Boletim Informativo do Departamento de Sociologia - Edição nº 4
EDITORIAL
O ano académico de 2011 na Universidade Eduardo
Mondlane (UEM) já iniciou. O dia 21 de fevereiro marcou o
arranque das aulas em todas as faculdades. Apenas, os
novos ingressos é que iniciaram com as aulas no dia 28 de
Fevereiro, devido a questões ligadas ao processo de
matrículas e inscrições. As aulas no Departamento de Sociologia (DS) também iniciaram nessas datas.
Porém, o início do ano de 2011 é marcado por uma série de
eventos a escala internacional e, sobretudo, continental que
interessa fazer referência: uma onda de manifestações, com
graus diferenciados de violência, atingiu alguns paises
árabes do Norte de África e do Médio Oriente, e levou a
queda de regimes autoritários na Tunísia e no Egipto. Essas
manifestações se alargaram para muitos países da zona
árabe e já atingem contornos de guerra civil na Líbia, onde
estima-se que mais de um milhar de pessoas perdeu a vida,
em menos de um mês.
A Sociologia e os sociólogos não podem se alhear a este
movimento, que traz ao de cima as revoltas populares tão
características da primeira metade do século XX, e que
podem por em causa não apenas a estabilidade política e
social de muitos países africanos, mas que, sobretudo, questiona os modelos e os ideais de governação até aqui seguidos em muitos países. Por isso, nesta edição
d´A Sociologica trazemos excertos de uma reflexão do
sociólogo moçambicano Elísio Macamo a respeito desse
movimento. Ele questiona-se: será que, o que está a acontecer no norte de África, também, vai acontecer entre nós?
Trazemos ainda uma reflexão do sociólogo alemão Ulrich
Beck acerca da noção de “cosmopolitização”. Beck é um
sociólogo de referência internacional que se tornou popular
após a publicação da sua obra “A Sociedade do Risco”.
Portanto, trazemos ao carríssimo leitor reflexões de dois
reputados sociólogos que são de leitura obrigatória para
qualquer um de nós.
Abrimos ainda nesta edição espaço para apresentar o perfil
e, principalmente, as razões que levam alguém – seja um
docente, um estudante, um investigador – a se interessar
pela Sociologia.
Boa leitura.
EDITOR
OPINIÃO
“NORTE DE ÁFRICA E AS PROFECIAS AUTO-SUFICIENTES”
Por: Elísio Macamo
(Sociólogo, Universidade de Basileia – Suíça. In jornal NOTÍCIAS, de 22 de Fevereiro de 2011)
Os eventos que abalam o Norte de África, e que já conduziram à queda de dois líderes autocratas, estão a provocar furor
no nosso seio. A pergunta que se coloca é a seguinte: será que isto também vai acontecer entre nós? Essa é a pergunta, mas
a intenção subjacente é de saber quando isso vai acontecer entre nós.
Tudo isto é acompanhado por perguntas retóricas em relação à postura intelectual dos que hoje saúdam os egípcios e
tunisinos pelo que fizeram, mas ontem apelidaram de “vândalos” os moçambicanos que se fizeram à rua na sequência do
aumento de preços de produtos de primeira necessidade. É uma situação tipicamente nossa: maldade na leitura e
interpretação dos que defendem pontos de vista diferentes e precipitação na análise de fenómenos A pergunta de base é
simples de responder. Será que o que acontece lá pode acontecer cá? Claro que pode! Vai acontecer? Os videntes que
passam por analistas sabem isso melhor do que qualquer um de nós.
Pode não acontecer hoje, nem amanhã.
Mas se um dia acontecer (e eles terem dito
já que vai acontecer) eles sempre vão poder
gritar bem alto que disseram, não
disseram? Um reparo: na análise de
fenómenos sociais, políticos e mesmo
económicos não é a previsão em . si que é
mais importante, mas os critérios que são
convocados para sustentar essa previsão.
