Capítulo 8 Maximização de Lucros e Oferta Competitiva Tópicos para Discussão Mercados Perfeitamente Competitivos Maximização de Lucros Receita Marginal, Custo Marginal e Maximização de Lucros Escolha do Nível de Produção a Curto Prazo Capítulo 8 Slide 2 Tópicos para Discussão Curva de Oferta a Curto Prazo da Empresa Competitiva Oferta de Mercado a Curto Prazo Escolha do Nível de Produção a Longo Prazo A Curva de Oferta da Indústria a Longo Prazo Capítulo 8 Slide 3 Mercados Perfeitamente Competitivos Características dos Mercados Perfeitamente Competitivos 1) Agentes tomadores de preço 2) Produtos homogêneos 3) Livre entrada e saída no mercado Capítulo 8 Slide 4 Mercados Perfeitamente Competitivos Agentes tomadores de preço Cada empresa, individualmente, vende uma pequena parte da produção total do mercado e, portanto, não tem influência no preço de mercado. O consumidor, individualmente, compra uma porção muito pequena da produção industrial, não tendo qualquer impacto sobre o preço de mercado. Capítulo 8 Slide 5 Mercados Perfeitamente Competitivos Produtos homogêneos Os produtos de todas as empresas são substitutos perfeitos. Exemplos Capítulo 8 Produtos agrícolas, petróleo, cobre, ferro, madeira Slide 6 Mercados Perfeitamente Competitivos Livre entrada e saída no mercado Os compradores podem, facilmente, mudar de fornecedor. Os fornecedores podem, facilmente, entrar ou sair de um mercado. Capítulo 8 Slide 7 Mercados Perfeitamente Competitivos Questões para discussão Que fatores poderiam funcionar como barreiras à entrada e à saída? Todos os mercados são competitivos? Quando um mercado é altamente competitivo? Capítulo 8 Slide 8 Maximização de Lucros As empresas maximizam lucros? Outros Capítulo 8 objetivos possíveis Maximização da receita Maximização de dividendos Maximização de lucros a curto prazo Slide 9 Maximização de Lucros As empresas maximizam lucros? Implicações de objetivos que não sejam a maximização dos lucros Capítulo 8 No longo prazo, os investidores deixariam de investir na empresa Sem lucros, a sobrevivência seria improvável Slide 10 Maximização de Lucros As empresas maximizam lucros? A hipótese de maximização de lucros a longo prazo é válida e não exclui a possibilidade de comportamento altruísta. Capítulo 8 Slide 11 Receita Marginal, Custo Marginal, e Maximização de Lucros Determinação do nível de produção que maximiza os lucros Lucro ( ) = Receita Total - Custo Total Receita Total (R) = Pq Custo Total (C) = Cq Logo: (q) R(q) C (q) Capítulo 8 Slide 12 Maximização de Lucros a Curto Prazo Receita Total Custo, Receita, Lucro ($s por ano) R(q) Inclinação de R(q) = RMg 0 Produção (unidades por ano) Capítulo 8 Slide 13 Maximização de Lucros a Curto Prazo C(q) Custo, Receita, Lucro $ (por ano) Custo Total Inclinação de C(q) = CMg Por que o custo é positivo quando q é zero? 0 Produção (unidades por ano) Capítulo 8 Slide 14 Receita Marginal, Custo Marginal, e Maximização de Lucros Receita Marginal é a receita adicional proveniente da produção de uma unidade a mais de produto. Custo Marginal é o custo adicional associado à produção de uma unidade a mais de produto. Capítulo 8 Slide 15 Receita Marginal, Custo Marginal, e Maximização de Lucros Comparando R(q) e C(q) Nível de produção: 0- q0: C(q)> R(q) C(q) CF + CV > R(q) RMg > CMg Indica que o lucro deve aumentar com a expansão da produção R(q) A Lucro negativo Custo, Receita, Lucro ($s por ano) B 0 q0 q* (q) Produção (unidades por an Capítulo 8 Slide 16 Receita Marginal, Custo Marginal, e Maximização de Lucros Comparando R(q) e C(q) Pergunta: