IMPRESSO Impresso fechado. Pode ser aberto pela ECT Publicação mensal outubro de 2011 ano 8 – número 104 Foto: Divulgação Nelson Sperb Neto é o novo presidente do SICEPOT-RS Ministro dos libera R$ 11 Transportes 5 para as obra milhões s do Parque P da Rodovia ágina 3 Sindicato da Indústria da Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de Terraplenagem em geral no Estado do Rio Grande do Sul O Daer como instituição de Estado O RS vem perdendo seus espaços políticos e econômicos ao longo das últimas décadas, muito mais por seus fatores endógenos que por ações exógenas passíveis de interferência ou ameaça ao nosso processo de desenvolvimento. Esta atuação de conflito político sistêmico está interferindo em nossas instituições, em nossa evolução como sociedade e, consequentemente, em nossa infraestrutura, fator fundamental para nossa competitividade global. Nossa matriz de transportes é 85% alicerçada no modal rodoviário. Porém, teimamos em denegrir a instituição que responde por estes investimentos no Estado, deixando-a à mercê de inserções políticas eventuais, não atuando de forma planejada, estruturada e com um Plano Rodoviário Estadual que permita à Autarquia uma ação sistematizada e de longo prazo em busca do incremento das nossas rodovias e da continuidade de propósitos nestes investimentos. Infraestrutura é questão de Estado, Praça Osvaldo Cruz, no 15 – cj. 1414 90.038-900 - Porto Alegre/RS Fone: (51)3228-3677 Fax: (51)3228-5239 E-mail: direto[email protected] Publicação mensal transcendendo governos, logo, o DAER deve ser uma instituição com este foco, pois foi criado em 1937 com a missão de “garantir o desenvolvimento do modal rodoviário no Estado do Rio Grande do Sul”. No entanto, atua-se nos últimos anos com um foco que vai de encontro a esta missão, pois não se permite uma continuidade de atuação técnica, com plano de obras de acordo com as efetivas prioridades logísticas do Estado, muito menos uma autonomia técnica, econômica, financeira, administrativa e funcional tão necessária a uma Entidade com tamanha responsabilidade e nobre missão. Inserir no Departamento uma gestão com viés de longo prazo, fundamentada no mérito de seu qualificado corpo funcional, na busca da redução do nosso custo logístico através de obras priorizadas de acordo com critérios técnicos e econômicos consagrados, com planejamento estratégico aplicado, seguindo um Plano Rodoviário atu- alizado, com força de lei, e que seja aplicado por sucessivos governos, de maneira a finalmente permitir que o Rio Grande do Sul estanque seus conflitos endógenos e seus gargalos na matriz de transportes, buscando de forma clara e objetiva um modelo de gestão rodoviária liderado e conduzido por um DAER forte, certamente permitirá suporte a nossa economia para esta chegar a um grau de expansão compatível com suas efetivas potencialidades. Isto somente será possível com visão permanente de Estado para infraestrutura, sendo um DAER renovado, prestigiado e arejado um dos instrumentos ideais desta atuação. O compromisso do setor empresarial de infraestrutura é contribuir positivamente neste processo. Nossos votos de pleno sucesso a nova gestão do DAER que ora assume tão relevante compromisso. Cylon Rosa Neto presidente do Fórum de Infraestrutura das Entidades de Engenharia outubro de 2011 | Sicepot 3 Infraestrutura Ministro dos Transportes libera R$ 115 milhões para as obras da BR-448 Foto: Divulgação Em Porto Alegre, o ministro dos Transportes, Paulo Passos, anunciou, em 7 de outubro, a liberação de R$ 115 milhões do governo federal, até o final de 2011, para a continuidade das obras da BR-448, que ligará a Capital a Sapucaia do Sul. Os investimentos na chamada Rodovia do Parque poderão receber, ainda este