Nº23
Assessoria e Realização de
Ano 4 Janeiro Fevereiro 2005
Publicação Bimestral
Projetos em Meio Ambiente
Suporte para o Setor Empresarial em Nível Nacional
CONSULTORIAS:
ANÁLISES LABORATORIAIS:
GESTÃO AMBIENTAL
Implantação de Sistema de Gestão Ambiental-SGA
(NBR ISO 14.001), Sistema de Gestão IntegradaSGI (NBR ISO 14.001 e OHSAS 18.001).
Realização de coletas e análises físico-química,
microbiológica e instrumental com avaliação dos
resultados referenciados pela Legislação Ambiental
para:
RESÍDUOS SÓLIDOS
Elaboração e Implantação de Planos de Gestão de
Resíduos, Gestão Eco-Rentável, Projetos de
Aterros Sanitários e Industriais e EIA-RIMA.
ÁGUAS | EFLUENTES | RESÍDUOS SÓLIDOS |
EMISSÕES ATMOSFÉRICAS
Nesta Edição:
PASSIVOS AMBIENTAIS
Investigação e Remediação.
• Agregando
valor aos
Resíduos
Classe I.
ÁGUAS E EFLUENTES
Monitoramento, Tratamento, Otimização de
Sistemas de ETA, ETE e Reaproveitamento de
águas.
Página 13
SENAI/CIC-CETSAM
Centro de Tecnologia em Saneamento e Meio Ambiente
“Rumo à Certificação Integrada das
Normas ISO 9001 e 14001”
Áreas de estocagem para 30.000 Tambores cobertos.
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06 edições por
R$ 30,00 / anual
Página 12
www.bolsafiep.com.br
Cobre: Polícia,
Política e
Reciclagem 2
Oportunidades de Negócios Anúncios páginas 5 à 12
03
Polícia, Política e Reciclagem
A possibilidade de lucro com a
venda do cobre presente nas
fiações elétricas e de telefonia tem
trazido dor-de-cabeça para as
concessionárias de telefonia e
energia elétrica. Cada vez mais
freqüentes, os furtos de cabos têm
trazido grandes prejuízos às
empresas e muito incômodo à
população. Segundo reportagem
publicada na Revista IstoÉ
Dinheiro, edição 392, estima-se
que os prejuízos com o roubo de
cabos cheguem a R$ 50 milhões.
O atrativo para os ladrões é a valorização do metal, cujo preço da
tonelada saltou de US$ 1,7 mil,
em 2003, para US$ 3,3 mil. Nem
os fabricantes de fios e cabos
escapam de ações ousadas das
quadrilhas.
Informações do anuário estatístico da Associação Brasileira do
Cobre dão conta de que o Brasil
produz apenas 0,20% do concentrado de cobre e 1,15% do cobre
refinado que consome, importando
do Chile 86% do concentrado de
cobre utilizado.
Para coibir a ação dos criminosos, foi promulgada no Paraná a Lei
nº 14647, de 23/02/2005, publicada em Diário Oficial em
24/02/2005, a qual determina que
Foto: Daniel Sviech
Lei aprovada no Paraná, que visa coibir o comércio ilegal de materiais metálicos usados,
deve inibir o furto de cabos de cobre e beneficiar as empresas idôneas de reciclagem.
Sebastião Almeida, da Cobreal Reciclagem: dificuldade para conseguir matéria-prima devido ao
comércio à reciclagem ilegais.
os estabelecimentos comerciais
que compram materiais de metal
usados para revenda, ficam obrigados a manter cadastro das
pessoas físicas ou jurídicas das
quais foram efetuadas as compras.
Estão sujeitas à Lei as empresas
que comercializam fios, arames,
peças, tubos, tampos, e outros do
gênero, em aço, cobre, alumínio,
zinco, ferro ou outro tipo de metal.
Elas têm um prazo de 90 dias para
se adaptarem, após o que estarão
sujeitas a serem enquadrados
como receptadores de material de
origem duvidosa, podendo ser
punidas com penas que vão desde
a suspensão temporária até a
cassação do seu Alvará de
Funcionamento e outras penalidades previstas em lei.
