Pela Sociologia A s s o c i a ç ã o Po r t u g u e s a d e S o c i o l o g i a Eleição para os Órgãos Sociais | Biénio 2012 2014 Lista | Pela Sociologia Programa Eleitoral Porque nos candidatamos Um novo ciclo ‘Pela Sociologia’ portuguesa Saber acolher uma comunidade viva com algo para dizer A experiência como capital para agir hoje e preparar o futuro A importância da memória para selar um compromisso Encarar a adversidade como um bom pretexto para mudar Pela primeira vez, a eleição para os Corpos Sociais da APS coincide com a data de realização do Congresso Português de Sociologia, o grande encontro da nossa comunidade e, portanto, também o momento ideal para submeter à apreciação dos sócios as propostas de ação para o futuro próximo. Os proponentes da presente lista congratulam-se com esta mudança, na expectativa de que o novo quadro seja propiciador da mais ampla participação no ato eleitoral e também estimule o envolvimento coletivo Pela Sociologia. O balanço que neste momento se pode fazer do VII Congresso Português de Sociologia expressa bem algumas marcas fortes deste nosso coletivo, pela qualidade e quantidade da produção científica, pela capacidade organizativa, pelo reconhecimento angariado, dentro e fora de portas. Receberam-se mais de 1500 propostas de participação, muitas de proveniência internacional, e implantou-se um novo processo de avaliação e coordenação científicas, para o qual foi fundamental o papel das Secções Temáticas, maioritariamente instituídas nos dois últimos anos. Alguns membros desta lista tiveram nos últimos anos responsabilidades na Direção da APS. Adquirimos uma experiência intensa da vida associativa nos seus múltiplos aspectos – nas dinâmicas internas, no relacionamento com associações congéneres, na mediação institucional, na resposta a variadíssimas solicitações de públicos diversos. A reflexão que essa experiência inspira permite-nos traçar, com segurança e realisticamente, as linhas programáticas que nos propomos concretizar, se merecermos a confiança dos/as associados/as. Aos colegas com quem trabalhámos, bem como às Direções que anteriormente governaram a associação, queremos manifestar um forte apreço pelo modo como sempre se empenharam na dignificação da sociologia e no seu reconhecimento, ao nível nacional e internacional, legandonos uma APS mais forte, com maiores responsabilidades e com futuro. Há que honrar um compromisso que vem de 1985: manter a estabilidade associativa e procurar fazer bem e, se possível, inovar. Estamos cientes de que os tempos de crise ameaçam a trajetória de sucesso da sociologia portuguesa, quer para o ensino e investigação, quer no que se refere a outros campos da nossa atividade profissional. A contenção do financiamento público à investigação e ao recrutamento de competências profissionais especializadas no domínio da sociologia (e de outras ciências sociais) não deixa de ser algo paradoxal, se pensarmos que as profundas mudanças sociais que afetam as sociedades contemporâneas deveriam ser pensadas nos seus impactos presentes e futuros, sendo precisamente esse um dos domínios do saber sociológico. O conhecimento gerado pelos profissionais de sociologia constitui ainda uma mais-valia em termos de apoio à decisão política informada. Temos já hoje, e com grande regozijo, bons exemplos dessa prestação. Infelizmente, temos também inúmeros outros em que se torna evidente que o conhecimento da realidade social e das suas dinâmicas foi subalternizado e o papel social do sociólogo negligenciado. Queremos contribuir para inverter este estado de coisas, denunciando os lugares-comuns em relação à sociologia e aos seus profissionais. 