PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE NUTRIÇÃO ÁREA DE CIÊNCIAS DA VIDA SETEMBRO 2010 1 Reitor Professor MSc. Padre José Romualdo Degasperi Pró-Reitor de Graduação Professor MSc. Ricardo Spindola Pró-Reitor de Pós-Graduação e Pesquisa Professora MSc. Adelaide dos Santos Figueiredo Pró-Reitor de Extensão Professor Dr. Luiz Síveres 2 Diretor Professor Esp. Marcus Vinicius Vasconcelos Cerqueira Apoio à Gestão Professora MSc. Danielle Luz Gonçalves Assessoria Pedagógica Leila Ferreira da Silva 3 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO 1. HISTÓRICO 01 1.1 INSTITUCIONAL 01 1.2 CURSO 07 1.3 PROJEÇÃO DA MISSÃO NA ÁREA E NO CURSO 09 1.3.1. PROJEÇÃO DA MISSÃO NA ÁREA DE CIÊNCIAS DA VIDA 09 1.3.2. PROJEÇÃO DA MISSÃO NO CURSO DE GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO 10 2. PROGRAMA DE MELHORIA DA EDUCAÇÃO BÁSICA 11 3. CONTEXTUALIZAÇÃO 16 3.1 CENÁRIO PROFISSIONAL 17 3.2 MERCADO DE TRABALHO E PERFIL PROFISSIOGRÁFICO 22 3.3. DIFERENCIAIS DO CURSO DE NUTRIÇÃO DA UCB 24 3.4 FORMAS DE ACESSO 26 4. ORIENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM 27 4.1 CONCEPÇÃO DE APRENDIZAGEM 27 4.2 PRINCIPIOS DA ÁREA DE NUTRIÇÃO 29 4.3 INDISSOCIALIBILIDADE ENTRE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO 30 4.4 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM 30 4.5 PAPEL DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA 32 5. ATORES E FUNÇÕES 34 5.1 CORPO DISCENTE (ENTRADA, FORMAÇÃO E SAÍDA) 34 5.2 CORPO DOCENTE E FORMAÇÃO CONTINUADA 37 5.3 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE E COLEGIADOS 38 5.4 PERFIL TÉCNICO ADMINISTRATIVO E FORMAÇÃO CONTINUADA 40 5.5 PERFIL E CAPACITAÇÃO DOS GESTORES 40 5.6 PROCESSO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 42 6. R ECURSOS 44 6.1 INSTITUCIONAIS 44 6.2 ESPECIFICOS 50 7. MATRIZ CURRICULAR 53 4 7.1 FLUXO DAS DISCIPLINAS E ESTRUTURA DA MATRIZ 53 7.2 EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS 59 7.3 ESTRUTURAÇÃO DAS PRÁTICAS 113 7.4 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 115 7.5 DINÂMICA DO TCC E/OU ESTÁGIO 116 7.6ATIVIDADE DE EXTENSÃO 121 7.7JORNADAS E CICLO DE PALESTRAS CIENTÍFICAS 122 7.8 PROJETOS DE PESQUISA 122 8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 124 APRESENTAÇÃO O conceito de saúde vem passando por intensas transformações, principalmente no que diz respeito ao modelo de saúde, vem mudando de um modelo hospitalocentrico, para um modelo assistencial promotor da saúde, preventivo e principalmente contando com a participação popular e a interdisciplinaridade dos diferentes profissionais. Neste sentido, entende-se saúde não como o avesso da doença, mas como a busca do equilíbrio do ser humano e a nutrição se insere no contexto da promoção da saúde por meio de ações que implementem a alimentação saudável na população. A formação do Nutricionista ao longo dos últimos anos vem acompanhando essa mudança e se inserindo neste novo conceito de cuidar em saúde, passando lentamente por transformações e dificuldades, se antes demonstrava um relativo distanciamento da comunidade, ocultando-se aos grandes movimentos sociais e científicos, a busca hoje é para atingir patamares de sustentação social, científica e cultural, de forma a contribuir para melhorar a qualidade de vida do cidadão de forma integrada e globalizada. A capacidade de refletir sobre a importância da definição de prioridades de atuação em Promoção da Saúde possibilita a utilização e apropriação de conhecimentos na construção de estratégias para a organização e fortalecimento da atenção básica, ampliação do acesso, qualificação e reorientação das práticas de ensino integrada em saúde. 5 A concepção pedagógica que norteia o processo de ensino-aprendizagem do Curso de Nutrição está centrada no discente como sujeito dessa aprendizagem, tendo o docente o papel de agente-facilitador do processo de formação integral e adequada do estudante mediante uma articulação entre ensino, pesquisa e extensão. É nesta perspectiva que fica evidenciada a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, constituindo o tripé básico de nossa universidade visando à demonstração de seu potencial e de suas realizações e a reflexão sobre o seu significado social. As importantes funções da universidade (ensino, pesquisa e extensão) são permanentemente enriquecidas e complementadas por uma vasta ação educativa, que envolve os diversos seguimentos da Instituição, propiciando, ao lado do desenvolvimento profissional, o crescimento da pessoa em todas as suas dimensões: social, ética, cultural, afetiva e humanitária. Desta forma, a integração entre o ensino e a extensão, de forma indissociável e fundamentada no fazer acadêmico, conduzem mudanças no processo pedagógico por posicionar alunos e professores sujeitos no ato de aprender, ao mesmo tempo em que possibilita uma democratização do saber acadêmico capaz de contribuir na transformação social. Essa integração propõe uma relação com impacto técnico-científico e sócio-pessoal por permitir intensas trocas entre áreas distintas do conhecimento, que, ajustadas ao projeto didático-pedagógico, permitem, a partir da atribuição de créditos, acompanhamento e orientação de um professor-orientador uma facilidade maior na flexibilização da formação discente e na integralização curricular estabelecendo uma relação transformadora. A formação do Nutricionista deverá atender ao sistema de saúde vigente no País, a atenção integral da saúde no sistema regionalizado e hierarquizado de referência e contra-referência e o trabalho em equipe. Portanto, os conteúdos essenciais para o Curso de Graduação em Nutrição devem estar relacionados com todo o processo saúde-doença do cidadão, da família e da comunidade, integrado à realidade epidemiológica e profissional, proporcionando a integralidade das ações estruturais à formação profissional e intelectual do discente, devendo ser contemplados, segundo as diretrizes curriculares dos Cursos de Graduação em Nutrição (Resolução CNE/CES nº5/2001). 6 Nesse sentido, o profissional, para estar apto a agir em múltiplos níveis ou estado das condições de saúde de um organismo, necessita de uma formação bem diferente do que apenas dominar métodos e técnicas de tratamento de patologias, A proposta que se apresenta nessa versão do Projeto Pedagógico do Curso de Nutrição da Universidade Católica de Brasília se traduz por um documento elaborado a partir da concepção da área de Ciências da Vida que somados em experiências e habilidades contribuirão para a formação de um profissional capaz de atuar em equipe e com habilidades e competências necessárias para intervir nas diferentes condições de saúde da população este documento foi elaborado com a colaboração dos Diretores de Cursos da Área de Ciências da Vida, cujo objetivo principal, foi traçar um perfil de formação para os futuros profissionais que tivessem em si um diferencial que demonstrasse em sua totalidade os reflexos da Missão da Universidade Católica, que além de críticos e reflexivos fossem também solidários e humanos. Além da colaboração de Assessores Pedagógicos Institucionais, representantes da Pró-Reitoria de Extensão e da Pró-Reitoria de Pós-Graduação que com experiência e qualidade puderam contribuir numa construção que sustentasse na sua concepção a tríade universitária e de forma integrada permitisse a integração entre ensino-pesquisa e extensão. Como todo projeto pedagógico é inconcluso por natureza, em constante (dês)construção uma vez que depende do “tempo para amadurecer as idéias” e este não é definido em calendário. A sua exeqüibilidade requer trabalho pedagógico cotidiano baseado na busca pela ruptura da visão tradicional e acrítica da profissão de enfermagem, dos processos formativos e dos modelos de atenção a saúde. Demanda atuação do professor como mediador do processo de aprendizagem, partícipe do processo de formulação do projeto pedagógico e, portanto, ator social da sua implantação. Da mesma forma pressupõe alunos como sujeitos da aprendizagem, em processo de construção de sua autonomia, capaz de decisões próprias sobre seu futuro e compromisso social. Adicionalmente, reafirmam-se os princípios da Universidade Católica de Brasília os quais permearão todas as atividades desenvolvidas, privilegiando a formação voltada para o sentido cristão da existência humana. 7 1. HISTÓRICO 1.1 INSTITUCIONAL A história traz, em si, a presença da memória individual e coletiva dos sujeitos e fatos que a constituem. O registro e a sistematização factual induzem a análises que necessitam do contexto particular e geral onde os fenômenos se manifestam. Esse é o princípio que norteia a história da UCB quanto às suas opções metodológicas e pedagógicas. A decisão política de Juscelino Kubitschek em construir Brasília nos anos de 1955/56 promoveu a expansão econômica e a interiorização regional do país na direção do Centro-Oeste, Norte e Nordeste brasileiros. As conjunturas históricas do Brasil nas décadas de 1960/70 possibilitaram um franco desenvolvimento urbano de Brasília e do entorno, o que foi determinante para criação da Universidade Católica na nova capital. Essa criação deve-se a um grupo de diretores de colégios religiosos da jovem cidade. Os idealizadores da futura Universidade Católica de Brasília tomaram iniciativas no sentido de unir propósitos de dez entidades educativas católicas que se desdobraram em atividades e fundaram, em primeiro lugar, a Mantenedora e, a curto prazo, uma instituição que seria a primeira unidade de ensino. A fundação da União Brasiliense de Educação e Cultura – UBEC – se deu no dia 12 de agosto de 1972, como uma sociedade civil de direito privado e objetivos educacionais, assistenciais, filantrópicos e sem fins lucrativos. Instituída a UBEC, iniciou-se o processo de criar a primeira unidade, a Faculdade Católica de Ciências Humanas – FCCH. Os jornais realçavam a importância de Taguatinga em relação ao desenvolvimento e crescimento populacional e à dificuldade que os jovens possuíam para fazerem seus cursos superiores em razão da distância do Plano Piloto, onde se encontravam a Universidade de Brasília -UnB e outras Faculdades Particulares: a AEUDF, o CEUB e a UPIS. Sediada no Plano Piloto de Brasília, a nova Faculdade teve inicio em 12 de março de 1974, com os cursos de Economia, 8 de Administração de Empresas1 e com o curso de Pedagogia ministrado na Cidade Satélite de Taguatinga, por razões de espaço físico2. Os cursos criados deveriam, então, ser ministrados de maneira a atrair os interesses da população, com aulas no horário noturno, modelo de ensino especificamente desenvolvido para os discentes que, em sua maioria, trabalhavam durante o dia e dispunham apenas da noite para atividades acadêmicas. A Metodologia de Ensino da Faculdade foi definida a partir do Curso de Introdução aos Estudos Universitários - IEU, onde os estudantes recebiam as informações sobre o ensino superior e o funcionamento da Instituição. Havia uma exigência de que a organização de conteúdos e as aulas fossem feitas por trabalho em equipes de educadores, para cada disciplina, no início de cada semestre. Material instrucional era distribuído aos estudantes, o que acabou resultando no Banco do Livro e no IEU para os matriculados no básico. Todas as equipes de educadores atuavam de acordo com as propostas metodológicas definidas para a FCCH, reforçados por um trabalho de formação dirigido aos educadores, instituindo-se o Curso de Formação de Educador Universitário. Em 8 de agosto de 1980 foi realizada uma alteração nos Estatutos e Regimentos da UBEC e FCCH, em razão de novas realidades conjunturais, permitindo que a instituição se organizasse em uma estrutura de ensino mais coerente e adequada à sua própria expansão. Ocorreu, então, a instalação das Faculdades Integradas da Católica de Brasília – FICB 3 , reunindo a Faculdade Católica de Ciências Humanas, a Faculdade Católica de Tecnologia e a Faculdade (Centro) de Educação4. Os cursos de licenciatura que foram autorizados pelo CFE eram frutos de uma longa etapa de escutar a sociedade brasiliense, considerando o interesse despertado no mercado, a atenção constante da Direção, que avaliava as necessidades da comunidade de Brasília e do seu entorno e, principalmente, de Taguatinga, reforçando, assim, a opção pelas licenciaturas. A Católica priorizou as iniciativas de cursos na área de educação, capacitação docente da Fundação 1 Diário Oficial, Ano CXII, nº 100, Capital Federal, 28/05/1974. Decreto nº 73.813, assinado pelo Presidente da República, Emílio Garrastazu Médici. O decreto nº 73.813 foi reafirmado com o de nº 74.108 de 27 de maio de 1974 e assinado pelo novo Presidente da República Ernesto Geisel cujo artigo 1º definia a autorização do funcionamento da Faculdade Católica de Ciências Humanas, mantida pela União Brasiliense de Educação e Cultura—UBEC. 3 De acordo com o Parecer nº 273/81 do antigo Conselho Federal de Educação – CFE. 4 Regimento das Faculdades Integradas da Católica de Brasília, 1981-1984. 2 9 Educacional do DF e graduação na área de ciência e tecnologia, levando-se em conta o conhecimento, experiências históricas e proposições das FICB nessa área. A criação da Faculdade Católica de Tecnologia, que reunia os cursos de Ciências (Matemática, Física, Química e Biologia) e o Curso Superior de Tecnologia em Processamento de Dados, evidenciava a expansão do processo de informatização em todos os setores empresariais, inclusive a própria implantação do sistema de controle acadêmico por computação, na Católica. A Faculdade Católica de Ciências Humanas continuava oferecendo os cursos de Administração de Empresas e de Economia, compatibilizando a grade curricular com proposta do MEC/SESU e do Conselho Federal de Técnicos de Administração – CFTA. Os cursos deveriam estar alinhados em conhecimentos e habilidades em relação à oferta de empregos nas áreas de atuação do administrador e atitudes profissionais sustentadas pela ética. A disposição pedagógica das FICB organizou-se em Departamentos Acadêmicos, racionalizando os trabalhos dos professores e criando oportunidades de integração professor/estudante. Programas foram desenvolvidos para melhorar o convívio entre as pessoas e foram elaboradas propostas de trabalhos que reunissem conjuntos de estudantes de diferentes cursos, diferentes ocupações profissionais e diferentes professores. O objetivo era melhorar as condições para que a Instituição se desenvolvesse de maneira global, em lugar de enfatizar o desenvolvimento parcial e unitário. Em 12 de março de 1985, o Campus I da Católica de Brasília foi inaugurado, em Taguatinga, com o primeiro prédio, hoje denominado de Prédio São João Batista de La Salle. A expansão das FICB era inquestionável, confirmando as possibilidades de trabalhos cujos objetivos, diretrizes de ação e metas a serem alcançadas visavam à elaboração do Projeto para o reconhecimento das FICB em Universidade Católica de Brasília.A cidade de Taguatinga, um local estratégico, foi inaugurada em 05 de junho de 1958. Essa cidade cresceu, a 25 km do Plano Piloto, e tornou-se um polo econômico, com avenidas que se tornaram referência na cidade, altos prédios e uma população hoje, estimada em aproximadamente 300.000 habitantes. Sua expansão liga-se à própria condição de Brasília ser um espaço geopolítico que atraiu a “gente brasileira” com todos os seus conflitos sociais. O espaço geográfico do Campus I da Católica, com suas edificações, acabou se transformando em um ponto de convergência populacional, com pessoas do Plano Piloto, Núcleo Bandeirante, 10 Candangolândia, Taguatinga, Guará, Gama, Ceilândia, Samambaia, Brazlândia, Santa Maria, Recanto das Emas e Riacho Fundo. Os vários cursos criados atendiam à demanda de uma população que buscava a formação acadêmica como forma de ascensão social, pessoal e profissional. A partir de 1988/89, a Direção Geral das FICB, com administração dinâmica, renovando atitudes, acelerou as condições para o futuro reconhecimento em Universidade. Um dos principais objetivos dessa direção foi, exatamente, o desenrolar do processo para o reconhecimento, junto ao Conselho Federal de Educação. Os 17 cursos oferecidos estavam reunidos na Faculdade de Educação, Faculdade de Tecnologia, Faculdade de Ciências Sociais, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, mais os cursos de especialização e mestrado da Pós-Graduação. Depois de intenso trabalho, ao longo de dois anos, o Ministro de Estado da Educação e do Desporto assinou a Portaria de Reconhecimento das FICB como Universidade Católica de Brasília – UCB, em 28 de dezembro de 1994, com sede na Cidade de Taguatinga (DF). No dia 23 de março de 1995 ela foi oficialmente instalada em seu Campus I. Iniciava-se a primeira gestão universitária da UCB de acordo com o que estava sendo definido nos Planos de Ação e no Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI. Nesse mesmo ano foi desenvolvida uma metodologia específica para elaboração de Planos de Ação, os “PAs Anuais”. O objetivo geral dessa metodologia era permitir a elaboração, o acompanhamento e a avaliação dos Planos Anuais - planejamento setorial/operacional - da Universidade, devidamente vinculado ao PDI. Os PAs passaram a ser planejados, executados e avaliados, anualmente, considerando a acelerada expansão dos núcleos urbanos próximos à posição geográfica da UCB. A segunda Gestão Universitária iniciou-se em 23 de março de 1999 e confirmou as atitudes tomadas anteriormente, ampliando e expandindo os cursos de graduação e pós-graduação para as áreas mais demandadas pela sociedade e entidades de classe da época. Preocupou-se, sobremaneira, com a Pós-Graduação, com a Pesquisa e a Extensão e redefiniu-se o corpo docente, contratando mestres e doutores em tempo integral. Programas e projetos de extensão marcaram a presença da Universidade na comunidade de Brasília, Águas Claras e Taguatinga e o avanço do Ensino a Distância teve agregado a sua projeção o Curso 11 “Aprendizagem Cooperativa e Tecnologia Educacional na Universidade em Estilo Salesiano”. Até o ano de 2000, a Coordenação de Planejamento criou e implantou, prioritariamente, o Plano Estratégico, em um horizonte que ia de 2002 a 2010. Nesse plano está estabelecida a Missão, a Visão de Futuro, os objetivos e as estratégias da UCB para o período. Implantou-se o Sistema de Planejamento – SISPLAN - que permitiu a elaboração, o acompanhamento e a avaliação dos PAs, de forma on-line, totalmente automatizado. A orientação básica desse sistema era de acompanhar e avaliar tanto os PAs quanto o Plano Estratégico. Em 23 de março de 2003, uma nova equipe assumiu a terceira Gestão Universitária, com vistas à sustentação do patrimônio universitário e com uma proposta de trabalhar, cooperativamente, visando manter alguns projetos já delimitados pelas gestões anteriores e implementar o Projeto de Realinhamento Organizacional, o Projeto de Gestão Acadêmica e o Projeto Identidade. Os rumos tomados visavam satisfazer às necessidades dos cursos relacionados à estrutura de Centro de Educação e Humanidades, Centro de Ciências da Vida, Centro de Ciência e Tecnologia e Centro de Ciências Sociais Aplicadas – que abrangiam um total de 92 Cursos oferecidos pela Graduação, Ensino à Distância e Pós-Graduação, além dos programas e projetos de pesquisas da Extensão. As avaliações institucionais e de curso, realizadas durante esse período, atestaram a excelência da educação superior realizada na UCB, bem como a indissociabilidade do Ensino, Pesquisa e Extensão. Em continuidade às avaliações positivas da UCB, a quarta Gestão Universitária assumiu em 31 de Janeiro de 2007 com o propósito de se tornar uma instituição de referência na extensão, na pesquisa e no ensino, indissociáveis e comprometidos com o desenvolvimento sustentável e a justiça social. Uma reorganização estrutural interna da Universidade foi necessária, nesse sentido o processo de ensino oferecido pela UCB, foi revisado a partir das Diretrizes para o Ensino Superior definidas pelo Conselho Nacional de Educação, além de ser analisado o mercado e as ofertas de curso nas diversas instituições da região. Essa gestão baseou seu trabalho em quatro princípios: o de promover a indissociabilidade, a extensionalidade, a sustentabilidade e a pastoralidade da Universidade; Elegeu a Qualidade de Gestão, sustentada no processo ensino 12 aprendizagem, na convivência saudável e nas qualificações profissionais como meta a ser atingida; Entendeu como importante a Docência com Convivência, onde prevaleceu a investigação, a transferência do aprendizado e a extensionalidade; voltados para uma Comunidade Educativa onde se expressou a fraternidade, a solidariedade, o valor do espírito humano e a ética. Nesse sentido a Pró-Reitoria de Graduação promoveu um trabalho de reformulação de todos os projetos pedagógicos dos cursos de graduação, instituiu o programa de melhoria da formação discente e o programa de formação docente; a Pró-Reitoria de Extensão se dedicou a uma proposta de re-estruturação da Extensão. Elaborou as Diretrizes de Extensão, e com isso definiu categorias de extensão, entre elas, a que estimula os cursos de graduação a responsabilidade de elaboração, execução e acompanhamento de projetos de extensão. A Pró-Reitoria de PósGraduação e Pesquisa se empenhou na manutenção da qualidade da pesquisa e criação de novos programas stricto e latus senso, além de alavancarem o processo de construção do Parque Tecnológico de Inovação da UCB. O crescimento da Católica Virtual, merece destaque nesta gestão. Em relação à parte administrativa a instituição passou por um período de readequação do quadro docente e administrativo da casa. A história da UCB está atrelada à história de Brasília, o Projeto Pedagógico da UCB não perde de vista as contradições dos sistemas políticos e econômicos da atualidade e luta com as próprias dificuldades internas, na ânsia de vencer as crises e sustentar seu espaço físico e de produção científica, cultural e de intervenção social no quadro da realidade nacional e regional do Brasil. 1.2. CURSO No cenário mundial, a Nutrição, seja como ciência, ações sociais e/ou políticos ou como profissão, é característica do início do século XX. Observa-se que a profissão de Nutricionista teve seu embrião no ensino de economia doméstica pelas irmãs da Ordem das Ursulinas, no Canadá, por volta do ano de 1670. No Brasil, na década de 1930, a sociedade brasileira se voltava para a perspectiva da consolidação de demandas e mudanças sociais, políticas, econômicas e culturais, do Estado novo. Inicia-se então, a história da Nutrição no Brasil, com a criação em 1939 do primeiro curso de visitadoras de nutrição do Instituto de Higiene e Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP). 13 A profissão de Nutricionista, bem como todas as profissões emergentes, surgiu para atender as necessidades identificadas pelo próprio progresso científico e tecnológico e pelas urgências reclamadas pelo desenvolvimento social. Atualmente, ampliou-se e diversificou-se seu âmbito de ação com a inclusão dos campos de saúde coletiva (promoção e prevenção), do ensino, da consultoria, da pesquisa, da indústria de alimentos, da nutrição esportiva, entre outros. O processo de transição epidemiológica e nutricional, as evoluções tecnológicas, a alimentação garantida como direito humano básico, são fatores que determinam as competências necessárias à prática do Nutricionista, pois sendo profissional de saúde, a garantia da segurança alimentar e nutricional deve permear todas as ações relacionados à profissão. A luta pelo reconhecimento do curso de nutricionistas como de nível superior no Brasil, teve seu início por volta de 1952. Por meio do processo nº 42.620/54, a Comissão de Ensino Superior reconheceu o Curso de Graduação em Nutrição em Nível Universitário, e após dez anos, surgiu o primeiro Currículo Mínimo (Parecer CFE 265/62), como curso de nível superior com duração de três anos. Na mesma década, foi promulgada a Lei nº 5276/67 que “dispõe sobre a profissão de nutricionista, regula seu exercício e dá outras providências”. Em 1991 a Lei nº. 5276/67 foi revogada, entrando em vigor a Lei nº. 8234/91. Dos dispositivos legais que sucederam, destaca-se a Lei 6229/75, que dispõem sobre o Sistema Nacional de Saúde e em especial, a lei no. 6583/78, que cria os Conselhos Federal e Regional de Nutricionistas, regulamentada pelo Decreto no. 84.444, de 30/01/1980. A fundação da Associação Brasileira de Nutricionistas (ABN), em 31 de agosto de 1949, primeira entidade brasileira criada com o intuito de representar e defender os interesses dos nutricionistas. Em comemoração a fundação da ABN, hoje Associação Brasileira de Nutrição (ASBRAN), instituiu o dia 31 de Agosto como dia Nacional do Nutricionista. Em 19 de setembro de 1990 foi promulgada a Lei nº 8.080 (Lei Orgânica da Saúde) que dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes. Em seu Art. 2º diz que “A saúde é um direito fundamental do ser 14 humano, devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício”. Em seu Art. 3º diz que a saúde tem como determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação. Em seu Art. 5º esta mesma legislação define os objetivos e atribuições do Sistema Único de Saúde (SUS) de uma maneira geral. A partir destes objetivos e atribuições gerais do Art. 5º, o Art. 6º inclui no campo de atuação do SUS, a execução de ações relacionadas: de vigilância sanitária; de vigilância epidemiológica; de saúde do trabalhador e de assistência terapêutica (aqui incluída a dietoterapia); a ordenação da formação de recursos humanos na área da saúde; a vigilância nutricional e orientação alimentar; colaboração na proteção do meio ambiente, nele compreendido o do trabalho; o controle e a fiscalização de serviços, produtos e substâncias de interesse para a saúde; a fiscalização e a inspeção de alimentos, água e bebidas, para consumo humano; o incremento, em sua área de atuação, do desenvolvimento científico e tecnológico. Em 07 de Novembro de 2001, pela Resolução CNE/CES no. 5 , de acordo com o disposto na Lei no. 9.131/95 e com fundamento no parecer CNE/CES 1133/2001, instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Nutrição, com o objetivo de orientar a organização curricular dos cursos de Nutrição das instituições do sistema superior do País. 1.3. PROJEÇÃO DA MISSÃO NA AREA E NO CURSO 1.3.1. PROJEÇÃO DA MISSÃO NA ÁREA DE CIÊNCIAS DA VIDA A Universidade Católica de Brasília – UCB tem como missão: Atuar solidária e efetivamente para o desenvolvimento integral do ser humano e da sociedade, por meio da geração e comunhão do saber e da ação comunitária, comprometida com a qualidade e os valores éticos, humanísticos e cristãos, na busca da verdade. Para cumpri-la a UCB crê que a construção do fazer na comunidade se dá por meio do testemunho solidário, do convívio fraterno e da co-responsabilidade, 15 sendo esta sua contribuição, focando a idéia de sustentabilidade e referência de saberes socialmente relevante. E ainda mais: que a formação da consciência cristã e do agir concreto no âmbito social é instrumento adequado para a consolidação da cidadania na construção de uma sociedade mais justa e fraterna. A projeção desta missão se dá de diversas formas, incluindo a utilização de metodologias de ensino que favoreçam a integralidade, propiciando uma atuação e participação estudantil de forma dinâmica que valoriza a formação de idéias, análise crítica e reflexão, estimulando o desenvolvimento em diversas fases. Para tanto, a UCB delineia seu Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) a partir do objetivo primordial de oferecer ensino de qualidade, com a participação e a serviço da comunidade, garantindo, desta forma, a extensionalidade. A UCB investe em projetos e programas que respondem aos novos desafios decorrentes das diversas demandas sociais, as quais têm exigido a superação de uma ciência parcial e fragmentária no sentido de um novo paradigma onde o conhecimento se estabelece de forma integrada e global. A missão institucional torna importante o olhar multicultural, integrador, indissociável entre ensino, pesquisa e extensão. Neste enfoque, a unidade educativa assume coletivamente as responsabilidades na construção da qualidade cientifica social, católica, na busca de um processo de construção coletiva entre os cursos da área, avaliando permanentemente o processo e a integração horizontal e vertical dos cursos, compatível com a natureza, exigências, diretrizes curriculares e especificidades de cada curso. A área de Ciências da Vida contribui para este processo formando um profissional apto a lidar com o conhecimento científico em sua área de forma ética, articulando saberes para a prevenção e resolução de problemas específicos do cotidiano. Muito além da sala de aula, a atuação de nossos estudantes e professores estabelece com as comunidades, não uma relação de superioridade, mas sim de interface constante, na perspectiva da troca de saberes e construção coletiva de conhecimentos. 