Em quase todo o mundo quando se fala
destes tumultos associam-se-lhes o desejo
de liberdade e democracia como os verdadeiros objectivos das manifestações. Ao
mesmo tempo, supõe-se que a ausência de
liberdade e de democracia tenham sido as
principais razões que levaram aos levantamentos. (…) quando perguntamos se o que
acontece no Norte de África pode acontecer entre nós estamos, no fundo, a sugerir
que o contexto que envolve o anseio pela
liberdade e democracia no Magrebe é o
mesmo – ou pode ser visto como sendo o
mesmo – que envolve o nosso país. Comparações, para serem úteis, precisam de ter
algo central em comum. A questão, neste
sentido, é de saber se este anseio pela
liberdade e democracia constitui esse
elemento central. Não creio.
Tendo em conta o funcionamento do nosso
sistema político podemos nos sentir tentados a supor que em Moçambique também
haja um deficit de liberdade e de democracia.
(…) enquanto na Tunísia e no Egipto se
derrubam regimes autocráticos (mais na
Tunísia do que no Egipto, pelo menos do
ponto de vista formal), em Moçambique, a
ocorrer algo semelhante, estaríamos a
derrubar
um
sistema
democrático
(imperfeito). Pior ainda, estaríamos a
revelar falta de confiança na democracia
optando pelo grito gasto (e que já nos criou
imensos problemas no passado) da
vontade das massas.
A segunda consequência é que devido a
todo um conjunto de circunstâncias sociais
e económicas que se criaram nas
sociedades do Magrebe por
aglutinadores de interesses colectivos
(sindicatos e confrarias, por exemplo) existe
lá um potencial de
enquadramento da insatisfação popular
que no nosso país não é evidente. (…) com
efeito, o mais deprimente nos tumultos de
Setembro passado foi precisamente a
ausência destes aglutinadores. Nem os
sindicatos, muito menos os partidos políticos de oposição, estiveram presentes.
(…)
Nada disto quer dizer que o que está a acontecer no Magrebe não possa acontecer
entre nós. As pessoas não fazem (nem
primeiro vão ler) análises sociológicas da
situação antes de agirem. Dada até a fragilidade das nossas instituições constitui um
milagre que o nosso país ainda não tenha
sido abalado por este tipo de coisas, ou que
eles não sejam mais frequentes ainda.
(…)
A forte dominação do nosso sistema
político pelo partido Frelimo pode levar
alguns militantes de partidos de oposição a
pensarem que a sua salvação esteja numa
revolta popular. Se essa revolta for por eles
organizada e canalizada ainda podem
alimentar a esperança de vir a controlar o
que virá depois. Se não for, então eles
precisam de se precaver, pois quando a
revolta acontecer eles também serão
arrastados.
Embriagados que estamos pela alegria das
celebrações de liberdade e democracia no
Norte de África esquecemos que o anseio
por estes valores não é novo em África.
Teve manifestações diferentes em diferentes momentos da trajectória política do
nosso continente e o resultado não foi
sempre a liberdade e a democracia. O
nosso país constitui exemplo (triste) disto.
A luta que se travou pela independência
foi também em nome da liberdade e (um
certo entendimento de) democracia. Deu
no que deu e ainda reclamou mais sacrifício humano durante 16 longos anos. No
Zimbabwe a interpretação local de
liberdade e democracia está a dar o que
está a dar. Na Costa do Marfim, na Libéria,
na Serra Leoa, no Ruanda, no Congo,
enfim, um pouco por todo o lado. No
Egipto e na Tunísia ainda não sabemos
para onde é que as coisas caminham. Aqui
também os analistas da praxe confundem
aspirações pessoais com realidade.
De tal maneira que a verdadeira lição que
podemos aprender do que está a acontecer no Magrebe é dolorosamente
simples: vamos acordar um dia e constatarmos que estamos a ser governados por
Mullahs ou vândalos irados de “Xikhelene”? Não vejo absolutamente nenhuma
razão para supor que o único desfecho da
luta pela liberdade e democracia seja a
liberdade e democracia. E de tanto
querermos que a história se repita ela
pode se repetir. Afinal, não é com base em
análises sociológicas que as pessoas
agem.
ENTREVISTA com Rafael Manhalomba
“Sociologia. Porque?”
