PROJETO PEDAGÓGICO
CURSO DE NUTRIÇÃO
ÁREA DE CIÊNCIAS DA VIDA
SETEMBRO
2010
1
Reitor
Professor MSc. Padre José Romualdo Degasperi
Pró-Reitor de Graduação
Professor MSc. Ricardo Spindola
Pró-Reitor de Pós-Graduação e Pesquisa
Professora MSc. Adelaide dos Santos Figueiredo
Pró-Reitor de Extensão
Professor Dr. Luiz Síveres
2
Diretor
Professor Esp. Marcus Vinicius Vasconcelos Cerqueira
Apoio à Gestão
Professora MSc. Danielle Luz Gonçalves
Assessoria Pedagógica
Leila Ferreira da Silva
3
SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO
1. HISTÓRICO
01
1.1 INSTITUCIONAL
01
1.2 CURSO
07
1.3 PROJEÇÃO DA MISSÃO NA ÁREA E NO CURSO
09
1.3.1. PROJEÇÃO DA MISSÃO NA ÁREA DE CIÊNCIAS DA VIDA
09
1.3.2. PROJEÇÃO DA MISSÃO NO CURSO DE GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO
10
2. PROGRAMA DE MELHORIA DA EDUCAÇÃO BÁSICA
11
3. CONTEXTUALIZAÇÃO
16
3.1 CENÁRIO PROFISSIONAL
17
3.2 MERCADO DE TRABALHO E PERFIL PROFISSIOGRÁFICO
22
3.3. DIFERENCIAIS DO CURSO DE NUTRIÇÃO DA UCB
24
3.4 FORMAS DE ACESSO
26
4. ORIENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
27
4.1 CONCEPÇÃO DE APRENDIZAGEM
27
4.2 PRINCIPIOS DA ÁREA DE NUTRIÇÃO
29
4.3 INDISSOCIALIBILIDADE ENTRE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
30
4.4 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
30
4.5 PAPEL DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
32
5. ATORES E FUNÇÕES
34
5.1 CORPO DISCENTE (ENTRADA, FORMAÇÃO E SAÍDA)
34
5.2 CORPO DOCENTE E FORMAÇÃO CONTINUADA
37
5.3 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE E COLEGIADOS
38
5.4 PERFIL TÉCNICO ADMINISTRATIVO E FORMAÇÃO CONTINUADA
40
5.5 PERFIL E CAPACITAÇÃO DOS GESTORES
40
5.6 PROCESSO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
42
6. R
ECURSOS
44
6.1 INSTITUCIONAIS
44
6.2 ESPECIFICOS
50
7. MATRIZ CURRICULAR
53
4
7.1 FLUXO DAS DISCIPLINAS E ESTRUTURA DA MATRIZ
53
7.2 EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS
59
7.3 ESTRUTURAÇÃO DAS PRÁTICAS
113
7.4 ATIVIDADES COMPLEMENTARES
115
7.5 DINÂMICA DO TCC E/OU ESTÁGIO
116
7.6ATIVIDADE DE EXTENSÃO
121
7.7JORNADAS E CICLO DE PALESTRAS CIENTÍFICAS
122
7.8 PROJETOS DE PESQUISA
122
8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
124
APRESENTAÇÃO
O conceito de saúde vem passando por intensas transformações,
principalmente no que diz respeito ao modelo de saúde, vem mudando de um
modelo hospitalocentrico, para um modelo assistencial promotor da saúde,
preventivo
e
principalmente
contando
com
a
participação
popular
e
a
interdisciplinaridade dos diferentes profissionais. Neste sentido, entende-se saúde
não como o avesso da doença, mas como a busca do equilíbrio do ser humano e a
nutrição se insere no contexto da promoção da saúde por meio de ações que
implementem a alimentação saudável na população.
A formação do Nutricionista ao longo dos últimos anos vem acompanhando
essa mudança e se inserindo neste novo conceito de cuidar em saúde, passando
lentamente por transformações e dificuldades, se antes demonstrava um relativo
distanciamento da comunidade, ocultando-se aos grandes movimentos sociais e
científicos, a busca hoje é para atingir patamares de sustentação social, científica e
cultural, de forma a contribuir para melhorar a qualidade de vida do cidadão de forma
integrada e globalizada.
A capacidade de refletir sobre a importância da definição de prioridades de
atuação em Promoção da Saúde possibilita a utilização e apropriação de
conhecimentos na construção de estratégias para a organização e fortalecimento da
atenção básica, ampliação do acesso, qualificação e reorientação das práticas de
ensino integrada em saúde.
5
A concepção pedagógica que norteia o processo de ensino-aprendizagem
do Curso de Nutrição está centrada no discente como sujeito dessa aprendizagem,
tendo o docente o papel de agente-facilitador do processo de formação integral e
adequada do estudante mediante uma articulação entre ensino, pesquisa e
extensão. É nesta perspectiva que fica evidenciada a indissociabilidade entre
ensino, pesquisa e extensão, constituindo o tripé básico de nossa universidade
visando à demonstração de seu potencial e de suas realizações e a reflexão sobre o
seu significado social.
As importantes funções da universidade (ensino, pesquisa e extensão)
são permanentemente enriquecidas e complementadas por uma vasta ação
educativa, que envolve os diversos seguimentos da Instituição, propiciando, ao lado
do desenvolvimento profissional, o crescimento da pessoa em todas as suas
dimensões: social, ética, cultural, afetiva e humanitária.
Desta forma, a integração entre o ensino e a extensão, de forma
indissociável e fundamentada no fazer acadêmico, conduzem mudanças no processo
pedagógico por posicionar alunos e professores sujeitos no ato de aprender, ao
mesmo tempo em que possibilita uma democratização do saber acadêmico capaz de
contribuir na transformação social.
Essa integração propõe uma relação com impacto técnico-científico e
sócio-pessoal por permitir intensas trocas entre áreas distintas do conhecimento, que,
ajustadas ao projeto didático-pedagógico, permitem, a partir da atribuição de créditos,
acompanhamento e orientação de um professor-orientador uma facilidade maior na
flexibilização da formação discente e na integralização curricular estabelecendo uma
relação transformadora.
A formação do Nutricionista deverá atender ao sistema de saúde vigente
no País, a atenção integral da saúde no sistema regionalizado e hierarquizado de
referência e contra-referência e o trabalho em equipe. Portanto, os conteúdos
essenciais para o Curso de Graduação em Nutrição devem estar relacionados com
todo o processo saúde-doença do cidadão, da família e da comunidade, integrado à
realidade epidemiológica e profissional, proporcionando a integralidade das ações
estruturais à formação profissional e intelectual do discente, devendo ser
contemplados, segundo as diretrizes curriculares dos Cursos de Graduação em
Nutrição (Resolução CNE/CES nº5/2001).
6
Nesse sentido, o profissional, para estar apto a agir em múltiplos níveis ou
estado das condições de saúde de um organismo, necessita de uma formação bem
diferente do que apenas dominar métodos e técnicas de tratamento de patologias,
A proposta que se apresenta nessa versão do Projeto Pedagógico do
Curso de Nutrição da Universidade Católica de Brasília se traduz por um documento
elaborado a partir da concepção da área de Ciências da Vida que somados em
experiências e habilidades contribuirão para a formação de um profissional capaz de
atuar em equipe e com habilidades e competências necessárias para intervir nas
diferentes condições de saúde da população este documento foi elaborado com a
colaboração dos Diretores de Cursos da Área de Ciências da Vida, cujo objetivo
principal, foi traçar um perfil de formação para os futuros profissionais que tivessem
em si um diferencial que demonstrasse em sua totalidade os reflexos da Missão da
Universidade Católica, que além de críticos e reflexivos fossem também solidários e
humanos. Além da colaboração de Assessores Pedagógicos Institucionais,
representantes da Pró-Reitoria de Extensão e da Pró-Reitoria de Pós-Graduação que
com experiência e qualidade puderam contribuir numa construção que sustentasse na
sua concepção a tríade universitária e de forma integrada permitisse a integração
entre ensino-pesquisa e extensão.
Como todo projeto pedagógico é inconcluso por natureza, em constante
(dês)construção uma vez que depende do “tempo para amadurecer as idéias” e este
não é definido em calendário.
A sua exeqüibilidade requer trabalho pedagógico cotidiano baseado na
busca pela ruptura da visão tradicional e acrítica da profissão de enfermagem, dos
processos formativos e dos modelos de atenção a saúde. Demanda atuação do
professor como mediador do processo de aprendizagem, partícipe do processo de
formulação do projeto pedagógico e, portanto, ator social da sua implantação. Da
mesma forma pressupõe alunos como sujeitos da aprendizagem, em processo de
construção de sua autonomia, capaz de decisões próprias sobre seu futuro e
compromisso social.
Adicionalmente, reafirmam-se os princípios da Universidade Católica de
Brasília os quais permearão todas as atividades desenvolvidas, privilegiando a
formação voltada para o sentido cristão da existência humana.
7
1. HISTÓRICO
1.1 INSTITUCIONAL
A história traz, em si, a presença da memória individual e coletiva dos sujeitos
e fatos que a constituem. O registro e a sistematização factual induzem a análises
que necessitam do contexto particular e geral onde os fenômenos se manifestam.
Esse é o princípio que norteia a história da UCB quanto às suas opções
metodológicas e pedagógicas.
A decisão política de Juscelino Kubitschek em construir Brasília nos anos de
1955/56 promoveu a expansão econômica e a interiorização regional do país na
direção do Centro-Oeste, Norte e Nordeste brasileiros. As conjunturas históricas do
Brasil nas décadas de 1960/70 possibilitaram um franco desenvolvimento urbano de
Brasília e do entorno, o que foi determinante para criação da Universidade Católica
na nova capital. Essa criação deve-se a um grupo de diretores de colégios religiosos
da jovem cidade.
Os idealizadores da futura Universidade Católica de Brasília tomaram
iniciativas no sentido de unir propósitos de dez entidades educativas católicas que
se desdobraram em atividades e fundaram, em primeiro lugar, a Mantenedora e, a
curto prazo, uma instituição que seria a primeira unidade de ensino.
A fundação da União Brasiliense de Educação e Cultura – UBEC – se deu no
dia 12 de agosto de 1972, como uma sociedade civil de direito privado e objetivos
educacionais, assistenciais, filantrópicos e sem fins lucrativos. Instituída a UBEC,
iniciou-se o processo de criar a primeira unidade, a Faculdade Católica de Ciências
Humanas – FCCH. Os jornais realçavam a importância de Taguatinga em relação
ao desenvolvimento e crescimento populacional e à dificuldade que os jovens
possuíam para fazerem seus cursos superiores em razão da distância do Plano
Piloto, onde se encontravam a Universidade de Brasília -UnB e outras Faculdades
Particulares: a AEUDF, o CEUB e a UPIS. Sediada no Plano Piloto de Brasília, a
nova Faculdade teve inicio em 12 de março de 1974, com os cursos de Economia,
8
de Administração de Empresas1 e com o curso de Pedagogia ministrado na Cidade
Satélite de Taguatinga, por razões de espaço físico2.
Os cursos criados deveriam, então, ser ministrados de maneira a atrair os
interesses da população, com aulas no horário noturno, modelo de ensino
especificamente desenvolvido para os discentes que, em sua maioria, trabalhavam
durante o dia e dispunham apenas da noite para atividades acadêmicas. A
Metodologia de Ensino da Faculdade foi definida a partir do Curso de Introdução aos
Estudos Universitários - IEU, onde os estudantes recebiam as informações sobre o
ensino superior e o funcionamento da Instituição. Havia uma exigência de que a
organização de conteúdos e as aulas fossem feitas por trabalho em equipes de
educadores, para cada disciplina, no início de cada semestre. Material instrucional
era distribuído aos estudantes, o que acabou resultando no Banco do Livro e no IEU
para os matriculados no básico. Todas as equipes de educadores atuavam de
acordo com as propostas metodológicas definidas para a FCCH, reforçados por um
trabalho de formação dirigido aos educadores, instituindo-se o Curso de Formação
de Educador Universitário.
Em 8 de agosto de 1980 foi realizada uma alteração nos Estatutos e
Regimentos da UBEC e FCCH, em razão de novas realidades conjunturais,
permitindo que a instituição se organizasse em uma estrutura de ensino mais
coerente e adequada à sua própria expansão. Ocorreu, então, a instalação das
Faculdades Integradas da Católica de Brasília – FICB 3 , reunindo a Faculdade
Católica de Ciências Humanas, a Faculdade Católica de Tecnologia e a Faculdade
(Centro) de Educação4.
Os cursos de licenciatura que foram autorizados pelo CFE eram frutos de
uma longa etapa de escutar a sociedade brasiliense, considerando o interesse
despertado no mercado, a atenção constante da Direção, que avaliava as
necessidades da comunidade de Brasília e do seu entorno e, principalmente, de
Taguatinga, reforçando, assim, a opção pelas licenciaturas. A Católica priorizou as
iniciativas de cursos na área de educação, capacitação docente da Fundação
1
Diário Oficial, Ano CXII, nº 100, Capital Federal, 28/05/1974.
Decreto nº 73.813, assinado pelo Presidente da República, Emílio Garrastazu Médici. O decreto nº 73.813 foi reafirmado
com o de nº 74.108 de 27 de maio de 1974 e assinado pelo novo Presidente da República Ernesto Geisel cujo artigo 1º definia
a autorização do funcionamento da Faculdade Católica de Ciências Humanas, mantida pela União Brasiliense de Educação e
Cultura—UBEC.
3
De acordo com o Parecer nº 273/81 do antigo Conselho Federal de Educação – CFE.
4
Regimento das Faculdades Integradas da Católica de Brasília, 1981-1984.
2
9
Educacional do DF e graduação na área de ciência e tecnologia, levando-se em
conta o conhecimento, experiências históricas e proposições das FICB nessa área.
A criação da Faculdade Católica de Tecnologia, que reunia os cursos de Ciências
(Matemática, Física, Química e Biologia) e o Curso Superior de Tecnologia em
Processamento de Dados, evidenciava a expansão do processo de informatização
em todos os setores empresariais, inclusive a própria implantação do sistema de
controle acadêmico por computação, na Católica. A Faculdade Católica de Ciências
Humanas continuava oferecendo os cursos de Administração de Empresas e de
Economia, compatibilizando a grade curricular com proposta do MEC/SESU e do
Conselho Federal de Técnicos de Administração – CFTA. Os cursos deveriam estar
alinhados em conhecimentos e habilidades em relação à oferta de empregos nas
áreas de atuação do administrador e atitudes profissionais sustentadas pela ética.
A disposição pedagógica das FICB organizou-se em Departamentos
Acadêmicos, racionalizando os trabalhos dos professores e criando oportunidades
de integração professor/estudante. Programas foram desenvolvidos para melhorar o
convívio entre as pessoas e foram elaboradas propostas de trabalhos que reunissem
conjuntos de estudantes de diferentes cursos, diferentes ocupações profissionais e
diferentes professores. O objetivo era melhorar as condições para que a Instituição
se desenvolvesse de maneira global, em lugar de enfatizar o desenvolvimento
parcial e unitário.
Em 12 de março de 1985, o Campus I da Católica de Brasília foi inaugurado,
em Taguatinga, com o primeiro prédio, hoje denominado de Prédio São João Batista
de La Salle. A expansão das FICB era inquestionável, confirmando as possibilidades
de trabalhos cujos objetivos, diretrizes de ação e metas a serem alcançadas visavam
à elaboração do Projeto para o reconhecimento das FICB em Universidade Católica
de Brasília.A cidade de Taguatinga, um local estratégico, foi inaugurada em 05 de
junho de 1958. Essa cidade cresceu, a 25 km do Plano Piloto, e tornou-se um polo
econômico, com avenidas que se tornaram referência na cidade, altos prédios e uma
população hoje, estimada em aproximadamente 300.000 habitantes. Sua expansão
liga-se à própria condição de Brasília ser um espaço geopolítico que atraiu a “gente
brasileira” com todos os seus conflitos sociais. O espaço geográfico do Campus I da
Católica, com suas edificações, acabou se transformando em um ponto de
convergência populacional, com pessoas do Plano Piloto, Núcleo Bandeirante,
10
Candangolândia, Taguatinga, Guará, Gama, Ceilândia, Samambaia, Brazlândia,
Santa Maria, Recanto das Emas e Riacho Fundo. Os vários cursos criados atendiam
à demanda de uma população que buscava a formação acadêmica como forma de
ascensão social, pessoal e profissional.
A partir de 1988/89, a Direção Geral das FICB, com administração dinâmica,
renovando atitudes, acelerou as condições para o futuro reconhecimento em
Universidade. Um dos principais objetivos dessa direção foi, exatamente, o
desenrolar do processo para o reconhecimento, junto ao Conselho Federal de
Educação. Os 17 cursos oferecidos estavam reunidos na Faculdade de Educação,
Faculdade de Tecnologia, Faculdade de Ciências Sociais, Faculdade de Filosofia,
Ciências e Letras, mais os cursos de especialização e mestrado da Pós-Graduação.
Depois de intenso trabalho, ao longo de dois anos, o Ministro de Estado da
Educação e do Desporto assinou a Portaria de Reconhecimento das FICB como
Universidade Católica de Brasília – UCB, em 28 de dezembro de 1994, com sede na
Cidade de Taguatinga (DF). No dia 23 de março de 1995 ela foi oficialmente
instalada em seu Campus I. Iniciava-se a primeira gestão universitária da UCB de
acordo com o que estava sendo definido nos Planos de Ação e no Plano de
Desenvolvimento Institucional – PDI. Nesse mesmo ano foi desenvolvida uma
metodologia específica para elaboração de Planos de Ação, os “PAs Anuais”. O
objetivo geral dessa metodologia era permitir a elaboração, o acompanhamento e a
avaliação dos Planos Anuais - planejamento setorial/operacional - da Universidade,
devidamente vinculado ao PDI. Os PAs passaram a ser planejados, executados e
avaliados, anualmente, considerando a acelerada expansão dos núcleos urbanos
próximos à posição geográfica da UCB.
A segunda Gestão Universitária iniciou-se em 23 de março de 1999 e
confirmou as atitudes tomadas anteriormente, ampliando e expandindo os cursos de
graduação e pós-graduação para as áreas mais demandadas pela sociedade e
entidades de classe da época. Preocupou-se, sobremaneira, com a Pós-Graduação,
com a Pesquisa e a Extensão e redefiniu-se o corpo docente, contratando mestres e
doutores em tempo integral. Programas e projetos de extensão marcaram a
presença da Universidade na comunidade de Brasília, Águas Claras e Taguatinga e
o avanço do Ensino a Distância teve agregado a sua projeção o Curso
11
“Aprendizagem Cooperativa e Tecnologia Educacional na Universidade em Estilo
Salesiano”.
Até o ano de 2000, a Coordenação de Planejamento criou e implantou,
prioritariamente, o Plano Estratégico, em um horizonte que ia de 2002 a 2010. Nesse
plano está estabelecida a Missão, a Visão de Futuro, os objetivos e as estratégias
da UCB para o período. Implantou-se o Sistema de Planejamento – SISPLAN - que
permitiu a elaboração, o acompanhamento e a avaliação dos PAs, de forma on-line,
totalmente automatizado. A orientação básica desse sistema era de acompanhar e
avaliar tanto os PAs quanto o Plano Estratégico.
Em 23 de março de 2003, uma nova equipe assumiu a terceira Gestão
Universitária, com vistas à sustentação do patrimônio universitário e com uma
proposta de trabalhar, cooperativamente, visando manter alguns projetos já
delimitados pelas gestões anteriores e implementar o Projeto de Realinhamento
Organizacional, o Projeto de Gestão Acadêmica e o Projeto Identidade. Os rumos
tomados visavam satisfazer às necessidades dos cursos relacionados à estrutura de
Centro de Educação e Humanidades, Centro de Ciências da Vida, Centro de Ciência
e Tecnologia e Centro de Ciências Sociais Aplicadas – que abrangiam um total de
92 Cursos oferecidos pela Graduação, Ensino à Distância e Pós-Graduação, além
dos programas e projetos de pesquisas da Extensão. As avaliações institucionais e
de curso, realizadas durante esse período, atestaram a excelência da educação
superior realizada na UCB, bem como a indissociabilidade do Ensino, Pesquisa e
Extensão.
Em continuidade às avaliações positivas da UCB, a quarta Gestão
Universitária assumiu em 31 de Janeiro de 2007 com o propósito de se tornar uma
instituição de referência na extensão, na pesquisa e no ensino, indissociáveis e
comprometidos com o desenvolvimento sustentável e a justiça social. Uma
reorganização estrutural interna da Universidade foi necessária, nesse sentido o
processo de ensino oferecido pela UCB, foi revisado a partir das Diretrizes para o
Ensino Superior definidas pelo Conselho Nacional de Educação, além de ser
analisado o mercado e as ofertas de curso nas diversas instituições da região.
Essa gestão baseou seu trabalho em quatro princípios: o de promover a
indissociabilidade, a extensionalidade, a sustentabilidade e a pastoralidade da
Universidade; Elegeu a Qualidade de Gestão, sustentada no processo ensino
12
aprendizagem, na convivência saudável e nas qualificações profissionais como meta
a ser atingida; Entendeu como importante a Docência com Convivência, onde
prevaleceu a investigação, a transferência do aprendizado e a extensionalidade;
voltados para uma Comunidade Educativa onde se expressou a fraternidade, a
solidariedade, o valor do espírito humano e a ética.
Nesse sentido a Pró-Reitoria de Graduação promoveu um trabalho de
reformulação de todos os projetos pedagógicos dos cursos de graduação, instituiu o
programa de melhoria da formação discente e o programa de formação docente; a
Pró-Reitoria de Extensão se dedicou a uma proposta de re-estruturação da Extensão.
Elaborou as Diretrizes de Extensão, e com isso definiu categorias de extensão, entre
elas, a que estimula os cursos de graduação a responsabilidade de elaboração,
execução e acompanhamento de projetos de extensão. A Pró-Reitoria de PósGraduação e Pesquisa se empenhou na manutenção da qualidade da pesquisa e
criação de novos programas stricto e latus senso, além de alavancarem o processo
de construção do Parque Tecnológico de Inovação da UCB. O crescimento da
Católica Virtual, merece destaque nesta gestão. Em relação à parte administrativa a
instituição passou por um período de readequação do quadro docente e
administrativo da casa.
A história da UCB está atrelada à história de Brasília, o Projeto Pedagógico
da UCB não perde de vista as contradições dos sistemas políticos e econômicos da
atualidade e luta com as próprias dificuldades internas, na ânsia de vencer as crises
e sustentar seu espaço físico e de produção científica, cultural e de intervenção
social no quadro da realidade nacional e regional do Brasil.
1.2. CURSO
No cenário mundial, a Nutrição, seja como ciência, ações sociais e/ou
políticos ou como profissão, é característica do início do século XX. Observa-se que
a profissão de Nutricionista teve seu embrião no ensino de economia doméstica
pelas irmãs da Ordem das Ursulinas, no Canadá, por volta do ano de 1670.
No Brasil, na década de 1930, a sociedade brasileira se voltava para a
perspectiva da consolidação de demandas e mudanças sociais, políticas,
econômicas e culturais, do Estado novo. Inicia-se então, a história da Nutrição no
Brasil, com a criação em 1939 do primeiro curso de visitadoras de nutrição do
Instituto de Higiene e Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP).
13
A profissão de Nutricionista, bem como todas as profissões emergentes,
surgiu para atender as necessidades identificadas pelo próprio progresso científico e
tecnológico e pelas urgências reclamadas pelo desenvolvimento social.
Atualmente, ampliou-se e diversificou-se seu âmbito de ação com a
inclusão dos campos de saúde coletiva (promoção e prevenção), do ensino, da
consultoria, da pesquisa, da indústria de alimentos, da nutrição esportiva, entre
outros.
O processo de transição epidemiológica e nutricional, as evoluções
tecnológicas, a alimentação garantida como direito humano básico, são fatores que
determinam as competências necessárias à prática do Nutricionista, pois sendo
profissional de saúde, a garantia da segurança alimentar e nutricional deve permear
todas as ações relacionados à profissão.
A luta pelo reconhecimento do curso de nutricionistas como de nível
superior no Brasil, teve seu início por volta de 1952. Por meio do processo nº
42.620/54, a Comissão de Ensino Superior reconheceu o Curso de Graduação em
Nutrição em Nível Universitário, e após dez anos, surgiu o primeiro Currículo Mínimo
(Parecer CFE 265/62), como curso de nível superior com duração de três anos. Na
mesma década, foi promulgada a Lei nº 5276/67 que “dispõe sobre a profissão de
nutricionista, regula seu exercício e dá outras providências”.
Em 1991 a Lei nº. 5276/67 foi revogada, entrando em vigor a Lei nº.
8234/91. Dos dispositivos legais que sucederam, destaca-se a Lei 6229/75, que
dispõem sobre o Sistema Nacional de Saúde e em especial, a lei no. 6583/78, que
cria os Conselhos Federal e Regional de Nutricionistas, regulamentada pelo Decreto
no. 84.444, de 30/01/1980.
A fundação da Associação Brasileira de Nutricionistas (ABN), em 31 de
agosto de 1949, primeira entidade brasileira criada com o intuito de representar e
defender os interesses dos nutricionistas. Em comemoração a fundação da ABN,
hoje Associação Brasileira de Nutrição (ASBRAN), instituiu o dia 31 de Agosto
como dia Nacional do Nutricionista.
Em 19 de setembro de 1990 foi promulgada a Lei nº 8.080 (Lei
Orgânica da Saúde) que dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e
recuperação
da
saúde,
a
organização
e
o
funcionamento
dos
serviços
correspondentes. Em seu Art. 2º diz que “A saúde é um direito fundamental do ser
14
humano, devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno
exercício”. Em seu Art. 3º diz que a saúde tem como determinantes e condicionantes,
entre outros, a alimentação.
Em seu Art. 5º esta mesma legislação define os objetivos e atribuições
do Sistema Único de Saúde (SUS) de uma maneira geral. A partir destes objetivos e
atribuições gerais do Art. 5º, o Art. 6º inclui no campo de atuação do SUS, a
execução de ações relacionadas: de vigilância sanitária; de vigilância epidemiológica;
de saúde do trabalhador e de assistência terapêutica (aqui incluída a dietoterapia); a
ordenação da formação de recursos humanos na área da saúde; a vigilância
nutricional e orientação alimentar; colaboração na proteção do meio ambiente, nele
compreendido o do trabalho; o controle e a fiscalização de serviços, produtos e
substâncias de interesse para a saúde; a fiscalização e a inspeção de alimentos,
água e bebidas, para consumo humano; o incremento, em sua área de atuação, do
desenvolvimento científico e tecnológico.
Em 07 de Novembro de 2001, pela Resolução CNE/CES no. 5 , de
acordo com o disposto na Lei no. 9.131/95 e com fundamento no parecer CNE/CES
1133/2001, instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em
Nutrição, com o objetivo de orientar a organização curricular dos cursos de Nutrição
das instituições do sistema superior do País.
1.3. PROJEÇÃO DA MISSÃO NA AREA E NO CURSO
1.3.1. PROJEÇÃO DA MISSÃO NA ÁREA DE CIÊNCIAS DA VIDA
A Universidade Católica de Brasília – UCB tem como missão:
Atuar solidária e efetivamente para o desenvolvimento
integral do ser humano e da sociedade, por meio da
geração e comunhão do saber e da ação comunitária,
comprometida com a qualidade e os valores éticos,
humanísticos e cristãos, na busca da verdade.
Para cumpri-la a UCB crê que a construção do fazer na comunidade se
dá por meio do testemunho solidário, do convívio fraterno e da co-responsabilidade,
15
sendo esta sua contribuição, focando a idéia de sustentabilidade e referência de
saberes socialmente relevante. E ainda mais: que a formação da consciência cristã
e do agir concreto no âmbito social é instrumento adequado para a consolidação da
cidadania na construção de uma sociedade mais justa e fraterna.
A projeção desta missão se dá de diversas formas, incluindo a utilização
de metodologias de ensino que favoreçam a integralidade, propiciando uma atuação
e participação estudantil de forma dinâmica que valoriza a formação de idéias,
análise crítica e reflexão, estimulando o desenvolvimento em diversas fases.
Para tanto, a UCB delineia seu Plano de Desenvolvimento Institucional
(PDI) a partir do objetivo primordial de oferecer ensino de qualidade, com a
participação e a serviço da comunidade, garantindo, desta forma, a extensionalidade.
A UCB investe em projetos e programas que respondem aos novos
desafios decorrentes das diversas demandas sociais, as quais têm exigido a
superação de uma ciência parcial e fragmentária no sentido de um novo paradigma
onde o conhecimento se estabelece de forma integrada e global.
A missão institucional torna importante o olhar multicultural, integrador,
indissociável entre ensino, pesquisa e extensão.
Neste
enfoque,
a
unidade
educativa
assume
coletivamente
as
responsabilidades na construção da qualidade cientifica social, católica, na busca de
um processo de construção coletiva entre os cursos da área, avaliando
permanentemente o processo e a integração horizontal e vertical dos cursos,
compatível com a natureza, exigências, diretrizes curriculares e especificidades de
cada curso.
A área de Ciências da Vida contribui para este processo formando um
profissional apto a lidar com o conhecimento científico em sua área de forma ética,
articulando saberes para a prevenção e resolução de problemas específicos do
cotidiano.
Muito além da sala de aula, a atuação de nossos estudantes e professores
estabelece com as comunidades, não uma relação de superioridade, mas sim de
interface constante, na perspectiva da troca de saberes e construção coletiva de
conhecimentos.
1.3.2 Projeção da Missão no Curso de Graduação em Nutrição
16
Operacionaliza-se na ação pedagógica do curso pela produção científica,
socialização do conhecimento, integrando teoria, prática, ensino e pesquisa. O curso
de nutrição da UCB busca um processo participativo, contínuo e sistemático de
avaliação permanente do ensino-aprendizado, buscando atender as exigências
acadêmicas bem como da sociedade por meio de ações compartilhadas com a
comunidade.
As ações de extensão do curso de nutrição são articuladas ao projeto
pedagógico e a Pró-Reitoria de Extensão de forma integrada, participativa na busca
do aperfeiçoamento e qualificação dos estudantes, com vistas em programas
extensionistas com a participação efetiva da sociedade, visando fortalecer as
relações com a comunidade, promovendo desenvolvimento, melhorando qualidade
de vida e formando cidadãos, éticos, conscientes de seus papéis como agentes de
saúde.
