SOLDAGEM COM ELETRODO REVESTIDO www.ivanilzafelizardo.com // [email protected] MATERIAL DIDÁTICO – APOSTILA (coletânea de informações retiradas de diversas bibliografias) Profa. Ivanilza Felizardo, Dra Prof. Alexandre Queiroz Bracarense, PhD PROCESSO DE SOLDAGEM COM ELETRODO REVESTIDO
Shield Metal Arc Welding – SMAW
1. INTRODUÇÃO
Dos processos de soldagem a arco, o processo com eletrodo revestido é o mais simples. O investimento em equipamentos é relativamente baixo e os eletrodos são facilmente encontrados no
mercado. Uma grande vantagem deste processo é o controle da composição química do revestimento, através do qual se consegue uma vasta gama de consumíveis e um maior controle da microestrutura e das propriedades do metal de solda.
É um dos processos a arco mais utilizados na soldagem de aços baixo carbono, aços de baixa,
média e alta liga, aço inoxidável, ferros fundidos, alumínio, cobre, níquel e ligas destes. Diferentes
combinações de metais dissimilares podem ser soldadas com eletrodo revestido. É também o
processo mais utilizado na soldagem subaquática. Pode ser usado em todas as posições, inclusive sobrecabeça, em metal de base com espessura entre 3,0 mm a 40 mm e em áreas de acesso
limitado. Para espessuras inferiores a 2 mm, o material é facilmente perfurados pelo calor do arco,
antes da formação da poça de fusão. Para espessuras muito grandes a baixa produtividade do
processo pode ser um fator limitante. Metais de baixo ponto de fusão como o estanho, zinco,
chumbo e suas ligas não são soldados pelo SMAW, pois a intensidade do calor do arco é muito
alta para eles. Este processo também não é adequado para metais refratários ou muito reativos
como o titânio, zircônio, molibdênio, nióbio e o tântalo, pois os elementos fornecidos pelo revestimento não evitam a contaminação do oxigênio na solda.
A grande limitação do processo de soldagem com eletrodo revestido é o fato de se tratar de um
processo manual, cujo nível de habilidade do soldador é fundamental para se obter uma solda de
qualidade. Alguns centros de pesquisa, em especial o LRSS do DEMEC/UFMG, buscam a mecanização e até mesmo a robotização do processo com eletrodo revestido. Destaca-se que existem
pessoas que são favoráveis e defensoras da proposta de tornar possível a soldagem robotizada
com eletrodo revestido, existem os indiferentes e os que acham absurdo e totalmente sem propósito. Alguns dizem que o processo de soldagem com eletrodo revestido está ultrapassado e em
decadência, porém outros dizem que é ainda extremamente utilizado e indispensável. Ainda há os
que acham que a grande desvantagem deste processo, em relação aos demais, é o fato de ser
um processo manual, “precisando robotizá-lo”.
Dos processos de soldagem robotizados, o mais utilizado é o processo de soldagem a arco elétrico com proteção gasosa e eletrodo consumível, o GMAW (Gas Metal Arc Welding), comumente
conhecido como MIG/MAG. Entretanto, existe uma preocupação relativa à inexistência no mercado de consumíveis/arames sólidos (Figura1a) que possam soldar todos os materiais utilizados nas
indústrias. Por outro lado, a gama de consumíveis existente no mercado para o processo com
eletrodo revestido (Figura1b) é imensa, possibilitando a soldagem dos mais diversos materiais e
nas mais diversas posições. Além de ser o processo mais utilizado na soldagem subaquática
(principal aplicação para a soldagem robotizada com eletrodo revestido).
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(
(coletânea de
e informações retiradas dee diversas bib
bliografias) (a))
2
(b
b)
Figu
ura 1 – Algu
uns tipos de
e consumíve
eis para a soldagem
s
a arco
(a) arame
a
sólido
o
(b) eletrodo
e
reve
estido
ada por alg
gumas pesssoas, que pode
p
dificulttar a robotizzação do processo de
e
Uma questão, levanta
do revestido
o é o fato de
d se tratar de um proc
cesso interm
mitente. Porrém, a apli-soldagem com eletrod
r
AW nas indú
ústrias, prin
ncipalmente
e
com o proccesso GMA
cação expressiva da soldagem robotizada
obilística, é a execução
o de cordõe
es de solda curtos de um
u único pa
asse, aproximadamen-na automo
te 50 mm d
de comprim
mento. Este tipo de apliicação viabiliza a realizzação deste
es cordões com o pro-cesso de ssoldagem com
c
eletrodo revestido
o. Tem-se ainda
a
que se
s for consid
derada toda
a a diversi-dade de co
omposição química do
os eletrodoss revestidos, existe uma gama mu
uito maior de
e aplicação
o
do processso com eletrodo revesttido do que com o proccesso GMA
AW.
v
pa
ara tornar a soldagem robotizada
a com eletro
odo revesti-Há várias dificuldadess a serem vencidas
alidade, podendo citarr: (a) troca do
d eletrodo; (b) abertura e fecham
mento do arrco elétrico;;
do uma rea
(c) remoçã
ão de escórria e (d) variação da velocidade
v
d avanço e, principalmente, da velocidade
de
e
de mergulh
ho do eletro
odo durante
e a soldagem. Esta última é considerada a mais
m
difícil de
d ser solu-cionada po
or está rela
acionada co
om a taxa de
d fusão do
o eletrodo revestido.
r
Está
E
além de
d avanços
s
tecnológico
os que poss
sam ser dessenvolvidos
s para supe
erar, por exe
emplo, as demais dificu
uldades.
As dificulda
ades (a) e (b)
( estão re
elacionadass com a form
ma do eletro
odo revestid
do, podendo
o ser resol-vidas com mudanças nos equipa
amentos. A troca do eletrodo pod
de ser realizzada sem a interferên-ue um porta
a-eletrodo adequado
a
p
para
a solda
agem robotizada seja projetado e
cia humana, desde qu
s
imple
ementados na program
mação do ro
obô. Para a abertura e
comandos de posicionamentos sejam
e
alé
ém de coma
andos de po
osicioname
entos refere
entes à apro
oximação e
fechamentto do arco elétrico,
ao afastam
mento do ele
etrodo em rrelação à peça a ser soldada,
s
é necessário
n
q haja um
que
ma comuni-cação entrre o robô e a máquina de soldage
em: o robô informará à máquina, através de
e sinais elé-tricos, o momento exa
ato para inicciar e interrromper o fornecimento
o de corrente elétrica para
p
a aber-d arco elétrico, respec
ctivamente.
tura e o fecchamento do
ade (c) está
á relacionad
da com a fo
ormulação dos
d eletrodos revestid
dos. Existem
m eletrodos
s
A dificulda
que possib
bilitam a forrmação de escórias au
utodestacávveis, facilita
ando a remo
oção das mesmas
m
porr
mecanismo
o automáticco. Levando
o em consid
deração a aplicação
a
da
a soldagem
m robotizada
a na execu-ção de corrdões simples e curtoss, a remoçã
ão da escó
ória pode se
er realizada
a posteriorm
mente, sem
m
prejudicar uma possív
vel seqüênccia de solda
agem.
A dificulda
ade (d) está
á relacionad
da com o comportame
c
ento térmico
o do eletrod
do revestido. Sabe-se
e
que, duran
nte a soldag
gem, a temperatura do
o eletrodo aumenta
a
de
evido ao calor transferiido do arco
o
elétrico e a
ao calor gerado por effeito Joule. O primeiro é o principal responsá
ável pelo aq
quecimento
o
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(
(coletânea de
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bliografias) 3
do eletrodo
o em regiõe
es próximas à frente de
d fusão e o segundo, em regiõe
es afastada
as da frente
e
de fusão. S
Sabe-se tam
mbém que uma das prrincipais conseqüência
as deste aumento de te
emperatura
a
é a variaçã
ão da taxa de fusão do eletrodo revestido durante
d
a so
oldagem e conseqüente variação
o
da velocida
ade de merrgulho.
de (d) possa
a ser vencid
da é fundamental (1) conhecer as
a causas e as conse-Para que a dificuldad
qüências d
do aumento
o da temperratura do ele
etrodo, pod
dendo assim
m (2) prediz
zer os camp
pos de tem-peratura e (3) estabe
elecer uma correlação
o entre este
e aumento de tempera
atura e a variação
v
da
a
velocidade
e de mergulho do eletro
odo revestid
do durante a soldagem
m.
2. A SOLD
DAGEM CO
OM ELETRO
ODO REVESTIDO
em manual com eletro
odo revestid
do, o soldad
dor é respon
nsável pela abertura e fechamen-Na soldage
to do arco elétrico, pe
ela troca do
o eletrodo e pela execcução dos movimentos
m
s de avanço
o e de mer-m
Esttes movime
entos devem
m ser realizzados de fo
orma que o comprimen
nto do arco
o
gulho do mesmo.
seja mantiido constan
nte durante o processo
o. A Figura
a 2 apresen
nta um dessenho esque
emático da
a
do revestido
o.
soldagem com eletrod
F
Figura 1 – Desenho essquemático
o da soldage
em manual com eletrodo revestido
o
A região n
não revestid
da do eletro
odo (ou reg
gião sem re
evestimento
o) fica em contato com
m o alicate
e
porta-eletro
odo, conecctado à fontte de solda
agem que é do tipo co
orrente con
nstante. A corrente
c
de
e
soldagem, alternada ou contínua, passa do
o porta-elettrodo para o arame e através de
este para o
ando-o. Na maioria da
as aplicaçõe
es, o eletrod
do revestido
o é conecta
ado ao pólo
o
arco elétricco, sustenta
positivo da
a máquina (polaridade reversa). O início da soldagem
s
propriamente
e dita ocorre
e quando a
ponta livre do eletrodo
o toca o me
etal de base
e, promoven
ndo a abertu
ura do arco
o elétrico.