Para esta edição apresentamos o perfil de um estudante do 4º ano do curso de licenciatura em Sociologia, em
regime pós-laboral. A Sociologica procurou saber dele as razões e o interesse por fazer Sociologia. Ele é um
exemplo em relação ao pressuposto de que “nunca é tarde” para se formar.
Nome: Rafael Manhalomba.
Local de Nascimento: Distrito de Mueda, Província de Cabo Delgado.
Percurso Escolar: “comecei a estudar na Escola Primária de Nangololo, no distrito de Mueda. Depois frequentei a
Escola Primária de Marire no distrito de Marire – uma escola de formação de professores e depois deixei para
trabalhar, ou melhor para me aliar à Frelimo que, também, vim a abandonar em direcção a Lourenço Marques
(actual Maputo), onde recomecei a estudar na Escola Joaquim de Araújo, hoje, Escola Secundária Estrela
Vermelha. Em 1975 passei para a Escola Secundária Francisco Manhanga que, naquela altura, chamava-se Liceu
António Enes”.
Ocupação Actual: “faço desenho, pintura e esculturas. É a única coisa que faço além de estudar”.
Porquê estudar Sociologia: “estudo Sociologia porque em 1978 fui à Bulgária onde estudei Filosofia, depois
voltei para o meu país onde entrei para a Organização dos Trabalhadores de Moçambique (OTM). Quando quis
entrar na universidade, como ainda não existia o curso da Filosofia na UEM, preferi concorrer para a Sociologia,
para além de que eu tinha comprado muitos livros de Sociologia na Bulgária”.
Futuro: “depois de concluir a formação, quero me dedicar com mais tempo à minha arte de esculpir, pintar,
desenhar, pois, esta profissão não precisa de pedir emprego. É só arte”.
O que mais gostou na formação: “gostei muito das cadeiras de teorias sociológicas clássicas e contemporâneas
e a cadeira de sociologia das organizações, pois eu trabalhei durante muito tempo em organizações governamentais, assim como em não governamentais”.
Conselhos a dar: “para aqueles que estão a estudar sociologia, devem levar tudo a sério e para aqueles que ainda
sonham com ela, seria uma boa opção porque em Moçambique ainda temos poucos sociólogos”.
Ocupação em tempos livres: “pintar, desenhar e ler muito. Não acabo um dia sem fazer pelo menos uma leitura”.
PANO DE FUNDO
“ABERTURA DO ANO LECTIVO 2011”
No dia 21 de Fevereiro do corrente ano tiveram início as aulas referentes ao primeiro semestre do ano lectivo de 2011 na Universidade
Eduardo Mondlane. Ao nível do Departamento de Sociologia (DS) as actividades iniciaram, de uma forma geral, no dia 10 de Fevereiro
com a apresentação dos docentes no departamento.
No dia 24 de Fevereiro realizou-se a reunião de abertura que contou com a presença de docentes. A reunião foi orientada pela chefe do
DS, a Profª Nair Teles, acompanhada pelo director do curso de Sociologia, Dr. Baltazar Muianga. A mesma serviu para endereçar as boas
vindas aos docentes e funcionários afectos ao DS e, também, servir de orientação para as actividades do presente semestre. Quanto ao
corpo docente, não se registou a entrada de novos docentes para o presente ano lectivo. Apenas destacar o regresso do Dr. Manuel Macia
que concluiu recentemente o seu doutoramento em Sociologia na Universidade de Durban na vizinha África do Sul.
Em termos de saídas, no final do ano de 2010 o Dr. Orlando
Nipassa deslocou-se a Portugal onde vai prosseguir com
actividades de formação em vista do seu doutoramento. E,
espera-se que, em breve, alguns docentes venham também a
iniciar com os seus planos de formação, no âmbito de um
programa alargado de capacitação de docentes do DS.
Quanto a realizações, o DS em parceria com algumas instituições públicas, privadas e outras da Sociedade Civil,
encontra-se numa fase avançada de elaboração do plano de
estudos do curso de graduação em Serviço Social que em
breve será oferecido pelo DS.