O incentivo a pesquisa é um instrumento importante e estratégico para
elevação da qualidade acadêmica. A Instituição procura oportunizar, estimulando
pesquisas, que servem de indicadores de ações de planejamento e gestão das
atividades institucionais, possibilidade de construção coletiva de bases de dados,
para que como atividades acadêmicas possam melhorar a saúde e qualidade de
vida das pessoas
2. PROGRAMA DE MELHORIA DA EDUCAÇÃO BÁSICA
Com a ampliação do acesso à educação superior tem se percebido com mais
evidência a fragilidade da formação da maioria dos estudantes brasileiros. A
ampliação da Educação Superior não cria a fragilidade, mas a revela à medida que
os eliminados de outrora hoje conseguem acesso. Assim, boa parte dos
ingressantes na Educação Superior brasileiro não possui o conhecimento escolar
que esperamos para o ingresso neste nível.
Outro elemento que merece destaque, e que em alguma medida também é
reflexo deste contexto, é a evasão nos primeiros anos dos cursos superiores.
Embora possamos considerar que a ampliação do acesso à Educação Superior já é
um ganho para o país, assim como foi a ampliação da Educação Básica, é preciso
cuidar para garantir um acesso com qualidade, que se preocupe essencialmente
com a formação oferecida e com a aprendizagem dos estudantes.
17
É preciso, então, considerar este contexto e entender que o desafio da
melhoria da formação básica dos estudantes ingressantes não apresenta uma
solução simples, pois exige empenho profissional e político para não fazer da
Educação Superior um “faz de conta” para parte dos estudantes que recebemos.
Gentilli (2001), já sinalizava a questão, classificada pelo autor como um ‘processo de
exclusão includente’, lembrando que o acesso à educação não significa o acesso ao
mesmo tipo de educação no que tange à qualidade.
Para tanto, devemos ter em conta o estudante real, que tem suas
necessidades, interesses, nível de desenvolvimento, representações, experiências
anteriores (história pessoal). Este estudante muitas vezes é distinto do estudante
idealizado ou do sonho de alguns professores. É preciso pensar a Educação
Superior em função do que o estudante é, e não do que gostaríamos que fosse.
Neste sentido, é importante ainda lembrar que os nossos estudantes não são
calouros de escola, pois possuem pelo menos 11 anos de escolaridade. Neste
período, os estudantes se acostumaram com professores que fazem perguntas e
que ensinam respostas, e não com professores que se fazem perguntas. Essa
escola, frequentemente, seja para os estudantes, seja para os professores, se
constitui enquanto uma opção formal que muitas vezes abdica do caráter político e
existencial do fazer pedagógico, ao tomar o trabalho intelectual como um fim em si
mesmo, desvinculado dos significados, sentidos e compromissos que deveriam
orientá-lo.
Como forma de enfrentamento, é urgente não apenas reconhecer este
cenário, mas buscar diferentes estratégias de aproximação a fim de se relacionar
com esse contexto, respeitando e considerando sua complexidade. Um movimento
inicial e essencial para essa aproximação é o reconhecimento do estudante como
um ser ativo, que precisa ter participação consciente no processo de construção da
significação de sua ação e de seu conhecimento, o que, já lembrava Freire (1981), é
tarefa de sujeito, e não de objeto. Entendemos, desta forma, que o caminho para o
acesso à Educação Superior com qualidade passa, necessariamente, pelo
reconhecimento do sujeito que aprende, de sua história e do lugar de protagonismo
e autoria que ele ocupa no processo de aprendizagem.
18
É sobre esse alicerce que se constrói a proposta do componente curricular
‘Introdução a Educação Superior’. Este componente, obrigatório para o primeiro
semestre de todos os cursos de graduação da Universidade, aposta na ruptura com
a forma tradicional de ensinar e aprender e com os procedimentos acadêmicos
inspirados nos princípios positivistas da ciência moderna, resgatando o lugar e o
valor do sujeito que aprende (como protagonista e autor de seu processo).
A proposta do componente curricular ‘Introdução a Educação Superior’ se
constitui, dessa forma, como uma das ações de melhoria da formação básica dos
estudantes. Esse componente de introdução possui o foco no “conteúdo do sujeito”,
ou seja, no cuidado com cada estudante que entra na Universidade. Ele precisa se
sentir acolhido, respeitado em sua história (com todas as fragilidades acadêmicas,
culturais e sociais que ela pode possuir) e desafiado a viver um momento singular
em sua vida: a Educação Superior.
Esse componente curricular se constitui como um encontro do sujeito com a
Universidade, baseada na crença de que é possível ampliar acesso sem perder
qualidade. Seus princípios se sustentam na relação fundamental entre os conteúdos
dos sujeitos (estudantes) e os conteúdos da matéria, no acompanhamento do
processo de aprendizagem através dos registros de estudantes e professores, na
autoria e autonomia necessária ao processo de aprender e na rotina da aula,
abordando o eixo dos conhecimentos acadêmicos, relacionais e culturais à medida
que apóia e desafia os estudantes nesta nova fase. O componente ainda trata das
questões da leitura e da escrita na Educação Superior, do conhecimento científico e
da comunicação e tecnologias a partir da história de vida dos estudantes. Pretendese, neste sentido, apresentar respostas aos desafios de manutenção da qualidade e
redução da evasão, constituindo-se um compromisso político e pedagógico dessa
instituição.
Outras ações estratégicas:
•
Projeto Monitoria
No Projeto Monitoria são previstas a atuação de estudantes da
graduação, de todos os cursos, e a Monitoria com bolsistas da pósgraduação. Nesta proposta, as monitorias não são plantões de dúvidas;
portanto, precisam de um plano de estudo de monitoria em estrita
19
harmonia com o plano de ensino das disciplinas de maior índice de
retenção de estudantes, ou seja, o plano de estudo da monitoria deve ser
um pré-requisito do plano de aula da disciplina. O Programa de
Reconstrução das Práticas Docentes organiza e oferece a formação aos
Monitores (da graduação e da pós-graduação).
•
Projeto Jovem Pesquisador do Futuro
Esse projeto consiste especialmente na oferta de treinamentos para
iniciação científica do estudante de graduação. O projeto foi implementado
no segundo semestre de 2010, e deve atender a 100 (cem) estudantes por
semestre.
•
Perfil docente para atuação nas disciplinas de primeiro semestre
Como ação complementar ao acolhimento e atenção diferenciada ao
estudante ingressante, é realizada análise do perfil dos professores que
atuam nas disciplinas de primeiro semestre. Nesta ação os gestores
contam
com
a
colaboração
da
Diretoria
de
Desenvolvimento,
Planejamento e Avaliação, responsável pela realização da avaliação
específica desses professores e da Coordenação da disciplina Introdução
a Educação Superior, na articulação entre os professores da disciplina de
IES e o restante dos professores que atuam no primeiro semestre.
•
Acompanhamento dos Ingressantes
Essa ação corresponde ao envolvimento da gestão dos cursos e ao
suporte
pedagógico
oferecido
pelo
Serviço
de
Orientação
e
Acompanhamento Psico-Pedagógico da UCB. Cada direção de curso
recebe o resultado do processo avaliativo dos estudantes ingressantes do
curso: avaliação diagnóstica, dados do perfil e avaliação final. A partir do
perfil e do desempenho dos estudantes, as direções poderão implementar
ações complementares no âmbito do curso. Os diretores também são
convidados a refletir sobre o programa de monitoria no curso e o perfil dos
docentes que atuam no primeiro ano. Os docentes que atuam com a
Introdução a Educação Superior também devem se encontrar com o
diretor do curso de referência dos estudantes que acompanha para
aproximar o trabalho da disciplina ao contexto do curso, partilhar
20
informações e impressões sobre o perfil dos estudantes, atividades
desenvolvidas e acertos coletivos para a continuidade da ação. Outra
ação complementar é a oferta de oficinas pelo Serviço de Orientação e
Acompanhamento Psico-Pedagógico. Estas oficinas são pensadas e
organizadas a partir do diagnóstico construído no componente curricular
‘Introdução a Educação Superior’, para estudantes que passaram pela
disciplina e ainda necessitam de um apoio sistemático.
•
Clube de Leitura
Coordenado pela Biblioteca da UCB, com participação de bibliotecárias
(os) e de estudantes voluntários do curso de Letras, é aberto aos
estudantes universitários, especialmente os estudantes da disciplina de
IES. Seu grande objetivo e a formação de leitores.
•
Apoio à aprendizagem em Matemática Básica
Ministrado aos sábados por professores do curso de Licenciatura em
Matemática, atende preferencialmente os estudantes que no diagnóstico
inicial demonstraram dificuldades em Matemática Básica ou estudantes
com histórico de baixo desempenho nesta área.
•
Visitas dirigidas aos laboratórios
A coordenação da formação básica da área de ciências da vida, em parceria
com o programa de mestrado e doutorado em Biotecnologia organiza visitas
dirigidas aos laboratórios do programa e laboratórios parceiros: Embrapa,
Lacen e UnB.
• Cinema, cultura e educação
Cineclube saúde: projeto semanal de exibição de filmes e debates,
coordenado por professores da formação básica da área de ciências da
vida.
Cine-filosofia: projeto semanal de exibição de filmes e debates,
coordenado por professores do curso de Filosofia
Curta-Educação: projeto semanal de exibição de documentários sobre
personalidades do pensamento social brasileiro, coordenado pelo curso
de Pedagogia.
21
Quinta Cultural – Eventos culturais mensais, coordenado pelo curso de
Pedagogia.
•
Projetos Especiais
Grupos de Estudo Temáticos: grupos de estudo com encontros semanais
com temáticas diversas coordenado por professores de diferentes áreas e
cursos.
Encontro interdisciplinar: encontros para discussão de um tema
interdisciplinar envolvendo professores de várias disciplinas. Os encontros
são promovidos a partir de uma temática importante na conjuntura do
semestre.
3. CONTEXTUALIZAÇÃO
Nos meses de Novembro e Dezembro de 1997, os Conselhos Superiores
da Universidade Católica de Brasília (Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão –
CONSEPE e Conselho Universitário – CONSUN), discutiram e aprovaram o projeto
de implantação do Curso de Nutrição. Sua autorização se deu pela Resolução No
27/97, de 05 de Dezembro de 1997 do CONSUN, sendo implantado no primeiro
semestre de 2008, reconhecido pela portaria MEC nº 411 de 08 de fevereiro de
2002 (DOU 13 de fevereiro de 2002). O Curso de Graduação, Bacharelado em
Nutrição da UCB foi implementado no primeiro semestre de 1998 (11/02/1998),com
3300 horas, turnos de funcionamento: matutino e vespertino, sendo oferecidas 90
vagas semestrais igualmente distribuídas nos dois turnos até o segundo semestre
de 2000, em que se ampliaram a oferta de vagas do vespertino para 90 vagas. O
período de integralização: 8(oito) semestres no mínimo e 12 (doze) semestres.
O seu reconhecimento foi renovado pelo MEC através Portaria Ministerial
nº 3.110, publicada no Diário Oficial da União de 12/09/2005, com currículo de
3.480h (ampliação de horas de estágios), com turnos de funcionamento: matutino e
vespertino, sendo oferecidas 135 vagas semestrais, 45 vagas no matutino e 90
vagas no vespertino. Pela Resolução CONSEPE- nº 09/2005 de 30 de março de
2005, foi extinto o turno vespertino transferindo para o turno noturno. Os turnos de
funcionamento do curso de nutrição permaneceram matutino, vespertino (sem
22
ingressos) e turno noturno, sendo oferecidas 45 vagas no período matutino e 45
vagas no noturno.
Com o intuito de inovar e melhorar a qualidade do projeto pedagógico do
curso de nutrição, em consonância as diretrizes curriculares (CNS/CES nº 5/2001),
surgimento das novas áreas de atuação do nutricionista, ampliação da proposta da
interdisciplinaridade, e ao PPI da UCB, observou-se a necessidade de algumas
modificações e adequações na Matriz Curricular do Curso. Após cuidadosa análise,
concluiu-se que o atual currículo do Curso evidenciava carga horária excessiva em
algumas áreas e deficitária em outras, disciplinas passíveis de exclusão e
necessidade de modificações na estrutura de pré-requisitos e dos estágios
supervisionados obrigatórios. Em outubro de 2007 foi submetido para aprovação da
Câmara de Graduação análise e parecer quanto à reestruturação do Projeto
Pedagógico e da Matriz Curricular do Curso de Nutrição, sendo aprovada pelo
CONSEPE – Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão da Universidade Católica de
Brasília por meio de resolução nº 84/2007 de 22/11/2007.
O atual Curso de Graduação em Nutrição da Universidade Católica de
Brasília permanece estruturado, em sistema de créditos, com turno de funcionamento
matutino e noturno, sendo oferecidas 45 vagas semestrais igualmente distribuídas
nos dois turnos, oferecidos no mínimo em 08 semestres e no máximo em 12
semestres.
Integram o currículo do curso de Graduação em Nutrição 49 (quarenta e
nove) componentes curriculares obrigatórios e 01 (um) optativo, totalizando 206
(duzentos e seis) créditos com carga horária de 3.270 (três mil duzentos e setenta)
horas incluindo os estágios supervisionados, TCC (Trabalho de Conclusão de Curso)
e 65 horas (sessenta e cinco) de atividades complementares, totalizando um currículo
de 3.335 horas.
As turmas comportam 50 (cinquenta) estudantes, excluindo as atividades
de laboratórios, com 25 e no máximo 30 (trinta) estudantes.
Para as atividades
práticas (extra-muro), que exijam a presença do docente, as turmas são compostas
no máximo de 30 (trinta) estudantes. O ingresso ocorre mediante aprovação no
Concurso Vestibular realizado pela Instituição.
O Nutricionista formado pela Universidade Católica de Brasília é um
profissional generalista, humano (visão holística) e crítico, capaz de atuar em todas
23
as áreas de conhecimento em que a alimentação e nutrição se apresentem
fundamentais para a promoção, manutenção e recuperação da saúde, de forma ética
e com reflexão sobre as diversas realidades econômicas, políticas, sociais e culturais,
segundo (Resolução CNE/CES n.º5 de 2001).
3.1. CENÁRIO PROFISSIONAL
O curso de Nutrição da UCB oferecerá ao discente a possibilidade de obter
o grau de Bacharel em Nutrição, profissional de nível superior, membro integrante das
Ciências da Vida. O profissional graduado em Nutrição pela UCB será capaz de atuar
em qualquer área do conhecimento em que alimentação e nutrição se apresentem
fundamentais para a promoção e recuperação da saúde e para a prevenção de
doenças de indivíduos ou grupos populacionais, contribuindo para a melhoria ou
manutenção da qualidade de vida. Sendo assim, amparado pela lei que regulamenta
a profissão, terá competência para atuar nas seguintes áreas:
Áreas de Atuação
1. Alimentação Coletiva:
A) Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN)
B) Alimentação Escolar
C) Alimentação do Trabalhador.
Na área de Alimentação Coletiva compete ao nutricionista planejar, organizar,
dirigir, supervisionar e avaliar os serviços de alimentação e nutrição, bem como
realizar assistência e educação nutricional a coletividade ou indivíduos sadios ou
enfermos em instituições públicas e privadas. Ao trabalhar com a produção e
distribuição da alimentação de pacientes hospitalizados interage com a área de
Nutrição Clínica.
2. Nutrição Clínica:
A) Hospitais e clínicas em geral
B) Clínicas em hemodiálises
C) Instituições de longa permanência para idosos e spa;
24
D) Ambulatórios;
E) Banco de leite humano (BLH);
F) Lactários/centrais de terapia nutricional;
G) Atendimento domiciliar.
Na área de Nutrição Clinica o Nutricionista prestará assistência dietética e
promoverá educação nutricional a indivíduos, sadios ou enfermos, em nível hospitalar,
ambulatorial, domiciliar e em consultórios de nutrição e dietética, visando à promoção,
manutenção e recuperação da saúde.
Saúde Coletiva:
A) Políticas e programas institucionais;
B) Atenção básica em saúde;
C) Vigilância em saúde.
Na área de Saúde Coletiva compete ao Nutricionista prestar assistência e
educação nutricional a coletividades ou indivíduos sadios, ou enfermos, em
instituições publicas ou privadas e em consultório de nutrição e dietética, através de
ações, programas, pesquisas e eventos, direta ou indiretamente relacionados à
alimentação e nutrição, visando à prevenção de doenças, promoção, manutenção e
recuperação da saúde. Ao trabalhar com a atenção básica na prevenção e promoção
da saúde interage com a área de nutrição clinica no sentido de prevenir o
aparecimento de algumas patologias relacionadas com hábitos alimentares
inadequados.
4. Docência:
A) Ensino
B) Pesquisa
C) Extensão (graduação e pós-graduação)
D) Coordenação de cursos
25
O profissional da área de nutrição poderá atuar como docente nas disciplinas
dos cursos de graduação em nutrição e alimentação, supervisão de estágios,
pesquisas e direção/ coordenação de cursos de graduação.
5. Indústria de Alimentos:
A) Desenvolvimento de produtos
Na área de Indústria de Alimentos compete ao Nutricionista elaborar informes
técnico-científicos, gerenciar projetos de desenvolvimento de produtos alimentícios,
prestar assistência e treinamento especializado em alimentação e nutrição, controlar
a qualidade de gêneros e produtos alimentícios, atuar em marketing e desenvolver
estudos e trabalhos experimentais em alimentação e nutrição, proceder analises
relativas ao processamento de produtos alimentícios industrializados. Interage com a
área de Alimentação Coletiva na busca de alimentos de qualidade nutricional.
6. Nutrição em Esportes:
A) Clubes esportivos
B) Academias e similares
Na área de Nutrição em esportes o Nutricionista prestará assistência e
treinamento especializado em alimentação e nutrição, prescrevendo suplementos
nutricionais necessários a complementação da dieta, solicitará exames laboratoriais
necessários ao acompanhamento nutricional. Interage com a área de Nutrição Clinica
quando este desportista ou atleta apresenta alguma patologia que necessite de
acompanhamento nutricional.
7. Marketing de Alimentos e Nutrição.
Compete ao Nutricionista a educação nutricional de coletividades, sadias ou
enfermas, em instituições públicas ou privadas e em consultórios de nutrição e
dietética, divulgando informações e materiais técnico-científicos acerca de produtos
ou técnicas reconhecidas.
26
8. Especialidades Reconhecidas
a) Área de Saúde Coletiva: (Resolução CFN N° 383, de 19/05/2006)
I – Banco de Leite Humano
II – Direito Sanitário;
III – Gestão em Saúde;
IV – Políticas Públicas;
V – Saúde da Família;
VI – Saúde do Trabalhador;
VII – Saúde Pública;
VIII – Segurança Alimentar e Nutricional;
IX – Vigilância Sanitária;
b) Área de Alimentação Coletiva: (Resolução CFN N° 383, de 19/05/2006)
I – Gastronomia;
II – Gestão de Unidades de Alimentação e Nutrição – UAN;
III – Hotelaria;
c) Área de Nutrição Clínica: (Resolução CFN N° 383, de 19/05/2006)
I – Nutrição do Adulto;
II – Nutrição Geriátrica;
III – Nutrição em Pediatria;
IV – Nutrição do Adolescente;
V – Enfermidades Específicas;
VI – Assistência Domiciliar (home care/personal diet);
VII – Nutrição Enteral e Parenteral;
VIII – Fitoterapia;
d) Área de Ciência e Tecnologia de Alimentos: (Resolução CFN N° 383, de
19/05/2006)
I – Bromatologia;
II – Controle de Qualidade de Alimentos
III – Higiene de Alimentos;
IV – Microbiologia de Alimentos;
27
V – Nutrição Experimental;
e) Área de Nutrição e Dietética: (Resolução CFN N° 383, de 19/05/2006)
I – Bioquímica;
II – Fisiologia;
III – Marketing em Nutrição
IV – Nutrição do Adolescente;
V – Nutrição do Adulto;
VI – Nutrição do Idoso
VII – Nutrição do Pré-escolar e Escolar
VIII – Nutrição Esportiva;
IX – Nutrição Materno Infantil;
X – Técnica Dietética;
f) Área de Educação: (Resolução CFN N° 383, de 19/05/2006)
I – Educação em Saúde;
II – Métodos e Técnicas de Ensino.
9. Exigências Legais
Pessoa Jurídica
A) Responsabilidade Técnica pelo serviço da empresa perante o CRN.
B) Comprovação do registro do profissional no CRN.
C) Registro da empresa no CRN.
Pessoa Física
A) Registro do Profissional no CRN.
B) Cadastramento do seu consultório no CRN.
3.2. MERCADO DE TRABALHO E PERFIL PROFISSIOGRÁFICO
O campo de atuação do nutricionista tem se ampliado consideravelmente
nos últimos anos. Esse profissional conquistou espaços e, cada vez mais, está se
inserindo em setores e serviços diferenciados. As exigências mercadológicas para o
28
nutricionista nos últimos anos fornecem subsídios para rever e/ou reformular sua
estrutura curricular e carga horária, afim de melhores condições de atender aos
padrões de qualidade atuais e futuros, que exigem do profissional mais do que seu
conhecimento teórico, exige qualidade de desempenho e produtividade, criatividade
e iniciativa, visando sempre alcançar a melhoria e inovação necessária para uma
organização que pretende ser competitiva, independente da sua área de atuação.
A presença em políticas públicas consolidadas no país, como o Programa
Nacional de Alimentação Escolar (PNAE- Ministério da Educação) e o Programa de
Alimentação do Trabalhador (PAT- Ministério do Trabalho), Programas de
Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, também constituem exemplos que
fortalecem a importância social do nutricionista e, conseqüentemente, a sua
valorização. E hoje, o vasto campo de atuação permitiu a sua inserção em diversas
áreas: nutrição esportiva; o setor hoteleiro; o marketing; gastronomia, a segurança
alimentar e nutricional, dentre outras vertentes relacionadas com a prevenção de
doença e a melhoria na qualidade de vida.
Por meio de uma pesquisa publicada em 2006 pelo Conselho Federal de
Nutrição (CFN), foi possível saber o perfil do profissional Nutricionista e qual área
profissional está trabalhando. Esta pesquisa foi realizada com 2495 nutricionistas,
em todas as áreas de abrangência do Conselho Federal.
Os resultados encontrados demonstram que os Nutricionistas na sua
maioria são mulheres (96.5%) concentradas nas faixas etárias entre 20 e 40 anos
(79.4%).
Com relação à formação acadêmica a maioria (56.3%) graduou-se em
Instituições Particulares de Ensino Superior, (66.7%) dos profissionais participantes
da pesquisa trabalham em capitais e (30.5%) no interior. Estes dados são
importantes para a construção de novas políticas acadêmicas, visando atender este
cenário.
A área de atuação com maior percentual de profissionais concentra-se na
área de Nutrição Clínica (43,8%), seguida da Alimentação Coletiva (34,5%), Saúde
Coletiva (8,1%), Ensino (7%), Indústria de Alimentos (4%) e Nutrição Esportiva
(2,4%). A área com maior índice de expansão é o da Nutrição Esportiva, seguida
pela Nutrição Clínica (consultórios, atendimentos personalizados como Home–Care,
Personal dieter entre outros). Pela pesquisa, os nutricionistas em geral trabalham em
29
hospitais, academias, clubes esportivos e restaurantes, na sua maioria empresas
privadas.
De acordo com os dados do Conselho Regional de Nutricionistas-CRN1,
área de Jurisdição do Distrito Federal, em 2005, a maioria dos profissionais
nutricionistas trabalhava na área de Alimentação Coletiva, seguida da Nutrição
Clínica. (Tabela 01).
Tabela 01. Área de atuação dos Nutricionistas do Distrito Federal, 2005.
ÁREAS DE ATUAÇÃO
NÚMERO DE PROFISSIONAIS
Alimentação Coletiva
408
Nutrição Clínica
247
Nutrição Clínica/ Alimentação Coletiva
259
Indústria de Alimentos
02
Indústria de Alimentos/Marketing
01
Fonte: CRN1
Portanto, podemos verificar um amplo campo de mercado de trabalho, nas
áreas de nutrição esportiva, hotelaria e gastronomia, marketing, ensino, saúde
coletiva, indústria de alimentos, entre outras.
Segundo a Pesquisa realizada pelo Centro de Excelência em Turismo da
Universidade de Brasília - UnB, Brasília é o terceiro pólo Gastronômico do Brasil
(CET, 2007).
No Distrito Federal, aproximadamente 400 academias foram registradas
no Conselho Regional de Educação Física, 7ª Região (Pesquisa CREF-7ª Região,
2007) e 46 hotéis cadastrados no ABIH (Associação Brasiliense da Indústria
Hoteleira).
Atualmente são 3.229 profissionais inscritos no CRN1- Estados da
Federação: Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso e Tocantins, sendo 1648 no Distrito
Federal (CRN1, Setembro de 2007).
3.3. DIFERENCIAIS DO CURSO DE NUTRIÇÃO DA UCB
A concepção pedagógica que norteia o processo de ensino-aprendizagem
do Curso de Nutrição está centrada no discente como sujeito dessa aprendizagem,
30
tendo o docente o papel de agente-facilitador do processo de formação integral e
adequada do estudante mediante uma articulação entre ensino, pesquisa e extensão.
As importantes funções da universidade (ensino, pesquisa e extensão)
são permanentemente enriquecidas e complementadas por uma vasta ação
educativa, que envolve os diversos seguimentos da Instituição, propiciando, ao lado
do desenvolvimento profissional, o crescimento da pessoa em todas as suas
dimensões: social, ética, cultural, afetiva e humanitária.
Desta forma, a integração entre o ensino, pesquisa e extensão, de forma
indissociável e fundamentada no fazer acadêmico, conduzem mudanças no processo
pedagógico por posicionar alunos e professores sujeitos no ato de aprender, ao
mesmo tempo em que possibilita uma democratização do saber acadêmico capaz de
contribuir na transformação social.
Essa integração propõe uma relação com impacto técnico-científico e
sócio-pessoal por permitir intensas trocas entre áreas distintas do conhecimento, que,
ajustadas ao projeto didático-pedagógico, permitem, a partir da atribuição de créditos,
acompanhamento e orientação de um professor-orientador uma facilidade maior na
flexibilização da formação discente e na integralização curricular estabelecendo uma
relação transformadora.
O conceito de saúde vem passando por intensas transformações,
principalmente no que diz respeito ao modelo de saúde, vem mudando de um modelo
hospitalocentrico, para um modelo assistencial promotor da saúde, preventivo e
principalmente contando com a participação popular e a interdisciplinaridade dos
diferentes profissionais. Neste sentido, entende-se saúde não como o avesso da
doença, mas como a busca do equilíbrio do ser humano e a nutrição se insere no
contexto da promoção da saúde por meio de ações que implementem a alimentação
saudável na população.
A formação do Nutricionista ao longo dos últimos anos vem acompanhando
essa mudança e se inserindo neste novo conceito de cuidar em saúde, passando
lentamente por transformações e dificuldades, se antes demonstrava um relativo
distanciamento da comunidade, ocultando-se aos grandes movimentos sociais e
científicos, a busca hoje é para atingir patamares de sustentação social, científica e
cultural, de forma a contribuir para melhorar a qualidade de vida do cidadão de forma
integrada e globalizada.
31
A capacidade de refletir sobre a importância da definição de prioridades de
atuação em Promoção da Saúde possibilita a utilização e apropriação de
conhecimentos na construção de estratégias para a organização e fortalecimento da
atenção básica, ampliação do acesso, qualificação e reorientação das práticas de
ensino integrada em saúde.
A formação do Nutricionista deverá atender ao sistema de saúde vigente
no País, a atenção integral da saúde no sistema regionalizado e hierarquizado de
referência e contra-referência e o trabalho em equipe. Portanto, os conteúdos
essenciais para o Curso de Graduação em Nutrição devem estar relacionados com
todo o processo saúde-doença do cidadão, da família e da comunidade, integrado à
realidade epidemiológica e profissional, proporcionando a integralidade das ações
estruturais à formação profissional e intelectual do discente, devendo ser
contemplados, segundo as diretrizes curriculares dos Cursos de Graduação em
Nutrição (Resolução CNE/CES nº5/2001).
Coerentemente com os princípios anteriores, o currículo do curso de
Nutrição da UCB permite uma flexibilidade tal que garanta a possibilidade de
atualização constante de suas respectivas disciplinas e também a diversificação na
formação dos profissionais, atendendo à variabilidade do mercado de trabalho e
acompanhando as suas respectivas transformações ao longo dos anos.
Finalmente, o currículo do curso de Nutrição da UCB prima pela
consistência e pela integração das diferentes disciplinas, propiciando condições para
que o aprendizado se dê de maneira gradual e contínua. Isto implica em definir níveis
de aprendizagem e em garantir uma seqüência das disciplinas, tanto em termos de
pré-requisitos como em termos de encadeamento consecutivo ao longo dos
semestres.
Para garantir o atendimento aos princípios relacionados anteriormente,
existe uma Avaliação Continuada do Curso, coordenada pelo Diretor do curso,
composta pelos assessores, e representantes do Centro Acadêmico de Nutrição.
Este grupo atua constantemente acompanhando a formação das turmas do curso,
apresentando relatórios semestrais com propostas de revisão de ementas, conteúdos
programáticos e bibliografias básicas, quando se faz necessário. Além disso, são
realizadas reuniões periódicas com os professores do curso, visando garantir a
32
integração das disciplinas e a coerência com os princípios fundamentais que as
orientam.
3.4 FORMAS DE ACESSO
O estudante ingressa no Curso de sua escolha, por meio de processo
seletivo, denominado vestibular, que é realizado em data e horário estabelecidos em
edital, amplamente divulgado. A execução técnico-administrativa do concurso
vestibular fica a cargo da Fundação Universa – Funiversa, conforme o Oitavo Termo
Aditivo ao Acordo de Mútua Cooperação No 80.019/2005, celebrado entre a União
Brasiliense de Educação e Cultura – UBEC (Mantenedora da UCB) e a Fundação
Universa – Funiversa. Os cursos de Graduação funcionam sob o regime de créditos,
com pré-requisitos estabelecidos na Matriz Curricular. Tal regime possibilita ao
estudante cursar, a cada semestre, disciplinas que totalizem diferentes quantidades
de créditos, a partir do mínimo de 12 créditos. Poderão se inscrever no processo
seletivo os candidatos que já tenham concluído ou estejam em fase de conclusão do
ensino médio ou equivalente, devendo apresentar obrigatoriamente o documento de
conclusão do Ensino Médio no ato da matrícula. O Processo Seletivo consta de dois
cadernos de provas sobre os conteúdos dos programas dos ensinos fundamental e
médio, sendo 1 (uma) prova de Redação e 4 (quatro) provas objetivas, comuns a
todos os candidatos. As provas objetivas constarão de questões de Língua
Portuguesa, de Conhecimentos Gerais (Geografia, História e Atualidades), de
Matemática e de Ciências (Biologia, Física e Química) para todos os cursos. Será
eliminado do Processo Seletivo o candidato que obtiver resultado 0 (zero) ponto em
uma ou mais das provas objetivas, e/ou nota menor que 20 (vinte) em Redação (de
um total de 100).
