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0 {io^snT\iCAO^\Lpublitu.i -se todos os doru iii(jos\---^ulfJScrevc--stí aliua Municipaln. . Q.--AssignaturaannualÍQtOQ0.--:\nnunciospor linha 100 réis, pagamento adiantado.
—Não se recebam assiipiaturos
por menos de um anno.—Os artigos (pur sejam ou não publicados não serão restiluidos.
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1
flAMOVim
0 iuròiiiDC OMl
Itapemirim, 21 de Junho de 1885.
PÚBICA
INoTRUCCXO
ti
A instrucção publica é descia muito a primoira de todas as grandes qiiéstpes sociacs,
porque educar e instruir o povo é multiplicar os meios de producção, assentarem base
segura a liberdade civil e a civilisaeão mo-j
rale material, robustecer os principios aeinocraticos o o systema do governo parlamentar, e preparar os elementos mais essenciaespara a discentralisação adminis.trativa.
A educação das novas goracSes é, pois, na
ordem econômica, sociale política, a primeira condição do progresso e da civilização dai
najões, e, como disse um estadista írancoz, o
único e verdadeiro meio.de sucessivamente
elevar á dignidade de homem todos os individuos da espécie humana.
Todos dizem, todos sabem que o trabalho e
"sTmstrucíjão
moralisam, e passou a"-ser bà-*'
nai este dito desde queyo trabalho ea lição
escolar deixou de ser um castigo para ser
um prazer, desde que o trabalho foi sanbificado e fortim principio religioso.
Entretanto, poucos paizes ainda se podem
ufanar de possuir^osta idéa banal com rt disciplinado uma instituirão, como caracter
do ii ma existência popular.
Ha u.n único povo no muudo que inocula
em seus filhos o amor ao trabalho e o aaoor a
instrucção logo que lhe inocula o leite com
que os alimen'fca, este povo é o allemão.
Orgmine-se, porem, por laia differ«ntes seguio, só por mui rara excepção corresponas escala** primaria» daseidatfee • do cam- de ás necessidades do ensino, abre a escola
mas não educa nem ensina.
po.
Ar da cidade tenham por flm auxiliar n
Longe foram os tempo* om que julgou-P8
educa :ão domestica, dando a raocidade uma que a instrucção só ora útil para o> nobres.
verdadeira instrucção.
Quando se vio que ella continha uma suO ensino escolar constada leitura • exer- perioridade, obrigou-se o povo a acceitar a
cias intollectuaeR, religifto.historia.seiencias educação primaria escolar.
naturaes, denenho, eièripta, leiturai de tre- E* isso uio facto, infelizmente novo, para
chofi o cálculos.
muitos logaros do nosso paiz.
Dahi na^CvJ a resistência.
Quando an cirennstancias permitterom
cuido-se do ampliar o quadro do enrino e an- A cada passo sustentamos a luta mas aflnexe-seás escolas primarias escolas de tra- nai cantaremos a victória.
balho para as meninas e gynastica para os
As razoes que nos fazem amar, por nós
meninos.
mesmos, as luzes e os conhecimentos devem
Nas, escolas primarias do campo, seja o en- levar-nos a communieal-as, sem de.stine;;ão
sino de douf. gráos : escolas primarias pro- de classe e de sexo, o, na média possivel, a
Descurar d'elle é acarreta? á própria so- priamente, e as escola» secundarias ou pri- todos os nossos semelhantes. '
ciedade e a familia, males incalculáveis, pe- marias superiores.
A sociedade moderna não educa o menino
•
não anniquillal-as.'
Ensine-se leitura, religiSo, trechos flPTco- exclusivamente para o listado educa no in-__
Creem-se, pois escolab elementares e com- ihido; de certos livros, geographia, primei- teresse do Estado, ensina-lhe a sciencia da
plementares, aquellas mistas, para ambos ros elementos de sciencias naturaca, histo- vida e a viia não é uma coma Bimplos.
Dumtite*) viril*.
sexos, providas por professoras habilitadas ria,'escriptura e calculo.
ainda que conetratadas fora da provincia, e Nfifi primarias superiores o programma :
as cbmpliméntáres 'régidasprir professores.*' iíí'»£t& materna, geogràphia, historia naDecrete-se o ensino obrigatório, senão o turaX desenho « agrimensura.
povo ignorante teima om eer analphabeto. j; E' indispensável
ee ****«> e professor
que
Crie-se, se tanto for myster, impostos, qupara que este mV o alumno ; e nio ê sò a
Policin ilo lllo Novo.— Por
jo produeto seja applicado a instrucção pu- .quantidade, mas a
daquelle que
qualidade
blica por exemplo : sobre vendas; aforamen- cumpre attender com muita circumspocção, acto de 12 do corrente foram nomeados:
to, arrendamento ou cultura de terrenos
porque dahi depondo principalmente dif.
Subdelegado de policia do districto
baldios nas proximidades dás cidades e vil- fundir-se a verdadeira instrucçfio e
o provei- do Rio Novo, de st»*: termo
"•
de Itapemirim,
Ias.
tamentodo dicipulo.
o cidadão Cândido Barbozade Almeida;
Augmente-se, um tanto por cento sobre o O professor actual, pessimamente tèimiil9,2"e 3ft supplentes da mesma subdeimposto de consumo de vinho, aguardou- nerado, sem considaraç&o, sem incentivos, leirncia os— cidadíos Custodio Pedro
te, bébida.s fermentadas, com igual appli- sem outra esperança mais do que ber pro- Pacheco, Antônio Sabino da Cunha e
cação.
prietario de sua cadeira, se ainda não con- Paulino Joaquim da Rocha.
Alidifllcilmonte se encontrará um camponozde monos detrhíta atmos-, que não saiba comprender um livro, o não conheça os
elementos de grammatiea e calculo, a geographia e a historia, elementar dosou paiz,
alem de ter umas tinturas do historia natural, noções praticas de agricultura, de economia rural e musica vocal.
A supremacia do saber, da sciencia c da
moral scientiíiea emfim é incontroversa.
