nº 134/ 2010
MAIO/JUNHO
EDA informa
nº 134 / maio junho
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PPDA
Visita ERSE
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Campo Geotérmico R. Grande
Novos poços
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Fomos Visitar
EEG
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Novo stand
Feira Lar, Campo e Mar
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Dia Mundial do Ambiente
GQAMB
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Quem é Quem
João Torres
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Formações
EDA
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Visita de estudo
Grupo EDA
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Aniversários
Julho e Agosto
FICHA TÉCNICA PUBLICAÇÃO BIMESTRAL DISTRIBUIÇÃO GRATUITA
Director Emanuel Fernandes Coordenadora Editorial Cláudia Fontes Edição e Design Novabase (Rui Goulart) Colaboradores Ana Paula Pereira; António
Melo; Carlos Pereira; David Estrela; GQAMB; Graça Rangel; Maria do Carmo Borrego; Ricardo Silva; Teodomiro Silveira;Virgílio Guerra Propriedade Electricidade
dos Açores, S.A. Impressão Nova Gráfica Tiragem 1500
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EDA informa
Editorial
(Mensagem do Presidente - Relatório e Contas 2009)
O ano de 2009 decorreu ainda num ambiente
de recessão económica mundial, com efeitos
fortemente negativos na actividade económica
em geral, nomeadamente na confiança dos
agentes económicos e nas condições de acesso
ao crédito. Um ano em que o nosso país registou
um crescimento económico negativo de 2,7%
do PIB depois de, no ano anterior, ter tido um
crescimento nulo. Nos Açores, não existem
dados comparativos disponíveis do PIB Regional
para estes dois anos, mas a avaliar por outros
indicadores indirectos da actividade económica,
os efeitos recessivos negativos deverão ter-se
feito sentir de forma mais atenuada. A procura
de electricidade, por exemplo, teve neste mesmo
período um acréscimo de 0,7% nos Açores,
enquanto, no Continente o que se verificou foi
um decréscimo de 1,4%.
Apesar deste enquadramento económico e
financeiro, ainda de crise, o ano de 2009 foi um
ano em que o Grupo EDA se tornou um grupo
empresarial mais forte, tendo registado um
crescimento orgânico considerável, com a quase
generalidade das suas empresas associadas a
registarem resultados de exploração superiores
aos do ano anterior; um ano em que o valor do
activo consolidado do Grupo aumentou 9,2%,
os seus capitais próprios 16,3% e o seu passivo
apenas 7,1%.
Foi neste enquadramento geral que, já quase
no final do ano de 2009, conseguimos que a
Agência Internacional Moody’s mantivesse a
mesma apreciação feita à EDA, pela primeira
vez, no ano anterior. Isto, numa altura em que
a quase generalidade dos países, regiões e
empresas à nossa volta estão a ver as suas
notações de rating serem revistas em baixa. Esta
boa notação de rating por parte da Moody’s
(“A3 – Stable Outlook”) e, principalmente, a sua
manutenção nas circunstâncias adversas actuais,
é o reconhecimento de que a EDA e todas as
empresas do Grupo EDA têm desenvolvido
com eficiência a sua actividade, têm conseguido
afirmar-se nos mercados em que operam, têm
planos de investimentos ousados mas exequíveis
e adequados à realidade envolvente, têm bons
profissionais, bons quadros técnicos e têm sabido
manter uma gestão equilibrada, prudente e
realista.
Uma boa notação de rating é essencial, quer se
trate de um país, uma região ou uma empresa.
No nosso caso concreto, uma boa notação
de rating constitui um excelente cartão de
apresentação nos mercados de capitais nacionais
e internacionais, o que facilita, consideravelmente,
a obtenção dos meios financeiros necessários
para a realização dos nossos planos de
investimento; é, também, uma garantia de que
esses meios financeiros serão contratualizados
em melhores condições de taxa de juros e de
prazos e sem necessidade de outras garantias
suplementares; constitui, igualmente, uma
segurança dada a todos os nossos stakeholders
de que o Grupo EDA é um grupo empresarial
estável, solidamente implantado e que tem vindo
a dotar-se, progressivamente, de capacidade
e de meios técnicos, materiais e financeiros
suficientes para dar resposta aos desafios do
futuro; em suma, a boa notação de rating que
a Agência Internacional Moody’s atribuiu à EDA,
constitui um poderoso instrumento de gestão
que importa preservar, consolidar e, se possível,
melhorar.
O ano de 2009 foi um ano em que continuámos
a dar às energias renováveis uma atenção muito
especial, nomeadamente, em todo o processo
de planeamento das empresas do Grupo do
segmento electricidade. O objectivo central é
assegurar para o sistema produtor de cada uma
das ilhas da Região e em cada momento, o mix
de produção ideal, a combinação que maximiza
o contributo das diferentes fontes de energia
renovável. Daí que o planeamento do sistema
electroprodutor da Região seja uma realidade
que está sempre em permanente observação
e que obriga a EDA a estar atenta a todas as
novas soluções técnicas disponibilizadas pelo
mercado. Neste sentido, no ano de 2009,
destacam-se o envolvimento da EDA num
projecto de armazenagem de electricidade em
baterias, no âmbito do qual foi inaugurada, em
Berlim, em Julho, uma estrutura de simulação da
exploração do sistema eléctrico da ilha Graciosa
à escala de 1/3, bem como o aprofundamento da
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nº 134 / maio junho
utilização de volantes de inércia na maximização
da penetração de energias renováveis, através do
contacto com diversas situações reais existentes
na Austrália e estudo da sua aplicação nos Açores.
O Plano Estratégico Plurianual de Investimento
das empresas do segmento electricidade para
o período 2010/2014 atingirá os 342.3 milhões
de euros, dos quais 37% (125 milhões de euros)
respeitam a investimentos em energias renováveis
a serem efectuados, directamente, pelas empresas
associadas SOGEO, GEOTERCEIRA e EEG.
Com este Plano Estratégico, a capacidade de
produção de energias renováveis nos Açores será
aumentada em mais 43 MW, valor que duplicará
a actual capacidade instalada e fará com que o
perfil de produção de electricidade nos Açores se
altere profundamente, passando os pouco mais
de 26% de penetração de energias renováveis de
hoje para um valor à volta dos 50% em 2014. Esta
maior produção de electricidade, proveniente
de fontes renováveis, evitará a emissão de mais
cerca de 170 mil toneladas de CO2 por ano
que, somadas às 140 mil toneladas que já hoje
são evitadas, conduzirão a uma não emissão de
gases com efeito de estufa para a atmosfera de
310 mil toneladas/ano. É um objectivo que está
em consonância com os fixados para a União
Europeia e para o nosso país e constituirá, sem
dúvida alguma, um contributo muito importante
do Grupo EDA para a melhoria do ambiente e
da qualidade de vida de todos quantos trabalham
e vivem nos Açores.
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O ano de 2009 fica também assinalado por ser o
primeiro de um novo período regulatório, que se
estende até 2011. As alterações metodológicas
introduzidas pela ERSE – Entidade Reguladora
dos Serviços Energéticos para este novo
período, têm como objectivo assegurar uma
maior estabilidade à gestão da empresa, ao
estabelecer, ao nível da área de aquisição de
energia eléctrica e gestão do sistema, um outro
critério de aceitação de custos de produção,
mais transparente e adaptado à realidade
arquipelágica em que desenvolvemos a nossa
actividade, e, ao nível das áreas de distribuição e
de comercialização de energia, uma nova forma
de regulação por “price cap”, metodologia esta
que permite o conhecimento prévio da base
de custos aceites para efeito de cálculo da
compensação tarifária a atribuir.
As contas que, agora, vos apresentamos, são
as primeiras em que os documentos em base
consolidada foram elaborados em conformidade
com as Normas Internacionais de Relato
Financeiro (IFRS), tal como adoptadas na
União Europeia. Esta alteração surge como
consequência de um empréstimo obrigacionista
de 50 milhões de euros, contraído pela EDA para
financiamento do Plano de Investimentos do
Grupo em meados de 2009 e que foi admitido
para negociação na Euronext Lisboa - Sociedade
Gestora de Mercados Regulamentados, em
Outubro de 2009. Com esta admissão à cotação
na Euronext Lisboa, a EDA passou a ficar obrigada
EDA informa
a apresentar as suas contas consolidadas segundo
o normativo das IFRS, ficando, assim, dispensada
de continuar a apresentá-las de acordo com o
normativo nacional. No entanto, os documentos
de prestação de contas em base individual
continuam a ser apresentados de acordo com
o normativo do Plano Oficial de Contabilidade
(POC), em vigor naquela data.
De referir ainda que, aproveitando a oportunidade
da entrada em vigor do novo normativo - Sistema
de Normalização Contabilística (SNC), a partir
de 1 de Janeiro de 2010, decidimos repensar e
redefinir a estratégia a prosseguir para as infraestruturas informáticas de todo o Grupo EDA.
