UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI MANUELA SOUZA ALVES ANÁLISE DE CUSTO EM OBRAS DE ALVENARIA ESTRUTURAL DE BLOCOS VAZADOS DE CONCRETO NA CIDADE DE SÃO PAULO SÃO PAULO 2008 ii MANUELA SOUZA ALVES ANÁLISE DE CUSTO EM OBRAS DE ALVENARIA ESTRUTURAL DE BLOCOS VAZADOS DE CONCRETO NA CIDADE DE SÃO PAULO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para a obtenção do título de Graduação do Curso de Engenharia Civil da Universidade Anhembi Morumbi Profº MSc. Nicholas Carbone SÃO PAULO 2008 iii MANUELA SOUZA ALVES ANÁLISE DE CUSTO EM OBRAS DE ALVENARIA ESTRUTURAL DE BLOCOS VAZADOS DE CONCRETO NA CIDADE DE SÃO PAULO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para a obtenção do título de Graduação do Curso de Engenharia Civil da Universidade Anhembi Morumbi Trabalho____________ em: ____ de_______________de 2008. ______________________________________________ Profº MSc. Nicholas Carbone ______________________________________________ Nome do professor(a) da banca Comentários:________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ iv AGRADECIMENTOS Agradeço aos professores Prof° MSc. Nicolas Carbone e Prof° Dr° Wilson Shoji Iyomasa pela atenção dispensada durante a elaboração deste trabalho. v RESUMO O modelo de negócios consolidado na construção civil brasileira baseia-se num mercado competitivo e tecnológico, onde a industrialização e racionalização determinam o custo final dos empreendimentos. Esses diferenciais são obtidos pela modulação de projetos e redução do prazo de execução, gerando conseqüentemente economia no processo executivo e em despesas indiretas e rápido retorno de capital. Cada vez mais a opção em alvenaria estrutural torna-se viável entre os construtores da área de edificações, devido à diversidade dos materiais específicos à técnica e a um número cada vez maior de profissionais capacitados a projetar e executar obras neste sistema construtivo. Aliados a essas características, a qualidade, o prazo e o custo definem a escolha do mercado. A concepção de padronização do sistema deve ser aplicada inclusive na composição dos custos, que define a viabilidade financeira. Por sua vez a composição dos custos de empreendimentos com esse sistema nos permite realizar uma análise detalhada dos orçamentos e obter índices mais precisos para composições futuras, além de apontar eventuais variações. Este trabalho aborda o sistema construtivo em alvenaria estrutural, desde projetos, materiais e técnicas no processo de execução, essenciais para a análise de custos, apresentação de composições detalhadas e indicadores de variações parametrizados por metragem quadrada. Palavras Chave: Alvenaria. Alvenaria Estrutural. Custos. vi ABSTRACT The Brazilian civil construction consolidates a business model based on a competitive and technological market, where industrialization and rationalization determine the final cost of the “business”. These differentials are gotten by the modulation of projects and reduction of the execution period, those actions reduce the indirect cost, the executive proceeding and increase the return on equity. The option in structural masonry becomes viable among the constructors of the area of construction, due to diversity of the specific material to the technique and to a growing number of professional able to project and to execute workmanships in this constructive system. Allies to these characteristics, the quality, the state period and the cost define the choice of the market. The conception of standardization of the system must be applied in the composition of the costs that defines the business plan of the project. In turn the composition of the costs of enterprises with this system allows them to carry through a detailed analysis of the budgets and to get more necessary indices for future analyses, pointing eventual variations. This work show us the structural masonry, from projects, material and techniques in the execution proceeding, essentials for the analysis of costs, presentation of composition details and indicating parameter variation in square meter. Key Worlds: Masonry. Structural Masonry. Costs. vii LISTA DE FIGURAS Figura 5.1 - Tipos de blocos vazados de concreto (TQS, 2008) ............................... 10 Figura 5.2 - Blocos vazados de concreto, Família 29 (ABCP, 2008)......................... 11 Figura 5.3 - Blocos vazados de concreto, Família 39 (ABCP, 2008)......................... 12 Figura 5.4 - Encontros em L e em T, Família 29 (ABCP, 2008) ................................ 12 Figura 5.5 - Encontros em L e em T, Família 39 (ABCP, 2008) ................................ 13 Figura 5.6 - Encontro em L, todas as Famílias (ABCP, 2008) ................................... 13 Figura 5.7 - Encontro em T, todas as Famílias (ABCP, 2008)................................... 13 Figura 5.8 - Bus, BJs e BCPs, todas as Famílias (ABCP, 2008) ............................... 14 Figura 5.9 - Aplicação de argamassa (1) (ABCP, 2008) ........................................... 15 Figura 5.10 - Aplicação de argamassa (2) (ABCP, 2008) ......................................... 15 Figura 5.11 - Detalhamento de armadura em projeto (TQS, 2008) ........................... 19 Figura 5.12 - Aplicação de graute (ABCP, 2008) ...................................................... 19 Figura 5.13 - Detalhamento de bloco grauteado (BRICKA, 2008)............................. 20 Figura 5.14 - Modulação em planta baixa (1) (BRICKA, 2008) ................................. 22 Figura 5.15 - Modulação em planta baixa (2) (BRICKA, 2008) ................................. 23 Figura 5.16 - Modulação em elevação (1) (BRICKA, 2008) ...................................... 23 Figura 5.17 - Modulação em elevação (2) (BRICKA, 2008) ...................................... 24 Figura 5.18 - Detalhamento de shafts (BRICKA, 2008) ............................................. 25 Figura 5.19 - Detalhamento de tubulações (BRICKA, 2008) ..................................... 25 Figura 5.20 - Conferência do eixo de referência ....................................................... 31 Figura 5.21 - Assentamento dos primeiros blocos .................................................... 32 Figura 5.22 - Tela eletrosoldada para amarração de paredes .................................. 33 Figura 7.1 - Gráfico: Índice de custo de construção (m²) .......................................... 74 Figura 7.2 - Gráfico: Índice de custo de alvenaria estrutural (m²).............................. 75 Figura 7.3 - Gráfico: Índice de custo de bloco de concreto (m²) (obra A) .................. 76 Figura 7.4 - Gráfico: Índice de custo de bloco de concreto (m²) (obra B) .................. 76 Figura 7.5 - Gráfico: Índice de custo de bloco de concreto (m²) (obra C) .................. 77 Figura 7.6 - Gráfico: Índice de custo de bloco de concreto (Obra D) ........................ 77 Figura 7.7 - Gráfico: Índice de custo de bloco de concreto (Obra E)......................... 78 viii LISTA DE TABELAS Tabela 5.1 - Composição A: Argamassa Industrializada - Composição de Custo de Alvenaria Estrutural para paredes de 15cm - unidade m² .................................. 36 Tabela 5.2 - Composição B: Argamassa moldada "in loco", traço 1:0,25:3 Composição de Custo de Alvenaria Estrutural para paredes de 15cm - unidade m² ....................................................................................................................... 37 Tabela 6.1 - Custo unitário m² por tipo de bloco - Obra A ......................................... 67 Tabela 6.2 - Custo unitário m² por tipo de bloco - Obra B ......................................... 68 Tabela 6.3 - Custo unitário m² por tipo de bloco - Obra C ......................................... 69 Tabela 6.4 - Custo unitário m² por tipo de bloco - Obra D ......................................... 70 Tabela 6.5 - Custo unitário m² por tipo de bloco - Obra E ......................................... 71 Tabela 6.6 - Variação índice de custo de bloco de concreto ..................................... 73 ix LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ABCI Associação Brasileira da Construção Industrializada ASTM American Society for Testing and Materials BS British Standards Institution CUB Custo Unitário Básico NBR Norma Brasileira TCPO Tabelas de Composições de Preços para Orçamentos INCC Índice Nacional da Construção Civil fbk Resistência Característica do Bloco de Concreto x LISTA DE SÍMBOLOS Io Data Base de obtenção de preços para composição de custo xi SUMÁRIO p. 1 INTRODUÇÃO ...................................................................................................... 1 2 OBJETIVOS .......................................................................................................... 3 2.1 Objetivo Geral .................................................................................................. 3 2.2 Objetivo Específico ......................................................................................... 3 3 MÉTODO DE TRABALHO ................................................................................... 4 4 JUSTIFICATIVA ................................................................................................... 5 5 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA................................................................................. 6 5.1 Definição de Alvenaria Estrutural .................................................................. 7 5.2 Parâmetros de Escolha do Sistema Construtivo em Alvenaria Estrutural . 9 5.3 Componentes do Sistema Construtivo em Alvenaria Estrutural .............. 10 5.3.1 Bloco vazado de concreto ou unidade ................................................. 10 5.3.2 Argamassa de assentamento ................................................................ 14 5.3.3 Armadura ................................................................................................ 18 5.3.4 Graute ...................................................................................................... 19 5.4 Projeto de Alvenaria Estrutural .................................................................... 22 5.5 Modulação ...................................................................................................... 26 5.5.1 Modulação horizontal ............................................................................. 27 5.5.2 Modulação vertical ................................................................................. 28 5.6 Execução do Projeto de Alvenaria Estrutural ............................................. 28 xii 5.7 Processo Construtivo de Alvenaria Estrutural ........................................... 30 5.7.1 Verificação preliminar para início dos serviços .................................. 30 5.7.2 Execução da marcação .......................................................................... 31 5.7.3 Execução da 1ª elevação ....................................................................... 32 5.8 Composição de Custo do Sistema Construtivo em Alvenaria Estrutural . 35 5.9 Interferências na Composição e Correções de Custos.............................. 38 5.10 Viabilidade Financeira dos Empreendimentos ........................................... 39 5.11 Controle de Custos........................................................................................ 41 6 ESTUDO DE CASO ............................................................................................ 42 6.1 Descrição dos Empreendimentos ................................................................ 42 6.1.1 Obra A ..................................................................................................... 42 6.1.2 Obra B ..................................................................................................... 42 6.1.3 Obra C ..................................................................................................... 43 6.1.4 Obra D ..................................................................................................... 43 6.1.5 Obra E ...................................................................................................... 44 6.2 Apresentação dos Orçamentos das Obras ................................................. 44 6.2.1 Obra A ..................................................................................................... 45 6.2.2 Obra B ..................................................................................................... 49 6.2.3 Obra C ..................................................................................................... 53 6.2.4 Obra D ..................................................................................................... 58 6.2.5 Obra E ...................................................................................................... 62 xiii 6.3 Elaboração de Índice de Custo para Alvenaria Estrutural ......................... 67 6.3.1 Obra A ..................................................................................................... 67 6.3.2 Obra B ..................................................................................................... 68 6.3.3 Obra C ..................................................................................................... 69 6.3.4 Obra D ..................................................................................................... 70 6.3.5 Obra E ...................................................................................................... 71 6.3.6 Índices Finais e Variações ..................................................................... 72 7 ANÁLISE DOS RESULTADOS .......................................................................... 74 8 CONCLUSÕES ................................................................................................... 79 9 RECOMENDAÇÕES........................................................................................... 81 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .......................................................................... 82 ANEXO A ..................................................................................................................... 1 ANEXO B ..................................................................................................................... 2 ANEXO C ..................................................................................................................... 3 ANEXO D ..................................................................................................................... 4 ANEXO E ..................................................................................................................... 5 ANEXO F ..................................................................................................................... 6 ANEXO G ..................................................................................................................... 7 ANEXO H ..................................................................................................................... 