E, como já tínhamos anunciado em edições anteriores no
segundo semestre do presente ano lectivo o DS irá oferecer
um curso de curta duração sobre “Violência”, em parceria com
a Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) da Fundação
OswaldoFiocruz do Brasil. O arranque deste curso será
antecedido pelo lançamento de uma obra conjunta entre
autores da ENSP e do DS, versando sobre o tema da Violência
na Saúde.
Sem esquecer da nova publicação do departamento que
intitula-se Mosaico Sociológico que reúne docentes do DS e
convidados e que deve ser lançado no mês de maio próximo.
Para sua realização o DS contou com o apoio da Cooperação
Belga em Moçambique. E a parceria com o PNUD, Unidade de
Pobreza, Projecto Género, que traz apoio à actividades de
ensino e pesquisa.
Raciocínio Sociológico
“A COSMOPOLITIZAÇÃO”
Por: Urlich Beck
(Sociólogo, Universidade de Ludwig-Maximilian, Munique. in www.isa-sociology.org/global-dialogue)
(…) processos de cosmopolitização fundamentalmente afetam e transformam todos os tipo de instituições intermediárias ao redor do mundo, como família, lar, classe, condições de trabalho e mercado de trabalho, escolas,
vilas, cidades, ciência, movimentos sociais civis e religiões monoteístas. Eles existem em um mundo policêntrico
onde o caráter crescentemente diaspórico da população está abrigado dentro dos limites da maioria de seu
estado ou em unidades semi-estatais.
Processos cosmopolitizados também incluem fenômenos como a mudança climática, riscos financeiros globais
etc. “Famílias globais” cosmopolitizadas, por exemplo, incorporam tanto o aparente paradoxo da intimidade à
longa distância e as contradições do mundo; e estas contradições se realizam neles. Nem todas as famílias incorporam todas as contradições, mas algumas incorporam parte delas. Há casamentos, pais e casais com dupla nacionalidade e eles podem incorporam as tensões entre dois países ou entre as comunidades majoritárias e minoritárias nesses países, enquanto famílias migrantes podem incorporar as tensões entre o centro e a periferia.
Famílias globais e intimidade a longa distância podem ser usadas para repensar o conhecimento convencional e
preparar uma poderosa nova narrativa do “amor distante” e suas contradições. Ele reflete um estado de ignorância
que foi programado nacionalmente e incorporado na lei. Disso resulta que o amor distante e as famílias globais
tornam-se configurações em que as feridas culturais a fúria e a raiva que as desigualdades globais em sua história
imperial continuam a gerar nas almas dos daqueles que vivem são suportadas e combatidas.
E também há a cosmopolitização maternal. A reprodução assistida abre um admirável novo mundo de opções
(não há palavras para isso!): a “doadora de óvulos” ou a “mãe-de-aluguel”; (para traduzir em uma fórmula) “Minha
mãe era uma doadora espanhola” ou “minha mãe era uma mãe-de-aluguel indiana”. Deste modo, através da
manipulação bio-científica, a desigualdade global está sendo incorporada pelo corpo humano e pela identidade.
(…)
A noção de cosmopolitização deve superar o “viés espacial” na maior parte do discurso da globalização e tornar-se
sensível às histórias presentes nas “feridas culturais” de hoje. Mas também se trata da antecipação do futuro no
presente, da “modernização reflexiva”, porque as “vitórias” do capitalismo global, combinadas com as tecnologias
de comunicação e médicas e seus “efeitos colaterais” corrompem as instituições e dualismos básicos entre a modernidade de estados-nação do Norte e do Sul nacional/internacional, nós/eles, cultura/natureza, centro/periferia.
Nós podemos até mesmo estar testemunhando uma virada radical na cosmopolitização do mundo. Não são os
ex-centros que estão sendo “pré-colonizados” pelas regiões em desenvolvimento “colonizadas ex-post”, especialmente pela China e pela Índia? A China, por exemplo, atualmente interfere em assuntos europeus,
comprometendo-se a combater a crise na Europa, além de proteger seus investimentos. Ao abraçar a Europa, a
China se ajuda. Isto também é cosmopolitização.