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Na soldage
em com ele
etrodo revestido é com
mum a utilizzação de disspositivos mecanizado
m
os como do
o
método de
e soldagem por gravida
ade, Figura 3. De acorrdo com o apresentado
a
o nesta figura, o porta-eletrodo (a
a) se desloca sobre uma barra-g
guia (b), devido à ação
o da gravid
dade, à me
edida que o
eletrodo (cc) é consum
mido. A soldagem por gravidade
g
é extremame
ente simple
es e possui várias limi-tações qua
anto ao seu
u uso: posiçção de sold
dagem, diâm
metro do eletrodo e qu
ualidade do
o cordão de
e
solda. Não
o existe nen
nhum controle sobre o comprime
ento do arco
o elétrico e sobre as velocidades
v
s
de avanço e de mergu
ulho do elettrodo, sendo estes deffinidos pela própria açã
ão da gravid
dade.
a
b
c
Figura 3 – Dispositivo
o para a so
oldagem porr gravidade
3. ELETRO
ODO REVE
ESTIDO
3.1 Fabric
cação
A fabricaçã
ão dos eletrodos revesstidos não é simples, devido
d
à gra
ande diverssidade dos tipos e das
s
aplicaçõess em soldag
gem, cada um exigind
do considerrações espe
eciais. A Figura 4 aprresenta um
m
fluxograma
a que exem
mplifica as ettapas de prrodução doss eletrodos revestidos.
A camada de revestim
mento ao re
edor do aram
me ou “alma do eletrod
do”, que ge
eralmente é extrudada,,
o separar com o calor durante a sua prep
paração ou durante a soldagem.
não deve deteriorar ou
precisa ter considerável resistênc
cia mecânicca aos impactos ou àss vibraçõess durante o
Também p
armazenam
mento e o transporte.
t
Ao longo da
d produção
o, inspeçõe
es e ajustes
s são execu
utados para
a
assegurar um revestim
mento unifo
orme e conccêntrico, vissto que um dos mais importantess índices de
e
mento é a su
ua concentrricidade.
qualidade do revestim
mportante a ser consid
derado na fa
abricação de
d eletrodoss revestidoss é a relaçã
ão entre as
s
Um fato im
áreas transversais do
o arame e do revestim
mento, definida como "relação volumétrica do revesti-V)", [Bonisze
ewski, 1979
9] sendo detterminada por:
p
mento (RV
RV
V =
(D
−d2
d2
2
)
onde: D – diâmetro do
d eletrodo;;
d – diâmetro do
d arame;
(1)
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Figura 4 – Fluxograma das etapas
e
de fa
abricação do
os eletrodos revestidoss
mente com o pó de ferro, determin
na a eficiên
ncia e a taxa de fusão do eletrodo
o revestido..
RV, juntam
É possível obter um valor
v
de RV
V tão alto qu
uanto 5, com elevada proporção de pó de fe
erro, de for-eposite de 7 a 9 kg/h de
d metal de
e solda. A qualidade do
o metal de solda pode
e
ma que o eletrodo de
o a espessu
ura do revesstimento, aumentando
o
aumentar e o teor de nitrogênio diminuir, aumentando
RV. RV e a concentricidade do revestiment
r
to têm uma forte influê
ência na esttabilidade do
d arco elé-trico e no modo
m
de tra
ansferência metálica do
o eletrodo revestido.
r
3.2 Caractterísticas e Funções do
d Revestiimento
mento do elletrodo consiste de um
ma mistura de diferenttes materia
ais, na maio
oria óxidos,,
O revestim
combinado
os em prop
porções ade
equadas. Muitos
M
dos ingredientess de um revestimento podem terr
mais de uma função e diferente
es ingredien
ntes no me
esmo reves
stimento podem contrib
buir para a
nção.
mesma fun
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Dentre as funções do
o revestimen
nto está o forneciment
f
to de eleme
entos de lig
ga para o re
efino da mi-a do metal de solda. Os
O gases e a escória,,
croestruturra e para o controle da composiçção química
provenienttes da deco
omposição do revestim
mento, prod
duzem uma atmosfera protetora para
p
o arco
o
elétrico e p
para a poça
a de fusão. A escória ainda
a
protege as gotass de metal fundido durrante a sua
a
transferênccia pelo arc
co e controla
a a velocida
ade de resfrriamento do
o metal de solda.
s
mento també
ém fornece
e agentes que
q facilitam
m a remoção da escória, a soldag
gem em di-O revestim
versas possições e a ionização do arco, além
m de desem
mpenhar um
m importantte papel na
a estabilida-de e no diirecionamen
nto do arco
o elétrico. A decompossição de ing
gredientes do revestim
mento pode
e
ainda conttrolar a temperatura do
o eletrodo durante
d
a so
oldagem. A Tabela 1 descreve
d
oss principais
s
elementos utilizados no
n revestim
mento de ele
etrodos reve
estidos. As fórmulas e as principa
ais funções
s
da elemento
o também estão
e
descritas nesta ta
abela.
(primárias e secundárrias) de cad
Tabela 1 – Princiipais eleme
entos dos re
evestimento
os [Jackson,, 1973]
Eleme
entos
Alum
mina
Arg
gila
Ca
al
Fórmula
F
Al2O3
Al2O3 2SiO2 2H2O
CaO
Calccita
CaCO3
Fluo
orita
CaF2
Celu
ulose
(C
C6H10O5)x
Ferro-Ma
anganês
Fe-Mn
Ferro-Silício
Fe-Si
Hem
matita
Magn
netita
Silicato de Lítio
e Potássio
Silicato de
Fe2O3
Fe3O4
Li2SiO3
K2SiO3
Titanato de
e Potássio
Feldsspar
Micca
Dolo
omita
Silicato d
de Sódio
2K
K2O 2TiO2
K2O Al2O3 6SiO2
K2O 3Al2O3 6SiO2 2H
2 2O
O CaO 2(CO2)
MgO
N 2SiO3
Na
Síliica
SiO2
Ruttila
TiO2
Pó de Ferro
-
Zircô
ônio
ZrO2
Funções
Formar esc
cória; Estab
bilizar o arco
o
A
Ajudar
na exxtrusão; Formar escóriia
Ag
gente fluxan
nte;
C
Controlar
a viscosidade
e da escória
a
C
Controlar
a basicidade
e da escória
a;
g
de prroteção
Gerar gases
C
Controlar
a basicidade
e da escória
a;
v
e da escória
a
Reduzir a viscosidade
Gerar gases
g
de prroteção;
Ajud
dar na extru
usão
Controlar a composiçã
ão química;;
Promover a desox
xidação
ver a desoxxidação;
Promov
Controlar a composiçã
ão química..
Prromover a oxidação;
o
Fo
ormar escó
ória
Prromover a oxidação;
o
Fo
ormar escó
ória
Atuar como agente ag
glomerante
Esttabilizar o arco;
Atuar como agente ag
glomerante
mar escória
Estabilizarr arco; Form
Formar escória; Agen
nte fluxante
Ajudar na exttrusão; Esta
abilizar o arrco
Gerar gases; Agente
e fluxante
Atu
uar como ag
gente aglom
merante; Esstabilizar
b
o arco
Fo
ormar escórria;
Contro
olar a viscosidade
Re
eduzir a viscosidade da
a escória; E
Esabilizar o arcco
ta
Aumentar a ta
axa de depo
osição e o rrenmento do eletrodo; Estabilizar o arco
dim
Esttabilizar o arco;
Fa
acilitar a de
estacabilidad
de da escórria
A concentrração de um
m elemento químico no
o metal de solda
s
é funçção da quantidade desste elemen-to originalm
mente presente no sisstema de so
oldagem. Se
eis fontes de
d elemento
os químicoss na solda--
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gem com eletrodo re
evestido podem ser id
dentificadas: revestime
ento, alma do eletrodo
o, metal de
e
o elétrico, su
uperfícies do
d metal de base e do eletrodo [B
Bracarense, 1994]. As três
t
primei-base, arco
ras fontes são as principais.
étrico não pode
p
criar ou destruirr qualquer elemento,
e
m depen
mas
ndendo dass condições
s
O arco elé
operaciona
ais, por exe
emplo, o ângulo do eletrodo
e
em
m relação à peça a se
er soldada,, diferentes
s
quantidade
es de cada elemento são
s divididas entre o metal
m
de sold
da, a escórria e o ambiente. Já as
s
duas últimas fontes podem
p
prod
duzir impure
ezas indese
ejáveis para
a o metal de
d solda, prrovenientes
s
mpeza imprrópria na superfície do
o metal de base ou durante
d
a fa
abricação do
d eletrodo..
de uma lim
Dentre as diferentes fontes, é o revestimen
nto que tem
m um papel importante
e na determ
minação da
a
ão química do
d metal de
e solda e o seu controle é extremamente imp
portante na
a fabricação
o
composiçã
de consum
míveis de altta qualidade
e.