8 ANEXO I....................................................................................................................... 9 ANEXO J.................................................................................................................... 10 1 1 INTRODUÇÃO A alvenaria estrutural existe desde o surgimento das primeiras civilizações, quando se buscava uma maneira de organizar as pedras e levantar paredes. Hoje esse sistema construtivo agrega cálculos específicos, blocos têm dimensões exatas e a modularidade e qualidade são asseguradas. No Brasil, a alvenaria estrutural ganha impulso, com investimentos em materiais e normas atualizadas. Até a década de 80, alvenaria estrutural era sinônimo de construção popular, devido ao grande número de conjuntos habitacionais com utilização do sistema. A migração do sistema para edificações de médio padrão, durante a década de 90, fez com que se investisse em tecnologia e, aos poucos, consolida-se como uma opção viável de construção. Nos últimos anos, com o aumento da competitividade no mercado da construção civil, as empresas têm buscado inovações tecnológicas, as quais podem ser observadas desde a escolha dos materiais e técnicas construtivas, até a concepção geral do edifício, analisando a viabilidade técnica e econômica especificadamente para cada obra. Levando em consideração essa competitividade, observam-se as edificações como sendo produtos complexos que apresentam variedades de opções de construções tais como: estrutura de concreto armado, alvenaria estrutural armada e pré-moldada. Portanto, é importante apresentar dentro deste universo de soluções, aquele que, em princípio, atende o programa nos aspectos funcionais, técnicos e econômicos, além de se ter a certeza de que se fez a melhor escolha (KAGEYAMA, 2002, p. 85). A construção em alvenaria estrutural tornou-se uma opção de construção largamente empregada no mundo, devido algumas vantagens como: flexibilidade, velocidade, construção, racionalização e economia da construção. 2 A racionalização torna a obra mais eficiente criando métodos de trabalho, exigindo a interação de todos os projetos envolvidos para a execução da edificação como o de estrutura, arquitetura e instalações. A economia é obtida através da adequação do sistema para cada tipo de obra, levando-se em consideração a altura da edificação, arquitetura proposta e uso da futura construção. Para isso, é necessário um estudo técnico do projeto, bem como a análise de custo. A estabilização da economia gera concorrência no mercado e o setor da construção civil absorve grande parte dessa movimentação financeira. A demanda no mercado da construção, além de acelerar a execução das obras, interfere na produção como um conjunto, inclusive nos orçamentos que viabilizam a obra financeiramente. Ou seja, a análise de custo é fator determinante para a execução das obras. Uma vez estipulado o sistema construtivo, é possível criar índices que definirão a viabilidade financeira da técnica construtiva empregada, otimizando o processo e aplicando os conceitos de velocidade de execução desde a fase de planejamento do empreendimento. Nesta fase de planejamento, todos os custos devem ser previstos, para o estudo de viabilidade financeira. Este custo deve ser baseado em projetos e quantidades, a fim de obter-se algo o mais próximo possível da realidade do empreendimento. Obviamente, que estimativas devem ser feitas quando necessário. É nesta fase também que os prazos para pré-orçamentos são curtos, sendo que depois, sempre deve ser feito um orçamento final para compatibilização. Veremos neste trabalho os índices e variações dos custos para o item de alvenaria estrutural de blocos vazados de concreto, na cidade de São Paulo, considerando-se 5 obras com o mesmo sistema construtivo. 3 2 OBJETIVOS Este trabalho tem como objetivo levantar, avaliar e discutir os custos do sistema construtivo em alvenaria estrutural em 5 obras na cidade de São Paulo, de forma a contribuir para a obtenção dos índices propostos. 2.1 Objetivo Geral Neste trabalho será realizada uma análise de custo em obras executadas em alvenaria estrutural, com base em levantamentos e orçamentos, apontando as variações ocorridas. Para essa análise, será realizado um estudo prévio que servirá de base para entendimento do sistema construtivo. 2.2 Objetivo Específico O objetivo específico deste trabalho é criar uma análise estatística com base em orçamentos de obras executadas em alvenaria estrutural, levantando, avaliando, discutindo e comparando todos os itens dessa categoria construtiva, tendo assim um índice quantitativo para orçamentos em obras de alvenaria estrutural. Para isso, serão avaliados orçamentos e projetos de alvenaria estrutural de uma amostra de 5 obras executadas na cidade de São Paulo. 4 3 MÉTODO DE TRABALHO Serão apresentados o processo construtivo de alvenaria estrutural e a análise econômica do que compreende este custo na construção residencial. Para isso, serão consultadas referências bibliográficas sobre alvenaria estrutural, economia, estatística, referências normativas e organizacionais e composições de custo do TCPO. Para realizar a análise estatística serão utilizadas como base de dados obras residenciais situadas na cidade de São Paulo, fazendo parte dessa amostra 5 obras, categorizadas com o mesmo padrão construtivo. A composição do custo será feita através de um levantamento de insumos com base nos projetos e orçamentos, criando uma curva ABC e selecionando os itens que mais interferem na composição e que estão sujeitos às variações do mercado. 5 4 JUSTIFICATIVA Nos últimos anos a indústria da construção civil tem avançado rapidamente, lançando inúmeros empreendimentos. A oferta está cada vez maior e o diferencial para sucesso está em melhorar a eficácia e eficiência dos processos construtivos envolvidos na construção, como a qualidade, racionalização, prazo e custo. Diante disso, torna-se necessário aprimorar a forma de produção, pois em um ambiente produtivo cada mais competitivo, a redução no custo de produção é um dos fatores essenciais para a empresa ser competitiva e conseguir sobreviver no mercado. Nesta conjuntura os prazos para parametrizar os custos de orçamento são curtos, o que muitas vezes leva a um orçamento sem precisão e que futuramente trará problemas financeiros da obra. Com um índice é possível fazer a comparação de um histórico de índices anteriores, identificando eventuais erros, elevação ou redução de consumo de materiais. Ajustando-os, obtém-se um custo, podendo utilizá-los como base para planejamento e orçamento de novos empreendimentos. Este trabalho é uma contribuição para facilitar a obtenção dos índices e justifica-se na medida em que seus resultados levam a um custo mais preciso para obras de alvenaria estrutural, agilizando orçamentos e servindo de base para planejamento de futuros empreendimentos. 6 5 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Devido à preocupação das empresas com os custos, a alvenaria estrutural com blocos vazados de concreto foi o processo que mais experimentou e implantou mudanças estruturais significativas. Essas mudanças estão presentes na elaboração, apresentação, uso dos projetos, aplicação dos componentes e procedimentos de execução. Sustentado pela qualidade e implementando a capacitação profissional, racionalização e industrialização nos canteiros, este sistema é uma das alternativas de construção mais econômica e viável para o país. Essa racionalização proporciona mais eficácia e economia ao sistema, que apresenta vantagens significativas: - redução de armaduras; - redução de fôrmas; - redução significativa nos revestimentos; - eliminação das etapas de moldagem dos pilares e vigas; - facilidade na montagem da alvenaria; - redução de desperdícios e retrabalho; - flexibilidade no ritmo de execução da obra. A economia que a alvenaria estrutural propicia começa na fundação, em que não é exigida muita profundidade, uma vez que a distribuição de carga não é concentrada em determinados pontos, como ocorre nos sistemas convencionais. Além disso, por não ter pilares e vigas, a construção resulta em paredes inteiramente lisas, que garantem espaços maiores e mais agradáveis, porém que requerem um controle mais meticuloso por terem funções estruturais. Embora as vantagens sejam significativas, é importante ressaltar que o sistema apresenta dificuldades para futuras readequações na arquitetura, grande 7 interferência entre projetos de arquitetura, estrutura e instalações e necessidade de mão de obra altamente qualificada para execução. 5.1 Definição de Alvenaria Estrutural A alvenaria estrutural com blocos de concreto é um processo construtivo em que as próprias paredes possuem função estrutural, dispensando o uso de vigas e pilares, tal como ocorre nas estruturas reticuladas. A parede estrutural compõe-se de blocos de concreto com resistência a partir de 4,5 MPa, argamassa de assentamento, armaduras e microconcreto para grauteamento. O principal conceito estrutural ligado à utilização de alvenaria estrutural é a transmissão de ações através de tensões de compressão (RAMALHO & CORRÊA, 2003). De acordo com a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), existem três tipos de alvenaria estrutural: - alvenaria estrutural não armada de blocos vazados de concreto; - alvenaria estrutural armada de blocos vazados de concreto; - estrutura de alvenaria parcialmente armada de blocos de vazados de concreto. Para regulamentação da prática do sistema, destacam-se as principais normas técnicas sobre alvenaria estrutural: - NBR 8215/1983– Primas de blocos vazados de concreto simples para alvenaria estrutural – Preparo e ensaio à compressão; - NBR 8798/1985 – Execução e controle de obras em alvenaria estrutural de blocos vazados de concreto; - NBR 8949/1985 – Paredes de alvenaria estrutural – Ensaio à compressão simples; - NBR 10837/1989 – Cálculo de alvenaria estrutural de blocos vazados de concreto; - NBR 14321/1999 – Paredes de alvenaria estrutural – Determinação da resistência ao cisalhamento; 8 - NBR 14322/1999 – Paredes de alvenaria estrutural – Verificação da resistência à flexão simples ou à compressão; - NBR 14974-1/2003 – Bloco sílico-calcário para alvenaria – Parte 1: Requisitos, dimensões e métodos de ensaio; - NBR 14974-2/2003: Bloco sílico-calcário para alvenaria – Parte 2: Procedimento para execução de alvenaria; - NBR 6136/2006 – Blocos vazados de concreto simples para alvenaria - Requisitos; - NBR 12118/2006 – Blocos vazados de concreto simples para alvenaria - Métodos de ensaio; - BS 6073/1981 – Part 1 – Precast concrete masonry units – Specification for precast for concrete masonry units; - ASTM C 55/1997 – Standard specification for concrete brick. O desempenho do sistema está diretamente relacionado com a qualidade do componente bloco vazado de concreto. Há no mercado uma grande variedade de produtos que não atendem aos critérios estabelecidos pelas normas brasileiras, por isso é imprescindível a busca contínua pelo bloco de qualidade. Segundo a NBR 6136/2006, os blocos vazados de concreto devem atender, quanto ao seu uso, às seguintes classes: - Classe A: com função estrutural, para o uso em elementos de alvenaria acima ou abaixo do nível do solo; - Classe B: com função estrutural, para o uso em elementos de alvenaria acima do nível do solo; - Classe C: sem função estrutural, para o uso em elementos de alvenaria acima do nível do solo. 9 5.2 Parâmetros de Escolha do Sistema Construtivo em Alvenaria Estrutural A execução de obras em alvenaria estrutural requer um estudo prévio da futura edificação que se pretende construir, com adequações e ressalvas que irão garantir a segurança da estrutura. Ramalho & Corrêa (2003) definem três características que devem ser consideradas antes de optar pelo sistema construtivo: - Altura da Edificação O sistema é adequado para edifícios de no máximo 16 pavimentos. Para estruturas acima desse número de pavimentos, não há disponibilidade de blocos com resistência à compressão exigida, sendo necessário utilizar grauteamento generalizado, aumentando os custos e inviabilizando a escolha do sistema. - Arquitetura Proposta O limite proposto para a altura da edificação refere-se a edifícios usuais. Para uma arquitetura que não siga esse padrão, é necessário considerar a densidade de paredes estruturais por m² de pavimento. Um valor indicativo razoável seria de 0,5 a 0,7 m de paredes estruturais por m² de pavimento. - Uso da Futura Construção Para edifícios comerciais e residenciais de alto padrão há um aumento significante de vãos, densidade de paredes e flexibilidade de arquitetura que o projeto deve conceber e nesse caso, a opção de alvenaria estrutural seria inviável. Portanto, a alvenaria estrutural é adequada para edifícios residenciais de baixo e médio padrão onde os critérios acima são atingidos. 10 5.3 Componentes do Sistema Construtivo em Alvenaria Estrutural Os conceitos básicos que constituem a alvenaria estrutural são: componente e elemento. O componente de alvenaria estrutural compõe os elementos, que por sua vez, irão compor a estrutura. Os componentes principais são: bloco (ou unidade), argamassa, graute e armadura. Os elementos são uma parte composta da estrutura, sendo formados por pelo menos dois componentes como, por exemplo, as paredes, pilares, cintas, vergas, etc. 5.3.1 Bloco vazado de concreto ou unidade As unidades são as principais responsáveis pela definição das características resistentes da estrutura. A Figura 5.1 apresenta os tipos de blocos vazados de concreto. Figura 5.1 - Tipos de blocos vazados de concreto (TQS, 2008) Modular a alvenaria é projetar utilizando-se de uma unidade modular, que é definida pelas medidas dos blocos, comprimento e espessura. Essas medidas podem ou não 11 ser múltiplas umas das outras. Quando as medidas não são múltiplas, é necessária a utilização de elementos compensadores. Os blocos vazados de concreto devem atender quanto à resistência característica à compressão e às classes de resistência mínima, conforme NBR 6136/2006, sendo a resistência mínima 4,5 MPa. Quanto às dimensões, a NBR 6136/2006 admite as especificações com tolerâncias dimensionais de ± 3 mm para a altura e comprimento e ± 2 mm para a largura. O desrespeito às tolerâncias gera desalinhamentos e desaprumos das paredes, custos adicionais com consumo de argamassa de revestimento e alteração da excentricidade de cargas. Para iniciar a modulação em planta baixa, é necessário definir alguns parâmetros. O mais importante deles é definir a família dos blocos a ser utilizada no empreendimento em questão e a largura dos blocos, definindo a unidade modular do lançamento em planta baixa. Mais usualmente são utilizadas duas famílias de blocos: a família 29 e a família 39. A família 29 (Figura 5.2) é composta de três elementos básicos: o bloco B29 (14x19x29 cm), o bloco B14 (14x19x19 cm) e o bloco B44 (44x19x14 cm). Utilizar a família 29 é projetar usando a unidade modular 15 e múltiplos de 15, onde 15 é a medida do bloco de 14 cm mais 1 cm de espessura das juntas. No caso da família 29, os blocos têm sempre 14 cm de largura. Ou seja, o comprimento dos blocos é sempre múltiplo da largura, o que evita o uso dos elementos compensadores, salvo para ajuste de vãos de esquadrias. Figura 5.2 - Blocos vazados de concreto, Família 29 (ABCP, 2008) 12 A família 39 (Figura 5.3) é composta de três elementos básicos: o bloco B39 (39x19 cm) e largura variável, o bloco B19 (19x19 cm) e largura variável e o bloco B54 (54x19 cm) e largura variável. Utilizar a família 39 significa projetar usando a unidade modular 20 e múltiplos de 20, onde 20 é a medida do bloco de 19 cm mais 1 cm de espessura das juntas. No caso da família 39, os blocos podem ter largura de 14 e 19 cm. Figura 5.3 - Blocos vazados de concreto, Família 39 (ABCP, 2008) Os blocos com largura de 14 cm exigem elementos compensadores, já que seu comprimento não é múltiplo da largura. Os elementos compensadores são necessários não só para ajuste de vãos de esquadrias, mas também para compensação da modulação em planta baixa. Quando utilizamos os blocos com largura de 14 cm, é necessária a utilização do bloco B34 (34x19x14 cm), para ajuste da unidade modular nos encontros em L e em T, para obtenção da amarração perfeita das alvenarias (Figura 5.4, Figura 5.5, Figura 5.6 e Figura 5.7). Figura 5.4 - Encontros em L e em T, Família 29 (ABCP, 2008) 13 Figura 5.5 - Encontros em L e em T, Família 39 (ABCP, 2008) Figura 5.6 - Encontro em L, todas as Famílias (ABCP, 2008) Figura 5.7 - Encontro em T, todas as Famílias (ABCP, 2008) Além da definição das famílias dos blocos, é necessário definir também a utilização de elementos especiais, pertinentes à todas as famílias, que são os blocos-canaletas (Bus), os blocos tipo “J” (BJs) e os blocos compensadores (BCPs), conforme ilustra a Figura 5.8. 