Empresário comemora nova Lei
O empresário Sebastião
Almeida, da Cobreal Reciclagem
em Curitiba (PR), comemora a Lei
recentemente aprovada e acredita
que ela irá contribuir para disciplinar o setor, facilitando a atuação
das empresas idôneas. A Cobreal
atua há dois anos na reciclagem de
sucatas de cobre, realizando a
moagem e a separação do metal e
do plástico presentes em fios de
cobre, que são posteriormente
encaminhados para o aproveitamento por outras indústrias.
Com capacidade de processa-
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Processo ambientalmente correto
Toda a fiação que chega à
Cobreal Reciclagem passa por um
processo de classificação e triagem, na qual os fios são agrupados
de acordo com a bitola e com o tipo
de revestimento (PVC, polipropileno etc.). Nessa etapa também
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Foto: Daniel Sviech
02
RECICLAGEM
Cobre:
mento diário de 500kg, a empresa
vem trabalhando atualmente com
apenas um quinto de sua capacidade, devido à dificuldade em
conseguir matéria-prima. De
acordo com Sebastião Almeida, o
principal motivo é a competição
com os atravessadores que, sem
nenhum compromisso com o meio
ambiente e mostrando total desconhecimento dos malefícios para a
saúde, queimam os fios para
eliminar o revestimento plástico
que isola o metal. A queima de
cabos resíduos é proibida, principalmente dos cabos revestidos
com PVC, pois libera um composto
químico extremamente tóxico e
cancerígeno, a dioxina. Ainda
segundo o empresário, a falta de
preocupação por parte da maioria
dos geradores em verificar a real
destinação dos fios e cabos enviados para a reciclagem contribui e
muito para a continuidade dessa
situação. Outrossim, acredita-se
que a partir do momento em que
as empresas venham a implementar a gestão de resíduos sólidos, monitorando seus receptores
de resíduos e respectivas destinações finais, haverá uma contribuição para o fomento da indústria
da reciclagem, de forma idônea e
responsável.
04
são eliminados os possíveis contaminantes que podem comprometer
o processo e a qualidade do
produto final, como terminais feitos
de outros metais. Em seguida, os
fios separados vão para o moinho
onde são triturados. Como resultado tem-se uma mistura de
grânulos de cobre e de plástico, a
qual precisa passar por um
processo de separação.
A separação do cobre e do
plástico é feita em uma peneira
vibratória, um sistema simples e
engenhoso, em que, por meio da
vibração constante, os grânulos de
cobre são deslocados para um lado
do equipamento, enquanto uma
leve corrente d'água leva o plástico
moído no sentido oposto, realizando a separação dos materiais
com grande eficiência. Em um
tanque, a água é separada do
plástico por meio de uma espécie
de peneira e segue para uma caixa
d'água de onde é bombeada novamente para o processo, num ciclo
fechado.
A maior parte do material
processado pela Cobreal é constituída por sucatas da construção
civil, reformas industriais e sobras
de produção de empresas que
fabricam componentes elétricos e
eletrônicos. Após o término do
processo, o cobre moído é revendido para fundições e o plástico,
encaminhado para uma empresa
que fabrica solados de sapatos.
O cobre também pode ser
enviado para a indústria química,
onde, sob a forma de sulfato de
cobre, tem um enorme potencial de
aplicação. Na indústria galvânica
ele é utilizado para o revestimento
de peças. Como fungicida e algacida, entra na composição de
produtos de tratamento de água
para piscinas. É utilizado na
prevenção e no controle de
doenças e pragas na agricultura,
como suplemento mineral na
pecuária e, ainda, como promotor
de crescimento e antifúngico na
suinocultura e na avicultura.