1 Pela Sociologia Desfazer ideias feitas e melhorar as competências Expectavelmente, a crise económica mundial impõe dinâmicas de emprego muito recessivas, que alimentam a ideia de que existem saberes e profissões mais dispensáveis do que outras, com evidente periferização das Ciências Sociais. Também neste domínio, para além da indispensável desconstrução destas ideias feitas, preconceituosas e danosas para milhares de jovens diplomados, há também que contribuir para robustecer as competências pessoais de quem procura emprego, e divulgar o perfil de “banda larga” que os profissionais de Sociologia podem assumir. Num contexto de grande incerteza sobre o futuro, carece de especial atenção a condição Atender às bolseiros de investigação. Atentos à sua situação precária, sobretudo no que diz respeito à legítimas expectativas de atualização dos valores dos subsídios e às dificuldades na progressão da carreira, a uma nova geração pretende ser uma entidade disponível para apoiar os bolseiros de investigação na luta de sociólogos dos não APS por melhores e mais condições para o desenvolvimento da investigação científica em Portugal. Valorizar a sociologia como ciência e como profissão Fazer diferente, fazer melhor, preservar o que deve ser preservado, inovar onde for necessário Divulgar a sociologia para que se torne um recurso público com consumo alargado Comunicar alémfronteiras para não cair no isolamento Procuraremos, por conseguinte, valorizar a sociologia como ciência e como profissão. Acompanharemos a situação dos sociólogos/as face ao emprego. Com diagnósticos mais precisos, poderemos encontrar soluções imaginativas nos serviços que prestamos aos sócios, reforçando a relevância desta Associação junto da comunidade de mais de 12 mil sociólogos diplomados em Portugal desde 1978. A dinâmica associativa ganhou outros contornos com a criação/consolidação de Secções Temáticas e Núcleos Regionais. Há um balanço a fazer, procedimentos a melhorar, que consideramos prioritários e implicam, a nosso ver, o reforço da colaboração entre os órgãos da APS. Os Congressos que organizamos de quatro em quatro anos são momentos de forte relevância na agenda científica. Ainda que, entre Congressos, se realizem múltiplas atividades de divulgação e debate, a linha de tempo entre congressos dificulta o acompanhamento continuado do intenso trabalho dos pares. Temos também verificado que os congressos são, para muitos sócios, o momento em que retomam contacto com a sua Associação. Se formos eleitos, levaremos à Assembleia-geral a proposta de realizar os congressos de dois em dois anos, fazendo-os coincidir com a duração dos mandatos dos Órgãos Sociais. A APS dispõe atualmente de estruturas ágeis e adequadas às necessidades de comunicação regular com os sócios, à divulgação de iniciativas e de recursos bibliográficos e outros disponibilizados ao público em geral, em regime de acesso livre. Referimo-nos à newsletter semanal e ao vortal, a partir do qual estão acessíveis, entre outros, as publicações da APS, incluindo a Revista de Sociologia Online. Mais recentemente, passámos a marcar presença no Facebook. Continuaremos a aposta nestes domínios e, muito em particular, cuidaremos de atualizar e ampliar os recursos disponibilizados no vortal. Face à internacionalização da sociologia portuguesa, procuraremos manter o impulso em que se empenharam as anteriores Direções, preservando as parcerias existentes, no âmbito da ISA, da ESA e da ReSu e reforçando outros intercâmbios, designadamente no âmbito dos PALOP, da América Latina, onde se encontra a maior comunidade de sociólogos que fala português, mas também no âmbito da Península Ibérica, cuja afinidades tantas vezes são subestimadas. A presente lista para os Órgãos Sociais da APS para o biénio 2012 – 2014 pretende recorrer à maturidade associativa que a APS adquiriu para com ela poder reafirmar, e se possível aumentar, a relevância e o prestígio da sociologia portuguesa em Portugal e no Mundo. Há que inovar onde for necessário, garantindo a estabilidade dos princípios e das práticas que fizeram da APS uma associação forte, relevante para a sociedade portuguesa e insubmissa diante das pressões e dos julgamentos apressados. Há que procurar (re)estabelecer uma forte relação de proximidade e sentido com os muitos sócios desta Associação, para que possamos afirmar, sem constrangimentos ou vaidades imerecidas que a APS SOMOS TODOS NÓS. Estas são as motivações para nos candidatarmos. 