por que o lucro é negativo quando a produção é zero? Custo, Receita, Lucro $ (por ano) C(q) R(q) A B 0 q0 q* (q) Produção (unidades por an Capítulo 8 Slide 17 Receita Marginal, Custo Marginal, e Maximização de Lucros Comparando R(q) e C(q) Nível de produção: q0- q* R(q)> C(q) Custo, Receita, Lucro $ (por ano) C(q) R(q) A RMg > CMg Indica que o lucro deve aumentar com a expansão da produção Lucro é crescente B 0 q0 q* (q) Produção (unidades por an Capítulo 8 Slide 18 Receita Marginal, Custo Marginal, e Maximização de Lucros Comparando R(q) e C(q) Nível de produção: q* R(q)= C(q) RMg = CMg Nível máximo de lucro Custo, Receita, Lucro $ (por ano) C(q) R(q) A B 0 q0 q* (q) Produção (unidades por an Capítulo 8 Slide 19 Receita Marginal, Custo Marginal, e Maximização de Lucros Pergunta Por que o lucro diminui quando a produção se torna maior ou menor que q*? Custo, Receita, Lucro $ (por ano) C(q) R(q) A B 0 q0 q* (q) Produção (unidades por an Capítulo 8 Slide 20 Receita Marginal, Custo Marginal, e Maximização de Lucros Comparando R(q) e C(q) Nível de produção maior que q*: R(q)> C(q) CMg > RMg Custo, Receita, Lucro $ (por ano) C(q) R(q) A B Lucro é decrescente 0 q0 q* (q) Produção (unidades por an Capítulo 8 Slide 21 Receita Marginal, Custo Marginal, e Maximização de Lucros Logo, podemos dizer que: Custo, Receita, Lucro $ (por ano) C(q) Os lucros sãp maximizados quando CMg = RMg. R(q) A B 0 q0 q* (q) Produção (unidades por ano) Capítulo 8 Slide 22 Receita Marginal, Custo Marginal, e Maximização de Lucros R-C R RMg q C CMg q Capítulo 8 Slide 23 Receita Marginal, Custo Marginal, e Maximização de Lucros Os lucros são maximizados quando R C 0 ou q q q RMg CMg 0 ou RMg(q) CMg(q) Capítulo 8 Slide 24 Receita Marginal, Custo Marginal, e Maximização de Lucros A Empresa Competitiva Tomadora de preço Produção de mercado (Q) e produção da empresa (q) Demanda de mercado (D) e demanda da empresa (d) R(q) Capítulo 8 é uma linha reta Slide 25 Demanda e Receita Marginal para Empresas Competitivas Preço $ por bushel Preço $ por bushel Empresa $4 d Indústria $4 D 100 200 Produção (bushels) 100 Produção (milhões de bushels) Receita Marginal, Custo Marginal, e Maximização de Lucros A Empresa Competitiva A demanda Capítulo 8 da empresa competitiva O produtor individual vende todas as suas unidades de produto por $4, independente do seu nível de produção. Se o produtor cobrar um preço mais elevado, suas vendas cairão para zero. Slide 27 Receita Marginal, Custo Marginal, e Maximização de Lucros A Empresa Competitiva A demanda Capítulo 8 da empresa competitiva Se o produtor cobrar um preço mais baixo, ele não conseguirá aumentar suas vendas P = D = RMg = RMe Slide 28 Receita Marginal, Custo Marginal, e Maximização de Lucros A Empresa Competitiva Maximização Capítulo 8 de Lucros CMg(q) = RMg = P Slide 29 Escolha do Nível de Produção a Curto Prazo Veremos, agora, de que forma a análise da produção e dos custos, combinada à análise da demanda, nos permite determinar os níveis de produção e rentabilidade. Capítulo 8 Slide 30 Uma Empresa Competitiva com Lucro Positivo CMg Preço 60 ($ por unidade) Lucro perdido em qq < q* 50 40 D Lucro perdido em q2 > q* A RMe=RMg=P CTMe C B CVMe 30 Em q*: RMg = CMg e P > CTMe q1 : RMg > CMg q2: CMg > RMg 20 q0: CMg = RMg mas o CMg é decrescente 10 0 (P - CMe) x q* ou ABCD 1 q0 Capítulo 8 2 3 4 5 6 7 q1 8 q* 9 q2 10 11 Produção Slide 31 Uma Empresa Competitiva com Prejuízo CMg Preço ($ por unidade) C D Em q*: RMg = CMg e P < CTMe Prejuízo = (P- CMe) x q* ou ABCD B A P = RMg CVMe F E q* Capítulo 8 CTMe