Assim, procedemos ao reforço dos Sistemas SAP,
através da optimização e parametrização das
soluções já existentes, bem como à integração, na
mesma plataforma, de novas aplicações (Gestão
de Desempenho e SAP Portal). Em simultâneo,
desenvolvemos os trabalhos de desenho dos
processos necessários à implementação dos
projectos “Project System” (PS) e “Product
Maintenance” (PM), que entrarão em produtivo
durante o corrente ano.
A uniformização e integração das soluções
informáticas para todo o grupo permitirão
uma maior uniformidade de processos e de
metodologias que, por sua vez, contribuirão para
o aumento da eficiência de toda a actividade
empresarial do grupo. Este é um importante
passo mais no sentido da melhoria da coesão
interna e da criação de condições propícias à
criação de mais valor no interior do grupo.
O Grupo EDA é hoje um grupo empresarial
forte, dotado de capacidade técnica e financeira
suficiente para prosseguir os objectivos
fixados no seu ambicioso Plano Estratégico
Plurianual de Investimentos. Um Plano que,
conjuntamente com as acções que já estão a ser
desenvolvidas pelo Governo Regional, fará dos
Açores uma região ambientalmente mais limpa
e mais autónoma em termos energéticos. Um
plano que, simultaneamente, contribuirá para
o fortalecimento e crescimento do próprio
Grupo EDA e para a expansão da actividade de
algumas das suas empresas para outros espaços
económicos mais amplos.
A finalizar, cumpre-me expressar uma palavra
de agradecimento aos senhores accionistas pela
confiança, apoio e estímulo que sempre nos
deram e que contribuíram, decisivamente, para a
sustentabilidade do crescimento de todo o Grupo
EDA. Uma palavra também de agradecimento
a todos os trabalhadores, quadros dirigentes
e administradores das empresas do nosso
Grupo, pelo seu profissionalismo, entusiasmo e
competência postos no desempenho das suas
funções e que, para além de terem possibilitado
os bons resultados alcançados, são garantia de
que seremos capazes de prosseguir, com êxito,
os inúmeros desafios que temos pela frente.
ROBERTO AMARAL
PCA EDA
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nº 134 / maio junho
Plano de Promoção e Desempenho Ambiental
Visita aos Açores da ERSE e do Painel de Avaliação
O PPDA II - Plano de Promoção do Desempenho Ambiental, a que se refere o
período regulatório 2009-2011, integra, de acordo com as novas regras impostas,
um Painel de Avaliação, cujo objectivo é o de apoiar a ERSE na tomada de decisões
que respeitem aos PPDA das empresas. O Painel de Avaliação emitirá pareceres
nas seguintes situações de análise dos PPDA apresentados, análise dos relatórios de
execução e nas acções de monitorização ambiental a intervenções do PPDA.
É no âmbito das monitorizações ambientais que, nos dias 20, 21 e 22 de Abril, se
realizou uma visita por parte da ERSE/Painel de Avaliação, às ilhas de São Miguel e
Santa Maria. Esta visita teve como finalidade o reconhecimento do mérito ambiental
das acções desenvolvidas em 2009, no PPDA por parte da EDA. Estas acções de
monitorização permitiram à ERSE adquirir sensibilidade às dificuldades sentidas pela
empresa na execução dos PPDA e revestiram-se, igualmente, de características
pedagógicas para ambas as partes, permitindo verificar in loco os benefícios
ambientais alcançados.
GQAMB
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EDA informa
O programa da EDA para o PPDA II, foi apresentado à ERSE e aceite, e contempla as seguintes medidas:
Medidas n.º
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ERSE
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Designação das Medidas
Projecto "Estudo dos Eventuais Efeitos dos CEM"
Implementação SGA em 4 Centrais da EDA
Implementação SGA na Exploração de Distribuição
Protocolo INOVA _ Controlo de Qualidade e Uso Eficiente da água nas Centrais
Estudos de Dispersão de Poluentes e de Biomonitorização
Formação em matérias de natureza ambiental
Estudos de Impacte Ambiental nas Centrais
Ordenamento do Território _ Integração Paisagística de SE
Ordenamento do Território _ Integração Paisagística de PT/PS
Ordenamento do Território _ Integração Paisagística da Rede BT/MT
Protocolo com a SPEA _ Aplicação de Medidas de Correcção das Linhas
Protocolo com a SPEA _ Estorninhos
Das acções da EDA, no âmbito do PPDA, foram alvo da monitorização nesta visita
as seguintes:
- Estudos de Impacte Ambiental nas centrais;
- Ordenamento do Território _ Integração Paisagística de PT/PS, especialmente o PS
Mãe de Deus (Santa Maria);
- Protocolo SPEA _ Aplicação de Medidas de Correcção das Linhas.
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nº 134 / maio junho
CAMPO GEOTÉRMICO DA
RIBEIRA GRANDE
EXECUÇÃO DE NOVOS
POÇOS GEOTÉRMICOS
No âmbito da expansão da capacidade de geração no
Campo Geotérmico da Ribeira Grande, a SOGEO –
Sociedade Geotérmica dos Açores, S.A. desenvolveu, durante
os últimos oito meses uma campanha de perfuração, que
compreendeu a execução de cinco poços geotérmicos, cujas
profundidades variaram entre os 822 e os 1.350 metros.
Os poços geotérmicos agora executados têm, no âmbito
deste projecto, objectivos específicos distintos. O poço
geotérmico CL7, executado direccionalmente no sector
de Cachaços-Lombadas, foi construído para reforçar a
capacidade de produção de fluido geotérmico que serve
a Central Geotérmica da Ribeira Grande, procurando
maximizar-se o aproveitamento da potência instalada neste
centro produtor. Os poços geotérmicos PV9, PV10 e PV11
destinam-se a relocalizar a injecção do fluido geotérmico no
sector do Pico Vermelho e a propiciar o desenvolvimento da
expansão da capacidade de geração da Central Geotérmica
do Pico Vermelho. Finalmente, o poço geotérmico RG5
foi executado com o objectivo de avaliar e caracterizar o
recurso geotérmico presente no sector das Caldeiras, que
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EDA informa
potencialmente poderá vir a ser explorado com a instalação
de uma nova central geotérmica nesta área.
A campanha de perfuração foi dirigida no terreno pela SOGEO,
que contou com a prestação dos serviços de perfuração
pela Iceland Drilling e com um conjunto de outras empresas
que providenciaram serviços técnicos especializados. Os
prazos de execução individuais de cada poço geotérmico
foram inferiores ao previsto, apesar de na maioria deles
se ter perfurado até uma profundidade maior do que a
originalmente estimada. Esta realização resulta da experiência
acumulada de perfuração neste campo geotérmico, à
implementação de soluções técnicas mais eficazes, bem
como do empenho das equipas de trabalho envolvidas neste
projecto. Por via da prestação dos serviços de perfuração ser
facturada pelo tempo dispendido, proporcionou igualmente
ganhos significativos do ponto de vista do custo final da obra.
As indicações positivas recolhidas durante a perfuração
destas novas infra-estruturas de captação e injecção importa
agora detalhar com a realização de ensaios de produtividade
e injectividade. No momento, a SOGEO encontra-se a
desenvolver os trabalhos preparatórios que conduzirão ao
ensaio de caracterização da produtividade/injectividade dos
poços agora executados, no sentido de vir a ser configurada
a etapa final dos projectos de expansão no sector do Pico
Vermelho e das Caldeiras. No que se refere ao poço
geotérmico CL7, este terá um impacto imediato na produção
da Central Geotérmica da Ribeira Grande, na medida em que
se encontra a ser construída a sua interligação, estimandose que durante o mês de Julho este poço já se encontre a
produzir.
A execução de novos poços geotérmicos no campo
geotérmico da Ribeira Grande integra-se no objectivo
político e estratégico da Região Autónoma dos Açores de
maximização do aproveitamento de recursos geotérmicos
para a produção de energia eléctrica, uma fonte endógena
e menos poluente, no qual a SOGEO possui um papel
preponderante consubstanciado pelo sucesso técnico e
económico dos resultados da sua actividade.
GRAÇA RANGEL
SOGEO
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Fomos Visitar…EEG
Quais são as principais actividades da EEG em São Miguel?
As actividades da EEG, em São Miguel, estão centradas
essencialmente nas sete centrais hídricas que a empresa
possui e nos trabalhos de manutenção e de vigilância dos
circuitos hídricos e das centrais que são necessários realizar
diariamente.
Conta com quantos trabalhadores nesta ilha. Quem são?
A empresa conta com uma equipa de cinco pessoas. O João
Raposo, o Lino Rego, o António Santos e o José Cardoso,
que vivem na Ribeira Quente e sempre foram funcionários
da EEG. Todos iniciaram a sua actividade na empresa como
operadores da central hidroeléctrica dos Túneis na fase em
que o seu funcionamento exigia a presença permanente de um
operador. Com a automatização desta central, no ano 2000, e
também com a passagem do património hídrico da EDA para
a EEG, em 2002 ficaram com a responsabilidade de vigiar e
manter operacionais todas as centrais hídricas automatizadas
da ilha. O Sr. Gilberto Correia é o funcionário da empresa
que opera a central da Fábrica Nova em Água de Alto e
que devido à sua provecta idade, refiro-me à central, pois o
Sr. Gilberto é bem mais novo, é uma central de operação
manual necessitando da presença de um funcionário para o
seu funcionamento. No restante tempo livre mantêm limpo
o circuito hidráulico e vigia o funcionamento da Central da
Ribeira da Praia situada na mesma ribeira a jusante da central
da Fábrica Nova.