Que o nosso povo comprahondiSi ame e eonheça esse poder inextimavel, que não deixe
de r.provóitar em seus lilhos toda a importancia densas verdades, fazoudo-os frequentor as escolas publicas ou pirticularcs, os
lyceus, a< otíicinas etc. é um dever dos mais socialmente imperativos.
GIÀRIO
«
I
amor triumphava, deixou cahir o formoso
1
[UU
rosto sobre o. hombro dee Marcello, que lhe
depoz nos lábios um beijo demorado. Em
mi w&miíz^mseguida arrasT^TFnrparrar-rHfí-a d\(iise-long".'\
Apesar daquella triste sa, e talvez mesmo sentou-se, e collocou-a amorosamente sobre
por causa-della, Helena está adorável, riluma os joelhos, como uma creança á quem so vae
deliciosa desordem de toilette, fazendo contar nma bonita história.
lembrar umá dessas manhãs de Abril, em
Que maldita idéia a que teu marido teo
dilhc.ildnde
as
nuque sol,, rompend.o com
ve, minha querida, de vir assim incomraovens, doura vagamente os incommodos a- dar-noB tão fora de
propósito, depois de se
guaceiros.
ter importado tão pouco comtigo durante
Finalmente Marcello ápparace.
um anno 1 Não lhe bastava devorar a tua
Faltam.só duas horas, desgraçado.!-disfortuna sem te dar contas? Que significa
ae-lhe ella afflicta. Daqui a duas lioras che- este súbito regresso,
precedido de uma car•
o
elle
estará
aqui.!
.g. comboio e
ta? QjUe capricho o trará para junto de ti ?
Tranquiirksa-te, minha querida.,.
Dizem que elle te amou doidamente...
—Porque nãoiápprovaste tu a minha idéa,
> --Oli! cala-te, cala-te ! Olha que me maPelo
menps
?
da
sua
chegada
soube
tas!
quando
não viria encontrar-nos aqui....
El-Ielena puz o seu bonito dedo, alvo de
—.0 quê, meu querido anjo? Partir em neve na boca do amante,
E' muito mais simples e melhor seguir
plenpdia, diante de toda a gejite ! Não vês
que doutro de poucos minutos elle saberia a lógica do pas aclo, disse ella.' Osenhor de
qué direcção havíamos tomado ? Apanha se- iíélizor soube que minha tia Margarida esriamos.apanhados. Escuta. Uma vez que es- tava moribunda, e precisa da minha ássigternos dispostos a aftrontar o destino, sem natura. A-pobre senhora é muito minha apedir perdão . nem misericórdia, uma vez .niga e deixa-me todos Oa bens. Mas eu não
jque preferi mes tudo a ter de, nos separarj. quero tornar a ver esse homem, Marcello.,
deixa-rne,fazer o; que euquizeiv Achei um jurofo! Prefiro matar-me. Não quizeste par'•excellente
meio
para podermos demandar tir, quando ainda ha pouco te pedi. O que
com segurança esses paizes longínquos, on- t^ncionas fazer ? Agora parece-me.que tenho
<dé.a ventura e a liberdade aguardam e nos- o direito de conhecer o teu plãio.
Tens confiança em Genoveva ?
. o àfnor, sem que elle, o .Ãtyrannq, durante:
-— Tenho. 'Essaboa -mulher creou-me. É a
muito tempo pô.sa perseguir-nos 1
-* Entrego-me completamente, meu a-. tiiiiha ama, é quasi minha mãe. Confio nella
'
como om mim própria, Marcello !
fltfgo*
'.§;Hele*ta,
T€»eidap.k IntM ena que.o .nm\ .— Peis e*t*a »a4a tâmm q»e F»ça4a.."?>*i'<
r-
J\
Víf/^t
(8)
\
xa-me ir ensinar-lhe a lição. Volto daqui a
um instante. Ií* preciso escolher-mos um
canto qualquer da casa, onde noa posssamos nartiincloy, quaa4Q-4etí--fflarifb--eh%5jy
Heleaa ia protestar, cheia de angustias
mortaos. Um novo beijo lhe* impediu qualquer observação. Baila resposta, que todos
os que amam e são amados teem sempre nos
lábios, e que convence melhor as mulheres,
do que toda a eloquencij e todo o bom senso do mundo reunidos !
Do gabinete obscuro e cuidadosamente fechado á chave, onde s» tinham ido esconder,
e onde a sombra da noite raysteriosamente
os protegia, poderam ouvir o dialogo entre
a flel Genoveva e o aenhor de Belizor.— A
senhera dissera a excellente mulher, enlouquecera subitamente, e tivera de ser transportada, naquelle mesmo dia para os hospicios do doutor Van de Mounisch.
Não foi um grito de dôr, mas uma formidavel praga que rebentou da garganta do
marido ICorao havia de obter a assignatura
de uma louca? Pediu que lhe ensinassem o
caminho do hospício, e sem mesmo entrar
na casa onde a des honra, que merecera lhe
havia sido tão integralmente paga, desappareceu
—Be,m. Temos um me» para chegarmos
trauquillamente à America! exclamou Marcellçk. cingindo Helena entre os braços frementes de^alegria e de ternura
E, de facto, tudo correu como a maif pura
»©fal~=> à (Um a«a«t«f, -qae t a^niaá ver-
adeira—podia desejar, apenas Belizor declarou no doutor Vau de Mounisch que vinha procurar sua mulher, este distincto__eí
£üJ^tU?rtarrmriTrtüT^^ do nos
so homem, entregou-o a dois latagôes munidos de cordas sólidas.
A resistência desesperada ao miserável
valeu-lhe uma correção premonitória, como
dizia sorrindo-se o bom do doutor, que terminou por uma applicação hydraulica sufficionte para afogar uma grande manuda do
bois. Este tratamento foi efficaz, graças aiaedicção da mais rigorosa dieta, o o pobre ma
rido enganado ficou innofTonsivo, apesar de
todo o furor de quo se sentia possuído.
O medico apressou-se a declarar-lhe que
este regimen duraria nm mèz inteiro. E devemos acerescentar que o honrado doutor,ulienista consciencioso, não regateou ao seu
cliente nem os do.uchcs, nem as cellulasde
correção, nem os clysteres estupefattoos, de
que era inventor. Diremos tambem, que no
fim do mez o doentj foi posto no meio da
rua com despreso.