Esse produtor continuaria a produzir apesar do prejuízo? Produção Slide 32 Escolha do Nível de Produção a Curto Prazo Resumo das Decisões de Produção O lucro é maximizado quando CMg = RMg Se P > CTMe a empresa aufere lucros. Se CVMe < P < CTMe a empresa deve produzir com prejuízo. Se P < CVMe < CTMe a empresa deve abandonar a indústria. Capítulo 8 Slide 33 Produção de Alumínio no Curto Prazo Custo (dólares por item) 1400 Observações •Preço entre $1140 & $1300: q = 600 •Preço > $1300: q = 900 •Preço < $1140: q = 0 P2 1300 P1 1200 Pergunta A empresa deveria continuar a operar quando P < $1140? 1140 1100 0 Capítulo 8 300 600 900 Produção (tons por dia) Slide 34 Algumas Considerações sobre Custos para Administradores Três recomendações para a estimação do custo marginal: 1) Evitar o uso do custo variável médio como substituto do custo marginal. Capítulo 8 Slide 35 Algumas Considerações sobre Custos para Administradores Três recomendações para a estimação do custo marginal : 2) Um único item do registro contábil da empresa poderá ter dois componentes, com apenas um deles envolvendo custos marginais. Capítulo 8 Slide 36 Algumas Considerações sobre Custos para Administradores Três recomendações para a estimação do custo marginal : 3) Todos os custos de oportunidade devem ser considerados na determinação dos custos marginais. Capítulo 8 Slide 37 Curva de Oferta a Curto Prazo da Empresa Competitiva Preço ($ por unidade) A empresa escolhe o nívelde produção onde RMg = CMg, desde que seja capaz de cobrir seus custos variáveis de produção. CMg P2 CTMe P1 CVMe O que aconteceria se P < CVMe? P = CVMe q1 Capítulo 8 q2 Produção Slide 38 Curva de Oferta a Curto Prazo da Empresa Competitiva Observações: P = RMg RMg = CMg P = CMg A curva de oferta corresponde à quantidade de produto para cada possível nível de preço. Logo: Se P = P1, então q = q1 Se P = P2, então q = q2 Capítulo 8 Slide 39 Curva de Oferta a Curto Prazo da Empresa Competitiva Preço ($ por unidade) S = CMg acima de CVMe CMg P2 CTMe P1 CVMe P = CVMe Ponto de saída do mercado q1 Capítulo 8 q2 Produção Slide 40 Curva de Oferta a Curto Prazo da Empresa Competitiva Observações: A curva de oferta é positivamente inclinada devido à ocorrência de rendimentos decrescentes. Preços mais elevados compensam a empresa pelos custos mais altos associados ao aumento da produção e elevam o lucro total, pois se aplicam a todas as unidades produzidas. Capítulo 8 Slide 41 Curva de Oferta a Curto Prazo da Empresa Competitiva Resposta da Empresa a Mudanças no Preço do Fator de Produção Capítulo 8 Quando o preço de um fator de produção varia, a empresa modifica seu nível de produção, de tal forma que o custo marginal de produção permaneça igual ao preço do produto. Slide 42 Resposta da Empresa à Modificação de Preço do Fator de Produção Preço ($ por unidade) Economia de custo associada à redução da produção Devido ao aumento no preço do insumo, CMg2 CMg se desloca para CMg2 e q cai para q2. CMg1 $5 q2 Capítulo 8 q1 Produção Slide 43 Produção de Curto Prazo para Produtos Derivados de Petróleo Custo ($ por barril) 27 O CMg de produção de uma combinação de derivados de petróleo apresenta forte aumento em diversos níveis de produção, à medida que a refinaria alterna de uma unidade processadora para outra. CMgCP 26 Quanto seria produzido se P = $23? E se P = $24-$25? 