As Linguagens Folclóricas do Futebol
Vicente Higino
As Linguagens Folclóricas do Futebol é um trabalho de pesquisa proposto para a ser apresentado no
Folkcomunicação que será realizado na cidade de Taubaté/SP, no mês de agosto de 2009.
A pesquisa pretende mostrar as linguagens utilizadas no universo do futebol, especialmente a linguagem
popular utilizada por torcedores, no dia a dia. Nosso esporte preferido apresenta um grande número de formas de
comunicação. De um lado há uma linguagem folclórica e de outro há outra linguagem que somente os
especialistas na área conseguem compreender, por tratar-se de uma linguagem técnica, exclusiva do meio
futebolístico. Há, ainda, uma terceira linguagem que é utilizada por aquelas pessoas que vivem um pouco mais
distantes desse esporte mágico.
Além dessas, há outras linguagens relacionadas com esse esporte e serão citadas, conforme as
necessidades da pesquisa, como é o caso do linguajar utilizado por torcedores das diversas equipes, nas
segundas feiras, depois de um domingo de futebol. Essa forma de comunicação utilizada no primeiro dia da
semana tem conteúdos diferentes, dependendo da situação de cada equipe no campeonato que disputa. Ela
ocorre nas ruas, nos locais de trabalho, no interior dos meios de transporte. Dizem que essa forma de
comunicação, na maioria das vezes, ajuda no desempenho dessas pessoas, no seu próprio serviço. Existem
eternas rivalidades, brigas ferrenhas, mas também muito humor, cercado de grandes amizades, por todo o país.
A investigação será dividida em várias etapas:
A primeira etapa constará de um levantamento sobre a linguagem folclórica utilizada pelos locutores
esportivos de rádio e TV, durante as transmissões esportivas ou mesmo quando eles estão participando de
programas ou escrevendo para seus públicos, através dos meios de comunicação.
Por outro lado, temos que tratar também da linguagem técnica tradicional que envolve o nosso esporte
preferido. Essa outra forma de comunicação, falando do mesmo esporte, é, também, utilizada pelos especialistas
no dia a dia dos grandes clubes e também durante as partidas, sejam amistosas ou válidas pelo campeonato.
É nossa pretensão mostrar toda essa cultura que é passada às gerações que vão sucedendo esses
comunicadores do esporte mais popular no Brasil. Serão estudados todos os materiais impressos encontrados,
seus significados e suas prováveis origens.
A Segunda etapa da pesquisa constará de depoimentos de cronistas esportivos que estão em
atividades, como Luciano do Vale, Galvão Bueno, Flávio Prado, Osmar de Oliveira, Silvio Luiz, Joseval Peixoto,
Roberto Avalonne e, também, daqueles que poderiam estar aposentados na função, ou como Fiori Giglioti que já
não esta mais entre nós.
Osmar Santos, um dos maiores narradores esportivos do rádio brasileiro todos os tempos e que sofreu
um grave acidente automobilístico, há alguns anos, é uma referência para o trabalho, pois criou, durante suas
narrações, muitos termos consagrados e que são utilizados até hoje. Sua família guarda com carinho todo o seu
trabalho. Hoje ele está recuperado do acidente automobilístico, mas não tem, ainda, condições para assumir
suas funções normais, como narrador esportivo.
As entrevistas terão como principal objetivo ouvir explicações daqueles profissionais, sobre essa
linguagem inserida na comunicação esportiva envolvendo o futebol e, sempre que possível, estender os esforços
para descobrir o significado de cada termo utilizado e, sempre que possível, explicar as suas origens.
Técnicos, preparadores físicos, jogadores e todas aquelas pessoas que vivem o futebol no seu dia a dia,
serão entrevistados para falar um pouco dessa linguagem técnica que os especialistas usam durante os treinos e
durante as partidas disputadas por suas equipes.
A terceira etapa constará da revisão bibliográfica, considerando que há um bom número de obras e
citações sobre o assunto. Toda obra literária sobre o futebol, traz muitas referências sobre essas linguagens
utilizadas por todos que acompanham esse esporte, com maior proximidade.
Para ilustrar a pesquisa proposta serão feitas gravações radiofônicas e televisivas para mostrar como
essa cultura está ligada ao cotidiano do povo brasileiro. Serão gravadas conversas entre torcedores da mesma
equipe e/ou de equipes contrárias, para uma comparação sobre as diferentes formas de se referir a um mesmo
acontecimento. Certamente, teremos uma riqueza muito grande de termos, os quais são desconhecidos por
aqueles que não transitam na área do esporte criado por Charles Willian Miller (24/11/1874 – 30/06/1953).