2 Pela Sociologia O plano de concretização O compromisso assumido com todos os associados da APS por parte dos signatários da Lista deve ser expresso com clareza e programaticamente. Assim, defendemos cinco grandes Eixos de atuação (A a E), que respondem a desafios identificados aos quais cumpre dar respostas. EIXO A. Pela valorização da sociologia como ciência e como profissão 1º DESAFIO Ter atenção às questões da empregabilidade dos sociólogos e condições do exercício profissional. RESPOSTA 1. Criar um Observatório do Emprego dos Sociólogos (em parceria com as Universidades, o MEC, o IEFP e o INE) que permita, entre outros objetivos, conhecer a empregabilidade dos sociólogos portugueses nos setores público, privado, cooperativo, lançando uma operação alargada de inquérito sociológico, com recurso a procedimento de bola de neve. RESPOSTA 2. Criar um programa de contatos informais, a designar por Diálogos… com empregadores, traduzidos em encontros que permitam perceber a relevância do saber sociológico na estrutura produtiva nacional, nas atividades do 3º Setor, na Administração Pública Central e Local, mas também para se perceber a falta de visibilidade e/ou de oportunidade de empregos em vários setores e subsetores da vida nacional. RESPOSTA 3. Criar iniciativas que promovam as competências pessoais e técnicas que possam fazer a diferença em situação de procura de 1º ou novo emprego dos sociólogos portugueses. Para o biénio 2012-2014 serão realizados os seguintes: Workshop sobre gestão da carreira (preparação de CV’s; entrevistas, etc.); Workshop sobre elaboração de candidatura a bolsas e projetos de investigação (preenchimento de formulários, dimensionamento financeiro de um projeto, procedimentos de gestão, entre outros aspetos); Workshop sobre técnicas de comunicação em conferências (comunicação tradicional; texto distribuído, poster, preparação de diapositivos, colocação da voz, postura corporal). RESPOSTA 4. Apoiar a realização e participar em iniciativas que promovam, complementarmente à formação universitária, as competências técnicas que possam atualizar e preparar os sociólogos para os novos desafios, agarrando novas oportunidades. Para o biénio 2012-2014 serão realizados os seguintes: Workshop sobre internacionais); acesso a bases de dados (públicas, nacionais e Curso de análise de dados (quantitativos e qualitativos); Curso para o manuseamento de Sistemas de Informação Geográfica (SIG) e análise estatística espacial aplicados à análise sociológica. 3 Pela Sociologia EIXO B. Repensar a dinâmica interna 2º DESAFIO Enfrentar as dificuldades, atualizar procedimentos, melhorar a nossa capacidade de ação RESPOSTA 1. Proceder ao balanço da organização em Secções Temáticas e Núcleos, tendo em vista melhorar a articulação entre estas e os Órgãos Sociais da APS. RESPOSTA 2. Criar um regulamento eleitoral que abranja todos os atos de sufrágio da vida da APS, coordene calendários e acolha as novas modalidades de participação dos sócios na vida associativa. RESPOSTA 3. Promover um maior envolvimento do Conselho Consultivo, entre outros aspetos, na elaboração do referencial de condições de avaliação das propostas submetidas ao Congresso; e procurar que o Conselho de Deontologia tenha um papel institucional mais ativo na dignificação do trabalho sociológico. EIXO C. Uma nova estratégia de comunicação 3º DESAFIO Consolidar e divulgar o que de útil se produz e realiza RESPOSTA 1. Maior harmonização entre a página da APS no Facebook e o vortal, ao nível dos conteúdos e remissão partilhada de ligações (links). RESPOSTA 