14 Figura 5.8 - Bus, BJs e BCPs, todas as Famílias (ABCP, 2008) É imprescindível que os blocos de concreto obedeçam às características estabelecidas para que se obtenha o máximo de vantagens oferecidas pelo sistema. Para garantir a qualidade dos blocos é necessário que haja no canteiro um espaço reservado para armazenagem com segmentação dos blocos por tipo e classes de resistência. No recebimento do material, a verificação deve ser realizada visualmente antes e durante o descarregamento. Os blocos devem ser homogêneos, compactos, terem cantos vivos, sempre livres de trincas e imperfeições que possam prejudicar o assentamento ou afetar a resistência e a durabilidade da construção. No canteiro de obras, assim que os blocos são recebidos, devem ser separadas amostras para cada lote, para que sejam encaminhadas a um laboratório e ensaiadas. É importante que as amostras sejam coletadas aleatoriamente, representando as características do lote, seguindo as quantidades estabelecidas pela NBR 6136/2006. As amostras coletadas serão marcadas identificando a data de coleta e o lote e posteriormente enviadas a um laboratório para os ensaios. 5.3.2 Argamassa de assentamento As argamassas de assentamento são determinantes na execução de um projeto em alvenaria estrutural. Nesse tipo de projeto, são as paredes que estão resistindo às cargas, portanto, parte dessas cargas está agindo diretamente sobre a argamassa 15 que deve estar preparada para que não haja problemas construtivos como o aparecimento de fissuras em conseqüência da aplicação incorreta da argamassa de assentamento (FIORITO, 1996). Segundo Roman (2000), a argamassa serve para a ligação dos blocos de alvenaria em uma estrutura única (Figura 5.9 e Figura 5.10). Embora na essência seja composta dos mesmos elementos (aglomerantes e agregados) que o concreto, a argamassa possui funções e empregos distintos. Figura 5.9 - Aplicação de argamassa (1) (ABCP, 2008) Figura 5.10 - Aplicação de argamassa (2) (ABCP, 2008) Sob o ponto de vista estrutural, a principal função da argamassa é possibilitar a transferência uniforme das tensões entre os blocos. Isso ocorre porque a argamassa 16 compensa as irregularidades e as variações dimensionais dos blocos, absorvendo pequenas deformações. Além da função descrita acima, a argamassa deve também unir solidariamente os blocos e ajudá-los a resistir a esforços laterais. Para tanto, as propriedades mais importantes para a argamassa são: trabalhabilidade, retenção de água, tempo de endurecimento, aderência e resistência à compressão, como detalhado abaixo: - Trabalhabilidade A trabalhabilidade depende da combinação de vários fatores, destacando-se a qualidade do agregado, a quantidade de água utilizada na mistura, a consistência, a capacidade de retenção de água da argamassa, o tempo decorrido da preparação até a sua aplicação, a fluidez, a adesão e a massa. De modo geral, o tempo entre a mistura e o uso da argamassa não deve exceder o prazo de duas horas e meia. Segundo Roman (2000), uma argamassa de boa trabalhabilidade deve se espalhar facilmente sobre o bloco assentado, aderindo às superfícies verticais, aderindo à colher de pedreiro quando transportada, não endurecendo em contato com blocos de absorção elevada, sendo que sua consistência deve permitir que o bloco seja prontamente nivelado e aprumado sem que as juntas das fiadas anteriores sofram quaisquer deformações. - Retenção de Água A retenção de água é a capacidade da argamassa de reter água de amassamento quando colocada em contato com blocos de elevada absorção. Se o bloco for muito poroso e retirar muito rapidamente a água da argamassa, não haverá líquido suficiente para a completa hidratação do cimento e da cal, o que resultará em uma diminuição na aderência entre o bloco e a argamassa. O endurecimento muito rápido da argamassa pela perda de água também impede o assentamento correto da fiada seguinte. Segundo Roman (2000), a baixa retenção da água pode ser resultante de uma má granulometria do agregado, agregados grandes, mistura insuficiente ou inadequação de cal. 17 - Tempo de Endurecimento O endurecimento é função da hidratação. Se a argamassa endurecer rapidamente, causará problemas no assentamento dos blocos e no acabamento das juntas. Se for muito lento, causará atraso na construção pela espera que se fará necessária para a continuação do trabalho. Segundo Roman (2000), temperaturas muito altas tendem a acelerar o endurecimento. Inversamente, clima muito frio retarda o endurecimento. - Aderência A resistência à aderência é a capacidade que a interface bloco-argamassa possui de absorver as tensões tangenciais (cisalhamento) e normais (tração), a ela, sem romper-se. A aderência entre a argamassa e o bloco é uma combinação do grau de contato entre ambos e da adesão da pasta de cimento à superfície do bloco. A aderência, portanto, não é uma propriedade intrínseca da argamassa, mas depende também das características dos blocos. Os fatores que influenciam o grau de contato a adesão são a trabalhabilidade da argamassa, a retenção de água, a taxa de absorção inicial do bloco, a mão de obra, a quantidade de cimento na mistura, a textura da superfície do bloco, o conteúdo de umidade do bloco, a temperatura e a umidade relativa (ROMAN, 2000). - Resistência à compressão A resistência à compressão depende do tipo e da quantidade de cimento usado na mistura. É importante notar que uma grande resistência à compressão da argamassa não é necessariamente sinônimo de uma melhor solução estrutural. A argamassa deve ser resistente o suficiente para suportar os esforços que a parede será submetida. Segundo Puga (2000), a argamassa não precisa ter a mesma resistência do bloco. Como ela possui pouca espessura (cerca de 1 cm), as unidades que a comprimem 18 exercem uma ação de confinamento fazendo com que tudo se passe como se houvesse um cintamento na argamassa, dotando-a de maior capacidade. Desta forma a resistência à compressão da argamassa em ensaio pode ser até 50% da resistência à compressão do bloco, sem alterar a resistência da parede. Quanto a aumentar a resistência da argamassa de assentamento a fim de se obter uma maior resistência, deve-se observar que uma argamassa mais resistente não implica necessariamente em parede mais resistente. Não há uma relação direta entre as duas resistências. Para cada resistência de bloco existe uma resistência ótima da argamassa (ROMAN, 2000). 5.3.3 Armadura É o componente designado a unir as unidades entre si, transmitindo os esforços existentes na alvenaria, tornando-a monolítica e, ao mesmo tempo, atuando como agente de acomodação das deformações. As armaduras são utilizadas verticalmente nos pontos estabelecidos pelo projeto estrutural e horizontalmente nas canaletas, vergas e contravergas. O detalhamento de cada ferro em cada parede deve estar indicado nas elevações das paredes fornecidas pelo projetista estrutural (Figura 5.11). Segundo Ramalho & Corrêa (2003), o diâmetro da armadura deve ser de no mínimo 3,8 mm, não ultrapassando a metade da espessura da junta. 19 Figura 5.11 - Detalhamento de armadura em projeto (TQS, 2008) 5.3.4 Graute Os grautes são microconcretos fluidos com a finalidade de solidarizar as ferragens à alvenaria, preenchendo as cavidades onde elas se encontram (Figura 5.12 e Figura 5.13). Figura 5.12 - Aplicação de graute (ABCP, 2008) 20 Figura 5.13 - Detalhamento de bloco grauteado (BRICKA, 2008) Além de solidarizar as ferragens à alvenaria garantindo o funcionamento como estrutura armada, o graute influi decisivamente na resistência mecânica à compressão das paredes com vazios preenchidos, sendo inclusive utilizado como recurso dos calculistas para aumentar a capacidade portante da parede sem aumentar a sua espessura (ABCI, 1990). O graute deve ser fluído para que o furo do bloco possa ser preenchido sem falhas, bastando a compactação com o próprio ferro do furo (se houver), para adensá-lo convenientemente. Também pode ser utilizado vibradores de agulha de pequeno diâmetro (ROMAN, 2000). Segundo a NBR 10837/89, o graute deve ter sua resistência característica maior ou igual a duas vezes a resistência característica do bloco. Quanto aos materiais constituintes do graute, são usados cimentos do tipo comum e de moderada resistência aos sulfatos, podendo ser adicionada cal na mistura para diminuir sua rigidez. São recomendadas areias com módulo de finura entre 2,3 e 3,1 mm, pois elas requerem menos cimento, e o graute, além de alcançar maior resistência à compressão, apresenta menor retração no endurecimento. O agregado graúdo deve ter no máximo 9,3 mm em 15% do seu volume, nunca podendo haver grão retido na peneira de 12,5 mm. 21 No estado fresco, as propriedades principais são a consistência, a retração nas primeiras idades e a resistência à compressão, como detalhado abaixo: - Consistência É medida geralmente pelo abatimento do tronco de cone – “slump”. Exige-se uma consistência tal que o graute, com coesão suficiente para não segregar os constituintes, tenha também fluidez suficiente para poder ser vertido nos furos dos blocos e canaletas, com facilidade para ser adensado. Segundo a NBR 8798/85, os abatimentos obtidos, sobre execução de alvenarias estruturais de blocos de concreto, são de 17 a 20 cm para adensamento por apiloamento, de 20 a 23 cm para auto-adensamento, e a menos fluída possível quando for usado vibrador mecânico adequado. - Retração das Primeiras Idades Como o graute é um tipo de concreto cujas formas são absorventes, está sujeito a uma grande perda de água. Essa perda, no estado fresco, provoca uma retração que pode fazer com que o graute se solte das paredes do bloco quando estiver adquirindo capacidade de ter forma própria. Na ocorrência desse fenômeno, deve-se aumentar o teor de cal e/ou agregado graúdo no graute, podendo ser feita a observação dos prismas cheios para controle da resistência da alvenaria (ABCI, 1990). - Resistência à Compressão A importância da resistência à compressão, no caso do graute, é fundamental, pois influi decisivamente na resistência da alvenaria à compressão. Além disso, sua correlação com a durabilidade e a permeabilidade também caracteriza a importância desse componente. 22 5.4 Projeto de Alvenaria Estrutural Trata-se de um documento que reúne o conjunto de informações necessárias à execução da edificação. A qualidade do projeto de produção pode ser medida pela facilidade que ele propicia à equipe de produção da alvenaria na execução do serviço. A seqüência de figuras mostradas abaixo apresenta partes integrantes do projeto (Figura 5.14, Figura 5.15, Figura 5.16, Figura 5.17, Figura 5.18 e Figura 5.19). Figura 5.14 - Modulação em planta baixa (1) (BRICKA, 2008) 23 Figura 5.15 - Modulação em planta baixa (2) (BRICKA, 2008) Figura 5.16 - Modulação em elevação (1) (BRICKA, 2008) 24 Figura 5.17 - Modulação em elevação (2) (BRICKA, 2008) 25 Figura 5.18 - Detalhamento de shafts (BRICKA, 2008) Figura 5.19 - Detalhamento de tubulações (BRICKA, 2008) Para se obter o resultado esperado da alvenaria estrutural modular em blocos vazados de concreto, é fundamental que o projeto seja otimizado, ou seja, ofereça um espaço bem planejado, seja flexível para mudanças futuras ou simplesmente 26 utilize a engenharia de forma a reduzir custos como, por exemplo, a definição de uma única parede hidráulica. A alvenaria modulada é projetada como um jogo de peças de encaixe, dispondo os blocos em fiadas alternadas de forma a utilizar na amarração o mínimo possível de peças. Com isso, evita-se o uso de peças pré-moldadas ou a quebra de blocos, com elevação da produtividade da mão de obra e redução de custos. O projeto é determinante para a montagem da alvenaria em obra. Deve conter o máximo de informações referentes a detalhes arquitetônicos, estruturais, de instalações elétricas e hidrosanitárias, pois, uma vez compatibilizadas com o processo construtivo, serão facilmente incorporadas na execução simultânea dos sistemas. 5.5 Modulação Para uma edificação em alvenaria estrutural econômica e racional, é necessária a modulação das dimensões. Uma edificação não modulada está sujeita a cortes e enchimentos nos blocos que ocasionarão em uma elevação de custo e menor racionalização dos processos de execução e materiais utilizados. Além dessas conseqüências, há o efeito negativo no próprio dimensionamento da estrutura, pois as paredes passam a trabalhar isoladamente, prejudicando a distribuição das ações entre as paredes (RAMALHO & CORRÊA, 2003). Sendo a unidade, ou bloco, o componente básico da alvenaria, para as modulações horizontais e verticais devem-se adotar os múltiplos de suas dimensões, comprimento e largura, de maneira que a amarração seja simplificada, sem a utilização de unidades especiais. 27 Dessa forma, a modulação do arranjo arquitetônico está em acertar as dimensões das paredes portantes em planta, bem como o pé-direito da edificação, em função das dimensões das unidades, evitando cortes e ajustes. Por exemplo: adotando-se o módulo de 15 cm, pode-se ter 60 cm, 1,20 cm, 2,10 cm, etc; adotando-se o módulo de 20 cm, pode-se ter 60 cm, 1,60 cm, 2,80 cm, etc (RAMALHO & CORRÊA, 2003). A escolha do módulo deve evitar alterações na arquitetura previamente concebida ou propiciar uma solução arquitetônica viável e compensatória. 5.5.1 Modulação horizontal Para a modulação horizontal adota-se um determinado módulo M, sendo o comprimento real do bloco mais J, sendo a espessura de uma junta. Portanto, o comprimento real de um bloco inteiro será 2M-J e o comprimento real de um meio bloco será M-J. Considerando as juntas mais comuns, que são de 1 cm, os comprimentos reais dos principais blocos serão seus comprimentos nominais (15, 20, 30, 35, 45 cm, etc) diminuídos de 1 cm (14, 19, 29, 34, 44 cm, etc). Entretanto, existem blocos preparados para juntas de 0,5 cm, principalmente para as famílias de módulo 15 cm (RAMALHO & CORRÊA, 2003). As dimensões reais de uma edificação entre faces dos blocos são determinadas pelo número de módulos e juntas presentes no intervalo linear. Quando a dimensão entre blocos de canto ou borda é um número par vezes o módulo, os blocos são posicionados paralelamente. Numa situação contrária, se a dimensão entre blocos de canto ou borda é um número ímpar vezes o módulo, os blocos são posicionados perpendicularmente. Após a primeira fiada, as demais devem levar em conta a preocupação de se evitar ao máximo as juntas e prumo. Portanto, as fiadas subseqüentes são definidas de modo a se produzir a melhor combinação possível entre os blocos, ou seja, defasar as juntas de uma distância M. 28 5.5.2 Modulação vertical A modulação vertical raramente provoca mudanças significativas no arranjo arquitetônico. A primeira maneira de realizar a modulação vertical é aquela em que a distância modular é aplicada de piso a teto. Neste caso, as paredes de extremidades terminarão com um bloco J, que tem uma das suas laterais com uma altura maior que a convencional, de modo a compensar a altura da laje. Já as paredes internas terão sua última fiada composta por blocos canaleta (RAMALHO & CORRÊA, 2003). Caso não seja possível a utilização de bloco J nas paredes de extremidades, podese utilizar bloco canaleta, realizando a concretagem da laje com uma fôrma auxiliar. A segunda maneira de realizar a modulação vertical é a aplicação da distância modular piso a piso. Para as paredes de extremidades, adota-se o mesmo critério anterior. Já as paredes internas terão sua última fiada composta por blocos compensadores, permitindo o ajuste da distância de piso a teto que não estará modulada (RAMALHO & CORRÊA, 2003). 