3.3. Classificação do
os Eletrodo
os
A classifica
ação dos eletrodos revvestidos é baseada
b
no tipo de ingrediente pre
esente na composição
c
o
química do
o revestimento e/ou o tipo
t
de reaçção química
a que ocorrre durante a soldagem. Os eletro-dos revestidos são cla
assificados como básic
cos, celulóssicos, rutíliccos, ácidos e oxidantess. Eletrodos
s
q
de carbone
eto de cálccio (CaCO3) e de fluorreto de cálccio, fluorita,,
básicos têm grande quantidade
C 2 pode variar
(CaF2) no revestimen
nto. A razão
o CaCO 3 / CaF
v
entre
e 1 e 3. Raz
zões altas são
s usadas
s
em eletrod
dos que exe
ecutam passses de raizz em juntass muito abe
ertas, onde uma boa proteção
p
do
o
metal fund
dido em rela
ação ao am
mbiente é exxigida. Este
es eletrodoss não possu
uem substâncias orgâ-nicas em ssua formula
ação e, se armazenado
a
o e manuse
eado correta
amente, pro
oduz soldass com baixo
o
teor de hid
drogênio, minimizando
m
o os problem
mas de fissuração e de fragilização por este
e elemento.
O arco elé
étrico gerado
o pelos elettrodos básicos é relativamente instável e ass gotas que se transfe-rem ao me
etal base sã
ão ligeirame
ente maiore
es que as de
d outros tipos de elettrodos, o qu
ue faz com
m
que sua manipulação
m
o exija treinamento pré
évio, para que
q o solda
ador se fam
miliarize bem
m com este
e
tipo de ele
etrodo. A esscória se apresenta flu
uida e é faccilmente de
estacável. Estes
E
eletro
odos produ-zem soldas com exce
elentes propriedades mecânicas,
m
apresentando boa du
utilidade e tenacidade,
t
,
a penetraçã
ão, embora
a seu desem
mpenho du
urante a soldagem sejja inferior aos
a demais
s
com média
tipos de ele
etrodos. Em
m razões de
e suas exce
elentes cara
acterísticas de soldabilidade, este
es eletrodos
s
são empre
egados para
a juntas de alta respon
nsabilidade, para solda
agem de grrandes espessuras ou
u
de alta rigiidez e tamb
bém na sold
dagem de aços
a
de composição desconhecid
d
da, principa
almente em
m
estruturas constituída
as de chapa
as grossas, como o casso de vasoss de pressã
ão, caldeiras ou outros
s
18.
sistemas ssimilares. Um exemplo típico de eletrodo básico comercial é o E701
g
quan
ntidade de substâncias
s
s orgânicass inflamáveis no reves-Eletrodos ccelulósicos têm uma grande
timento que produz grrande volum
me de gás e protege a poça de fu
usão. O elettrodo produz arco mui-m
respiingos, alta penetração
p
o e formam somente um
ma pequena
a quantida-to violento, gerando muitos
ória, sendo facilmente destacáve
el, quando comparado
c
com outross tipos de revestimenr
de de escó
tos. A quantidade exc
cessiva de hidrogênio,
h
resultado da
d decompo
osição de hidrocarbon
h
etos, impe-ação de ele
etrodos celu
ulósicos on
nde são exiigidos altoss níveis de resistência mecânica..
de a utiliza
São eletrod
dos particularmente re
ecomendados para a soldagem
s
fo
ora da posiç
ção plana, tendo
t
gran-de aplicação na solda
agem orbita
al de tubos e na execução de pa
asses de ra
aiz em gera
al. Devido à
da penetraç
ção e grand
des perdas por resping
gos, não sã
ão adequados para o enchimento
e
o
sua elevad
de chanfro
os. Um exem
mplo típico de
d eletrodo
o celulósico comercial é o E6010.
m como prin
ncipal ingre
ediente o dióxido de tittânio (TiO2).
) Apresenta
am facilida-Eletrodos rutílicos têm
m ser aplicad
dos em tod
das as posiçções. São próprios
p
parra a execu-de na aberrtura de arcco e podem
ção de corrdões curtos em aços de baixo te
eor de carb
bono, em so
oldagens de
e ângulo e em chapas
s
finas. A qu
uantidade de
e respingoss é pequena
a e a velocidade de so
oldagem é ra
azoável. Sã
ão bastante
e
sensíveis à
às impurezas e na solldagem de materiais com
c
um teo
or de carbon
no mais ele
evado origi--
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(
(coletânea de
e informações retiradas dee diversas bib
bliografias) 8
nam trinca
as com certa
a facilidade. Não são in
ndicados pa
ara a soldag
gem estrutu
ural onde sã
ão exigidas
s
alta tenacid
dade e resiistência. Sã
ão muito pouco sensíve
eis à umida
ade. Um exe
emplo típico
o de eletro-do rutílico comercial é o E6013.
á
são constituído
os principalm
mente de óxido
ó
de ferrro, mangan
nês e de síllica. Produ-Eletrodos ácidos
zem escórria ácida ab
bundante e porosa e de fácil remo
oção. Produ
uz penetraçção média e a taxa de
e
fusão é ele
evada, leva
ando a form
mação de um
ma poça de
e fusão volu
umosa, o que limita a sua aplica-ção à posiição plana e horizonta
al. As propriedades da
a junta solda
ada são co
onsideradass boas para
a
diversas aplicações, embora
e
sua
a resistênciia à formaçção de trinccas de solid
dificação se
eja baixa. A
aparência do cordão é boa.
oxidantes são
s constituídos princip
palmente de
e óxido de ferro
f
e manganês, prod
duz escória
a
Eletrodos o
oxidante a
abundante e de fácil re
emoção. Prroduz solda
as de baixa penetração, o metal depositado
o
tem baixoss teores de carbono e manganêss, e propried
dades inade
equadas pa
ara aplicaçõ
ões de res-ponsabilida
ade, emborra a aparên
ncia do cord
dão seja mu
uito boa. É um dos ele
etrodos mais utilizados
s
na soldage
em subaquá
ática.
mais usual de
d descrever as várias reações químicas que ocorrem
m durante a soldagem
m
A forma m
com eletro
odo revestid
do é atravéss do “índice
e de basicid
dade”, tamb
bém conhec
cido como “basicidade
“
e
da escória”. O índice de basicida
ade (B) é a razão entre
e as porcentagens em peso dos in
ngredientes
s
ácidos que compõem o fluxo, e po
ode ser estimada usan
ndo a seguinte equação:
básicos e á
B=
CaO + MgO
M + K 2 O + Na 2 O + 0,5(FeO + MnO
M ) + CaF
F2
SiO 2 + 0,5(Al 2 O 3 + TiO
T 2 + ZrO
O2 )
(2)
a B entre 1 e 1,5, neuttro e acima
a
Quando B é inferior a 1.0, o fluxxo é classificcado como ácido, para
deste valor, básico.
3.3.1 Classsificação do
os Eletrodoss Segundo Norma AW
WS (America
an Welding Society)
cação de ele
etrodos de aço carbon
no da AWS utiliza um conjunto
c
de números e
O sistema de classific
v
inform
mações a respeito
r
doss eletrodos, como apre
esentado na Figura 5.
letras que fornecem várias
ema, a iden
ntificação se
e inicia pela
a letra E, qu
ue indica qu
ue o consum
mível é um eletrodo (e
e
Neste siste
não uma vvareta, que é indicada pela letra R).
R O conjunto seguintte, formado por dois ou
u três algo-ritmos, ind
dica o limite
e de resistê
ência mínim
ma a tração do metal depositado
d
pelo eletro
odo, em Ksii
(1000 psi).. Esta resisttência referre-se à obtid
da em corp
pos de prova extraídoss de solda d
depositadas
s
em chanfro
os especiais (conform
me exigido nas
n especifficações) de
e modo a minimizar
m
a diluição, e
portanto a influência do
d metal ba
ase. Assim, por exemp
plo, dois elettrodos capa
azes de dep
positar, nas
s
al com resisstência meccânica de 60000 psi (4
410 Mpa) e 100000 psii
condições da norma, um materia
assificados como E60X
XX e E100X
XX, respectivamente. O dígito seg
guinte é um
m
(658 Mpa), seriam cla
d soldagem em que o eletrodo pode
p
ser utilizado, send
do 1 para a
algarismo, que indica a posição de
a posições, 2 para soldagem nass posições plana
p
e horizontal e 4 para solda-soldagem em todas as
osição verticcal ascende
ente. O próx
ximo digito,, que é o úlltimo para eletrodo
e
de aço carbo-gem na po
no, indica o tipo de re
evestimento do eletrodo
o e, portantto, suas carracterísticas
s operacionais.