Como está estruturada a empresa, ao nível da atribuição de
tarefas?
A equipa tem um coordenador que é o Sr. João Raposo. O
Sr. Gilberto está mais dedicado às centrais da Ribeira da Praia.
Os restantes membros formam uma equipa que trabalha em
conjunto nas acções de manutenção ou de conservação que
precisem de mais recursos. Devido ao rigor deste Inverno,
por exemplo, esta equipa tem estado em intensa actividade,
10
pois as necessidades de descargas nas barragens, de limpeza
dos deslizamentos de terras nos canais e nos caminhos e o
corte das árvores caídas nas áreas das centrais têm sido uma
constante.
Quais são os principais desafios que se colocam a estes
colaboradores?
Numa primeira fase tiveram que diversificar e aprofundar
os seus conhecimentos, pois passaram de uma instalação de
operação manual que conheciam bem, a central dos Túneis,
para outras seis instalações diferentes, cada uma com a sua
particularidade. Agora o principal desafio é efectuar todo
o trabalho e cumprir a lista de actividades que lhes é dada
anualmente e que tem a peculiaridade de ir sempre crescendo.
Atendendo que é uma equipa reduzida, o acompanhamento
dos colaboradores torna-se mais fácil?
O acompanhamento torna-se mais fácil e a relação entre os
elementos da equipa torna-se muito próxima, criando-se uma
camaradagem especial entre todos.
As centrais de hoje não são iguais às centrais de antigamente.
De que forma estes adaptam-se às constantes evoluções
tecnológicas?
Esta adaptação teve de ser muito rápida no inicio do
desempenho das novas funções, agora as adaptações são mais
espaçadas no tempo estando numa fase em que já conhecem
muito bem as instalações e em que se consegue já ter uma
grande autonomia, pois os problemas mais correntes estão já
diagnosticados. A última grande adaptação necessária foi em
2006, quando entrou em exploração a central do Salto do
Cabrito, mas é apenas uma questão de tempo até se perceber
quais os “sintomas” mais frequentes, quais os “remédios”
aconselhados e de como se poderá ser mais eficiente na
realização dos trabalhos necessários.
Actualmente, a exploração hídrica é dominante nesta ilha.
Qual o impacto que a construção do Parque Eólico dos
Graminhais terá na empresa?
Até agora o projecto do parque eólico não teve grande
impacto no trabalho da equipa. A excepção foi nos dias em
que ocorreu a montagem da torre meteorológica no local
e em algumas visitas regulares que o João Raposo tem de
realizar para acompanhamento da instalação de recolha de
dados de vento.
Com a montagem dos aerogeradores e pelas características
do próprio equipamento, terá de passar por outra equipa a
realização dos trabalhos de manutenção dos equipamentos.
Uma possibilidade é a constituição de uma equipa própria
na SEGMA, pois é já esta empresa que nos presta apoio nos
parques eólicos que a Empresa já tem em actividade.
Embora seja uma empresa que é comum às outras ilhas, de
certo que existem aspectos que a tornam singular. O que
realça?
A Empresa de Electricidade e Gáz, Lda tem efectivamente
centrais e parques eólicos em todas as ilhas dos Açores com
a excepção do Corvo.
Nas ilhas Terceira, Faial e Flores, onde a Empresa tem
centrais hídricas em exploração, conta com a colaboração de
trabalhadores da EDA, cedidos, dedicados a esse serviço a
tempo inteiro. É nomeadamente o caso do Francisco Silva
da Terceira, do José Brum Vale no Faial e do Eduíno Chaves
das Flores, que desempenham nas respectivas ilhas as
mesmas funções que a equipa de São Miguel, e também eles
têm sofrido um acréscimo de trabalho, fruto do rigor deste
Inverno. Estes trabalhadores, e as suas actividades nas várias
ilhas, são coordenadas pelo Eng. Nelson Guimarães a partir
da ilha Terceira.
Nas ilhas onde a EEG possui parques eólicos não temos
ninguém afecto em permanência, mas socorremo-nos dos
profissionais da EDA ou da SEGMA da ilha coordenados pelo
Eng. Miguel Martins, sedeado na ilha Terceira.
Por parte da EDA temos contado com a colaboração
sempre que necessária e inestimável do Ezequiel Araújo e
do António Resendes em Santa Maria, do Sário Quadros e
do Fábio Pavão na Graciosa, do José Eduardo Maciel e do
Lisuarte Brasil em São Jorge, do João Brum e do Eduardo
Silveira no Pico, do Luís Paulo Oliveira no Faial, do José David
Cardoso e do Ricardo Alves nas Flores e de outros que mais
esporadicamente colaboram com a empresa.
A SEGMA tem uma equipa dedicada aos parques eólicos
da EEG onde executam quer os trabalhos de manutenção
programada, quer os trabalhos de reparações de avarias
que vão surgindo. São coordenados
pela Eng.ª Sandra Rodrigues e pelo
Eng. Ricardo Costa. A equipa técnica
é constituída pelo Flávio Silva e
Gualter Sousa da ilha do Faial, pelo
Tiago Pereira na ilha do Pico e pelo
Alexandre Fonseca e Pedro Sousa na
ilha Terceira.
Todos estes colaboradores, da
EEG, da EDA ou da SEGMA, são
importantíssimos para que a Empresa
consiga cumprir os seus objectivos
e dar a melhor utilização aos
equipamentos de produção a partir
de energia renovável que possui. A
grande estratégia de gestão destes
equipamentos passa por conseguir
as suas maiores disponibilidades
possíveis para que os equipamentos
estejam aptos a produzir quando o
recurso aparecer.
DAVID ESTRELA
EEG
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nº 134 / maio junho
O novo Stand do Grupo EDA na
“FEIRA LAR, CAMPO E MAR”
O Grupo EDA apresentou, desta vez, o novo Stand itinerante, na Feira Lar,
Campo e Mar que decorreu, no Pavilhão do Mar, no período compreendido entre
6 e 13 de Maio de 2010, suportado numa tecnologia de vanguarda (sistema de
iluminação leds), com um piso interactivo e com recurso a software específico para
programação dos efeitos luminosos, dando-se assim corpo à contínua actualização
da nova imagem corporativa e respeito pelo ambiente.
A estratégia de comunicação e imagem, na vertente comercial, passou pela
divulgação do portfólio de produtos e serviços de cada Empresa do Grupo, via
distribuição de merchandising e suporte de vídeo adequados.
Este ano, a Direcção Comercial da EDA, S.A., em perfeita sintonia com a Área de
Comunicação, viu, no evento em causa, uma oportunidade para o incremento, quer
da adesão à Tarifa Tri-horária, quer ainda do registo no EDAOnline, fazendo com
que cerca de 8.000 pessoas fossem convidadas (através da entrega personalizada, à
porta da feira, de flyers adequados) a efectuarem a sua simulação, à referida opção
tarifária, com recurso a consumos reais, bem como ao registo e explicação do
modo de funcionamento do aplicativo EDAOnline.
12
EDA informa
Como resultado imediato do esforço de marketing operacionalizado, mesmo tendo
em consideração as condicionantes logísticas e operacionais no evento, foram
realizadas aproximadamente quatrocentas simulações a potenciais aderentes, as
quais materializaram-se em setenta adesões efectivas à Tarifa Tri-horária, e no que
concerne ao EDAOnline foram registados cerca de duas dezenas de novos Clientes.
Em nome do Departamento de Atendimento e Operações com Clientes, da
Direcção Comercial da EDA, S.A., agradeço a todos os colegas, de todas as Empresas
do Grupo, que connosco colaboraram - nomeadamente ao nível do merchandising-,
bem como, e de uma forma muito especial, a todos os nossos colaboradores e
prestadores de serviços de Atendimento Comercial que, de uma forma abnegada
mas com elevado sentido de missão e responsabilidade, contribuíram, com a sua
presença, ao nível das escalas de serviço, para o alcançar dos objectivos estratégicos
a que nos propusemos e para o elevar do nome e marca do Grupo que nos acolhe.
RICARDO SILVA
COMEL
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SEGMA na Feira Lar Campo e Mar
No passado mês de Maio e como vem sendo hábito,
a Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada
promoveu, no Pavilhão do Mar (Complexo Portas do Mar), a
Feira Lar, Campo e Mar.
A SEGMA esteve presente com um expositor, tendo por
objectivo principal publicitar soluções e produto na área
das Energias Renováveis e equipamentos de iluminação de
tecnologia LED.
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Foi apresentada na feira uma estrutura composta por 10 painéis
fotovoltaicos, que são parte integrante de um sistema de
microgeração do tipo “Seguidor Solar”, com uma potência de
1,7 kWp. O sistema de microgeração será para funcionamento
isolado, sendo ainda constituído por 12 baterias e um inversor.