ano, novo aporte de R$ 125 milhões, condicionado ao cronograma de execução. Segundo o ministro Paulo Sergio Passos, conclusão da Rodovia do Parque ficou para o início de 2013 O anúncio foi feito em um canteiro de obras da rodovia, logo após a vistoria aérea realizada pelo ministro na companhia do governador Tarso Genro, do secretário Beto Albuquerque e do superintendente do DNIT/ RS, Vladimir Casa. Em entrevista à imprensa, Passos falou sobre a necessidade de manutenção do ritmo de construção da rodovia, classificando o andamento das obras como bastante satisfatório. " Essa obra é muito importante, pois representa um novo corredor capaz de desafogar a BR-116, que em boa parte do dia permanece congestionada", disse o ministro. O governador Tarso Genro saudou a ampliação do montante de recursos destinados à obra para 2011, que originalmente estava na faixa dos R$ 45 milhões. Ressaltando que é comum o atraso em obras públicas, o governador manifestou otimismo com o andamento da construção da Rodovia do Parque, e a previsão de entrega é para o primeiro semestre de 2013. Resolvido impasse com famílias da Vila Dique O impasse que estava atrasando parte das obras da Rodovia do Parque começa a ser resolvido. Em reunião de representantes da prefeitura de Canoas, Dnit/RS e do consórcio responsável pela construção da estrada, em outubro, ficou decidido que 50 famílias serão transferidas para a Vila de Passagem. As outras 300 famílias que vivem na Vila Dique serão transferidas de forma direta para os loteamentos, que serão construídos nos bairros Fátima e Rio Branco, em Canoas. Ao todo, os moradores ocupam um trecho de quatro quilômetros da futura rodovia. A expectativa das construtoras é de que, inicialmente, pelo menos 50 casas sejam removidas para que possa ser construída uma elevada de 2,5 quilômetros, cujo trabalho deveria ter iniciado em agosto. 4 Sicepot | outubro de 2011 INFRAESTRUTURA O novo presidente do Sindicato da Indústria da Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de Terraplenagem em Geral no Estado do Rio Grande do Sul (SICEPOT-RS), engenheiro Nelson Sperb Neto, empossado em 26 de setembro, em solenidade no Centro de Eventos do Hotel Plaza São Rafael, afirmou que o Rio Grande do Sul necessita de R$ 2 bilhões por ano para viabilizar projetos rodoviários licitados e ainda a serem licitados. Em seu discurso de posse, Sperb Neto indicou que somente para manter a estrutura de suas estradas pavimentadas e não pavimentadas, além de cerca de mil obras de arte especiais, entre pontes e viadutos, o estado demanda cerca de R$ 600 milhões por ano. Paralelamente, para poder concluir as obras de 106 ligações asfálticas municipais, junto com a duplicação de rodovias, seriam necessários mais R$ 400 milhões por ano. Igual investimento seria imprescindível, de acordo com o novo presidente do SICEPOT-RS, para a manutenção e ampliação da malha rodoviária federal no estado. Ou seja, cerca de R$ 400 milhões por ano para o Fotos: Divulgação Sperb Neto assume presidência do Si Sperb Neto: “Aguardamos com esperança o recomeço efetivo dos programas do Dnit no estado, o que passa pelo trabalho profícuo de nossas lideranças políticas e também pelas entidades de engenharia aglutinadas no Fórum da Infraestrutura”. Na foto, Secretário Beto Albuquerque, Sperb Neto e deputado Adão Villaverde. programa de conservação e restauração, chamado Crema Segunda Etapa, e R$ 600 milhões por ano para a duplicação de acessos “comprovadamente saturados” como a BR-392(Pelotas– Rio Grande); BR-392 (Contorno de Pelotas); BR-116 (Guaíba–Pelotas), BR-290 (Eldorado–Pantano Grande), BR-386 (Tabaí–Estrela); e BR-448 (Sapucaia–Porto Alegre), entre outras. Em nível do Dnit, Sperb Athos Cordeiro se despede presidência