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(coletânea de
e informações retiradas dee diversas bib
bliografias) 9
Figura 5 – Classifica
ação AWS para
p
eletrod
dos revestid
dos para açço carbono
WS apresen
nta, após o último dígitto que indicca o tipo de
e
Para aços de baixa liga, a classificação AW
nto (conform
me apresen
ntado para eletrodos para
p
aço ca
arbono), um
m conjunto de letras e
revestimen
números, sseguindo um
u hífen, que estabele
ece classess de compo
osição quím
mica do ele
etrodo, con-forme apre
esentado ab
baixo:
AWS E XXYZ – A1 ligado ao
a molibdên
nio
AWS E XXYZ – BX
X ligado ao
a cromo-m
molibdênio
AWS E XXYZ – CX
X ligado ao
a níquel
AWS E XXYZ – DX
X ligado ao
a manganê
ês-molibdên
nio
AWS E XXYZ – NM ligado ao níquel-mo
olibdênio
AWS E XXYZ – M
alta res
sistência/exiigência milittar
AWS E XXYZ – P
ligado ao
a CrNiMoV
V, tubulaçõe
es
AWS E XXYZ – W ligado ao
a CrNiMoV
V, exposto ao
a tempo
AWS E XXYZ – G
teores de
d liga livre
Letra L no final: te
eor de carbo
ono controla
ado (< 0,05%
%)
Para aço inoxidável, a classificaçção AWS, após
a
os três primeiross algarismoss, que defin
ne o tipo de
e
aço inoxidável, é acre
escidos de sufixo com
mposto por dois
d
algarissmos, os qu
uais indicam
m o tipo do
o
arame e do
o revestime
ento, respecctivamente:
AWS E XXX – 15
AWS E XXx – 16
AWS E XXX – 17
AWS E XXX – 25
AWS E XXX – 26
Eletrodo ligado (1)), revestime
ento básico (5)
Eletrodo ligado (1)), revestime
ento rutílico (6)
ento misto (7
7)
Eletrodo ligado (1)), revestime
mento básicco (5)
Eletrodo sintético ((2), revestim
mento rutílic
co (6)
Eletrodo sintético ((2), revestim
Além dos ttrês primeiro
os dígitos podem
p
ser acrescentad
a
das as segu
uintes siglas
s:
L
H
Mo
MoL
Cb
para eletro
odo com baixo carbono
o (ex. E 308
8L-16)
para eletro
odo com alto
o carbono (e
ex. E 310H-15)
para eletro
odo com mo
olibdênio (exx. E 309Mo-16)
para eletro
odo com baixo carbono
o e adição de
d molibdên
nio (ex. E 30
09MoL-15)
para eletro
odo com adiação nióbio
o (ex. E 308
8Cb-16)
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bliografias) 1
10
Observaçã
ão: Formass de fabricaçção dos ele
etrodos
ópria alma do
d eletrodo já possui as
a caracteríssticas mecâ
ânicas e químicas
Eletrodo Liigado: a pró
requeridas do eletrodo.
e
s
a alma do
o eletrodo possui cara
acterísticass mecânicas
s e químicas parciais
s
Eletrodo semi-ligado:
requeridas do eletrod
do, o compllemento é fo
ornecido pe
elo revestim
mento.
s
a alma do eletrodo é de aço ca
arbono, e os elemen
ntos que fo
ormarão as
s
Eletrodo sintético:
aracterística
as mecâniccas e químiccas do eletrrodo, estão no revestim
mento.
ca
A composiição químicca final do metal
m
depos
sitado com o
os 3 eletrod
dos (para uma mesma
a aplicação))
é a mesma
a. A diferença está no custo de fabricação.
4. TRANSFERÊNCIA
A METÁLICA
A NA SOLD
DAGEM CO
OM ELETRODO REVE
ESTIDO
Na soldage
em com ele
etrodo revesstido, uma mistura
m
de metal
m
fundid
do e escória
a é separad
da da ponta
a
do eletrodo
o e transferrida à poça
a de fusão. Durante a transferênc
cia, as gota
as fundidas de metal e
de escória assumem comportam
mentos diferrentes em função
f
das condições de soldage
em e intera-mente com o arco elétrico, alteran
ndo sua esttabilidade e afetando a qualidade
e
gem física e quimicam
da solda.
ais modos de
d transferê
ência metálica podem ser classificcados como
o globular, curto
c
circui-Os principa
to e spray.. O modo de transferên
ncia metálicca dos eletrrodos revesstidos é ess
sencialmentte uma fun-ção da com
mposição do revestime
ento, visto que
q esta de
etermina qua
ais os parâmetros de soldagem
s
a
serem utiliizados. O modo de trransferência para elettrodos ácid
dos ou oxid
dantes é ba
asicamente
e
spray, para
a eletrodos
s rutílicos é menos sprray e para eletrodos básicos,
b
a transferênci
t
ia de metall
ocorre atra
avés de gottas grandess. Destaca-sse que o tam
manho das gotas de metal
m
fundid
do transferi-das no deccorrer do prrocesso com
m eletrodo revestido aumenta
a
de
evido ao aum
mento da te
emperatura
a
do eletrodo
o durante a soldagem.
5. AQUEC
CIMENTO DO
D ELETRO
ODO REVES
STIDO
5.1. Causa
as e Conse
eqüências
mento do eletrodo reve
estido dura
ante a solda
agem deve
e-se ao calo
or transferid
do do arco
o
O aquecim
elétrico, attravés da in
nterface líqu
uido/sólido na
n ponta do
o eletrodo, e ao calor gerado
g
por efeito Jou-le, devido à resistênciia do arame
e à passage
em de corre
ente elétrica
a. O calor ge
erado no arrco elétrico,,
qo, é definiido por:
qo = η
onde:
η
I
V
A
IV
A
=
=
=
=
(3)
ren
ndimento do
o processo (%)
corrrente de so
oldagem (A))
ten
nsão do arco
o elétrico (V
V)
áre
ea transverssal do arame (m2)
gerado por efeito
e
Joule
e, QJ, é reprresentado pela
p
seguinte equação:
E o calor g
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(coletânea de
e informações retiradas dee diversas bib
bliografias) Q J = RI 2 =
onde:
R
ρe
L
=
=
=
ρe L
A
1
11
I2
(4)
res
sistência elé
étrica (Ω)
res
sistividade elétrica
e
do arame
a
(Ωm))
com
mprimento do
d eletrodo (m)
ansferidas e geradas no
n eletrodo
o
A Figura 6 apresenta esquematiicamente ass energias térmicas tra
revestido durante
d
a so
oldagem. O calor gera
ado por efeiito Joule, QJ, ocorre ap
penas no a
arame, visto
o
que no revvestimento, não há flu
uxo de corre
ente passando pelo mesmo,
m
porttanto, não há
h geração
o
de calor. O revestime
ento é aque
ecido pelo fluxo de calo
or condutivo
o do arame
e. O arco elé
étrico é es-tabelecido entre a pon
nta do aram
me e o meta
al de base. A Figura 7 apresenta fotografias
f
d
do eletrodo
o
m o arco elétrico presen
nte.
sem e com
Figura 6 – Energias
s térmicas transferidas
t
s e geradas no eletrodo
o revestido durante a soldagem
s
4,7 mm
m
Figura
a 7 – Eletrod
do revestido
o sem e com
m a presenç
ça do arco elétrico
4,7
7 mm
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12
Do calor gerado no arco elétrico
o, qo, a parccela responssável pela fusão
f
do arrame, do re
evestimento
o
p rendimento do proccesso, η, qu
ue pode va
ariar de 65 a 80%, e o
e do metal de base é definida por
o calor é pe
erdido ao am
mbiente porr radiação e convecção
o. Se desco
onhece, com
m exatidão,,
restante do
a parcela d
do calor gerrado no arcco elétrico que,
q
após propiciar a fu
usão do ara
ame e do re
evestimento
o
ocasionand
do o consumo do eletrodo, é tran
nsferida porr condução ao arame e por conve
ecção e ra-diação ao revestimento, η”. Sabe
e-se que essta parcela é menor qu
ue o rendimento do pro
ocesso, isto
o
de do tipo d
de revestim
mento e da polaridade utilizada no
o processo e que esta
a
é, η” < η, que depend
o aquecime
ento do eletrodo duran
nte a solda
agem em re
egiões bem
m
transferênccia de calor resulta no
próximas a
ao arco eléttrico [Felizardo, 2003].
do comprim
mento do eletrodo reve
estido dimin
nuir durante
e a soldage
em, era de se esperarr
Pelo fato d
que o calo
or gerado po
or efeito Joule também
m diminuísse
e. Entretanto, o aumen
nto da temp
peratura do
o
arame con
nduz a um aumento
a
de
e resistividade, ρe, faze
endo com que o aqueccimento por efeito Jou-le continue
e sendo significativo, mesmo
m
com
m a diminuiçção do com
mprimento do eletrodo. A Figura 8
apresenta a variação da resistivvidade em função
f
da temperatura
t
a para alguns aços de
e baixo car-bono.
Figura 8 – Resistividade de aço
o de baixo carbono [Me
etals Handb
book, 1978]
mento do elletrodo reve
estido são vários
v
e com
mpletamentte diferentess no arame
e
Os efeitos do aquecim
nto no arame altera as propriedades físicas e elétricas do aço, mas
s
e no revesstimento. O aquecimen
não altera sua compo
osição quím
mica, enquan
nto que o re
evestimento
o tende a pe
erder umida
ade quando
o
ura do eletrrodo aumen
nta, o teor de
d compone
entes orgâ-calor é apllicado. À medida que a temperatu
nicos no re
evestimento
o, responsá
áveis pela proteção
p
do metal fund
dido, diminu
ui [Stern, 19
948] e, con-sequentem
mente, as característic
c
cas do meta
al deposita
ado são pio
ores no fina
al do cordã
ão de solda
a
[Stern, 194
48; Bracarense et al, 1994B e 199
97].
e, o aumentto da tempe
eratura do eletrodo
e
revvestido alterra o modo de
d transferê
ência metá-Em síntese
lica [ter Be
erg et al, 19
952; Ishizakki et al, 196
62; Bracare
ense et al, 1993], a co
omposição química do
o
revestimen
nto [Stern, 1948;
1
Chen
n et al, 1989
9] e do mettal de solda
a depositado
o [Stern, 19
948, Braca-rense et all, 1994B e 1997]
1
e alte
era a taxa de
d fusão [ter Berg et all, 1952; Wa
aszink et al, 1985; Bra-carense ett al, 1994B e 1997; Coutinho et al, 1999].