Um Seguidor Solar tem como principal função, seguir o
movimento do sol ao longo do dia, maximizando a produção
dos módulos fotovoltaicos. Um sistema fotovoltaico com um
seguidor solar pode aumentar o seu rendimento anual de 25%
a 35% relativamente a um sistema fixo.
O desenvolvimento destes projectos implica um investimento
contínuo em formação para acompanhar a tecnologia em
constante evolução. O nosso trabalho não integra apenas
produtos e serviços, contribuímos com valor acrescentado para
os nossos clientes para que nos confiem o seu investimento
com total confiança e segurança.
CARLOS PEREIRA
SEGMA
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nº 134 / maio junho
Feira Agrícola Açores
O Grupo EDA marcou também
presença na Feira Agrícola Açores
2010, que decorreu na Vinha
Brava, ilha Terceira, de 3 a 6 de
Junho.
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EDA informa
Dia Mundial do Ambiente
Comemorado desde o dia 5 de Junho de 1972, o Dia
Mundial do Ambiente (WED, na sigla em inglês), surge
como uma forma privilegiada através da qual as Nações
Unidas estimulam a preocupação mundial para as questões
ambientais e incentivam a atenção e acção política. A
urgência por uma melhor gestão da riqueza de espécies
e ecossistemas do planeta é a mensagem do WED 2010.
Mesmo com resultados promissores oriundos de esforços
para a conservação em diferentes partes do planeta,
espécies estão se extinguindo em um ritmo muito rápido e
isso, em sua maior parte, se deve à actividade humana. Para
mais informações, aceda a www.unep.org/wed/2010/english.
Responsabilidade Ambiental
Embora os temas ambientais sejam vulgarmente discutidos
nos dias de hoje, o conceito de responsabilidade
ambiental só recentemente começou a ser aplicado na
sociedade portuguesa. Em concreto as empresas devem
responsabilizar-se pelo modo como afectam o ambiente,
sendo as questões ambientais um factor essencial na
política de gestão. Assim as empresas devem assumir os
custos ambientais, provenientes da poluição que provocam.
O Decreto–Lei n.º 147/2008, de 29 de Julho, estabelece o
regime jurídico da responsabilidade por danos ambientais,
tendo por base o princípio do poluidor-pagador. Este
Diploma vista prevenir e reparar os danos causados:
• Às espécies e habitats naturais protegidos;
• À água;
• Ao solo, que criem um risco significativo para a saúde
humana.
Neste sentido e em conformidade com a legislação vigente,
a EDA, através do FISEG, efectuou uma apólice de seguro
de responsabilidade ambiental, para diversas instalações
pertencentes às empresas do Grupo EDA.
Gestão de Resíduos
A EDA realiza uma gestão de resíduos onde continuamente
se pretende a redução da sua produção na origem e a
sua valorização através do seu encaminhamento para
os Operadores Licenciados para a gestão de resíduos,
conforme estipulado na legislação vigente.
Em 2009 foram devidamente encaminhadas 2.566 toneladas
de resíduos para operadores licenciados, mais 6,5%, do que
em 2008.
Comparando 2008 e 2009, verifica-se uma diminuição dos
resíduos perigosos (RIP) e aumento dos resíduos banais
(RIB) ou não perigosos. Relativamente aos primeiros
quatro meses de 2010, foram já encaminhadas 628,3
toneladas de resíduos que, em comparação com igual
período do ano anterior, registam uma diminuição de
cerca de 30%.
GQAMB
17
nº 134 / maio junho
Os Nossos Clientes
Grupo Almeida & Azevedo
Falar do Grupo Almeida & Azevedo é
falar do empresário José Damião de
Almeida que, natural do Continente,
adoptou os Açores para formar e liderar
um grupo de empresas com actividades
várias e dispersas pelas ilhas do Faial,
Pico e São Jorge.
Com actividades em áreas tão distintas
e tão vastas como o comércio alimentar
e automóvel, manutenção e reparação
auto, passando pela hotelaria e
transportes marítimos, o grupo Almeida
& Azevedo é líder naquelas ilhas,
empregando cerca de duas centenas de
trabalhadores, resultando da existência
e das actividades das suas empresas
uma enorme responsabilidade social e
económica.
18
No ramo automóvel, para além do
comércio a retalho das mais prestigiadas
marcas, dispõe, no concelho de
Velas (São Jorge), das mais modernas
instalações para a manutenção e
reparação automóvel, tendo obtido o
estatuto de oficina certificada por mais
de uma entidade.
Na actividade do comércio dispõe de
uma rede de lojas e supermercados,
com a marca “Compre Bem”, nas
vilas de Velas e Calheta (São Jorge) e
Madalena (Pico) e com predominância
para o comércio alimentar.
Ainda no ramo do comércio a retalho,
o grupo dispõe de dois postos de
abastecimento de combustíveis líquidos
como revendedor GALP, com presenças
nas ilhas de São Jorge e Pico, actuando
ainda como distribuidor de gás GALP
para toda a ilha do Pico.
O turismo é outra das actividades onde
o grupo está presente. Os hotéis São
Jorge, na vila de Velas, e Caravelas, na vila
de Madalena, são parte integrante do
grupo empresarial que lidera.
É nesta ilha que está em fase de
conclusão o investimento de ampliação
e remodelação do Hotel Caravelas, no
qual foram investidos mais de 6 milhões
de euros e foi aumentado para o dobro
o número de quartos disponíveis.
EDA informa
José Damião de Almeida
No sector do turismo dispõe ainda
de uma empresa de rent-a-car com
actividades naquelas duas vilas das ilhas
São Jorge e Pico.
No sector dos transportes, igualmente
conexo com o turismo, está presente
na actividade de transporte regular
de passageiros nas ilhas do triângulo
e destas com as restantes ilhas do
Grupo Central, liderando a empresa
Transmaçor.
Apesar de ainda ser considerado
um pequeno grupo empresarial no
contexto regional e nacional, as suas
empresas são líderes nos locais onde se
localizam e actuam e as suas actividades,
para já, estão confinadas ao mercado
local.
Desde sempre a EDA esteve ligada
às actividades do grupo Almeida &
Azevedo,
designadamente
como
fornecedor, sendo um dos pilares das
suas actividades.
As relações da EDA com as empresas
do grupo sempre foram as melhores
e as mais construtivas, quer como
fornecedor quer como cliente, existindo
mesmo algumas parcerias entre elas.
Como fornecedor de energia, a EDA
tem vindo a melhorar toda a sua
estrutura de produção e distribuição,
proporcionando aos seus clientes
melhor conforto e qualidade, investindo
com especial relevância nas ilhas de
São Jorge e Pico. Todas as empresas do
grupo têm sentido essa dinâmica.
Como cliente, a EDA também tem vindo
a assumir uma postura de reciprocidade
com o tecido empresarial local dando
preferência aos seus produtos e serviços,
dando conta o quanto é importante
para os Açores.
Enfim, pode dizer-se, sem qualquer
complexo, que o sucesso das empresas
do grupo Almeida & Azevedo também
se deve à qualidade dos serviços
prestados pela EDA.
GRUPO ALMEIDA & AZEVEDO
19
nº 134 / maio junho
Implementação do Programa SAP
3 Vagas de Implementação
O projecto de Definição do Modelo de
Centralização de Dados Mestre e Conceito de
Activo teve início no dia 6 de Abril com a sua
apresentação aos principais responsáveis das
empresas envolvidas e terminou esta etapa a 21
de Maio.
Por forma a beneficiar das funcionalidades de
integração de informação entre os vários módulos
do sistema SAP R/3 e assegurar a correcta
articulação com outros sistemas de relevo na
gestão de activos operacionais, eg. SIT/SIG e SGI,
esta iniciativa teve como principais objectivos:
Valor Acrescentado
Esta iniciativa surge no contexto de evolução do
sistema SAP R/3 para suporte a processos de
negócio prioritários, como sejam o investimento,
exploração e manutenção de activos operacionais
das empresas EDA, EEG, SOGEO e GEOTERCEIRA.
3ª Evolução Funcional para Suporte
Actividades de Valor Acrescentado
2ª Evolução Funcional para Suporte
Processos Negócio Prioritários
Foco na eficiência operacional:
• Upgrade funcional
• Expansão funcional: PS, PM e MAM
1ª Actualização e Optimização
Situação Actual
Ponto de Partida
Complexidade / Esforço Implementação
•
•
•
Harmonizar e consensualizar o conceito de activo, assegurando critérios de correspondência entre as diferentes
vertentes de gestão - investimento, operação, manutenção e financeira;
Determinar, em função do tipo de activo, quais os sistemas responsáveis pela gestão de cadastros e respectivos
fluxos de actualização com outros sistemas;
Definir a estratégia de sistemas de informação para suporte à gestão dos activos, antecipando temas críticos
para clarificação de âmbito e investimento da etapa de implementação dos módulos PS (Project System) e PM (Plant
Maintenance) do sistema SAP R/3.