2. Estabelecer e implementar procedimentos para a construção de uma rede colaborativa com universidades, institutos e centros académicos para a disseminação de informação atempadamente (quer nacionais quer com os países de língua portuguesa); RESPOSTA 3. Transpor as Secções temáticas e os Núcleos Regionais para a página do Facebook. RESPOSTA 4. Consolidar o grafismo e a usabilidade da página através da criação de sinaléticas temáticas que organizem a informação colocada. RESPOSTA 5. Promover a página do Facebook para além de repositório de informação, nomeadamente: 5.1. Via a colocação regular de questionários on line, promovendo-se assim o diálogo com os seus utilizadores. 5.2. Colocando os vídeos das ações/workshops/congressos realizados ou apoiados pela APS EIXO D. Internacionalização 4º DESAFIO Manter o mais elevado nível de representação internacional da Sociologia portuguesa e a sua visibilidade pública RESPOSTA 1. Reforçar o representação associativismo da Sociologia nacional como portuguesa no instrumento de estrangeiro, numa reforço da lógica de benefícios recíprocos. Entendemos que os sócios da APS deverão ser motivados a participar em fora internacionais, beneficiando de condições decorrentes de uma dupla pertença associativa, bem como os colegas sociólogos estrangeiros 4 Pela Sociologia deverão, em igualdade de circunstâncias, beneficiar de condições em Portugal mais benéficas. RESPOSTA 2. Incentivar a presença, cada vez maior, de sociólogos portugueses nos encontros científicos internacionais, através da sua adequada e atempada divulgação, estimulando a criação de uma rede de suporte informal entre a comunidade de sociólogos estrangeiros para facilitar o alojamento, refeições e apoio logístico, e também através da promoção de pequenos cursos de iniciação à escrita científica, apresentação de resultados de pesquisas empíricas, utilização de ferramentas complementares de observação da realidade social (fotografia, vídeo, áudio). RESPOSTA 3. Constituir nos Congressos de Sociologia organizados pela APS um espaço próprio (Sessões Intermáticas) dedicado à internacionalização e às questões transnacionais contemporâneas, alargando o quadro de reflexão e de interpretação da realidade social, e de modo a dotar as respostas e as propostas de maior relevância pública, nacional e internacional, ajudando a reforçar o papel crítico (de desconstrução) da sociologia em relação à ação social. RESPOSTA 4. Melhorar a versão em inglês do vortal para uma mais ampla divulgação da Sociologia portuguesa nos espaços não lusófonos. RESPOSTA 5. Continuar a promover a APS junto de páginas virtuais internacionais (ISA, ESA, associações nacionais congéneres). EIXO E. 40 Anos de pensamento sociológico em liberdade 5º DESAFIO Valorizar o acervo sociológico nacional RESPOSTA 1. Realizar o VIII Congresso Português de Sociologia em 2014, coincidindo com a celebração dos 40 anos da revolução do 25 de Abril e as 4 décadas de pensamento sociológico em liberdade no nosso país. RESPOSTA 2. Criar um arquivo de memórias sobre os primeiros anos de atividade sociológica em Portugal, depois de 1974, recorrendo ao testemunho dos sociólogos e sociólogas pioneiros, para que possamos transpor para as gerações atuais e futuras os testemunhos sobre o processo de afirmação científica e profissional da sociologia portuguesa, bem como da mais-valia que o conhecimento sociológico representou e representa na própria modernização do país. RESPOSTA 3. Disponibilizar no vortal mais recursos bibliográficos sobre Portugal e bases de dados sobre a realidade portuguesa. 