Na possibilidade de ter vagas ociosas a UCB recebe estudantes advindos
de outras IES, desde que estas estejam regularizadas em consonância com a
legislação brasileira. Há, na hipótese de vagas ociosas, possibilidade de aceitar
candidatos que apresentam desempenho em outros processos seletivos realizados
em outras IES, desde que tragam declaração de desempenho com aproveitamento
mínimo de 70%, nesse caso, também é possível o ingresso de candidatos que
tenham realizados avaliações oficiais, tais como o Exame Nacional do Ensino Médio
- ENEM. A UCB como participante do Programa de Governo Universidade para
33
Todos possui vagas reservadas para os candidatos encaminhados pelo MEC
habilitados para receberem bolsa PROUNI.
4. ORIENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
4.1 CONCEPÇÃO DE APRENDIZAGEM
Os pressupostos que orientam o processo ensino aprendizagem nos
Cursos da Área de Ciências da Vida, coerentes com a Carta de princípios da UCB
consideram estudantes e professores sujeitos do processo de construção e
reconstrução do conhecimento. Entendendo que a vocação ontológica do indivíduo
implica na necessidade do desenvolvimento de suas potencialidades, cabendo ao
professor mediar as diferentes possibilidades que o estudante tem para a
apropriação do conhecimento. Neste sentido, há um compromisso com a dimensão
humana, científica, ética, técnica e social da formação dos estudantes desde a
perspectiva de desenvolvimento de competências e habilidades, seleção de
conteúdos, organização e planejamento da estrutura curricular, programação das
atividades didáticas, passando pela concepção da avaliação.
Na concepção pedagógica da área as pessoas não são objetos passivos,
trazem consigo conhecimentos prévios, concepções e percepções que devem ser
consideradas no processo de aprendizagem. Na medida em que o conhecimento e a
ciência não são neutros e não correspondem a verdades absolutas e imutáveis, eles
resultam
de
uma
construção
coletiva,
portanto
social
e
historicamente
contextualizada.
Para
fundamenta-se
viabilização
na
desses
criticidade,
na
pressupostos,
valorização
a
de
concepção
pedagógica
atitudes
estratégias
e
problematizadoras, na inovação, na inserção do estudante na comunidade e no seu
papel como protagonista do processo de ensino-aprendizagem, bem como o
desenvolvimento desse processo em diferentes cenários, incluindo aqueles
mediados pelas novas tecnologias educacionais.5
Estes cenários constituem uma excelente oportunidade de propiciar a
aprendizagem contextualizada e integrada às atividades de investigação e de
extensão, seja através da iniciação científica, da pesquisa em sala de aula, da
participação em projetos, da interação e diálogo com a comunidade.
5
Projeto Pedagógico Institucional
34
Na área da Ciência da Vida os cenários de aprendizagem constituem:
•
Sala de aula
Lugar de encontro e de diálogo entre os sujeitos do conhecimento, espaço
para reflexão e formulação, para superação e apropriação de novos conhecimentos;
•
Laboratório
Espaço planejado mais para o desenvolvimento de conhecimentos e
habilidades do que para a demonstração prática de teorias, constitui um cenário
privilegiado para a incerteza e para o erro como insumos imprescindíveis ao
desenvolvimento de uma cultura científica;
•
Ambientes virtuais de aprendizagem
Corresponde à interação professor-estudante para além dos espaços
presenciais, possibilitam a complementaridade e ampliação do processo formativo,
além de contribuírem para o desenvolvimento de habilidades comunicativas no uso
de tecnologias da informação.
•
Estágio Curricular Supervisionado
O estágio supervisionado proporciona ao estudante a oportunidade de
vivenciar a prática profissional, conhecer as realidades sociais, aplicar os
conhecimentos científicos e desenvolver a capacitação profissional necessária para
o ingresso no mercado de trabalho.
O objetivo principal deste estágio é proporcionar ao estudante, através de
atividades com grau crescente de complexidade e autonomia: a aproximação do
futuro cenário de prática profissional, a vivência e problematização da forma de
organização social, do modelo assistencial, do trabalho em equipe e das condições
de saúde da população, o treinamento em serviço, conduzindo a aplicação dos
conhecimentos adquiridos durante o curso, além de desenvolver no estagiário o
espírito de equipe e de liderança participativa, considerando os aspectos relevantes
nos relacionamentos interpessoais com chefias, funcionários e clientes em uma
unidade de saúde.
4.2 PRINCIPIOS DA ÁREA DE NUTRIÇÃO
O Nutricionista é um profissional de saúde, legal e tecnicamente habilitado
para planejar, organizar, dirigir, supervisionar e avaliar serviços de alimentação e
35
nutrição. Atua na educação nutricional e na assistência à coletividade ou a
indivíduos, sadios ou enfermos, em instituições públicas ou privadas, em equipes
multidisciplinares, bem como em pesquisa de qualquer natureza relacionada a
alimentação e nutrição. Cabe ainda ao profissional a assistência dietoterápica
hospitalar, ambulatorial e em consultórios de nutrição e dietética, prescrevendo,
planejando, analisando, supervisionando e avaliando dietas para enfermos,
contemplando as necessidades sociais da saúde, com ênfase no Sistema Único de
Saúde (SUS).
Considerando que o objeto de trabalho do profissional nutricionista é o
homem (sadio ou enfermo), de forma individual ou coletiva, e o alimento, que
fornece os princípios nutricionais necessários à promoção, manutenção ou
recuperação da saúde, e a relação entre estes dois elementos, o objetivo do Curso
de Nutrição é:
Formar bacharel Nutricionista capacitado a atuar, com percepção
humanística e crítica da realidade social, econômica, cultural e política, capaz de
desenvolver atividade de assistência técnico-científica em todas as áreas em que a
alimentação e nutrição se apresentem fundamentais para a promoção, a
recuperação da saúde e a prevenção de doenças de indivíduos e/ou grupos
populacionais, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida, com a
compreensão global do Homem como um Ser bio-psico-social e espiritual; do
Alimento, em sua natureza e processo de transformação, e da relação
Homem/Alimento/Meio Ambiente.
4.3 INDISSOCIABILIDADE ENTRE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
A graduação deve ser um espaço concreto de articulação entre ensino,
pesquisa e extensão, tanto do ponto de vista do rigor científico indispensável para a
formação dos jovens de hoje, quanto para a necessária consciência política para
essa formação. Do ponto de vista do rigor científico, há uma transferência do eixo
didático-pedagógico, de responsabilidade da comunidade docente, dos conteúdos
ou do exame de produtos e resultados, estabelecidos na relação entre o ensino e a
extensão que conduz a mudanças no processo pedagógico, pois discentes e
professores constituem-se em sujeitos do ato de aprender. Ao mesmo tempo em que
36
a extensão possibilita a democratização do saber acadêmico, por meio dela, este
saber retorna à universidade, testado e reelaborado. A relação entre pesquisa e
extensão ocorre quando a produção do conhecimento é capaz de contribuir para a
transformação da sociedade. A extensão, como via de interação entre universidade
e sociedade, constitui-se em elemento capaz de operacionalizar a relação entre
teoria e prática.
Quanto à formação do estudante, propõe-se uma relação com impacto
técnico-científico e sociopessoal, fruto da existência de projeto didático-pedagógico
com atribuição de créditos acadêmicos, sob orientação e avaliação de docente-tutor,
que facilite a flexibilização da formação e a integralização curricular estabelecendo
uma relação transformadora entre a universidade e outros setores da sociedade.
4.4. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
As diretrizes orientadoras e disciplinares da prática avaliativa do processo
ensino-aprendizagem no âmbito dos Cursos de Graduação da UCB encontram-se
estabelecidas no Regimento da Universidade e no documento "Novo Sistema de
Avaliação de Aprendizagem para os Cursos de Graduação", com vigência a partir do
primeiro semestre de 1999, bem como no Projeto Pedagógico Institucional. Essas
diretrizes têm por função precípua assegurar a unidade de ação pedagógica, bem
como a coerência com os princípios, concepções e linhas de ação, consoantes com
a Carta de Princípios da UCB, instituída em 1998. Destacam-se as seguintes
diretrizes:
o Promoção da autonomia docente exercida com responsabilidade e
ética, tendo como ponto de referência o planejamento de ensino
apresentado;
o Conscientização de si, do outro e do contexto, favorecendo ao
professor e ao estudante condições para que possam posicionar-se ante à
realidade, assumindo-a e transformando-a;
o Valorização do envolvimento dinâmico entre professor e estudante por
meio da auto-avaliação, na perspectiva do autoconhecimento e do
autodesenvolvimento;
37
o Respeito aos direitos individuais e coletivos do estudante pelo
professor, face à relação que se estabelece entre ambos, na busca do
desenvolvimento pessoal do primeiro a partir do processo ensinoaprendizagem;
o Valorização de conteúdos significativos para a aquisição produção e
desenvolvimento de conhecimentos, competências e habilidades, que
conduzam os estudantes ao pleno exercício profissional.
Quanto à finalidade, o professor planejará avaliações diagnósticas,
formativas e somáticas. Estas se diferenciam conforme o momento em que são
aplicadas e seu propósito. A diagnóstica tem como objetivo levantar o estado da arte
dos discentes, quanto ao conhecimento do tema abordado, não resultando em nota,
mas, em informação relevante para a adequação do plano de ensino à realidade dos
estudantes; a formativa se refere às avaliações aplicadas nos períodos
intermediários do desenvolvimento da disciplina com o objetivo de verificar o
processo de aprendizagem e permitir intervenções e readequações. Por fim, a
avaliação somática, que apresenta um caráter certificador, deve incorporar os
objetivos das avaliações anteriores e verificar o estágio da aprendizagem produzida
no decorrer da disciplina sobre os temas abordados e a consecução pelos alunos
dos objetivos de aprendizagem propostos.
De acordo com a concepção do processo de ensino-aprendizagem, os
projetos pedagógicos dos cursos da área de Ciências da Vida prevêem, conforme a
especificidade de cada estratégia de ensino e do desenvolvimento curricular, as
seguintes dimensões de avaliação:
•
Avaliação de Conhecimentos específicos
•
Avaliação de Habilidades comunicativas
•
Avaliação de Habilidades psicomotoras
•
Avaliação da Capacidade de pensar criticamente e resolver problemas
•
Avaliação da Atitude de auto-aprendizagem
•
Avaliação do Profissionalismo e postura ética
•
Avaliação da Interação social, liderança, atitude cooperativa
38
4.5 PAPEL DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
As tecnologias de comunicação estão provocando profundas mudanças
em todas as dimensões da sociedade, sejam elas educacionais ou não. Elas vêm
colaborando, sem dúvida, para modificar o mundo. Nesse sentido, há um evidente
interesse da Universidade Católica de Brasília em aproveitar os benefícios de seu
alcance e difusão.
Sabendo que as tecnologias viabilizam novas e produtivas metodologias
de ensino e que as redes de comunicação permitem o processo ensino e
aprendizagem, em tempo real, em qualquer lugar do mundo, o ensino a distância
viabiliza a produção compartilhada, a formação de grupos cooperativos e o
surgimento do trabalho em grupos.
No intuito de agregar as qualidades que tal modalidade de ensino permite
e em consonância com a Portaria do MEC 4.059/2004, que autoriza as
Universidades a introduzir na organização curricular dos seus cursos 20% de
disciplinas semipresenciais, a Universidade Católica de Brasília oferece disciplinas
com a mesma carga horária do ensino presencial. Tais disciplinas são
acompanhadas por docentes da instituição com vínculo ao curso, desenhando,
assim, uma rede de interação semipresencial com os estudantes, a partir da
realização de encontros presenciais. Eis a portaria:
O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso de suas
atribuições, considerando o disposto no art. 81 da Lei no 9.394,
de 20 de dezembro de 1996, e no art. 1o do Decreto no 2.494,
de 10 de fevereiro de 1998, resolve:
o
Art. 1 . As instituições de ensino superior poderão introduzir, na
organização pedagógica e curricular de seus cursos superiores
reconhecidos, a oferta de disciplinas integrantes do currículo
que utilizem modalidade semi-presencial, com base no art. 81
da Lei n. 9.394, de 1.996, e no disposto nesta Portaria.
o
§ 1 . Para fins desta Portaria, caracteriza-se a modalidade
semi-presencial como quaisquer atividades didáticas, módulos
ou unidades de ensino-aprendizagem centrados na autoaprendizagem e com a mediação de recursos didáticos
organizados em diferentes suportes de informação que utilizem
tecnologias de comunicação remota.
o
§ 2 . Poderão ser ofertadas as disciplinas referidas no caput,
integral ou parcialmente, desde que esta oferta não ultrapasse
20 % (vinte por cento) da carga horária total do curso.
39
o
§ 3 . As avaliações das disciplinas ofertadas na modalidade
referida no caput serão presenciais.
o
§ 4 . A introdução opcional de disciplinas previstas no caput
não desobriga a instituição de ensino superior do cumprimento
do disposto no art. 47 da Lei no 9.394, de 1996, em cada curso
superior reconhecido.
o
Art. 2 . A oferta das disciplinas previstas no artigo anterior
deverá incluir métodos e práticas de ensino-aprendizagem que
incorporem o uso integrado de tecnologias de informação e
comunicação para a realização dos objetivos pedagógicos,
bem como prever encontros presenciais e atividades de tutoria.
Parágrafo único. Para os fins desta Portaria, entende-se que a
tutoria das disciplinas ofertadas na modalidade semi-presencial
implica na existência de docentes qualificados em nível
compatível ao previsto no projeto pedagógico do curso, com
carga horária específica para os momentos presenciais e os
momentos a distância.
Tendo em vista o crescente número de alunos matriculados na instituição,
com interesses e objetivos diferentes, a UCB procura oferecer maior flexibilidade na
composição da grade horária, possibilitando a inserção de disciplinas virtuais em
todos os seus currículos para que os estudantes, ao mesmo tempo em que têm a
oportunidade de conhecer um pouco do ensino a distância, estejam em contato com
as novas ferramentas de comunicação e informação. Dentre as razões indicadas
pelos alunos da universidade para realizar tais disciplinas, destacamos:
- Maior flexibilidade de estudo no que diz respeito ao tempo e ao espaço;
- A vontade de experimentar uma nova modalidade de aprendizagem,
reconhecendo-o como oportunidade de atualização;
- O reconhecimento de que as disciplinas oferecidas semipresencialmente
são uma forma de apoio para a qualidade das estruturas educacionais existentes;
- A percepção de que este é um espaço rico em interação e possibilidades de
comunicação;
- A possibilidade de estudo autônomo.
5 ATORES E FUNÇÕES
5.1 CORPO DISCENTE (ENTRADA, FORMAÇÃO E SAÍDA)
De modo coerente com a missão da Universidade o perfil do ingressante é
marcado pelos princípios de inclusão e diversidade. Do ponto de vista sócio40
demográfico, de acordo com levantamento da Secretaria Acadêmica, referente aos
últimos vestibulares, são, em sua maioria, jovens adultos com predomínio do sexo
feminino, recém concluintes do ensino médio, provenientes tanto de escolas públicas
quanto privadas, não exercendo atividade profissional remunerada e com renda
familiar superior a 4 salários mínimos, residentes, prioritariamente, nas regiões
administrativas de Taguatinga, Ceilândia, Guará e Plano Piloto, do Distrito Federal.
A formação do estudante da área de Ciências da Vida deve expressar,
harmonicamente, a missão da UCB, os princípios fundamentais do Projeto
Pedagógico Institucional (PPI), do PDI e das Diretrizes Curriculares para os cursos
de graduação da área. Busca-se a formação integral da pessoa humana na sua
dimensão espiritual, ética, técnica e de cidadania. Desse modo, é parte fundamental
da formação do estudante da área de Ciências da Vida os princípios de:
generalidade, interdisciplinaridade, empreendedorismo, educação continuada e
responsabilidade social.
No exercício cotidiano das atividades do processo de formação dos
Cursos de Ciências da Vida, os estudantes deverão assumir um compromisso
pessoal com o perfil de:
•
Conhecer e se apropriar da missão da instituição e seus documentos políticopedagógigos norteadores da educação, através do PPC do seu curso, com o
objetivo de participar criticamente da construção do conhecimento;
•
Reconhecer o ensino superior como importante meio de desenvolvimento
pessoal e profissional e, desta forma, priorizar as atividades de formação
acadêmica;
•
Exercitar o senso de cooperação e participação durante as atividades de
ensino-aprendizagem, visando o desenvolvimento da habilidade de trabalhar
de modo interdisciplinar;
•
Participar dos processos decisórios de entidades estudantis, buscando
inserção nos espaços de formação extra-classe e de representação da
categoria, assumindo o compromisso com o ensino de qualidade;
•
Responsabilizar-se por uma formação contextualizada na realidade brasileira,
buscando ser agente de transformação social através de sua graduação,
através de uma atuação criativa e ética;
41
•
Ser ativo na busca de interação Professor-Estudante, visando ser agente na
construção de relações e do conhecimento;
•
Buscar continuamente o conhecimento, construindo-o de forma autônoma e
compreendendo a proposta de educação continuada;
•
Cuidar das relações estabelecidas no contexto acadêmico, respeitado seus
pares, e o patrimônio da UCB destinado ao uso comum e às atividades
acadêmicas;
•
Buscar e favorecer a efetivação da articulação basilar da universidade: o
ensino, a pesquisa e a extensão.
As competências gerais que o estudante desta área deve expressar ao
término de sua formação são:
- Atenção à saúde: estar apto a desenvolver ações de prevenção, promoção,
proteção e reabilitação da saúde, tanto em nível individual quanto coletivo.
- Tomada de decisões: ser capaz de tomar decisões relativas às intervenções
necessárias e adequadas a cada caso; baseando-se em evidências científicas,
culturais, econômicas e sociais.
- Comunicação: dominar a comunicação verbal e não verbal, garantindo
acessibilidade e confidencialidade das informações. Tal capacidade refere-se não
somente às pessoas atendidas, mas também às relações profissionais.
-
Liderança,
interdisciplinar,
administração
assumindo
uma
e
gerenciamento:
posição
de
trabalhar
liderança
com
em
equipe
compromisso,
responsabilidade, empatia, habilidade, comunicação eficaz e atitudes pró-ativas,
pensando no bem-estar da comunidade e na integralidade da atenção à saúde.
- Empreendedorismo e inovação: usar criativamente as competências e
habilidades adquiridas ao longo da formação na solução de problemas, bem como
na capacidade de produção de novos saberes.
- Educação Permanente: aprender continuamente, na formação e prática
profissional; aprender a aprender com compromisso e responsabilidade social.
O Curso de Nutrição da Universidade Católica de Brasília, visa formar um
profissional nutricionista com vistas a atender o sistema de saúde vigente e, ainda
tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício
das seguintes competências e habilidades específicas:
42
I-
Aplicar
conhecimentos
sobre
a
composição,
propriedades
e
transformações dos alimentos e seu aproveitamento pelo organismo
humano na atenção dietética;
II -
Contribuir para promover, manter e ou recuperar o estado nutricional de
indivíduos e grupos populacionais;
III -
Desenvolver e aplicar métodos e técnicas de ensino em sua área de
atuação;
IV -
Atuar em politicas e programas de educação, segurança e vigilância
nutricional, alimentar e sanitária, visando a promoção da saúde em
âmbito local, regional e nacional;
V-
Atuar na formação e execução de programas de educação nutricional;
de vigilância nutricional, alimentar e sanitária;
VI -
Atuar em equipes multiprofissionais de saúde e de terapia nutricional;
VII -
Avaliar, diagnosticar e acompanhar o estado nutricional; planejar,
prescrever, analisar, supervisionar e avaliar dietas e suplementos
dietéticos para indivíduos sadios e enfermos;
VIII - Planejar, gerenciar e avaliar unidades de alimentação e nutrição,
visando a manutenção e/ou melhoria das condições de saúde de
coletividades sadias e enfermas;
IX -
Realizar diagnósticos e intervenções na área de alimentação e nutrição,
considerando a influência sócio-cultural e econômica que determina a
disponibilidade, consumo e utilização biológica dos alimentos pelo
individuo e pela população;
X-
Atuar em equipes multiprofissionais destinadas a planejar, coordenar,
supervisionar, implementar, executar e avaliar atividades na área de
alimentação, nutrição e saúde;
XI -
Reconhecer a saúde como direito e atuar de forma a garantir a
integralidade da assistência, entendida como conjunto articulado e
contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e
coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade
do sistema;
XII -
Desenvolver atividades de auditoria, assessoria, consultoria na área de
alimentação e nutrição;
43
XIII - Atuar em marketing de alimentação e nutrição;
XIV - Exercer controle de qualidade dos alimentos em sua área de
competência;
XV -
Desenvolver e avaliar novas fórmulas ou produtos alimentares, visando
sua utilização na alimentação humana;
XVI - Integrar grupos de pesquisa na área de alimentação e nutrição; e
XVII - Investigar e aplicar conhecimentos com visão holística do ser humano,
integrando equipes multiprofissionais.
5.2 CORPO DOCENTE E FORMAÇÃO CONTINUADA
A formação continuada dos professores da Universidade Católica de Brasília
é realizada por meio do Programa de Reconstrução das Práticas Docentes (PRPD).
Este programa parte dos pressupostos fundamentais de que o professor não é
objeto da formação, mas sujeito do seu processo formativo e de que a docência se
dá numa relação dialógica com os estudantes. O programa tem como premissa
evitar submeter o professor à lógica do treinamento, instigando-o a assumir a própria
prática como objeto de sua curiosidade e elaboração. Como meta final, o programa
pretende que o docente consiga articular o projeto pedagógico institucional com os
planos de ensino de cada uma de suas disciplinas.
Neste sentido, o objetivo do PRPD é realizar um processo formativo que
tenha como ponto de partida a experiência docente dos professores, estimulando-os
a refletirem e a reconstruírem suas práticas, de modo a contribuir para a
consolidação coletiva do perfil docente desejado pela universidade.
As atividades realizadas no PRPD articulam momentos presenciais e virtuais
com o intuito de potencializar o tempo do professor e aproximá-lo da dinâmica do
papel das mídias na educação. Os conteúdos desenvolvidos nestas atividades são:
aprendizagem (orientação e avaliação da aprendizagem), diversidade, juventude,
cooperação e novas tecnologias educacionais.
O programa é composto por três fases. A fase I visa pensar a prática a partir
da questão norteadora “Como Ensino”. A fase II tem como objetivo aprofundar a
reflexão em torno do fazer docente. Para isto, os professores são instigados a fazer
leituras dos autores que pensam a aprendizagem, avaliação e orientação da
aprendizagem. A fase III é o momento de elaboração. Após a reflexão sobre o
44
conteúdo da prática e o acesso às teorias, os professores são motivados a elaborar
e re-elaborar o seu fazer.
O processo descrito acontece em salas de aulas virtuais. Nos momentos
presenciais ocorrem oficinas, grupos de trabalho sobre a prática docente, palestras e
mesas redondas que aprofundam os conteúdos citados anteriormente.
5.3 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE E COLEGIADOS
O Núcleo Docente Estruturante é formado pelo diretor e cinco docentes
diretamente engajados nos processos de criação, implementação, avaliação e
revisão do Projeto Pedagógico do Curso. Sua composição leva em consideração,
além da titulação e do regime de dedicação do docente, o envolvimento do docente
com o curso e a representatividade das áreas de formação do curso, conforme
Parecer CONSEPE n.º 82/2010 de 24 de agosto de 2010.
O NDE é formado por professores altamente qualificados e lotados no
Curso de Nutrição que representam as várias áreas de atuação do nutricionista.
Professores, esses engajados tanto na elaboração e construção do projeto
pedagógico quanto na sua atualização periódica, definindo dessa forma sua
concepção e fundamentos assim como na condução dos trabalhos de reestruturação
curricular, para aprovação no Colegiado de Curso, sempre que necessário. Também
tem como atribuição a supervisão das formas de avaliação e acompanhamento do
curso definidas pelo Colegiado e a análise e avaliação dos Planos de Ensino e dos
componentes curriculares, com vistas a promover a integração horizontal e vertical
do curso, respeitando os eixos estabelecidos pelo projeto pedagógico.
O NDE funciona em sessão plenária, com a maioria absoluta de seus
membros,
reunindo-se
ordinariamente
2
(duas)
vezes
por
ano
e,
extraordinariamente, a qualquer tempo, quando convocado pelo seu Presidente, por
sua própria iniciativa ou a requerimento de, no mínimo 1/3 (um terço) de seus
membros.
Os colegiados são formados por docentes que atuam no curso,
independente de sua titulação, formação ou dedicação; e por um representante do
corpo discente e um do corpo técnico-administrativo.
45
O
Colegiado
do
Curso
de
Nutrição
corresponde
a
um
fórum
conversacional que tem por finalidade promover a racionalização e a otimização dos
procedimentos pedagógicos e administrativos, por meio da discussão e deliberação
sobre assuntos referentes ao cumprimento da missão, visão de futuro e valores da
UCB, bem como do cumprimento das propostas constantes no PPC do curso de
nutrição.
Composição e funcionamento do Colegiado do Curso
A gestão do Curso de Nutrição é realizada de forma participativa e as
decisões são tomadas por meio de Colegiado de Curso, cujas atribuições são: (1)
conceber e implementar os respectivos projetos pedagógicos; (2) assessorar os
diretores de cursos e programas em todos os aspectos acadêmicos, incluindo as
decisões relativas à vida escolar dos alunos. Fazem parte do Colegiado o Diretor e
Assessores do Curso, professores que ministram aulas no curso e um representante
discente do curso (Centro Acadêmico), indicado por seus pares. Tem-se adotado a
prática de realizar as reuniões do Colegiado de Curso conjuntamente às reuniões de
todos dos docentes, abrindo a possibilidade de um processo de discussão mais
amplo na tomada de decisões. As reuniões de docentes ocorrem duas vezes por
semestre, segundo o calendário acadêmico da instituição. Reuniões extras são
convocadas de acordo com as necessidades.
5.4 PERFIL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO E FORMAÇÃO CONTINUADA
Entende-se que o corpo técnico-administrativo da UCB é parte integrante
e fundamental na consolidação dos objetivos do Projeto Político Pedagógico dos
Cursos de Ciências da Vida da UCB. Assim, o perfil desse educador relaciona-se
com:
•
Criação de uma responsabilidade coletiva, partilhado com todos os atores do
processo de formação, expressando essa responsabilização através da
colaboração e eficiência no seu fazer.
•
Compromisso com o desenvolvimento profissional para o bom desempenho
das suas atividades na UCB.
46
•
Compromisso com a sustentabilidade e conservação do patrimônio da UCB e
dos recursos físicos sob sua responsabilidade.
•
Cuidado no trato e encaminhamento dos processos e trâmites documentais,
fornecendo e divulgando informações pertinentes, com respeito ao sigilo e
privacidade exigidos.
A UCB oferece regularmente cursos que visam à contínua formação de
seus funcionários.
5.5 . PERFIL E CAPACITAÇÃO DOS GESTORES
O modelo de gestão implementado na UCB busca articular os processos
de decisão, viabilização e ação. O modelo se reproduz de forma semelhante em
todos
os
Colegiados
e
setores
acadêmicos
e
administrativos,
cada
um
desempenhando processos sistêmicos integrados, articulando e organizando ações
para a efetivação da missão institucional. Neste modelo os colegiados de curso
representam um mecanismo de relevância no processo, pautados nos princípios de
confiança, descentralização e co-responsabilidade. A seguir, encontram-se descritos
os perfis dos principais atores envolvidos no processo de gestão.
O delineamento atual do PPI da UCB conduz a um perfil de gestor que,
para além de acompanhar, possa atuar de modo crítico e pró-ativo na condução do
grupo de pessoas, do processo de formação e na busca de soluções para os
desafios que se apresentam. Isso implica:
•
Conhecer, apropriar-se e cumprir os parâmetros oficiais da Universidade e
do regimento da educação superior no Brasil e fomentar a discussão
crítica dos mesmos entre seus pares;
•
Ter real disponibilidade e dedicação ao curso, representado pelo
envolvimento pessoal e profissional no desempenho de suas atribuições;
•
Estar aberto para discutir propostas, sugestões, questões e problemas
trazidos pelos diferentes integrantes do processo de formação e manter,
rotineira e planejada, espaços e momentos de discussão dialogada;
•
Estabelecer trabalho compartilhado com os diretores da área de Ciências
da Vida, colegiado do curso, e demais setores da universidade;
47
•
Desenvolver processo de acompanhamento e avaliação docente e
discente;
•
Possuir formação, experiência profissional e titulação condizente com as
diretrizes institucionais e com as características específicas de cada curso,
que permitam o pleno desenvolvimento das suas atribuições;
•
Conduzir o desenvolvimento do PPC, bem como sua reflexão, atendendo
aos interesses da formação institucional e aos preceitos legais, bem como
à formação adequada do estudante e à sustentabilidade;
•
Produzir documentos e ações pedagógicas que expressem a articulação
entre as políticas pedagógicas do ensino superior no país e os parâmetros
oficiais da UCB – PPI, PDI e PPC.
A equipe de apoio à gestão é composta exclusivamente pelos docentes
da UCB, a partir de escolha direta dos diretores de curso. De modo geral, o perfil e
as atribuições desejadas para esta equipe diz respeito a:
•
Realizar a supervisão pedagógica, apoiando os docentes no planejamento,
implementação e articulação das atividades desenvolvidas nos Espaços de
Aprendizagens Prático-Profissionais (EAP’s);
•
Prestar informações e estabelecer diálogo permanente com as direções de
curso de modo a subsidiar as tomadas de decisões relativas à qualificação da
formação;
•
Viabilizar e assegurar o desenvolvimento de projetos de pesquisa e extensão
dos cursos e em consonância com a área de Ciências da Vida;
•
Participar da elaboração da previsão orçamentária;
•
Zelar pelo bom uso dos recursos financeiros e patrimoniais da instituição;
•
Zelar pela boa ordem, componente curricular e relacionamento ético
indispensáveis ao bom andamento das atividades;
•
Zelar pelo cumprimento das resoluções dos Conselhos Federais da legislação
vigente sobre as atividades profissionais e de estagiários nos EAP’s;
•
Zelar pela permanente integração e consonância do funcionamento do EAP’s
com as diretrizes previstas nos Projetos Pedagógicos dos Cursos, no âmbito
da formação acadêmica, das atividades extensionistas, dos estágios e dos
projetos de pesquisa realizados;
48
•
Elaborar relatórios das atividades desenvolvidas de modo a permitir
acompanhamento e avaliação das mesmas.