1.3.2 Projeção da Missão no Curso de Graduação em Nutrição 16 Operacionaliza-se na ação pedagógica do curso pela produção científica, socialização do conhecimento, integrando teoria, prática, ensino e pesquisa. O curso de nutrição da UCB busca um processo participativo, contínuo e sistemático de avaliação permanente do ensino-aprendizado, buscando atender as exigências acadêmicas bem como da sociedade por meio de ações compartilhadas com a comunidade. As ações de extensão do curso de nutrição são articuladas ao projeto pedagógico e a Pró-Reitoria de Extensão de forma integrada, participativa na busca do aperfeiçoamento e qualificação dos estudantes, com vistas em programas extensionistas com a participação efetiva da sociedade, visando fortalecer as relações com a comunidade, promovendo desenvolvimento, melhorando qualidade de vida e formando cidadãos, éticos, conscientes de seus papéis como agentes de saúde. O incentivo a pesquisa é um instrumento importante e estratégico para elevação da qualidade acadêmica. A Instituição procura oportunizar, estimulando pesquisas, que servem de indicadores de ações de planejamento e gestão das atividades institucionais, possibilidade de construção coletiva de bases de dados, para que como atividades acadêmicas possam melhorar a saúde e qualidade de vida das pessoas 2. PROGRAMA DE MELHORIA DA EDUCAÇÃO BÁSICA Com a ampliação do acesso à educação superior tem se percebido com mais evidência a fragilidade da formação da maioria dos estudantes brasileiros. A ampliação da Educação Superior não cria a fragilidade, mas a revela à medida que os eliminados de outrora hoje conseguem acesso. Assim, boa parte dos ingressantes na Educação Superior brasileiro não possui o conhecimento escolar que esperamos para o ingresso neste nível. Outro elemento que merece destaque, e que em alguma medida também é reflexo deste contexto, é a evasão nos primeiros anos dos cursos superiores. Embora possamos considerar que a ampliação do acesso à Educação Superior já é um ganho para o país, assim como foi a ampliação da Educação Básica, é preciso cuidar para garantir um acesso com qualidade, que se preocupe essencialmente com a formação oferecida e com a aprendizagem dos estudantes. 17 É preciso, então, considerar este contexto e entender que o desafio da melhoria da formação básica dos estudantes ingressantes não apresenta uma solução simples, pois exige empenho profissional e político para não fazer da Educação Superior um “faz de conta” para parte dos estudantes que recebemos. Gentilli (2001), já sinalizava a questão, classificada pelo autor como um ‘processo de exclusão includente’, lembrando que o acesso à educação não significa o acesso ao mesmo tipo de educação no que tange à qualidade. Para tanto, devemos ter em conta o estudante real, que tem suas necessidades, interesses, nível de desenvolvimento, representações, experiências anteriores (história pessoal). Este estudante muitas vezes é distinto do estudante idealizado ou do sonho de alguns professores. É preciso pensar a Educação Superior em função do que o estudante é, e não do que gostaríamos que fosse. Neste sentido, é importante ainda lembrar que os nossos estudantes não são calouros de escola, pois possuem pelo menos 11 anos de escolaridade. Neste período, os estudantes se acostumaram com professores que fazem perguntas e que ensinam respostas, e não com professores que se fazem perguntas. Essa escola, frequentemente, seja para os estudantes, seja para os professores, se constitui enquanto uma opção formal que muitas vezes abdica do caráter político e existencial do fazer pedagógico, ao tomar o trabalho intelectual como um fim em si mesmo, desvinculado dos significados, sentidos e compromissos que deveriam orientá-lo. Como forma de enfrentamento, é urgente não apenas reconhecer este cenário, mas buscar diferentes estratégias de aproximação a fim de se relacionar com esse contexto, respeitando e considerando sua complexidade. Um movimento inicial e essencial para essa aproximação é o reconhecimento do estudante como um ser ativo, que precisa ter participação consciente no processo de construção da significação de sua ação e de seu conhecimento, o que, já lembrava Freire (1981), é tarefa de sujeito, e não de objeto. Entendemos, desta forma, que o caminho para o acesso à Educação Superior com qualidade passa, necessariamente, pelo reconhecimento do sujeito que aprende, de sua história e do lugar de protagonismo e autoria que ele ocupa no processo de aprendizagem. 18 É sobre esse alicerce que se constrói a proposta do componente curricular ‘Introdução a Educação Superior’. Este componente, obrigatório para o primeiro semestre de todos os cursos de graduação da Universidade, aposta na ruptura com a forma tradicional de ensinar e aprender e com os procedimentos acadêmicos inspirados nos princípios positivistas da ciência moderna, resgatando o lugar e o valor do sujeito que aprende (como protagonista e autor de seu processo). A proposta do componente curricular ‘Introdução a Educação Superior’ se constitui, dessa forma, como uma das ações de melhoria da formação básica dos estudantes. Esse componente de introdução possui o foco no “conteúdo do sujeito”, ou seja, no cuidado com cada estudante que entra na Universidade. Ele precisa se sentir acolhido, respeitado em sua história (com todas as fragilidades acadêmicas, culturais e sociais que ela pode possuir) e desafiado a viver um momento singular em sua vida: a Educação Superior. Esse componente curricular se constitui como um encontro do sujeito com a Universidade, baseada na crença de que é possível ampliar acesso sem perder qualidade. Seus princípios se sustentam na relação fundamental entre os conteúdos dos sujeitos (estudantes) e os conteúdos da matéria, no acompanhamento do processo de aprendizagem através dos registros de estudantes e professores, na autoria e autonomia necessária ao processo de aprender e na rotina da aula, abordando o eixo dos conhecimentos acadêmicos, relacionais e culturais à medida que apóia e desafia os estudantes nesta nova fase. O componente ainda trata das questões da leitura e da escrita na Educação Superior, do conhecimento científico e da comunicação e tecnologias a partir da história de vida dos estudantes. Pretendese, neste sentido, apresentar respostas aos desafios de manutenção da qualidade e redução da evasão, constituindo-se um compromisso político e pedagógico dessa instituição. Outras ações estratégicas: • Projeto Monitoria No Projeto Monitoria são previstas a atuação de estudantes da graduação, de todos os cursos, e a Monitoria com bolsistas da pósgraduação. Nesta proposta, as monitorias não são plantões de dúvidas; portanto, precisam de um plano de estudo de monitoria em estrita 19 harmonia com o plano de ensino das disciplinas de maior índice de retenção de estudantes, ou seja, o plano de estudo da monitoria deve ser um pré-requisito do plano de aula da disciplina. O Programa de Reconstrução das Práticas Docentes organiza e oferece a formação aos Monitores (da graduação e da pós-graduação). • Projeto Jovem Pesquisador do Futuro Esse projeto consiste especialmente na oferta de treinamentos para iniciação científica do estudante de graduação. O projeto foi implementado no segundo semestre de 2010, e deve atender a 100 (cem) estudantes por semestre. • Perfil docente para atuação nas disciplinas de primeiro semestre Como ação complementar ao acolhimento e atenção diferenciada ao estudante ingressante, é realizada análise do perfil dos professores que atuam nas disciplinas de primeiro semestre. Nesta ação os gestores contam com a colaboração da Diretoria de Desenvolvimento, Planejamento e Avaliação, responsável pela realização da avaliação específica desses professores e da Coordenação da disciplina Introdução a Educação Superior, na articulação entre os professores da disciplina de IES e o restante dos professores que atuam no primeiro semestre. • Acompanhamento dos Ingressantes Essa ação corresponde ao envolvimento da gestão dos cursos e ao suporte pedagógico oferecido pelo Serviço de Orientação e Acompanhamento Psico-Pedagógico da UCB. Cada direção de curso recebe o resultado do processo avaliativo dos estudantes ingressantes do curso: avaliação diagnóstica, dados do perfil e avaliação final. A partir do perfil e do desempenho dos estudantes, as direções poderão implementar ações complementares no âmbito do curso. Os diretores também são convidados a refletir sobre o programa de monitoria no curso e o perfil dos docentes que atuam no primeiro ano. Os docentes que atuam com a Introdução a Educação Superior também devem se encontrar com o diretor do curso de referência dos estudantes que acompanha para aproximar o trabalho da disciplina ao contexto do curso, partilhar 20 informações e impressões sobre o perfil dos estudantes, atividades desenvolvidas e acertos coletivos para a continuidade da ação. Outra ação complementar é a oferta de oficinas pelo Serviço de Orientação e Acompanhamento Psico-Pedagógico. Estas oficinas são pensadas e organizadas a partir do diagnóstico construído no componente curricular ‘Introdução a Educação Superior’, para estudantes que passaram pela disciplina e ainda necessitam de um apoio sistemático. • Clube de Leitura Coordenado pela Biblioteca da UCB, com participação de bibliotecárias (os) e de estudantes voluntários do curso de Letras, é aberto aos estudantes universitários, especialmente os estudantes da disciplina de IES. Seu grande objetivo e a formação de leitores. • Apoio à aprendizagem em Matemática Básica Ministrado aos sábados por professores do curso de Licenciatura em Matemática, atende preferencialmente os estudantes que no diagnóstico inicial demonstraram dificuldades em Matemática Básica ou estudantes com histórico de baixo desempenho nesta área. • Visitas dirigidas aos laboratórios A coordenação da formação básica da área de ciências da vida, em parceria com o programa de mestrado e doutorado em Biotecnologia organiza visitas dirigidas aos laboratórios do programa e laboratórios parceiros: Embrapa, Lacen e UnB. • Cinema, cultura e educação Cineclube saúde: projeto semanal de exibição de filmes e debates, coordenado por professores da formação básica da área de ciências da vida. Cine-filosofia: projeto semanal de exibição de filmes e debates, coordenado por professores do curso de Filosofia Curta-Educação: projeto semanal de exibição de documentários sobre personalidades do pensamento social brasileiro, coordenado pelo curso de Pedagogia. 21 Quinta Cultural – Eventos culturais mensais, coordenado pelo curso de Pedagogia. • Projetos Especiais Grupos de Estudo Temáticos: grupos de estudo com encontros semanais com temáticas diversas coordenado por professores de diferentes áreas e cursos. Encontro interdisciplinar: encontros para discussão de um tema interdisciplinar envolvendo professores de várias disciplinas. Os encontros são promovidos a partir de uma temática importante na conjuntura do semestre. 3. CONTEXTUALIZAÇÃO Nos meses de Novembro e Dezembro de 1997, os Conselhos Superiores da Universidade Católica de Brasília (Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão – CONSEPE e Conselho Universitário – CONSUN), discutiram e aprovaram o projeto de implantação do Curso de Nutrição. Sua autorização se deu pela Resolução No 27/97, de 05 de Dezembro de 1997 do CONSUN, sendo implantado no primeiro semestre de 2008, reconhecido pela portaria MEC nº 411 de 08 de fevereiro de 2002 (DOU 13 de fevereiro de 2002). O Curso de Graduação, Bacharelado em Nutrição da UCB foi implementado no primeiro semestre de 1998 (11/02/1998),com 3300 horas, turnos de funcionamento: matutino e vespertino, sendo oferecidas 90 vagas semestrais igualmente distribuídas nos dois turnos até o segundo semestre de 2000, em que se ampliaram a oferta de vagas do vespertino para 90 vagas. O período de integralização: 8(oito) semestres no mínimo e 12 (doze) semestres. O seu reconhecimento foi renovado pelo MEC através Portaria Ministerial nº 3.110, publicada no Diário Oficial da União de 12/09/2005, com currículo de 3.480h (ampliação de horas de estágios), com turnos de funcionamento: matutino e vespertino, sendo oferecidas 135 vagas semestrais, 45 vagas no matutino e 90 vagas no vespertino. Pela Resolução CONSEPE- nº 09/2005 de 30 de março de 2005, foi extinto o turno vespertino transferindo para o turno noturno. Os turnos de funcionamento do curso de nutrição permaneceram matutino, vespertino (sem 22 ingressos) e turno noturno, sendo oferecidas 45 vagas no período matutino e 45 vagas no noturno. Com o intuito de inovar e melhorar a qualidade do projeto pedagógico do curso de nutrição, em consonância as diretrizes curriculares (CNS/CES nº 5/2001), surgimento das novas áreas de atuação do nutricionista, ampliação da proposta da interdisciplinaridade, e ao PPI da UCB, observou-se a necessidade de algumas modificações e adequações na Matriz Curricular do Curso. Após cuidadosa análise, concluiu-se que o atual currículo do Curso evidenciava carga horária excessiva em algumas áreas e deficitária em outras, disciplinas passíveis de exclusão e necessidade de modificações na estrutura de pré-requisitos e dos estágios supervisionados obrigatórios. Em outubro de 2007 foi submetido para aprovação da Câmara de Graduação análise e parecer quanto à reestruturação do Projeto Pedagógico e da Matriz Curricular do Curso de Nutrição, sendo aprovada pelo CONSEPE – Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão da Universidade Católica de Brasília por meio de resolução nº 84/2007 de 22/11/2007. O atual Curso de Graduação em Nutrição da Universidade Católica de Brasília permanece estruturado, em sistema de créditos, com turno de funcionamento matutino e noturno, sendo oferecidas 45 vagas semestrais igualmente distribuídas nos dois turnos, oferecidos no mínimo em 08 semestres e no máximo em 12 semestres. Integram o currículo do curso de Graduação em Nutrição 49 (quarenta e nove) componentes curriculares obrigatórios e 01 (um) optativo, totalizando 206 (duzentos e seis) créditos com carga horária de 3.270 (três mil duzentos e setenta) horas incluindo os estágios supervisionados, TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) e 65 horas (sessenta e cinco) de atividades complementares, totalizando um currículo de 3.335 horas. As turmas comportam 50 (cinquenta) estudantes, excluindo as atividades de laboratórios, com 25 e no máximo 30 (trinta) estudantes. Para as atividades práticas (extra-muro), que exijam a presença do docente, as turmas são compostas no máximo de 30 (trinta) estudantes. O ingresso ocorre mediante aprovação no Concurso Vestibular realizado pela Instituição. O Nutricionista formado pela Universidade Católica de Brasília é um profissional generalista, humano (visão holística) e crítico, capaz de atuar em todas 23 as áreas de conhecimento em que a alimentação e nutrição se apresentem fundamentais para a promoção, manutenção e recuperação da saúde, de forma ética e com reflexão sobre as diversas realidades econômicas, políticas, sociais e culturais, segundo (Resolução CNE/CES n.º5 de 2001). 3.1. CENÁRIO PROFISSIONAL O curso de Nutrição da UCB oferecerá ao discente a possibilidade de obter o grau de Bacharel em Nutrição, profissional de nível superior, membro integrante das Ciências da Vida. O profissional graduado em Nutrição pela UCB será capaz de atuar em qualquer área do conhecimento em que alimentação e nutrição se apresentem fundamentais para a promoção e recuperação da saúde e para a prevenção de doenças de indivíduos ou grupos populacionais, contribuindo para a melhoria ou manutenção da qualidade de vida. Sendo assim, amparado pela lei que regulamenta a profissão, terá competência para atuar nas seguintes áreas: Áreas de Atuação 1. Alimentação Coletiva: A) Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN) B) Alimentação Escolar C) Alimentação do Trabalhador. Na área de Alimentação Coletiva compete ao nutricionista planejar, organizar, dirigir, supervisionar e avaliar os serviços de alimentação e nutrição, bem como realizar assistência e educação nutricional a coletividade ou indivíduos sadios ou enfermos em instituições públicas e privadas. Ao trabalhar com a produção e distribuição da alimentação de pacientes hospitalizados interage com a área de Nutrição Clínica. 2. Nutrição Clínica: A) Hospitais e clínicas em geral B) Clínicas em hemodiálises C) Instituições de longa permanência para idosos e spa; 24 D) Ambulatórios; E) Banco de leite humano (BLH); F) Lactários/centrais de terapia nutricional; G) Atendimento domiciliar. Na área de Nutrição Clinica o Nutricionista prestará assistência dietética e promoverá educação nutricional a indivíduos, sadios ou enfermos, em nível hospitalar, ambulatorial, domiciliar e em consultórios de nutrição e dietética, visando à promoção, manutenção e recuperação da saúde. Saúde Coletiva: A) Políticas e programas institucionais; B) Atenção básica em saúde; C) Vigilância em saúde. Na área de Saúde Coletiva compete ao Nutricionista prestar assistência e educação nutricional a coletividades ou indivíduos sadios, ou enfermos, em instituições publicas ou privadas e em consultório de nutrição e dietética, através de ações, programas, pesquisas e eventos, direta ou indiretamente relacionados à alimentação e nutrição, visando à prevenção de doenças, promoção, manutenção e recuperação da saúde. Ao trabalhar com a atenção básica na prevenção e promoção da saúde interage com a área de nutrição clinica no sentido de prevenir o aparecimento de algumas patologias relacionadas com hábitos alimentares inadequados. 4. Docência: A) Ensino B) Pesquisa C) Extensão (graduação e pós-graduação) D) Coordenação de cursos 25 O profissional da área de nutrição poderá atuar como docente nas disciplinas dos cursos de graduação em nutrição e alimentação, supervisão de estágios, pesquisas e direção/ coordenação de cursos de graduação. 5. Indústria de Alimentos: A) Desenvolvimento de produtos Na área de Indústria de Alimentos compete ao Nutricionista elaborar informes técnico-científicos, gerenciar projetos de desenvolvimento de produtos alimentícios, prestar assistência e treinamento especializado em alimentação e nutrição, controlar a qualidade de gêneros e produtos alimentícios, atuar em marketing e desenvolver estudos e trabalhos experimentais em alimentação e nutrição, proceder analises relativas ao processamento de produtos alimentícios industrializados. Interage com a área de Alimentação Coletiva na busca de alimentos de qualidade nutricional. 6. Nutrição em Esportes: A) Clubes esportivos B) Academias e similares Na área de Nutrição em esportes o Nutricionista prestará assistência e treinamento especializado em alimentação e nutrição, prescrevendo suplementos nutricionais necessários a complementação da dieta, solicitará exames laboratoriais necessários ao acompanhamento nutricional. Interage com a área de Nutrição Clinica quando este desportista ou atleta apresenta alguma patologia que necessite de acompanhamento nutricional. 7. Marketing de Alimentos e Nutrição. Compete ao Nutricionista a educação nutricional de coletividades, sadias ou enfermas, em instituições públicas ou privadas e em consultórios de nutrição e dietética, divulgando informações e materiais técnico-científicos acerca de produtos ou técnicas reconhecidas. 26 8. Especialidades Reconhecidas a) Área de Saúde Coletiva: (Resolução CFN N° 383, de 19/05/2006) I – Banco de Leite Humano II – Direito Sanitário; III – Gestão em Saúde; IV – Políticas Públicas; V – Saúde da Família; VI – Saúde do Trabalhador; VII – Saúde Pública; VIII – Segurança Alimentar e Nutricional; IX – Vigilância Sanitária; b) Área de Alimentação Coletiva: (Resolução CFN N° 383, de 19/05/2006) I – Gastronomia; II – Gestão de Unidades de Alimentação e Nutrição – UAN; III – Hotelaria; c) Área de Nutrição Clínica: (Resolução CFN N° 383, de 19/05/2006) I – Nutrição do Adulto; II – Nutrição Geriátrica; III – Nutrição em Pediatria; IV – Nutrição do Adolescente; V – Enfermidades Específicas; VI – Assistência Domiciliar (home care/personal diet); VII – Nutrição Enteral e Parenteral; VIII – Fitoterapia; d) Área de Ciência e Tecnologia de Alimentos: (Resolução CFN N° 383, de 19/05/2006) I – Bromatologia; II – Controle de Qualidade de Alimentos III – Higiene de Alimentos; IV – Microbiologia de Alimentos; 27 V – Nutrição Experimental; e) Área de Nutrição e Dietética: (Resolução CFN N° 383, de 19/05/2006) I – Bioquímica; II – Fisiologia; III – Marketing em Nutrição IV – Nutrição do Adolescente; V – Nutrição do Adulto; VI – Nutrição do Idoso VII – Nutrição do Pré-escolar e Escolar VIII – Nutrição Esportiva; IX – Nutrição Materno Infantil; X – Técnica Dietética; f) Área de Educação: (Resolução CFN N° 383, de 19/05/2006) I – Educação em Saúde; II – Métodos e Técnicas de Ensino. 9. Exigências Legais Pessoa Jurídica A) Responsabilidade Técnica pelo serviço da empresa perante o CRN. B) Comprovação do registro do profissional no CRN. C) Registro da empresa no CRN. Pessoa Física A) Registro do Profissional no CRN. B) Cadastramento do seu consultório no CRN. 3.2. MERCADO DE TRABALHO E PERFIL PROFISSIOGRÁFICO O campo de atuação do nutricionista tem se ampliado consideravelmente nos últimos anos. Esse profissional conquistou espaços e, cada vez mais, está se inserindo em setores e serviços diferenciados. As exigências mercadológicas para o 28 nutricionista nos últimos anos fornecem subsídios para rever e/ou reformular sua estrutura curricular e carga horária, afim de melhores condições de atender aos padrões de qualidade atuais e futuros, que exigem do profissional mais do que seu conhecimento teórico, exige qualidade de desempenho e produtividade, criatividade e iniciativa, visando sempre alcançar a melhoria e inovação necessária para uma organização que pretende ser competitiva, independente da sua área de atuação. A presença em políticas públicas consolidadas no país, como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE- Ministério da Educação) e o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT- Ministério do Trabalho), Programas de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, também constituem exemplos que fortalecem a importância social do nutricionista e, conseqüentemente, a sua valorização. E hoje, o vasto campo de atuação permitiu a sua inserção em diversas áreas: nutrição esportiva; o setor hoteleiro; o marketing; gastronomia, a segurança alimentar e nutricional, dentre outras vertentes relacionadas com a prevenção de doença e a melhoria na qualidade de vida. Por meio de uma pesquisa publicada em 2006 pelo Conselho Federal de Nutrição (CFN), foi possível saber o perfil do profissional Nutricionista e qual área profissional está trabalhando. Esta pesquisa foi realizada com 2495 nutricionistas, em todas as áreas de abrangência do Conselho Federal. Os resultados encontrados demonstram que os Nutricionistas na sua maioria são mulheres (96.5%) concentradas nas faixas etárias entre 20 e 40 anos (79.4%). Com relação à formação acadêmica a maioria (56.3%) graduou-se em Instituições Particulares de Ensino Superior, (66.7%) dos profissionais participantes da pesquisa trabalham em capitais e (30.5%) no interior. Estes dados são importantes para a construção de novas políticas acadêmicas, visando atender este cenário. A área de atuação com maior percentual de profissionais concentra-se na área de Nutrição Clínica (43,8%), seguida da Alimentação Coletiva (34,5%), Saúde Coletiva (8,1%), Ensino (7%), Indústria de Alimentos (4%) e Nutrição Esportiva (2,4%). A área com maior índice de expansão é o da Nutrição Esportiva, seguida pela Nutrição Clínica (consultórios, atendimentos personalizados como Home–Care, Personal dieter entre outros). Pela pesquisa, os nutricionistas em geral trabalham em 29 hospitais, academias, clubes esportivos e restaurantes, na sua maioria empresas privadas. De acordo com os dados do Conselho Regional de Nutricionistas-CRN1, área de Jurisdição do Distrito Federal, em 2005, a maioria dos profissionais nutricionistas trabalhava na área de Alimentação Coletiva, seguida da Nutrição Clínica. (Tabela 01). Tabela 01. Área de atuação dos Nutricionistas do Distrito Federal, 2005. ÁREAS DE ATUAÇÃO NÚMERO DE PROFISSIONAIS Alimentação Coletiva 408 Nutrição Clínica 247 Nutrição Clínica/ Alimentação Coletiva 259 Indústria de Alimentos 02 Indústria de Alimentos/Marketing 01 Fonte: CRN1 Portanto, podemos verificar um amplo campo de mercado de trabalho, nas áreas de nutrição esportiva, hotelaria e gastronomia, marketing, ensino, saúde coletiva, indústria de alimentos, entre outras. Segundo a Pesquisa realizada pelo Centro de Excelência em Turismo da Universidade de Brasília - UnB, Brasília é o terceiro pólo Gastronômico do Brasil (CET, 2007). No Distrito Federal, aproximadamente 400 academias foram registradas no Conselho Regional de Educação Física, 7ª Região (Pesquisa CREF-7ª Região, 2007) e 46 hotéis cadastrados no ABIH (Associação Brasiliense da Indústria Hoteleira). Atualmente são 3.229 profissionais inscritos no CRN1- Estados da Federação: Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso e Tocantins, sendo 1648 no Distrito Federal (CRN1, Setembro de 2007). 