Mas os dois amantes estavam longe. Tinham partido sobre a aza azulada do mar,
para os paizes longínquos dos sonhos, o presentiam jà no ar suave e perfmado a proximidade d'es:>as regiões floridas. O navio que
os levava ia muito mais rico do qne a nau
de Virgil.o.porque não erafsomente ametad"
de sua alma. mas a sua alma inteira, que
elles lho bavia confiado!...
',,.
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MUTILADA
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De V. S. collega e Am9. eCr0. obr0. dando quitação ou não, recd^
del-as depois, pelo preço que conveucioros, finalmente receber nova cita
F. de P. da Silveira Lobo.
nasse com o comprador ( dec. a !v*.3). —Conde
de Cedofeita (timbre do paptd) os impressos que se seguem, o 1
Por'tanto. não podendo o impetrante
cede mais todos os poperes' né(4
ser processado \e ¦ íprqp nciado por nm Illm. Sr. Dr. João .Cabral— Belmon- em direito, requerendo,
allJ
facto que a lei nío qualifica de. crimi- te; 14 de Junbo de 1877
todo
defendendo
o
seu
favor
o
direito
Tenho
Sr.
e
Amigo
o*
prezente
noso, art. !• do código criminal, tornatodas
as
suas
em
causas
a
seu
conteúdo
eiveis
V.S.e
em
de
certo
e' porjunto
_
1'olie.a do Rio l%anIo.-- Foi va-se o respectivo processo nuilo,
a
inventários,
Roque
o
Antônio
V.
autorisação
S*
proceder
respectivos
para
pllr;*
exonerado o cidadão Vicente Ribeiro So- tanto sem competência os foi
contas,
as
escravas.
vender
Gonçafves
licittir
prestar
qnaesquer
justaares do cargo de 3° supplente da s-ib:l".- juizes, para prouuncial-o. E
Tri- O Victor esteve hoje aqui quer-ndo quaosquer bens, proced »r á ,»«.,
o
sob
este
,fii;ndamente
mente
-legada por nlo haver prestado p devido
que
força que chegasse a um accordo contra os seus devedores, iu^jj
Preto,
Ouro
por
Relação
(le
da
bunal
já
snbsfcituil-o
juramento, e nomea dopara
uma vez concedeu ao mesmo impetran- com elle sobre a divida de Roque, elle e perguntare contraditar Ustem
João Pedro ba Silva.
te igual ordem; de habeas corpus, como aos mais credores por ter procuração appellar, aggravar, eembay
se vô pelo seu'/Accordão ais. 10, no dos mesmos dizendo pelos advogados quer despachoou sentençH,proJi8
Jlíovoa «nifla.lfto*.—Forãonatura.não só q ^ribunal mandou que que consultara que ia por a hypotheca quer juramento, dar quitar-,«i
qual
.ilkados brazileiros, os por-tuguezes Ma- tosse o dito ÉrtcíiWrel Vasco Cabral, em baixo caso não. chegasse a( um ac- receber, substabeleeer esta m
noel Lopes da Cunha e Jozé de Almeida mantido na suti libérdade.como também côrdo, eu lhe disse, que recebesse 4ts fa- lhe convier. — Assim o di^
¦Soares, e os suissos Jozé „Emileo Dheir
decretou a responsabilidade criminal zendas, elle não esta por isso, dizendo- dou fé e me pediu este instrumen
e. Thiophilo Gotlleber Bectsler.
do respectivo Juiz de Direito, por ter me que quer que entre tudo, assim V.S* lhe li acceitou e assignou com a
substituído o impetrante, então Promo- ja devera estar ao facto de tudo, pois mun lias prezentes, peranto mi
Ponte».—Por acto de 12 do corrente tor Publico da Comarca, sem estar le- deve estar dando o balanço e melhor Antunes Moreira, tabellito nj
mandou a Presidência construirá ponte galmente impedido, sendo de notar poderá resolver; o que me dão por conta crevi e assiguo em publico e n
—Nova Vensuela sobre o Cachoeiro
é prejuizo.— O Victor pediu-me para testemunbo de verdade (estai
que, por este racto tornava-se ó mesmo escrever,
nal publico) José Antunes
Itapoana. As obras forão orçadas em juiz suspeito pára sustentar o despacho
por isso o fiz, t«orem isso não é —Conde
de Cedofeita —
1:100$000.
de pronuncia, >que foi proferido depois do caso, resolverá o juste e o acertado.
Testemunhas — Fernando Sa
Os cofres provinciaes concordem comr do referido Accordão. Ora, os Tribu- Diz-me o mesmo que Roque escreveu
OOOSOOO e o mais é feito por donativos naes Superiores, tendo interpetradodou- para o Assis dizendo que os livros esta- Moreira, Francisco Arftonio d«
E' copia fiel extrahida do prpjjj
trinal a desposição dCart. 18 § 2o da vam por minha ordem, na casa doadvoparticulares.
Consta-nos que está encarregado' da lei de 20 de Setemajo de 1871, nas pa- gado disse-lhe que é mentira, que elle ginal ao qual me reposto, em o
obra o Sr, -tenente Antônio Borges de lavras «pronuncia ou sentença de auto- Roque ignorando consultara a V. S. vis- vro e folhas no principio dedal
sete de Julbo de 1877.
Athayde.
,
ridade competente» tem decedido que to ver-se embaraçado. Victor quiz ainda Aos
'
tem logar o recurso de' habeas corpus, voltar para ver se combina eu nada E assigno em publico e ra,
fy__oneraçÍlo.— Foi dispensado de desde que;se prove que o respectivo pro- posso fazer—Só sendo negocio devan- testemunhe de verdade (estavão
Antunes Morein
Agente de Rendas da villa de Bene vento cesso acha-se nulló, ipso jure por não tagem, pois, nâo me faz conta negocio pnblico) José —Moreira.