5.6 PROCESSO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
Comissão Própria de Avaliação - CPA/UCB
A Comissão Própria de Avaliação – CPA é um conselho consultivo, com
participação de membros da comunidade externa e interna da instituição, criada pela
Portaria UCB nº 154/04, de 27/05/2004. De acordo com o disposto no art.11 da Lei
10.861/04, cada instituição deve constituir uma CPA com as funções de coordenar e
articular o seu processo interno de avaliação e disponibilizar informações. A
Autoavaliação Institucional é um processo permanente de construção e formação,
por isso abrange diferentes dimensões e agentes. Deve ser uma construção coletiva
dos sujeitos que integram a universidade buscando o aperfeiçoamento de práticas.
As informações referentes à CPA/UCB e as autoavaliações podem ser obtidas
através do site http://www.cpa.ucb.br/.
O processo de autoavaliação da Universidade está consolidado desde 1996, antes
mesmo da criação da CPA/UCB, e aborda as seguintes categorias: a) avaliação do
projeto institucional; b) avaliação do ensino; c) avaliação dos cursos; d) avaliação do
contexto social e do processo seletivo; e) avaliação da extensão; f) avaliação da
pesquisa; g) avaliação setorial e de gestão; h) avaliação da educação a distância; i)
outras avaliações. As especificidades de cada avaliação estão explicitadas no
Programa de Autoavaliação Institucional – PAIUCB.
Esse processo de autoavaliação ou de avaliação interna, está fundamentado
em
parâmetros que partem da avaliação da aprendizagem dos cursos na
Universidade, chegando à particularidade da avaliação do desempenho dos serviços
de apoio. As avaliações empreendidas são referenciadas pelo programa institucional
e têm uma função predominantemente diagnóstica/formativa, representando a
possibilidade de ampliar o autoconhecimento, corrigindo os rumos e os meios para
atingir os objetivos propostos.
49
Nesse sentido toda a comunidade acadêmica - Alta Gestão, Direções de
Curso, Núcleo Docente Estruturante, docentes, discentes e a equipe de Avaliação
Institucional - participam do processo da avaliação institucional.
No que se refere aos Cursos da Graduação, a avaliação é realizada
semestralmente, com a participação de professores e estudantes, onde são
avaliadas as condições de desenvolvimento das habilidades e competências
previstas nos objetivos dos cursos e nos Projetos Pedagógicos dos Cursos – PPC.
São realizados diagnósticos do ensino/aprendizagem – de periodicidade semestral,
que avaliam a qualidade do ensino e de aprendizagem desenvolvida em sala de aula,
e o comportamento acadêmico de docentes e discentes, por meio de aplicação de
questionário. A avaliação tem por objetivo melhorar a qualidade do ensino,
proporcionando “feedback” aos professores e estudantes sobre seus desempenhos
em sala de aula e identificar pontos críticos relacionados ao processo educativo. A
pesquisa também diagnostica as condições da estrutura necessária ao ensino e
analisa as condições de vida acadêmica no Campus. A autoavaliação é realizada
através de aplicação de questionário de coleta de dados online, envolvendo
docentes e discentes. Os problemas identificados são encaminhados aos colegiados
dos cursos e aos demais setores da instituição para busca de melhorias e soluções
adequadas.
Por ser um trabalho de construção coletiva, os dados colhidos no processo de
autoavaliação são discutidos pela CPA/UCB e os resultados são direcionados aos
setores competentes. Neste sentido, as avaliações obtidas dos cursos de graduação
são encaminhados para o Núcleo Docente Estruturante e Conselho do Curso para
servir de parâmetros para a tomada de decisão pela gestão do curso. Os
professores, igualmente, recebem avaliação feita pelos estudantes e podem realizar
uma autoavaliação sobre seu desempenho no ensino, buscando estratégias
particulares para a melhoria de desempenho.
6 RECURSOS
6.1 INSTITUCIONAIS
A UCB privilegia o compartilhamento de recursos e caminha para a
implementação, em todas as áreas de conhecimento, de laboratórios multiuso, que
50
se destacam pela baixa ociosidade, maior sustentabilidade e pelo estímulo ao
ensino, à pesquisa e à extensão, realizados conjuntamente na mesma área e em
áreas afins. A política de fomento e manutenção dos laboratórios da UCB consolidase por meio de uma Comissão de Investimentos, composta por membros de todas
as áreas, além de técnicos e especialistas e tem por objetivo planejar, no período de
quatro anos, os investimentos da Universidade, a fim de manter os laboratórios em
excelente estado de uso e substituir os equipamentos necessários. Esta comissão
unifica procedimentos para a compra e reposição de peças e maquinário.
O Sistema de Bibliotecas - SIBI é um órgão suplementar diretamente
subordinado a Reitoria da Universidade Católica de Brasília - UCB. O SIBI-UCB,
objetiva oferecer à comunidade universitária serviços de informação e biblioteca,
necessários ao desenvolvimento dos programas de Ensino, Pesquisa e Extensão da
Universidade.
O SIBI é constituído pela Biblioteca Central (BC), Biblioteca Setorial da PósGraduação (BPG) e Posto de Atendimento na Unidade Asa Sul, sendo o órgão
responsável pelo planejamento global, gestão de pessoal e de recursos financeiros
destinados à constituição e desenvolvimento do acervo bibliográfico, pela definição
de padrões e procedimentos operacionais das bibliotecas e postos de atendimento e
pela representação da UCB em fóruns, redes e programas cooperativos de
bibliotecas e informação.
A Biblioteca Central executa de forma centralizada para todo o Sistema de
Bibliotecas
as
atividades
técnicas
e
administrativas
para
a
formação,
desenvolvimento, processamento das coleções e a manutenção da base de dados
do acervo. O atendimento ao usuário é feito pela Biblioteca Central, Biblioteca
Setorial da Pós-Graduação e pelo Posto de Atendimento.
A Biblioteca Central localiza-se no Campus I, de Taguatinga e oferece um
total de 525 lugares para usuários, dos quais 147 módulos para estudo individual e
uma cabine de estudos, com conexão à Internet, para uso dos alunos de pósgraduação. A Biblioteca Central dispõe ainda de 18 cabines para estudo em grupo,
com capacidade para seis usuários por cabine (96 usuários ao todo) e uma sala para
estudo em grupo com 20 mesas de até 6 lugares, com capacidade total de até 96
usuários simultâneos. Uma sala especial de uso exclusivo de docentes funciona com
mesa para estudo em grupo com capacidade para até 12 pessoas. Dispõe de uma
51
sala de 55 m2 com capacidade para 50 lugares, destinada à projeção de vídeos e
realização de treinamentos de grupos.
A Biblioteca Setorial de Pós-Graduação é localizada no Campus II, Asa
Norte. possui um total de 50 lugares, dos quais 12 são módulos para estudo
individual. A Biblioteca Setorial da Pós-Graduação possui quatro cabines de estudo
em grupo, que abrigam um total de 38 usuários.
O Posto de Atendimento do Campus Avançado Asa Sul é localizado no
Campus Avançado Asa Sul, para atendimento aos cursos de Direito, Educação
Física e Análise de Sistemas. O acervo disponível é de 575 títulos e 1425 volumes,
considerando que esta unidade atende somente a 3 cursos a quantidade de lugares
destinados aos usuários são de 20 assentos num total de 55m2 de área.
O Sistema de Bibliotecas (SIBI), oferta aos seus usuários os seguintes
serviços:
• Empréstimo domiciliar de livros, periódicos, folhetos e outros materiais;
• Comutação bibliográfica;
• Pesquisa bibliográfica;
• Treinamento em bases de dados e Portal de Periódicos Capes;
• Acesso ao catálogo on-line da biblioteca (para consulta, renovação e reserva);
• Acesso ao Portal de Periódicos Capes;
• Orientação para normalização de trabalhos acadêmicos (ABNT);
• Elaboração de fichas catalográficas.
Acervo
O acervo total é constituído de 84.188 títulos e 250.089 volumes, distribuídos
em obras do Acervo Geral, Coleção de Periódicos, Coleção de Materiais Especiais.
O Acervo Geral é formado por livros, anais de eventos, teses, dissertações, folhetos
e obras de referência. A Coleção de Periódicos é formada por títulos de periódicos
científicos, jornais e revistas nacionais e estrangeiras, impressas e eletrônicas. A
Coleção de Materiais Especiais é constituída de fitas VHS, obras em CD-ROM e
DVD, disquetes e mapas.
52
A distribuição do acervo por área do conhecimento e por tipo de material pode
ser vista a seguir:
Tabela 1: Acervo total, por área do conhecimento, 2010.
Área
Títulos
Volumes
Ciências Exatas, da Terra
5.611
21.952
Ciências Biológicas
1.875
7.452
Engenharias
1.740
5.634
Ciências da Saúde
6.685
32.708
Ciências Agrárias
581
2.067
Ciências Sociais Aplicadas
28.102
89.754
Ciências Humanas
26.159
61.461
Lingüística, Letras e Artes
12.586
25.609
850
3.452
84.188
250.089
Outros
Total
Fonte: Sistema Pergamum, abril/2010
Tabela 2: Acervo total, por área do conhecimento e tipo de material, 2010.
Áreas CNPq
Livros
Periódico
Vídeos
Materiais
Total
Especiais
Tít.
Vol.
Tít.
Vol.
Tít.
Vol.
Tít. Vol.
Tít.
Vol.
5.275
15.536
210
6.174
113
226
13
16
5.611
21.952
1.746
5.115
89
2.258
31
70
9
9
1.875
7.452
Engenharias 1.623
2.964
66
2.588
49
80
2
2
1.740
5.634
5.971
19.277
506
13.051 197
364
11
16
6.685
32.708
524
885
33
1.148
22
27
2
7
581
2.067
819
23.993 536
975
20
29
Ciências
Exatas, da
Terra
Ciências
Biológicas
Ciências da
Saúde
Ciências
Agrárias
Ciências
Sociais
26.726 64.757
28.102 89.754
53
Aplicadas
Ciências
Humanas
25.252 45.535
599
15.475 297
434
11
17
26.159 61.461
12.229 23.206
126
2.092
206
279
25
32
12.586 25.609
19
1.856
31
46
7
8
Lingüística,
Letras e
Artes
Outros
Total
793
1.542
850
3.452
80.524 179.389 2.467 68.635 1.482 2.501 100 136 84.188 250.089
Fonte: Sistema Pergamum, Abril/2010
A coleção é complementada pelo acesso ao Portal de Periódicos da Capes,
que disponibiliza atualmente mais de 15.000 títulos de editores nacionais e
internacionais.
Os alunos, docentes e funcionários da UCB têm acesso gratuito às mais de
90 bases de dados referenciais e com resumos em todas as áreas do conhecimento,
disponíveis no Portal. Oferece também uma seleção de importantes fontes de
informação acadêmica com acesso gratuito na Internet.
O SIBI mantém também a assinatura dos seguintes jornais e revistas:
•
Jornais Diários: Correio Brasiliense; Valor Econômico; Folha de São Paulo;
•
Revistas de caráter informativo geral: Isto É; Isto É Dinheiro; Veja; Época e
outras.
O Serviço de Orientação Inclusiva (SOI), projeto vinculado à Diretoria de
Programas de Pastoral da Pró-Reitoria de Extensão – UCB, tem como intuito
implementar uma política de inclusão de pessoas com deficiência na Universidade,
desenvolvendo ações continuadas de acompanhamento aos estudantes e
colaboradores com deficiência e orientando professores, estudantes e demais
setores da instituição quanto à construção de atitudes pedagógicas e cooperativas
que favoreçam as condições de acesso e permanência desse público no contexto
acadêmico e profissional.
É um projeto que responde ao desafio de orientar a instituição nas
adaptações inclusivas e promoção de acessibilidade, realizando levantamentos de
54
infra-estrutura, perfil dos estudantes com deficiência e intervindo em situações que
prejudicam a mobilidade e comunicação dessas pessoas. Além disso, o SOI
desenvolve diariamente serviços de apoio aos estudantes com deficiência, com
adaptações de materiais, apoio como ledor e escrevente, apoio de tradutorintérprete de LIBRAS, guia para cegos, orientação profissional e divulgação sobre
oportunidades nos cursos de graduação, cursos de extensão e outras informações
da Universidade.
A Unidade de Assessoria Didático-Administrativo (UADA) é o órgão
encarregado de fornecer suporte administrativo aos colegiados de área de
conhecimento, diretorias de cursos e programas, espaços de aprendizagens práticas
e demais setores de apoio ao ensino de graduação, e de gerenciar os espaços
administrativos e acadêmicos da Universidade Católica de Brasília. A UADA pauta
suas ações a partir das informações geradas pelos indicadores de resultados obtidos
mensalmente, pela Seção de Informação e Análise (SAI).
Nesse sentido, compete à UADA, entre outras atribuições, assessorar a PRG
e Reitoria com relatórios e pareceres com informações pertinentes ao gerenciamento
de espaço, para acompanhamento e tomada de decisões, bem como Monitoramento
dos Relatórios de Atividades e Indicadores de Resultados das Seções.
A UADA coordena ainda as seguintes supervisões:
• Supervisão de Espaços de Aprendizagem Prático-Profissionais – EAPs.
Os EAPs são ambientes que propiciam aos discentes oportunidades de
realizar experimentos, treinamentos, observações e análises científicas,
de modo a consolidar a sua aprendizagem, articulando teoria e prática.
Os EAPs atualmente são constituídos por 124 laboratórios acadêmicos
e 30 laboratórios de informática.
• Supervisão
de
Apoio
ao
Professor
–
SAP.
Encarregada
de
supervisionar e coordenar os trabalhos desenvolvidos nos diversos
setores de atendimento localizados em cada bloco do Campus I e
Campus II, A SAP supervisiona também a utilização das salas de aula
equipadas com projetor de multimídia, sistema de som, tela de
55
projeção e computador com acesso a internet, e demais espaços
destinados a atividades acadêmicas dos professores.
• Supervisão
UCB
Serviços:
Unidade
de
negócio
que
visa
à
normatização e unificação dos procedimentos sobre a prestação de
serviço da Universidade Católica de Brasília
A Unidade de Assessoria Didático-Educacional - UADE - é uma assessoria
pedagógico-acadêmica da Pró-Reitoria de Graduação. Confere a esta Unidade a
realização de estudos relativos à Educação Superior e o acompanhamento da
gestão acadêmica dos cursos de Graduação.
Nesse sentido, acrescenta-se às atribuições desta o acompanhamento e
orientação da previsão e execução orçamentária dos cursos, a supervisão e
lançamento
de
carga
horária
docente,
o
acompanhamento
de
estágio
supervisionado obrigatório e monitoria e o acompanhamento e implementação de
PPCs por intermédio da Câmara de Graduação, conforme legislação vigente.
A UADE se envolve ainda com informações relativas à avaliação de
desempenho docente, à formação pedagógica dos docentes que atuam na
graduação, ao exame – interno e externo - de desempenho dos estudantes, bem
como o monitoramento do desempenho dos cursos. Realiza, também, o
acompanhamento na implementação da disciplina de Introdução à Educação
Superior que compõe, a partir do 1º semestre de 2010, os currículos de todos os
cursos de Graduação presenciais da UCB e das demais ações que compõem o
Programa de Melhoria da Formação Básica.
Os dados e informações gerados e manuseados, em articulação com a
Secretaria Acadêmica, a Diretoria de Desenvolvimento, o Recursos Humanos, a
Gestão de Pessoas e a Controladoria, constituem base fundamental para o serviço
diferenciado que a UADE presta à Pró-Reitoria e aos gestores de cursos,
especialmente no que se refere à melhoria do acompanhamento ao desempenho do
professor e qualidade da interação entre docente e discente.
Com o intuito de favorecer o ambiente universitário de diálogo e convívio
entre várias carreiras, a UCB estimula a oferta de disciplinas comuns a vários cursos,
entendendo que este é um caminho importante para a sustentabilidade e também
para uma formação interdisciplinar do egresso. Neste sentido, são eles: laboratórios
56
de anatomia, laboratório de biologia celular e molecular, laboratório de cirurgia e
fisiologia experimental, laboratório de histologia e embriologia, laboratório de
microbiologia, laboratório de patologia, laboratório de parasitologia e laboratórios de
química. Esses espaços são bem equipados e atendem as particularidades de cada
disciplina. Nestes temos profissionais habilitados para fornecer suporte técnico às
atividades práticas de ensino, pesquisa e extensão.
6.2 ESPECIFICOS
O curso de Nutrição oferece laboratórios para prática de ensinoaprendizagem (pesquisa, ensino e extensão) aos seus estudantes, bem como para
os de outras áreas de graduação e de pós-graduação da UCB e/ou instituições
conveniadas. Para cada laboratório há um docente coordenador, lotado no curso de
nutrição e técnicos de laboratório habilitados e capacitados para o desempenho de
suas atividades. O curso conta com os seguintes laboratórios:
Laboratório de Ciência e Tecnologia dos Alimentos
Atividade de ensino: São lecionadas as aulas práticas de Fundamentos de
Ciência
dos
Alimentos,
onde
os
estudantes
realizam
as
determinações
bromatológicas como: teor de unidade, cinzas, proteínas, gorduras, fibras, análises
do leite e práticas sobre tecnologia de fermentações.
Atividades de pesquisa: o Laboratório foi implementado visando atividades
de pesquisa e dispõe de equipamentos de alta performance, tais que: sistemas para
eletroforese
de
proteínas,
cromatógrafos
líquidos
de
alta
pressão,
espectrofotômetros adaptados à cinética enzimática, centrífugas de alta velocidade
refrigeradas, liofilizadores e outros.
Atividades de extensão: Um dos pontos importantes do laboratório é sua
capacidade para atender às demandas da comunidade e particularmente das
empresas agro-alimentícias do DF. Prestação de serviço e programas de pesquisa
aplicada está sendo oferecido para a comunidade.
Em todas as atividades de extensão e de pesquisa, estudantes do curso
de nutrição estão sendo envolvidos, seja como voluntários ou beneficiários de bolsas
(IC, CNPq, Empresa).
57
Esse laboratório atende às aulas práticas de Fundamentos da Ciência dos
Alimentos e Tecnologia dos Alimentos. Realizam-se quantificações dos teores de
umidade, cinzas, proteínas, gorduras, fibras, análise do leite e práticas sobre
tecnologia de fermentações. Também são executadas as práticas do curso de
especialização “Tecnologia e Qualidade de Alimentos”.
Laboratório de Microbiologia e Higiene de Alimentos
Atividades de ensino: são lecionadas as aulas de microbiologia e as aulas
de higiene de alimentos. As aulas de microbiologia são lecionadas para os cursos de
biologia, nutrição, odontologia e medicina. As aulas de higiene de alimentos são
lecionadas para o curso de nutrição.
Atividades de extensão: Um dos pontos importantes do laboratório é sua
capacidade para atender às demandas da comunidade e particularmente das
empresas agro-alimentícias do DF.
Atividade de pesquisa: o Laboratório dispõe de equipamentos para
realização de pesquisas. Consolidação de informações e projetos de pesquisa em
parceria com a biotecnologia está sendo montada.
Em todas as atividades de extensão e de pesquisa, estudantes do Curso
de Nutrição estão sendo envolvidos, seja como voluntários ou beneficiados de
bolsas. O laboratório atende às aulas de Microbiologia nos cursos de Nutrição,
Biologia, Odontologia e Medicina. Além de aulas práticas do componente curricular
Higiene dos Alimentos e do Curso de Especialização “Tecnologia e Qualidade de
Alimentos”. São realizadas análises microbiológicas de alimentos sob a forma de
prestação de serviços.
Laboratório de Técnica Dietética
O laboratório de Técnica Dietética é utilizado para as práticas culinárias
do componente curricular Técnica Dietética I e II, Gastronomia, entre outras práticas
oferecidas pelo Curso de Nutrição, além de atender aos TCCs (trabalhos de
conclusão de curso).As atividades docentes do laboratório englobam pré-preparo e
preparo de alimentos, apresentando as modificações físico-químicas que sofrem
após submetidos à cocção.
58
Esse laboratório também é utilizado para atividades de extensão, tais
como educação nutricional ensinando como aproveitar melhor os alimentos, assim
como cursos culinários para a comunidade interna e externa da UCB.
Laboratório de análise sensorial
Atividades de Graduação e pesquisa: O laboratório servirá para as
análises sensoriais dos alimentos, em cabines próprias, proporcionando ao
estudante de nutrição e outros cursos afins, um aprendizado no desenvolvimento de
novos produtos, reformulação dos produtos já estabelecidos no mercado, estudo de
vida de prateleira (shelf life), determinação das diferenças e similaridades
apresentadas entre produtos concorrentes, identificação das preferências dos
consumidores por um determinado produto e, finalmente, para a otimização e
melhoria da qualidade.
Atividades de Extensão: Além de atender a aulas práticas e projetos de
pesquisa, um dos objetivos do Laboratório de Análise Sensorial é a prestação de
serviços às indústrias de alimentos do DF, proporcionando resultados fidedignos
quanto ao perfil sensorial e o grau de aceitabilidade de seus produtos, além da
definição do perfil de seus consumidores.
Clínica Escola de Nutrição – CEN
Atividades de Graduação: Na Clínica Escola, são lecionadas as aulas
práticas dos componentes curriculares que utilizam os instrumentos para avaliação
nutricional dos indivíduos.
Esta Clínica está equipada com os mais modernos equipamentos de
antropometria e aparelhos para dosagens capilares de glicemia, triglicerídeos e
colesterol total, além de dosagem sérica da hemoglobina e hematócrito.
Atividades de extensão: O CEN tem caráter acadêmico, pesquisa e social,
visa à inserção do estudante do curso de Nutrição no campo do atendimento nas
diversas áreas da Nutrição Clínica, como Nutrição Infantil, Nutrição para o Atleta,
Nutrição
para a Gestante, Nutrição de
idosos, Nutrição para Distúrbios
Metabólicos, Nutrição para a comunidade sadia, e atendimento aos funcionários da
UCB em parceria com programas da Pró-Reitoria de extensão
59
O CEN realiza avaliação do estado nutricional de crianças, adultos, gestantes,
nutrizes e idosos. Conta com diversos programas de computador para análise de
dietas e avaliação da composição corporal. Neste local são realizadas as aulas
práticas das disciplinas: Avaliação Nutricional, Nutrição na 3ª Idade, Fundamentos
da Nutrição, de Nutrição Aplicada à Atividade Física, Nutrição Materno Infantil e
Adolescente, Tópicos Avançados em Nutrição, além da unidade curricular
denominada Promoção da Saúde da Criança , ministrada pelo curso de Medicina,
além do Estágio Supervisionado em Nutrição Social e atividades extracurriculares.
7. MATRIZ CURRICULAR
7.1. FLUXO DAS DISCIPLINAS E ESTRUTURA DA MATRIZ
O currículo do Curso de Nutrição da Universidade Católica de Brasília, em
uma proposta inovadora, oferece aos estudantes conteúdos estabelecidos pelas
Diretrizes Curriculares para o curso de nutrição, aliando a teoria-prática em todo o
tempo de formação do profissional contemplando aspectos importantes na formação
do profissional, entre eles:
• Aspecto de formação humana: agrupam conteúdos capazes de estruturar a
personalidade do profissional e sua formação ética e para a cidadania,
capacitando-o para o mercado em que atuará e para outras necessidades que
ainda não são demandadas;
• Aspecto da formação profissional: composto por conteúdos que dão base para
conferir capacidade acadêmica/profissional.
Coerência do currículo com os objetivos do curso
Com o propósito de alcançar os objetivos propostos para o Curso de Nutrição
da UCB foram definidas quatro grandes unidades que delineiam o caminho a ser
seguido pelo aluno numa proposta de formação contínua e integradora.
A primeira Unidade - Unidade Educacional de Saúde Comunitária - tem
como finalidade a identificação das necessidades da comunidade e dos indivíduos
60
em particular no cenário em que estão inseridos, de forma a facilitar a visualização
de uma situação num contexto real, impõe, portanto, a compreensão precoce das
circunstâncias ambientais, sócio-culturais e econômicas das quais emergem as
condições de saúde e seus agravos. Propiciando ao estudante uma visão holística,
a mais próxima possível do processo saúde/doença, o que ocorre e como ocorre no
seio da família e da comunidade, valorizando-se as ações de promoção e
prevenção, tanto quanto as de recuperação e de reabilitação. E a necessidade de
identificar situações procurando reunir esforços, para um ensino que busque o
equilíbrio de conhecimentos e habilidades, imerso em amplo marco de atitudes e
valores humanos num contexto biopsicossocial.
Esta unidade está constituída dos componentes curriculares afins e de
suporte teórico-metodológico, mas principalmente, organizada de forma a
possibilitar o desenvolvimento da aprendizagem do nosso estudante em um cenário
de interação com a comunidade, espaço e oportunidade para o levantamento de
problemas, onde tanto a pesquisa como a extensão se integra com o ensino em um
só propósito: a problematização e o diálogo.
Partindo da premissa que a
aprendizagem pode ser entendida como processo de construção de conhecimento
em que o estudante edifica suas relações e comportamentos que vão sendo
construídos ou reconstruídos nas interações com a sociedade.
Na Segunda Unidade – Unidade Educacional Modular em Saúde - o
estudante terá oportunidade de conhecer as bases epistemológicas, as áreas
básicas de conhecimento da área de Ciências da Vida e seus respectivos
fundamentos teóricos, bem como as áreas de interface.
Esses conhecimentos são de importância peculiar para área e vem subsidiar
as áreas que se sucedem no sentido de melhor instrumentalizar o aluno à
realização de atividades nas diferentes áreas de investigação e intervenção.
Desta forma, entenda-se, o conjunto de componentes curriculares que
contribuirão para a formação humana do nosso estudante, sendo a marca, o perfil
permeado pela missão, pelos princípios e pelos valores éticos e espirituais da nossa
instituição, que formam a base para dizermos que formamos mais do que
profissionais tecnicamente qualificados. Além do conjunto de conhecimentos,
organizados em ciclos que permitem a formação de uma cultura científica na
compreensão e abordagem da vida e dos processos relacionados aos ciclos de
61
desenvolvimento humano, desde a sua dimensão biológica até as formas de
organização social e histórica.
Na terceira Unidade – Unidade Educacional de Formação Humanística e
Institucional - o objetivo é contribuir para a formação humana do corpo discente,
por meio de conteúdos de ensino, pesquisa e extensão, que favoreçam a reflexão
dos estudantes sensibilizando-os para uma visão crítica, solidária, transformadora e
comprometida com a realidade brasileira. Assim, possibilitar aos estudantes maior
abertura ao diálogo inter-religioso, construindo atitudes de respeito e acolhimento
da diversidade, permeando e influenciando o ambiente onde vivem com uma nova
visão baseada na cultura da paz e da solidariedade.
Finalmente a quarta Unidade – Unidade Educacional de Atividades
Práticas - permitirá aos estudantes a utilização de seus instrumentos teóricos e
práticos na atuação específica de sua formação, por meio de componentes
curriculares de intervenção, que permitirão ao discente a realização de atividades
nas diferentes áreas de investigação e intervenção, bem como para a compreensão
e conhecimento dos diferentes modelos, técnicas, métodos, procedimentos e
instrumentos de investigação e diagnóstico.
Para cada uma destas unidades, a formação do estudante deve organizar-se
em ciclos que atenderão a componentes curriculares articulados no sentido de
proporcionar o aproveitamento máximo do curso e formação integral ao aluno.
Dessa forma, se pretende situar a formação como um projeto educativo que
extrapola a educação para o domínio técnico-científico da profissão e se estende
pelos aspectos estruturantes de relações e de práticas em todos os componentes
de interesse ou relevância social que contribuam à elevação da qualidade de saúde
da população, tanto no enfrentamento dos aspectos epidemiológicos do processo
saúde-doença quanto nos aspectos de organização da gestão setorial e
estruturação do cuidado à saúde. Assentado sobre o desafio da gestão pública do
setor da saúde, de ordenar políticas de formação, como prevê a Constituição
Nacional do Brasil.
Este processo está estruturado a partir de 3 eixos, a saber:
1)
Integração
2)
Inserção na comunidade
62
3)
Humanização
São estes eixos estruturantes, constituídos na perspectiva das suas
dimensões epistemológicas que darão sentido à organização dos componentes
curriculares. As dimensões epistemológicas expressam na organização do currículo
nossa percepção e intencionalidade de mediação entre os sujeitos e objetos do
conhecimento no processo de ensino-aprendizagem que visa o desenvolvimento
integral assentado em:
a) uma dimensão biológica na abordagem do indivíduo;
b) uma dimensão social referente ao sujeito coletivo em interação com o
meio e expressão do processo saúde-doença e;
c) uma dimensão integradora das outras duas dimensões, uma interface que
busca uma compreensão e uma abordagem mais totalizante do ser nas suas
complexidades.
Evidenciando uma permanente necessidade de articulação efetiva entre
referências teóricas e práticas devidamente assimiladas e desenvolvidas, num
processo dialético científico extremamente fecundo e enriquecedor.
A partir das Unidades Educacionais definidas a estrutura da organização
curricular se dá a partir de ciclos que contemplam componentes curriculares
específicos.
Nesse sentido, o Curso de Nutrição da Universidade Católica de Brasília esta
estruturada em sistema de créditos por disciplina, distribuídos ao longo de 08 (oito)
semestres
63
Autorização do Curso: Resolução Nº27/97 de 5 de dezembro de 1997
Novo Projeto Pedagógico e Matriz Curricular: Resolução CONSEPE Nº84/2007 de 22 de
novembro de 2007
Componentes curriculares
Pré- Req.
CRs
Carga Horária
.