5.6 Execução do Projeto de Alvenaria Estrutural O construtor que optar pela alvenaria estrutural deve preparar o projeto para este sistema desde o início, a fim de otimizar as suas vantagens. Procedimentos comuns na construção tradicional, principalmente a desvinculação dos projetos complementares, devem ser evitados. Segundo Puga (2000), o projeto estrutural deve levar em conta todas as definições já previstas no projeto arquitetônico, como tipos de portas e batentes, caixilhos, revestimentos de pisos e paredes, determinação das paredes estruturais e de 29 vedação, modulação e instalações. Isso porque a alvenaria estrutural exige uma integração entre diversos projetos, o que significa respeitar a modulação dos blocos, prever a passagem das instalações elétricas, hidráulicas, de ar condicionado e caixilharia. Segundo Goldman (1997), destacando as fases que compõe o processo, temos: - Primeira Fase: definição do produto tendo como base o público alvo, que inclui os requisitos funcionais, estéticos e orçamentários; - Segunda Fase: o projeto conceitual é desenvolvido e possíveis soluções são apresentadas para satisfazer as necessidades definidas; - Terceira Fase: uma solução final é escolhida baseada nas necessidades priorizadas dentro do orçamento disponível. O sistema estrutural é selecionado e um projeto preliminar é executado para estimar os custos; - Quarta Fase: é a definição do projeto final da estrutura, incluindo as integrações com os subsistemas de instalações prediais. As plantas e as especificações técnicas são preparadas nesta fase. O projeto de alvenaria estrutural deve acompanhar memória de cálculo e memorial descritivo da construção, contendo os seguintes elementos: - planta de 1ª e 2ª fiadas; - elevação com paginação das paredes com coordenação dimensional; - posição das vergas, contra-vergas, cintas, grauteamentos, armações e outros dispositivos estruturais; - posição das portas, janelas, equipamentos, etc; - eixos de eletrodutos, posições de caixas de luz, tomadas e demais elementos das instalações; - detalhes construtivos gerais (fachadas, encontros entre paredes, juntas de controle, etc). É importante não só a elaboração das plantas, mas também de um caderno com detalhes construtivos que possam indicar como esses projetos podem ser inseridos no processo construtivo. 30 Esse caderno deve conter informações como detalhamento das características dos blocos, dosagem da argamassa de assentamento e grauteamento, técnicas de execução, procedimentos de transporte, armazenamento, execução e controle dos materiais. A interligação entre as diversas modalidades de projeto que compõem um empreendimento em alvenaria estrutural necessita de um fluxo de informações sistematizado, garantindo projetos realmente compatibilizados e com um nível de qualidade que satisfaça às necessidades do cliente e às exigências do empreendimento (GOLDMAN, 1997). 5.7 Processo Construtivo de Alvenaria Estrutural O processo construtivo de alvenaria estrutural deve proceder de uma padronização de métodos para execução, controle de qualidade e critérios de inspeção. 5.7.1 Verificação preliminar para início dos serviços O início dos serviços deve preceder de uma verificação detalhada, evitando atrasos e retrabalhos, evitando o aumento de custo: - verificar a existência de caixinhas elétricas em pontos de graute; - verificar a existência de junta elástica entre a laje de cobertura e a cinta de amarração para evitar aparecimento de fissuras ou trincas na alvenaria; - os eixos devem estar definidos e transferidos para o pavimento de trabalho; - o local de aplicação da alvenaria deve estar limpo e livre de poeira; - as proteções de periferia de laje devem estar instaladas; - o fornecimento de escoramento e formas, blocos de concreto, concreto usinado e grua (conforme planejamento da obra) devem estar contratados; 31 - os furos para inspeção onde há ponto de graute e as caixas de elétrica 4”x4” e 4”x2” devem estar cortados e chumbados antes do transporte para os andares; - os arranques dos pontos de graute devem estar conferidos; - o canteiro deverá ser planejado de forma a permitir a perfeita separação dos diversos tipos de blocos por pavimento; - os serviços de controle tecnológico devem estar contratados em comum acordo com o fornecedor de serviços e/ou materiais conforme a forma de contratação e com tempo suficiente para que antes do início dos trabalhos sejam feitos os ensaios de caracterização da argamassa e dos blocos; - caso os fornecedores de materiais já tenham resultados de ensaios de caracterização estes resultados deverão ser analisados pelo projetista de alvenaria. 5.7.2 Execução da marcação Posterior às verificações, estando todos os detalhes em conformidade, inicia-se a marcação da alvenaria: - a referência do eixo deve estar sempre nos primeiros andares e no momento do transporte dos eixos a laje deve estar completamente desobstruída para não dificultarem a conferência dos eixos, como mostra a Figura 5.20; Figura 5.20 - Conferência do eixo de referência 32 - com a utilização de um prumo de concreto deve-se transportar o eixo para o andar de trabalho e com eixos marcados, conferindo os quadros dos eixos com dimensões mínimas 3x4x5m; - assentam-se os primeiros blocos nas quinas externas do edifício, seguindo o projeto de modulação da parede, após limpar e molhar a área onde os blocos serão assentados, como mostra a Figura 5.21; Figura 5.21 - Assentamento dos primeiros blocos - confere-se a medida até o eixo e após esta liberação, esticando uma linha de nylon entre os blocos das extremidades, que servirá como alinhamento para a execução do restante das paredes; - no momento da conferência das paredes, deve-se atentar para as medidas de vãos de porta, prevendo folga compatível com a instalação de batentes de acordo com o projeto executivo; - a marcação deverá ser liberada através de conferência em formulário de aceitação de serviço, específico para de empresa, antes de iniciar a 1ª elevação. 5.7.3 Execução da 1ª elevação - o primeiro passo nesta etapa é a referência de nível para a fiada de canaleta, sendo marcado na barra de ferro do ponto de graute; 33 - assentam-se os blocos das extremidades de cada parede, que devem ser conferidos com o prumo em relação à fiada anterior; - com o auxílio de uma paleta de madeira ou ferramenta similar deve esticar a argamassa sobre a primeira fiada no sentido horizontal; - a colocação da argamassa na junta vertical deverá acontecer antes do assentamento do bloco de forma que a argamassa fique pressionada entre dois blocos; - as juntas devem ser feitas de forma que haja regularidade na espessura da argamassa e esta espessura deve ser em torno de 1 cm; - a argamassa não deve ser utilizada se ultrapassar duas horas e meia de preparo sem ser aplicada; - conforme projeto de modulação, os blocos da segunda fiada são assentados com o auxílio de uma linha e os blocos com as caixas elétricas chumbadas, posicionados; - para garantir o alinhamento entre as fiadas, deve-se utilizar linha de nylon em todas as fiadas; - assentar os blocos intermediários conferindo ao término de cada fiada seu nivelamento, alinhamento e prumo; - posicionar os cavaletes metálicos com suporte metálico ou de madeira, possibilitando a continuação dos trabalhos; - os blocos tipo canaleta deverão ser cortados antes do seu assentamento, conferindo o nível de referência; - neste ponto deve-se colocar telas eletrosoldadas a cada 2 fiadas para as alvenarias de vedação, seguindo projeto executivo e locando as amarrações das paredes de vedação, como mostra a Figura 5.22; Figura 5.22 - Tela eletrosoldada para amarração de paredes 34 - posicionar um gabarito de madeira para auxiliar a marcação e a moldagem do vão das paredes com previsão de recebimento de quadros ou caixas de instalações; - garantir o alinhamento dos vãos de portas e janelas observando a modulação da alvenaria; - o próximo passo é o grauteamento horizontal e vertical, conferindo a limpeza através do furo de inspeção assim como todos os itens da FVS específica; - quando se executar grauteamento, não ultrapassar uma altura de 1,40m sem executar canaleta na primeira metade do pé direito; - os locais a serem grauteados devem ter furos de dimensões mínimas de 7,5 cm de largura por 10 cm de altura ao pé de cada vazio a grautear; - deve-se remover destes vazios os excessos de argamassa e todo material estranho do fundo; - deve-se então posicionar a armadura de acordo com o projeto utilizando-se dispositivos distanciadores para evitar o deslocamento de posição; - deve-se preparar o local de forma que o graute não se desvie para furos e vazios não previstos; - os vazios devem ser saturados de água imediatamente antes do início do grauteamento para evitar excessiva absorção da água do graute; - o lançamento do graute deve ser feito no mínimo 24 horas após o assentamento das paredes a serem preenchidas; - o adensamento com vibrador de agulha deve ser feito de modo a não afetar as ligações entre blocos e argamassa, sendo as camadas de lançamento de altura superior ao comprimento da agulha; - o tempo de vibração deve ser suficientemente grande para eliminação de bolhas, e pequeno para evitar a segregação dos materiais. - o tempo de lançamento entre camadas sucessivas não pode ser maior que 30 minutos. 35 5.8 Composição de Custo do Sistema Construtivo em Alvenaria Estrutural O orçamento da obra é a ferramenta mais importante para o estudo da viabilidade de um empreendimento. Para sua elaboração é necessária, entre outras, a seguinte documentação: - projeto arquitetônico completo; - projeto de fundações e estrutura; - projeto de instalações; - memorial descritivo das especificações técnicas e de acabamentos da obra. O início do trabalho se dá pelo levantamento das quantidades por serviço, definindo todas as quantidades de materiais e dimensionando as equipes de trabalho em função dos prazos pré-estabelecidos. Para que se possa fechar o orçamento da obra é necessária a obtenção dos custos unitários correspondentes aos serviços já levantados na etapa anterior. Esses custos unitários dos serviços são obtidos através das chamadas composições de custos. Nos orçamentos, as composições de serviços são apresentadas sob a forma de composições de custos, onde cada um de seus insumos apresenta um índice de consumo por unidade de serviço que, multiplicado pelo respectivo custo unitário, resulta no valor unitário do insumo para a execução da unidade daquele serviço. As composições de custos foram desenvolvidas com o intuito de agilizar e facilitar a elaboração dos orçamentos. As composições permitem calcular todas as quantidades e custos dos insumos componentes de uma atividade, apenas com base no levantamento das quantidades do serviço em projeto e nos preços unitários dos insumos. 36 Dada a importância do modelo de composição de custo, esta requer um estudo criterioso antes de ser implantada, pois uma vez utilizada para uma obra, todas as demais deverão seguir o mesmo critério, isto se levado em consideração a obtenção de índices de custos. As composições de custos adotadas pelo mercado da construção, em geral são obtidas por: - apropriações de serviços feitos pela própria empresa em diversas obras; - utilização de composições de revistas técnicas tradicionais no mercado; - utilização de composições de livros técnicos tradicionais no mercado; - utilização de composições de empresas de consultoria especializadas em planejamento de custos de construção; - utilização de composições de fabricantes, fornecedores e/ou empreiteiras de materiais e serviços de construção. Para composição de custo de um determinado serviço, deve-se ter a relação de todos os insumos necessários para executar uma unidade previamente definida do referido serviço. Esses insumos já devem ter seus multiplicadores adequados ao que a empresa pratica em obra. Exemplos de composições de custo são apresentados na Tabela 5.1 e Tabela 5.2: Tabela 5.1 - Composição A: Argamassa Industrializada - Composição de Custo de Alvenaria Estrutural para paredes de 15cm - unidade m² INSUMO argamassa industrializada bloco de concreto 14x19x39 pedreiro servente UNIDADE MULTIPLICADOR m³ 0,0107 un 13,13 H/h 0,8 H/h 0,8 PREÇO UNITÁRIO R$ 200,00 R$ 1,51 R$ 8,07 R$ 6,78 TOTAL R$ 2,14 R$ 19,83 R$ 6,45 R$ 5,42 R$ 33,84 Fonte: Composição - TCPO (2008); Preços - Guia da Construção (2008); Io: abril/2008. 37 Tabela 5.2 - Composição B: Argamassa moldada "in loco", traço 1:0,25:3 - Composição de Custo de Alvenaria Estrutural para paredes de 15cm - unidade m² INSUMO cimento CPII E cal hidratada areia média bloco de concreto 14x19x39 pedreiro servente UNIDADE MULTIPLICADOR kg 5,2 kg 0,65 m³ 0,013 un 13,13 H/h 0,8 H/h 0,91 PREÇO UNITÁRIO R$ 0,29 R$ 0,30 R$ 47,00 R$ 1,51 R$ 8,07 R$ 6,78 TOTAL R$ 1,52 R$ 0,19 R$ 0,61 R$ 19,83 R$ 6,45 R$ 6,17 R$ 32,45 Fonte: Composição - TCPO (2008); Preços - Guia da Construção (2008); Io: maio/2008. Para ambas as composições, apresentadas anteriormente na Tabela 5.1 e Tabela 5.2, foram considerados 5% de perda para os blocos de concreto. O projeto de alvenaria estrutural prevê a aplicação de graute e armadura. Na composição de custo, devemos considerar esses custos conforme projeto. Para aplicação do valor da unidade, deve-se ter o levantamento real do serviço desejado. Para o levantamento da metragem de alvenaria, algumas considerações sobre os vãos são adotados, a fim de facilitar o levantamento. Essas considerações sugerem descontos e/ou acréscimos, seguindo os padrões de confiabilidade do orçamento. No TCPO (2008), para a elevação de alvenaria desconta-se apenas a área que exceder, em cada vão, a 2,00 m². Vãos com área igual ou inferior a 2,00 m² não são descontados, bem como eventuais elementos estruturais de concreto inclusos na alvenaria. Esse critério destina-se a compensar o trabalho de readequação dos vãos ou à execução do encontro da alvenaria com elementos estruturais. Ou seja, vão com 6,00 m² deve sofrer desconto de 4,00 m² e vão com 1,50 m² não deve sofrer desconto. Os consumos com materiais e mão de obra, segundo as unidades adotadas, divididas pela produção efetiva em metros quadrados, resultarão em índices de consumos por unidade de serviço, ou seja, os multiplicadores de composição (GOLDMAN, 1997). 38 Dessa forma, temos: - insumo: descrição do insumo, sendo material ou serviço; - unidade: unidade de medida adotada para quantificar o insumo, devendo sempre estar em acordo com as unidades de comercialização padrão; - multiplicador: fator de consumo que cada insumo representa na unidade do serviço. - preço unitário: preço unitário orçado ou obtido de alguma fonte segura; - total: preço total que o insumo representa na unidade de serviço. Uma vez obtido um custo por unidade, deve-se estabelecer um índice de correção para uma comparação futura e obtenção de índices. 5.9 Interferências na Composição e Correções de Custos O CUB é o custo por metro quadrado da construção do projeto-padrão considerado, calculado de acordo com a norma, pelo Sindicado Estadual da Construção Civil. No cálculo do valor do CUB não são consideradas as despesas relativas às fundações especiais, elevadores, instalações e equipamentos diversos, obras complementares impostos e taxas, honorários profissionais com projetos e outros. Para atender aos objetivos a NB 140, é composta por oito quadros para preenchimento das informações (GOLDMAN, 1997). A NBR 12721/1993 – Avaliação de Custos Unitários e Preparo de Orçamento de Construção para Incorporação de Edifício em Condomínio, substitui a NB 140/1965, que normatizava a execução de orçamentos e custos. A composição de custo requer a centralização do máximo de informações dos mais diversos setores da empresa, a fim de se obter todos os detalhes e processos pertinentes, que certamente contribuirão na precisão dos custos e índices obtidos (GOLDMAN, 1997). 