Julho
1877
ver
de
se ficam as fazenbaver matéria dccriminalidade, ou por assim ; será bom
o Alferes Antônio Pires Martins
incompetente o juiz que pronunciou ou das para ficar com minha divida garan- Cartas — Rio de Janeiro, 3
de V.
faça tudo nho de 1877.
pronúncia: Vid.Direito vol. tida, assimo espero Roqne, deS. tudo
«O Liberal».—Publicou se em 11 sustentou a vol.l5pag..5r>l,vol.2l
salvando pobre
serei
Illm. Sr. Ür.Joio Vasco Cabral
•do corrente, na capital,o Io numero des- llpag.126
pag. obrigadissimo.
Desejo
saúde,
e
sou
359e
goze
vol.35
estimadas de 28 e 30 do passudoi
pag.407.Por tanto,em vista
te jornal.
corno
sempre.
dou
corrente foram todas recebidas
provimento ao presenNo seu— Memorandum—declara:«0 do exposto,
DeV. S. amigo attencioso e obriga • asssim os 100$ na
habeas
te
recurso
de
corpus
preventivo, dissimo
primeira irte
Liderai vem substituir o Horisontee o
mandar,
como
de
afim
manda,
e a ordem pelo- três contos e qa
que seja
Arado cujos redaçfies,attendendoo pedi- iinpetrrnte
Ce
Conde
o
mantido
em
sua
tos mil reis, da de 30, foi imodiat
de
lofeita.
liberdade
do do directorio liberal, resolveram substituir aquelles jornaes pele que hoje cessando o constrangimento illegal, de — Illm. Sr. Dr. João Vasco Cabral >e paga ; sua ordem para co np
que se queixa na espécie e matéria dos Muita saúde e felicidades é o que dezejo. 5 apólices, carece de procuruciu
apparece, como órgão do partido.» ex-pausa. Itapemirim, 13 Pelo meu amigo Sr. Lima me foi entre ser executada e actiialmenteacha;
Somos gratos pela remessa, desejamos autos. Custas 1885.
O Juiz de Direito Erao collega longa v'ida,circulação è a im- de Março de
gue a sua presada carta de 5 do que re- suspensas as transferencias atè2j
Pinto
Lobão
Cedro.
nesto
cuja resp ;sta aguardava reinetter lho, preparando-se actual mente
esperar,
é
de
tendo
a
ge,
que
portancia
frente de sua redacçao os iIlustres ' eseri- Addindo em temno— Reçor(ro ex-offi- pelo Lima como faço. A 'sua correspon- lhas do dividendo venci-"-1
cio, deste despacnó pára o Tribnnal da denebi foi entregue ao empregado de corrente, basta que me che^eas
ptores Pessanha Povoa e Maximino Relação do Distrito ao qual o escri- minha casa commeròial
se achava para o fim do mez;.— Noentaim
júpia.
que
vão remetterá ésíes ..autos no praso da na oceasião em minha casa. Não tendo, teresse que V. S. me inspira,
lei. Era ut supra — Lobão Cedro,
eu lido no jornal essa correspondência lembrar-lhe que empregrudom
Documentos—Habeas corpus. O Ba- dirigi-me para meu sócio e elle me res- nomias em acções do Banco do
cbarel Luiz Gonzaga de Brito Guerra,
até aquella data a não ti- tem a meu ver, a mesmissimii^
que
poiuíeu
do conselho de S. M. o Imperador,Cava- nha recebido e julgava esquecimento do ca:são títulos cujo valor tem—le
.„
_..,,,
L:
lheiro da Ordem da Rosa, Dezembargatendo recebido nm tele- e rendem cerca de 2 °/8 ao anno
que
portador;
—
Habeati* ÍWjms
concedido dor e Presidente da Relação de Curo
Entre Rios afim de se- sendo certo que em 10 atino; essa
para
grainma
ao Racharei Jo2o Va«co Ca- Preto etc. Mando ao Juiz Municipal e guir para Cautagallo deixou de a re- renço por si só dobra o capital p.*!
mais autoridades do termo e Comarca metter. Em vista de sua carta de 13 ros acumulados semestralmente.
bral íilJio
do Rio Novo qne cumpram e façam escrevi bontem para não ser
procuração é necessária para ti:
publicada.
Vistos estes autos etc.
cumprir na parte qua lhes compete o Os meus negócios com Victor ficarão outra compra, escolhendo V, S.
Em sua petição inicial a fs. 2-* • us Accordão que abaixo se segue :
concluídos e melhor o Lima lhe melhor lhe agradar, — Li a
todos
que fs.6 verso e no auto de perguntas Relatada, expostas e discutida a ma- explicará. O mais que se necessita, o pcmdencia de que foi victio
que decorre de fs. 21 us que 6.28 v. teria da petição de folhas do impetrante Lima orientará a V. S. o que eu desejo. acompanha-o no pesar e iü:
allega e queixa-se o impretrante Ba- Bacharel João Vasco Cabral, com os Tenho
mal por encomniodos de ção que semelhante « infâmia
cbarel João Vasco Cabral Filho, ex- documentos que a instruem, decidido* familia.passado
Desejo-lhe saúde De V. S. deve ter causado. Devolvo-lhe
^romotor PublIcõ^de^ta^Cormn-ca^^í- rru^e~dispeiise"aaudiência
daautòridacuração que me mandou para ter
amigo muito, obrigadissimo
•
que existe no Juizo Municipal e Crimi- de processante e interrogado o impedade mandar-me outra eia ti'
Conde de Cedofeita ¦
nal desta villa uma carta precatória ex- trante : decidem que seja o referido impessoa indicada que é o nosso p
pedida pelo juiso Criminal do termo do petrante mantido em sua liberdade na Belmonte, 17 de Julbo de 1877.
dor forense que attenderá-imedif
Rio Novo, província de Minas Geraes espécie e matena dos autos, visto recoPROCURAÇÃO
te ao seu pedido que só servirá
requisitando a prisãodoimpetrante pe- nhecer-se
ha
inteiramente
nào
macobrir o testa de ferro, infeliziae
que
L. 2°afs. 81, 1° oficio.
lo.tacto.de-háver-elle sido pronunciado teria de crime
no facto de que se trata,
Creio qne só amanhã ou depois
nojuisodeprecante por crime deestel- decretam a responsabilidade do Juiz de Rio Novo— Traslado de procuração
pregado encarregado: da coiàjí
lionato no anno de 1878. Mas, pelos Direito constante dac.
faz
o
Exm/Conde
bastante
de
Cedo
oflicio
a
seus livros de que me mandou n
que
pia
documentos, com que o impetrante ins- f. — Ramos Sobrinho—por
haver sub- lofeita na forma abaixo.
reme erá a V. S.pois o livreiro pri
truiosua dita petição e pelas diligen- stituido o Promotor, o impetrante,
Saibam quautos este publico instru- não os tinha todos. — Sou com
cias, á que pôde proceder ne,>tejuiso,ve- sem estar pronunciado, nem legalmen- mento de procuração bastante virem, De V. S. amigo attentojjvenerailo
rifica-se que a base do processo e pro- te impedido, j
que na anno de nascimento de Nosso
Visconde de Maus.