(…)
No mapeamento dos diversos tipos de modernidade que compõem o mundo de hoje, precisamos definir, descobrir e combinar quadros pós-nortistas e pós-sulistas. O objectivo não é reafirmar as ilusões de um objectivo de
perspectiva divina de lugar nenhum, mas encontrar respostas concretas para o problema sociológico do quotidiano, situados em algum lugar na França, Austrália, Japão, México, Índia, África do Sul, etc.: como pesquisar as
mesclas e as combinações do mundo cosmopolitizado?
Isto é tudo o que a teoria cosmopolita tem para oferecer? Onde está sua crítica e ambição? Não é a cosmopolitização impura suscetível a contribuir com o ‘status quo’ para servir como suporte na governamentalidade global? Ou
a teoria cosmopolita possui o poder de organizar e dispõe de recursos para impulsionar sua influência crítica?
Pode ele agir de forma autnoma em cosmopolitismos auto-reflexivos críticos (plural!)? Sim, ele pode, mas isto é
outra questão.
DIVULGAÇÃO “Dissertações de Mestrado”
Dissertações recentemente apresentadas e aprovadas no ano lectivo de 2010 no DS para a obtenção do grau de Mestre em
Sociologia Rural e Gestão do Desenvolvimento na UEM.
Belchior Faustino Canivete • Kudzala Kwa Madzi: Convivência e percepção social do risco de cheia da comunidade de
Canhosa, na localidade de Chinssamba, Posto Administrativo de Luabo, Distrito de Chinde.
Pércia Carolina Dimbane Divage • A construção de Imagem de Moçambique no Discurso Político.
Fausto Fidalgo Daniel Ngove • O Contributo do Turismo para o Desenvolvimento das Áreas de Conservação: Oportunidades e Limitações. Caso do Parque Nacional do Limpopo (PNL).
Luísa Armando Zinhane Chicamisse • Estratégias de Gestão no Vale do Zimbeze: O Caso do Posto Administrativo de
Chinde-sede.
Deizi Cristina Mata dos Santos Sitoi • Relacoes de Género e Participação nas Actividades da Associação: Estudos de
Caso da União de Camponeses de Marracuene.
Maria Francisca Sales Lucas • A Percepção das Crianças sobre a Violência.
Filipe Rui Balói • A Cultura de Dependência Infra-familiar: Uma Questão para o Desenvolvimento Rural.
LINKS
- www.isa-sociology.org/global-dialogue : newsletter da Associação Internacional de Sociologia
- www.aps.pt : Associação portuguesa de Sociologia.
- www.isa-sociology.org. Associação Internacional de Sociologia.
- http://w3.aislf.univ-tlse2.fr/. Associação Internacional de Sociólogos de Língua Francesa que anuncia seu congresso
internacional, Penser l’Incertain, no Marrocos de 2 a 6 de julho de 2012 além da revista on line SociologieS
- http://www.iese.ac.mz/: Podemos encontrar neste site artigos, livros, pesquisas, todo tipo de publicações que são produzidas por este instituto, bem como informação sobre as várias actividades do mesmo..
- http://www.4shared.com/ : Este é um site bastante rico em conteúdos que vão desde a música, vídeos, literatura de ficção,
literatura científica, entre outros géneros, sendo que todos os ficheiros podem ser baixados de forma gratuita.
- http://www.Scielo.com- É uma biblioteca electrónica que tem por objectivo o desenvolvimento de uma metodologia
comum para a preparação, armazenamento, disseminação e avaliação da produção científica em formato electrónico.
- www.wdl.org – Biblioteca Mundial da ONU que reúne mapas, textos, fotos, gravações e filmes de todos os tempos.
Departamento de Sociologia
Av. Julius Nyerere, Campus Universitário - Principal
Tel (+258) 21 485402 Ext 1337
www.flcs.uem.mz / [email protected]
Maputo-Moçambique
Editor Neto Sequeira Co-Editor Lucas Tsamba
Montagem Tomás Queface e Gráfica João Roxo
Revisão Nair Teles
4ª edição Marco - Maio 2011
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