2012/05/23 AS DECLARAÇÕES FINAIS DA CIMEIRA DE CHICAGO Alexandre Reis Rodrigues São, nada mais nada menos, quatro declarações perfazendo um total de cerca de 20 páginas de texto denso, a saber: “Chicago Summit Declaration”, “Summit Declaration on Defence Capabilities: Toward NATO Forces 2020;” “Deterrence and Defence Posture Review” e“Chicago Summit Declaration on Afeghanistan”. Presumo que para além destes quatro documentos deverão existir mais dois a que, no entanto, não parece haver acesso público: sobre a “Connected Forces Initiative” (que procura melhorar a interoperabilidade entre forças, com base na experiência da intervenção na Líbia) e o “Defence Package” (que tratará dos programas abrangidos pelo conceito “smart defence”), assuntos abordados no documento sobre “capacidades de defesa”. O Afeganistão é o assunto concreto que maior cobertura tem, com uma declaração específica e uma alargada menção na declaração geral. Os temas mais “difíceis” das armas nucleares táticas na Europa e o impacto da nova estratégia dos EUA, aprovada em janeiro deste ano, são, como se esperava e compreende, os grandes ausentes. No entanto, sobre o segundo não faltam inúmeras e detalhadas referências sobre o que se espera que os europeus façam. Destaco apenas uma: «Developing greater European military capabilities will strengthen the transatlantic link, enhance the security of all Allies and foster an equitable sharing of the burdens, benefits and responsibilities of Alliance membership.» Não obstante esta Cimeira ter sido mais de continuidade e de consolidação do que foi decidido em Lisboa, existe, pelo menos, o assunto da defesa antimíssil que tem elementos novos, dos quais um envolve alguma mudança de postura. Alguns aspetos que não foram minimamente abordados em Lisboa, quando se decidiu avançar com o projeto, embora essa tivesse sido a altura ideal, foram agora formalmente clarificados. Refiro-me, para começar, ao esclarecimento feito, preto no branco, de que, no sistema em desenvolvimento, só a expansão do programa “Active Layered Theater Ballistic Missile Defence” (ALTBMD) é elegível para financiamento comum (no âmbito da verba adicional de 200 milhões de euros então solicitada, segundo creio). Tudo o mais terá que ser considerado a partir das contribuições nacionais individuais de cada Estado membro, incluindo a aquisição dos sensores e intercetores.[1] Conforme era de esperar, mas também não tinha nunca sido referido publicamente, o processo de decisão do sistema terá que se basear num conjunto de normas e procedimentos preestabelecido, porquanto os curtíssimos espaços de tempo disponíveis para se decidir sobre a interceção exigirão uma reação quase automática. Aparentemente, essas normas estão já aceites, mas não se espera que sejam tornadas públicas. Ficou apenas a garantia, sem mais qualquer pormenor, de que os aliados terão oportunidade de fazer o acompanhamento político do desenvolvimento do projeto. Ainda dentro do tema da defesa antimíssil, o aspeto mais interessante é o último período do parágrafo nº 58 da Declaração da Cimeira, quando se diz: «Should international efforts reduce the threats posed by ballistic missile proliferation, NATO missile defence can, and will, adapt accordingly.» Não conheço a forma como se decidiu incluir este compromisso, mas a impressão que me dá é a de um acrescento de última hora, por imposição de qualquer país (ou países) não totalmente satisfeito com a prioridade elevada que foi atribuída a esta capacidade. Digo que é um “acrescento” porque esse pequeno texto não vem na sequência lógica do que a NATO, pela voz do atual secretário-geral, tem dito sempre sobre a ameaça de mísseis balísticos, geralmente caracterizada como urgente e preocupante. Ao admitir outra hipótese está-se a “arruinar” a lógica do discurso até então feito. Para quem não concorda com a lógica defendida pelo secretário-geral da NATO sobre este tema, esta nota tem o mérito de abrir a porta a uma reflexão mais equilibrada entre a argumentação técnica, que tem andado algo subalternizada, e a política. Aliás, como recomendação de planeamento, a nova nota é excessiva e desnecessária, porque é próprio da lógica do desenvolvimento destes projetos de Defesa ter em conta como a ameaça vai evoluindo e manter em aberto, enquanto for possível, a possibilidade de ajustar os requisitos do sistema. Por outro lado, ao pôr-se a hipótese de a “ameaça diminuir” estamos a aceitar que ela existe presentemente e tem relevância suficiente para justificar o desenvolvimento de um projeto financeiramente pesado, o que, como tenho dito, não está provado. A única ameaça suscetível de causar preocupação é a proveniente do Irão mas, mesmo essa, está longe de