.nun cia contra,o impetrante foi o -facto' . Custas ex-efyusa. Ouro Preto, 24 de Senhar Jesus Christo de mil e oito cento
do terelle comprado no dito anno.de. Julho de 1874-— L. G.
Guerra,
'. e setenta e sete, aos sete dias do mez de —Carta. Rio de Janeir.),
1$78, duas escravas Nimphare Vicencia- S.Guimarães,lOvidio de ,Brito
Julho do dito anno, nesta cidade do
Loureiro.
• - cartas—i Gabinete da Presidência Rio Novo — em meu cartório, perante Agosto de 1877
, pel© preço de 3:900g000 a Antônio RoIllm. Sr. Dr. João Vasco Cabr
que Gonçalves que as havia hypòthe- de Minas. Ourb Preto, 13 de Agosto de mim tabellião compareceu como oucado e juntamente com prédios urba- 1878 Illm. Colega e Amigo.
torgante, o Excellentissimo Conde' de oppórtunamente obsequiado co3
nos ao Conde de Cedofeita, tendo-as ai- Nesta data concedo, a seu pedido, sua Codofeito morador no termo de Juiz de favores, e agrodeco-lue do funil
ffuns dias depois, vendido a D. Clara dimissão de Promotor Publico da Co- Fora, reconhecido pelo próprio das,tes- ma a simpatliyaqueme matiifòjf
Rita de Almeida.
mareia do Rio Novo, tendo-me entendi- tem unhas, abaixo assignadas, perante grande desastre que acabo de su
Entre tanto, tendo-se em vista as do com a pessoaxa quam V. S. recom- as quaes por elle outorgante foi dito e que na verdade fulmiaou-m«V
em temp
allegaçõese documentos exhibidos pelo niendou isso. ^Com estima e conside- qne por este publico instrumento no- dicaçôes amigáveis—
*.
eia e constitue seu bastaute pneura- foram despresadas porem, no H
mesmo impetrante,verifica-se que. nofa- taÇí-ãovSou de V. S. Collega e Am. Obr
r a José Xavior de Lima, especial- de quem mais dá quem fazia us3
cto que se lhe imputa nem huma crimina- eCr. —-F. de P. da Silveira Lobo.
lidade existe, não só porque as referidas —• Gabinete-da Presidência do Minas. ente para que possa assistir na fal- nheiro roubado podia ir muito
escravas não podiam ser hypothecadas Ouro Preto, 21 de Agosto de 1878, Illm. lençia que por ventura requéirão a seu o esbulho teve lugar.O espirito e
devedor hypothecario Antônio Roque sico sèntiram-semomentaneameii'
senão conjunctamente com propriedades collega e Am0.; ,
agrícolas á.que pertencessem,-como de- Sinto não poder aproveitar-me .da Gonçalves, podendo conceder morato- brantados volta porem a energia
termina o art.2° § P da lei n.1237 de 24 indicação que me fez do Sr. JosísGon- ria, concordata, tranzigir, nomear de- cumprimeuto do dever impõe.
Nomeio de semelhante atri
de Setembro de 1864, como também çalves da Costa, para Promotor do positario da massa ou ser depositário,
porque o dito devedor Roque Gonçalves Ri" Novo, jpoi-que no mesmo dia em qie assignar qualquer composição, bem co- de animo, sua incumbência q"
teve expressa authorisação de seu cre- c nceii-;he démí>.ão noaieoi o Bach.- mo conceder outorga para a venda de parecer do Laffayete foi olvidai
dor hypothecario Conde* ,de Gedofeito rei FnincisSo Carlos de Almeida. Reis, qualquer, movei ou im movei hypothe- lhe disculpa e incluso -íuvio. 0çadó, usar da outorga nesta conferida, respeitos lhe appreseníp pel(i>^"
para vender ditas escravas ao* impe- para suhs.ituíl-o.
acc-aitar escriptura de compra e veada, «fitar # eaaiprilBeotoaElutft"
tn^tg, o qual táiih* dirtóio 4e vei-j
•—Foram exonerados: João Antônio
deFteitas Carvalho Druniond, Auton,íò M 'ria Goutmho e Silva, de Io e 2°
«uppientes da subdelegacia, por níãoterem prestado o devido juramento.
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com estima l)e V. S; amigo-offectuoso José Carlos de Oliveira Garcez, Joaatteucioso criado
quim Dias Novaes, Francisco Lopasda
Visconde de Mauá
Silva.
.¦:.;'..*.
Certificado de exame do Quinto an--Subscrpição agenciada pelo Dr.
no. Estava o emblema da coroa Impe- João Vasco Cabral
para a estação de
nal,.)_
Queluz e consta do
QudiizekseÀü
Certifico que revendo o livro dos ac- 22 de Fevereiro de jornal
1871.
tos do quinto anno, consta afs. 196 v.
SUBSCBIPTOUES
que o Sr. Joio^ Vasco Cabral Filho fez
exame das matérias do ['referido anno a Cap. Joaquim J. P. da Costa 2:000S
cinco de Dezembro.do 1861 e foi apro- Joaquim Dias Novaes 2:0001
vado plenamente e recebeu o grào de Manoel C.de Oliveira Garcez 1:000$
Baciiarel. Em certeza' do que passei a Major José de Freitas Silva 1.0003
presente. Secretaria da faculdade de Oliveira Garcez & Irmãos 1:000$
'direito
do Recife aos 3 de Setembro de Cap. Manoel Pereira Soares 1:000o
•1884 O oincial no impedimento do se- Francisco Lopes da Sil va ., .500 $
cretário, — Manoel Antônio dos Passos
•
..V 8:500$
Silva.'
j
. *
Attestxdo
Attestado do Juiz dedireito,— Sou.
za Ramos.