25 24 23 8,000 Capítulo 8 9,000 10,000 11,000 Produção (barris/dia) Slide 44 Produção de Curto Prazo para Produtos Derivados de Petróleo Uma curva de CMgCP que aumenta em degraus indica o uso de diferentes processos produtivos para distintos níveis de capacidade. Observação: Capítulo 8 Dada uma função de CMg em degraus, é possível que pequenas variações no preço não alterem a decisão de produção da empresa. Slide 45 Produção de Curto Prazo para Produtos Derivados de Petróleo A curva de oferta da indústria a curto prazo representa a quantidade de produto que a indústria produzirá no curto prazo para cada preço possível. Suponha um mercado competitivo com apenas três empresas: Capítulo 8 Slide 46 Curva de Oferta da Indústria a Curto Prazo CMg1 CMg2 CMg3 $ por unidade A curva de oferta da indústria a curto prazo é a soma horizontal das curvas de oferta das empresas individuais. P3 P2 P1 0 Capítulo 8 Pergunta: Qual seria o efeito sobre a oferta de mercado de um aumento da produção, se este aumentasse o preço dos insumos? 2 4 5 7 8 10 15 Quantity 21 Slide 47 S A Curva de Oferta a Curto Prazo Elasticidade da Oferta de Mercado Es (Q / Q) /(P / P) Capítulo 8 Slide 48 A Curva de Oferta a Curto Prazo Uma curva de oferta a curto prazo perfeitamente inelástica surge quando todos os equipamentos e plantas produtivas da indústria estão sendo plenamente utilizados, de modo que, para aumentar o nível de produção, seria necessária a construção de novas plantas produtivas. Uma curva de oferta a curto prazo perfeitamente elástica surge quando os custos marginais são constantes. Capítulo 8 Slide 49 A Curva de Oferta a Curto Prazo Perguntas 1) Dê um exemplo de oferta perfeitamente inelástica. 2) Se o CMg aumenta rapidamente com a produção, a oferta é mais elástica ou menos elástica? Capítulo 8 Slide 50 A Indústria Mundial de Cobre (1999) País Austrália Canadá Chile Indonésia Peru Polônia Rússia EUA Zâmbia Capítulo 8 Produção Anual Custo Marginal (milhares de ton. métricas) (dólares/libra) 600 710 3660 750 450 420 450 1850 280 0,65 0,75 0,50 0,55 0,70 0,80 0,50 0,70 0,55 Slide 51 Oferta Mundial de Cobre a Curto Prazo Preço ($ por libra) 0.90 CMgPo 0.80 CMgCa 0.70 CMgA 0.60 CMgP,CMgUS CMgJ,CMgZ CMgC,CMgR 0.50 0.40 0 2000 4000 6000 8000 10000 Produção (milhares de toneladas métricas) Capítulo 8 Slide 52 A Curva de Oferta a Curto Prazo Excedente do Produtor a Curto Prazo As empresas obtém um excedente por cada unidade produzida, exceto a última unidade. O excedente do produtor é a soma das diferenças entre o preço de mercado e o custo marginal de produção de cada unidade produzida. Capítulo 8 Slide 53 Excedente do Produtor para uma Empresa Preço ($ por unidade de produção) Em q*, CMg = RMg. Entre 0 e q , RMg > CMg para todas as unidades. Excedente do Produtor CMg CVM e B A D 0 Capítulo 8 P C q* Alternativamente, o CV de produzir q* é a soma de todos os custos marginais até q*, dada por ODCq* . Sabemos que R = P x q* = OABq*. Logo: Excedente do produtor = R – CV = ABCD. Produção Slide 54 A Curva de Oferta a Curto Prazo Excedente do Produtor a Curto Prazo Excedentedo produtor EP R - CV Lucro R - CV - CF Capítulo 8 Slide 55 A Curva de Oferta a Curto Prazo Observação No curto prazo, quando o custo fixo é positivo: EP Capítulo 8 Slide 56 Excedente do Produtor para um Mercado Preço ($ por unidade de produção) S O excedente do produtor para um mercado é a diferença entre P* e S, de 0 a Q*. P* Excedente do produtor D Q* Capítulo 8 Produção Slide 57 Escolha do Nível de Produção a Longo Prazo No longo prazo, a empresa pode variar a quantidade usada de todos seus insumos, inclusive o tamanho da fábrica. Estamos supondo livre entrada e livre saída na indústria. Capítulo 8 Slide 58 Escolha do Nível de Produção a Longo Prazo Preço ($ por unidade de