fazer uma primeira estimativa da
composição do resíduo, considerando as matérias-primas e insumos existentes na operação, bem
como as características intrínsecas do processo.
Há situações em que a codificação utilizada na Resolução não é suficiente para identificar o
resíduo e, conseqüentemente, suas características energéticas. Tem-se, por exemplo, o resíduo
A005 – sucata de metais não-ferrosos. Esta descrição é muito genérica, pois o resíduo pode
conter sucata de alumínio ou de cobre que diferem muito quanto ao valor energético associado.
Ressalta-se que, em certos casos, será necessária uma descrição mais detalhada do resíduo
inventariado, com a expansão dos códigos existentes, de acordo com as necessidades do estudo
energético.
No caso da permanência de dúvidas quanto à identificação do resíduo, pode ser
imprescindível a realização de análises e laboratoriais, buscando verificar informações, tais
como: composição química, densidade, umidade, pH, entre outras.
Não se recomenda, a priori, a execução de análises e laboratoriais na etapa de
caracterização e determinação de dados energéticos relativos ao resíduo. Estas devem ser
45
realizadas após os procedimentos indicados no item 3.1.6, quando será feita a verificação do
resíduo cuja destinação atual permita, de fato, a inserção de tratamento energético.
As informações do inventário podem ser obtidas através de ações em campo, sempre que
possível. Pode-se utilizar a aplicação de questionários junto às empresas ou, ainda, utilizar
inventários já existentes ou, em último caso, recorrer a levantamento bibliográfico para estimar
quantidade e qualidade do resíduo gerado em função do tipo de processo e porte do
estabelecimento industrial.
A TAB. 3.1 é um exemplo de como o inventário pode ser feito.
TABELA 3.1 Inventário de resíduo sólido industrial
Código
Descrição do
resíduo
Quantidade
( t/ano )
Composição
física
aproximada
Código do
armazenamento
Descrição do
armazenamento
Código da
destinação
Descrição da
destinação
Obs.
3.1.5 Classificação do resíduo sólido industrial de acordo com o potencial de
aproveitamento energético
Esta atividade consiste na identificação das características energéticas de cada resíduo e seu
agrupamento em categorias, de acordo, com o tipo de tratamento energético passível de ser
aplicado: biodegradação, reciclagem e/ou incineração. Pode-se, ainda, classificá-lo em não
aproveitável do ponto de vista energético.
Se for o caso, é possível classificar o resíduo em sub-categorias, segundo a disponibilidade
de informações energéticas. Tem-se, por exemplo, para a categoria reciclagem, algumas subcategorias, tais como: metal ferroso, metal não ferroso (alumínio, cobre, etc.), vidro, etc. Para a
incineração, pode-se fazer o agrupamento em três categorias: alto, médio ou baixo poder
calorífico. Para biodegradação, têm-se, também, quatro categorias: resíduo facilmente,
moderadamente ou dificilmente biodegradável e não biodegradável.
46
O ponto de partida para as atividades desta etapa da pesquisa é uma adequada identificação
do resíduo, com a definição da composição em peso (gravimétrica) dos seus constituintes,
facilitando o reconhecimento de suas características energéticas.
O reconhecimento das possíveis rotas energéticas para aproveitamento do resíduo pode ser
feito por meio de busca bibliográfica. Caso haja dúvidas, quanto às propriedades energéticas de
algum resíduo, estas podem ser esclarecidas com o uso do procedimento descrito no item 3.1.7,
quando se investiga as propriedades para resíduo disponível à recuperação e/ou extração
energética.
Apresenta-se, na TAB. 3.2, sugestão de planilha para organização dos dados relativos à
classificação energética do resíduo.
TABELA 3.2 Classificação energética de resíduo sólido industrial
Código
Descrição do
resíduo
Composição física aproximada
( %)
X1
X
X2
Classificação energética
Observações
Xn
3.1.6 Quantificação do resíduo passível de aproveitamento energético, considerando o atual
gerenciamento
Nesta etapa do trabalho, a destinação do resíduo deverá ser avaliada em relação à sua
compatibilidade com algum tipo de aproveitamento energético. Em muitos casos, a técnica de
destinação se constitui num mecanismo de recuperação ou extração energética e, em outros casos,
o tipo de destino dado ao resíduo inviabiliza seu aproveitamento energético, como é o caso do
resíduo destinado ao tratamento através de landfarming.
Deve-se cruzar as informações dos itens 3.1.4 (dados sobre gerenciamento) e 3.1.5
(propriedades energéticas), identificando as seguintes possibilidades para o resíduo passível de
aproveitamento energético: aquele que possui destino que inviabiliza o aproveitamento, aquele
47
que o tipo de destino permite a aplicação de técnicas de aproveitamento e aquele que já está
sendo aproveitado. Deste modo, é possível conhecer a quantidade de resíduo potencialmente
aproveitável e a que já está sendo aproveitada.
Deve-se considerar, nos cálculos, também, o resíduo que constitui passivo ambiental e
encontra-se armazenado.
3.1.7 Estudo do potencial de aproveitamento energético do resíduo e definição do
mecanismo de conversão energética
Uma vez identificado o resíduo disponível à utilização energética, deve-se realizar o estudo
das características e fatores de conversão energética que ampliarão as informações obtidas na
etapa do inventário, contribuindo para a definição do tipo de mecanismo de aproveitamento a ser
aplicado. Ainda serão discutidos, neste item, os critérios para seleção da alternativa de estudo
energético.
A caracterização compreende o estudo de parâmetros físicos e químicos do resíduo
relacionados ao seu tratamento e propriedades energéticas, tais como: composição gravimétrica,
densidade, umidade, estado físico, pH, composição elementar (C, H, O, N, P, Cl, S, metal pesado,
cinzas, etc.), poder calorífico, reciclabilidade, grau de biodegradabilidade, entre outros. Cabe,
ainda, a pesquisa quanto aos fatores de conversão energética resultantes da utilização de
processos biológicos, térmicos e de reciclagem.
Para efeito desta pesquisa, será utilizado o termo “fator de conversão” para a relação entre a
energia extraída, ou evitada, por unidade de massa, ou peso, de resíduo submetido a
aproveitamento energético.
A caracterização do resíduo requer a realização de análises em laboratório. A obtenção dos
fatores de conversão, também, deverá ser feita laboratorialmente e, caso não haja recursos
financeiros e/ou tempo disponíveis, poderão ser obtidos através de pesquisa bibliográfica. Dados
como, por exemplo, o Poder Calorífico de um determinado resíduo (ou uma associação de vários
48
resíduos) poderão ser obtidos de outros estudos que realizaram análises diretas, utilizando-se para
isso as semelhanças entre as características dos resíduos, das atividades industriais, matérias
primas empregadas e outros fatores pertinentes.
Há limitações quanto à disponibilidade de informações sobre os fatores de conversão de
boa parte do resíduo sólido industrial. Apresenta-se, na TAB. 3.3, a relação de fatores de
conversão energética encontrados na literatura específica.
TABELA 3.3 Fatores de conversão energética para resíduo
Material
Papel
Vidro
Plástico
Alumínio
Metais ferrosos
Esgoto
Resíduo Sólido
Doméstico
Madeira
Trapos de pano
Filme polietileno
Aparas de espuma
Tecido nylon
Processo de conversão
energética
Reciclagem
Incineração
Reciclagem
Reciclagem
Reciclagem
Reciclagem
Aterro energético
Aterro energético
Incineração
Incineração
Incineração
Incineração
Incineração
Incineração
Recuperação Energética
(MWh/ton)
(GJ/ton)
*3,5 0a, b
*12,60 a, b
*4,89 d
*17,60 d
*0,6 0a, b
*2,16 a, b
a, b
*5,30
*19,08 a, b
a, b
*14,25
*51,30 a, b
*6,05c
*21,78 c
e
0,47
1,69 e
0,73e
2,63 e
d
5,48
19,73 d
d
5,56
20,02 d
4,94d
17,78 d
d
12,38
44,57 d
d
7,94
28,58 d
8,53d
30,71 d
Fontes: (a) STREB (2001); (b)PIUNTI (2001); (c)SANTOS (1995); (d)PERRY & CHILTON ( 1980 ); (e) MME (1982)
Obs: O símbolo * é indica a recuperação de energia elétrica, nos demais casos a recuperação refere-se a energia térmica.
Quanto à reciclagem, observa-se a necessidade de pesquisar informações referentes à
energia evitada na reciclagem de diversos materiais como borracha, tecido, tintas, solventes,
óleos, alguns metais, etc. No ambiente industrial, a ACV constitui-se numa importante fonte de
informação ambiental e energética, não só quanto à extração e fabricação, mas também, quanto à
reciclagem e destinação de diversos materiais.
A análise de resíduo permite conhecer, além dos fatores de conversão energética, uma série
de características que, a depender de como se apresentam, podem facilitar ou inviabilizar o
estudo energético. Ao caracterizar um resíduo, verifica-se as possíveis rotas energéticas e testa-se
as possíveis barreiras, ou condicionantes, para a operação de um dado mecanismo de
aproveitamento energético, de modo a se evitar riscos técnicos e ambientais.
49
Por exemplo, para os processos biológicos, pode-se citar a presença de substâncias tóxicas
no resíduo, como fator que inviabiliza o processo. Para a incineração poder-se-ia citar o teor de
cloro, de metais pesados, entre outras, como limitantes no processo, devido às questões
ambientais. Para a reciclagem, o que inviabiliza a recuperação energética é a inexistência de
tecnologia de reciclagem comercialmente viável ou que apresente um saldo energético negativo.
No presente estudo, o cálculo da energia associada ao resíduo leva à necessidade de escolha
de um único tipo de mecanismo energético para cada resíduo, mesmo que este possua mais de
uma possibilidade de aproveitamento. Assim, deve-se partir para o estabelecimento de critérios
para seleção do tipo de mecanismo a ser aplicado. Faz-se exceção aos casos em que o resíduo já
esteja sendo aproveitado energeticamente. Nesta hipótese deve-se considerar o atual tratamento
energético e avaliar sua aplicabilidade no procedimento descrito no item 3.1.10.
Do ponto de vista estritamente energético, o roteiro de trabalho sugerido é pesquisar os
fatores de conversão energética referentes a um determinado resíduo em função das três
possibilidades de extração ou recuperação (combustão, digestão anaeróbia e reúso ou
reciclagem), adotando o tipo de conversão que se apresente mais vantajoso, ou seja, que resulte
numa maior quantidade de energia produzida ou evitada.
Quanto à gestão de resíduo, a prática universalmente adotada é priorizar a aplicação de
técnicas de minimização na seguinte ordem: redução na geração, reuso e reciclagem. Em seguida
vêm tratamento e destinação final. Esta hierarquia obedece ao critério de privilegiar as técnicas
de menor impacto ambiental possível.
Destaca-se que, para avaliação da viabilidade de aproveitamento energético de resíduo,
numa dada região, cabe a consideração de diversos aspectos, tais como: aspectos técnicos,
econômicos, ambientais, sociais, legais, etc.
Nesta etapa do estudo, o objetivo é subsidiar uma estimativa da energia passível de
recuperação a partir de resíduo (potencial teórico), ficando os estudos da viabilidade deste
50
aproveitamento para a etapa subseqüente que levará em conta os diversos aspectos, acima,
mencionados.
Para efeito desta estimativa, propõe-se, como critério, a adoção da hierarquia de gestão de
resíduo, de modo a priorizar a rota energética que coincida com um mecanismo de minimização
de resíduo. Assim, priorizar-se-á a adoção do reuso e reciclagem em lugar de aproveitamentos
térmicos.
3.1.8 Avaliação quantitativa da energia associada ao resíduo em função de sua destinação
A atividade desta etapa da pesquisa consiste na realização dos cálculos para estimativa da
energia associada ao resíduo.
Para resíduo passível de aproveitamento (cujo gerenciamento atual permita o
aproveitamento) deve-se considerar a quantidade produzida, avaliada na etapa do inventário (item
3.1.4), e aplicar os fatores de conversão energética relativos ao tipo de tratamento definido,
utilizando-se os critérios estabelecidos na atividade anterior (item 3.1.7).
Para resíduo que já possua algum tipo de aproveitamento energético deve-se proceder à
contabilização da energia, conforme descrito.
Deve-se determinar, separadamente, a energia aproveitada e a energia potencialmente
aproveitável. A energia aproveitada é aquela obtida de mecanismos já existentes, na região; a
energia potencial é aquela que poderá ser obtida através de mecanismos aplicáveis.
A organização dos dados e a implementação dos cálculos podem ser realizadas através de
planilha eletrônica. Está apresentada, na TAB. 3.4, sugestão de planilha para avaliação
quantitativa da energia associada ao resíduo sólido industrial.
51
TABELA 3.4 Avaliação quantitativa da energia associada ao resíduo sólido industrial
Descrição
Código
do resíduo
Composição
física
aproximada
X
Descrição
da
destinação
Quantidade
( t/ano )
Mecanismo de
conversão
energética
selecionado ou
existente
Fator de
conversão
X1
F1
X2
F2
Xn
Fn
Energia
aproveitada
Energia
aproveitável
3.1.9 Avaliação da quantidade total de energia associada a resíduo sólido industrial para a
região estudada
A quantidade total de energia, para a amostra de indústrias estudadas, será determinada
através da somatória dos valores parciais obtidos por tipo de mecanismo energético, tanto para
energia aproveitada, como para a energia potencial.
No caso da amostra coincidir com todo o universo a ser pesquisado, não será necessária a
projeção dos dados. Caso contrário, deve-se efetuar a ampliação dos dados para as demais
indústrias da região em estudo.
A ampliação, nesta etapa, é realizada para verificar o interesse em se detalhar a pesquisa,
através dos estudos de viabilidade do aproveitamento energético do resíduo.
A projeção da energia será obtida relacionando indústrias, geração e destinação de resíduo e
energia recuperada.
É possível estabelecer uma relação aproximada entre porte, tipo de processo industrial e
produção de resíduo, através das informações do inventário. Assim, pode-se projetar, para
indústrias de tipologia e porte semelhantes, a estimativa da geração de resíduo. Considerando-se
que ocorra uma destinação semelhante à da amostra inventariada, é possível projetar a quantidade
aproximada de energia, relacionando produção e destinação à energia associada ao resíduo.
Observa-se que adotar a mesma destinação para a projeção da energia significa aceitar a
52
tendência média de gerenciamento de resíduo praticado na região e considerar o mesmo potencial
relativo de resíduo disponível ao aproveitamento.
Ressalta-se que os valores obtidos na projeção representam uma aproximação da ordem de
grandeza dos valores de energia associada a resíduo, na área considerada.
3.1.10 Aplicabilidade dos mecanismos de aproveitamento energético (potencial efetivo)
Neste procedimento deve ser avaliada a aplicabilidade dos processos adotados para
estimativa do potencial energético do resíduo.
A viabilidade de aplicação dos diversos tipos de mecanismos deverá ser estudada sob os
aspectos técnico, econômico, ambiental, jurídico, sócio-cultural, etc.
A definição da melhor opção de aproveitamento energético deverá ser avaliada através dos
instrumentos usuais de planejamento de sistemas energéticos e de gestão de resíduo, tais como:
estudos de alternativas tecnológicas e locacionais, estudos de impacto ambiental (EIA/RIMA),
estudos de viabilidade econômica, além de outras atividades que garantam a ampla discussão
com os diversos atores envolvidos.
A realização destes estudos deve resultar em um plano que oriente o aproveitamento
energético a partir de resíduo sólido industrial, na área estudada, e pode se constituir em
instrumento de política pública. Tal plano apresenta um diagnóstico da situação do resíduo sólido
e da energia, na região, e indica as alternativas técnicas que apresentem maior eficiência com
menor custo sócio-ambiental possível.
53
PÁGINA EM BRANCO
54
Capítulo 4
Verificação da metodologia proposta – estudo de caso na RMC
Neste capítulo é feito a verificação da metodologia proposta para estimativa do potencial
energético associado ao resíduo sólido industrial apresentada no capítulo 3. Para testar a
metodologia foi considerado o parque industrial localizado na Região Metropolitana de Campinas
(RMC), Estado de São Paulo e observada a seqüência de procedimentos sugeridos, considerandose as limitações referentes à disponibilidade de dados, recursos financeiros, materiais, e de tempo
para aplicação da metodologia.
Devido a uma série de fatores operacionais e financeiros, não foi possível a realização de
pesquisa de campo, bem como análises e ensaios laboratoriais.
A caracterização da região, sob os aspectos locacional, sócio-econômico e físico-ambiental,
foi realizada através de pesquisa bibliográfica.
O setor industrial foi caracterizado utilizando-se dados secundários, obtidos em bibliotecas
e sites de instituições governamentais e privadas, bem como utilizou-se o manuseio de programa
de banco de dados FIESP – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP, 2002a).
Neste banco de dados são apresentados dados por município e região administrativa; portanto,
foram pesquisados os 19 municípios da RMC para se chegar ao conjunto da região.
As informações referentes à geração e manejo de resíduo sólido industrial, na RMC, foram
obtidas a partir de relatórios de inventário de resíduo sólido industrial fornecidos pelas Agências
55
Regionais Piracicaba I e Piracicaba II da CETESB – Companhia de Tecnologia de Saneamento
Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB, 2003c; CETESB, 2003d).
A organização dos dados em tabelas e gráficos, com o objetivo de apresentar a situação da
geração e destinação de resíduo sólido e os cálculos do potencial energético associado ao resíduo
sólido industrial, da região, foram realizados seguindo a seqüência de procedimentos definidos na
proposta metodológica apresentada no capítulo 3 e adaptados à realidade do presente estudo,
conforme apresentado na FIG. 4.1.
Atividade
1
Caracterizar espacialmente a RMC e definir o período
de tempo da pesquisa
2
Levantar dados referentes às características
físico-ambientais e sócio-econômicas da RMC
3
Levantar dados sobre o segmento industrial na RMC:
localização, porte, ramo de atividade
4
Pesquisar dados secundários sobre inventário de resíduo
sólido industrial na RMC: geração e destinação de
resíduo
5
6
Classificar energeticamente o resíduo
considerado para estudo quantitativo
Identificar todo o resíduo sólido
aproveitado ou passível de aproveitamento
energético, considerando a destinação atual
6
56
6
Atividade
Identificação do tipo de
aproveitamento energético existente
ou a ser aplicado ao resíduo
considerado para estudo quantitativo
Identificação do tipo de aproveitamento
energético existente ou a ser aplicado
aos resíduos destinados ao estudo
qualitativo
7a
Projeção qualitativa do
aproveitamento energético
identificado aos demais municípios
da amostra pesquisada
8a
Quantificação da energia aplicando
fatores de conversão de acordo
com o tipo de resíduo e mecanismo
de aproveitamento energético
considerado
Elaboração de quadro resumo
qualitativo do aproveitamento
energético para a amostra
pesquisada
9a
7b
8b
Totalização da quantidade de energia associada
ao resíduo sólido industrial da amostra
pesquisada
(Energia aproveitada e potencial teórico)
9b
FIGURA 4.1 – Fluxograma da aplicação da metodologia para avaliação do potencial energético
associado ao resíduo sólido industrial da RMC
Para efeito de verificação foram feitas as seguintes considerações na aplicação do roteiro
metodológico proposto:
•
verificou-se o tipo de energia aproveitada (análise qualitativa) para a totalidade do
resíduo presente na amostra, de modo a obter-se um panorama da situação do
tratamento energético de resíduo na RMC;
•
considerou-se, para avaliação quantitativa da energia, o resíduo sólido industrial não
perigoso, com fatores de conversão energética amplamente conhecidos. Para a
reciclagem, utilizou-se fatores de conversão para papel, plásticos, metais-ferrosos, etc.
No caso da conversão através do biogás, utilizou-se os fatores para resíduo sólido
doméstico e esgoto. No caso da incineração, utilizou-se os dados de poder calorífico da
madeira, papel, entre outros;
57
•
tratou-se, de forma especial, o resíduo não considerado na análise quantitativa, mas que
possui, em alguns municípios, aproveitamento energético em andamento. Projetou-se
qualitativamente as possibilidades de aproveitamento energético desse resíduo para os
demais municípios da RMC; e,
•
o procedimento, apresentado no item 3.1.10 não foi efetuado, pois seria necessária a
realização de estudos econômicos, ambientais, entre outros, que demandariam equipes
multidisciplinares, recursos financeiros e tempo incompatíveis com a natureza desta
pesquisa.
4.1 Caracterização da RMC
Apresenta-se, neste item, uma breve caracterização da RMC, correspondendo aos
procedimentos 1 e 2 do fluxograma da FIG. 4.1.
4.1.1 Definição espacial da área de estudo
A Região Metropolitana de Campinas está localizada na porção noroeste do Estado de São
Paulo, entre 22º 30’ e 23º 15’ de latitude sul e 46º 30’ e 47º 00’ de longitude oeste, com um
perímetro de, aproximadamente, 443 km e ocupa uma área de 3.673 km², o equivalente a 1,5% da
superfície estadual. Dos 19 municípios que compõem a RMC, Campinas possui a maior parcela
do território metropolitano, quase 900 km², ou cerca de 1/4 da área total. Nova Odessa e
Holambra, ambos com 62 km² de extensão, constituem os menores municípios em termos de área
(EMPLASA, 2002).
Apresenta-se nas figuras 4.2 e 4.3 os mapas de localização no Estado de São Paulo e da
divisão político- administrativa da RMC. Pode-se observar, no anexo B, o mapa da região
situando a RMC nas bacias dos rios Piracicaba/Capivari/Jundiaí.
58
FIGURA 4.2 Localização da RMC no Estado de São Paulo
Fonte: EMPLASA(2003a)
FIGURA 4.3 Divisão político-administrativa da RMC (idem)
Fonte: EMPLASA (2003a)
59
4.1.2 Características sócio-econômicas e institucionais
Fonseca, Davanzo e Negreiros (2002) situam a criação da RMC como um extraordinário
avanço institucional da política urbana e, também, um grande desafio ao planejamento e
implantação de políticas públicas.
A Região Metropolitana de Campinas, criada pela Lei Complementar n° 870, de
19/06/2000, é composta por 19 municípios: Americana, Artur Nogueira, Campinas, Cosmópolis,
Engenheiro Coelho, Holambra, Hortolândia, Indaiatuba, Itatiba, Jaguariúna, Monte Mor, Nova
Odessa, Paulínia, Pedreira, Santa Bárbara d'Oeste, Santo Antônio de Posse, Sumaré, Valinhos e
Vinhedo e possuia uma população de 2,3 milhões de habitantes em 2000.
Gonçalves e Semeghini (2002) consideram a formação da metrópole Campineira como uma
manifestação, a nível nacional, da organização espacial do capitalismo contemporâneo. Para os
autores, esta nova configuração do desenvolvimento urbano, expressa em Campinas, é dirigida
tanto por interesses do capital imobiliário quanto pela mudança tecnológica que transforma
mercados e formas de produção, originando profunda reestruturação nas relações entre campo e
cidade, entre cidades, entre estados e regiões no espaço nacional e entre as nações.
Pires e Santos (2002) consideram que o papel de metrópole de Campinas foi reforçado na
década de 90, quando esta reuniu as características populacionais, econômicas, espaciais e de
relações complexas entre os municípios que a compõem. Destacam, ainda, as dificuldades e
mazelas das grandes aglomerações humanas presentes em Campinas, como: o provimento de
infra-estrutura física e social a toda população, a expansão desordenada em detrimento da
qualidade ambiental e, especialmente, o comprometimento dos recursos hídricos e o crescimento
da violência urbana. Estes autores, citando Rochefort, ressaltam que uma metrópole se caracteriza
por concentrar a gestão do capital e por abrigar segmentos específicos do setor terciário voltados
para a alta gestão de empresas e serviços de atendimento ao capital.
Na visão de Fonseca, Davanzo e Negreiros (2002), o que caracteriza Campinas como
metrópole não é apenas sua dimensão populacional, econômica ou as características clássicas de
60
conurbação e dependência funcional, mas, sobretudo, a intensa articulação econômica, social e
cultural existente entre seus distintos sub-espaços. Para estes autores, a metrópole Campineira
estrutura-se como um ambiente urbano singular, marcado pelo dinamismo e modernidade da base
econômica, mas ao mesmo tempo, herdeiro das inúmeras carências sociais que caracterizam as
cidades brasileiras.
A Região Metropolitana de Campinas apresenta um dinamismo econômico destacado no
Estado e no País. Segundo Bueno, Machado e Silva Filho (2002), os seguintes fatores fizeram a
RMC adquirir importância nacional: as características históricas de desenvolvimento, a
intensificação de seu processo de crescimento econômico, a dinamização de setores de indústria
de ponta, o incremento da mão de obra qualificada, a ampliação do setor terciário e sua
localização estratégica na rede urbana estadual.
Segundo Fernandes, Brandão e Cano (2002), a RMC é bastante articulada com a maior
metrópole nacional, a Região Metropolitana de São Paulo, RMSP, e exerce intensa centralidade e
influência sobre outros importantes centros regionais, não só de São Paulo, como de outros
estados limítrofes. Consideram, ainda, que a densidade das conexões e as interdependências das
atividades setoriais da economia metropolitana são a marca característica da sua estrutura
produtiva, comprovando seu nível de modernização e complexidade.
Por outro lado, apesar da riqueza econômica, a região apresenta graves questões sociais e
ambientais. Segundo Gonçalves e Semeghini (2002), há três ordens de problemas que ameaçam a
qualidade de vida da população: o desemprego, a deterioração ambiental e o estrangulamento na
provisão de infra-estrutura, especialmente, em habitação e transporte.
Fernandes, Brandão e Cano (2002) observam que a RMC não difere das demais regiões
metropolitanas brasileiras, no que se refere às desigualdades na repartição da renda, uma vez que
o padrão de produção de riqueza não foi acompanhado pela distribuição na sociedade, necessária
para assegurar maior consistência ao modelo de desenvolvimento ocorrido na região.
61
Sevá Filho et all (1997), analisando o processo de agravamento dos riscos técnicos,
coletivos e ambientais na região de Campinas, fazem a seguinte observação:
“O que estamos vivendo na região de Campinas, SP, são os
efeitos intrínsecos desta reprodução econômica e social:
-
que prima pelo rápido adensamento de pessoas, indústrias e
infra-estruturas em alguns trechos da região ,
-
e que se concretiza pela intensa mobilidade geográfica das
pessoas, das mercadorias e dos resíduos entre municípios da
mesma região, de regiões vizinhas em SP e no Sul de Minas, e de
outras regiões do país.”
Observa-se que a RMC reflete, em nível regional, a realidade global analisada por Altvater
(1995), Barbosa (1999), Guimarães (1999), entre outros, que destacam o estilo de
desenvolvimento do século XX, caracterizado pelas atividades do capitalismo industrial e pela
intensificação dos riscos representados pelo crescimento da pobreza, violência, degradação
ambiental, escassez de recursos naturais, etc.
Cano e Brandão (2002) afirmam que a escala e complexidade dos problemas metropolitanos
conduzem à necessidade de uma abordagem integrada e compartilhada (co-responsabilidade),
uma vez que não estão circunscritos num único município ou passíveis de inserções pontuais ou
descontínuas.
Ventura e Brandão (2002) destacam que a dinâmica espacial e de crescimento da região
engendra situações de complexo tratamento e que, apesar dos 19 municípios integrantes da RMC
se inter-relacionarem política, econômica, social e ambientalmente, as estratégias estabelecidas
em conjunto são mínimas. Os autores propõem uma estratégia de ação integrada com o
estabelecimento de parcerias, contratos, convênios ou consórcios intermunicipais, para um
melhor enfrentamento das dificuldades de reordenamento e desenvolvimento urbano-regional.
62
4.1.2.1 Institucionalização da RMC
Segundo Davanzo e Negreiros (2002), a institucionalidade da Região Metropolitana de
Campinas é regulada pela Lei Complementar nº 870, de 19 de junho de 2000, que define as
normas relativas à sua criação e organização. De acordo com essa lei, a RMC é integrada por um
conjunto de 19 municípios, sua criação está inserida no âmbito da política de planejamento e
organização espacial do Estado de São Paulo e tem o objetivo de integrar a organização, o
planejamento e a execução das chamadas funções públicas de interesse comum.
Segundo os mesmos autores, a estrutura de gestão da RMC é integrada por um Conselho de
Desenvolvimento Metropolitano, órgão central de gestão; um Conselho Consultivo, onde está
prevista a participação da sociedade civil; Câmaras Temáticas e Câmaras Temáticas Especiais,
voltadas ao acompanhamento do exercício das funções públicas de interesse comum e projetos
específicos, respectivamente.
Está prevista, ainda, pela LC 870/2000, a criação de uma Autarquia com atribuições para a
elaboração de planos, programas e projetos, bem como a consolidação e divulgação de
informações estatísticas relacionadas ao planejamento metropolitano. Além da autarquia, está
prevista a criação do Fundo de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Campinas, que
deverá integrar o orçamento anual do Estado (Davanzo e Negreiros, 2002).
Do ponto de vista político-administrativo, destaca-se, na região, o processo de
desmembramento ocorrido na década de 90, com a emancipação de três municípios, Engenheiro
Coelho, Hortolândia e Holambra. O município mais antigo é Campinas, com, aproximadamente,
200 anos de emancipação (EMPLASA, 2002).
4.1.2.2 Demografia
Fernandes, Brandão e Cano (2002), analisando a importância da participação relativa da
RMC e de Campinas na população brasileira e estadual, destacam que a RMC concentra 6,3% da
população estadual e 1,4% da brasileira, enquanto Campinas concentra 2,6% da população do
63
Estado e 0,6% da população brasileira. Campinas está entre os 20 maiores municípios do país.
Estes autores observam, ainda, que, no período 1970-2000, a população da área atual da Região
Metropolitana de Campinas passou de 680.826 para 2.333.230 hab. As taxas anuais de
crescimento da RMC, neste período, mantiveram-se sempre maiores que as da RMSP, refletindo
o acelerado crescimento econômico e urbanização ocorridos no período. Na TAB. 4.1 são
apresentados os dados populacionais para os municípios da RMC.
TABELA 4.1 - População e taxa anual de crescimento da RMC por município
Município
Campinas
Sumaré
Americana
Sta. Bárbara d´Oeste
Hortolândia
Indaiatuba
Valinhos
Itatiba
Paulínia
Vinhedo
Cosmópolis
Nova Odessa
Monte-Mor
Pedreira
Artur de Nogueira
Jaguariúna
Sto. Antonio de Posse
Engenheiro Coelho
Holambra
Total da RMC
Total do Estado
População total
– 2000
968.172
196.055
182.084
169.735
151.669
146.829
82.773
80.884
51.242
47.104
44.324
42.066
37.111
35.242
33.089
29.450
18.145
10.025
7.231
2.333.230
36.969.476
Distribuição
relativa da
população (%)
41,45
8,40
7,80
7,27
6,50
6,29
3,54
3,46
2,19
2,02
1,90
1,80
1,59
1,51
1,42
1,26
0,78
0,43
0,31
100
6,32
Taxa de crescimento anual (%)
1991/2000
1,49
-1,61
1,89
1,74
__
4,25
2,23
3,06
3,78
3,82
2,12
2,37
4,23
2,6
1,85
1,84
2,66
__
__
2,51
1,76
1981/1991
2,24
7,55
2,13
5,99
__
5,46
3,02
3,63
5,32
4,08
4,24
4,1
5,61
2,47
5,28
4,62
2,54
__
__
3,51
2,13
1970/1980
5,86
16,01
6,29
9,47
__
6,3
4,75
3,91
6,84
5,78
6,74
10,14
5,82
3,57
4,59
3,89
3,38
__
__
6,49
3,49
Fonte: Elaborado com base em Fernandes, Brandão e Cano (2002)
Observa-se, na TAB. 4.1, que a população da RMC está desigualmente distribuida. Seis,
dos dezenove, municípios abrigam 78% da população da região (PIRES e SANTOS, 2002). As
maiores taxas de crescimento anual são encontradas nos municípios do entorno do municípiosede. A participação da RMC no total da população do Estado subiu de 3,8%, em 1970, para
6,3%, em 2000 (FERNANDES, BRANDÃO e CANO, 2002).
Em relação ao padrão demográfico da RMC, Fernandes, Brandão e Cano (2002) confirmam
a afirmação anterior, ressaltando que a RMC apresenta, desde o início da década de 80,
64
comportamento demográfico semelhante ao das metrópoles nacionais já consolidadas, com o
decréscimo da participação da população do município sede no total regional e o crescimento dos
municípios do entorno, com taxas de crescimento mais elevadas que as do município sede.
A densidade média da RMC é de 634 hab/km². A densidade demográfica para os
municípios situados ao longo das vias Anhanguera e Bandeirantes são as maiores registradas na
região no ano 2000, destacando-se o município de Hortolândia com 2.433 hab/km², seguido de
Americana, Sumaré e Campinas, com 1.262, 1.192 e 1.090 hab/km², respectivamente. A mais
baixa densidade encontrada na região é de 90 hab/km², no município de Engenheiro Coelho
(EMPLASA, 2002).
A taxa de urbanização para a RMC é alta, chegando a 97,1% em 2000 (FERNANDES,
BRANDÃO e CANO, 2002).
4.1.2.3 Economia
A economia da região é marcada pela diversidade da estrutura produtiva, apresentando um
parque industrial moderno, caracterizado por atividades tecnologicamente avançadas, estrutura
agrícola e agroindustrial bastante significativa e dinâmica e um terciário de expressiva
especialização (EMPLASA, 2003a). Destaca-se o desempenho recente do setor terciário, que
tornou nítida a emergência da metrópole, com a consolidação de aparatos setoriais de serviços
voltados ao mercado estadual e mesmo nacional (FERNANDES, BRANDÃO e CANO, 2002 e
GONÇALVES e SEMEGHINI, 2002).
De acordo com Fernandes, Brandão e Cano (2002), a RMC possui a mais expressiva
concentração industrial do interior do Estado de São Paulo e tem ampliado sua participação na
última década, quando o Valor Agregado (VA) da indústria de transformação da região cresceu
de 8,1% do total do Estado, em 1980, para 10,4%, em 1998. Um outro indicador da importância
do setor industrial da região refere-se à participação da RMC na produção industrial da Região
Administrativa de Campinas (RAC). A RAC está em segundo lugar em termos da produção
65
industrial do país (inferior apenas à São Paulo) e a RMC contribui com mais de 50% do VA na
indústria da Região Administrativa.
A agricultura destaca-se pelo emprego de modernas técnicas de manejo, pela variedade de
culturas e, também, pela integração ao setor industrial, formando complexos agro-industriais,
como por exemplo, a cana-de-açúcar, laranja e café (EMPLASA, 2002 e FERNANDES,
BRANDÃO e CANO, 2002).
As atividades de comércio e serviços têm sido bastante estimuladas pela grande
concentração industrial e agro-industrial da região, que demanda atividades de apoio à produção
através de redes de comercialização atacadista e varejista, armazenamento, transportes, serviços
financeiros e de comunicações, entre outros (EMPLASA, 2002).
A respeito da importância relativa dos setores econômicos, observa-se que o setor terciário
apresentou um crescimento mais significativo que os demais setores. Para o município de
Campinas, os recursos gerados pela indústria correspondem a 41,25% do montante proveniente
das atividades desenvolvidas pelo município (EMPLASA, 2002).
Em termos de perspectivas de manutenção dos investimentos privados, a EMPLASA
(2002) considera que o dinamismo da região persistirá devido às características de atratividade
existentes. O ritmo de crescimento deverá ocorrer em níveis inferiores ao observado
anteriormente, devido às crises incidentes no último semestre de 2001, relacionadas ao programa
de contenção de energia elétrica.
De acordo com Fernandes, Brandão e Cano (2002), a Região apresenta um Produto Interno
Bruto (PIB) de 25 bilhões de dólares. Sua renda per capita é bastante significativa, se comparada
à do Estado de São Paulo e Brasil: 7.500 dólares contra 4.900 dólares e 3.000 dólares,
respectivamente. A RMC ocupa posição peculiar na rede urbana brasileira, uma vez que, apesar
de ser classificada como metrópole regional, a RMC apresenta maior dinamismo que muitas das
metrópoles classificadas como metrópole nacional.
66
4.1.3 Características físico-ambientais
A geomorfologia da Região Metropolitana de Campinas caracteriza-se pela presença do
Compartimento Geomorfológico denominado Depressão Periférica Paulista na quase totalidade
do seu território. Suas formas de relevo são colinosas, compostas por colinas amplas e médias,
predominando os interflúvios de topos aplainados, com perfis convexos de relevo dissecados. As
altitudes variam de 680 a 690 metros (EMPLASA, 2002).
O clima está sob o domínio do Sistema Atmosférico Tropical Atlântico e do Tropical
Continental, recebendo constantes influências das massas Polares Atlântica e dos Ventos Alísios
de Sudeste. Apresenta períodos chuvosos no verão e invernos mais secos, com índices
pluviométricos médios acima de 260 milímetros em janeiro e, em agosto, apresentando registros
em torno de 38 milímetros, que conferem características de Clima Tropical à região (EMPLASA,
2002).
O município de Campinas apresenta temperatura média entre 18 e 22°C, nos meses de maio
a setembro, e entre 22 e 24°C, nos meses de outubro a abril. A precipitação média anual é de
1.470 mm, sendo que cerca de 80% ocorre no período de outubro a março (CETESB, 2003a).
Os ventos predominantes são do quadrante Este a Sul. Assim, como na RMSP, durante o
período seco a umidade relativa chega a atingir valores de 15%, principalmente no mês de
setembro, acarretando um grande desconforto à população (CETESB, 2003a).
Ao observar o mapa 1, no anexo, A, verifica-se que a rede hidrográfica da região pertence
às bacias dos rios Piracicaba/Capivari/Jundiaí. A RMC está situada na porção central da Unidade
de Gerenciamento de Recursos Hídricos das Bacias Hidrográficas dos rios Piracicaba, Capivari e
Jundiaí - UGRHI 05 e encontra-se, quase inteiramente, inserida na UGRHI 05, ocupando cerca de
25% do território desta unidade. Apenas o município de Engenheiro Coelho possui parte do seu
território na UGRHI 09 – Mogi Guaçu (CBHPCJ, 2000a).
Na TAB. 4.2, observa-se as sub-bacias onde os municípios da RMC estão inseridos.
67
TABELA 4.2 - Sub-bacias da UGRHI 05 por município da RMC
Município
Artur Nogueira
Campinas
Cosmópolis
Engenheiro Coelho
Holambra
Hortolândia
Indaiatuba
Itatiba
Jaguariúna
Monte Mor
Nova Odessa
Paulínia
Pedreira
Santa Bárbara d'Oeste
Santo Antônio de Posse
Sumaré
Valinhos
Vinhedo
Sub-bacia
Baixo Jaguari
Rio Atibaia, Rio Capivari
Baixo Jaguari
UGRHI 09 – Mogi Guaçu
Baixo Jaguari
Alto Piracicaba
Rio Capivari, rio Jundiaí
Rio Atibaia
Alto Jaguari, Rio Atibaia
Rio Capivari
Alto Piracicaba, Rio Atibaia
Rio Atibaia,
Rio Camanducaia, Alto Jaguari
Alto Piracicaba
Baixo Jaguari, rio Camanducaia
Alto Piracicaba
Rio atibaia, Rio Capivari
Rio Capivari
Fonte: Baseado em CBHPCJ (2000b)
4.1.3.1 Urbanização na RMC
Ventura e Brandão (2002), enfocando a dinâmica econômica e demográfica da RMC e seus
impactos sócio-ambientais, alertam para o agravamento do conjunto de complexas e graves
questões sócio-econômicas relativas à RMC. Os autores destacam o acelerado crescimento
demográfico urbano, acompanhado de perfis regressivos da renda pessoal, que condicionou
enormes demandas sociais que não foram atendidas pelo Estado. Os autores denominam de
“arrebentação urbana” ao rápido e complexo processo de urbanização ocorrido na região, com a
passagem de uma urbanização “suportável” para uma urbanização “caótica”.
Para Bueno, Machado e Silva Filho (2002), a consolidação de vetores de desenvolvimento
e complementaridade urbana resultaram na saturação da infra-estrutura rodoviária, em déficits
habitacionais, em exclusão territorial, em conflitos e disputas pelo uso da água, no
comprometimento da paisagem e dos atributos naturais remanescentes, em violência e
criminalidade, em uma escala que extrapola, atualmente, a própria Região Metropolitana de
Campinas.
68
De acordo com Yahn e Giacomini (2002), a RMC convive com conflitos entre os diversos
usos simultâneos que se faz dos recursos hídricos das bacias dos rios Piracicaba, Capivari e
Jundiaí. A região está classificada como de escassez hídrica e os conflitos tanto referentes à
quantidade como à qualidade das águas, são agravados pelo tipo de clima da região, ausência de
reservatórios de regularização, transferência de parte da vazão para a bacia do Alto-Tietê,
ausência de tratamento de esgoto nas principais cidades e poluição oriunda de despejos
industriais clandestinos, entre outros.
Segundo Bueno, Machado e Silva Filho (2002), a RMC é composta por um conjunto de
municípios com diferentes graus de urbanização e industrialização, com índices de risco
ambiental, de qualidade de vida e de saturação de infra-estrutura básica bastante heterogêneos.
Pires e Santos (2002) consideram o padrão de urbanização da RMC seletivo e excludente,
engendrando e/ou expandindo a verticalização em diferentes municípios, favorecendo o
surgimento de condomínios fechados, horizontais, para a classe média e, ao mesmo tempo,
aumentando o contingente de população pobre, habitando bairros periféricos sem infra-estrutura
urbana e favelas, em quase todas as cidades, independendo de seu porte.
Verifica-se, no território metropolitano, uma mistura de características rurais e urbanas,
apresentando tanto problemas sociais, espelhados na violência urbana, furto da produção nas
áreas agrícolas, aumento do tráfego e acidentes de trânsito, quanto de problemas ambientais
decorrentes do aumento de fontes dispersas da poluição do ar e de produção de resíduo sólido
(BUENO, MACHADO E SILVA FILHO, 2002).
Verifica-se que a metrópole campineira apresenta os problemas característicos das
metrópoles modernas, descritos por Bueno, Machado e Silva Filho (2002), Grostein e Jacobi
(2003) e Urbini, Conti e Gavasci (1999), que destacam a capacidade destas regiões urbanas de
transformar os ecossistemas naturais, intensificar a dicotomia riqueza e pobreza e provocar
degradação ambiental, entendendo o problema do resíduo como resultante do modelo de
desenvolvimento da sociedade contemporânea.
69
4.1.3.2 Geração e destinação de resíduo urbano na RMC
De acordo com os dados apresentados na TAB. 4.3, verifica-se, para a Região
Metropolitana de Campinas, uma produção de 1.275 t/dia de resíduo ou 465.375 t/ano,
representando uma produção per capita média de 0,56 kg/hab/dia. No que se refere à destinação
do resíduo sólido urbano, observa-se que 47% dos municípios possuem condições consideradas
adequadas de disposição dos resíduos pela CETESB (CETESB, 2002b), conforme pode ser visto
na FIG. 4.4.
TABELA 4.3 - Situação do resíduo sólido e esgoto sanitário na RMC
Município
Americana
Artur Nogueira
Campinas
Cosmópolis
Engenheiro Coelho
Holambra
Hortolândia
Indaiatuba
Itatiba
Jaguariúna
Monte Mor
Nova Odessa
Paulínia
Pedreira
Santa Bárbara d'Oeste
Santo Antônio de Posse
Sumaré
Valinhos
Vinhedo
Total
População
Urbana
(2000)
181.650
30.437
951.824
42.511
7.004
3.958
151.669
144.528
65.602
25.669
33.980
41.106
50.677
34.155
167.574
14.637
193.266
78.319
46.063
2.264.665
Situação Resíduo Sólido
Res. Sólido
(t/dia)
90,8
12,2
666,3
17,0
2,8
1,6
75,8
72,3
26,2
10,3
13,6
16,4
20,3
13,7
83,8
5,9
96,6
31,3
18,4
1.275,3
IQR
(2000)*
(4,7)
(3,6)
6,5
(2,8)
8,3
9,3
(5,1)
8,7
8,5
9,4
7,1
9,3
8,9
6,4
7,1
(1,9)
(5,1)
8,3
8,7
-
*IQR – Índice de Qualidade de Aterros de Resíduos
Fonte: CETESB (2002a) e CETESB(2002b)
70
Situação Esg. Sanitário
Tratamento
(%)
72
0
7
0
0
5
0
10
0
0
0
0
0
0
4
1
0
0
70
-
32%
47%
adequado
controlado
inadequado
21%
FIGURA 4.4 - Situação da RMC quanto à qualidade dos aterros de resíduo sólido urbano
(% da qualidade por município)
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2002b)
Quanto ao esgoto sanitário, apresenta-se, também, na TAB. 4.3, o índice de tratamento por
município e a carga poluidora remanescente lançada nos corpos d’água. Pode-se observar que,
dos 19 municípios, apenas, 7 possuem parte do esgoto tratada.
Do volume total de esgoto coletado, apenas, 9,6% é tratado. No entanto, o Plano de Gestão
para a UGRHI 05 prevê aumento nos índices de tratamento de esgoto.
Na FIG. 4.4 está apresentado o percentual de municípios da RMC, de acordo com o índice
de vazão de esgoto tratada.
sem tratamento
até 10% tratado
11%
acima de 70% tratado
26%
63%
FIGURA 4.5 - Situação da RMC quanto ao índice de esgoto tratado (% dos municípios)
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2002a)
71
A RMC apresenta um desempenho bem abaixo da média brasileira quanto ao percentual de
volume de esgoto tratado em relação ao coletado: são 9,6% contra 35%, respectivamente (O
SANEAMENTO..., 2002).
Destaca-se que 63% dos municípios da RMC não contam com sistemas de tratamento de
esgoto. Quanto à destinação de resíduo sólido, a situação é mais favorável, uma vez que 68% dos
municípios dispõem de aterro em situação controlada ou adequada.
4.1.3.3 Resíduo sólido industrial na RMC
Segundo Bueno, Machado e Silva Filho (2002), a região de Campinas tem recebido, desde
a década de 60, atividades poluidoras de grande impacto. Estes autores observam que, das 255
áreas contaminadas no Estado, 40 situam-se na RMC, destacando que a maioria das atividades
poluidoras é industrial.