Sem
Nº
Código
1o
2º
3
o
Nome
Teórica
lab
30
Prat
Total
01
G00203 Citologia e Histologia
-
04
30
60
02
G00016 Introdução a educação Superior
-
08
120
03
G00201 Anatomia
-
04
30
30
60
04
G00202 Bioquímica
-
04
45
15
60
05
G19001 Fundamentos da Nutrição
-
02
45
15
60
06
G00213 Saúde e sociedade
-
04
45
15
60
26
315
75
30
420
15
120
07
G19005 Nutrição e Metabolismo
02-04-05
02
45
60
08
G00215 Saúde nos Ciclos da Vida
02-06
02
30
30
09
G00207 Genética
01-02-04
04
60
60
10
G00206 Fisiologia
01-02-03-04
04
45
11
G00204 Embriologia
02-03
02
30
30
12
G00003 Ética
02
04
60
60
13
G19006 Fundamento da Ciência dos Alimentos
02-05
04
45
14
G00002 Antropologia da Religião
-
04
60
26
375
15
60
15
60
60
45
420
15
G19002 Nutrição Básica
07
04
45
15
60
16
G00214 Vigilância em Saúde
08
04
45
15
60
17
G00211 Patologia
10
04
30
30
60
18
G00210 Parasitologia
01-04
04
30
30
60
19
G00208 Imunologia
04-09
04
45
15
60
20
G00209 Microbiologia
01-04
04
45
15
60
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
21
4
5
o
o
6º
05-13
02
30
30
26
270
120
60
30
420
22
G19007 Técnica Dietética I
05
04
30
30
60
23
G19011 Farmacologia
07
04
45
15
60
24
G19009 Nutrição Humana
15
02
30
25
G19010 Avaliação Nutricional
15
04
25
35
60
26
G19003 Microbiologia e Higiene dos Alimentos
20
04
45
15
60
27
G19008 Educação Nutricional
05
04
45
15
60
28
G19006 Tecnologia dos Alimentos
21
04
45
15
60
26
265
60
420
30
95
60
29
G19012 Nutrição Materno-Infantil e do adolescente
24-25
04
25
35
60
30
G19017 Nutrição na Terceira Idade
24-25
04
45
15
60
31
G19014 Técnica Dietética II
22
04
30
32
G19015 Fisiopatologia e Dietoterapia I
24-25-27
06
60
30
90
33
G19013 Nutrição em Saúde Coletiva
24-25-28
04
45
15
60
34
G19018 Fitoterapia da Nutrição
23-24
02
45
15
60
35
G19022 Nutrição Clínica Funcional
23-24
02
15
15
30
26
265
30
125
420
15
15
60
30
60
36
G19023 Nutrição Aplicada à Atividade Física
24-25
04
30
37
G19019 Fisiopatologia e Dietoterapia II
27-33
06
60
30
90
38
G19020 Gestão em Unidades de Alimentação e Nutrição
32
04
45
15
60
39
G00008 Ètica e Legislação profissional
05-12
02
30
24-36
04
60
30
90
40
7º.
G19036 Gastronomia
Nutrição e estética
30
41
G00216 Planejamento e Gestão em saúde
16
04
45
15
60
42
G19016 Planejamento de Cardápio
32
02
15
15
30
26
285
120
420
15
43
G19026 Estágio Sup. Nutrição em saúde Coletiva
33-34-40
10
150
150
44
G19025 Estágio Sup. Nutrição aplicada à Atividade
33-37-40
10
150
150
38-42
04
60
24
60
Física
45
8º
G00403 Empreendedorismo e Consultoria Nutricional
46
G19027 Estágio Sup.em AUAN
47
G19028 Estágio Sup. em Nutrição Clínica
60
300
360
39-40-44
10
150
150
38-40
10
150
150
65
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
48
49
Optativa
04
G19029 Trabalho de Conlusão de Curso-TCC
45-46-47
60
60
02
26
30
60
30
330 390
65
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
206
CARGA HORARIA TOTAL
1895
380
995
3335
7.2 EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS
Componentes Curriculares
Disciplinas
Créditos
Carga horária
Semestre
Saúde e Sociedade
04
60
1º
Vigilância em Saúde
04
60
3º
Saúde nos Ciclos da Vida
02
60
2º
Descrição das Disciplinas
SAUDE E SOCIEDADE
EMENTA: A Saúde Pública no Brasil e no mundo: história e características. A
saúde na sociedade como campo de conhecimento interdisciplinar. As políticas
públicas de promoção de Saúde no Brasil: Segundo preceitos constitucionais e
paradigmas legais. Introdução ao Sistema Único de Saúde (SUS) e à Atenção
Básica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1.FALEIROS, V. P. A construção do SUS: histórias da reforma sanitária e do
processo participativo. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2006. 297 p.
2 HARTZ, Z.M.A (Org) Avaliação em saúde: dos modelos teóricos à prática na
avaliação de programas e sistemas de saúde. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2005.
66
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
275 p.
3.ROUQUAYROL, M Z; ALMEIDA FILHO, N Epidemiologia & saúde. 6. Ed. Rio
de Janeiro: MEDSI, 2003. 708 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. CARVALHO, S R. Saúde coletiva e promoção da saúde: sujeito e
mudanças. 2. Ed. São Paulo, SP: Hucitec, 2007. 178 p. (Saúde em Debate ; 163)
2. DUARTE, E C. Epidemiologia das desigualdades em saúde no Brasil: um
estudo exploratório. Brasília, DF: Organização Pan Americana da Saúde, 2002.
123 p.
3. FINKELMAN, J (Org.). Caminhos da saúde pública no Brasil. Rio de Janeiro:
Editora Fiocruz, 2002.326 p.
4. JORGE, M H P M; GOTLIEB, S L D; LAURENTI, R. A saúde no Brasil: análise
do período 1996 a 1999. Brasília, DF: Opas, 2001. 237 p.
5. MONTEIRO, C A (Coord.). Velhos e novos males da saúde no Brasil: a
evolução do país e suas doenças. São Paulo: Hucitec, 2006. 435 p. (Saúde em
debate;91)
VIGILÂNCIA EM SAÚDE
EMENTA: Vigilância em saúde (ambiental, epidemiológica e sanitária) como prática
sanitária de organização da assistência em situações de riscos e agravos da saúde
da população segundo preceitos constitucionais. Elaboração e compreensão do
diagnóstico de saúde por meio de análise epidemiológica e. Tendências gerais e
avaliação da morbimortalidade em populações. Doenças transmissíveis e não
transmissíveis. Análise dos serviços de Vigilância em Saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. GUEDES, M L S. Bioestatística: Para profissionais de saúde. Rio de
Janeiro: Ao Livro Técnico, 1988. 200 p.
67
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
2. PEREIRA, M.G. Epidemiologia – Teoria e Prática. Guanabara-Koogan, 1995.
3. ROUQUAYROL, M.Z. Epidemiologia e Saúde. 6ª Edição, MEDSI, RJ, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1.ALMEIDA FILHO, N; ROUQUAYROL, M Z. Introdução à Epidemiologia.
São Paulo: Guanabara-Koogan, 2006.
2. DORIA FILHO, U. Introdução a bioestatística: para simples mortais. São
Paulo, SP: Elsevier, 1999. 158 p.
3. DUARTE, E C. Epidemiologia das desigualdades em saúde no Brasil: um
estudo exploratório. Brasília, DF: Organização Pan Americana da Saúde, 2002.
123 p.
4. JEKEL, J F.; ELMORE, J G.; KATZ, D L. Epidemiologia, bioestatística e
medicina preventiva. 2. Ed. Porto Alegre, RS: Artmed, 2005. 432 p.
5. RODRIGUES, P C. Bioestatística. Porto Alegre: Artmed Editora S.A, 2004. 337 p.
SAÚDE NOS CICLOS DA VIDA
EMENTA: Proteção da saúde nos diversos Ciclos da Vida, segundo preceitos
constitucionais. O Estado e Sociedade na elaboração e implementação de
políticas públicas. Políticas Públicas de Saúde da criança, adolescente, adulto
(mulher e homem) e idoso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. CARVALHO, S R. Saúde coletiva e promoção da saúde: sujeito e mudanças.
2 ed. São Paulo, SP: Hucitec, 2007. 178 p. (Saúde em Debate; 163)
2. MINAYO, M C S; COIMBRA JUNIOR, C E A (Coord.). Antropologia, saúde e
envelhecimento. Rio de Janeiro, RJ: Editora Fiocruz, 2002. 209 p. (Coleção
antropologia e saúde)
3. SECLEN, J; FERNANDES, A S (Coord). Experiências e desafios da atenção
68
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
básica e saúde familiar: Caso Brasil. Brasília, DF: Organização Pan Americana
da Saúde, 2004. 180 p. (Série Técnica Projeto de Desenvolvimento de Sistemas e
Serviços de Saúde; 8)
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ALDRIGHI, J M; BUCHALLA, C M; CARDOSO, M R A. Epidemiologia dos
agravos à saúde da mulher. São Paulo, SP: Atheneu, 2005. 319 p.
2. BRASIL. 500 dias de ação pela criança: Monitoramento das metas. Brasília,
DF: MS, 1994. 59p.:Il
3. DIOGO, M J D; NERI, A L; CACHIONI, Meire (Org.). Saúde e qualidade de
vida na velhice. Campinas: Alínea, 2004. 236 p.
4. FINKELMAN, J (Org.). Caminhos da saúde pública no Brasil. Rio de Janeiro:
Editora Fiocruz, 2002. 326 p.
5. LUNA, R L; SABRÁ, A. Medicina de família: saúde do adulto e do idoso. Rio de
Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2006. 995 p.
UNIDADE EDUCACIONAL MODULAR DE SAUDE
Componentes Curriculares
Ciclo Fisiológico
Disciplinas
Créditos
Carga horária
Semestre
Anatomia
4
60
1º
Fisiologia
4
60
2º
Embriologia
2
30
2º
Bioquímica
4
60
1º
Citologia e Histologia
4
60
1º
Genética
4
60
2º
Imunologia
4
60
3º
Farmacologia
4
60
4º.
69
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
Descrição da Disciplina
ANATOMIA
EMENTA: Princípios de construção do corpo humano. Aspectos morfológicos
macroscópicos dos sistemas orgânicos humanos: sistema tegumentar; sistemas
esquelético, articular e muscular; sistema digestório, sistema circulatório, sistema
respiratório; sistema urinário, sistema reprodutor, sistema endócrino e sistema
nervoso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1.GRAAFF, V. Anatomia Humana. 6ª ed. São Paulo: Manole, 2003.
2- MOORE, K. L. Anatomia Orientada para a Clínica. 5ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara-Koogan, 2007.
3- NETTER, F. Atlas de Anatomia Humana. 4ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1.DIDIO, L. J. A. Tratado de Anatomia Humana São Paulo: Pólus, 1998.
2- FATTINI, C. A. & DANGELO, J. G. Anatomia Humana Sistêmica e Segmentar.
3ª Ed. São Paulo: Atheneu, 2007.
3- MOORE, K. L. Fundamentos de Anatomia Clínica. 2ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2004.
4- SOBOTTA, J. Atlas de Anatomia Humana. 22ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2006.
5- SPENCE, A.P. Anatomia Humana Básica. 2ª ed. São Paulo: Manole, 1991.
FISIOLOGIA
EMENTA: Homeostase. Bases da Fisiologia Celular. Sinapses. Contração do
músculo
estriado
e
músculo
liso.
Sistema
nervoso
autônomo.
Fisiologia
cardiovascular. Fisiologia respiratória. Fisiologia renal. Fisiologia gastrintestinal.
Neurofisiologia. Fisiologia endócrina.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1.COSTANZO, L.S. Fisiologia. 3ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
70
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
2- CURI, R. Fisiologia Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.
3- LEVY, M.N.; STANTON, B.A.; KOEPPEN, B.M. Berne & Levy Fundamentos de
Fisiologia. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. AIRES, M.M. Fisiologia. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
2. BERNE, R.M., LEVY, M.N., KOEPPEN, B.M., STANTON, B.A. Fisiologia. 5ª ed.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
3. CINGOLANI, H.E., HOUSSAY, A.B. Fisiologia Humana de Houssay. 7ª
d.
Porto Alegre: Artmed, 2004.
4- CITOW, J. S., Mcdonald, R. L., OPPIDO, T. (trad.) Neuroanatomia e
neurofisiologia: uma revisão. São Paulo: Santos Editora, 2004.
5- GUYTON, A.C.; HALL, J.E. Tratado de Fisiologia Médica 11ª ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2006
EMBRIOLOGIA
EMENTA: Introdução à Embriologia. Gametogênese. União de gametas e
fertilização. Início do desenvolvimento. Formação do embrião bilaminar. Embrião
trilaminar. Período embrionário. Mal formações congênitas. Período fetal. Anexos
embrionários. Membranas embrionárias e placenta. Cavidades do corpo e
mesentérios. Desenvolvimento dos órgãos, aparelhos, sistemas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1.MOORE, K.L. Embriologia Básica. 7ª. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
2- MOORE, K.L. & T. V. N., PERSAUD Embriologia Clínica. 8ª. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2008.
3- SADLER, T. W. Langman: Embriologia Médica. 9ª. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara-Koogan, 2005.
B
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. CARLSON, B .M. Embriologia Humana e Biologia do Desenvolvimento. Rio de
71
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
Janeiro: Guanabara Koogan, 1996.
2. GARCIA, S. M. L.; FERNANDES, G. C. Embriologia. 3ª
d. Porto Alegre:
Artmed, 2006.
3. MELLO, R. A. Embriologia Humana São Paulo: Atheneu, 2000.
4. MOORE, K. L. Fundamentos de Embriologia Humana. São Paulo: Manole,
1990.
5. SADLER, T. W. Langman: Fundamentos de embriologia médica. Rio de
Janeiro: Guanabara-Koogan, 2007
BIOQUÍMICA
EMENTA: Água, biomoléculas (estrutura e papel biológico, unidades fundamentais
de carboidratos lipídios e proteínas). Enzimas, coenzimas e cinética enzimática.
Principais vias metabólicas. Metabolismo dos carboidratos, lipídios e proteínas.
Integração das vias metabólicas. Princípios de metabolismo dos carboidratos,
lipídios e proteínas. Integração das vias metabólicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1.DEVLIN, T.M. Manual de Bioquímica com Correlações Clínicas. 6ª Ed. São
Paulo: Edgard Blucher, 2007.
2- NELSON, D.L & COX, M. M. Lehninger: Princípios de bioquímica. 4ª Ed. São
Paulo: Sarvier, 2006.
3- STRYER, L., BERG, J. M., TYMOCZKO, J. L. Bioquímica. 6ª Ed. Rio de Janeiro:
Guanabara-Koogan, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BAYNES, J., DOMINICZAK, M. H. Bioquímica Médica. 2ª Ed. São Paulo:
Elsevier, 2006.
2. MARZZOCO. A. & TORRES, B.B. Bioquímica básica. 3ª Ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2007.
3- QUIRINO, B.F. (Org.). Técnicas Laboratoriais em Bioquímica. 2ª Ed. Brasília:
Universa, 2006.
72
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
4. VIEIRA, E. C., GAZZINELLI, G., MARES-GUIA, M. Bioquímica Celular e
Biologia Molecular. 2ª Ed. São Paulo: Atheneu, 1999.
5. VOET, D. & VOET, J.G. Bioquímica. São Paulo: Artmed, 2004.
CITOLOGIA E HISTOLOGIA
EMENTA: Métodos de estudo em Citologia e Histologia. Membrana plasmática.
Organelas celulares. Sistema de endomembranas. Citoesqueleto. Núcleo interfásico
e ciclo celular. Histofisiologia de tecidos animais (tecidos epiteliais, tecidos
conjuntivos, tecidos musculares e tecido nervoso). Estrutura microscópica normal
dos principais órgãos dos sistemas tegumentar, digestório, circulatório, respiratório,
urinário, reprodutor, endócrino e nervoso
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1.JUNQUEIRA, L. C. & CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. 8ª Ed. Rio de
Janeiro: Guanabara-Koogan, 2005.
2- JUNQUEIRA, L. C. & CARNEIRO, J. Histologia Básica. 11ª Ed. Rio de Janeiro:
Guanabara-Koogan, 2008.
3- SOBOTTA, J, WELSCH, U. Sobotta – Atlas de Histologia, Citologia e
Anatomia Microscópica 7ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2007.
B
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1-ALBERTS, B., VEIGA, A. B. G. (trad.) Biologia Molecular da Célula. 4ª Ed. Porto
Alegre: Artmed, 2004.
2- CORDEIRO, D. M.(org.) Citologia e Histologia em Prática. 1ª Ed. Brasília:
Universa, 2006
3- De ROBERTIS & De ROBERTS JR. – Bases da Biologia Celular e Molecular.
4ª. Ed, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
4-. GARTNER, L. P.; HIATT, J. L. Tratado de Histologia. 2ª Ed., Rio de Janeiro:
Guanabara-Koogan, 2003.
5- YOUNG, B., HEATH, J. W., ENGELHARDT, M. C. Wheater: Histologia
Funcional, texto e atlas em cores. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan,
73
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
2001.
GENÉTICA
EMENTA: Variabilidade fenotípica normal e patológica. Genomas na determinação
fenotípica. Variabilidade normal e patológica dos genomas. Aplicações da
variabilidade. Mapas genéticos. Transmissão mendeliana de fenótipos. Exceções à
transmissão mendeliana. Fenótipos poligênicos. Herança epigenética. Variações
cromossômicas numéricas. Variações cromossômicas estruturais. Cálculo de risco
em aconselhamento genético.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1- NUSSBAUM R. L., McINNES R. R., WILLARD H. F., Thompson & Thompson
Genética Médica 7ª Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
2-PASTERNAK, J. J. Uma Introdução à Genética Molecular Humana. Mecanism
os das Doenças Hereditárias. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2007.
3- SNUSTAD, D. P., SIMMONS, M. J. Fundamentos de Genética. 4ª Ed. Rio de
Janeiro: Guanabara-Koogan, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1 GRIFFITHS, A.J.F., MILLER, J.H., SUZUKI, D.T., LEWONTIN, R.C., GELBART,
W.M., WESSLER, S.R. Introdução à genética. 9ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2009.
2. GRIFFITHS, A.J.F. Genética Moderna. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2001.
3. JORDE, L.B., CAREY, J. C., BAMSHAD M.J. & WHITE R.L. Genética Médica, 3ª
Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
4- VIANA, J. M. S., CRUZ, C. D., BARROS, E. G. Genética. Viçosa: Editora UFV,
2003.
5- WESTMAN, J. A. Genética Médica Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
74
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
IMUNOLOGIA
EMENTA: Sistema imune: gênese e anatomia. A resposta imune específica.
Mecanismos de defesa gerais e específicos do hospedeiro nas inter-relações com os
micro-organismos e parasitos. Fatores humorais específicos e inespecíficos
envolvidos na resposta imune. As reações de hipersensibilidade, imunossupressão,
inflamação. Imunologia dos tumores. Uso da imunologia para o diagnóstico de
patologias, terapias e prevenção de doenças.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1.ABBAS, A. K., LICHTMAN, A. H. & PILLAI, S. Imunologia Celular e Molecular. 6ª
Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
2. ABBAS, A. K., LICHTMAN, A. H. Imunologia Básica. 3ª Ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2008.
3- JANEWAY, C.A., TRAVERS, P. & WALPORT, M. Imunobiologia: o sistema
imunológico na saúde e na doença. 6ª Ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ABBAS, A. K. LICHTMAN, A. H. Imunologia básica: funções e distúrbios do
sistema imunológico Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
2. PARSLOW, T.G., STITES, D.P., TERR, A.I., IMBODEN, J.B. 10ª Ed. Imunologia
Médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
3. ROITT, I. BROSTOFF, J. & MALE, D. Imunologia. 6ª Ed. São Paulo: Manole,
2002.
4. ROSEN, F. & GEHA, R. Estudo de casos em Imunologia. 3ª Ed., Porto Alegre:
Artmed, 2002.
5. STITES, D.P., TERR, A.I., PARSLOW, T.G. Imunologia Médica. 9ªed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
FARMACOLOGIA
75
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
EMENTA: Farmacocinética, farmacodinâmica, farmacologia do sistema nervoso
autônomo, farmacologia do sistema cardiovascular, diuréticos, farmacologia do
sistema gastrintestinal, insulina e hipoglicemiantes, antiinflamatórios não-esteróides,
antiinflamatórios esteróides, farmacologia do sistema nervoso central, antivirais,
antifúngicos, antiparasitários e antibacterianos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1- KATZUNG, B.G. Farmacologia Básica e Clínica. 10ª ed. Rio de Janeiro:
McGraw-Hill Interamericana, 2008.
2- LAZO, J. S. Goodman e Gilman: As Bases Farmacológicas da Terapêutica.
11ª ed. Rio de Janeiro: Mc Graw-Hill Interamericana, 2007.
3- RANG, H.P.; DALE, M.M.; RITTER, J.M.; FLOWER, R. Farmacologia. 6ª. ed. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. CRAIG, C.R., STITZEL, R.E. Farmacologia Moderna com Aplicações Clínicas.
6ªed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
2. Micromedex®
Healthcare
Series.
Thomson
Reuters
(Healthcare)
Inc.
http://www.thomsonhc.com – disponível nos periódicos CAPES
3. SILVA, P. Farmacologia. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
4. RITTER, J. M., SANTOS, R. R. (trad.) Farmacologia 6ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2007.
5- WELLS, B. G. Pharmacotherapy handbook New York: McGraw-Hill, 2006.
Ciclo Processo Saúde/Doença
Disciplinas
Créditos
Carga horária
Semestre
Patologia
4
60
3º
Parasitologia
4
60
3º
Microbiologia
4
60
3º
Descrição das Disciplinas
76
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
PATOLOGIA
EMENTA: Métodos de estudo em Patologia. Lesões celulares reversíveis e
irreversíveis. Envelhecimento celular, processos degenerativos e acúmulos intracelulares. Fenômeno inflamatório. Inflamação aguda, crônica e manifestações
sistêmicas inflamatórias. Processos de reparação, regeneração e fibrose. Distúrbios
da perfusão. Alterações hemodinâmicas e suas repercussões: trombose, edema,
infarto, embolia, choque e hemorragia. Neoplasias. Correlações clínicas e
histopatológicas dos tumores benignos e malignos. Bases moleculares do câncer.
Agentes carcinogênicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1-ABBAS, A., KUMAR, V., FAUSTO, N., MITCHELL, R. N. Robbins – Patologia
Básica. 8ª Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
2- ABBAS, A., KUMAR, V., FAUSTO, N. Robbins & Cotran – Patologia, bases
patológicas das doenças. 7ª Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
3- BRASILEIRO FILHO, G. Bogliolo – Patologia Geral. 4ª. Ed. Rio de Janeiro:
Guanabara-Koogan, 2009
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. CAMARGO, J. L. V., OLIVEIRA, D. E. Patologia Geral: abordagem
multidisciplinar. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2007.
2. FARIA, J.L. Patologia geral: fundamentos das doenças com aplicações clínicas.
4ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
3. HANSEL, D. E., DINTZIS, R. Z. Fundamentos de Patologia. Rio de Janeiro:
Guanabara-Koogan, 2007.
4. MONTENEGRO, M.R., FRANCO, M. Patologia: processos gerais. 4ª Ed. São
Paulo: Atheneu, 1999.
5. ROBBINS, S.L., COTRAN, R.S., KUMAR, V. Fundamentos de Robbins:
patologia estrutural e funcional. 6ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
77
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
PARASITOLOGIA
EMENTA: Conceitos de Parasitologia. Grupos parasitológicos de interesse médico
sanitário. Morfologia, taxonomia, fisiologia e ciclo biológico dos principais
protozoários, helmintos, artrópodes parasitos e vetores. Patogenia, diagnóstico,
profilaxia e tratamento das principais parasitoses humanas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. NEVES, D.P.; MELO, AL; LINARDI, PM; ALMEIDA VITOR, RW. Parasitologia
Humana. 11ª Ed. São Paulo: Atheneu, 2005.
2. NEVES, D.P. Parasitologia Dinâmica. 2ª Ed. São Paulo: Atheneu, 2006.
3. REY, L. Bases da Parasitologia Médica. 2ª Ed. Rio de Janeiro: GuanabaraKoogan, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. CIMERMAN, B., CIMERMAN, S. Parasitologia Humana e seus Fundamentos
Gerais. 2ª Ed. São Paulo: Atheneu, 2001.
2. CIMERMAN, B & FRANCO, MA. Atlas de Parasitologia: Artrópodes,
Protozoários e Helmintos. São Paulo: Atheneu, 2001.
3. MARIANO, M. L. M. Manual de Parasitologia Humana. Ilhéus: UESC, 2004
4. MARKELL, E.K.; JOHN, D.T.; KROTOSKI, W.A. Parasitologia Médica. 8ª Ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
5. NEVES, D.P.; BITTENCOURT NETO, J.B. Atlas Didático de Parasitologia. 1ª
Ed. São Paulo: Atheneu, 2006.
MICROBIOLOGIA
EMENTA: Historia da microbiologia. Células procarióticas e eucarióticas. Isolamento
e cultivo de microrganismos. Caracterização e identificação – taxonomia, filogenia,
morfologia, nutrição, patogenicidade. Controle de microrganismos. Principais grupos
de interesse genérico da microbiologia: bactérias; fungos, vírus. Genética
microbiana.
78
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1- BROOKS, G. F., CARROLL, K. C., BUTEL, J. S., MORSE, S. A. Jawetz, Melnick
& Adelberg: Microbiologia Médica. 24ª Ed. Rio de Janeiro: Mc Graw-Hill
Interamericana, 2009.
2. TORTORA, G.L.; FUNKE, B.R. & CASE, C.L. Microbiologia. 8ª Ed. Porto Alegre:
Artmed, 2005.
3. TRABULSI, L.R., ALTERTHUM, F. Microbiologia. 5ª Ed. São Paulo: Atheneu,
2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1-ALTERTHUM, F. Microbiologia 4 ª Ed. São Paulo: Atheneu, 2005.
2- MILLER, R.N.G., CAPDEVILLE, G., KRUGER, R.H.
Manual de práticas
laboratoriais em microbiologia. 1ª Ed. Brasília: Universa, 2003.
3- MURRAY, P.; DREW L.; KOBAYASHI G.S. & THOMPSON Microbiologia Médica
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1990.
4- RIBEIRO, M.C., SOARES, M.M.S.R. Microbiologia Prática Roteiro e Manual.
Bacterias e Fungos. 1ª Ed. São Paulo: Atheneu, 2001.
5- WAKELIN, D., PLAYFAIR, J. H. L. Microbiologia Médica. 2ª Ed. São Paulo:
Manole, 1999.
Ciclo de Bases, Métodos e Técnicas em Nutrição
Disciplinas
Créditos
Carga horária
Semestre
Fundamentos da Nutrição
02
30
1º
Nutrição e Metabolismo
04
60
2º
Gastronomia
02
60
2º
Nutrição Básica
04
60
3º
Fundamento da Ciência
04
60
2º
Nutrição Humana
02
30
4º
Avaliação Nutricional
04
60
4º
dos Alimentos
79
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
Microbiologia e Higiene dos
04
60
4º
Fitoterapia e Nutrição
04
60
5º
Educação Nutricional
04
60
4º
Tecnologia dos Alimentos
04
60
6º
Empreendedorismo e
04
60
7º
04
60
6º
Alimentos
Consultoria Nutricional
Nutrição e Estética
Descrição da Disciplina
FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO
EMENTA: Antropologia da Alimentação. Histórico e Aspectos legais da profissão de
nutricionista. Definição de alimentos e nutrientes. Valor nutricional dos alimentos
(proteínas, carboidratos, lipídeos, vitaminas e sais minerais). Leis da Alimentação.
Introdução ao cálculo de dietas (manuseio das tabelas de composição química dos
alimentos e medidas caseiras).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1.DUTRA DE OLIVEIRA, J.E. e MARCHINI, J.S. Ciências nutricionais. São Paulo:
Sarvier, 1998.
2. SILVA S.M.C.; MURA J.D.P. Tratado de alimentação, Nutrição e Dietoterapia.
Roca. 1ª Ed. 2007.
3.TIPAPEGUI. J. Nutrição: Fundamentos e aspectos atuais.2ªed. Atheneu,2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1.CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS. Lei 8234/91; Resoluções área de
atuação.Disponível em www.cfn.org.br
2. ESTUDO NACIONAL DA DESPESA FAMILIAR. Tabela de Composição de
Alimentos. 5ª Ed. Rio de Janeiro, IBGE, 1999.
4. FRANCO, G. Tabela de Composição Química dos Alimentos. Rio de Janeiro:
Atheneu, 1992.
80
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
5.GALISA.M.S;ESPERANÇA,L.M.B;SÁ,N.G. Nutrição,Conceitos e aplicações,
2008
6. PINHEIRO.A.B.Tabela para avaliação de consumo alimentar e medidas
caseiras.5ºEd.Rio de Janeiro,2004.
NUTRIÇÃO E METABOLISMO
EMENTA: Funções químicas e bioquímicas dos macro e micronutrientes. Fatores
físico-químicos e bioquímicos que interferem na biodisponibilidade dos nutrientes
Inter-relações das vias metabólicas intracelulares dos tecidos e órgãos Integração do
metabolismo. Metabolismo do jejum e pós prandial. Metabolismo da Diabetes
Mellitus e de outras situações metabólicas e patológicas. Bioquímica do tecido
muscular. Equilíbrio hidroeletrolítico e Função renal.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. COSTA, N M B & PELUZIO, M C G “Nutrição Básica e Metabolismo”. 1ª Ed.
Editora UFV, Viçosa – MG, 2008.
2. DEVLIN, T.M. Manual de Bioquímica com Correlações Clínicas. 6ª edição.
Editor Edgard Blucher, São Paulo-SP, 2007.
3. PALERMO, J R “Bioquímica da Nutrição”. Ed Atheneu, São Paulo, SP, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. CHAMPE, P. C. et al. Bioquímica Ilustrada. Trad. Ane Rose Bolner. 3º Ed. Porto
Alegre: Artmed, 2006.
2. LEHNINGER, A L., NELSON, D.L & COX, M. M. “Princípios de Bioquímica”. 4ª
edição. SP: Ed. Sarvier. 2006
3. MARZOCCO. A. & TORRES, B.B. Bioquímica básica. 3ª Edição. 2007.
4. MURRAY, R. K. Harper: Bioquimica Ilustrada. 27ª Ed. Editora Lange, São Paulo
– SP, 2007
5. VOET, D. & VOET, J. G. Bioquímica. 1ª reimpressão. Editora Artmed, São PauloSP, 2004.
81
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
GASTRONOMIA
EMENTA: Aplicação da Gastronomia na Nutrição, técnica dietética, preparação de
alimentos, melhoria da qualidade de vida, aumento da longevidade, princípios
clássicos da Gastronomia, princípios da química e bioquímica dos alimentos,
aspectos nutricionais, individualidades fisiológicas, hipersensibilidades alimentares.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ARAÚJO, W.M.C. et al. Da Alimentação à Gastronomia. Ed. UnB, 2005.
2. FRANCO, A. De Caçador a Gourmet: uma história da Gastronomia. São
Paulo: Ed. SENAC, 2001.
3. FLANDRIN, J.L.; MONTANARI, M. A história da alimentação. São Paulo:
Estação Liberdade, 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ESTUDO NACIONAL DA DESPESA FAMILIAR. Tabela de Composição de
Alimentos. 5ª edição, Rio de Janeiro, IBGE, 1999
2. FRANCO, G. Tabela de Composição Química dos Alimentos. Rio de Janeiro:
Atheneu, 1992.
3. GALISA.M.S;ESPERANÇA,L.M.B;SÁ,N.G. Nutrição,Conceitos e aplicações,
2008
4. PASCHOAL, V.; NAVES, A.; FONSECA, A.B.B.L. Nutrição Clínica Funcional,
dos Princípios à Prática Clínica. 1ª Edição. VP: São Paulo, 2007.