39 • No setor financeiro, os custos estão diretamente ligados à viabilidade econômica do empreendimento referente ao custo de construção obtido pelo orçamento detalhado da obra, pelo cronograma físico-financeiro e pelo custo de construção de cada unidade do empreendimento obtido. Esse planejamento também é muito importante para o caso da obra ter financiamento, sendo despesas computadas ainda na fase de viabilidade. • No setor contábil, os custos são relativos às despesas reais da construção, para que se possa avaliar, planejar e controlar os custos das obras. • As obras devem enviar mensalmente vários dados, a fim de aprimorar composições futuras: - informações sobre a entrada de materiais, assim como seus gastos, locais de utilização e quantidade em estoque; - informações sobre a execução dos serviços; - preenchimento de planilhas criadas pelo planejamento, com o objetivo de obter as produções efetuadas em obra. Estes dados, combinados com outros do planejamento, servirão de termômetro de custos, ou seja, fornecerão bases para composições mais assertivas; - históricos técnicos de materiais e serviços, para que se possa julgar a necessidade de manter ou alterar serviços, produtividade, empreiteiras, materiais, equipamentos e outros. 5.10 Viabilidade Financeira dos Empreendimentos O estudo de viabilidade econômica do empreendimento é de extrema importância para que os incorporadores tenham a dimensão exata das despesas, riscos e margem de lucratividade do empreendimento. Está também diretamente ligado ao setor que compõe o custo da construção e engloba: 40 - custo do terreno; - custo do projeto e viabilidade econômica; - custos da construção; - custo de venda (lançamento, corretagem); - custos financeiros por empréstimos ou financiamentos; - despesas jurídicas, impostos, taxas e doações; - despesas administrativas da construção e das vendas. Segundo Goldman (1997), o estudo segue a ordem das etapas: - 1ª Etapa Ao iniciarmos os estudos dos novos empreendimentos, primeiro devemos fazer a sua viabilidade técnico-econômica. Se a resposta a essa viabilidade for não, trataremos de buscar novos empreendimentos. Caso contrário, seguiremos para a etapa seguinte. - 2ª Etapa Uma vez caracterizada a viabilidade técnico-econômica do empreendimento, partese para o planejamento propriamente dito. É nesta fase que toda a programação físico-financeira do empreendimento deve ser elaborada. É bom lembrar que nunca é tarde para avaliar um mal que pode ser evitado, ou seja, caso as informações inviabilizem uma análise feita anteriormente, ainda há tempo de impedir que um empreendimento seja mal sucedido. Os resultados são obtidos através de comparação e avaliação das previsões e estudos do planejamento com as informações obtidas do controle do empreendimento. Esses resultados são obtidos tanto durante a execução da obra quanto após o seu término. Destes resultados, retornaremos às outras etapas de novos empreendimentos, para atualizar e melhorar os níveis do trabalho delas, formando assim o feedback do sistema. 41 5.11 Controle de Custos O controle de custos é realizado através da comparação dos custos realmente gastos com os custos previstos em orçamento, levando-se em conta as correções correspondentes para a época. O controle também pode ser realizado por meio da comparação entre o custo unitário real de cada serviço, calculado através da divisão dos gastos pelas quantidades executadas, e os custos unitários de mercado, obtidos por informações de fornecedores, empreiteiros, revistas técnicas ou empresas de consultoria. 42 6 ESTUDO DE CASO 6.1 Descrição dos Empreendimentos Para caracterização dos empreendimentos, características como localização e dados de projeto se fazem necessárias para melhor visualização do cenário de custo. 6.1.1 Obra A - local: Avenida Roland Garros, Jaçanã – São Paulo-SP - área total de construção: 16.586,19 m² - nº de torres: 2 torres - área dos apartamentos tipo: 44,36 m² - nº de pavimentos: 18 pavimentos - existência de subsolos: não - tipologia: 6 apartamentos por andar - apresentação do projeto executivo: 2 dormitórios, sala de estar, cozinha, área de serviço, banheiro e terraço - prazo para execução: 14 meses 6.1.2 Obra B - local: Avenida dos Ourives, Jardim Botânico – São Paulo-SP - área total de construção: 14.917,99 m² - nº de torres: 2 torres - área dos apartamentos tipo: 40,37 m² 43 - nº de pavimentos: 14 pavimentos - existência de subsolos: não - tipologia: 8 apartamentos por andar - apresentação do projeto executivo: 2 dormitórios, sala de estar, cozinha, área de serviço, banheiro e terraço - prazo para execução: 13 meses 6.1.3 Obra C - local: Rua Dr. Cincinato Braga, São Bernardo do Campo-SP - área total de construção: 40.281,62 m² - nº de torres: 4 torres - área dos apartamentos tipo: 52,55m² - nº de pavimentos: 20 pavimentos - existência de subsolos: não - tipologia: 6 apartamentos por andar - apresentação do projeto executivo: 3 dormitórios, sala de estar, cozinha, área de serviço, banheiro e terraço - prazo para execução: 16 meses 6.1.4 Obra D - local: Avenida Guarulhos, Guarulhos-SP - área total de construção: 23.036,33 m² - nº de torres: 3 torres - área dos apartamentos tipo: 57,83 m² - nº de pavimentos: 14 pavimentos - existência de subsolos: não - tipologia: 6 apartamentos por andar 44 - apresentação do projeto executivo: 1 suíte, 2 dormitórios, sala de estar, cozinha, área de serviço, banheiro e terraço - prazo para execução: 16 meses 6.1.5 Obra E - local: Avenida Sabbado D’Ângelo, São Paulo-SP - área total de construção: 22.299,33 m² - nº de torres: 3 torres - área dos apartamentos tipo: 49,53 m² - nº de pavimentos: 12 pavimentos - existência de subsolos: não - tipologia: 6 apartamentos por andar - apresentação do projeto executivo: 1 dormitório, 1 suíte, sala de estar, cozinha, área de serviço, banheiro e terraço - prazo para execução: 14 meses 6.2 Apresentação dos Orçamentos das Obras Para visualização do desvio de custo do empreendimento orçado na fase de planejamento e na fase de execução, serão apresentados os orçamentos iniciais e posteriormente os orçamentos reajustados. No item Alvenaria Estrutural / Mão de Obra Alvenaria estrutural sem friso, considerase incluso: - grauteamento; - cintas; - armação das alvenarias; - transporte e limpeza; - eventuais regularizações para gesso; 45 - andaimes; - colocação e chumbamento de quadros elétricos, telefone e antenas; - enchimentos e fechamentos de paredes para embutimentos de tubulações. O orçamento considerou a utilização de Qualimassa, que é uma argamassa de assentamento, para assentamento dos blocos de concreto não-estruturais, na alvenaria de vedação. Na alvenaria estrutural foram considerados blocos com largura 39 cm e altura 19 cm, com espessuras indicadas nos orçamentos. 6.2.1 Obra A Logo abaixo é apresentado o orçamento de alvenaria (vedação e estrutural), realizado na fase de planejamento, sendo Io: fevereiro/2007 e INCC: 343,401. Atualizando o valor total de R$ 1.298.623,70 para Io: agosto/2008 e INCC: 393,991, teríamos um valor de R$ 1.489.937,57. 46 INSUMO ALVENARIA DE VEDAÇÃO - BLOCO CONCRETO 9 CM - Mão de Obra empreitada - Bloco concreto 9 x 19 x 39 cm - 1/2 Bloco concreto 9 x 19 x 19 cm - Compensador 9 x 19 x 9,7 cm - 1/2 Canaleta 9 x 19 x 19 cm - Elétrico 9 x 19 x 19 cm - Qualimassa - Tela galvanizada fio 1,50 mm, malha 15 x 15 mm - Pino Hilti X-DNI 27 - Arruela Hilti 23 mm - Cartucho Hilti 6,8/11 ALVENARIA DE VEDAÇÃO - BLOCO CONCRETO 14 CM - Mão de Obra empreitada - Bloco concreto 14 x 19 x 39 cm - 1/2 Bloco concreto 14 x 19 x 39 cm - Compensador 14 x 19 x 9,7 cm - 1/2 Canaleta 14 x 19 x 19 cm - Elétrico 14 x 19 x 19 cm - Qualimassa - Tela galvanizada fio 1,50 mm, malha 15 x 15 mm - Pino Hilti X-DNI 27 - Arruela Hilti 23 mm - Cartucho Hilti 6,8/11 CHAPISCO INICIAL - Xapiscofix - Compound - Mão de Obra empreitada - inclusa na alvenaria ELEMENTO VAZADO - Mão de Obra empreitada - Elemento vazado de concreto Neo Rex no. 19C (39 x 39 x 8 cm) - Qualimassa - Xapiscofix - Compound QUANTIDADE UNIDADE PREÇO UNITÁRIO TOTAL 3.670,45 29.727,36 8.918,21 11.890,94 1.486,37 743,18 1.524,48 45,73 6.097,92 6.097,92 6.097,92 m² un un un un un sc m² un un un R$ 13,50 R$ 0,79 R$ 0,47 R$ 0,32 R$ 0,06 R$ 0,47 R$ 6,15 R$ 3,40 R$ 0,12 R$ 0,04 R$ 0,17 R$ 49.551,08 R$ 23.454,89 R$ 4.146,97 R$ 3.765,86 R$ 86,40 R$ 345,58 R$ 9.375,55 R$ 155,50 R$ 731,75 R$ 243,92 R$ 1.036,65 2.039,74 19.532,37 5.859,71 7.812,95 976,62 488,31 1.001,66 50,08 4.006,64 4.006,64 4.006,64 m² un un un un un sc m² un un un R$ 13,50 R$ 0,95 R$ 0,56 R$ 0,37 R$ 0,72 R$ 0,56 R$ 6,15 R$ 3,40 R$ 0,12 R$ 0,04 R$ 0,17 R$ 27.536,49 R$ 18.642,48 R$ 3.306,05 R$ 2.901,26 R$ 707,07 R$ 275,50 R$ 6.160,21 R$ 170,28 R$ 480,80 R$ 160,27 R$ 681,13 627,10 10,49 kg kg R$ 0,10 R$ 10,20 R$ 62,71 R$ 107,03 123,09 808,70 110,51 123,09 1,60 m² un sc kg kg R$ 13,50 R$ 3,12 R$ 6,15 R$ 0,10 R$ 10,20 R$ 1.661,72 R$ 2.523,15 R$ 679,64 R$ 12,31 R$ 16,32 47 ALVENARIA ESTRUTURAL - Mão de Obra Alvenaria estrutural sem friso fbk 4,5 MPa - Bloco de concreto – esp. 19cm - 1/2 Bloco de concreto – esp. 19cm - Canaleta 19 - Semi 19 fbk 6,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 19cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 19cm - Canaleta 19 - Semi 19 fbk 8,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 19cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 19cm - Canaleta 19 - Semi 19 fbk 10,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 19cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 19cm - Canaleta 19 - Semi 19 fbk 12,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 19cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 19cm - Canaleta 19 - Semi 19 fbk 14,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 19cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 19cm - Canaleta 19 - Semi 19 fbk 16,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 19cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 19cm 26.229,73 m² R$ 16,00 R$ 419.675,68 28.708,23 1.766,66 8.391,64 5.299,98 un un un un R$ 1,10 R$ 0,66 R$ 0,90 R$ 0,47 R$ 31.636,47 R$ 1.160,70 R$ 7.582,68 R$ 2.480,39 31.131,83 1.915,80 9.100,07 5.747,41 un un un un R$ 1,15 R$ 0,66 R$ 0,90 R$ 0,47 R$ 35.677,07 R$ 1.262,52 R$ 8.222,83 R$ 2.689,79 20.754,55 1.277,20 6.066,72 3.831,61 un un un un R$ 1,31 R$ 0,74 R$ 0,90 R$ 0,47 R$ 27.229,97 R$ 940,02 R$ 5.481,88 R$ 1.793,19 20.754,55 1.277,20 6.066,72 3.831,61 un un un un R$ 1,46 R$ 0,82 R$ 0,90 R$ 0,47 R$ 30.197,87 R$ 1.040,92 R$ 5.481,88 R$ 1.793,19 20.754,55 1.277,20 6.066,72 3.831,61 un un un un R$ 1,67 R$ 0,91 R$ 0,90 R$ 0,47 R$ 34.556,33 R$ 1.158,42 R$ 5.481,88 R$ 1.793,19 20.754,55 1.277,20 6.066,72 3.831,61 un un un un R$ 1,81 R$ 0,96 R$ 0,90 R$ 0,47 R$ 37.628,00 R$ 1.228,67 R$ 5.481,88 R$ 1.793,19 20.705,72 1.274,20 un un R$ 1,92 R$ 0,99 R$ 39.672,16 R$ 1.260,18 48 - Canaleta 19 - Semi 19 fbk 18,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 19cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 19cm - Canaleta 19 - Semi 19 fbk 20,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 19cm MATERIAIS DIVERSOS ALVENARIA ESTRUTURAL Argamassa moldada in loco - Cimento - Areia - Cal Armação - Aco CA 50 12,5mm - Arame recozido no. 18 Grout moldado in loco - Cimento - Areia - Pedrisco - Cal PAINEL DE GESSO ACARTONADO (DRY WALL) - Sistema Dry Wall , esp. 0,073 cm - material - Mão de Obra empreitada SERVIÇOS GERAIS DE ALVENARIA Luminárias e Diversos - Mão de Obra - Material Caixa de Inspeção, Drenagem e Água Servida - Mão de Obra - Material Chumbamento de Quadros Elétricos/Boneca 6.052,44 3.822,59 un un R$ 0,90 R$ 0,47 R$ 5.468,99 R$ 1.788,97 22.660,35 1.394,48 6.623,79 4.183,45 un un un un R$ 2,05 R$ 1,02 R$ 0,90 R$ 0,47 R$ 46.476,37 R$ 1.423,77 R$ 5.985,26 R$ 1.957,85 14.605,83 un R$ 2,05 R$ 29.971,16 2.198,05 1.581,65 13.114,87 sc m³ Kg R$ 10,41 R$ 37,50 R$ 0,17 R$ 22.881,71 R$ 59.311,98 R$ 2.203,30 42.780,00 376,46 kg kg R$ 2,24 R$ 3,63 R$ 95.827,20 R$ 1.366,11 5.319,20 381,38 359,58 9.042,64 sc m³ m³ Kg R$ 10,41 R$ 37,50 R$ 29,50 R$ 0,17 R$ 55.372,88 R$ 14.301,93 R$ 10.607,53 R$ 1.519,16 1.612,84 1.612,84 m² m² R$ 18,00 R$ 12,00 R$ 29.031,12 R$ 19.354,08 200,00 2,56 m² un R$ 13,50 R$ 500,00 R$ 2.700,00 R$ 1.280,00 300,00 30,00 1,00% m² un vb R$ 13,50 R$ 100,00 R$ 936.480,73 R$ 4.050,00 R$ 3.000,00 R$ 9.364,81 R$ 1.298.623,70 49 6.2.2 Obra B Logo abaixo é apresentado o orçamento de alvenaria (vedação e estrutural), realizado na fase de planejamento, sendo Io: dezembro/2007 e INCC: 364,525. Atualizando o valor total de R$ 1.309.560,09 para Io: agosto/2008 e INCC: 393,991, teríamos um valor de R$ 1.415.417,02. 50 INSUMO ALVENARIA DE VEDAÇÃO - BLOCO CONCRETO 9 CM - Mão de Obra empreitada - Bloco concreto 9 x 19 x 39 cm - 1/2 Bloco concreto 9 x 19 x 19 cm - Compensador 9 x 19 x 9,7 cm - 1/2 Canaleta 9 x 19 x 19 cm - Elétrico 9 x 19 x 19 cm - Qualimassa - Tela galvanizada fio 1,50 mm, malha 15 x 15 mm - Pino Hilti X-DNI 27 - Arruela Hilti 23 mm - Cartucho Hilti 6,8/11 CHAPISCO INICIAL - Xapiscofix - Compound ELEMENTO VAZADO - Mão de Obra empreitada - Elemento vazado de concreto Neo Rex no. 19C (39 x 39 x 8 cm) - Qualimassa - Xapiscofix - Compound ALVENARIA ESTRUTURAL - Mão de Obra Empreitada para alvenaria estrutural sem friso fbk 4,5 MPa - Bloco de concreto - esp. 14cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 14cm - Bloco 34 - Bloco 54 - Canaleta 14 - Compensador 14 - Semi 14 fbk 6,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 14cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 14cm QUANTIDADE UNIDADE PREÇO UNITÁRIO TOTAL 7.975,90 65.880,46 19.764,14 26.352,18 3.294,02 929,08 3.378,49 101,35 13.513,94 13.513,94 13.513,94 m² un un un un un sc m² un un un R$ 14,79 R$ 0,68 R$ 0,61 R$ 0,42 R$ 0,47 R$ 0,61 R$ 6,57 R$ 3,40 R$ 0,12 R$ 0,04 R$ 0,17 787,42 13,18 kg kg R$ 0,10 R$ 10,20 R$ 117.934,01 R$ 45.061,02 R$ 12.022,33 R$ 11.139,33 R$ 1.548,19 R$ 565,15 R$ 22.202,42 R$ 344,61 R$ 1.621,67 R$ 540,56 R$ 2.297,37 R$ 0,00 R$ 78,74 R$ 134,40 47,72 313,16 42,84 47,72 0,62 m² un sc kg kg R$ 19,00 R$ 7,01 R$ 6,57 R$ 0,10 R$ 10,20 R$ 906,68 R$ 2.195,52 R$ 281,55 R$ 4,77 R$ 6,33 24.920,02 m² R$ 17,00 R$ 423.640,34 29.284,37 7.018,89 11.281,15 883,18 7.057,88 2.540,17 17.825,75 un un un un un un un R$ 1,21 R$ 0,65 R$ 1,12 R$ 1,83 R$ 0,65 R$ 0,40 R$ 0,40 R$ 35.347,01 R$ 4.588,99 R$ 12.634,89 R$ 1.616,23 R$ 4.614,49 R$ 1.016,07 R$ 7.130,30 29.284,37 7.018,89 un un R$ 1,17 R$ 0,59 R$ 34.262,71 R$ 4.141,15 51 - Bloco 34 - Bloco 54 - Canaleta 14 - Compensador 14 - Semi 14 fbk 8,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 14cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 14cm - Bloco 34 - Bloco 54 - Canaleta 14 - Compensador 14 - Semi 14 fbk 10,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 14cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 14cm - Bloco 34 - Bloco 54 - Canaleta 14 - Compensador 14 - Semi 14 fbk 12,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 14cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 14cm - Bloco 34 - Bloco 54 - Canaleta 14 - Compensador 14 - Semi 14 MATERIAIS DIVERSOS ALVENARIA ESTRUTURAL Argamassa moldada in loco - Cimento - Areia - Cal Armação 11.281,15 883,18 7.057,88 2.540,17 17.825,75 un un un un un R$ 1,15 R$ 1,95 R$ 1,27 R$ 0,40 R$ 0,40 R$ 12.973,33 R$ 1.722,21 R$ 8.963,51 R$ 1.016,07 R$ 7.130,30 29.284,37 7.018,89 11.281,15 883,18 7.057,88 2.540,17 17.825,75 un un un un un un un R$ 1,26 R$ 0,70 R$ 1,24 R$ 2,13 R$ 1,35 R$ 0,40 R$ 0,40 R$ 36.898,30 R$ 4.913,22 R$ 13.988,63 R$ 1.881,18 R$ 9.528,14 R$ 1.016,07 R$ 7.130,30 29.284,37 7.018,89 11.281,15 883,18 7.057,88 2.540,17 17.825,75 un un un un un un un R$ 1,33 R$ 0,72 R$ 1,31 R$ 2,25 R$ 1,44 R$ 0,40 R$ 0,40 R$ 38.948,21 R$ 5.053,60 R$ 14.778,31 R$ 1.987,17 R$ 10.163,35 R$ 1.016,07 R$ 7.130,30 29.284,37 7.018,89 11.281,15 883,18 7.057,88 2.540,17 17.825,75 un un un un un un un R$ 1,43 R$ 0,78 R$ 1,41 R$ 2,37 R$ 1,54 R$ 0,40 R$ 0,40 R$ 41.876,65 R$ 5.474,73 R$ 15.906,43 R$ 2.093,15 R$ 10.869,14 R$ 1.016,07 R$ 7.130,30 1.867,25 1.342,50 10.026,99 sc m³ Kg R$ 13,15 R$ 42,40 R$ 0,28 R$ 24.556,67 R$ 56.919,49 R$ 2.757,42 52 - Aco CA 50 12,5mm - Arame recozido no. 18 Grout moldado in loco - Cimento - Areia - Pedrisco - Cal MURO DE DIVISA - Material (preço Global da Alv Estrutural) - Mão de Obra empreitada SERVIÇOS GERAIS DE ALVENARIA Chumbamento de Quadros Elétricos/Boneca 24.510,41 215,69 kg kg R$ 2,56 R$ 3,94 R$ 62.745,09 R$ 850,58 4.657,61 333,95 314,85 7.917,93 sc m³ m³ Kg R$ 13,15 R$ 42,40 R$ 39,50 R$ 0,28 R$ 61.253,39 R$ 14.158,86 R$ 12.436,58 R$ 2.177,43 835,43 835,43 m² m² R$ 27,55 R$ 17,00 R$ 23.016,10 R$ 14.202,31 1% vb R$ 1.600.459,32 R$ 16.004,59 R$ 1.309.560,09 53 6.2.3 Obra C Logo abaixo é apresentado o orçamento de alvenaria (vedação e estrutural), realizado na fase de planejamento, sendo Io: fevereiro/2008 e INCC: 367,382. Atualizando o valor total de R$ 3.206.151,50 para Io: agosto/2008 e INCC: 393,991, teríamos um valor de R$ 3.438.368,88. 