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13
5.2. Distrib
buição de Temperatu
T
ura no Eletrrodo Reves
stido
A distribuiçção de calo
or no eletrod
do revestido durante a soldagem
m pode ser considerada
c
a como um
m
problema p
puramente difusivo, tra
ansiente e com
c
geraçã
ão interna de
d calor. Exxiste um fluxxo de calorr
diferenciad
do na direçção axial (z), Figura 9, devido àss condições
s de contorrno entre ass fronteiras
s
norte (convvecção) e sul
s (presençça do arco elétrico) se
erem diferentes, e na direção
d
rad
dial (r), pelo
o
fato de envolver dois materiais diferentes:
d
arame e re
evestimento
o. Porém, na direção angular
a
(θ )
v
que nã
ão há nenhu
uma variaçã
ão geométriica do ângu
ulo de revo-não existe nenhum diferencial, visto
eletrodo e nem nas con
ndições de contorno. Portanto,
P
nã
ão há justificativa de tratar o pro-lução do e
blema de condução
c
de calor no eletrodo
e
revvestido com
mo tridimens
sional.
Figurra 9 – Domínio de solu
ução para a distribuição de tempe
eratura no eletrodo
e
reve
estido
o que desccreve a distribuição de
e temperatura no eletro
odo revestid
do é repre-O modelo matemático
ela equaçã
ão da energ
gia na form
ma conserva
ativa, que em
e coorden
nadas cilíndricas bidi-sentado pe
mensional e transiente (r, z, t) é dada
d
por:
∂
(ρC PT ) = 1 ∂ ⎛⎜ rK ∂T ⎞⎟ + ∂ ⎛⎜ K ∂T ⎞⎟ + S
∂r ⎠ ∂z ⎝ ∂z ⎠
∂t
r ∂r ⎝
onde:
ρ
p
Cp
K
T
r, z
S
=
=
=
=
=
=
(5)
ma
assa específfica (kg/m3)
calor específicco (J/kg oC)
ndutividade térmica (W
W/m oC)
con
o
tem
mperatura ( C)
coo
ordenadas do
d sistema cilíndrico
taxxa de geraçã
ão interna de
d calor (W//m3)
e que a gerração intern
na de calor, resulta do calor gerad
do por efeito
o Joule no arame (Eq..
Destaca-se
4): S = QJ, porém no revestiment
r
to S = 0.
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14
Destaca-se
e ainda que
e o consum
mo do eletro
odo revestid
do durante a soldagem
m impõe ao
o problema
a
uma condiição de fron
nteira móve
el: tem-se o consumo do eletrodo
o em funçã
ão do tempo
o de solda-gem, isto é
é, tem-se a taxa de fu
usão do ele
etrodo revestido, que é variável ao
a longo do
o tempo de
e
soldagem.
A primeira tentativa ev
vidente parra modelar a temperatu
ura do eletrodo revestido foi feita por Rosen-941. Para a solução analítica da equação
e
da energia, Ro
osenthal pro
opôs um co
omprimento
o
thal em 19
extremame
ente longo para o elettrodo e pro
opriedades termofísica
as constante
es. O arco elétrico foii
considerad
do como um
ma fonte pontual, perda
as de calor para o amb
biente e o calor
c
gerado
o por efeito
o
Joule foram
m desconsiderados. As
A condições de contorrno foram estabelecida
e
as como tem
mperaturas
s
prescritas para um do
omínio de solução
s
unid
dimensiona
al e a espesssura do revvestimento foi despre-o foi estabe
elecida cons
stante e ten
ndo uma relação direta
a com a densidade de
e
zada. A taxxa de fusão
corrente (ccorrente porr unidade de
e área).
10 exempliffica o perfil de temperratura ao lo
ongo do comprimento do eletrodo
o revestido
o
A Figura 1
para as co
orrentes de 100 e 150 A, como previsto
p
pelo
o modelo desenvolvido
o por Rosenthal. Con-forme apre
esentado ne
esta figura, o perfil de temperatura
t
a para a corrente mais
s alta é maiss baixo que
e
o perfil de temperaturra para a corrente mais baixa. Ro
osenthal ex
xplicou que este efeito
o deve-se à
de fusão na
a alta corren
nte, no qua
al reduz o ttempo de contato
c
entrre o metal fundido
f
ea
alta taxa d
porção sólida do elettrodo. Apessar dos ressultados intteressantes
s obtidos po
or Rosenthal, ele não
o
mperatura re
eal do eletrrodo, visto que entre as suposiçções consideradas porr
prediz o perfil de tem
or efeito Jou
ule não foi in
ncluído.
ele, o calor gerado po
1600
0
2
4
6
o
Temperatura ( C)
2000
1400
1600
2000
1400
1200
1200
1500
1500
1000
1000
800
800
1000
100 A
1000
600
600
150 A
400
500
400
500
200
00 0 0
Porta
aeletro
odo
200
0
22
44
66
Comprrimento do Eletrodo
E
ático de tem
mperatura co
omo previstto pelo modelo de Rose
enthal
Figurra 10 – Perffil esquemá
Em 1985, Waszink e Piena invesstigaram o processo fíísico que co
ontrola a taxa de fusão
o do eletro-do. Foi des
senvolvido um
u modelo teórico para predizer a taxa de fusão do e
eletrodo em
m
do revestid
função do calor gerado por efeito Joule e do calor tra
ansferido do
d arco eléttrico. Eles fizeram
f
um
m
e energia en
ntre a ponta
a fundida e a parte sólida do eletrodo, deriva
aram expre
essões para
a
balanço de
a potência
a térmica do
o arame e para
p
a potência transfe
erida ao revvestimento na região adjacente
a
à
frente de fu
usão. Conccluíram que o fluxo de calor
c
para o arame através da ponta líquida do eletrodo
o
é dominad
da pela convvecção e que esta res
sulta do fluxxo induzido eletromagn
neticamente
e no desta-camento das gotas.
m ainda que
e 6% do callor gerado por efeito JJoule é forn
necido para fundir o eletrodo, po-Estimaram
rém a maio
or parte do calor é forn
necido pelo processo anódico
a
e catódico enttre a ponta d
do eletrodo
o
e a superffície a ser soldada, on
nde uma po
otência IV é gerada. Concluíram
m também que
q
o calorr
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15
transferido
o da ponta fundida
f
parra o eletrod
do é proporccional à corrente e qu
ue a constante de pro-porcionalid
dade deve ser
s achada experimenttalmente e refere-se
r
à taxa de fussão do eletrodo.
Observara
am que, no revestimen
nto, o calor gerado po
or efeito Jou
ule pode se
er negligencciado, visto
o
que não há
á fluxo de corrente.
c
O revestimen
nto absorve uma parte da energia térmica do
o arame porr
condução, porém este
e fluxo de calor
c
é pequeno. Para os eletrodo
os investiga
ados (E6013; E7024 e
a diferença
a de temperratura atravvés da espe
essura do re
evestimento
o (transver-E7016), accharam uma
sal ao com
mprimento do
d eletrodo
o) entre 28 e 74ºC e concluíram
c
que o calo
or necessário para de-compor e ffundir o reve
estimento é fornecido principalme
ente pelo arrco elétrico.
Apesar do modelo pro
oposto por Waszink
W
e Piena ser bastante
b
ela
aborado, ele
es fizeram um
u balanço
o
a na ponta do
d eletrodo, não poden
ndo predize
er a temperratura do ele
etrodo long
ge da frente
e
de energia
de fusão. Entretanto, idealizaram
m o perfil de
d temperattura longitu
udinal ao eletrodo reve
estido, con-esentado na
a Figura 11: o perfil de
e temperatu
ura na direçção longitud
dinal do elettrodo é pla-forme apre
no (derivad
da nula), prraticamente
e em quase
e todo o seu
u comprime
ento, ocorre
endo um au
umento gra-dual da temperatura da região não
n revestid
da do eletro
odo (deriva
ada positiva
a e decrescente) até a
o plana e u
um aumento
o abrupto desta
d
tempe
eratura (derrivada posittiva e cres-temperaturra da região
cente) até a temperatura de fusã
ão, próximo à frente de
e fusão.
Figura 11 – Perfil long
gitudinal de temperaturra do eletrod
do revestido
o idealizado
o
W
e Pie
ena em 198
85
por Waszink
am que o flu
uxo de calorr axial ocorrre somente nas regiõe
es transiente
es (região não
n revesti-Observara
do e na reg
gião próxim
ma a frente de
d fusão) e a temperattura da porç
ção plana aumenta
a
com o tempo,,
devido ao calor gerad
do por efeito
o Joule. Basseado em trabalhos an
nteriores [C
Carlaw et al, 1959; Wa-aszink e Pie
ena estimara
am que a re
egião transiente adjacente ao porrta-eletrodo
o
szink et al,, 1979], Wa
tem comprrimento de poucos cen
ntímetros e a região transiente prróxima à fre
ente de fusã
ão, tem um
m
comprimen
nto de cerca
a de 1 mm. Sugeriram
m ainda que, na ausênccia do efeito
o Joule, a te
emperatura
a
do arame e
em regiões afastadas da
d frente de
e fusão permaneceriam
m à tempera
atura ambie
ente.
carense e Liu
L desenvo
olveram um
m modelo nu
umérico uniidimensiona
al para pre-Em 1997, Quinn, Brac
o e a distrib
buição da te
emperatura
a no eletrod
do revestido
o. Utilizaram
m a técnica
a
dizer a taxxa de fusão
das diferen
nças finitas e o calor gerado
g
por efeito Joule
e foi consid
derado. O re
evestimento
o foi mode-lado como
o uma masssa térmica com a messma distribu
uição de te
emperatura do arame. Perdas de
e
calor para o ambiente
e foram dessconsiderad
das e as con
ndições de contorno estabelecida
as foram de
e
posições e o domínio físico de so
olução utili-temperaturras prescritas. A Figurra 12 apressenta as sup
zado por Q
Quinn et al para
p
desenvvolver o mo
odelo teórico
o.