5 Pela Sociologia Aos 5 grandes eixos estratégicos enunciados, e com os quais esta equipa se compromete por entender que são estruturantes para uma visão atualista do associativismo dos sociólogos portugueses, há que juntar uma Agenda APS de natureza muito instrumental, porventura mais transversal, mas que não é de somenos interesse para a vida desta associação. Assim: Prosseguiremos as diligências para incluir a Revista Sociologia online em bases de dados internacionais (cuja proposta já rececionámos). Continuaremos a desenvolver os módulos do Vortal da Associação, para que ele seja o instrumento de trabalho privilegiado para a gestão da informação divulgada (newsletter), acervo documental e base da relação virtual dos sócios com a sua Associação (pagamento de quotas, bolsa de emprego, galeria de fotografia, biblioteca virtual, processos eleitorais, entre outras funcionalidades). Manteremos a tradição de realizar anualmente as Noites de Sociologia, encontro tertúlia subordinado a um tema, e que habitualmente se realiza em junho. Manteremos o esforço de captação de novos sócios, sobretudo entre os estudantes, com o objetivo de procurar um rejuvenescimento da estrutura etária dos associados da APS. Acentuaremos as relações institucionais e com órgãos de comunicação social, e procuraremos que a presença de sociólogos junto da imprensa, das rádios e dos canais televisivos se faça de modo a favorecer a imagem pública do/a sociólogo/a. Procuraremos, ainda, melhorar a informação disponível para as instituições sociais que desenvolvem trabalho em domínios relativamente aos quais a sociologia pode ter um importante contributo, nomeadamente Câmaras Municipais, Instituições Particulares de Solidariedade Social, associações, empresas ou escolas, entre outras. Será igualmente uma importante aposta a melhoria da capacidade de reação face a solicitações que nos chegam de diversas instâncias da sociedade civil e da comunicação social, procurando sensibilizar as Secções e os sócios para a colaboração neste domínio. Incentivaremos a partilha de recursos necessários à investigação e ao trabalho profissional sociológico, dentro e fora da universidade, dos politécnicos e dos centros de investigação, apostando na mobilização de parcerias entre instituições e empresas, na criação de uma plataforma de recursos informacionais e tecnológicos comuns, bem assim como apoiar a formação adequada dos sociólogos para a utilização otimizada desses mesmos recursos. Por último, procederemos às alterações que se forem entendidas como convenientes para melhorar o atendimento aos sócios, nomeadamente com reforço de meios, mas acima de tudo com um novo plano de gestão dos recursos, cujo crescimento nos últimos anos foi relevante mas não tem sido devidamente otimizado. 6 Pela Sociologia Associação Portuguesa de Sociologia Eleição para os Órgãos Sociais - Biénio 2012-2014 Lista | Pela Sociologia Direção Presidente Ana Romão Vice-Presidente Paulo Machado Vice-Presidente João Teixeira Lopes Vogal Helena Serra Vogal Paula Abreu Vogal Dalila Cerejo Vogal Madalena Ramos Vogal João Filipe Marques Suplente José Saragoça Suplente Rita Penedo Mesa da Assembleia-geral Presidente Saudade Baltazar Vice-Presidente Nuno Augusto Secretário Tiago Correia Conselho Fiscal Presidente Eduardo Vítor Rodrigues Vogal Tiago Caeiro Vogal Sofia Bento Conselho de Deontologia Presidente António Firmino da Costa Vogal Margarida Torres Vogal Ana Delicado Vogal Lígia Ferro Vogal Fernando Bessa Vogal (suplente) Alice Matos 7 Pela Sociologia Conselho Consultivo João Ferreira de Almeida José Madureira Pinto Ana Nunes de Almeida Carlos Fortuna Anália Torres Luís Vicente Baptista Manuel Carlos Silva José Portela José Machado Pais Augusto Santos Silva Carlos Gonçalves Carlos Silva Gilberta Rocha José Carlos Venâncio Maria das Dores Guerreiro Maria de Lourdes Lima dos Santos Pedro Hespanha Vítor Matias Ferreira Maria Eduarda Cruzeiro António Teixeira Fernandes 8 Pela Sociologia FICHA BIOGRÁFICA DOS CANDIDATOS À DIREÇÃO DA APS Ana Romão, 1ª signatária da Lista. Sócia nº 406 da APS. Candidata a Presidente da Direção da APS para o biénio 2012 – 2014. Doutorada em Sociologia. Professora Associada na Academia Militar, onde leciona no