do SICEPOT-RS outubro de 2011 | Sicepot 5 do Sindicato da Construção Pesada RS Divulgação Neto manifestou preocupação com o andamento dos projetos rodoviários no estado e aproveitou para destacar “a valentia de líderes como o engenheiro Vladimir Casa, superintendente regional do órgão, que teve coragem para refutar acusações débeis e expor à sociedade a verdadeira face dos projetos em fase de licitação”. E acrescentou: “Aguardamos com esperança o recomeço efetivo dos programas do Dnit no estado, o que passa pelo trabalho profícuo de nossas lideranças políticas e também pelas entidades de engenharia aglutinadas no Fórum da Infraestrutura”. Sperb Neto assina livro de posse Diretoria SICEPOT/RS Presidente: Nelson Sperb Neto Vice-Presidente: Athos Roberto Albernaz Cordeiro Diretor Administrativo Financeiro: Nilto Scapin Diretores Executivos: André Loiferman Caetano Alfredo Silva Pinheiro Jandir dos Santos Ribas Júlio Carlos Comin Odilon Alberto Menezes Orgel de Oliveira Carvalho Filho Ricardo Lins Portella Nunes Vilson Flores Busnello Conselho Fiscal: Titulares: Alexandre César Beck de Souza Augusto Luiz Petzhold Tozzi Hélio Antônio Amaral Militz Suplentes: Carlos Englert Cylon Fernandes Rosa Neto Renan Schaeffer Delegados – Representantes junto à Fiergs: Titulares: Humberto César Busnello Ricardo Lins Portella Nunes Suplentes: Jorge Vasconcellos Bastian Paulo Eduardo Nunes Ponte Diretoria AREOP Presidente: Athos Roberto Albernaz Cordeiro Vice-Presidente: Nelson Sperb Neto Secretário: Jorge Vasconcellos Bastian Tesoureiro: Marco Antonio de Souza Camino Diretor Setor Pavimentação: Valdir Turra Carpenedo Diretor Setor Terraplenagem: Darci José Giovanella Diretor Setor Obras de Arte: Roberto Leitão dos Santos Diretor Setor de Saneamento: Alberto Wagner Diretor Setor de Infraestrutura Urbana: Aldo Malta Dihl Diretor Setor de Consultoria: José Carlos Teixeira Tedesco Diretor Setor de Sinalização: Pedro Antonio Affatato Diretor Setor de Montagens Indústriais: Mário Roberto Amorim Baltar Diretor Setor de Representação Brasília: Roberto Lins Portella Nunes Conselho Consultivo: Percival Ignacio de Souza, Luiz Roberto Andrade Ponte, Nelson Vargas, Alcides Simonaggio, Pedro Alberto Tedesco Silber, Edgar Hernandes Candia, Aristóteles José Bourscheid, Ricardo de Magalhães Santiago, Geraldo Felix Penna, Alvaro Ferreira dos Santos Guedes. Membros do Conselho Fiscal: Titular: Everton Andreetta Titular: Gilseu Luiz Rossatto Titular: Mauro Silvestre Della Pasqua Suplente: Jairo Dalfovo Suplente: Pedro Antonio Reginato Suplente: Silvio Luiz Salazar 6 Sicepot | outubro de 2011 Fotos: Divulgação INFRAESTRUTURA Secretário Beto Albuquerque faz a apresentação dos novos diretores Seinfra reestrutura diretoria do Daer O secretário de Infraestrutura e Logística do RS, Beto Albuquerque, anunciou, em setembro, mudanças na diretoria do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer). Foram anunciados os nomes Francisco Thormann na diretoria-geral; Cleber Domingues na diretoria de operação rodoviária; Milton Cypel na diretoria de infraestrutura rodoviária; e Luiz Carlos Karnikowski na diretoria de gestão e projetos. Duas diretorias não sofrem alteração. Saul Sastre continua à frente da Diretoria de Transportes Rodoviários, e Foram anunciados Francisco Thormann na diretoria-geral; Cleber Domingues na diretoria de operação rodoviária; Milton Cypel na diretoria de infraestrutura rodoviária; e Luiz Carlos Karnikowski na diretoria de gestão e projetos. Eli Pegoraro na Diretoria de Administração e Finanças. Na Seinfra, o atual assessor Técnico, Rui Dick, assume a Gerência Executiva da Secretaria. Ao justificar as substituições, o secretário deixou claro não ser problema de ine- ficiência, mas de troca de