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16
Fig
gura 12 – Suposições e domínio físico
f
de sollução propo
osto por Quinn et al [19
997]
A taxa de ffusão foi de
eterminada como send
do a constan
nte de proporcionalidade entre a corrente
c
de
e
soldagem e o calor transferido
t
da ponta fu
undida para
a o eletrodo
o, como ind
dicado por Waszink e
85]. Utilizara
am valores experimenttais de com
mprimento co
onsumido para
p
avaliarr a variação
o
Piena [198
da taxa de
e fusão. Utilizando term
mopar tipo K, monitora
aram a tem
mperatura em
e diversoss pontos ao
o
longo do ccomprimentto do eletro
odo revestid
do, conform
me indicado,, esquematticamente, pela
p
Figura
a
13 (a). Observaram que
q a tempe
eratura do ponto
p
1 se sobrepõe à temperatu
ura dos dem
mais pontos
s
onstatando, assim, o perfil
p
plano de tempera
atura, como
o idealizado
o
de monitorração, Figura 13 (b), co
por Waszin
nk e Piena [1985].
(a)
(b)
Figura 13 – Monitora
ação da tem
mperatura ao
o longo do compriment
c
to do eletro
odo
través do p
programa computacion
nal desenvo
olvido, Quin
nn et al simu
ularam o pe
erfil de temp
peratura ao
o
longo do ccomprimentto do eletro
odo revestid
do (E7018) em três tem
mpos difere
entes, para a corrente
e
de 130 A, Figura 14. Apesar
A
doss interessantes resultad
dos obtidos por Quinn et al, a disttribuição de
e
o arame e as
a perdas de calor por convecção
o
temperaturra no revestimento foi considerada igual à do
através do
o revestimen
nto para o a
ambiente fo
oram desco
onsideradas
s. Além disto
o, experime
entalmente,,
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17
pode ser verificado
v
que após um
m tempo de
e soldagem,, por exemp
plo de 35 segundos, Figura
F
14, a
temperaturra do arame próxima ao
a porta-ele
etrodo não é a temperratura ambiente. O pe
erfil de tem-peratura predito por Quinn
Q
et al teve este comportam
mento, visto que a cond
dição de co
ontorno im-sto, a região
o do eletro-posta nestta região foi de temperratura presccrita e igual à ambientte. Além dis
do não revvestida não foi modelad
da.
Figura 14 – Perfil de
e temperatu
ura modelad
do numericamente porr Quinn et al
a [1997]
esso, a região de conttato entre o robô e o eletrodo
e
revvestido é a
Visando a robotização do proce
o revestida do eletrodo
o. Conhece
er a variaçã
ão da tempe
eratura nessta região é de funda-região não
mental imp
portância. Baseado
B
no
os resultado
os apresenttados nas Figuras
F
11 e 14, ao im
mplementarr
uma condição de con
ntorno convvectiva na re
egião não revestida
r
do
o eletrodo, espera-se que a tem-o aumente ao longo do tempo de
e soldagem
m e que os perfis de te
emperatura
a
peratura desta região
m comporta
amentos semelhantes aos
a da Figu
ura 15 [Feliz
zardo e Bra
acarense, 19
999].
apresentem
Figura 15
5 –Perfis longitudinais de tempera
atura do ele
etrodo revesstido idealizzados por Felizardo e
Braccarense em 1999
ojeto de pes
squisa realizado no LR
RSS do DE
EMEC/UFMG
G, foi desen
nvolvido um
m programa
a
Em um pro
computacio
onal para descrever
d
a distribuiçã
ão de tempe
eratura ao longo de to
odo o comp
primento do
o
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18
eletrodo re
evestido [Fe
elizardo, Bra
acarense e Valle, 2000
0 a 2003]. Foi
F utilizado
o a técnica de
d volumes
s
finitos em ccoordenada
as generalizzadas para resolver a equação
e
da
a energia, Eq.
E 5.
ma de condu
ução de ca
alor no eletrrodo revesttido foi trata
ado como bidimension
nal, o calorr
O problem
gerado por efeito Jou
ule foi considerado ape
enas no ara
ame, visto que
q no reve
estimento não há fluxo
o
a proprieda
ades do ara
ame, inclussive a resisstividade elé
étrica variaram com a
de correntte. Todas as
temperaturra. As prop
priedades do
d revestim
mento foram
m mantidas constantess com a te
emperatura,
porém variiaram de accordo com o tipo de ele
etrodo (reve
estimento) a ser analisado.
1 apresentta as supossições e o domínio físsico de solu
ução utilizado por Feliizardo et all
A Figura 16
para desen
nvolver o modelo
m
numé
érico. Devid
do à forma cilíndrica
c
e simétrica do eletrodo ffoi conside-rado coord
denadas axxissimétrica com simettria na frontteira oeste.. Perdas de
e calor por convecção
o
do revestim
mento para o ambiente
e foram con
nsideradas: fronteira norte e leste
e, sendo que o coefici-ente conve
ectivo de transferência
a de calor (h)
( também variou com
m a temperratura. Na fronteira sull
foi conside
erado condição de co
ontorno de fluxo presccrito no ara
ame e transsferência de
e calor porr
convecção
o do arco elétrico
e
para
a o revestim
mento. Dua
as versões para o des
senvolvimen
nto do pro-grama com
mputacionall foram realizadas, uma com a pre
esença do porta-eletro
odo e outra sem o por-ta-eletrodo
o. O objetiv
vo deste esstudo foi av
valiar a influ
uência do porta-eletro
odo na distrribuição de
e
temperaturra do eletro
odo revestido.
F
Figura 16 – Suposiçõess e domínio
o físico de solução
s
prop
posto por Felizardo
F
et al
uas versõess do progra
ama computtacional dessenvolvido, sem e com
m a represe
entação nu-Com as du
mérica do porta-eletrrodo, Feliza
ardo et al simularam
s
o perfil de temperatura ao longo
o de todo o
nto dos elettrodos reve
estidos E7018 e E6013
3 para a co
orrente de 90
9 A, Figura
as 17 e 18,,
comprimen
respectivamente.
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19
Figura 17
7 – Perfis lo
ongitudinais de tempera
atura do ele
etrodo E701
18 simulado
o nas versões do proonal com e sem
s
porta-e
eletrodo
grama computacio
Figura 18
8 – Perfis lo
ongitudinais de tempera
atura do ele
etrodo E601
13 simulado
o nas versões do proonal com e sem
s
porta-e
eletrodo
grama computacio
d temperattura simulad
dos com a versão
v
do programa
p
co
om porta-eletrodo para
a o eletrodo
o
Os perfis de
E6013, Fig
gura 18, ap
proximam um pouco dos apresen
ntados nas Figuras 11, 14 e 15. Entretanto,,
nestes não
o foi conside
erado a influência do porta-eletro
p
odo, enquan
nto que naq
queles o porrta-eletrodo
o
está prese
ente. Felizarrdo et al de
estacou que
e o real perffil longitudin
nal de temp
peratura do
os eletrodos
s
revestidos é como os simulados com a vers
são do prog
grama sem porta-eletro
odo: o perfil de tempe-q
todo o comprimento do ele
etrodo; na re
egião próxim
ma à frente
e
ratura é prraticamente plano em quase
de fusão, há um aum
mento abrup
pto da temp
peratura até
é a tempera
atura de fussão; a temp
peratura da
a
o revestida do eletrodo
o é maior que
q a tempe
eratura da região reve
estida, ocorrrendo uma
a
região não
redução co
onsiderávell daquela te
emperatura
a até a tem
mperatura da
a região pla
ana. Eles destacaram
d
m
que a tem
mperatura da
d região não
n
revestid
da do eletrrodo é forttemente inffluenciada pelo porta-eletrodo, ou
o seja, o perfil de tem
mperatura ne
esta região depende do
d porta-ele
etrodo, send
do que esta
a
questão é de fundame
ental importtância para a robotizaçção do proccesso com eletrodo
e
revvestido.
et al fizeram
m uma série
e de testes experimen
ntais de monitoração da
d temperattura de ele-Felizardo e
trodos reve
estidos com
merciais E60
013 e E7018 de 2,5 e 3,25
3
mm de
e diâmetros para difere
entes níveis
s
de corrente
e para dem
monstrar a ve
eracidade dos
d resultad
dos apresen
ntados nas Figuras 17 e 18. Para
a
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20
a monitora
ação da tem
mperatura, te
ermopares tipo K de 0,2
0 mm de diametro
d
forram soldado
os por des-carga capa
acitiva na su
uperfície do
o arame, Fig
gura 19.
Figura 19
1 - Prepara
ação dos elletrodos para monitora
ação da tem
mperatura
d eletrodo, um furo de
e 2 mm de diâmetro fo
oi feito atravvés do reve
estimento e
Na região revestida do
mopar ser soldado
s
na superfície do
d arame, o furo receb
beu enchim
mento com m
mesmo ma-após o term
terial do re
evestimento
o. A corrobo
oração dos
s resultadoss experimen
ntais e num
méricos, nass duas ver-sões do programa co
om e sem porta-eletro
p
odo, obtidoss na região revestida do eletrodo
o (300 mm,
nte observad
do nas Figu
uras 20 e 21
1.