De acordo com Ventura e Brandão (2002), as prefeituras da RMC não dispõem de maiores
informações sobre o resíduo industrial, cuja responsabilidade de fiscalização é da CETESB, que,
por sua vez, não conta com um banco de dados ou inventário geral atualizado sobre o destino do
resíduo sólido gerado pelas indústrias da região.O Inventário de Resíduos Sólidos Industriais, nos
municípios da RMC, foi realizado pela CETESB e concluído em 1997. Desde então, não houve
nenhuma outra pesquisa deste tipo na região.
4.2 Perfil do setor industrial na RMC
Apresenta-se, neste item, a caracterização do setor industrial da RMC, correspondendo à
atividade 3 do fluxograma da FIG. 4.1.
72
4.2.1 Características gerais
A estrutura industrial da RMC é integrada e diversificada. A região reúne a quase totalidade
dos tipos de setores industriais presentes no Estado, apresentando empresas de alta tecnologia,
articuladas em complexas cadeias de produção, como é o caso das montadoras de veículos, o
setor de telecomunicações, metalurgia, mecânica, informática e micro eletrônica (EMPLASA,
2002).
Observa-se, nos dados apresentados na TAB. 4.4, a evolução da participação dos diversos
ramos na estrutura do setor industrial da RMC. Os setores industriais que mais cresceram, em
termos de participação na produção industrial entre 1980 e 1998, foram os de material elétrico, de
comunicações e o farmacêutico. Continuaram em níveis significativos, os ramos químico e têxtil.
A indústria de bebidas cresceu, principalmente, em Jaguariúna e o setor de material elétrico e de
comunicações
expandiu-se,
principalmente,
em
Campinas,
Jaguariúna
e
Indaiatuba
(FERNANDES, BRANDÃO e CANO, 2002).
TABELA 4.4 Participação na produção industrial dos diversos ramos na indústria de
transformação da RMC (%)
Nome do setor
Total
Material de transporte
Metalúrgica
Material elétrico e de comunicações
Produtos químicos
Produtos alimentícios
Produtos têxteis
Produtos farmacêuticos, médicos e perfumaria
Produtos minerais não metálicos
Papel e papelão
Produtos mecânicos
Vestuário, calçado e artefatos de tecidos
Material plástico
Produtos de borracha
Bebidas, líquidos alcoólicos e vinagre
Mobiliário
Editorial e gráfica
Diversos (I e III)
Diversos (II)
Artigos e artefatos de madeira
Produtos do reino vegetal in natura
Produtos de animais in natura –frigoríficos
Fumos e produtos derivados
Pedra e outros materiais de construção
Couro, pele e produtos similares
Outras indústrias
1980
100,0
14,0
3,9
5,6
18,3
4,4
14,0
6,3
2,7
5,5
5,8
1,5
0,8
3,9
0,3
1,1
0,3
0,2
13,0
0,2
0,0
1,2
_
0,1
0,3
0,0
Fonte: Fernandes, Brandão e Cano, 2002
73
1985
100,0
13,6
3,8
4,5
15,8
2,6
14,9
7,5
3,0
6,1
4,6
1,8
0,7
5,4
0,3
0,8
0,2
0,9
17,1
0,2
0,1
0,6
_
0,0
0,3
0,0
1990
100,0
12,8
4,4
3,5
22,3
3,5
14,4
5,4
2,4
5,5
4,0
1,8
1,7
3,6
0,6
0,5
0,2
0,5
16,2
0,4
0,1
0,5
_
0,1
0,2
0,0
1995
100,0
14,0
5,6
8,5
27,2
4,5
9,9
5,6
2,1
3,2
4,4
1,7
1,7
3,6
2,9
0,4
0,7
0,7
2,1
0,3
0
0,7
_
0,0
0,0
0,0
1998
100,0
13,2
5,2
13,8
13,4
4,4
9,1
9,9
1,9
5,7
5,4
1,2
1,5
4,8
3,2
0,2
1,0
1,6
1,6
0,4
0,1
0,7
_
0,1
0,0
0,0
Dados da Emplasa (2003b) mostram a distribuição e a participação percentual do total de
estabelecimentos por ramo industrial presentes no Estado de São Paulo e na RMC(TAB. 4.5).
Observa-se a predominância dos setores metalúrgico e têxtil.
TABELA 4.5 Distribuição dos estabelecimentos industriais, por ramo, no Estado de São Paulo
e na RMC
Ramo
Indústria de Transformação
Alimentos e Bebidas
Metalúrgica
Confecção de Vestuários e Acessórios
Edição, Impressão e Reprodução de Gravação
Móveis e Indústrias Diversas
Minerais Não-Metálicos
Química
Madeira
Veículos e Equipamentos de Transporte(1)
Borracha e Plástico
Elétrico, Eletrônico, Equip.de Comunicações e
Instrumentação(2)
Têxtil
Couro, Calçados e Artigos de Viagem
Pastas, Papel e Produtos de Papel
Refino de Petróleo, Combustíveis Nucleares e Coque
Fumo
Indústria da Construção
Outras Atividades Industriais(3)
Total
RMC
5.692
482
1.307
654
348
391
515
290
165
152
298
268
688
30
96
7
1.526
110
7.328
%
77,8
6,6
17,8
8,9
4,7
5,3
7,0
3,9
2,2
2,0
4,1
3,6
Estado
73.957
7.492
15.705
10.634
5.547
6.429
5.100
3.423
2.081
1.967
4.504
3.509
%
75,4
7,6
16,0
10,8
5,7
6,6
5,2
3,5
2,1
2,0
4,6
9,4
0,4
1,3
0,9
20,8
1,5
100,0
3.297
2.873
1.269
106
21
21.766
2.415
98.138
3,4
2,9
1,3
0,1
0,0
22,2
2,5
100,0
3,6
(1) Fabricação e montagem de veículos automotores, reboques e carrocerias.
(2) Aparelhos e materiais elétricos, eletrônicos, de comunicações, instrumentação para usos médico-hospitalares, odontológicos, instrumentos de
medida, teste e controle.
(3) Inclui extração de minerais e serviços industriais de utilidade pública.
Fonte: baseado em EMPLASA (2003b)
Já os dados da SEADE (2003) mostram o total de estabelecimentos industriais existentes
por município, na RMC, TAB. 4.6. Observa-se que, independentemente, do porte, Campinas e
Americana concentram quase 50% do total de estabelecimentos industriais.
TABELA 4.6 Total de estabelecimentos industriais, por município, em 2001
Município
Campinas
Americana
Indaiatuba
Santa Bárbara d´Oeste
Valinhos
Itatiba
Sumaré
Pedreira
nº de estabelecimentos
2.653
1.096
618
605
405
394
359
307
%
34,2
14,1
8,0
7,8
5,2
5,1
4,6
4,0
continua...
74
TABELA 4.6 Total de estabelecimentos industriais, por município, em 2001
conclusão.
Município
Vinhedo
Nova Odessa
Hortolândia
Paulínia
Jaguariúna
Cosmópolis
Athur Nogueira
Monte Mor
Santo Antonio de Posse
Holambra
Engenheiro Coelho
Total
nº de estabelecimentos
228
217
196
193
116
104
90
85
50
26
14
7.756
%
2,9
2,8
2,5
2,5
1,5
1,3
1,2
1,1
0,6
0,3
0,2
100,0
Fonte: Elaborado com base em SEADE (2003)
Segundo Fernandes, Brandão e Cano (2002), há um amplo leque de especializações
produtivas nos municípios da RMC. Estes autores listam a distribuição de alguns gêneros
industriais organizados na TAB. 4.7.
TABELA 4.7 Especializações produtivas, por município, na RMC
Ramo
Alimentar
Têxtil
Minerais não metálicos
Metalurgia
Produtos mecânicos
Material de transporte
Papel e papelão
Química
Plásticos
Produtos médicos, farmacêuticos e perfumaria
Material elétrico e de comunicações
Fonte: Baseado em Fernandes, Brandão e Cano (2002)
Municípios
Campinas, Santa Bárbara e Valinhos
Americana, Santa Bárbara e Nova Odessa
Pedreira
Campinas, Indaiatuba, Santa Bárbara e Sumaré
Campinas, Hortolândia, Indaiatuba e Santa Bárbara
Campinas, Hortolândia, Indaiatuba, Nova Odessa, Sumaré e
Valinhos
Valinhos
Paulínia e Sumaré
Sumaré
Campinas e Valinhos
Pedreira, Hortolândia, Jaguariúna e Campinas
Ainda, segundo estes autores, apresenta-se na TAB. 4.8 o nome das principais empresas
por município.
75
TABELA 4.8 Algumas das principais empresas industriais da RMC
Município
Americana
Artur de Nogueira
Campinas
Cosmópolis
Engenheiro coelho
Hortolândia
Indaiatuba
Itatiba
Jaguariúna
Monte-Mor
Nova Odessa
Paulínia
Pedreira
Santa Bárbara
d´Oeste
Sumaré
Valinhos
Vinhedo
Nome
Goodyear, Alpargatas, Fibra Dunlop, Polyenka, Ficap, Toyobo, Degussa, Huls, Shlumbeger, Cerdec,
Cerâmicos, Corttex, Dahruj, Novafio, Barblocher, Tabacow, Tecelagem Jacyra, Tecelagem Jolitex,
KSB Bombas hidráulicas
Tecelagens Teka e Oriente, Expambox
Acer, Alcatel, Hewlett Packard, Nortel, Qualcomm, Benteler automative, Robert Bosch, GE/Dako,
Ashland Resinas, Kirkwood, Benchmark Electronics, Texas Instrumentos, Clark, Gevisa, Valeo, Pirelli,
GT, Merk Sharp edohme farmacêutica, Siemens, Singer, Prodome, Sigma Pharma
DKW, Eli-Lilly,Usina Éster, Pananco/Spal (Coca Cola)
TRW Automotive, Citrus Kiki
IBM, Group technologies, BS-Continental
Dow Corning, Magneti Marelli, Bemaf, Cerâmicas Sumaré, Celestica, Cozinhas Oli
Gonvarri, GKN Sinter Metals, Indústria Paulista, Nature´s Plus, Polimec, Saftline,
Tornomatic, Trafo, E.M.S, Pró-tipo, Tech Town / inpar, Horizon Cablevision e Sanmina
Toyota, Ogura Cluth, Plateck
Palitos Gina, Cozinhas Fênix, Valeo, Têxtil duomo, Elizabeth Scavone
Johnson, Pena Branca, Antártica, Metalcabo
Metal Container, BYK, Delphi, Packard, Compaq, Motorola e IBR
Tetra Park, Magal
Nova Plast, KS Pistões, Ober S.A, Tecelagem Hudtelfa, Titex
Rhodia, Replan, Shell, ICI, Dupont, Cargill
Du Pont do Brasil ltda, Hercules Asga, Microeletrônica, Pena Branca Avicultura
Arneg Refrigeração, Yakult, Purina, Nutriara alimentos
Isoladores Santana, Valclub
Industrias Romi, W Sita, Têxtil Canatiba
JTS Equipamentos Hidráulicos, Mazak Sulamericana, Sabará Produtos de Limpeza e Saneamento,
Meplastic Brinquedos,
Cermatex Tecidos, Bionata Produtos Alimentícios, Helifab Bombas Helicoidais
Covolan Indústria Têxtil, Suzigan Indústria Têxtil, Tecelagem Wiezel S/A, Tecelagem Campo Belo,
Cotonifício Beltramo, Koller do Brasil, A.J.Cozinhas Industriais e Refrigerantes Esportivo
3M do Brasil, Honda, Schneider, Teka,
Buckman, Assef Maluf e Filhos, Plastificio Selmi, Villares Metais S.A, Sherwin Willians Termotécnica,
Consulplast
Unilever, Pastifícios Vesúvio e Dê Eaton –ex-Clark, Rigesa, Cartonifício Valinhos, Westvaco, Vitória
Gessy Lever, Globo Cochrane Gráfica, Carborundum, Quest Insternational, Avery Dennison, Sylvania,
Crown Embalagens, Baluff Controles Eletrônicos e Thorton Impec
Fonte: Fernandes, Brandão e Cano (2002)
4.2.2 Cadastro industrial da Fiesp: distribuição dos estabelecimentos segundo o porte,
localização e ramo de atividade na RMC
A FIESP (2002b) possui cadastro composto por 15.200 empresas no Estado de São Paulo,
organizado por ramo de atividade, porte e localização. Apresenta-se na TAB. 4.9 a distribuição
dos estabelecimentos industriais no Estado de São Paulo, por regiões administrativas e porte. A
FIESP considera como critério para definição do porte o número de funcionários do
estabelecimento industrial. Assim, a micro empresa possui entre 1 a 9 funcionários; a pequena
empresa, entre 10 e 99 funcionários; a média empresa, entre 100 e 400 funcionários; e, a grande
empresa, mais que 500 funcionários.
76
TABELA 4.9 Distribuição dos estabelecimentos industriais do Estado de São Paulo por regiões
administrativas e porte
Regiões Administrativas
Região Metropolitana de São Paulo
Região Admin de Registro
Região Admin de Santos
Região Admin de São José dos Campos
Região Admin de Sorocaba
Região Admin de Campinas
Região Admin de Ribeirão Preto
Região Admin de Bauru
Região Admin de São José do Rio Preto
Região Admin de Araçatuba
Região Admin de Presidente Prudente
Região Admin de Marília
Região Admin Central
Região Admin de Barretos
Região Admin de Franca
Total dos Setores
Micro
Empresa
827
1
18
39
90
211
39
70
30
11
43
41
34
5
14
1.471
Pequena
Empresa
6.418
18
75
317
714
2.306
269
332
357
185
113
219
286
37
238
11.882
Média
Empresa
1.660
1
24
93
239
620
76
61
83
53
25
51
59
12
62
3.120
Grande
Empresa
249
0
4
35
38
122
17
20
10
14
7
13
17
8
13
567
Total
Geral
9.154
20
121
484
1.081
3.259
401
483
480
263
188
324
396
62
327
17.040
Fonte: FIESP (2002b)
Apresenta-se, nas tabelas 4.10 a 4.12, os resultados obtidos, para RMC, em pesquisa no
cadastro FIESP (2002a), considerando a distribuição dos estabelecimentos industriais por porte,
por município e ramo de atividade.
TABELA 4.10 Distribuição dos estabelecimentos industriais, segundo o porte, na RMC
Porte
Grande
Médio
Pequeno
Micro
Total
Número de Estabelecimentos
57
236
814
90
1197
%
5
20
68
8
100
Fonte: Elaborado com base em FIESP (2002a)
Observa-se que o total de estabelecimentos cadastrados junto à FIESP corresponde a,
aproximadamente, 15% do total de estabelecimentos existentes na RMC, considerando-se os
dados apresentados na TAB. 4.6. Verifica-se, ainda, a predominância de estabelecimentos de
porte pequeno e micro na amostra cadastrada pela FIESP.
77
TABELA 4.11 Distribuição dos estabelecimentos industriais, por ramo de atividade, na RMC
Quantidade
Ramo
Alimentícia
Artefatos de Plástico
Papel, Celulose e Artefatos de Papel
Metalurgia Básica
Equipamentos Médicos
Bebida
Equipamentos de Informática
Produtos de Petróleo e Álcool
Fabricação de Material Eletrônico
Fabricação de Máquinas e Equipamentos
Fabricação de Materiais Elétricos
Fabricação de Veículos
Têxtil
Produtos Químicos
Fabricação de Produtos Minerais não Metálicos
Borracha
Vestuário
Fabricação de Produtos de Metal
Móveis
Calçados
Indústrias diversas
Produtos de Madeira
Equipamentos de Transporte
Fabricação de Produtos de Couro
Reciclagem
Máquinas de Escritório
Coque
Total
81
72
34
33
28
8
6
2
21
121
23
47
168
126
77
19
75
136
39
6
31
15
5
2
3
18
1
1.197
%
6,8
6,0
2,8
2,7
2,3
0,7
0,5
0,2
1,7
10,1
1,9
3,9
14,0
10,5
6,4
1,6
6,2
11,3
3,2
0,5
2,6
1,2
0,4
0,2
0,2
1,5
0,1
100,0
Fonte: FIESP (2002a)
Quanto aos ramos de atividade, o cadastro FIESP apresenta uma predominância nos ramos
têxtil, químico, fabricação de produtos de metal, máquinas e equipamentos, entre outros.
Apesar do uso de denominações diferenciadas para descrição do ramo de atividade
industrial, verifica-se um comportamento semelhante entre a distribuição dos ramos de atividade
no cadastro FIESP e os dados para a RMC, apresentados na TAB. 4.5.
Consta na TAB. 4.12 a distribuição dos estabelecimentos industriais por município.
Observa-se a coincidência com os dados apresentados, na TAB. 4.6, referentes à RMC.
78
TABELA 4.12 Distribuição dos estabelecimentos industriais, por município, na RMC
Município
Campinas
Amparo
Valinhos
Vinhedos
Americana
Jaguariúna
Monte-Mor
Sumaré
Paulínia
Hortolândia
Cosmópolis
Indaiatuba
Nova Odessa
Artur Nogueira
Santa
Pedreira
Holambra
Itatiba
Santo Antonio De Posse
Total
Quantidade
293
1
70
50
150
16
15
52
31
38
16
165
55
16
117
43
4
62
3
1197
%
24
0
6
4
12
1
1
4
3
3
1
14
5
1
10
4
0
5
0
100
Fonte: FIESP (2002a)
Estão apresentadas nas figuras B-1 a B-19 a distribuição dos tipos de indústria por
município na RMC.
4.3 Inventário do resíduo sólido industrial na RMC
Encontra-se, neste item, a apresentação e análise das informações do inventário de resíduo
sólido industrial realizado, na RMC, pela CETESB, e concluído em 1997. O inventário foi
realizado em atendimento à Resolução nº 06 / 88 (MMA, 2004) e utilizou os critérios para
seleção de amostra e de tipo e destinação de resíduo, apresentados nesta resolução, e em
documento interno da CETESB denominado Manual do MCE (anexo C).
Lima (1998), analisando dados deste inventário, informa alguns condicionantes para sua
realização: a seleção da amostra de indústrias correspondeu às determinações da Resolução nº 06
/ 88 (MMA, 2004) quanto ao ramo industrial, porte e tipo de resíduo gerado, bem como, utilizouse as indústrias mais importantes quanto à geração e destino de resíduo.
Os dados da CETESB (CETESB, 2003c e CETESB, 2003d), referentes ao inventário, estão
apresentados nos anexos D e E.
79
Nos sub-itens 4.3.1, 4.3.2 e 4.3.3, trata-se da sistematização dos dados quanto às indústrias
inventariadas, à geração de resíduo e à sua destinação, na RMC, respectivamente.
O conteúdo apresentado, neste item, corresponde à atividade 4 da FIG. 4.1.
4.3.1 Indústrias inventariadas
Apresenta-se, na TAB. 4.13, a abrangência da amostra de indústrias inventariadas na RMC.
São 229 indústrias, distribuídas nos 19 municípios da região.
A distribuição dos ramos de atividade industrial, por município, e na RMC está apresentada
na TAB. 4.14.
Observa-se que os ramos industriais predominantes no inventário de resíduo,
correspondem a ramos destacados, no item 4.2, por Fernandes, Brandão e Cano (2002), em
termos de participação na produção industrial.
TABELA 4.13 Distribuição das indústrias inventariadas, por município, na RMC
Município
Campinas
Americana
Paulínia
Sumaré
Indaiatuba
Nova Odessa
Itatiba
Vinhedo
Sta. Bárbara D'Oeste
Valinhos
Hortolândia
Cosmópolis
Monte Mor
Pedreira
Jaguariúna
Sto. Antônio de Posse
Arthur Nogueira
Engenheiro Coelho
Holambra
Total
Número de indústrias
50
30
19
18
17
16
15
13
11
11
10
6
3
3
2
2
1
1
1
229
%
21,8
13,1
8,3
7,9
7,4
7,0
6,6
5,7
4,8
4,8
4,4
2,6
1,3
1,3
0,9
0,9
0,4
0,4
0,4
100,0
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
80
2
2
1
1
2
1
2
1
2
1
2
1
1
1 14
10
1
1
1
1
1
Sta. Bárbara
D'Oeste
Sto. Antônio
da Posse
Sumaré
Pedreira
Paulínia
Nova Odessa
Monte Mor
Jaguariúna
3
8
1
1
5
2
1
2
1
1
2
1
1
1
1
1
1
2
4
2
2
Vinhedo
2
1
Itatiba
3
2
6
2
1
1
1
3
1
1
3
2
2
1
1
4
2
1
1
1
1
1
1
1
2
1
1
2
Diversos
Mobiliário
Couro, peles e produtos similares
Plástico
Vestuário, calçados e artefatos de tecidos
Usinas de produção de concreto e de concreto asfáltico,
etc.
Serviços de transporte de carga
Cooperativa de beneficiamento, industrialização e
comercialização
Total
1
Valinhos
3
1
Indaiatuba
2
Engenheiro
Coelho
Holambra
14
1
7
6
2
5
4
1
Hortolândia
6
18
1
Cosmópolis
Química
Têxtil
Metalúrgica
Produtos alimentares
Mecânica
Elétrico, eletrônico e comunicações
Equipamentos para veículos automotores
Transformação de minerais não metálicos
Produtos de Borracha
Produtos Farmacêuticos e veterinários
Papel e papelão
Perfumaria, sabões e velas
Bebidas
Arthur
Nogueira
Campinas
Município/ Ramo industrial
Americana
TABELA 4.14 Distribuição dos ramos industriais inventariados por municípios e na RMC
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
30
1
50
1
6
1
Fonte:Elaborado com base em Cetesb(2003c) e Cetesb (2003d)
81
1
1
10
17
15
2
3
16 19
3
11
2
18
11
13
RMC
%
55
48
22
21
12
12
12
9
6
6
5
5
4
24,02
20,96
9,61
9,17
5,24
5,24
5,24
3,93
2,62
2,62
2,18
2,18
1,75
4
1
1
1
1
1,75
0,44
0,44
0,44
0,44
1
2
0,44
0,87
1
229
0,44
100,00
4.3.2 Produção de resíduo sólido industrial na RMC
Apresenta-se, na TAB. 4.15, a participação percentual, por município, na geração total de
resíduo sólido industrial na RMC e a participação percentual, por município, na geração de
resíduos sólidos industriais perigoso e não perigoso, de acordo com o levantamento realizado
pela CETESB (2003c) e CETESB (2003d).
Observa-se que os maiores geradores de resíduo sólido, na amostra pesquisada,
correspondem aos municípios de Americana, Campinas, Jaguariúna, Paulínia e Valinhos.
TABELA 4.15 Participação percentual, por município, na geração total e por classe de RSI
Município
Total por
Município
Americana
Arthur Nogueira
Campinas
Cosmópolis
Engenheiro Coelho
Holambra
Hortolândia
Indaiatuba
Itatiba
Jaguariúna
Monte Mor
Nova Odessa
Paulínia
Pedreira
Sta. Bárbara D'Oeste
Sto. Antônio da Posse
Sumaré
Valinhos
Vinhedo
TOTAL
Resíduo Perigoso
Resíduo não Perigoso
69.636,7
3.363,1
56.847,9
14.454,1
4.858,8
28,5
3.067,9
6.764,2
6.011,2
72.222,8
180,0
4.912,3
65.293,5
9.900,0
10.023,9
70,0
31.184,1
48.613,5
3.621,0
411.053,5
43.813,3
367.240,2
% do Total de
Total Classe I
Resíduos
16,9
0,8
13,8
3,5
1,2
0,0
0,7
1,6
1,5
17,6
0,0
1,2
15,9
2,4
2,4
0,0
7,6
11,8
0,9
100,0
604,9
3,8
1.887,7
7.619,6
26,8
41,5
619,0
1.083,1
4,0
855,4
29.035,4
6,0
15,5
70,0
1.782,6
102,6
55,4
43.813,3
%
Total
Classe II e
III
%
1,4
0,0
4,3
17,4
0,1
0,0
0,1
1,4
2,5
0,0
0,0
2,0
66,3
0,0
0,0
0,2
4,1
0,2
0,1
100,0
69.031,8
3.359,3
54.960,2
6.834,5
4.832,0
28,5
3.026,4
6.145,2
4.928,1
72.218,8
180,0
4.056,9
36.258,1
9.894,0
10.008,4
29.401,5
48.510,9
3.565,6
367.240,2
18,8
0,9
15,0
1,9
1,3
0,0
0,8
1,7
1,3
19,7
0,0
1,1
9,9
2,7
2,7
0,0
8,0
13,2
1,0
100,0
Fonte: elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
Quanto à geração de resíduo perigoso, verifica-se que o município de Paulínia concentra
mais da metade (66,3%) do total de resíduo perigoso gerado na região, seguido dos municípios de
Cosmópolis, Campinas e Sumaré. Destaca-se que estes quatro municípios produzem 92,0% do
resíduo perigoso inventariado.
82
Quanto à geração de resíduo não perigoso, observa-se que os maiores geradores são os
municípios de Jaguariúna, Americana, Campinas e Valinhos. Apesar do município de Jaguariúna
não se destacar, quanto ao número de estabelecimentos industriais, aparece como maior produtor
de resíduos classe II e III que municípios mais industrializados como Campinas e Americana,
provavelmente, isto se deve à escolha do ramo de atividade, porte e produção de resíduo das
indústrias selecionadas para o inventário.
Verifica-se, na FIG. 4.6, que, em termos relativos, a quantidade de resíduo perigoso, na
região, é pequena, refletindo um comportamento semelhante a outros estudos desta natureza. Sua
importância pode ser avaliada em termos de conseqüências ambientais e de saúde pública
decorrentes do manejo inadequado.
10,7%
Resíduos
Perigosos
Resíduos não
Perigosos
89,3%
FIG. 4.6 Distribuição da geração de resíduo sólido industrial na RMC, segundo a periculosidade
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
A distribuição da geração de resíduo sólido industrial, por tipo na RMC, está apresentada na
TAB. 4.16. Consta, do anexo F, a relação com descrição completa dos tipos de resíduos
inventariados, na região.
TABELA 4.16 Distribuição da geração de resíduo sólido industrial, por tipo, na RMC
Código
A099
A004
A019
A021
A022
Descrição do resíduo*
Quantidade (t/ano)
105.520,2
51.687,2
50.561,8
37.029,6
19.535,0
Outros resíduos não perigosos (classe 2 e 3)
Sucata de metais ferrosos
Lodo com material biológico não tóxico
Lodo contendo substâncias não tóxicas
Res. Pastosos contendo substâncias não tóxicas
%
25,7
12,6
12,3
9,0
4,8
continua...
83
TABELA 4.16 Distribuição da geração de resíduo sólido industrial, por tipo, na RMC
conclusão.
Código
Descrição do resíduo*
Quantidade (t/ano)
18.793,2
17.447,9
15.126,0
10.618,0
9.072,3
8.894,2
7.330,4
6.538,2
6.004,2
5.342,4
4.848,1
4.472,9
4.471,0
4.456,0
4.100,1
3.614,0
3.141,6
2.868,6
2.745,4
2.377,1
1.229,1
938,3
429,7
324,6
313,1
254,2
250,0
228,8
132,9
91,8
90,1
50,2
36,3
28,6
20,0
7,1
7,0
6,0
4,1
3,7
3,6
3,0
2,5
2,4
0,5
0,5
411053,5
D099 Outros Resíduos Perigosos
A010 Resíduos de materiais têxteis
A013 Escória de fundição de ferro e aço
A116 Resíduos contendo dieldrin
A006 Res. de papel e papelão
D001 Res. Perigoso inflamável
A016 Areia de fundição
A003 Res. de varrição de fábrica
A002 Resíduos gerados fora do processo industrial
K022 Res. de fundo de destilação com alcatrões
A005 Sucata de metais não ferrosos
A009 Res. de madeira
A416 Resíduo não especificado
A017 Resíduos de refratários e material cerâmico
A007 Res. de plásticos polimerizados
K051 lodos de separadores de óleo de refino de petróleo
D002 Res. Perigoso corrosivo
A008 Res. de borracha
A001 Lixo de restaurante
A011 Resíduos de minerais não metálicos
F006 Lodo de trat. de efluentes resultantes da eletrodeposição
F030 Óleo usado
A018 Res. Sólidos compostos de metais não tóxicos
F005 Solventes não halogenados tipo 3
F003 Solventes não halogenados tipo 1
K078 Res. de limpeza com solvente
F004 Solventes não halogenados tipo 2
F017 Resíduos e lodo de tinta da pintura industrial
F001 Solventes halogenados gastos tipo 1
K208 Borra neutra do re-refino de óleos usados
F011 Soluções de cianeto exauridas
K086 Lodos e lavagens com solventes e outros
K207 Borra ácida do re-refino de óleos usados
F002 Solventes halogenados gastos tipo 2
K061 Lodo ou poeira da produção de aço primário
D004 Res. Perigoso Patogênico
K062 Banho de decapagem exaurido
F012 Lodo de tratamento de efluente de banhos de têmpera
F008 Lodos de fundo tanque de banhos de tratamento superficial
F100 Fluídos dielétricos
F010 Lodo de banho de têmpera
K003 Lodo do trat. de efluente do pigmento laranja
F019 Lodo de trat. de efluentes do revestimento do alumínio
K083 Fundo de destilação da produção de anilina
F018 Lodo de trat. de efluentes da pintura industrial
A012 Escória de fundição de alumínio
Total
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
*Descrição completa de cada resíduo, verificar anexo F
%
4,6
4,2
3,7
2,6
2,2
2,2
1,8
1,6
1,5
1,3
1,2
1,1
1,1
1,1
1,0
0,9
0,8
0,7
0,7
0,6
0,3
0,2
0,1
0,1
0,1
0,1
0,1
0,1
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
100,0
Entre os tipos de resíduo identificados, na TAB. 4.16, destacam-se os resíduos A099 Outros resíduos não perigosos (classe 2 e 3), A004 - Sucata de metais ferrosos e A019 - Lodo
com material biológico não tóxico, correspondendo a 25,7%, 12,6% e 12,3% do total gerado,
84
respectivamente. A grande quantidade dos resíduos A 004 e A 019, provavelmente, está
relacionada à predominância da indústria de transformação de metal, têxtil e de alimentos e
bebidas na amostra pesquisada.
Observa-se, ainda, uma quantidade significativa de resíduo não especificado, como o
resíduo A099, representando 25,7% do resíduo gerado, na amostra pesquisada, e o resíduo D 099,
correspondendo a 4,6%, dos resíduos amostrados. Este fato remete à necessidade de ampliação
dos códigos para identificação de resíduo neste tipo de pesquisa, o que aumentará a precisão dos
estudos energéticos. A Resolução nº 313 / 2002 (MMA, 2003b) representa um avanço neste
sentido, pois incluiu, na sua listagem, novos códigos.
Do total de resíduo sólido pesquisado, verifica-se que 17% corresponde a resíduos,
tradicionalmente, considerados como recicláveis: plástico, papel e papelão, metais ferrosos e não
ferrosos.
Quanto ao resíduo orgânico biodegradável, classe II, a amostra estudada apresenta 12,3%
do resíduo A019 - Lodo com material biológico não tóxico, 0,7% do resíduo A001 - lixo de
restaurante e outros resíduos de baixo potencial de biodegradabilidade, como madeira, têxteis,
entre outros. Destaca-se, ainda, dois tipos de resíduos não perigosos (classe II ou III) de
composição indeterminada, como A021 - lodo contendo substâncias não tóxicas e A 022 resíduos pastosos contendo substâncias não tóxicas, que não se pode afirmar serem de natureza
orgânica.
Apresenta-se, na TAB. 4.17, a distribuição do resíduo sólido industrial classe I na RMC,
observando-se a predominância do resíduo D 099 (Outros Resíduos Perigosos), de composição
desconhecida, que corresponde a 43% dos resíduo classe I produzido na região.
Quanto ao resíduo não perigoso evidenciam-se os resíduos A099, A044 e A019 que
representam, respectivamente, 42,9%, 20,3% e 12,2% do total gerado nos setores industriais
inventariados, conforme TAB. 4.18
85
TABELA 4.17 Distribuição do resíduo sólido industrial classe I na RMC
Código
Quantidade t/ano
%
D099
D001
K022
K051
D002
F006
F030
F005
F003
K078
F004
F017
F001
K208
F011
K086
K207
F002
K061
D004
K062
F012
F008
F100
F010
K003
F019
K083
F018
18.793,2
8.894,2
5.342,4
3.614,0
3.141,6
1.229,1
938,3
324,6
313,1
254,2
250,0
228,8
132,9
91,8
90,1
50,2
36,3
28,6
20,0
7,1
7,0
6,0
4,1
3,7
3,6
3,0
2,5
2,4
0,5
43813,30
42,9
20,3
12,2
8,2
7,2
2,8
2,1
0,7
0,7
0,6
0,6
0,5
0,3
0,2
0,2
0,1
0,1
0,1
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
100,000
Descrição resíduo*
Outros Resíduos Perigosos
Res. Perigoso inflamável
Res. de fundo de destilação com alcatrões
lodos de separadores de óleo de refino de petróleo
Res. Perigoso corrosivo
Lodo de trat. de efluentes resultantes da eletrodeposição
Óleo usado
Solventes não halogenados tipo 3
Solventes não halogenados tipo 1
Res. de limpeza com solvente
Solventes não halogenados tipo 2
Resíduos e lodo de tinta da pintura industrial
Solventes halogenados gastos tipo 1
Borra neutra do re-refino de óleos usados
Soluções de cianeto exauridas
Lodos e lavagens com solventes e outros
Borra ácida do re-refino de óleos usados
Solventes halogenados gastos tipo 2
Lodo ou poeira da produção de aço primário
Res. Perigoso Patogênico
Banho de decapagem exaurido
Lodo de tratamento de efluente de banhos de têmpera
Lodos de fundo tanque de banhos de tratamento superficial
Fluídos dielétricos
Lodo de banho de têmpera
Lodo do trat. de efluente do pigmento laranja
Lodo de trat. de efluentes do revestimento do alumínio
Fundo de destilação da produção de anilina
Lodo de trat. de efluentes da pintura industrial
Total
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* Descrição completa de cada resíduo, verificar anexo F.
TABELA 4.18 Distribuição do resíduo sólido industrial classe II e III na RMC
Códi
Descrição resíduo
Quantidade
(t/ano)
%
A099
Outros resíduos não perigosos (classe 2 e 3)
A004
Sucata de metais ferrosos
A019
Lodo com material biológico não tóxico
A021
Lodo contendo substâncias não tóxicas
A022
Res. Pastosos contendo substâncias não tóxicas
A010
Resíduos de materiais têxteis
A013
Escória de fundição de ferro e aço
A116
Resíduos contendo dieldrin
A006
Res. de papel e papelão
A016
Areia de fundição
A003
Res. de varrição de fábrica
A002
Resíduos gerados fora do processo industrial
A005
Sucata de metais não ferrosos
A009
Res. de madeira
A416
Resíduo não especificado
A017
Resíduos de refratários e material cerâmico
A007
Res. de plásticos polimerizados
A008
Res. de borracha
A001
Lixo de restaurante
A011
Resíduos de minerais não metálicos
A018
Res. Sólidos compostos de metais não tóxicos
A012
Escória de fundição de alumínio
Total
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* Descrição completa de cada resíduo, verificar anexo F .
105.520,2
51.687,2
50.561,8
37.029,6
19.535,0
17.447,9
15.126,0
10.618,0
9.072,3
7.330,4
6.538,2
6.004,2
4.848,1
4.472,9
4.471,0
4.456,0
4.100,1
2.868,6
2.745,4
2.377,1
429,7
0,5
367240,20
28,7
14,1
13,8
10,1
5,3
4,8
4,1
2,9
2,5
2,0
1,8
1,6
1,3
1,2
1,2
1,2
1,1
0,8
0,7
0,6
0,1
0,0
100,000
go
86
Na TAB. 4.19, observa-se os ramos de atividade inventariados, com a correspondente
geração de resíduo sólido industrial na RMC. Não foi possível apresentar a produção de resíduo,
por ramo de atividade, uma vez que não estão disponíveis as informações do inventário de
resíduo, por estabelecimento pesquisado.
TABELA 4.19 Ramos industriais e geração de resíduo sólido industrial na RMC
Ramo Industrial na RMC
-Química
-Têxtil
-Metalúrgica
-Produtos alimentares
-Mecânica
-Elétrico, eletrônico e
comunicações
-Peças para veículos
automotores
-Transformação de minerais
não metálicos
-Borracha
-Produtos Farmacêuticos e
veterinários
-Papel e papelão
-Perfumaria, sabões e velas
-Bebidas
-Diversos
-Mobiliário
-Couro, peles e produtos
similares
-Plástico
-Vestuário, calçados e
artefatos de tecidos
-Usinas de produção de
concreto e de concreto
asfaltico, etc.
-Serviços de transporte de
carga
-Cooperativa de
beneficiamento,
industrialização e
comercialização
Principal resíduo
classe I I e III *
-Outros resíduos não perigosos (classe 2
e 3)
-Outros Resíduos Perigosos
-Sucata de metais ferrosos
-Res. Perigoso inflamável
-Lodo com material biológico não tóxico
-Res. de fundo de destilação com alcatrões -Lodo contendo substâncias não tóxicas
-lodos de separadores de óleo de refino de -Res. Pastoso contendo substâncias não
petróleo
tóxicas
-Res. Perigoso corrosivo
-Resíduo de material têxtil
-Lodo de trat. de efluentes resultantes da
-Escória de fundição de ferro e aço
eletrodeposição
-Resíduo contendo dieldrin
-Lodo de trat. de efluentes da pintura
-Res. de papel e papelão
industrial
-Areia de fundição
-Solventes não halogenados tipo 3
-Res. de varrição de fábrica
-Solventes não halogenados tipo 1
-Resíduo gerado fora do processo
-res. De limpeza com solvente
industrial
-Solventes não halogenados tipo 2
-Sucata de metais não ferrosos
-Res. de madeira
-Resíduo e lodo de tinta da pintura
industrial
-Resíduo não especificado
-Solventes halogenados gastos tipo 1
-Resíduo de refratários e material
-Borra neutra do re-refino de óleos usados cerâmico
-Soluções de cianeto exauridas
-Res. de plásticos polimerizados
-Lodos e lavagens com solventes e outros -Res. de borracha
-Borra ácida do re-refino de óleos usados -Lixo de restaurante
-Solventes halogenados gastos tipo 2
-Resíduo de minerais não metálicos
-Lodo ou poeira da produção de aço
-Res. Sólido composto de metais não
primário
tóxicos
-Res. Perigoso Patogênico
-Escória de fundição de alumínio
-Banho de decapagem exaurido
-Lodo de tratamento de efluente de banhos
de têmpera
-Lodos de fundo tanque de banhos de
tratamento superficial
-Lodo de banho de têmpera
-Lodo de trat. de efluentes do
revestimento -do alumínio
-Lodo do trat. de efluente do pigmento
laranja
-Fluídos dielétricos
-Fundo de destilação da produção de
anilina
-Óleo usado
Principal resíduo classe I *
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* Descrição completa de cada resíduo, verificar anexo F.
Verifica-se, na TAB. 4.19, a grande diversidade e complexidade de material e substâncias
que são descartadas pelas indústrias da RMC. Esta situação reflete, a nível regional, a realidade
87
global discutida por Gandolla e Dugnani (1990) e Tronconi et al, (1991), que discutem as
transformações industriais ocorridas a partir do século XIX e a grande produção de energia e
resíduo decorrentes do desenvolvimento da atividade industrial.
Encontra-se, no anexo G, nas figuras G 1 a G 19, a distribuição da geração de resíduo sólido
industrial por tipo, em cada um dos municípios da RMC. Consta, ainda, a relação detalhada da
produção de resíduo sólido industrial, por município, na região, conforme tabelas G 1 a G 19.
Ao analisar a distribuição dos tipos de resíduo e as atividades industriais inventariadas, por
município, destacam-se os seguintes aspectos:
•
Americana, Arthur Nogueira e Itatiba são municípios em que predominam a atividade e
o resíduo têxtil, na amostra pesquisada. No entanto, municípios como Santa Bárbara
d’Oeste e Nova Odessa, que, também, possuem grande parte de indústrias
inventariadas, neste ramo, apresentam predominância de resíduo gerado por outras
atividades;
•
Campinas, Hortolândia, Indaiatuba, Sumaré e Vinhedo destacam-se por apresentar uma
partição do total de resíduo sólido gerado proporcional à grande diversidade de ramos
industriais amostrados;
•
Paulínia destaca-se pela predominância de resíduo perigoso que resulta da presença de
indústrias químicas e petroquímicas inventariadas neste município. Cosmópolis,
também, se destaca por apresentar 51% de resíduo perigoso do total inventariado no
município. Já Santo Antônio de Posse registra, como perigoso, 100% do resíduo
inventariado, o que indica problemas com a coleta dos dados, uma vez que existe a
presença de indústrias do setor alimentar neste município;
•
há municípios que apresentam um percentual muito alto de resíduos de composição
indeterminada, como o A 099 e o D 099, indicando possível falha na coleta dos dados .
Encontram-se, nesta situação, os municípios de Cosmópolis e Jaguariúna; e,
•
há, ainda, municípios com resultados de inventário incoerentes, como é o caso de
Monte Mor e Santo Antônio de Posse. Estes dois municípios registram apenas a
geração de dois tipos de resíduos, indicando incoerência nos resultados da pesquisa,
88
uma vez que existe a presença de indústrias dos setores químico, metalúrgico e
alimentar.
4.3.3 Destinação de resíduo sólido industrial na RMC
Apresenta-se, na TAB. 4.20, a distribuição dos tipos de destinação de resíduo sólido
industrial, na RMC, para o total gerado e para os resíduos perigoso e não perigoso.
TABELA 4.20 – Destinação de resíduo sólido industrial na RMC
DESTINAÇÃO
ESTOCAGEM
A granel
Caçambas
Em tambores
Em tanques
Lagoas
Outros Sistemas
TOTAL
Res. Perigoso
(t/ano)
%
Res. Não Perigoso
(t/ano)
%
Total
%
155,8
210,0
3339,7
169,0
700,0
38,2
4612,7
0,4
0,5
7,6
0,4
1,6
0,1
10,5
2608,1
0,0
2436,0
10,0
7200,0
1131,2
13385,3
0,7
0,0
0,7
0,0
2,0
0,3
3,6
2763,9
210,0
5775,7
179,0
7900,0
1169,4
17998,0
0,7
0,1
1,4
0,0
1,9
0,3
4,4
TRATAMENTO
Incinerador
17208,3
39,3
711,7
0,2
17920,0
4,4
Caldeira
Compostagem
Fertirrigação /Landfarmin
Fornos Industriais
Incinerador de Camara
Intermediários
Queima a céu aberto
Reproc. ou reciclagem
Tratamento biológico
Outros Tratamentos
TOTAL
6824,0
0,0
3530,0
739,8
150,1
274,2
0,5
7687,0
1859,0
183,6
38456,5
15,6
0,0
8,1
1,7
0,3
0,6
0,0
17,5
4,2
0,4
87,8
745,6
21,3
27149,0
1544,0
36,0
40521,2
13,7
65505,9
9797,0
3203,0
149248,4
0,2
0,0
7,4
0,4
0,0
11,0
0,0
17,8
2,7
0,9
40,6
7569,6
21,3
30679,0
2283,8
186,1
40795,4
14,2
73192,9
11656,0
3386,6
187704,9
1,8
0,0
7,5
0,6
0,0
9,9
0,0
17,8
2,8
0,8
45,7
0,8
0,0
712,0
4,8
1,5
25,0
744,1
0,0
0,0
1,6
0,0
0,0
0,01
1,7
33622,5
46999,2
35904,4
5267,0
3581,7
79231,7
204606,5
9,2
12,8
9,8
1,4
1,0
21,6
55,7
33623,3
46999,2
36616,4
5271,8
3583,2
79256,7
205350,6
8,2
11,4
8,9
1,3
0,9
19,3
50,0
43813,3
100,0
367240,2
100,0
411053,5
100,0
DISPOSIÇÃO FINAL
Aterro Municipal
Alimentação de Animais
Aterro Industrial
Lixão Municipal
Lixão Particular
Outros
TOTAL
TOTAL GERAL
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
A maior parte do resíduo sólido inventariado (87%) vai para algum tipo de tratamento ou
destinação final adequado, exceto, cerca de 20% que tem destinação inadequada, como lixão
89
municipal ou particular, queima a céu aberto e outros. Ressalta-se, no entanto, que há resíduo
perigoso estocado.
Destaca-se um percentual de cerca de 28% do total de resíduo que é destinado à reciclagem
ou reprocessamento. Do resíduo perigoso, aproximadamente, 18% vai para reciclagem ou
reprocessamento. Observa-se que estes valores podem ser ampliados, uma vez que verificou-se,
na amostra pesquisada, resíduos recicláveis que estão com outro tipo de destinação.
Comparando-se a realidade das atividades de reciclagem, no âmbito da gestão municipal e
industrial, verifica-se que estes índices de reciclagem, no setor industrial, são bastante superiores
aos índices oficiais encontrados, por Streb (2001) e Piunti (2001), para o resíduo sólido
doméstico, em alguns municípios da RMC.
Com relação ao tratamento térmico, 6,1% do total de resíduo amostrado e 56,9% do resíduo
perigoso é submetido a tratamento térmico. A incineração é o processo predominante e a queima
em fornos industriais, o menos utilizado. São incinerados 4,4% do total de resíduo e 39,6% do
resíduo perigoso. Não constam informações, no inventário, quanto à recuperação energética
relacionada à incineração.
Nas tabelas 4.21 e 4.22, encontram-se a distribuição, por município, dos tipos de destinação
de resíduo sólido industrial.
De um modo geral, pode-se fazer as seguintes observações, quanto à destinação do resíduo
inventariado nos municípios da RMC:
-
Paulínia possui a maior quantidade de resíduo estocado, em valor absoluto. Santo
Antônio de Posse apresenta o maior valor relativo de resíduo estocado. Chama
atenção o fato destes municípios se destacarem por possuir um percentual alto de
resíduo perigoso. No caso de Santo Antônio de Posse, todo o resíduo inventariado é
perigoso;
90
-
quanto ao tratamento térmico, Paulínia e Cosmópolis lideram a utilização da
incineração para o tratamento da grande quantidade de resíduo perigoso gerada
nestes municípios;
-
Americana e Campinas apresentam os maiores índices de reciclagem e
reprocessamento.