5. PINHEIRO.A.B.Tabela para avaliação de consumo alimentar e medidas
caseiras.5ªed.Rio de Janeiro,2004.
NUTRIÇÃO BÁSICA
EMENTA: Dieta normal – grupo de alimentos, proporção entre nutrientes, densidade
energética
dos
nutrientes.
Integração
metabólica
de
macronutrientes
e
micronutrientes . Cálculo de dietas e das necessidades e recomendações
82
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
nutricionais humanas baseadas nas DRI’s (Dietary References Intakes).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1.MAHAN, L.K & ESCOTT-STUMP, S. Krause – Alimentos, nutrição e
dietoterapia. 11ª
d. Editora Roca, 2005.
2.SHILS, M. E.; OLSON, J. A; SHIKE, M; ROSS, A, C. Tratado de Nutrição
Moderna na Saúde e na Doença. 1ª Ed. São Paulo: Manole, 2003.
3.SILVA S.M.C.; MURA J.D.P. Tratado de Alimentação, Nutrição e Dietoterapia.
Roca. 1ª Ed. 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1.CHAVES, N. Nutrição básica e aplicada. Guanabara Koogan, 2ª Ed. Rio de
Janeiro, 1985.
2. ESTUDO NACIONAL DA DESPESA FAMILIAR. Tabela de Composição de
Alimentos. 5ª edição, Rio de Janeiro, IBGE, 1999
3.FRANCO, G. Tabela de Composição Química dos Alimentos. Atheneu, 9ª Ed.,
Rio de Janeiro, 2004.
4.PINHEIRO, A.B.V. et Ed. Tabela para Avaliação de Consumo Alimentar em
Medidas Caseiras. 5ª edição., Rio de Janeiro, IBGE, 2004.
5.WAITZBERG, Dan L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica.
3ªEd. v.1, São Paulo, 2002.
FUNDAMENTO DA CIÊNCIA DOS ALIMENTOS
EMENTA:. Conceito de ciência dos alimentos, relação com as demais ciências
básicas e aplicadas. Química dos alimentos: água, proteínas, lipídios, carboidratos .
Funcionalidade dos constituintes alimentares. Química dos agentes de textura,
aroma, sabor e cor. Análise bromatológica dos produtos alimentícios. Biotecnologia
dos alimentos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1.BOBBIO, F. O. & BOBBIO, P. Introdução à Química dos Alimentos. 4ª Ed.,
83
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
Livraria Varela, 2003.
2.BOBBIO, P. & BOBBIO, F. O. Química do Processamento de Alimentos. 3ª. Ed.
Livraria Varela, 2002.
3. FRANCO, G. Tabela de Composição Química dos Alimentos. 9ª edição, Rio de
Janeiro, Atheneu, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ARAÚJO, J.M.A. Química de Alimentos. 3ª. Ed. Viçosa: UFV, 2006.
2.ARAUJO, W.M.C, MONTEBELLO, N.P.; BOTELHO, R.B.A; BORGO, L.A.
Alquimia dos Alimentos. Série Alimentos e Bebidas. Vol. 2. Brasília: Senac,
2007.
3. ORDOÑEZ, J.A. Tecnologia de Alimentos, Vol. 1. Componentes dos
Alimentos e Processos. Ed Porto Alegre: Artmed, 2005. 294p.
4. PHILIPPI, S. TUCUNDUVA. Nutrição e Técnica. São Paulo, 2007.
5. STRINGHETTA, P.C. Alimentos funcionais. Editora UFV, 2007. 246 p.
NUTRIÇÃO HUMANA
EMENTA: Requerimentos e recomendações dos nutrientes nas diferentes situações
fisiológicas (gestação, lactação, 1º ano de vida, criança, adolescência, adulto e
idoso). Elaboração e avaliação de dietas para diferentes idades e estado fisiológico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1.MAHAN, L.K & ESCOTT-STUMP, S. Krause – Alimentos, nutrição e
dietoterapia. 11ª Ed. Editora Roca, 2005.
2.SHILS, M. E.; OLSON, J. A; SHIKE, M; ROSS, A, C. Tratado de Nutrição
Moderna na Saúde e na Doença. 1. Ed. São Paulo: Manole, 2003.
3.VITOLO, M. R. Nutrição da gestação à adolescência. Reichmann & Affonso
Editores, Rio de Janeiro-RJ, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
84
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
1.CHAVES,N. Nutrição básica e aplicada. Guanabara Koogan, 2º Ed,. Rio de
Janeiro,1985
2.EUCLYDES, M. Nutrição do lactente, 1ª Ed, Viçosa, 1997
3.ESTUDO NACIONAL DA DESPESA FAMILIAR. Tabela de Composição de
Alimentos. 5ª edição, Rio de Janeiro, IBGE, 1999.
4.MCARDLE, W.D; KATCH, F.I AND KATCH, V.I. Fisiologia do exercício: energia,
nutrição e desempenho humano. Guanabara Koogan, 3ª Ed. Rio de janeiro, 1992.
5.PINHEIRO, A.B.V. et Ed. Tabela para Avaliação de Consumo Alimentar em
Medidas Caseiras. 5ª edição., Rio de Janeiro, IBGE, 2004.
AVALIAÇÃO NUTRICIONAL
EMENTA: Fatores determinantes do estado nutricional. Estudo dos Indicadores
diretos e indiretos do estado nutricional. Indicadores de sinais clínicos e análises
bioquímicas no diagnóstico das distrofias nutricionais. Inquéritos dietéticos.
Avaliação nutricional de coletividades. Prática ambulatorial e utilização de softwares
para avaliação nutricional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
4.CUPPARI, L. Guia de Nutrição: Nutrição Clínica no Adulto. 2ª Ed. Editora
Manole, 2005.
2.DUARTE.A.C.et..
AVALIAÇÃO
NUTRICIONAL:
Aspectos
Clínicos
e
Laboratoriais. 1ª Ed. Manole,2007
3.HEYWARD, V.H. & STOLARCZYK, L.M. Avaliação da Composição Corporal
Aplicada. 1ª Ed. Editora Manole. 2000
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1.FISBERG, R.M. et al. Inquéritos Alimentares. 1ª Ed, Editora Manole. 2005.
2.MAHAN, L.K & ESCOTT-STUMP, S. Krause – Alimentos, nutrição e
dietoterapia. 11ª Ed. Editora Roca, 2005.
3.NACIF.M.A.L.Avaliação antropométrica nos ciclos da vida: Uma visão Prática,
85
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
2008.
4. SOBOTKA, L. Bases da Nutrição Clínica.. Manole,2008.
5. VASCONCELOS,F.A.G.Avaliação Nutricional de Coletividades.2007.
MICROBIOLOGIA E HIGIENE DOS ALIMENTOS
EMENTA: Conceito de higiene e transmissão de doenças via alimentos.
Microbiologia de alimentos. Principais intoxicações e infecções de origem alimentar.
Práticas de limpeza e sanificação em serviços de alimentação. Implementação de
sistemas de prevenção de controle (BPF e HACCP). Legislação sanitária dos
alimentos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1.EVANGELISTA. J. Tecnologia de Alimentos. 2a Ed Atheneu, 1994.
2.ENEO, A. da SILVA Jr. Manual de Controle Higiênico-Sanitário em Alimentos,
3a Ed. Livraria Varela, 1999
3.HOBBS, B. C. & ROBERTS D. Toxinfecção e Controle Higiênico Sanitário de
Alimentos. 1ª Ed. Livraria Varela, 1999
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1.ANDRADE, N. J. & MACÊDO, J. A. B. Higienização na Indústria de Alimentos.
São Paulo, Varela, 1996.
2. ALTERTHUM, F. Microbiologia 4 ª Ed. São Paulo: Atheneu, 2005.
3.ICMSF APPCC – Na qualidade e segurança microbiológica de alimentos,1a
Ed, Livraria Varela, 1999
4. MILLER, R.N.G., CAPDEVILLE, G., KRUGER, R.H.
Manual de práticas
laboratoriais em microbiologia. 1ª ed. Brasília: Universa, 2003.
5.SILVA, N. & JUNQUEIRA, V. C. Métodos de Análise Microbiológica de
Alimentos – Manual Técnico n. 14. ITAL, Campinas, 1995.
86
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
FITOTERAPIA E NUTRIÇÃO
EMENTA: Legislação ANVISA e CFN sobre Fitoterapia e a prescrição Fitoterápica.
Bases científicas da fitoterapia. O Sistema Único de Saúde (SUS) e fitoterapia.
Seleção das plantas, preparação para consumo in natura. Métodos para extração.
Plantas medicinais com efeitos analgésicos, antiinflamatórios e antiparasitários.
Ações sobre o sistema gastrintestinal, hepato/biliar, cardiovascular, respiratório,
renal e nervoso. Receituário. Usos terapêuticos. Efeitos colaterais e indesejados dos
fitoterápicos. Controle de qualidade de fitoterápicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ARENA, E. P. Guia prático de Fitoterapia em Nutrição. Bauru, SP: Joarte, 2008.
Fitoterapia no SUS e o Programa de Pesquisa de plantas medicinais da central
de medicamentos, 2006.
2. CUNHA, A. P.; SILVA, A.P.; ROQUE, O. R. Plantas e produtos vegetais em
Fitoterapia. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2006.
3. INSTRUÇÃO NORMATIVA N° 5 DE 11 DE DEZEMBRO DE 2008 – Determina a
publicação da “LISTA DE MEDICAMENTOS FITOTERÁPICOS DE REGISTRO
SIMPLIFICADO”.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. EPUB, Índice terapêutico fitoterápico: ervas medicinais. Rio de Janeiro: EPUB,
2008.
2. FERRO, D. Fitoterapia: 129 conceitos clínicos. São Paulo: Atheneu, 2006.
3. LORENZI, H.; Matos, Abreu F J. Plantas medicinais no Brasil: nativas e
exóticas. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2002.
4. MATOS, Abreu F. J. Farmácias vivas. Fortaleza: UFC, 2002.
5. KALLUF, L. Fitoterapia funcional: dos Princípios Ativos à prescrição de
Fitoterápicos. São Paulo: VP, 2008.
87
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
EDUCAÇÃO NUTRICIONAL
EMENTA: Sociologia e antropologia da alimentação. Fatores determinantes do
comportamento alimentar. Educação Nutricional como prática do Nutricionista.
Planejamento, organização e avaliação de atividades de Educação Nutricional para
coletividade e indivíduos sadios e/ou enfermos. Técnicas pedagógicas. Práticas de
educação nutricional
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1.BRASIL.Ministério da Saúde.Guia Alimentar para a População
Brasileira.Brasília, 2006.
2. GOUVEIA, Enilda l. Cruz. Nutrição, Saúde e Comunidade. Ed. Rio de Janeiro:
Revinter, 1999. (Capítulos 3, 4 e 5)
3. LINDEN, Sonia. Educação Nutricional: Algumas ferramentas de ensino. 1. Ed.
SP: Varela, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BOOG, M.C.F. Educação Nutricional: Por que e para que? Jornal da Unicamp,
Ed. 260, Agosto 2004.
2. BOOG, M.C.F.Educação Nutricional:presente, passado e futuro.Rev.de Nutr, v.
16, n.3, p. 281-293, set., 2003.
3.COURY, S. T. Nutrição Vital: Uma Abordagem Holística da Alimentação e
Saúde. Brasília: LGE Editora, 2004.
4.GOUVEIA, E.l.C. Nutrição, Saúde e Comunidade. Ed. Rio de Janeiro: Revinter,
1999. (Capítulos 3, 4 e 5)
5.STÜRMER, J. S. Reeducação Alimentar: qualidade de vida, emagrecimento e
manutenção da saúde. 1. Ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2001.
88
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
TECNOLOGIA DOS ALIMENTOS
EMENTA: Princípios e métodos de conservação de alimentos. Processos de
industrialização: tecnologia de frutas e hortaliças, tecnologia de leite e derivados,
tecnologia de carnes e derivados, tecnologia de cereais e leguminosas, tecnologia
de bebidas, tecnologia de alimentos para fins especiais, tecnologia das
fermentações. Embalagem de alimentos. Controle de qualidade. Aditivos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. EVANGELISTA, J. Alimentos: um estudo abrangente: nutrição, utilização,
alimentos especiais e irradiados, coadjuvantes, contaminação, interação. São
Paulo: Atheneu, 1998.
2.ORDOÑEZ, J.A. Tecnologia de Alimentos, Vol.2 Alimentos de Origem Animal.Ed.
Porto Alegre: Artmed, 2005.
3.OETTERER, M.; D’ARCE, M. A.B.R.; SPOTO, M.H. Fundamentos de Ciência e
Tecnologia de Alimentos. Barueri-SP: Manole, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BARUFFALD, R. & OLIVEIRA, M.N. Fundamentos de tecnologia de alimentos.
São Paulo: Atheneu, 1998.
2. BELITZ, Hans-Dieter; GROSCH, Werner. Química de los alimentos. 2. ed
Zaragoza: ACRIBIA, 1997. 1087 p.
3. FELLOWS, P.J. Tecnologia do Processamento de Alimentos. 2ª. Ed. Artmed,
2006. 602 pag.
4.MATISSEK, R; SCHNEPEL, F.M; STEINER, G. Analisis de los alimentos:
fundamentos, métodos, aplicaciones. Zaragoza: Acribia, 1998.
5. ORDOÑEZ, J.A. Tecnologia de Alimentos, Vol. 1. Componentes dos
Alimentos e Processos. Ed Porto Alegre: Artmed, 2005. 294p.
89
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
EMPREENDEDORISMO E CONSULTORIA NUTRICIONAL
EMENTA: Introdução ao estudo do Marketing; Estratégias de Marketing, Recursos
utilizados para persuasão em Nutrição, Plano de Negócios; Propaganda de
Alimentos, Empreendedorismo, Perfil do Empreendedor; Gestão de Eventos (cofeebreaks; coquetéis; serviços de Bufet..); Preço de Venda e Margem de lucro; Gestão
de recursos Humanos; Legislação trabalhista; Motivação e Liderança; Consultoria
em Nutrição.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. DIAS, S. R. Gestão de Marketing. São Paulo: Saraiva. 2003
2.LOVELOCK, C. & WRIGHT, L. Serviços: marketing e gestão. São Paulo:
Saraiva, 2002.
3.MAXIMIANO, A.C. Introdução à Administração. São Paulo: Atlas. 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1.AMBROSIO, V.; SIQUEIRO, R. Plano de Marketing. Rio de Janeiro: R&A
editores. 1999.
2.CHIAVENATO, Idalberto. Administração de Empresas: uma abordagem
contigencial. São Paulo: MaKron Book, 1995.
3. DORNELAS, J.C.A. Empreendedorismo – transformando idéias em negócios.
3ºed. Editora Campus. 2001.
3.KOTLER, Philip. Administração e Marketing: a edição do novo milênio. São
Paulo: Prentice Hall. 2000.
5. KOTLER, P. Administração de Marketing. Editora: Makron Books. São Paulo.
2005.
90
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
NUTRIÇÃO E ESTÉTICA
EMENTA: Aplicação da nutrição em beneficio da estética, revisão das principais
definições ligadas à nutrição, dietas e tratamentos estéticos correlacionados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SCHNEIDER, A. Nutrição e Estética. Editora Atheneu. 2009
COSTA, E. de A. Nutrição Biomolecular e radicais livres. Editora Vozes. 2009
NATIVIDADE, M; NATIVIDADE, T. Estética e Saúde. Editora n/d. 2009
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COZZOLINO, S.M.F. Biodisponibilidade de nutrientes. 2ª Edição. Editora Manole:
São Paulo, 2006.
SILVA, S.M.C.S.; MURA, J.D.P. Tratado de Alimentação, Nutrição e Dietoterapia.
Editora Roca: São Paulo, 2007.
ARENA, E. P. Guia prático de Fitoterapia em Nutrição. Bauru, SP: Joarte, 2008.
Ciclo de Práticas Laboratoriais Especificas
Disciplinas
Créditos
Carga horária
Semestre
Técnica Dietética I
04
60
4º
Técnica Dietética II
04
60
5º
04
60
5º
04
60
5º
04
60
5º
Funcional
04
60
5º
Fisiopatologia e
06
90
5º
Nutrição Materno Infantil
e do Adolescente
Nutrição na Terceira
Idade
Nutrição em Saúde
Coletiva
Nutrição Clínica
91
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
Dietoterapia I
Fisiopatologia e
Dietoterapia I
06
90
6º
04
60
6º
04
60
6º
02
30
6º
Nutrição aplicada à
atividade física
Gestão em Unidades de
Alimentação e Nutrição
Planejamento de
cardápio
TÉCNICA DIETÉTICA I
EMENTA: Princípios e objetivos da Técnica Dietética, análise das transformações
físico-químicas e sensoriais nos alimentos in natura, grupo alimentar, qualidade
nutricional, desenvolvimento dos experimentos, preparação e ficha de análise da
preparação, definição de medidas e indicadores de rendimento, processos de prépreparo e preparo, fatores influentes na determinação de per capitas e da porção,
procedimentos para controle, garantia da qualidade técnica em cozinhas industriais
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ARAÚJO, W.M.C. et al. Alquimia dos alimentos.Brasília. Editora Senac-DF,
2007.
2.LIESELLOTE, Ornellas. Técnica Dietética, Seleção e Preparo dos Alimentos.
São Paulo, Atheneu, 8ª edição, 2007.
3.PHILIPPI, Sônia Tucunduva. Nutrição e Técnica Dietética. Editora Manole, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ARAÚJO E GUERRA. Alimentos “Per capita”. Natal, UFRN, 1995.
2. ESTUDO NACIONAL DA DESPESA FAMILIAR. Tabela de Composição de
Alimentos. 4ª edição, Rio de Janeiro, IBGE, 1999
3. FRANCO, G. Tabela de Composição Química dos Alimentos. 9ª edição, Rio de
Janeiro, Atheneu, 1999.
92
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
4. PINHEIRO, A.B.V. et
d. Tabela para Avaliação de Consumo Alimentar em
Medidas Caseiras. 4ª edição., Rio de Janeiro, IBGE, 1999.
5. Teichmann, Ione. Tecnologia Culinária. Editora da Universidade de Caxias do
Sul, 2000. 356p.
TÉCNICA DIETÉTICA II
EMENTA: Desenvolvimento de experimentos que envolvem reações diversas e sua
aplicabilidade em formulações de dietas e sua adequação em necessidades
dietéticas específicas, aliando o caráter técnico inerente ao processo científico.
Métodos: experimentação prática em laboratório, ficha técnica de preparação, ficha
de análise da preparação, formulário de aquisição dos alimentos, técnicas
gastronômicas e roteiro de elaboração de relatórios técnicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ARAÚJO, W.M.C. et al. Alquimia dos alimentos.Brasília. Editora Senac-DF,
2007
2.LIESELLOTE, Ornellas. Técnica Dietética, Seleção e Preparo dos Alimentos.
São Paulo, Atheneu, 8ª edição, 2007.
3.PHILIPPI, Sônia Tucunduva. Nutrição e Técnica Dietética. Editora Manole, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ARAÚJO E GUERRA. Alimentos “Per capita”. Natal, UFRN, 1995.
2. FRANCO, G. Tabela de Composição Química dos Alimentos. 9ª edição, Rio de
Janeiro, Atheneu, 1999.
3. GOMENSORO, M.L. Pequeno dicionário de gastronomia. Rio de Janeiro,
Objetiva, 1999.
4. PINHEIRO, A.B.V. et ed. Tabela para Avaliação de Consumo Alimentar em
Medidas Caseiras. 4ª edição., Rio de Janeiro, IBGE, 1999.
5. TEICHMANN, Ione. Tecnologia Culinária. Editora da Universidade de Caxias do
Sul, 2000. 356p
93
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
NUTRIÇÃO MATERNO INFANTIL E DO ADOLESCENTE
EMENTA: Perfil epidemiológico do grupo materno-infantil e adolescente A nutrição e
os processos de crescimento e desenvolvimento fetal. Fisiologia da lactação.
Nutrição na lactação. Aleitamento materno. Nutrição da criança sadia durante a
primeira infância. Aleitamento artificial. Identificação das enfermidades mais
freqüentes no grupo, relacionados à nutrição (desnutrição, diabetes gestacional,
diarréia e síndrome de má absorção, hipovitaminoses, hipertensão arterial,
obesidade, anorexia e bulimia). Atendimento ambulatorial ao grupo materno-infantil e
do adolescente.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ACCIOLY,E. SAUNDERS,C. LACERDA,E.M.A. Nutrição em obstetrícia e
pediatria.Cultura Médica, Rio de Janeiro-RJ, 2002.
2. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Vigilância Alimentar e Nutricional – SISVAN.
Orientações básicas para a coleta, o processamento, a análise de dados e a
informação em serviços de saúde. Brasília-DF, 2004.
3. VITOLO, M. R. Nutrição da gestação à adolescência. Reichmann & Affonso
Editores, Rio de Janeiro-RJ, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ALMEIDA, J.G.A. Amamentação – um híbrido natureza cultura. Editora Fiocruz.
Rio de Janeiro, 1999.
2. CTENAS, M.L.B. & VÍTOLO,M.R. Crescendo com saúde. O guia de
crescimento da criança. C2 editora, São Paulo,1999.
3. EUCLIDES, M.P. Nutrição do lactente – Base científica para uma alimentação
adequada. Editora UFV, 2ª edição, Viçosa –MG, 2000.
4. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Assistência pré-natal. Manual técnico. Brasília-DF,
2000.
5. KRAUSE, M.V.& MAHAN,L.K. Alimentos, nutrição e dietoterapia. Roca, 10ª
edição, São Paulo,2002.
94
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
NUTRIÇÃO NA TERCEIRA IDADE
EMENTA: Alterações fisiológicas, metabólicas e físicas do envelhecimento.
Aspectos psico-sociais da alimentação do idoso. Diagnóstico e tratamento dos
principais problemas de alimentação e nutrição. Promoção de práticas de
alimentação saudável.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BRANDÃO VIEIRA. Manual de Gerontologia. Rio de Janeiro, Revinter, 1996.
2. FRANK, A. A. & SOARES, E. A. Nutrição no Envelhecer. ed. Atheneu, Rio de
Janeiro, 2002.
3. KRAUSE, M. V. & MAHAN, L. K. Alimentos, Nutrição e Dietoterapia. 10ª ed.,
São Paulo, Roca, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. CALKINS, E.; FORD, A. B.; KATZ, P. R. Geriatria Prática. 2ª ed., Rio de Janeiro,
Revinter, 1997.
2. CARVALHO, E. T. F.; PAPALÉO, M.N. Geriatria: fundamentos, clínica e
terapêutica. São Paulo, Atheneu, 1994.
3. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Vigilância Alimentar e Nutricional – SISVAN.
Orientações básicas para a coleta, o processamento, a análise de dados e a
informação em serviços de saúde. Brasília-DF, 2004.
4. VITOLO, M. R. Nutrição da gestação à adolescência. Reichmann & Affonso
Editores, Rio de Janeiro-RJ, 2003
5. WAITZBERG, D. Nutrição, Oral, Enteral e Parenteral na Prática Clínica. ed.
Atheneu, Rio de Janeiro, 2000.
NUTRIÇÃO EM SAÚDE COLETIVA
EMENTA: Papel do Nutricionista como transformador da realidade nutricional e de
saúde no Brasil. Sistema Único de Saúde (conceitualização e organização), Política
95
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
Nacional de Saúde e de Saúde e Política Nacional de Alimentação e Nutrição.
Políticas e programas de interface com a nutrição (saúde, educação, trabalho).
Programas e iniciativas nacionais e internacionais de combate às carências
nutricionais e promoção da alimentação saudável; Sistemas de Informação em
Saúde (SISVAN).Perfil alimentar e nutricional da população brasileira (avaliação e
monitoramento).Segurança Alimentar e Nutricional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. Serra Majem, Ll.; Aranceta, J.; Mataix, J. Nutrición y SaludPública – Métodos,
bases científicas y aplicaciones. ELSEVIER-MASSON, 2Aedicion, 2006.
2. Pena, M. Bacallao, J. Obesidade e Pobreza– Um novo desafio à saúde
publica. Ed. Roca, 2006.
3. WHO. Diet Nutrition and the prevention of chronic diseases. Report of a
WHO/FAO Expert Committe, Technical Report Series no 916, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. DUTRA de Oliveira e cols. A desnutrição dos Pobres e dos Ricos.Sarvier,
1996.
2. FREITAS, M.C.S. Agonia da Fome. EDUFBA/FIOCRUZ, 2003.
3. MONTEIRO, C.A .(org). Velhos e novos males da saúde no Brasil. A evolução
do país e de suas doenças. HUCITEC/NUPENS/USP. São Paulo, 2000.
4. VALENTE, F.L.S. Direito Humano à Alimentação- desafios e conquistas. São
Paulo: Cortez, 2002.
5. WHO. Preparation and use of food-based dietary guidelines.Report of a
FAO/WHO Consultation, Technical Report Series, no. 880, 1998.
NUTRIÇÃO CLÍNICA FUNCIONAL
EMENTA: A disciplina Nutrição Clinica Funcional estuda os aspectos bioquímicos e
96
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
funcionais de cada indivíduo, desenvolvendo intervenções individualizadas para
restaurar o equilíbrio fisiológico e bioquímico de cada um. Possui ênfase na
pesquisa científica e sua aplicação clínica busca equilibrar os sistemas de base do
funcionamento do organismo humano.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1.COZZOLINO, S.M.F. Biodisponibilidade de nutrientes. 2ª Edição. Editora
Manole:SãoPaulo,2006.
2. PASCHOAL, V.; NAVES, A.; FONSECA, A.B.B.L. Nutrição Clínica Funcional,
dos
Princípios
à
Prática
Clínica.
1ª
Edição.
VP:
São
Paulo,
2007.
3. SILVA, S.M.C.S.; MURA, J.D.P. Tratado de Alimentação, Nutrição e
Dietoterapia. Editora Roca: São Paulo, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BLAND, J. S.; BENUN, S. H. Genetic Nutritioneering. Illinois: Keats Publishing,
1999.
2. BAKER, S.M. Detoxification and Healing: The Key to Optimal Health. New
Canaan: Keats Publishing, 1997.
3. CARREIRO, D.M. Entendendo a importância do processo alimentar. São
Paulo. 2006
4. NAVES, A. Nutrição Clínica Funcional – Obesidade. 1ª Edição. VP: São Paulo,
2009.
5. WILLIAMS, Roger John. Biochemical Individuality: The Basis for the
Genetotrophic Concept. New Canaan: Keats Publishing, 1998.
FISIOPATOLOGIA E DIETOTERAPIA I
EMENTA: Estudo dos aspectos fisiopatológicos envolvidos na gênese das doenças
e sua correlação com o estado nutricional, enfocando a terapia nutricional nos
distúrbios nutricionais (desnutrição e obesidade), nas doenças crônicas não
transmissíveis, cirurgias e pneumopatias.
Avaliação nutricional de pacientes
97
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
hospitalizados. Terapia nutricional oral, enteral e parenteral.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. AUSIELLO, D., LEE, G., Cecil: tratado de Medicina Interna. 2 volumes. 22º
Edição. Ed. Elsevier.
2. SHILS, M.E., OLSON, J.A.. ROSS, A.C .Tratado de nutrição moderna na saúde
e na doença. 9.ed. São Paulo: Manole, 2003.v.1 e 2.
3. WAITZBERG, Dan L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 3.
Ed. São Paulo: 2002. V. 1.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. CUPPARI, L. Nutrição Clínica no Adulto. São Paulo: Manole, 2005. 2º Ed.
2. DUARTE.A.C.et al. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL: Aspectos Clínicos e
Laboratoriais. 1ª Ed. Manole,2007.
3. DUARTE, A.C. et al. Síndrome Metabólica – Semiologia, Bioquímica e
Prescrição Nutricional. Ed. Axel Books . Rio de Janeiro, 2006. ISBN: 85-7323-1814 . SOBOTKA, S. Bases da Nutrição Clínica. Ed.Rubio, 2008.
5. SILVA, S. M. C.; MURA, J. D. P. Tratado de alimentação, nutrição e
dietoterapia. 1ª Ed. Roca. 2007.
FISOPATOLOGIA E DIETOTERAPIA II
EMENTA: Aspectos fisiopatológicos envolvidos na gênese das doenças e sua
correlação com o estado nutricional, enfocando a terapia nutricional nas
enfermidades do sistema digestório e anexos, nas nefropatias, nas neoplasias, na
AIDS, no trauma e sepse, nos distúrbios neurológicos e nos transtornos alimentares.
Visita hospitalar. Terapia nutricional em Home Care.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1.NETO, F. T. Nutrição Clínica. 1ª ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2003.
2.SHILS, M. E.; OLSON, J. A.; ROSS, A. C.Tratado de nutrição moderna na
saúde e na doença. 9ª ed. São Paulo: Manole, 2003. V.1/2.
98
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
3.WAITZBERG, Dan L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 3a
ed. São Paulo: Atheneu, 2002. V.1/2.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. CUPPARI, L Nutrição Clínica no adulto. Manole, 2005..
2.DUARTE.A.C.et
al.
AVALIAÇÃO
NUTRICIONAL:
Aspectos
Clínicos
e
Laboratoriais. 1ª Ed. Manole,2007.
3.Da SILVA, S. M. C.; MURA, J. D. P. Tratado de alimentação, nutrição e
dietoterapia. 1ª Ed. Roca. 2007.
4. SOBOTKA, S. Bases da Nutrição Clínica. Ed.Rubio,2008.
5.KUMAR, V.; ABBAS, A. K.; FAUSTO, N. Patologia: Bases Patológicas das
Doenças. 7ª Ed. Rio de Janeiro: ELSEVIER, 2005.
NUTRIÇÃO APLICADA A ATIVIDADE FISICA
EMENTA: Metabolismo de nutrientes e dos sistemas energéticos para a atividade
física; avaliação de composição corporal aplicada à atividade física; noções básicas
de treinamento desportivo e de periodização; do balanço hidroeletrolítico; do
planejamento alimentar e nutricional nas diversas etapas (treinamento, competição e
recuperação); suplementação nutricional; Atendimento ambulatorial aos atletas e/ou
praticantes de exercício físico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BAYNES, W. J. & DOMINICZACK, M. H. Bioquímica Médica. 2. Ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2007.
2. BURKE, L. & MAUGHAN, R. J. Nutrição Esportiva. Porto Alegre: Artmed,
2004.
3. SANDOVAL, A. E. P. Medicina do Esporte: Princípios e Práticas. Porto
Alegre: Artmed, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
99
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
1. BACURAU, R. F. Nutrição e Suplementação Esportiva. 5. Ed. São Paulo:
Phorte, 2007.