TIPOLOGIA DE ACTIVO
Bem de Imobilizado
Tipo
Classe
Valor de aquisição/construção
Depreciação
Ilustrativo
Não exaustivo
Sub-classe
(…)
Valor e custo de manutenção
ao longo do ciclo de vida
Custo de manutenção
Activo Fixo
Equipamento
Classe Imob.
Tipo Equip.
Centro Custo
Linha
Correspondência
(…)
Linha
(…)
Equipamento
Localização
• Cadastro do Activo Corpóreo
• Registo e actualização da valorização
• Cálculo da depreciação
VERTENTE FINANCEIRA
20
Ano instalação
(…)
• Planeamento intervenções de manutenção
• Registo do custo de manutenção
VERTENTE TÉCNICA
EDA informa
A abordagem ao projecto foi orientada pelo ciclo de vida dos activos que suportam a actividade de toda a cadeia de valor do
negócio de energia: produção, transporte, distribuição e comercialização. Desta forma, foi possível assegurar a exaustividade na
identificação dos activos e o alinhamento entre os processos, sistemas e organização actuais.
Ciclo de Vida do Activo
Planear
Construir
Explorar
Manter
Desactivar
Adicionalmente, houve um conjunto de princípios orientadores determinantes para a definição do conceito de activo e que
foram considerados no âmbito deste trabalho.
• Compliance com SNC (Sistema de Normalização Contabilística);
• Compliance com as normas da ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos);
•
Modelo operativo das empresas (organização, processos, sistemas e pessoas).
Todas as actividades do projecto foram desenvolvidas em estreita colaboração
por parte dos elementos da equipa de projecto (EDA e Deloitte), bem como
dos responsáveis das principais áreas (PLAIN, PLCOR, GACON, CINFE, EDIST,
EPROD, COMEL) e empresas envolvidas.
Um dos principais resultados do projecto foi a definição de um normativo com
a estruturação de activos e definição de regras de correspondência entre bens
das diferentes vertentes de gestão. Este trabalho é imprescindível para realização
das actividades seguintes de preparação da implementação dos módulos PS e PM
do sistema SAP R/3: reestruturação o actual cadastro de activos operacionais e
respectiva revalorização do ponto de vista económico-financeiro.
Outro resultado do projecto relevante para a evolução funcional do sistema SAP
R/3 foi a definição da estratégia de sistemas de informação para suporte à gestão de activos.
De acordo o cenário definido para futuro, o sistema SIT/SIG e o módulo de PM do sistema SAP R/3 serão os principais sistemas
responsáveis pela gestão de cadastros.
Adicionalmente foram definidos os fluxos de informação a assegurar entre sistemas, relativos à manutenção dos cadastros.
Como próximos passos, foi identificado um conjunto de iniciativas a desenvolver para preparação do cadastro de activos para
a realidade dos novos módulos PS e PM a implementar no sistema SAP R/3:
• Reestruturar cadastro de activos de acordo com as novas normas e conceito de activo;
• Revalorizar o cadastro financeiro tendo em conta a nova estrutura e princípios de SNC, avaliando o respectivo impacto
nas contas reguladas.
MARISA VALÉRIO
DELOITTE
21
Quem é Quem
João Torres
É natural de São Miguel. Passou a sua infância
e adolescência nesta ilha? Que recordações
guarda destes tempos?
Sim, nasci e cresci em São Miguel. Guardo
excelentes recordações da minha infância e
adolescência. Tempo de inocência, onde não
tínhamos o peso da responsabilidade, onde o
mundo parecia perfeito e, principalmente,
sem maldade.
Os tempos de infância foram passados, quase
sempre, em família (quer materna, quer
paterna). Qualquer tempo livre era ocupado
com actividades familiares (piqueniques,
passeios, jantares, almoços, ou em simples
visitas).
Lembro-me com saudades da altura que ia
com os meus tios e/ou avô materno para os
pastos buscar o leite, ajudar os empregados a
mudarem as vacas de pasto, andar a cavalo,
estar sentado em cima das vacas enquanto
lhes era tirado o leite na máquina. Recordome de um episódio passado num Verão,
enquanto estavam a cortar erva para salgar e
guardar (para dar de comer aos animais no
Inverno). Eram dois tractores, um tinha
acoplado um atrelado e o outro a máquina
que estava a cortar a erva. Eu estava no colo
do meu tio, a conduzir o tractor que tinha o
atrelado quando, na palhaçada, deixei de
acelerar e fomos “ultrapassados” pelo tractor
que cortava e “atirava” a erva cortada para o
atrelado. Escusado será dizer que ficamos os
dois completamente “VERDES”, com erva
até aos dentes.
22
Aos Sábados era dia de ir com o
meu pai para o prédio na Vila Franca.
Inicialmente, como qualquer miúdo,
tudo o que o meu pai fazia eu imitava.
Assim, “ajudava-o” nas estufas e na
quinta. Subia às árvores para apanhar, e
por vezes comer, laranjas, tangerinas,
mandarinas, etc. Que bem que sabia
comer uma laranja na árvore. Passava horas
na brincadeira com os cães, a passeá-los pelo
prédio e por vezes pela rua.
Depois, com a vinda do meu primo dos
Estados Unidos, ficávamos os dois a brincar
no prédio. Até construímos uma baliza com
canas para jogarmos futebol.
No Verão era altura de ir apanhar sol e
tomar banho no mar. Assim, as semanas eram
passadas na piscina da Lagoa, na companhia
das minhas tias (a mais nova é 12 anos mais
velha do que eu) e ao fim-de-semana ia com
os meus pais e alguns amigos para a praia de
Água D’Alto.
O que o levou a escolher engenharia?
Sempre foi a sua ideia, ou foi uma decisão
tomada na altura de ingresso?
A dada altura comecei a ter gosto por
descobrir, por perceber como as coisas
funcionavam e foi então que iniciei a fase do
abrir para ver. Se tivesse algum brinquedo
que deixasse de funcionar, não perdia tempo
e ia buscar as ferramentas do meu pai e
tentava arranjá-lo (ficava horas a tentar
perceber como funcionava). Por vezes
conseguia, outras nem por isso.
Outras das coisas que me fascinava era a
electricidade. Houve uma vez que me armei
em electricista e ao tentar arranjar um
carregador, que funcionava mal, não só fiz
disparar o disjuntar geral, como acabei por
estragá-lo e tive de comprar outro.
O meu gosto pela engenharia e pela
electricidade já vinha muito detrás. Por isso,
na altura do ingresso ao ensino superior, foi
uma questão de juntar A com B e chegar a
Engenharia
Electrotécnica
e
de
Computadores.
De certo um curso com alguma exigência.
Como foi a sua adaptação a outra terra, a
outro ritmo, a outra forma de ensino?
Sem dúvida nenhuma um curso muito
exigente de se concluir. Mas como o sonho
comanda a vida, há que lutar de forma a
atingi-lo, pois não há melhor sensação do
que a do “DEVER” cumprido e a da realização
pessoal de se ter atingido um sonho, ou um
objectivo.
A minha “aventura” no Porto conheceu duas
fases distintas. A primeira logo após ter
acabado o secundário e a segunda após
perceber a asneira que tinha feito ao
abandonar a Faculdade de Engenharia da
Universidade do Porto (FEUP) e ter vindo
para a Universidade dos Açores.
A adaptação inicial à minha nova realidade foi
muito boa. Isto devo, principalmente, à forma
como fui recebido no Porto. Tive a sorte de
entrar numa faculdade onde a Praxe e as
Tradições Académicas são levadas a sério,
com valores e regras, o que facilitou, em
muito, a minha integração no mundo
universitário. Não me podendo esquecer do
apoio dos amigos(as).
Considero-me uma pessoa que me adapto
com facilidade ao meio onde estou inserido.
Assim, apesar do ritmo e a forma de ensino
ser completamente diferente do que estava
habituado, acho que me adaptei bem. O
maior problema foi, dada a idade e
imaturidade, manter-me focado no meu
objectivo.
No meu reingresso na FEUP tudo foi
diferente. Apesar de ter que recomeçar
praticamente do zero, nunca perdi o rumo e
sabia que desta vez não podia falhar, pois
tinha consciência que os meus pais não me
dariam outra oportunidade. Daí o meu único
objectivo era e foi acabar o curso, o mais
rápido possível. Sem dúvida nenhuma que,
novamente, os amigos(as) e a namorada
foram muito importantes na minha
readaptação.
No final do curso, a vontade sempre foi de
regressar a casa, ou as próprias oportunidades
de emprego assim o ditaram?
Sempre foi minha intenção voltar à minha
“terra”, ao meu paraíso. Mesmo durante o
tempo em que estive a estudar no Porto,
sempre foi ponto assente que mal pudesse
regressava a “casa”. Aliás, sempre que tinha
hipótese “fugia” do continente para vir rever
amigos, família e recarregar baterias a São
Miguel.
Inclusive, antes de regressar, após acabar o
curso, tive a hipótese de candidatar-me a
uma bolsa para fazer investigação, sob a
orientação de um professor e continuar os
estudos e a minha resposta foi:
“Professor, posso desenvolver a investigação
em São Miguel?”
Uma vez que a resposta foi negativa então
agradeci e rejeitei na hora, nem pensei duas
vezes.