Como em outras atividades, o futebol também tem uma linguagem própria, mas junto com ela surgem
algumas outras formas de expressões que fogem um pouco dos moldes da comunicação tradicional. Essas
linguagens serão estudadas, uma a uma, individualmente, com o cuidado de ligá-las às pessoas em relação às
suas proximidades com esse esporte.
O que se pretende investigar durante a presente pesquisa são as diversas formas de comunicação que
envolve o nosso futebol, desde a linguagem tradicional do nosso dia a dia, até as linguagens utilizadas pelos
profissionais que trabalham todos os dias com esse esporte e ainda as linguagens utilizadas pelos profissionais
da mídia esportiva de todo o país. A busca por formas de comunicação tem a finalidade de, ao final da pesquisa,
traduzí-las a uma linguagem mais simples e de fácil entendimento por todos aqueles que se interessam pelo
futebol, com maior ou menor proximidade.
É certo que, no decorrer da pesquisa, muitas outras formas de comunicação verbal ou escrita surgirão e
elas serão incorporadas ao trabalho, dependendo da sua importância no contexto da presente investigação. Há
um tipo de linguagem utilizada na região nordeste que fala daquele povo. Essa forma de expressão contempla
também o esporte, os clubes e os grandes jogadores da região, estejam em atividades ou os já aposentados.
Além de idolatrar seus grandes atletas, a literatura de cordel menciona outros clubes do Brasil e os grandes
atletas brasileiros. Os cordelistas têm uma linguagem própria, com muitas particularidades regionais. No decorrer
do trabalho, essa literatura será citada e algumas obras serão comentadas.
Há um número muito grande de obras na literatura do futebol, cada uma mostrando diferentes formas de
visualizar esse esporte; cada autor explorando uma maneira de transmitir seus conhecimentos aos seus públicos
e, cada um, utilizando linguagens diferenciadas, muitas vezes, para falar de um mesmo assunto. As obras a
serem revisadas serão criteriosamente selecionadas para conduzir a pesquisa aos objetivos desejados.
O objetivo a ser alcançado com o presente trabalho é mostrar toda essa cultura, popular e tradicional,
que se acumulou desde a origem do futebol brasileiro, ocorrido em São Paulo no início do século passado e que
ainda é desconhecida de uma grande parcela da sociedade brasileira, ligada ao futebol. Toda essa linguagem se
acumulou durante muitos anos envolvendo nosso esporte preferência nacional e se propagou pelos meios de
comunicação, através da mídia esportiva do Brasil. A literatura ligada ao nosso futebol, também fez difundir esse
linguajar.
Por outro lado, esse enfoque do futebol jamais foi estudado por alguém com profundidade. O que se vê
constantemente são algumas pesquisas de casos isolados, como o Sapo de Arubinha, de Mário Filho. Juntar
todas essas preciosidades em um único trabalho, é um dos objetivos propostos.
Há também a preocupação, durante a pesquisa, de traduzir todas essas linguagens que envolvem o
futebol para uma linguagem tradicional e que seja compreendida por todos, inclusive os leigos no assunto.
Mostrar de forma simples e de fácil entendimento, toda essa comunicação, certamente, fará com que um número
muito grande de pessoas, até então, distantes desse esporte, se aproximem dele, a partir do momento que
passem a entendê-lo com mais facilidade.
Em todos os meios escolares, em qualquer nível, e em qualquer disciplina, professores procuram utilizar
a linguagem ou exemplos ligados ao futebol para explicar com maior facilidade os mais variados assuntos. Esse
uso rotineiro, nas salas de aula, da linguagem do futebol, serve como motivação aos alunos, especialmente,
quando a seleção brasileira de futebol disputa alguma competição.
Ao final da nossa pesquisa, esses professores ligados ao futebol, terão mais um apoio didático às suas
aulas, às suas pesquisas, independente da disciplina que lecionem, do nível de ensino e dos clubes para os
quais torcem. Eles terão, em mãos, um trabalho mais claro, para explicar de forma mais simples os exemplos
escolhidos em sala de aula.
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O trabalho se justifica por tratar-se de um assunto de interesse nacional, pois o povo brasileiro vive o
nosso futebol, todos os dias e muito mais nos finais de semana. O esporte preferido do povo brasileiro não é
mais, apenas um esporte. Ele movimenta milhões e milhões de reais todos os anos. Em torno dele, desenvolvese uma grande atividade financeira, tanto na área formal, quanto na área informal, empregando um grande
número de trabalhadores.