3.3. DIFERENCIAIS DO CURSO DE NUTRIÇÃO DA UCB A concepção pedagógica que norteia o processo de ensino-aprendizagem do Curso de Nutrição está centrada no discente como sujeito dessa aprendizagem, 30 tendo o docente o papel de agente-facilitador do processo de formação integral e adequada do estudante mediante uma articulação entre ensino, pesquisa e extensão. As importantes funções da universidade (ensino, pesquisa e extensão) são permanentemente enriquecidas e complementadas por uma vasta ação educativa, que envolve os diversos seguimentos da Instituição, propiciando, ao lado do desenvolvimento profissional, o crescimento da pessoa em todas as suas dimensões: social, ética, cultural, afetiva e humanitária. Desta forma, a integração entre o ensino, pesquisa e extensão, de forma indissociável e fundamentada no fazer acadêmico, conduzem mudanças no processo pedagógico por posicionar alunos e professores sujeitos no ato de aprender, ao mesmo tempo em que possibilita uma democratização do saber acadêmico capaz de contribuir na transformação social. Essa integração propõe uma relação com impacto técnico-científico e sócio-pessoal por permitir intensas trocas entre áreas distintas do conhecimento, que, ajustadas ao projeto didático-pedagógico, permitem, a partir da atribuição de créditos, acompanhamento e orientação de um professor-orientador uma facilidade maior na flexibilização da formação discente e na integralização curricular estabelecendo uma relação transformadora. O conceito de saúde vem passando por intensas transformações, principalmente no que diz respeito ao modelo de saúde, vem mudando de um modelo hospitalocentrico, para um modelo assistencial promotor da saúde, preventivo e principalmente contando com a participação popular e a interdisciplinaridade dos diferentes profissionais. Neste sentido, entende-se saúde não como o avesso da doença, mas como a busca do equilíbrio do ser humano e a nutrição se insere no contexto da promoção da saúde por meio de ações que implementem a alimentação saudável na população. A formação do Nutricionista ao longo dos últimos anos vem acompanhando essa mudança e se inserindo neste novo conceito de cuidar em saúde, passando lentamente por transformações e dificuldades, se antes demonstrava um relativo distanciamento da comunidade, ocultando-se aos grandes movimentos sociais e científicos, a busca hoje é para atingir patamares de sustentação social, científica e cultural, de forma a contribuir para melhorar a qualidade de vida do cidadão de forma integrada e globalizada. 31 A capacidade de refletir sobre a importância da definição de prioridades de atuação em Promoção da Saúde possibilita a utilização e apropriação de conhecimentos na construção de estratégias para a organização e fortalecimento da atenção básica, ampliação do acesso, qualificação e reorientação das práticas de ensino integrada em saúde. A formação do Nutricionista deverá atender ao sistema de saúde vigente no País, a atenção integral da saúde no sistema regionalizado e hierarquizado de referência e contra-referência e o trabalho em equipe. Portanto, os conteúdos essenciais para o Curso de Graduação em Nutrição devem estar relacionados com todo o processo saúde-doença do cidadão, da família e da comunidade, integrado à realidade epidemiológica e profissional, proporcionando a integralidade das ações estruturais à formação profissional e intelectual do discente, devendo ser contemplados, segundo as diretrizes curriculares dos Cursos de Graduação em Nutrição (Resolução CNE/CES nº5/2001). Coerentemente com os princípios anteriores, o currículo do curso de Nutrição da UCB permite uma flexibilidade tal que garanta a possibilidade de atualização constante de suas respectivas disciplinas e também a diversificação na formação dos profissionais, atendendo à variabilidade do mercado de trabalho e acompanhando as suas respectivas transformações ao longo dos anos. Finalmente, o currículo do curso de Nutrição da UCB prima pela consistência e pela integração das diferentes disciplinas, propiciando condições para que o aprendizado se dê de maneira gradual e contínua. Isto implica em definir níveis de aprendizagem e em garantir uma seqüência das disciplinas, tanto em termos de pré-requisitos como em termos de encadeamento consecutivo ao longo dos semestres. Para garantir o atendimento aos princípios relacionados anteriormente, existe uma Avaliação Continuada do Curso, coordenada pelo Diretor do curso, composta pelos assessores, e representantes do Centro Acadêmico de Nutrição. Este grupo atua constantemente acompanhando a formação das turmas do curso, apresentando relatórios semestrais com propostas de revisão de ementas, conteúdos programáticos e bibliografias básicas, quando se faz necessário. Além disso, são realizadas reuniões periódicas com os professores do curso, visando garantir a 32 integração das disciplinas e a coerência com os princípios fundamentais que as orientam. 3.4 FORMAS DE ACESSO O estudante ingressa no Curso de sua escolha, por meio de processo seletivo, denominado vestibular, que é realizado em data e horário estabelecidos em edital, amplamente divulgado. A execução técnico-administrativa do concurso vestibular fica a cargo da Fundação Universa – Funiversa, conforme o Oitavo Termo Aditivo ao Acordo de Mútua Cooperação No 80.019/2005, celebrado entre a União Brasiliense de Educação e Cultura – UBEC (Mantenedora da UCB) e a Fundação Universa – Funiversa. Os cursos de Graduação funcionam sob o regime de créditos, com pré-requisitos estabelecidos na Matriz Curricular. Tal regime possibilita ao estudante cursar, a cada semestre, disciplinas que totalizem diferentes quantidades de créditos, a partir do mínimo de 12 créditos. Poderão se inscrever no processo seletivo os candidatos que já tenham concluído ou estejam em fase de conclusão do ensino médio ou equivalente, devendo apresentar obrigatoriamente o documento de conclusão do Ensino Médio no ato da matrícula. O Processo Seletivo consta de dois cadernos de provas sobre os conteúdos dos programas dos ensinos fundamental e médio, sendo 1 (uma) prova de Redação e 4 (quatro) provas objetivas, comuns a todos os candidatos. As provas objetivas constarão de questões de Língua Portuguesa, de Conhecimentos Gerais (Geografia, História e Atualidades), de Matemática e de Ciências (Biologia, Física e Química) para todos os cursos. Será eliminado do Processo Seletivo o candidato que obtiver resultado 0 (zero) ponto em uma ou mais das provas objetivas, e/ou nota menor que 20 (vinte) em Redação (de um total de 100). Na possibilidade de ter vagas ociosas a UCB recebe estudantes advindos de outras IES, desde que estas estejam regularizadas em consonância com a legislação brasileira. Há, na hipótese de vagas ociosas, possibilidade de aceitar candidatos que apresentam desempenho em outros processos seletivos realizados em outras IES, desde que tragam declaração de desempenho com aproveitamento mínimo de 70%, nesse caso, também é possível o ingresso de candidatos que tenham realizados avaliações oficiais, tais como o Exame Nacional do Ensino Médio - ENEM. A UCB como participante do Programa de Governo Universidade para 33 Todos possui vagas reservadas para os candidatos encaminhados pelo MEC habilitados para receberem bolsa PROUNI. 4. ORIENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM 4.1 CONCEPÇÃO DE APRENDIZAGEM Os pressupostos que orientam o processo ensino aprendizagem nos Cursos da Área de Ciências da Vida, coerentes com a Carta de princípios da UCB consideram estudantes e professores sujeitos do processo de construção e reconstrução do conhecimento. Entendendo que a vocação ontológica do indivíduo implica na necessidade do desenvolvimento de suas potencialidades, cabendo ao professor mediar as diferentes possibilidades que o estudante tem para a apropriação do conhecimento. Neste sentido, há um compromisso com a dimensão humana, científica, ética, técnica e social da formação dos estudantes desde a perspectiva de desenvolvimento de competências e habilidades, seleção de conteúdos, organização e planejamento da estrutura curricular, programação das atividades didáticas, passando pela concepção da avaliação. Na concepção pedagógica da área as pessoas não são objetos passivos, trazem consigo conhecimentos prévios, concepções e percepções que devem ser consideradas no processo de aprendizagem. Na medida em que o conhecimento e a ciência não são neutros e não correspondem a verdades absolutas e imutáveis, eles resultam de uma construção coletiva, portanto social e historicamente contextualizada. Para fundamenta-se viabilização na desses criticidade, na pressupostos, valorização a de concepção pedagógica atitudes estratégias e problematizadoras, na inovação, na inserção do estudante na comunidade e no seu papel como protagonista do processo de ensino-aprendizagem, bem como o desenvolvimento desse processo em diferentes cenários, incluindo aqueles mediados pelas novas tecnologias educacionais.5 Estes cenários constituem uma excelente oportunidade de propiciar a aprendizagem contextualizada e integrada às atividades de investigação e de extensão, seja através da iniciação científica, da pesquisa em sala de aula, da participação em projetos, da interação e diálogo com a comunidade. 5 Projeto Pedagógico Institucional 34 Na área da Ciência da Vida os cenários de aprendizagem constituem: • Sala de aula Lugar de encontro e de diálogo entre os sujeitos do conhecimento, espaço para reflexão e formulação, para superação e apropriação de novos conhecimentos; • Laboratório Espaço planejado mais para o desenvolvimento de conhecimentos e habilidades do que para a demonstração prática de teorias, constitui um cenário privilegiado para a incerteza e para o erro como insumos imprescindíveis ao desenvolvimento de uma cultura científica; • Ambientes virtuais de aprendizagem Corresponde à interação professor-estudante para além dos espaços presenciais, possibilitam a complementaridade e ampliação do processo formativo, além de contribuírem para o desenvolvimento de habilidades comunicativas no uso de tecnologias da informação. • Estágio Curricular Supervisionado O estágio supervisionado proporciona ao estudante a oportunidade de vivenciar a prática profissional, conhecer as realidades sociais, aplicar os conhecimentos científicos e desenvolver a capacitação profissional necessária para o ingresso no mercado de trabalho. O objetivo principal deste estágio é proporcionar ao estudante, através de atividades com grau crescente de complexidade e autonomia: a aproximação do futuro cenário de prática profissional, a vivência e problematização da forma de organização social, do modelo assistencial, do trabalho em equipe e das condições de saúde da população, o treinamento em serviço, conduzindo a aplicação dos conhecimentos adquiridos durante o curso, além de desenvolver no estagiário o espírito de equipe e de liderança participativa, considerando os aspectos relevantes nos relacionamentos interpessoais com chefias, funcionários e clientes em uma unidade de saúde. 4.2 PRINCIPIOS DA ÁREA DE NUTRIÇÃO O Nutricionista é um profissional de saúde, legal e tecnicamente habilitado para planejar, organizar, dirigir, supervisionar e avaliar serviços de alimentação e 35 nutrição. Atua na educação nutricional e na assistência à coletividade ou a indivíduos, sadios ou enfermos, em instituições públicas ou privadas, em equipes multidisciplinares, bem como em pesquisa de qualquer natureza relacionada a alimentação e nutrição. Cabe ainda ao profissional a assistência dietoterápica hospitalar, ambulatorial e em consultórios de nutrição e dietética, prescrevendo, planejando, analisando, supervisionando e avaliando dietas para enfermos, contemplando as necessidades sociais da saúde, com ênfase no Sistema Único de Saúde (SUS). Considerando que o objeto de trabalho do profissional nutricionista é o homem (sadio ou enfermo), de forma individual ou coletiva, e o alimento, que fornece os princípios nutricionais necessários à promoção, manutenção ou recuperação da saúde, e a relação entre estes dois elementos, o objetivo do Curso de Nutrição é: Formar bacharel Nutricionista capacitado a atuar, com percepção humanística e crítica da realidade social, econômica, cultural e política, capaz de desenvolver atividade de assistência técnico-científica em todas as áreas em que a alimentação e nutrição se apresentem fundamentais para a promoção, a recuperação da saúde e a prevenção de doenças de indivíduos e/ou grupos populacionais, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida, com a compreensão global do Homem como um Ser bio-psico-social e espiritual; do Alimento, em sua natureza e processo de transformação, e da relação Homem/Alimento/Meio Ambiente. 4.3 INDISSOCIABILIDADE ENTRE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO A graduação deve ser um espaço concreto de articulação entre ensino, pesquisa e extensão, tanto do ponto de vista do rigor científico indispensável para a formação dos jovens de hoje, quanto para a necessária consciência política para essa formação. Do ponto de vista do rigor científico, há uma transferência do eixo didático-pedagógico, de responsabilidade da comunidade docente, dos conteúdos ou do exame de produtos e resultados, estabelecidos na relação entre o ensino e a extensão que conduz a mudanças no processo pedagógico, pois discentes e professores constituem-se em sujeitos do ato de aprender. Ao mesmo tempo em que 36 a extensão possibilita a democratização do saber acadêmico, por meio dela, este saber retorna à universidade, testado e reelaborado. A relação entre pesquisa e extensão ocorre quando a produção do conhecimento é capaz de contribuir para a transformação da sociedade. A extensão, como via de interação entre universidade e sociedade, constitui-se em elemento capaz de operacionalizar a relação entre teoria e prática. Quanto à formação do estudante, propõe-se uma relação com impacto técnico-científico e sociopessoal, fruto da existência de projeto didático-pedagógico com atribuição de créditos acadêmicos, sob orientação e avaliação de docente-tutor, que facilite a flexibilização da formação e a integralização curricular estabelecendo uma relação transformadora entre a universidade e outros setores da sociedade. 4.4. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM As diretrizes orientadoras e disciplinares da prática avaliativa do processo ensino-aprendizagem no âmbito dos Cursos de Graduação da UCB encontram-se estabelecidas no Regimento da Universidade e no documento "Novo Sistema de Avaliação de Aprendizagem para os Cursos de Graduação", com vigência a partir do primeiro semestre de 1999, bem como no Projeto Pedagógico Institucional. Essas diretrizes têm por função precípua assegurar a unidade de ação pedagógica, bem como a coerência com os princípios, concepções e linhas de ação, consoantes com a Carta de Princípios da UCB, instituída em 1998. Destacam-se as seguintes diretrizes: o Promoção da autonomia docente exercida com responsabilidade e ética, tendo como ponto de referência o planejamento de ensino apresentado; o Conscientização de si, do outro e do contexto, favorecendo ao professor e ao estudante condições para que possam posicionar-se ante à realidade, assumindo-a e transformando-a; o Valorização do envolvimento dinâmico entre professor e estudante por meio da auto-avaliação, na perspectiva do autoconhecimento e do autodesenvolvimento; 37 o Respeito aos direitos individuais e coletivos do estudante pelo professor, face à relação que se estabelece entre ambos, na busca do desenvolvimento pessoal do primeiro a partir do processo ensinoaprendizagem; o Valorização de conteúdos significativos para a aquisição produção e desenvolvimento de conhecimentos, competências e habilidades, que conduzam os estudantes ao pleno exercício profissional. Quanto à finalidade, o professor planejará avaliações diagnósticas, formativas e somáticas. Estas se diferenciam conforme o momento em que são aplicadas e seu propósito. A diagnóstica tem como objetivo levantar o estado da arte dos discentes, quanto ao conhecimento do tema abordado, não resultando em nota, mas, em informação relevante para a adequação do plano de ensino à realidade dos estudantes; a formativa se refere às avaliações aplicadas nos períodos intermediários do desenvolvimento da disciplina com o objetivo de verificar o processo de aprendizagem e permitir intervenções e readequações. Por fim, a avaliação somática, que apresenta um caráter certificador, deve incorporar os objetivos das avaliações anteriores e verificar o estágio da aprendizagem produzida no decorrer da disciplina sobre os temas abordados e a consecução pelos alunos dos objetivos de aprendizagem propostos. De acordo com a concepção do processo de ensino-aprendizagem, os projetos pedagógicos dos cursos da área de Ciências da Vida prevêem, conforme a especificidade de cada estratégia de ensino e do desenvolvimento curricular, as seguintes dimensões de avaliação: • Avaliação de Conhecimentos específicos • Avaliação de Habilidades comunicativas • Avaliação de Habilidades psicomotoras • Avaliação da Capacidade de pensar criticamente e resolver problemas • Avaliação da Atitude de auto-aprendizagem • Avaliação do Profissionalismo e postura ética • Avaliação da Interação social, liderança, atitude cooperativa 38 4.5 PAPEL DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA As tecnologias de comunicação estão provocando profundas mudanças em todas as dimensões da sociedade, sejam elas educacionais ou não. Elas vêm colaborando, sem dúvida, para modificar o mundo. Nesse sentido, há um evidente interesse da Universidade Católica de Brasília em aproveitar os benefícios de seu alcance e difusão. Sabendo que as tecnologias viabilizam novas e produtivas metodologias de ensino e que as redes de comunicação permitem o processo ensino e aprendizagem, em tempo real, em qualquer lugar do mundo, o ensino a distância viabiliza a produção compartilhada, a formação de grupos cooperativos e o surgimento do trabalho em grupos. No intuito de agregar as qualidades que tal modalidade de ensino permite e em consonância com a Portaria do MEC 4.059/2004, que autoriza as Universidades a introduzir na organização curricular dos seus cursos 20% de disciplinas semipresenciais, a Universidade Católica de Brasília oferece disciplinas com a mesma carga horária do ensino presencial. Tais disciplinas são acompanhadas por docentes da instituição com vínculo ao curso, desenhando, assim, uma rede de interação semipresencial com os estudantes, a partir da realização de encontros presenciais. Eis a portaria: O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso de suas atribuições, considerando o disposto no art. 81 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e no art. 1o do Decreto no 2.494, de 10 de fevereiro de 1998, resolve: o Art. 1 . As instituições de ensino superior poderão introduzir, na organização pedagógica e curricular de seus cursos superiores reconhecidos, a oferta de disciplinas integrantes do currículo que utilizem modalidade semi-presencial, com base no art. 81 da Lei n. 9.394, de 1.996, e no disposto nesta Portaria. o § 1 . Para fins desta Portaria, caracteriza-se a modalidade semi-presencial como quaisquer atividades didáticas, módulos ou unidades de ensino-aprendizagem centrados na autoaprendizagem e com a mediação de recursos didáticos organizados em diferentes suportes de informação que utilizem tecnologias de comunicação remota. o § 2 . Poderão ser ofertadas as disciplinas referidas no caput, integral ou parcialmente, desde que esta oferta não ultrapasse 20 % (vinte por cento) da carga horária total do curso. 39 o § 3 . As avaliações das disciplinas ofertadas na modalidade referida no caput serão presenciais. o § 4 . A introdução opcional de disciplinas previstas no caput não desobriga a instituição de ensino superior do cumprimento do disposto no art. 47 da Lei no 9.394, de 1996, em cada curso superior reconhecido. o Art. 2 . A oferta das disciplinas previstas no artigo anterior deverá incluir métodos e práticas de ensino-aprendizagem que incorporem o uso integrado de tecnologias de informação e comunicação para a realização dos objetivos pedagógicos, bem como prever encontros presenciais e atividades de tutoria. Parágrafo único. Para os fins desta Portaria, entende-se que a tutoria das disciplinas ofertadas na modalidade semi-presencial implica na existência de docentes qualificados em nível compatível ao previsto no projeto pedagógico do curso, com carga horária específica para os momentos presenciais e os momentos a distância. Tendo em vista o crescente número de alunos matriculados na instituição, com interesses e objetivos diferentes, a UCB procura oferecer maior flexibilidade na composição da grade horária, possibilitando a inserção de disciplinas virtuais em todos os seus currículos para que os estudantes, ao mesmo tempo em que têm a oportunidade de conhecer um pouco do ensino a distância, estejam em contato com as novas ferramentas de comunicação e informação. Dentre as razões indicadas pelos alunos da universidade para realizar tais disciplinas, destacamos: - Maior flexibilidade de estudo no que diz respeito ao tempo e ao espaço; - A vontade de experimentar uma nova modalidade de aprendizagem, reconhecendo-o como oportunidade de atualização; - O reconhecimento de que as disciplinas oferecidas semipresencialmente são uma forma de apoio para a qualidade das estruturas educacionais existentes; - A percepção de que este é um espaço rico em interação e possibilidades de comunicação; - A possibilidade de estudo autônomo. 5 ATORES E FUNÇÕES 5.1 CORPO DISCENTE (ENTRADA, FORMAÇÃO E SAÍDA) De modo coerente com a missão da Universidade o perfil do ingressante é marcado pelos princípios de inclusão e diversidade. Do ponto de vista sócio40 demográfico, de acordo com levantamento da Secretaria Acadêmica, referente aos últimos vestibulares, são, em sua maioria, jovens adultos com predomínio do sexo feminino, recém concluintes do ensino médio, provenientes tanto de escolas públicas quanto privadas, não exercendo atividade profissional remunerada e com renda familiar superior a 4 salários mínimos, residentes, prioritariamente, nas regiões administrativas de Taguatinga, Ceilândia, Guará e Plano Piloto, do Distrito Federal. A formação do estudante da área de Ciências da Vida deve expressar, harmonicamente, a missão da UCB, os princípios fundamentais do Projeto Pedagógico Institucional (PPI), do PDI e das Diretrizes Curriculares para os cursos de graduação da área. Busca-se a formação integral da pessoa humana na sua dimensão espiritual, ética, técnica e de cidadania. Desse modo, é parte fundamental da formação do estudante da área de Ciências da Vida os princípios de: generalidade, interdisciplinaridade, empreendedorismo, educação continuada e responsabilidade social. No exercício cotidiano das atividades do processo de formação dos Cursos de Ciências da Vida, os estudantes deverão assumir um compromisso pessoal com o perfil de: • Conhecer e se apropriar da missão da instituição e seus documentos políticopedagógigos norteadores da educação, através do PPC do seu curso, com o objetivo de participar criticamente da construção do conhecimento; • Reconhecer o ensino superior como importante meio de desenvolvimento pessoal e profissional e, desta forma, priorizar as atividades de formação acadêmica; • Exercitar o senso de cooperação e participação durante as atividades de ensino-aprendizagem, visando o desenvolvimento da habilidade de trabalhar de modo interdisciplinar; • Participar dos processos decisórios de entidades estudantis, buscando inserção nos espaços de formação extra-classe e de representação da categoria, assumindo o compromisso com o ensino de qualidade; • Responsabilizar-se por uma formação contextualizada na realidade brasileira, buscando ser agente de transformação social através de sua graduação, através de uma atuação criativa e ética; 41 • Ser ativo na busca de interação Professor-Estudante, visando ser agente na construção de relações e do conhecimento; • Buscar continuamente o conhecimento, construindo-o de forma autônoma e compreendendo a proposta de educação continuada; • Cuidar das relações estabelecidas no contexto acadêmico, respeitado seus pares, e o patrimônio da UCB destinado ao uso comum e às atividades acadêmicas; • Buscar e favorecer a efetivação da articulação basilar da universidade: o ensino, a pesquisa e a extensão. As competências gerais que o estudante desta área deve expressar ao término de sua formação são: - Atenção à saúde: estar apto a desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, tanto em nível individual quanto coletivo. - Tomada de decisões: ser capaz de tomar decisões relativas às intervenções necessárias e adequadas a cada caso; baseando-se em evidências científicas, culturais, econômicas e sociais. - Comunicação: dominar a comunicação verbal e não verbal, garantindo acessibilidade e confidencialidade das informações. Tal capacidade refere-se não somente às pessoas atendidas, mas também às relações profissionais. - Liderança, interdisciplinar, administração assumindo uma e gerenciamento: posição de trabalhar liderança com em equipe compromisso, responsabilidade, empatia, habilidade, comunicação eficaz e atitudes pró-ativas, pensando no bem-estar da comunidade e na integralidade da atenção à saúde. - Empreendedorismo e inovação: usar criativamente as competências e habilidades adquiridas ao longo da formação na solução de problemas, bem como na capacidade de produção de novos saberes. - Educação Permanente: aprender continuamente, na formação e prática profissional; aprender a aprender com compromisso e responsabilidade social. O Curso de Nutrição da Universidade Católica de Brasília, visa formar um profissional nutricionista com vistas a atender o sistema de saúde vigente e, ainda tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades específicas: 42 I- Aplicar conhecimentos sobre a composição, propriedades e transformações dos alimentos e seu aproveitamento pelo organismo humano na atenção dietética; II - Contribuir para promover, manter e ou recuperar o estado nutricional de indivíduos e grupos populacionais; III - Desenvolver e aplicar métodos e técnicas de ensino em sua área de atuação; IV - Atuar em politicas e programas de educação, segurança e vigilância nutricional, alimentar e sanitária, visando a promoção da saúde em âmbito local, regional e nacional; V- Atuar na formação e execução de programas de educação nutricional; de vigilância nutricional, alimentar e sanitária; VI - Atuar em equipes multiprofissionais de saúde e de terapia nutricional; VII - Avaliar, diagnosticar e acompanhar o estado nutricional; planejar, prescrever, analisar, supervisionar e avaliar dietas e suplementos dietéticos para indivíduos sadios e enfermos; VIII - Planejar, gerenciar e avaliar unidades de alimentação e nutrição, visando a manutenção e/ou melhoria das condições de saúde de coletividades sadias e enfermas; IX - Realizar diagnósticos e intervenções na área de alimentação e nutrição, considerando a influência sócio-cultural e econômica que determina a disponibilidade, consumo e utilização biológica dos alimentos pelo individuo e pela população; X- Atuar em equipes multiprofissionais destinadas a planejar, coordenar, supervisionar, implementar, executar e avaliar atividades na área de alimentação, nutrição e saúde; XI - Reconhecer a saúde como direito e atuar de forma a garantir a integralidade da assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema; XII - Desenvolver atividades de auditoria, assessoria, consultoria na área de alimentação e nutrição; 43 XIII - Atuar em marketing de alimentação e nutrição; XIV - Exercer controle de qualidade dos alimentos em sua área de competência; XV - Desenvolver e avaliar novas fórmulas ou produtos alimentares, visando sua utilização na alimentação humana; XVI - Integrar grupos de pesquisa na área de alimentação e nutrição; e XVII - Investigar e aplicar conhecimentos com visão holística do ser humano, integrando equipes multiprofissionais. 