produção) No longo prazo,o tamanho da fábrica aumenta e a produção se eleva para q3. O lucro de longo prazo (EFGD) > lucro de curto prazo (ABCD). CMgLP CMeLP CMgCP D CMeCP A E $40 C G P = RMg B F $30 No curto prazo, alguns insumos são fixos. P = $40 > CTMe. Lucro é dado por ABCD. q1 Capítulo 8 q2 q3 Produção Slide 59 Escolha do Nível de Produção a Longo Prazo Preço ($ por unidade de produção) Pergunta: O produtor aufere lucros quando o preço cai para $30 devido ao aumento da produção da indústria? CMgLP CMeLP CMgCP D CMeCP A E $40 C G P = RMg B F $30 q1 Capítulo 8 q2 q3 Produção Slide 60 Escolha do Nível de Produção a Longo Prazo Lucro Contábil & Lucro Econômico Lucro contábil ( ) = R - wL Lucro Econômico( ) = R - wL - rK wL rK Capítulo 8 = custo da mão de obra = custo de oportunidade do capital Slide 61 Escolha do Nível de Produção a Longo Prazo Equilíbrio Competitivo a Longo Prazo Lucro zero Se R > wL + rK, o lucro econômico é positivo Se R = wL + rK, o lucro econômico é zero, mas a empresa aufere uma taxa de retorno normal, o que indica tratar-se de uma indústria competitiva Se R < wL + rK, a empresa deveria abandonar a indústria Capítulo 8 Slide 62 Escolha do Nível de Produção a Longo Prazo Equilíbrio Competitivo a Longo Prazo Entrada e Saída da Indústria Os lucros de curto prazo resultam em maior produção e lucros no longo prazo. Os lucros na indústria atraem novos produtores. O aumento no número de produtores resulta na elevação da oferta da indústria e, portanto, na redução do preço de mercado. Capítulo 8 Slide 63 Equilíbrio Competitivo a Longo Prazo $ por unidade de produção •O lucro atrai novas empresas •A oferta aumenta até que o lucro = 0 $ por unidade de produção Empresa Indústria S1 CMgLP $40 CMeLP $30 P1 S2 P2 D q2 Produção Q1 Q2 Produção Escolha do Nível de Produção a Longo Prazo Equilíbrio Competitivo a Longo Prazo 1) CMg = RMg 2) P = CMeLP Não há incentivo à entrada ou saída Lucro = 0 3) Preço de Mercado de Equilíbrio Capítulo 8 Slide 65 Escolha do Nível de Produção a Longo Prazo Perguntas 1) Descreva o processo de ajustamento do mercado quando P < CMeLP e as empresas apresentam custos idênticos. 2) Descreva o processo de ajustamento do mercado quando as empresas apresentam custos diferentes. 3) Qual é o custo de oportunidade da terra? Capítulo 8 Slide 66 Escolha do Nível de Produção a Longo Prazo Renda econômica Capítulo 8 Renda econômica é a diferença entre o valor que as empresas estariam dispostas a pagar por um insumo e o menor valor necessário para adquirí-lo. Slide 67 Escolha do Nível de Produção a Longo Prazo Exemplo Duas empresas, A & B Ambas as empresas são proprietárias dos terrenos em que estão localizadas A está localizada às margens de um rio, o que lhe confere um custo de transporte menor que o custo de B em $10.000 . A demanda pela localização de A aumenta o preço de seu terreno em $10.000 Capítulo 8 Slide 68 Escolha do Nível de Produção a Longo Prazo Exemplo Renda econômica = $10.000 $10.000 – 0 (custo do terreno) A renda Lucro Capítulo 8 econômica aumenta econômico de A = 0 Slide 69 As Empresas Auferem Lucro Zero no Equilíbrio de Longo Prazo Preço do ingresso CMgLP CMeLP Uma equipe de beisebol de uma cidade média vende uma quantidade de ingressos suficiente para que o preço seja igual aos custos marginal e médio (lucro = 0). $7 1,0 Capítulo 8 Vendas de ingressos na temporada (milhões) Slide 70 As Empresas Auferem Lucro Zero no Equilíbrio de Longo Prazo Preço do ingresso Renda Econômica CMgLP CMeLP $10 $7 Uma equipe com custos idênticos localizada em uma cidade maiorvende ingressos a $10. 