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ao Meio Ambiente, o que faz da Mennopar uma parceira da mais alta
importância para as empresas que se preocupam em dar uma
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TECNOLOGIA
13
Agregando valor aos
Resíduos Classe I
Pesquisadores do Laboratório de Tecnologia Ambiental da UFPR estudam alternativas
de aproveitamento para os resíduos Classe I, mas esbarram na falta de interesse das
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Cerâmica, vidro-cerâmica, concreto, argamassa, bases para
estradas, núcleo para represas e material combustível de alto
poder calorífico, tudo produzido a partir do aproveitamento de
resíduos industriais Classe I e II. Isso é possível? Sim. Quem
garante são os pesquisadores do Laboratório de Tecnologia
Ambiental (LTA) da Universidade Federal do Paraná, Haroldo de
Araújo Ponte e Vsévolod Mymrine. Em dois anos de atividades, o
Laboratório de Tecnologia Ambiental da UFPR já conseguiu
registrar sete patentes de materiais produzidos a partir de
resíduos Classe I e há mais pelo menos 13 idéias de produtos em
potencial, garante o professor Vsévolod, ou Seva, como prefere o
professor convidado da UFPR e membro da Academia Russa das
Ciências Naturais.
O objetivo das pesquisas é desenvolver potencial de produção
de materiais de valor agregado a partir de misturas de resíduos
industriais (inclusive os de Classe I) ou com pequeno teor de
materiais naturais (não mais do que 10-15%), como argila
natural. Os pesquisadores trabalham com resíduos das diversas
origens, tais como: escórias siderúrgicas e de processos de
recuperação de chumbo de baterias automotivas; lodo da
indústria automobilística, entulho da construção civil; cinzas e
escórias de incineradores; resíduos de mineração, pó de carvão
mineral fino e ultrafino, lodo galvânico, totalizando mais de 35
tipos de resíduos industriais. As principais vantagens da
utilização desses materiais em substituição às matérias-primas
tradicionais são a diminuição de resíduos enviados para aterros e
o custo mais baixo dos insumos alternativos.
Qualidade e baixo custo
Entre as aplicações desenvolvidas, está um agregado
produzido a partir do pó de carvão mineral, cujo poder calorífico é
uma vez e meia maior, com custo de produção 30 vezes menor, e
que pode ser utilizado como substituto para a lenha. Conforme
explica o professor Seva, o pó do carvão mineral constitui-se num
grande problema nas regiões de mineração, como ocorre com a
cidade de Criciúma (SC), acumulando-se em grandes áreas a céu
aberto e constituindo-se num risco para a saúde da população.
O agregado também pode ser produzido aproveitando-se o pó
de carvão originado pelas termoelétricas. A indústria de cerâmica
é outro segmento que pode tirar proveito dos resíduos Classe I.
Amostras de material cerâmico desenvolvidas no LTA apresentam diversas possibilidade de aplicação no mercado,
podendo ser utilizadas como revestimento em fachadas, tijolo
Foto: Daniel Sviech
indústrias em investir no reaproveitamento dos resíduos considerados perigosos.
Os professores Vsévolod (Seva) Mymrine (à esq.) e Haroldo A. Ponte, do LTA:
parceria com o setor privado é fundamental para a continuidade das pesquisas.
aparente e revestimento para pisos. Também é possível fabricar
peças em cores e texturas diferentes por meio da variação da
porcentagem de componentes e condições de temperatura e
pressão. Um dos processos patenteados pelo LTA (vide box), e
que emprega resíduos sólidos com alto teor de chumbo para
produzir cerâmica vermelha, poderia contribuir significativamente para reverter o quadro enfrentado pela cidade de
Adrianópolis (PR), em que 247 mil toneladas de resíduos com
alto teor de chumbo dispostos ao ar livre são uma ameaça à
saúde da população, provocando diversas enfermidades, entre as
quais bronquite crônica, anemia e câncer.
Ainda de acordo com os professores do LTA, somente no
segmento da construção civil, seria possível aproveitar grande
quantidade dos resíduos que atualmente vão parar em aterros
controlados "por falta de alternativa", na construção e recuperação de milhares de quilômetros de estradas por todo o
Paraná, com qualidade e a custos reduzidos.
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De portas abertas para o setor privado
Empresas de todo o Brasil podem
procurar o LTA para desenvolver projetos
de aproveitamento para seus resíduos. Os
estudos são personalizados e integrados
ao perfil industrial da região onde se
encontra o gerador. Conforme exemplifica
o professor Haroldo Ponte, o processo de
aproveitamento para uma empresa
situada no Paraná não necessariamente
deverá ser o mesmo para uma empresa
de São Paulo.
