SIMONE BITTENCOURT DE OLIVEIRA
40 anos de trajetória de uma das grandes intérpretes da MPB
projeto de exposição SIMONE BITTENCOURT DE OLIVEIRA
Acordes da história da música no Brasil
A cultura brasileira pode ser considerada um reflexo dos vários povos que constituem demograficamente
o país – indígenas, europeus, árabes, africanos entre outros. A convivência entre esses povos, que
participaram da formação do Brasil, deu origem a uma realidade cultural diversificada e extremamente
rica. São essas matrizes culturais que constituem a(s) indentidade(s) do povo brasileiro. São essas
bases culturais que estruturam a linguagem, as crenças, os hábitos, o imaginário e a arte, resultantes
da hibridização de várias culturas trazidas por povos diferentes e de variados lugares que ajudaram a
constituir a cultura no Brasil. Essa cultura quando relacionada às artes, de caráter popular ou erudito,
como a literatura, pintura, arquitetura e a música define-se como um conjunto de manifestações formado
pelo pensamento de um povo.
A música brasileira se formou, então e também, a partir da fusão de elementos europeus e africanos,
que chegaram ao Brasil trazidos respectivamente por colonizadores portugueses e escravos, aos quais
podemos acrescentar matizes locais, herança dos povos indígenas que aqui habitavam.
A trajetória da música no país é alvo de estudos acadêmicos que trazem luzes para o entendimento desse
caminhar, demonstrando que a música não tem apenas uma trajetória exclusiva e obsessiva da música
nacional nem uma herança dada e muito menos exclusivamente afro-americana com relação às tradições
populares. Ela é sim uma construção múltipla (MORAES, 2010). Essa multiplicidade, característica
da formação musical nacional, é responsável, em muito, pelo esforço demandado para realizar uma
historiografia da música brasileira – tarefa árdua encarada por inúmeros pesquisadores como grande
desafio.
São várias as contribuições que fizeram, e fazem, da música nacional um dos nossos maiores patrimônios
imateriais. Desde seus primórdios, o período denominado por alguns pesquisadores como período da
música colonial, que marcou os três primeiros séculos após o descobrimento, essas contribuições estiveram
presentes, responsabilizando-se não só pelo desenvolvimento da música como por sua caracterização.
A primeira modificação vivida pela música brasileira ocorre com a chegada da família real em 1808, que
imprimiu nova dinâmica cultural ao país, disseminando-se com maior rapidez a partir do surgimento da
indústria fonográfica nas três primeiras décadas do século 20, chegando à contemporaneidade com um
acervo múltiplo de tendências e representações.
Evidentemente inúmeras tendências musicais têm se apresentado ao longo de cinco séculos. O erudito
e o popular sempre presentes nesse caminhar, mesmo que mantendo cautelosa distância. Entretanto,
a música, que por essência, é livre e rebelde, quebra, em muitos momentos, o distanciamento que se
esmaece. A contemporaneidade tem como uma de suas marcas a quebra da hierarquização entre obras
culturais, o afastamento perde espaço e a divisão entre erudito e popular constitui mais uma categoria
para análise do que uma distinção valorativa entre grandezas. Nesse sentido é que propomos um
salto nessa história, direcionando o foco de nossa abordagem para um dos movimentos de maior
repercussão no Brasil – o da Música Popular Brasileira (MPB).
Um movimento em tempos de ditadura, de censura a toda e qualquer forma de expressão artística que
contrariava a ideologia do regime militar. Segundo Napolitano (2002), ao longo deste ciclo, surgiu e se
consagrou a expressão Música Popular Brasileira (MPB), sigla que sintetizava a busca de uma nova
canção que expressasse o Brasil como projeto de nação idealizado por uma política influenciada pela
ideologia nacional-popular e pelo ciclo de desenvolvimento industrial, impulsionado a partir dos anos 50.
É fato, como explicitado anteriormente, que a música popular sempre esteve presente na história musical
brasileira, mas o que queremos destacar é o momento marcado pelo surgimento de estilos e nomes, que
se configuram como representantes contemporâneos dessa arte. Tratamos então, daquele movimento
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que começou na segunda metade da década de 1950, quando surgia uma nova geração de compositores,
hoje consagrados, que iniciariam uma nova e outra etapa de transformação na música brasileira. Uma
canção que marca o início ruidoso de um novo tempo musical, que se chamaria MPB, é Arrastão, de
Vinícius de Moraes e Edu Lobo.
Vinícius, Vandré, Taiguara, Edu Lobo, Chico Buarque. Eis os filhos da Bossa Nova inventando uma nova
bossa.
No bojo dessa nova bossa, surgem os festivais... E no II Festival de Música Popular Brasileira (SP, 1966),
as músicas “Disparada” e “A Banda” de Geraldo Vandré e Chico Buarque respectivamente, podem ser
consideradas marcos da ruptura entre a Bossa Nova e a MPB. Outras composições brilhantes podem ser
citadas: Alegria, Alegria, de Caetano, Domingo no Parque de Gil, causadoras de grande estranhamento,
à época.
Assim o Brasil se distancia “dos anos dourados” e mergulha em um turbilhão musical que leva aos palcos
e lares brasileiros canções que embalam e incomodam muitos até hoje, ou seja, (...) a MPB chegou à
década de 1970 dotada de alto grau de reconhecimento junto às parcelas de elite da audiência musical,
ainda que alguns setores do meio acadêmico e literário não compartilhassem desta valorização cultural
excessiva. (NAPOLITANO, 2002).
A década de 1970 chega em seu fusca, com tala larga, sacode o cabelão, abre a porta “pra mina” entrar
e põe uma “música jóia” no toca-fitas cassete:
O que será, que será?