5.2 CORPO DOCENTE E FORMAÇÃO CONTINUADA A formação continuada dos professores da Universidade Católica de Brasília é realizada por meio do Programa de Reconstrução das Práticas Docentes (PRPD). Este programa parte dos pressupostos fundamentais de que o professor não é objeto da formação, mas sujeito do seu processo formativo e de que a docência se dá numa relação dialógica com os estudantes. O programa tem como premissa evitar submeter o professor à lógica do treinamento, instigando-o a assumir a própria prática como objeto de sua curiosidade e elaboração. Como meta final, o programa pretende que o docente consiga articular o projeto pedagógico institucional com os planos de ensino de cada uma de suas disciplinas. Neste sentido, o objetivo do PRPD é realizar um processo formativo que tenha como ponto de partida a experiência docente dos professores, estimulando-os a refletirem e a reconstruírem suas práticas, de modo a contribuir para a consolidação coletiva do perfil docente desejado pela universidade. As atividades realizadas no PRPD articulam momentos presenciais e virtuais com o intuito de potencializar o tempo do professor e aproximá-lo da dinâmica do papel das mídias na educação. Os conteúdos desenvolvidos nestas atividades são: aprendizagem (orientação e avaliação da aprendizagem), diversidade, juventude, cooperação e novas tecnologias educacionais. O programa é composto por três fases. A fase I visa pensar a prática a partir da questão norteadora “Como Ensino”. A fase II tem como objetivo aprofundar a reflexão em torno do fazer docente. Para isto, os professores são instigados a fazer leituras dos autores que pensam a aprendizagem, avaliação e orientação da aprendizagem. A fase III é o momento de elaboração. Após a reflexão sobre o 44 conteúdo da prática e o acesso às teorias, os professores são motivados a elaborar e re-elaborar o seu fazer. O processo descrito acontece em salas de aulas virtuais. Nos momentos presenciais ocorrem oficinas, grupos de trabalho sobre a prática docente, palestras e mesas redondas que aprofundam os conteúdos citados anteriormente. 5.3 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE E COLEGIADOS O Núcleo Docente Estruturante é formado pelo diretor e cinco docentes diretamente engajados nos processos de criação, implementação, avaliação e revisão do Projeto Pedagógico do Curso. Sua composição leva em consideração, além da titulação e do regime de dedicação do docente, o envolvimento do docente com o curso e a representatividade das áreas de formação do curso, conforme Parecer CONSEPE n.º 82/2010 de 24 de agosto de 2010. O NDE é formado por professores altamente qualificados e lotados no Curso de Nutrição que representam as várias áreas de atuação do nutricionista. Professores, esses engajados tanto na elaboração e construção do projeto pedagógico quanto na sua atualização periódica, definindo dessa forma sua concepção e fundamentos assim como na condução dos trabalhos de reestruturação curricular, para aprovação no Colegiado de Curso, sempre que necessário. Também tem como atribuição a supervisão das formas de avaliação e acompanhamento do curso definidas pelo Colegiado e a análise e avaliação dos Planos de Ensino e dos componentes curriculares, com vistas a promover a integração horizontal e vertical do curso, respeitando os eixos estabelecidos pelo projeto pedagógico. O NDE funciona em sessão plenária, com a maioria absoluta de seus membros, reunindo-se ordinariamente 2 (duas) vezes por ano e, extraordinariamente, a qualquer tempo, quando convocado pelo seu Presidente, por sua própria iniciativa ou a requerimento de, no mínimo 1/3 (um terço) de seus membros. Os colegiados são formados por docentes que atuam no curso, independente de sua titulação, formação ou dedicação; e por um representante do corpo discente e um do corpo técnico-administrativo. 45 O Colegiado do Curso de Nutrição corresponde a um fórum conversacional que tem por finalidade promover a racionalização e a otimização dos procedimentos pedagógicos e administrativos, por meio da discussão e deliberação sobre assuntos referentes ao cumprimento da missão, visão de futuro e valores da UCB, bem como do cumprimento das propostas constantes no PPC do curso de nutrição. Composição e funcionamento do Colegiado do Curso A gestão do Curso de Nutrição é realizada de forma participativa e as decisões são tomadas por meio de Colegiado de Curso, cujas atribuições são: (1) conceber e implementar os respectivos projetos pedagógicos; (2) assessorar os diretores de cursos e programas em todos os aspectos acadêmicos, incluindo as decisões relativas à vida escolar dos alunos. Fazem parte do Colegiado o Diretor e Assessores do Curso, professores que ministram aulas no curso e um representante discente do curso (Centro Acadêmico), indicado por seus pares. Tem-se adotado a prática de realizar as reuniões do Colegiado de Curso conjuntamente às reuniões de todos dos docentes, abrindo a possibilidade de um processo de discussão mais amplo na tomada de decisões. As reuniões de docentes ocorrem duas vezes por semestre, segundo o calendário acadêmico da instituição. Reuniões extras são convocadas de acordo com as necessidades. 5.4 PERFIL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO E FORMAÇÃO CONTINUADA Entende-se que o corpo técnico-administrativo da UCB é parte integrante e fundamental na consolidação dos objetivos do Projeto Político Pedagógico dos Cursos de Ciências da Vida da UCB. Assim, o perfil desse educador relaciona-se com: • Criação de uma responsabilidade coletiva, partilhado com todos os atores do processo de formação, expressando essa responsabilização através da colaboração e eficiência no seu fazer. • Compromisso com o desenvolvimento profissional para o bom desempenho das suas atividades na UCB. 46 • Compromisso com a sustentabilidade e conservação do patrimônio da UCB e dos recursos físicos sob sua responsabilidade. • Cuidado no trato e encaminhamento dos processos e trâmites documentais, fornecendo e divulgando informações pertinentes, com respeito ao sigilo e privacidade exigidos. A UCB oferece regularmente cursos que visam à contínua formação de seus funcionários. 5.5 . PERFIL E CAPACITAÇÃO DOS GESTORES O modelo de gestão implementado na UCB busca articular os processos de decisão, viabilização e ação. O modelo se reproduz de forma semelhante em todos os Colegiados e setores acadêmicos e administrativos, cada um desempenhando processos sistêmicos integrados, articulando e organizando ações para a efetivação da missão institucional. Neste modelo os colegiados de curso representam um mecanismo de relevância no processo, pautados nos princípios de confiança, descentralização e co-responsabilidade. A seguir, encontram-se descritos os perfis dos principais atores envolvidos no processo de gestão. O delineamento atual do PPI da UCB conduz a um perfil de gestor que, para além de acompanhar, possa atuar de modo crítico e pró-ativo na condução do grupo de pessoas, do processo de formação e na busca de soluções para os desafios que se apresentam. Isso implica: • Conhecer, apropriar-se e cumprir os parâmetros oficiais da Universidade e do regimento da educação superior no Brasil e fomentar a discussão crítica dos mesmos entre seus pares; • Ter real disponibilidade e dedicação ao curso, representado pelo envolvimento pessoal e profissional no desempenho de suas atribuições; • Estar aberto para discutir propostas, sugestões, questões e problemas trazidos pelos diferentes integrantes do processo de formação e manter, rotineira e planejada, espaços e momentos de discussão dialogada; • Estabelecer trabalho compartilhado com os diretores da área de Ciências da Vida, colegiado do curso, e demais setores da universidade; 47 • Desenvolver processo de acompanhamento e avaliação docente e discente; • Possuir formação, experiência profissional e titulação condizente com as diretrizes institucionais e com as características específicas de cada curso, que permitam o pleno desenvolvimento das suas atribuições; • Conduzir o desenvolvimento do PPC, bem como sua reflexão, atendendo aos interesses da formação institucional e aos preceitos legais, bem como à formação adequada do estudante e à sustentabilidade; • Produzir documentos e ações pedagógicas que expressem a articulação entre as políticas pedagógicas do ensino superior no país e os parâmetros oficiais da UCB – PPI, PDI e PPC. A equipe de apoio à gestão é composta exclusivamente pelos docentes da UCB, a partir de escolha direta dos diretores de curso. De modo geral, o perfil e as atribuições desejadas para esta equipe diz respeito a: • Realizar a supervisão pedagógica, apoiando os docentes no planejamento, implementação e articulação das atividades desenvolvidas nos Espaços de Aprendizagens Prático-Profissionais (EAP’s); • Prestar informações e estabelecer diálogo permanente com as direções de curso de modo a subsidiar as tomadas de decisões relativas à qualificação da formação; • Viabilizar e assegurar o desenvolvimento de projetos de pesquisa e extensão dos cursos e em consonância com a área de Ciências da Vida; • Participar da elaboração da previsão orçamentária; • Zelar pelo bom uso dos recursos financeiros e patrimoniais da instituição; • Zelar pela boa ordem, componente curricular e relacionamento ético indispensáveis ao bom andamento das atividades; • Zelar pelo cumprimento das resoluções dos Conselhos Federais da legislação vigente sobre as atividades profissionais e de estagiários nos EAP’s; • Zelar pela permanente integração e consonância do funcionamento do EAP’s com as diretrizes previstas nos Projetos Pedagógicos dos Cursos, no âmbito da formação acadêmica, das atividades extensionistas, dos estágios e dos projetos de pesquisa realizados; 48 • Elaborar relatórios das atividades desenvolvidas de modo a permitir acompanhamento e avaliação das mesmas. 5.6 PROCESSO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Comissão Própria de Avaliação - CPA/UCB A Comissão Própria de Avaliação – CPA é um conselho consultivo, com participação de membros da comunidade externa e interna da instituição, criada pela Portaria UCB nº 154/04, de 27/05/2004. De acordo com o disposto no art.11 da Lei 10.861/04, cada instituição deve constituir uma CPA com as funções de coordenar e articular o seu processo interno de avaliação e disponibilizar informações. A Autoavaliação Institucional é um processo permanente de construção e formação, por isso abrange diferentes dimensões e agentes. Deve ser uma construção coletiva dos sujeitos que integram a universidade buscando o aperfeiçoamento de práticas. As informações referentes à CPA/UCB e as autoavaliações podem ser obtidas através do site http://www.cpa.ucb.br/. O processo de autoavaliação da Universidade está consolidado desde 1996, antes mesmo da criação da CPA/UCB, e aborda as seguintes categorias: a) avaliação do projeto institucional; b) avaliação do ensino; c) avaliação dos cursos; d) avaliação do contexto social e do processo seletivo; e) avaliação da extensão; f) avaliação da pesquisa; g) avaliação setorial e de gestão; h) avaliação da educação a distância; i) outras avaliações. As especificidades de cada avaliação estão explicitadas no Programa de Autoavaliação Institucional – PAIUCB. Esse processo de autoavaliação ou de avaliação interna, está fundamentado em parâmetros que partem da avaliação da aprendizagem dos cursos na Universidade, chegando à particularidade da avaliação do desempenho dos serviços de apoio. As avaliações empreendidas são referenciadas pelo programa institucional e têm uma função predominantemente diagnóstica/formativa, representando a possibilidade de ampliar o autoconhecimento, corrigindo os rumos e os meios para atingir os objetivos propostos. 49 Nesse sentido toda a comunidade acadêmica - Alta Gestão, Direções de Curso, Núcleo Docente Estruturante, docentes, discentes e a equipe de Avaliação Institucional - participam do processo da avaliação institucional. No que se refere aos Cursos da Graduação, a avaliação é realizada semestralmente, com a participação de professores e estudantes, onde são avaliadas as condições de desenvolvimento das habilidades e competências previstas nos objetivos dos cursos e nos Projetos Pedagógicos dos Cursos – PPC. São realizados diagnósticos do ensino/aprendizagem – de periodicidade semestral, que avaliam a qualidade do ensino e de aprendizagem desenvolvida em sala de aula, e o comportamento acadêmico de docentes e discentes, por meio de aplicação de questionário. A avaliação tem por objetivo melhorar a qualidade do ensino, proporcionando “feedback” aos professores e estudantes sobre seus desempenhos em sala de aula e identificar pontos críticos relacionados ao processo educativo. A pesquisa também diagnostica as condições da estrutura necessária ao ensino e analisa as condições de vida acadêmica no Campus. A autoavaliação é realizada através de aplicação de questionário de coleta de dados online, envolvendo docentes e discentes. Os problemas identificados são encaminhados aos colegiados dos cursos e aos demais setores da instituição para busca de melhorias e soluções adequadas. Por ser um trabalho de construção coletiva, os dados colhidos no processo de autoavaliação são discutidos pela CPA/UCB e os resultados são direcionados aos setores competentes. Neste sentido, as avaliações obtidas dos cursos de graduação são encaminhados para o Núcleo Docente Estruturante e Conselho do Curso para servir de parâmetros para a tomada de decisão pela gestão do curso. Os professores, igualmente, recebem avaliação feita pelos estudantes e podem realizar uma autoavaliação sobre seu desempenho no ensino, buscando estratégias particulares para a melhoria de desempenho. 6 RECURSOS 6.1 INSTITUCIONAIS A UCB privilegia o compartilhamento de recursos e caminha para a implementação, em todas as áreas de conhecimento, de laboratórios multiuso, que 50 se destacam pela baixa ociosidade, maior sustentabilidade e pelo estímulo ao ensino, à pesquisa e à extensão, realizados conjuntamente na mesma área e em áreas afins. A política de fomento e manutenção dos laboratórios da UCB consolidase por meio de uma Comissão de Investimentos, composta por membros de todas as áreas, além de técnicos e especialistas e tem por objetivo planejar, no período de quatro anos, os investimentos da Universidade, a fim de manter os laboratórios em excelente estado de uso e substituir os equipamentos necessários. Esta comissão unifica procedimentos para a compra e reposição de peças e maquinário. O Sistema de Bibliotecas - SIBI é um órgão suplementar diretamente subordinado a Reitoria da Universidade Católica de Brasília - UCB. O SIBI-UCB, objetiva oferecer à comunidade universitária serviços de informação e biblioteca, necessários ao desenvolvimento dos programas de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade. O SIBI é constituído pela Biblioteca Central (BC), Biblioteca Setorial da PósGraduação (BPG) e Posto de Atendimento na Unidade Asa Sul, sendo o órgão responsável pelo planejamento global, gestão de pessoal e de recursos financeiros destinados à constituição e desenvolvimento do acervo bibliográfico, pela definição de padrões e procedimentos operacionais das bibliotecas e postos de atendimento e pela representação da UCB em fóruns, redes e programas cooperativos de bibliotecas e informação. A Biblioteca Central executa de forma centralizada para todo o Sistema de Bibliotecas as atividades técnicas e administrativas para a formação, desenvolvimento, processamento das coleções e a manutenção da base de dados do acervo. O atendimento ao usuário é feito pela Biblioteca Central, Biblioteca Setorial da Pós-Graduação e pelo Posto de Atendimento. A Biblioteca Central localiza-se no Campus I, de Taguatinga e oferece um total de 525 lugares para usuários, dos quais 147 módulos para estudo individual e uma cabine de estudos, com conexão à Internet, para uso dos alunos de pósgraduação. A Biblioteca Central dispõe ainda de 18 cabines para estudo em grupo, com capacidade para seis usuários por cabine (96 usuários ao todo) e uma sala para estudo em grupo com 20 mesas de até 6 lugares, com capacidade total de até 96 usuários simultâneos. Uma sala especial de uso exclusivo de docentes funciona com mesa para estudo em grupo com capacidade para até 12 pessoas. Dispõe de uma 51 sala de 55 m2 com capacidade para 50 lugares, destinada à projeção de vídeos e realização de treinamentos de grupos. A Biblioteca Setorial de Pós-Graduação é localizada no Campus II, Asa Norte. possui um total de 50 lugares, dos quais 12 são módulos para estudo individual. A Biblioteca Setorial da Pós-Graduação possui quatro cabines de estudo em grupo, que abrigam um total de 38 usuários. O Posto de Atendimento do Campus Avançado Asa Sul é localizado no Campus Avançado Asa Sul, para atendimento aos cursos de Direito, Educação Física e Análise de Sistemas. O acervo disponível é de 575 títulos e 1425 volumes, considerando que esta unidade atende somente a 3 cursos a quantidade de lugares destinados aos usuários são de 20 assentos num total de 55m2 de área. O Sistema de Bibliotecas (SIBI), oferta aos seus usuários os seguintes serviços: • Empréstimo domiciliar de livros, periódicos, folhetos e outros materiais; • Comutação bibliográfica; • Pesquisa bibliográfica; • Treinamento em bases de dados e Portal de Periódicos Capes; • Acesso ao catálogo on-line da biblioteca (para consulta, renovação e reserva); • Acesso ao Portal de Periódicos Capes; • Orientação para normalização de trabalhos acadêmicos (ABNT); • Elaboração de fichas catalográficas. Acervo O acervo total é constituído de 84.188 títulos e 250.089 volumes, distribuídos em obras do Acervo Geral, Coleção de Periódicos, Coleção de Materiais Especiais. O Acervo Geral é formado por livros, anais de eventos, teses, dissertações, folhetos e obras de referência. A Coleção de Periódicos é formada por títulos de periódicos científicos, jornais e revistas nacionais e estrangeiras, impressas e eletrônicas. A Coleção de Materiais Especiais é constituída de fitas VHS, obras em CD-ROM e DVD, disquetes e mapas. 52 A distribuição do acervo por área do conhecimento e por tipo de material pode ser vista a seguir: Tabela 1: Acervo total, por área do conhecimento, 2010. Área Títulos Volumes Ciências Exatas, da Terra 5.611 21.952 Ciências Biológicas 1.875 7.452 Engenharias 1.740 5.634 Ciências da Saúde 6.685 32.708 Ciências Agrárias 581 2.067 Ciências Sociais Aplicadas 28.102 89.754 Ciências Humanas 26.159 61.461 Lingüística, Letras e Artes 12.586 25.609 850 3.452 84.188 250.089 Outros Total Fonte: Sistema Pergamum, abril/2010 Tabela 2: Acervo total, por área do conhecimento e tipo de material, 2010. Áreas CNPq Livros Periódico Vídeos Materiais Total Especiais Tít. Vol. Tít. Vol. Tít. Vol. Tít. Vol. Tít. Vol. 5.275 15.536 210 6.174 113 226 13 16 5.611 21.952 1.746 5.115 89 2.258 31 70 9 9 1.875 7.452 Engenharias 1.623 2.964 66 2.588 49 80 2 2 1.740 5.634 5.971 19.277 506 13.051 197 364 11 16 6.685 32.708 524 885 33 1.148 22 27 2 7 581 2.067 819 23.993 536 975 20 29 Ciências Exatas, da Terra Ciências Biológicas Ciências da Saúde Ciências Agrárias Ciências Sociais 26.726 64.757 28.102 89.754 53 Aplicadas Ciências Humanas 25.252 45.535 599 15.475 297 434 11 17 26.159 61.461 12.229 23.206 126 2.092 206 279 25 32 12.586 25.609 19 1.856 31 46 7 8 Lingüística, Letras e Artes Outros Total 793 1.542 850 3.452 80.524 179.389 2.467 68.635 1.482 2.501 100 136 84.188 250.089 Fonte: Sistema Pergamum, Abril/2010 A coleção é complementada pelo acesso ao Portal de Periódicos da Capes, que disponibiliza atualmente mais de 15.000 títulos de editores nacionais e internacionais. Os alunos, docentes e funcionários da UCB têm acesso gratuito às mais de 90 bases de dados referenciais e com resumos em todas as áreas do conhecimento, disponíveis no Portal. Oferece também uma seleção de importantes fontes de informação acadêmica com acesso gratuito na Internet. O SIBI mantém também a assinatura dos seguintes jornais e revistas: • Jornais Diários: Correio Brasiliense; Valor Econômico; Folha de São Paulo; • Revistas de caráter informativo geral: Isto É; Isto É Dinheiro; Veja; Época e outras. O Serviço de Orientação Inclusiva (SOI), projeto vinculado à Diretoria de Programas de Pastoral da Pró-Reitoria de Extensão – UCB, tem como intuito implementar uma política de inclusão de pessoas com deficiência na Universidade, desenvolvendo ações continuadas de acompanhamento aos estudantes e colaboradores com deficiência e orientando professores, estudantes e demais setores da instituição quanto à construção de atitudes pedagógicas e cooperativas que favoreçam as condições de acesso e permanência desse público no contexto acadêmico e profissional. É um projeto que responde ao desafio de orientar a instituição nas adaptações inclusivas e promoção de acessibilidade, realizando levantamentos de 54 infra-estrutura, perfil dos estudantes com deficiência e intervindo em situações que prejudicam a mobilidade e comunicação dessas pessoas. Além disso, o SOI desenvolve diariamente serviços de apoio aos estudantes com deficiência, com adaptações de materiais, apoio como ledor e escrevente, apoio de tradutorintérprete de LIBRAS, guia para cegos, orientação profissional e divulgação sobre oportunidades nos cursos de graduação, cursos de extensão e outras informações da Universidade. A Unidade de Assessoria Didático-Administrativo (UADA) é o órgão encarregado de fornecer suporte administrativo aos colegiados de área de conhecimento, diretorias de cursos e programas, espaços de aprendizagens práticas e demais setores de apoio ao ensino de graduação, e de gerenciar os espaços administrativos e acadêmicos da Universidade Católica de Brasília. A UADA pauta suas ações a partir das informações geradas pelos indicadores de resultados obtidos mensalmente, pela Seção de Informação e Análise (SAI). Nesse sentido, compete à UADA, entre outras atribuições, assessorar a PRG e Reitoria com relatórios e pareceres com informações pertinentes ao gerenciamento de espaço, para acompanhamento e tomada de decisões, bem como Monitoramento dos Relatórios de Atividades e Indicadores de Resultados das Seções. A UADA coordena ainda as seguintes supervisões: • Supervisão de Espaços de Aprendizagem Prático-Profissionais – EAPs. Os EAPs são ambientes que propiciam aos discentes oportunidades de realizar experimentos, treinamentos, observações e análises científicas, de modo a consolidar a sua aprendizagem, articulando teoria e prática. Os EAPs atualmente são constituídos por 124 laboratórios acadêmicos e 30 laboratórios de informática. • Supervisão de Apoio ao Professor – SAP. Encarregada de supervisionar e coordenar os trabalhos desenvolvidos nos diversos setores de atendimento localizados em cada bloco do Campus I e Campus II, A SAP supervisiona também a utilização das salas de aula equipadas com projetor de multimídia, sistema de som, tela de 55 projeção e computador com acesso a internet, e demais espaços destinados a atividades acadêmicas dos professores. • Supervisão UCB Serviços: Unidade de negócio que visa à normatização e unificação dos procedimentos sobre a prestação de serviço da Universidade Católica de Brasília A Unidade de Assessoria Didático-Educacional - UADE - é uma assessoria pedagógico-acadêmica da Pró-Reitoria de Graduação. Confere a esta Unidade a realização de estudos relativos à Educação Superior e o acompanhamento da gestão acadêmica dos cursos de Graduação. Nesse sentido, acrescenta-se às atribuições desta o acompanhamento e orientação da previsão e execução orçamentária dos cursos, a supervisão e lançamento de carga horária docente, o acompanhamento de estágio supervisionado obrigatório e monitoria e o acompanhamento e implementação de PPCs por intermédio da Câmara de Graduação, conforme legislação vigente. A UADE se envolve ainda com informações relativas à avaliação de desempenho docente, à formação pedagógica dos docentes que atuam na graduação, ao exame – interno e externo - de desempenho dos estudantes, bem como o monitoramento do desempenho dos cursos. Realiza, também, o acompanhamento na implementação da disciplina de Introdução à Educação Superior que compõe, a partir do 1º semestre de 2010, os currículos de todos os cursos de Graduação presenciais da UCB e das demais ações que compõem o Programa de Melhoria da Formação Básica. Os dados e informações gerados e manuseados, em articulação com a Secretaria Acadêmica, a Diretoria de Desenvolvimento, o Recursos Humanos, a Gestão de Pessoas e a Controladoria, constituem base fundamental para o serviço diferenciado que a UADE presta à Pró-Reitoria e aos gestores de cursos, especialmente no que se refere à melhoria do acompanhamento ao desempenho do professor e qualidade da interação entre docente e discente. Com o intuito de favorecer o ambiente universitário de diálogo e convívio entre várias carreiras, a UCB estimula a oferta de disciplinas comuns a vários cursos, entendendo que este é um caminho importante para a sustentabilidade e também para uma formação interdisciplinar do egresso. Neste sentido, são eles: laboratórios 56 de anatomia, laboratório de biologia celular e molecular, laboratório de cirurgia e fisiologia experimental, laboratório de histologia e embriologia, laboratório de microbiologia, laboratório de patologia, laboratório de parasitologia e laboratórios de química. Esses espaços são bem equipados e atendem as particularidades de cada disciplina. Nestes temos profissionais habilitados para fornecer suporte técnico às atividades práticas de ensino, pesquisa e extensão. 6.2 ESPECIFICOS O curso de Nutrição oferece laboratórios para prática de ensinoaprendizagem (pesquisa, ensino e extensão) aos seus estudantes, bem como para os de outras áreas de graduação e de pós-graduação da UCB e/ou instituições conveniadas. Para cada laboratório há um docente coordenador, lotado no curso de nutrição e técnicos de laboratório habilitados e capacitados para o desempenho de suas atividades. O curso conta com os seguintes laboratórios: Laboratório de Ciência e Tecnologia dos Alimentos Atividade de ensino: São lecionadas as aulas práticas de Fundamentos de Ciência dos Alimentos, onde os estudantes realizam as determinações bromatológicas como: teor de unidade, cinzas, proteínas, gorduras, fibras, análises do leite e práticas sobre tecnologia de fermentações. Atividades de pesquisa: o Laboratório foi implementado visando atividades de pesquisa e dispõe de equipamentos de alta performance, tais que: sistemas para eletroforese de proteínas, cromatógrafos líquidos de alta pressão, espectrofotômetros adaptados à cinética enzimática, centrífugas de alta velocidade refrigeradas, liofilizadores e outros. Atividades de extensão: Um dos pontos importantes do laboratório é sua capacidade para atender às demandas da comunidade e particularmente das empresas agro-alimentícias do DF. Prestação de serviço e programas de pesquisa aplicada está sendo oferecido para a comunidade. Em todas as atividades de extensão e de pesquisa, estudantes do curso de nutrição estão sendo envolvidos, seja como voluntários ou beneficiários de bolsas (IC, CNPq, Empresa). 