AVALIAÇÃO DE DIFERENTES VOLUMES DE APLICAÇÃO DE AGROTÓXICOS NA CULTURA DO AMENDOIM José Antonio Brandão Bonadio¹; João Paulo Gomes²; Rafael Gustavo Perucci²; ¹ Técnico Desenvolvimento de Produtos, Máquinas Agrícolas Jacto S/A, Professor, FATEC Pompéia, Pompéia – SP, Fone: (14) 81612006, [email protected] ² Discente, FATEC Pompeia, Pompeia – SP RESUMO: O Volume de Aplicação é um parâmetro muito importante na pulverização quando se trata de eficiência. O presente trabalho teve como objetivo avaliar três volumes de aplicação de herbicida na cultura do amendoim, usando como critério de avaliação a aplicação que apresentar melhor custo beneficio para o agricultor, realizado com o mesmo equipamento, mesma ponta de mesma vazão nominal e com diferentes velocidades de trabalho. Houve um eficiente controle de plantas daninhas pelo herbicida nos três diferentes volumes de aplicação. PALAVRAS – CHAVE: Diferentes velocidades, Pulverização, Eficiência. EVALUATION OF DIFFERENT VOLUMES OF APPLICATION OF PESTICIDES IN PEANUT CULTURE ABSTRACT: The application rate is an important parameter for spray efficiency. The objetive of the present study was the to evaluating of three rates of herbicide application on peanut crop, using as evaluation standard the application that presents the best cost benefit to the farmer, performed with the same equipment, the same edge of the same nominal flow and with different working speeds. There was an efficient weed control by herbicide in three different spray volumes. KEYWORDS: Different speeds, spraying, efficiency. INTRODUÇÃO A produção brasileira de amendoim em casca é de aproximadamente 150 mil toneladas anuais, obtidas em sua maior parte no Estado de São Paulo, onde se destacam como principais produtoras a região da Alta paulista. Nestas regiões a cultura tem importância social significativa, caracterizando-se como agricultura familiar, exploradas em áreas de pequeno e médio porte, ajustando-se perfeitamente à renovação de canaviais e pastagens. O amendoim já teve maior expressão na agricultura paulista, com grande emprego de mão de obra (especialmente urbana) e uma ótima opção de atividade econômica para micro e pequenos produtores (GABRIEL et al., 1996). A cultura do amendoim Arachis hypogaea L. é mais cultivada no estado de São Paulo, em relação aos demais estados do país, sendo importantíssima para fornecimento de matéria prima à industrialização de óleos vegetais e doces. A região de Ribeirão Preto, SP, destaca-se como a maior produtora do Estado de São Paulo, com cerca de 21.000 ha plantados (INSTITUTO DE ECONOMIA AGRÍCOLA, 1999), geralmente, em consorciação ao plantio de cana-de-açúcar. O custo de produção da cultura gira em torno de 10% do rendimento bruto, mas em anos de grande incidência de pragas, o lavrador precisa estar atento, pois a falta de controle no momento certo pode tirar toda margem de lucro gerada por esta leguminosa. Em anos favoráveis para pragas e doenças o controle químico sobrecarrega o custo de produção (LASCA, 1986). O amendoim é uma planta de crescimento lento, sendo que um dos principais problemas da cultura, e o mais oneroso, é o controle das ervas daninhas, que competindo por luz, água e nutrientes, provocam acentuadas perdas na produtividade prejudicando a qualidade do produto e dificultando a colheita (PEREIRA et al., 1997). O uso de produtos químicos no controle das plantas daninhas, no amendoim, apresenta como uma alternativa viável, em razão de permitir que a competição por invasoras seja mantida em baixos níveis, possibilitando à cultura mostrar o seu potencial produtivo máximo, como também eliminar a ocorrência de doenças facilitadas