1.3 Capítulo 8 Vendas de ingressos na temporada (milhões) Slide 71 As Empresas Auferem Lucro Zero no Equilíbrio de Longo Prazo Na presença de um insumo fixo como uma localização privilegiada, a diferença entre o custo de produção (CMeLP = 7) e o preço ($10) corresponde ao valor ou custo de oportunidade do insumo (localização) e representa a renda econômica obtida do insumo. Capítulo 8 Slide 72 As Empresas Auferem Lucro Zero no Equilíbrio de Longo Prazo Se o custo de oportunidade do insumo (isto é, a renda) não for levado em consideração, pode-se concluir erroneamente que há lucros econômicos no longo prazo. Capítulo 8 Slide 73 A Curva de Oferta da Indústria a Longo Prazo O formato da curva de oferta da indústria a longo prazo depende do grau em que mudanças no nível de produção da indústria afetam os preços dos insumos. Capítulo 8 Slide 74 A Curva de Oferta da Indústria a Longo Prazo Na determinação da oferta de longo prazo, supõe-se que: Todas as empresas têm acesso à tecnologia de produção existente. O aumento da produção deve-se ao uso de maior quantidade de insumos, e não a inovações tecnológicas. Capítulo 8 Slide 75 A Curva de Oferta da Indústria a Longo Prazo Na determinação da oferta de longo prazo, supõe-se que : As condições dos mercados de fatores de produção não variam em decorrência da expansão ou contração da indústria. Capítulo 8 Slide 76 Oferta de Longo Prazo numa Indústria de Custo Constante $ por unidade de produção Os lucros econômicos atraem novas empresas. A oferta aumenta para S2 e o mercado retorna ao equilíbrio de longo prazo. $ por unidade de produção CMg P2 Q1 aumenta para Q2. Oferta de longo prazo = SL = CMeLP. A mudança na produção não afeta o preço do insumo. S1 AC S2 C P2 A P1 B SL P1 D1 q1 q2 Produção Q1 Q2 D2 Produção Oferta de Longo Prazo numa Indústria de Custo Constante Numa indústria de custo constante, a oferta de longo prazo é uma reta horizontal, referente a um nível de preço igual ao custo médio mínimo de produção. Capítulo 8 Slide 78 Oferta de Longo Prazo numa Indústria de Custo Crescente $ por unidade de produção $ por unidade de produção Em decorrência do aumento nos preços dos insumos, o equilíbrio de longo prazo ocorre a um preço mais elevado. S1 S2 CMeLP2 CMgCP2 CMgCP1 P2 CMeLP1 P2 P3 P3 P1 P1 B A D1 q1 q2 Produção SL Q1 Q2 Q3 D1 Produção Oferta de Longo Prazo numa Indústria de Custo Crescente Numa indústria de custo crescente, a curva de oferta de longo prazo é positivamente inclinada. Capítulo 8 Slide 80 A Curva de Oferta da Indústria a Longo Prazo Perguntas 1) Como é possível a ocorrência de custos decrescentes? 2) Dê um exemplo de indústria de custo decrescente. 3) Qual é a inclinação da curva SL numa indústria de custo decrescente? Capítulo 8 Slide 81 Oferta de Longo Prazo numa Indústria de Custo Decrescente $ por unidade de produção $ por unidade de produção Em decorrência da redução nos preços dos insumos, o equilíbrio de longo prazo ocorre a um preço mais baixo. S1 S2 CMgCP1 CMgCP2 CMeLP 1 P2 P2 CMeLP2 P1 P1 P3 P3 A B SL D1 q1 q2 Produção Q1 Q2 Q3 D2 Produção Oferta de Longo Prazo numa Indústria de Custo Decrescente Numa indústria de custo decrescente, a curva de oferta de longo prazo é negativamente inclinada. Capítulo 8 Slide 83 A Curva de Oferta da Indústria a Longo Prazo Os Efeitos de um Imposto Em capítulo anterior, vimos como as empresas reagem a impostos sobre insumos. Agora, veremos como as empresas reagem a impostos sobre a produção. Capítulo 8 Slide 84 Efeito de um Imposto de Produção sobre a Produção de uma Empresa