O povo brasileiro, pelo menos a sua maioria, que está acostumado a ir a um campo de futebol conhece
algumas máximas sobre esse esporte, mas não sabe sobre as suas origens, muito menos sobre os seus
significados. É bem verdade que no meio de torcedores, muitas vezes encontramos profundos conhecedores
desse esporte. É comum ouvirmos em uma arquibancada, durante uma partida de futebol, algumas frases como:
“gaveteiro”, esse cara está na “barraca”, “está na banheira”. “No interior do campo de futebol, utilizando-se da
linguagem própria ouvem-se algumas coisas, como: “olha a primeira bola”,” o primeiro combate é seu”, “marque
no campo de defesa”
Muitas pessoas que se utilizam da linguagem, considerada folclórica, na maioria das vezes, não sabem
o que estão falando e também desconhecem as origens dessas palavras. Essas e muitas outras afirmações
ligadas ao nosso folclore futebolístico serão estudadas para levarmos ao torcedor um pouco mais de
conhecimento sobre o assunto.
O domingo é o dia consagrado para a prática do futebol, embora o calendário do futebol brasileiro
marque jogos para qualquer dia e hora da semana. A segunda feira é o dia das gozações e lamentações.
Torcedor do clube que perde, muitas vezes, nem sai de casa neste dia. Torcedor do clube que ganha, exibe a
camisa do seu time, muitas vezes, sujas e amarrotadas. “Está cheirando mofo”, afirmam alguns.
Tanto no domingo, como na segunda feira, percebe-se claramente a interferência que o futebol exerce
na linguagem do cotidiano. Quem está afeto ao futebol, utiliza uma linguagem especial, muitas vezes, a
linguagem folclórica do nosso esporte preferido. Quem está “por fora” ou pouco entende dele, vai aprendendo
com a convivência.
O certo é que toda a linguagem do nosso futebol é extremamente utilizada pelo povo brasileiro,
especialmente, nas segundas feiras. Essa manifestação da linguagem na segunda feira, é maior ou menor,
dependendo de como foi o domingo de futebol.
As respostas provisórias que teremos a respeito da presente são de que um bom número de pessoas,
ligadas ao futebol, passarão a conhecer mais de perto a literatura que envolve nosso esporte preferido e,
conseqüentemente, as variadas formas de comunicação inseridas no universo desse esporte.
As formas de expressão do torcedor estão inseridas em algumas obras, mas não foram tratadas
isoladamente ou mesmo da forma que o torcedor gostaria de vê-las. Ao final do trabalho, certamente, essa
maneira simples e de fácil compreensão dos futebolistas estará à disposição deles.
Ao final, teremos as explicações dos narradores esportivos sobre a linguagem por eles utilizada, durante
suas transmissões e também a resposta sobre suas origens e evolução. Ao final das entrevistas saberemos,
também, como se apropriaram dessa linguagem, pois cada um tem o seu modo próprio de cativar seus públicos.
Ao final das entrevistas com jogadores de futebol, em atividades ou que já estão aposentados, teremos
as respostas sobre a linguagem própria utilizada por eles, durante os jogos ou mesmo nos treinamentos e suas
capacidades de dialogar com o treinador, utilizando essa forma de comunicação.
Com os treinadores, conheceremos, tanto a linguagem técnica como a linguagem vulgar, pois é ele o
responsável em traduzir aos atletas os conhecimentos científicos, de forma mais simples possível.
Com os torcedores de várias equipes, saberemos os significados de várias citações, por eles utilizados,
especialmente, nas segundas feiras. Os torcedores, em razão da rivalidade entre equipes, criam constantemente
novos vocábulos, os quais passam a fazer parte das conversas do dia a dia sobre futebol.
Com os especialistas em literatura teremos a resposta sobre essa relação do esporte bretão com a
nossa literatura e, em muitos casos, a ligação de literaturas de outros países com o nosso futebol
Ouvindo pessoas leigas e entendidos de futebol, teremos a comprovação que são muitas as linguagens
utilizadas envolvendo o nosso futebol. As gravações televisivas e radiofônicas serão as provas, bem vivas, da
existência dessas linguagens.
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Esse linguajar próprio do nosso futebol e mesmo aquele que vem revestido de muito folclore, não tem
uma data de origem definida, mas há relatos que mostram que desde os primeiros anos da instituição desse
esporte no Brasil, frases revestidas de muito humor já eram empregadas, durante um acontecimento esportivo.