Campinas
recicla,
aproximadamente,
80%
do
resíduo
inventariado;
-
há municípios que se destacam por apresentar quase 100% de seu resíduo disposto
na forma de destinação classificada como “outros”, o que pode, inclusive, indicar
algum tipo de disposição inadequada, não especificada. Enquadram-se nesta
situação os municípios de Pedreira e Santa Bárbara d’Oeste. Também, apresentam
boa parte de seu resíduo destinado à categoria “outros”, os municípios de Sumaré e
Valinhos; e,
-
deve-se destacar, ainda, os municípios de Americana, Indaiatuba, Paulínia e
Sumaré, que apresentam resíduo destinado a lixões.
Quanto à situação da destinação de resíduo sólido industrial, na Região Metropolitana de
Campinas, observa-se que a região, apesar de grande geradora de resíduo industrial, constitui-se
numa exportadora de resíduo para disposição em aterros e incineradores em outras regiões do
Estado, ou mesmo, em outros estados, como é o caso da disposição em fornos industriais de
Minas Gerais e Rio de Janeiro (SEVÁ FILHO, 1997; BIZZO, 2003).
Quanto a unidades de tratamento e disposição final de resíduo sólido industrial, segundo
Bizzo (2003), a RMC possui um aterro de resíduo classe 2 e um incinerador de resíduo perigoso,
em Cosmópolis, com capacidade para 12.000 t/ano.
Esta deficiência quanto a instalações de destinação de resíduo sólido industrial está refletida
na realidade pesquisada, uma vez que encontra-se resíduo destinado, inadequadamente, numa
amostra de indústrias de médio e grande porte que, normalmente, possuem licenciamento
ambiental.
91
ESTOCAGEM
A granel
Caçambas
Em tambores
Tanques
Lagoas
Outros Sistemas
TOTAL
6,4
0,0
134,9
0,0
0,0
4,2
145,5
0,0
0,0
0,2
0,0
0,0
0,0
0,2
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
112,4
0,0
282,0
0,0
0,0
46,5
440,9
0,2
0,0
0,5
0,0
0,0
0,1
0,8
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
600,0
600,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
4,2
4,2
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
50,7
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
2,5
0,0
11,1
29,9
0,0
94,2
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,9
0,0
25,9
26,8
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,5
0,6
0,0
2,5
0,0
0,0
0,0
0,0
7,0
0,0
0,0
0,0
0,0
9,5
TRATAMENTO
Incinerador
Caldeira
Compostagem
Fertirrigação/"Landfarmin
Fornos Industriais
Incinerador de Camara
Intermediários
Queima a ceu aberto
Reproc.ou reciclagem
Tratamento biológico
Outros Tratamentos
TOTAL
0,2
0,9
0,0
864,0
60,0
10,7
6178,0
0,0
16343,2
0,0
40,0
23497,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
1,2
0,0
0,1
0,0
0,0
0,0
8,9
0,0
0,0
0,0
23,5 1063,1
0,0
0,0
0,1
0,0
33,7 1063,1
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
31,6
0,0
0,0
31,6
98,5
13,0
21,3
0,0
1378,1
0,0
20100,2
1,0
25082,8
127,0
77,6
46899,5
0,2
0,0
0,0
0,0
2,4
0,0
35,4
0,0
44,1
0,2
0,1
82,5
7328,6
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
363,5
0,0
1605,7
4320,0
0,0
13617,8
DISPOSIÇÃO FINAL
Aterro Municipal
Alimentação de Animais
Aterro Industrial
Lixão Municipal
Lixão Particular
Outros
TOTAL
991,7
56,0
35274,0
0,0
1632,5
8040,0
45994,2
1,4
0,0
0,1
0,0
50,7
0,0
0,0 2300,0
2,3
0,0
11,5
0,0
66,0 2300,0
0,0
0,0
0,0
68,4
0,0
0,0
68,4
6621,0
1108,0
712,0
0,0
110,5
956,0
9507,5
11,6
1,9
1,3
0,0
0,2
1,7
16,7
1,2
3,6
130,0
89,5
0,0
12,0
236,3
0,0 4832,0
0,0
0,0
0,9
0,0
0,6
0,0
0,0
0,0
0,1
0,0
1,6 4832,0
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003 d)
92
99,4 0,0
0,0 0,0
0,0 0,0
0,0 0,0
0,0 0,0
0,0 19,0
99,4 19,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
600,8
0,0
0,0
1,0
601,8
0,0
0,0
19,6
0,0
0,0
0,0
19,6
0,4
210,0
425,9
0,0
0,0
0,0
636,3
0,0
3,1
6,3
0,0
0,0
0,0
9,4
%
Jaguariúna
%
Itatiba
%
Indaiatuba
%
Hortolândia
%
Holambra
%
Engenheiro
Coelho
%
Cosmópolis
%
Campinas
%
Arthur
Nogueira
DESTINAÇÃO
Americana
TABELA 4.21 Distribuição dos tipos de destino, por município, da RMC
%
0,0
0,0
801,7
0,0
0,0
0,0
801,7
0,0
0,0
13,3
0,0
0,0
0,0
13,3
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
8,8
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
24,6 946,6
0,0
0,0
0,0
97,3
0,0
0,0
0,0 776,0
33,3 1819,9
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0 100,7
0,0
0,0
30,9 1471,9
0,0
0,0
3,2 3121,7
0,0
0,0
25,3
0,0
59,3 4694,3
0,0
33,5
0,0
28,2
0,0
0,0
0,0
0,0
1,5
60,0
0,0
0,0
21,8 548,1
0,0
0,0
46,2 3798,2
0,0
0,0
0,0
0,0
69,4 4468,0
0,6
0,5
0,0
0,0
1,0
0,0
9,1
0,0
63,2
0,0
0,0
74,3
0,0 0,0
0,0 0,0
0,0 0,0
26261,0 36,4
0,0 0,0
0,0 0,0
933,0 1,3
0,0 0,0
1062,3 1,5
0,0 0,0
0,0 0,0
28256,3 39,1
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
66,7
66,7
0,7
0,0
1,3
13,8
0,0
0,0
2,2 1298,2
0,0 120,0
16,8
1,6
21,1 1433,6
0,0
0,2
0,0
19,2
1,8
0,0
21,2
0,0
0,0
0,0
5,7
0,1
6,5
12,3
0,0 0,0
43916,0 60,8
0,0 0,0
50,5 0,1
0,0 0,0
0,0 0,0
43966,5 60,9
20,8
41,0
0,0
69,0
0,3
515,1
646,2
0,0
0,0
0,0
345,6
5,0
390,9
741,5
ESTOCAGEM
A granel
Caçambas
Em tambores
Tanques
Lagoas
Outros Sistemas
TOTAL
0,0
0,0
0,0 580,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
27,8 240,4
0,0
1,0
0,0 869,3
0,0
0,0
0,0 2267,0
27,8 3957,7
0,0
11,8
0,0
0,0
0,0
0,0
4,9
0,0
17,7
0,0
46,1
80,6
0,0
72,2
0,0
0,0
0,0
0,0
72,2
4,2 921,2 1,4
0,0 0,0
2,3 232,5 0,4
2,0 0,0
1,4 430,0 0,7
0,0 0,0
0,0
25,5 0,0
1,0 0,0
0,0 1498,4 2,3
0,0 0,0
11,1 10073,4 15,4 9851,0 99,5
19,1 13181,0 20,2 9854,0 99,5
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
127,7
0,0
0,0
0,0
0,0
127,7
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
1,3
0,0
0,0
0,0
0,0
1,3
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
210,0 0,7
4,0 0,0
0,0 0,0
0,0 0,0
0,0 0,0
0,0 0,0
0,0 0,0
0,0 0,0
180,0 0,6
95,0 0,2
0,0 0,0
0,0 0,0
5390, 17,3 1409,9 2,9
12,2 0,0
0,0 0,0
1177, 3,8 10416,6 21,4
0,0 0,0 300,0 0,6
0,0 0,0
0,1 0,0
6970, 22,4 12225,6 25,1
27,4 0,3
0,0 0,0
0,0 0,0
0,0 0,0
0,0 0,0
9799,0 97,8
9826,4 98,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
101,1 0,3 18347,4 37,7 1551,2 42,8
732,7 2,3 136,0 0,3 512,6 14,2
0,0 0,0
0,0 0,0
0,0 0,0
1092, 3,5
0,0 0,0
0,0 0,0
216,5 0,7
0,0 0,0
0,0 0,0
21170 67,9 17880,0 36,8
4,0 0,1
23313 74,8 36363,4 74,8 2067,8 57,1
TOTAL GERAL
180,0 100,0 4912,3 100,0 65293,5 100,0 9900,0 100,0 10023,9 100,0
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003 d)
70,0
93
0,0
0,0
0,1
0,0
0,0
0,0
0,1
0,0
0,0
3,6
0,0
0,0
0,0
3,6
0,0
0,0
0,1
0,0
0,0
0,0
0,1
RMC
Vinhedo
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,4
0,0
0,0
0,0
0,0
0,4
208,3
115,0
70,4
0,0
0,0
544,3
938,0
0,0
0,0
24,5
0,0
0,0
0,0
24,5
%
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
40,0
0,0
0,0
0,0
0,0
40,0
15,7
10,6
0,0
5,4
0,6
0,3
3,3
0,0
12,4
10,2
0,3
58,9
0,0
0,0
2,6
0,3
0,0
0,0
2,9
%
56,6
0,0
0,0
13,4
0,0
0,0
70,0
10245,2
6945,0
0,0
3554,0
398,0
175,4
2179,9
0,0
8065,1
6669,0
200,0
38431,6
80,9
0,0
0,0
0,0
0,0 809,3
19,1 90,0
0,0
0,0
0,0
1,1
100,0 900,4
%
Valinhos
Sumaré
Sto. Antônio
da Posse
Sta.
Bárbara
D'Oeste
Pedreira
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,3
0,3
%
0,0
0,0
0,7
0,0
0,0
0,0
0,7
0,0
130,0
0,0
0,0
0,0
0,0
130,0
0,0
0,0
0,6
0,0
0,0
16,0
16,6
%
0,0
0,0
69,8
0,0
0,0
0,0
69,8
DISPOSIÇÃO FINAL
Aterro Municipal
Alimentação de Animais
Aterro Industrial
Lixão Municipal
Lixão Particular
Outros
TOTAL
2588,1 4,0
0,0 0,0
2616,6 4,0
75,6 0,1
7900,0 12,1
500,6 0,8
13680,9 21,0
%
0,0
0,0
0,1
0,0
0,0
0,0
0,1
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
50,0
0,0
0,0
0,0
0,0
50,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
%
0,0
0,0
6,0
0,0
0,0
0,0
6,0
TRATAMENTO
Incinerador
Caldeira
Compostagem
Fertirrigação/"Landfarmin
Fornos Industriais
Incinerador de Camara
Intermediários
Queima a ceu aberto
Reproc.ou reciclagem
Tratamento biológico
Outros Tratamentos
TOTAL
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
%
Paulínia
%
Nova
Odessa
DESTINAÇÃO
Monte Mor
TABELA 4.22 Distribuição dos tipos de destino, por município, da RMC
2763,9
210,0
5775,7
179,0
7900,0
1169,4
17998,0
0,0 0,0 17920,0
0,0 0,0 7569,6
0,0 0,0
21,3
0,0 0,0 30679,0
12,0 0,3 2283,8
0,0 0,0 186,1
808,8 22,3 40795,4
0,0 0,0
14,2
488,8 13,5 73192,9
240,0 6,6 11656,0
0,0 0,0 3386,6
1549,6 42,8 187704,
33623,3
46999,2
36616,4
5271,8
3583,2
79256,7
205350,
100,0 31184 100,0 48613,5 100,0 3621,0 100,0 411053,
Quanto à produção de resíduo sólido industrial, na RMC, destaca-se a expressiva
quantidade de resíduo verificada no inventário, o que caracteriza a região como grande geradora
de resíduo sólido de origem industrial. Observa-se que a quantidade total de resíduo inventariado
quase iguala-se à quantidade de resíduo sólido produzida pela população da RMC (CETESB,
2002b).
4.4 Energia associada ao resíduo sólido industrial na RMC
O estudo da energia associada ao resíduo sólido industrial, na RMC, corresponde aos
procedimentos 5 a 9 da FIG. 4.1.
Neste estudo,
foi realizada a classificação do resíduo sólido industrial, segundo seu
potencial de aproveitamento energético, de acordo com o item 4.4.1, e a análise qualitativa e
quantitativa, conforme apresentado, nos itens 4.4.2 e 4.4.3, respectivamente.
4.4.1 Classificação do resíduo sólido industrial segundo o potencial de aproveitamento
energético
A classificação energética do resíduo sólido destinado ao estudo quantitativo está
apresentada na TAB. 4.23.
Conforme mencionado no item 4.1, para efeito de aplicação da metodologia proposta à
RMC, tomou-se para estudo quantitativo o resíduo sólido industrial não perigoso, com fatores de
conversão energética, amplamente, conhecidos.
TABELA 4.23 Classificação energética do resíduo sólido destinado ao estudo quantitativo
Código
Descrição do resíduo
A001
Lixo de restaurante
A002
Resíduos gerados fora do
processo industrial
Sucata de metais ferrosos
A004
A005
Sucata de metais não
ferrosos
Composição aproximada
(percentual)
70% mat. Orgânica, 20%
recicláveis, 10% rejeitos
50% recicláveis (res.
escritório) e 50% rejeitso
50% recicláveis e 50%
rejeitos
50% recicláveis(cobre,
alumínio, etc) e 50% rejeitos
Classificação energética
(percentual)
20% Reciclagem,70% energia
do Biogás ou 100 %
incineração
50% Reciclagem ou 100%
incineração
50% Reciclagem
50% Reciclagem
continua...
94
TABELA 4.23 Classificação energética do resíduo sólido destinado ao estudo quantitativo
conclusão.
A006
Res. de papel e papelão
A007
A009
Res. de plásticos
polimerizados
Res. de madeira
A010
Resíduos de materiais têxteis
A019
Lodo com material biológico
não tóxico
50% recicláveis e 50%
rejeitos
50% recicláveis e 50%
rejeitos
50% recicláveis e 50%
rejeitos
50% recicláveis e 50%
rejeitso
70% matéria Orgânica e
30% rejeitos
50% Reciclagem e 100%
incineração
50% Reciclagem
50% Reciclagem e 100%
incineração
50% Reciclagem e 100%
incineração
70% Energia do biogás e 100%
incineração
Fonte: Elaborada com dados da Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
Para elaboração da TAB. 4.23, estimou-se a composição aproximada de cada resíduo. A
partir da composição, verificou-se as possibilidades de tratamento energético.
4.4.2 Estudo qualitativo do potencial de aproveitamento energético do resíduo sólido
industrial
Este item corresponde às atividades 7-a e 8-a, apresentadas na FIG. 4.1.
Verificou-se o tipo de energia aproveitada para a totalidade do resíduo presente na amostra,
de modo a obter-se um panorama da situação existente quanto ao tratamento energético de
resíduo na RMC, conforme mencionado no item 4.1.
Para o estudo energético qualitativo, trabalhou-se, também, com o resíduo não considerado
na análise quantitativa e que possui, em alguns municípios, aproveitamento energético em
andamento. Identificou-se o aproveitamento energético existente e projetou-se, qualitativamente,
as possibilidades de recuperação energética, de cada resíduo, para os demais municípios da RMC,
conforme apresentado, nas tabelas H.1 a H.19, no Anexo H.
Na TAB. 4.24 está apresentado um resumo, para a RMC, das possibilidades de energia
aproveitada e aproveitável para cada tipo de resíduo.
Identificou-se dois tipos de energia aproveitada, na região: a energia evitada com a
reciclagem e a energia térmica, decorrente da aplicação de processos como queima em fornos e
caldeiras.
95
Quanto à energia passível de aproveitamento, determinou-se três tipos:
-
a energia potencial do biogás, decorrente da utilização do poder calorífico do biogás;
-
a energia potencialmente evitável, resultante de possível utilização de resíduo em
processos de reciclagem ou reprocessamento; e,
-
a energia térmica da incineração, proveniente da possível aplicação de mecanismos de
recuperação energética nas unidades de tratamento existentes. Observa-se que, no
inventário de resíduo, não constam informações quanto à existência de aproveitamento
térmico nos processos de incineração, desta forma considerou-se como um tipo de
energia a ser aproveitada.
TABELA 4.24 Estudo qualitativo da energia associada a resíduo sólido industrial na RMC
Tipo de
resíduo
Descrição do resíduo
A001
Lixo de restaurante
A002
Resíduo gerado fora do processo industrial
A003
Resíduo de varrição de fábrica
A004
Sucata de metais ferrosos
A005
Sucata de metais não ferrosos
A006
Res. de papel e papelão
A007
Res. de plásticos polimerizados
A008
Res. de borracha
A009
Res. de madeira
A010
Resíduo de material têxtil
A011
Resíduo de mineral não metálico
Descrição da forma de energia
Potencial do biogás
Aproveitada evitada
Potencial evitável
Aproveitada - térmica
Aproveitada evitada
indeterminada
Aproveitada evitada
Potencial da incineração
Aproveitada - térmica
Potencial evitável
Aproveitada evitada
Potencial evitável
Aproveitada evitada
Potencial evitável
Potencial da incineração
Aproveitada evitada
Potencial evitável
Potencial da incineração
Aproveitada evitada
Aproveitada - térmica
Aproveitada evitada
Potencial evitável
Potencial evitável
Aproveitada - térmica
Aproveitada evitada
Potencial evitável
Aproveitada - térmica
Aproveitada evitada
Potencial evitável
Aproveitada evitada
Continua...
96
TABELA 4.24 Estudo qualitativo da energia associada a resíduo sólido industrial na RMC
continuação.
Tipo de
resíduo
Descrição do resíduo
Descrição da forma de energia
A012
Escória de fundição de alumínio
Aproveitada evitada
A013
Escória de fundição de ferro e aço
Potencial evitável
Aproveitada evitada
A014
Areia de fundição
A017
Resíduo de refratário e material cerâmico
A018
Res. Sólido composto de metais não tóxico
A019
Lodo com material biológico não tóxico
A021
Lodo contendo substâncias não tóxicas
A022
Res. Pastosos contendo substâncias não tóxicas
Não disponível para aproveit.
A099
Outro resíduo não perigoso (classe 2 e 3)
indeterminada
Potencial da incineração
Aproveitada - térmica
Aproveitada evitada
Não disponível para aproveit.
A116
Resíduo contendo dieldrin
Não obtida
A416
Res. não especificado
Indeterminada
D001
Resíduo Perigoso inflamável
D002
Res. Perigoso corrosivo
D004
Res. Perigoso Patogênico
D099
Não obtida
Potencial evitável
Aproveitada evitada
Não obtida
Potencial do biogás
Potencial da incineração
Não disponível para aproveit.
Aproveitada - térmica
Potencial da incineração
Não obtida
Aproveitada evitada
Não obtida
Potencial da incineração
Aproveitada - térmica
Aproveitada evitada
Não obtida
Aproveitada evitada
Potencial da incineração
indeterminada
Potencial da incineração
Aproveitada - térmica
Aproveitada evitada
Indeterminada
Outro Resíduo perigoso
Não disponível para aproveit.
F001
Solventes halogenados gastos tipo 1
F002
Solventes halogenados gastos tipo 2
F003
Solventes não halogenados tipo 1
Potencial evitável
Aproveitada evitada
Aproveitada evitada
Aproveitada evitada
Aproveitada - térmica
Continua...
97
TABELA 4.24 Estudo qualitativo da energia associada a resíduo sólido industrial na RMC
conclusão.
Tipo de
resíduo
F004
Solventes não halogenados tipo 2
F005
Solventes não halogenados tipo 3
F006
Lodo de trat. de efluentes resultantes da
eletrodeposição
F008
Lodos de fundo tanque de banhos de
tratamento superficial
F010
Lodo de banho de têmpera
F011
Soluções de cianeto exauridas
Não obtida
Aproveitada - térmica
F012
Lodo de tratamento de efluente de banhos de
têmpera
Não obtida
F017
Resíduo e lodo de tinta da pintura industrial
Potencial evitável
Aproveitada - térmica
Aproveitada evitada
F018
Lodo de trat. de efluentes da pintura industrial
Aproveitada evitada
F019
Lodo de trat. de efluentes do revestimento do
alumínio
Não obtida
F030
Óleo usado
Evitável
Potencial da incineração
Aproveitada evitada
F100
Fluídos dielétricos
Não obtida
K003
Lodo do trat. de efluente do pigmento laranja
Não obtida
K022
Res. de fundo de destilação com alcatrões
K051
Lodos de separadores de óleo de refino de
petróleo
Não obtida
Aproveitada - térmica
Não obtida
Não disponível para aproveit.
K061
Lodo ou poeira produção de aço primário
Não obtida
K062
Banho de decapagem exaurido
Não obtida
K078
res. De limpeza com solvente
Aproveitada evitada
K083
Fundo de destilação da produção de anilina
Não obtida
k086
Lodos e lavagens com solventes e outros
K207
Borra ácida do re-refino de óleos usados
aproveitada evitada
Não obtida
K208
Borra neutra do re-refino de óleos usados
Não obtida
Descrição do resíduo
Descrição da forma de energia
Potencial da incineração
Potencial da incineração
Aproveitada evitada
Não obtida
Aproveitada – térmica
Aproveitada – térmica
Não obtida
Não obtida
Fonte: elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
4.4.3 Estudo Quantitativo do potencial de aproveitamento energético do resíduo sólido
industrial
Este item refere-se às atividades 7-b, 8-b e 9, da TAB. 4.1.
98
Apresenta-se, na TAB. 4.25, o resultado do estudo quantitativo para a RMC, com os
valores da energia associada ao resíduo sólido industrial, por forma de energia. No anexo H,
encontram-se as TABs. H.1 a H.19, onde é apresentado o estudo energético completo, por
município (quali-quantitativo).
TABELA 4.25 Energia associada a resíduo sólido industrial, na RMC, por forma de energia
Energia aproveitada
Forma de energia
Energia potencial
(MWh/mês)
( GJ/mês )
(MWh/mês)
( GJ/mês )
Aproveitada evitada
30.543,64
109.957,1
-
-
Aproveitada – térmica
606,61
2.183,8
-
-
Potencial evitável
-
-
2.818,9
10.148,2
Potencial do biogás
-
-
1.224,7
4.408,9
Potencial da incineração
-
-
8,6
30,8
TOTAL
31.150,25
112.140,9
4.052,2
14.587,9
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) 3 Cetesb (2003d)
Considerou-se, para fins de aplicação da metodologia proposta, tanto para o resíduo
reciclável quanto para o biodegradável, que estes, possivelmente, apresentam uma parcela de
material, de fato, reciclável e biodegradável. A partir desta consideração, adotou-se um valor
percentual para cálculo da quantidade de resíduo efetivamente aproveitável. Desta forma,
assume-se que a energia a ser aproveitada do biogás ou da reciclagem é parcial e, possivelmente,
aproveitável. O valor percentual adotado para a reciclagem é 50% e para a biodigestão 70%.
Observar TABs. H.1 a H.19.
Para incineração, também, fez-se o mesmo tipo de consideração já mencionada. Neste caso,
adotou-se um percentual de 90% para materiais passíveis de combustão, considerando que o
resíduo incinerado não tem natureza homogênea.
Estes valores percentuais adotados para o estudo quantitativo poderiam ser maiores, em
função de uma avaliação mais criteriosa da composição do resíduo do Inventário, caso a caso.
99
Na TAB. 4.26, apresenta-se um resumo da quantidade de energia associada a resíduo sólido
industrial inventariado, por município, na RMC.
TABELA 4.26 Energia associada a resíduo sólido industrial na RMC
Município
Energia associada a resíduo sólido industrial
inventariado no município
Energia aproveitada
Energia potencial
(MWh/mês)
( GJ/mês )
(MWh/mês)
( GJ/mês )
Americana
Arthur Nogueira
Campinas
Cosmópolis
Engenheiro Coelho
Holambra
Hortolândia
Indaiatuba
Itatiba
Jaguariúna
Monte Mor
Nova Odessa
Paulínia
Pedreira
Sta. Bárbara D'Oeste
Sto. Antônio de Posse
Sumaré
Valinhos
Vinhedo
2.534,8
122,4
16.268,1
224,5
3,1
442,9
2.061,6
607,0
117,1
14,6
163,7
1.234,6
19,3
33,8
2.051,6
4.964,0
286,9
9.337,7
440,6
58.565,2
808,3
11,2
1.594,5
7.421,8
2.185,2
421,6
52,5
589,2
4.444,6
69,6
121,7
7.385,9
17.870,5
1.032,8
1.062,7
63,1
521,6
16,1
19,0
54,5
61,1
5,2
420,2
116,5
0,1
4,6
1.541,3
91,1
75,2
3.825,7
227,2
1.877,8
57,9
68,4
196,2
220,0
18,7
1.512,7
419,4
0,4
16,6
5.548,7
328,0
270,7
TOTAL
31.150,2
112.140,9
4.052,2
14.587,9
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
Verifica-se um valor total de energia aproveitada de 31.150 MWh/mês para a RMC, que
corresponde a uma potência média de 43 MW médios. Este valor é maior do que a potência
média de uma PCH – pequena central hidrelétrica. Cabe observar que o valor encontrado de
potência média significa economia, na geração de energia, verificada na amostra inventariada.
Certamente, este valor será bem maior se for considerado todo o parque industrial da região.
Quanto à energia potencial, obteve-se um valor de 4.052 MWh/mês ou 6 MW médios.
Mesmo assumindo um valor percentual de 100% para a quantidade de resíduo aproveitável, do
ponto de vista energético, o resultado final não ultrapassa 12,0 MW médios, valor bem abaixo do
encontrado para a energia aproveitada na RMC.
100
Estes resultados indicam que a maioria do resíduo reciclável, na amostra, já está sendo
aproveitado. Percebe-se, ainda, quanto ao resíduo biodegradável, que apesar de haver grande
quantidade deste resíduo, na amostra, há alguns fatores que contribuem para um pequeno valor de
energia potencial devido ao biogás, na RMC, como, por exemplo: a utilização deste resíduo em
processos de tratamento que não permitem o aproveitamento energético; o baixo fator de
conversão energética para o biogás; e, dificuldades em quantificar a energia evitada com o uso de
resíduo biodegradável em processos de compostagem, alimentação de animais, fertirrigação,
entre outros.
Observa-se, ainda, que o valor de 6 MW médios obtido para energia potencial, na amostra
pesquisada, representa, aproximadamente, o potencial de aproveitamento energético para o aterro
Delta A, em Campinas, verificado por Cunha (2003), que encontrou valores entre 3 a 6 MW
médios.
Avaliando os resultados de potência média encontrados para energia aproveitada e energia
potencial, em termos de consumo energético médio residencial, verifica-se que a energia
aproveitada equivale, aproximadamente, ao consumo anual de cerca de 600.000 habitantes e que
a energia potencial equivale ao consumo de 80.000 habitantes.
Para efeito de interpretação do significado dos resultados obtidos para energia associada a
resíduo sólido industrial, na RMC, por município, agrupou-se, na TAB. 4.26, os valores de
energia associada a resíduo industrial, na amostra pesquisada pela Cetesb (CETESB, 2003c e
CETESB, 2003d), e os valores de energia evitada associada ao resíduo sólido domiciliar
produzido nos municípios da RMC, determinados por Streb (2001) e Piunti (2001).
101
TABELA 4.27 Energia associada a resíduo sólido industrial e a resíduo sólido domiciliar na RMC
Município
População
(hab.)
Energia associada a resíduo sólido industrial inventariado no
município a
Energia aproveitada
Americana
Arthur Nogueira
Campinas*
Cosmópolis
Engenheiro Coelho
Holambra
Hortolândia
Indaiatuba
Itatiba
Jaguariúna
Monte Mor
Nova Odessa
Paulínia
Pedreira
Sta. Bárbara D'Oeste
Sto. Antônio de Posse
Sumaré
Valinhos
Vinhedo
TOTAL
182.084
33.089
968.172
44.324
10.025
7.231
151.669
146.829
80.884
29.450
37.111
42.066
51.242
35.242
169.735
18.145
196.055
82.773
47.104
Energia potencial
Energia evitada associada ao total de resíduo sólido
domiciliar no município b
Energia aproveitada evitada
Energia potencial evitável
(MWh/mês)
( GJ/mês )
(MWh/mês)
( GJ/mês )
(MWh/mês)
( GJ/mês )
(MWh/mês)
( GJ/mês )
2.534,8
122,4
16.268,1
224,5
3,1
442,9
2.061,6
607,0
117,1
14,6
163,7
1.234,6
19,3
33,8
2.051,6
4.964,0
286,9
9.337,7
440,6
58.565,2
808,3
11,2
1.594,5
7.421,8
2.185,2
421,6
52,5
589,2
4.444,6
69,6
121,7
7.385,9
17.870,5
1.032,8
1.062,7
63,1
521,6
16,1
19,0
54,5
61,1
5,2
420,2
116,5
0,1
4,6
1.541,3
91,1
75,2
3.825,7
227,2
1.877,8
57,9
68,4
196,2
220,0
18,7
1.512,7
419,4
0,4
16,6
5.548,7
328,0
270,7
55,0
144,0
1.998,0*
144,0
144,0
144,0
55,0
55,0
253,0
144,0
144,0
144,0
144,0
144,0
55,0
144,0
55,0
174,0
5,0
198,0
518,4
7.192,8
518,4
518,4
518,4
198,0
198,0
910,8
518,4
518,4
518,4
518,4
518,4
198,0
518,4
198,0
626,4
18,0
4.019,0
2.157,0
30.738,0*
2.157,0
2.157,0
2.157,0
4.019,0
4.019,0
2.742,0
2.157,0
2.157,0
2.157,0
2.157,0
2.157,0
4.019,0
2.157,0
4.019,0
2.398,0
1.330,0
14.468,4
7.765,2
110.656,8
7.765,2
7.765,2
7.765,2
14.468,4
14.468,4
9.871,2
7.765,2
7.765,2
7.765,2
7.765,2
7.765,2
14.468,4
7.765,2
14.468,4
8.632,8
4.788,0
31.159,2
112.140,9
4.052,2
14.587,9
4.145,0
14.922,0
78.873,0
283.942,8
Fonte: (a) Dados da tabela 4.26; (b) cálculos baseado em Piunti(2001); Streb (2001)
* Utilizou-se valor médio para Campinas entre Streb(2001) e Piunti (2001).
Obs: As metodologias para cálculo da energia associada a resíduo sólido domiciliar constam das publicações de Piunti(2001); Streb (2001)
referenciadas neste trabalho
102
PÁGINA EM BRANCO
103
Capítulo 5
Conclusões e Recomendações
Verificou-se, através deste trabalho, a viabilidade de propor e aplicar metodologia para
estimativa da energia associada ao resíduo sólido industrial. Neste caso, a aplicação foi feita para
a Região Metropolitana de Campinas e, após algumas simplificações, obteve-se uma
caracterização sócio-econômica e ambiental da região, bem como uma avaliação qualiquantitativa da energia associada ao resíduo sólido industrial inventariado na RMC.
As conclusões e recomendações decorrentes da realização deste estudo estão apresentadas,
resumidamente, nos itens 5.1 (metodologia proposta) e 5.2 (aplicação da metodologia para a
RMC).
5.1 Quanto à metodologia proposta para avaliação da energia associada ao resíduo sólido
industrial
Observou-se que a metodologia proposta insere-se na realidade da sociedade moderna em
que o sistema produtivo acarreta consumo intensivo de energia, geração de resíduo e danos
ambientais. Neste contexto, cabe a proposição de ações que busquem maior sustentabilidade
ambiental para o desenvolvimento. O estudo das possibilidades de aproveitamento energético de
resíduo numa dada região, através da metodologia proposta, é uma contribuição, a nível local,
para mitigação de problemas globais representados pelos danos ambientais resultantes da geração
de resíduo e do uso e produção de energia a partir de combustíveis fósseis.
103
A elaboração desta metodologia possibilitou a pesquisa e indicação de dados e fontes e os
procedimentos necessários à avaliação da energia associada ao resíduo sólido industrial,
considerando aspectos sócio-ambientais e energéticos relacionados à produção, gestão e
gerenciamento deste tipo de resíduo numa determinada área.
Com relação aos procedimentos de caracterização físico-ambiental e sócio-econômica da
área e do setor industrial, destaca-se, enquanto fonte de informação para dados secundários, as
bibliotecas e “sites” de universidades e instituições governamentais e, especialmente, os bancos
de dados públicos e privados referentes à atividade industrial, como o do IBGE (classificação
nacional de atividades econômicas – CNAE) e os cadastros industriais de secretarias
governamentais ou associações ligadas ao setor industrial, que apresentam informações
detalhadas por ramo, localização e porte dos estabelecimentos.
Para o procedimento relativo ao inventário de resíduo, destaca-se a indicação da resolução
CONAMA 313:02 (MMA, 2003b), como marco legal e roteiro de trabalho para realização desta
atividade. Neste caso, esta resolução representa uma referência teórica e legal para o
levantamento e tabulação dos dados de campo do inventário. No entanto, ressalta-se que, para os
objetivos do estudo energético, em determinadas situações, é necessária uma descrição mais
detalhada para o resíduo inventariado do que a que consta na resolução.
Recomenda-se, para próximos trabalhos, a revisão da codificação de resíduo existente e sua
ampliação, considerando os condicionantes do estudo energético.
Concluiu-se, ainda, que, apesar do MMA ter a intenção de incentivar a redução da
produção de resíduo industrial, não foi incluído, na resolução nº 313:02 (MMA, 2003b), nenhuma
pesquisa quanto a este tipo de iniciativa nos estabelecimentos industriais inventariados. Incluiuse, no procedimento de inventário de resíduo, a indicação de coletar informações relativas às
iniciativas de redução de resíduo na fonte geradora, visando à avaliação da energia evitada
através destas atividades.
104
Recomenda-se, para trabalhos futuros, o detalhamento dos procedimentos necessários ao
levantamento das informações referentes às estratégias de gestão ambiental nas organizações
industriais, com o intuito de avaliar os benefícios energéticos associados a essas ações.
Quanto aos procedimentos relativos ao estudo energético do resíduo, concluiu-se:
-
para o estudo energético, há uma etapa qualitativa, onde ocorre a identificação do
tipo de aproveitamento energético, existente ou a ser aplicado para cada resíduo
inventariado, e uma etapa quantitativa, onde se determina a quantidade de resíduo
passível de aproveitamento e seu fator de conversão energética medido em unidade
de energia por unidade de peso ou massa. A quantificação da energia só ocorrerá
quando o fator de conversão energética for determinado;
-
a avaliação quali-quantitativa da energia associada ao resíduo resulta na
determinação de energia em aproveitamento, em função da destinação atual, e de
energia potencial, a ser aproveitada, a depender das características do resíduo, da
sua destinação e da hierarquia adotada para seu gerenciamento. Deste modo, a
avaliação energética, tanto qualitativa, como quantitativa, apresentará resultado de
aproveitamento efetivo e outro de aproveitamento potencial; e,
-
as informações necessárias ao estudo qualitativo estão relacionadas à identificação
do resíduo, da sua composição gravimétrica e destinação atual, conhecimento das
rotas de aproveitamento energético, identificação do tipo de aproveitamento
energético atual ou a ser aplicado e detalhamento da caracterização qualitativa do
resíduo. Para o estudo quantitativo, é necessário, além das informações provenientes
do estudo qualitativo, a quantidade produzida de resíduo e seu fator de conversão
energética.
A aplicação do roteiro metodológico proposto, para uma dada região, apresentará,
como se esperava, os seguintes resultados:
-
caracterização sócio-ambiental da região em estudo;
-
caracterização da produção e das estratégias de gestão e gerenciamento aplicadas ao
resíduo sólido industrial;
105
-
geração de informações que possibilitarão a construção de indicadores relacionando
tipo de processo e porte do estabelecimento industrial com a quantidade e qualidade
de resíduo produzido; e,
-
avaliação da energia associada ao resíduo sólido industrial.
5.2 Quanto à aplicação da metodologia para a Região Metropolitana de Campinas
Observou-se, na região de Campinas, as características básicas atribuídas às atuais
metrópoles, como a presença dos riscos associados ao processo de industrialização no mundo:
violência, degradação ambiental, exclusão social, escassez de recursos naturais, etc.
Verificou-se a necessidade de estudo e desenvolvimento de ações que resultem em maior
sustentabilidade ambiental para o processo de desenvolvimento da região. Neste sentido, a
aplicação da metodologia proposta contribuiu para o conhecimento das potencialidades
energéticas do resíduo sólido industrial da RMC e para identificação de soluções integradas
referentes aos setores energético e ambiental, através da conservação de energia, uso de fontes
renováveis e gestão de resíduo.
Concluiu-se que a aplicação da metodologia proposta à RMC mostrou-se válida e resultou
numa apresentação sintética da realidade sócio-ambiental, do setor industrial e da destinação de
resíduo, bem como possibilitou a avaliação das potencialidades de aproveitamento energético de
resíduo sólido industrial na região. Este exercício demonstrou a adequação da metodologia para
avaliação energética de resíduo, nas suas diversas etapas, recomendando-se sua aplicação a outras
cidades e/ou regiões.
Apresenta-se, nos itens 5.2.1 a 5.2.4, as conclusões e recomendações referentes à aplicação
da metodologia para a RMC.
106
5.2.1 Caracterização da Região Metropolitana de Campinas
Constatou-se que a RMC, apesar de apresentar riqueza econômica, possui sérios problemas
sócio-ambientais e que a articulação intermunicipal, visando à solução de problemas comuns,
ainda, é incipiente.
Quanto à questão ambiental, confirmou-se a importância do tema, referente ao resíduo
sólido industrial, uma vez que a região apresenta elevada produção deste tipo de resíduo e possui
áreas contaminadas, cadastradas pela CETESB.
Observa-se, ainda, a inexistência de unidades de tratamento e destinação final de resíduo
sólido industrial, na região, compatíveis com o porte das atividades geradoras, reforçando a
importância do conhecimento de informações quanto à quantidade, qualidade e destinação do
resíduo gerado para subsidiar o planejamento de atividades de controle ambiental, na região.
Finalmente, pode-se afirmar que a RMC não foge à regra da realidade ambiental das
metrópoles brasileiras que convivem, diariamente, com a enorme quantidade e complexidade de
resíduo resultante das atividades humanas.
Recomenda-se, para próximos trabalhos, sobre a região, atualizar e ampliar os estudos
sócio-ambientais e propor estratégias, para incentivo da articulação intermunicipal e
interinstitucional, voltadas ao estabelecimento de políticas públicas.
5.2.2 Caracterização do setor industrial da RMC
Constatou-se que o setor industrial da RMC caracteriza-se pela diversificação e pela
presença de empresas de alta tecnologia.
A pesquisa efetuada, no cadastro FIESP, apresentou resultados semelhantes às informações
obtidas para o total do setor industrial da região, no que se refere à distribuição das indústrias por
107
município, por ramo industrial e distribuição dos tipos de indústria por município, confirmando a
representatividade da amostras de indústrias constantes do cadastro FIESP.
Recomenda-se, para próximos trabalhos, a ampliação das pesquisas sobre o setor industrial
nos cadastros públicos, enfatizando o tema da produção industrial e geração de resíduo. Isto
auxiliará na adequada seleção de amostra para futuros inventários de resíduo.
5.2.3 Inventário de resíduo sólido industrial da RMC
Quanto à quantidade de resíduo produzido, concluiu-se que o total de resíduo sólido
industrial inventariado, em tonelada por ano, quase se iguala à quantidade produzida de resíduo
sólido urbano pela população da RMC, o que demonstra a importância da questão da produção e
destinação de resíduo sólido industrial na região.
Está presente uma quantidade significativa de resíduo não especificado, na amostra
pesquisada. Este fato pode indicar problemas com a qualidade da coleta de dados ou, ainda, a
necessidade de ampliação dos códigos utilizados para identificação do resíduo. Com o objetivo
de aumentar a precisão dos estudos para aproveitamento energético de resíduo, recomenda-se a
revisão e ampliação da listagem de código de resíduo.
Observou-se a ocorrência de falhas, na coleta de dados, verificadas em alguns municípios.
Por exemplo, há o caso de dois municípios, Monte Mor e Santo Antônio de Posse, em que se
constatou a produção de, apenas, dois tipos de resíduos, enquanto havia a presença de três ramos
industriais. Este fato, concluiu-se, não invalida a realização do inventário como um todo, devido
à pequena representatividade deste resíduo no total da amostra, contudo, indica a necessidade de
aprimoramento nas atividades de levantamento e interpretação das informações, nos próximos
inventários.
Quanto à destinação de resíduo sólido industrial, conclui-se que há um amplo leque de tipos
de armazenamento e destinação de resíduo, no universo pesquisado. Chama atenção encontrar-se,
na amostra, 20% do total de resíduo com destinação inadequada e 4,4% armazenados,
constituindo-se em passivo ambiental, uma vez que a amostra é composta de indústrias de médio
108
e grande porte que, geralmente, possuem licenciamento ambiental. Observou-se, ainda, que há
cerca de 10% de resíduo perigoso constituindo-se em passivo ambiental (armazenado) ou com
destinação inadequada.
Esta situação aponta para as deficiências, na região, quanto a unidades de tratamento e
destinação final de resíduo sólido industrial.
Esta deficiência está registrada em algumas publicações que caracterizam a RMC como
exportadora de resíduos para tratamento e disposição em regiões vizinhas. Portanto, cabe destacar
que, apesar de não se dispor deste tipo de informação para o inventário, muito provavelmente,
parte do resíduo inventariado disposto adequadamente é encaminhado para fora da região, o que
representa acréscimo no custo e no risco ambiental, relacionados ao transporte até os locais de
tratamento e destinação final.
Pode-se concluir, ainda, que há indicações de boa disposição para ações de reciclagem no
meio industrial da região e, portanto, de energia a ser evitada, uma vez que há um índice de
reciclagem considerável e maior do que o existente no meio urbano, além de ter sido verificado
resíduo reciclável com outros tipos de destinação, na amostra pesquisada.
Pode-se associar os maiores índices de reciclagem, na área industrial, à maior facilidade de
gerenciamento das fontes geradoras de resíduo nesta área quando comparada com a área
domiciliar urbana.
5.2.4 Energia associada ao resíduo sólido industrial da RMC
Há benefícios evidentes com o aproveitamento energético do resíduo inventariado na RMC.
Verificou-se o significado e importância dos resultados do estudo energético quantitativo,
que abrangeu o resíduo com fator de conversão energética conhecido, uma vez que o valor
encontrado para a potência média associada tanto à energia aproveitada quanto à energia
potencial, na amostra, corresponde à potência de uma PCH. Em termos de consumo energético
109
residencial, verifica-se que a energia aproveitada equivale, aproximadamente, ao consumo anual
de cerca de 600.000 habitantes e que a energia potencial equivale ao consumo de 80.000
habitantes.
O aproveitamento energético, conclui-se, pode vir a ser um incentivo à implantação de
estruturas de tratamento e destinação final numa região carente destas unidades, o que resultará
em benefício ambiental. Além disto, genericamente, observa-se que o aproveitamento energético,
através da reciclagem, significa diminuição da produção de energia, a partir de recursos naturais;
diminuição da carga poluidora lançada no ambiente; aumento da vida útil das unidades de
tratamento e disposição final existentes ou projetadas; redução dos impactos decorrentes da
produção e uso de energia; e, economia de matéria prima na produção industrial.
Recomenda-se a realização de novos estudos para atualização e ampliação de dados, de
modo a obter-se projeção do aproveitamento energético de resíduo para toda a RMC,
contribuindo para concepção e desenvolvimento de políticas e planos para o setor ambiental e de
energia.
110
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121
PÁGINA EM BRANCO
122
ANEXOS
123
ANEXO A
124
ANEXO B - Distribuição dos ramos industriais, por município, na
RMC
Apresenta-se, nas FIGs. B.1 a B.19 a distribuição dos ramos industriais por município, na
RMC.