As empresas que tiverem interesse em
saber mais sobre as pesquisas desenvolvidas pelo LTA ou que desejem
encontrar alternativas de destinação para
seus resíduos podem entrar em contato
com os professores Haroldo e Seva pelo
telefone (41) 361-3197 e 361-3425 ou
através dos e-mails [email protected] e
[email protected].
PROCESSOS
PATENTEADOS PELO LTA
1. Processo de fabricação de placas
de espuma de poliuretano com
aproveitamento de sucata de
mesmo material e molde de
injeção resultante.
2. Compósitos de concreto a base de
resíduos de construção e demolição de concreto e resíduos de
produção de cal.
3. Utilização de rejeitos galvânicos
para produção de cerâmica vermelha.
4. Método de utilização de resíduos
sólidos com alto teor de chumbo
para produzir cerâmica vermelha.
5. Método de utilização de lodo de
usinas industriais para produção
de cerâmica vermelha.
6. Método de utilização de entulho
proveniente de construção civil e
de demolição como matéria-prima
para produção de concreto.
7. Método de utilização de areia de
fundição e resíduos de poeira de
jateamento (micro esferas de
vidro) para produzir cerâmica
vermelha.
Assessoria e Realização de
Projetos em Meio Ambiente
Suporte para o Setor Empresarial em Nível Nacional
O SENAI/CIC-CETSAM assessora e auxilia as organizações na implantação de Sistemas de Gestão Ambiental (SGA), tomando
como base a norma NBR ISO 14.001, como também a implantação de Sistemas de Gestão Integrados (SGI) através das normas ISO
14.001 e OHSAS 18.001 (sistema de gestão de segurança e saúde ocupacional). Estes sistemas permitem a melhoria na gestão dos
processos, no desempenho organizacional e na satisfação dos clientes e funcionários.
Um SGA permite que a organização:
Defina uma política ambiental;
Identifique e controle seus aspectos ambientais;
Defina objetivos, metas e progamas;
Melhore a comunicação interna e externa;
Elabore e controle documentos.
SENAI/CIC-CETSAM
Centro de Tecnologia em Saneamento e Meio Ambiente
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15
poração dos resíduos em seus produtos.
"Parece que as empresas brasileiras
somente demonstram interesse nos
resíduos quando podem recuperar
elementos que poderão ser utilizados
novamente no seu processo produtivo",
lamenta o professor.
Tal inércia deve-se em parte, segundo
os pesquisadores, à falta de estímulo por
parte da legislação. Conforme explicam,
muitos países da Europa concedem
benefícios fiscais às indústrias que encaminham seus resíduos para o reaproveitamento, bem como àquelas que
incorporam resíduos na fabricação de
seus produtos. Por outro lado, ficam
sujeitas a pesadas multas as empresas
que deixam de dar uma destinação útil
para seus resíduos quando tal alternativa
é possível.
Outra questão levantada pelo
professor Haroldo diz respeito à inexistência de um setor encarregado da problemática dos resíduos na maioria das
indústrias, o qual, entre outras atividades,
deveria ter a incumbência de procurar
soluções para os resíduos que propiciassem o seu reaproveitamento.
ATUALIDADES
14
Maior problema: a falta de apoio da
iniciativa privada
No laboratório, equipado com fornos
de alta temperatura, prensas e moinhos
revestidos por carbeto de tungstênio, cuja
montagem custou R$ 100 mil, obtidos
por meio de uma emenda parlamentar do
deputado Oliveira Filho (PL-PR), os
pesquisadores produzem os chamados
"corpos de prova", amostras em tamanho
reduzido utilizadas na realização de
ensaios que avaliam as diversas características dos produtos. Entretanto, a
instituição não tem como arcar com os
custos de todos os testes. Um dos mais
importantes, o de lixiviação, necessário
para garantir que os metais pesados dos
resíduos incorporados aos produtos não
se desprendem sob a ação da água e
contaminem o ambiente em níveis acima
do tolerado, custa cerca de R$ 900,00
por amostra. E, para a realização de
testes de resistência mecânica tais como
flexão ou compressão, é necessária ainda
a aquisição de outro tipo de prensa,
acrescenta o professor Seva. Por isso, o
interesse e o suporte financeiro da
iniciativa privada são de fundamental
importância para o prosseguimento das
pesquisas, asseguram os professores.