poder cobrir todo o território europeu, ao contrário do que se alega para justificar uma defesa antimíssilqueproteja todas as populações europeias de países membros da NATO, território e forças[2]. Não é realista assumir que Teerão tenha o propósito de ser capaz de ameaçar qualquer ponto da Europa. Tê-lo-á, com certeza, na área onde pretende ser a potência regional, mas para lidar com essa dimensão, não se vê que mais meios possam ser necessários para além dos que os EUA estão a instalar no âmbito do conceito de “Phased Adaptive Approach”, introduzido pelo Presidente Obama. Tomar decisões neste contexto pode não ser fácil porque, se existe uma suspeita de ameaça, a obrigação dos responsáveis políticos é tomar todas as medidas necessárias para a enfrentar. No entanto, é também sua obrigação estabelecer prioridades se não existem recursos para acorrer a todas as eventualidades. Será que a defesa antimíssil é a prioridade mais elevada para a Europa? [1] «Our aim remains to provide the Alliance with a NATO operational BMD that can provide full coverage and protection for all NATO European populations, territory and forces, based on voluntary national contributions, including nationally funded interceptors and sensors, hosting arrangements, and on the expansion of the Active Layered Theatre Ballistic Missile Defence (ALTBMD) capability. Only the command and control systems of ALTBMD and their expansion to territorial defence are eligible for common funding.», in “ChicagoSummit Declaration”,paragrafes 58/61. [2] «Should providefull coverage and protection for all NATO European populations, territory and forces». 128 TEXTOS RELACIONADOS : 2012/05/20 AS RELAÇÕES OTAN-F EDERAÇÃO RUSSA Pedro Santos Jorge[1] 2012/05/14 “SMART DEFENCE ” NA CIMEIRA DE CHICAGO Alexandre Reis Rodrigues 2012/05/05 A CIMEIRA DE CHICAGO E O RELACIONAMENTO TRANSATLÂNTICO Alexandre Reis Rodrigues 2012/04/07 A DEFESA ANTIMÍSSIL NA EUROPA, DEPOIS DE LISBOA Alexandre Reis Rodrigues 2012/03/28 A DESPESA COM AS F ORÇAS ARMADAS E A LINGUAGEM DOS NÚMEROS João Pires Neves[1] 2012/03/24 A CIMEIRA DE CHICAGO: RUMO AO FUTURO Pedro Santos Jorge[1] 2011/10/14 A NATO E A PCSD DA UE, NO PÓS LÍBIA Alexandre Reis Rodrigues 2011/07/22 DISSUASÃO SEM ARMAS NUCLEARES ? 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Alexandre Reis Rodrigues 2010/10/09 A SEGURANÇA ENERGÉTICA DA EUROPA E A NATO Alexandre Reis Rodrigues 2010/09/24 O NOVO CONCEITO ESTRATÉGICO DA NATO. DUAS QUESTÕES POLÉMICAS [1] Alexandre Reis Rodrigues 2010/09/21 OTAN 2020 – REFORÇO DA DEFESA COLECTIVA E AFIRMAÇÃO M ODELO POSSÍVEL, NECESSÁRIO OU DE TRANSIÇÃO? DA SEGURANÇA COOPERATIVA – O Rui Ribeiro Vieira[1] 2010/09/17 PORTUGAL, A NATO, O ATLÂNTICO SUL E O BRASIL João Brandão Ferreira 2010/08/26 DA DEFESA ANTI-MÍSSIL DE TEATRO PARA A DEFESA ANTI- MÍSSIL DA Alexandre Reis Rodrigues 2010/08/19 A DEFESA ANTI-MÍSSIL. PRIORIDADE PARA A Alexandre Reis Rodrigues 2010/08/11 O QUE SERÁ VENCER NO AFEGANISTÃO? NATO? 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Ferreira (Brasil) 2009/09/21 O ESCUDO DE PROTECÇÃO ANTIMÍSSIL E A QUESTÃO IRANIANA Alexandre Reis Rodrigues 2009/09/17 INTERNATIONAL SECURITY AND NATO[1] Inês de Carvalho Narciso 2009/09/14 A «AFEGANIZAÇÃO» DA ESTRATÉGIA DA ISAF Alexandre Reis Rodrigues 2009/09/01 AS ARMAS NUCLEARES E A REVISÃO DO CONCEITO ESTRATÉGICO DA Alexandre Reis Rodrigues 2009/07/28 O NOVO CONCEITO ESTRATÉGICO DA NATO Alexandre Reis Rodrigues 2009/05/14 OS GRANDES DESAFIOS DA NATO[1] Victor Marques dos Santos[2] 2009/05/13 A NATO[2] Francisco Proença Garcia[1] 2009/05/10 ARSENAIS NUCLEARES : UMA CHANCE PARA O MUNDO Marcelo Rech[1] (Brasil) 2009/04/07 A SOLUÇÃO POLÍTICA PARA O AFEGANISTÃO E A UE NATO Alexandre Reis Rodrigues 2009/03/12 O DILEMA NORTE -AMERICANO NA EUROPA Marcelo Rech[1](Brasil) 2009/02/01 QUO VADIS NATO? – OS GRANDES REPTOS PARA A ALIANÇA Luís Falcão [1] 2008/10/24 RÚSSIA - A DOUTRINA M EDVEDEV Alexandre Reis Rodrigues 2008/10/01 A NATO, A UCRÂNIA E A ESQUADRA RUSSA DO M AR NEGRO Alexandre Reis Rodrigues 2008/09/06 A TURQUIA E O CONFLITO NA GEÓRGIA Alexandre Reis Rodrigues 2008/08/27 ATÉ ONDE IRÁ A RÚSSIA, DEPOIS DA GEÓRGIA Alexandre Reis Rodrigues 2008/08/20 A GEÓRGIA E O RELACIONAMENTO DO OCIDENTE COM A RÚSSIA Alexandre Reis Rodrigues 2008/08/14 OS ACONTECIMENTOS NO CÁUCASO E OS JOGOS OLÍMPICOS Luís Falcão 2008/08/11 GEÓRGIA: MAIS LONGE DA NATO Alexandre Reis Rodrigues 2008/06/26 SUBVERSÃO E CONTRA- SUBVERSÃO [1] Francisco Proença Garcia[2] 2008/04/26 OS SISTEMAS LOGÍSTICOS NAS ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS Pereira de Melo[1] 2008/03/07 QUE ESTRATÉGIA SEGUIRÁ A RÚSSIA NA INDEPENDÊNCIA DO KOSOVO? 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