54 INSUMO ALVENARIA DE VEDAÇÃO - BLOCO CONCRETO 9 CM - Mão de Obra empreitada - Bloco concreto 9 x 19 x 39 cm - 1/2 Bloco concreto 9 x 19 x 19 cm - Compensador 9 x 19 x 9,7 cm - 1/2 Canaleta 9 x 19 x 19 cm - Elétrico 9 x 19 x 19 cm - Qualimassa - Tela galvanizada fio 1,50 mm, malha 15 x 15 mm - Pino Hilti X-DNI 27 - Arruela Hilti 23 mm - Cartucho Hilti 6,8/11 ALVENARIA DE VEDAÇÃO - BLOCO CONCRETO 14 CM - Mão de Obra empreitada - Bloco concreto 14 x 19 x 39 cm - 1/2 Bloco concreto 14 x 19 x 39 cm - Compensador 14 x 19 x 9,7 cm - 1/2 Canaleta 14 x 19 x 19 cm - Elétrico 14 x 19 x 19 cm - Qualimassa - Tela galvanizada fio 1,50 mm, malha 15 x 15 mm - Pino Hilti X-DNI 27 - Arruela Hilti 23 mm - Cartucho Hilti 6,8/11 CHAPISCO INICIAL - Chapiscofix - Compound ELEMENTO VAZADO - Mão de Obra empreitada - Elemento vazado de concreto Neo Rex no. 19C (39 x 39 x 8 cm) - Qualimassa - Chapiscofix - Compound ALVENARIA ESTRUTURAL QUANTIDADE UNIDADE PREÇO UNITÁRIO TOTAL 11.615,0250 113.246,4938 33.973,9481 45.298,5975 5.662,3247 1.597,0659 5.807,5125 174,2254 23.230,0500 23.230,0500 23.230,0500 m² un un un un un sc m² un un un R$ 15,00 R$ 0,69 R$ 0,61 R$ 0,42 R$ 0,47 R$ 0,61 R$ 6,62 R$ 3,40 R$ 0,12 R$ 0,04 R$ 0,17 R$ 174.225,38 R$ 78.065,61 R$ 20.666,01 R$ 19.148,17 R$ 2.661,29 R$ 971,48 R$ 38.464,41 R$ 592,37 R$ 2.787,61 R$ 929,20 R$ 3.949,11 936,6400 9.132,2400 2.739,6720 3.652,8960 456,6120 128,7880 468,3200 23,4160 1.873,2800 1.873,2800 1.873,2800 m² un un un un un sc m² un un un R$ 15,00 R$ 0,81 R$ 0,84 R$ 0,62 R$ 0,65 R$ 0,84 R$ 6,62 R$ 3,40 R$ 0,12 R$ 0,04 R$ 0,17 R$ 14.049,60 R$ 7.406,17 R$ 2.287,93 R$ 2.259,68 R$ 296,80 R$ 107,55 R$ 3.101,78 R$ 79,61 R$ 224,79 R$ 74,93 R$ 318,46 1.462,7083 24,4757 kg kg R$ 0,29 R$ 10,20 R$ 418,91 R$ 249,65 239,3600 1.570,8000 214,8974 239,3600 3,1117 m² un sc kg kg R$ 15,00 R$ 7,07 R$ 6,62 R$ 0,29 R$ 10,20 R$ 3.590,58 R$ 11.098,90 R$ 1.423,31 R$ 68,55 R$ 31,74 55 - Mão de Obra Empreitada para alvenaria estrutural sem friso fbk 4,5 MPa - Bloco de concreto - esp. 14cm - Meio Bloco de concreto - esp. 14cm - Bloco 34 - Bloco 54 - Canaleta 14 - Compensador 14 - Semi 14 fbk 6,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 14cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 14cm - Bloco 34 - Bloco 54 - Canaleta 14 - Compensador 14 - Semi 14 fbk 8,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 14cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 14cm - Bloco 34 - Bloco 54 - Canaleta 14 - Compensador 14 - Semi 14 fbk 10,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 14cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 14cm - Bloco 34 - Bloco 54 - Canaleta 14 - Compensador 14 - Semi 14 fbk 12,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 14cm 58.679,8900 m² R$ 19,08 R$ 1.119.612,30 85.905,5408 20.589,8766 33.093,2076 2.590,8185 20.704,2648 7.451,5744 52.291,7501 un un un un un un un R$ 1,22 R$ 0,66 R$ 1,12 R$ 1,83 R$ 0,66 R$ 0,40 R$ 0,40 R$ 104.502,94 R$ 13.567,29 R$ 37.064,39 R$ 4.741,20 R$ 13.642,67 R$ 2.980,63 R$ 20.916,70 34.362,2164 8.235,9507 13.237,2831 1.036,3274 8.281,7060 2.980,6298 20.916,7001 un un un un un un un R$ 1,17 R$ 0,59 R$ 1,15 R$ 1,95 R$ 1,27 R$ 0,40 R$ 0,40 R$ 40.203,79 R$ 4.859,21 R$ 15.222,88 R$ 2.020,84 R$ 10.517,77 R$ 1.192,25 R$ 8.366,68 34.362,2164 8.235,9507 13.237,2831 1.036,3274 8.281,7060 2.980,6298 20.916,7001 un un un un un un un R$ 1,26 R$ 0,70 R$ 1,24 R$ 2,13 R$ 1,35 R$ 0,40 R$ 0,40 R$ 43.296,39 R$ 5.765,17 R$ 16.414,23 R$ 2.207,38 R$ 11.180,30 R$ 1.192,25 R$ 8.366,68 34.362,2164 8.235,9507 13.237,2831 1.036,3274 8.281,7060 2.980,6298 20.916,7001 un un un un un un un R$ 1,33 R$ 0,72 R$ 1,31 R$ 2,25 R$ 1,44 R$ 0,40 R$ 0,40 R$ 45.701,75 R$ 5.929,88 R$ 17.340,84 R$ 2.331,74 R$ 11.925,66 R$ 1.192,25 R$ 8.366,68 34.362,2164 un R$ 1,43 R$ 49.137,97 56 - 1/2 Bloco de concreto - esp. 14cm - Bloco 34 - Bloco 54 - Canaleta 14 - Compensador 14 - Semi 14 fbk 14,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 14cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 14cm - Bloco 34 - Bloco 54 - Canaleta 14 - Compensador 14 - Semi 14 fbk 16,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 14cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 14cm - Bloco 34 - Bloco 54 - Canaleta 14 - Compensador 14 - Semi 14 fbk 18,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 14cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 14cm - Bloco 34 - Bloco 54 - Canaleta 14 - Compensador 14 - Semi 14 fbk 20,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 14cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 14cm - Bloco 34 - Bloco 54 8.235,9507 13.237,2831 1.036,3274 8.281,7060 2.980,6298 20.916,7001 un un un un un un R$ 0,78 R$ 1,41 R$ 2,37 R$ 1,54 R$ 0,40 R$ 0,40 R$ 6.424,04 R$ 18.664,57 R$ 2.456,10 R$ 12.753,83 R$ 1.192,25 R$ 8.366,68 34.362,2164 8.235,9507 13.237,2831 1.036,3274 8.281,7060 2.980,6298 20.916,7001 un un un un un un un R$ 1,55 R$ 0,84 R$ 1,53 R$ 2,49 R$ 1,64 R$ 0,40 R$ 0,40 R$ 53.261,44 R$ 6.918,20 R$ 20.253,04 R$ 2.580,46 R$ 13.582,00 R$ 1.192,25 R$ 8.366,68 34.362,2164 8.235,9507 13.237,2831 1.036,3274 8.281,7060 2.980,6298 20.916,7001 un un un un un un un R$ 1,66 R$ 0,87 R$ 1,64 R$ 2,61 R$ 1,74 R$ 0,40 R$ 0,40 R$ 57.041,28 R$ 7.165,28 R$ 21.709,14 R$ 2.704,81 R$ 14.410,17 R$ 1.192,25 R$ 8.366,68 34.362,2164 8.235,9507 13.237,2831 1.036,3274 8.281,7060 2.980,6298 20.916,7001 un un un un un un un R$ 1,37 R$ 0,72 R$ 1,44 R$ 2,62 R$ 1,77 R$ 0,87 R$ 0,47 R$ 47.038,44 R$ 5.900,24 R$ 19.021,98 R$ 2.711,03 R$ 14.658,62 R$ 2.593,15 R$ 9.789,02 34.362,2164 8.235,9507 13.237,2831 1.036,3274 un un un un R$ 1,37 R$ 0,72 R$ 1,44 R$ 2,62 R$ 47.038,44 R$ 5.900,24 R$ 19.021,98 R$ 2.711,03 57 - Canaleta 14 - Compensador 14 - Semi 14 MATERIAIS DIVERSOS ALVENARIA ESTRUTURAL Argamassa moldada in loco - Cimento CP-II-E-32 Saco 50 kg - Areia - Cal Hidratada saco de 20 kg Armação - Aço CA 50 12,5mm - Arame recozido no. 18 Grout moldado in loco - Cimento CP-II-E-32 Saco 50 kg - Areia - Pedrisco - Cal Hidratada saco de 20 kg MURO DE DIVISA - Material (preço Global da Alv Estrutural) - Mão de Obra empreitada SERVIÇOS GERAIS DE ALVENARIA Base de concreto para apoio de bombas, equipamentos, comp. elevadores, postes, luminárias e diversos Chumbamento de Quadros Elétricos/Boneca 8.281,7060 2.980,6298 20.916,7001 un un un R$ 1,87 R$ 0,93 R$ 0,47 R$ 15.486,79 R$ 2.771,99 R$ 9.789,02 4.386,6503 626,6643 1.314,8761 sc m³ sc R$ 15,15 R$ 42,73 R$ 5,74 R$ 66.448,10 R$ 26.777,64 R$ 7.553,53 83.133,4242 731,5741 kg kg R$ 2,58 R$ 3,97 R$ 214.484,23 R$ 2.907,60 9.496,1818 771,5648 593,5114 949,6182 sc m³ m³ sc R$ 15,15 R$ 42,73 R$ 37,64 R$ 5,74 R$ 143.846,25 R$ 32.969,30 R$ 22.341,83 R$ 5.455,25 1.275,68 1.275,68 m² m² R$ 19,20 R$ 86,13 R$ 24.496,66 R$ 109.877,77 9,0000 un R$ 2.495,00 R$ 22.455,00 1% vb R$ 3.170.342,20 R$ 31.703,42 R$ 3.206.151,50 58 6.2.4 Obra D Logo abaixo é apresentado o orçamento de alvenaria (vedação e estrutural), realizado na fase de planejamento, sendo Io: agosto/2007 e INCC: 356,55. Atualizando o valor total de R$ 1.704.796,57 para Io: agosto/2008 e INCC: 393,991, teríamos um valor de R$ 1.883.815,75. 59 INSUMO ALVENARIA DE VEDAÇÃO - BLOCO CONCRETO 9 CM - Mão de Obra empreitada - Bloco concreto 9 x 19 x 39 cm - 1/2 Bloco concreto 9 x 19 x 19 cm - Compensador 9 x 19 x 9,7 cm - 1/2 Canaleta 9 x 19 x 19 cm - Elétrico 9 x 19 x 19 cm - Qualimassa - Tela galvanizada fio 1,50 mm, malha 15 x 15 mm - Pino Hilti X-DNI 27 - Arruela Hilti 23 mm - Cartucho Hilti 6,8/11 CHAPISCO INICIAL - Xapiscofix - Compound ELEMENTO VAZADO - Mão de Obra empreitada - Elemento vazado de concreto Neo Rex no. 19C (39 x 39 x 8 cm) - Xapiscofix - Compound ALVENARIA ESTRUTURAL - Mão de Obra empreitada para alvenaria estrutural sem friso fbk 4,5 MPa - Bloco de concreto - esp. 14cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 14cm - Bloco 34 - Bloco 54 - Canaleta 14 - Compensador 14 - Semi 14 fbk 6,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 14cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 14cm - Bloco 34 QUANTIDADE UNIDADE PREÇO UNITÁRIO TOTAL 4.151,87 31.728,86 9.518,66 12.691,54 1.586,44 793,22 1.627,12 48,81 6.508,48 6.508,48 6.508,48 m² un un un un un sc m² un un un R$ 14,00 R$ 0,77 R$ 0,42 R$ 0,33 R$ 0,47 R$ 0,42 R$ 6,29 R$ 3,40 R$ 0,12 R$ 0,04 R$ 0,17 R$ 58.126,15 R$ 24.431,22 R$ 3.997,84 R$ 4.188,21 R$ 745,63 R$ 333,15 R$ 10.234,59 R$ 165,97 R$ 781,02 R$ 260,34 R$ 1.106,44 379,23 6,35 kg kg R$ 0,10 R$ 10,20 R$ 37,92 R$ 64,77 82,80 544,00 82,80 1,08 m² un kg kg R$ 13,50 R$ 3,12 R$ 0,10 R$ 10,20 R$ 1.117,80 R$ 1.697,27 R$ 8,28 R$ 10,98 35.544,89 m² R$ 16,00 R$ 568.718,21 42.485,24 5.091,44 14.320,69 1.761,80 10.239,45 3.685,23 3.232,66 un un un un un un un R$ 1,14 R$ 0,59 R$ 1,12 R$ 1,83 R$ 1,24 R$ 0,40 R$ 0,40 R$ 48.433,17 R$ 3.003,95 R$ 16.039,17 R$ 3.224,09 R$ 12.696,92 R$ 1.474,09 R$ 1.293,06 33.988,19 4.073,15 11.456,55 un un un R$ 1,17 R$ 0,59 R$ 1,15 R$ 39.766,18 R$ 2.403,16 R$ 13.175,03 60 - Bloco 54 - Canaleta 14 - Compensador 14 - Semi 14 fbk 8,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 14cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 14cm - Bloco 34 - Bloco 54 - Canaleta 14 - Compensador 14 - Semi 14 fbk 10,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 14cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 14cm - Bloco 34 - Bloco 54 - Canaleta 14 - Compensador 14 - Semi 14 fbk 12,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 14cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 14cm - Bloco 34 - Bloco 54 - Canaleta 14 - Compensador 14 - Semi 14 fbk 14,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 14cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 14cm - Bloco 34 - Bloco 54 - Canaleta 14 - Compensador 14 1.409,44 8.191,56 2.948,19 2.586,13 un un un un R$ 1,95 R$ 1,27 R$ 0,40 R$ 0,40 R$ 2.748,41 R$ 10.403,28 R$ 1.179,28 R$ 1.034,45 50.982,29 6.109,73 17.184,82 2.114,16 12.287,34 4.422,28 3.879,19 un un un un un un un R$ 1,26 R$ 0,70 R$ 1,24 R$ 2,13 R$ 1,35 R$ 0,40 R$ 0,40 R$ 64.237,69 R$ 4.276,81 R$ 21.309,18 R$ 4.503,16 R$ 16.587,91 R$ 1.768,91 R$ 1.551,68 33.988,19 4.073,15 11.456,55 1.409,44 8.191,56 2.948,19 2.586,13 un un un un un un un R$ 1,33 R$ 0,72 R$ 1,31 R$ 2,25 R$ 1,44 R$ 0,40 R$ 0,40 R$ 45.204,29 R$ 2.932,67 R$ 15.008,08 R$ 3.171,24 R$ 11.795,85 R$ 1.179,28 R$ 1.034,45 33.988,19 4.073,15 11.456,55 1.409,44 8.191,56 2.948,19 2.586,13 un un un un un un un R$ 1,43 R$ 0,78 R$ 1,41 R$ 2,37 R$ 1,54 R$ 0,40 R$ 0,40 R$ 48.603,11 R$ 3.177,06 R$ 16.153,74 R$ 3.340,37 R$ 12.615,00 R$ 1.179,28 R$ 1.034,45 33.988,19 4.073,15 11.456,55 1.409,44 8.191,56 2.948,19 un un un un un un R$ 1,55 R$ 0,84 R$ 1,53 R$ 2,49 R$ 1,64 R$ 0,40 R$ 52.681,69 R$ 3.421,45 R$ 17.528,52 R$ 3.509,51 R$ 13.434,16 R$ 1.179,28 61 - Semi 14 fbk 16,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 14cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 14cm - Bloco 34 - Bloco 54 - Canaleta 14 - Compensador 14 - Semi 14 MATERIAIS DIVERSOS ALVENARIA ESTRUTURAL Armação - Aco CA 50 12,5mm - Arame recozido no. 18 Grout moldado in loco - Cimento - Areia - Pedrisco - Cal PAINEL DE GESSO ACARTONADO (DRY WALL) - Sistema Dry Wall , esp. 0,073 cm - material - Mão de Obra empreitada SERVIÇOS GERAIS DE ALVENARIA Chumbamento de Quadros Elétricos/Boneca 2.586,13 un R$ 0,40 R$ 1.034,45 33.988,19 4.073,15 11.456,55 1.409,44 8.191,56 2.948,19 2.586,13 un un un un un un un R$ 1,66 R$ 0,87 R$ 1,64 R$ 2,61 R$ 1,74 R$ 0,40 R$ 0,40 R$ 56.420,40 R$ 3.543,64 R$ 18.788,74 R$ 3.678,64 R$ 14.253,31 R$ 1.179,28 R$ 1.034,45 73.500,00 646,80 kg kg R$ 2,60 R$ 3,63 R$ 190.885,42 R$ 2.347,11 8.542,61 612,50 577,48 14.522,43 sc m³ m³ Kg R$ 10,70 R$ 37,50 R$ 29,50 R$ 0,17 R$ 91.405,90 R$ 22.968,82 R$ 17.035,63 R$ 2.439,77 2.380,62 2.380,62 m² m² R$ 18,00 R$ 12,00 R$ 42.851,09 R$ 28.567,39 1% vb R$ 104.370,55 R$ 1.043,71 R$ 1.704.796,57 62 6.2.5 Obra E Logo abaixo é apresentado o orçamento de alvenaria (vedação e estrutural), realizado na fase de planejamento, sendo Io: março/2008 e INCC: 369,812. Atualizando o valor total de R$ 3.213.741,66 para Io: agosto/2008 e INCC: 393,991, teríamos um valor de R$ 3.423.862,10. 63 INSUMO ALVENARIA DE VEDAÇÃO - BLOCO CONTRETO 9 CM - Mão de Obra empreitada - Bloco concreto 9 x 19 x 39 cm - 1/2 Bloco concreto 9 x 19 x 19 cm - Compensador 9 x 19 x 9,7 cm - 1/2 Canaleta 9 x 19 x 19 cm - Elétrico 9 x 19 x 19 cm - Qualimassa - Tela galvanizada fio 1,50 mm, malha 15 x 15 mm - Pino Hilti X-DNI 27 - Arruela Hilti 23 mm - Cartucho Hilti 6,8/11 ALVENARIA DE VEDAÇÃO - BLOCO CONCRETO 14 CM - Mão de Obra empreitada - Bloco concreto 14 x 19 x 39 cm - 1/2 Bloco concreto 14 x 19 x 39 cm - Compensador 14 x 19 x 9,7 cm - 1/2 Canaleta 14 x 19 x 19 cm - Elétrico 14 x 19 x 19 cm - Qualimassa - Tela galvanizada fio 1,50 mm, malha 15 x 15 mm - Pino Hilti X-DNI 27 - Arruela Hilti 23 mm - Cartucho Hilti 6,8/11 CHAPISCO INICIAL - Qualimassa - Compound ELEMENTOS PRÉ-MOLDADOS - Mão de Obra empreitada - Elemento vazado de concreto Neo Rex no. 19C (39 x 39 x 8 cm) - Qualimassa - Xapiscofix - Compound ALVENARIA ESTRUTURAL QUANTIDADE UNIDADE PREÇO UNITÁRIO TOTAL 11.615,0250 113.246,4938 33.973,9481 45.298,5975 5.662,3247 1.597,0659 5.807,5125 174,2254 23.230,0500 23.230,0500 23.230,0500 m² un un un un un sc m² un un un R$ 15,00 R$ 0,69 R$ 0,61 R$ 0,42 R$ 0,47 R$ 0,61 R$ 6,67 R$ 3,40 R$ 0,12 R$ 0,04 R$ 0,17 R$ 174.225,38 R$ 78.581,97 R$ 20.666,01 R$ 19.148,17 R$ 2.661,29 R$ 971,48 R$ 38.718,83 R$ 592,37 R$ 2.787,61 R$ 929,20 R$ 3.949,11 936,6400 9.132,2400 2.739,6720 3.652,8960 456,6120 128,7880 468,3200 23,4160 1.873,2800 1.873,2800 1.873,2800 m² un un un un un sc m² un un un R$ 15,00 R$ 0,82 R$ 0,84 R$ 0,62 R$ 0,65 R$ 0,84 R$ 6,67 R$ 3,40 R$ 0,12 R$ 0,04 R$ 0,17 R$ 14.049,60 R$ 7.455,15 R$ 2.287,93 R$ 2.259,68 R$ 296,80 R$ 107,55 R$ 3.122,30 R$ 79,61 R$ 224,79 R$ 74,93 R$ 318,46 1.462,7083 24,4757 kg kg R$ 0,29 R$ 10,20 R$ 421,68 R$ 249,65 239,3600 1.570,8000 214,8974 239,3600 3,1117 m² un sc kg kg R$ 15,00 R$ 7,11 R$ 6,67 R$ 0,29 R$ 10,20 R$ 3.590,40 R$ 11.172,31 R$ 1.432,73 R$ 69,01 R$ 31,74 64 - Mão de Obra empreitada para alvenaria estrutural sem friso fbk 4,5 MPa - Bloco de concreto - esp. 14cm - Meio Bloco de concreto - esp. 14cm - Bloco 34 - Bloco 54 - Canaleta 14 - Compensador 14 - Semi 14 fbk 6,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 14cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 14cm - Bloco 34 - Bloco 54 - Canaleta 14 - Compensador 14 - Semi 14 fbk 8,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 14cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 14cm - Bloco 34 - Bloco 54 - Canaleta 14 - Compensador 14 - Semi 14 fbk 10,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 14cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 14cm - Bloco 34 - Bloco 54 - Canaleta 14 - Compensador 14 - Semi 14 fbk 12,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 14cm 58.679,8900 m² R$ 19,20 R$ 1.126.653,89 85.905,5408 20.589,8766 33.093,2076 2.590,8185 20.704,2648 7.451,5744 