Como parte da minha felicidade encontra-se
em São Miguel, então tinha de regressar para
continuar a sua busca.
Entrou para a EDA, para o PLCOR. Integra
uma equipa jovem e dinâmica. Esse ambiente
incentiva à realização das tarefas?
Sem dúvida nenhuma que o excelente
ambiente motiva-nos cada vez mais no
desempenho das nossas funções. No PLCOR
formamos uma equipa no verdadeiro sentido
da palavra. Não nos limitamos a executar as
nossas funções, pois existe um grande
espírito de amizade e entreajuda entre nós
todos. Esta forma de estar obriga a uma
evolução contínua, não de forma competitiva,
mas de uma forma saudável pois estamos
constantemente a aprender uns com os
outros.
É uma área que lida com muitos números.
Sente que o seu curso contribui para o
desempenho das suas funções, embora a
aprendizagem seja dinâmica?
Na minha opinião, o ensino superior, mais do
que criar valências na respectiva área
especifica, deve-nos ensinar a ser autónomos,
a ter método de trabalho, a trabalhar sob
stress e, principalmente, deve ensinar, ou
melhor, deve aprimorar a nossa forma de
pensar, ou pelo menos devia.
Realmente a direcção do PLCOR lida
com muitos, mesmos muitos números.
Mas não nos podemos esquecer que
por detrás dos números existe sempre
uma explicação, por vezes lógica, outras
nem tanto. É nestas explicações que,
muitas vezes, entram os conhecimentos e
conceitos adquiridos durante o curso. Assim,
a forma como se ultrapassa os obstáculos e
os desafios que nos deparamos no
desempenho das nossas funções, a forma
como são tratados e analisados os dados vai
depender, e muito, da nossa formação.
No meu quotidiano não me deparo com
situações puramente de engenharia, pois não
tenho contacto directo com trabalhos
técnicos. Mas não nos podemos esquecer
que no “simples” cálculo de um indicador
podem estar envolvidos muitos conceitos
que estão directamente ligados à prática. E
para efectuar a sua análise envolve, por vezes,
o conhecimento dos conceitos por detrás
do indicador, bem como a sua aplicação na
prática.
Um trabalho minucioso de certo exige que,
nos tempos livres, recorra a alguns hobbies.
O que faz nos seus tempos livres?
Para além de conviver com os amigos, ir ao
cinema, ver TV, estar no PC (a jogar ou a
navegar na internet), aproveitar a natureza
(mar e terra), o meu principal hobby é, sem
dúvida nenhuma, o desporto, seja este
competitivo, ou de lazer. O desporto,
independentemente do tipo, há muito que
faz parte da minha vida, acabando por se
tornar numa forma de vida. Todos os
desportos têm a sua vertente educativa e
sem dúvida nenhuma que, se hoje sou quem
sou, muito o devo ao desporto. O desporto
é saudável e incute-nos ambição, disciplina,
espírito de equipa e de sacrifício, força de
vontade, entre outros. O exercício físico
ajuda a libertar as energias acumuladas ao
longo do dia, acabando por restabelecer a
mente.
Embora não tenha praticado muito
ultimamente, a caça submarina, a pesca e o
BTT ajudam-me a distrair, a sair da rotina do
quotidiano, a “fugir” à cidade e à sua confusão
e, principalmente, a estar em contacto com a
natureza no seu estado mais puro.
Se por um lado a caça submarina proporciona
momentos de beleza subaquáticos e de
relaxamento únicos, por outro lado garante
uma batalha constante entre os predadores
(nós humanos) e as presas (peixes), aquando
da sua captura.
No oposto encontra-se o BTT, provocando
momentos de aventura e de pura adrenalina.
O BTT, através do contacto com a natureza,
proporciona momentos de rara beleza e
permite a conquista do desconhecido.
O que perspectiva para a sua vida futura?
Gosta de traçar planos a médio prazo e
objectivos, ou prefere adaptar-se?
Como pessoa ambiciosa, quero sempre mais.
Não faz parte da minha forma de ser e de
estar acomodar-me. Até porque na minha
opinião “PARAR É MORRER”.
Não gosto muito de fazer planos, até porque
normalmente acabam por não se concretizar.
Prefiro traçar um objectivo e empenhar-me
até alcançá-lo.Tendo uma perfeita consciência
das minhas capacidades e das minhas
limitações, enquanto sentir que consigo ir
mais “longe” vou dar o máximo até conseguir
lá chegar.
CLÁUDIA FONTES
SADMI
23
nº 134 / maio junho
Formações
Excelência no trabalho e desenvolvimento pessoal
No passado mês de Abril decorreu uma acção de formação, ministrada pela Dra. Alina
Oliveira, do SEGOC, cujo objectivo foi dotar a estrutura técnica do CINFE de ferramentas
e metodologias de desenvolvimento produtivo, que visam obter a excelência profissional
em contexto de trabalho, e desenvolvimento de competências-chave para ultrapassar a
dimensão técnica da função.
A acção de formação foi divida em três grupos produtivos pedagógicos, no sentido
de desenvolver aptidões que vão para além da dimensão técnica das funções do
CINFE e competências que fossem transversais, entre o CINFE e outras estruturas da
EDA, ajudando também outros colaboradores que desenvolvem contactos internos e
externos à EDA a uma melhor postura de apresentação nas relações, tendo em conta
os novos desafios e as exigências actuais do Management e suas repercussões na função
de secretariado.
Esta formação teve uma parte teórica e uma prática em todas as sessões. Cada grupo
fez a acção de formação contemplando dois dias de trabalho. Nesses dois dias, tiveram
vários momentos e experimentaram alguns exercícios práticos, entre grupos, através de
jogos, de modo a que reflectissem sobre a aplicação dos conceitos na prática.
De referir que não houve um trabalho prático acompanhado extra sala. Todavia, os
resultados desta acção de formação ficaram demonstrados pela qualidade dos conteúdos
desenvolvidos ao longo dos 6 dias de formação.
24
EDA informa
VIRGÍLIO GUERRA
Trabalhos em altura
SADMI
De 26 a 28 de Abril, decorreu uma acção de formação, orientada pelo Dr. Rui Borges da
Escola Profissional de Desporto, Rio Maior.
Nesta acção de formação foram abordados temas como: Definição de Trabalhos em
Altura, Avaliação de Riscos, Definições de Acidentes e Protecção Individual Anti-queda,
entre outros.
O principal objectivo foi alertar, quer o pessoal da segurança, quer as chefias das equipas
de trabalho, para os riscos aliados a esta actividade, tecnicamente considerada dentro da
“Classe de Risco de nível 3”, o que pressupõe e exige as boas práticas de manuseio. Os
riscos são de grau mortal e normalmente, provocados pela inexistência ou deficiente
utilização dos equipamentos anti-queda. Os resultados e danos, na maioria dos casos, são
irreversíveis.
Houve a demonstração dos procedimentos dos trabalhos em altura e acompanhamento
no campo das equipas de trabalho, no sentido de corrigir e melhorar os que são
efectuados pelas equipas.
Foram ainda dadas orientações no domínio da segurança, higiene e saúde no trabalho,
tendo em conta as respectivas funções e o posto de trabalho, assim como medidas de
protecção colectiva destinadas a limitar os riscos.
25
Motivação Organização vs Dinâmica de Grupo
De 21 a 28 de Maio, realizou-se mais uma
acção de formação, divida em 5 grupos, dada
pela Dra. Fátima Gonçalves do CEGOC.
Esta acção de formação visou, essencialmente,
trabalhar algumas competências pessoais.
Partindo de um pressuposto que nós
podemos ampliar as nossas competências
pessoais, podemos ampliar também a nossa
autonomia, a nossa responsabilização e
sobretudo o gosto naquilo que fazemos,
participando e dando as nossas sugestões.
26
Um outro objectivo passou por ajudar a
compreender e aplicar na prática a proactividade, de forma a gerir melhor o stress e
para que assim seja possível uma articulação
mais fácil uns com os outros. Assente nisto,
está uma base que passa por “Eu, conhecerme a mim”, para que cada um consiga
identificar os seus pontos fortes e aqueles
que são os pontos de melhoria da sua acção.
Importante referir que a EDA tem vindo a
fazer uma aposta em diversas áreas da sua
actividade, no sentido de melhorar as
competências de desenvolvimento individual
dos seus colaboradores através de diversas
acções de formação e temáticas.
Esta acção de formação não só abrangeu os
colaboradores que estão vinculados no
quadro permanente da EDA, como os
colaboradores indirectos, no caso daqueles
que prestam serviço na área comercial.
Visita de Estudo
Escola Básica e Secundária de Vila Franca do Campo
VIRGÍLIO GUERRA
SADMI
No passado dia 1 de Junho, decorreu uma visita de estudo
à Central do Salto do Cabrito e Museu, situado na antiga
Central da Fajã do Redondo. A turma era constituída
por 21 alunos, com idades compreendidas entre os 13
e 15 anos, pertencentes à turma E do 8º ano, da Escola
Básica e Secundária de Vila Franca do Campo. A visita
foi acompanhada por duas docentes da área curricular
correspondente, professoras Adelaide Gouveia e Patrícia
Goulart.