57 Esse laboratório atende às aulas práticas de Fundamentos da Ciência dos Alimentos e Tecnologia dos Alimentos. Realizam-se quantificações dos teores de umidade, cinzas, proteínas, gorduras, fibras, análise do leite e práticas sobre tecnologia de fermentações. Também são executadas as práticas do curso de especialização “Tecnologia e Qualidade de Alimentos”. Laboratório de Microbiologia e Higiene de Alimentos Atividades de ensino: são lecionadas as aulas de microbiologia e as aulas de higiene de alimentos. As aulas de microbiologia são lecionadas para os cursos de biologia, nutrição, odontologia e medicina. As aulas de higiene de alimentos são lecionadas para o curso de nutrição. Atividades de extensão: Um dos pontos importantes do laboratório é sua capacidade para atender às demandas da comunidade e particularmente das empresas agro-alimentícias do DF. Atividade de pesquisa: o Laboratório dispõe de equipamentos para realização de pesquisas. Consolidação de informações e projetos de pesquisa em parceria com a biotecnologia está sendo montada. Em todas as atividades de extensão e de pesquisa, estudantes do Curso de Nutrição estão sendo envolvidos, seja como voluntários ou beneficiados de bolsas. O laboratório atende às aulas de Microbiologia nos cursos de Nutrição, Biologia, Odontologia e Medicina. Além de aulas práticas do componente curricular Higiene dos Alimentos e do Curso de Especialização “Tecnologia e Qualidade de Alimentos”. São realizadas análises microbiológicas de alimentos sob a forma de prestação de serviços. Laboratório de Técnica Dietética O laboratório de Técnica Dietética é utilizado para as práticas culinárias do componente curricular Técnica Dietética I e II, Gastronomia, entre outras práticas oferecidas pelo Curso de Nutrição, além de atender aos TCCs (trabalhos de conclusão de curso).As atividades docentes do laboratório englobam pré-preparo e preparo de alimentos, apresentando as modificações físico-químicas que sofrem após submetidos à cocção. 58 Esse laboratório também é utilizado para atividades de extensão, tais como educação nutricional ensinando como aproveitar melhor os alimentos, assim como cursos culinários para a comunidade interna e externa da UCB. Laboratório de análise sensorial Atividades de Graduação e pesquisa: O laboratório servirá para as análises sensoriais dos alimentos, em cabines próprias, proporcionando ao estudante de nutrição e outros cursos afins, um aprendizado no desenvolvimento de novos produtos, reformulação dos produtos já estabelecidos no mercado, estudo de vida de prateleira (shelf life), determinação das diferenças e similaridades apresentadas entre produtos concorrentes, identificação das preferências dos consumidores por um determinado produto e, finalmente, para a otimização e melhoria da qualidade. Atividades de Extensão: Além de atender a aulas práticas e projetos de pesquisa, um dos objetivos do Laboratório de Análise Sensorial é a prestação de serviços às indústrias de alimentos do DF, proporcionando resultados fidedignos quanto ao perfil sensorial e o grau de aceitabilidade de seus produtos, além da definição do perfil de seus consumidores. Clínica Escola de Nutrição – CEN Atividades de Graduação: Na Clínica Escola, são lecionadas as aulas práticas dos componentes curriculares que utilizam os instrumentos para avaliação nutricional dos indivíduos. Esta Clínica está equipada com os mais modernos equipamentos de antropometria e aparelhos para dosagens capilares de glicemia, triglicerídeos e colesterol total, além de dosagem sérica da hemoglobina e hematócrito. Atividades de extensão: O CEN tem caráter acadêmico, pesquisa e social, visa à inserção do estudante do curso de Nutrição no campo do atendimento nas diversas áreas da Nutrição Clínica, como Nutrição Infantil, Nutrição para o Atleta, Nutrição para a Gestante, Nutrição de idosos, Nutrição para Distúrbios Metabólicos, Nutrição para a comunidade sadia, e atendimento aos funcionários da UCB em parceria com programas da Pró-Reitoria de extensão 59 O CEN realiza avaliação do estado nutricional de crianças, adultos, gestantes, nutrizes e idosos. Conta com diversos programas de computador para análise de dietas e avaliação da composição corporal. Neste local são realizadas as aulas práticas das disciplinas: Avaliação Nutricional, Nutrição na 3ª Idade, Fundamentos da Nutrição, de Nutrição Aplicada à Atividade Física, Nutrição Materno Infantil e Adolescente, Tópicos Avançados em Nutrição, além da unidade curricular denominada Promoção da Saúde da Criança , ministrada pelo curso de Medicina, além do Estágio Supervisionado em Nutrição Social e atividades extracurriculares. 7. MATRIZ CURRICULAR 7.1. FLUXO DAS DISCIPLINAS E ESTRUTURA DA MATRIZ O currículo do Curso de Nutrição da Universidade Católica de Brasília, em uma proposta inovadora, oferece aos estudantes conteúdos estabelecidos pelas Diretrizes Curriculares para o curso de nutrição, aliando a teoria-prática em todo o tempo de formação do profissional contemplando aspectos importantes na formação do profissional, entre eles: • Aspecto de formação humana: agrupam conteúdos capazes de estruturar a personalidade do profissional e sua formação ética e para a cidadania, capacitando-o para o mercado em que atuará e para outras necessidades que ainda não são demandadas; • Aspecto da formação profissional: composto por conteúdos que dão base para conferir capacidade acadêmica/profissional. Coerência do currículo com os objetivos do curso Com o propósito de alcançar os objetivos propostos para o Curso de Nutrição da UCB foram definidas quatro grandes unidades que delineiam o caminho a ser seguido pelo aluno numa proposta de formação contínua e integradora. A primeira Unidade - Unidade Educacional de Saúde Comunitária - tem como finalidade a identificação das necessidades da comunidade e dos indivíduos 60 em particular no cenário em que estão inseridos, de forma a facilitar a visualização de uma situação num contexto real, impõe, portanto, a compreensão precoce das circunstâncias ambientais, sócio-culturais e econômicas das quais emergem as condições de saúde e seus agravos. Propiciando ao estudante uma visão holística, a mais próxima possível do processo saúde/doença, o que ocorre e como ocorre no seio da família e da comunidade, valorizando-se as ações de promoção e prevenção, tanto quanto as de recuperação e de reabilitação. E a necessidade de identificar situações procurando reunir esforços, para um ensino que busque o equilíbrio de conhecimentos e habilidades, imerso em amplo marco de atitudes e valores humanos num contexto biopsicossocial. Esta unidade está constituída dos componentes curriculares afins e de suporte teórico-metodológico, mas principalmente, organizada de forma a possibilitar o desenvolvimento da aprendizagem do nosso estudante em um cenário de interação com a comunidade, espaço e oportunidade para o levantamento de problemas, onde tanto a pesquisa como a extensão se integra com o ensino em um só propósito: a problematização e o diálogo. Partindo da premissa que a aprendizagem pode ser entendida como processo de construção de conhecimento em que o estudante edifica suas relações e comportamentos que vão sendo construídos ou reconstruídos nas interações com a sociedade. Na Segunda Unidade – Unidade Educacional Modular em Saúde - o estudante terá oportunidade de conhecer as bases epistemológicas, as áreas básicas de conhecimento da área de Ciências da Vida e seus respectivos fundamentos teóricos, bem como as áreas de interface. Esses conhecimentos são de importância peculiar para área e vem subsidiar as áreas que se sucedem no sentido de melhor instrumentalizar o aluno à realização de atividades nas diferentes áreas de investigação e intervenção. Desta forma, entenda-se, o conjunto de componentes curriculares que contribuirão para a formação humana do nosso estudante, sendo a marca, o perfil permeado pela missão, pelos princípios e pelos valores éticos e espirituais da nossa instituição, que formam a base para dizermos que formamos mais do que profissionais tecnicamente qualificados. Além do conjunto de conhecimentos, organizados em ciclos que permitem a formação de uma cultura científica na compreensão e abordagem da vida e dos processos relacionados aos ciclos de 61 desenvolvimento humano, desde a sua dimensão biológica até as formas de organização social e histórica. Na terceira Unidade – Unidade Educacional de Formação Humanística e Institucional - o objetivo é contribuir para a formação humana do corpo discente, por meio de conteúdos de ensino, pesquisa e extensão, que favoreçam a reflexão dos estudantes sensibilizando-os para uma visão crítica, solidária, transformadora e comprometida com a realidade brasileira. Assim, possibilitar aos estudantes maior abertura ao diálogo inter-religioso, construindo atitudes de respeito e acolhimento da diversidade, permeando e influenciando o ambiente onde vivem com uma nova visão baseada na cultura da paz e da solidariedade. Finalmente a quarta Unidade – Unidade Educacional de Atividades Práticas - permitirá aos estudantes a utilização de seus instrumentos teóricos e práticos na atuação específica de sua formação, por meio de componentes curriculares de intervenção, que permitirão ao discente a realização de atividades nas diferentes áreas de investigação e intervenção, bem como para a compreensão e conhecimento dos diferentes modelos, técnicas, métodos, procedimentos e instrumentos de investigação e diagnóstico. Para cada uma destas unidades, a formação do estudante deve organizar-se em ciclos que atenderão a componentes curriculares articulados no sentido de proporcionar o aproveitamento máximo do curso e formação integral ao aluno. Dessa forma, se pretende situar a formação como um projeto educativo que extrapola a educação para o domínio técnico-científico da profissão e se estende pelos aspectos estruturantes de relações e de práticas em todos os componentes de interesse ou relevância social que contribuam à elevação da qualidade de saúde da população, tanto no enfrentamento dos aspectos epidemiológicos do processo saúde-doença quanto nos aspectos de organização da gestão setorial e estruturação do cuidado à saúde. Assentado sobre o desafio da gestão pública do setor da saúde, de ordenar políticas de formação, como prevê a Constituição Nacional do Brasil. Este processo está estruturado a partir de 3 eixos, a saber: 1) Integração 2) Inserção na comunidade 62 3) Humanização São estes eixos estruturantes, constituídos na perspectiva das suas dimensões epistemológicas que darão sentido à organização dos componentes curriculares. As dimensões epistemológicas expressam na organização do currículo nossa percepção e intencionalidade de mediação entre os sujeitos e objetos do conhecimento no processo de ensino-aprendizagem que visa o desenvolvimento integral assentado em: a) uma dimensão biológica na abordagem do indivíduo; b) uma dimensão social referente ao sujeito coletivo em interação com o meio e expressão do processo saúde-doença e; c) uma dimensão integradora das outras duas dimensões, uma interface que busca uma compreensão e uma abordagem mais totalizante do ser nas suas complexidades. Evidenciando uma permanente necessidade de articulação efetiva entre referências teóricas e práticas devidamente assimiladas e desenvolvidas, num processo dialético científico extremamente fecundo e enriquecedor. A partir das Unidades Educacionais definidas a estrutura da organização curricular se dá a partir de ciclos que contemplam componentes curriculares específicos. Nesse sentido, o Curso de Nutrição da Universidade Católica de Brasília esta estruturada em sistema de créditos por disciplina, distribuídos ao longo de 08 (oito) semestres 63 Autorização do Curso: Resolução Nº27/97 de 5 de dezembro de 1997 Novo Projeto Pedagógico e Matriz Curricular: Resolução CONSEPE Nº84/2007 de 22 de novembro de 2007 Componentes curriculares Pré- Req. CRs Carga Horária . Sem Nº Código 1o 2º 3 o Nome Teórica lab 30 Prat Total 01 G00203 Citologia e Histologia - 04 30 60 02 G00016 Introdução a educação Superior - 08 120 03 G00201 Anatomia - 04 30 30 60 04 G00202 Bioquímica - 04 45 15 60 05 G19001 Fundamentos da Nutrição - 02 45 15 60 06 G00213 Saúde e sociedade - 04 45 15 60 26 315 75 30 420 15 120 07 G19005 Nutrição e Metabolismo 02-04-05 02 45 60 08 G00215 Saúde nos Ciclos da Vida 02-06 02 30 30 09 G00207 Genética 01-02-04 04 60 60 10 G00206 Fisiologia 01-02-03-04 04 45 11 G00204 Embriologia 02-03 02 30 30 12 G00003 Ética 02 04 60 60 13 G19006 Fundamento da Ciência dos Alimentos 02-05 04 45 14 G00002 Antropologia da Religião - 04 60 26 375 15 60 15 60 60 45 420 15 G19002 Nutrição Básica 07 04 45 15 60 16 G00214 Vigilância em Saúde 08 04 45 15 60 17 G00211 Patologia 10 04 30 30 60 18 G00210 Parasitologia 01-04 04 30 30 60 19 G00208 Imunologia 04-09 04 45 15 60 20 G00209 Microbiologia 01-04 04 45 15 60 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição 21 4 5 o o 6º 05-13 02 30 30 26 270 120 60 30 420 22 G19007 Técnica Dietética I 05 04 30 30 60 23 G19011 Farmacologia 07 04 45 15 60 24 G19009 Nutrição Humana 15 02 30 25 G19010 Avaliação Nutricional 15 04 25 35 60 26 G19003 Microbiologia e Higiene dos Alimentos 20 04 45 15 60 27 G19008 Educação Nutricional 05 04 45 15 60 28 G19006 Tecnologia dos Alimentos 21 04 45 15 60 26 265 60 420 30 95 60 29 G19012 Nutrição Materno-Infantil e do adolescente 24-25 04 25 35 60 30 G19017 Nutrição na Terceira Idade 24-25 04 45 15 60 31 G19014 Técnica Dietética II 22 04 30 32 G19015 Fisiopatologia e Dietoterapia I 24-25-27 06 60 30 90 33 G19013 Nutrição em Saúde Coletiva 24-25-28 04 45 15 60 34 G19018 Fitoterapia da Nutrição 23-24 02 45 15 60 35 G19022 Nutrição Clínica Funcional 23-24 02 15 15 30 26 265 30 125 420 15 15 60 30 60 36 G19023 Nutrição Aplicada à Atividade Física 24-25 04 30 37 G19019 Fisiopatologia e Dietoterapia II 27-33 06 60 30 90 38 G19020 Gestão em Unidades de Alimentação e Nutrição 32 04 45 15 60 39 G00008 Ètica e Legislação profissional 05-12 02 30 24-36 04 60 30 90 40 7º. G19036 Gastronomia Nutrição e estética 30 41 G00216 Planejamento e Gestão em saúde 16 04 45 15 60 42 G19016 Planejamento de Cardápio 32 02 15 15 30 26 285 120 420 15 43 G19026 Estágio Sup. Nutrição em saúde Coletiva 33-34-40 10 150 150 44 G19025 Estágio Sup. Nutrição aplicada à Atividade 33-37-40 10 150 150 38-42 04 60 24 60 Física 45 8º G00403 Empreendedorismo e Consultoria Nutricional 46 G19027 Estágio Sup.em AUAN 47 G19028 Estágio Sup. em Nutrição Clínica 60 300 360 39-40-44 10 150 150 38-40 10 150 150 65 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição 48 49 Optativa 04 G19029 Trabalho de Conlusão de Curso-TCC 45-46-47 60 60 02 26 30 60 30 330 390 65 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 206 CARGA HORARIA TOTAL 1895 380 995 3335 7.2 EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS Componentes Curriculares Disciplinas Créditos Carga horária Semestre Saúde e Sociedade 04 60 1º Vigilância em Saúde 04 60 3º Saúde nos Ciclos da Vida 02 60 2º Descrição das Disciplinas SAUDE E SOCIEDADE EMENTA: A Saúde Pública no Brasil e no mundo: história e características. A saúde na sociedade como campo de conhecimento interdisciplinar. As políticas públicas de promoção de Saúde no Brasil: Segundo preceitos constitucionais e paradigmas legais. Introdução ao Sistema Único de Saúde (SUS) e à Atenção Básica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1.FALEIROS, V. P. A construção do SUS: histórias da reforma sanitária e do processo participativo. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2006. 297 p. 2 HARTZ, Z.M.A (Org) Avaliação em saúde: dos modelos teóricos à prática na avaliação de programas e sistemas de saúde. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2005. 66 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição 275 p. 3.ROUQUAYROL, M Z; ALMEIDA FILHO, N Epidemiologia & saúde. 6. Ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 2003. 708 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. CARVALHO, S R. Saúde coletiva e promoção da saúde: sujeito e mudanças. 2. Ed. São Paulo, SP: Hucitec, 2007. 178 p. (Saúde em Debate ; 163) 2. DUARTE, E C. Epidemiologia das desigualdades em saúde no Brasil: um estudo exploratório. Brasília, DF: Organização Pan Americana da Saúde, 2002. 123 p. 3. FINKELMAN, J (Org.). Caminhos da saúde pública no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2002.326 p. 4. JORGE, M H P M; GOTLIEB, S L D; LAURENTI, R. A saúde no Brasil: análise do período 1996 a 1999. Brasília, DF: Opas, 2001. 237 p. 5. MONTEIRO, C A (Coord.). Velhos e novos males da saúde no Brasil: a evolução do país e suas doenças. São Paulo: Hucitec, 2006. 435 p. (Saúde em debate;91) VIGILÂNCIA EM SAÚDE EMENTA: Vigilância em saúde (ambiental, epidemiológica e sanitária) como prática sanitária de organização da assistência em situações de riscos e agravos da saúde da população segundo preceitos constitucionais. Elaboração e compreensão do diagnóstico de saúde por meio de análise epidemiológica e. Tendências gerais e avaliação da morbimortalidade em populações. Doenças transmissíveis e não transmissíveis. Análise dos serviços de Vigilância em Saúde. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. GUEDES, M L S. Bioestatística: Para profissionais de saúde. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1988. 200 p. 67 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição 2. PEREIRA, M.G. Epidemiologia – Teoria e Prática. Guanabara-Koogan, 1995. 3. ROUQUAYROL, M.Z. Epidemiologia e Saúde. 6ª Edição, MEDSI, RJ, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1.ALMEIDA FILHO, N; ROUQUAYROL, M Z. Introdução à Epidemiologia. São Paulo: Guanabara-Koogan, 2006. 2. DORIA FILHO, U. Introdução a bioestatística: para simples mortais. São Paulo, SP: Elsevier, 1999. 158 p. 3. DUARTE, E C. Epidemiologia das desigualdades em saúde no Brasil: um estudo exploratório. Brasília, DF: Organização Pan Americana da Saúde, 2002. 123 p. 4. JEKEL, J F.; ELMORE, J G.; KATZ, D L. Epidemiologia, bioestatística e medicina preventiva. 2. Ed. Porto Alegre, RS: Artmed, 2005. 432 p. 5. RODRIGUES, P C. Bioestatística. Porto Alegre: Artmed Editora S.A, 2004. 337 p. SAÚDE NOS CICLOS DA VIDA EMENTA: Proteção da saúde nos diversos Ciclos da Vida, segundo preceitos constitucionais. O Estado e Sociedade na elaboração e implementação de políticas públicas. Políticas Públicas de Saúde da criança, adolescente, adulto (mulher e homem) e idoso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. CARVALHO, S R. Saúde coletiva e promoção da saúde: sujeito e mudanças. 2 ed. São Paulo, SP: Hucitec, 2007. 178 p. (Saúde em Debate; 163) 2. MINAYO, M C S; COIMBRA JUNIOR, C E A (Coord.). Antropologia, saúde e envelhecimento. Rio de Janeiro, RJ: Editora Fiocruz, 2002. 209 p. (Coleção antropologia e saúde) 3. SECLEN, J; FERNANDES, A S (Coord). Experiências e desafios da atenção 68 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição básica e saúde familiar: Caso Brasil. Brasília, DF: Organização Pan Americana da Saúde, 2004. 180 p. (Série Técnica Projeto de Desenvolvimento de Sistemas e Serviços de Saúde; 8) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ALDRIGHI, J M; BUCHALLA, C M; CARDOSO, M R A. Epidemiologia dos agravos à saúde da mulher. São Paulo, SP: Atheneu, 2005. 319 p. 2. BRASIL. 500 dias de ação pela criança: Monitoramento das metas. Brasília, DF: MS, 1994. 59p.:Il 3. DIOGO, M J D; NERI, A L; CACHIONI, Meire (Org.). Saúde e qualidade de vida na velhice. Campinas: Alínea, 2004. 236 p. 4. FINKELMAN, J (Org.). Caminhos da saúde pública no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2002. 326 p. 5. LUNA, R L; SABRÁ, A. Medicina de família: saúde do adulto e do idoso. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2006. 995 p. UNIDADE EDUCACIONAL MODULAR DE SAUDE Componentes Curriculares Ciclo Fisiológico Disciplinas Créditos Carga horária Semestre Anatomia 4 60 1º Fisiologia 4 60 2º Embriologia 2 30 2º Bioquímica 4 60 1º Citologia e Histologia 4 60 1º Genética 4 60 2º Imunologia 4 60 3º Farmacologia 4 60 4º. 69 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição Descrição da Disciplina ANATOMIA EMENTA: Princípios de construção do corpo humano. Aspectos morfológicos macroscópicos dos sistemas orgânicos humanos: sistema tegumentar; sistemas esquelético, articular e muscular; sistema digestório, sistema circulatório, sistema respiratório; sistema urinário, sistema reprodutor, sistema endócrino e sistema nervoso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1.GRAAFF, V. Anatomia Humana. 6ª ed. São Paulo: Manole, 2003. 2- MOORE, K. L. Anatomia Orientada para a Clínica. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2007. 3- NETTER, F. Atlas de Anatomia Humana. 4ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1.DIDIO, L. J. A. Tratado de Anatomia Humana São Paulo: Pólus, 1998. 2- FATTINI, C. A. & DANGELO, J. G. Anatomia Humana Sistêmica e Segmentar. 3ª Ed. São Paulo: Atheneu, 2007. 3- MOORE, K. L. Fundamentos de Anatomia Clínica. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 4- SOBOTTA, J. Atlas de Anatomia Humana. 22ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 5- SPENCE, A.P. Anatomia Humana Básica. 2ª ed. São Paulo: Manole, 1991. FISIOLOGIA EMENTA: Homeostase. Bases da Fisiologia Celular. Sinapses. Contração do músculo estriado e músculo liso. Sistema nervoso autônomo. Fisiologia cardiovascular. Fisiologia respiratória. Fisiologia renal. Fisiologia gastrintestinal. Neurofisiologia. Fisiologia endócrina. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1.COSTANZO, L.S. Fisiologia. 3ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. 70 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição 2- CURI, R. Fisiologia Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 3- LEVY, M.N.; STANTON, B.A.; KOEPPEN, B.M. Berne & Levy Fundamentos de Fisiologia. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. AIRES, M.M. Fisiologia. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 2. BERNE, R.M., LEVY, M.N., KOEPPEN, B.M., STANTON, B.A. Fisiologia. 5ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. 3. CINGOLANI, H.E., HOUSSAY, A.B. Fisiologia Humana de Houssay. 7ª d. Porto Alegre: Artmed, 2004. 4- CITOW, J. S., Mcdonald, R. L., OPPIDO, T. (trad.) Neuroanatomia e neurofisiologia: uma revisão. São Paulo: Santos Editora, 2004. 5- GUYTON, A.C.; HALL, J.E. Tratado de Fisiologia Médica 11ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006 EMBRIOLOGIA EMENTA: Introdução à Embriologia. Gametogênese. União de gametas e fertilização. Início do desenvolvimento. Formação do embrião bilaminar. Embrião trilaminar. Período embrionário. Mal formações congênitas. Período fetal. Anexos embrionários. Membranas embrionárias e placenta. Cavidades do corpo e mesentérios. Desenvolvimento dos órgãos, aparelhos, sistemas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1.MOORE, K.L. Embriologia Básica. 7ª. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 2- MOORE, K.L. & T. V. N., PERSAUD Embriologia Clínica. 8ª. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 3- SADLER, T. W. Langman: Embriologia Médica. 9ª. ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2005. B BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CARLSON, B .M. Embriologia Humana e Biologia do Desenvolvimento. Rio de 71 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição Janeiro: Guanabara Koogan, 1996. 2. GARCIA, S. M. L.; FERNANDES, G. C. Embriologia. 3ª d. Porto Alegre: Artmed, 2006. 3. MELLO, R. A. Embriologia Humana São Paulo: Atheneu, 2000. 4. MOORE, K. L. Fundamentos de Embriologia Humana. São Paulo: Manole, 1990. 5. SADLER, T. W. Langman: Fundamentos de embriologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2007 BIOQUÍMICA EMENTA: Água, biomoléculas (estrutura e papel biológico, unidades fundamentais de carboidratos lipídios e proteínas). Enzimas, coenzimas e cinética enzimática. Principais vias metabólicas. Metabolismo dos carboidratos, lipídios e proteínas. Integração das vias metabólicas. Princípios de metabolismo dos carboidratos, lipídios e proteínas. Integração das vias metabólicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1.DEVLIN, T.M. Manual de Bioquímica com Correlações Clínicas. 6ª Ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2007. 2- NELSON, D.L & COX, M. M. Lehninger: Princípios de bioquímica. 4ª Ed. São Paulo: Sarvier, 2006. 3- STRYER, L., BERG, J. M., TYMOCZKO, J. L. Bioquímica. 6ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BAYNES, J., DOMINICZAK, M. H. Bioquímica Médica. 2ª Ed. São Paulo: Elsevier, 2006. 2. MARZZOCO. A. & TORRES, B.B. Bioquímica básica. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 3- QUIRINO, B.F. (Org.). Técnicas Laboratoriais em Bioquímica. 2ª Ed. Brasília: Universa, 2006. 72 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição 4. VIEIRA, E. C., GAZZINELLI, G., MARES-GUIA, M. Bioquímica Celular e Biologia Molecular. 2ª Ed. São Paulo: Atheneu, 1999. 5. VOET, D. & VOET, J.G. Bioquímica. São Paulo: Artmed, 2004. CITOLOGIA E HISTOLOGIA EMENTA: Métodos de estudo em Citologia e Histologia. Membrana plasmática. Organelas celulares. Sistema de endomembranas. Citoesqueleto. Núcleo interfásico e ciclo celular. Histofisiologia de tecidos animais (tecidos epiteliais, tecidos conjuntivos, tecidos musculares e tecido nervoso). Estrutura microscópica normal dos principais órgãos dos sistemas tegumentar, digestório, circulatório, respiratório, urinário, reprodutor, endócrino e nervoso BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1.JUNQUEIRA, L. C. & CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. 8ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2005. 2- JUNQUEIRA, L. C. & CARNEIRO, J. Histologia Básica. 11ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2008. 3- SOBOTTA, J, WELSCH, U. Sobotta – Atlas de Histologia, Citologia e Anatomia Microscópica 7ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2007. B BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1-ALBERTS, B., VEIGA, A. B. G. (trad.) Biologia Molecular da Célula. 4ª Ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. 2- CORDEIRO, D. M.(org.) Citologia e Histologia em Prática. 1ª Ed. Brasília: Universa, 2006 3- De ROBERTIS & De ROBERTS JR. – Bases da Biologia Celular e Molecular. 4ª. Ed, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 4-. GARTNER, L. P.; HIATT, J. L. Tratado de Histologia. 2ª Ed., Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2003. 5- YOUNG, B., HEATH, J. W., ENGELHARDT, M. C. Wheater: Histologia Funcional, texto e atlas em cores. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 73 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição 2001. GENÉTICA EMENTA: Variabilidade fenotípica normal e patológica. Genomas na determinação fenotípica. Variabilidade normal e patológica dos genomas. Aplicações da variabilidade. Mapas genéticos. Transmissão mendeliana de fenótipos. Exceções à transmissão mendeliana. Fenótipos poligênicos. Herança epigenética. Variações cromossômicas numéricas. Variações cromossômicas estruturais. Cálculo de risco em aconselhamento genético. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1- NUSSBAUM R. L., McINNES R. R., WILLARD H. F., Thompson & Thompson Genética Médica 7ª Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 2-PASTERNAK, J. J. Uma Introdução à Genética Molecular Humana. Mecanism os das Doenças Hereditárias. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2007. 3- SNUSTAD, D. P., SIMMONS, M. J. Fundamentos de Genética. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1 GRIFFITHS, A.J.F., MILLER, J.H., SUZUKI, D.T., LEWONTIN, R.C., GELBART, W.M., WESSLER, S.R. Introdução à genética. 9ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 2. GRIFFITHS, A.J.F. Genética Moderna. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. 3. JORDE, L.B., CAREY, J. C., BAMSHAD M.J. & WHITE R.L. Genética Médica, 3ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 4- VIANA, J. M. S., CRUZ, C. D., BARROS, E. G. Genética. Viçosa: Editora UFV, 2003. 5- WESTMAN, J. A. Genética Médica Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 74 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição IMUNOLOGIA EMENTA: Sistema imune: gênese e anatomia. A resposta imune específica. Mecanismos de defesa gerais e específicos do hospedeiro nas inter-relações com os micro-organismos e parasitos. Fatores humorais específicos e inespecíficos envolvidos na resposta imune. As reações de hipersensibilidade, imunossupressão, inflamação. Imunologia dos tumores. Uso da imunologia para o diagnóstico de patologias, terapias e prevenção de doenças. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1.ABBAS, A. K., LICHTMAN, A. H. & PILLAI, S. Imunologia Celular e Molecular. 6ª Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 2. ABBAS, A. K., LICHTMAN, A. H. Imunologia Básica. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 3- JANEWAY, C.A., TRAVERS, P. & WALPORT, M. Imunobiologia: o sistema imunológico na saúde e na doença. 6ª Ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ABBAS, A. K. LICHTMAN, A. H. Imunologia básica: funções e distúrbios do sistema imunológico Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. 2. PARSLOW, T.G., STITES, D.P., TERR, A.I., IMBODEN, J.B. 10ª Ed. Imunologia Médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 3. ROITT, I. BROSTOFF, J. & MALE, D. Imunologia. 6ª Ed. São Paulo: Manole, 2002. 4. ROSEN, F. & GEHA, R. Estudo de casos em Imunologia. 3ª Ed., Porto Alegre: Artmed, 2002. 5. STITES, D.P., TERR, A.I., PARSLOW, T.G. Imunologia Médica. 9ªed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. FARMACOLOGIA 75 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição EMENTA: Farmacocinética, farmacodinâmica, farmacologia do sistema nervoso autônomo, farmacologia do sistema cardiovascular, diuréticos, farmacologia do sistema gastrintestinal, insulina e hipoglicemiantes, antiinflamatórios não-esteróides, antiinflamatórios esteróides, farmacologia do sistema nervoso central, antivirais, antifúngicos, antiparasitários e antibacterianos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1- KATZUNG, B.G. Farmacologia Básica e Clínica. 10ª ed. Rio de Janeiro: McGraw-Hill Interamericana, 2008. 2- LAZO, J. S. Goodman e Gilman: As Bases Farmacológicas da Terapêutica. 11ª ed. Rio de Janeiro: Mc Graw-Hill Interamericana, 2007. 3- RANG, H.P.; DALE, M.M.; RITTER, J.M.; FLOWER, R. Farmacologia. 6ª. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CRAIG, C.R., STITZEL, R.E. Farmacologia Moderna com Aplicações Clínicas. 6ªed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 2. Micromedex® Healthcare Series. Thomson Reuters (Healthcare) Inc. http://www.thomsonhc.com – disponível nos periódicos CAPES 3. SILVA, P. Farmacologia. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 4. RITTER, J. M., SANTOS, R. R. (trad.) Farmacologia 6ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 5- WELLS, B. G. Pharmacotherapy handbook New York: McGraw-Hill, 2006. Ciclo Processo Saúde/Doença Disciplinas Créditos Carga horária Semestre Patologia 4 60 3º Parasitologia 4 60 3º Microbiologia 4 60 3º Descrição das Disciplinas 76 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição PATOLOGIA EMENTA: Métodos de estudo em Patologia. Lesões celulares reversíveis e irreversíveis. Envelhecimento celular, processos degenerativos e acúmulos intracelulares. Fenômeno inflamatório. Inflamação aguda, crônica e manifestações sistêmicas inflamatórias. Processos de reparação, regeneração e fibrose. Distúrbios da perfusão. Alterações hemodinâmicas e suas repercussões: trombose, edema, infarto, embolia, choque e hemorragia. Neoplasias. Correlações clínicas e histopatológicas dos tumores benignos e malignos. Bases moleculares do câncer. Agentes carcinogênicos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1-ABBAS, A., KUMAR, V., FAUSTO, N., MITCHELL, R. N. Robbins – Patologia Básica. 8ª Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 2- ABBAS, A., KUMAR, V., FAUSTO, N. Robbins & Cotran – Patologia, bases patológicas das doenças. 7ª Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. 3- BRASILEIRO FILHO, G. Bogliolo – Patologia Geral. 4ª. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2009 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CAMARGO, J. L. V., OLIVEIRA, D. E. Patologia Geral: abordagem multidisciplinar. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2007. 2. FARIA, J.L. Patologia geral: fundamentos das doenças com aplicações clínicas. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 3. HANSEL, D. E., DINTZIS, R. Z. Fundamentos de Patologia. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2007. 4. MONTENEGRO, M.R., FRANCO, M. Patologia: processos gerais. 4ª Ed. São Paulo: Atheneu, 1999. 5. ROBBINS, S.L., COTRAN, R.S., KUMAR, V. Fundamentos de Robbins: patologia estrutural e funcional. 6ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. 77 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição PARASITOLOGIA EMENTA: Conceitos de Parasitologia. Grupos parasitológicos de interesse médico sanitário. Morfologia, taxonomia, fisiologia e ciclo biológico dos principais protozoários, helmintos, artrópodes parasitos e vetores. Patogenia, diagnóstico, profilaxia e tratamento das principais parasitoses humanas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. NEVES, D.P.; MELO, AL; LINARDI, PM; ALMEIDA VITOR, RW. Parasitologia Humana. 11ª Ed. São Paulo: Atheneu, 2005. 2. NEVES, D.P. Parasitologia Dinâmica. 2ª Ed. São Paulo: Atheneu, 2006. 3. REY, L. Bases da Parasitologia Médica. 2ª Ed. Rio de Janeiro: GuanabaraKoogan, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CIMERMAN, B., CIMERMAN, S. Parasitologia Humana e seus Fundamentos Gerais. 2ª Ed. São Paulo: Atheneu, 2001. 2. CIMERMAN, B & FRANCO, MA. Atlas de Parasitologia: Artrópodes, Protozoários e Helmintos. São Paulo: Atheneu, 2001. 3. MARIANO, M. L. M. Manual de Parasitologia Humana. Ilhéus: UESC, 2004 4. MARKELL, E.K.; JOHN, D.T.; KROTOSKI, W.A. Parasitologia Médica. 8ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 5. NEVES, D.P.; BITTENCOURT NETO, J.B. Atlas Didático de Parasitologia. 1ª Ed. São Paulo: Atheneu, 2006. MICROBIOLOGIA EMENTA: Historia da microbiologia. Células procarióticas e eucarióticas. Isolamento e cultivo de microrganismos. Caracterização e identificação – taxonomia, filogenia, morfologia, nutrição, patogenicidade. Controle de microrganismos. Principais grupos de interesse genérico da microbiologia: bactérias; fungos, vírus. Genética microbiana. 78 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1- BROOKS, G. F., CARROLL, K. C., BUTEL, J. S., MORSE, S. A. Jawetz, Melnick & Adelberg: Microbiologia Médica. 24ª Ed. Rio de Janeiro: Mc Graw-Hill Interamericana, 2009. 2. TORTORA, G.L.; FUNKE, B.R. & CASE, C.L. Microbiologia. 8ª Ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 3. TRABULSI, L.R., ALTERTHUM, F. Microbiologia. 5ª Ed. São Paulo: Atheneu, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1-ALTERTHUM, F. Microbiologia 4 ª Ed. São Paulo: Atheneu, 2005. 2- MILLER, R.N.G., CAPDEVILLE, G., KRUGER, R.H. Manual de práticas laboratoriais em microbiologia. 1ª Ed. Brasília: Universa, 2003. 3- MURRAY, P.; DREW L.; KOBAYASHI G.S. & THOMPSON Microbiologia Médica Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1990. 4- RIBEIRO, M.C., SOARES, M.M.S.R. Microbiologia Prática Roteiro e Manual. Bacterias e Fungos. 1ª Ed. São Paulo: Atheneu, 2001. 5- WAKELIN, D., PLAYFAIR, J. H. L. Microbiologia Médica. 2ª Ed. São Paulo: Manole, 1999. Ciclo de Bases, Métodos e Técnicas em Nutrição Disciplinas Créditos Carga horária Semestre Fundamentos da Nutrição 02 30 1º Nutrição e Metabolismo 04 60 2º Gastronomia 02 60 2º Nutrição Básica 04 60 3º Fundamento da Ciência 04 60 2º Nutrição Humana 02 30 4º Avaliação Nutricional 04 60 4º dos Alimentos 79 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição Microbiologia e Higiene dos 04 60 4º Fitoterapia e Nutrição 04 60 5º Educação Nutricional 04 60 4º Tecnologia dos Alimentos 04 60 6º Empreendedorismo e 04 60 7º 04 60 6º Alimentos Consultoria Nutricional Nutrição e Estética Descrição da Disciplina FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO EMENTA: Antropologia da Alimentação. Histórico e Aspectos legais da profissão de nutricionista. Definição de alimentos e nutrientes. Valor nutricional dos alimentos (proteínas, carboidratos, lipídeos, vitaminas e sais minerais). Leis da Alimentação. Introdução ao cálculo de dietas (manuseio das tabelas de composição química dos alimentos e medidas caseiras). BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1.DUTRA DE OLIVEIRA, J.E. e MARCHINI, J.S. Ciências nutricionais. São Paulo: Sarvier, 1998. 2. SILVA S.M.C.; MURA J.D.P. Tratado de alimentação, Nutrição e Dietoterapia. Roca. 1ª Ed. 2007. 3.TIPAPEGUI. J. Nutrição: Fundamentos e aspectos atuais.2ªed. Atheneu,2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1.CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS. Lei 8234/91; Resoluções área de atuação.Disponível em www.cfn.org.br 2. ESTUDO NACIONAL DA DESPESA FAMILIAR. Tabela de Composição de Alimentos. 5ª Ed. Rio de Janeiro, IBGE, 1999. 4. FRANCO, G. Tabela de Composição Química dos Alimentos. Rio de Janeiro: Atheneu, 1992. 80 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição 5.GALISA.M.S;ESPERANÇA,L.M.B;SÁ,N.G. Nutrição,Conceitos e aplicações, 2008 6. PINHEIRO.A.B.Tabela para avaliação de consumo alimentar e medidas caseiras.5ºEd.Rio de Janeiro,2004. NUTRIÇÃO E METABOLISMO EMENTA: Funções químicas e bioquímicas dos macro e micronutrientes. Fatores físico-químicos e bioquímicos que interferem na biodisponibilidade dos nutrientes Inter-relações das vias metabólicas intracelulares dos tecidos e órgãos Integração do metabolismo. Metabolismo do jejum e pós prandial. Metabolismo da Diabetes Mellitus e de outras situações metabólicas e patológicas. Bioquímica do tecido muscular. Equilíbrio hidroeletrolítico e Função renal. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. COSTA, N M B & PELUZIO, M C G “Nutrição Básica e Metabolismo”. 1ª Ed. Editora UFV, Viçosa – MG, 2008. 2. DEVLIN, T.M. Manual de Bioquímica com Correlações Clínicas. 6ª edição. Editor Edgard Blucher, São Paulo-SP, 2007. 3. PALERMO, J R “Bioquímica da Nutrição”. Ed Atheneu, São Paulo, SP, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. CHAMPE, P. C. et al. Bioquímica Ilustrada. Trad. Ane Rose Bolner. 3º Ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 2. LEHNINGER, A L., NELSON, D.L & COX, M. M. “Princípios de Bioquímica”. 4ª edição. SP: Ed. Sarvier. 2006 3. MARZOCCO. A. & TORRES, B.B. Bioquímica básica. 3ª Edição. 2007. 4. MURRAY, R. K. Harper: Bioquimica Ilustrada. 27ª Ed. Editora Lange, São Paulo – SP, 2007 5. VOET, D. & VOET, J. G. Bioquímica. 1ª reimpressão. Editora Artmed, São PauloSP, 2004. 81 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição GASTRONOMIA EMENTA: Aplicação da Gastronomia na Nutrição, técnica dietética, preparação de alimentos, melhoria da qualidade de vida, aumento da longevidade, princípios clássicos da Gastronomia, princípios da química e bioquímica dos alimentos, aspectos nutricionais, individualidades fisiológicas, hipersensibilidades alimentares. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. ARAÚJO, W.M.C. et al. Da Alimentação à Gastronomia. Ed. UnB, 2005. 2. FRANCO, A. De Caçador a Gourmet: uma história da Gastronomia. São Paulo: Ed. SENAC, 2001. 3. FLANDRIN, J.L.; MONTANARI, M. A história da alimentação. São Paulo: Estação Liberdade, 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ESTUDO NACIONAL DA DESPESA FAMILIAR. Tabela de Composição de Alimentos. 5ª edição, Rio de Janeiro, IBGE, 1999 2. FRANCO, G. Tabela de Composição Química dos Alimentos. Rio de Janeiro: Atheneu, 1992. 3. GALISA.M.S;ESPERANÇA,L.M.B;SÁ,N.G. Nutrição,Conceitos e aplicações, 2008 4. PASCHOAL, V.; NAVES, A.; FONSECA, A.B.B.L. Nutrição Clínica Funcional, dos Princípios à Prática Clínica. 1ª Edição. VP: São Paulo, 2007. 5. PINHEIRO.A.B.Tabela para avaliação de consumo alimentar e medidas caseiras.5ªed.Rio de Janeiro,2004. NUTRIÇÃO BÁSICA EMENTA: Dieta normal – grupo de alimentos, proporção entre nutrientes, densidade energética dos nutrientes. Integração metabólica de macronutrientes e micronutrientes . Cálculo de dietas e das necessidades e recomendações 82 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição nutricionais humanas baseadas nas DRI’s (Dietary References Intakes). BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1.MAHAN, L.K & ESCOTT-STUMP, S. Krause – Alimentos, nutrição e dietoterapia. 11ª d. Editora Roca, 2005. 2.SHILS, M. E.; OLSON, J. A; SHIKE, M; ROSS, A, C. Tratado de Nutrição Moderna na Saúde e na Doença. 1ª Ed. São Paulo: Manole, 2003. 3.SILVA S.M.C.; MURA J.D.P. Tratado de Alimentação, Nutrição e Dietoterapia. Roca. 1ª Ed. 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1.CHAVES, N. Nutrição básica e aplicada. Guanabara Koogan, 2ª Ed. Rio de Janeiro, 1985. 2. ESTUDO NACIONAL DA DESPESA FAMILIAR. Tabela de Composição de Alimentos. 5ª edição, Rio de Janeiro, IBGE, 1999 3.FRANCO, G. Tabela de Composição Química dos Alimentos. Atheneu, 9ª Ed., Rio de Janeiro, 2004. 4.PINHEIRO, A.B.V. et Ed. Tabela para Avaliação de Consumo Alimentar em Medidas Caseiras. 5ª edição., Rio de Janeiro, IBGE, 2004. 5.WAITZBERG, Dan L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 3ªEd. v.1, São Paulo, 2002. FUNDAMENTO DA CIÊNCIA DOS ALIMENTOS EMENTA:. Conceito de ciência dos alimentos, relação com as demais ciências básicas e aplicadas. Química dos alimentos: água, proteínas, lipídios, carboidratos . Funcionalidade dos constituintes alimentares. Química dos agentes de textura, aroma, sabor e cor. Análise bromatológica dos produtos alimentícios. Biotecnologia dos alimentos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1.BOBBIO, F. O. & BOBBIO, P. Introdução à Química dos Alimentos. 4ª Ed., 83 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição Livraria Varela, 2003. 2.BOBBIO, P. & BOBBIO, F. O. Química do Processamento de Alimentos. 3ª. Ed. Livraria Varela, 2002. 3. FRANCO, G. Tabela de Composição Química dos Alimentos. 9ª edição, Rio de Janeiro, Atheneu, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ARAÚJO, J.M.A. Química de Alimentos. 3ª. Ed. Viçosa: UFV, 2006. 2.ARAUJO, W.M.C, MONTEBELLO, N.P.; BOTELHO, R.B.A; BORGO, L.A. Alquimia dos Alimentos. Série Alimentos e Bebidas. Vol. 2. Brasília: Senac, 2007. 3. ORDOÑEZ, J.A. Tecnologia de Alimentos, Vol. 1. Componentes dos Alimentos e Processos. Ed Porto Alegre: Artmed, 2005. 294p. 4. PHILIPPI, S. TUCUNDUVA. Nutrição e Técnica. São Paulo, 2007. 5. STRINGHETTA, P.C. Alimentos funcionais. Editora UFV, 2007. 246 p. NUTRIÇÃO HUMANA EMENTA: Requerimentos e recomendações dos nutrientes nas diferentes situações fisiológicas (gestação, lactação, 1º ano de vida, criança, adolescência, adulto e idoso). Elaboração e avaliação de dietas para diferentes idades e estado fisiológico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1.MAHAN, L.K & ESCOTT-STUMP, S. Krause – Alimentos, nutrição e dietoterapia. 11ª Ed. Editora Roca, 2005. 2.SHILS, M. E.; OLSON, J. A; SHIKE, M; ROSS, A, C. Tratado de Nutrição Moderna na Saúde e na Doença. 1. Ed. São Paulo: Manole, 2003. 3.VITOLO, M. R. Nutrição da gestação à adolescência. Reichmann & Affonso Editores, Rio de Janeiro-RJ, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 84 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição 1.CHAVES,N. Nutrição básica e aplicada. Guanabara Koogan, 2º Ed,. Rio de Janeiro,1985 2.EUCLYDES, M. Nutrição do lactente, 1ª Ed, Viçosa, 1997 3.ESTUDO NACIONAL DA DESPESA FAMILIAR. Tabela de Composição de Alimentos. 5ª edição, Rio de Janeiro, IBGE, 1999. 4.MCARDLE, W.D; KATCH, F.I AND KATCH, V.I. Fisiologia do exercício: energia, nutrição e desempenho humano. Guanabara Koogan, 3ª Ed. Rio de janeiro, 1992. 5.PINHEIRO, A.B.V. et Ed. Tabela para Avaliação de Consumo Alimentar em Medidas Caseiras. 5ª edição., Rio de Janeiro, IBGE, 2004. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL EMENTA: Fatores determinantes do estado nutricional. Estudo dos Indicadores diretos e indiretos do estado nutricional. Indicadores de sinais clínicos e análises bioquímicas no diagnóstico das distrofias nutricionais. Inquéritos dietéticos. Avaliação nutricional de coletividades. Prática ambulatorial e utilização de softwares para avaliação nutricional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 4.CUPPARI, L. Guia de Nutrição: Nutrição Clínica no Adulto. 2ª Ed. Editora Manole, 2005. 2.DUARTE.A.C.et.. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL: Aspectos Clínicos e Laboratoriais. 1ª Ed. Manole,2007 3.HEYWARD, V.H. & STOLARCZYK, L.M. Avaliação da Composição Corporal Aplicada. 1ª Ed. Editora Manole. 2000 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1.FISBERG, R.M. et al. Inquéritos Alimentares. 1ª Ed, Editora Manole. 2005. 2.MAHAN, L.K & ESCOTT-STUMP, S. Krause – Alimentos, nutrição e dietoterapia. 11ª Ed. Editora Roca, 2005. 3.NACIF.M.A.L.Avaliação antropométrica nos ciclos da vida: Uma visão Prática, 85 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição 2008. 4. SOBOTKA, L. Bases da Nutrição Clínica.. Manole,2008. 5. VASCONCELOS,F.A.G.Avaliação Nutricional de Coletividades.2007. MICROBIOLOGIA E HIGIENE DOS ALIMENTOS EMENTA: Conceito de higiene e transmissão de doenças via alimentos. Microbiologia de alimentos. Principais intoxicações e infecções de origem alimentar. Práticas de limpeza e sanificação em serviços de alimentação. Implementação de sistemas de prevenção de controle (BPF e HACCP). Legislação sanitária dos alimentos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1.EVANGELISTA. J. Tecnologia de Alimentos. 2a Ed Atheneu, 1994. 2.ENEO, A. da SILVA Jr. Manual de Controle Higiênico-Sanitário em Alimentos, 3a Ed. Livraria Varela, 1999 3.HOBBS, B. C. & ROBERTS D. Toxinfecção e Controle Higiênico Sanitário de Alimentos. 1ª Ed. Livraria Varela, 1999 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1.ANDRADE, N. J. & MACÊDO, J. A. B. Higienização na Indústria de Alimentos. São Paulo, Varela, 1996. 2. ALTERTHUM, F. Microbiologia 4 ª Ed. São Paulo: Atheneu, 2005. 3.ICMSF APPCC – Na qualidade e segurança microbiológica de alimentos,1a Ed, Livraria Varela, 1999 4. MILLER, R.N.G., CAPDEVILLE, G., KRUGER, R.H. Manual de práticas laboratoriais em microbiologia. 1ª ed. Brasília: Universa, 2003. 5.SILVA, N. & JUNQUEIRA, V. C. Métodos de Análise Microbiológica de Alimentos – Manual Técnico n. 14. ITAL, Campinas, 1995. 86 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição FITOTERAPIA E NUTRIÇÃO EMENTA: Legislação ANVISA e CFN sobre Fitoterapia e a prescrição Fitoterápica. Bases científicas da fitoterapia. O Sistema Único de Saúde (SUS) e fitoterapia. Seleção das plantas, preparação para consumo in natura. Métodos para extração. Plantas medicinais com efeitos analgésicos, antiinflamatórios e antiparasitários. Ações sobre o sistema gastrintestinal, hepato/biliar, cardiovascular, respiratório, renal e nervoso. Receituário. Usos terapêuticos. Efeitos colaterais e indesejados dos fitoterápicos. Controle de qualidade de fitoterápicos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. ARENA, E. P. Guia prático de Fitoterapia em Nutrição. Bauru, SP: Joarte, 2008. Fitoterapia no SUS e o Programa de Pesquisa de plantas medicinais da central de medicamentos, 2006. 2. CUNHA, A. P.; SILVA, A.P.; ROQUE, O. R. Plantas e produtos vegetais em Fitoterapia. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2006. 3. INSTRUÇÃO NORMATIVA N° 5 DE 11 DE DEZEMBRO DE 2008 – Determina a publicação da “LISTA DE MEDICAMENTOS FITOTERÁPICOS DE REGISTRO SIMPLIFICADO”. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. EPUB, Índice terapêutico fitoterápico: ervas medicinais. Rio de Janeiro: EPUB, 2008. 2. FERRO, D. Fitoterapia: 129 conceitos clínicos. São Paulo: Atheneu, 2006. 3. LORENZI, H.; Matos, Abreu F J. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2002. 4. MATOS, Abreu F. J. Farmácias vivas. Fortaleza: UFC, 2002. 5. KALLUF, L. Fitoterapia funcional: dos Princípios Ativos à prescrição de Fitoterápicos. São Paulo: VP, 2008. 87 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição EDUCAÇÃO NUTRICIONAL EMENTA: Sociologia e antropologia da alimentação. Fatores determinantes do comportamento alimentar. Educação Nutricional como prática do Nutricionista. Planejamento, organização e avaliação de atividades de Educação Nutricional para coletividade e indivíduos sadios e/ou enfermos. Técnicas pedagógicas. Práticas de educação nutricional BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1.BRASIL.Ministério da Saúde.Guia Alimentar para a População Brasileira.Brasília, 2006. 2. GOUVEIA, Enilda l. Cruz. Nutrição, Saúde e Comunidade. Ed. Rio de Janeiro: Revinter, 1999. (Capítulos 3, 4 e 5) 3. LINDEN, Sonia. Educação Nutricional: Algumas ferramentas de ensino. 1. Ed. SP: Varela, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BOOG, M.C.F. Educação Nutricional: Por que e para que? Jornal da Unicamp, Ed. 260, Agosto 2004. 2. BOOG, M.C.F.Educação Nutricional:presente, passado e futuro.Rev.de Nutr, v. 16, n.3, p. 281-293, set., 2003. 3.COURY, S. T. Nutrição Vital: Uma Abordagem Holística da Alimentação e Saúde. Brasília: LGE Editora, 2004. 4.GOUVEIA, E.l.C. Nutrição, Saúde e Comunidade. Ed. Rio de Janeiro: Revinter, 1999. (Capítulos 3, 4 e 5) 5.STÜRMER, J. S. Reeducação Alimentar: qualidade de vida, emagrecimento e manutenção da saúde. 1. Ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2001. 88 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição TECNOLOGIA DOS ALIMENTOS EMENTA: Princípios e métodos de conservação de alimentos. Processos de industrialização: tecnologia de frutas e hortaliças, tecnologia de leite e derivados, tecnologia de carnes e derivados, tecnologia de cereais e leguminosas, tecnologia de bebidas, tecnologia de alimentos para fins especiais, tecnologia das fermentações. Embalagem de alimentos. Controle de qualidade. Aditivos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. EVANGELISTA, J. Alimentos: um estudo abrangente: nutrição, utilização, alimentos especiais e irradiados, coadjuvantes, contaminação, interação. São Paulo: Atheneu, 1998. 2.ORDOÑEZ, J.A. Tecnologia de Alimentos, Vol.2 Alimentos de Origem Animal.Ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 3.OETTERER, M.; D’ARCE, M. A.B.R.; SPOTO, M.H. Fundamentos de Ciência e Tecnologia de Alimentos. Barueri-SP: Manole, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BARUFFALD, R. & OLIVEIRA, M.N. Fundamentos de tecnologia de alimentos. São Paulo: Atheneu, 1998. 2. BELITZ, Hans-Dieter; GROSCH, Werner. Química de los alimentos. 2. ed Zaragoza: ACRIBIA, 1997. 1087 p. 3. FELLOWS, P.J. Tecnologia do Processamento de Alimentos. 2ª. Ed. Artmed, 2006. 602 pag. 4.MATISSEK, R; SCHNEPEL, F.M; STEINER, G. Analisis de los alimentos: fundamentos, métodos, aplicaciones. Zaragoza: Acribia, 1998. 5. ORDOÑEZ, J.A. Tecnologia de Alimentos, Vol. 1. Componentes dos Alimentos e Processos. Ed Porto Alegre: Artmed, 2005. 294p. 89 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição EMPREENDEDORISMO E CONSULTORIA NUTRICIONAL EMENTA: Introdução ao estudo do Marketing; Estratégias de Marketing, Recursos utilizados para persuasão em Nutrição, Plano de Negócios; Propaganda de Alimentos, Empreendedorismo, Perfil do Empreendedor; Gestão de Eventos (cofeebreaks; coquetéis; serviços de Bufet..); Preço de Venda e Margem de lucro; Gestão de recursos Humanos; Legislação trabalhista; Motivação e Liderança; Consultoria em Nutrição. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. DIAS, S. R. Gestão de Marketing. São Paulo: Saraiva. 2003 2.LOVELOCK, C. & WRIGHT, L. Serviços: marketing e gestão. São Paulo: Saraiva, 2002. 3.MAXIMIANO, A.C. Introdução à Administração. São Paulo: Atlas. 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1.AMBROSIO, V.; SIQUEIRO, R. Plano de Marketing. Rio de Janeiro: R&A editores. 1999. 2.CHIAVENATO, Idalberto. Administração de Empresas: uma abordagem contigencial. São Paulo: MaKron Book, 1995. 3. DORNELAS, J.C.A. Empreendedorismo – transformando idéias em negócios. 3ºed. Editora Campus. 2001. 3.KOTLER, Philip. Administração e Marketing: a edição do novo milênio. São Paulo: Prentice Hall. 2000. 5. KOTLER, P. Administração de Marketing. Editora: Makron Books. São Paulo. 2005. 90 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição NUTRIÇÃO E ESTÉTICA EMENTA: Aplicação da nutrição em beneficio da estética, revisão das principais definições ligadas à nutrição, dietas e tratamentos estéticos correlacionados. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SCHNEIDER, A. Nutrição e Estética. Editora Atheneu. 2009 COSTA, E. de A. Nutrição Biomolecular e radicais livres. Editora Vozes. 2009 NATIVIDADE, M; NATIVIDADE, T. Estética e Saúde. Editora n/d. 2009 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COZZOLINO, S.M.F. Biodisponibilidade de nutrientes. 2ª Edição. Editora Manole: São Paulo, 2006. SILVA, S.M.C.S.; MURA, J.D.P. Tratado de Alimentação, Nutrição e Dietoterapia. Editora Roca: São Paulo, 2007. ARENA, E. P. Guia prático de Fitoterapia em Nutrição. Bauru, SP: Joarte, 2008. Ciclo de Práticas Laboratoriais Especificas Disciplinas Créditos Carga horária Semestre Técnica Dietética I 04 60 4º Técnica Dietética II 04 60 5º 04 60 5º 04 60 5º 04 60 5º Funcional 04 60 5º Fisiopatologia e 06 90 5º Nutrição Materno Infantil e do Adolescente Nutrição na Terceira Idade Nutrição em Saúde Coletiva Nutrição Clínica 91 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição Dietoterapia I Fisiopatologia e Dietoterapia I 06 90 6º 04 60 6º 04 60 6º 02 30 6º Nutrição aplicada à atividade física Gestão em Unidades de Alimentação e Nutrição Planejamento de cardápio TÉCNICA DIETÉTICA I EMENTA: Princípios e objetivos da Técnica Dietética, análise das transformações físico-químicas e sensoriais nos alimentos in natura, grupo alimentar, qualidade nutricional, desenvolvimento dos experimentos, preparação e ficha de análise da preparação, definição de medidas e indicadores de rendimento, processos de prépreparo e preparo, fatores influentes na determinação de per capitas e da porção, procedimentos para controle, garantia da qualidade técnica em cozinhas industriais BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ARAÚJO, W.M.C. et al. Alquimia dos alimentos.Brasília. Editora Senac-DF, 2007. 2.LIESELLOTE, Ornellas. Técnica Dietética, Seleção e Preparo dos Alimentos. São Paulo, Atheneu, 8ª edição, 2007. 3.PHILIPPI, Sônia Tucunduva. Nutrição e Técnica Dietética. Editora Manole, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ARAÚJO E GUERRA. Alimentos “Per capita”. Natal, UFRN, 1995. 2. ESTUDO NACIONAL DA DESPESA FAMILIAR. Tabela de Composição de Alimentos. 4ª edição, Rio de Janeiro, IBGE, 1999 3. FRANCO, G. Tabela de Composição Química dos Alimentos. 9ª edição, Rio de Janeiro, Atheneu, 1999. 92 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição 4. PINHEIRO, A.B.V. et d. Tabela para Avaliação de Consumo Alimentar em Medidas Caseiras. 4ª edição., Rio de Janeiro, IBGE, 1999. 5. Teichmann, Ione. Tecnologia Culinária. Editora da Universidade de Caxias do Sul, 2000. 356p. TÉCNICA DIETÉTICA II EMENTA: Desenvolvimento de experimentos que envolvem reações diversas e sua aplicabilidade em formulações de dietas e sua adequação em necessidades dietéticas específicas, aliando o caráter técnico inerente ao processo científico. Métodos: experimentação prática em laboratório, ficha técnica de preparação, ficha de análise da preparação, formulário de aquisição dos alimentos, técnicas gastronômicas e roteiro de elaboração de relatórios técnicos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ARAÚJO, W.M.C. et al. Alquimia dos alimentos.Brasília. Editora Senac-DF, 2007 2.LIESELLOTE, Ornellas. Técnica Dietética, Seleção e Preparo dos Alimentos. São Paulo, Atheneu, 8ª edição, 2007. 3.PHILIPPI, Sônia Tucunduva. Nutrição e Técnica Dietética. Editora Manole, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ARAÚJO E GUERRA. Alimentos “Per capita”. Natal, UFRN, 1995. 