Que andam suspirando pelas alcovas
Que andam sussurrando em versos e trovas
Que andam combinando no breu das tocas
Que anda nas cabeças anda nas bocas
Que andam acendendo velas nos becos
Que estão falando alto pelos botecos
E gritam nos mercados que com certeza
Está na natureza
Será, que será?
O que não tem certeza nem nunca terá
O que não tem conserto nem nunca terá
O que não tem tamanho...
Músicas e interpretes dos mais váriados estilos, personalidades responsáveis pela formação do gosto
musical de várias gerações, são muitos. Tentar dar conta desse universo com toda sua multiplicidade de
valores, seria, sem dúvida, algo extremamente ousado, se bem que maravilhosamente supreendente. Mas,
neste caso específico a proposta é repleta de significações. Entre a constelação de astros, escolhemos
uma das estrelas de maior brilho: Simone Bittencourt de Oliveira, ou simplesmente, Simone. Um nome
de projeção que fornecerá subsídios para contarmos parte significativa da história da MPB. Alguém que
já é história e faz história.
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1 Mil novecentos e quarenta e nove
O ano é 1949 o dia, 25 do mês de Natal. Nasceria Natalina Bittencourt de Oliveira, não fôsse radical
mudança de nome na última hora.
De novo...
O ano é 1949 o dia, 25 do mês de Natal. Nasce Simone Bittencourt de Oliveira, no bairro de Brotas, na
cidade de São Salvador, Estado da Bahia. Filha de Otto Gentil de Oliveira e Letícia Bittencourt de Oliveira.
Criada no meio da música (seu pai gostava de cantar óperas e sua mãe tocava piano e violão), a menina
tinha, mesmo que lhe fôsse contrário, que “se misturar” à música. A primeira canção que Simone tocou, no violão da mãe, foi Risque, da autoria de Ary Barroso. E, mesmo vivendo alguns intervalos em relação
à música, de lá pra cá não mais se distanciou dessa arte que a faz e nos faz tão bem.
1 Mil novecentos e sessenta e seis
Simone, em companhia de sua família, deixa a Bahia rumo à São Paulo. Em 1966, então com 17 anos,
mudou-se para São Caetano do Sul, no ABC Paulista. Cursou a Faculdade de Educação Física na cidade
de Santos, SP e deu aulas no Colégio Gonçalves Dias, bairro de Santana, na capital. Foi jogadora de
basquete, sendo inclusive convocada, por duas vezes, para a Seleção Brasileira.
1 Mil novecentos e setenta e dois
Chega para fazer parte da história da MPB Simone Bittencourt de Oliveira
A partir de contatos que sua amiga e professora de violão, Elodir Barontini, mantinha, Simone participou
de um jantar na casa do então gerente de marketing da gravadora Odeon, Moacir Machado, o Môa. Ao
final do encontro, Simone foi convidada para fazer um teste na Odeon, o resultado foi um contrato de
quatro anos, com a obrigatoriedade de gravação de um disco por ano. O primeiro, Simone, foi gravado
em outubro de 1972 sob a batuta do maestro José Briamonte. A primeira tiragem do disco foi distribuída
apenas para amigos, parentes e para o meio artístico.
1 Mil novecentos e setenta e três
O lançamento oficial do primeiro disco intitulado Simone ocorreu em 20 de março de 1973 (considerada
a data oficial do início da carreira da cantora), em São Paulo e Simone estreou, no mesmo dia, em um
programa da TV Bandeirantes. Aguardada com expectativa, Simone saiu apontada como um dos nomes
mais promissores da MPB. O sucesso começava, de forma gradual, mas segura.
Antes de se tornar conhecida do público brasileiro, Simone participou de uma turnê internacional (em
1974, segundo website oficial da cantora) organizada por aquele que se tornaria um de seus grandes
incentivadores, Hermínio Bello de Carvalho. A excursão internacional, intitulada Panorama Brasileiro,
incluía no roteiro o famoso Olympia, em Paris, entre outras cidades europeias. Em 1974, Festa Brasil,
percorre 20 cidades dos Estados Unidos, além do palco do teatro anexo do Madison Square Garden
(Nova York).
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“Simone tem um aspecto quase irreal. Sua mensagem musical é a verdade. Verdade que ela
põe em tudo que faz. Simone, a “Cigarra” que canta e encanta em todas as estações do ano.”
Hermínio Bello de Carvalho
O estilo musical de Simone e seu repertório
Na história da MPB, a tradição romântica foi intensificada nos anos 1980 e os temas de amor romântico
e paixão, foram amplamente explorados por diversos cantores e compositores. Simone, que desde o
início da carreira interpretou, predominantemente, canções românticas, figura dentre elas e é por isso
elencada na categoria de cantora romântica. Seu repertório abrange mais de 350 interpretações, um dos
mais vastos e diversificados entre as vozes femininas, constituindo um verdadeiro mosaico de estilos. O
amor romântico ou idealizado, a paixão, em Começar de Novo, Jura Secreta, Corpo, Medo de Amar nº2,
Raios de luz, Lenha; o samba, em O Amanhã, Disputa de Poder, Ex-amor; e a religiosidade em Cantos
de Maculelê, Reis e Rainhas do Maracatu, Então é Natal, Ave Maria, Jesus Cristo são marcas de seu
repertório.
VOU LEVAR A VIDA INTEIRA PRA ENTENDER QUE MESMO SÓ EU FAÇO PARTE DE VOCÊ. Seda Pura | Simone
A voz de Simone
Desde o primeiro LP até suas mais recentes gravações comprovamos o talento descoberto, expresso
pela espontaneidade, o dom natural que não utiliza a leitura de cifras como recurso de intelecção aos
acordes. Marcada por um acentuado sotaque baiano, que o tempo nunca apagou, e um exclusivíssimo
timbre metálico de mezzo-soprano, a voz revela-se também por uma leve rouquidão com viés romântico,
entrementes exaltada por um travo de emoção contida, como nos dramas românticos de Começar de
Novo, Jura Secreta e Gota d´Água.