perfis, na busca do objetivo maior, proposto pelo governo do estado. "Tomamos uma decisão administrativa após nove meses de gestão para dinamizar o Departamento", explicou Albuquerque. O secretário fez um agra- decimento especial ao engenheiro Marcos Ledermann, que deixou a diretoria-geral do Departamento por problemas de saúde. "Agradeço a todos os diretores que trabalharam nestes primeiros meses de governo e agora deixam as diretorias, mas meu agradecimento especial vai para o diretor Ledermann, um velho amigo que esteve ao meu lado enfrentando os problemas que apareceram no nosso difícil início de gestão", lembrou. Ao anunciar o nome do novo diretor-geral do Daer, Francisco Thormann, o titular da Seinfra reafirmou outubro de 2011 | Sicepot a importância do diálogo com o departamento. "Nós precisamos de um Daer dinâmico, eficiente, transparente, coesionado politicamente para atingirmos os objetivos e metas traçados pelo governo do Estado", ressaltou. Thormann destacou a satisfação de ser chamado pelo governo. "Volto a trabalhar com o governador Tarso Genro, com quem tive a honra de colaborar na Prefeitura de Porto Alegre, em 1992, e com o secretário Beto Albuquerque e companheiros do Daer", disse o novo diretor-geral. Ao encerrar, Francisco Thormann disse estar preparado para o novo desafio. "Teremos de ser incansáveis no cumprimento desta tarefa enorme, proposta pelo Estado", encerrou. Os desafios Quanto ao principais desafios, Beto citou os acessos municipais, ao dizer que o atual governo entrará para a história como o que mais atuou nesta área, além de afirmar a intensão de duplicar cerca de 200 quilômetros de estradas. "Temos a expectativa de investir o total de R$ 3 bilhões em nossa malha viária até o final do nosso governo", afirmou. O Daer também projeta uma restruturação da malha viária por meio do Contrato de Restauração e Manutenção de Rodovias (Crema). "Queremos um trabalho de qualidade em cerca de 1.500 quilômetros de rodovias estaduais, com duração de cerca de cinco anos, somando um investimento de Perfis dos novos diretores Diretor-geral do Daer Francisco Thormann, 51 anos, natural de Rio Grande, é pós-graduado em Engenharia de Segurança do Trabalho, arquiteto e urbanista, pós-graduado em Gerência de Cidades. Foi coordenador do programa de pavimentação da Prefeitura Municipal de Porto Alegre (1992), supervisor de programas especiais do Daer (19992002), assistente da diretoria de infraestrutura rodoviária e coordenador da unidade de programas especiais do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (2003-2011). Diretor de operação rodoviária Cleber Domingues, 48 anos, natural de Lagoa Vermelha, é formado em Administração de Empresas e em Comércio Exterior, com especialização em Administração de Marketing pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) e mestre em Manegement Marketing Estratégico, pela Universidad de Ciencias Empresaria- em torno de R$ 700 milhões, recursos que serão buscados junto a financiamentos", disse o secretário. Mesmo com o destaque para a gestão, com a restruturação do órgão, implantação do ponto eletrônico, que está em fase de licitação, e o concurso, Albuquerque revelou o principal objetivo. "A grande ordem que dou aos diretores que estão assumindo é que cumpram os prazos, vençam obstáculos e não deixem problemas surgirem para atrasar a solução de obras" finalizou. les y Sociales de Buenos Aires, Argentina. É funcionário público desde 1982, sendo que atualmente exercia a função de diretor administrativo da Seinfra. Diretor de infraestrutura rodoviária Milton Cypel, 66 anos, natural de Porto Alegre, é engenheiro civil, com especialização em estradas, formado pela PUC-RS. Funcionário de carreira do Daer desde 