2. FRANCO, G. Tabela de Composição Química dos Alimentos. 9ª edição, Rio de Janeiro, Atheneu, 1999. 3. GOMENSORO, M.L. Pequeno dicionário de gastronomia. Rio de Janeiro, Objetiva, 1999. 4. PINHEIRO, A.B.V. et ed. Tabela para Avaliação de Consumo Alimentar em Medidas Caseiras. 4ª edição., Rio de Janeiro, IBGE, 1999. 5. TEICHMANN, Ione. Tecnologia Culinária. Editora da Universidade de Caxias do Sul, 2000. 356p 93 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição NUTRIÇÃO MATERNO INFANTIL E DO ADOLESCENTE EMENTA: Perfil epidemiológico do grupo materno-infantil e adolescente A nutrição e os processos de crescimento e desenvolvimento fetal. Fisiologia da lactação. Nutrição na lactação. Aleitamento materno. Nutrição da criança sadia durante a primeira infância. Aleitamento artificial. Identificação das enfermidades mais freqüentes no grupo, relacionados à nutrição (desnutrição, diabetes gestacional, diarréia e síndrome de má absorção, hipovitaminoses, hipertensão arterial, obesidade, anorexia e bulimia). Atendimento ambulatorial ao grupo materno-infantil e do adolescente. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. ACCIOLY,E. SAUNDERS,C. LACERDA,E.M.A. Nutrição em obstetrícia e pediatria.Cultura Médica, Rio de Janeiro-RJ, 2002. 2. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Vigilância Alimentar e Nutricional – SISVAN. Orientações básicas para a coleta, o processamento, a análise de dados e a informação em serviços de saúde. Brasília-DF, 2004. 3. VITOLO, M. R. Nutrição da gestação à adolescência. Reichmann & Affonso Editores, Rio de Janeiro-RJ, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ALMEIDA, J.G.A. Amamentação – um híbrido natureza cultura. Editora Fiocruz. Rio de Janeiro, 1999. 2. CTENAS, M.L.B. & VÍTOLO,M.R. Crescendo com saúde. O guia de crescimento da criança. C2 editora, São Paulo,1999. 3. EUCLIDES, M.P. Nutrição do lactente – Base científica para uma alimentação adequada. Editora UFV, 2ª edição, Viçosa –MG, 2000. 4. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Assistência pré-natal. Manual técnico. Brasília-DF, 2000. 5. KRAUSE, M.V.& MAHAN,L.K. Alimentos, nutrição e dietoterapia. Roca, 10ª edição, São Paulo,2002. 94 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição NUTRIÇÃO NA TERCEIRA IDADE EMENTA: Alterações fisiológicas, metabólicas e físicas do envelhecimento. Aspectos psico-sociais da alimentação do idoso. Diagnóstico e tratamento dos principais problemas de alimentação e nutrição. Promoção de práticas de alimentação saudável. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BRANDÃO VIEIRA. Manual de Gerontologia. Rio de Janeiro, Revinter, 1996. 2. FRANK, A. A. & SOARES, E. A. Nutrição no Envelhecer. ed. Atheneu, Rio de Janeiro, 2002. 3. KRAUSE, M. V. & MAHAN, L. K. Alimentos, Nutrição e Dietoterapia. 10ª ed., São Paulo, Roca, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. CALKINS, E.; FORD, A. B.; KATZ, P. R. Geriatria Prática. 2ª ed., Rio de Janeiro, Revinter, 1997. 2. CARVALHO, E. T. F.; PAPALÉO, M.N. Geriatria: fundamentos, clínica e terapêutica. São Paulo, Atheneu, 1994. 3. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Vigilância Alimentar e Nutricional – SISVAN. Orientações básicas para a coleta, o processamento, a análise de dados e a informação em serviços de saúde. Brasília-DF, 2004. 4. VITOLO, M. R. Nutrição da gestação à adolescência. Reichmann & Affonso Editores, Rio de Janeiro-RJ, 2003 5. WAITZBERG, D. Nutrição, Oral, Enteral e Parenteral na Prática Clínica. ed. Atheneu, Rio de Janeiro, 2000. NUTRIÇÃO EM SAÚDE COLETIVA EMENTA: Papel do Nutricionista como transformador da realidade nutricional e de saúde no Brasil. Sistema Único de Saúde (conceitualização e organização), Política 95 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição Nacional de Saúde e de Saúde e Política Nacional de Alimentação e Nutrição. Políticas e programas de interface com a nutrição (saúde, educação, trabalho). Programas e iniciativas nacionais e internacionais de combate às carências nutricionais e promoção da alimentação saudável; Sistemas de Informação em Saúde (SISVAN).Perfil alimentar e nutricional da população brasileira (avaliação e monitoramento).Segurança Alimentar e Nutricional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Serra Majem, Ll.; Aranceta, J.; Mataix, J. Nutrición y SaludPública – Métodos, bases científicas y aplicaciones. ELSEVIER-MASSON, 2Aedicion, 2006. 2. Pena, M. Bacallao, J. Obesidade e Pobreza– Um novo desafio à saúde publica. Ed. Roca, 2006. 3. WHO. Diet Nutrition and the prevention of chronic diseases. Report of a WHO/FAO Expert Committe, Technical Report Series no 916, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. DUTRA de Oliveira e cols. A desnutrição dos Pobres e dos Ricos.Sarvier, 1996. 2. FREITAS, M.C.S. Agonia da Fome. EDUFBA/FIOCRUZ, 2003. 3. MONTEIRO, C.A .(org). Velhos e novos males da saúde no Brasil. A evolução do país e de suas doenças. HUCITEC/NUPENS/USP. São Paulo, 2000. 4. VALENTE, F.L.S. Direito Humano à Alimentação- desafios e conquistas. São Paulo: Cortez, 2002. 5. WHO. Preparation and use of food-based dietary guidelines.Report of a FAO/WHO Consultation, Technical Report Series, no. 880, 1998. NUTRIÇÃO CLÍNICA FUNCIONAL EMENTA: A disciplina Nutrição Clinica Funcional estuda os aspectos bioquímicos e 96 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição funcionais de cada indivíduo, desenvolvendo intervenções individualizadas para restaurar o equilíbrio fisiológico e bioquímico de cada um. Possui ênfase na pesquisa científica e sua aplicação clínica busca equilibrar os sistemas de base do funcionamento do organismo humano. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1.COZZOLINO, S.M.F. Biodisponibilidade de nutrientes. 2ª Edição. Editora Manole:SãoPaulo,2006. 2. PASCHOAL, V.; NAVES, A.; FONSECA, A.B.B.L. Nutrição Clínica Funcional, dos Princípios à Prática Clínica. 1ª Edição. VP: São Paulo, 2007. 3. SILVA, S.M.C.S.; MURA, J.D.P. Tratado de Alimentação, Nutrição e Dietoterapia. Editora Roca: São Paulo, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BLAND, J. S.; BENUN, S. H. Genetic Nutritioneering. Illinois: Keats Publishing, 1999. 2. BAKER, S.M. Detoxification and Healing: The Key to Optimal Health. New Canaan: Keats Publishing, 1997. 3. CARREIRO, D.M. Entendendo a importância do processo alimentar. São Paulo. 2006 4. NAVES, A. Nutrição Clínica Funcional – Obesidade. 1ª Edição. VP: São Paulo, 2009. 5. WILLIAMS, Roger John. Biochemical Individuality: The Basis for the Genetotrophic Concept. New Canaan: Keats Publishing, 1998. FISIOPATOLOGIA E DIETOTERAPIA I EMENTA: Estudo dos aspectos fisiopatológicos envolvidos na gênese das doenças e sua correlação com o estado nutricional, enfocando a terapia nutricional nos distúrbios nutricionais (desnutrição e obesidade), nas doenças crônicas não transmissíveis, cirurgias e pneumopatias. Avaliação nutricional de pacientes 97 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição hospitalizados. Terapia nutricional oral, enteral e parenteral. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. AUSIELLO, D., LEE, G., Cecil: tratado de Medicina Interna. 2 volumes. 22º Edição. Ed. Elsevier. 2. SHILS, M.E., OLSON, J.A.. ROSS, A.C .Tratado de nutrição moderna na saúde e na doença. 9.ed. São Paulo: Manole, 2003.v.1 e 2. 3. WAITZBERG, Dan L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 3. Ed. São Paulo: 2002. V. 1. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. CUPPARI, L. Nutrição Clínica no Adulto. São Paulo: Manole, 2005. 2º Ed. 2. DUARTE.A.C.et al. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL: Aspectos Clínicos e Laboratoriais. 1ª Ed. Manole,2007. 3. DUARTE, A.C. et al. Síndrome Metabólica – Semiologia, Bioquímica e Prescrição Nutricional. Ed. Axel Books . Rio de Janeiro, 2006. ISBN: 85-7323-1814 . SOBOTKA, S. Bases da Nutrição Clínica. Ed.Rubio, 2008. 5. SILVA, S. M. C.; MURA, J. D. P. Tratado de alimentação, nutrição e dietoterapia. 1ª Ed. Roca. 2007. FISOPATOLOGIA E DIETOTERAPIA II EMENTA: Aspectos fisiopatológicos envolvidos na gênese das doenças e sua correlação com o estado nutricional, enfocando a terapia nutricional nas enfermidades do sistema digestório e anexos, nas nefropatias, nas neoplasias, na AIDS, no trauma e sepse, nos distúrbios neurológicos e nos transtornos alimentares. Visita hospitalar. Terapia nutricional em Home Care. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1.NETO, F. T. Nutrição Clínica. 1ª ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2003. 2.SHILS, M. E.; OLSON, J. A.; ROSS, A. C.Tratado de nutrição moderna na saúde e na doença. 9ª ed. São Paulo: Manole, 2003. V.1/2. 98 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição 3.WAITZBERG, Dan L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 3a ed. São Paulo: Atheneu, 2002. V.1/2. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. CUPPARI, L Nutrição Clínica no adulto. Manole, 2005.. 2.DUARTE.A.C.et al. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL: Aspectos Clínicos e Laboratoriais. 1ª Ed. Manole,2007. 3.Da SILVA, S. M. C.; MURA, J. D. P. Tratado de alimentação, nutrição e dietoterapia. 1ª Ed. Roca. 2007. 4. SOBOTKA, S. Bases da Nutrição Clínica. Ed.Rubio,2008. 5.KUMAR, V.; ABBAS, A. K.; FAUSTO, N. Patologia: Bases Patológicas das Doenças. 7ª Ed. Rio de Janeiro: ELSEVIER, 2005. NUTRIÇÃO APLICADA A ATIVIDADE FISICA EMENTA: Metabolismo de nutrientes e dos sistemas energéticos para a atividade física; avaliação de composição corporal aplicada à atividade física; noções básicas de treinamento desportivo e de periodização; do balanço hidroeletrolítico; do planejamento alimentar e nutricional nas diversas etapas (treinamento, competição e recuperação); suplementação nutricional; Atendimento ambulatorial aos atletas e/ou praticantes de exercício físico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BAYNES, W. J. & DOMINICZACK, M. H. Bioquímica Médica. 2. Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. 2. BURKE, L. & MAUGHAN, R. J. Nutrição Esportiva. Porto Alegre: Artmed, 2004. 3. SANDOVAL, A. E. P. Medicina do Esporte: Princípios e Práticas. Porto Alegre: Artmed, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 99 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição 1. BACURAU, R. F. Nutrição e Suplementação Esportiva. 5. Ed. São Paulo: Phorte, 2007. 2. FONTOURA, S. A.; FORMETIN, C. M. & ABECH, E. A. Guia Prático de Avaliação Física: Uma Abordagem Didática, Abrangente e Atualizada. São Paulo: Phorte, 2008. 3. KLEINER, S. M & GREENWOOD-ROBINSON, M. Nutrição para o Treinamento de Força. 3. Ed. São Paulo: Manole, 2009. 4. MCARDLE, W. D. Et al. Fisiologia do Exercício – Energia, Nutrição e Desempenho Humano -. 6. Ed. Editora Guanabara Koogan. 2008. 5. WERUTSKY, C. A. Fundamentos em Nutrologia Esportiva. Porto Alegre: Nova Prova, 2008. GESTÃO EM UNIDADES DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO EMENTA: Fundamentos da Administração; Gestão de Unidades de Alimentação e Nutrição/UANs (modelos de gestão e tendências); aspectos físicos e ambientais das UANs; dimensionamento de área e de equipamentos; organização de lactário; planejamento e administração de custos; legislação aplicada às UANs; sistemas de Qualidade. BILBIOGRAFIA BÁSICA: 1 ABREU, E.S, SPINELLI, M.G.N, ZANARDI, A.M. Gestão de Unidades de Alimentação e Nutrição: um modo de fazer. São Paulo. Editota Metha, 2003. 2. ARAÚJO, M.O.D.; GUERRA, T.M.M. Alimentos per capita. 2ª ed., Natal: UFRN, Editora Universitária, 1995. 3.MEZOMO, I.B. Os Serviços de Alimentação – Planejamento e Administração, 5a.ed. atualizada e revisada, São Paulo: Manole, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1.ABERC, Associação Brasileira das Empresas de Refeições Coletivas. Manual de Práticas de Elaboração e Serviços de Refeições para Coletividades. 6ª ed. São Paulo, 2005. 100 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição 2. OLIVEIRA,L. Alimentação Institucional: Uma visão moderna. 2007 3. PINTO.S.Gestão em Unidades de Alimentação e Nutrição- um modo de fazer.e d.Roca, 2007. 4.TEIXEIRA, M.F.G., S. Administração Aplicada às Unidades de Alimentação Nutrição. Rio de Janeiro – São Paulo: Atheneu, 2000. 5. VAZ, C.S. Alimentação de Coletividade – Uma abordagem Gerencial (Manual Prático do Gestor de Serviços de Refeições Coletivas). Brasília, 2002. PLANEJAMENTO DE CARDÁPIO EMENTA: Elaboração e adequação de cardápios para coletividades; Montagem de mapa de dietas hospitalares de acordo com serviços (desjejum, colação, almoço, merenda, jantar e ceia); Cardápio de baixo custo; Medidas equivalentes; Cálculo de cardápios para as distintas modalidades do Programa de Alimentação do Trabalhador-PAT e da Alimentação Escolar; Política de Compras, e pedido de gêneros. Elaboração de cardápios específicos para os diversos ciclos da vida. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. GONÇALVES, M. I. E. Planejamento de cardápios e receitas para unidades de alimentação e nutrição. São Paulo:Atheneu, 2002. 2. MARICATO, P. Como montar e administrar bares e restaurantes. São Paulo: SENAC, 2002. 3. WALKER, J.R. e LUNDBERG, D. E. O Restaurante. 3. Ed. Porto Alegre: Bookman, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1.ARAÚJO e GUERRA. Alimentos “Per capita”. Natal, UFRN, 1995. 2. FRANCO, G. Tabela de Composição Química dos Alimentos. 9ª edição, Rio de Janeiro, Atheneu, 1999. 3.REGGIOLI, Marica Regina. Planejamento de Cardápios e receitas para 101 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição Unidades de Alimentação e Nutrição. São Paulo: Ed Atheneu, 2002. 4.TEICHMANN, Ione Mendes. Cardápios – Técnicas e Criatividades. 5ª Ed. Caxias do Sul: EDUCS, 2000. 5.TEICHMANN, Ione Mendes. Tecnologia Culinária. Caxias do Sul: EDUCS, 2000 Ciclo de Formação Humanística Disciplinas Créditos Carga horária Semestre Antropologia da Religião 4 60 2º Ética 4 60 2º LIBRAS 4 60 7º Ética e Legislação 02 30 6º Profissional Descrição da Disciplina ANTROPOLOGIA DA RELIGIÃO EMENTA: Antropologia enquanto ciência. Categorias básicas de análise do fenômeno religioso. Cultura e religião. Cultura religiosa brasileira. Religião e cidadania. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1.DA MATA, R. Relativizando: uma introdução à antropologia social. Petrópolis: Vozes. 2.LARAIA, R. B. Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Zahar. 3.MARCONI, M. A. PRESOTTO, Z. N. Antropologia. Uma introdução, São Paulo: Atlas. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1.ANTROPOLÍTICA: revista contemporânea de antropologia e ciência política. 102 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição Niterói: Universidade Federal Fluminense,1995. 2.CUPERTINO, F. As muitas religiões do brasileiro. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 3.HOEBEL, E. A.; FROST, E. L. Antropologia cultural e social. São Paulo: Cultrix. 4.PIERUCCI, A. F. PRANDI, R. A realidade social das religiões no Brasil: religião, sociedade e política. São Paulo: Hucitec. 5.TERRIN, A. N. Antropologia e horizontes do sagrado. Culturas e religiões. São Paulo: Paulus. ÉTICA EMENTA: Fundamentação etimológica e conceitual da Ética. Caracterização e desenvolvimento histórico da Ética. Problemas éticos contemporâneos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1.BOFF, L. Ethos Mundial. Um consenso mínimo entre os humanos. Rio de Janeiro: Sextante, 2003. 2.BUARQUE, C. A revolução das prioridades: da modernidade técnica à modernidade ética. 2ª Ed. São Paulo: Paz e Terra, 2000. 3.VÁSQUEZ, A. S. Ética. 20ª Ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1.BOFF, L. Saber Cuidar. Petrópolis: Vozes, 1999. 2.MIRANDA, Danilo Santos de (org.). Ética e cultura. São Paulo: Perspectiva, 2004. 3.NALINI, J. R. Ética Geral e Profissional. 5ª Ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2006. 4.VALLS, A.L. M. O que é ética. São Paulo: Brasiliense, 2006. 5.KÜNG, H.. Uma ética global para a política e a economia mundiais. Petrópolis: Vozes, 1999. 103 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição LIBRAS EMENTA: A história da educação dos surdos. Aspectos fonológicos, morfológicos e sintáticos da Língua Brasileira de Sinais. A relação entre LIBRAS e a Língua Portuguesa. Processos de significação e subjetivação. O ensino-aprendizagem em LIBRAS. A linguagem viso-gestual e suas implicações em produções escritas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. QUADROS, R. M. e KARNOPP, L. B. Língua de Sinais Brasileira. Porto Alegre: Artmed, 2004. 2. SILVA, M. P. M. Construção de sentidos na escrita do estudante surdo. São Paulo: Plexus Editora, 2001. 3. SKLIAR, C. (org). Atualidade da educação bilíngüe para surdos. Porto Alegre: Mediação, v. 1 e 2, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. LODI, A. C. B. et Ed. Letramento e minorias. Porto Alegre: Mediação, 2002. 2. SACKS, O. Vendo vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. 3. SALLES, H. M. M. L. et al. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos para a prática pedagógica. Programa Nacional de Apoio à Educação dos Surdos. Brasília, 2002. ÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL EMENTA: O Conselho de classe e o código de ética profissional. Ética e a prescrição nutricional. Análise de problemas éticos contemporâneos, particularmente aqueles pertinentes à área de atuação do profissional nutricionista. Discussão de casos. Bioética. Ética e pesquisa. Relação interpessoal e multiprofissional. 104 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1.BEZERRA, A.C.D. Alimentos de rua no Brasil e saúde pública. São Paulo, Ed. Annablume, 2008. 2.CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS. Nutricionista. Brasília, DF. Resolução n o Código de Ética do 334/2004 de 10 de maio de 2004. Disponível em www.cfn.org.br. 3.SINGER, P. A ética da alimentação – Como nossos hábitos alimentares influenciam o meio ambiente e nosso bem estar. São Paulo, Ed. Campus, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1.CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS – Atribuições principais e específicas. Disponível em: www.cfn.org.br. 2.CIENTICIAS DO NISAN 2006/2007 – NÚCLEO INTERDEPERTAMENTAL DE SAN, 2008. 3.NALINI, J. R. Ética Geral e Profissional. 5ª Ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2006. 4.OLIVEIRA, I.B.P.E.; MEDEIROS G.R. Da ética em nutrição ao exercício profissional. Brasília, 2004. 5.VALLS, A.L. M. O que é ética. São Paulo: Brasiliense, 2006. Componentes Curriculares Optativos Os componentes curriculares optativos do curso de nutrição estão à disposição do estudante para que este possa escolher as que melhor se enquadram no perfil de sua formação e são oferecidas por demanda, podendo ser originário do próprio curso ou dos demais cursos de graduação da UCB. As optativas oferecidas são: Código G19033 Componentes Curriculares Pré Optativos req Análise Sensorial dos Alimentos 23 CR Hor as 4 60 105 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição G19032 Gestão em Programas de Alimentação e 34 4 60 - 4 60 22 4 60 4 60 Nutrição G00011 Inglês Experimental G19031 Nutrição Experimental G00212 Psicologia aplicada a Saúde G19035 Terapia Nutricional em pediatria 30,33 4 60 G19030 Tópicos Avançados em Nutrição 05,15 4 60 G19034 Toxicologia dos Alimentos 23 4 60 Suplementação Nutricional 36 4 60 Descrição da Disciplina ANÁLISE SENSORIAL DOS ALIMENTOS EMENTA: Introdução à análise sensorial. Princípios de fisiologia sensorial. Introdução à psicofísica. Métodos clássicos de avaliação sensorial: discriminativos, descritivos e afetivos. Montagem, organização e operação de um programa de avaliação sensorial. Propriedades sensoriais dos alimentos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1.ANDRADE.E.Análise dos alimentos.ed.Varela, 2006 2. FELLOWS,P.J.Tecnologia do processamento de alimentos. ed.artmed,2006 3. OETTERER, M.; D’ARCE, M. A.B.R.; SPOTO, M.H. Fundamentos de Ciência e Tecnologia de Alimentos. Barueri-SP: Manole, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1.FENNENA, O. R. Química de los alimentos. Zaragoza: Acribia, 2000. 2.LAWLESS, H.T. & HEYMANN, H. Sensory Evaluation of Food. Principies and Practices, 1999. 3.MACKEY, A. C. Evaluacion sensorial de los alimentos. San Felipe – Venezuela, CIEPE, 1984. 4. MONTEIRO, C.B.L. Técnicas de avaliação sensorial. 2ed. Curitiba, CEPPA, 106 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição UFP, 1984. 5. TEIXEIRA, E.; MEINERT, E.M.; BARBETTA, P.A. Análise sensorial de alimentos. Editora da UFSC, Florianópolis, 1987. GESTAO EM PROGRAMAS DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO EMENTA: Programa de Alimentação do Trabalhador (comissão tripartite, benefícios, avanços e dificuldades), Modalidades de Serviços, Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, Programa Nacional de Alimentação Escolar (histórico, objetivo, implantação e legislação pertinente) e Instituições de Longa Permanência (peculiaridades da produção de alimentos e cuidados específicos). BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ARRUDA, G A Manual de boas Práticas. 3a. Ed. São Paulo Editora Ponto Crítico. 2005. 2. INEP. Avaliação do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) Censo Escolar 2004. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Brasília. 2007 3. MEZOMO, I B . Os Serviços de Alimentação - Planejamento e Administração. 5a. Ed. São Paulo. Manole. 2002 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ABREU, Edeli Simioni de; SPINELLI, Mônica Glória Neumann; PINTO, Ana Maria de Souza.Gestão de unidades de alimentação e nutrição : um modo de fazer - 2. ed / 2007 . 2. BRASIL, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC 216/04. Brasília. MS. 2004. 3. PALADINI, Edson. Gestão da qualidade no processo: a qualidade na produção de bens e serviços. São Paulo. Atlas . São Paulo. 1995. 4. RIBEIRO, Sandra. Gestão e procedimentos para atingir qualidade : ferramentas em unidade de alimentação e nutrição - UAN's / 2005 - UAN's. São Paulo, SP: Livraria Varela, 2005. 107 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição 5.TEIXEIRA, MFG. Suzana. Administração Aplicada às Unidades de Alimentação e Nutrição. Rio de Janeiro. São Paulo. Atheneu . 2000 INGLÊS EXPERIMENTAL EMENTA: Estratégias de leitura. Estudo das estruturas básicas da língua inglesa: tempos verbais; verbos de modalização; referência pronominal; voz passiva; estrutura nominal. Processo de formação de palavras. Leitura e interpretação de textos acadêmicos em inglês na área das Ciências da Vida. Estudo sobre as formas de desenvolvimento do parágrafo e das diferentes organizações textuais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. LANDO, I.M. Vocabulando. Disal, 2006. 2. MACMILLAN ELT. Macmillan English Dictionary for Advanced Learners with CD-Rom. Macmillan ELT, 2002. 3. MURPHY, R. e SMALZER, W.R. Grammar in Use Intermediate with Audio CD and Answers. 2ª ed. Cambridge University Press, United Kingdom, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. HOUAISS, A. Webster’s Dicionário Inglês-Português – Atualizado. Record, 1998. 2. PERROTI-GARCIA, A.J. e JESUS-GARCIA, S. Grande Dicionário Ilustrado Inglês-Português de termos odontológicos e especialidades médicas. Atheneu, 2003. 3. SWAN, M. Practical English Usage. Oxford University Press, England, 2005. NUTRIÇÃO EXPERIMENTAL EMENTA: Introdução ao estudo da nutrição experimental. Uso de animais em pesquisas nutricionais. Montagem e manutenção do biotério. Qualidade protéica e 108 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição padrões de referência. Métodos químicos e biológicos de avaliação da qualidade protéica de alimentos. Escore químico corrigido pela digestibilidade (PDCAAS). Métodos microbiológicos e clínicos de avaliação da qualidade protéica. Biodisponibilidade de nutrientes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1.ANTENOR A, (Orgs.) Animais de Laboratório: criação e experimentação.Rio de Janeiro,EditoraFiocruz.2002. 2.MACEDO.G.Bioquímica experimental dos alimentos. São Paulo,Ed.Varela, 2005 3. Manual sobre Cuidados e Usos de Animais de Laboratório. National Research Council. Publicação do COLÉGIO BRASILEIRO DE EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL (COBEA),SP, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1- ANDRADE, Édira Castello Branco de. Análise de alimentos : uma visão química da nutrição / 2006 - São Paulo, SP: Livraria Varela, 2006. 2.DOUGLAS, C.R. Tratado de Fisiologia aplicada à Nutrição, Rio de Janeiro:, 1 Ed, Robe 2002. 3.GUYTON, A. C. e HALL, J.E. Fisiologia Humana e Mecanismos das Doenças. 6ªed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 1998. 4. MACEDO, Gabriela Alves Bioquímica experimental de alimentos / 2005 Bioquímica experimental de alimentos. São Paulo, SP: Livraria Varela, 2005. 5.TUNDISCI.N.F.M. Bioquímica Básica.São Paulo Ed. Edição do autor,8ed,2008. 109 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição PSICOLOGIA APLICADA A SAÚDE EMENTA: Psicologia da Saúde: definições, objetivos, histórico, perspectivas e desafios. Saúde e comportamento. Qualidade de Vida. Estresse e doenças. Intervenção em saúde e questões de Bioética. Principais reações emocionais diante do adoecimento, tratamento e/ou hospitalização, mecanismos de defesa, de enfrentamento e de adaptação. Avaliação e manejo psicológico da dor. Relação profissional de saúde e paciente. Vínculos terapêuticos e adesão ao tratamento. Relações no trabalho em equipe: multidisciplinar, interdisciplinar e transdisciplinar. Profissionais de saúde diante da morte. Saúde do profissional de saúde. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. DE MARCO, M. A.A. A Face Humana da Medicina: Do Modelo Biomédico ao Modelo Biopsicossocial. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003. 2. NEME, C. M. B; RODRIGUES, O. M. P. R. (Orgs). - Psicologia da Saúde: Perspectivas Interdisciplinares. São Carlos: Rima, 2003. 3. STRAUB, R. O. Psicologia da Saúde. Porto Alegre: Artmed, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ANGERAMI-CAMON, V.A. (Org) Psicologia da Saúde: um novo significado para a prática clínica. São Paulo: Pioneira, 2000. 2. BOTEGA, N.J.B. (Org.) Prática psiquiátrica no hospital geral: interconsulta e emergência. Porto Alegre: Artmed, 2002. 3. BRUNNER, S.C.S., SUDDARTH, D.S. A doença como experiência humana. In: Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 4. GUIMARÃES, S. S. Psicologia da Saúde e doenças crônicas. in R. R. Kerbauy (Org) Comportamento e Saúde: Explorando Alternativas. Santo André: ARBytes, 1999. 5. LODUCA, A. Atuação do psicólogo em um serviço multidisciplinar de tratamento 110 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição da dor crônica: experiência da Irmandade Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. in M. M. M. J. de Carvalho (org). Dor: um estudo multidisciplinar (pp. 196-221). São Paulo: Summus, 1999. SUPLEMENTAÇÃO NUTRICIONAL EMENTA: Apresentação das resoluções: Resolução CFN 390/2006 e RDC Nº 67/2008.Conhecimento das substâncias permitidas ao nutricionista para manipulação de suplementos nutricionais. Interações do suplemento com alimentos e medicamentos. Biodisponibilidade de nutrientes e suplementação. Indicativo clínico-nutricional para uso da suplementação e em diferentes ciclos da vida. Estudos de casos clínicos na área de suplementação nutricional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. COZZOLINO.S.M.F.Biodisponibilidade de nutrientes.Manole,2007 2. SHIILS, M. E.; OLSON, J. A.; SHIKE, M.; ROSS, A. C. Tratado de nutrição moderna na saúde e na doença. 9ª. Ed.Barueri: Manole, 2003. 