Música é mansidão, é inspiração, é uma força estranha. Música é alívio, música é doçura, é suavidade,
é alma. Música é energia, é sangue, é suor, é raça, é precisão, é pulsação, é ar e é o dom que Deus
me deu | Simone
Canções consagradas na voz de Simone
A pedido, ganhou em 1978, do amigo Bituca, Milton Nascimento, a composição que se tornou então o
apelido da cantora, Cigarra, faixa constante do disco homônimo lançado no mesmo ano. O pedido por
uma canção com o tema de cigarra partiu da própria cantora por ocasião de um evento ocorrido em
Salvador, quando Simone afirma ter sido surpreendida por uma voz que repetiu três vezes a palavra
cigarra direcionando-se a ela e de maneira inusitada, interpelando seu misticismo. A letra faz alusão à
famosa fábula de Esopo, A Cigarra e a Formiga.
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Além de Cigarra, foram consagradas na voz de Simone inúmeras canções, dentre as quais: Começar de
Novo, Jura Secreta, Medo de Amar nº2, O Ronco da Cuíca, Face a Face, Cordilheiras, Música Música,
Condenados, Encontros e Despedidas, Disritmia, Sangrando, Louvor a Chico Mendes, Será, Reis e
Rainhas do Maracatu, Caçador de Mim, Sob Medida, Maria Maria, Iolanda, Tô que Tô, O Amanhã, Alma,
Um Desejo só não Basta, Então é Natal, Lenha, Pedaço de Mim, Desesperar Jamais, Começaria Tudo
Outra Vez, Cofre de Seda, Dandara, entre tantas outras.
Eu acredito em Deus. Deus está em tudo. Deus está na música. | Simone
Amigos
Milton Nascimento, Ivan Lins, Martinho da Vila, José Possi Neto, Emílio Santiago, Elba Ramalho, Marcos
Maynard, João Bosco, Max Pierre, Liz Machado, Lucia Maria, Josee Engel, Elody, Suely Costa, Abel
Silva, Paulo Ricardo, Zélia Duncan, Ana Maria Braga...
OBS.: Vamos pedir à Simone, naturalmente, para relacionar os nomes desta lista.
Eles disseram...de Simone
Ivan Lins: “As luzes ficam mais bonitas quando você sobe no palco”
Rita Lee: “Uma palavra pra definir Simone...Elegância!”
Chixó: “Simone, você como intérprete é nota 1.000! Você canta demais!”
Abel Silva: “Tua boca é uma flor que canta”
Simone disse...deles
João Bosco: “Adoro tomar vinho com ele”
Milton Nascimento: “O Bituca faz parte do meu show”
Zélia Duncan: “Zélia é o grande encontro da minha vida”
Jorge Ben Jor: “Acho ele um gênio”
Hermínio Bello de Carvalho: “O maior responsável por eu estar aqui hoje”
SE PAIXÃO É ISSO. Seja como for. Dessa tempestade eu quero pingos de amor. Hóstia | Marcos
Valle • Erasmo Carlos Simone
A trajetória artística de Simone - Linha do Tempo
1974 - Grava o disco Quatro Paredes. Participa do álbum Sei Lá, de Hermínio Bello de Carvalho, nas
faixas “Fora de hora” e “Salamargo”, ambas de autoria de Hermínio e Eduardo Marques.
1975 - Grava o disco Gotas D’ Água. São gravados dois clips, “Morcegos” (Vital Lima e Hermínio Bello
de Carvalho) para a TVE e “Rosa de Hiroshima” (Vinícius de Moraes) para o programa Fantástico, da
Rede Globo.
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1976 - Aceita o convite de Vinícius de Moraes e Toquinho para participar de uma série de shows dentro do
projeto Circuito Universitário. O espetáculo é apresentado naArgentina, Uruguai, Chile, México e Brasil. Grava
três versões da música “O Que Será” (“Abertura”, “À flor da pele” e “À flor da terra”), de Chico Buarque, para
a trilha sonora do filme “Dona Flor e seus dois Maridos”, de Bruno Barreto. É lançado um compacto
contendo a versão “O que será” (Á flor da terra), e gravado um clip apresentado no Fantástico, da Rede
Globo. Participa do especial da Rede Globo “Brasil Especial - Antonio Maria”, cantando “Se eu morresse
amanhã” (Antonio Maria).
1977 - Lança o disco Face a Face. “Jura Secreta” (Sueli Costa e Abel Silva) é incluída na trilha sonora da
novela “O Profeta”, de Ivani Ribeiro, na TV Tupi. Em junho estréia seu primeiro show individual, Face a
Face, no Museu de Arte Moderna, no Rio de Janeiro, com direção de Antonio Bivar. De 22 a 26 de agosto
Simone e Belchior participam do Projeto Seis e Meia, no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro.
1978 - Apresenta o show Face à Faca, com direção de Hermínio Bello de Carvalho. A estréia é no Teatro
Clara Nunes, no Rio de Janeiro. Grava Cigarra, seu quinto álbum. “Então vale a pena” (Gilberto Gil) é
incluída na trilha sonora da novela “Salário Mínimo”, de Chico de Assis , TV Tupi. “Face a Face” (Sueli
Costa e Cacaso) é incluída na trilha sonora da novela “O Pulo do Gato”, de Bráulio Pedroso, TV Globo.