por danos mecânicos às raízes (LEIDERMAN et al., 1999). O amendoim é suscetível ao ataque de diversos insetos e microorganismos que podem afetar, com maior ou menor grau de severidade, a produção agrícola ou a qualidade do produto, no campo, no transporte ou no armazenamento. A produção comercial do amendoim só é viável mediante o controle de determinadas pragas e doenças que afetam a cultura. O uso de fungicidas, práticas culturais e cultivares resistentes têm sido desenvolvidos, com o objetivo de controlar patógenos específicos. Além dos problemas relacionados com o impacto ambiental, o uso de defensivos na cultura do amendoim contribui para elevar o seu custo de produção (GALLO et al., 1988). Em geral, os agricultores na região de Tupã-SP utilizam um volume de aplicação fixo de 250 L ha-1 para todas as aplicações de agrotóxicos na cultura do amendoim. Durante uma safra são feitas de 5 a 8 aplicações de acordo com a necessidade da lavoura em questão de pragas e doenças. A seleção correta da ponta de pulverização é imprescindível na aplicação de agrotóxicos, e determina quanto é aplicado por área, a uniformidade da aplicação, e do risco potencial de deriva (JOHNSON e SWETNAM, 1996). O volume de aplicação de 250 L ha-1 já é considerado baixo, porém os agricultores estão pensando na possibilidade de diminuir o volume de aplicação. Os agricultores irão adotar uma redução no volume de aplicação, pois aumentará o rendimento operacional, consequentemente pulverizando mais área (ha) por dia, e ainda obtendo uma economia de água (veículo) significativa. MATERIAL E MÉTODOS Os testes foram realizados no Sitio Progresso de propriedade do Sr. Osvaldo Gomes, situada na cidade de Tupã, estado de São Paulo. Foram avaliados três volumes de aplicação de herbicida na cultura do amendoim, usando como critério de avaliação a aplicação que apresentar melhor custo beneficio para o agricultor. Utilizou-se para os testes um pulverizador tracionado, anemômetro digital, trena, termômetro, vaso calibrador, cronômetro, herbicida de marca comercial DUAL GOLD e EPI’s. O pulverizador utilizado foi Columbia A-18 da empresa máquinas agrícolas Jacto, tracionado por um trator New Holland modelo Tl95 de 95 cv de potência nominal. O pulverizador é composto por barras, tanque reservatório 2000 litros e bomba. A barra é de 18 metros, constituída de 36 bicos espaçados a 0,5 metros, com 4 seções. A ponta utilizada durante o trabalho foi da marca jacto (AVI 110 03), com indução a ar, leque plano padrão e a cor azul dentro das normas ISO. A vazão utilizada é de 1,2 litros por minutos na pressão 45 PSI. Este modelo de ponta é utilizado por alguns agricultores de amendoim na região de Tupã. Foi utilizada a pressão de 45 PSI nos três tratamentos, alterando-se a velocidade de trabalho para alterar o volume de aplicação. O produto comercial utilizado foi o herbicida de nome comercial DUAL GOLD. Produto registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, de classe herbicida seletivo de pré-emergência e formulação concentrado emulsionável. Utilizado em pulverização de pré-emergência na dose de 1,25 litros por hectare e em plantio convencional, e ou, direto. É recomendada a aplicação apenas uma vez ao ano. A aplicação do herbicida requer solo úmido no momento do tratamento, para que o herbicida seja posicionado na camada de germinação nas sementes das plantas daninhas e alcance sua máxima eficiência. O produto recomenda uma baixa pressão (30 a 60 lb pol-²) e o volume de calda de 150 a 300 litros por hectare. Figura 01 - Área experimental Autor: João Paulo Gomes O primeiro tratamento consistiu em uma parcela de 18 metros de largura