52.291,7501 un un un un un un un R$ 1,22 R$ 0,66 R$ 1,12 R$ 1,83 R$ 0,66 R$ 0,40 R$ 0,40 R$ 105.194,16 R$ 13.657,03 R$ 37.064,39 R$ 4.741,20 R$ 13.732,90 R$ 2.980,63 R$ 20.916,70 34.362,2164 8.235,9507 13.237,2831 1.036,3274 8.281,7060 2.980,6298 20.916,7001 un un un un un un un R$ 1,17 R$ 0,59 R$ 1,15 R$ 1,95 R$ 1,27 R$ 0,40 R$ 0,40 R$ 40.203,79 R$ 4.859,21 R$ 15.222,88 R$ 2.020,84 R$ 10.517,77 R$ 1.192,25 R$ 8.366,68 34.362,2164 8.235,9507 13.237,2831 1.036,3274 8.281,7060 2.980,6298 20.916,7001 un un un un un un un R$ 1,26 R$ 0,70 R$ 1,24 R$ 2,13 R$ 1,35 R$ 0,40 R$ 0,40 R$ 43.296,39 R$ 5.765,17 R$ 16.414,23 R$ 2.207,38 R$ 11.180,30 R$ 1.192,25 R$ 8.366,68 34.362,2164 8.235,9507 13.237,2831 1.036,3274 8.281,7060 2.980,6298 20.916,7001 un un un un un un un R$ 1,33 R$ 0,72 R$ 1,31 R$ 2,25 R$ 1,44 R$ 0,40 R$ 0,40 R$ 45.701,75 R$ 5.929,88 R$ 17.340,84 R$ 2.331,74 R$ 11.925,66 R$ 1.192,25 R$ 8.366,68 34.362,2164 un R$ 1,43 R$ 49.137,97 65 - 1/2 Bloco de concreto - esp. 14cm - Bloco 34 - Bloco 54 - Canaleta 14 - Compensador 14 - Semi 14 fbk 14,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 14cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 14cm - Bloco 34 - Bloco 54 - Canaleta 14 - Compensador 14 - Semi 14 fbk 16,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 14cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 14cm - Bloco 34 - Bloco 54 - Canaleta 14 - Compensador 14 - Semi 14 fbk 18,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 14cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 14cm - Bloco 34 - Bloco 54 - Canaleta 14 - Compensador 14 - Semi 14 fbk 20,0 MPa - Bloco de concreto - esp. 14cm - 1/2 Bloco de concreto - esp. 14cm - Bloco 34 - Bloco 54 8.235,9507 13.237,2831 1.036,3274 8.281,7060 2.980,6298 20.916,7001 un un un un un un R$ 0,78 R$ 1,41 R$ 2,37 R$ 1,54 R$ 0,40 R$ 0,40 R$ 6.424,04 R$ 18.664,57 R$ 2.456,10 R$ 12.753,83 R$ 1.192,25 R$ 8.366,68 34.362,2164 8.235,9507 13.237,2831 1.036,3274 8.281,7060 2.980,6298 20.916,7001 un un un un un un un R$ 1,55 R$ 0,84 R$ 1,53 R$ 2,49 R$ 1,64 R$ 0,40 R$ 0,40 R$ 53.261,44 R$ 6.918,20 R$ 20.253,04 R$ 2.580,46 R$ 13.582,00 R$ 1.192,25 R$ 8.366,68 34.362,2164 8.235,9507 13.237,2831 1.036,3274 8.281,7060 2.980,6298 20.916,7001 un un un un un un un R$ 1,66 R$ 0,87 R$ 1,64 R$ 2,61 R$ 1,74 R$ 0,40 R$ 0,40 R$ 57.041,28 R$ 7.165,28 R$ 21.709,14 R$ 2.704,81 R$ 14.410,17 R$ 1.192,25 R$ 8.366,68 34.362,2164 8.235,9507 13.237,2831 1.036,3274 8.281,7060 2.980,6298 20.916,7001 un un un un un un un R$ 1,37 R$ 0,72 R$ 1,44 R$ 2,62 R$ 1,77 R$ 0,87 R$ 0,47 R$ 47.038,44 R$ 5.900,24 R$ 19.021,98 R$ 2.711,03 R$ 14.658,62 R$ 2.593,15 R$ 9.789,02 34.362,2164 8.235,9507 13.237,2831 1.036,3274 un un un un R$ 1,37 R$ 0,72 R$ 1,44 R$ 2,62 R$ 47.038,44 R$ 5.900,24 R$ 19.021,98 R$ 2.711,03 66 - Canaleta 14 - Compensador 14 - Semi 14 MATERIAIS DIVERSOS ALVENARIA ESTRUTURAL Argamassa moldada in loco - Cimento CP-II-E-32 Saco 50 kg - Areia - Cal Hidratada saco de 20 kg Armação - Taxa de Aço por m² de Alvenaria Grout moldado in loco - Taxa de Grout Para Alvenaria MURO DE DIVISA - Material (preço Global da Alv Estrutural) - Mão de Obra empreitada SERVIÇOS GERAIS DE ALVENARIA Base de concreto para apoio de bombas, equipamentos, comp. elevadores, postes, luminárias e diversos Chumbamento de Quadros Elétricos/Boneca 8.281,7060 2.980,6298 20.916,7001 un un un R$ 1,87 R$ 0,93 R$ 0,47 R$ 15.486,79 R$ 2.771,99 R$ 9.789,02 4.386,6503 626,6643 1.314,8761 sc m³ sc R$ 15,25 R$ 43,01 R$ 5,78 R$ 66.887,61 R$ 26.954,75 R$ 7.603,50 52.291,7500 kg / m² R$ 4,18 R$ 218.579,52 52.291,7500 m³ / m² R$ 3,93 R$ 205.506,58 1.275,6800 1.275,6800 m² m³ R$ 19,20 R$ 86,70 R$ 24.496,66 R$ 110.601,46 7,0000 un R$ 2.495,00 R$ 17.465,00 1% % R$ 3.180.178,12 R$ 31.801,78 R$ 3.213.741,66 67 6.3 Proposta de Índice de Custo para Alvenaria Estrutural Com base nas composições apresentadas no capítulo anterior, obteremos alguns índices de custo para as obras, mostrando a variação por obra. 6.3.1 Obra A Índice por m², considerando o custo total de construção e a área total construída: - custo total de construção: R$ 10.312.667,31 - área total construída: 16.586,19 m² - índice: R$ 621,76 / m² Índice por m², considerando o custo total de alvenaria estrutural e a área total de paredes em alvenaria estrutural: - custo total de alvenaria estrutural: R$ 1.070.865,16 - área total de paredes em alvenaria estrutural: 26.229,73 m² - índice: R$ 40,83 / m² Custos por tipo / resistência de bloco, Tabela 6.1. Tabela 6.1 - Custo unitário m² por tipo de bloco - Obra A BLOCO (esp. 19 cm) QUANTIDADE (un) QUANTIDADE (m²) fbk 4,5 MPa fbk 6 MPa fbk 8 MPa fbk 10 MPa fbk 12 MPa fbk 14 MPa fbk 16 MPa fbk 18 MPa fbk 20 MPa 28.708,23 31.131,83 20.754,55 20.754,55 20.754,55 20.754,55 20.705,72 22.660,35 14.605,83 3.749,48 4.066,02 2.710,68 2.710,68 2.710,68 2.710,68 2.704,30 2.959,59 1.907,62 26.229,74 Assim, temos: PREÇO UNITÁRIO (m²) R$ 37,47 R$ 37,81 R$ 39,12 R$ 40,25 R$ 41,90 R$ 43,06 R$ 43,86 R$ 44,91 R$ 41,75 68 - custo total de blocos: R$ 387.797,54 - custo total de materiais diversos: R$ 263.391,80 - custo total de mão de obra: R$ 419.675,82 R$ 1.070.865,16 6.3.2 Obra B Índice por m², considerando o custo total de construção e a área total construída: - custo total de construção: R$ 10.422.520,86 - área total construída: 14.917,99 m² - índice: R$ 698,65 / m² Índice por m², considerando o custo total de alvenaria estrutural e a área total de paredes em alvenaria estrutural: - custo total de alvenaria estrutural: R$ 1.037.452,43 - área total de paredes em alvenaria estrutural: 24.920,02 m² - índice: R$ 41,63 / m² Custos por tipo / resistência de bloco, Tabela 6.2. Tabela 6.2 - Custo unitário m² por tipo de bloco - Obra B BLOCO (esp. 14 cm) QUANTIDADE (un) QUANTIDADE (m²) fbk 4,5 MPa fbk 6 MPa fbk 8 MPa fbk 10 MPa fbk 12 MPa 29.284,37 29.284,37 29.284,37 29.284,37 29.284,37 4.984,00 4.984,00 4.984,00 4.984,00 4.984,00 24.920,02 PREÇO UNITÁRIO (m²) R$ 39,98 R$ 40,63 R$ 41,66 R$ 42,41 R$ 43,47 Assim, temos: - custo total de blocos: R$ 375.956,58 - custo total de materiais diversos: R$ 423.640,34 - custo total de mão de obra: R$ 237.855,51 R$ 1.037.452,43 69 6.3.3 Obra C Índice por m², considerando o custo total de construção e a área total construída: - custo total de construção: R$ 27.402.894,18 - área total construída: 40.281,62 m² - índice: R$ 680,28 / m² Índice por m², considerando o custo total de alvenaria estrutural e a área total de paredes em alvenaria estrutural: - custo total de alvenaria estrutural: R$ 2.625.577,51 - área total de paredes em alvenaria estrutural: 58.679,89 m² - índice: R$ 44,74 / m² Custos por tipo / resistência de bloco, Tabela 6.3. Tabela 6.3 - Custo unitário m² por tipo de bloco - Obra C BLOCO (esp. 14 cm) QUANTIDADE (un) QUANTIDADE (m²) fbk 4,5 MPa fbk 6 MPa fbk 8 MPa fbk 10 MPa fbk 12 MPa fbk 14 MPa fbk 16 MPa fbk 18 MPa fbk 20 MPa 85.905,54 34.362,22 34.362,22 34.362,22 34.362,22 34.362,22 34.362,22 34.362,22 34.362,22 13.971,40 5.588,56 5.588,56 5.588,56 5.588,56 5.588,56 5.588,56 5.588,56 5.588,56 58.679,90 PREÇO UNITÁRIO (m²) R$ 42,12 R$ 42,73 R$ 43,81 R$ 44,59 R$ 45,70 R$ 46,98 R$ 48,14 R$ 46,19 R$ 46,37 Assim, temos: - custo total de blocos: R$ 983.181,48 - custo total de materiais diversos: R$ 522.783,73 - custo total de mão de obra: R$ 1.119.612,30 R$ 2.625.577,51 70 6.3.4 Obra D Índice por m², considerando o custo total de construção e a área total construída: - custo total de construção: R$ 15.343.862,31 - área total construída: 23.036,33 m² - índice: R$ 666,07 / m² Índice por m², considerando o custo total de alvenaria estrutural e a área total de paredes em alvenaria estrutural: - custo total de alvenaria estrutural: R$ 1.525.026,82 - área total de paredes em alvenaria estrutural: 35.544,89 m² - índice: R$ 42,90 / m² Custos por tipo / resistência de bloco, Tabela 6.4. Tabela 6.4 - Custo unitário m² por tipo de bloco - Obra D BLOCO (esp. 14 cm) QUANTIDADE (un) QUANTIDADE (m²) fbk 4,5 MPa fbk 6 MPa fbk 8 MPa fbk 10 MPa fbk 12 MPa fbk 14 MPa fbk 16 MPa 42.485,24 33.988,19 50.982,29 33.988,19 33.988,19 33.988,19 33.988,19 5.733,05 4.586,44 6.879,66 4.586,44 4.586,44 4.586,44 4.586,44 35.544,89 PREÇO UNITÁRIO (m²) R$ 40,23 R$ 40,62 R$ 41,81 R$ 42,72 R$ 43,98 R$ 45,43 R$ 46,77 Assim, temos: - custo total de blocos: R$ 629.225,96 - custo total de materiais diversos: R$ 327.082,65 - custo total de mão de obra: R$ 568.718,21 R$ 1.525.026,82 71 6.3.5 Obra E Índice por m², considerando o custo total de construção e a área total construída: - custo total de construção: R$ 21.777.024,84 - área total construída: 22.299,33 m² - índice: R$ 976,58 / m² Índice por m², considerando o custo total de alvenaria estrutural e a área total de paredes em alvenaria estrutural: - custo total de alvenaria estrutural: R$ 2.636.238,53 - área total de paredes em alvenaria estrutural: 58.679,89 m² - índice: R$ 44,93 / m² Custos por tipo / resistência de bloco, Tabela 6.5. Tabela 6.5 - Custo unitário m² por tipo de bloco - Obra E BLOCO (esp. 14 cm) QUANTIDADE (un) QUANTIDADE (m²) fbk 4,5 MPa fbk 6 MPa fbk 8 MPa fbk 10 MPa fbk 12 MPa fbk 14 MPa fbk 16 MPa fbk 18 MPa fbk 20 MPa 85.905,54 34.362,22 34.362,22 34.362,22 34.362,22 34.362,22 34.362,22 34.362,22 34.362,22 13.971,40 5.588,56 5.588,56 5.588,56 5.588,56 5.588,56 5.588,56 5.588,56 5.588,56 58.679,90 PREÇO UNITÁRIO (m²) R$ 42,35 R$ 42,90 R$ 43,98 R$ 44,76 R$ 45,87 R$ 47,15 R$ 48,30 R$ 46,36 R$ 46,54 Assim, temos: - custo total de blocos: R$ 984.052,69 - custo total de materiais diversos: R$ 525.531,95 - custo total de mão de obra: R$ 1.126.653,89 R$ 2.636.238,53 72 6.3.6 Índices Finais e Variações Índice por m², considerando o custo total de construção e a área total construída de todas as obras: - custo total de construção de todas as obras = R$ 85.258.969,50 - área total construída de todas as obras = 117.121,46 m² - índice final: Σ índices / 5 obras = R$ 728,67 / m² - variação Obra A: (-) 17,20% - variação Obra B: (-) 4,30% - variação Obra C: (-) 7,11% - variação Obra D: (-) 9,40% - variação Obra E: (+) 34,02% Índice por m², considerando o custo total de alvenaria estrutural e a área total de paredes em alvenaria estrutural de todas as obras: - custo total de alvenaria estrutural de todas as obras = R$ 8.895.160,45 - área total de paredes em alvenaria estrutural de todas as obras = 204.054,42 m² - índice final: Σ índices / 5 obras = R$ 43,01 / m² - variação Obra A: (-) 5,34% - variação Obra B: (-) 3,31% - variação Obra C: (+) 4,02% - variação Obra D: (-) 0,26% - variação Obra E: (+) 4,46% Índice por m², considerando o custo total de blocos de concreto e a área total de paredes em alvenaria estrutural de todas as obras: - custo total de blocos de concreto de todas as obras: R$ 3.360.214,40 - área total de paredes em alvenaria estrutural de todas as obras: 204.054,42 m² - índice final: Σ custos de blocos de concreto por fbk por m² / nº de obras que utilizaram o bloco (Tabela 6.6) 73 Tabela 6.6 - Variação índice de custo de bloco de concreto1 fbk (MPa) fbk 4,5 MPafbk 6 MPa fbk 8 MPa fbk 10 MPa fbk 12 MPa fbk 14 MPa fbk 16 MPa fbk 18 MPa fbk 20 MPa 1 MÉDIA OBRA A OBRA B OBRA C OBRA D OBRA E (R$) R$ 40,43 R$ 40,94 R$ 42,08 R$ 42,95 R$ 44,18 R$ 45,66 R$ 46,77 R$ 45,82 R$ 44,89 (%) 7,89 8,27 7,56 6,70 5,45 6,03 6,62 2,02 7,50 (%) 1,13 0,75 0,99 1,26 1,64 (%) 4,01 4,20 3,96 3,69 3,32 2,82 2,84 0,80 3,20 (%) 0,49 0,78 0,64 0,54 0,48 0,49 0,00 (%) 4,53 4,57 4,33 4,05 3,67 3,17 3,18 1,16 3,55 Legenda: Variações indicadas em vermelho representam um custo acima do índice calculado. 74 7 ANÁLISE DOS RESULTADOS Os resultados são representados graficamente, com base nos valores apresentados no Capítulo 6.3. A Figura 7.1 mostra as variações dos custos de construção em relação ao índice final obtido. Figura 7.1 - Gráfico: Índice de custo de construção (m²) CUSTOS E R$ 976,58 A R$ 621,76 B R$ 698,65 C R$ 680,28 D R$ 666,07 MÉDIA R$ 728,67 OBRAS CUSTO A Obra A apresentou a maior variação dentre as obras que ficaram abaixo do índice final calculado, sendo Io: fevereiro/2007, ou seja, trata-se do orçamento mais antigo da amostragem. As Obras B, C e D, apresentaram variações distintas, porém aceitáveis, considerando toda a amostragem. A Obra E foi a única obra que apresentou uma variação acima do índice final calculado, sendo Io: março/2008, ou seja, deveria ter tido seu custo próximo ao da Obra C, sendo Io: fevereiro/2008. 75 A Figura 7.2 mostra as variações dos custos de alvenaria em relação ao índice final obtido. Figura 7.2 - Gráfico: Índice de custo de alvenaria estrutural (m²) E R$ 44,93 CUSTOS C R$ 44,74 D R$ 42,90 MÉDIA R$ 43,01 B R$ 41,63 A R$ 40,83 OBRAS CUSTO A Obra A apresentou a maior variação dentre as obras que ficaram abaixo do índice final calculado, sendo Io: fevereiro/2007, ou seja, trata-se do orçamento mais antigo da amostragem. As Obras B e D apresentaram variações distintas, porém aceitáveis, considerando toda a amostragem, sendo que estas possuem Io do mesmo ano, com Io: dezembro/2007 e Io: agosto/2007, respectivamente. As Obras C e E apresentaram uma variação acima do índice final calculado com valores muito próximos, sendo que estas possuem Io do mesmo ano, com Io: fevereiro/2008 e Io: março/2008, respectivamente. As figuras Figura 7.3, Figura 7.4, Figura 7.5, Figura 7.6 e Figura 7.7, mostram as variações dos custos de bloco de concreto em relação ao índice final obtido por fbk, sendo que duas obras apresentaram variações dos percentuais acima do índice calculado e 3 ficaram dentro da faixa de índice calculado. 76 Figura 7.3 - Gráfico: Índice de custo de bloco de concreto (m²) (obra A) R$ 41,75 R$ 44,89 FBK 20 MPa FBK 18 MPa R$ 44,91 R$ 45,82 FBK 16 MPa R$ 43,86 R$ 46,77 R$ 43,06 R$ 45,66 FBK 14 MPa R$ 41,90 R$ 44,18 FBK 12 MPa R$ 40,25 R$ 42,95 FBK 10 MPa R$ 39,12 R$ 42,08 FBK 8 MPa R$ 37,81 R$ 40,94 FBK 6 MPa R$ 37,47 R$ 40,43 FBK 4,5 MPa OBRA A VARIAÇÃO ÍNDICE DE CUSTO DE BLOCO DE CONCRETO - OBRA A ÍNDICE Figura 7.4 - Gráfico: Índice de custo de bloco de concreto (m²) (obra B) R$ 43,47 R$ 44,18 FBK 12 MPa R$ 42,41 R$ 42,95 FBK 10 MPa R$ 41,66 R$ 42,08 FBK 8 MPa FBK 6 MPa FBK 4,5 MPa R$ 40,63 R$ 40,94 R$ 39,98 R$ 40,43 OBRA B ÍNDICE VARIAÇÃO ÍNDICE DE CUSTO DE BLOCO DE CONCRETO - OBRA B 77 Figura 7.5 - Gráfico: Índice de custo de bloco de concreto (m²) (obra C) R$ 46,37 R$ 44,89 FBK 20 MPa R$ 46,19 R$ 45,82 FBK 18 MPa R$ 48,14 R$ 46,77 FBK 16 MPa R$ 46,98 R$ 45,66 FBK 14 MPa R$ 45,70 FBK 12 MPa R$ 44,18 R$ 44,59 FBK 10 MPa R$ 42,95 R$ 43,81 FBK 8 MPa FBK 6 MPa FBK 4,5 MPa OBRA C R$ 42,08 R$ 42,73 R$ 40,94 R$ 42,12 R$ 40,43 VARIAÇÃO ÍNDICE DE CUSTO DE BLOCO DE CONCRETO - OBRA C ÍNDICE Figura 7.6 - Gráfico: Índice de custo de bloco de concreto (Obra D) R$ 46,77 R$ 46,77 FBK 16 MPa R$ 45,43 R$ 45,66 FBK 14 MPa R$ 43,98 R$ 44,18 FBK 12 MPa R$ 42,72 R$ 42,95 FBK 10 MPa R$ 41,81 R$ 42,08 FBK 8 MPa FBK 6 MPa FBK 4,5 MPa R$ 40,62 R$ 40,94 R$ 40,23 R$ 40,43 OBRA D ÍNDICE VARIAÇÃO ÍNDICE DE CUSTO DE BLOCO DE CONCRETO - OBRA D 78 Figura 7.7 - Gráfico: Índice de custo de bloco de concreto (Obra E) R$ 46,54 FBK 20 MPa R$ 44,89 R$ 46,36 R$ 45,82 FBK 18 MPa R$ 48,30 FBK 16 MPa R$ 46,77 R$ 47,15 R$ 45,66 FBK 14 MPa R$ 45,87 FBK 12 MPa R$ 44,18 R$ 44,76 FBK 10 MPa R$ 42,95 R$ 43,98 FBK 8 MPa R$ 42,08 R$ 42,90 FBK 6 MPa R$ 40,94 R$ 42,35 FBK 4,5 MPa R$ 40,43 OBRA E ÍNDICE VARIAÇÃO ÍNDICE DE CUSTO DE BLOCO DE CONCRETO - OBRA E As Obras A e B apresentaram as maiores variações, abaixo do índice final calculado, para todas as resistências, sendo que estas possuem Io do mesmo ano, com Io: fevereiro/2007 e Io: dezembro/2007, respectivamente, sendo que a Obra A apresentou a maior variação. As Obras C e E apresentaram variações com percentuais muito próximos, acima dos índices finais calculados, sendo que estas possuem Io do mesmo ano, com Io: fevereiro/2008 e Io: março/2008, respectivamente. A Obra D apresentou a menor variação de toda a amostragem, abaixo do índice final calculado, sendo que esta possui Io: agosto/2007. 