Alimentícias
10%
Fab. de
Máquinas e
Equipamentos
11%
Outros
34%
Instrumentos
Médicos
33%
Alimentícias
34%
Produtos
Químicos
13%
Instrumentos
Médicos
6%
Fab. de
Produtos
Minerais NãoMetálicos
5%
Fab. de
Produtos de
Metal
14%
Artefatos de
Plástico
7%
Fab. de
Produtos de
Metal
33%
FIGURA B.1 - Distribuição dos estabelecimentos FIGURA B.2 - Distribuição dos estabelecimentos
industriais, por ramo de atividade, em Campinas
industriais, por ramo de atividade, em S. A. de Posse
Fonte: Elaborado com base em FIESP (2002a)
Fonte: Elaborado com base em FIESP (2002a)
Fab. de
Alimentícias
Máquinas e
6%
Equipamentos
10%
Outros
42%
Indústrias
Diversas
25%
Alimentícias
25%
Produtos
Químicos
15%
Têxteis
27%
Fab. de
Máquinas e
Equipamentos
50%
FIGURA B.3 - Distribuição dos estabelecimentos FIGURA B.4 - Distribuição dos estabelecimentos
industriais, por ramo de atividade, em Itatiba
industriais, por ramo de atividade, em Holambra
Fonte: Elaborado com base em FIESP (2002a)
Fonte: Elaborado com base em FIESP (2002a)
125
Fab. de
Produtos de
Metal
9%
Outros
21%
Artefatos de
Plástico
5%
Papel,
Celulose e
Artefatos de
Papel
5%
Têxteis
12%
Outros
30%
Fab. de
Máquinas e
Equipamentos
15%
Indústrias
Diversas
7%
Vestuário
18%
Têxteis
27%
Fab. de
Produtos de
Metal
9%
Fab. de
Produtos
Minerais NãoMetálicos
42%
FIGURA B.5 - Distribuição dos estabelecimentos FIGURA B.6 - Distribuição dos estabelecimentos
industriais, por ramo de atividade, em Pedreira
industriais, por ramo de atividade, em Santa
Fonte: Elaborado com base em FIESP (2002a)
Bárbara D´Oeste
Fonte: Elaborado com base em FIESP (2002a)
Outros
9%
Alimentícias
13%
Outros
31%
Produtos
Químicos
13%
Fab. de
Máquinas e
Equipamentos
5%
Fab. de
Veículos
5%
Produtos
Químicos
5%
Metalurgia
Básica
5%
Móveis
5%
Artefatos de
Plástico
13%
Têxteis
45%
Fab. de
Produtos de
Metal
21%
Vestuário
30%
FIGURA B.7 - Distribuição dos estabelecimentos FIGURA B.8 - Distribuição dos estabelecimentos
industriais, por ramo de atividade, em Artur industriais, por ramo de atividade, em Nova
Nogueira
Odessa
Fonte: Elaborado com base em FIESP (2002a)
Fonte: Elaborado com base em FIESP (2002a)
126
Fab. de
Máquinas e
Equipamentos
13%
Outros
25%
Fab. de Veículos
10%
Fab. de
Produtos
Minerais NãoMetálicos
5%
Fab. de
Prudutos de
Metal
21%
Vestuário
9%
Produtos
Químicos
50%
Outros
50%
Produtos
Químicos
10%
Metalurgia
Básica
7%
FIGURA B.9 - Distribuição dos estabelecimentos FIGURA
B.10
-
industriais, por ramo de atividade, em Indaiatuba
Estabelecimentos
Fonte: Elaborado com base em FIESP (2002a)
atividade em Cosmópolis
Distribuição
Industriais
por
dos
ramo
de
Fonte: Elaborado com base em FIESP (2002a)
Fab. de
Máquinas e
Equipamentos
13%
Fab. de
Veículos
8%
Outros
36%
Alimentícias
19%
Outros
35%
Produtos
Químicos
8%
Artefatos de
Plástico
8%
Fab. de
Produtos
Minerais NãoMetálicos
8%
Equipamentos
de Informática
8%
Fab. de
Produtos de
Metal
11%
Produtos
Químicos
46%
FIGURA B.11 - Distribuição dos estabelecimentos FIGURA B.12 - Distribuição dos estabelecimentos
industriais, por ramo de atividade, em Hortolândia
industriais, por ramo de atividade, em Paulínia
Fonte: Elaborado com base em FIESP (2002a)
Fonte: Elaborado com base em FIESP (2002a)
127
Outros
13%
Alimentícias
8%
Fab. de
Máquinas e
Equipamentos
13%
Têxteis
17%
Fab. de
Produtos de
Metal
10%
Fab. de
Máquinas e
Equipamentos
13%
Outros
28%
Produtos
Químicos
20%
Fab. de
Veículos
6%
Fab. de
Produtos
Minerais NãoMetálicos
13%
Produtos
Químicos
18%
Artefatos de
Plástico
15%
Fab. de
Produtos de
Metal
13%
Artefatos de
Plástico
13%
FIGURA B.13 - Distribuição dos estabelecimentos FIGURA B.14 - Distribuição dos estabelecimentos
industriais, por ramo de atividade, em Sumaré
industriais, por ramo de atividade, em Monte
Fonte: Elaborado com base em FIESP (2002a)
Mor
Fonte: Elaborado com base em FIESP (2002a)
Fab. de
Máquinas e
Equipamentos
19%
Outros
30%
Outros
13%
Indúst rias
Diversas
3%
Fab. de
Materiais
Elétricos
13%
Fab. de
Produtos
Minerais NãoMetálicos
19%
Fab. de
Aliment ícia M áquinas e
Equipamentos Produtos
4%
Quí micos
7%
3%
Art ef at os de
Plást ico
7%
Vestuário
13%
Produtos
Químicos
6%
Artefatos de
Plástico
13%
Têxt eis
44%
Fab. de
Produt os de
M etal
6%
FIGURA B.15 - Distribuição dos estabelecimentos FIGURA B.16 - Distribuição dos estabelecimentos
industriais, por ramo de atividade, em Jaguariúna
industriais, por ramo de atividade, em Americana
Fonte: Elaborado com base em FIESP (2002a)
Fonte: Elaborado com base em FIESP (2002a)
128
Alimentícia
8%
Outros
26%
Fab. de
Máquinas e
Equipamentos
6%
Outros
24%
Alimentícia
16%
Fab. de
Máquinas e
Equipamentos
7%
Borracha
6%
Papel,
Celulose e
Artefatos de
Papel
6%
Têxteis
6%
Produtos
Químicos
10%
Fab. de
Veículos
7%
Papel,
Celulose e
Artefatos de
Papel
11%
Fab. de
Veículos
32%
Fabricação de
Produtos de
Metal
13%
Artefatos de
Plástico
9%
Produtos
Químicos
13%
FIGURA B.17 - Distribuição dos estabelecimentos FIGURA B.18 - Distribuição dos estabelecimentos
industriais, por ramo de atividade, em Vinhedo
industriais, por ramo de atividade, em Valinhos
Fonte: Elaborado com base em FIESP (2002a)
Fonte: Elaborado com base em FIESP (2002a)
Alimentícias
100%
FIGURA B.19 - Distribuição dos estabelecimentos industriais, por ramo de atividade, em Amparo
Fonte: Elaborado com base em FIESP (2002a)
129
ANEXO C - Manual para preenchimento do MCE (Memorial de
Caracterização de Empreendimento)
Consta da TAB. C.1 o dicionário de códigos de resíduo apresentado no manual do MCE, de
acordo com CETESB (1999).
Segundo CETESB (1999), o preenchimento do código do resíduo deve ser feito conforme
norma NBR 10.004 - Resíduos Sólidos -Classificação e Resolução CONAMA n° 06 de 15/06/88.
TABELA C.1 - Dicionário de códigos de resíduo
Norma NBR 10.004
códigos FO01 a F030 (listagem 1 -resíduos reconhecidamente perigosos - Classe 1, de fontes não-específicas).
código F100 -Bifenilas Policloradas (PCBs); embalagens contaminadas com PCBs inclusive transformadores e
capacitores; Resíduos de derramamento e solos contaminados com PCBs.
códigos K001 a K209 (listagem 2) -resíduos reconhecidamente perigosos de fontes específicas.
códigos P001 a P123 (listagem 5) - resíduos perigosos por conterem substâncias agudamente tóxicas (restos de
embalagens contaminadas com substâncias da listagem 5; resíduos de derramamento ou solos contaminados, e
produtos fora de especificação ou produtos de comercialização proibida de qualquer substância constante na
listagem 5).
códigos U001 a U246 (listagem 6) - resíduos perigosos por conterem substâncias tóxicas (resíduos de
derramamento ou solos contaminados; produtos fora de especificação ou produtos de comercialização proibida de
qualquer substância constante na listagem 6).
códigos D001 - resíduos perigosos por apresentarem inflamabilidade.
códigos D002 - resíduos perigosos por apresentarem corrosividade.
códigos D003 - resíduos perigosos por apresentarem reatividade.
códigos D004 - resíduos perigosos por apresentarem patogenicidade.
códigos D005 a D029 (listagem 7) - resíduos perigosos caracterizados pelo teste de lixiviação.
códigos D099 – outros resíduos perigosos.
códigos A100 - resíduos Classe 3 - inertes, ou seja, quaisquer resíduos que, quando amostrados de forma
representativa, segundo norma NBR 10.007 - Amostragem de resíduos, e submetidos a um teste de solubilização,
segundo norma NBR 10.006 – Solubilização de resíduos, não apresentarem nenhum dos constituintes
solubilizados em concentrações superiores aos padrões de potabilidade da água, conforme listagem 8 (Padrões
para o teste de solubilização), excetuando-se os padrões de aspecto, cor, turbidez e sabor). Como exemplos destes
materiais, pode-se citar rochas, tijolos, vidros e certos plásticos e borrachas que não são decompostos
prontamente. Vide Tabela C 2 abaixo.
códigos A101 a A138 (listagem 8) - resíduos Classe 2 – não inertes, contendo constituintes solubilizados em
concentrações superiores aos padrões do teste de solubilização, conforme listagem 8. Vide Tabela C 2 abaixo.
códigos G001 a G016 (listagem 9) - resíduos contendo constituintes em sua massa bruta, que apresentam
concentrações de poluentes superiores aos limites máximos indicados na listagem 9.
códigos C001 a C009 (listagem 10) - resíduos contendo componentes voláteis, nos quais não se aplicam testes de
lixiviação e/ou de solubilização, apresentando concentrações superiores aos indicados na listagem 10.
Resolução CONAMA n° 06 de 15/06/88:
Códigos A001 a A024 - resíduos não-perigosos detalhados no Tabela C 2 – códigos de resíduos não-perigosos
Classe 2 ou 3.
Código A099 -outros resíduos Classe 2 ou 3.
Fonte: Cetesb (1999)
130
Apresenta-se, na TAB. C.2, o dicionário de códigos de resíduo não-perigoso, segundo
CETESB (1999).
TABELA C.2 - Dicionário de códigos de resíduo não-perigoso
Código
A 001
A 002
A 003
A 004
A 005
A 006
A 007
A 008
A 009
A 010
A 011
A 012
A 013
A 014
A 015
A 016
A 017
A 018
A 019
A 021
A 022
A 023
A 024
A 100
A 101
A 102
A 103
A 104
A 105
A 106
A 107
A 108
A 109
A 110
A 111
A 112
A 113
A 114
A 115
A 116
A 117
A 118
A 119
Códigos de Resíduos não Perigosos
Classe 2 e 3
Resíduo
Lixo de restaurante
Res. gerados fora do processamento industrial
Res. de varrição de fábricas
Sucata de metais ferrosos
Sucata de metais não ferrosos
Res. de papel e papelão
Res. de plásticos polimerizados
Res. de borracha
Res. de madeira
Res. de matérias têxteis
Res. de minerais não metálicos
Escória de fundição de alumínio
Escória de fundição de ferro e aço
Escória de fundição de latão
Escoria de fundição de zinco
Areia de fundição
Res. de refratários e materiais cerâmicos
Res. sólidos compostos de metais não tóxicos
Res. Sólidos de STAR contendo material
Res. sólidos de STAR contendo substâncias não tóxica
Res. pastosos de STAR contendo substâncias não tóxicas I
Res. pastosos contendo calcário
Bagaço de cana
Res.inerte (classe III) conforme teores encontrados no extrato obtido no teste de solubilização
Res. contendo arsênio em conc. maior ou igual a 0,05 mg/l no extrato obtido no teste de solubilização
Res. contendo bário em conc. maior ou igual a 1,0 mg/l no extrato obtido no teste de solubilização
Res. contendo cádmio em conc. maior ou igual a 0,005 mg/l no extrato obtido no teste de solubilização
Res. contendo chumbo em conc. maior ou igual a 0,05 mg/l no extrato obtido no teste de solubilização
Res. contendo cianeto em conc. maior ou igual a 0,1 mg/I no extrato obtido no teste de solubilização
Res. contendo cromo total em conc. maior ou igual a 0,05 mg/I no extrato obtido no teste de solubilização
Res. contendo fenol em conc. maior ou igual a 0,001 mg/I no extrato obtido no teste de solubilização
Res. contendo fluoreto em conc. maior ou igual a 1,5 mg/I no extrato obtido no teste de solubilização
Res. contendo mercúrio em conc. maior ou igual a 0,001 mg/I no extrato obtido no teste de solubilização
Res. contendo nitrato em conc. maior ou igual a 10.0 mgN/I no extrato obtido no teste de solubilização
Res. contendo prata em conc. maior ou igual a 0,05 mg/l no extrato obtido no teste de solubilização
Res. contendo selênio em conc. maior ou igual a 0,01 mg/I no extrato obtido no teste de solubilização
Res. contendo aldrin em conc. maior ou igual a 3.0E-05 mg/I no extrato obtido no teste de solubilização
Res. contendo clordano (todos os isômeros) em conc. maior ou igual a 3.0E-04 mg/l no extrato obtido no teste
de solubilização
Res contendo DDT (todos os isômeros) em conc. maior ou igual a 1.0E-3 mg/l no extrato obtido no teste de
solubilização
Res. contendo dieldrin em conc. maior ou igual a 3,0E-05 mg/l no extrato obtido no teste de solubilização'
Res. contendo endrin em conc. maior ou igual a 2.0E-04 mg/l no extrato obtido no teste de solubilização
Res. contendo epóxi-heptacloro em conc. maior ou igual a 1,0E-04 mg/l no extrato obtido no teste de
solubilização
Res. contendo heptacloro em conc. maior ou igual a 1.0E-04 mg/I no extrato obtido no teste de solubilização
continua...
131
TABELA C.2 - Dicionário de códigos de resíduo não-perigoso
conclusão.
Códigos de Resíduos não Perigosos
Classe 2 e 3
Resíduo
Código
A 120
A 121
A 122
A 123
A 124
A 125
A 126
A 127
A 128
A 129
A 130
A 131
A 132
A 133
A 134
A 135
A 136
A 137
A 138
A 099
Res. contendo hexaclorobenzeno em conc. maior ou igual a 1.0E-05 mg/I no extrato obtido no teste de
solubilização
Res. contendo lindano em conc. maior ou igual a 3,0E-03 no extrato obtido no teste de solubilização
Res. contendo metoxicloro em conc. maior ou igual a 0,03 mg/l no extrato obtido no teste de solubilização
Res. contendo pentaclorofenol em conc. maior ou igual a 0,01 mg/l no extrato obtido no teste de solubilização
Res. contendo toxafeno em conc. maior ou igual a 5,0E-03 mg/l no extrato obtido no teste de solubilização
Res. contendo 2,4-D em conc. maior ou igual a 0,1 mg/l no extrato obtido no teste de solubilização
Res. contendo 2,4,5- T em conc maior ou igual a 2.0E-03 mg/l no extrato obtido no teste de solubilização
Res. contendo 2,4,5- TP em conc maior ou igual a 0,03 mg/l no extrato obtido no teste de solubilização
Res. contendo organofosforados e carbamatos em conc maior ou igual a 0,1 mg/l no extrato obtido no teste de
solubilização
Res contendo alumínio em conc. maior ou igual a 0,2 mg/l no extrato obtido no teste de solubilização
Res contendo cloreto em conc maior ou igual a 250,.0 mg/l no extrato obtido no teste de solubilização
Res contendo cobre em conc. maior ou igual a 1,0 mg/l no extrato obtido no teste de solubilização
Res. contendo dureza em conc. maior ou igual a 500,0 mgCaCO3/I no extrato obtido no teste de solubilização
Res. contendo ferro em conc. maior ou igual a 0,3 mg/1 no extrato obtido no teste de solubilização
Res. contendo manganês em conc. maior ou igual a 0,1 mg/1 no extrato obtido no teste de solubilização
Res. contendo sódio em conc. maior ou igual a 200,0 mg/l no extrato obtido no teste de solubilização
Res. contendo surfactantes (tensoativos) em conc. maior ou igual a 0,2 mg/l no extrato obtido no teste de
solubilização
Res. contendo sulfato em conc. maior ou igual a 400,0 mgSO4/l no extrato obtido no teste de solubilização
Res. contendo zinco em conc. maior ou igual a 5,0 mg/l no extrato obtido no teste de solubilização
Outros resíduos (especificar)
Fonte: Cetesb (1999)
Encontra-se, na TAB. C.3, o dicionário de códigos para sistemas de armazenamento,
recuperação, tratamento e disposição final de resíduo sólido, de acordo com CETESB (1999).
TABELA C.3 - Dicionário de códigos para sistemas de armazenamento, recuperação, tratamento e
disposição final de resíduo sólido
Códigos para Sistema de armazenamento,
tratamento, reutilização/reciclagem
e destino final de resíduos
Código
não gerado
gerado
atualmente
atualmente
Z01
Z02
Z03
Z04
Z05
Z06
Z07
Z08
Z11
Z12
Z13
Z21
S01
S02
S03
S04
S05
S06
S07
S08
S11
S12
S13
S21
Sistema
Armazenamento
tambor em piso impermeável, área coberta
a granel em piso impermeável. área coberta
caçambas em piso impermeável, área coberta
tanque em piso impermeável. E bacia de contenção
bombona em piso impermeável, área coberta
baia em piso impermeável, área coberta
saco em piso impermeável, área coberta
lagoa com impermeabilização
tambor em piso impermeável, área descoberta
tambor em solo, área coberta
tambor em solo, área descoberta
a granel em piso impermeável, área descoberta
continua...
132
TABELA C.3 - Dicionário de códigos para sistemas de armazenamento, recuperação tratamento e
disposição final de resíduo sólido
Continuação..
Códigos para Sistema de armazenamento,
tratamento, reutilização/reciclagem
e destino final de resíduos
Código
não gerado
gerado
atualmente
atualmente
Z22
Z23
Z31
Z32
Z33
Z41
Z42
Z51
Z52
Z53
Z61
Z62
Z63
Z71
Z72
Z73
Z81
Z99
S22
S23
S31
S32
S33
S41
S42
S51
S52
S53
S61
S62
S63
S71
S72
S73
S81
S99
Código
T01
T02
T03
T04
T05
T06
T07
T08
T09
T10
T11
T12
T13
T14
T99
Código
B01
B02
B03
B04
B05
B06
B07
B08
Código
R01
R02
R03
R04
Sistema
Armazenamento
a granel em solo, área coberta
a granel em solo, área descoberta
caçamba em piso impermeável, área descoberta
caçamba em solo, área coberta
caçamba em solo, área .descoberta
tanque em piso impermeável sem bacia de contenção
tanque em solo, sem bacia de contenção
bombona em piso impermeável, área descoberta
bombona em solo, área coberta
bombona em solo, área descoberta
Baia em piso impermeável, área descoberta
Baia em solo, área coberta
Baia em solo, área descoberta
Saco em piso impermeável, área descoberta
Saco em solo, área coberta
Saco em solo, área descoberta
lagoa sem impermeabilização
outros sistemas
Tratamento
Incinerador
Queima a céu aberto
Detonação
Oxidação de Cianetos
Encapsulamento fixação química ou solidificação
Oxidação química
Precipitação
Detoxificação
Neutralização
Adsorção
Tratamento biológico
Compostagem
Secagem
Landfarming
Outros tratamento (especificar)
Disposição final
Infiltração no solo
Aterro Municipal
Aterro Industrial Próprio
Aterro Industrial Terceiros
Lixão Municipal
Lixão Particular
Lançamento em rede de esgoto
Outras (especificar)
Reutilização/Reciclagem
Utilização em forno industrial
Utilização em caldeira
Utilização em formulação de micronutrientes
Utilização "in natura" como adubo (lixo domiciliar)
continua...
133
TABELA C.3 - Dicionário de códigos para sistemas de armazenamento, recuperação, tratamento e
disposição final de resíduo sólido
conclusão.
Código
R05
R06
R09
R19
R29
R39
R49
R59
R69
R79
R99
Códigos para Sistema de armazenamento, tratamento, reutilização/reciclagem
e destino final de resíduos
Sistema
Fertirrigação (aplicação com projeto aprovado)
Alimentação de animais
Reutilização como combustível
Reutilização como matéria-prima
Recuperação de solventes
Recuperação de óleos lubrificantes
Recuperação de metais
Sucateiros intermediários
Reciclagem na própria indústria
Reciclagem fora da indústria
Outras formas de recuperação ou reutilização (especificar)
Fonte Cetesb (1999)
134
ANEXO D Inventário de resíduo sólido industrial das Regionais
Piracicaba I e II
Apresenta-se nas TABs. D.1 e D.2 os dados relativos ao Inventário de resíduo sólido
industrial das Regionais Piracicaba I e II, de acordo com CETESB (2003c) e CETESB (2003d).
TABELA D.1 - Inventário de resíduo sólido industrial da Regional Piracicaba I
Tipo de
resíduo
Município
Destino
A001
A001
A001
A001
A001
A001
A001
A001
A001
A001
A001
A001
A001
A001
A001
A002
A002
A002
A002
A002
A002
A002
A002
A002
A002
A002
A002
A002
A002
CAMPINAS
CAMPINAS
INDAIATUBA
INDAIATUBA
ITATIBA
JAGUARIUNA
JAGUARIUNA
MONTE MOR
PAULINIA
PAULINIA
PEDREIRA
VALINHOS
VALINHOS
VINHEDO
VINHEDO
CAMPINAS
CAMPINAS
CAMPINAS
HOLAMBRA
INDAIATUBA
INDAIATUBA
ITATIBA
ITATIBA
ITATIBA
JAGUARIUNA
JAGUARIUNA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
B02
B07
B05
B07
B05
B05
B07
B07
B02
B07
B07
B02
B07
B02
B07
B02
T05
T99
T04
B05
T99
B05
T04
T14
B05
T99
B02
B04
B05
ATERRO MUNICIPAL
ALIMENTAÇÃO DE ANIMAIS
LIXÃO MUNICIPAL
ALIMENTAÇÃO DE ANIMAIS
LIXÃO MUNICIPAL
LIXÃO MUNICIPAL
ALIMENTAÇÃO DE ANIMAIS
ALIMENTAÇÃO DE ANIMAIS
ATERRO MUNICIPAL
ALIMENTAÇÃO DE ANIMAIS
ALIMENTAÇÃO DE ANIMAIS
ATERRO MUNICIPAL
ALIMENTAÇÃO DE ANIMAIS
ATERRO MUNICIPAL
ALIMENTAÇÃO DE ANIMAIS
ATERRO MUNICIPAL
QUEIMA A CEU ABERTO
INTERMEDIÁRIOS
CALDEIRA
LIXÃO MUNICIPAL
INTERMEDIÁRIOS
LIXÃO MUNICIPAL
CALDEIRA
REPROC.OU RECICLAGEM
LIXÃO MUNICIPAL
INTERMEDIÁRIOS
ATERRO MUNICIPAL
ATERRO INDUSTRIAL
LIXÃO MUNICIPAL
A002
A002
A002
A002
A003
PEDREIRA
VALINHOS
VALINHOS
VINHEDO
CAMPINAS
B05
B02
T99
B02
B02
LIXÃO MUNICIPAL
ATERRO MUNICIPAL
INTERMEDIÁRIOS
ATERRO MUNICIPAL
ATERRO MUNICIPAL
Quantidade
t/ano
318,9
459,0
25,0
13,8
50,0
21,0
18,0
130,0
37,6
232,5
2,0
52,8
136,0
99,0
3,6
3.201,2
0,5
57,0
2,5
159,1
25,0
237,0
2,0
5,0
29,5
160,0
20,0
48,0
25,5
1,0
121,4
140,7
402,6
2.950,5
continua...
135
TABELA D.1 - Inventário de resíduo sólido industrial da Regional Piracicaba I
continuação.
Tipo de
resíduo
A003
A003
A003
A003
A003
A003
A003
A003
A003
A003
A003
A003
A003
A003
A004
A004
A004
A004
A004
A004
A004
A004
A004
A004
A004
A004
A004
A004
A004
A005
A005
A005
A005
A005
A005
A005
A005
A005
A006
A006
A006
A006
Município
Destino
CAMPINAS
INDAIATUBA
ITATIBA
ITATIBA
ITATIBA
JAGUARIUNA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PEDREIRA
VALINHOS
VINHEDO
CAMPINAS
CAMPINAS
CAMPINAS
INDAIATUBA
INDAIATUBA
INDAIATUBA
ITATIBA
ITATIBA
PAULINIA
PAULINIA
PEDREIRA
VALINHOS
VALINHOS
VINHEDO
VINHEDO
CAMPINAS
CAMPINAS
INDAIATUBA
INDAIATUBA
ITATIBA
PAULINIA
PAULINIA
VALINHOS
VINHEDO
CAMPINAS
CAMPINAS
CAMPINAS
INDAIATUBA
B07
B05
B05
T04
T14
B07
B02
B06
S01
T02
T03
B30
B02
B02
S01
T14
T99
B05
T14
T99
T14
T99
T14
T99
T99
T14
T99
T14
T99
T14
T99
T14
T99
T14
B06
T99
T14
B02
B02
T14
T99
T14
ALIMENTAÇÃO DE ANIMAIS
LIXÃO MUNICIPAL
LIXÃO MUNICIPAL
CALDEIRA
REPROC.OU RECICLAGEM
ALIMENTAÇÃO DE ANIMAIS
ATERRO MUNICIPAL
LIXÃO PARTICULAR
EM TAMBORES
INCINERADOR DE CAMARA
FORNOS INDUSTRIAIS
OUTROS
ATERRO MUNICIPAL
ATERRO MUNICIPAL
EM TAMBORES
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
LIXÃO MUNICIPAL
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
LIXÃO PARTICULAR
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
ATERRO MUNICIPAL
ATERRO MUNICIPAL
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
Quantidade
t/ano
530,0
225,5
20,6
25,0
30,0
758,0
12,0
400,0
2,5
14,0
12,0
1,0
855,1
291,2
12,0
13.005,8
13.406,9
110,0
2.883,0
498,2
64,0
47,9
484,0
1.512,5
36,0
8.655,2
470,0
78,0
18,1
504,1
392,6
25,3
49,3
355,4
6,0
1,2
18,0
1,2
0,1
1.331,3
283,3
18,0
continua...
136
TABELA D.1 - Inventário de resíduo sólido industrial da Regional Piracicaba I
continuação.
Tipo de
resíduo
A006
A006
A006
A006
A006
A006
A006
A006
A006
A006
A006
A006
A006
A006
A006
A006
A006
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A008
A008
A008
A008
A009
Município
Destino
INDAIATUBA
ITATIBA
ITATIBA
JAGUARIUNA
MONTE MOR
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PEDREIRA
VALINHOS
VALINHOS
VINHEDO
VINHEDO
VINHEDO
CAMPINAS
CAMPINAS
CAMPINAS
CAMPINAS
HOLAMBRA
INDAIATUBA
INDAIATUBA
INDAIATUBA
ITATIBA
ITATIBA
JAGUARIUNA
JAGUARIUNA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
VALINHOS
VALINHOS
VALINHOS
VINHEDO
CAMPINAS
CAMPINAS
CAMPINAS
PAULINIA
CAMPINAS
T99
T14
T99
T99
T99
B02
B03
S01
T02
T14
T99
T99
B02
T99
B02
T14
T99
B02
B04
T14
T99
T99
B05
S01
T99
T14
T99
T14
T99
B02
S02
T01
T14
T99
B02
T14
T99
B02
T04
T14
T99
S01
T03
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
INTERMEDIÁRIOS
INTERMEDIÁRIOS
ATERRO MUNICIPAL
ATERRO INDUSTRIAL
EM TAMBORES
INCINERADOR DE CAMARA
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
INTERMEDIÁRIOS
ATERRO MUNICIPAL
INTERMEDIÁRIOS
ATERRO MUNICIPAL
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
ATERRO MUNICIPAL
ATERRO INDUSTRIAL
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
INTERMEDIÁRIOS
LIXÃO MUNICIPAL
EM TAMBORES
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
ATERRO MUNICIPAL
A GRANEL
INCINERADOR
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
ATERRO MUNICIPAL
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
ATERRO MUNICIPAL
CALDEIRA
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
EM TAMBORES
FORNOS INDUSTRIAIS
137
Quantidade
t/ano
807,3
15,6
253,4
84,0
50,0
4,2
180,0
0,1
20,0
130,0
105,8
4,0
15,0
700,0
45,4
27,0
790,7
21,9
148,0
681,8
1.216,5
7,0
4,2
4,5
45,9
76,5
31,8
15,0
89,0
1,0
3,0
1,2
84,6
271,8
48,3
47,8
71,8
21,2
1,0
200,0
1.159,0
0,6
1.200,0
continua...
TABELA D.1 - Inventário de resíduo sólido industrial da Regional Piracicaba I
continuação.
Tipo de
resíduo
A009
A009
A009
A009
A009
A009
A009
A009
A009
A010
A010
A010
A010
A010
A010
A010
A010
A010
A010
A010
A010
A011
A011
A011
A011
A011
A011
A012
A013
A013
A013
A016
A017
A017
A017
A017
A017
A017
A017
A018
A018
A018
A018
Município
Destino
CAMPINAS
CAMPINAS
INDAIATUBA
INDAIATUBA
PAULINIA
PAULINIA
VALINHOS
VALINHOS
VINHEDO
CAMPINAS
CAMPINAS
CAMPINAS
CAMPINAS
INDAIATUBA
INDAIATUBA
ITATIBA
ITATIBA
ITATIBA
ITATIBA
PAULINIA
VALINHOS
CAMPINAS
CAMPINAS
JAGUARIUNA
PAULINIA
PAULINIA
VINHEDO
INDAIATUBA
CAMPINAS
INDAIATUBA
INDAIATUBA
INDAIATUBA
CAMPINAS
INDAIATUBA
ITATIBA
PAULINIA
PAULINIA
VINHEDO
VINHEDO
CAMPINAS
CAMPINAS
INDAIATUBA
VINHEDO
T14
T99
T03
T99
T04
T14
B02
T03
T14
S01
T04
T14
T99
B05
T99
B05
T04
T14
T99
S01
B02
S02
T14
T14
T14
T99
T14
T99
T99
B05
B06
B05
B02
B05
T14
B06
S01
B02
T14
S01
T16
B05
B02
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
FORNOS INDUSTRIAIS
INTERMEDIÁRIOS
CALDEIRA
REPROC.OU RECICLAGEM
ATERRO MUNICIPAL
FORNOS INDUSTRIAIS
REPROC.OU RECICLAGEM
EM TAMBORES
CALDEIRA
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
LIXÃO MUNICIPAL
INTERMEDIÁRIOS
LIXÃO MUNICIPAL
CALDEIRA
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
EM TAMBORES
ATERRO MUNICIPAL
A GRANEL
REPROC.OU RECICLAGEM
REPROC.OU RECICLAGEM
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
INTERMEDIÁRIOS
LIXÃO MUNICIPAL
LIXÃO PARTICULAR
LIXÃO MUNICIPAL
ATERRO MUNICIPAL
LIXÃO MUNICIPAL
REPROC.OU RECICLAGEM
LIXÃO PARTICULAR
EM TAMBORES
ATERRO MUNICIPAL
REPROC.OU RECICLAGEM
EM TAMBORES
COMPOSTAGEM
LIXÃO MUNICIPAL
ATERRO MUNICIPAL
Quantidade
t/ano
60,7
1.380,8
12,0
20,0
1,0
156,0
14,0
95,0
63,0
13,2
12,0
46,0
1.170,0
40,0
16,9
6,0
1,2
335,6
110,0
0,8
0,5
20,0
15,7
741,3
47,0
203,6
122,0
0,5
925,0
4,0
20,0
8,0
5,0
384,0
120,0
12,0
270,0
37,0
2,4
1,0
21,3
2,4
42,0
continua...
138
TABELA D.1 - Inventário de resíduo sólido industrial da Regional Piracicaba I
continuação.
Tipo de
resíduo
A019
A019
A019
A019
A019
A019
A019
A019
A019
A019
A019
A019
A019
A019
A019
A019
A019
A019
A019
A021
A021
A021
A021
A021
A021
A021
A021
A021
A021
A021
A021
A021
A021
A022
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
Município
Destino
CAMPINAS
CAMPINAS
INDAIATUBA
INDAIATUBA
ITATIBA
ITATIBA
ITATIBA
JAGUARIUNA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
VALINHOS
VALINHOS
VINHEDO
VINHEDO
VINHEDO
CAMPINAS
CAMPINAS
CAMPINAS
INDAIATUBA
ITATIBA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PEDREIRA
VALINHOS
VALINHOS
VALINHOS
VINHEDO
JAGUARIUNA
CAMPINAS
CAMPINAS
CAMPINAS
CAMPINAS
CAMPINAS
CAMPINAS
CAMPINAS
CAMPINAS
CAMPINAS
B06
S08
B05
B30
B30
S01
T01
T18
B02
B30
S01
S02
T02
T18
B02
B30
B30
S01
T15
B04
B30
T03
S01
T01
S01
S02
S08
S09
B30
B02
B30
S01
B02
T18
B02
B04
B06
B07
B30
S01
T14
T15
T99
LIXÃO PARTICULAR
OUTROS SISTEMAS
LIXÃO MUNICIPAL
OUTROS
OUTROS
EM TAMBORES
INCINERADOR
FERTIRRIGAÇÃO/"LANDFARMIN
ATERRO MUNICIPAL
OUTROS
EM TAMBORES
A GRANEL
INCINERADOR DE CAMARA
FERTIRRIGAÇÃO/"LANDFARMIN
ATERRO MUNICIPAL
OUTROS
OUTROS
EM TAMBORES
TRATAMENTO BIOLÓGICO
ATERRO INDUSTRIAL
OUTROS
FORNOS INDUSTRIAIS
EM TAMBORES
INCINERADOR
EM TAMBORES
A GRANEL
OUTROS SISTEMAS
LAGOAS
OUTROS
ATERRO MUNICIPAL
OUTROS
EM TAMBORES
ATERRO MUNICIPAL
FERTIRRIGAÇÃO/"LANDFARMIN
ATERRO MUNICIPAL
ATERRO INDUSTRIAL
LIXÃO PARTICULAR
ALIMENTAÇÃO DE ANIMAIS
OUTROS
EM TAMBORES
REPROC.OU RECICLAGEM
TRATAMENTO BIOLÓGICO
INTERMEDIÁRIOS
139
Quantidade
t/ano
10,0
10,0
20,0
1,6
72,9
801,7
1,0
6.147,0
4,0
0,8
84,0
2.184,0
2,0
24,0
1.286,0
840,0
4,0
3,6
240,0
28,0
662,0
15,0
152,0
25,0
36,0
400,0
500,0
7.200,0
9.850,0
183,0
17.040,0
20,0
78,0
19.535,0
123,4
50,0
100,5
119,0
294,0
54,2
8.507,0
127,0
108,0
continua...
TABELA D.1 - Inventário de resíduo sólido industrial da Regional Piracicaba I
continuação.
Tipo de
resíduo
Município
Destino
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
HOLAMBRA
INDAIATUBA
INDAIATUBA
INDAIATUBA
ITATIBA
ITATIBA
ITATIBA
ITATIBA
ITATIBA
ITATIBA
JAGUARIUNA
JAGUARIUNA
JAGUARIUNA
JAGUARIUNA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
VALINHOS
VALINHOS
VALINHOS
VALINHOS
VINHEDO
B30
B05
S01
T14
B05
B06
B30
T01
T14
T99
B07
T14
T18
T99
B02
B04
B06
B30
S01
S02
T01
T03
T04
T14
T15
T34
T99
B02
T14
T15
T99
B02
OUTROS
LIXÃO MUNICIPAL
EM TAMBORES
REPROC.OU RECICLAGEM
LIXÃO MUNICIPAL
LIXÃO PARTICULAR
OUTROS
INCINERADOR
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
ALIMENTAÇÃO DE ANIMAIS
REPROC.OU RECICLAGEM
FERTIRRIGAÇÃO/"LANDFARMIN
INTERMEDIÁRIOS
ATERRO MUNICIPAL
ATERRO INDUSTRIAL
LIXÃO PARTICULAR
OUTROS
EM TAMBORES
A GRANEL
INCINERADOR
FORNOS INDUSTRIAIS
CALDEIRA
REPROC.OU RECICLAGEM
TRATAMENTO BIOLÓGICO
OUTROS TRATAMENTOS
INTERMEDIÁRIOS
ATERRO MUNICIPAL
REPROC.OU RECICLAGEM
TRATAMENTO BIOLÓGICO
INTERMEDIÁRIOS
ATERRO MUNICIPAL
A099
A099
A116
D001
D001
D001
D001
D001
D001
D001
VINHEDO
VINHEDO
INDAIATUBA
CAMPINAS
CAMPINAS
INDAIATUBA
INDAIATUBA
INDAIATUBA
ITATIBA
ITATIBA
B07
T14
B06
S01
T14
S01
T14
T99
T14
T99
ALIMENTAÇÃO DE ANIMAIS
REPROC.OU RECICLAGEM
LIXÃO PARTICULAR
EM TAMBORES
REPROC.OU RECICLAGEM
EM TAMBORES
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
Quantidade
t/ano
19,0
312,0
91,5
66,2
32,0
5,0
318,0
7,5
1.782,0
96,0
43.140,0
302,0
579,0
600,0
842,4
24,0
1.080,4
10.072,6
212,8
1,1
637,0
30,0
120,0
3.407,5
4.810,0
200,0
85,0
15.771,3
1.610,0
300,0
19,0
533,6
509,0
153,0
100,0
2,4
87,3
1,4
74,0
5,0
10,0
9,0
continua...
140
TABELA D.1 - Inventário de resíduo sólido industrial da Regional Piracicaba I
continuação.
Tipo de
resíduo
D001
D001
D001
D001
D001
D002
D002
D002
D002
D004
D004
D004
D004
D004
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
Município
Destino
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
VINHEDO
ITATIBA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
CAMPINAS
CAMPINAS
COSMOPOLIS
VALINHOS
VALINHOS
CAMPINAS
CAMPINAS
CAMPINAS
CAMPINAS
CAMPINAS
CAMPINAS
CAMPINAS
CAMPINAS
CAMPINAS
INDAIATUBA
INDAIATUBA
INDAIATUBA
INDAIATUBA
INDAIATUBA
ITATIBA
ITATIBA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
VALINHOS
VALINHOS
S01
T01
T04
T14
T14
T14
S01
S09
T14
T01
T05
B05
T01
T34
B04
S01
S02
S08
T01
T03
T14
T34
T99
S01
S02
S03
T03
T14
T03
T14
B03
B04
S01
S04
S08
T01
T02
T03
T04
T14
T15
T18
S01
T14
EM TAMBORES
INCINERADOR
CALDEIRA
REPROC.OU RECICLAGEM
REPROC.OU RECICLAGEM
REPROC.OU RECICLAGEM
EM TAMBORES
LAGOAS
REPROC.OU RECICLAGEM
INCINERADOR
QUEIMA A CEU ABERTO
LIXÃO MUNICIPAL
INCINERADOR
OUTROS TRATAMENTOS
ATERRO INDUSTRIAL
EM TAMBORES
A GRANEL
OUTROS SISTEMAS
INCINERADOR
FORNOS INDUSTRIAIS
REPROC.OU RECICLAGEM
OUTROS TRATAMENTOS
INTERMEDIÁRIOS
EM TAMBORES
A GRANEL
CAÇAMBAS
FORNOS INDUSTRIAIS
REPROC.OU RECICLAGEM
FORNOS INDUSTRIAIS
REPROC.OU RECICLAGEM
ATERRO INDUSTRIAL
ATERRO INDUSTRIAL
EM TAMBORES
TANQUES
OUTROS SISTEMAS
INCINERADOR
INCINERADOR DE CAMARA
FORNOS INDUSTRIAIS
CALDEIRA
REPROC.OU RECICLAGEM
TRATAMENTO BIOLÓGICO
FERTIRRIGAÇÃO/"LANDFARMIN
EM TAMBORES
REPROC.OU RECICLAGEM
141
Quantidade
t/ano
0,5
7.200,0
1.092,0
120,0
43,4
920,6
1,0
700,0
1.520,0
0,8
0,5
0,3
4,0
0,1
120,0
42,6
92,4
36,4
97,7
17,7
117,6
0,8
0,1
158,7
0,4
210,0
4,7
15,0
60,0
1,5
30,0
148,0
239,5
17,5
0,6
2.153,0
139,4
356,0
192,0
2.091,0
1.859,0
1.680,0
3,0
69,8
continua...
TABELA D.1 - Inventário de resíduo sólido industrial da Regional Piracicaba I
continuação.
Tipo de
resíduo
D099
F001
F001
F001
F001
F002
F003
F003
F003
F004
F006
F006
F006
F006
F006
F006
F008
F011
F011
F011
F012
F017
F017
F017
F017
F017
F017
F017
F017
F019
F030
F030
F030
F030
F030
F030
F030
F030
F030
F030
F030
K003
K022
Município
Destino
VINHEDO
CAMPINAS
INDAIATUBA
INDAIATUBA
ITATIBA
CAMPINAS
CAMPINAS
INDAIATUBA
PAULINIA
PAULINIA
CAMPINAS
CAMPINAS
CAMPINAS
INDAIATUBA
PEDREIRA
VALINHOS
CAMPINAS
CAMPINAS
CAMPINAS
CAMPINAS
CAMPINAS
CAMPINAS
CAMPINAS
CAMPINAS
CAMPINAS
INDAIATUBA
INDAIATUBA
ITATIBA
VALINHOS
CAMPINAS
CAMPINAS
CAMPINAS
INDAIATUBA
INDAIATUBA
INDAIATUBA
ITATIBA
JAGUARIUNA
PAULINIA
PAULINIA
VALINHOS
VALINHOS
INDAIATUBA
PAULINIA
T03
T14
T14
T99
T14
T14
T14
T03
T04
T01
B04
S01
T03
S01
S01
S01
T03
S08
T03
T34
B04
S01
T03
T14
T99
B05
S01
T14
T14
S01
S01
T14
S01
T14
T99
T14
T14
T01
T14
T14
T99
S01
S01
FORNOS INDUSTRIAIS
REPROC.OU RECICLAGEM
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
REPROC.OU RECICLAGEM
REPROC.OU RECICLAGEM
FORNOS INDUSTRIAIS
CALDEIRA
INCINERADOR
ATERRO INDUSTRIAL
EM TAMBORES
FORNOS INDUSTRIAIS
EM TAMBORES
EM TAMBORES
EM TAMBORES
FORNOS INDUSTRIAIS
OUTROS SISTEMAS
FORNOS INDUSTRIAIS
OUTROS TRATAMENTOS
ATERRO INDUSTRIAL
EM TAMBORES
FORNOS INDUSTRIAIS
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
LIXÃO MUNICIPAL
EM TAMBORES
REPROC.OU RECICLAGEM
REPROC.OU RECICLAGEM
EM TAMBORES
EM TAMBORES
REPROC.OU RECICLAGEM
EM TAMBORES
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
REPROC.OU RECICLAGEM
INCINERADOR
REPROC.OU RECICLAGEM
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
EM TAMBORES
EM TAMBORES
142
Quantidade
t/ano
12,0
23,2
16,0
1,4
5,0
26,3
29,1
84,0
200,0
250,0
360,0
3,2
104,5
5,2
6,0
1,5
3,6
0,1
10,0
76,8
6,0
0,4
27,3
132,3
1,0
2,0
2,2
15,0
0,8
2,5
150,5
314,6
5,2
8,2
1,0
47,0
4,0
4,0
25,0
15,0
8,4
3,0
2,4
continua...
TABELA D.1 - Inventário de resíduo sólido industrial da regional Piracicaba I
conclusão.
Tipo de
resíduo
K022
K051
K051
K083
K207
K207
K208
K208
Município
Destino
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
PAULINIA
S.ANTONIO DE POSSE
PAULINIA
S. ANTONIO DE POSSE
T04
S01
T18
S01
S04
S04
S04
S02
CALDEIRA
EM TAMBORES
FERTIRRIGAÇÃO/"LANDFARMIN
EM TAMBORES
TANQUES
TANQUES
TANQUES
A GRANEL
Quantidade
t/ano
5.340,0
1.764,0
1.850,0
2,4
22,9
13,4
35,2
56,6
Fonte: Cetesb (2003c).
TABELA D.2 - Inventário de resíduo sólido industrial da Regional Piracicaba II
Tipo de
resíduo
A001
A001
A001
A001
A001
A001
A001
A001
A001
A001
A001
A001
A002
A002
A002
A002
A002
A002
A002
A002
A002
A002
A002
A003
A003
A003
A003
Município
Destino
AMERICANA
AMERICANA
AMERICANA
COSMOPOLIS
HORTOLANDIA
HORTOLANDIA
HORTOLANDIA
NOVA ODESSA
S. BARBARA D'OESTE
SUMARE
SUMARE
SUMARE
AMERICANA
AMERICANA
COSMOPOLIS
COSMOPOLIS
HORTOLANDIA
NOVA ODESSA
NOVA ODESSA
S. BARBARA D'OESTE
SUMARE
SUMARE
SUMARE
AMERICANA
AMERICANA
AMERICANA
AMERICANA
B02
B07
T99
B07
B05
B07
T99
B07
B02
B05
B07
B30
B02
T99
B02
B05
B05
B02
T99
B02
B02
B05
T05
B02
B06
B30
T99
ATERRO MUNICIPAL
ALIMENTAÇÃO DE ANIMAIS
INTERMEDIÁRIOS
ALIMENTAÇÃO DE ANIMAIS
LIXÃO MUNICIPAL
ALIMENTAÇÃO DE ANIMAIS
INTERMEDIÁRIOS
ALIMENTAÇÃO DE ANIMAIS
ATERRO MUNICIPAL
LIXÃO MUNICIPAL
ALIMENTAÇÃO DE ANIMAIS
OUTROS
ATERRO MUNICIPAL
INTERMEDIÁRIOS
ATERRO MUNICIPAL
LIXÃO MUNICIPAL
LIXÃO MUNICIPAL
ATERRO MUNICIPAL
INTERMEDIÁRIOS
ATERRO MUNICIPAL
ATERRO MUNICIPAL
LIXÃO MUNICIPAL
QUEIMA A CEU ABERTO
ATERRO MUNICIPAL
LIXÃO PARTICULAR
OUTROS
INTERMEDIÁRIOS
Quantidade
t/ano
143,6
56,0
1,0
3,6
4,0
41,0
7,8
115,0
2,5
24,0
732,7
15,0
430,7
1,3
1,2
16,9
59,0
22,2
2,3
9,4
15,6
795,4
12,2
41,8
72,0
35,0
48,0
continua...
143
TABELA D.2 - Inventário de resíduo sólido industrial da Regional Piracicaba II
continuação.
Tipo de
resíduo
Município
Destino
Quantidade
t/ano
A003
A003
A003
A003
A003
A003
A003
A004
A004
A004
A004
A004
A004
A004
A004
A004
A004
A004
A004
A004
A005
A005
A005
A005
A005
A005
A005
A005
A005
A005
A006
A006
A006
ARTHUR NOGUEIRA
HORTOLANDIA
HORTOLANDIA
NOVA ODESSA
S. BARBARA D'OESTE
SUMARE
SUMARE
AMERICANA
AMERICANA
ARTHUR NOGUEIRA
COSMOPOLIS
HORTOLANDIA
HORTOLANDIA
HORTOLANDIA
NOVA ODESSA
NOVA ODESSA
S. BARBARA D'OESTE
SUMARE
SUMARE
SUMARE
AMERICANA
AMERICANA
ARTHUR NOGUEIRA
COSMOPOLIS
HORTOLANDIA
HORTOLANDIA
NOVA ODESSA
S. BARBARA D'OESTE
SUMARE
SUMARE
AMERICANA
AMERICANA
AMERICANA
T14
B05
T99
B02
B02
B02
B05
T14
T99
T14
T99
B30
T14
T99
B30
T99
T99
B30
T14
T99
T14
T99
T14
T99
T14
T99
T34
T99
T14
T99
B02
T14
T99
REPROC.OU RECICLAGEM
LIXÃO MUNICIPAL
INTERMEDIÁRIOS
ATERRO MUNICIPAL
ATERRO MUNICIPAL
ATERRO MUNICIPAL
LIXÃO MUNICIPAL
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
OUTROS
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
OUTROS
INTERMEDIÁRIOS
INTERMEDIÁRIOS
OUTROS
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
OUTROS TRATAMENTOS
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
ATERRO MUNICIPAL
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
72,0
5,0
21,1
20,0
8,0
0,5
87,4
39,8
2.834,3
38,0
219,0
0,5
20,0
530,2
218,4
6,4
25,0
5.600,0
70,8
803,2
4,5
96,5
3,0
66,5
6,0
43,0
2.187,0
1,5
50,0
1.037,0
129,4
913,6
1.317,7
A006
A006
A006
A006
A006
A006
A006
A006
A006
ARTHUR NOGUEIRA
COSMOPOLIS
COSMOPOLIS
COSMOPOLIS
HORTOLANDIA
HORTOLANDIA
HORTOLANDIA
HORTOLANDIA
NOVA ODESSA
T14
B05
T14
T99
B02
B30
T14
T99
B02
REPROC.OU RECICLAGEM
LIXÃO MUNICIPAL
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
ATERRO MUNICIPAL
OUTROS
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
ATERRO MUNICIPAL
292,0
12,0
77,3
19,0
3,1
2,4
10,0
300,2
131,8
continua...