“Medo de amar nº 2” (Sueli Costa e Tite de Lemos) é incluída na trilha sonora da novela “Sinal de Alerta”,
de Dias Gomes, TV Globo. Participa da gravação do programa “Milton Nascimento - Especial”, da TV
Globo. De 16 de junho a 15 de setembro Simone e Sueli Costa participam do Projeto Pixinguinha,
apresentando-se no Rio de Janeiro, Vitória, Salvador, Maceió, Recife e Brasília. Em novembro de 1978,
estréia no Canecão, Rio de Janeiro, o show “Cigarra”, com direção de Fernando Pinto.
1 9 7 9 - Gr ava o á lbum P e daços , co m o q u a l re c e b e o p rime iro d is c o d e o u ro . “Sob Medida”
(Chico Buarque) é incluída na trilha sonora do filme “República dos Assassinos”, de Miguel Faria, e na
novela “Os Gigantes”, de Lauro César Muniz, TV Globo. “Cigarra” (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos)
é incluída na trilha sonora da novela “Cara a Cara”, de Vicente Sesso, TV Tupi. Grava “I Need You
Now”. no álbum “Brasilian Love Affair”, de George Duke. Participa do especial “Mulher 80”, da TV Globo,
interpretando “Começar de novo” (Ivan Lins e Vitor Martins) e “Cantoras do Rádio” (Braguinha, Lamartine
Babo e Alberto Ribeiro). Em dezembro estréia o show “Pedaços”, com direção de Flávio Rangel, no
Canecão, RJ. Participa do Festival de Música Popular Brasileira, cantando “Para Lennon e MacCartney
(Márcio Borges, Lô Borges e Fernando Brant).Em 30 de dezembro de 1979 é gravado Simone Ao Vivo,
durante o show no Canecão, Rio de Janeiro, lançado em 1980
1980 - A Rede Globo apresenta “Simone Bittencourt de Oliveira”, o primeiro programa da série Grandes
Nomes, gravado ao vivo no Teatro Fênix, no Rio de Janeiro, com direção geral de Daniel Filho e direção
musical de Guto Graça Mello. Lança o disco Simone. “Desesperar, Jamais” (Ivan Lins e Vitor Martins)
é incluída na trilha sonora da novela “Água viva”, de Gilberto Braga, TV Globo. “Saindo de Mim” (Ivan
Lins e Vitor Martins) é incluída na trilha sonora da novela “Chega Mais”, de Carlos Eduardo Novaes, TV
Globo . “Vento Nordeste” (Sueli Costa e Abel Silva) é incluída na trilha sonora da novela “Pé de vento”,
de Benedito Ruy Barbosa, TV Bandeirantes. Estréia no Canecão o show “Simone”, com direção de Flávio
Rangel.
1981 - Assina contrato com a gravadora CBS e lança Amar, cuja vendagem proporciona à Simone um
disco de platina. “Naquela noite com Yoko” (Sueli Costa e Abel Silva) é incluída na trilha sonora da novela
“Brilhante”, de Gilberto Braga, TV Globo. “Povo da Raça Brasil” (Milton Nascimento e Fernando Brant) é
incluída na trilha sonora da novela “Terras do sem fim”, de Wálter George Durst, TV Globo. Participa do
especial “Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior”, de Gonzaguinha, com direção de Daniel Filho, TV Globo,
Série Grandes Nomes, cantando “Do meu jeito” e “Mulher e Daí”.
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1982 - Estréia o show “Amar”, com direção de Flávio Rangel. “Ela disse-me assim” (Lupicínio Rodrigues)
é incluída na trilha sonora da novela “Os Imigrantes - 3ª Geração”, TV Bandeirantes. “Mundo Delirante”
(Sueli Costa e Abel Silva) é incluída na trilha sonora da novela “Elas por Elas”, de Cassiano Gabus
Mendes, TV Globo. Grava o disco Corpo e Alma, que atinge vendagem superior a 700 mil cópias. “Tô
Que Tô” (Kleiton e Kledir) é incluída na trilha sonora da novela “Sol de Verão”, de Manoel Carlos, TV Globo
- tema de abertura. Participa das gravações do “Canta Brasil”, realizados pela TV Globo, no estádio do
Morumbi, em São Paulo, com público estimado de 110 mil pessoas na platéia e no estádio do Beira-Rio,
em Porto Alegre, RS, aproximadamente 60 mil pessoas presentes. Em dezembro estréia no Canecão, Rio
de Janeiro, o espetáculo “Corpo e Alma”, com direção de Flávio Rangel. A Rede Globo transmite ao vivo,
diretamente da Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro, o especial “Simone - Corpo e Alma”.
1983 - Lança o álbum Delírios, Delícias. “Mulher da Vida” (Milton Nascimento e Fernando Brant) é
incluída na trilha sonora da novela “Champagne”, de Cassiano Gabus Mendes, TV Globo. Participa do
álbum “O Grande Circo Místico”, de Chico Buarque e Edu Lob, com “Meu namorado” (Chico Buarque e
Edu Lobo). Participa do especial “Casa de Brinquedos”, TV Globo, que tem a trilha sonora gravada em um
LP. Nele, Simone canta “Bicicleta” (Miltinho e Toquinho). Em novembro estréia o show “Delírios, Delícias”,
com direção de Flávio Rangel. Participa da terceira edição do Canta Brasil, no Anhembi, em São Paulo,
cantando “Alma” (Sueli Costa e Abel Silva) e “Caminhando” (Geraldo Vandré). Em 30 de dezembro de
1983, a Rede Globo transmite o especial “Delírios, Delícias”, com direção geral de Maurício Tavares,
gravado no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, durante temporada de shows de Simone.