1969. Atualmente, ocupava o cargo de especialista rodoviário do Departamento. Diretor de gestão e projetos Luiz Carlos Karnikowski de Oliveira, 51 anos, natural de São Luiz Gonzaga, é engenheiro civil, formado no ano de 1984, pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). Possui curso de especialização em Engenharia de Estruturas e extensão universitária em Rede de Infraestrutura e Morfologia urbana. Ocupava o cargo de assessor técnico da Seinfra. Albuquerque: “Cumpram os prazos, vençam obstáculos e não deixem problemas surgirem para atrasar a solução de obras”. 7 8 Sicepot | outubro de 2011 PERFIL Até o final deste ano, o Dnit espera concluir todos os trâmites da licitação da BR116 no trecho entre Guaíba e Pelotas. O processo havia sido suspenso por determinação do ex-ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, após a divulgação de suspeitas de corrupção na autarquia, e encaminhado ao Tribunal de Contas da União (TCU). Após a sua liberação por aquela corte, ficou acertado que o Dnit deverá providenciar os ajustes solicitados e, em seguida, dar continuidade ao processo. “Tudo indica que até o final do ano estaremos com as licitações encerradas e os contratos assinados para iniciar a obra”, garantiu ao informe do SICEPOT-RS Vladmir Casa, superintendente do Dnit/RS. A BR-116, no trecho entre Guaíba e Pelotas, de 219,4 quilômetros de extensão, é uma rodovia de pista simples de mão dupla. A duplicação será feita no lado esquerdo de quem segue no sentido Porto Alegre-Pelotas. O orçamento inicial previa um investimento total de R$ 1 bilhão. Sobre a duplicação da BR-386, Vladimir Casa informou que a continuidade da obra ainda depende da remoção de 25 famílias de índios caingangues situados no limite de Estrela e Bom Retiro do Sul. Para resolver Fotos: Divulgação DNIT/RS confirma licitação da BR-116, Guaíba-Pelotas, para este ano Vladimir Casa: Dnit deverá providenciar os ajustes solicitados pelo TCU e, em seguida, dar continuidade ao processo de licitação da BR-116 o assunto, o Dnit deve fechar, nos próximos meses, a compra de uma área de 18 hectares localizada nos fundos do local ocupado hoje. “São cerca de 9 quilômetros que se encontram bloqueados pela Funai. Nos demais 24, a obra segue normalmente”, explicou Casa. “Apesar das dificuldades para a remoção das famílias que moravam na margem da rodovia, a obra deve ser concluída no prazo original, ou seja, no primeiro semestre de 2013”. O consórcio Icila/Cotrel/Conpasul é o responsável pela obra. Em relação à duplicação da BR-392, Pelotas-Rio Grande, o titular do Dnit/ RS prevê a sua conclusão para meados de 2013." Os trabalhos estão dentro do cronograma previsto. Já consumimos todo o valor do orçamento deste ano, pedimos e recebemos uma suplementação de recursos. Também faz parte desse complexo o Contorno de Pelotas, que está com licitação concluída, faltando apenas homologar e assinar os contratos. Isso ainda não foi feito porque depende de uma reavaliação de custos da obra que, em princípio, foram considerados altos. Esperamos, contudo, que a licitação ocorra ainda este ano”, afirma. Já no caso da duplicação da BR-290, no trecho Eldorado–Pantano Grande, o titular do Dnit/RS explicou que o processo está parado por acúmulo de serviços e por outras prioridades. Sobre o Crema 2ª Etapa, o diretor da autarquia informou que o programa ainda está com projetos em desenvolvimento sem previsão de conclusão. No total serão 3.200 quilômetros de rodovias, divididos em onze lotes, com investimentos de R$ 1,8 bilhão no período 2011-2015. No total, o Dnit/RS deverá encerrar o ano com um desembolso de R$ 800 milhões, diante de R$ 1,1 bilhão do ano anterior. Até o final de outubro, foram aplicados de forma efetiva cerca de R$ 600 milhões.