Figura 19) foi excelen
F
Figura
20 – Simulação
o dos testes
s feitos com
m eletrodos de 2,5 mm de diâmetro
o
F
Figura
21 – Simulação dos testes feitos com eletrodos de
d 3,25 mm
m de diâmetrro
mentais de monitoraçã
ão da tempe
eratura rea-Na região não revestiida do eletrrodo, os tesstes experim
eram dois objetivos: (1)
( demonsstrar a forte
e influência que o porrta-eletrodo exerce na
a
lizados tive
tempertura
a da região não revesttida do eletrrodo e (2) ccomprovar que
q a temp
peratura da região não
o
revestida d
do eletrodo é maior qu
ue a tempetura da reg
gião revestid
da do mesm
mo. A Figura 22 apre--
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21
senta os re
esultados experimenta
ais obtidos para
p
a confiiguração de
e posicionam
mento dos termopares
t
s
conforme a
apresentado
o na Figura
a 19.
Figura 22 – Resultados experimentais de te
emperatura
s com eletrrodo E7018
8, a temperratura da re
egião não revestida (3
330 mm) é
Nos testess realizados
superior à temperatura da regiã
ão revestida
a (300 mm)) em quase
e todo o pro
ocesso, porém com o
mperatura da
d região não
n revestid
da (330 mm
m) é superio
or apenas no
n início do
o
eletrodo E6013, a tem
e seguida
a a ser inferior à temp
peratura da região reve
estida (300 mm). Esta
a
processo, passando em
de comporttamento tam
mbém pode
e ser observvada entre os perfis de temperatura simula-diferença d
dos com a versão do programa numérico com porta-eletrodo para
a eletrodos E6013 e E7018,
E
con-forme apre
esentado na
as Figuras 1
17 e 18. Felizardo et al justificaram
m que este comportam
mento deve-se justame
ente a influê
ência do porta-eletrodo
o na temperratura dos eletrodos
e
tes
stados.
mentais fora
am realizad
dos e visan
ndo eliminar possíveis
s influênciass do porta-Novos testes experim
a temperatura da regiião não revvestida do eletrodo,
e
essta teve se
eu comprimento de 20
0
eletrodo na
mm alterad
do para 50 mm. A Figu
ura 23 mosstra o posiciionamento dos termop
pares para a monitora-ção da tem
mperatura e os resultad
dos obtidos.
Figura 23
3 – Pontos de
d monitora
ação da tem
mperatura e os resultad
dos obtidos
Estes resu
ultados mosstram, sem deixar qualquer dúvida, que a temperatura da região não
n revesti-da do eletrrodo (ponto
os de monito
oração 1 e 2) é superiior à tempe
eratura da re
egião revesstida (ponto
o
3). Além disto, observva-se que a temperatu
ura monitora
ada no ponto 1 é muito próxima à monitora-mando que
e existe uma forte influ
uência do porta-eletrod
p
do na temp
peratura da
a
da no ponto 2, reafirm
o revestida do eletrodo
o. Felizardo
o et al, inve
estigaram ta
ambém a in
nfluência do
os parâme-região não
tros de solldagem na temperatura
a dos eletro
odos E6013
3 e E7018 e observara
am que qua
alquer parâ-a variação na tempera
atura do ele
etrodo reve
estido causa
a, consequentemente,
metro que causa uma
a taxa de fu
usão. Esta varia com o tempo, porque a tem
mperatura d
do eletrodo
o
uma variaçção na sua
varia.
de Fusão
5.3. Taxa d
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22
ações matem
máticas fora
am desenvo
olvidas para
a predizer a taxa de fu
usão de elettrodos con-Várias rela
sumíveis [JJackson et al, 1953; Wilson
W
et al, 1956; Wasszink et al, 1982
1
e 1985; Chandel et al, 1987
7
e 1997; Ba
atana, 1998
8; Tusek, 20
000]. Porém
m, cada rela
ação depen
nde ou do tipo de processo ou do
o
tipo de ele
etrodo ou do
o tipo de po
olaridade ettc. De uma forma simp
plificada, a taxa de fussão (TF) de
e
um eletrod
do pode serr definida pela
p
relação
o entre a massa consu
umida do eletrodo (m) e o tempo
o
de soldage
em (t) [ter Berg
B
et al, 19
952; Jackso
on et al, 195
53; Essers et al, 1971]], sendo exp
pressa por:
TF
F=
onde:
mi
mf
m (mi − m f
=
t
t
=
=
)
(kg/s)
(6)
ma
assa inicial do
d eletrodo
ma
assa final do
o eletrodo após
a
a solda
agem
u
a rellação entre o comprim
mento consu
umido do eletrodo (Lc) e o tempo
o
Também é possível utilizar
de soldage
em (t), send
do mais aceita como taxa
t
de con
nsumo (TC) [Wilson ett al, 1956] e expressa
a
por:
TC
C=
onde:
Lo
Lr
Lc (Lo − Lr )
=
t
t
=
=
(m/s)
(7)
com
mprimento inicial
i
do ele
etrodo
com
mprimento restante
r
do eletrodo ap
pós fundido
o
A taxa de fusão, junttamente co
om a eficiên
ncia de dep
posição (ηd), determin
nam as cara
acterísticas
s
as dos eletrrodos revesstidos. A eficiência de deposição ou rendime
ento de dep
posição reall
econômica
é a relação
o entre a taxxa de deposição (TD) e a taxa de
e fusão (TF)), expressa por:
ηd =
TD
* 1000
TF
(%)
(8)
A taxa de deposição, por sua vez,
v
é a quantidade de
e material depositado
d
odo (MS), a
pelo eletro
ncorporada à solda, po
or unidade de
d tempo, expressa
e
po
or:
qual é efettivamente in
TD
D=
onde:
Mi
Mf
M S (M i − M f
=
t
t
=
=
)
(Kg/s)
(9)
ma
assa inicial da
d chapa
ma
assa da cha
apa após a soldagem
s
uenciam a taxa
t
de fusã
ão de eletro
odos revesttidos
5.2.1 Fatorres que influ
am que a ta
axa de fusã
ão de eletro
odos revestiidos é esse
encialmente
e
Em 1950, Jackson et al mostrara
nal à correntte de soldagem. Em 1952, ter Berg e Larigaldie investig
garam a inflluência dos
s
proporcion
parâmetross de soldag
gem na taxa
a de fusão de eletrodo
os revestido
os. Eles mo
ostraram qu
ue, além de
e
estar relaccionada dire
etamente à temperaturra do eletro
odo, a taxa de fusão é fortemente
e influencia-da pela co
orrente de soldagem
s
e pelo diâme
etro do arame. Mostra
aram ainda que a tenssão do arco
o
elétrico pra
aticamente não afeta a taxa de fu
usão e esta
a não sofre nenhum effeito do âng
gulo do ele-trodo com o plano horizontal. Ele
es concluíra
am que a po
olaridade e a composiçção química
a do eletro-exa a taxa de fusão, pois
p
depend
dem das ca
aracterística
as de cada
a
do influencciam de forrma comple
fator investigado, o mesmo ocorrrendo com a espessura
a do revestimento.
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23
Alguns esttudos foram
m realizadoss para inve
estigar a inffluência do tipo de fon
nte de solda
agem (con-vencionaiss ou eletrônicas) nas característic
c
cas econôm
micas dos elletrodos rev
vestidos (TF
F e ηd). Foii
verificado que o tipo de
d fonte po
ouco afeta [S
Santos et al,
a 1995], se
endo muito mais imporrtante a es-eta do tipo e diâmetro
o do eletro
odo e do va
alor da corrrente de so
oldagem [F
Farias et al,,
colha corre
1998]. Foi mostrado que
q a principal diferençça entre a u
utilização de
e fontes con
nvencionaiss e eletrôni-dagem com
m eletrodo revestido
r
pa
arece ser o melhor dessempenho da
d fonte ele
etrônica em
m
cas na sold
se evitar a colagem do
d eletrodo [Santos et al,
a 1995]. E
Em outro tra
abalho [Silva
a et al, 199
98] foi verifi-cado novamente que a taxa de fusão independe do tip
po de fonte de
d soldagem, porém ηd depende::
esenta melh
hor estabilid
dade do arcco e, conse
equentemen
nte, menor quantidade
e
a fonte invversora apre
de respingos.
ado que a ta
axa de fusã
ão aumenta com a adiçção de fluxo
os exotérmic
cos [Allen et
e al, 1998],
Foi mostra
diminui com a adição
o de fluxos endotérmic
e
os [Bracare
ense et al, 1997], além
m de ser invversamente
e
nal à espess
sura do reve
estimento [Essers et al,
a 1971; Ero
ohin et al, 1966 e 1980
0]. Foi mos-proporcion
trado tamb
bém que a fusão do re
evestimento
o é mais len
nta que a fusão
f
do arame e um cone é for-mado na p
ponta do ele
etrodo dura
ante a solda
agem [Clausssen, 1949]]. Segundo Essers et al
a [1971], a
taxa de fussão pode estar
e
associiada com a forma destte cone, ma
ais especificamente co
om a altura
a
do cone, hs, Figura 24
4.
gura 24 – Desenho esq
quemático do
d “cone” fo
ormado na ponta
p
do
Fig
eletrodo revestido
o durante a soldagem
s
Um aumen
nto em RV (Eq. 1), sig
gnifica um aumento
a
de
e hs, isto é,, hs é direta
amente proporcional à
espessura do revestim
mento [Bon
niszewski, 1978B]. Um cone maiss profundo induz
i
o arco
o elétrico a
er no eixo do
d arame, reduzindo
r
a perdas de
as
d calor porr radiação, aumentand
do a tempe-permanece
ratura da p
ponta do ele
etrodo e au
umentando a taxa de fu
usão. As te
emperaturass de fusão do
d arame e
do revestim
mento são importantess para a form
mação de hs [Jackson, 1973].