144
TABELA D.2 - Inventário de resíduo sólido industrial da Regional Piracicaba II
continuação.
Tipo de
resíduo
A006
A006
A006
A006
A006
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A007
A008
A008
A008
A008
A008
A009
A009
A009
A009
A009
A009
A009
A009
A009
A010
Município
Destino
NOVA ODESSA
NOVA ODESSA
S. BARBARA D'OESTE
SUMARE
SUMARE
AMERICANA
AMERICANA
AMERICANA
AMERICANA
AMERICANA
ARTHUR NOGUEIRA
COSMOPOLIS
COSMOPOLIS
COSMOPOLIS
HORTOLANDIA
HORTOLANDIA
HORTOLANDIA
HORTOLANDIA
HORTOLANDIA
NOVA ODESSA
NOVA ODESSA
NOVA ODESSA
S. BARBARA D'OESTE
SUMARE
SUMARE
SUMARE
SUMARE
AMERICANA
AMERICANA
HORTOLANDIA
SUMARE
SUMARE
AMERICANA
AMERICANA
AMERICANA
HORTOLANDIA
NOVA ODESSA
S. BARBARA D'OESTE
SUMARE
SUMARE
SUMARE
AMERICANA
T14
T99
T99
T14
T99
B02
S01
S08
T14
T99
T14
B30
T14
T99
B02
B30
S01
T14
T99
B02
T14
T99
T99
B05
S01
T14
T99
T14
T99
B30
B02
B05
B02
T14
T99
T99
T04
B02
B05
T03
T99
B02
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
ATERRO MUNICIPAL
EM TAMBORES
OUTROS SISTEMAS
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
OUTROS
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
ATERRO MUNICIPAL
OUTROS
EM TAMBORES
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
ATERRO MUNICIPAL
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
INTERMEDIÁRIOS
LIXÃO MUNICIPAL
EM TAMBORES
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
OUTROS
ATERRO MUNICIPAL
LIXÃO MUNICIPAL
ATERRO MUNICIPAL
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
INTERMEDIÁRIOS
CALDEIRA
ATERRO MUNICIPAL
LIXÃO MUNICIPAL
FORNOS INDUSTRIAIS
INTERMEDIÁRIOS
ATERRO MUNICIPAL
Quantidade
t/ano
48,0
168,0
54,0
302,0
426,6
48,8
0,3
0,2
466,2
245,5
30,3
12,0
4,0
53,0
0,3
2,4
22,0
8,5
29,7
0,3
0,7
20,6
8,3
5,0
5,4
35,4
208,4
2,2
1.296,0
4,8
25,0
180,0
21,8
504,0
13,9
8,2
580,0
3,0
0,5
180,0
159,0
134,6
continua...
145
TABELA D.2 - Inventário de resíduo sólido industrial da Regional Piracicaba II
continuação.
Tipo de
resíduo
A010
A010
A010
A010
A010
A010
A010
A010
A010
A010
A010
A010
A010
A010
A010
A011
A011
A011
A011
A011
A011
A011
A013
A013
A013
A013
A013
A016
A016
A016
A016
A017
A017
A017
A017
A017
A017
A018
A018
A019
A019
A019
Município
Destino
AMERICANA
AMERICANA
AMERICANA
AMERICANA
ARTHUR NOGUEIRA
HORTOLANDIA
HORTOLANDIA
NOVA ODESSA
NOVA ODESSA
NOVA ODESSA
NOVA ODESSA
S. BARBARA D'OESTE
S. BARBARA D'OESTE
SUMARE
SUMARE
AMERICANA
COSMOPOLIS
HORTOLANDIA
HORTOLANDIA
SUMARE
SUMARE
SUMARE
AMERICANA
ENGENHEIRO COELHO
HORTOLANDIA
S. BARBARA D'OESTE
SUMARE
AMERICANA
ENGENHEIRO COELHO
NOVA ODESSA
S. BARBARA D'OESTE
AMERICANA
AMERICANA
HORTOLANDIA
HORTOLANDIA
NOVA ODESSA
SUMARE
ENGENHEIRO COELHO
SUMARE
AMERICANA
AMERICANA
AMERICANA
B30
T04
T14
T99
T14
B05
T99
B02
T05
T14
T99
B02
T99
T14
T99
T99
T14
T14
T99
S01
T14
T99
T14
B02
T99
B30
B30
B06
B02
B04
B30
B30
T14
B06
T34
B30
T99
B02
B06
B03
B06
T18
OUTROS
CALDEIRA
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
LIXÃO MUNICIPAL
INTERMEDIÁRIOS
ATERRO MUNICIPAL
QUEIMA A CEU ABERTO
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
ATERRO MUNICIPAL
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
EM TAMBORES
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
ATERRO MUNICIPAL
INTERMEDIÁRIOS
OUTROS
OUTROS
LIXÃO PARTICULAR
ATERRO MUNICIPAL
ATERRO INDUSTRIAL
OUTROS
OUTROS
REPROC.OU RECICLAGEM
LIXÃO PARTICULAR
OUTROS TRATAMENTOS
OUTROS
INTERMEDIÁRIOS
ATERRO MUNICIPAL
LIXÃO PARTICULAR
ATERRO INDUSTRIAL
LIXÃO PARTICULAR
FERTIRRIGAÇÃO/"LANDFARMIN
Quantidade
t/ano
913,0
0,9
13.647,8
91,6
624,0
1,0
0,7
19,4
1,0
94,8
41,5
4,5
38,9
50,0
32,0
0,3
1.200,0
21,0
2,7
0,4
3,0
0,1
290,0
1.134,0
3,0
750,0
12.000,0
1.200,0
1.200,0
22,4
4.900,0
15,7
251,2
0,3
768,0
190,4
2.400,0
348,0
15,0
34.800,0
360,0
864,0
continua...
146
TABELA D.2 - Inventário de resíduo sólido industrial da Regional Piracicaba II
continuação.
Tipo de
resíduo
Município
Destino
A019
A019
A019
A019
A019
A019
A019
A019
A021
A021
A021
A021
A021
ARTHUR NOGUEIRA
HORTOLANDIA
NOVA ODESSA
NOVA ODESSA
S. BARBARA D'OESTE
S. BARBARA D'OESTE
SUMARE
SUMARE
AMERICANA
AMERICANA
COSMOPOLIS
HORTOLANDIA
HORTOLANDIA
B05
B30
B30
S08
B30
S01
B06
B30
B06
B30
S08
B30
S01
LIXÃO MUNICIPAL
OUTROS
OUTROS
OUTROS SISTEMAS
OUTROS
EM TAMBORES
LIXÃO PARTICULAR
OUTROS
LIXÃO PARTICULAR
OUTROS
OUTROS SISTEMAS
OUTROS
EM TAMBORES
2.300,0
140,0
24,0
16,0
64,0
50,8
190,0
16,4
0,5
1,0
125,0
120,0
570,0
A021
A021
A021
A021
A021
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
A099
HORTOLANDIA
NOVA ODESSA
NOVA ODESSA
S. BARBARA D'OESTE
SUMARE
AMERICANA
AMERICANA
AMERICANA
AMERICANA
AMERICANA
AMERICANA
AMERICANA
AMERICANA
COSMOPOLIS
COSMOPOLIS
COSMOPOLIS
COSMOPOLIS
COSMOPOLIS
COSMOPOLIS
ENGENHEIRO COELHO
HORTOLANDIA
HORTOLANDIA
HORTOLANDIA
NOVA ODESSA
NOVA ODESSA
NOVA ODESSA
S. BARBARA D'OESTE
SUMARE
SUMARE
SUMARE
T34
S01
T99
S01
S01
B02
B03
B30
S01
S08
T14
T34
T99
B03
B04
B05
S08
T01
T15
B02
B02
B30
S01
B02
B30
S01
B30
B02
B06
B30
OUTROS TRATAMENTOS
EM TAMBORES
INTERMEDIÁRIOS
EM TAMBORES
EM TAMBORES
ATERRO MUNICIPAL
ATERRO INDUSTRIAL
OUTROS
EM TAMBORES
OUTROS SISTEMAS
REPROC.OU RECICLAGEM
OUTROS TRATAMENTOS
INTERMEDIÁRIOS
ATERRO INDUSTRIAL
ATERRO INDUSTRIAL
LIXÃO MUNICIPAL
OUTROS SISTEMAS
INCINERADOR
TRATAMENTO BIOLÓGICO
ATERRO MUNICIPAL
ATERRO MUNICIPAL
OUTROS
EM TAMBORES
ATERRO MUNICIPAL
OUTROS
EM TAMBORES
OUTROS
ATERRO MUNICIPAL
LIXÃO PARTICULAR
OUTROS
8,0
0,2
0,4
3,5
12,0
40,4
474,0
57,3
4,6
4,0
53,0
40,0
5,8
81,0
49,0
60,0
475,0
40,0
4.320,0
1.300,0
17,4
240,0
5,1
14,4
111,5
0,2
464,0
60,0
10,0
19,0
continua...
147
Quantidade
t/ano
TABELA D.2 - Inventário de resíduo sólido industrial da Regional Piracicaba II
continuação.
Tipo de
resíduo
A099
A099
A099
A099
A116
A116
A416
A416
D001
D001
D001
D001
D001
D001
D004
D004
D004
D004
D004
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
D099
F001
F001
F001
F001
F002
F005
F005
Município
Destino
SUMARE
SUMARE
SUMARE
SUMARE
AMERICANA
SUMARE
ENGENHEIRO COELHO
S. BARBARA D'OESTE
AMERICANA
AMERICANA
HORTOLANDIA
NOVA ODESSA
SUMARE
SUMARE
AMERICANA
AMERICANA
COSMOPOLIS
NOVA ODESSA
SUMARE
AMERICANA
AMERICANA
AMERICANA
AMERICANA
AMERICANA
AMERICANA
COSMOPOLIS
COSMOPOLIS
HORTOLANDIA
NOVA ODESSA
NOVA ODESSA
S. BARBARA D'OESTE
SUMARE
SUMARE
SUMARE
SUMARE
INDAIATUBA
INDAIATUBA
NOVA ODESSA
SUMARE
HORTOLANDIA
COSMOPOLIS
COSMOPOLIS
S01
S04
S08
T99
B30
B30
B02
B30
S01
T99
T14
T14
S08
T14
B02
T01
B05
B02
B05
S01
S02
T02
T03
T14
T99
T01
T99
T14
B04
T14
S01
B05
S01
T01
T14
T14
T99
T14
S01
T14
T01
T14
EM TAMBORES
TANQUES
OUTROS SISTEMAS
INTERMEDIÁRIOS
OUTROS
OUTROS
ATERRO MUNICIPAL
OUTROS
EM TAMBORES
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
REPROC.OU RECICLAGEM
OUTROS SISTEMAS
REPROC.OU RECICLAGEM
ATERRO MUNICIPAL
INCINERADOR
LIXÃO MUNICIPAL
ATERRO MUNICIPAL
LIXÃO MUNICIPAL
EM TAMBORES
A GRANEL
INCINERADOR DE CAMARA
FORNOS INDUSTRIAIS
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
INCINERADOR
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
ATERRO INDUSTRIAL
REPROC.OU RECICLAGEM
EM TAMBORES
LIXÃO MUNICIPAL
EM TAMBORES
INCINERADOR
REPROC.OU RECICLAGEM
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
EM TAMBORES
REPROC.OU RECICLAGEM
INCINERADOR
REPROC.OU RECICLAGEM
148
Quantidade
t/ano
1,0
10,0
1,0
310,5
7.018,0
3.500,0
850,0
3.621,0
2,5
32,6
8,0
86,0
0,1
120,0
0,6
0,2
0,3
0,2
0,1
76,3
6,4
10,7
60,0
102,4
178,1
7.280,0
6,0
1,5
48,0
528,0
2,6
0,1
116,4
210,0
200,3
16,0
1,4
66,3
3,6
2,3
8,6
316,0
continua...
TABELA D.2 - Inventário de resíduo sólido industrial da Regional Piracicaba II
conclusão.
Tipo de
resíduo
F006
F006
F006
F006
F008
F010
F011
F011
F017
F017
F017
F017
F017
F017
F017
F017
F017
F017
F018
F030
F030
F030
F030
F030
F030
F030
F030
F030
F030
F030
F030
F030
F100
K061
K062
K062
K078
K086
Município
Destino
AMERICANA
NOVA ODESSA
NOVA ODESSA
SUMARE
S. BARBARA D'OESTE
S. BARBARA D'OESTE
AMERICANA
SUMARE
AMERICANA
AMERICANA
HORTOLANDIA
HORTOLANDIA
INDAIATUBA
INDAIATUBA
ITATIBA
S. BARBARA D'OESTE
SUMARE
SUMARE
AMERICANA
AMERICANA
AMERICANA
AMERICANA
ARTHUR NOGUEIRA
COSMOPOLIS
ENGENHEIRO COELHO
ENGENHEIRO COELHO
HORTOLANDIA
NOVA ODESSA
NOVA ODESSA
SUMARE
SUMARE
SUMARE
HORTOLANDIA
SUMARE
HORTOLANDIA
SUMARE
SUMARE
SUMARE
S01
S01
T34
S01
S01
S01
S01
S01
S01
T99
B30
T14
B05
S01
T14
S01
B06
S01
T99
S01
T14
T99
T14
T14
T14
T34
T14
T14
T99
S04
T14
T99
S01
B30
S08
S01
T14
T14
EM TAMBORES
EM TAMBORES
OUTROS TRATAMENTOS
EM TAMBORES
EM TAMBORES
EM TAMBORES
EM TAMBORES
EM TAMBORES
EM TAMBORES
INTERMEDIÁRIOS
OUTROS
REPROC.OU RECICLAGEM
LIXÃO MUNICIPAL
EM TAMBORES
REPROC.OU RECICLAGEM
EM TAMBORES
LIXÃO PARTICULAR
EM TAMBORES
INTERMEDIÁRIOS
EM TAMBORES
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
REPROC.OU RECICLAGEM
REPROC.OU RECICLAGEM
OUTROS TRATAMENTOS
REPROC.OU RECICLAGEM
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
TANQUES
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
EM TAMBORES
OUTROS
OUTROS SISTEMAS
EM TAMBORES
REPROC.OU RECICLAGEM
REPROC.OU RECICLAGEM
Fonte: Cetesb (2003d).
149
Quantidade
t/ano
7,0
0,2
80,0
661,5
0,5
3,6
2,0
1,2
6,0
0,5
5,0
5,0
2,0
2,2
15,0
8,8
1,5
1,8
0,5
36,2
68,5
14,4
3,8
8,4
0,9
25,9
15,0
45,5
1,2
80,0
42,0
13,6
3,7
20,0
1,0
6,0
254,2
50,2
ANEXO E – Relação das indústrias inventariadas por município e ramo de atividade nas
Regionais Piracicaba I e II
Apresenta-se nas TABs. E.1 a E.19 a relação das indústrias inventariadas, por município, e ramo de atividade.
TABELA E.1 - Relação das indústrias inventariadas por ramo de atividade
Município : Campinas
Empresa
Endereço
ASHLAND BENTONIT RESINAS
LTDA
VIA ANHANGUERA
BANDAG DO BRASIL LTDA
Código do
IBGE
Atividade
2070000
(Fabricação de resinas e tintas refratárias Fabricação de tintas, esmaltes, lacas, vernizes, impermeabilizantes, solventes,
secantes, e massas preparadas para pintura e acabamento – inclusive pigmentos e corantes
AV MERCEDES BENS
1822993
Fabricação de pneumáticos
Fabricação de material para recondicionamento de pneumáticos (borrachas para ligações, cordonéis impregnados, manchões,
bexigas integrais e seccionais e semelhantes.
BELOIT INDUSTRIAL LTDA
R.OLINTO LUNARDI
1231000
Fabricação e montagem de máquinas-ferramentas, máquinas operatrizes e aparelhos industriais de uso específico
BRACOL IND E COM LTDA
AV DR CARLOS DE
CAMPOS
1912992
Beneficiamento de couro bovinos para terceiros
Curtimento e outras preparações de couros e peles de gado bovino, eqüino, suíno, ovino, e caprino - inclusive a regeneração
de couro
BRASIMET COMERCIO E
INDUSTRIA S.A
R PEDRO
GIANFRANCISCO
1180000
Tratamento térmico para terceiros
Têmpera, cementação e tratamento térmico de aço e recozimento de arames e serviços de galvanotécnica
BRASWEY S.A IND E COM
TRAVESSA A R ENG
AUGUSTO FIGUEREDO
2698000
Fabricação de rações balanceadas para animais e moinho de trigo
Fabricação de rações balanceadas, de alimentos preparados para animais e a fabricação de farinhas de carne, sangue, osso e
peixe.
BURGMANN DO BRASIL
VEDACOES INDUSTRIAIS LTDA
AV STA IZABEL
3099000
Fabricação de selos mecânicos
Fabricação de artefatos diversos, não especificados ou não classificados
CERALIT S.A IND E COM
VIA ANHANGUERA
2001101
Fabricação de produtos químicos orgânicos
Fabricação de elementos químicos (metalóides do grupo halogênio; metalóides do grupo oxigênio; carbono e metalóides do
grupo carbono e azoto; metais alcalinos e alcalino-terrosos; e outros elementos químicos); produtos químicos orgânicos
(hidrocarbonetos e seus derivados halogenados, sulfonados e nitratos; aldeídos, cetonas, quinonas e seus derivados
halogenados; esteres, peróxidos de álcoois, peróxidos de esteres, epoxidos, acetais e semi-acetais; produtos químicos
inorgânicos (ácidos, anidridos e compostos oxigenados dos metalóides –inclusive hidrazina e hidroxilamina; produtos
químicos organo-inorgânicos, (esteres dos sais orgânicos e inorgânicos; e outros produtos químicos – exclusive álcool
processado da cana-de-açúcar, de cereais e da madeira.
CHAPEUS VICENTE CURY S A
R BR GERALDO DE
REZENDE
2520000
Fabricação de chapéus
Fabricação de chapéus
2660000
Fabricação de balas, caramelos, pastilhas, drops, bombons, e chocolates, etc – inclusive goma de mascar.
COMPANHIA CAMPINEIRA DE
ALIMENTOS
11800
25200
RODOVIA CAMPINASBARAO GERALDO
continua...
150
TABELA E.1 - Relação das indústrias inventariadas por ramo de atividade
continuação.
Município : Campinas
Empresa
Endereço
Código do
IBGE
Atividade
COOPERATIVA CENTRAL DE
FERTILIZANTES-COOPERFERTIL
AV COMENDADOR
ALADINO SELMI
2081997
Fabricação de fertilizantes
Fabricação d adubos e fertilizantes, e corretivos do solo (adubos e fertilizantes, fosfatados, nitrogenados, potássicos, etc,
fosfato bicálcico, superfosfato simples e triplo, outros adubos e fertilizantes mesclados, compostos, complexos, etc, e
corretivos do solo - exclusive pó calcário.
COOPERATIVA REGIONAL AGROPECUARIA DE CAMPINAS
COPPERSTEEL BIMETALICOS
LTDA
AV.COMENDADOR
ALADINO SELMI
AV MERCEDES BENZ
2411105
CORRENTES INDUSTRIAIS IBAF
S.A
AV MERCEDES BENZ
1190008
Beneficiamento de algodão
Beneficiamento de algodão
Produtos bimetálicos para sistemas elétricos
Construção de máquinas, aparelhos e equipamentos para produção, transmissão, distribuição, medida e controle de energia
elétrica em alta e baixa tensão, peças e acessórios – exclusive o material destinado a instalações em circuitos de consumo.
Fabricação de ferragens eletrotécnicas de granalhas e pó metálico e de outros artefatos de metal, não especificados ou não
classificados
CRODA DO BRASIL LTDA
R CRODA
2040000
Fabricação e comercialização de produtos químicos
Produção de óleos vegetais em bruto, gorduras, e ceras vegetais e animais, óleos essenciais vegetais outros produtos da
destilação da madeira – exclusive álcool e refinação de produtos alimentares
ENGELMA - ENGENHARIA
ELETRICA DE MANUTENCAO
LTDA
FEDERACAO MERIDIONAL DE
COOP AGRO-PECUARIA DE
RUA ESTACIO DE SA
2099004
Regeneração de óleos isolantes
Fabricação de produtos químicos diversos e outros não especificados ou não classificados.
AV COM ALADINO
SELMI
3121607
Serviços de seleção, imunização e preparação de sementes para plantio.
FORT DODGE SAUDE ANIMAL
LTDA
R LUIS FERNANDO
RODRIGUES
2110008
Fabricação de produtos biológicos de uso veterinário
Fabricação de produtos farmacêuticos e veterinários.
GE DAKO S/A
R CRODA
1199000
Fabricação de fogões
Fabricação de outros artefatos de metal, não especificados ou não classificados.
GEVISA S/A
ROD SP 101 - TRECHO
CAMPINAS MONTE
MOR KM 3,8
R WALLACE BARNES
1421107
Fabricação de motores elétricos e locomotivas
Construção e montagem de locomotivas a vapor, elétricas ou a diesel; capros-motores e automotrizes elétricas ou a diesel.
1321994
Fabricação de fios, cabos, barramentos, cordões, cordoalhas e outros condutores elétricos nus ou isolados; fios telefônicos,
fios coaxiais e fios magnéticos para enrolamentos de motores, bobinas, transformadores, etc. – inclusive os serviços de
trefilação, capeamento e revestimento de fios magnéticos ou não, cabos, cordões e condutores elétricos.
HUNTER DOUGLAS DO BRASIL
LTDA
R ESTACIO DE SA
1199000
Fabricação de forros e fachadas metálicas
Fabricação de outros artefatos de metal, não especificados ou não classificados.
INDUSTRIA CAMPINEIRA DE
SABAO E GLICERINA LTDA
VIA D PEDRO I
2001101
Fabricação de ácidos graxos e glicerina
Fabricação de elementos químicos (metalóides do grupo halogênio; metalóides do grupo oxigênio; carbono e metalóides do
grupo carbono e azoto; metais alcalinos e alcalino-terrosos; e outros elementos químicos); produtos químicos orgânicos
(hidrocarbonetos e seus derivados halogenados, sulfonados e nitratos; aldeídos, cetonas, quinonas e seus derivados
halogenados; esteres, peróxidos de álcoois, peróxidos de esteres, epoxidos, acetais e semi-acetais; produtos químicos
inorgânicos (acidos, anidridos e compostos oxigenados dos metalóides –inclusive hidrazina e hidroxilamina; produtos
químicos organo-inorgânicos, (esteres dos sais orgânicos e inorgânicos; e outros produtos químicos – exclusive álcool
processado da cana-de-açúcar, de cereais e da madeira.
HOLLINSGWORTH DO BRASIL
TERMINAIS ELETRICOS LTDA
1310000
31216
continua...
151
TABELA E.1 - Relação das indústrias inventariadas por ramo de atividade
continuação.
Município : Campinas
Empresa
Endereço
Código do
Atividade
IBGE
ITOIL INDUSTRIA DE
TRATAMENTO DE OLEO
ISOLANTE LTDA
LIQUID CARBONIC INDUSTRIAIS
S/A
ESTR CAMPINAS-MOGI
MIRIM
2099004
Regeneração de óleos isolantes
Fabricação de produtos químicos diversos e outros não especificados ou não classificados.
FAZ SAO FRANCISCO
DA RHODIA
2000008
Purificação de dióxido de carbono
Produção de elementos químicos e de produtos químicos orgânicos, inorgânicos, organo-inorgânicos – exclusive produtos
derivados do processamento do petróleo, de rochas oleigenas, do carvão-de-pedra, e da madeira.
MACSOL S.A MANUFATURA DE
CAFE SOLUVEL
MARACAJU ADMINISTRADORA DE
BENS
VIA ANHANGUERA
2601000
Beneficiamento de café, cereais, e produtos afins – exclusive o serviço de limpeza, seleção e classificados de grãos.
RUA VITORIANO DOS
ANJOS
1161407
Fabricação de fogões
Fabricação de fogões, fogareiros e aquecedores de uso doméstico – exclusive elétricos e para fins industriais
MERCEDES BENZ DO BRASIL S.A
AV MERCEDES BENZ
1432508
Fabricação de caminhões e ônibus completos ( com chassi, motor e carroceria)
MICROQUIMICA INDUSTRIA
QUIMICA LTDA
MIRACEMA NUODEX INDUSTRIA
QUIMICA LTDA
MOGIANA ALIMENTOS S/A
R DR EDUARDO
EDARGE BADARO
AV.RICARDO BASSOLI
CEZARE
R DAS MAGNOLIAS
2080000
MOINHO DA LAPA S A
ESTR VELHA CAMPINAS
MONTE MOR-SITIO SAO
JOSE
ESTR CAMPINAS MOGIMIRIM
R CEL ALFREDO
NASCIMENTO
AV MIRANDOPOLIS
2698000
Fabricação de fertilizantes líquidos
Fabricação de adubos e fertilizantes e corretivos do solo – exclusive a produção de ácidos sulfúrico, nítrico, fosfórico e uréia.
Fabricação de ácidos graxos e glicerina
Fabricação de produtos químicos diversos e outros não especificados ou não classificados.
Indústria de rações balanceadas
Fabricação de rações balanceadas e de alimentos preparados para animais (rações e forragens balanceadas para bovinos,
suínos, aves coelhos , etc e alimentos preparados para gatos, cachorros e outros animais)
Fabricação de rações balanceadas, de alimentos preparados para animais e a fabricação de farinas de carne, sangue, osso e
peixe.
PAX LUBRIFICANTES LTDA
R FRANCISCO CEARA
BARBOSA
2017000
PIRELLI PNEUS S.A
AV JOHN BOYD DUNLOP
1821000
PRODOME QUIMICA E
FARMACEUTICA LTDA
REGENERA INDUSTRIA E
COMERCIO LTDA
ROBERT BOSCH FREIOS LTDA
R 13 DE MAIO
2110000
2099004
ROBERT BOSCH LTDA
RODOVIA SP 065 D
PEDRO I
R JOAO FELIPE XAVIER
DA SILVA
VIA ANHANGUERA
SCHLUMBERGER INDUSTRIAIS
LTDA
ROD CAMPINAS-MOGI
MIRIM
3099000
MONTE D' ESTE IND E COM DE
MATERIAIS ELETRICOS LTDA
NITTOW PAPEL S.A
PASTIFICIO SELMI S/A
2099000
2698102
1320000
Fabricação de material elétrico – exclusive a fabricação de material elétrico para veículos.
1720000
Fabricação de papel e caixa de papelão
Fabricação de papel, papelão, cartolina e cartão.
Fabricação de massas alimentícias (talharim, espaguete, ravioli, capelete e outros tipos de macarrão, massas preparadas para
pizzas, bolos, tortas, pastéis, etc) – inclusive pós para pudim, gelatina, bolo, pão-de-minuto, tortas, empadas etc
2681994
1433504
1340000
Fabricação de lubrificantes - Fabricação de óleos e graxas lubrificantes.
Fabricação de pneumáticos
Fabricação de pneumáticos e câmara-de-ar.
Fabricação de produtos farmacêuticos
Fabricação de produtos farmacêuticos e veterinários.
Regeneração de óleos isolantes
Fabricação de produtos químicos diversos e outros não especificados ou não classificados.
Fabricação de sistemas de freios para autos veículos
Fabricação de rodas e freios completos.
Fabricação de material elétrico para veículos, aparelhos e ferramentas
Fabricação de material elétrico para veículos, suas peças e acessórios - exclusive motores elétricos de tração para veículos
ferroviários
Fabricação de artefatos diversos, não especificados ou não classificados
continua...
152
TABELA E.1 - Relação das indústrias inventariadas por ramo de atividade
conclusão.
Município : Campinas
Empresa
Endereço
Código do
IBGE
Atividade
AV BARAO SMITH DE
VASCONCELLOS
ROD SANTOS DUMONT
5032000
Transporte rodoviários de carga.
1254006
R WALLACE BARNES
1433000
1180000
WAL QUIMICA S.A.
ROD ANHANGUERA (R E
LT 17 QD N)
R ALFREDO DA COSTA
FIGO
VIA ANHANGUERA
WHITE MARTINS GASES
INDUSTRIAIS S/A
RUA LUIZ FERNANDO
RODRIGUES
2000008
WOODWARD GOVERNOR
(REGULADORES) LTDA
R JOAQUIM NORBERTO
1352407
Fabricação de máquinas de costura
Fabricação e montagem de máquinas e aparelhos para uso doméstico, equipados ou não com motor elétrico
Fabricação de peças e acessórios para veículos automotores – exclusive confeccionados com vidro, para instalações elétricas,
papel e papelão; fibra prensada ou isolante; borracha; material plástico e para taxímetros e velocímetros
Serviços de galvanotécnica
Tempera, cementação e tratamento térmico de aço, recozimento de arames e serviços de galvanotécnica.
Tratamento térmico de metais
Tempera, cementação e tratamento térmico de aço, recozimento de arames e serviços de galvanotécnica.
Fabricação de derivados do petróleo
Fabricação de óleos e graxas lubrificantes.
Fabricação de acetileno e distribuição de gases
Produção de elementos químicos e de produtos químicos orgânicos, inorgânicos, organo-inorgânicos – exclusive produtos
derivados do processamento do petróleo, de rochas oleigenas, do carvão-de-pedra, e da madeira.
Fábrica de dispositivos industriais de controle elétrico
Fabricação de dispositivos industriais de controle elétrico (dispositivos de partida, reguladores de velocidade, freios
eletromagnéticos e semelhantes)
SIFCO S.A
SINGER DO BRASIL IND E COM
LTDA
STUMPP & SCHUELE DO BRASIL
IND E COM LTDA
SUPER ZINCO TRATAMENTO DE
METAIS COM IND LTDA
VIDOTTI E COMPANHIA LTDA
1180000
2017000
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
TABELA E.2 - Relação das indústrias inventariadas por ramo de atividade
Município: Holambra
Empresa
COOPERATIVA AGRO PECUARIA
HOLAMBRA
Endereço
ROTA DOS
IMIGRANTES
Código do
IBGE
7010000
Atividade
Cooperativas de beneficiamento, industrialização e comercialização.
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
TABELA E.3 - Relação das indústrias inventariadas por ramo de atividade
Município: Indaiatuba
Empresa
ALFREDO VILLANOVA S.A IND E
COM
CLEOMAR QUIMICA IND E COM
LTDA
COBREQ COMPANHIA BRASILEIRA
DE EQUIPAMENTOS
Endereço
Código do
IBGE
Atividade
Produção de fundidos de ferro e aço
R CANDELARIA
ESTR DO CAPOVILA
2070000
R TUPI
1433555
Fabricação de tintas, esmaltes, lacas, vernizes, impermeabilizantes, solventes, secantes e massas preparadas para pintura e
acabamento – inclusive pigmentos e corantes
Fabricação de peças e acessórios para o sistema de rodas e freios (aros da roda, lonas e pastilhas para freios, cilindros de
freios, cilindros mestre, reservatórios do fluido de freio, tubulações do sistema de freio, etc)
continua...
153
TABELA E.3 - Relação das indústrias inventariadas por ramo de atividade
conclusão.
Município: Indaiatuba
Empresa
Endereço
Código do
IBGE
Atividade
CROVEL COMERCIAL REFINADORA
DE OLEOS VEGETAIS LTDA
R ALMIRANTE
TAMANDARE
2691000
FILTROS MANN LTDA
AL FILTROS MANN
1199000
Fabricação de outros artefatos de metal, não especificados ou não classificados.
FUNDITUBA INDUSTRIA
METALURGICA LTDA
FUPRESA S.A
AV FRANCISCO DE
PAULA LEITE
ROD SANTOS
DUMONT SP-79(ROD
ENG,ERMENIO D.PEN
R VITORIA REGIA
MARGINAL NORTE
DA ROD SP 75
1106007
Produção de fundidos de ferro e aço
1106000
Produção de fundidos de ferro e aço
2460000
2222990
Acabamentos de fios e tecidos
Fabricação de sabões e detergentes de uso doméstico (sabões granulados, em barras, em pó, etc) sabões desinfetantes e
medicinais, detergentes, saponáceos, etc)
ROD ENG ERMENIO
DE OLIVEIRA
PENTEADO
ROD SANTOS
DUMONT SP 75
R MOISES VALEZIN
2691000
Refinação e preparação de óleos e gorduras vegetais e produtos do beneficiamento do cacau destinados a alimentação
1120000
Metalurgia do pó – inclusive peças moldadas.
2001004
Produção de elementos químicos e de produtos químicos orgânicos, inorgânicos, organo-inorgânicos – exclusive produtos
derivados do processamento do petróleo, de rochas cleigenas, do carvão-de-pedra, e da madeira.
R JOSE CARLOS GEISS
2099000
Fabricação de produtos químicos diversos e outros não especificados ou não classificados
AV PRES VARGAS
1254000
Fabricação e montagem de máquinas e aparelhos para uso doméstico, equipados ou não com motor elétrico.
1320000
Fabricação de material elétrico – exclusive a fabricação de material elétrico para veículos.
TÊXTIL JUDITH S.A
ROD SANTOS
DUMONT
AV PRES VARGAS
2410000
Beneficiamento de fibras têxteis, fabricação de estopa, de materiais para estofos, e recuperação de resíduos têxteis
YANMAR DO BRASIL S/A
AV PRES VARGAS
1199005
Fabricação de outros artefatos de metal, não especificados ou não classificados.
INDAIATUBA TÊXTIL S.A
INDUSTRIAS GESSY LEVER LTDA
LINS INDUSTRIA E COMERCIO LTDA
METAL LEVE PRODUTOS
SINTERIZADOS LTDA
NORQUIMA PRODUTOS QUIMICOS
LTDA
POLIPETRO INDUSTRIAL
COMERCIAL DE PRODUTOS
SINGER DO BRASIL INDUSTRIA E
COMERCIO LTDA
TEE COMPONENTES ELETRICOS S A
Refinação e preparação de óleos e gorduras vegetais e produtos do beneficiamento do cacau destinados a alimentação
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
TABELA E.4 - Relação das indústrias inventariadas por ramo de atividade
Município: Itatiba
Empresa
COLOROBBIA BRASIL PRODUTOS
PARA CERAMICA LTDA
COLOROBBIA BRASILEIRA
PRODUTOS PARA CERAMICA LTDA
Endereço
Código do
IBGE
VIA DAS ESTANCIAS
2099000
ROD DAS ESTANCIAS
2070000
Atividade
Fabricação de esmalte cerâmicos
Fabricação de produtos químicos diversos e outros não especificados ou não classificados
Fabricação de tintas, esmalte, lacas, vernizes, impermeabilizantes, solventes, secantes e massas preparadas para pintura e
acabamento – inclusive pigmentos e corantes.
continua...
154
TABELA E.4 - Relação das indústrias inventariadas por ramo de atividade
conclusão.
Município: Itatiba
Empresa
Endereço
COVOLAN BENEFICIAMENTOS
TÊXTEIS LTDA
R CEL PEROBA
ELIZABETH S.A IND TÊXTIL - FAB II
AV MARECHAL
DEODORO
Código do
IBGE
Atividade
2462001
Tingimento de fios e tecidos
Serviços de acabamento de fios e tecidos
2460000
Acabamento de fios e tecidos
246
ELIZABETH S.A IND TÊXTIL I
R FLORENCIO PUPPO
2461501
Produção de tecidos alvejados, engomados, tintos, estampados, texturizados e outros acabamentos em tecidos
FIBRALIN TÊXTIL S.A
R CAROPITA A
SCAVONE
2462508
Serviços de alvejamento, engomagem, texturização, tingimento, estamparia e outros acabamentos de tecidos.
246
GRANJAS MARA LTDA
ESTRADA ITATIBAVALINHOS
262
2620000
Abate de animais em matadouros, frigoríficos e charqueadas, preparação de conservas de carne, e produção de banha de porco
e de outras gorduras comestíveis de origem animal.
INDUSTRIA QUIMICA ARCO LTDA
R CECILIA BASSO
RABECHI
2222990
Fabricação de sabões e detergentes de uso doméstico (sabões granulados, em barras, em pó etc, sabões desinfetantes e
medicinais, detergentes, saponáceos, etc)
IRMAOS ALVES E CIA LTDA
ROD DOM PEDRO I
2640000
Resfriamento e preparação do leite e fabricação de produtos de laticínios.
LINHASITA IND DE LINHAS P/
COSER LTDA
ROD DO CONTORNO
DE ITATIBA
2499000
Fabricação de linhas
Fabricação de artefatos têxteis, não especificados ou não classificados.
OSI SPECIALTIES DO BRASIL LTDA
ROD
ENG.CONSTANCIO
CINTRA (SP-360)
2001101
Fabricação de ácidos graxos e glicerina
Fabricação de elementos químicos (metalóides do grupo halogênio; metalóides do grupo oxigênio; carbono e metalóides do
grupo carbono e azoto; metais alcalinos e alcalino-terrosos; e outros elementos químicos); produtos químicos orgânicos
(hidrocarbonetos e seus derivados halogenados, sulfonados e nitratos; aldeídos, cetonas, quinonas e seus derivados
halogenados; esteres, peróxidos de álcoois, peróxidos de esteres, epoxidos, acetais e semi-acetais; produtos químicos
inorgânicos (ácidos, anidridos e compostos oxigenados dos metalóides –inclusive hidrazina e hidroxilamina; produtos
químicos organo-inorgânicos, (esteres dos sais orgânicos e inorgânicos; e outros produtos químicos – exclusive álcool
processado da cana-de-açúcar, de cereais e da madeira.
SOCIEDADE ANONIMA FABRIL
SCAVONE
AV INDEPENDENCIA
2410000
Fabricação de cobertores e colchas
Beneficiamento de fibras têxteis, fabricação de estopa, de materiais para estofos e recuperação de resíduos têxteis.
TÊXTIL DUOMO S.A
AV ELOY ARGEMIRO
CARNIATO
2420000
Indústria têxtil
Fiação, fiação e tecelagem e tecelagem
TIMAVO DO BRASIL S/A IND TÊXTIL
ROD ENG
CONSTANCIO CINTRA
2410000
Tingimento e outros acabamentos de tecidos
Beneficiamento de fibras têxteis, fabricação de estopa, de materiais para estofos e recuperação de resíduos têxteis.
ROD ITATIBABRAGANCA PAULISTA
1220000
Fabricação de radiadores para veículos automotores
VALEO TERMICO LTDA
Fabricação de máquinas, aparelhos, e equipamentos para instalações hidráulicas, aerotécnicas, térmicas, - inclusive
alimentados por energia solar – de ventilação e refrigeração, equipados ou não com motores elétricos.
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
155
TABELA E.5 - Relação das indústrias inventariadas por ramo de atividade
Município: Jaguariúna
Empresa
COMPANHIA ANTARCTICA
PAULISTA IBBC
PENA BRANCA SAO PAULO
AVICOLA LTDA
Endereço
Código do
IBGE
Atividade
AV ANTARCTICA
2731002
Fabricação de cervejas e chopes
ROD CAMPINAS-MOGI
MIRIM E ROD.SP 340
2621509
Abate de aves e outros pequenos animais e preparação de carne e subprodutos – inclusive abate para terceiros.
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
TABELA E.6 - Relação das indústrias inventariadas por ramo de atividade
Município: Monte Mor
Empresa
Endereço
Código do
IBGE
Atividade
ALBRI TINTAS E RESINAS LTDA
ROD CAMPINASMONTE MOR
2070000
Fabricação de tintas, esmalte, lacas, vernizes, impermeabilizantes, solventes, secantes e massas preparadas para pintura e
acabamento – inclusive pigmentos e corantes.
CLARIANT S.A ( EX:SANDOZ)
ROD CAMPINAS
MONTE MOR
AV MAGAL
2099004
Indústria química
Fabricação de produtos químicos diversos e outros não especificados ou não classificados
Fabricação de peças fundidas e injetadas de alumínio
Produção de forjados de metais não ferrosos e suas ligas – exclusive metais preciosos.
MAGAL S/A INDUSTRIA E
COMERCIO
1115000
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
TABELA E.7 - Relação das indústrias inventariadas por ramo de atividade
Município: Paulínia
Empresa
Endereço
Código do
IBGE
Atividade
AKZO NOBEL LTDA
ROD DR ROBERTO
MOREIRA
2060000
Fabricação de preparados para limpeza e polimento, desinfetantes, inseticidas, germicidas e fungicidas – exclusive sabões e
detergentes
APLIQUIM EQUIPAMENTOS E
PRODS QUIMICOS LTDA
BANN QUIMICA LTDA
ESTR MUNICIPAL PLN
137
ROD ROBERTO
MOREIRA
2099000
Fabricação de produtos químicos diversos
2000000
Produção de elementos químicos e de produtos químicos orgânicos, inorgânicos, organo-inorgânicos – exclusive produtos
derivados do processamento do petróleo, de rochas oleigenas, do carvão de pedra e da madeira.
CRBS - INDUSTRIA DE
REFRIGERANTES LTDA - FILIAL
AV PARIS
2741000
Fabricação de refrigerante
continua...
156
TABELA E.7 - Relação das indústrias inventariadas por ramo de atividade
Conclusão.
Município: Paulínia
Empresa
Endereço
Código do
IBGE
Atividade
Fabricação de carrapaticidas, formicidas, fungicidas, (inseticidas agrícolas e para residências, espirais mata-mosquito,
pesticidas agrícolas, raticidas e semelhantes)
CYANAMID QUIMICA DO BRASIL
LTDA
AV DR ROBERTO
SIMONSEN
2063999
DU PONT DO BRASIL S/A
RUA BORTOLO
FERRO
2022109
FRIPAL FRIGORIFICO AVICOLA
PAULINIA LTDA
R ARGEU PIVA
2621000
Abate de animais e preparação de conservas de carne – inclusive sub-produtos
GALVANI IND COM SERVICOS LTDA
AV PROF BENEDITO
MONTENEGRO
R ROBERTO
SIMONSEN
ANTIGO LEITO DA
ESTRADA DE FERRO
SOROCABANA
R HENEDINA R O
BRESLER
AV PROF BENEDICTO
MONTENEGRO
2080001
Fabricação de adubos e fertilizantes e corretivos do solo – exclusive a produção de ácido sulfúrico, nítrico, fosfórico, e uréia
2000000
2015000
Produção de elementos químicos e de produtos químicos orgânicos, inorgânicos, organo-inorgânicos – exclusive produtos
derivados do processamento do petróleo, de rochas oleigenas, do carvão de pedra e da madeira
Fabricação de asfaltos
1720000
Fabricação de papel, papelão, cartolina e cartão
1220000
Fabricação de máquinas, aparelhos, e equipamentos para instalações hidráulicas, aerotécnicas, térmicas – inclusive
alimentados por energia solar – de ventilação e refrigeração, equipados ou não com motores elétricos. (1220004)
LUBRIFICANTES FENIX LTDA
AV PARIS
2016990
Fabricação de óleos e graxas lubrificantes – inclusive aditivos.
PETROLEO BRASILEIRO S.A PETROBRAS - REPLAN
RHODIA S.A
RODOVIA SP 332
2011000
Fabricação de produtos do refino do petróleo
FAZENDA SAO
FRANCISCO
FAZENDA SAO
FRANCISCO
2000000
Produção de elementos químicos e de produtos químicos orgânicos, inorgânicos, organo-inorgânicos – exclusive produtos
derivados do processamento do petróleo, de rochas oleigenas, do carvão de pedra e da madeira
2000000
Produção de elementos químicos e de produtos químicos orgânicos, inorgânicos, organo-inorgânicos – exclusive produtos
derivados do processamento do petróleo, de rochas oleigenas, do carvão de pedra e da madeira
SHELL BRASIL S.A
AV DR ROBERTO
SIMONSEN
2063999
Fabricação de carrapaticidas, formicidas, fungicidas, (inseticidas agrícolas e para residências, espirais mata-mosquito,
pesticidas agrícolas, raticidas e semelhantes)
SOCIETAL S/A
AV ROBERTO
SIMONSEN
RODOVIA SP-332
5499001
Outros serviços pessoais não especificados ou não classificados
2099000
Fabricação de produtos químicos diversos e outros não especificados ou não classificados
HERCULES DO BRASIL PRODUTOS
QUIMICOS LTDA
IPIRANGA ASFALTOS S/A
J BRESLER S/A PAPEL PAPELAO E
EMBALAGEM
KARCHER IND E COM LTDA
RHODIACO INDUSTRIAS QUIMICAS
LTDA
ZENECA BRASILS.A.(EX:I C I BRASIL
S.A)
Fabricação de fios, cabos e filamentos contínuos artificiais e sintéticos para fins têxteis ou industriais (artificiais: viscose,
acetato ; sintéticos:poliéster, náilon, polipropileno, poliacrílico, etc)
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
157
TABELA E.8 - Relação das indústrias inventariadas por ramo de atividade
Município: Pedreira
Empresa
CERAMICA SANTANA S.A
NIQUELART INDUSTRIA E
COMERCIO DE ARTEFATOS DE
PRODUTOS ALIMENTICIOS
FLEISCHMANN & ROYAL LTDA
Endereço
Código do
IBGE
Atividade
EST DO CARACOL
CONT R FLAMINIO
CAMPOS
R ANA FRANCISCA
OLIVEIRA
1040000
Fabricação de material cerâmico - inclusive de barro cozido e de materiais refratários
3099008
Fabricação de artefatos de arames
Fabricação de artefatos diversos, não especificados ou não classificados
AV PAPA JOAO XXIII
2699000
Fabricação de produtos alimentares, não especificados ou não classificados
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
TABELA E.9 - Relação das indústrias inventariadas por ramo de atividade
Município: Santo Antônio de Posse
Empresa
Endereço
REBRASOIL RE-REFINADORA
BRASILEIRA DE OLEOS
USINA MALUF S/A ACUCAR E
ÁLCOOL
Código do
IBGE
ROD SP-340
2016001
FAZENDA ANHUMAS
2651009
Atividade
Re-refinação de óleos lubrificantes
Fabricação de óleos e graxas lubrificantes
Fabricação de açúcar de cana
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
TABELA E.10 - Relação das indústrias inventariadas por ramo de atividade
Município: Valinhos
Empresa
Endereço
Código do
IBGE
Atividade
ADELBRAS IND E COM DE ADESIVOS
LTDA
R DAS INDUSTRIAS
2091992
Fabricação de fitas adesivas
Fabricação de adesivos, gomas adesivas, colas e substâncias afins a base de caseína, de gelatina industrial, de amidos, de
borracha, de dextrinas, de glutens, de uréia-melamina e de outras resinas sintéticas; goma-arábica, de angico, do cajueiro, etc.