e 85 metros de comprimento, totalizando uma área de 0,15 ha. O tratamento desta área teve como objetivo manter o volume de aplicação de herbicida pré-emergente utilizado atualmente pelos agricultores para testemunha, com o volume de aplicação de 250 litros por ha. A velocidade de pulverização foi de 5,8 km h-1 uma rotação de 540 rpm na tomada de potência. O segundo tratamento consistiu em uma parcela de 18 metros de largura e 100 metros de comprimento, totalizando uma área experimental de 0,18 ha. Este tratamento teve como objetivo diminuir o volume de aplicação para 220 litros por ha do herbicida pré-emergente e verificar se foi eficiente. A velocidade de pulverização foi de 6,5 km h-1 uma rotação de 540 rpm na tomada de potência. O terceiro tratamento consistiu em uma parcela de 18 metros de largura e 100 metros de comprimento, totalizando uma área experimental de 0,18 ha. Nesta área foi feito um volume menor de aplicação comparada com os outros dois tratamentos, com um volume de aplicação de 180 litros por ha de herbicida pré-emergente. A velocidade da pulverização foi de 8 km h-1 com uma rotação de 540 rpm na tomada de potência. Tabela 01 – Velocidades utilizadas em cada tratamento Velocidade da pulverização e tratamentos Velocidade Vazão Pressão Rotação na tomada de potência 1,2 Tratamento 01 5,8 km/h l/min 45 PSI 540 RPM 1,2 Tratamento 02 6,5 km/h l/min 45 PSI 540 RPM 1,2 Tratamento 03 8 km/h l/min 45 PSI 540 RPM Autor: João Paulo Gomes Figura 02 – Tratamentos e Parcelas Autor: João Paulo Gomes A velocidade do vento na hora da aplicação era de 4,9 km/h, o mínimo tolerável é 3,6 km/h e o máximo é de 10 km/h. a umidade relativa do ar era de 65%, sendo que o mínimo para se pulverizar é de 50 %. A pulverização foi realizada dia 19/10/2013 ás 9 horas da manhã, com a temperatura de 26ºC, pois o máximo permitido é de 30ºC. Segundo dados o dia estava adequado para a pulverização, com solo úmido e fatores climáticos favoráveis. Segundo a literatura, o volume de aplicação depende de alguns fatores como o alvo desejado, o tipo de ponta utilizada, as condições climáticas, a arquitetura da planta e o tipo de produto a ser aplicado. Para realização do teste foram feitas as calibrações e regulagens da pulverização. Antes da regulagem foi verificado o filtro de sucção, as mangueiras, o regulador de pressão a bomba e as pontas. A velocidade da pulverização foi determinada de acordo com as possíveis marchas e grupos de marcha do trator utilizado e determinando posteriormente o volume de aplicação. O pulverizador foi localizado 5 metros antes do ponto marcado e anotou-se o tempo gasto para percorrer 50 metros, com o auxilio do cronômetro, obtendo um determinado tempo em segundos, quando relacionado a uma equação matemática, obtém uma velocidade em Km h-1. Determinado o tempo gasto para percorrer os 50 metros, e com o trator parado na mesma rotação, ligou-se a pulverização e regulou-se a pressão de acordo com a ponta utilizada. Coletou-se a vazão da ponta no tempo igual ao tempo gasto para percorrer os 50 metros depois foram feitas as leituras na coluna do vaso calibrador correspondente ao espaçamento entre pontas. No primeiro tratamento com o volume de aplicação de 250 litros por ha utilizouse 10 litros do produto por tanque. No segundo tratamento com o volume de aplicação de 220 litros por ha, utilizou-se 11,40 litros do produto por tanque. No terceiro tratamento com o volume de aplicação de 180 litros por ha, utilizou-se 13,80 litros do produto por tanque. Foram feitos cálculos para determinar a quantidade de produto comercial por tanque. O pulverizador com a capacidade de 2000 litros e o produto comercial (DUAL GOLD) com a dose de 1,25 litros por hectare foram os mesmos usados para os três tratamentos. Utilizou-se as seguintes formulas: Produto Comercial = Capacidade de Tanque X Dose Volume de aplicação PC = produto comercial (litros por tanque) Cap. Tanq. = capacidade de tanque (litros) D = Dose (litros por hectare) Q = Volume de aplicação (litros por hectare) 1. Primeiro tratamento com área de 0,15 ha e volume de aplicação de 250 L ha-1, temos: PC = 2000 X 1,25 = 10 litros por tanque 250 Para se determinar a quantidade de água gasta no 1° tratamento, utilizaram-se os seguintes cálculos: 250 litros -------- 1 ha X = 250 X 0,15 = 37,5 litros X litros -------- 0,15 ha 1 Com capacidade de 2000 litros de tanque e um volume de 250 litros por hectare o pulverizador tem um rendimento de: 2000 litros = 8 Hectares 250 L há-1 Sendo assim, para determinar a quantidade de produto por tanque foram feitos os seguintes cálculos: 8 ha -------- 10 litros tanque-1 Y= 0,15 X 10 = 0,19 litros = 190 ml 0,15 ha -------- Y litros tanque-1 8 2. Segundo tratamento com área de 0,18 hectare e volume de aplicação de 220 L há-1, temos: PC = 2000 X 1,25 = 11,40 litros por tanque 220 Para se determinar a quantidade de água gasta no 2º tratamento foram feitos os seguintes cálculos: 220 litros -------- 1 ha X litros -------- 0,18 ha X = 220 X 0,18 = 39,6 litros 1 Com capacidade de 2000 litros de tanque e um volume de 220 litros por hectare o pulverizador tem um rendimento de: 2000 litros = 9,09 Hectares 220 L há-1 Sendo assim, para determinar a quantidade de produto por tanque foram feitos os seguintes cálculos: 9,09 ha -------- 11,40 litros tanque-1 0,18 ha -------- Y litros tanque-1 Y= 0,18 X 11,40 = 0,225 litros = 225 ml 9,09 3. Terceiro tratamento com área de 0,18 ha e volume de aplicação de 180 L ha-1, temos: PC = 2000 X 1,25 = 13,80 litros por tanque 180 Para se determinar a quantidade de água gasta no tratamento 1 foram feitos os seguintes cálculos: 180 litros -------- 1 ha X = 180 X 0,18 = 32,40 litros X litros -------- 0,18 ha 1 Com capacidade de 2000 litros de tanque e um volume de 180 litros por hectare o pulverizador tem um rendimento de: 2000 litros = 11,11 Hectares 180 L ha-1 Sendo assim, para determinar a quantidade de produto por tanque foram feitos os seguintes cálculos: 11,11 ha -------- 13,80 litros tanque-1 Y= 0,18 X 13,80 = 0,223 litro = 223 ml 0,18 ha -------- Y litros tanque-1 11,11 Segundo os cálculos realizados anteriormente pode montar uma tabela especificando como foi realizada a pulverização. Tabela 02 – Quantidade de produto comercial por tanque, agua consumida, rendimento do pulverizador e produto comercial por tanque Quantidade de produto comercial por tanque 250 l/ha 220 l/ha 180 l/ha Produto comercial por tanque Água consumida Rendimento do pulverizador Produto comercial gasto no Tratamento 10 litros 37,5 litros 8 hectares 190 mililitros 11,40 litros 39,6 litros 9,09 hectares 225 mililitros 13,80 litros 32,4 litros 11,11 hectares 223 mililitros Autor: João Paulo Gomes A avaliação dos tratamentos foram feitas com um quadrado de área de 1 m², fezse as contagens de plantas daninhas de folhas. O quadrado de 1 m² foi arremessado aleatoriamente nas parcelas de cada tratamento e com o uso de um programa de computador (SISVAR) foi feita a análise estatística. RESULTADOS E DISCUSSÃO Os dados foram coletados com o método do m2 aleatoriamente, depois foi feita a contagem das plantas daninhas existentes nos tratamentos. A avalição foi feito após 7 e 15 dias a pulverização. Os dados coletados foram coletados em uma prancheta e depois foi montado uma tabela para estudo. Tabela 03 – Números de plantas daninhas