Por ser do âmbito curricular dos mesmos, da disciplina de
Ciências e de “IAM – Investigação e Apoio Multi-disciplinar”,
a visita teve como finalidade possibilitar aos alunos o
contacto mais directo com a realidade e o funcionamento
das centrais hídricas. “Para isso, nada como ver in-loco como
é que as coisas funcionam”.
Os alunos percorreram o percurso pedonal, desde a
barragem do Salto do Cabrito, passando pela travessia que
vai ligar ao Museu, situado na antiga Central da Fajã do
Redondo, até à Central do Salto do Cabrito pelo trilho que
liga o Museu à nova central. Assim, tiveram contacto com a
natureza envolvente e ficaram com uma ideia das ligações
entre as centrais produtoras.
Posteriormente, os alunos ouviram alguns esclarecimentos
adicionais sobre a produção, por parte do Eng. Alexandre
Pereira, funcionário da EEG, que acompanhou toda a visita.
Como nota final, importa salientar o agrado por parte de
professores, acompanhantes e alunos.
VIRGÍLIO GUERRA
SADMI
27
Santo António 2010
Inserido nas festividades do Santo António 2010, em Santa Cruz da Lagoa, um grupo de amigos e associados
do GREDA, formaram uma equipa de futsal e participaram no 10º Torneio de Futsal, naquela freguesia.
Apesar de o resultado não ter sido o desejado, porque ninguém gosta de perder nem a feijões, devemos destacar,
com satisfação, o espírito de sacrifício, a camaradagem e fair play entre todos os jogadores da nossa equipa.
Apesar de parecermos uma equipa de veteranos, que somos, e o B.I. não mente, disputámos cada jogo taco a taco,
com outras equipas, como se tivéssemos a idade deles, que em média, ronda os 21 anos.
Parabéns à equipa.
28
EDA informa
Dadores de Sangue
GREDA
No passado domingo, dia 18 de Abril de 2010, o Grupo de Dadores
de Sangue do GREDA, participou num gesto de solidariedade
humana, ao ir voluntariamente ao Hospital Divino Espírito Santo de
Ponta Delgada, doar Sangue –
Porque dar Sangue é dar Vida. É como
um sorriso, não empobrece quem dá,
mas enriquece quem recebe.
Ao grupo de dadores de Sangue do GREDA, em meu nome pessoal e
em nome da Direcção do GREDA, um muito Bem Haja a todos.
Próxima dádiva 10 de Outubro de 2010.
TEODOMIRO SILVEIRA
GREDA
O GREDA assinou um protocolo com a empresa PNEUMELO, Lda., que visa obter um desconto
financeiro, para todos os seus associados, mediante a apresentação do cartão de sócio.
Os descontos são os seguintes:
42% na aquisição de pneus da marca Brigestone/Firestone/Dayton;
18% na aquisição de pneus da marca Goodyear/Dunlop/Fulda;
5% na aquisição de pneus da marca Michelin/BFGoodrich;
Preço especial alinhamentos de direcção 18 euros (ligeiros) e 20 euros (4x4);
10% Desconto no desempeno de jantes;
15% Desconto na mudança de óleo;
20% Desconto na Calibragem com Nitrogénio.
29
nº 134 / maio junho
Comissão de Trabalhadores
Reunião em Santa Maria
A Comissão de Trabalhadores reuniu, em
Santa Maria, conforme o seu plano para
2010 no dia 29 de Abril.
Das condições de trabalho existentes,
não nos foi possível efectuar uma análise
rigorosa em virtude das obras que
estão a decorrer na Central Térmica do
Aeroporto afectando as condições de
trabalho da EDIST e da APROV.
As anomalias e recomendações da
CT, estão em relatório entregue à
Administração.
É de realçar as obras efectuadas no
refeitório da Central, que são um bom
exemplo da transformação de um espaço
onde tínhamos registos de reclamações
para se tornar num espaço condigno.
Dos assuntos debatidos na reunião,
realçamos a preparação de um
regulamento para a criação de um Fundo
de Solidariedade e Apoio Escolar e a
preparação das compras em grupo para
o ano de 2010.
30
EDA informa
Compras em Grupo 2010
A Comissão de Trabalhadores solicitou à Comissão Executiva da EDA a antecipação do programa das compras em grupo,
para o ano de 2010, a qual foi aceite, estando aprovado até ao montante máximo de 1200,00 €/ano para cada trabalhador,
sendo o reembolso efectuado em seis prestações mensais.
Para se obter as credenciais para as empresas aderentes, terão que contactar os elementos da CT da sua Ilha de residência,
e/ou pelo email comissã[email protected] e/ou pelo telefone 296202118.
As empresas que já confirmaram a sua adesão são:
- Cymbron Lda – São Miguel
- Foto Jovial – Faial
- Frijoc – São Miguel, Terceira, Faial e Pico
- Jomare – São Miguel
- Marques & Silva lda – Faial
- Stand Correia – São Miguel
- Tui Agência de Viagens – São Miguel (abrangendo todas as ilhas)
Estamos a aguardar a confirmação de mais empresas aderentes, que poderão ser consultadas no site da CT
http://smgsedeeeportal/sites/cteda.
ANTÓNIO MELO
COMISSÃO TRABALHADORES
MESTRE ALBERTO CARREIRO
Faleceu, no passado dia 25 de Maio, o nosso colega e amigo
“Mestre” Alberto Carreiro, com 54 anos de idade e 30 ao
serviço da EDA.
Nesta vida “atarefada” esquecemos por vezes aqueles que
connosco partilham o dia-a-dia. O Mestre Alberto era um deles,
o elo de ligação para resolver muitos problemas relacionados
com as viaturas da EDA.
Para quem se relacionava com o Mestre Alberto, ele era uma
pessoa de trato simples, sempre bem-disposto. Para muitos
colegas o ponto de encontro era o Parque Auto. Neste local
sabiam-se todas as novidades, tanto externas como internas,
discutiam-se todos os assuntos, desde futebol à política. Era um
colega que colaborava em todos as actividades que se fizessem
na EDA, principalmente os torneios de futebol.
No final de cada ano havia sempre um pequeno convívio no
Parque Auto, onde Mestre Alberto brindava todos os colegas
presentes com as “lembranças” recebidas dos fornecedores e
prestadores de serviços auto, porque o que recebia era para
ser partilhado, mesmo sendo pouco.
Perdemos o nosso ponto de encontro, mas pior do que isto foi
perder o nosso grande amigo MESTRE ALBERTO.
31
nº 134 / maio junho
Reformas
Nº Trabalhador: 384
Nome: José Manuel Duarte Garcia
Estrutura Orgânica: CINFE/PESPE
Nº Trabalhador: 575
Nome: Maria Antónia Arruda C. Raposo Carreiro
Estrutura Orgânica: EDIST/DISMA
Em 01/08/1978, admitido com Contrato de Trabalho a Prazo
para o Serviço de Transporte e Distribuição de Energia na
Ilha de São Miguel, para desempenhar as funções de Ajudante
de Guarda Fios.
Em 12/04/1982, admitida para o quadro permanente para
o Departamento Central Contabilidade e Finanças, para
desempenhar as funções de Escriturária de Contabilidade.
Em 01/01/1980, foi integrado no quadro permanente
da Empresa Insular de Electricidade, com a categoria de
Electricista Piquete AT/BT.
Em 01/01/1982, foi enquadrado na Empresa de Electricidade
dos Açores, E.P., com a categoria de Electricista Montador
Reparador AT/BT I.
Em 01/04/1985, passou para Electricista Redes AT/BT I.
Em 01/09/1987, passou para Electricista Despacho I.
Em 01/01/1989, passou para Electricista Despacho II.
Em 01/12/1992, passou para Técnico Despacho.
Em 01/01/2002, continuou como Técnico Despacho, categoria
que manteve até à situação de reformado.
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.Em 01/01/1993, passou a desempenhar as funções de Chefia
na Secção Administrativa e de Contabilidade no Centro de
Exploração de Santa Maria, mantendo a mesma categoria.
.A partir de 06/03/1998, deixou de exercer a chefia, ficando a
desempenhar funções de Escriturária de Contabilidade.
Em 01/01/2002, passou para Escriturária Gestão
Administrativa, categoria que manteve até à situação de
reformada.
EDA informa
Nº Trabalhador: 666
Nome: Eduardo Jorge Braga Tavares
Estrutura Orgânica: EPROD/MGOOC
Nº Trabalhador: 1044
Nome: Rui Manuel Furtado Cabral
Estrutura Orgânica: CINFE/GEOBR
Em 05/12/1983, admitido para o quadro permanente para
o Centro Ilha São Jorge, para desempenhar as funções de
Mecânico Manutenção Central II.
Em 04/09/1989, admitido com Contrato de Trabalho a Prazo
para o Departamento Central de Infra-estruturas na Ilha
de São Miguel, para desempenhar as funções de Fiscal de
Construção Civil.
Em 01/01/1986, passou a desempenhar as funções de Chefia
na Secção de Produção no Centro de Exploração de São
Jorge, mantendo a mesma categoria.