Os fatos ocorriam nas conversas entre torcedores contrários. A evolução dessas máximas se deu com o
crescimento do esporte e também com o aumento dos veículos de divulgação esportiva.
O Fluminense do Rio de Janeiro, o primeiro clube carioca, fundado em 1902, por Oscar Cox, tem um
apelido histórico: Pó de Arroz. Há controvérsias se em 1912 ou 1916 que o apelido teria surgido, mas sabe-se
que foi através de Carlos Alberto, um jogador de cor negra, que teria vindo do América do Andaraí, para o
Tricolor das Laranjeiras.
Durante uma partida de futebol, o jogador teria passado pó de arroz no rosto, para esconder um pouco a
sua cor, pois o clube carioca era o mais preconceituoso entres os clubes de futebol, até então existentes. No
decorrer da partida, o suor fez descer o pó de arroz e Carlos Alberto foi descoberto, justamente pela torcida do
Andaraí que o chamou de pó de arroz. O apelido pegou e até hoje o Fluminense do Rio de Janeiro é conhecido
como a equipe “Pó de Arroz”.
Outro acontecimento que é um marco no folclore do futebol brasileiro é o Sapo de Arubinha, escrito por
Mário Filho. Os fatos teriam acontecido no Rio de Janeiro, em 1934, envolvendo uma partida de futebol entre o
Vasco da Gama e a equipe do Andaraí.
A partida teria sido no campo do Vasco e este se atrasou para o início do jogo. A equipe do Andaraí
poderia ter ganhado os pontos, mas resolveu esperar o adversário para o jogo. Mesmo chegando com muito
atraso, a equipe vascaína não perdoou e goleou o adversário pelo placar de 12 a 1.
O Arubinha, um fanático torcedor do Andaraí, teria jogado uma praga no Vasco. Os vascaínos não
veriam seu time ser campeão nos próximos doze anos. Não se sabe se isso realmente aconteceu ou se é uma
criação folclórica do genial Mário Filho, mas a equipe de São Januário só voltou a ser campeã em 1944, onze
anos depois.
A bibliografia indicada ao final do projeto será revisada, levando-se em consideração os acontecimentos
literários ocorridos envolvendo o futebol em toda a sua trajetória, particularmente no Brasil. Como esse esporte
tem dimensões infinitas, certamente algumas citações farão referências às equipes de outros países ou mesmo
sobre fatos ocorridos fora do Brasil e que terão destaque, pela sua importância no contexto futebolístico.
As obras existentes sobre o futebol são bem diversificadas. Existem relatos dramáticos sobre a trajetória
de alguns jogadores famosos, como existem muitos livros escritos sobre o humor que envolve o esporte. Há
também muita coisa técnica escrita sobre nosso esporte preferido, mostrando que a ciência e a tecnologia
ajudam na sua evolução, fazendo com que, pelo menos, nessa área, sejamos respeitados no exterior.
Há um número muito grande de obras sobre o futebol ou a ele ligadas. Além de um bom número de
escritores que transitam nessa área, muitos jogadores famosos que já pararam de jogar, escreveram suas
trajetórias, nos campos do Brasil e do mundo. Alguns, como é o caso de “Tostão”, conseguiram escrever sem
auxílio; outros tiveram ajuda, na maioria das vezes de jornalistas esportivos. Há muitas obras, algumas são
verdadeiras preciosidades, como é o caso da obra de Mário Filho: O Negro no Futebol Brasileiro cuja primeira
edição aconteceu em 1947.
Armando Nogueira, Orlando Duarte, Ruy Castro, Juca Kfouri, Paulo Vinicius Coelho, Marcelo Duarte,
Roberto Avallone, Fernando Calazans, Eduardo Galeano, Haroldo Maranhão, Sandro Moreyra, Ruy Carlos
Ostermann, Renato Pompeu, são alguns dos escritores que, periodicamente, lançam obras na área específica
em que atuam. Além deles, alguns já falecidos, como João Saldanha, Mário Filho e o eterno Nelson Rodrigues,
nos deixaram verdadeiras pérolas da literatura do futebol.
A bibliografia citada é de boa qualidade e reúne uma grande parte dos dados necessários à elaboração
do trabalho final. Ela foi escolhida, levando-se em consideração o seu conteúdo e a linguagem utilizada pelos
autores. Outras obras poderão ser acrescidas à relação.
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