da, diz resp
peito à influência da po
olaridade na
as características eco-Uma questtão bastantte investigad
nômicas de eletrodos
s consumíve
eis. É comu
um encontra
ar na literattura a afirm
mação que a soldagem
m
odo ligado ao
a pólo positivo da máquina
m
de soldagem))
com polariidade reverrsa ou positiva (eletro
produz ma
aior penetra
ação (repressentado pella área A2 da
d Figura 25), mas com
m polaridad
de direta ou
u
negativa (e
eletrodo liga
ado ao pólo
o negativo da
d máquina
a de soldage
em), a taxa
a de fusão é maior (re-presentada
a pela área
a A1 da Figura 25) [Qu
uites et al, 1979 (Eletrodo Consu
umível); Ta
andon et al,
1984 (SMA
AW); Chan
ndel, 1987 (SAW); 19
990 (SAW e GMAW) e 1997 (SAW); Mach
hado, 1996
6
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(coletânea de
e informações retiradas dee diversas bib
bliografias) 2
24
(SMAW); Suban
S
et al, 2001 (GM
MAW)]. Algu
uns cuidado
os devem ser tomadoss para fazerr tal afirma-ção, pois issto não parrece ser uma regra, conforme será
á apresenta
ado posterio
ormente.
F
Figura 25 – Influência da polaridade na taxa de fusão (A
A1) e na pen
netração (A
A2)
As reaçõess que ocorrrem no cato
odo (pólo ne
egativo) são
o mais com
mplexas que
e aquelas qu
ue ocorrem
m
no anodo ((pólo positiv
vo). O catod
do é muito mais sensíível a qualquer materia
al que afeta
a a emissão
o
de elétronss. Normalm
mente, a que
eda catódicca é maior que
q a anódica, resultan
ndo em alta
as taxas de
e
fusão, mass em alguns casos envolvendo materiais
m
terrmoiônicos, a taxa de fusão com polaridade
e
negativa pode
p
ser menor que a encontrad
da com pola
aridade possitiva [Lesn
newich, 198
87; Welding
g
Handbook, 1987 e 19
991]. Conforrme foi dito por ter Berrg em 1952, a polaridade influencia de forma
a
usão.
complexa a taxa de fu
o anteriorme
ente, nos tra
abalhos rea
alizados porr Felizardo et al, eles observaram
o
m
Conforme comentado
etro que ca
ausa uma variação
v
na
a temperatu
ura do eletrodo revesttido causa,
que qualquer parâme
ntemente, uma
u
variaçã
ão na sua ta
axa de fusão. Esta variia com o tempo, porqu
ue a tempe-consequen
ratura do eletrodo
e
varia. Nos esstudos realizzados por Felizardo
F
et al com oss eletrodos comerciais
s
E6013 e E
E7018, eles puderam observar que
e:
• A influência da corrrente de so
oldagem na temperaturra e na taxa
a de fusão dos
d eletrodo
os testados
s
deravelmen
nte maior qu
ue a influência da polaridade;
é consid
• Entre oss eletrodos E6013 e E7018,
E
o diâ
âmetro do arame
a
é o que
q mais inffluencia a te
emperatura
a
•
•
•
•
•
e a taxa
a de fusão dos
d eletrodo
os, seguido da espessura e do tip
po de revesttimento.
Entre a corrente e o diâmetro
o do arame
e, a influênccia do diâm
metro do ara
ame é maio
or que a in-a da correntte de soldag
gem na tem
mperatura e na taxa de fusão dos eletrodos
e
te
estados.
fluência
Para ass mesmas condições
c
d soldagem, as temp
de
peraturas obtidas com
m eletrodos E6013 são
o
maioress que as ob
btidas com eletrodos E7018, isto
o deve-se ao
a fato da espessura do revesti-mento dos
d eletrodos E6013 serem
s
men
nores que a espessura
a dos eletro
odos E7018
8, para um
m
mesmo diâmetro de
d arame. Como
C
conse
equência, a taxa de fussão dos ele
etrodos E60
013 é maiorr
que doss eletrodos E7018.
Quanto maior a espessura do
o revestimen
nto menor a temperatu
ura do eletro
odo e meno
or a taxa de
e
fusão.
A influê
ência do tipo
o de revestimento na temperatura
t
a e na taxa de fusão dos
d eletrodo
os E6013 e
E7018 apresenta
a
um
u comporttamento pad
dronizado em
e cada diâ
âmetro de arame
a
testado.
O princcipal respon
nsável pela variação da
d taxa de fusão dos eletrodos investigadoss é o calorr
gerado por efeito Joule.
J
Este é o único responsáve
el pelo aum
mento da tem
mperatura do
d eletrodo
o
das da frente de fusão
o, enquanto
o que o calo
or transferid
do do arco elétrico au-em regiões afastad
ura do eletro
odo apenass em regiões extremam
mente próxim
mas à frente
e de fusão.
menta a temperatu
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25
• A tempe
eratura dos
s eletrodos testados
t
em
m regiões afastadas
a
da
a frente de fusão não é influenci-ada pella polaridad
de. Esta inffluencia apenas a tem
mperatura da
d frente de
e fusão, inffluenciando
o
assim a taxa de fussão dos ele
etrodos testa
ados.
• Para ele
etrodos E60
013, a taxa
a de fusão na
n polaridad
de reversa (positiva) é menor que
e na polari-dade direta (negattiva), enqua
anto que pa
ara eletrodo
os E7018, a taxa de fu
usão na pollaridade re-positiva) é maior
m
que na polaridad
de direta (ne
egativa), Fig
gura 26.
versa (p
E6013 - 2,5 mm
Pos
E7018 - 2,5 mm
Neg
110 A
8
6
6
4
4
2
2
100 A
100 A
8
8
6
6
4
4
2
2
Taxa de Consumo (mm/s)
Taxa de Consumo (mm/s)
Neg
110 A
8
90 A
8
6
4
2
80 A
8
90 A
8
6
4
2
80 A
8
6
6
4
4
2
2
8
Pos
70 A
70 A
8
6
6
4
4
2
2
0
10
20
30
40
50
Tempo (s)
0
10
1
20
30
40
50
Tempo
o (s)
Figu
ura 26 – Ta
axa de fusão
o de eletrod
dos de 2,5 mm
m de diâm
metro
• A altura
a do cone fo
ormado na ponta do eletrodo
e
éu
uma conseq
qüência e não
n uma ca
ausa do au-mento d
da taxa de consumo
c
do
os eletrodos
s revestidoss.
A Figura 2
27 apresentta fotografia
as mostrand
do a formaçção do cone
e na ponta de eletrodo
os E6013 e
E7018 de 3,25 mm de
d diâmetro
o, após sere
em fundidos com corrrente de soldagem de 110 A nas
s
es negativa e positiva.
polaridade
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26
Figura 27 – Coness formados na ponta do
o eletrodo durante
d
a so
oldagem
Através de
esta figura, percebe-se
e que coness mais profu
undos foram
m obtidos na
n polaridad
de negativa
a
para eletro
odos E6013
3 e na polarridade posittiva para eletrodos E7018. Percebe-se ainda
a que o co-ne formado na ponta
a do eletrod
do E7018 na polaridad
de positiva é mais proffundo que os demais,
parado ao formado
f
no
o eletrodo E6013,
E
com
m a mesma polaridade. Na polari-em especial, se comp
ativa, a alturra do cone formado no
os eletrodoss E6013 e E7018
E
é, prraticamente, a mesma..
dade nega
Independe
ente da alturra do cone e da polarid
dade utilizada, a taxa de
d consumo
o dos eletro
odos E6013
3
é superior à dos eletro
odos E7018
8.
6. QUALIDADE DA
A SOLDA
Uma junta
a soldada deve possuir as qualidades necesssárias para
a possibilita
ar as funçõ
ões espera-das. Deve portanto te
er suas pro
opriedades mecânicas, a sua miccroestrutura
a e a sua composição
c
o
arantidas pelo processso. As segu
uintes desccontinuidade
es são as vezes
v
enco
ontradas na
a
química ga
solda feita com o proc
cesso SMAW
W:
odem ser evvitadas com
m uma boa amperagem
m, um comp
primento do
o arco ade-• Porosidades: Po
quado e o uso de eletrodos
e
se
ecos;
• Inclusã
ão de escó
ória: Conse
egue ser evvitada com a perícia do
o soldador;
• Fusão incomple
eta: Evitáve
el com uma preparaçção adequa
ada da superfície a se
er soldada,,
mantendo-a limpa e homogên
nea. O uso de corrente
e adequada
a e velocida
ade não muito alta aju-evitar este defeito;
d
dam a e
• Penetrração inco
ompleta: Pode
P
ser corrrigida com deposição de um cord
dão adicional;
• Trincas
s: Os princcipais fatore
es que causam trincass são: pressença de hiidrogênio no metal de
e
solda e tensões re
esiduais. O pré e pós--aquecimen
nto do meta
al de base pode conto
ornar o pro-d tensõess residuais e a utilizaç
ção de eletrrodos secoss, limpeza da peça an
ntes da sol-blema das
dagem, podem min
nimizar a prresença do hidrogênio no metal de sodla.
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2006