¦ A Camata Municipal da cidade de
O Bacharel José lldefonso de Souza Arêas etc
Ramos Soprinho, juiz. de ireito da co- „ Attesta que o supplicante Dr. João
marca do Rio Novo. Attesto que o Sr. Vasco Cabral, juiz municipal de QueDr. Jo io Vasco Cabral, promotor pu- luz, da comarca do Bananal, merece
blico e curador geral dos orphãos desta não só desta câmara como em geral de
comarca do Rio Novo, da provjnoia do .todas as
pessoas que o conhecem, esti
Minas, tem exercido estes cargos com ma e cousiderac ío, não só como magesintelligencia e honradez, o que juro em trado integro como também pela sua
fé de meu gráo.
illibada conducta.
Rio Novo, 29 de Maio de 1878.
Atttesta mais que em a qualidade de
—
direito
José lldefonso de 2" substituto do
O juiz de
juiz de direito presidiu
Ramos
Sobrinho
Souza
o jury nesta cidade, desempenhando saReconheço a firma e letra supra. Rio tisfatoriamente os seus deveres, e final
Novo, 6 de Junho de 1878.
mente attesta queosnpplicante é proverdade
testemunha
de
estava
Em
bo e uonrado, merecendo par isso e pelo
(
o signal publico) Fernando Saldanha seu coinpPrtamento na sociedade a geMoreira — SaldanhaJMo reira—(Estava ral estima de que gosa. Por ser verdade
collocada uma estampilha de 200 réis mandou passar o presente qne vae pelo
:ompetenteniefnte inutilisada )
seu .presidente e secretario assignado e
— Documeutos extra-judiciaes.
sellado com sello das armas imperiaes.
A câmara municipal desta villa de
Arêas, 14 de Setemb o de 1871. É eu
Queluz 4a província de S. Pauio, na Antônio Rodrigues Nunes, secretario
da câmara municipal que subscrevo e
forma da lei etc.
Attesta que o Illustrissimo Senhor assigmo (assignado) Laurindo José de
Doutor Joio Vasco Cabral, juiz muni- Carvalho Penna, presidente, Antônio
cipal e de orphãos deste termo, tem Rodrigues Nanes, secretario. Estava o.
cumprido satisfatoriamente os seiis de- sello das armas imperiaes da câmara
da cidade de Arêas.
yeres de magestrádo desde de 28 de Ja- municipal
neiro de 18ôy até 5 de Setembro cor-, ) Estava este documento devidamahrente. Esta câmara, fasehdo a devida se auttenticado.) .....;;
justiça ao supplicante em viriude de seu
pedido, faltava a um dos mais. sagrados
deveres, se ém nome, dos seus munici</.¦-,íV
pes expontaneamonte nlo manifestasse, por este meio, quaúto este município
Lie está o dever pelos numerosos serviPrelúdio .
colae
vem
prestado
ços públicos, que
franco,
modo
o
Tno^cidadío,
justo eítn
Resplandecentes crianças,
tem
distribuído
sempse
com
que
parcial
Rimas dispersas em dansas, V
o
seu
procedimento como simjustiça ;
Volateando suaves,
pies cidadão, reunido em si excellentes
Como aves;
qualidades e fino trato, pelo que se tornon digno da estima publica.
Sonhos que a myrrha perfuma,
Os factos ea numerados espontâneaÇhimeras brancas de espumai
mente, é a única prova que esta câmara
De mil rubis alvoradas
pode oüerecer-liie ao muitoque lho meC Voadas;
rece. E bor ser verdade mandou pas•salr o pfósentejiue vae assignado pela
~^WiIis-dè
camárài.
:
neverah^-NJXES.Dailo e passado nesta villa de Queluz
Turquezas, roseos onixes,
esob o sello das armas, do império, em
Granadas, bery lios, prazios, .
sessão extraordinária, a 5 de Outubro
de 187.1. Eu Evaristo Luiz Gonçalves,
Tapazios j
secretario da câmara municipal o escreBandos de fadas errantes,
vi, ( assignados) José Cyreno da Silva
Chusmas de archanjos brilhantes,
vice-presidente, Anastácio Forreira de
Sombras de ignotas Illyrias, - ;,
Casoilno, Joaquim Dias Novaes, FranCuda
cisco.de Freitas Novaes,,Manoel
- Walkyrias; '¦
Bello.
Pires
nha Novaes,, Francisco
jsEstava o sello das armas.do império éda
:camara municipal dá villa de Queluz.
Voltàe nas azas cío idyllio 1
.'• L .<<
-., £j
Rasgae as nuvens do exílio,
(Est;_ov toda* as firmas reconhecidas.)
Abri as azas cheirosas
illm. Sr. /Tendo a camara*miunicipal
¦assig.
de^ta yiila nomeados os abaixo
De rosas !
subscriuma
nados, pára promoverem
.. ,;:
os terrenos Dos verdes bosques sombrios,
desapropriar
de
aflín
poão,
Dos claros, límpidos rios
necessariospara umaEstação,esuas detem
Trazei sagradas redomas,
pendências, na estrada de ferro que
de passar por esta villa ; e constando
Yy-' Aromas l f
havia
S.
V.
já
aos infra assignados^que
tomaisso
iniciativa,
tomado esta
por
E os sons das lubricas festas
mos a liberdade de pedir a V. S. nos
de a norma, de fazer parte desta com- Que vão troando as florestas,
miiss.io na qualidade de presidente da Onde entre a luz vêm-se, em bando,
Imesma.
Cantaudo,
se
não
seu
de
Esperamos
patriotismo
a
neo-ara prestar-nos erte serviço.' Deos
Nayades, mythps, assombros,
Fevereide
25
Guarée a V. S. Queluz,
Nymphas de osplendidos hombros,
ro de 1871.