79 8 CONCLUSÕES Com base nos resultados apresentados no Capítulo 7, podemos verificar que embora tenham ocorrido variações tanto para o índice de construção x custo das obras, quanto para o índice de alvenaria x custo das obras, o índice de alvenaria apresentou pequenas variações com relação aos custos orçados, diferente do índice de construção. Para os índices de bloco de concreto, parametrizados por resistência característica, foram verificadas variações que merecem maior atenção, visto que a escolha e utilização dos mesmos estão totalmente ligadas às condições propostas pelo projeto. É necessário aprimorar o estudo dos custos em relação à resistência característica dos blocos de concreto. Isso porque houve casos em que foram utilizadas classes de resistência que variam de 4,5 MPa a 20 MPa, sendo as Obras A, C e E. Observou-se que a partir da resistência de 14 MPa, os custos ficam muito próximos e a variação não ocorre linear e crescentemente, o que sugere um estudo detalhado de projeto. O estudo detalhado do projeto consiste na análise criteriosa das cargas das paredes portantes, especificando melhor a utilização dos blocos considerando resistência do material, resistência necessária para vencer o vão e custo de todas as classes disponíveis. Assim, podemos viabilizar, por exemplo, a utilização de blocos com fbk = 20 MPa para os casos em que foram determinados em projeto fbk = 14 MPa que não influenciaria muito no custo e nos daria melhor capacidade de absorção de carga. Assim, podemos concluir que o índice de alvenaria é aceitável para aplicação em demais obras, para obtenção do custo e verificação da viabilidade financeira na fase inicial de estudo do projeto. 80 Isso nos leva a concluir também que o sistema construtivo possui realmente as características propostas, sendo industrialização, padronização e racionalização. Realizando a parametrização dos índices, podemos verificar que existem erros nas composições do orçamento global da obra que precisam ser revisados e corrigidos. 81 9 RECOMENDAÇÕES A conclusão deste trabalho, relacionada com a bibliografia apresentada, sugere algumas recomendações para aprimorar ainda mais a acertividade do índice de alvenaria. Para a amostragem de obras utilizadas algumas medidas tornam-se mais propícias, por apresentarem tipologias e padrão construtivo semelhantes: - adequação e padronização de projetos arquitetônicos, tornando a modulação uniforme para os empreendimentos; - adequação e padronização de caixilharia e vãos; - realizar parcerias com empresas fornecedoras de blocos, melhorando o controle de qualidade; - treinamento contínuo da mão de obra de canteiro; - desenvolvimento de soluções racionalizadoras junto aos projetistas; - criação de processo construtivo padrão para todas as obras; - criar interface entre projetistas, engenheiros de obras e engenheiros orçamentistas; - criar interface entre engenheiros orçamentistas e engenheiros de suprimentos; - obter softwares e banco de dados de valores atualizados. Para o índice de construção, é necessário realizar a verificação completa de orçamentos, projetos e demais considerações utilizadas para as composições de custo. Essa verificação é essencial, pois uma vez que o custo total de construção esteja errado, poderá levar à não utilização de um sistema eficiente por conta de outros sistemas, ou seja, uma interpretação errada dos dados e decisões precipitadas. 82 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ABCI – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA CONSTRUÇÃO INDUSTRIALIZADA. Manual Técnico de Alvenaria em Edificações. São Paulo: ABCI, 1990. ABCP – ASSOCIAÇÂO BRASILEIRA DE CIMENTO PORTLAND. Alvenaria em Blocos de Concreto. Prática Recomendada. Disponível em: http://www.abcp.org.br/downloads/index.shtml. Acessado em 30/03/2008. AMERICAN SOCIETY FOR TESTING AND MATERIALS. ASTM C 55 – Standard specification for concrete brick. EUA: ASMT International, 1997. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8215 – Primas de blocos vazados de concreto simples para alvenaria estrutural – Preparo e ensaio à compressão. Rio de Janeiro: ABNT, 1983. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8798 – Execução e controle de obras em alvenaria estrutural de blocos vazados de concreto. Rio de Janeiro: ABNT, 1985. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8949 – Paredes de alvenaria estrutural – Ensaio à compressão simples. Rio de Janeiro: ABNT, 1985. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10837 – Cálculo de alvenaria estrutural de blocos vazados de concreto. Rio de Janeiro: ABNT, 1989. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 12721 - Avaliação de Custos Unitários e Preparo de Orçamento de Construção para Incorporação de Edifício em Condomínio. Rio de Janeiro: ABNT, 1993. 83 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14321 – Paredes de alvenaria estrutural – Determinação da resistência ao cisalhamento. Rio de Janeiro: ABNT, 1999. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14322 – Paredes de alvenaria estrutural – Verificação da resistência à flexão simples ou à compressão. Rio de Janeiro: ABNT, 1999. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14974-1 – Bloco sílicocalcário para alvenaria – Parte 1: Requisitos, dimensões e métodos de ensaio. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14974-2 - Bloco sílicocalcário para alvenaria – Parte 2: Procedimento para execução de alvenaria. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6136 – Blocos vazados de concreto simples para alvenaria – Requisitos. Rio de Janeiro: ABNT, 2006. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 12118 – Blocos vazados de concreto simples para alvenaria - Métodos de ensaio. Rio de Janeiro: ABNT, 2006. BRITISH STANDARDS INSTITUTION. BS 6073/1981 – Part 1 – Precast concrete masonry units – Specification for precast for concrete masonry units. London: BS, 1981. BRICKA. Alvenaria Estrutural - Manual de Tecnologia. São Paulo: Bricka Sistemas Construtivos. Disponível em: http://www.bricka.com.br/download.htm. Acessado em: 21/06/2008. FIORITO, A.J.S. Manual de Argamassas e Revestimentos. São Paulo: Pini, 1996. 84 GOLDMAN, P. Introdução ao Planejamento e Controle de Custos na Construção Civil Brasileira. São Paulo: Pini, 1997. 3ª edição. KAGEYAMA, T. O Emprego da Alvenaria Estrutural como Forma de Redução dos Custos na Construção Civil. 2002. 174 p. Dissertação (Mestrado em Arquitetura e Urbanismo) – Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo, 2002. MOLITERNO, A. Caderno de Estruturas em Alvenaria e Concreto Simples. São Paulo: Blücher, 1991. PUGA, C.C. Considerações Gerais Sobre a Alvenaria Estrutural. Artigo Técnico elaborado para o Software Alvenaria 2000, São Paulo, 2000. RAMALHO, M.A.; CORRÊA, M.R.S. Projeto de Edifícios de Alvenaria Estrutural. São Paulo: Pini, 2003. REVISTA CONSTRUÇÃO E MERCADO – Alvenaria Estrutural – Sistema em Evolução. São Paulo: Pini, ano 57, edição 41, p. 151, 2004. REVISTA GUIA DA CONSTRUÇÃO – Preços e Fornecedores. São Paulo: Pini, ano 61, edição 81, p. 58, 2008. ROMAN, H.R. Construindo em Alvenaria Estrutural. Santa Catarina: UFSC, 2000. TCPO – Tabelas de Composições de Preços para Orçamentos. São Paulo: Pini, 2008. 13ª edição. TCPO – Tabelas de Composições de Preços para Orçamentos. São Paulo: Pini, 2000. 10ª edição. TQS – Software para Projeto de Estruturas: Alvenaria Estrutural. CAD/Alvest. Disponível 30/03/2008. em: http://www.tqs.com.br/conheca-o/alvest.htm. Acessado em ANEXO A Planta Pavimento Tipo – OBRA A 2 ANEXO B Planta Pavimento Tipo – OBRA B (torre 1) 3 ANEXO C Planta Pavimento Tipo – OBRA B (torre 2) 4 ANEXO D Planta Pavimento Tipo – OBRA C (torres 1 e 2) 5 ANEXO E Planta Pavimento Tipo – OBRA C (torres 3 e 4) 6 ANEXO F Planta Pavimento Tipo – OBRA D 7 ANEXO G Planta Pavimento Tipo – OBRA E (torres 1 e 2) 8 ANEXO H Planta Pavimento Tipo – OBRA E (torre 3) 9 ANEXO I Memorial de Cálculo nº 1 OBRA A BLOCO (esp. QUANTIDADE QUANTIDADE 19 cm) (un) (m²) FBK 4,5 MPa 28.708,23 3.749,48 FBK 6 MPa 31.131,83 4.066,02 FBK 8 MPa 20.754,55 2.710,68 FBK 10 MPa 20.754,55 2.710,68 FBK 12 MPa 20.754,55 2.710,68 FBK 14 MPa 20.754,55 2.710,68 FBK 16 MPa 20.705,72 2.704,30 FBK 18 MPa 22.660,35 2.959,59 FBK 20 MPa 14.605,83 1.907,62 26.229,74 0,1306 14,29 15,50 10,33 10,33 10,33 10,33 10,31 11,28 7,27 100,00 0,14295 0,15502 0,10334 0,10334 0,10334 0,10334 0,10310 0,11283 0,07273 1,00 R$ 37,47 R$ 37,81 R$ 39,12 R$ 40,25 R$ 41,90 R$ 43,06 R$ 43,86 R$ 44,91 R$ 41,75 PREÇO UNITÁRIO (m²) R$ 11,43 R$ 11,77 R$ 13,08 R$ 14,21 R$ 15,86 R$ 17,02 R$ 17,82 R$ 18,87 R$ 15,71 42.860,24 47.852,21 35.445,07 38.513,87 42.989,83 46.131,75 48.190,30 55.843,25 29.971,16 387.797,68 263.391,80 419.675,82 diversos mão de obra BLOCO (esp. QUANTIDADE QUANTIDADE PREÇO 19 cm) (un) (m²) UNITÁRIO (m²) FBK 4,5 MPa 28.708,23 3.749,48 R$ 37,47 FBK 6 MPa 31.131,83 4.066,02 R$ 37,81 FBK 8 MPa 20.754,55 2.710,68 R$ 39,12 FBK 10 MPa 20.754,55 2.710,68 R$ 40,25 FBK 12 MPa 20.754,55 2.710,68 R$ 41,90 FBK 14 MPa 20.754,55 2.710,68 R$ 43,06 FBK 16 MPa 20.705,72 2.704,30 R$ 43,86 FBK 18 MPa 22.660,35 2.959,59 R$ 44,91 FBK 20 MPa 14.605,83 1.907,62 R$ 41,75 26.229,74 140.503,2551 153.738,4226 106.035,8671 109.104,6671 113.580,6271 116.722,5471 118.615,0155 132.916,0928 79.648,8057 R$ 1.070.865,30 OBRA B BLOCO (esp. QUANTIDADE QUANTIDADE 14 cm) (un) (m²) FBK 4,5 MPa 29.284,37 4.984,00 FBK 6 MPa 29.284,37 4.984,00 FBK 8 MPa 29.284,37 4.984,00 FBK 10 MPa 29.284,37 4.984,00 FBK 12 MPa 29.284,37 4.984,00 24.920,02 0,1702 20,00 20,00 20,00 20,00 20,00 100,00 0,20000 0,20000 0,20000 0,20000 0,20000 1,00 R$ 39,98 R$ 40,63 R$ 41,66 R$ 42,41 R$ 43,47 PREÇO UNITÁRIO (m²) R$ 13,43 R$ 14,09 R$ 15,12 R$ 15,87 R$ 16,93 66.947,98 70.209,28 75.355,85 79.077,01 84.366,47 375.956,59 423.640,34 237.855,51 diversos mão de obra BLOCO (esp. QUANTIDADE QUANTIDADE PREÇO 14 cm) (un) (m²) UNITÁRIO (m²) FBK 4,5 MPa 29.284,37 4.984,00 R$ 39,98 FBK 6 MPa 29.284,37 4.984,00 R$ 40,63 FBK 8 MPa 29.284,37 4.984,00 R$ 41,66 FBK 10 MPa 29.284,37 4.984,00 R$ 42,41 FBK 12 MPa 29.284,37 4.984,00 R$ 43,47 24.920,02 199.247,1500 202.508,4500 207.655,0200 211.376,1800 216.665,6400 R$ 1.037.452,44 OBRA C BLOCO (esp. QUANTIDADE QUANTIDADE 14 cm) (un) (m²) FBK 4,5 MPa 85.905,54 13.971,40 FBK 6 MPa 34.362,22 5.588,56 FBK 8 MPa 34.362,22 5.588,56 FBK 10 MPa 34.362,22 5.588,56 FBK 12 MPa 34.362,22 5.588,56 FBK 14 MPa 34.362,22 5.588,56 FBK 16 MPa 34.362,22 5.588,56 FBK 18 MPa 34.362,22 5.588,56 FBK 20 MPa 34.362,22 5.588,56 58.679,90 0,1626 23,81 9,52 9,52 9,52 9,52 9,52 9,52 9,52 9,52 100,00 0,23810 0,09524 0,09524 0,09524 0,09524 0,09524 0,09524 0,09524 0,09524 1,00 R$ 42,12 R$ 42,73 R$ 43,81 R$ 44,59 R$ 45,70 R$ 46,98 R$ 48,14 R$ 46,19 R$ 46,37 PREÇO UNITÁRIO (m²) R$ 14,13 R$ 14,74 R$ 15,82 R$ 16,60 R$ 17,71 R$ 18,99 R$ 20,15 R$ 18,20 R$ 18,38 197.415,82 82.383,42 88.422,40 92.788,80 98.995,44 106.154,06 112.589,62 101.712,46 102.719,47 983.181,49 522.783,73 1.119.612,30 diversos mão de obra BLOCO (esp. QUANTIDADE QUANTIDADE PREÇO 14 cm) (un) (m²) UNITÁRIO (m²) FBK 4,5 MPa 85.905,54 13.971,40 R$ 42,12 FBK 6 MPa 34.362,22 5.588,56 R$ 42,73 FBK 8 MPa 34.362,22 5.588,56 R$ 43,81 FBK 10 MPa 34.362,22 5.588,56 R$ 44,59 FBK 12 MPa 34.362,22 5.588,56 R$ 45,70 FBK 14 MPa 34.362,22 5.588,56 R$ 46,98 FBK 16 MPa 34.362,22 5.588,56 R$ 48,14 FBK 18 MPa 34.362,22 5.588,56 R$ 46,19 FBK 20 MPa 34.362,22 5.588,56 R$ 46,37 58.679,90 588.462,4591 238.802,0939 244.841,0739 249.207,4739 255.414,1139 262.572,7339 269.008,2939 258.131,1339 259.138,1439 R$ 2.625.577,52 OBRA D BLOCO (esp. QUANTIDADE QUANTIDADE QUANTIDADE 14 cm) (un) (m²) (%) FBK 4,5 MPa 42.485,24 5.733,05 16,13 FBK 6 MPa 33.988,19 4.586,44 12,90 FBK 8 MPa 50.982,29 6.879,66 19,35 FBK 10 MPa 33.988,19 4.586,44 12,90 FBK 12 MPa 33.988,19 4.586,44 12,90 FBK 14 MPa 33.988,19 4.586,44 12,90 FBK 16 MPa 33.988,19 4.586,44 12,90 35.544,89 100,00 0,1349 0,16129 0,12903 0,19355 0,12903 0,12903 0,12903 0,12903 1,00 R$ 40,23 R$ 40,62 R$ 41,81 R$ 42,72 R$ 43,98 R$ 45,43 R$ 46,77 PREÇO UNITÁRIO (m²) R$ 15,03 R$ 15,42 R$ 16,60 R$ 17,51 R$ 18,77 R$ 20,23 R$ 21,56 86.164,46 70.709,79 114.235,33 80.325,86 86.103,00 92.789,05 98.898,46 629.225,95 327.082,65 568.718,21 diversos mão de obra BLOCO (esp. QUANTIDADE QUANTIDADE PREÇO 14 cm) (un) (m²) UNITÁRIO (m²) FBK 4,5 MPa 42.485,24 5.733,05 R$ 40,23 FBK 6 MPa 33.988,19 4.586,44 R$ 40,62 FBK 8 MPa 50.982,29 6.879,66 R$ 41,81 FBK 10 MPa 33.988,19 4.586,44 R$ 42,72 FBK 12 MPa 33.988,19 4.586,44 R$ 43,98 FBK 14 MPa 33.988,19 4.586,44 R$ 45,43 FBK 16 MPa 33.988,19 4.586,44 R$ 46,77 35.544,89 230.648,4741 186.296,9945 287.616,1537 195.913,0645 201.690,2045 208.376,2545 214.485,6645 R$ 1.525.026,81 OBRA E BLOCO (esp. QUANTIDADE QUANTIDADE 14 cm) (un) (m²) FBK 4,5 MPa 85.905,54 13.971,40 FBK 6 MPa 34.362,22 5.588,56 FBK 8 MPa 34.362,22 5.588,56 FBK 10 MPa 34.362,22 5.588,56 FBK 12 MPa 34.362,22 5.588,56 FBK 14 MPa 34.362,22 5.588,56 FBK 16 MPa 34.362,22 5.588,56 FBK 18 MPa 34.362,22 5.588,56 FBK 20 MPa 34.362,22 5.588,56 58.679,90 0,1626 23,81 9,52 9,52 9,52 9,52 9,52 9,52 9,52 9,52 100,00 0,23810 0,09524 0,09524 0,09524 0,09524 0,09524 0,09524 0,09524 0,09524 1,00 R$ 42,35 R$ 42,90 R$ 43,98 R$ 44,76 R$ 45,87 R$ 47,15 R$ 48,30 R$ 46,36 R$ 46,54 PREÇO UNITÁRIO (m²) R$ 14,19 R$ 14,74 R$ 15,82 R$ 16,60 R$ 17,71 R$ 18,99 R$ 20,15 R$ 18,20 R$ 18,38 198.287,02 82.383,42 88.422,40 92.788,80 98.995,44 106.154,06 112.589,62 101.712,46 102.719,47 984.052,69 525.531,95 1.126.653,89 diversos mão de obra BLOCO (esp. QUANTIDADE QUANTIDADE PREÇO 14 cm) (un) (m²) UNITÁRIO (m²) FBK 4,5 MPa 85.905,54 13.971,40 R$ 42,35 FBK 6 MPa 34.362,22 5.588,56 R$ 42,90 FBK 8 MPa 34.362,22 5.588,56 R$ 43,98 FBK 10 MPa 34.362,22 5.588,56 R$ 44,76 FBK 12 MPa 34.362,22 5.588,56 R$ 45,87 FBK 14 MPa 34.362,22 5.588,56 R$ 47,15 FBK 16 MPa 34.362,22 5.588,56 R$ 48,30 FBK 18 MPa 34.362,22 5.588,56 R$ 46,36 FBK 20 MPa 34.362,22 5.588,56 R$ 46,54 58.679,90 591.664,57 239.734,46 245.773,44 250.139,84 256.346,48 263.505,10 269.940,66 259.063,50 260.070,51 R$ 2.636.238,53 10 ANEXO J Memorial de Cálculo nº 2 fbk fbk 4,5 MPa fbk 6 MPa fbk 8 MPa fbk 10 MPa fbk 12 MPa fbk 14 MPa fbk 16 MPa fbk 18 MPa fbk 20 MPa OBRA A R$ 37,47 R$ 37,81 R$ 39,12 R$ 40,25 R$ 41,90 R$ 43,06 R$ 43,86 R$ 44,91 R$ 41,75 OBRA B R$ 39,98 R$ 40,63 R$ 41,66 R$ 42,41 R$ 43,47 OBRA C R$ 42,12 R$ 42,73 R$ 43,81 R$ 44,59 R$ 45,70 R$ 46,98 R$ 48,14 R$ 46,19 R$ 46,37 OBRA D R$ 40,23 R$ 40,62 R$ 41,81 R$ 42,72 R$ 43,98 R$ 45,43 R$ 46,77 OBRA E R$ 42,35 R$ 42,90 R$ 43,98 R$ 44,76 R$ 45,87 R$ 47,15 R$ 48,30 R$ 46,36 R$ 46,54 ÍNDICE R$ 40,43 R$ 40,94 R$ 42,08 R$ 42,95 R$ 44,18 R$ 45,66 R$ 46,77 R$ 45,82 R$ 44,89 OBRA A 1,078912194 1,082709934 1,075612113 1,066974861 1,054489361 1,060306079 1,066221462 1,020222632 1,075040693 % 7,89 8,27 7,56 6,70 5,45 6,03 6,62 2,02 7,50 OBRA B 1,011316913 1,007534812 1,00987132 1,012608263 1,016380717 % 1,13 0,75 0,99 1,26 1,64 OBRA C 0,959891876 0,958046992 0,960386241 0,963070724 0,966770302 0,971757967 0,971552186 0,991974634 0,968013996 X X fbk fbk 4,5 MPa fbk 6 MPa fbk 8 MPa fbk 10 MPa fbk 12 MPa fbk 14 MPa fbk 16 MPa fbk 18 MPa fbk 20 MPa % 4,01 4,20 3,96 3,69 3,32 2,82 2,84 0,80 3,20 abaixo do índice acima do índice ÍNDICE (m²) MÉDIA R$ 40,43 R$ 40,94 R$ 42,08 R$ 42,95 R$ 44,18 R$ 45,66 R$ 46,77 R$ 45,82 R$ 44,89 OBRA A (%) OBRA B (%) OBRA C (%) OBRA D (%) OBRA E (%) A B C D E 7,89 1,13 4,01 0,49 4,53 8,27 0,75 4,20 0,78 4,57 7,56 0,99 3,96 0,64 4,33 6,70 1,26 3,69 0,54 4,05 5,45 1,64 3,32 0,48 3,67 6,03 2,82 0,49 3,17 6,62 2,84 0,00 3,18 2,02 0,80 1,16 7,50 3,20 3,55 OBRA D 1,004930249 1,007846611 1,00643001 1,0053822 1,004751661 1,004927786 1,000020444 % 0,49 0,78 0,64 0,54 0,48 0,49 0,00 OBRA E 0,954696912 0,954321006 0,956742932 0,959481006 0,963254042 0,968319586 0,968196489 0,988404543 0,964543628 % 4,53 4,57 4,33 4,05 3,67 3,17 3,18 1,16 3,55