, cola de nervos, colas especiais e semelhantes)
ASFALTOS VITORIA LTDA
R CLARK
2015000
Fabricação de asfaltos
continua...
158
TABELA E.10 - Relação das indústrias inventariadas por ramo de atividade
conclusão.
Município: Valinhos
Empresa
Endereço
Código do
IBGE
Atividade
CARTONIFICIO VALINHOS S.A
R 12 DE OUTUBRO
1720000
Fabricação de papel reciclado e caixa de papelão ondulado
Fabricação de papel, papelão, cartolina e cartão.
CHR HANSEN IND E COM LTDA
ESTR ESTADUAL
VALINHOS-VINHEDO
AL ITAJUBA
2695006
Fabricação de coalhos e coagulantes
Fabricação de fermento, leveduras e coalhos.
Fabricação de bicicletas, motocicletas, triciclos, e motocicletas – inclusive peças e acessórios.
R CLARK
1433202
Fabricação de auto peças
Fabricação dos sistemas de marchas e de transmissão, completos.
FRIGORIFICO MARTINI LTDA
RUA JOAO BISSOTO
FILHO
2621000
Fabricação de produtos alimentares
Abate de animais e preparação de conservas de carne- inclusive sub produtos.
INDUSTRIAS GESSY LEVER LTDA
R CAMPOS SALLES
2222990
Fabricação de sabões e detergentes de uso doméstico (sabões granulados, em barras, em pó etc, sabões desinfetantes e
medicinais, detergentes, saponáceos, etc)
INDUSTRIAS GESSY LEVER LTDA
AV GESSY LEVER
2691507
Preparação de gorduras para alimentação (gordura de coco, margarina vegetal e gorduras compostas)
RIGESA CELULOSE PAPEL E
EMBALAGENS LTDA
R 13 DE MAIO
1720000
Indústria de papel e embalagens de papelão ondulado
Fabricação de papel, papelão, cartolina e cartão.
TEXPAL QUIMICA LTDA
LOTES 5,6 E 7 QUADRA D
2099000
Fabricação de produtos químicos
Fabricação de produtos químicos diversos e outros não especificados ou não classificados.
CIDASO INDUSTRIA E COMERCIO
LTDA
EATON TRUCK COMPONENTES
LTDA
1450000
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
TABELA E.11 - Relação das indústrias inventariadas por ramo de atividade
Município: Vinhedo
Empresa
Endereço
Código do
IBGE
Atividade
ADORO IND E COM LTDA
R ALFREDO ACHCAR
1433504
Indústria de material de transporte industrial de equipamentos para autos.
Fabricação de rodas e freios completos.
AVICOLA VINHEDENSE LTDA
R. JOANA FABRI
THOME
2621509
Abate de aves e outros pequenos animais e preparação de carne e subproduto – inclusive abate para terceiros.
BRAZNIV PRODUTOS TÊXTEIS LTDA
AV PRES CASTELO
BRANCO
2499002
Fabricação de artefatos têxteis não especificados ou não classificados
Fabricação de artefatos têxteis, não especificados ou não classificados.
continua...
159
TABELA E.11 - Relação das indústrias inventariadas por ramo de atividade
conclusão.
Município: Vinhedo
Empresa
Endereço
Código do
Atividade
IBGE
CARBORUNDUM DO BRASIL LTDA
R MONTEIRO DE
BARROS
1091999
Fabricação de materiais abrasivos (lixas de papel ou de pano, rebolos de esmeril, pedras para afiar, rodas de pano
impregnadas de abrasivos, esferas de vidro, pó preparado para esmeril e semelhantes) – exclusive granalha e pós metálicos.
CARBORUNDUM DO BRASIL LTDA
R ANTONIO MATHEUS
SOBRINHO
1091999
Produtos de minerais não metálicos e abrasivos
Fabricação de materiais abrasivos (lixas de papel ou de pano, rebolos de esmeril, pedras para afiar, rodas de pano
impregnadas de abrasivos, esferas de vidro, pó preparado para esmeril e semelhantes) – exclusive granalha e pós metálicos.
CARBORUNDUM DO BRASIL LTDA
AV INDEPENDENCIA
1091999
Fabricação de materiais abrasivos (lixas de papel ou de pano, rebolos de esmeril, pedras para afiar, rodas de pano
impregnadas de abrasivos, esferas de vidro, pó preparado para esmeril e semelhantes) – exclusive granalha e pós metálicos.
CERVEJARIA GERMANIA LTDA
VARIANTE
VINHEDO/VIRACOPOS
2731991
Envasamento e fabricação de cerveja e chope
FASSON PRODUTOS ADESIVOS LTDA
ROD
VINHEDO/VIRACOPOS
1740008
Fabricação de artefatos de papelão, cartolina e cartão, impressos ou não, simples ou plastificados, associada ou não a
produção de papelão, cartolina e cartão – exclusive peças e acessórios para máquinas e meios de transporte
FRIGORIFICO PLANALTO LTDA
ESTR.VINHEDO VIRACOPOS
2620000
Abate de gado
Abate de animais em matadouros, frigoríficos e charqueadas, preparação de conservas de carne, e produção de banha de
porco e de outras gorduras comestíveis de origem animal.
INDUSTRIAS GESSY LEVER LTDA
AV DAS INDUSTRIAS
2211998
Fabricação de produtos de perfumaria (águas de colônia, extratos, loções, produtos para maquilagem, leites, cremes e óleos
para a pele, pó de arroz, batons, depiladores, esmaltes para unhas, desodorantes, sabonetes, dentifrícios, cremes e sabões para
barbear, águas para barba, óleos, brilhantinas e outros fixadores, para cabelo, sais e extratos aromáticos para banho, talos e
polvilhos perfumados ou anti-sépticos, xampus, tinturas para cabelos etc.)
QUEST INTERNATIONAL DO BRASIL
IND E COM LTDA
RUA JOSE
CAPOVILLA
2051990
Indústria química
Fabricação de soluções concentradas de essências aromáticas naturais, ou naturais e artificiais, em graxas ou óleos fios, para
industrias alimentares, de perfumaria , do fumo etc.
SYLVANIA DO BRASIL ILUMINACAO
LTDA
AV DAS INDUSTRIAS
1070000
Fabricação de vidro
Fabricação e elaboração de vidro e cristal
THORNTON INPEC ELETRONICA
LTDA
R LUIZ BRISKI
1352997
Fabricação de aparelhos e utensílios elétricos para fins industriais
Fabricação de aparelhos e utensílios elétricos para fins industriais e comerciais, não especificados ou não classificados.
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
160
TABELA E.12 - Relação das indústrias inventariadas por ramo de atividade
Município: Americana
Empresa
Endereço
Código do
IBGE
Atividade
ALPARGATAS SANTISTA
TEXTIL S/A
AMEQUIM QUIMICA LTDA
AV PRESIDENTE MEDICI
2410000
Beneficiamento de fibras têxteis, fabricação de estopa, de materiais para estofos, e recuperação de resíduos têxteis.
AV.CARIOBA
2000008
Produção de elementos químicos e de produtos químicos orgânicos, inorgânicos, organo-inorgânicos – exclusive produtos derivados
do processamento do petróleo, de rochas cleigenas, do carvão-de-pedra e da madeira.
ANANGUERA
BENEFICIADORA DE
TECIDOS LTDA
BARLOCHER DO BRASIL S/A
AV CARIOBA
2460000
Acabamento de fios e tecidos.
AV SAO JERONIMO
2099993
BELLAN INDUSTRIA TEXTIL
LTDA
CERDEC PRODUTOS
CERAMICOS LTDA
R CARIOBA
2420000
Fabricação de produtos químicos diversos (cargas para extintores de incêndio, reveladores e fixadores preparados para fotografia,
solução para baterias, fluidos para freio, desincrustantes para caldeiras, óleos preparados para tempera e para corte de metais, pasta
eletródica e catódica, amaciantes para fibras têxteis, descarbonizantes para motores a explosão, desengraxantes, fosfatizantes,
desoxidantes, inibidores de corrosão, carvão ativo de ossos, etc), e outros produtos químicos não especificados ou não classificados.
Fiação, fiação e tecelagem e tecelagem
AV SAO GERONIMO
2070006
Fabricação de tintas, esmaltes, lacas, vernizes, impermeabilizantes, solventes, secantes e massas preparadas para pintura e
acabamento – inclusive pigmentos e corantes.
DEGUSSA S.A
AV SAO JERONIMO
2070000
Fabricação de tintas, esmaltes, lacas, vernizes, impermeabilizantes, solventes, secantes e massas preparadas para pintura e
acabamento – inclusive pigmentos e corantes.
DISTRAL TECIDOS LTDA
FIBRA S/A
R CUBA
AV SAO JERONIMO
2461501
2022001
Produção de tecidos alvejados, engomados, tintos, estampados, texturizados e outros acabamentos em tecidos.
Fabricação de fios e fibras artificiais e sintéticas – exclusive fibra de vidro.
FICAP S/A
AV AFFONSO PANSAN
1321005
GOODYEAR DO BRASIL
PRODUTOS DE BORRACHA
LTDA
INDUSTRIA TEXTIL POLES
LTDA
INDUSTRIAS NARDINI S/A
VIA ANHANGUERA
1821000
Fabricação de condutores elétricos para redes elétricas; aparelhos, máquinas e equipamentos elétricos, eletrônicos e de comunicação
(fios, cabos, etc) – inclusive os serviços de trefilação, capeamento e revestimento de condutores elétricos.
Fabricação de pneumáticos e câmaras de ar
R CARIOBA
2460000
Acabamento de fios e tecidos
AV MONSENHOR BRUNO
NARDINI
AV NOSSA SENHORA DE
FATIMA
RUA BANDEIRANTES
1231000
Fabricação e montagem de máquinas-ferramentas, máquinas operatrizes e aparelhos industriais de uso específico.
2441500
Fabricação de fitas de tecidos.
2410000
2410001 Beneficiamento de fibras têxteis, fabricação de estopa, de materiais para estofos e recuperação de resíduos têxteis.
RODOVIA LUIZ DE
QUEIROZ
1106000
1106007 Produção de fundidos de ferro e aço.
R D PEDRO II
1221990
AV DA AMIZADE
2410000
Fabricação de máquinas, aparelhos e equipamentos para instalações hidráulicas, aerotécnicas, térmicas, - inclusive alimentados por
energia solar – de ventilação e refrigeração, equipados ou não com motores elétricos, não especificados ou não classificados.
Beneficiamento de fibras têxteis, fabricação de estopa, de materiais para estofos, e recuperação de resíduos têxteis.
R EUGENIO BERTINI
2420000
2420007 Fiação, fiação e tecelagem e tecelagem.
INDUSTRIAS TÊXTEIS NAJAR
S/A
JOEL BERTIE E COMPANHIA
LTDA
K S B BOMBAS
HIDRAULICAS S.A - DIVISAO
FUNDICAO
METALURGICA NOVA
AMERICANA S/A
NELLITEX INDUSTRIA
TEXTIL LTDA
OCTAVIO CIAMARRO & CIA
LTDA
continua...
161
TABELA E.12 - Relação das indústrias inventariadas por ramo de atividade
conclusão.
Município: Americana
Empresa
PAULIBEL TINTURARIA E
ESTAMPARIA LTDA
PAVAN ZANETTI INDUSTRIA
METALURGICA LTDA
POLYENKA S/A
TASA TINTURARIA
AMERICANA S/A
TECELAGEM JACYRA LTDA
TECELAGEM JOLITEX LTDA
TEXTIL TABACOW S/A
TINTURARIA E ESTAMPARIA
PRIMOR LTDA
TOYOBO DO BRASIL
INDUSTRIA TEXTIL LTDA
UNIAO FABRIL DE
AMERICANA LTDA
UNITIKA DO BRASIL
INDUSTRIA TEXTIL LTDA
Endereço
Código do
IBGE
Atividade
R ROQUE FARAONE
2462508
Serviços de alvejamento, engomagem, texturização, tingimento, estamparia e outros acabamentos de tecidos
RUA TIMBIRAS
1231707
Fabricação de máquinas e aparelhos para industria de artigos de plásticos (máquinas de estrudar, soldas, prensar e semelhantes)
ROD ANHANGUERA
2022109
VARIANTE VIA
ANHANGUERAPIRACICABA
R BOROROS
R ANHANGUERA
AV AFFONSO PANSAN
AV DA SAUDADE
2460000
Fabricação de fios, cabos e filamentos contínuos artificiais e sintéticos para fins têxteis ou industriais (artificiais: viscose, acetato,
sintéticos: poliéster, náilon, polipropileno etc)
2460009 Acabamentos de fios e tecidos.
2420000
2461757
2499000
2460000
2420007 Fiação, fiação e tecelagem e tecelagem.
Produção de fios e tecidos acabados em geral.
2499002 - Fabricação de artefatos têxteis, não especificados ou não classificados
2460009 Acabamentos de fios e tecidos
PRACA TOYOBO
2420000
2420007 Fiação, fiação e tecelagem e tecelagem.
AV ANGELO PASCOTE
2411008
Beneficiamento de fibras têxteis vegetais.
VIA ANHANGUERA
2420000
2420007 Fiação, fiação e tecelagem e tecelagem.
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
TABELA E.13 - Relação das indústrias inventariadas por ramo de atividade
Município: Hortolândia
Empresa
BEMAF BELGO MINEIRA BEKAERT
ARAMES FINOS LTDA
CERAMICA SUMARE S/A
COBRASMA S/A
CONFIBRA INDUSTRIA E
COMERCIO LTDA
DOW CORNING DO BRASIL LTDA
GJCM-IND E COM DE
ELASTOMEROS LTDA
I B M BRASIL INDUSTRIA
MAQUINAS E SERVICOS LTDA
Endereço
Código do
IBGE
Atividade
ESTR DE LIG
HORTOLANDIA A
ROD SP 101
R WANDERLEY
COSTA CAMARGO
SITIO SAO JOAO
1108000
Produção de arames de aço.
1040000
Fabricação de material cerâmico – inclusive de barro cozido e de materiais refratários
1433000
R DA CONFIBRA
1060000
Fabricação de peças e acessórios para veículos automotores - exclusive confeccionados com vidro para instalações elétricas; papel
e papelão; fibra prensada ou isolante; borracha; material plástico e para taxímetros e velocímetros
Fabricação de estruturas de cimento e fibrocimento, e de peças e ornatos de gesso e amianto
ROD CAMPINAS MONTE MOR
R PEDRO COELHO
2099000
Fabricação de produtos químicos diversos e outros não especificados ou não classificados.
1840000
Fabricação de espuma de borracha e de artefatos de espuma de borracha – exclusive material plástico expandido em espuma.
ROD CAMPINASMONTE MOR(ROD
SP 101)
1370006
Fabricação e montagem de máquinas, aparelhos e equipamentos eletrônicos, e produção de fitas e discos magnéticos virgens exclusive para comunicações.
continua...
162
TABELA E.13 - Relação das indústrias inventariadas por ramo de atividade
conclusão.
Município: Hortolândia
Empresa
NATURE'S PLUS
FARMACEUTICA LTDA
Endereço
Código do
IBGE
ROD SP 101
CAMPINAS/MONTE
MOR SITIO S
ANTONIO
2111993
Atividade
Fabricação de produtos farmacêuticos e veterinários, não-dosados (aminoácidos, enzimas, fermentos, lácticos ou bacterianos ,
penicilina, , sacarina, hormônios naturais ou reproduzidos por síntese, vacinas não dosadas etc)
Fabricação de artefatos de metal estampados.
POLIMEC INDUSTRIA E COMERCIO
LTDA
TRAFO EQUIPAMENTOS
ELETRICOS S/A
Fabricação de geradores, transformadores, sub-estações, aparelhos de proteção de linha e de medida, conversores, disjuntores,
reguladores de voltagem etc.
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
TABELA E.14 - Relação das indústrias inventariadas por ramo de atividade
Município: Nova Odessa
Empresa
CANAL ARTEFATOS
METALICOS LTDA
FELTRIN BENEFICIADORA DE
TECIDOS S/A
INDARMA ARTEFATOS DE
MADEIRA LTDA
INDUSTRIA DE PENAS DE AVES
MIABEL LTDA
INDUSTRIA TEXTIL
ALPACATEX LTDA
INDUSTRIAL E COMERCIAL
DADI LTDA
ISDRALIT S/A INDUSTRIA E
COMERCIO
K S PISTOES LTDA
LAMBRA PROD QUIM
AUXILIARES LTDA
NOVA CROMIA IND TEXTIL
LTDA
OBER S/A INDUSTRIA E
COMERCIO
SOCIEDADE ANONIMA TEXTIL
NOVA ODESSA
SOCIEDADE ANONIMA TEXTIL
NOVA ODESSA
Endereço
Código do
IBGE
Atividade
R ALVINA MARIA ADANSON
1199000
Fabricação de outros artefatos de metal, não especificados ou não classificados
AV VALENTIN FELTRIN
2460009
Acabamento de fios e tecidos.
AV ANTONIO R AZENHA
1610000
Fabricação de móveis d emadeira, vime e junco
R PORTO ALEGRE
3099997
Fabricação de artefatos diversos, não especificados ou não classificados.
AV INDUSTRIAL
2460009
Acabamentos de fios e tecidos.
R RODOLPHO KIVITZ
2461501
Produção de tecidos alvejados, engomados, tintos, estampados, texturizados e outros acabamentos em tecidos.
VIA ANHANGUERA
1063995
Fabricação de artefatos de fibrocimento (chapas, telhas, canos, manilhas, tubos, conexões, reservatórios, caixas d’água etc)
ROD N ODESSA/VIA
ANHANGUERA
1433156
ESTR VASCONCELOS
2099000
Fabricação de peças e acessórios para o sistema motor (embreagens, carcaças do motor, cilindros, cabeçotes, pistões, bielas,
casquilhos, bombas de óleo , filtros de óleo, radiadores, radiadores de óleo, bombas de gasolina, carburadores, bombas
injetoras, filtros para gasolina e para ar etc)
Fabricação de produtos químicos diversos e outros não especificados ou não classificados.
R ANIBAL TANGANELLI
2461102
Fabricação de fios alvejados, engomados, texturizados, tintos, retorcidos e outros acabamentos de fios.
AV INDUSTRIAL
2410000
Beneficiamento de fibras têxteis, fabricação de estopa, de materiais para estofos, e recuperação de resíduos têxteis.
AV DR EDDY DE FREITAS
CRISSIUMA
AVENIDA CARLOS BOTELHO
2421100
Fiação de algodão
2410000
Beneficiamento de fibras têxteis, fabricação de estopa, de materiais para estofos, e recuperação de resíduos têxteis.
continua...
163
TABELA E.14 - Relação das indústrias inventariadas por ramo de atividade
Conclusão.
Município: Nova Odessa
Empresa
TECELAGEM DE FITAS
PROGRESSO S/A
TECELAGEM HUDTELFA LTDA
TINTURARIA E ESTAMPARIA
WIEZEL S.A
Endereço
ESTR NOVA
ODESSA/SUMARE
AV INDUSTRIAL
R BRASILIA
Código do
IBGE
Atividade
2400006
Têxtil.
2460000
2410000
2460009 – Acabamento de fios e tecidos
Beneficiamento de fibras têxteis, fabricação de estopa, de materiais para estofos, e recuperação de resíduos têxteis.
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
TABELA E.15 - Relação das indústrias inventariadas por ramo de atividade
Município: Santa Bárbara D’Oeste
Empresa
Endereço
A.L.I. SISTEMAS HIDRAULICOS E
CROMODURO & CIA LTDA
ACOTERM TRATAMENTO
TERMICO LTDA
BIGMARTE INDUSTRIA TEXTIL
LTDA
CERMATEX IND DE TECIDOS
LTDA
INDUSTRIA ROMI S.A FABRICA DE
MAQUINAS PESADAS
SANS S/A MAQUINAS E
IMPLEMENTOS
SUN ELECTRIC DO BRASIL COM
IND LTDA
TECELAGEM WIEZEL S/A
TEXTIL BIGNOTTO LTDA
TEXTIL CANATIBA LTDA
USINA ACUCAREIRA FURLAN S/A
Código do
IBGE
Atividade
R TUPIS
1199000
Fabricação de outros artefatos de metal, não especificados ou não classificados.
RUA XV DE NOVEMBRO
1181998
Têmpera, cementação e tratamento térmico de aço e recozimento de arames.
ESTR DO CACHOEIRO
2420007
Fiação, fiação e tecelagem e tecelagem.
AV INTERDISTRITAL
2460000
Acabamento de fios e tecidos.
ROD SP 304
1231000
Fabricação e montagem de máquinas –ferramentas, máquinas operatrizes e aparelhos industriais de uso específico.
R JUSCELINO
KUBITSCHEK DE
OLIVEIRA
AV JUSCELINO K DE
OLIVEIRA
AV JUSCELINO K DE
OLIVEIRA
AV JUSCELINO K DE
OLIVEIRA
AV INTERDISTRITAL
COM EMILIO ROMI
ROD LUIZ DE QUEIROZ
1242008
Fabricação de máquinas, aparelhos e equipamentos para beneficiamento ou preparação de produtos agrícolas.
1352008
Fabricação de aparelhos e utensílios elétricos para fins industriais e comerciais
2420000
Fiação, fiação e tecelagem e tecelagem
2420007
Fiação, fiação e tecelagem e tecelagem.
2460000
Acabamento de fios e tecidos
2651009
Fabricação de açúcar de cana.
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
164
TABELA E.16 - Relação das indústrias inventariadas por ramo de atividade
Município: Sumaré
Empresa
Endereço
Código do
IBGE
Atividade
3M DO BRASIL LTDA
ROD ANHANGUERA
2099004
Fabricação de produtos químicos diversos e outros não especificados ou não classificados.
B T R DO BRASIL S.A
VIA ANHANGUERA
1854003
Fabricação de artefatos de borrachas para uso industrial - exclusive correias, canos e tubos
BUCKMAN
LABORATORIOS LTDA
COLAFLEX QUIMICA
IND E COM LTDA
FLASKO INDUSTRIAL DE
EMBALAGENS LTDA
IDEAL STANDARD WABCO
IND E COM LTDA
ROD ANHANGUERA
2060000
Acabamento de fios e tecidos
R GUIDO SEGALHO
2099000
Fabricação de produtos químicos diversos e outros não especificados.
R VINTE E SEIS
2300001
Produtos de matérias plásticas
ROD ANHANGUERA
1433000
Fabricação de peças e acessórios para veículos automotores - exclusive confeccionados com vidro, para instalações elétricas; papel e papelão;
fibra prensada ou isolante; borracha; material plástico e para taxímetros e velocímetros.
MEDLEY S.A. INDUSTRIA
FARMACEUTICA
MENKE & CIA LTDA
R SAO POLICARPO
2110008
Fabricação de produtos farmacêuticos e veterinários
VIA ANHANGUERA
1181009
Têmpera, cementação e tratamento térmico de aço e recozimento de arames.
PIRELLI PNEUS S/A
LIGACAO
ANHANGUERAPAULINIA
VIA ANHANGUERA
1821000
Fabricação de pneumáticos e câmaras de ar.
1077996
Fabricação de artefatos diversos de vidro ou de cristal, não especificados ou não classificados.
R SEIS
1251201
Fabricação de máquinas, aparelhos e equipamentos para transporte e elevação de carga, para fins industriais (elevadores, empilhadeiras,
carregadores mecânicos, guindastes, talhas, guinchos, macacos, gruas e cabreas, pontes rolantes, pórticos, vagonetas basculantes e
semelhantes)
SCHNEIDER ELETRIC
BRASIL S/A
AV SAUDADE
1311000
Fabricação de geradores, transformadores, sub-estações, aparelhos de proteção de linha e de medida, conversores, disjuntores, reguladores de
voltagem etc.
SUMARE INDUSTRIA
QUIMICA S.A
TEKA TECELAGEM
KUEHNRICH S.A.
ROD ANHANGUERA
2070000
PARADA TEXCOLOR
RUA CESAR
MORANZA
VIA ANHANGUERA
2410000
Fabricação de tintas, esmaltes, lacas, vernizes, impermeabilizantes, solventes, secantes e massas preparadas para pintura e acabamento –
inclusive pigmentos e corantes.
Beneficiamento de fibras têxteis, fabricação de estopa, de materiais para estofos, e recuperação de resíduos têxteis.
1270000
Fabricação e montagem de tratores e de máquinas e aparelhos de terraplenagem - inclusive acessórios.
R JUSTINO FRANCA
2461501
Produção de tecidos alvejados, engomados, tintos, estampados, texturizados e outros acabamentos em tecidos.
AV MINASA
2220000
Fabricação de sabões e detergentes.
AV ELETROMETAL
1107003
Produção de forjados de aço.
POTTERS INDUSTRIAL
LTDA
PROMAC CORRENTES E
EQUIPAMENTOS LTDA
TEMA TERRA
EQUIPAMENTOS LTDA
TEXTIL GIFRAN LTDA
TROPICAL INDUSTRIA DE
DETERGENTES E
DERIVADOS LTDA
VILLARES METAIS S/
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
165
TABELA E.17 - Relação das indústrias inventariadas por ramo de atividade
Município: Arthur Nogueira
Empresa
TEKA TECELAGEM KUEHNRICH S/A
Endereço
RODOVIA SP 332
Código do
IBGE
Atividade
2495996
Fabricação de artefatos de tecidos para uso doméstico (cobertores, colchas, toalhas de banho, rosto e mãos, roupas de cama e mesa,
copa e cozinha etc)
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
TABELA E.18 - Relação das indústrias inventariadas por ramo de atividade
Município:Cosmópolis
Empresa
Endereço
Código do
IBGE
ROD GAL MILTON
TAVARES DE
SOUZA - SP 332
R LUIZ NALLIN
2063999
Fabricação de carrapaticidas, formicidas, fungicidas (inseticidas agrícolas e para residências, espirais mata-mosquitos, pesticidas
agrícolas, raticidas e semelhantes)
2000008
Produção de elementos químicos e de produtos químicos orgânicos, inorgânicos, organo-inorgânicos – exclusive produtos derivados
do processamento do petróleo, de rochas cleigenas, do carvão-de-pedra e da madeira.
ROD GAL MILTON
TAVARES DE
SOUZA (SP 332)
SANOFI DO BRASIL IND E COM LTDA ROD SP 332
2110008
Fabricação de produtos farmacêuticos e veterinários
2110000
Fabricação de produtos farmacêuticos e veterinários
2741000
Fabricação de refrigerantes
2651009
Fabricação de açúcar de cana
DOWELANCO INDUSTRIAL LTDA
ECADIL INDUSTRIA QUIMICA S.A
ELI LILLY DO BRASIL LTDA
SPAL - INDUSTRIA BRASILEIRA DE
BEBIDAS S.A
USINA ACUCAREIRA ESTER S/A
ROD PAULINIACOSMOPOLIS (SP
332)
ROD SP-332
Atividade
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
TABELA E.19 - Relação das indústrias inventariadas por ramo de atividade
Município:Engenheiro Coelho
Empresa
FREIOS VARGA S/A
Endereço
ROD GAL MILTON
TAVARES DE
SOUZA SP 332
Código do
IBGE
1433008
Atividade
Fabricação de peças e acessórios para veículos automotores - exclusive confeccionados com vidro para instalações elétricas; papel
e papelão; fibra prensada ou isolante; borracha; material plástico e para taxímetros e velocímetros.
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
166
ANEXO F - Descrição completa do resíduo sólido industrial
inventariado na RMC
Apresenta-se, na TAB. F.1, a descrição completa do resíduo sólido industrial inventariado
na RMC.
TABELA F.1 – Descrição completa do resíduo sólido industrial inventariado na RMC
RESÍDUOS NÃO PERIGOSOS - CLASSE II OU CLASSE III
A001 Resíduos de restaurante (restos de alimentos)
A002 Resíduos gerados fora do processo industrial ( material de escritório, embalagens de escritório, material de
consumo, etc.)
A003 Resíduos de varrição de fábrica
A004 Sucata de metais ferrosos
A005 Sucata de metais não ferrosos (latão, cobre, alumínio, etc.)
A006 Resíduos de papel e papelão
A007 Resíduos de plásticos polimerizados de processo
A008 Resíduos de borracha
A009 Resíduos de madeira
A010 Resíduos de materiais têxteis
A011 Resíduos de minerais não metálicos
A012 Escória de fundição de alumínio
A013 Escória de produção de ferro e aço
A016 Areia de fundição
A017 Resíduos de refratários e materiais cerâmicos
A018 Resíduos sólidos composto de metais não tóxicos
A019 Resíduos sólidos de estações de tratamento de efluentes contendo material biológico não tóxico
A021 Resíduos sólidos de estações de tratamento de efluentes contendo substâncias não tóxicas
A022 Resíduos pastosos de estações de tratamento de efluentes contendo substâncias não tóxicas
A099 Outros resíduos não perigosos (especificar)
A116 Resíduos contendo dieldrin em concentração maior ou igual a 3,0 E-05 mg/l no extrato obtido no teste de
solubilização
A416 Não especificado
RESÍDUOS PERIGOSOS - CLASSE I
D001 Resíduos perigosos por apresentarem inflamabilidade
D002 Resíduos perigosos por apresentarem corrosividade
D004 Resíduos perigosos por apresentarem patogenicidade
D099 Outros resíduos perigosos
Continua...
167
TABELA F.1 – Descrição completa do resíduo sólido industrial inventariado na RMC
Continuação.
RESÍDUOS PERIGOSOS - CLASSE I
Resíduos Perigosos de fontes não-específicas
F001 Os seguintes solventes halogenados gastos, utilizados em desengraxe: tetracloroetileno; tricloroetileno;
cloreto de metileno; 1,1,1-tricloroetano; tetracloreto de carbono e fluorocarbonetos clorados, além de lamas
provenientes da recuperação destes solventes.
F002 Os seguintes solventes halogenados gastos: tetracloroetileno; 1,1,1-tricloroetano; cloreto de
ortodiclorobenzeno; triclorofluormetano e resíduo de fundo da recuperação destes solventes.
F003 Os seguintes solventes não halogenados gastos: xileno, acetona, acetato de etila, etilbenzeno, metileno;
tricloroetileno; 1,1,1-tricloroetano, clorobenzeno; 1,1,2-tricloro; 1,2,2-trifluoretano; éter etílico, metilisobutilcetona,
n-butilálcool, ciclohexanona e metanol além de resíduo de fundo de coluna da recuperação destes solventes
F004 Os seguintes solventes não halogenados gastos: cresóis e ácido cresílico; nitrobenzeno e resíduo de fundo de
coluna da recuperação destes solventes
F005 Os seguintes solventes não halogenados gastos: tolueno, metiletilcetona, dissulfeto de carbono, isobutanol,
piridina, benzeno, 2-etoxietanol e 2-noitropropano e resíduo de fundo de coluna proveniente da recuperação destes
solventes.
F006 Lodos de tratamento de águas residuárias provenientes de operações de eletrodeposição, exceto os originários
dos seguintes processos: (1) anodização do alumínio com ácido sulfúrico;(2) estanhagem do aço carbono; (3)
zincagem (bases agregadas) do aço carbono; (4) revestimento de alumínio ou zinco-alumínio no aço carbono; (5)
operações de limpeza/extração associadas com revestimentos de estanho, zinco e alumínio do aço carbono e (6)
fresagem e estampagem química de alumínio.
F008 Lodos de fundo de tanque de banhos de tratamento superficial provenientes de operações de eletrodeposição
onde os cianetos são utilizados no processo (exceto lodos de banho de tratamento superficial com metais preciosos
por eletrodeposição).
F010 Lodos de banho de têmpera provenientes de banhos de óleo das operações de tratamento térmico de metais
dos processos, onde são utilizados cianetos (exceto lodos de banho de têmpera no tratamento térmico de metais
preciosos).
F011 Soluções de cianeto exauridas provenientes da limpeza do cadinho de banho salino das operações de
tratamento térmico de metais (exceto soluções exauridas do tratamento térmico de metais preciosos provenientes da
limpeza de cadinhos de banhos salinos).
F012 Lodos de tratamento de águas residuárias provenientes de banhos de Têmpera das operações de tratamento
térmico de metais dos processos onde os cianetos são utilizados (exceto lodos de tratamento de águas residuárias
provenientes de banhos de Têmpera no tratamento térmico de metais preciosos).
F017 Resíduos e lodos de tinta da pintura industrial.
F018 Lodos de sistema de tratamento de águas residuárias da pintura industrial.
F019 Lodos de tratamento de águas residuárias do revestimento do alumínio por conversão química
F030 óleo usado incluindo os de uso lubrificante (motores, engrenagens e turbinas), com fluido hidráulico
(incluindo aquele usado em transmissão), no trabalho com metais (incluindo para corte, polimento, usinagem,
estampagem, resfriamento e cobertura) e óleo usado em isolação ou na refrigeração em que seja contaminado.
F100 Fluidos dielétricos a base de bifenilas policloradas. PCB's. Embalagens contaminadas com PCBs inclusive
transformadores e capacitores. Resíduos de derramamento e solos contaminados com PCBs.
Resíduos Perigosos de fontes específicas
K003 Lodo de tratamento de águas residuárias de produção de pigmento laranja de molibdato.
K022 Resíduo de fundo de destilação com alcatrões de produção de fenol/acetona a partir de cumeno.
K051 Lodos dos separadores de óleo de industrias de refino de petróleo.
K061 Lodo ou poeira do sistema de controle de emissão de gases da produção de aço primário em fornos elétricos.
K062 Banho de decapagem exaurido das operações de acabamento de aço.
K078 Resíduo de limpeza com solvente na fabricação de tintas.
Continua...
168
TABELA F.1 – Descrição completa do resíduo sólido industrial inventariado na RMC
Conclusão.
RESÍDUOS PERIGOSOS - CLASSE I
Resíduos Perigosos de fontes específicas
K083 Fundo de destilação da produção de anilina.
K086 Lodos e lavagens com solvente, lodos e lavagens alcalinas, ou lodos e lavagens aquosas da limpeza de
tubulações e equipamentos usados na formulação de tintas a partir de pigmentos, secantes, sabões e/o estabilizantes
contendo cromo ou chumbo.
K207 Borra ácida originada do re-refino de óleos usados.
K208 Borra neutra do re-refino de óleos usados.
Fonte: CETESB (1999); ABNT (1987)
169
ANEXO G - Distribuição da geração de resíduo sólido Industrial,
por município, na RMC
Apresenta-se, nas FIGs G1 a G19, a distribuição da geração de resíduo sólido Industrial, por
município, na RMC.
Americana
A008
A0062%
A004 3%
4%
A016
2%
A007
1%
A019 Lodo com material biológico não tóxico
A010 Resíduos de materiais têxteis
A116 Resíduos contendo dieldrin
A004 Sucata de metais ferrosos
A006 Res. de papel e papelão
A008 Res. de borracha
A016 Areia de fundição
A007 Res. de plásticos polimerizados
Outros
Outros
5%
A116
10%
A010
21%
A019
52%
FIGURA G.1 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Americana.
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
Arthur Nogueira
A010
19%
A006
9%
A003
2%
A004
1%
A019 Lodo com material biológico não
tóxico
A010 Resíduos de materiais têxteis
Outros
1%
A006 Res. de papel e papelão
A004 Sucata de metais ferrosos
A003 Resíduos contendo dieldrin
Outros
A019
68%
FIGURA G.2 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Artur Nogueira
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
170
A002 Resíduos gerados fora do processo
industrial
A003 Resíduos contendo dieldrin
Campinas
A004 Sucata de metais ferrosos
Outros
9%
A099
17%
A002
6%
A006 Res. de papel e papelão
A003
6%
A007 Res. de plásticos polimerizados
A008 Res. de borracha
A010 Resíduos de materiais têxteis
A009
5%
A009 Resíduos de madeira
A004
46%
A010
2%
A008
2%
A007
4%
A099 Outros resíduos não perigosos (classe
2 e 3)
Outros
A006
3%
FIGURA G.3 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Campinas
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
Cosmópolis
A011 Resíduos de minerais não metálicos
F005
2%
Outros
4%
A099 Outros resíduos não perigosos (classe
2 e 3)
D099 Outros Resíduos Perigosos
A011
8%
F005 Solventes não halogenados tipo 3
Outros
A099
35%
D099
51%
FIGURA G.4 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Cosmópolis
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
171
Engenheiro Coelho
A013 Escória de fundição de ferro e aço
A099
27%
A016 Areia de fundição
A013
23%
A018 Resíduos sólidos compostos de metais não
tóxicos
A416 Resíduo não especificado
F030
1%
F030 Óleo usado
A099 Outros resíduos não perigosos (classe 2 e 3)
A416
17%
A016
25%
A018
7%
FIGURA G.5 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de
Engenheiro Coelho
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
Holambra
A002 Resíduos gerados fora do processo
industrial
A007 Res. de plásticos polimerizados
A002
9%
A099 Outros resíduos não perigosos (classe 2
e 3)
A007
25%
A099
66%
FIGURA G.6 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Holambra
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
172
A001 Lixo de restaurante
Hortolândia
A002 Resíduos gerados fora do processo
industrial
A004 Sucata de metais ferrosos
Outros
5%
A099
9%
A001
2%
A006 Res. de papel e papelão
A002
2%
A004
18%
A007 Res. de plásticos polimerizados
A017 Resíduos de refratários e material
cerâmico
A019 Lodo com material biológico não tóxico
A021
23%
A021 Lodo contendo substâncias não tóxicas
A019
5%
A017
24%
A006
10%
A007
2%
A099 Outros resíduos não perigosos (classe 2 e
3)
Outros
FIGURA G.7 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Hortolândia
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
Indaiatuba
A002 Resíduos gerados fora do processo industrial
A003 Resíduos de varrição de fábrica
A116
1%
A099
7%
D099
6%
Outros
8%
A004 Sucata de metais ferrosos
A002
3%
A003
3%
A006 Res. de papel e papelão
A017 Resíduos de refratários e material cerâmico
A021 Lodo contendo substâncias não tóxicas
A099 Outros resíduos não perigosos (classe 2 e 3)
A021
2%
A116 Resíduos contendo dieldrin
D099 Outros Resíduos Perigosos
A017
6%
A004
52%
A006
12%
Outros
FIGURA G.8 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Indaiatuba
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
173
Itatiba
A002 Resíduos gerados fora do processo industrial
A004 Sucata de metais ferrosos
Outros
7%
D002
15%
A002
4%
A005 Sucata de metais não ferrosos
A004 A005
2%
6% A006
4%
A006 Res. de papel e papelão
A010
8%
A010 Resíduos de materiais têxteis
A017 Resíduos de refratários e material cerâmico
A017
2%
A019 Lodo com material biológico não tóxico
A019
15%
A099
37%
A099 Outros resíduos não perigosos (classe 2 e 3)
D002 Res. Perigoso corrosivo
Outros
FIGURA G.9 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Itatiba
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
Jaguariúna
A019
9%
A099 Outros resíduos não perigosos (classe 2
e 3)
Outros
3%
A022 Res. Pastosos contendo substâncias não
tóxicas
A019 Lodo com material biológico não tóxico
A022
27%
Outros
A099
61%
FIGURA G.10 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Jaguariúna
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
174
Monte Mor
A006
28%
A001 Lixo de restaurante
A006 Res. de papel e papelão
A001
72%
FIGURA G.11 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Monte Mor
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
A001 Lixo de restaurante
Nova Odessa
A004 Sucata de metais ferrosos
A005 Sucata de metais não ferrosos
D099
12%
D001
2%
F006
2%
Outros
5%
A001
2%
A006 Res. de papel e papelão
A004
5%
A009 Resíduos de madeira
A099
3%
A010 Resíduos de materiais têxteis
A017
4%
A017 Resíduos de refratários e material
cerâmico
A099 Outros resíduos não perigosos
(classe 2 e 3)
D001 Res. Perigoso inflamável
A010
3%
A009
11%
A005
44%
A006
7%
D099 Outros Resíduos Perigosos
F006 Lodo de trat. de efluentes
resultantes da eletrodeposição
Outros
FIGURA G.12 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Nova Odessa
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
175
A004 Sucata de metais ferrosos
Paulínia
A019 Lodo com material biológico não
tóxico
A021 Lodo contendo substâncias não tóxicas
K051
6%
K022
8%
Outros
4%
A004
3%
A019
4%
A021
12%
D099
14%
A099 Outros resíduos não perigosos (classe 2
e 3)
D001 Res. Perigoso inflamável
D002 Res. Perigoso corrosivo
D099 Outros Resíduos Perigosos
K022 Res. de fundo de destilação com
alcatrões
D002
3%
A099
33%
D001
13%
K051 Lodos de separadores de óleo de refino
de petróleo
Outros
FIGURA G.13 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Paulínia
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
Pedreira
Outros
1%
A021Lodo contendo substâncias não tóxicas
Outros
A021
99%
FIGURA G.14 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Pedreira
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
176
Santa Bárbara D'Oeste
Outros
3%
A013
7%
A013 Escória de fundição de ferro e aço
A016 Areia de fundição
A099 Outros resíduos não perigosos (classe 2 e
3)
A416 Resíduo não especificado
A416
36%
Outros
A016
49%
A099
5%
FIGURA G.15 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Sta Bárbara
D’Oeste
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
Santo Antonio da Posse
K207
19%
K207 Borra ácida do re-refino de óleos
usados
K208 Borra neutra do re-refino de óleos
usados
K208
81%
FIGURA G.16 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Sto Antônio de
Posse
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
177
A001 Lixo de restaurante
Sumaré
A116
11%
Outros
11%
A001
2%
A002 Resíduos gerados fora do processo
industrial
A004 Sucata de metais ferrosos
A004
21%
A002
3%
A005 Sucata de metal não ferroso
A006 Resíduo de papel e papelão
A013 Escória de fundição de ferro e aço
A017 Resíduos de refratários e material
cerâmico
A116 Resíduos contendo dieldrin
Outros
A017
8%
A006
2%
A013
39%
A005
3%
FIGURA G.17 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Sumaré
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
Valinhos
A099
37%
Outros
5%
A004 Sucata de metais ferrosos
A019 Lodo com material biológico não
tóxico
A004
19%
A019
4%
A021 Lodo contendo substâncias não
tóxicas
A099 Outros resíduos não perigosos
(classe 2 e 3)
Outros
A021
35%
FIGURA G.18 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Valinhos
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
178
A001 Lixo de restaurante
Vinhedo
A002 Resíduos gerados fora do processo
industrial
Outros
6%
A001
3%
A002
11%
A003 Resíduos de varrição de fábrica
A003
8%
A099
33%
A004 Sucata de metais ferrosos
A004
3%
A006 Res. de papel e papelão
A011 Resíduos de minerais não metálicos
A019 Lodo com material biológico não
tóxico
A021 Lodo contendo substâncias não
tóxicas
A021
2%
A019
7%
A006
24%
A011
3%
A099 Outros resíduos não perigosos
(classe 2 e 3)
Outros
FIGURA G.19 - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial no município de Vinhedo
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
179
ANEXO G - Distribuição da geração de resíduo sólido industrial,
por tipo, nos municípios da RMC.
Apresenta-se, nas TABs. G.1 a G.19 e FIGs G.1 a G. 19 a distribuição da geração de
resíduo sólido industrial, por tipo, nos municípios da RMC.