Departamento de Ciências Sociais. Foi docente da Universidade do Algarve. É membro da Direção da APS desde 2004, sendo presentemente Vice-presidente, responsabilidades editoriais na Revista de Sociologia on line e no pelouro das relações internacionais. com É membro da Associação Europeia de Sociologia e cocoordenadora da Rede de Investigação sobre as Sociedades da Europa do Sul (RN 27) desta Associação. Os seus interesses de investigação estão, presentemente, direcionados para o estudo dos media, da opinião pública e das forças armadas. Paulo Machado, 2º signatário da Lista. Sócio nº 274 da APS. Candidato a Vice-Presidente da Direção da APS para o biénio 2012 – 2014. Doutorado em Sociologia. Professor Auxiliar na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da UNL, onde leciona no Departamento de Sociologia. É investigador integrado do CESNOVA. Entre 1985 e 2012 foi investigador no Núcleo de Ecologia Social do LNEC, do qual se encontra presentemente afastado ao abrigo de um Acordo de Mobilidade com a FCSH/UNL. É membro da Direção da APS desde 2007, sendo presentemente Vice-presidente, com responsabilidades executivas e administrativas, na Revista Sociologia on line e na organização do VII Congresso Português de Sociologia. É membro da Associação Europeia de Sociologia. Os seus interesses de investigação estão, presentemente, direcionados para a análise demográfica, estudos urbanos e sociologia do crime e da insegurança pública. João Teixeira Lopes, 3º signatário da Lista. Sócio nº 619 da APS. Candidato a Vice-Presidente da Direção da APS para o biénio 2012 – 2014. Professor Catedrático do curso de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto; Presidente do Departamento de Sociologia da FLUP; Diretor da Revista Sociologia e Diretor dos Cursos de 3º ciclo (Doutoramento). Coordenador Científico do Instituto de Sociologia da FLUP entre 2002 e Fevereiro de 2010. Desenvolveu atividades de coordenação científica e de assessoria em diversos projetos na área da cultura. Desempenhou igualmente funções políticas. É membro da Direção da APS desde 2008 como vogal. Os seus interesses de investigação estão, presentemente, direcionados para os domínios da sociologia da educação e da cultura. Helena Serra, 4ª signatária da Lista. Sócia nº 2421 da APS. Candidata a 1ª Vogal da Direção da APS para o biénio 2012-2014. Doutorada em Sociologia Económica e das Organizações (ISEG/UTL). Professora Auxiliar do Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade Técnica de Lisboa, onde leciona desde 1993 no Departamento de Ciências Sociais, área de Sociologia. É investigadora integrada do SOCIUS, onde coordena a linha de investigação Ciência, Tecnologia, Saúde e Profissões. É membro da Direção da APS desde 2010 com responsabilidades várias em diversos pelouros. 9 Pela Sociologia É membro da ESA e da ISA, sendo, desde 2011, membro da direção do Research Committee on Sociology of Professional Groups RC52, da ISA. Os seus interesses de investigação estão, presentemente, direcionados para a sociologia das organizações e inovações, sociologia da saúde, sociologia da ciência e tecnologia. Paula Abreu, 5ª signatária da Lista. Sócia nº 414 da APS. Candidata a 2ª Vogal da Direção da APS para biénio 2012-2014. Doutorada em Sociologia pela UC. Professora Auxiliar da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, onde leciona desde 1990 e onde atualmente coordena o primeiro ciclo de sociologia É investigadora do CES – Centro de Estudos Sociais (UC), onde integra o Núcleo de Estudos sobre Cidades, Culturas e Arquitetura. É membro da Direção da APS desde 2010, com responsabilidades no pelouro das Secções Temáticas. Os seus interesses de investigação estão, presentemente, direcionados para a sociologia da cultura, nomeadamente, as políticas culturais, os consumos e os modos de relação com os bens culturais, a produção artística e cultural. Dalila Cerejo, 