coletadas pelo método do m2 aleatório nos tratamentos Análise após 7 dias da pulverização T1 - P1 T2 - P1 T3 - P1 0 1 1 0 1 0 0 0 0 1 0 1 1 1 1 0 0 1 0 0 0 1 0 1 0 1 0 0 0 1 Análise após 15 dias da pulverização T1 - P1 T2 - P1 T3 - P1 0 0 0 1 1 0 1 1 1 1 2 1 0 1 0 1 0 2 0 1 1 1 0 1 0 1 0 0 0 1 Autor: João Paulo Gomes A variável analisada foram os números de plantas daninhas existentes por m2, levando em consideração a tabela de análise de variância com um erro de 10% com a transformação da raiz quadrada de (y + 0.5). Foi utilizado o software SISVAR, programa de análises estatísticas e planejamento de experimentos desenvolvido na Universidade Federal de Lavras. Tabela 04 – Análise de variância após 7 dias da pulverização considerando erro 10% com a transformação da raiz quadrada de (y + 0.5). Fonte: Rafael Gustavo Perucci Tabela 05 – Análise de variância após 15 dias da pulverização considerando erro de 10% com a transformação da raiz quadrada de (y + 0.5). Fonte: Rafael Gustavo Perucci Comparado o número tabelado com o resultado da tabela de análise de variância o F calculado foi menor que o F tabelado nos provando estatisticamente que não obteve diferença nas aplicações feitas durante os trabalhos, verificou-se que o resultado com menores volumes de aplicação (180 L ha-1 e 220 L ha-1) que o utilizado pelos agricultores (250 L ha-1) foi satisfatório. A incidência de plantas daninhas foi controlada em todos os tratamentos. Com o levantamento dessas informações após os trabalhos, percebeu-se ao longo do mesmo que é necessário para o controle de plantas daninhas na cultura do amendoim pré-emergente algumas praticas de aplicações bem feitas e condições ambientais favoráveis podendo diminuir o volume de aplicação assim economizando água e aumentando o rendimento operacional. O gráfico mostra a economia de água na pulverização nos diferentes volumes de aplicação avaliados. Figura 03 – Comparação do volume de aplicação X economia de água segundo os tratamentos realizados. Autor: Rafael Gustavo Perucci Realizou-se cálculos mostrando a quantidade de tanques de 2000 litros a serem pulverizados em uma área de 1000 hectares, sendo tratamento 1 (250 litros por hectare), tratamento 2 (220 litros por hectare) e tratamento 3 (180 litros por hectare). Comprovouse que há uma redução de 34 tanques pulverizando comparando um volume de aplicação de 250 litros por hectare e 180 litros por hectare. Figura 04 – Comparação das diferentes quantidades de tanques a serem pulverizados em uma área de 1000 ha com relação ao volume de aplicação dos tratamentos testados. Pulverizacões a serem realizadas em 1000 hectares 140 125 Quantidade de Tanques 120 111 100 91 80 60 40 20 0 1 2 3 Tratamentos Autor: João Paulo Gomes CONCLUSÃO Dentre os testes feitos, foram avaliados durante 15 dias, e o desempenho foi satisfatório com os volumes de aplicação de 180, 220 e 250 litros por hectare. Com a redução nos volumes de aplicação pode observar uma redução significante em quantidade de água (veículo) utilizada para a pulverização, consequente do mesmo o meio ambiente é favorecido. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CAVALCANTE, R. D. et all. Cultura do amendoim. Fortaleza: Secretaria de Agricultura e Abastecimento, 1974. 27p. GALLO, D. (Coord.) Manual de entomologia agrícola. São Paulo, Agronômica Ceres, 1988. 531p. INFOBIBOS – Organização de eventos científicos – Artigos / amendoim. Disponível no site: <http://www.infobibos.com/Artigos/2006_2/Amendoim/>. Acesso em: 17 Ago. 2013. INSTITUTODE ECONOMIA AGRÍCOLA, Estimativa e previsão de safras. Informações Econômicas. 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