TABELA G.1 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Americana
Tipo
Descrição do resíduo*
A001 Lixo de restaurante
A002 Resíduos gerados fora do processo industrial
A003 Res. de varrição de fábrica
A004 Sucata de metais ferrosos
A005 Sucata de metais não ferrosos
A006 Res. de papel e papelão
A007 Res. de plásticos polimerizados
A008 Res. de borracha
A009 Res. de madeira
A010 materiais têxteis
A011 Resíduos de minerais não metálicos
A013 Escória de fundição de ferro e aço
A016 Areia de fundição
A017 Resíduos de refratários e material cerâmico
A019 Lodo com material biológico não tóxico
A021 Lodo contendo substâncias não tóxicas
A099 Outros resíduos não perigosos (classe 2 e 3)
A116 Resíduos contendo dieldrin
D001 Resíduos contendo dieldrin
D004 Res. Perigoso Patogênico
D099 Outros Resíduos Perigosos
F006
Lodo de trat. de efluentes resultantes da eletrodeposição
F011
Soluções de cianeto exauridas
F017
Resíduos e lodo de tinta da pintura industrial
F018
Lodo de trat. de efluentes da pintura industrial
F030
Óleo usado
TOTAL
Resíduo perigoso
Resíduo não perigoso
Fonte: Baseado em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* Descrição completa de cada resíduo, verificar anexo F
180
Quantidade (t/ano)
200,6
432,0
196,8
2874,1
101,0
2360,7
761,0
1298,2
539,7
14787,6
0,3
290,0
1200,0
266,9
36024,0
1,5
679,1
7018,0
35,1
0,8
433,9
7,0
2,0
6,5
0,5
119,1
69636,4
604,9
69031,8
%
0,29%
0,62%
0,28%
4,13%
0,15%
3,39%
1,09%
1,86%
0,78%
21,24%
0,00%
0,42%
1,72%
0,38%
51,73%
0,00%
0,98%
10,08%
0,05%
0,00%
0,62%
0,01%
0,00%
0,01%
0,00%
0,17%
100,00%
0,87%
99,13%
TABELA G.2 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Arthur Nogueira
Tipo
A003
A004
A005
A006
A007
A010
A019
F030
TOTAL
Descrição do resíduo*
Res. de varrição de fábrica
Sucata de metais ferrosos
Sucata de metais não ferrosos
Res. de papel e papelão
Res. de plásticos polimerizados
Resíduos de materiais têxteis
Lodo com material biológico não tóxico
Óleo usado
Quantidade (t/ano)
72,0
38,0
3,0
292,0
30,3
624,0
2300,0
3,8
3363,1
3,8
3359,3
Resíduo perigoso
Resíduo não perigoso
%
2,14%
1,13%
0,09%
8,68%
0,90%
18,55%
68,39%
0,11%
100,00%
0,11%
99,89%
Fonte: Baseado em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* Descrição completa de cada resíduo, verificar anexo F
TABELA G.3 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Campinas
Tipo
A001
A002
A003
A004
A005
A006
A007
A008
A009
A010
A011
A013
A017
A018
A019
A021
A099
D001
D004
D099
F001
F002
F003
F006
F008
F011
F012
F017
Descrição do resíduo*
Lixo de restaurante
Resíduos gerados fora do processo industrial
Res. de varrição de fábrica
Sucata de metais ferrosos
Sucata de metais não ferrosos
Res. de papel e papelão
Res. de plásticos polimerizados
Res. de borracha
Res. de madeira
Resíduos de materiais têxteis
Resíduos de minerais não metálicos
Escória de fundição de ferro e aço
Resíduos de refratários e material cerâmico
Res. Sólidos compostos de metais não tóxicos
Lodo com material biológico não tóxico
Lodo contendo substâncias não tóxicas
Outros resíduos não perigosos (classe 2 e 3)
Res. Perigoso inflamável
Res. Perigoso Patogênico
Outros Resíduos Perigosos
Solventes halogenados gastos tipo 1
Solventes halogenados gastos tipo 2
Solventes não halogenados tipo 1
Lodo de trat. de efluentes resultantes da eletrodeposição
Lodos de fundo tanque de banhos de tratamento
superficial
Soluções de cianeto exauridas
Lodo de tratamento de efluente de banhos de têmpera
Resíduos e lodo de tinta da pintura industrial
181
Quantidade (t/ano)
777,9
3258,7
3480,5
26424,7
896,7
1614,7
2068,2
1360,0
2641,5
1241,2
35,7
925,0
5,0
22,3
20,0
705,0
9483,1
89,7
1,3
525,3
23,2
26,3
29,1
467,7
%
1,37%
5,73%
6,12%
46,48%
1,58%
2,84%
3,64%
2,39%
4,65%
2,18%
0,06%
1,63%
0,01%
0,04%
0,04%
1,24%
16,68%
0,16%
0,00%
0,92%
0,04%
0,05%
0,05%
0,82%
3,6
0,01%
86,9
6,0
161,0
0,15%
0,01%
0,28%
continua...
TABELA G.3 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Campinas
Tipo
Descrição do resíduo*
F019 Lodo de trat. de efluentes do revestimento do alumínio
F030 Óleo usado
TOTAL
Resíduo perigoso
Resíduo não perigoso
Quantidade (t/ano)
2,5
465,1
56847,9
1887,7
54960,2
conclusão.
%
0,00%
0,82%
100,00%
3,32%
96,68%
Fonte: Baseado em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* Descrição completa de cada resíduo, verificar anexo F
TABELA G. 4 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Cosmópolis
Tipo
A001
A002
A004
A005
A006
A007
A011
A021
A099
D004
D099
F005
F030
TOTAL
Descrição do resíduo*
Lixo de restaurante
Resíduos gerados fora do processo industrial
Sucata de metais ferrosos
Sucata de metais não ferrosos
Res. de papel e papelão
Res. de plásticos polimerizados
Resíduos de minerais não metálicos
Lodo contendo substâncias não tóxicas
Outros resíduos não perigosos (classe 2 e 3)
Res. Perigoso Patogênico
Outros Resíduos Perigosos
Solventes não halogenados tipo 3
Óleo usado
Quantidade (t/ano)
3,6
18,1
219,0
66,5
108,3
69,0
1200,0
125,0
5025,0
0,6
7286,0
324,6
8,4
14454,1
7.619,6
6.834,5
Resíduo perigoso
Resíduo não perigoso
%
0,02%
0,13%
1,52%
0,46%
0,75%
0,48%
8,30%
0,86%
34,77%
0,00%
50,41%
2,25%
0,06%
100,00%
52,72%
47,28%
Fonte: Baseado em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* Descrição completa de cada resíduo, verificar anexo F
TABELA G. 5 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Engenheiro Coelho
Tipo
A099
A016
A013
A416
A018
F030
TOTAL
Descrição do resíduo*
Outros resíduos não perigosos (classe 2 e 3)
Areia de fundição
Escória de fundição de ferro e aço
Resíduo não especificado?
Res. Sólidos compostos de metais não tóxicos
Óleo usado
Resíduo perigoso
Resíduo não perigoso
Fonte: Baseado em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* Descrição completa de cada resíduo, verificar anexo F
182
Quantidade (t/ano)
1.300,0
1.200,0
1.134,0
850,0
348,0
26,8
4858,8
26,8
4.832,0
%
26,76%
24,70%
23,34%
17,49%
7,16%
0,55%
100%
0,55%
99,45%
TABELA G. 6 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Holambra
Tipo
A099
A007
A002
Descrição do resíduo*
Outros resíduos não perigosos (classe 2 e 3)
Res. de plásticos polimerizados
Resíduos gerados fora do processo industrial
TOTAL
Resíduo perigoso
Resíduo não perigoso
Quantidade (t/ano)
19,0
7,0
2,5
%
66,67%
24,56%
8,77%
28,5
0,0
28,5
100%
0,00%
100,00%
Fonte: Baseado em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* Descrição completa de cada resíduo, verificar anexo F
TABELA G. 7 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Hortolândia
Tipo
A001
A002
A003
A004
A005
A006
A007
A008
A009
A010
A011
A013
A017
A019
A021
A099
D001
D099
F017
F030
K062
F100
F002
TOTAL
Descrição do resíduo*
Lixo de restaurante
Resíduos gerados fora do processo industrial
Res. de varrição de fábrica
Sucata de metais ferrosos
Sucata de metais não ferrosos
Res. de papel e papelão
Res. de plásticos polimerizados
Res. de borracha
Res. de madeira
Resíduos de materiais têxteis
Resíduos de minerais não metálicos
Escória de fundição de ferro e aço
Resíduos de refratários e material cerâmico
Lodo com material biológico não tóxico
Lodo contendo substâncias não tóxicas
Outros resíduos não perigosos (classe 2 e 3)
Res. Perigoso inflamável
Outros Resíduos Perigosos
Resíduos e lodo de tinta da pintura industrial
Óleo usado
Banho de decapagem exaurido
Fluídos dielétricos
Solventes halogenados gastos tipo 2
Quantidade (t/ano)
52,8
59,0
26,1
550,7
49,0
315,7
62,9
4,8
8,2
1,7
23,7
3,0
768,3
140,0
698,0
262,5
8,0
1,5
10,0
15,0
1,0
3,7
2,3
3067,9
41,5
3.026,4
Resíduo perigoso
Resíduo não perigoso
Fonte: Baseado em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* Descrição completa de cada resíduo, verificar anexo F
183
%
1,72%
1,92%
0,85%
17,95%
1,60%
10,29%
2,05%
0,16%
0,27%
0,06%
0,77%
0,10%
25,04%
4,56%
22,75%
8,56%
0,26%
0,05%
0,33%
0,49%
0,03%
0,12%
0,07%
100,00%
1,35%
98,65%
TABELA G. 8 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Indaiatuba
Tipo
A001
A002
A003
A004
A005
A006
A007
A009
A010
A012
A013
A016
A017
A018
A019
A021
A099
A116
D001
D099
F001
F003
F006
F017
F030
K003
Descrição do resíduo*
Lixo de restaurante
Resíduos gerados fora do processo industrial
Res. de varrição de fábrica
Sucata de metais ferrosos
Sucata de metais não ferrosos
Res. de papel e papelão
Res. de plásticos polimerizados
Res. de madeira
Resíduos de materiais têxteis
Escória de fundição de alumínio
Escória de fundição de ferro e aço
Areia de fundição
Resíduos de refratários e material cerâmico
Res. Sólidos compostos de metais não tóxicos
Lodo com material biológico não tóxico
Lodo contendo substâncias não tóxicas
Outros resíduos não perigosos (classe 2 e 3)
Resíduos contendo dieldrin
Res. Perigoso inflamável
Outros Resíduos Perigosos
Solventes halogenados gastos tipo 1
Solventes não halogenados tipo 1
Lodo de trat. de efluentes resultantes da eletrodeposição
Resíduos e lodo de tinta da pintura industrial
Óleo usado
Lodo do trat. de efluente do pigmento laranja
TOTAL
Resíduo perigoso
Resíduo não perigoso
Quantidade (t/ano)
38,8
184,1
225,5
3491,2
74,6
825,3
54,6
32,0
56,9
0,5
24,0
8,0
384,0
2,4
21,6
152,0
469,7
100,0
80,4
388,8
34,8
84,0
5,2
8,4
14,4
3,0
6764,2
%
0,57%
2,72%
3,33%
51,61%
1,10%
12,20%
0,81%
0,47%
0,84%
0,01%
0,35%
0,12%
5,68%
0,04%
0,32%
2,25%
6,94%
1,48%
1,19%
5,75%
0,51%
1,24%
0,08%
0,12%
0,21%
0,04%
100,00%
619,0
6145,2
9,15%
90,85%
Fonte: Baseado em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* Descrição completa de cada resíduo, verificar anexo F
TABELA G. 9 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Itatiba
Tipo
A001
A002
A003
A004
A005
A006
A007
A010
A017
A019
Descrição do resíduo*
Lixo de restaurante
Resíduos gerados fora do processo industrial
Res. de varrição de fábrica
Sucata de metais ferrosos
Sucata de metais não ferrosos
Res. de papel e papelão
Res. de plásticos polimerizados
Resíduos de materiais têxteis
Resíduos de refratários e material cerâmico
Lodo com material biológico não tóxico
Quantidade (t/ano)
50,0
244,0
75,6
111,9
355,4
269,0
108,3
452,8
120,0
875,6
184
%
0,83%
4,06%
1,26%
1,86%
5,91%
4,47%
1,80%
7,53%
2,00%
14,57%
Continua...
TABELA G. 9 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Itatiba
Tipo
A021
A099
D001
D002
D099
F001
F017
F030
TOTAL
Descrição do resíduo*
Lodo contendo substâncias não tóxicas
Outros resíduos não perigosos (classe 2 e 3)
Res. Perigoso inflamável
Res. Perigoso corrosivo
Outros Resíduos Perigosos
Solventes halogenados gastos tipo 1
Resíduos e lodo de tinta da pintura industrial
Óleo usado
Quantidade (t/ano)
25,0
2240,5
19,0
920,6
61,5
5,0
30,0
47,0
6011,2
1083,1
4928,1
Resíduo perigoso
Resíduo não perigoso
conclusão.
%
0,42%
37,27%
0,32%
15,31%
1,02%
0,08%
0,50%
0,78%
100,00%
18,02%
81,98%
Fonte: Baseado em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* Descrição completa de cada resíduo, verificar anexo F
TABELA G. 10 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Jaguariúna
Tipo
A001
A002
A003
A006
A007
A011
A019
A022
A099
F030
TOTAL
Descrição do resíduo*
Lixo de restaurante
Resíduos gerados fora do processo industrial
Res. de varrição de fábrica
Res. de papel e papelão
Res. de plásticos polimerizados
Resíduos de minerais não metálicos
Lodo com material biológico não tóxico
Res. Pastosos contendo substâncias não tóxicas
Outros resíduos não perigosos (classe 2 e 3)
Óleo usado
Resíduo perigoso
Resíduo não perigoso
Quantidade (t/ano)
39,0
189,5
758,0
84,0
104,0
741,3
6147,0
19535,0
44621,0
4,0
72222,8
4,0
72218,8
%
0,05%
0,26%
1,05%
0,12%
0,14%
1,03%
8,51%
27,05%
61,78%
0,01%
100,00%
0,01%
99,99%
Fonte: Baseado em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* Descrição completa de cada resíduo, verificar anexo F
TABELA G. 11 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Monte Mor
Tipo
Descrição do resíduo*
A001 Lixo de restaurante
A006 Res. de papel e papelão
TOTAL
Resíduo perigoso
Resíduo não perigoso
Quantidade (t/ano)
130,0
50,0
180,0
0,0
180,0
Fonte: Baseado em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* Descrição completa de cada resíduo, verificar anexo F
185
%
72,22%
27,78%
100,00%
0,00%
100,00%
TABELA G. 12 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Nova Odessa
Tipo
A001
A002
A003
A004
A005
A006
A007
A009
A010
A011
A016
A017
A019
A021
A099
D001
D004
D099
F001
F006
F030
TOTAL
Descrição do resíduo*
Lixo de restaurante
Resíduos gerados fora do processo industrial
Res. de varrição de fábrica
Sucata de metais ferrosos
Sucata de metais não ferrosos
Res. de papel e papelão
Res. de plásticos polimerizados
Res. de madeira
Resíduos de materiais têxteis
Resíduos de minerais não metálicos
Areia de fundição
Resíduos de refratários e material cerâmico
Lodo com material biológico não tóxico
Lodo contendo substâncias não tóxicas
Outros resíduos não perigosos (classe 2 e 3)
Res. Perigoso inflamável
Res. Perigoso Patogênico
Outros Resíduos Perigosos
Solventes halogenados gastos tipo 1
Lodo de trat. de efluentes resultantes da eletrodeposição
Óleo usado
Resíduo perigoso
Resíduo não perigoso
Quantidade (t/ano)
115,0
24,5
20,0
224,8
2187,0
347,8
21,6
580,0
156,7
0,0
22,4
190,4
40,0
0,6
126,1
86,0
0,2
576,0
66,3
80,2
46,7
4912,3
855,4
4056,9
%
2,34%
0,50%
0,41%
4,58%
44,52%
7,08%
0,44%
11,81%
3,19%
0,00%
0,46%
3,88%
0,81%
0,01%
2,57%
1,75%
0,00%
11,73%
1,35%
1,63%
0,95%
100,00%
17,41%
82,59%
Fonte: Baseado em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* Descrição completa de cada resíduo, verificar anexo F
TABELA G. 13 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Paulínia
Tipo
A001
A002
A003
A004
A005
A006
A007
A008
A009
A010
A011
A017
A019
A021
Descrição do resíduo*
Lixo de restaurante
Resíduos gerados fora do processo industrial
Res. de varrição de fábrica
Sucata de metais ferrosos
Sucata de metais não ferrosos
Res. de papel e papelão
Res. de plásticos polimerizados
Res. de borracha
Res. de madeira
Resíduos de materiais têxteis
Resíduos de minerais não metálicos
Resíduos de refratários e material cerâmico
Lodo com material biológico não tóxico
Lodo contendo substâncias não tóxicas
Quantidade (t/ano)
270,1
93,5
440,5
1996,5
7,2
440,1
361,6
0,6
157,0
0,8
250,6
282,0
2298,8
8136,0
186
%
0,41%
0,14%
0,67%
3,06%
0,01%
0,67%
0,55%
0,00%
0,24%
0,00%
0,38%
0,43%
3,52%
12,46%
continua...
TABELA G. 13 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Paulínia
Tipo
A099
D001
D002
D099
F003
F004
F030
K022
K051
K083
K207
K208
TOTAL
Descrição do resíduo*
Outros resíduos não perigosos (classe 2 e 3)
Res. Perigoso inflamável
Res. Perigoso corrosivo
Outros Resíduos Perigosos
Solventes não halogenados tipo 1
Solventes não halogenados tipo 2
Óleo usado
Res. de fundo de destilação com alcatrões
lodos de separadores de óleo de refino de petróleo
Fundo de destilação da produção de anilina
Borra ácida do re-refino de óleos usados
Borra neutra do re-refino de óleos usados
Resíduo perigoso
Resíduo não perigoso
Quantidade (t/ano)
21522,8
8412,5
2221,0
8906,0
200,0
250,0
29,0
5342,4
3614,0
2,4
22,9
35,2
65293,5
29035,4
36258,1
conclusão.
%
32,96%
12,88%
3,40%
13,64%
0,31%
0,38%
0,04%
8,18%
5,54%
0,00%
0,04%
0,05%
100,00%
44,47%
55,53%
Fonte: Baseado em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* Descrição completa de cada resíduo, verificar anexo F
TABELA G. 14 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Pedreira
Tipo
A001
A002
A003
A004
A006
A021
F006
TOTAL
Descrição do resíduo*
Lixo de restaurante
Resíduos gerados fora do processo industrial
Res. de varrição de fábrica
Sucata de metais ferrosos
Res. de papel e papelão
Lodo contendo substâncias não tóxicas
Lodo de trat. de efluentes resultantes da eletrodeposição
Resíduo perigoso
Resíduo não perigoso
Quantidade (t/ano)
2,0
1,0
1,0
36,0
4,0
9850,0
6,0
9900,0
6,0
9894,0
%
0,02%
0,01%
0,01%
0,36%
0,04%
99,49%
0,06%
100,00%
0,06%
99,94%
Fonte: Baseado em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* Descrição completa de cada resíduo, verificar anexo F
TABELA G. 15 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Santa Bárbara D'Oeste
Tipo
A001
A002
A003
A004
A005
A006
Descrição do resíduo*
Lixo de restaurante
Resíduos gerados fora do processo industrial
Res. de varrição de fábrica
Sucata de metais ferrosos
Sucata de metais não ferrosos
Res. de papel e papelão
Quantidade (t/ano)
2,5
9,4
8,0
25,0
1,5
54,0
187
%
0,02%
0,09%
0,08%
0,25%
0,01%
0,54%
continua...
TABELA G. 15 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Santa Bárbara D'Oeste
Tipo
A007
A009
A010
A013
A016
A019
A021
A099
A416
D099
F008
F010
F017
TOTAL
Descrição do resíduo*
Res. de plásticos polimerizados
Res. de madeira
Resíduos de materiais têxteis
Escória de fundição de ferro e aço
Areia de fundição
Lodo com material biológico não tóxico
Lodo contendo substâncias não tóxicas
Outros resíduos não perigosos (classe 2 e 3)
Resíduo não especificado
Outros Resíduos Perigosos
Lodos de fundo tanque de banhos de tratamento
superficial
Lodo de banho de têmpera
Resíduos e lodo de tinta da pintura industrial
Resíduo perigoso
Resíduo não perigoso
Quantidade (t/ano)
8,3
3,0
43,4
750,0
4900,0
114,8
3,5
464,0
3621,0
2,6
0,5
conclusão.
%
0,08%
0,03%
0,43%
7,48%
48,88%
1,15%
0,03%
4,63%
36,12%
0,03%
0,00%
3,6
8,8
10023,9
15,5
10008,4
0,04%
0,09%
100,00%
0,15%
99,85%
Fonte: Baseado em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* Descrição completa de cada resíduo, verificar anexo F
TABELA G. 16 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Santo Antônio de Posse
Tipo
K207
K208
Descrição do resíduo*
Borra ácida do re-refino de óleos usados
Borra neutra do re-refino de óleos usados
TOTAL
Resíduo perigoso
Resíduo não perigoso
Quantidade (t/ano)
13,4
56,6
%
19,14%
80,86%
70,0
70,0
0,0
100,00%
100,00%
0,00%
Fonte: Baseado em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* Descrição completa de cada resíduo, verificar anexo F
TABELA G. 17 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Sumaré
Tipo
A001
A002
A003
A004
A005
A006
A007
Descrição do resíduo*
Lixo de restaurante
Resíduos gerados fora do processo industrial
Res. de varrição de fábrica
Sucata de metais ferrosos
Sucata de metais não ferrosos
Res. de papel e papelão
Res. de plásticos polimerizados
Quantidade (t/ano)
771,7
823,2
87,9
6474,0
1087,0
728,6
254,2
188
%
2,47%
2,64%
0,28%
20,76%
3,49%
2,34%
0,82%
continua...
TABELA G. 17 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Sumaré
Tipo
A008
A009
A010
A011
A013
A017
A018
A019
A021
A099
A116
D001
D004
D099
F001
F006
F011
F017
F030
K061
K062
K078
K086
Descrição do resíduo*
Res. de borracha
Res. de madeira
Resíduos de materiais têxteis
Resíduos de minerais não metálicos
Escória de fundição de ferro e aço
Resíduos de refratários e material cerâmico
Res. Sólidos compostos de metais não tóxicos
Lodo com material biológico não tóxico
Lodo contendo substâncias não tóxicas
Outros resíduos não perigosos (classe 2 e 3)
Resíduos contendo dieldrin
Res. Perigoso inflamável
Res. Perigoso Patogênico
Outros Resíduos Perigosos
Solventes halogenados gastos tipo 1
Lodo de trat. de efluentes resultantes da eletrodeposição
Soluções de cianeto exauridas
Resíduos e lodo de tinta da pintura industrial
Óleo usado
Lodo ou poeira da produção de aço primário
Banho de decapagem exaurido
res. De limpeza com solvente
Lodos e lavagens com solventes e outros
TOTAL
Resíduo perigoso
Resíduo não perigoso
Quantidade (t/ano)
205,0
339,5
82,0
3,5
12000,0
2400,0
15,0
206,4
12,0
411,5
3500,0
120,1
0,1
526,8
3,6
661,5
1,2
3,3
135,6
20,0
6,0
254,2
50,2
conclusão.
%
0,66%
1,09%
0,26%
0,01%
38,48%
7,70%
0,05%
0,66%
0,04%
1,32%
11,22%
0,39%
0,00%
1,69%
0,01%
2,12%
0,00%
0,01%
0,43%
0,06%
0,02%
0,82%
0,16%
31184,1
1782,6
29401,5
100,00%
5,72%
94,28%
Fonte: Baseado em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* Descrição completa de cada resíduo, verificar anexo F
TABELA G. 18 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Valinhos
Tipo
A001
A002
A003
A004
A005
A006
A007
Descrição do resíduo*
Lixo de restaurante
Resíduos gerados fora do processo industrial
Res. de varrição de fábrica
Sucata de metais ferrosos
Sucata de metais não ferrosos
Res. de papel e papelão
Res. de plásticos polimerizados
Quantidade (t/ano)
188,8
262,1
855,1
9125,2
18,0
715,0
167,9
189
%
0,39%
0,54%
1,76%
18,77%
0,04%
1,47%
0,35%
continua...
TABELA G. 18 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Valinhos
conclusão.
Tipo
A009
A010
A019
A021
A099
D004
D099
F006
F017
F030
TOTAL
Descrição do resíduo*
Res. de madeira
Resíduos de materiais têxteis
Lodo com material biológico não tóxico
Lodo contendo substâncias não tóxicas
Outros resíduos não perigosos (classe 2 e 3)
Res. Perigoso Patogênico
Outros Resíduos Perigosos
Lodo de trat. de efluentes resultantes da eletrodeposição
Resíduos e lodo de tinta da pintura industrial
Óleo usado
Resíduo perigoso
Resíduo não perigoso
Quantidade (t/ano)
109,0
0,5
2126,0
17243,0
17700,3
4,1
72,8
1,5
0,8
23,4
48613,5
102,6
48510,9
%
0,22%
0,00%
4,37%
35,47%
36,41%
0,01%
0,15%
0,00%
0,00%
0,05%
100,00%
0,21%
99,79%
Fonte: Baseado em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* Descrição completa de cada resíduo, verificar anexo F
TABELA G. 19 Geração de resíduo sólido industrial no Município de Vinhedo
Tipo
A001
A002
A003
A004
A005
A006
A007
A009
A011
A017
A018
A019
A021
A099
D001
D099
TOTAL
Descrição do resíduo*
Lixo de restaurante
Resíduos gerados fora do processo industrial
Res. de varrição de fábrica
Sucata de metais ferrosos
Sucata de metais não ferrosos
Res. de papel e papelão
Res. de plásticos polimerizados
Res. de madeira
Resíduos de minerais não metálicos
Resíduos de refratários e material cerâmico
Res. Sólidos compostos de metais não tóxicos
Lodo com material biológico não tóxico
Lodo contendo substâncias não tóxicas
Outros resíduos não perigosos (classe 2 e 3)
Res. Perigoso inflamável
Outros Resíduos Perigosos
Resíduo perigoso
Resíduo não perigoso
Fonte: Baseado em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* Descrição completa de cada resíduo, verificar anexo F
190
Quantidade (t/ano)
102,6
402,6
291,2
96,1
1,2
863,1
21,2
63,0
122,0
39,4
42,0
247,6
78,0
1195,6
43,4
12,0
3621,0
55,4
3565,6
%
2,83%
11,12%
8,04%
2,65%
0,03%
23,84%
0,59%
1,74%
3,37%
1,09%
1,16%
6,84%
2,15%
33,02%
1,20%
0,33%
100,00%
1,53%
98,47%
ANEXO H – Estudo energético quali-quantitativo do resíduo sólido industrial na RMC
Apresenta-se, nas TABs. H. 1 a H. 19, o estudo energético quali-quantitativo do resíduo sólido industrial na RMC.
TABELA H.1 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Americana
Tipo
Descrição da destinação
Descrição do
resíduo
A001
ATERRO MUNICIPAL
Lixo de restaurante
A002
Res.gerado fora do
processo industrial
A003
Resíduo de varrição
de fábrica
A004
Sucata de metais
ferrosos
Quantidade Descrição da forma
(t/ano)
de energia
Fator de
conversão
( MWh/t )
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
143,6
ALIMENTAÇÃO DE
ANIMAIS
INTERMEDIÁRIOS
56,0
ATERRO MUNICIPAL
430,7
1,0
de biogás
0,73
aproveitada evitada
não obtido
aproveitada evitada
não obtido
potencial evitável
3,5
70
6,1
50
62,8
Observações
Foi usado o fator de conversão para
lixo.
Para simplificar os recicláveis não
foram considerados
Foi usado o fator de conversão para
papel
Foi usado o fator de conversão para
papel
INTERMEDIÁRIOS
1,3
aproveitada evitada
3,5
ATERRO MUNICIPAL
41,8
indeterminada
Indeterminado
Resíduo não especificado
LIXÃO PARTICULAR
72,0
indeterminada
Indeterminado
Resíduo não especificado
OUTROS
35,0
indeterminada
Indeterminado
Resíduo não especificado
INTERMEDIÁRIOS
48,0
aproveitada evitada Indeterminado
Resíduo não especificado
REPROC.OU RECICLAGEM
39,8
aproveitada evitada
6,05
20,1
INTERMEDIÁRIOS
2.834,3
1.429,0
0,4
aproveitada evitada
6,05
A005 Sucata de metais não REPROC.OU RECICLAGEM
ferrosos
INTERMEDIÁRIOS
4,5
aproveitada evitada
14,25
5,3
Foi usado fator de conv. do alumínio
96,5
aproveitada evitada
14,25
114,6
A006
ATERRO MUNICIPAL
129,4
potencial evitável
3,5
Foi usado fator de conv. do alumínio
Foi usado o fator de conversão para
plástico
REPROC.OU RECICLAGEM
913,6
aproveitada evitada
3,5
266,5
384,3
Resíduo de papel e
papelão
A007
Resíduo de plásticos
polimerizados
50
18,9
INTERMEDIÁRIOS
1.317,7
48,8
aproveitada evitada
potencial evitável
3,5
ATERRO MUNICIPAL
5,3
50
10,8
EM TAMBORES
0,3
potencial evitável
5,3
50
0,1
OUTROS SISTEMAS
0,2
potencial evitável
5,3
50
0,0
REPROC.OU RECICLAGEM
466,2
aproveitada evitada
5,3
205,9
INTERMEDIÁRIOS
245,5
aproveitada evitada
5,3
108,4
continua...
191
TABELA H.1 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Americana
continuação.
Tipo
Descrição da destinação
Descrição do
resíduo
A008
Resíduo de borracha
A009
Resíduo de materiais
têxteis
2,2
aproveitada evitada
não obtido
INTERMEDIÁRIOS
1.296,0
aproveitada evitada
não obtido
ATERRO MUNICIPAL
21,8
potencial evitável
não obtido
504,0
aproveitada evitada
não obtido
13,9
aproveitada evitada
não obtido
ATERRO MUNICIPAL
134,6
potencial evitável
não obtido
OUTROS
913,0
não obtido
CALDEIRA
0,9
potencial evitável
Aproveitada
térmica
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
A011 Resíduo de minerais
INTERMEDIÁRIOS
não metálicos
A013 Escória de fundição REPROC.OU RECICLAGEM
de ferro e aço
A016 Areia de fundição
LIXÃO PARTICULAR
A017 Resíduo de refratários
OUTROS
e material cerâmico REPROC.OU RECICLAGEM
A019
ATERRO INDUSTRIAL
Lodo com material
biológico não tóxico
A021
Lodo contendo
substâncias não
tóxicas
Fator de
conversão
( MWh/t )
REPROC.OU RECICLAGEM
Resíduo de madeira REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
A010
Quantidade Descrição da forma
(t/ano)
de energia
13.647,8 aproveitada evitada
91,6
aproveitada evitada
4, 94
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
Observações
Foi usado o fator de conver. Da incin.
De trapos de pano
0,4
não obtido
não obtido
0,3
aproveitada evitada
não obtido
aproveitada evitada
não obtido
290,0
1.200,0
não obtido
não obtido
15,7
potencial evitável
não obtido
251,2
aproveitada evitada
não obtido
de biogás
0,47
70
954,1
de biogás
0,47
70
9,9
não obtido
não obtido
34.800,0
LIXÃO PARTICULAR
360,0
FERTIRRIGAÇÃO/”LANDFA
RMIN
864,0
LIXÃO PARTICULAR
0,5
Não disponível
para aproveit.
não obtido
OUTROS
1,0
não obtido
Foi usado o fator de conver. Para
biogás de esgoto
Foi usado o fator de conver. Para
biogás de esgoto
continua...
192
TABELA H.1 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Americana
continuação
Tipo
Descrição da destinação
Descrição do
resíduo
A099
Outros resíduos não
perigosos (classe 2 e
3)
Quantidade Descrição da forma
(t/ano)
de energia
Fator de
conversão
( MWh/t )
40,4
indeterminada
Indeterminado
Res. não especificado
474,0
indeterminada
Indeterminado
Res. não especificado
OUTROS
57,3
indeterminada
Indeterminado
Res. não especificado
EM TAMBORES
4,6
indeterminada
Indeterminado
Res. não especificado
indeterminada
OUTROS SISTEMAS
4,0
REPROC.OU RECICLAGEM
53,0
OUTROS TRATAMENTOS
40,0
INTERMEDIÁRIOS
5,8
Indeterminado
Res. não especificado
aproveitada evitada Indeterminado
Indeterminada
Indeterminado
Res. não especificado
aproveitada evitada Indeterminado
não obtido
Res. não especificado
OUTROS
7.018,0
D001
Res. Perigoso
inflamável
EM TAMBORES
2,5
não obtido
não obtido
não obtido
INTERMEDIÁRIOS
32,6
não obtido
não obtido
ATERRO MUNICIPAL
0,6
da incineração
não obtido
não obtido
D099
Outros Resíduo
Perigosos
Observações
ATERRO MUNICIPAL
Resíduo contendo
dieldrin
Res. Perigoso
Patogênico
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
ATERRO INDUSTRIAL
A116
D004
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
INCINERADOR
0,2
EM TAMBORES
76,3
da incineração
Indeterminada
Indeterminado
A GRANEL
6,4
Indeterminada
Indeterminado
INCINERADOR DE
CAMARA
FORNOS INDUSTRIAIS
10,7
60,0
da incineração
Aproveitada
térmica
Indeterminado
Indeterminado
Res. não especificado
Res. não especificado
Res. não especificado
Res. não especificado
Res. não especificado
REPROC.OU RECICLAGEM
102,4
aproveitada evitada Indeterminado
Res. não especificado
INTERMEDIÁRIOS
178,1
aproveitada evitada Indeterminado
não obtido
não obtido
Res. não especificado
7,0
2,0
F006
Lodo de trat. de
efluentes resultantes
da eletrodeposição
EM TAMBORES
F011
Soluções de cianeto
exauridas
EM TAMBORES
não obtido
não obtido
continua...
193
TABELA H.1 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Americana
conclusão.
Tipo
Descrição da destinação
Descrição do
resíduo
F017
F018
Resíduo e lodo de
tinta da pintura
industrial
Lodo de trat. de
efluentes da
pintura industrial
F030
Óleo usado
Quantidade Descrição da forma
(t/ano)
de energia
Fator de
conversão
( MWh/t )
EM TAMBORES
6,0
INTERMEDIÁRIOS
0,5
INTERMEDIÁRIOS
0,5
EM TAMBORES
36,2
potencial evitável
não obtido
REPROC.OU RECICLAGEM
68,5
aproveitada evitada
não obtido
INTERMEDIÁRIOS
14,4
aproveitada evitada
não obtido
potencial evitável
aproveitada evitada
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
não obtido
não obtido
não obtido
aproveitada evitada
TOTAL GERAL
69.636,7
2.534,8
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* % adotado de quantidade de resíduo passível de aproveitamento energético
194
1062,7
Observações
TABELA H.2 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Arthur Nogueira
Tipo Descrição do resíduo
Descrição da destinação
Quantidade
(t/ano)
Descrição da
forma de
energia
Fator de
conversão
( MWh/t )
Energia
Quantidade Energia a
Aproveitada (
adotada
Aproveitar
MWh/mês )
(%)*
(MWh/mês)
A003
Res. de varrição de
fábrica
REPROC.OU
RECICLAGEM
72,00
aproveitada
evitada
Indeterminado
A004
Sucata de metais
ferrosos
Sucata de metais não
ferrosos
Res. de papel e
papelão
Res. de plásticos
polimerizados
Resíduo de materiais
têxteis
Lodo com material
biológico não tóxico
Óleo usado
REPROC.OU
RECICLAGEM
REPROC.OU
RECICLAGEM
REPROC.OU
RECICLAGEM
REPROC.OU
RECICLAGEM
REPROC.OU
RECICLAGEM
LIXÃO MUNICIPAL
38,00
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
potencial do
biogás
aproveitada
evitada
6,4
20,3
14,25
3,6
3,5
85,2
5,3
13,4
A005
A006
A007
A010
A019
F030
TOTAL GERAL
REPROC.OU
RECICLAGEM
3,00
292,00
30,30
624,00
2.300,00
3,80
Resíduo não especificado
não obtido
0,47
70
63,1
não obtido
3.363,10
122,4
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* % adotado de quantidade de resíduo passível de aproveitamento energético
195
Observações
63,1
TABELA H.3 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Campinas
Tipo Descrição do resíduo
Descrição da destinação
Quantidade
(t/ano)
Descrição da
forma de energia
A001
Lixo de restaurante
ATERRO MUNICIPAL
318,9
459,0
Res.gerados fora do
processo industrial
ALIMENTAÇÃO DE
ANIMAIS
ATERRO MUNICIPAL
QUEIMA A CEU ABERTO
INTERMEDIÁRIOS
potencial do
biogás
aproveitada
evitada
potencial evitável
potencial evitável
aproveitada
evitada
indeterminada
indeterminada
A002
A003
Res. de varrição de
fábrica
A004
Sucata de metais
ferrosos
A005
A006
A007
A008
Sucata de metais não
ferrosos
Res. de papel e
papelão
Res. de plásticos
polimerizados
Res. de borracha
ATERRO MUNICIPAL
ALIMENTAÇÃO DE
ANIMAIS
EM TAMBORES
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
3.201,2
0,5
57,0
2.950,5
530,0
12,0
13.005,8
13.406,9
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
504,1
ATERRO MUNICIPAL
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
0,1
1.331,3
ATERRO MUNICIPAL
ATERRO INDUSTRIAL
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
21,9
148,0
681,8
1.216,5
CALDEIRA
1,0
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
200,0
392,6
283,3
1.159,0
potencial evitável
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
potencial evitável
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
potencial evitável
potencial evitável
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
aproveitada térmica
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
Fator de
conversão
( MWh/t )
0,73
Energia
Quantidade Energia a
Aproveitada
adotada
Aproveitar
( MWh/mês )
(%)*
(MWh/mês)
70
13,6
Observações
não obtido
3,5
3,5
3,5
50
50
466,8
0,1
16,6
Indeterminado
Indeterminado
Resíduo não especificado
Resíduo não especificado
6,05
6,05
6.557,1
6,05
6.759,3
14,25
598,6
14,25
466,2
3,5
3,5
388,3
3,5
82,6
5,3
5,3
5,3
301,1
5,3
537,3
50
3,0
50
0,0
50
50
4,8
32,7
não obtido
não obtido
não obtido
continua...
196
TABELA H.3 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Campinas
continuação
Tipo Descrição do resíduo
Descrição da destinação
Quantidade
(t/ano)
A009
FORNOS INDUSTRIAIS
1.200,0
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
60,7
1.380,8
EM TAMBORES
CALDEIRA
13,2
12,0
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
46,0
A010
A011
Res. de madeira
Resíduo de materiais
têxteis
Resíduo de minerais
não metálicos
A013
Escória de fundição
de ferro e aço
A017 Resíduo de refratários
e material cerâmico
A018
Res. Sólidos
compostos de metais
não tóxicos
A019 Lodo com material
biológico não tóxico
A021
Lodo contendo
substâncias não
tóxicas
1.170,0
20,0
15,7
Descrição da
Fator de
forma de energia conversão (
MWh/t )
5,56
aproveitada –
térmica
não obtido
aproveitada
evitada
não obtido
aproveitada
evitada
potencial evitável não obtido
4,94
aproveitada –
térmica
não obtido
aproveitada
evitada
não obtido
aproveitada
evitada
potencial evitável não obtido
não obtido
aproveitada
evitada
não obtido
aproveitada
evitada
potencial evitável não obtido
Energia
Aproveitada
( MWh/mês )
556,0
Quantidade
adotada
(%)*
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
Observações
4,9
A GRANEL
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
925,0
ATERRO MUNICIPAL
5,0
EM TAMBORES
COMPOSTAGEM
1,0
21,3
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
LIXÃO PARTICULAR
10,0
0,47
70
0,3
OUTROS SISTEMAS
10,0
0,47
70
0,3
ATERRO INDUSTRIAL
OUTROS
FORNOS INDUSTRIAIS
28,0
662,0
15,0
potencial do
biogás
potencial do
biogás
não obtido
não obtido
aproveitada –
térmica
não obtido
não obtido
não obtido
continua...
197
TABELA H.3 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Campinas
continuação
Tipo Descrição do resíduo
Descrição da destinação
Quantidade
(t/ano)
A099
ATERRO MUNICIPAL
ATERRO INDUSTRIAL
LIXÃO PARTICULAR
ALIMENTAÇÃO DE
ANIMAIS
OUTROS
EM TAMBORES
REPROC.OU
RECICLAGEM
TRATAMENTO
BIOLÓGICO
INTERMEDIÁRIOS
123,4
50,0
100,5
119,0
Outros resíduos não
perigosos (classe 2 e
3)
D001
Res. Perigoso
inflamável
D004
Res. Perigoso
Patogênico
D099
Outros Resíduos
Perigosos
F001
F002
Solventes
halogenados gastos
tipo 1
Solventes
halogenados gastos
tipo 2
EM TAMBORES
REPROC.OU
RECICLAGEM
INCINERADOR
QUEIMA A CEU ABERTO
ATERRO INDUSTRIAL
EM TAMBORES
A GRANEL
OUTROS SISTEMAS
INCINERADOR
FORNOS INDUSTRIAIS
294,0
54,2
8.507,0
127,0
108,0
2,4
87,3
0,8
0,5
120,0
42,6
92,4
36,4
97,7
17,7
REPROC.OU
RECICLAGEM
OUTROS TRATAMENTOS
117,6
INTERMEDIÁRIOS
0,1
REPROC.OU
RECICLAGEM
23,2
REPROC.OU
RECICLAGEM
26,3
0,8
Descrição da
forma de energia
Indeterminada
Indeterminada
Indeterminada
aproveitada
evitada
Indeterminada
Indeterminada
aproveitada
evitada
Indeterminada
aproveitada
evitada
não obtido
aproveitada
evitada
da incineração
da incineração
Indeterminada
Indeterminada
Indeterminada
indeterminada
da incineração
aproveitada térmica
aproveitada
evitada
indeterminada
Fator de
conversão
( MWh/t )
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
Energia
Quantidade Energia a
Aproveitada
adotada
Aproveitar
( MWh/mês )
(%)*
(MWh/mês)
Observações
Resíduo não especificado
Resíduo não especificado
Resíduo não especificado
Resíduo não especificado
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
Resíduo não especificado
Resíduo não especificado
Resíduo não especificado
Indeterminado
Resíduo não especificado
Indeterminado
Resíduo não especificado
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
Resíduo não especificado
Resíduo não especificado
Resíduo não especificado
Resíduo não especificado
Aprov. Térmico na incinerac.
Resíduo não especificado
Resíduo não especificado
Indeterminado
Resíduo não especificado
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
Indeterminado
Resíduo não especificado
aproveitada
evitada
não obtido
não obtido
continua...
198
TABELA H.3 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Campinas
conclusão.
Tipo Descrição do resíduo
Descrição da destinação
Quantidade
(t/ano)
Descrição da
forma de energia
F003
REPROC.OU
RECICLAGEM
ATERRO INDUSTRIAL
EM TAMBORES
FORNOS INDUSTRIAIS
29,1
360,0
3,2
104,5
FORNOS INDUSTRIAIS
3,6
aproveitada
evitada
não obtido
não obtido
aproveitada térmica
aproveitada térmica
OUTROS SISTEMAS
FORNOS INDUSTRIAIS
0,1
10,0
OUTROS TRATAMENTOS
76,8
não obtido
aproveitada térmica
não obtido
ATERRO INDUSTRIAL
6,0
não obtido
EM TAMBORES
0,4
FORNOS INDUSTRIAIS
27,3
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
132,3
EM TAMBORES
2,5
EM TAMBORES
REPROC.OU
RECICLAGEM
150,5
314,6
F006
Solventes não
halogenados tipo 1
Lodo de trat. de
efluentes resultantes
da eletrodeposição
F008
Lodos de fundo
tanque de banhos de
tratamento superficial
F011 Soluções de cianeto
exauridas
F012
Lodo de tratamento
de efluente de banhos
de têmpera
F017
Resíduo e lodo de
tinta da pintura
industrial
F019
F030
F030
Lodo de trat. de
efluentes do
revestimento do
alumínio
Óleo usado
TOTAL GERAL
1,0
Fator de
conversão
( MWh/t )
não obtido
Energia
Quantidade Energia a
Aproveitada
adotada
Aproveitar
( MWh/mês )
(%)*
(MWh/mês)
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
Não obtido
não obtido
não obtido
Potencial evitável Não obtido
aproveitada térmica
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
não obtido
Não obtido
Não obtido
Não obtido
não obtido
potencial evitável não obtido
não obtido
aproveitada
evitada
56.847,9
16.268,1
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* % adotado de quantidade de resíduo passível de aproveitamento energético
199
521,6
Observações
TABELA H.4 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Cosmópolis
Tipo
Descrição do resíduo
Descrição da destinação
A001
Lixo de restaurante
A002
Resíduo gerados fora
do processo industrial
A004
Sucata de metais
ferrosos
Sucata de metais não
ferrosos
Res. de papel e papelão
ALIMENTAÇÃO DE
ANIMAIS
ATERRO MUNICIPAL
LIXÃO MUNICIPAL
INTERMEDIÁRIOS
1,2
16,9
219
INTERMEDIÁRIOS
66,5
INTERMEDIÁRIOS
19
LIXÃO MUNICIPAL
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
OUTROS
12
77,3
REPROC.OU
RECICLAGEM
REPROC.OU
RECICLAGEM
OUTROS SISTEMAS
4
A005
A006
A007
A011
A021
A099
D004
Res. de plásticos
polimerizados
Resíduo de minerais
não metálicos
Lodo contendo
substâncias não tóxicas
Outros resíduos não
perigosos (classe 2 e 3)
Res. Perigoso
Patogênico
ATERRO INDUSTRIAL
ATERRO INDUSTRIAL
INCINERADOR
LIXÃO MUNICIPAL
OUTROS SISTEMAS
TRATAMENTO
BIOLÓGICO
LIXÃO MUNICIPAL
LIXÃO MUNICIPAL
Quantidade
Descrição da
(t/ano)
forma de energia
3,6
53
12
1200
125
81
49
40
60
475
4320
0,3
0,3
aproveitada
evitada
Evitável
Evitável
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
Evitável
aproveitada
evitada
Evitável
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
não obtido
indeterminada
indeterminada
da incineração
indeterminada
indeterminada
Não disponível
para aproveit.
da incineração
da incineração
Fator de
conversão
( MWh/t )
não obtido
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
3,5
3,5
6,05
110,41
14,25
78,97
3,5
5,54
3,5
3,5
22,55
5,3
5,3
5,3
5,3
1,77
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
50
50
0,2
2,5
50
1,8
50
11,7
Observações
não obtido
não obtido
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
não obtido
não obtido
continua...
200
TABELA H.4 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Cosmópolis
conclusão.