'
Molhando d'agua nos veios
Illm. Sr. Dt. João Vasco. Cabral. I>i....¦¦í-.-ií-./Os seios I
termo.
gno juiz mui^pi^ ^°
¦*
Corda por corda de flores ,
Nota por nota de amores,
A lyra que morta cae-me
Bonhae-me I
¦
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"* :.-¦¦
i YiVffl
!
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'¦'.y'l
Chégae dos longes Eurotas,
O'cysnes, ibis, gaivotas,
— Alados lyrios de p^uma
i De espuma I
Chegae-vos, nuvens rosadas,
Nuvens de seda espalhadas
Na luz vibrante e sonora
Da aurora
Em uma conversa entre um òfficial
inglez e um suisso, disse-lhe aquelle
com arrogância
Nós os inglezes, batemo-nos pela
honra e vós, suissos, pelo dinheiro.
E' verdade, meu amigo, responde
o suisso, cada um bate-se por aquillo
que tem maior falta.
Chegae-vos, anjos dispersos
O' anjos que encheis meus versos,
Poesia, sombras cheirosas
De rosas 1
 PEDIDOS
CIRCULAR
Alberto d' Oliveira
Itap-inirim, 12 de Juuho de 1885.
TAUEDADES
Um poueo dt*> tudo
A dòr é uma fonte que enseca o coniçio
donde brota, e mais tarde, covertida
em fecundo manancial, a humanidade
applica-lhe os lábios sedoutos.
A desgraça é a melhor • pedra de toque para conhecer os quilates d'uina
alma.
No vasto campo da intriga è necessario cultivar tudo, até mesmo a vaidade
dos tolos.
laili
<.
Não, respondeu a moça.
Eutão, minha senhora, nao se parecia commigo.
%
Passar a vida a fazer tolices e a lamental-as, não é esta a historia do
mundo?
Qual é mulher mais cruel ?
A Sra. Barbara.
A rifais pura ?
A Sra. Virgínia,
-r- A niais ingênua ?
A Sra. Cândida.
A mais socegada ?
^^ârSrr-Piaei
A mais cordata ?
A Sra. Prudência.
A mais alta ?
A Sn?. Máxima.
A mais aromatica T
A Sra. Rosa.
—' Á mais çompassiva ? ,
j— A Sra. Clemência.
—- A mais afortunada T
A Sra. Felicidade.
A que mais espera ?
A Sra. Esperança,
A que sempre triumpha ?
—A Sra. Victoria.
—* À que dura sempre ?
i-ÀSra. Perpetua.
Um celebre pintor retratista encontrou uma senhora jovem que lhe disse :
— Vi hoje o seu retrato, e estava tão
parecido com o senhor que, enthusiasmada, cheguei a beijai o.
o
''¦.—
Elle n?io re.tribuio o seu beijo ?
,.
Illm. Sr.
A* vi^ta das reiteradas reclamaçõe» feitas
pelos empresários da Companhia Espírito
Santo e Caiuvbm.as sobre faltas no pezodo
café, verificadas e-n seu trapiche na Corta,
resolveram os signatários, do comtiauin accôrdo, fazerem seguir Je cuia uma de suas
casas, um sócio, para ali verificarem se tinham ou nao cabimento as ailudidas reclamaçõeH. /ff
• O Sr. Custodio Teixeira Maia, sócio da flrma Simiio Rodrigues Soares & Comp. e o Sr.
Jofto Rebello, sócio da de Narciso da Costa
Piato & Comp. ambas assignatarias desta,
ali foram ede facto voriíicaram ser justo o ,
pedido da companhia.
O Sr. Custodio Maia levou ate a balança
dc sua casa, conferida com a do Narciso d*
Costa Pinto & Comp. pira veriílcal-a com a
do trapiche, o de seu exame cancluio-sj estar
jxacta.
A differençá, pois, consiste em que aa capas commissarias nilo recebem o pezo do café
á ouro e fiio ; e contendo cada sacco 60 kilot
— i flól, como nos reraette V. S., é ímpossivel que ali corresponda ao jJòzo quo ellas
exigem.
A menor differençá, uma ou duas grammas em saccos, cuja falta é devida á fórtt
temperatura do vapor que faz seccar o cafó
ei portanto diminuir o pezo, resulta ser con»
tado de menos 1/2 kilo.
E essa differençá em um carregamento ds
4,000 saccos, que regula o deste porto em cada viagem, corresponde a 2.000 kilos de prejuizo para a companhia!
A reclamaçliodusta, pois, é justa.
Compromettendo-se ella a pagar as f-iltas
do pezo do café, deve somente o fazer por aquellas que se dao á bordo dos vapores ou
em seu trapicbe ê n&o por aquellás infundadamente exigidas pelas casas cominissarias,
a cuja consignação remotte V. H. o gênero.
Ora, se queremos que a companhia nos garanta o pezo do café recebido em nossos trapiches, é logieo quo elle deva ser verdadeiro
enão acarrete prejuiso para ella, visto como
está em seu arbítrio em amanhüa, si olvidamos as suas justas reclamações, nüo querer
fazer mais, isto é, nao querer pagar as faltas,
do que resultará um prejuízo bem bcnsivel
para V. S.
Portanto, o único meio que ha para evitar
as reclamações da companhia, é V. S. remetter o seu café em saccos, cujo pezo tenha 60
kilos líquidos, além i i tara que será considerada de 11/2 kilos para os saccos grossos
o de 1 kilo prra os saccos finos.
Zeladores, como é de nosso dever, dos interesses de V. S. cuja confiança que nos
despensa sabemos bem reputal-a, isto levarnos a seu couhecimento, certos de que seremos attendidos. .
Apresentando os nossos protestos do alta
estima e consideração, somos
üeV.S.
am8. att*. e cr*.
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Narciso da Costa Pinto fe Comp-.
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ALVES &
commerciantes
•"'
%
Nogueira da Gama
•marinho,
quinquilharias, ferragens, calcado nacional e cstrangci-
omfim tndo para todos, desde o mais humilde colono ate mesmo o mais exigente
gas tronou! o.