1984 - Grava o disco Desejos. Participa do especial “Juntos”, de Ivan Lins, exibido pela TV Globo,
cantando Bandeira do Divino, clip gravado em Parati, no Estado do Rio de Janeiro. “Um Desejo Só Não
Basta” (Fausto Nilo e Francisco Casaverde) é incluída na trilha sonora da novela “Corpo a Corpo”, de
Gilberto Braga, TV Globo. Em dezembro estréia o show “Desejos”, com direção de Jorge Fernando.
1985 - Apresenta-se em quinze cidades do Japão. Participa do álbum “El Ultimo Beso”, do cantor José
Luiz Rodrigues, na faixa “No Te Sorprendas”. Participa do projeto “Hermanos”, lançado em compacto,
na faixa “Cantaré, Cantarás”. Participa do projeto Nordeste Já, lançado em compacto, na faixa “Chega
de Mágoa”. A gravadora CBS lança no mercado externo o álbum “Brasil Agora”. Nele, Simone e Chico
Buarque cantam “Yolanda” (Pablo Milanés) em espanhol. Lança o álbum Cristal. “A Outra” (Ivan Lins e
Vitor Martins) é incluída na trilha sonora da novela “Roque Santeiro”, de Dias Gomes, TV Globo. “Íntimo”
(Sueli Costa e Abel Silva) é incluída na trilha sonora da novela “Uma Esperança no Ar”, de Hamilton
Monteiro e Ismael Fernandes, SBT. Grava um clip com “Por Um Dia De Graça” (Luiz Carlos da Vila)
incluído no musical “As mil e uma noites de Pompeu Loredo”, TV Globo, com direção de Jorge Fernando.
1986 - Apresenta o espetáculo “Amor e Paixão”, com direção de Flávio Rangel, durante sete meses
initerruptos, no Scala II, Rio de Janeiro. Grava clip da música “Olhar 43” (Paulo Ricardo e Luis Schiavon),
para o programa “Fantástico”, TV Globo. Lança o álbum Amor e Paixão, que chega a vender cerca de 900
mil cópias. “Em Flor” (S. Dee, Sylvia Dee e Ronaldo Bastos) é incluída na trilha sonora da novela “Roda
de Fogo”, de Lauro César Muniz, TV Globo. Apresenta-se pela primeira vez em Portugal, no Coliseu dos
Recreios, Lisboa, em show gravado e transmitido pela TV RTP.
1987 - Lança o álbum Vício. A gravadora CBS lança a coletânea “simone” na América Latina.
1988 - Lança Sedução, gerando novo disco de ouro. Grava o jingle de fim de ano da Rádio Globo, “Gosto
Tanto”.
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1989 - Estréia o show “Sedução”, onde assina a direção. “O Tempo não pára” (Cazuza - Arnaldo Brandão)
é incluída na trilha sonora da novela “O Salvador da Pátria”, de Lauro César Muniz, TV Globo. A Rede
Globo transmite o especial “Simone - Especial”, direção de Roberto Talma, gravado durante a temporada
no Palace, em São Paulo. Participa do especial de Roberto Carlos, transmitido pela TV Globo. Participa
do especial “Cazuza - Uma prova de amor”, TV Globo. Lança o LP Simone. “Uma nova mulher” (Paulo
Debétio - Paulinho Rezende) é incluída na trilha sonora da novela “Tieta”, de Aguinaldo Silva, Ana Maria
Moretzsohn e Ricardo Linhares, TV Globo.
1990 - A gravadora CBS lança a coletânea Liberdade. Participa do álbum “O amor é cego e vê”, da
cantora Eugênia Mello e Castro, cantando “Caminho Errado”. “Carta Marcada” (César Camargo Mariano
e Ronaldo Bastos) é incluída na trilha sonora da novela “Araponga”, de Dias Gomes, TV Globo.
1991 - Grava o LP Raio de Luz e seu primeiro trabalho em espanhol, Simone, com distribuição apenas
para a América Latina. Participa da gravação da música “Luz do mundo” para o projeto Se essa rua fosse
minha, idealizado por Herbert de Souza, o Betinho.
1992 - Divulga pela América Latina o trabalho “Simone” e inicia as primeiras apresentações de seu novo
show, “Sou Eu”, sob direção do cantor Ney Matogrosso. “Será” (Dado Villa - Lobos - Renato Russo Marcelo Bonfá) é incluída na trilha sonora da novela “Perigosas Peruas”, de Carlos Lombardi, TV Globo.
“Raios de Luz” (Cristóvão Bastos e Abel Silva) é incluída na trilha sonora da novela “De corpo e alma”, de
Glória Perez, TV Globo - tema de abertura.
1993 - Lança o álbum Sou Eu, comemorando 20 anos de carreira. Participa, ao lado de Wagner Tiso, do
“Songbook Vinícius de Moraes”, na faixa “Se todos fossem iguais a você”. Lança seu segundo álbum em
Espanhol, La Distancia. A Rede Globo apresenta o especial “Simone - 20 anos de carreira”, gravado em
Curitiba. “Desafios” (Ivan Lins e Vitor Martins) é incluída na trilha sonora da novela “Mulheres de Areia”,
de Ivani Ribeiro, TV Globo.
1994 - Viaja com o show “Sou eu” pela Espanha, Argentina e Portugal.
1995 - Grava o álbum Simone Bittencourt de Oliveira. “Quem é você” (Isolda e Eduardo Dusek) é
incluída na trilha sonora da novela “A Próxima Vítima”, de Silvio de Abreu, TV Globo. Apresenta o show
“Sonho e Realidade”, com direção de José Possi Netto. Assina contrato com a gravadora Polygram,
atual Universal Music e grava o álbum 25 de Dezembro com canções de Natal. O disco tem mais de
um milhão de cópias vendidas. Participa do especial da TV Globo “Som Brasil - Cazuza”, onde interpreta
“Codinome Beija-flor”. O especial é gravado e lançado em CD. Participa do programa “Por Acaso, com
Quincy Jones”. “Pensamentos” (Roberto Carlos e Erasmo Carlos) é incluída na trilha sonora da novela
“Explode Coração”, de Glória Perez, TV Globo.