Apesar das possibilidades representadas pela transformação dos
materiais encarados como passivos
ambientais em produtos com valor
agregado, os pesquisadores reclamam da
inércia das indústrias, que relutam em
investir na aplicação comercial dos
resíduos. De acordo com o professor
Seva, os empresários preferem fechar os
olhos à possibilidade de ganhos através
do reaproveitamento a investir na incor-
Notícias
GOVERNO DO PARANÁ ESTÁ
ERRADICANDO OS LIXÕES ATRAVÉS
DO PROGRAMA DESPERDÍCIO ZERO
Em oito meses de desenvolvimento, o programa
já investiu mais de R$ 6,5 milhões na construção de
aterros sanitários em 57 municípios do Estado
Agenda
BRASIL PLAST - FEIRA INTERNACIONAL DA INDÚSTRIA
DO PLÁSTICO
Data: 4 a 8 de abril de 2005 Local: Anhembi - SP
Site: www.alcantara.com.br Contato: (11) 3292-9111
FEIRA E CONFERÊNCIA DE TECNOLOGIAS AMBIENTAIS
DAS AMÉRICAS
Data: 06 a 08/04/2005 Local: Montreal - Canadá
Site: www.americana.org Contato: [email protected] Com o objetivo de eliminar os lixões a céu aberto nos Comece não desperdiçando esta idéia.
399 municípios do Paraná até 2006 e reduzir em 30% o
volume de lixo gerado, o governo do Estado está desenvolvendo o programa
Desperdício Zero. O programa é a principal ação da Política Estadual de
Resíduos Sólidos, que vem sendo executado pela Secretaria do Meio Ambiente e
Recursos Hídricos (SEMA), e já investiu mais de R$ 6,5 milhões na construção
de aterros sanitários em 57 municípios do Estado.
GESTÃO DE TRANSPORTES DE PRODUTOS QUÍMICOS
Saiba mais sobre o Impacto da Resolução nº 420 da ANTT
Data: 06 a 07 de abril de 2005
Local: São Paulo - SP Contato: [email protected]
Quando as ações da política de resíduos sólidos começaram a ser colocadas
em prática, 181 municípios dispunham de lixões a céu aberto. Hoje são 124.
Segundo o secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Luiz Eduardo
Cheida, este número só não é menor por falta de iniciativa de muitos municípios.
"A maioria destas localidades ainda não apresentou sequer uma área para
avaliação do Instituto Ambiental do Paraná (IAP)", argumenta o secretário.
CONGRESSO NACIONAL DE GESTÃO DE CONFLITOS
AMBIENTAIS
Data: 13 a 15 de abril de 2005 Local: Florianópolis
Site: www.globaldirection.tur.br
Contato: [email protected]
Tel: (48) 269 8061 Fax: (48) 269 8599
Além de disponibilizar recursos, a secretaria do Meio Ambiente elabora o
projeto para construção do aterro e faz a capacitação dos técnicos que deverão
operar os depósitos. Durante o mês de julho, o Desperdício Zero, em parceira
com o SEBRAE, estará capacitando mais de 670 agentes para atender 218
cidades do Paraná que já possuem aterros sanitários. Após o final do curso, cada
município contará com três agentes capacitados para atuar na implantação da
coleta seletiva de lixo e manutenção dos aterros.
IFAT
Data: 25 a 29 de abril de 2005
Local: Munique - Alemanha Site: www.ifat.de
Contato: [email protected]
Redução - Para buscar a redução do volume de lixo gerado, que hoje é de 20
toneladas por dia em todo o Estado, o programa promoveu fóruns setoriais
envolvendo grandes geradores de resíduos.
CURSO DE PERÍCIA AMBIENTAL
Data: 2/5/2005 a 6/5/2005
Local: Instituto de Engenharia do Paraná - IEP, Rua Emiliano
Perneta,174 – 2º andar - Curitiba - Pr
Contato: [email protected]
Fone/fax: (53) 231 3622 - Vagner ou Tatiane
A idéia da Secretaria do Meio Ambiente é que durante estes encontros as
empresas troquem experiências e definam ações, baseadas na política estadual
de resíduos sólidos, para reduzir e dar destino adequado ao lixo produzido,
priorizando a reciclagem e o reaproveitamento dos materiais.