KSÇRJBTOU-ÍÓi
11»
i^iífiííii
das 10 Iberas da manhã às ii
da tarde
ElesâílcHcirt
CATTÊTE
%
Í3
ti
;Sendn retirado do pasto em que se achava
nesta vil li no (lia U d-> mez passado, n
-meo f* vol Io baio marcado no quarto
direito eom a lem i\L/e .ciiisUu, ln-mi?
vai ser exposto á
que o referido tmimil
•venda, independente de haver requerido
a iíí.trégii do mesmo, a qual íoi negada a
nfio
protesto de um i antiga \divida qne
"mira
contrahida. Portanto, f.iíoi pu*
zando, como L«ço, o pres mie protosto contra a mencionada venda, e como ig uai-
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ckuiu|ingiie9 ccvíja d*1 iodas as qualidadesí e marcas * mais g|-'iíéros que seria enfadonho enumerar.
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Uma c«'-a de telha, sita,á rua formos;
•ive-3.i8-Vi.la. com um qiTmTãlnjTTTaiT^-^^
madeira, algemas pi int.tçòe>': os' terreno*< sSn —foreiros, ¦ Qnoin a desejar
dirija-se ao proprietário
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Itapemirim,!.0 do Maio de 188o.
COMPETIDOR
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Cândido. Gonçalves Pereira Lopes, estabelecido eom casa de
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SANTO ANTÔNIO DO RIO NOVO
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mente para em tompo jcom pele nte poder
rehaver o prejuízo proveniente da priyaeâo da po^so de um obj te que legal«mente me -pertenceliapemirtm, 18 de Junho de 188a.
—O procurador de—
u"••
Êfo í~tiKI2 Qi zl^ZZ? n\
Wt"'¦%¦ V 9'-'tSy titK M'A
e por preço razoável sempre se encontrará
UUV DA PKliNl.KZA" ê
43
\
a bôa manteiga, afamados vinhos, os finos licores c cognac dodiyersas marcas, a excellente cerveja de varias qual idades e procedências;
ADVOGADO
RUA DA QUJTAKDÂ
cm
estábelicido*?
1'0, rOUpaS iVitaS e outros artigas de supe.iior qualidade e do mais fino g-osto.
No soo imporio de molhados acha-se também: Slipeiior ([UCijO W\W6B$fH
|| Dento E. jt Poríella
1H
'
trato do Rio de Janeiro. Consta elle de" fàZCIlllaS, ínoUaS, phaiítaziílS, ai*-
b
O
i.
S. ANTÔNIO DO RIO NOVO, participam aos seos amig-osafregniezes, quedo volta
da Corte no Paquete M.vvuink o vapor Ahauiiama, receferaim um deslumbrante
sortimento das mais altas novidades, comprados nas principaes casas de grosso
eipaes a saW :
Cirurgiãodeulisiada rasa impeiid
avrabalseus
e
villa,
na
verde,
Garne
47 IlüA DE (ÍONÇALVUT DlAS 47
U>08000
des, orçado em
; Dito," no Rio Novo..
%1'000
....»....»
. . . •
.
,«••••••••
Passagem de rio em fearite
W.
^."gSjJJí
Dita na Barra desta villa..
50||000
¦»
» ele ítabapoana
Idem
508000;
Dizimo dcv-péácndoBem como a illuminaçao publica a
oncmrretfar.orçada
quem delia se \ukii
.«m 500^000.
Os proponentes devem apresentar ate
¦.•aquelle dia sua_s propostas eseriptas, oii
requerimentos,"com as cláusulas do costume.
Itapemirim, 9 M •íllüllí'clt' i;585>.
— Franlusco
O Secretario interino
-Jorge dos Süriios,
¦
—»
wfôMzw
lrv*~ ,--•••.-\i-zz.
Pela Secretaria da'Gamara desta vilfluk se faz publico que no dia 130. do
Wtemez, teríio legar as arreraatações
dos seguintes ramos de impostos muni-
Íívillu7
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Se os bnn>beiios avistam o fogo tudo
esta* perdído ¦
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NAO UA MAIS CARNANAL VM OLAUKS.MA
Tudo que se póle desejar de hon ii o, c/i ir ojL*siumbí",.nte om ultra de \io.e, com ¦
sejam mobílias o olnVc.lps dn pi.ant.isia.
Cheguem,
¦•
queimando a casa do
*-.
*¦
(''..>'.;'-'';. ¦*¦' ¦;' ¦¦'.-¦. jí-7'7.-
pois, sem demora.
Vende se pelo custo e ainda por rç;pos
*s
cmnm.oiidMS uo Car, av.,1
para fazer dinheiro, c<-mò penit- ncia dos | eceod
D IMlB.^ !».&«»V.t ABíMifiaSi»a
Cadeiras para criai.ç s, com balniço ou sêU t He, SJHVÃ6.f.. 7$ e 8^000.
Ditas para homem, cm ou s^m halan o. 10?, 1:>*\ \$$: e 20..0JU.
Lin is imasTliezas red-nidas e iv.ks, 10^? e !2»^J.;0.
\ ¦«
Ap|;arad'ires liniissim »s (;.<»r), 20?$ <• 25;00IL
Berços ile.lod(,s os.lormains, 4$, 4Í&50Í), 55,:(5^ § 8$0Q0.
(irandi».sortimento <le rmip ii;:s *:e %$ a 8*5-00» .
;? Variadn sortimento de Cí'stos p;oa pad Via, 4??500 a 12^000.
Carrinhos pata crianças aprendi r a an ior^.3^5 0 a í.«?/).'0{>.
Lmmeiiridai.e de cestas paia compras, de iouus Os tamadio-; e v.iri^s preç is.
Lleganies e jiüas cestas para curleg.is, pase.o e banlios, pnçoy sem compelidor.
Doslumbr^nte e vatindo soriirrento de brnqu los, a preços resumidos.
imqortantes machinas a vapor de picar e desfiar fumos e grande sorjMaguilicas mobílias, o que ha de mais moderno em feiiios.
li men to de fuim s:. H&fot da^aiBuílc, KIo^ií-vOí ICoinba,'
**
íiBíeüScSy 5 palhas, linhas, notuios e papel para cigarros.
17
DO VISCONDE D.0 UIO .BRANCO
.20.
tem
PMl]
NINGUÉM
VENDE
MAIS BARATO
Typ. íe CONSTITUCIONAL - Ktw MRWftipal n.#».
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