6ª signatária da Lista. Sócia nº 1987 da APS. Candidata a 3ª Vogal da Direção da APS para biénio 2012-2014. Vogal suplente da Direcção da APS desde 2010. Atualmente é Bolseira de Doutoramento da Fundação para a Ciência e Tecnologia desde 2009 e assistente de investigação no CesNova - Centro de Estudos em Sociologia da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa desde 2007, e também assistente de investigação no Observatório Nacional de Violência e Género da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, desde 2008. É ainda conferencista convidada da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, para 1º e 2º ciclo, desde 2006. Madalena Ramos, 7ª signatária da Lista. Sócia nº 866 da APS. Candidata a 4ª Vogal da Direção da APS para biénio 2012-2014. Doutorada em Educação (FCUL). Professora auxiliar no Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), Departamento de Métodos de Pesquisa Social da Escola de Sociologia e Políticas Públicas, onde leciona desde 1990 disciplinas de Estatística e Análise de Dados. É investigadora no CIES-IUL. Os seus interesses de investigação estão, presentemente, direcionados para a sociologia das migrações, família e análise de dados multivariados. João Filipe Marques, 8º signatário da Lista. Sócio nº 1939 da APS. Candidato a 5ª Vogal da Direção da APS para biénio 2012-2014. Doutorado em Sociologia pela École des Hautes Études en Sciences Sociales de Paris e Professor Auxiliar na Faculdade de Economia da Universidade do Algarve atualmente é Diretor da Licenciatura e Coordenador do Mestrado em Sociologia daquela Universidade. É vogal do Conselho Fiscal da APS desde 2007. Tem publicado e ensinado nas áreas da Sociologia do Racismo e da Etnicidade. Para além destas áreas, entre os seus interesses científicos inclui-se também a Sociologia do Lazer e do Turismo. José Saragoça, 9º signatário da Lista. Sócio nº 2140 da APS. Candidato a 1º Suplente da Direção da APS para o biénio 2012 – 2014. Doutorado em Sociologia. Professor Auxiliar na Escola de Ciências Sociais (E.C.S.) da Universidade de Évora (U.É.), onde leciona no Departamento de Sociologia. É adjunto do Diretor do Departamento de Sociologia e membro do Conselho Pedagógico da E.C.S. da U.É.. É investigador integrado do CESNOVA. Entre 1991 e 2003 Formador e Coordenador Pedagógico na Escola Profissional da Região Alentejo, propriedade da Fundação Alentejo, de que é, atualmente, membro não remunerado do Conselho de Administração. 10 Pela Sociologia É membro da APS e da Associação Portuguesa de Profissionais em Sociologia Industrial, das Organizações e do Trabalho - APSIOT. Os seus interesses de investigação estão, presentemente, direcionados para os future studies/prospetiva estratégica e a análise de redes sociais/social network analysis, sobretudo nos domínios da educação, governo eletrónico e cooperação transfronteiriça. Rita Penedo, 10ª signatária da Lista. Sócia nº 2506 da APS. Candidata a 2º Suplente da Direção da APS para o biénio 2012 – 2014. Licenciada em Sociologia pelo Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, com pós graduação em Crime, Violência e Segurança Interna e em Ecologia Humana e Problemas Sociais Contemporâneos da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/Universidade Nova de Lisboa. Trabalhou no Centro de Investigação e Estudos em Sociologia do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa e no Instituto de Ciências Sociais. Desde 2006, desempenha funções no Ministério da Administração Interna, ocupando atualmente a posição de Consultora da Direção-Geral de Administração Interna. A atividade conjuga-se principalmente ao nível da Rede Europeia de Prevenção da Criminalidade (Ponto de Contacto), e nas plataformas de comunicação da Direção-Geral de Administração Interna. Exerce-se ainda funções junto do Observatório do Tráfico de Seres Humanos/Ministério da Administração Interna. 11