2. FONTOURA, S. A.; FORMETIN, C. M. & ABECH, E. A. Guia Prático de
Avaliação Física: Uma Abordagem Didática, Abrangente e Atualizada. São
Paulo: Phorte, 2008.
3. KLEINER, S. M & GREENWOOD-ROBINSON, M. Nutrição para o
Treinamento de Força. 3. Ed. São Paulo: Manole, 2009.
4. MCARDLE, W. D. Et al. Fisiologia do Exercício – Energia, Nutrição e
Desempenho Humano -. 6. Ed. Editora Guanabara Koogan. 2008.
5. WERUTSKY, C. A. Fundamentos em Nutrologia Esportiva. Porto Alegre:
Nova Prova, 2008.
GESTÃO EM UNIDADES DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO
EMENTA: Fundamentos da Administração; Gestão de Unidades de Alimentação e
Nutrição/UANs (modelos de gestão e tendências); aspectos físicos e ambientais das
UANs; dimensionamento de área e de equipamentos; organização de lactário;
planejamento e administração de custos; legislação aplicada às UANs; sistemas de
Qualidade.
BILBIOGRAFIA BÁSICA:
1 ABREU, E.S, SPINELLI, M.G.N, ZANARDI, A.M. Gestão de Unidades de
Alimentação e Nutrição: um modo de fazer. São Paulo. Editota Metha, 2003.
2. ARAÚJO, M.O.D.; GUERRA, T.M.M. Alimentos per capita. 2ª ed., Natal: UFRN,
Editora Universitária, 1995.
3.MEZOMO, I.B. Os Serviços de Alimentação – Planejamento e Administração,
5a.ed. atualizada e revisada, São Paulo: Manole, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1.ABERC, Associação Brasileira das Empresas de Refeições Coletivas. Manual de
Práticas de Elaboração e Serviços de Refeições para Coletividades. 6ª ed. São
Paulo, 2005.
100
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
2. OLIVEIRA,L. Alimentação Institucional: Uma visão moderna. 2007
3. PINTO.S.Gestão em Unidades de Alimentação e Nutrição- um modo de
fazer.e d.Roca, 2007.
4.TEIXEIRA, M.F.G., S. Administração Aplicada às Unidades de Alimentação
Nutrição. Rio de Janeiro – São Paulo: Atheneu, 2000.
5. VAZ, C.S. Alimentação de Coletividade – Uma abordagem Gerencial
(Manual Prático do Gestor de Serviços de Refeições Coletivas). Brasília, 2002.
PLANEJAMENTO DE CARDÁPIO
EMENTA: Elaboração e adequação de cardápios para coletividades; Montagem de
mapa de dietas hospitalares de acordo com serviços (desjejum, colação, almoço,
merenda, jantar e ceia); Cardápio de baixo custo; Medidas equivalentes; Cálculo de
cardápios para as distintas modalidades do Programa de Alimentação do
Trabalhador-PAT e da Alimentação Escolar; Política de Compras, e pedido de
gêneros. Elaboração de cardápios específicos para os diversos ciclos da vida.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. GONÇALVES, M. I. E. Planejamento de cardápios e receitas para unidades de
alimentação e nutrição. São Paulo:Atheneu, 2002.
2. MARICATO, P. Como montar e administrar bares e restaurantes. São Paulo:
SENAC, 2002.
3. WALKER, J.R. e LUNDBERG, D. E. O Restaurante. 3. Ed. Porto Alegre:
Bookman, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1.ARAÚJO e GUERRA. Alimentos “Per capita”. Natal, UFRN, 1995.
2. FRANCO, G. Tabela de Composição Química dos Alimentos. 9ª edição, Rio de
Janeiro, Atheneu, 1999.
3.REGGIOLI, Marica Regina. Planejamento de Cardápios e receitas para
101
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
Unidades de Alimentação e Nutrição. São Paulo: Ed Atheneu, 2002.
4.TEICHMANN, Ione Mendes. Cardápios – Técnicas e Criatividades. 5ª Ed.
Caxias do Sul: EDUCS, 2000.
5.TEICHMANN, Ione Mendes. Tecnologia Culinária. Caxias do Sul: EDUCS, 2000
Ciclo de Formação Humanística
Disciplinas
Créditos
Carga horária
Semestre
Antropologia da Religião
4
60
2º
Ética
4
60
2º
LIBRAS
4
60
7º
Ética e Legislação
02
30
6º
Profissional
Descrição da Disciplina
ANTROPOLOGIA DA RELIGIÃO
EMENTA: Antropologia enquanto ciência. Categorias básicas de análise do
fenômeno religioso. Cultura e religião. Cultura religiosa brasileira. Religião e
cidadania.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1.DA MATA, R. Relativizando: uma introdução à antropologia social. Petrópolis:
Vozes.
2.LARAIA, R. B. Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Zahar.
3.MARCONI, M. A. PRESOTTO, Z. N. Antropologia. Uma introdução, São Paulo:
Atlas.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1.ANTROPOLÍTICA: revista contemporânea de antropologia e ciência política.
102
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
Niterói: Universidade Federal Fluminense,1995.
2.CUPERTINO, F. As muitas religiões do brasileiro. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira.
3.HOEBEL, E. A.; FROST, E. L. Antropologia cultural e social. São Paulo: Cultrix.
4.PIERUCCI, A. F. PRANDI, R. A realidade social das religiões no Brasil:
religião, sociedade e política. São Paulo: Hucitec.
5.TERRIN, A. N. Antropologia e horizontes do sagrado. Culturas e religiões.
São Paulo: Paulus.
ÉTICA
EMENTA: Fundamentação etimológica e conceitual da Ética. Caracterização e
desenvolvimento histórico da Ética. Problemas éticos contemporâneos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1.BOFF, L. Ethos Mundial. Um consenso mínimo entre os humanos. Rio de
Janeiro: Sextante, 2003.
2.BUARQUE, C. A revolução das prioridades: da modernidade técnica à
modernidade ética. 2ª Ed. São Paulo: Paz e Terra, 2000.
3.VÁSQUEZ, A. S. Ética. 20ª Ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1.BOFF, L. Saber Cuidar. Petrópolis: Vozes, 1999.
2.MIRANDA, Danilo Santos de (org.). Ética e cultura. São Paulo: Perspectiva, 2004.
3.NALINI, J. R. Ética Geral e Profissional. 5ª Ed. São Paulo: Revista dos Tribunais,
2006.
4.VALLS, A.L. M. O que é ética. São Paulo: Brasiliense, 2006.
5.KÜNG, H.. Uma ética global para a política e a economia mundiais. Petrópolis:
Vozes, 1999.
103
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
LIBRAS
EMENTA: A história da educação dos surdos. Aspectos fonológicos, morfológicos e
sintáticos da Língua Brasileira de Sinais. A relação entre LIBRAS e a Língua
Portuguesa. Processos de significação e subjetivação. O ensino-aprendizagem em
LIBRAS. A linguagem viso-gestual e suas implicações em produções escritas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. QUADROS, R. M. e KARNOPP, L. B. Língua de Sinais Brasileira. Porto Alegre:
Artmed, 2004.
2. SILVA, M. P. M. Construção de sentidos na escrita do estudante surdo. São
Paulo: Plexus Editora, 2001.
3. SKLIAR, C. (org). Atualidade da educação bilíngüe para surdos. Porto Alegre:
Mediação, v. 1 e 2, 1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. LODI, A. C. B. et Ed. Letramento e minorias. Porto Alegre: Mediação, 2002.
2. SACKS, O. Vendo vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo:
Companhia das Letras, 1998.
3. SALLES, H. M. M. L. et al. Ensino de língua portuguesa para surdos:
caminhos para a prática pedagógica. Programa Nacional de Apoio à Educação
dos Surdos. Brasília, 2002.
ÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL
EMENTA: O Conselho de classe e o código de ética profissional. Ética e a
prescrição nutricional. Análise de problemas éticos contemporâneos, particularmente
aqueles pertinentes à área de atuação do profissional nutricionista. Discussão de
casos. Bioética. Ética e pesquisa. Relação interpessoal e multiprofissional.
104
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1.BEZERRA, A.C.D. Alimentos de rua no Brasil e saúde pública. São Paulo, Ed.
Annablume, 2008.
2.CONSELHO
FEDERAL
DE
NUTRICIONISTAS.
Nutricionista. Brasília, DF. Resolução n
o
Código
de
Ética
do
334/2004 de 10 de maio de 2004.
Disponível em www.cfn.org.br.
3.SINGER, P. A ética da alimentação – Como nossos hábitos alimentares
influenciam o meio ambiente e nosso bem estar. São Paulo, Ed. Campus, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1.CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS – Atribuições principais e
específicas. Disponível em: www.cfn.org.br.
2.CIENTICIAS DO NISAN 2006/2007 – NÚCLEO INTERDEPERTAMENTAL DE
SAN, 2008.
3.NALINI, J. R. Ética Geral e Profissional. 5ª Ed. São Paulo: Revista dos Tribunais,
2006.
4.OLIVEIRA, I.B.P.E.; MEDEIROS G.R. Da ética em nutrição ao exercício
profissional. Brasília, 2004.
5.VALLS, A.L. M. O que é ética. São Paulo: Brasiliense, 2006.
Componentes Curriculares Optativos
Os componentes curriculares optativos do curso de nutrição estão à disposição do
estudante para que este possa escolher as que melhor se enquadram no perfil de sua
formação e são oferecidas por demanda, podendo ser originário do próprio curso ou
dos demais cursos de graduação da UCB. As optativas oferecidas são:
Código
G19033
Componentes Curriculares
Pré
Optativos
req
Análise Sensorial dos Alimentos
23
CR
Hor
as
4
60
105
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
G19032
Gestão em Programas de Alimentação e
34
4
60
-
4
60
22
4
60
4
60
Nutrição
G00011
Inglês Experimental
G19031
Nutrição Experimental
G00212
Psicologia aplicada a Saúde
G19035
Terapia Nutricional em pediatria
30,33
4
60
G19030
Tópicos Avançados em Nutrição
05,15
4
60
G19034
Toxicologia dos Alimentos
23
4
60
Suplementação Nutricional
36
4
60
Descrição da Disciplina
ANÁLISE SENSORIAL DOS ALIMENTOS
EMENTA: Introdução à análise sensorial. Princípios de fisiologia sensorial.
Introdução à psicofísica. Métodos clássicos de avaliação sensorial: discriminativos,
descritivos e afetivos. Montagem, organização e operação de um programa de
avaliação sensorial. Propriedades sensoriais dos alimentos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1.ANDRADE.E.Análise dos alimentos.ed.Varela, 2006
2. FELLOWS,P.J.Tecnologia do processamento de alimentos. ed.artmed,2006
3. OETTERER, M.; D’ARCE, M. A.B.R.; SPOTO, M.H. Fundamentos de Ciência e
Tecnologia de Alimentos. Barueri-SP: Manole, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1.FENNENA, O. R. Química de los alimentos. Zaragoza: Acribia, 2000.
2.LAWLESS, H.T. & HEYMANN, H. Sensory Evaluation of Food. Principies and
Practices, 1999.
3.MACKEY, A. C. Evaluacion sensorial de los alimentos. San Felipe – Venezuela,
CIEPE, 1984.
4. MONTEIRO, C.B.L. Técnicas de avaliação sensorial. 2ed. Curitiba, CEPPA,
106
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
UFP, 1984.
5. TEIXEIRA, E.; MEINERT, E.M.; BARBETTA, P.A. Análise sensorial de
alimentos. Editora da UFSC, Florianópolis, 1987.
GESTAO EM PROGRAMAS DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO
EMENTA: Programa de Alimentação do Trabalhador (comissão tripartite, benefícios,
avanços
e
dificuldades),
Modalidades
de
Serviços,
Fundo
Nacional
de
Desenvolvimento da Educação, Programa Nacional de Alimentação Escolar
(histórico, objetivo, implantação e legislação pertinente) e Instituições de Longa
Permanência (peculiaridades da produção de alimentos e cuidados específicos).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ARRUDA, G A Manual de boas Práticas. 3a. Ed. São Paulo Editora Ponto Crítico.
2005.
2. INEP. Avaliação do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE)
Censo Escolar 2004. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais
Anísio Teixeira. Brasília. 2007
3. MEZOMO, I B . Os Serviços de Alimentação - Planejamento e Administração.
5a. Ed. São Paulo. Manole. 2002
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ABREU, Edeli Simioni de; SPINELLI, Mônica Glória Neumann; PINTO, Ana Maria
de Souza.Gestão de unidades de alimentação e nutrição : um modo de fazer - 2.
ed / 2007 .
2. BRASIL, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC 216/04. Brasília. MS.
2004.
3. PALADINI, Edson. Gestão da qualidade no processo: a qualidade na
produção de bens e serviços. São Paulo. Atlas . São Paulo. 1995.
4. RIBEIRO, Sandra. Gestão e procedimentos para atingir qualidade :
ferramentas em unidade de alimentação e nutrição - UAN's / 2005 - UAN's. São
Paulo, SP: Livraria Varela, 2005.
107
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
5.TEIXEIRA,
MFG.
Suzana.
Administração
Aplicada
às
Unidades
de
Alimentação e Nutrição. Rio de Janeiro. São Paulo. Atheneu . 2000
INGLÊS EXPERIMENTAL
EMENTA: Estratégias de leitura. Estudo das estruturas básicas da língua inglesa:
tempos verbais; verbos de modalização; referência pronominal; voz passiva;
estrutura nominal. Processo de formação de palavras. Leitura e interpretação de
textos acadêmicos em inglês na área das Ciências da Vida. Estudo sobre as formas
de desenvolvimento do parágrafo e das diferentes organizações textuais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. LANDO, I.M. Vocabulando. Disal, 2006.
2. MACMILLAN ELT. Macmillan English Dictionary for Advanced Learners with
CD-Rom. Macmillan ELT, 2002.
3. MURPHY, R. e SMALZER, W.R. Grammar in Use Intermediate with Audio CD
and Answers. 2ª ed. Cambridge University Press, United Kingdom, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. HOUAISS, A. Webster’s Dicionário Inglês-Português – Atualizado. Record,
1998.
2. PERROTI-GARCIA, A.J. e JESUS-GARCIA, S. Grande Dicionário Ilustrado
Inglês-Português de termos odontológicos e especialidades médicas. Atheneu,
2003.
3. SWAN, M. Practical English Usage. Oxford University Press, England, 2005.
NUTRIÇÃO EXPERIMENTAL
EMENTA: Introdução ao estudo da nutrição experimental. Uso de animais em
pesquisas nutricionais. Montagem e manutenção do biotério. Qualidade protéica e
108
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
padrões de referência. Métodos químicos e biológicos de avaliação da qualidade
protéica de alimentos. Escore químico corrigido pela digestibilidade (PDCAAS).
Métodos
microbiológicos
e
clínicos
de
avaliação
da
qualidade
protéica.
Biodisponibilidade de nutrientes.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1.ANTENOR A, (Orgs.) Animais de Laboratório: criação e experimentação.Rio de
Janeiro,EditoraFiocruz.2002.
2.MACEDO.G.Bioquímica experimental dos alimentos.
São Paulo,Ed.Varela,
2005
3. Manual sobre Cuidados e Usos de Animais de Laboratório. National Research
Council. Publicação do COLÉGIO BRASILEIRO DE EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL
(COBEA),SP, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1- ANDRADE, Édira Castello Branco de. Análise de alimentos : uma visão
química da nutrição / 2006 - São Paulo, SP: Livraria Varela, 2006.
2.DOUGLAS, C.R. Tratado de Fisiologia aplicada à Nutrição, Rio de Janeiro:, 1
Ed, Robe 2002.
3.GUYTON, A. C. e HALL, J.E. Fisiologia Humana e Mecanismos das Doenças.
6ªed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 1998.
4. MACEDO, Gabriela Alves Bioquímica experimental de alimentos / 2005 Bioquímica experimental de alimentos. São Paulo, SP: Livraria Varela, 2005.
5.TUNDISCI.N.F.M. Bioquímica Básica.São Paulo Ed. Edição do autor,8ed,2008.
109
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
PSICOLOGIA APLICADA A SAÚDE
EMENTA: Psicologia da Saúde: definições, objetivos, histórico, perspectivas e
desafios. Saúde e comportamento. Qualidade de Vida. Estresse e doenças.
Intervenção em saúde e questões de Bioética. Principais reações emocionais diante
do adoecimento, tratamento e/ou hospitalização, mecanismos de defesa, de
enfrentamento e de adaptação. Avaliação e manejo psicológico da dor. Relação
profissional
de
saúde
e
paciente.
Vínculos
terapêuticos
e
adesão
ao
tratamento. Relações no trabalho em equipe: multidisciplinar, interdisciplinar e
transdisciplinar. Profissionais de saúde diante da morte. Saúde do profissional de
saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. DE MARCO, M. A.A. A Face Humana da Medicina: Do Modelo Biomédico ao
Modelo Biopsicossocial. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003.
2. NEME, C. M. B; RODRIGUES, O. M. P. R. (Orgs). - Psicologia da Saúde:
Perspectivas Interdisciplinares. São Carlos: Rima, 2003.
3. STRAUB, R. O. Psicologia da Saúde. Porto Alegre: Artmed, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ANGERAMI-CAMON, V.A. (Org) Psicologia da Saúde: um novo significado para
a prática clínica. São Paulo: Pioneira, 2000.
2. BOTEGA, N.J.B. (Org.) Prática psiquiátrica no hospital geral: interconsulta e
emergência. Porto Alegre: Artmed, 2002.
3. BRUNNER, S.C.S., SUDDARTH, D.S. A doença como experiência humana. In:
Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2006.
4. GUIMARÃES, S. S. Psicologia da Saúde e doenças crônicas. in R. R. Kerbauy
(Org) Comportamento e Saúde: Explorando Alternativas. Santo André: ARBytes,
1999.
5. LODUCA, A. Atuação do psicólogo em um serviço multidisciplinar de tratamento
110
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
da dor crônica: experiência da Irmandade Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.
in M. M. M. J. de Carvalho (org). Dor: um estudo multidisciplinar (pp. 196-221).
São Paulo: Summus, 1999.
SUPLEMENTAÇÃO NUTRICIONAL
EMENTA: Apresentação das resoluções: Resolução CFN 390/2006 e RDC Nº
67/2008.Conhecimento
das
substâncias
permitidas
ao
nutricionista
para
manipulação de suplementos nutricionais. Interações do suplemento com alimentos
e medicamentos. Biodisponibilidade de nutrientes e suplementação. Indicativo
clínico-nutricional para uso da suplementação e em diferentes ciclos da vida.
Estudos de casos clínicos na área de suplementação nutricional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. COZZOLINO.S.M.F.Biodisponibilidade de nutrientes.Manole,2007
2. SHIILS, M. E.; OLSON, J. A.; SHIKE, M.; ROSS, A. C. Tratado de nutrição
moderna na saúde e na doença. 9ª. Ed.Barueri: Manole, 2003.
3.WAITZBERG, D. L.; DIAS, M. C. G. Guia básico de terapia nutricional. Manual
de boas práticas. São Paulo: Atheneu, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. CFN.Conselho Federal de Nutricionistas- disponível em www.cfn.org.br
2. COURY, S. T. Nutrição Vital: Uma Abordagem Holística da Alimentação e
Saúde. Brasília: LGE Editora, 2004.
3. DUARTE, A.C. Semiologia Imunológica Nutricional. Ed. Axel Books . Rio de
Janeiro, 2006.
4. MARTINS, C; MOREIRA, SM; PIEROSAN, SR. Mecanismos de interações
fármaco-nutriente. In: Martins C, Moreira SM, Pierosan SR. Interações droganutriente, 2ª edição. Curitiba: Nutroclínica, 2003.
5. KLEPACZ,S.Equilíbrio hormonal e qualidade de vida – Estresse, bem-estar,
alimentação e envelhecimento saudável. 2008.
111
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
TERAPIA NUTRICIONAL EM PEDIATRIA
EMENTA: Estudo dos aspectos fisiopatológicos envolvidos na gênese das doenças
e sua correlação com o estado nutricional enfocando a terapia nutricional oral,
enteral e parenteral, terapia nutricional na prematuridade, nas diarréias, na sepse,
na síndrome do intestino curto, na SIDA, na IRC, nas hepatopatias crônicas, nas
neuropatias crônicas, na oncologia, no pré-e pós-operatório e nas cardiopatias
congênitas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. LOPEZ, F.A.; SIGULEM, D. M.; TADDEI J.A.A.C. Fundamentos da Terapia
Nutricional em Pediatria. 1ª Ed. São Paulo: Sarvier, 2002.
2. LOPEZ, F.A.; BRASIL, A.L.D. Nutrição e Dietética em Clínica Pediátrica. 1ª Ed.
São Paulo: Atheneu. 2003.
3. VITOLO, M.R. Nutrição da gestação à adolescência. Rio de Janeiro:
Reichmann & Affonso Editores, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. DUARTE.A.C.et Ed. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL: Aspectos Clínicos e
Laboratoriais. 1ª Ed. Manole, 2007
2. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Assistência pré-natal. Manual técnico. Brasília-DF.
Disponível em www.saude.gov.br.
3. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Vigilância Alimentar e Nutricional – SISVAN.
Orientações básicas para a coleta, o processamento, a análise de dados e a
informação
em
serviços
de
saúde.
Brasília-DF,
2004.
Disponível
em
www.saude.gov.br/nutricao.
4. NACIF.M.A.L.Avaliação antropométrica nos ciclos da vida: Uma visão
Prática, 2008
5. SHILS, M. E.; OLSON, J. A.; SHIKE, M; ROSS, A, C. Tratado de Nutrição
Moderna na Saúde e na Doença. 1a Ed. São Paulo: Manole, 2003.
112
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
TÓPICOS AVANÇADOS EM NUTRIÇÃO
EMENTA: Seminários baseados em leitura e análise de trabalhos científicos,
relacionados à área de nutrição. Revisão bibliográfica, técnicas de dinâmica de
grupos e projetos de pesquisa.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CUPPARI, L. Guia de nutrição: Nutrição Clínica no Adulto, São Paulo: Ed.
Manole, 2002.
2. Da SILVA S.M.C.; MURA J.D.P. Tratado de alimentação, Nutrição e
Dietoterapia. São Paulo,Roca. 1ª Ed. 2007.
3.DUARTE, A.C.; CASTELLANI, F.R. Semiologia Nutricional. Rio de Janeiro:Axcel,
2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MAHAN, L.K E ESCOTT-STUMP, S. Krause – Alimentos, nutrição e
dietoterapia. São Paulo,11ª ed. Editora Roca,2005.
2. VAZ, Célia Silvério .Alimentação de coletividade:uma abordagem
gerencial: manual prático do gestor de serviços de refeições coletivas /
2002 Alimentação de coletividade: uma abordagem gerencial : manual
prático do gestor de serviços de refeições coletivas. Brasília, DF, 2002.
3. VÍTOLO, M.R. Nutrição: da gestação à adolescência, Rio de Janeiro:
Reichamann & Affonso Editores, 2003.
4.KAC.G;SCHIERI,R;GIGANTE.P(org).Epidemiologia Nutricional.Rio de Janeiro,
Ed.Fiocruz,2007.
5. OLIVEIRA, Jair Tadeu G. Alimentação funcional prolongando a vida, com
saúde / 2006 - São Paulo, SP: Claridade, 2006.
TOXICOLOGIA DOS ALIMENTOS
EMENTA: Fundamentos de Toxicologia. Biotransformação e mecanismos de ação.
113
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
Introdução à Toxicologia de alimentos. Mutagênese e Teratogênese. Análises em
Toxicologia.Substâncias tóxicas em alimentos. Contaminantes intencionais e
acidentais. Componentes tóxicos naturais em alimentos. Componentes tóxicos
formados durante o processamento de alimentos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
3. LARINE, L. Toxicologia. Ed. Manole, 1997.
2. MIDIO, A. F. Toxicologia dos alimentos, Ed. Varela, 2000.
1. HOBBS, B. C.; GILBERT, R.J. Higiene y Toxicologia de los alimentos. Ed.
Acribia: Zaragoza,1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1.AZEVEDO, S.A.; CHASIN, A.A.M. Metais – Gerenciamento da Toxicidade. São
Paulo, 2003
2. OGA, S.; CAMARGO, M.A.; BATISTUZZO, J.A.O. Fundamentos de toxicologia.
3ª edição, São Paulo, 2008.
3. SHIBAMOTO. T.; BJELDANES, F. Introducción a la Toxicología de los
alimentos. Ed. Acribia: Zaragoza, 1993.
4. SIMÃO, A. M. Aditivos para alimentos sob aspecto toxicológico. Ed Nobel:
São Paulo, 1989.
5. VEGA, P.; FLORENTINO, B. L. Toxicologia de alimentos. Instituto Nacional de
Salud Publica, Centro Nacional de Salud Ambiental, México, 2000.
Ciclo de Estágios
Disciplinas
Créditos
Horas/aula
Semestre
Estágio Sup. Nutrição em
saúde coletiva
Estágio
de
Nutrição
Aplicada
à
Atividade
10
150
7º
10
150
7º
114
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
Física
Estágio em Unidades de
Alimentação e Nutrição
Estágio
de
Nutrição
Clínica
Estágio
de
Nutrição
Clínica Funcional
10
150
8º
10
150
8º
04
60
7º
Descrição das Disciplinas
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM NUTRIÇÃO E SAÚDE COLETIVA
EMENTA: Atendimento ambulatorial, Educação Nutricional, Implementação e
Implantação de Políticas Públicas em Nutrição, Acompanhamento de Populações,
Alimentação Escolar, Doenças Crônico-Degenerativas não transmissíveis e Análise
do Risco de Segurança Alimentar.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. Da SILVA S.M.C.; MURA J.D.P. Tratado de alimentação, Nutrição e
Dietoterapia. Roca. 1ª ed. 2007.
2.TIRAPEGUI.J.Nutrição: Fundamentos e aspectos atuais.2ªed.Ed Atheneu,2006.
3..KAC.G;SICHIERI,R;GIGANTE,D. Epidemiologia Nutricional,2007
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1.BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção básica. Departamento de
Atenção Básica. Coordenação Geral da Política de Alimentação e Nutrição. Guia
Alimentar para a população Brasileira – promovendo a alimentação saudável.
Ed. Ministério da Saúde: Brasília, 2006.
2. CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS. Lei 8234/91; Resoluções área de
atuação. Disponível em www.cfn.org.br
3.DUTRA DE OLIVEIRA, J.E. e MARCHINI, J.S. Ciências nutricionais. São Paulo:
Sarvier, 1998.
4. GOUVEIA, E.l.C. Nutrição, Saúde e Comunidade. ed. Rio de Janeiro: Revinter,
1999.
5. MALUF,R.S.Segurança Alimentar e Nutricional.ed.Vozes,2007 .
115
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE NUTRIÇÃO APLICADA A ATIVIDADE FÍSICA
EMENTA: Atuação ambulatorial em prática esportiva e dieta para grupos especiais.
Metabolismo energético. Integração metabólica entre os principais tecidos corporais.
Adaptações fisiológicas durante o exercício físico. Métodos para determinação do
gasto energético. Medidas antropométricas, avaliação da composição corporal e
exercício físico. Prescrição nutricional ás diferentes modalidades esportivas.
Suplementação nutricional - alimentos com finalidade esportiva, cosmética e
nutracêutica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1.DELAVIER, F. & GUNDILL, M. Guia de Suplementos Alimentares para Atletas.
São Paulo: Manole, 2009.
2.TIRAPEGUI, J. Nutrição, Metabolismo e Suplementação na Atividade Física.
São Paulo: Atheneu, 2009.
3.KLEINER, S. M & GREENWOOD-ROBINSON, M. Nutrição para o Treinamento
de Força. 3. Ed. São Paulo: Manole, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1.BACURAU, R. F. Nutrição e Suplementação Esportiva. 5. Ed. São Paulo:
Phorte, 2007.
2.FONTOURA, S. A.; FORMETIN, C. M. & ABECH, E. A. Guia Prático de
Avaliação Física: Uma Abordagem Didática, Abrangente e Atualizada. São Paulo:
Phorte, 2008.
1.MELLION, B. M.; PUTUKIAN, M. & MADDEN, C. C. Segredos em Medicina
Desportiva. 3. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2003.
3.SANTOS, A. M. O Mundo Anabólico: Análise do Uso de Esteróides Anabólicos
no Esporte. 2. Ed. São Paulo: Manole, 2007.
4.SANDOVAL, A. E. P. Medicina do Esporte – Princípios e Práticas. Porto Alegre:
Artmed, 2005.
116
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
ESTÁGIO EM UNIDADES DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO
EMENTA: Análise de Perigos em Pontos Críticos de Controle, RDC 216/04 ANVISA,
Campanha de Educação Nutricional, Acompanhamento do Processo de Compras,
Adequação de Estrutura, Manual de Boas Práticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1.FIGUEIREDO,
M.,
Roberto.
SSOP:
Manual
de
Procedimentos
e
Desenvolvimento. São Paulo: Núcleo, 1999.
2. SILVA JÚNIOR, A., Enio. Manual de Controle Higiênico-Sanitário dos
Alimentos. São Paulo: Livraria Varela, 1995.
3. TEIXEIRA, M.F.G., Suzana. Administração Aplicada às Unidades de
Alimentação e Nutrição. Rio de Janeiro – São Paulo: Atheneu, 1990.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ABERC – Associação brasileira das Empresas de Refeições Coletivas - ¨Manual
de Práticas De Elaboração e Serviço de Refeições para Coletividade, São Paulo,
7ª Ed. , 2001.
2. ARRUDA, G.A., Manual de Boas Práticas, Vol. 1. Hotéis e Restaurantes. São
Paulo: Editora Ponto Crítico, 1996.
3. CHIAVANETTO, Idalberto. Administração de Empresas: Uma Abordagem
Contigencial. 3ª ed. São Paulo: Makron Book, 1994.
4.MOREIRA, M. Medidas Caseiras no Preparo de Alimentos. 1ª ed. Goiânia: AB,
1995.
5.SILVA FILHO, R.R., Romão.
Manual Básico para Planejamento e Projeto
Restaurantes e Cozinhas Industriais. São Paulo: Editora Varela, 1996.
ESTÁGIO SUPERVISONADO EM NUTRIÇÃO CLÍNICA
EMENTA:
Acompanhamento
Hospitalar
individualizado,
Avaliação
Global,
Elaboração de dietas, Atendimento Ambulatorial, Acompanhamento da elaboração
117
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
de dietas, Aceitação e Adaptação do paciente a Dieta e orientações Nutricionais
para Enfermidades.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1.Da SILVA, S. M. C.; MURA, J. D. P. Tratado de Alimentação, Nutrição e
Dietoterapia. Roca. 1ª Edição, 2007.