Tipo
Descrição do resíduo
Descrição da destinação
D099
Outros Resíduos
Perigosos
INCINERADOR
INTERMEDIÁRIOS
7280
6
F005
Solventes não
halogenados tipo 3
8,6
316
F030
Óleo usado
INCINERADOR
REPROC.OU
RECICLAGEM
REPROC.OU
RECICLAGEM
TOTAL GERAL
Quantidade
Descrição da
(t/ano)
forma de energia
8,4
Fator de
conversão
( MWh/t )
da incineração Indeterminado
Indeterminado
aproveitada
evitada
da incineração não obtido
não obtido
aproveitada
evitada
não obtido
aproveitada
evitada
14454,1
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
224,54
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* % adotado de quantidade de resíduo passível de aproveitamento energético
201
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
16,1
Observações
TABELA H.5 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Engenheiro Coelho
Tipo Descrição do resíduo
Descrição da destinação
A013 Escória de fundição de
ferro e aço
A016
Areia de fundição
ATERRO MUNICIPAL
Quantidade
(t/ano)
Descrição da
forma de
energia
Fator de
conversão
( MWh/t )
não obtido
Não obtido
não obtido
Não obtido
não obtido
Não obtido
1.134,0
ATERRO MUNICIPAL
1.200,0
A018
Res. Sólidos
compostos de metais
não tóxicos
A099 Outros resíduos não
perigosos (classe 2 e
3)
A416 Res. não especificado
ATERRO MUNICIPAL
348,0
ATERRO MUNICIPAL
Indeterminada Indeterminado
1.300,0
ATERRO MUNICIPAL
Indeterminada Indeterminado
850,0
F030
Óleo usado
REPROC.OU
RECICLAGEM
OUTROS TRATAMENTOS
0,9
25,9
potencial
evitável
potencial
evitável
Não obtido
Não obtido
TOTAL GERAL
4.858,8
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* % adotado de quantidade de resíduo passível de aproveitamento energético
202
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
Observações
TABELA H.6 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Holambra
Tipo Descrição do resíduo
Descrição da destinação
Quantidade
(t/ano)
A002 Resíduo gerados fora
do processo industrial
A007
Res. de plásticos
polimerizados
A099 Outros resíduos não
perigosos (classe 2 e 3)
TOTAL GERAL
CALDEIRA
2,5
INTERMEDIÁRIOS
7,0
OUTROS
19,0
Descrição da
Fator de
forma de
conversão
energia
( MWh/t )
aproveitada - Indeterminado
térmica
5,3
aproveitada
evitada
indeterminada Indeterminado
28,5
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
203
Observações
3,1
Resíduo não especificado
3,1
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* % adotado de quantidade de resíduo passível de aproveitamento energético
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
TABELA H.7 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Hortolândia
Tipo
Descrição do
resíduo
Descrição da destinação
Quantidade
(t/ano)
A001
Lixo de restaurante
LIXÃO MUNICIPAL
4,0
ALIMENTAÇÃO DE
ANIMAIS
INTERMEDIÁRIOS
LIXÃO MUNICIPAL
41,0
7,8
59,0
LIXÃO MUNICIPAL
INTERMEDIÁRIOS
5,0
21,1
OUTROS
0,5
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
20,0
A002 Resíduo gerados fora
do processo
industrial
A003 Res. de varrição de
fábrica
A004
Sucata de metais
ferrosos
A005 Sucata de metais não
ferrosos
A006
A007
Res. de papel e
papelão
Res. de plásticos
polimerizados
530,2
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
6,0
43,0
ATERRO MUNICIPAL
3,1
OUTROS
2,4
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
10,0
300,2
ATERRO MUNICIPAL
0,3
OUTROS
2,4
EM TAMBORES
22,0
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
8,5
29,7
Descrição da
Fator de
forma de
conversão
energia
( MWh/t )
0,73
potencial do
biogás
não obtido
aproveitada
evitada
indeterminada Indeterminado
3,5
potencial
evitável
indeterminada Indeterminado
aproveitada Indeterminado
evitada
6,05
potencial
evitável
6,05
aproveitada
evitada
6,05
aproveitada
evitada
14,25
aproveitada
evitada
14,25
aproveitada
evitada
3,5
potencial
evitável
3,5
potencial
evitável
3,5
aproveitada
evitada
3,5
aproveitada
evitada
5,3
potencial
evitável
5,3
potencial
evitável
5,3
Potencial
evitável
5,3
aproveitada
evitada
5,3
aproveitada
evitada
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
70
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
0,2
50
8,6
50
0,1
50
0,5
50
0,4
50
0,1
50
0,5
50
4,9
Observações
10,1
267,3
7,1
51,1
2,9
87,6
3,8
13,1
continua...
204
TABELA H.7 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Hortolândia
continuação
Tipo
Descrição do
resíduo
Descrição da destinação
Quantidade
(t/ano)
A008
Res. de borracha
OUTROS
4,8
A009
Res. de madeira
INTERMEDIÁRIOS
8,2
LIXÃO MUNICIPAL
1,0
INTERMEDIÁRIOS
0,7
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
21,0
A010 Resíduo de materiais
têxteis
A011
A013
A017
A019
A021
A099
D001
D099
F002
Resíduo de minerais
não metálicos
Escória de fundição
INTERMEDIÁRIOS
de ferro e aço
Resíduo de
LIXÃO PARTICULAR
refratários e material
cerâmico
OUTROS TRATAMENTOS
Lodo com material
OUTROS
biológico não tóxico
Lodo contendo
OUTROS
substâncias não
EM TAMBORES
tóxicas
OUTROS TRATAMENTOS
Outros resíduos não
ATERRO MUNICIPAL
perigosos (classe 2 e
OUTROS
3)
EM TAMBORES
Res. Perigoso
REPROC.OU
inflamável
RECICLAGEM
Outros Resíduos
REPROC.OU
Perigosos
RECICLAGEM
Solventes
REPROC.OU
halogenados gastos
RECICLAGEM
tipo 2
2,7
3,0
0,3
768,0
140,0
120,0
570,0
8,0
17,4
240,0
5,1
8,0
1,5
2,3
Descrição da
forma de
energia
potencial
evitável
aproveitada
evitada
potencial
evitável
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
potencial
evitável
potencial
evitável
potencial do
biogás
não obtido
não obtido
não obtido
indeterminada
indeterminada
indeterminada
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
Fator de
conversão
( MWh/t )
não obtido
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
Observações
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
0,47
70
3,8
não obtido
não obtido
não obtido
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
não obtido
Indeterminado
não obtido
continua...
205
TABELA H.7 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Hortolândia
conclusão.
Tipo
Descrição do
resíduo
Descrição da destinação
Quantidade
(t/ano)
F017
Resíduo e lodo de
tinta da pintura
industrial
OUTROS
5,0
REPROC.OU
RECICLAGEM
REPROC.OU
RECICLAGEM
EM TAMBORES
OUTROS SISTEMAS
5,0
F030
Óleo usado
F100
Fluídos dielétricos
K062 Banho de decapagem
exaurido
TOTAL GERAL
15,0
3,7
1,0
Descrição da
forma de
energia
Potencial
evitável
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
não obtido
não obtido
Fator de
conversão
( MWh/t )
Não obtido
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
3.067,9
442,9
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* % adotado de quantidade de resíduo passível de aproveitamento energético
206
19,0
Observações
TABELA H.8 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Indaiatuba
Tipo
Descrição do
resíduo
Descrição da destinação
Quantidade
(t/ano)
A001
Lixo de restaurante
LIXÃO MUNICIPAL
25,0
A002
Resíduo gerados
fora do processo
industrial
LIXÃO MUNICIPAL
159,1
INTERMEDIÁRIOS
25,0
Res. de varrição de
fábrica
Sucata de metais
ferrosos
LIXÃO MUNICIPAL
225,5
LIXÃO MUNICIPAL
110,0
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
2.883,0
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
25,3
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
18,0
807,3
LIXÃO MUNICIPAL
4,2
EM TAMBORES
4,5
INTERMEDIÁRIOS
45,9
FORNOS INDUSTRIAIS
12,0
INTERMEDIÁRIOS
20,0
LIXÃO MUNICIPAL
40,0
INTERMEDIÁRIOS
16,9
INTERMEDIÁRIOS
0,5
A003
A004
A005
A006
A007
A009
A010
Sucata de metais
não ferrosos
Res. de papel e
papelão
Res. de plásticos
polimerizados
Res. de madeira
Resíduo de
materiais têxteis
A010
A012
Escória de fundição
de alumínio
498,2
49,3
Descrição da
forma de
energia
potencial do
biogás
potencial
evitável
aproveitada
evitada
Fator de
conversão
( MWh/t )
0,73
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
70
3,5
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
1,1
50
23,2
50
27,7
5,3
50
0,9
5,3
50
1,0
3,5
Observações
7,3
indeterminada Indeterminado
potencial
evitável
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
potencial
evitável
potencial
evitável
aproveitada
evitada
aproveitada térmica
aproveitada
evitada
potencial
evitável
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
6,05
6,05
1.453,5
6,05
251,2
14,25
30,0
14,25
58,5
3,5
5,3
3,5
235,5
5,3
20,3
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
continua...
207
TABELA H.8 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Indaiatuba
continuação
Tipo
A013
A016
A017
A018
A019
A021
A099
A116
D001
D099
Descrição do
resíduo
Descrição da destinação
Quantidade
(t/ano)
Escória de fundição
de ferro e aço
LIXÃO MUNICIPAL
4,0
LIXÃO PARTICULAR
20,0
LIXÃO MUNICIPAL
LIXÃO MUNICIPAL
8,0
384,0
LIXÃO MUNICIPAL
Areia de fundição
Resíduo de
refratários e material
cerâmico
Res. Sólidos
compostos de metais
não tóxicos
Lodo com material
biológico não tóxico
Lodo contendo
substâncias não
tóxicas
Outros resíduos não
perigosos
(classe 2 e 3)
Resíduo contendo
dieldrin
Res. Perigoso
inflamável
Outros resíduos
perigosos
Descrição da
forma de
energia
potencial
evitável
potencial
evitável
não obtido
potencial
evitável
Fator de
conversão
( MWh/t )
não obtido
2,4
não obtido
não obtido
LIXÃO MUNICIPAL
20,0
0,47
70
0,5
OUTROS
1,6
0,47
70
0,0
EM TAMBORES
152,0
potencial do
biogás
potencial do
biogás
não obtido
LIXÃO MUNICIPAL
EM TAMBORES
REPROC.OU
RECICLAGEM
LIXÃO PARTICULAR
312,0
91,5
66,2
EM TAMBORES
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
1,4
74,0
EM TAMBORES
A GRANEL
CAÇAMBAS
FORNOS INDUSTRIAIS
158,7
0,4
210,0
4,7
REPROC.OU
RECICLAGEM
15,0
100,0
5,0
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
Observações
não obtido
não obtido
não obtido
indeterminada Indeterminado
indeterminada Indeterminado
aproveitada Indeterminado
evitada
não obtido
não obtido
não obtido
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
indeterminada
indeterminada
indeterminada
aproveitada térmica
aproveitada
evitada
não obtido
não obtido
não obtido
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
continua...
208
TABELA H.8 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Indaiatuba
conclusão.
Tipo
Descrição do
resíduo
Descrição da destinação
Quantidade
(t/ano)
F001
Solventes
halogenados gastos
tipo 1
REPROC.OU
RECICLAGEM
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
16,0
INTERMEDIÁRIOS
1,4
FORNOS INDUSTRIAIS
84,0
EM TAMBORES
5,2
LIXÃO MUNICIPAL
2,0
LIXÃO MUNICIPAL
2,0
EM TAMBORES
2,2
EM TAMBORES
2,2
EM TAMBORES
5,2
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
8,2
EM TAMBORES
3,0
F003
F006
F017
F030
K003
Solventes não
halogenados tipo 1
Lodo de trat. de
efluentes resultantes
da eletrodeposição
Resíduo e lodo de
tinta da pintura
industrial
Óleo usado
Lodo do trat. de
efluente do
pigmento laranja
TOTAL GERAL
16,0
1,4
1,0
Descrição da
forma de
energia
Aproveitada
evitada
Aproveitada
evitada
Aproveitada
evitada
Aproveitada
evitada
aproveitada –
térmica
não obtido
Fator de
conversão
( MWh/t )
não obtido
potencial
evitável
potencial
evitável
potencial
evitável
potencial
evitável
potencial
evitável
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
não obtido
não obtido
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
6.764,2
2.061,6
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* % adotado de quantidade de resíduo passível de aproveitamento energético
209
54,5
Observações
TABELA H.9 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Itatiba
Tipo
Descrição do
resíduo
Descrição da destinação
Quantidade
(t/ano)
A001
Lixo de restaurante
LIXÃO MUNICIPAL
50,0
LIXÃO MUNICIPAL
237,0
CALDEIRA
2,0
REPROC.OU
RECICLAGEM
LIXÃO MUNICIPAL
CALDEIRA
REPROC.OU
RECICLAGEM
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
5,0
A002 Resíduo gerados fora
do processo
industrial
A003
A004
Res. de varrição de
fábrica
Sucata de metais
ferrosos
A005 Sucata de metais não
ferrosos
A006
Res. de papel e
papelão
A007
Res. de plásticos
polimerizados
A010 Resíduo de materiais
têxteis
A017
Resíduo de
refratários e material
cerâmico
20,6
25,0
30,0
64,0
47,9
REPROC.OU
RECICLAGEM
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
355,4
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
76,5
LIXÃO MUNICIPAL
6,0
CALDEIRA
1,2
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
335,6
REPROC.OU
RECICLAGEM
120,0
15,6
253,4
31,8
110,0
Descrição da
Fator de
forma de
conversão
energia
( MWh/t )
0,73
potencial do
biogás
3,5
potencial
evitável
4,89
aproveitada térmica
3,5
aproveitada
evitada
indeterminada Indeterminado
indeterminada Indeterminado
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
70
50
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
2,1
Observações
34,6
considerou-se predominância de papel
0,8
1,5
indeterminada Indeterminado
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
potencial
evitável
aproveitada térmica
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
6,05
32,3
6,05
24,1
14,25
422,0
3,5
4,6
3,5
73,9
5,3
33,8
5,3
14,0
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
continua...
210
TABELA H.9 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Itatiba
conclusão.
Tipo
Descrição do
resíduo
Descrição da destinação
Quantidade
(t/ano)
A019
Lodo com material
biológico não tóxico
OUTROS
72,9
EM TAMBORES
801,7
INCINERADOR
INCINERADOR
1,0
25,0
LIXÃO MUNICIPAL
LIXÃO PARTICULAR
OUTROS
INCINERADOR
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
32,0
5,0
318,0
7,5
1.782,0
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
10,0
REPROC.OU
RECICLAGEM
FORNOS INDUSTRIAIS
920,6
REPROC.OU
RECICLAGEM
REPROC.OU
RECICLAGEM
1,5
REPROC.OU
RECICLAGEM
REPROC.OU
RECICLAGEM
REPROC.OU
RECICLAGEM
15,0
A021
A099
D001
D002
D099
F001
F017
F030
Lodo contendo
substâncias não
tóxicas
Outros resíduos não
perigosos
(classe 2 e 3)
Res. Perigoso
inflamável
Res. Perigoso
corrosivo
Outros Resíduos
Perigosos
Solventes
halogenados gastos
tipo 1
Resíduo e lodo de
tinta da pintura
industrial
Óleo usado
TOTAL GERAL
96,0
9,0
60,0
5,0
15,0
47,0
Descrição da
forma de
energia
potencial do
biogás
potencial do
biogás
da incineração
da incineração
Fator de
conversão
( MWh/t )
0,47
indeterminada
indeterminada
indeterminada
da incineração
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
aproveitada térmica
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
não obtido
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
70
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
2,0
0,47
70
22,0
5,48
não obtido
90
0,4
Indeterminado
não obtido
não obtido
não obtido
Indeterminado
Indeterminado
não obtido
não obtido
não obtido
6.011,2
607,0
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* % adotado de quantidade de resíduo passível de aproveitamento energético
211
61,1
Observações
Considerou-se PC do lixo
TABELA H.10 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Jaguariúna
Tipo
Descrição do
resíduo
Descrição da destinação
A001
Lixo de restaurante
LIXÃO MUNICIPAL
A002 Resíduo gerados fora
do processo
industrial
A003
A006
A007
Res. de varrição de
fábrica
Res. de papel e
papelão
Res. de plásticos
polimerizados
ALIMENTAÇÃO DE
ANIMAIS
LIXÃO MUNICIPAL
INTERMEDIÁRIOS
ALIMENTAÇÃO DE
ANIMAIS
INTERMEDIÁRIOS
REPROC.OU RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
A011
Resíduo de minerais
não metálicos
A019 Lodo com material
biológico não tóxico
A022
Res. Pastosos
contendo substâncias
não tóxicas
A099 Outros resíduos não
perigosos
(classe 2 e 3)
F030
Óleo usado
TOTAL GERAL
REPROC.OU RECICLAGEM
FERTIRRIGAÇÃO/"LANDFA
RMIN
FERTIRRIGAÇÃO/"LANDFA
RMIN
Quantidade Descrição da
Fator de
(t/ano)
forma de
conversão
energia
( MWh/t )
21,0
0,73
potencial do
biogás
não obtido
18,0
aproveitada
evitada
29,5
3,5
potencial
evitável
3,5
160,0
aproveitada
evitada
758,0
aproveitada Indeterminado
evitada
84,0
3,5
aproveitada
evitada
15,0
5,3
aproveitada
evitada
5,3
89,0
aproveitada
evitada
741,3
não obtido
aproveitada
evitada
6.147,0
Não disponível
para aproveit.
19.535,0 Não disponível
para aproveit.
ALIMENTAÇÃO DE
ANIMAIS
REPROC.OU RECICLAGEM
43.140,0
FERTIRRIGAÇÃO/"LANDFA
RMIN
INTERMEDIÁRIOS
579,0
REPROC.OU RECICLAGEM
4,0
302,0
600,0
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
Não disponível
para aproveit.
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
70
50
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
0,9
4,3
46,7
24,5
6,6
39,3
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
não obtido
72.222,8
117,1
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* % adotado de quantidade de resíduo passível de aproveitamento energético
212
5,2
Observações
TABELA H.11 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Monte Mor
Tipo
Descrição do
resíduo
Descrição da destinação
A001
Lixo de restaurante
ALIMENTAÇÃO DE
ANIMAIS
INTERMEDIÁRIOS
A006
Res. de papel e
papelão
TOTAL GERAL
Quantidade Descrição da
(t/ano)
forma de
energia
130,0
aproveitada
evitada
50,0
aproveitada
evitada
180,0
Fator de
conversão
( MWh/t )
não obtido
3,5
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
14,6
14,6
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* % adotado de quantidade de resíduo passível de aproveitamento energético
213
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
Observações
TABELA H.12 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Nova Odessa
Tipo Descrição do resíduo
Descrição da destinação
A001
ALIMENTAÇÃO DE
ANIMAIS
ATERRO MUNICIPAL
Lixo de restaurante
A002 Resíduo gerados fora
do processo industrial
INTERMEDIÁRIOS
A003
A004
A006
A007
Res. de varrição de
fábrica
Sucata de metais
ferrosos
Res. de papel e
papelão
Res. de plásticos
polimerizados
ATERRO MUNICIPAL
Quantidade Descrição da
Fator de
(t/ano)
forma de
conversão
energia
( MWh/t )
115,0
não obtido
aproveitada
evitada
22,2
3,5
potencial
evitável
2,3
3,5
aproveitada
evitada
20,0
indeterminada Indeterminado
OUTROS
218,4
INTERMEDIÁRIOS
6,4
ATERRO MUNICIPAL
2.187,0
REPROC.OU RECICLAGEM
131,8
INTERMEDIÁRIOS
48,0
ATERRO MUNICIPAL
168,0
REPROC.OU RECICLAGEM
0,3
INTERMEDIÁRIOS
0,7
A009
Res. de madeira
CALDEIRA
20,6
A010
Resíduo de materiais
têxteis
ATERRO MUNICIPAL
580,0
QUEIMA A CEU ABERTO
19,4
REPROC.OU RECICLAGEM
1,0
INTERMEDIÁRIOS
94,8
ATERRO INDUSTRIAL
OUTROS
41,5
22,4
A016
Areia de fundição
A017 Resíduo de refratários
e material cerâmico
potencial
evitável
aproveitada
evitada
potencial
evitável
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
potencial
evitável
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
aproveitada térmica
potencial
evitável
potencial
evitável
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
não obtido
potencial
evitável
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
50
3,2
50
55,1
50
318,9
50
37,1
Observações
0,7
6,05
6,05
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
110,1
3,5
3,5
38,4
3,5
14,0
5,3
5,3
0,1
5,3
0,3
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
continua...
214
TABELA H.12 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Nova Odessa
conclusão.
Tipo Descrição do resíduo
A019
A021
A099
D001
D004
D099
F001
F006
F030
Lodo com material
biológico não tóxico
Lodo contendo
substâncias não
tóxicas
Outros resíduos não
perigosos (classe 2 e
3)
Res. Perigoso
inflamável
Res. Perigoso
Patogênico
Outros Resíduos
Perigosos
Solventes
halogenados gastos
tipo 1
Lodo de trat. de
efluentes resultantes
da eletrodeposição
Óleo usado
TOTAL GERAL
Descrição da destinação
Quantidade Descrição da
Fator de
(t/ano)
forma de
conversão
energia
( MWh/t )
OUTROS
190,4
0,47
potencial do
biogás
OUTROS SISTEMAS
24,0
0,47
potencial do
biogás
EM TAMBORES
16,0
não obtido
não obtido
INTERMEDIÁRIOS
0,2
não obtido
aproveitada
evitada
ATERRO MUNICIPAL
0,4
indeterminada Indeterminado
OUTROS
14,4
indeterminada Indeterminado
EM TAMBORES
111,5
indeterminada Indeterminado
REPROC.OU RECICLAGEM
0,2
não obtido
aproveitada
evitada
ATERRO MUNICIPAL
86,0
da incineração não obtido
ATERRO INDUSTRIAL
REPROC.OU RECICLAGEM
0,2
48,0
REPROC.OU RECICLAGEM
528,0
EM TAMBORES
OUTROS TRATAMENTOS
66,3
0,2
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
REPROC.OU RECICLAGEM
80,0
não obtido
INTERMEDIÁRIOS
45,5
INTERMEDIÁRIOS
1,2
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
70
70
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
5,2
0,7
indeterminada Indeterminado
aproveitada Indeterminado
evitada
não obtido
aproveitada
evitada
não obtido
não obtido
4.912,3
163,7
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* % adotado de quantidade de resíduo passível de aproveitamento energético
215
420,2
Observações
TABELA H.13 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Paulínia
Tipo Descrição do resíduo Descrição da destinação
A001
A002
A003
A004
A005
A006
Lixo de restaurante
Resíduo gerados fora
do processo industrial
Res. de varrição de
fábrica
Sucata de metais
ferrosos
Sucata de metais não
ferrosos
Res. de papel e
papelão
Quantidade
(t/ano)
ATERRO MUNICIPAL
37,6
ALIMENTAÇÃO DE
ANIMAIS
ATERRO MUNICIPAL
232,5
ATERRO INDUSTRIAL
48,0
LIXÃO MUNICIPAL
25,5
ATERRO MUNICIPAL
LIXÃO PARTICULAR
EM TAMBORES
INCINERADOR DE
CAMARA
FORNOS INDUSTRIAIS
12,0
400,0
2,5
14,0
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
484,0
1.512,5
LIXÃO PARTICULAR
6,0
INTERMEDIÁRIOS
1,2
ATERRO MUNICIPAL
4,2
ATERRO INDUSTRIAL
180,0
EM TAMBORES
0,1
INCINERADOR DE
CAMARA
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
20,0
20,0
12,0
130,0
105,8
Descrição da
forma de
energia
potencial do
biogás
aproveitada
evitada
potencial
evitável
potencial
evitável
potencial
evitável
indeterminada
indeterminada
indeterminada
da incineração
Fator de
conversão
( MWh/t )
0,47
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
1,0
Observações
não obtido
3,5
50
2,9
3,5
50
7,0
3,5
50
3,7
50
3,6
50
0,6
50
26,3
50
0,0
90
7,3
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
aproveitada - Indeterminado
térmica
6,05
aproveitada
evitada
6,05
aproveitada
evitada
14,25
potencial
evitável
14,25
aproveitada
evitada
3,5
potencial
evitável
3,5
potencial
evitável
3,5
potencial
evitável
4,89
da incineração
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
70
244,0
762,6
1,4
3,5
37,9
3,5
30,9
continua...
216
TABELA H.13 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Paulínia
continuação
Tipo Descrição do resíduo Descrição da destinação
A007
Res. de plásticos
polimerizados
Quantidade
(t/ano)
ATERRO MUNICIPAL
1,0
A GRANEL
3,0
INCINERADOR
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
1,2
84,6
271,8
A008
Res. de borracha
EM TAMBORES
0,6
A009
Res. de madeira
CALDEIRA
1,0
REPROC.OU
RECICLAGEM
EM TAMBORES
156,0
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
47,0
203,6
LIXÃO PARTICULAR
12,0
EM TAMBORES
270,0
ATERRO MUNICIPAL
4,0
OUTROS
0,8
EM TAMBORES
84,0
A GRANEL
2.184,0
INCINERADOR DE
CAMARA
FERTIRRIGAÇÃO/"LAND
FARMIN
2,0
A010
A011
Resíduo de materiais
têxteis
Resíduo de minerais
não metálicos
A017 Resíduo de refratários
e material cerâmico
A019
Lodo com material
biológico não tóxico
0,8
24,0
Descrição da
forma de
energia
potencial
evitável
potencial
evitável
da incineração
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
potencial
evitável
aproveitada térmica
aproveitada
evitada
potencial
evitável
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
potencial
evitável
potencial
evitável
potencial do
biogás
potencial do
biogás
potencial do
biogás
potencial do
biogás
da incineração
Fator de
conversão (
MWh/t )
5,3
Não disponível
para aproveit.
-
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
50
5,3
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
0,2
50
0,7
0,47
70
0,1
0,47
70
0,0
0,47
70
2,3
0,47
70
59,9
5,48
90
0,8
não obtido
5,3
37,4
5,3
120,0
Observações
não obtido
5,56
0,5
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
continua...
217
TABELA H.13 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Paulínia
continuação
Tipo Descrição do resíduo Descrição da destinação
A021
Lodo contendo
substâncias não
tóxicas
A099
Outros resíduos não
perigosos
(classe 2 e 3)
D001
D002
Res. Perigoso
inflamável
Res. Perigoso
corrosivo
Quantidade
(t/ano)
EM TAMBORES
A GRANEL
OUTROS SISTEMAS
LAGOAS
ATERRO MUNICIPAL
ATERRO INDUSTRIAL
LIXÃO PARTICULAR
OUTROS
EM TAMBORES
A GRANEL
INCINERADOR
FORNOS INDUSTRIAIS
36,0
400,0
500,0
7.200,0
842,4
24,0
1.080,4
10.072,6
212,8
1,1
637,0
30,0
CALDEIRA
120,0
REPROC.OU
RECICLAGEM
TRATAMENTO
BIOLÓGICO
OUTROS TRATAMENTOS
INTERMEDIÁRIOS
3.407,5
4.810,0
200,0
85,0
EM TAMBORES
INCINERADOR
CALDEIRA
0,5
7.200,0
1.092,0
REPROC.OU
RECICLAGEM
EM TAMBORES
LAGOAS
REPROC.OU
RECICLAGEM
120,0
1,0
700,0
1.520,0
Descrição da
forma de
energia
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
indeterminada
indeterminada
indeterminada
indeterminada
indeterminada
indeterminada
da incineração
aproveitada térmica
aproveitada térmica
aproveitada
evitada
indeterminada
Fator de
conversão
( MWh/t )
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
Observações
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
indeterminada Indeterminado
aproveitada Indeterminado
evitada
não obtido
não obtido
não obtido
da incineração
não obtido
aproveitada térmica
não obtido
aproveitada
evitada
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
aproveitada
evitada
continua...
218
TABELA H.13 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Paulínia
conclusão.
Tipo Descrição do resíduo Descrição da destinação
D099
F003
F004
F030
K022
Outros Resíduos
Perigosos
Solventes não
halogenados tipo 1
Solventes não
halogenados tipo 2
Óleo usado
Quantidade
(t/ano)
ATERRO INDUSTRIAL
ATERRO INDUSTRIAL
EM TAMBORES
TANQUES
OUTROS SISTEMAS
INCINERADOR
INCINERADOR DE
CAMARA
FORNOS INDUSTRIAIS
30,0
148,0
239,5
17,5
0,6
2.153,0
139,4
CALDEIRA
192,0
REPROC.OU
RECICLAGEM
TRATAMENTO
BIOLÓGICO
FERTIRRIGAÇÃO/"LAND
FARMIN
CALDEIRA
2.091,0
356,0
1.859,0
1.680,0
200,0
INCINERADOR
250,0
INCINERADOR
REPROC.OU
RECICLAGEM
EM TAMBORES
CALDEIRA
4,0
25,0
Res. de fundo de
destilação com
alcatrões
K051 lodos de separadores
EM TAMBORES
de óleo de refino de FERTIRRIGAÇÃO/"LAND
petróleo
FARMIN
K083 Fundo de destilação
EM TAMBORES
da produção de anilina
K207
Borra ácida do reTANQUES
refino de óleos usados
K208 Borra neutra do reTANQUES
refino de óleos usados
TOTAL GERAL
Descrição da
forma de
energia
indeterminada
indeterminada
indeterminada
indeterminada
indeterminada
da incineração
da incineração
Fator de
conversão (
MWh/t )
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
aproveitada térmica
aproveitada térmica
aproveitada
evitada
indeterminada
Indeterminado
Não disponível
para aproveit.
Aproveitada térmica
da incineração
-
Indeterminado
Indeterminado
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
2,4
22,9
não obtido
não obtido
35,2
não obtido
não obtido
1.764,0
1.850,0
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
Indeterminado
da incineração
aproveitada
evitada
não obtido
aproveitada térmica
não obtido
Não disponível
para aproveit.
não obtido
2,4
5.340,0
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
não obtido
não obtido
não obtido
65.293,5
1.234,6
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* % adotado de quantidade de resíduo passível de aproveitamento energético
219
116,5
Observações
TABELA H.14 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Pedreira
Tipo
Descrição do resíduo
Descrição da destinação
Quantidade
(t/ano)
Descrição da
forma de
energia
Fator de
conversão
( MWh/t )
A001
Lixo de restaurante
2,0
Resíduo gerados fora do
processo industrial
Res. de varrição de
fábrica
Sucata de metais
ferrosos
Res. de papel e papelão
OUTROS
1,0
aproveitada
evitada
potencial
evitável
indeterminada
não obtido
A002
ALIMENTAÇÃO DE
ANIMAIS
LIXÃO MUNICIPAL
INTERMEDIÁRIOS
36,0
INTERMEDIÁRIOS
4,0
OUTROS
EM TAMBORES
A003
A004
A006
A021
Lodo contendo
substâncias não tóxicas
F006
Lodo de trat. de
efluentes resultantes da
eletrodeposição
TOTAL GERAL
1,0
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
3,5
50
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
0,1
Indeterminado
6,05
18,2
3,5
1,2
9.850,0
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
não obtido
não obtido
6,0
não obtido
não obtido
9.900,0
19,3
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* % adotado de quantidade de resíduo passível de aproveitamento energético
220
0,1
Observações
TABELA H.15 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Santa Bárbara D'Oeste
Tipo
Descrição do resíduo
Descrição da destinação
Quantidade
(t/ano)
Descrição da
forma de
energia
Fator de
conversão
( MWh/t )
A001
Lixo de restaurante
ATERRO MUNICIPAL
2,5
A002
ATERRO MUNICIPAL
9,4
A003
A004
Resíduo gerados fora do
processo industrial
Res. de varrição de fábrica
Sucata de metais ferrosos
ATERRO MUNICIPAL
INTERMEDIÁRIOS
8,0
25,0
A005
Sucata de metais não ferrosos
INTERMEDIÁRIOS
1,5
A006
Res. de papel e papelão
INTERMEDIÁRIOS
54,0
INTERMEDIÁRIOS
8,3
potencial do
biogás
Potencial
evitável
indeterminada
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
potencial
evitável
potencial
evitável
aproveitada
evitada
potencial
evitável
A007 Res. de plásticos polimerizados
A009
Res. de madeira
ATERRO MUNICIPAL
3,0
A010
Resíduo de materiais têxteis
ATERRO MUNICIPAL
4,5
INTERMEDIÁRIOS
38,9
OUTROS
750,0
OUTROS
OUTROS
4.900,0
64,0
EM TAMBORES
50,8
EM TAMBORES
A013
A016
A019
Escória de fundição de ferro e
aço
Areia de fundição
Lodo com material biológico
não tóxico
A021 Lodo contendo substâncias não
tóxicas
A099 Outros resíduos não perigosos
(classe 2 e 3)
A416
Resíduo contendo dieldrin
D099
Outros Resíduos Perigosos
F008
Lodos de fundo tanque de
banhos de tratamento
superficial
F010
Lodo de banho de têmpera
F017
Resíduo e lodo de tinta da
pintura industrial
TOTAL GERAL
Energia
Aproveitada
( MWh/mês )
Quantidade
adotada
(%)*
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
0,73
70
0,1
3,5
50
1,4
Indeterminado
6,05
12,6
14,25
1,8
3,5
15,8
5,3
3,7
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
0,47
70
1,8
0,47
70
1,4
3,5
potencial do
biogás
potencial do
biogás
não obtido
não obtido
OUTROS
464,0
indeterminada
Indeterminado
OUTROS
EM TAMBORES
EM TAMBORES
3.621,0
2,6
0,5
não obtido
indeterminada
não obtido
não obtido
Indeterminado
não obtido
EM TAMBORES
EM TAMBORES
3,6
8,8
não obtido
potencial
evitável
não obtido
não obtido
10.023,9
33,8
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* % adotado de quantidade de resíduo passível de aproveitamento energético
221
4,6
Observações
TABELA H.16 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Santo Antônio da Posse
Tipo
Descrição do resíduo
Descrição da
destinação
K207
Borra ácida do re-refino de
óleos usados
Borra neutra do re-refino de
óleos usados
TOTAL GERAL
TANQUES
K208
Quantidade Descrição da
(t/ano)
forma de
energia
Fator de
conversão
( MWh/t )
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
13,4
A GRANEL
56,6
70,0
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* % adotado de quantidade de resíduo passível de aproveitamento energético
222
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
Observações
TABELA H.17 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Sumaré
Tipo
Descrição do resíduo
Descrição da
destinação
Quantidade
(t/ano)
A001
Lixo de restaurante
LIXÃO MUNICIPAL
24,0
ALIMENTAÇÃO DE
ANIMAIS
OUTROS
732,7
ATERRO
MUNICIPAL
LIXÃO MUNICIPAL
15,6
A002
Resíduo gerados fora do
processo industrial
A003
Res. de varrição de fábrica
A004
Sucata de metais ferrosos
QUEIMA A CEU
ABERTO
ATERRO
MUNICIPAL
LIXÃO MUNICIPAL
OUTROS
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
A005
A006
A007
Sucata de metais não ferrosos
Res. de papel e papelão
Res. de plásticos
polimerizados
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
15,0
795,4
12,2
0,5
87,4
5.600,0
70,8
803,2
50,0
1.037,0
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
302,0
LIXÃO MUNICIPAL
5,0
EM TAMBORES
5,4
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
35,4
426,6
208,4
Descrição da
forma de
energia
Fator de
conversão (
MWh/t )
Energia
Quantidade
Aproveitada (
adotada
MWh/mês )
(%)*
0,73
potencial do
biogás
não obtido
aproveitada
evitada
0,73
potencial do
biogás
3,5
potencial
evitável
3,5
potencial
evitável
3,5
potencial
evitável
indeterminada Indeterminado
indeterminada Indeterminado
6,05
potencial
evitável
6,05
aproveitada
evitada
6,05
aproveitada
evitada
14,25
aproveitada
evitada
14,25
aproveitada
evitada
3,5
aproveitada
evitada
3,5
aproveitada
evitada
5,3
potencial
evitável
5,3
potencial
evitável
5,3
aproveitada
evitada
5,3
aproveitada
evitada
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
70
1,0
70
0,6
50
2,3
50
116,0
50
1,8
50
1.411,7
50
1,1
50
1,2
Observações
35,7
404,9
59,4
1.231,4
88,1
124,4
15,6
92,0
continua...
223
TABELA H.17 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Sumaré
continuação
Tipo
Descrição do resíduo
Descrição da
destinação
Quantidade
(t/ano)
Descrição da
forma de
energia
Fator de
conversão
( MWh/t )
A008
Res. de borracha
ATERRO
MUNICIPAL
LIXÃO MUNICIPAL
25,0
não obtido
180,0
LIXÃO MUNICIPAL
0,5
FORNOS
INDUSTRIAIS
INTERMEDIÁRIOS
180,0
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
50,0
32,0
EM TAMBORES
0,4
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
3,0
0,1
OUTROS
12.000,0
INTERMEDIÁRIOS
2.400,0
LIXÃO
PARTICULAR
LIXÃO
PARTICULAR
OUTROS
15,0
potencial
evitável
potencial
evitável
potencial
evitável
potencial
evitável
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
potencial
evitável
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
potencial
evitável
aproveitada
evitada
não obtido
190,0
0,47
70
5,2
0,47
70
0,4
EM TAMBORES
12,0
potencial do
biogás
potencial do
biogás
não obtido
A009
A010
A011
Res. de madeira
Resíduo de materiais têxteis
Resíduo de minerais não
metálicos
A013 Escória de fundição de ferro e
aço
A017
Resíduo de refratários e
material cerâmico
A018
Res. Sólidos compostos de
metais não tóxicos
A019 Lodo com material biológico
não tóxico
A021
Lodo contendo substâncias
não tóxicas
159,0
16,4
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
Observações
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
continua...
224
TABELA H.17 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Sumaré
continuação
Tipo
Descrição do resíduo
A099 Outros resíduos não perigosos
(classe 2 e 3)
A116
D001
Descrição da
destinação
Quantidade
(t/ano)
ATERRO
MUNICIPAL
LIXÃO
PARTICULAR
OUTROS
EM TAMBORES
TANQUES
OUTROS SISTEMAS
INTERMEDIÁRIOS
60,0
indeterminada Indeterminado
10,0
indeterminada Indeterminado
19,0
1,0
10,0
1,0
310,5
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
661,5
indeterminada
indeterminada
indeterminada
indeterminada
aproveitada
evitada
não obtido
não obtido
aproveitada
evitada
da incineração
indeterminada
indeterminada
da incineração
aproveitada
evitada
potencial
evitável
não obtido
Resíduo contendo dieldrin
Res. Perigoso inflamável
OUTROS
OUTROS SISTEMAS
REPROC.OU
RECICLAGEM
D004
Res. Perigoso Patogênico
LIXÃO MUNICIPAL
D099
Outros Resíduos Perigosos LIXÃO MUNICIPAL
EM TAMBORES
INCINERADOR
REPROC.OU
RECICLAGEM
F001 Solventes halogenados gastos
EM TAMBORES
tipo 1
F006
Lodo de trat. de efluentes
EM TAMBORES
resultantes da eletrodeposição
3.500,0
0,1
120,0
0,1
0,1
116,4
210,0
200,3
3,6
Descrição da
forma de
energia
Fator de
conversão
( MWh/t )
não obtido
não obtido
EM TAMBORES
1,2
não obtido
não obtido
F017
Resíduo e lodo de tinta da
pintura industrial
LIXÃO
PARTICULAR
EM TAMBORES
1,5
não obtido
TANQUES
80,0
potencial
evitável
potencial
evitável
potencial
evitável
Óleo usado
Observações
não obtido
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
Indeterminado
Soluções de cianeto exauridas
F030
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
não obtido
não obtido
não obtido
F011
1,8
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
não obtido
não obtido
continua...
225
TABELA H.17 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Sumaré
conclusão.
Tipo
Descrição do resíduo
F030
K061
K062
K078
Lodo ou poeira da produção
de aço primário
Banho de decapagem
exaurido
res. De limpeza com solvente
TOTAL GERAL
Descrição da
destinação
Quantidade
(t/ano)
Descrição da
forma de
energia
Fator de
conversão
( MWh/t )
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
42,0
não obtido
13,6
OUTROS
20,0
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
não obtido
EM TAMBORES
6,0
não obtido
não obtido
REPROC.OU
RECICLAGEM
254,2
aproveitada
evitada
não obtido
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
não obtido
não obtido
31.184,1
2.051,6
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* % adotado de quantidade de resíduo passível de aproveitamento energético
226
1.541,3
Observações
TABELA H.18 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Valinhos
Tipo
Descrição do resíduo
A001
Lixo de restaurante
A002
A003
A004
A005
A006
A007
A009
A010
A019
Resíduo gerados fora do
processo industrial
Descrição da destinação Quantidade
(t/ano)
ATERRO MUNICIPAL
52,8
ALIMENTAÇÃO DE
ANIMAIS
ATERRO MUNICIPAL
136,0
INTERMEDIÁRIOS
140,7
Res. de varrição de fábrica ATERRO MUNICIPAL
Sucata de metais ferrosos
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
Sucata de metais não
ferrosos
Res. de papel e papelão
Res. de plásticos
polimerizados
Res. de madeira
Resíduo de materiais
têxteis
Lodo com material
biológico não tóxico
121,4
855,1
8.655,2
470,0
REPROC.OU
RECICLAGEM
ATERRO MUNICIPAL
18,0
INTERMEDIÁRIOS
700,0
ATERRO MUNICIPAL
48,3
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
47,8
71,8
ATERRO MUNICIPAL
14,0
FORNOS
INDUSTRIAIS
ATERRO MUNICIPAL
95,0
ATERRO MUNICIPAL
1.286,0
OUTROS
840,0
A021 Lodo contendo substâncias ATERRO MUNICIPAL
não tóxicas
OUTROS
EM TAMBORES
15,0
0,5
183,0
17.040,0
20,0
Descrição da
Fator de
forma de
conversão
energia
( MWh/t )
0,73
potencial do
biogás
não obtido
aproveitada
evitada
3,5
potencial
evitável
3,5
aproveitada
evitada
indeterminada Indeterminado
6,05
aproveitada
evitada
6,05
aproveitada
evitada
14,25
aproveitada
evitada
3,5
potencial
evitável
3,5
aproveitada
evitada
5,3
potencial
evitável
5,3
aproveitada
evitada
5,3
aproveitada
evitada
não obtido
potencial
evitável
5,56
aproveitada térmica
não obtido
potencial
evitável
0,47
potencial do
biogás
0,47
potencial do
biogás
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
70
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
2,2
50
17,7
50
2,2
50
10,7
70
35,3
70
23,0
Observações
41,0
4.363,7
237,0
21,4
204,2
21,1
31,7
44,0
continua...
227
TABELA H.18 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Valinhos
conclusão.
Tipo
Descrição do resíduo
Descrição da destinação Quantidade
(t/ano)
A099
Outros resíduos não
perigosos (classe 2 e 3)
ATERRO MUNICIPAL
REPROC.OU
RECICLAGEM
TRATAMENTO
BIOLÓGICO
INTERMEDIÁRIOS
15.771,3
1.610,0
INCINERADOR
OUTROS
TRATAMENTOS
EM TAMBORES
REPROC.OU
RECICLAGEM
EM TAMBORES
4,0
0,1
D004
Res. Perigoso Patogênico
D099 Outros Resíduos Perigosos
F006
F017
F030
Lodo de trat. de efluentes
resultantes da
eletrodeposição
Resíduo e lodo de tinta da
pintura industrial
Óleo usado
TOTAL GERAL
REPROC.OU
RECICLAGEM
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
300,0
19,0
3,0
69,8
1,5
0,8
15,0
8,4
Descrição da
Fator de
forma de
conversão
energia
( MWh/t )
indeterminada Indeterminado
aproveitada Indeterminado
evitada
indeterminada Indeterminado
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
aproveitada Indeterminado
evitada
da incineração não obtido
da incineração não obtido
Aproveit. térmico para incineração
indeterminada Indeterminado
aproveitada Indeterminado
evitada
não obtido
não obtido
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
não obtido
não obtido
não obtido
48.613,5
4.964,0
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* % adotado de quantidade de resíduo passível de aproveitamento energético
228
Observações
91,1
TABELA H.19 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Vinhedo
Tipo
Descrição do resíduo
Descrição da destinação
Quantidade
(t/ano)
A001
Lixo de restaurante
ATERRO MUNICIPAL
99,0
ALIMENTAÇÃO DE
ANIMAIS
ATERRO MUNICIPAL
3,6
402,6
ATERRO MUNICIPAL
291,2
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
78,0
ATERRO MUNICIPAL
1,2
ATERRO MUNICIPAL
45,4
REPROC.OU
RECICLAGEM
INTERMEDIÁRIOS
27,0
790,7
ATERRO MUNICIPAL
21,2
REPROC.OU
RECICLAGEM
REPROC.OU
RECICLAGEM
ATERRO MUNICIPAL
63,0
A002
A003
A004
Resíduo gerados fora
do processo industrial
Res. de varrição de
fábrica
Sucata de metais
ferrosos
A005
Sucata de metais não
ferrosos
A006 Res. de papel e papelão
A007
A009
Res. de plásticos
polimerizados
Res. de madeira
A011
Resíduo de minerais
não metálicos
A017 Resíduo de refratários e
material cerâmico
A018 Res. Sólidos compostos
de metais não tóxicos
A019
Lodo com material
biológico não tóxico
A021
Lodo contendo
substâncias não tóxicas
18,1
122,0
37,0
REPROC.OU
RECICLAGEM
ATERRO MUNICIPAL
2,4
42,0
OUTROS
4,0
EM TAMBORES
3,6
TRATAMENTO
BIOLÓGICO
ATERRO MUNICIPAL
Descrição da
Fator de
forma de
conversão
energia
( MWh/t )
0,73
potencial do
biogás
não obtido
aproveitada
evitada
3,5
potencial
evitável
indeterminada Indeterminado
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
potencial
evitável
potencial
evitável
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
potencial
evitável
aproveitada
evitada
aproveitada
evitada
potencial
evitável
aproveitada
evitada
não obtido
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
70
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
4,2
50
78,7
14,25
50
0,7
3,5
50
6,6
50
4,7
0,47
70
0,1
0,47
70
0,1
6,05
39,3
6,05
9,1
3,5
7,9
3,5
230,6
5,3
Observações
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
não obtido
240,0
potencial do
biogás
potencial do
biogás
não obtido
não obtido
78,0
não obtido
não obtido
continua...
229
TABELA H.19 Energia associada a resíduo sólido industrial no Município de Vinhedo
conclusão.
Tipo
Descrição do resíduo
Descrição da destinação
Quantidade
(t/ano)
A099
Outros resíduos não
perigosos (classe 2 e 3)
ATERRO MUNICIPAL
ALIMENTAÇÃO DE
ANIMAIS
REPROC.OU
RECICLAGEM
REPROC.OU
RECICLAGEM
FORNOS INDUSTRIAIS
533,6
509,0
D001
Res. Perigoso
inflamável
D099
Outros Resíduos
Perigosos
TOTAL GERAL
153,0
43,4
12,0
Descrição da
Fator de
forma de
conversão
energia
( MWh/t )
indeterminada Indeterminado
aproveitada Indeterminado
evitada
não obtido
aproveitada
evitada
não obtido
aproveitada
evitada
aproveitada - Indeterminado
térmica
3.621,0
Energia
Quantidade
Aproveitada
adotada
( MWh/mês )
(%)*
286,9
Fonte: Elaborado com base em Cetesb (2003c) e Cetesb (2003d)
* % adotado de quantidade de resíduo passível de aproveitamento energético
230
Energia a
Aproveitar
(MWh/mês)
75,2
Observações
231
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Metodologia para estimativa da energia associada ao