Em 01/05/1988, passou para Mecânico Principal Manutenção
Central, continuando a acumular a função de chefia.
Em 04/09/1989, foi integrado no quadro permanente da
Empresa de Electricidade dos Açores, E.P., com a categoria de
Fiscal de Construção Civil.
Em 01/01/2002, passou para Fiscal Instalações, categoria que
manteve até à situação de reformado.
A partir de 06/03/1998, deixou de exercer a chefia, ficando
a desempenhar funções de Mecânico Principal Manutenção
de Central.
Em 01/01/2002, passou para Técnico Manutenção Mecânica.
Em 01/01/2004, passou para Técnico Principal de Manutenção
Mecânica, categoria que manteve até à situação de reformado.
Nascimentos
Parabéns aos Pais!
Délia de Fátima de Melo Andrade
Filha: Mafalda de Melo Freitas Andrade
Data: 23 de Março de 2010
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Aniversários
JULHO
Emanuel Santos Amaral
Maria Conceição Silva Serpa Silveira
Francisco José Machado Pereira
Dimas Gabriel Silva Matos
Lina Cristina Soares Azevedo
José Dinis Melo Cabral
Luís Fernando Sousa Vieira
Rui Pedro Lavrador Martins Cabeças
César António Borges Rocha Fainha
Diane Pacheco
Luís António Morais Salvador
José António Gouveia Fernandes
Carlos Alberto Ferreira Lopes
Ana Rosa Pimentel Regalo
Pedro Filipe Carvalho Morisson Oliveira
Paulo Daniel da Silva Conde Veiga
Luís Paulo Bettencourt Oliveira
Roberto Manuel Oliveira Araújo
Paulo Henrique Parece Baptista
João Luís Machado Medeiros
Luís Gonzaga Braga Bento Sampaio
Danny Furtado Pacheco
António Manuel Costa Faria Silva
José Alberto Vieira Silva
José Luís Vieira Toste
Laudalino Remigio Medeiros Pacheco
Marco Filipe Freitas França Mota
Aires Miguel de Sousa Ferreira
André Paulo Ferreira Rego
Tiago Viveiros Sousa
Hélio José de Sousa Freitas
Maria Eduarda B.S. L. Vasconcelos Franco
Luís Paulo Melo Paz
José Mário Medeiros Lopes
Eulália Maria Vicente Carreiro Silva
Luís Roberto Sousa Freitas Mota
Ruben Rogério Ferreira Silva
Tiago André Regalo da Silva
Carlos Alberto Raposo Bicudo Ponte
Cláudia Maria Pereira de Sousa Pavão
Inácio Alberto Nunes Pimentel
José António Tavares Sousa
Carla Marie Lino
Manuel Vieira Rocha
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André Manuel Soares Silva
José Manuel Rodrigues Marques
Victor Manuel Araújo Rodrigues
Natércia Conceição Moniz Carvalho Nunes
Rui Jorge Vieira Correia
Hugo Jorge Vasconcelos Fontes
Orlando Paulo Sousa Costa
António Manuel Cabral Pereira
Manuel Romano Brum Vieira
Guilherme Henrique Aguiar Pacheco
Maria Conceição Rodrigues Sousa Ponte
Lélia Sizalda Mendonça Furtado
Paulo Jorge Moitoso de Vargas
Lino Henrique Picanço Bettencourt
Jorge Manuel Guerreiro Martins Barriga
Luís Filipe Mateus Borges
Manuel Lizuarte Sousa Brasil
Rui Miguel Branco Cordeiro Medeiros
Francisco Godinho Santos
Alexandre Henrique Moules Gonçalves
Paula Cristina Morgado Gonçalves Soares
Roberto Sousa Rocha Amaral
Tiago Tavares Pereira
Ricardo António Guedes Mourão
Francisco Luís Vieira Toste
Horácio Ferreira Silva
Maria Carolina Pacheco Martins
Rui Jorge Melo L. Temudo Teixeira
José Jonas Sousa Pacheco
Paulo Henrique Filipe Silva
José Manuel Viveiros Raposo
Hernâni Jorge Corvelo Freitas
Carlos António Lima Medina
Rui Manuel da Conceição Goulart
Liliana Isabel Monteiro Ramos Melo Maciel Almeida
José Luís Vieira Morais
José Sérgio Évora Rodrigues
Eusébio Soares Carreiro
João Manuel Sousa Rego
João Augusto Sousa Lima
Helga Carol Ribeiras Xavier Gomes
António Resendes Vieira
António Vieira Magalhães Sousa
Fábio Alexandre Costa
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EDA informa
AGOSTO
Manuel Laureano Arraial Tavares
Virgílio Aristides Guerra
Carlos Alberto Silva
Luís Manuel Andrade Moniz Melo
Paulo Mota Machado Bermonte
Ricardo Leovigildo Botelho Sousa
José Luís dos Santos Teixeira
Armanda Maria Pacheco Elias Miranda
Ana Maria Garcia Melo
Melânia Isabel Arruda Neto Ribeiro
Lauro Miguel Cordeiro Cardoso
Manuel João Vara Martins
Emanuel Vasconcelos Simas
Elisabete Maria Lima Sousa Melo Teixeira
José António Soares Mourinho
Ana Isabel Cabral Mansinho
Teresa Raquel Sousa Moniz
Bruno Miguel Goulart da Rosa
Rui Miguel Vieira Pimentel
Tiago da Costa e Silva
Artur Manuel Levene de Campos Ribeiro
Maria Neves Brilhante Oliveira
João de Britulo Fraga Rodrigues
Carlos Manuel Vaz Pacheco Simas Raposo
Alberto Vaz Carreiro
João Luís Linhares Dias Pereira
António Toste Matias
Lino Roberto Medeiros do Rego
Rui António Alves Godinho
Paulo Jorge Santos Silveira
António João Toste Silva
Jacinto Paulo Freitas Costa
Manuel Luís Trindade Silva
Ana Cristina da Conceição Rosa Gonçalves
José Arsénio Sousa Chaves
Victor Sousa Ambrósio
João Carlos Ferreira Dias
José Rogério Simas Rosa
José Fernando Silva Bagaço
Marco Filipe Viveiros C. Borba da Rocha
Paulo Jorge Ribeiro Mendes
Paulo Filipe Furtado Calouro
Maria Fátima Branco Costa
Ricardo Jorge Ferreira Paulo da Silva
Victor António Jorge Silva
Manuel Anjos Sabino Bulhões
António Luís Nunes Neves
Manuel Dinis Mendes Martins
José Maria Sousa Condinho
Manuel Gualberto Tavares Ávila
Maria Carmo Martins
Paulo Ricardo Sousa Rijo
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Eduardo Jorge Pereira Resendes Sardinha
Cristovão Machado Coutinho
Eduardo Manuel Sousa Brum Silveira
Renato Dionísio Brum Rodrigues
Alcino Pedro Oliveira
Bruno Alexandre Cabral Teves
Nuno Filipe Gonçalves da Silva Gomes
Alexandre Costa Fonseca
Vitor Manuel Moitoso de Vargas
José Manuel Garcia Silva
Eduardo Manuel Sousa Amaral
Isabel Maria S. Barata
Elisabete Câmara Medeiros Melo
David Luís Ramalhinho Estrela
Carlos Manuel Vieira Cabral
João Roberto de O. Rodrigues Furtado
Mariano Silva
Alfredo José Almeida Martins
José Manuel de Braga
Emanuel Janeiro Faria
Carla Patrícia Cordeiro Oliveira
Luís Manuel Ponte Pereira
Paulo Vasco Ferreira de Medeiros
Emanuel Ferreira Rodrigues Roque
Paulo Simão Carvalho B. Menezes
Tiago Filipe Andrade Rebelo
Alberto Moreira Gomes
Gilda Maria Bairos Cabral Pimentel
Maria Matilde Crespo Fontes da Cunha
Pedro Miguel Bento Santos
Cláudio Manuel Raposo Torres
José António Oliveira Amaral
Maria Lourdes Silva Simas Rocha
José Manuel Oliveira Meneses
José Manuel Soares Teixeira
Ana Margarida Silva Raposo Cunha
Claudemiro Simas Frias
António José Arruda Pereira
Paulo Dinis Mendonça Medeiros Franco
Madalena Gomes Gouveia Ferreira Pacheco
Maria Natividade Moniz Teves Bettencourt
Arnaldo Amioto Bastos Costa
Fernando Manuel Torres Medina Betencourt Louro
Paulo Jorge da Costa André
Norberto Manuel Avelar Inácio
Eduardo Jorge Jerónimo Rocha
Geraldo Humberto Lima Melo
Mário Manuel Ribeiro Ávila
Jaime Manuel Santos Lopes Silva
Miguel José Coelho Pereira Cortez
Luís Manuel Sousa Cordeiro
António José Marques Silva
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nº 134/2010
Arte na EDA
LUÍS FRANÇA
Dimensão: 40 X 30 cm
Técnica: Serigrafia
Data de execução: 2008
Situado: Edifício Sede EDA
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EDA informa - Rui Goulart