20º INTL CONFERENCE ON SOLID WASTE
TECHNOLOGY AND MANAGEMENT
Data: 03/06/2004 Local: Philadelphia - EUA
Tel: +1 610 499-4042 e-mail: [email protected]
"Um dos pontos fortes que favorecem o sucesso deste programa de governo
são as parcerias e a conscientização da sociedade", declarou o coordenador do
Programa Laerty Dudas. O Desperdício Zero conta com mais de 91 parceiros
entre iniciativa privada e instituições - como o SENAI-PR, SEBRAE, FAEP, Banco
do Brasil, Tim Celular, Vivo, Unimed, Editel e Caixa Econômica Federal e, além
dos grandes produtores de lixo, outros segmentos da sociedade também estão
envolvidos na redução do volume de lixo gerado.
Assessoria de Imprensa da SEMA Ceres Avellar
Expediente
Boletim Informativo Bolsa de Reciclagem Sistema FIEP - Sistema Federação
das Indústrias do Estado do Paraná
CURSO DE TREINAMENTO PROFISSIONAL EM
RECICLAGEM DE PLÁSTICO
Data: 18 e 25 de junho / 11 e 12 de novembro de 2005
Local: Rio de Janeiro Site: www.niead.ufrj.br
Contato: [email protected]
VIII CONGRESSO BRASILEIRO DE DEFESA DO MEIO
AMBIENTE
Data: 20, 21 e 22 de junho de 2005
Local: Rio de Janeiro - RJ
Contato: (21) 2509-6177 r. 121 e 2242-1618 (Denise)
Editoração / Redação / Impressão: Primapress.com.br / Gráfica Darnol Ltda.
Tel.: (41) 252-4068
Presidente do Sistema FIEP: Rodrigo Costa da Rocha Loures
Jornalista Responsável: Daniel Sviech (MTB 3997/16/37)
Superintendente dos Serviços SESI/SENAI/IEL: Marcos Mueller Schlemm
Periodicidade: Bimestral
Diretor Regional SENAI/PR: Carlos Sérgio Asinelli
Coordenação da Bolsa de Reciclagem Sistema FIEP: Área de Negócios em
Informação Tecnológica -Adilson Luiz de Paula Souza
Gerente do SENAI/PR-RMC: João Antônio Veneri
Equipe Técnica da Bolsa de Reciclagem Sistema FIEP: Carlos Edson Waltrick;
Élcio Herbst; Elisabeth Stapenhorst; Flávia Gadotti Noronha; Luciano Ávila;
Marcos Pupo Thiesen; Rosângela Mityo Handa
Conselho Editorial: Adilson Luiz de Paula Souza (SENAI/CIC-CETSAM), Elisabeth
Stapenhorst (Bolsa de Reciclagem), Eros Schier da Cruz (Sistema FIEP/IEL), Luiz
Henrique Bucco (SENAI/PR - Departamento Regional/Assessor de Desenvolvimento
Tecnológico), Mauro Piazzetta (Piazzetta Comércio de Aparas de Papel Ltda.), Nicolau
Leopoldo Obladen (PUC/PR), Reinaldo Tockus (SENAI/PR-RETEC), Roberto Gava
(Sistema FIEP), Rosângela Mityo Handa (SENAI/CIC-CETSAM)
Sugestões e informações: 41 346-4500 / ramal: 108 ou 167
Gerente da Unidade do SENAI/CIC-CETSAM: Humberto Eissaku Oshima
E-mail: [email protected] / Site: www.bolsafiep.com.br
Endereço da Bolsa de Reciclagem Sistema FIEP: Rua Nossa Senhora da Cabeça,
1371/1441 Curitiba/PR - Cep: 81.310-010 - Tel. 41 346-4500 ramal: 108 ou
167 - Fax 41 346-4898
O Boletim Informativo Bolsa de Reciclagem Sistema FIEP não se responsabiliza por opiniões emitidas em artigos assinados, sendo estes de responsabilidade de seus autores.
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