1996 - Lança seu terceiro disco em espanhol, Dos Enamoradas, pela CBS-Sony Music. Grava Café Com
Leite , uma releitura da obra de Martinho da Vila. O disco alcança a marca de 600 mil cópias vendidas,
rendendo à artista disco duplo de platina. “Ex Amor” (Martinho da Vila) é incluída no álbum “Casa de
Samba”. Participa do álbum “Oceano”, de Sérgio Mendes, com “Anjo de Mim” (Ivan Lins e Vitor Martins).
“Anjo de Mim” (Ivan Lins e Vitor Martins) é incluída na trilha sonora da novela “Anjo de mim”, de Walter
Negrão, TV Globo - tema de abertura.
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1997 - Estréia seu novo espetáculo “Brasil - O Show”, com direção de José Possi Netto. Lança o álbum
Brasil, o Show. Participa do CD “Pela Saudade que me invade - um tributo à Dalva de Oliveira”, da cantora
Angela Maria, com “Tudo acabado” (Oswaldo Martins e J. Piedade). Participa do CD “Agô Pixinguinha”,
na faixa “Ingênuo” (Pixinguinha, Benedito Lacerda e Paulo César Pinheiro), com Baden Powel. “Beija, Me
Beija E Beija” (Zé Catimba e Martinho da Vila) é incluída na trilha sonora da novela “O Amor está no ar”,
de Alcides Nogueira, TV Globo.
1998 - Grava Loca, seu quarto disco em espanhol. “Loca” (Willie Nelson - Vs. R. Livi) é incluída na trilha
sonora da novela “Torre de Babel”, de Silvio de Abreu, TV Globo. Participa do especial da Rede Globo em
homenagem à Copa do Mundo de 1998, transmitido diretamente da França. O evento, que recebe o nome
de “Coração Brasileiro”, é realizado no Estádio Parc des Princes, em Paris.
1999 - Participa do CD “Um novo tempo”, de Ivan Lins, na faixa “Um natal brasileiro” (Ivan Lins e Tavinho
Daher). Grava “Valsa de um desejo” (Roger Henri - Aldir Blanc), para a trilha sonora da novela “Força de
um desejo”, de Gilberto Braga, TV Globo.
2000 - Apresenta seu novo show intitulado “Fica comigo esta noite”, com magistral direção de Ney
Matogrosso e, na mesma época, junto ao proejto do show, lança o CD Fica comigo esta Noite. “Sentimental
demais” (Evaldo Gouveia e Jair Amorim) é incluída na trilha sonora da novela “Laços de Família”,
de Manoel Carlos, TV Globo. Participa do show “Olha que coisa mais linda - Uma homenagem a Tom
Jobim”, realizado no Claro Hall, no Rio de Janeiro, cantando “Garota de Ipanema” (Tom Jobim e Vinícius
de Moraes).
2001 - Lança o CD “Seda Pura”, produzido por Guto Graça Mello e apresenta o show homônimo, com
direção de Nelson Motta. Participa do 25º Festival Internacional de Música do Algarve, Portugal, cantando
junto com José Carreras. “Desenho de Giz” (João Bosco e Abel Silva), gravada no CD anterior, é incluída
na trilha sonora da novela “Um anjo caiu do céu”, de Antônio Calmon, TV Globo. Participa do projeto
Um barzinho, um violão, gravado ao vivo no espaço Universal Up, da gravadora Universal, cantando
“Samba de Orly” (Chico Buarque, Toquinho e Vinícius de Moraes) e “Garota de Ipanema” (Tom Jobim e
Vinícius de Moraes), junto com o cantor e compositor Toquinho. Participa do álbum “Como é grande o
meu amor por vocês”, de Hebe Camargo, cantando “Pensando em Ti” (Herivelto Martins/David Nasser).
2002 - Lança o CD “Feminino”, produzido por Guto Graça Mello, gravado ao vivo, no espaço Universal
Up, da gravadora Universal, no Rio de Janeiro. “Muito estranho” (Dalto) é incluída na trilha sonora da
novela “Desejos de Mulher”, de Euclydes Marinho, Rede Globo. “Seda Pura” (Cazuza - Frejat) é incluída
na novela “Marisol”, de Inés Rodena e Henrique Zambelli, SBT. Participa do álbum “Perdida de Amor”, de
Marília Gabriela, cantando “Marina” (Dorival Caymmi).
2003 - Apresenta o novo espetáculo “Simone”, sob direção da própria artista. Apresenta-se pela primeira
vez em Luanda, Angola, onde faz três espetáculos. Grava participação no álbum “Com Vida”, do padre
Antonio Maria, canta a música “Estrela” (Gilberto Gil). Participa do Songbook “João Bosco - 2” cantando
“Nação” (João Bosco / Aldir Blanc / Paulo Emílio). No álbum de Michel Sullivan, “Duetos”, canta com
o autor “Deslizes” (Michel Sullivan/Paulo Massadas). “Ex-amor” (Martinho da Vila) é incluída na trilha
sonora da novela “Celebridade”, de Gilberto Braga, TV Globo.