Competitiva Preço ($ por unidade de produção) CMg2 = CMg1 + imposto CMg1 Um imposto de produção aumenta o custo marginal da empresa no montante do imposto. A empresa reduzirá a produção até o ponto em que o custo marginal acrescido do imposto seja igual ao preço. t P1 CVMe2 CVMe1 q2 Capítulo 8 q1 Produção Slide 85 Efeito de um Imposto de Produção sobre a Produção da Indústria Preço ($ por unidade de produção) S2 = S1 + t S1 t P2 O imposto desloca S1 para S2 e a produção cai para Q2. O preço aumenta para P2. P1 D Q2 Capítulo 8 Q1 Produção Slide 86 A Curva de Oferta da Indústria a Longo Prazo Elasticidade a Longo Prazo da Oferta 1) Indústria de custo constante A oferta de longo prazo é horizontal Pequenas variações no preço induzem variações extremamente grandes na produção Capítulo 8 Slide 87 A Curva de Oferta da Indústria a Longo Prazo Elasticidade a Longo Prazo da Oferta 1) Indústria de custo constante Capítulo 8 A elasticidade de longo prazo da oferta é infinita Supõe-se que haja insumos imediatamente disponíveis para a expansão da oferta Slide 88 A Curva de Oferta da Indústria a Longo Prazo Elasticidade a Longo Prazo da Oferta 2) Indústria de custo crescente Capítulo 8 A oferta de longo prazo é positivamente inclinada e a elasticidade é positiva A inclinação (elasticidade) depende da magnitude dos aumentos no custo dos insumos A elasticidade de longo prazo é, geralmente, maior que a elasticidade de curto prazo Slide 89 A Curva de Oferta da Indústria a Longo Prazo Pergunta: Capítulo 8 Descreva a elasticidade de longo prazo da oferta numa indústria de custo decrescente. Slide 90 Oferta Habitacional a Longo Prazo Cenário 1: Imóveis ocupados pelos proprietários Áreas suburbanas ou rurais Mercado em escala nacional para os insumos Capítulo 8 Slide 91 Oferta Habitacional a Longo Prazo Perguntas Essa indústria apresenta custo constante ou crescente? Que tipo de elasticidade da oferta você esperaria encontrar nessa indústria? Capítulo 8 Slide 92 Oferta Habitacional a Longo Prazo Cenário 2: Imóveis alugados Restrições de zoneamento limitam as construções Áreas urbanas Custos de construção fortemente crescentes Capítulo 8 Slide 93 Oferta Habitacional a Longo Prazo Perguntas Essa indústria apresenta custo constante ou crescente? Que tipo de elasticidade da oferta você esperaria encontrar nessa indústria? Capítulo 8 Slide 94 Resumo Os administradores de empresas podem atuar de acordo com um conjunto complexo de objetivos e sob diversas restrições. Uma empresa competitiva toma suas decisões de produção sob a hipótese de que a demanda pela sua produção é horizontal. Capítulo 8 Slide 95 Resumo No curto prazo, uma empresa competitiva maximiza seu lucro escolhendo o nível de produção para o qual o preço seja igual ao custo marginal (de curto prazo). A curva de oferta de mercado no curto prazo é a soma horizontal das curvas de oferta das empresas da indústria. Capítulo 8 Slide 96 Resumo O excedente do produtor para uma empresa é a diferença entre sua receita e o custo mínimo necessário para produzir o nível ótimo de produto. Renda econômica é a diferença entre o pagamento feito por um fator de produção escasso e o valor mínimo necessário para obtê-lo por locação. Capítulo 8 Slide 97 Resumo No longo prazo, as empresas maximizadoras de lucro escolhem o nível de produção para o qual o preço é igual ao custo marginal de longo prazo. A curva de oferta a longo prazo da empresa pode ser horizontal ou apresentar inclinação positiva ou negativa. Capítulo 8 Slide 98 Fim do Capítulo 8 Maximização de Lucros e Oferta Competitiva