2. SHILS, M. E.; OLSON, J. A.; ROSS, A. C. Tratado de Nutrição Moderna na
Saúde e na Doença. 9ª ed (tradução). São Paulo: Manole, 2003. v.1,2.
3. WAITZBERG, D. L. Nutrição Oral, Enteral e Parenteral na Prática Clínica. 3ª
ed. São Paulo: Atheneu, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1.CARDOSO, S. P.; Martins, C. Interação Droga Nutriente. Nutroclínica, 2002.
2.CUPPARI, L. Guia de Nutrição: Nutrição Clínica no Adulto. 2ª ed. Editora
Manole, 2005
3.DUARTE.A.C.et
al.
AVALIAÇÃO
NUTRICIONAL:
Aspectos
Clínicos
e
Laboratoriais. 1ª ed. Manole,2007
4. LOPEZ, F. A.; SIGULEM, D. M.; TADDEI, J. A. A. C. Fundamentos da Terapia
Nutricional em Pediatria. Sarvier, 2002.
5. MAHAN, L. K.; Escott-Stump, S. Krause: Alimentos, Nutrição e Dietoterapia.
10ª ed. São Paulo: ROCA, 2001.
ESTÁGIO SUPERVISONADO EM NUTRIÇÃO CLÍNICA FUNCIONAL
EMENTA: Desenvolvimento em atividades práticas sob supervisão em Nutrição para
coletividades, aplicação do conhecimento teórico da nutrição clinica funcional,
fitoterapia aplicada à nutrição
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
COZZOLINO, S.M.F. Biodisponibilidade de nutrientes. 2ª Edição. Editora Manole:
São Paulo, 2006.
118
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
PASCHOAL, V.; NAVES, A.; FONSECA, A.B.B.L. Nutrição Clínica Funcional, dos
Princípios à Prática Clínica. 1ª Edição. VP: São Paulo, 2007.
SILVA, S.M.C.S.; MURA, J.D.P. Tratado de Alimentação, Nutrição e Dietoterapia.
Editora Roca: São Paulo, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BLAND, J. S.; BENUN, S. H. Genetic Nutritioneering. Illinois: Keats Publishing,
1999.
BAKER, S.M. Detoxification and Healing: The Key to Optimal Health. New
Canaan: Keats Publishing, 1997.
WILLIAMS, Roger John. Biochemical Individuality: The
Genetotrophic Concept. New Canaan: Keats Publishing, 1998.
Basis
for
the
Ciclo da Produção Científica
Disciplinas
Créditos
Carga horária
Semestre
TCC
2
30
8º
Introdução à Educação
8
120
1º
Superior
Descrição das Disciplinas
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
EMENTA: Amostragem, observação, elaboração, análise e interpretação de dados,
trabalhos e publicações científicas, referências bibliográficas e normas da ABNT e
da UCB. Orientações para a elaboração do TCC. Elaboração do projeto de TCC.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
119
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
1.ALVARENGA, Maria Amália de Figueiredo Pereira; COUTO ROSA, Maria Virgínia
de Figueiredo Pereira do.
Apontamentos de metodologia para a ciência e
técnicas de redação científica. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris Editor.
2.GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4 ed. São Paulo:
Atlas, 2002.
3.Manual para apresentação de trabalhos acadêmicos da Universidade Católica de
Brasília: Coordenação Maria Carmem Romcy de Carvalho, Universidade Católica de
Brasília, Sistema de Bibliotecas, Brasília, 2008.
3.GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4 ed. São Paulo:
Atlas, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1.ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e
documentação: citações em documentos: apresentação. Rio de Janeiro, 2002.
2.ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: informação e
documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2002.
3. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e
documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002.
4.SPECTOR, N. Manual para a redação de teses, dissertações e projetos de
pesquisa. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997.
5. GIL A. C. . Como elaborar projetos de pesquisa. 3. ed. São Paulo, SP: Atlas,
1996
7.3 ESTRUTURAÇÃO DAS PRÁTICAS
A fim de ampliar os conhecimentos adquiridos em sala de aula e colocá-los o
mais breve porssível em contato com algumas áreas de atuação do nutrcionista, são
oferecidas atividades práticas, inseridas nos componentes curriculares da área de
nutrição clínica e saúde coletiva.
O Hospital da Universidade Católica de Brasília- HUCB, é um campo de
viabilização de aulas práticas dos componentes curriculares :Clínica –Escola
120
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
As aulas práticas têm como objetivo qualificar o estudante, sob orientação
docente a atuar como nutricionista, desenvolvendo competências e habilidades nas
diversas áreas de atuação, amparado nos modernos conceitos administrativos, éticos e
legais que regem a profissão, atendendo às expectativas do mercado de trabalho. Além
disso, tem o objetivo de proporcionar ao estudante o contato com a área clínica
conduzindo a aplicação prática dos conhecimentos teóricos adquiridos durante o curso.
As atividades têm como objetivos: Realizar atendimento nutricional da
comunidade externa ao Campus e promover atividades de educação nutricional
propiciando um ambiente saudável, a melhoria da qualidade de vida e a prevenção de
doenças associadas à alimentação.Oferecer prescrições dietéticas e orientações
alimentares e nutricionais, individuais e coletivas, que favoreçam a promoção da saúde,
tratamento e/ou cura de doenças, promovendo assim, a melhoria da qualidade de vida;
Formar multiplicadores sobre ‘Alimentação Saudável’; Integrar estudantes e professores
dos cursos em atividades de promoção da saúde e áreas afins.
As
atividades
realizadas deverão identificar padrões de desempenho que atendam tanto aos critérios
assistenciais e operacionais quanto aos critérios referentes ao ensino e à pesquisa.
No HUCB, as aulas práticas são executadas em parceria com os Cursos de
Medicina, Fisioterapia, Psicologia e Odontologia.
Permiti-se ainda, o desenvolvimento de estágios curriculares, sob supervisão
docente, com carga horária compatível com o Parecer/Resolução específico da Câmara
de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação e que assegura a prática de
intervenções preventiva e curativa nos diferentes níveis de atuação: ambulatorial,
hospitalar, comunitário/unidades básicas de saúde etc.
As práticas de Estágio Supervisionado em área hospitalar são oferecidas no
Hospital do Coração, Hospital de Base de Brasília e as Práticas comunitárias no Centro
de Saúde de Santa Maria, no Laboratório de Avaliação Nutricional e no Centro de
Saúde de Taguatinga.
Conforme o parágrafo único do Artigo 1º da Resolução CNE/CES 4, de 06 de
abril 2009.
“Os estágios e as atividades complementares dos
cursos de graduação referidos no caput não deverão exceder
121
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
a 20% (vinte por cento) da carga horária total do curso, salvo
nos casos de determinações específicas contidas nas
respectivas Diretrizes Curriculares”.
Além do que a formação do Nutricionista deve garantir o desenvolvimento de
atividades de práticas de laboratórios e estágios curriculares, sob supervisão docente.
7.4 ATIVIDADES COMPLEMENTARES
As atividades complementares, ou atividades acadêmico-científico-culturais,
têm como objetivo enriquecer o processo formativo do estudante, por meio da
diversificação de experiências, dentro e fora do ambiente universitário.
As Atividades Complementares visam enriquecer o processo de formação do
graduando em Nutrição, por meio da diversificação das suas experiências, dentro e fora
do meio universitário. Todo discente do Curso de Nutrição deve cumprir 65 (sessenta e
cinco) horas, no mínimo, de atividades complementares, ao longo de sua formação e
essas por sua vez devem ser distribuídas em categorias, sendo a carga horária de cada
atividade pré-determinada e limitada, visando maior diversificação das experiências.
Constituem categorias de Atividades Complementares:
I - Atividades de apoio ao ensino:
a) Exercício de Monitoria
b) Projetos Especiais
II - Atividades de pesquisa:
a) Participação em Projeto de Iniciação Científica
b) Participação em Grupo de Estudo Orientado
III - Atividades de extensão:
a) Participação em Atividades, Cursos ou Projetos de Extensão
b) Realização de Estágio Não Obrigatório
IV - Eventos e cursos:
a) Participação em Eventos e Cursos
b) Aprovação em Disciplinas Eletivas
V - Publicações e apresentações de trabalhos:
122
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
a) Apresentação Oral de Trabalhos, Exposição de Mostras e Condução
de Oficinas
b) Publicações Impressas e Virtuais
A Direção do Curso é responsável por avaliar e decidir quanto à pertinência
ou não da atividade, bem como por proceder aos registros das horas correspondentes,
que será feita por via eletrônica, ao longo dos semestres letivos, e o total de horas das
atividades registradas será lançado no Histórico Escolar do discente, em espaço próprio.
Para efeitos de registro, deve ser apresentado certificado de participação,
declaração ou documento correlato, que identifique o nome do discente, a natureza ou
descrição da atividade, bem como o número de horas, o local e o período referentes à
atividade. Os documentos comprobatórios deverão ser entregues pelos discentes, na
Direção do Curso, ocasião em que deverão ser carimbados, rubricados e datados.
A regulamentação para a validação das horas de atividades complementares
nos cursos segue as orientações e definições do documento de Normas e
Procedimentos Acadêmicos para os cursos de Graduação, da Universidade Católica de
Brasília, aprovado por seu Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE.
7.5 DINÂMICA DO TCC E/ OU ESTÁGIO
O Trabalho de Conclusão de Curso é um componente curricular que faz parte
dos requisitos mínimos para obter o grau de Bacharel no Curso de Graduação em
Nutrição e que tem para sua organização, um Professor Coordenador, além dos
Orientadores.
Quanto ao processo de orientação do TCC, após matrícula na disciplina, o (a)
estudante deverá solicitar orientação de um professor (a) orientador (a), vinculado à sua
linha de pesquisa. No 8º semestre do curso de graduação, por ocasião da disciplina
TCC, deverá contar semanalmente com orientação individual. E contará com o apoio de
uma iniciativa da Pró-reitoria de Pós Graduação e Pesquisa, na qual os coordenadores
de projetos de pesquisa se comprometem com a orientação de TCC de estudantes da
Graduação, como parte de sua integração com a Graduação.
Esta atividade do TCC envolve três etapas: formulação do projeto; execução na
forma de investigação e apresentação formal dos resultados dentro do rigor científico
com aprovação por banca examinadora.
123
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
O detalhamento das normas de elaboração do TCC foi realizado com base na
NBR 6022: Informação e Documentação: artigo em publicação periódica científica
impressa - Apresentação, da ABNT, com algumas adaptações para atender à
elaboração de um artigo científico como trabalho de conclusão de curso e não para a
sua submissão a uma revista científica. Em caso de o estudante concluinte encaminhar
o artigo para publicação, o mesmo deverá ser apresentado, conforme as normas do
periódico para o qual deseja submeter.
O artigo deverá ser estruturado com elementos pré-textuais (título, autoria,
resumos, palavras-chave e identificação do nome do curso/programa, em nota de
rodapé); elementos textuais (conteúdos do artigo propriamente dito) e elementos póstextuais (agradecimentos e referências bibliográficas).
O conteúdo do trabalho deve demonstrar uma boa familiaridade do estudante
sobre algum tema relacionado à área de Nutrição, como a sua capacidade de análise e
expressão na forma escrita, empregando os conhecimentos teóricos e metodológicos
obtidos ao longo do Curso de Graduação em Nutrição.
Estágio é ato educativo supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho e
que visa ao aprendizado de competências próprias da atividade profissional. Neste
sentido, as atividades a serem desenvolvidas no estágio (descritas no Plano de Estágio)
devem estar de acordo com o Projeto Pedagógico do Curso e com sua proposta
formativa.
O estágio pode ser obrigatório – quando se caracteriza como componente
curricular, sendo sua carga horária requisito para integralização do currículo e obtenção
do diploma – ou não obrigatório – quando desenvolvido como atividade opcional.
O Estágio Obrigatório constitui parte essencial deste currículo. Ele é elo de
aprendizagem teórico/prática com uma atuação assistida no exercício da profissão.
Sendo de grande relevância para a formação do Nutricionista, o Estágio Obrigatório se
encontra estruturado nos dois últimos semestres. As atividades desenvolvidas nas
áreas de estágio recebem sua fundamentação teórica de forma sistematizada, em
atividades teórico-práticas que integram ensino – pesquisa e extensão.
Um dos desafios que a UCB se propõe, por meio da concretização do seu
Projeto Pedagógico Institucional, é transpor a centralidade da sala de aula para outras
124
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
formas de atuação pedagógica. Nesse sentido, a implantação dos Estágios , tal qual
delineado nesse Projeto Pedagógico, corresponde a um alinhamento com a proposta
da instituição e aos documentos nacionais para a educação.
Os Estágios Obrigatórios organizam-se em dois (2) semestres, com um total de
40 créditos respeitando as Diretrizes Curriculares do Curso de Graduação em Nutrição.
São formados por quatro ciclos denominados: Estágio Supervisionado em
Nutrição Clínica, em Saúde Coletiva, em AUAN ( refere-se às Unidades de Alimentação
e Nutrição ) e em Nutrição aplicada à Atividade Física.
Instituiu-se a Coordenação de Estágio composta por um Professor Coordenador
para cada área de atuação, cabendo ao mesmo primar pela consecução e otimização
do processo ensino/aprendizagem, cujas atribuições dos docentes e discentes estão
estabelecidas no Manual do Estagiário do Curso de Nutrição. Para cada área de
estágio há Professores Supervisores, cujo número depende do número de turmas
formadas. Para melhor desempenho do estagiário, o curso de nutrição conta com a
presença “in loco” de Nutricionistas monitoras nas áreas de Estágios, principalmente
quando há um número maior de estudantes (acima de 15) concentrados nas unidades
de estágios conveniadas.
Mecanismos de acompanhamento: Documentação Pessoal e Termo de
Compromisso da Instituição Conveniada assinado pelo estudante e Direção do Curso;
Folha de Freqüência dos estagiários, Folha de Ponto dos Professores Supervisores,
Visitas dos Professores Supervisores aos locais de Estágio, Reunião dos Professores e
Preceptores no início e final do Estágio, Ficha de Avaliação do Preceptor, Reunião Final
de Apresentação do Relatório Final de cada Área de Estágio com estagiários,
Preceptores e Professores Supervisores.
Relação estagiário/professor na orientação do Estágio:
Nutrição Clínica: Professores supervisores com 08 horas semanais e mais dois
monitores Nutricionistas com 8 horas semanais de acompanhamento por turma. Cada
turma comporta até 15 estagiários.
Nutrição em Saúde Coletiva:Professores Supervisores, com 8 horas semanais por
turma, sendo 01 para cada região de estágio e 02 monitores Nutricionistas. Cada turma
comporta 15 estagiários.
125
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
Administração em Unidades de Alimentação e Nutrição: Professores Supervisores
com 8 horas semanais para cada 15 estudantes que estão distribuídos nos diferentes
locais.
Nutrição aplicada à Atividade Física: Um professor com 06 horas semanais para
cada 45 estagiários. As atividades são realizadas sob supervisão docente, em parcerias
com profissionais e/ou instituições da área esportiva.
Carga Horária
Cada área de estágio dos eixos profissionalizantes (Clínica, Alimentação Coletiva
e Saúde Coletiva) tem 330 horas. Os horários de Estágio são: 7 às 13 horas no período
matutino e das 13 às 19 horas no vespertino.
O estágio em Nutrição aplicada à Atividade Física, tem 120 horas e funciona das
8:00 às 11:15 horas com presença docente e 30 horas de atividades complementares
do estágio (elaboração de dietas, palestras, estudos de caso, entre outros).
Na época dos estágios supervisionados, os estudantes que cursam no período
noturno, deverão desenvolver as atividades de estágio em sua totalidade no período
diurno.
O Curso de Nutrição tem como prerrogativa para o cumprimento do seu Projeto
Pedagógico uma formação de qualidade, onde o estudante desde o primeiro semestre
se insere em atividades práticas curriculares e complementares, devendo iniciar os
Estágios Obrigatórios pela área de Nutrição em Saúde Coletiva, já no 7o semestre, bem
como, do estágio supervisionado em Nutrição Aplicada à Atividade Física.
•
Somente será permitida a matrícula do estudante nos Estágios em Nutrição Clinica e
Administração de Unidades de Alimentação e Nutrição se o estudante tiver cursado
todos os componentes curriculares precedentes consideradas como pré-requisitos
do Curso de Nutrição, exceto: TCC e a componente curricular optativa escolhida,
consideradas co-requisitos.
•
Os Estágios em Nutrição Clinica e Administração de Unidades de Alimentação e
Nutrição são cursados em um único semestre em sistema de bloco com rodízio
entre as duas áreas
126
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
Locais de Práticas
Na área esportiva, os estagiários realizam suas atividades dentro do próprio
Campus da UCB, atendendo atletas da Universidade, bem como praticantes de
atividade física que procuram o ambulatório de nutrição em atividade física. Podendo
também, realizar as atividades práticas em academias esportivas, desde que
conveniadas com o curso/UCB.
No Estágio Supervisionado de Nutrição em Saúde Coletiva, os estudantes
participam de atividades integradas com a Pró-Reitoria de Extensão, nas Comunidades
atendidas por Programas Comunitários, bem como em Unidades Básicas de saúde da
Secretaria de Saúde do DF, atuam também em escolas e creches Filantrópicas,
governamentais, entre outros locais de interesse da atuação do nutricionista na área de
saúde coletiva.
Para o desenvolvimento das atividades práticas no Estágio Supervisionado em
Nutrição Clínica, o Curso de Nutrição conta com Hospital da Universidade Católica de
Brasília e de parcerias externas , instituições públicas e/ou privadas conveniadas com a
UCB.
Na área de Alimentação Coletiva, os estagiários realizam suas atividades nas
instituições conveniadas com a UCB em cozinhas industriais (Hotéis, empresas
alimentícias restaurantes, supermercados), entre outros.
Deste modo, pretende-se formar profissionais que não apenas reproduzem
saberes, mas aptos também a construir e validar o conhecimento científico a partir de
referenciais
teórico-práticos
estabelecidos
e
da
própria
atuação
profissional
considerando as demandas e necessidades prevalentes e prioritárias da população
conforme o quadro epidemiológico do país/região.
Os estágios não obrigatórios podem agregar carga horária ao currículo, sendo
aproveitado como Atividade Complementar ou Atividade Acadêmico-Científico-Cultural,
de acordo com o Projeto Pedagógico do Curso.
Estágio Não Obrigatório
O estudante do curso de Nutrição poderá iniciar atividades de estágio a partir do
quinto semestre. As atividades previstas para o estágio e descritas no Manual de
127
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
Estágio do estudante devem estar diretamente relacionadas à proposta formativa do
curso.
Descrição das atividades compatíveis à realização do Estágio Supervisionado
não obrigatório no curso de Nutrição da Universidade Católica de Brasília-UCB:
Semestre
Atividades
5º e 6º semestres
Promover educação Nutricional
(sob supervisão)
Executar avaliação antropométrica
Treinamento de manipuladores de alimentos e/ou outros
tipos de capacitação na área de alimentação e nutrição.
Atuação em Programas de Alimentação e Nutrição
7º e 8º semestres
Acompanhamento
e
execução
sob
supervisão
do
Nutricionista, de todas as atividades inerentes áreas de
Nutrição Coletiva, Clínica, Alimentação Coletiva, entre
outras.
7.6. ATIVIDADES DE EXTENSÃO
A Universidade Católica de Brasília, tem como perfil a comunidade acadêmica
de ensino, pesquisa e extensão, cujos objetivos, deverão estar articulados a fim de
cumprir seu papel de universidade, contribuindo para melhoria do desenvolvimento
como ser humano.
O curso de nutrição, participa de atividades extensionistas, desde 1999.
São desenvolvidos os seguintes projetos institucionalizados, coordenados pelo
curso de nutrição:
Projeto Alimentação Saudável: Tem como objetivos, fornecer educação
nutricional à comunidade interna e externa ao Campus , com participação de
estudantes voluntários. Este projeto atende professores e funcionários da UCB, escolas
públicas e/ou privadas,empresas alimentícias, cursos da área de saúde da UCB entre
outros. É coordenado por um docente Nutricionista e conta com um estagiário
estudante de nutrição.
128
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
Projeto Pró-Gestante : atendimento nutricional de gestantes da comunidade
externa e interna da UCB, oferecendo atendimento e acompanhamento nutricional até o
final da gestação. Trata-se de uma parceria entre o Projeto Alimentação Saudável e a
Graduação que visa essencialmente viabilizar as aulas práticas do componente
curricular de Nutrição Materno Infantil.
Projeto Pró-Idoso : oferece atendimento aos idosos em parceria com o
Projeto UNATI e visa essencialmente viabilizar as aulas práticas do componente
curricular Nutrição na 3° Idade. Trata-se de uma parceria entre o Projeto UNATI, Projeto
Alimentação Saudável e o Curso de Nutrição.
Projeto Pró-Criança : oferece atendimento para crianças da comunidade
interna e externa em parceria da Graduação com a Extensão para viabilização das
aulas práticas do componente curricular de Seminários Avançados.
Ambulatórios: de Transtornos Alimentares (bulimia e anorexia e obesidade) e
nutrição para praticantes de atividade física. A fim de atender a comunidade realizando
orientação alimentar e nutricional para grupos específicos, em parceria com os cursos
de Psicologia, Medicina e Educação Física . Tendo seu início em Março de 2008.
7.7. JORNADAS E CICLO DE PALESTRAS CIENTÍFICAS
A fim de ampliar os conhecimentos científicos de docentes e estudante, o
curso oferece Ciclos de Palestras e Jornadas científicas semestralmente, abordando
diferentes temas de interesse, com efetiva participação docentes palestrantes e/ou
convidados externos. Geralmente os eventos são realizados em parceria: CANUTDireção do Curso, havendo total apoio para as iniciativas de organização de Palestras,
Ciclos Científicos, Debates, Eventos Culturais entre outros.
7.8. PROJETOS DE PESQUISA
O NUPEN (Núcleo de Estudos em Nutrição),vincula-se à direção do Curso de
Nutrição.
São Objetivos do NUPEN :
a) Identificar e divulgar as atividades de capacitação científica aos docentes do
curso de nutrição; estimular e apoiar o corpo docente
na publicação e
divulgação de suas produções científicas;
129
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
b) assessorar na elaboração de projetos e programas de pesquisa, estimulando e
dando apoio às suas realizações;
c) opinar em processos sempre quando solicitados, que envolvam pesquisa nas
áreas afins da nutrição
d) fornecer orientações técnico-científicas de elaboração e publicação de trabalhos
científicos a docentes.
Da Coordenação
O Coordenador do NUPEN deverá ser um docente efetivo do Curso de
Nutrição da UCB, com pós-graduação “ stricto sensu ”.
Compete ao Coordenador do NUPEN:
a) coordenar as atividade desenvolvidas pelo Núcleo em consonância com a
direção do curso de nutrição
b) elaborar e manter atualizadas as normas de elaboração de trabalhos
científicos;
c) Monitorar e estimular a publicação científica anual de doutores e participações
em congressos com apresentação oral ou poster por mestres/ou doutores
lotados no curso de nutrição;
d) emitir pareceres em atividades de pesquisa do Curso de Nutrição;
e) representar o NUPEN perante autoridades e órgãos de desenvovimento
científico
f) buscar junto a UCB e outros externos, recursos que permitam a execução da
atividades do núcleo;
g) elaborar
cronograma
mensal
e
relatório
semestral
das
atividades
desenvolvidas e encaminhar à Coordenação do Curso de Nutrição,
principalmente no que se refere à produção científica dos docentes.
A pesquisa científica permeia todas as atividades do curso de Nutrição
sendo estimulada, enfatizada pelos docentes. São desenvolvidas pesquisas de
interesse da sociedade, temas atuais, relacionados à àrea de Alimentação e Nutrição,
com a participação de estudantes inseridos no Programa de Iniciação Científica,
instituído pela Portaria nº 128/99 da UCB, ou por estudantes voluntários e/ou
estudantes elaborando seus Trabalhos de Conclusão de Curso – TCC.
130
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS
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1996.
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Vozes, 1999.
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dá
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providências.
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______. Educação Superior no século XXI: direito de aprender. Brasília: UnB, 2005.
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FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978.
131
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
______. Pedagogia da autonomia. Saberes necessários à prática educativa. São Paulo:
Paz e Terra, 1997.
FREIRE, Madalena (Org.). Rotina: construção do tempo na relação pedagógica. São
Paulo: Espaço Pedagógico, 1998.
FÓRUM
DE
PRÓ-REITORES
DE
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DAS
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PALLOF, Rena M. e PRATT, Keith. Construindo Comunidades de Aprendizagem no
Ciberespaço: estratégias eficientes para a sala de aula on-line. Porto Alegre: Artmed,
2002
POZO, J. I. Aquisição do Conhecimento. Porto Alegre: Artmed, 2005.
132
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
RANCIÈRE, Jacques. O mestre ignorante – cinco lições sobre a emancipação
intelectual. Belo Horizonte: Autêntica, 2002.
ROEGIERS, Xavier & DE KETELE, Jean-Marie. Uma Pedagogia da Integração:
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SILVA, Marco. Sala de Aula Interativa. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Quarter, 2003
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VÁZQUEZ, Adolfo Sánchez. Filosofia da práxis. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
1977
133
MATRIZ CURRICULAR DO CURSO
DE NUTRIÇÃO
Grau: 3
Curso:
Carga Horária Total:
Carga Horária Disc. Obrig.
Carga Horária Optativa:
3300
3060
60
Carga Horária Extra-Curricular
Atividades Complementares:
Nº Semestre Mínimo:
Qtde Créditos Total:
Qtde Créditos Disc. Obrig:
Qtde Créditos Optativos:
Currículo:
208
204
4
Qtde Créditos Extra-Curriculares:
180
12
Data Início:
_____/______/_______
_____/______/_______
Data término:
Nº Semestre Máximo:
Graduação:
Habilitação:
Aprovação:
Turnos disponíveis:
Sem
Matutino
Seq
Vespertino
Noturno
1
G00203
1
2
G00016
1
3
G00201
1
4
G00202
1
5
G19001
1
6
G00213
2
7
G19005
2
8
G00215
2
9
G00207
2
10
G00206
2
11
G00204
2
12
G19008
2
13
G00002
2
14
G19006
15
Local: Campus I
Cód
1
3
Integral
G19002
Nome Disciplina
Pré-Req
Nutrição Básica
Crd
Horas
Prát
Sem
Teo
Lab
4
30
30
8
120
4
30
30
4
45
15
2
15
15
4
45
15
60
26
285
75
30
390
02-04-05
2
15
15
02-06
2
30
Citologia e Histologia
Introdução a Educação Superior
Anatomia
Bioquímica
Fundamentos da Nutrição
Saúde e Sociedade
Nutrição e Metabolismo
Saúde no Ciclos da vida
Genética
Fisiologia
Embriologia
Educação Nutricional
Antropologia da Religião
Fundamentos da Ciência dos Alimentos
Min.C
Total
60
120
60
60
30
30
30
01-02-04
4
60
01-02-03-04
4
45
02-03
2
30
30
05
4
60
60
4
60
4
45
15
60
26
345
45
390
4
45
02-05
07
60
15
60
60
15
60
Lim
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
3
16
3
17
3
18
3
19
3
20
3
21
4
22
4
23
4
24
4
25
4
26
4
27
4
28
5
29
5
30
5
31
5
32
5
33
5
34
6
35
6
36
6
37
6
38
6
39
6
40
6
41
6
42
7
43
7
44
7
45
G-19036
G00214
G00211
G00210
G00208
G00209
Gastronomia
Vigilância em Saúde
Patologia
Parasitologia
Imunologia
Microbiologia
G19007
G00205
G19009
G19010
G19003
G19021
G00003
Técnica Dietética I
Farmacologia
Nutrição Humana
Avaliação Nutricional
Microbiologia e Higiene dos Alimentos
Tecnologia dos Alimentos
Ética
G19012
G19017
G19014
G19015
G19013
G19022
Nutrição Materno Infantil e do Adolescente
Nutrição na Terceira Idade
Técnica Dietética II
Fisiopatologia e Dietoterapia I
Nutrição em Saúde Coletiva
Nutrição Clinica Funcional
G19023
G19019
G19020
G00216
Nutrição aplicada à atividade física
Fisiopatologia e Dietoterapia II
Gestão em Unidades de Alimentação e Nutrição
Planejamento e Gestão em Saúde
Nutrição e Estética
Ética e Legislação Profissional
Fitoterapia e Nutrição
Planejamento de Cardápio
G00008
G19018
G19016
G19026
Estágio Sup. Nutrição em Saúde Coletiva
G19025
Estágio de Nutrição Aplicada à Atividade Física
Estágio em Nutrição Clinica Funcional
Empreendedorismo e Consultoria em Nutrição
G00403
05-14
08
10
01-04
04-09
01-09
5
04/jul
15
15
21
21
24-25
24-25
22
24-25-28
24-25-28
24-25
24-25
32
31
17
34
23-34
31
35-36-37-38-39-4041-42
35-36-37-38-39-4041-42
34-39-41
37
2
4
4
4
4
4
45
30
30
45
45
30
30
30
15
15
26
240
120
4
4
2
4
4
4
4
30
45
15
25
45
45
45
30
15
26
250
95
4
4
4
6
4
4
25
45
30
60
45
30
26
235
4
6
4
4
2
2
2
2
30
60
45
45
30
30
15
15
26
270
15
15
30
30
60
60
60
60
60
390
15
15
60
60
30
60
60
60
60
45
390
35
15
30
15
30
60
60
60
90
60
60
30
125
390
15
15
30
15
15
15
15
60
90
60
60
30
30
30
30
105
390
10
150
150
10
4
2
150
60
150
60
30
15
35
15
30
30
135
Projeto Pedagógico Curso de Nutrição
26
8
47
8
48
8
49
8
50
G19027
G19028
G19029
Estágio em Unidades de Alimentação e Nutrição
Estágio de Nutrição Clínica
Optativa
TCC
43-44
43-44
43-44
10
10
4
2
26
TOTAL
30
0
150
150
150
150
60
60
60
60
360
380 1025
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Disciplinas Optativas do Currículo
Tópicos Avançados em Nutrição
Nutrição Experimental
Toxicologia dos Alimentos
Análise Sensorial dos Alimentos
Gestão em Programas de Alimentação e Nutrição
Inglês Experimental (curso de origem: Letras)
Terapia Nutricional em Pediatria
Libras
390
60
208 1715
G19030
G19031
G19034
G19033
G19032
G00011
G19035
G00304
360
420
3120
180
3300
05-15
4
60
07
4
15
60
30
4
60
30
4
30
35
4
60
60
0
4
60
60
31-34
4
60
60
4
60
60
45
60
60
30
136
60
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do arquivo - Universidade Católica de Brasília