2004 - Em fevereiro participa do show para gravação do álbum “Conexões ao Vivo” de Martinho da Vila,
cantando “Danadinho Danado” (Zé Catimba / Martinho da Vila), no Canecão, Rio de Janeiro. Lançado
em CD e DVD. Grava o álbum “Baiana da Gema”, com produção de Paulinho Albuquerque, dedicado
projeto de exposição SIMONE BITTENCOURT DE OLIVEIRA
a obra de Ivan Lins (e parceiros). Lançamento EMI Odeon. Além do CD, o álbum dá origem ao primeiro
DVD, com o registro da gravação feita no AR Studios, Rio de Janeiro. Em setembro, no Teatro de Arena,
Rio de Janeiro, participa da gravação do álbum “Cantando Histórias” de Ivan Lins, onde canta com ele a
música “Começar de Novo” (Ivan Lins/Vitor Martins) e “Bandeira do Divino” (Ivan Lins/Vitor Martins), com
Zizi Possi, Jorge Vercílio e Ivan Lins. Lançado em CD e DVD. Estréia em 10 de setembro no Tom Brasil,
em São Paulo, o show “Baiana da Gema”, dirigido por Sandra Pêra. “É Festa” (Ivan Lins Paulo César
Pinheiro), do álbum “Baiana da Gema”, é incluída na trilha sonora da novela “Senhora do Destino”, de
Aguinaldo Silva, Rede Globo Participa do show da chegada da Tocha Olímpica, no Aterro do Flamengo,
no Rio de Janeiro, cantando “O Amanhã” (João Sérgio).
2005 - Divulga no Brasil, Peru e Portugal, o show “Baiana da Gema”. “Carinhoso” (João de Barro e
Pixinguinha) é incluída na trilha sonora da novela “Os Ricos Também Choram”, de Inés Rodena e
adaptação de Aimar Labaki e Gustavo Reiz Conchi, SBT Em agosto, Simone grava no Teatro João
Caetano, no Rio de Janeiro, em CD e DVD, Simone ao Vivo, com as participações de Ivan Lins, Milton
Nascimento e Zélia Duncan. Participa do projeto Timoneiro, em álbum homônimo produzido por Zélia
Duncan, uma homenagem ao 70º aniversário de Hermínio Bello de Carvalho, onde canta “Mirra, Ouro e
Incenso” (Martinho da Vila/Hermínio Bello de Carvalho). “Veneziana” (Ivan Lins e Celso Viáfora) é incluída
na trilha sonora da novela “A Lua me disse”, de Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa, TV Globo. Nos
dias 21 e 22 de outubro participa, no SESC Pompéia, em São Paulo, de shows em homenagem aos 70
anos de Herminio Bello de Carvalho, ao lado de Zé Renato, Zezé Gonzaga, Áurea Martins, Zélia Duncan,
Maurício Carrilho, Vital Lima e Alaíde Costa. “Então me diz” (Damien Rice – versão de Zélia Duncan) é
incluída na trilha sonora da novela “Belíssima”, de Silvio de Abreu, TV Globo.
2006 - Apresenta o espetáculo “Simone Ao Vivo”, sob direção da própria artista. “Enrosco” (Ivan Lins e
Flora Figueiredo) é incluída na trilha sonora da novela “Paixões Proibidas”, de Aimar Labaki, TV Band.
“Gota D’ Água” (Chico Buarque) é incluída na trilha sonora da novela “Vidas Opostas”, de Marcílio Moraes,
TV Record. Em agosto apresenta-se ao no Broward Center de Miami, EUA, com a participação especial
de Ivan Lins. Ao lado da cantora Zélia Duncan, participa do projeto Tom Acústico, realizado no Tom
Brasil, em São Paulo, em agosto e no Vivo Rio, Rio de Janeiro, em dezembro.
2007 - Participa do álbum “Amor Blue”, de Sueli Costa, na faixa “Porque te amo” (Sueli Costa e Paulo
Emílio). Participa do álbum “Convida Vol.2”, do cantor e compositor Erasmo Carlos, na faixa “Vou ficar nu
para chamar sua atenção” (Roberto Carlos e Erasmo Carlos). Grava a música “Existe um céu” (Francis
Hime e Geraldo Carneiro), especialmente para trilha sonora da novela “Paraíso Tropical”, de Gilberto
Braga e Ricardo Linhares, TV Globo. Participa do show de gravação do CD e DVD da cantora Dionne
Warwick, realizado no Via Funchal, em São Paulo, cantando com ela e Ivan Lins “Começar de Novo” (Ivan
Lins e Vitor Martins). A convite de Gilberto Braga, grava uma participação na novela “Paraíso Tropical”,
TV Globo. Participa do musical “Som Brasil - Especial Gonzaguinha”, TV Globo. “Gota D’ Água” (Chico
Buarque), do álbum “Gotas D´Água”, é incluída na trilha sonora da novela “Vidas Opostas”, de Marcílio
Moraes, Rede Record. Ainda em 2007, com direção geral de Andréa Zeni e direção musical de Bia Paes
Leme, Simone e Zélia Duncan gravam em outubro, no Auditório Ibirapuera, em São Paulo, o CD e DVD
Amigo é Casa.
2008 - Participa com outros artistas do álbum “Aula de Samba - A história do Brasil contada através do
samba”, produzido por Martinho Filho, onde canta “Aquarela Brasileira - GRES Império Serrano 1964”
(Silas de Oliveira). É lançado em DVD o especial “Mulher 80”, onde canta “Começar de Novo” (Ivan
Lins / Vitor Martins) e “Cantores do Rádio” (Alberto Ribeiro/João de Barro/Lamartine Babo) com várias
projeto de exposição SIMONE BITTENCOURT DE OLIVEIRA
intérpretes. É lançado o DVD “Prá sempre Cazuza” onde canta “Codinome Beija Flor” (Cazuza/Reinaldo
Arias/Ezsequiel Neves) com Cazuza, do especial exibido na Rede Globo em 1989. Participa do álbum
“Olhos nos olhos”, de Luís Represas, cantando “Desencontro” (Luís Represas e Margarida Pinto Correia).
“Desencontro” ( Margarida Pinto e Luís Represas) é incluída na trilha da novela “Podia Acabar o Mundo”,
de Manual Arouca, TV SIC, Portugal. “O Que Será “ (Chico Buarque) é incluída na minissérie “Queridos
Amigos”, de Maria Adelaide Amaral, TVGlobo. Realiza, com Zélia Duncan, shows para divulgação do CD/
DVD Amigo é Casa.
2009 - A gravadora EMI Music lança a caixa O Canto da Cigarra nos Anos 70, produzida por Rodrigo
Faour, com 11 CDs, de 1973 a 1980, incluindo textos com depoimentos inéditos de Simone em cada
disco. Apresenta, com Zélia Duncan, o show “AMIGO É CASA” em Figueira da Foz, no Porto e em
Lisboa,Portugal. Participa do CD Album Musical 2, de Francis Hime, gravando “MARAVILHA” (Francis
Hime/Chico Buarque). É a convidada do musical “Som Brasil Especial - MARTINHO DA VILA”, TV Globo.
Grava, no estúdio da Biscoito Fino, Rio de Janeiro, o CD SIMONE na veia. Participa da gravação do
CD e DVD “Ao Vivo no Campo Pequeno”, de Luís Represas, em Lisboa, cantando “Começar de Novo”
(Ivan Lins/Vitor Martins) e “Desencontro” (Margarida Pinto/Luís Represas). Grava depoimento para o
DVD “Flávio Rangel - O teatro na palma da mão”, de Paola Prestes, lançamento Biscoito Fino. Inclusão
de “Migalhas”, de Erasmo Carlos, na trilha sonora da novela “Viver a Vida”, de Manoel Carlos, TV Globo.
2010 - Participa da comemoração de 30 anos de carreira de Tunai gravando, com Milton Nascimento
e Tunai, “As Aparências Enganam” (Sérgio Natureza/Tunai). Grava, ao vivo, no Teatro Guararapes, em
Recife, o CD duplo e DVD SIMONE em boa companhia, pelo selo Biscoito Fino.
2011 - A canção “Love” (Paulo Padilha) é incluída na trilha sonora da novela “Insensato Coração”, de
Gilberto Braga, TV Globo. Realiza uma série de apresentações no Brasil e em Portugal, dando continuidade
à turnê do show SIMONE em boa companhia.
PROJETO Simone Bittencourt de Oliveira – 40 Anos de Trajetória Artística
(nome da exposição deverá ser definido por Simone)
Idealização • Rose Pepe
“Escolha do Repertório” textual e visual • Simone
Programação Visual e Autoria Gráfica • Rose Pepe Produções e Design
Cenografia • XXXXXXX
Iluminação • XXXXXXX
Montagem da Exposição • XXXXXXXX (SP ou RJ?)
Ilustrações • XXXXXXX
Versão Digital • CliqueAqui
Pesquisa e Revisão • Profa. Dra. Maria Ataide Malcher e Profa. Dra. Marly Vidal
Acervo de Imagens • Simone / Rose
Agradecimentos • XXXXXXXXXXX
projeto de exposição SIMONE BITTENCOURT DE OLIVEIRA
O PROJETO DE EXPOSIÇÃO
SIMONE BITTENCOURT DE OLIVEIRA
40 anos de trajetória artística
Esse projeto, essa exposição, em comemoração aos 40 anos da carreira de Simone, tem uma característica primordial que é a de ser verdadeira.
Por meio de uma, supor, "orquestra visual" vamos contar a história de quarenta anos de carreira artística
da cantora começando por um brieffing sobre cultura e música no Brasil, passando por movimentos como
o da Bossa Nova até chegarmos ao começo de nossa história em 1973. Para compor essa leitura, vamos
dar uma breve passada por alguns fatos de substancial importância para o entendimento desse "conto
visual e escrito por acordes" que começa, é claro, com o nascimento de Simone. Algumas passagens
de interesse da cantora poderão/deverão ser inseridas nessa linha do tempo até chegarmos ao ano que
marca o início de sua carreira.
A exposição, que vai começar à ser produzida no segundo semestre de 2012, conta com o seguinte cronograma (que não leva dias precisos porque para tanto e, quando precisarmos, vamos ter de agendar
segundo os compromissos de Simone):
1981 - Começo da pesquisa sobre a vida e trajetória de Simone - esse "dossiê" é composto por clippings,
imagens retiradas de jornais e revistas (800 páginas), fotografias, textos de entrevistas, áudios, vídeos
etc. A pesquisa tem, portanto, 30 anos de histórias.
2012 (Março) - Formatação e aprovação do projeto - este que encaminho para a apreciação da cantora.
2012 - Primeiro semestre - encontro com Simone para as primeiras definições do "entra ou sai" da exposição (fotos, textos, entrevistas, nomes, músicas etc).
2012 - Segundo semestre - encontro com Simone para levar amostras de layouts das peças gráficas que
farão compor a exposição (design dos plotters com texto/imagem da mostra) como também definição das
peças para o evento (catálogo, folder, convite: impresso e eletrônico, flyer, banner etc) e ainda aprovação
do roteiro de vídeo que será produzido para o evento (material audiovisual).
2012 - Segundo semestre - produção de todo material e aprovação, impressão, finalização de todas as
peças.
2013 - Janeiro/Fevereiro - mídia. Divulgação do evento para pós vernissage. Abertura somente para convidados. Presença de Simone.
2013 - Março - montagem da exposição (definir Rio de Janeiro ou São Paulo).
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simone bittencourt de oliveira