3.WAITZBERG, D. L.; DIAS, M. C. G. Guia básico de terapia nutricional. Manual de boas práticas. São Paulo: Atheneu, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CFN.Conselho Federal de Nutricionistas- disponível em www.cfn.org.br 2. COURY, S. T. Nutrição Vital: Uma Abordagem Holística da Alimentação e Saúde. Brasília: LGE Editora, 2004. 3. DUARTE, A.C. Semiologia Imunológica Nutricional. Ed. Axel Books . Rio de Janeiro, 2006. 4. MARTINS, C; MOREIRA, SM; PIEROSAN, SR. Mecanismos de interações fármaco-nutriente. In: Martins C, Moreira SM, Pierosan SR. Interações droganutriente, 2ª edição. Curitiba: Nutroclínica, 2003. 5. KLEPACZ,S.Equilíbrio hormonal e qualidade de vida – Estresse, bem-estar, alimentação e envelhecimento saudável. 2008. 111 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição TERAPIA NUTRICIONAL EM PEDIATRIA EMENTA: Estudo dos aspectos fisiopatológicos envolvidos na gênese das doenças e sua correlação com o estado nutricional enfocando a terapia nutricional oral, enteral e parenteral, terapia nutricional na prematuridade, nas diarréias, na sepse, na síndrome do intestino curto, na SIDA, na IRC, nas hepatopatias crônicas, nas neuropatias crônicas, na oncologia, no pré-e pós-operatório e nas cardiopatias congênitas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. LOPEZ, F.A.; SIGULEM, D. M.; TADDEI J.A.A.C. Fundamentos da Terapia Nutricional em Pediatria. 1ª Ed. São Paulo: Sarvier, 2002. 2. LOPEZ, F.A.; BRASIL, A.L.D. Nutrição e Dietética em Clínica Pediátrica. 1ª Ed. São Paulo: Atheneu. 2003. 3. VITOLO, M.R. Nutrição da gestação à adolescência. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Editores, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. DUARTE.A.C.et Ed. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL: Aspectos Clínicos e Laboratoriais. 1ª Ed. Manole, 2007 2. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Assistência pré-natal. Manual técnico. Brasília-DF. Disponível em www.saude.gov.br. 3. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Vigilância Alimentar e Nutricional – SISVAN. Orientações básicas para a coleta, o processamento, a análise de dados e a informação em serviços de saúde. Brasília-DF, 2004. Disponível em www.saude.gov.br/nutricao. 4. NACIF.M.A.L.Avaliação antropométrica nos ciclos da vida: Uma visão Prática, 2008 5. SHILS, M. E.; OLSON, J. A.; SHIKE, M; ROSS, A, C. Tratado de Nutrição Moderna na Saúde e na Doença. 1a Ed. São Paulo: Manole, 2003. 112 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição TÓPICOS AVANÇADOS EM NUTRIÇÃO EMENTA: Seminários baseados em leitura e análise de trabalhos científicos, relacionados à área de nutrição. Revisão bibliográfica, técnicas de dinâmica de grupos e projetos de pesquisa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. CUPPARI, L. Guia de nutrição: Nutrição Clínica no Adulto, São Paulo: Ed. Manole, 2002. 2. Da SILVA S.M.C.; MURA J.D.P. Tratado de alimentação, Nutrição e Dietoterapia. São Paulo,Roca. 1ª Ed. 2007. 3.DUARTE, A.C.; CASTELLANI, F.R. Semiologia Nutricional. Rio de Janeiro:Axcel, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. MAHAN, L.K E ESCOTT-STUMP, S. Krause – Alimentos, nutrição e dietoterapia. São Paulo,11ª ed. Editora Roca,2005. 2. VAZ, Célia Silvério .Alimentação de coletividade:uma abordagem gerencial: manual prático do gestor de serviços de refeições coletivas / 2002 Alimentação de coletividade: uma abordagem gerencial : manual prático do gestor de serviços de refeições coletivas. Brasília, DF, 2002. 3. VÍTOLO, M.R. Nutrição: da gestação à adolescência, Rio de Janeiro: Reichamann & Affonso Editores, 2003. 4.KAC.G;SCHIERI,R;GIGANTE.P(org).Epidemiologia Nutricional.Rio de Janeiro, Ed.Fiocruz,2007. 5. OLIVEIRA, Jair Tadeu G. Alimentação funcional prolongando a vida, com saúde / 2006 - São Paulo, SP: Claridade, 2006. TOXICOLOGIA DOS ALIMENTOS EMENTA: Fundamentos de Toxicologia. Biotransformação e mecanismos de ação. 113 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição Introdução à Toxicologia de alimentos. Mutagênese e Teratogênese. Análises em Toxicologia.Substâncias tóxicas em alimentos. Contaminantes intencionais e acidentais. Componentes tóxicos naturais em alimentos. Componentes tóxicos formados durante o processamento de alimentos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 3. LARINE, L. Toxicologia. Ed. Manole, 1997. 2. MIDIO, A. F. Toxicologia dos alimentos, Ed. Varela, 2000. 1. HOBBS, B. C.; GILBERT, R.J. Higiene y Toxicologia de los alimentos. Ed. Acribia: Zaragoza,1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1.AZEVEDO, S.A.; CHASIN, A.A.M. Metais – Gerenciamento da Toxicidade. São Paulo, 2003 2. OGA, S.; CAMARGO, M.A.; BATISTUZZO, J.A.O. Fundamentos de toxicologia. 3ª edição, São Paulo, 2008. 3. SHIBAMOTO. T.; BJELDANES, F. Introducción a la Toxicología de los alimentos. Ed. Acribia: Zaragoza, 1993. 4. SIMÃO, A. M. Aditivos para alimentos sob aspecto toxicológico. Ed Nobel: São Paulo, 1989. 5. VEGA, P.; FLORENTINO, B. L. Toxicologia de alimentos. Instituto Nacional de Salud Publica, Centro Nacional de Salud Ambiental, México, 2000. Ciclo de Estágios Disciplinas Créditos Horas/aula Semestre Estágio Sup. Nutrição em saúde coletiva Estágio de Nutrição Aplicada à Atividade 10 150 7º 10 150 7º 114 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição Física Estágio em Unidades de Alimentação e Nutrição Estágio de Nutrição Clínica Estágio de Nutrição Clínica Funcional 10 150 8º 10 150 8º 04 60 7º Descrição das Disciplinas ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM NUTRIÇÃO E SAÚDE COLETIVA EMENTA: Atendimento ambulatorial, Educação Nutricional, Implementação e Implantação de Políticas Públicas em Nutrição, Acompanhamento de Populações, Alimentação Escolar, Doenças Crônico-Degenerativas não transmissíveis e Análise do Risco de Segurança Alimentar. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. Da SILVA S.M.C.; MURA J.D.P. Tratado de alimentação, Nutrição e Dietoterapia. Roca. 1ª ed. 2007. 2.TIRAPEGUI.J.Nutrição: Fundamentos e aspectos atuais.2ªed.Ed Atheneu,2006. 3..KAC.G;SICHIERI,R;GIGANTE,D. Epidemiologia Nutricional,2007 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1.BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção básica. Departamento de Atenção Básica. Coordenação Geral da Política de Alimentação e Nutrição. Guia Alimentar para a população Brasileira – promovendo a alimentação saudável. Ed. Ministério da Saúde: Brasília, 2006. 2. CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS. Lei 8234/91; Resoluções área de atuação. Disponível em www.cfn.org.br 3.DUTRA DE OLIVEIRA, J.E. e MARCHINI, J.S. Ciências nutricionais. São Paulo: Sarvier, 1998. 4. GOUVEIA, E.l.C. Nutrição, Saúde e Comunidade. ed. Rio de Janeiro: Revinter, 1999. 5. MALUF,R.S.Segurança Alimentar e Nutricional.ed.Vozes,2007 . 115 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE NUTRIÇÃO APLICADA A ATIVIDADE FÍSICA EMENTA: Atuação ambulatorial em prática esportiva e dieta para grupos especiais. Metabolismo energético. Integração metabólica entre os principais tecidos corporais. Adaptações fisiológicas durante o exercício físico. Métodos para determinação do gasto energético. Medidas antropométricas, avaliação da composição corporal e exercício físico. Prescrição nutricional ás diferentes modalidades esportivas. Suplementação nutricional - alimentos com finalidade esportiva, cosmética e nutracêutica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1.DELAVIER, F. & GUNDILL, M. Guia de Suplementos Alimentares para Atletas. São Paulo: Manole, 2009. 2.TIRAPEGUI, J. Nutrição, Metabolismo e Suplementação na Atividade Física. São Paulo: Atheneu, 2009. 3.KLEINER, S. M & GREENWOOD-ROBINSON, M. Nutrição para o Treinamento de Força. 3. Ed. São Paulo: Manole, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1.BACURAU, R. F. Nutrição e Suplementação Esportiva. 5. Ed. São Paulo: Phorte, 2007. 2.FONTOURA, S. A.; FORMETIN, C. M. & ABECH, E. A. Guia Prático de Avaliação Física: Uma Abordagem Didática, Abrangente e Atualizada. São Paulo: Phorte, 2008. 1.MELLION, B. M.; PUTUKIAN, M. & MADDEN, C. C. Segredos em Medicina Desportiva. 3. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2003. 3.SANTOS, A. M. O Mundo Anabólico: Análise do Uso de Esteróides Anabólicos no Esporte. 2. Ed. São Paulo: Manole, 2007. 4.SANDOVAL, A. E. P. Medicina do Esporte – Princípios e Práticas. Porto Alegre: Artmed, 2005. 116 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição ESTÁGIO EM UNIDADES DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO EMENTA: Análise de Perigos em Pontos Críticos de Controle, RDC 216/04 ANVISA, Campanha de Educação Nutricional, Acompanhamento do Processo de Compras, Adequação de Estrutura, Manual de Boas Práticas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1.FIGUEIREDO, M., Roberto. SSOP: Manual de Procedimentos e Desenvolvimento. São Paulo: Núcleo, 1999. 2. SILVA JÚNIOR, A., Enio. Manual de Controle Higiênico-Sanitário dos Alimentos. São Paulo: Livraria Varela, 1995. 3. TEIXEIRA, M.F.G., Suzana. Administração Aplicada às Unidades de Alimentação e Nutrição. Rio de Janeiro – São Paulo: Atheneu, 1990. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ABERC – Associação brasileira das Empresas de Refeições Coletivas - ¨Manual de Práticas De Elaboração e Serviço de Refeições para Coletividade, São Paulo, 7ª Ed. , 2001. 2. ARRUDA, G.A., Manual de Boas Práticas, Vol. 1. Hotéis e Restaurantes. São Paulo: Editora Ponto Crítico, 1996. 3. CHIAVANETTO, Idalberto. Administração de Empresas: Uma Abordagem Contigencial. 3ª ed. São Paulo: Makron Book, 1994. 4.MOREIRA, M. Medidas Caseiras no Preparo de Alimentos. 1ª ed. Goiânia: AB, 1995. 5.SILVA FILHO, R.R., Romão. Manual Básico para Planejamento e Projeto Restaurantes e Cozinhas Industriais. São Paulo: Editora Varela, 1996. ESTÁGIO SUPERVISONADO EM NUTRIÇÃO CLÍNICA EMENTA: Acompanhamento Hospitalar individualizado, Avaliação Global, Elaboração de dietas, Atendimento Ambulatorial, Acompanhamento da elaboração 117 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição de dietas, Aceitação e Adaptação do paciente a Dieta e orientações Nutricionais para Enfermidades. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1.Da SILVA, S. M. C.; MURA, J. D. P. Tratado de Alimentação, Nutrição e Dietoterapia. Roca. 1ª Edição, 2007. 2. SHILS, M. E.; OLSON, J. A.; ROSS, A. C. Tratado de Nutrição Moderna na Saúde e na Doença. 9ª ed (tradução). São Paulo: Manole, 2003. v.1,2. 3. WAITZBERG, D. L. Nutrição Oral, Enteral e Parenteral na Prática Clínica. 3ª ed. São Paulo: Atheneu, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1.CARDOSO, S. P.; Martins, C. Interação Droga Nutriente. Nutroclínica, 2002. 2.CUPPARI, L. Guia de Nutrição: Nutrição Clínica no Adulto. 2ª ed. Editora Manole, 2005 3.DUARTE.A.C.et al. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL: Aspectos Clínicos e Laboratoriais. 1ª ed. Manole,2007 4. LOPEZ, F. A.; SIGULEM, D. M.; TADDEI, J. A. A. C. Fundamentos da Terapia Nutricional em Pediatria. Sarvier, 2002. 5. MAHAN, L. K.; Escott-Stump, S. Krause: Alimentos, Nutrição e Dietoterapia. 10ª ed. São Paulo: ROCA, 2001. ESTÁGIO SUPERVISONADO EM NUTRIÇÃO CLÍNICA FUNCIONAL EMENTA: Desenvolvimento em atividades práticas sob supervisão em Nutrição para coletividades, aplicação do conhecimento teórico da nutrição clinica funcional, fitoterapia aplicada à nutrição BIBLIOGRAFIA BÁSICA: COZZOLINO, S.M.F. Biodisponibilidade de nutrientes. 2ª Edição. Editora Manole: São Paulo, 2006. 118 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição PASCHOAL, V.; NAVES, A.; FONSECA, A.B.B.L. Nutrição Clínica Funcional, dos Princípios à Prática Clínica. 1ª Edição. VP: São Paulo, 2007. SILVA, S.M.C.S.; MURA, J.D.P. Tratado de Alimentação, Nutrição e Dietoterapia. Editora Roca: São Paulo, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BLAND, J. S.; BENUN, S. H. Genetic Nutritioneering. Illinois: Keats Publishing, 1999. BAKER, S.M. Detoxification and Healing: The Key to Optimal Health. New Canaan: Keats Publishing, 1997. WILLIAMS, Roger John. Biochemical Individuality: The Genetotrophic Concept. New Canaan: Keats Publishing, 1998. Basis for the Ciclo da Produção Científica Disciplinas Créditos Carga horária Semestre TCC 2 30 8º Introdução à Educação 8 120 1º Superior Descrição das Disciplinas TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO EMENTA: Amostragem, observação, elaboração, análise e interpretação de dados, trabalhos e publicações científicas, referências bibliográficas e normas da ABNT e da UCB. Orientações para a elaboração do TCC. Elaboração do projeto de TCC. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 119 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição 1.ALVARENGA, Maria Amália de Figueiredo Pereira; COUTO ROSA, Maria Virgínia de Figueiredo Pereira do. Apontamentos de metodologia para a ciência e técnicas de redação científica. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris Editor. 2.GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2002. 3.Manual para apresentação de trabalhos acadêmicos da Universidade Católica de Brasília: Coordenação Maria Carmem Romcy de Carvalho, Universidade Católica de Brasília, Sistema de Bibliotecas, Brasília, 2008. 3.GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1.ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. Rio de Janeiro, 2002. 2.ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2002. 3. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002. 4.SPECTOR, N. Manual para a redação de teses, dissertações e projetos de pesquisa. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997. 5. GIL A. C. . Como elaborar projetos de pesquisa. 3. ed. São Paulo, SP: Atlas, 1996 7.3 ESTRUTURAÇÃO DAS PRÁTICAS A fim de ampliar os conhecimentos adquiridos em sala de aula e colocá-los o mais breve porssível em contato com algumas áreas de atuação do nutrcionista, são oferecidas atividades práticas, inseridas nos componentes curriculares da área de nutrição clínica e saúde coletiva. O Hospital da Universidade Católica de Brasília- HUCB, é um campo de viabilização de aulas práticas dos componentes curriculares :Clínica –Escola 120 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição As aulas práticas têm como objetivo qualificar o estudante, sob orientação docente a atuar como nutricionista, desenvolvendo competências e habilidades nas diversas áreas de atuação, amparado nos modernos conceitos administrativos, éticos e legais que regem a profissão, atendendo às expectativas do mercado de trabalho. Além disso, tem o objetivo de proporcionar ao estudante o contato com a área clínica conduzindo a aplicação prática dos conhecimentos teóricos adquiridos durante o curso. As atividades têm como objetivos: Realizar atendimento nutricional da comunidade externa ao Campus e promover atividades de educação nutricional propiciando um ambiente saudável, a melhoria da qualidade de vida e a prevenção de doenças associadas à alimentação.Oferecer prescrições dietéticas e orientações alimentares e nutricionais, individuais e coletivas, que favoreçam a promoção da saúde, tratamento e/ou cura de doenças, promovendo assim, a melhoria da qualidade de vida; Formar multiplicadores sobre ‘Alimentação Saudável’; Integrar estudantes e professores dos cursos em atividades de promoção da saúde e áreas afins. As atividades realizadas deverão identificar padrões de desempenho que atendam tanto aos critérios assistenciais e operacionais quanto aos critérios referentes ao ensino e à pesquisa. No HUCB, as aulas práticas são executadas em parceria com os Cursos de Medicina, Fisioterapia, Psicologia e Odontologia. Permiti-se ainda, o desenvolvimento de estágios curriculares, sob supervisão docente, com carga horária compatível com o Parecer/Resolução específico da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação e que assegura a prática de intervenções preventiva e curativa nos diferentes níveis de atuação: ambulatorial, hospitalar, comunitário/unidades básicas de saúde etc. As práticas de Estágio Supervisionado em área hospitalar são oferecidas no Hospital do Coração, Hospital de Base de Brasília e as Práticas comunitárias no Centro de Saúde de Santa Maria, no Laboratório de Avaliação Nutricional e no Centro de Saúde de Taguatinga. Conforme o parágrafo único do Artigo 1º da Resolução CNE/CES 4, de 06 de abril 2009. “Os estágios e as atividades complementares dos cursos de graduação referidos no caput não deverão exceder 121 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição a 20% (vinte por cento) da carga horária total do curso, salvo nos casos de determinações específicas contidas nas respectivas Diretrizes Curriculares”. Além do que a formação do Nutricionista deve garantir o desenvolvimento de atividades de práticas de laboratórios e estágios curriculares, sob supervisão docente. 7.4 ATIVIDADES COMPLEMENTARES As atividades complementares, ou atividades acadêmico-científico-culturais, têm como objetivo enriquecer o processo formativo do estudante, por meio da diversificação de experiências, dentro e fora do ambiente universitário. As Atividades Complementares visam enriquecer o processo de formação do graduando em Nutrição, por meio da diversificação das suas experiências, dentro e fora do meio universitário. Todo discente do Curso de Nutrição deve cumprir 65 (sessenta e cinco) horas, no mínimo, de atividades complementares, ao longo de sua formação e essas por sua vez devem ser distribuídas em categorias, sendo a carga horária de cada atividade pré-determinada e limitada, visando maior diversificação das experiências. Constituem categorias de Atividades Complementares: I - Atividades de apoio ao ensino: a) Exercício de Monitoria b) Projetos Especiais II - Atividades de pesquisa: a) Participação em Projeto de Iniciação Científica b) Participação em Grupo de Estudo Orientado III - Atividades de extensão: a) Participação em Atividades, Cursos ou Projetos de Extensão b) Realização de Estágio Não Obrigatório IV - Eventos e cursos: a) Participação em Eventos e Cursos b) Aprovação em Disciplinas Eletivas V - Publicações e apresentações de trabalhos: 122 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição a) Apresentação Oral de Trabalhos, Exposição de Mostras e Condução de Oficinas b) Publicações Impressas e Virtuais A Direção do Curso é responsável por avaliar e decidir quanto à pertinência ou não da atividade, bem como por proceder aos registros das horas correspondentes, que será feita por via eletrônica, ao longo dos semestres letivos, e o total de horas das atividades registradas será lançado no Histórico Escolar do discente, em espaço próprio. Para efeitos de registro, deve ser apresentado certificado de participação, declaração ou documento correlato, que identifique o nome do discente, a natureza ou descrição da atividade, bem como o número de horas, o local e o período referentes à atividade. Os documentos comprobatórios deverão ser entregues pelos discentes, na Direção do Curso, ocasião em que deverão ser carimbados, rubricados e datados. A regulamentação para a validação das horas de atividades complementares nos cursos segue as orientações e definições do documento de Normas e Procedimentos Acadêmicos para os cursos de Graduação, da Universidade Católica de Brasília, aprovado por seu Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE. 7.5 DINÂMICA DO TCC E/ OU ESTÁGIO O Trabalho de Conclusão de Curso é um componente curricular que faz parte dos requisitos mínimos para obter o grau de Bacharel no Curso de Graduação em Nutrição e que tem para sua organização, um Professor Coordenador, além dos Orientadores. Quanto ao processo de orientação do TCC, após matrícula na disciplina, o (a) estudante deverá solicitar orientação de um professor (a) orientador (a), vinculado à sua linha de pesquisa. No 8º semestre do curso de graduação, por ocasião da disciplina TCC, deverá contar semanalmente com orientação individual. E contará com o apoio de uma iniciativa da Pró-reitoria de Pós Graduação e Pesquisa, na qual os coordenadores de projetos de pesquisa se comprometem com a orientação de TCC de estudantes da Graduação, como parte de sua integração com a Graduação. Esta atividade do TCC envolve três etapas: formulação do projeto; execução na forma de investigação e apresentação formal dos resultados dentro do rigor científico com aprovação por banca examinadora. 123 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição O detalhamento das normas de elaboração do TCC foi realizado com base na NBR 6022: Informação e Documentação: artigo em publicação periódica científica impressa - Apresentação, da ABNT, com algumas adaptações para atender à elaboração de um artigo científico como trabalho de conclusão de curso e não para a sua submissão a uma revista científica. Em caso de o estudante concluinte encaminhar o artigo para publicação, o mesmo deverá ser apresentado, conforme as normas do periódico para o qual deseja submeter. O artigo deverá ser estruturado com elementos pré-textuais (título, autoria, resumos, palavras-chave e identificação do nome do curso/programa, em nota de rodapé); elementos textuais (conteúdos do artigo propriamente dito) e elementos póstextuais (agradecimentos e referências bibliográficas). O conteúdo do trabalho deve demonstrar uma boa familiaridade do estudante sobre algum tema relacionado à área de Nutrição, como a sua capacidade de análise e expressão na forma escrita, empregando os conhecimentos teóricos e metodológicos obtidos ao longo do Curso de Graduação em Nutrição. Estágio é ato educativo supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho e que visa ao aprendizado de competências próprias da atividade profissional. Neste sentido, as atividades a serem desenvolvidas no estágio (descritas no Plano de Estágio) devem estar de acordo com o Projeto Pedagógico do Curso e com sua proposta formativa. O estágio pode ser obrigatório – quando se caracteriza como componente curricular, sendo sua carga horária requisito para integralização do currículo e obtenção do diploma – ou não obrigatório – quando desenvolvido como atividade opcional. O Estágio Obrigatório constitui parte essencial deste currículo. Ele é elo de aprendizagem teórico/prática com uma atuação assistida no exercício da profissão. Sendo de grande relevância para a formação do Nutricionista, o Estágio Obrigatório se encontra estruturado nos dois últimos semestres. As atividades desenvolvidas nas áreas de estágio recebem sua fundamentação teórica de forma sistematizada, em atividades teórico-práticas que integram ensino – pesquisa e extensão. Um dos desafios que a UCB se propõe, por meio da concretização do seu Projeto Pedagógico Institucional, é transpor a centralidade da sala de aula para outras 124 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição formas de atuação pedagógica. Nesse sentido, a implantação dos Estágios , tal qual delineado nesse Projeto Pedagógico, corresponde a um alinhamento com a proposta da instituição e aos documentos nacionais para a educação. Os Estágios Obrigatórios organizam-se em dois (2) semestres, com um total de 40 créditos respeitando as Diretrizes Curriculares do Curso de Graduação em Nutrição. São formados por quatro ciclos denominados: Estágio Supervisionado em Nutrição Clínica, em Saúde Coletiva, em AUAN ( refere-se às Unidades de Alimentação e Nutrição ) e em Nutrição aplicada à Atividade Física. Instituiu-se a Coordenação de Estágio composta por um Professor Coordenador para cada área de atuação, cabendo ao mesmo primar pela consecução e otimização do processo ensino/aprendizagem, cujas atribuições dos docentes e discentes estão estabelecidas no Manual do Estagiário do Curso de Nutrição. Para cada área de estágio há Professores Supervisores, cujo número depende do número de turmas formadas. Para melhor desempenho do estagiário, o curso de nutrição conta com a presença “in loco” de Nutricionistas monitoras nas áreas de Estágios, principalmente quando há um número maior de estudantes (acima de 15) concentrados nas unidades de estágios conveniadas. Mecanismos de acompanhamento: Documentação Pessoal e Termo de Compromisso da Instituição Conveniada assinado pelo estudante e Direção do Curso; Folha de Freqüência dos estagiários, Folha de Ponto dos Professores Supervisores, Visitas dos Professores Supervisores aos locais de Estágio, Reunião dos Professores e Preceptores no início e final do Estágio, Ficha de Avaliação do Preceptor, Reunião Final de Apresentação do Relatório Final de cada Área de Estágio com estagiários, Preceptores e Professores Supervisores. Relação estagiário/professor na orientação do Estágio: Nutrição Clínica: Professores supervisores com 08 horas semanais e mais dois monitores Nutricionistas com 8 horas semanais de acompanhamento por turma. Cada turma comporta até 15 estagiários. Nutrição em Saúde Coletiva:Professores Supervisores, com 8 horas semanais por turma, sendo 01 para cada região de estágio e 02 monitores Nutricionistas. Cada turma comporta 15 estagiários. 125 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição Administração em Unidades de Alimentação e Nutrição: Professores Supervisores com 8 horas semanais para cada 15 estudantes que estão distribuídos nos diferentes locais. Nutrição aplicada à Atividade Física: Um professor com 06 horas semanais para cada 45 estagiários. As atividades são realizadas sob supervisão docente, em parcerias com profissionais e/ou instituições da área esportiva. Carga Horária Cada área de estágio dos eixos profissionalizantes (Clínica, Alimentação Coletiva e Saúde Coletiva) tem 330 horas. Os horários de Estágio são: 7 às 13 horas no período matutino e das 13 às 19 horas no vespertino. O estágio em Nutrição aplicada à Atividade Física, tem 120 horas e funciona das 8:00 às 11:15 horas com presença docente e 30 horas de atividades complementares do estágio (elaboração de dietas, palestras, estudos de caso, entre outros). Na época dos estágios supervisionados, os estudantes que cursam no período noturno, deverão desenvolver as atividades de estágio em sua totalidade no período diurno. O Curso de Nutrição tem como prerrogativa para o cumprimento do seu Projeto Pedagógico uma formação de qualidade, onde o estudante desde o primeiro semestre se insere em atividades práticas curriculares e complementares, devendo iniciar os Estágios Obrigatórios pela área de Nutrição em Saúde Coletiva, já no 7o semestre, bem como, do estágio supervisionado em Nutrição Aplicada à Atividade Física. • Somente será permitida a matrícula do estudante nos Estágios em Nutrição Clinica e Administração de Unidades de Alimentação e Nutrição se o estudante tiver cursado todos os componentes curriculares precedentes consideradas como pré-requisitos do Curso de Nutrição, exceto: TCC e a componente curricular optativa escolhida, consideradas co-requisitos. • Os Estágios em Nutrição Clinica e Administração de Unidades de Alimentação e Nutrição são cursados em um único semestre em sistema de bloco com rodízio entre as duas áreas 126 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição Locais de Práticas Na área esportiva, os estagiários realizam suas atividades dentro do próprio Campus da UCB, atendendo atletas da Universidade, bem como praticantes de atividade física que procuram o ambulatório de nutrição em atividade física. Podendo também, realizar as atividades práticas em academias esportivas, desde que conveniadas com o curso/UCB. No Estágio Supervisionado de Nutrição em Saúde Coletiva, os estudantes participam de atividades integradas com a Pró-Reitoria de Extensão, nas Comunidades atendidas por Programas Comunitários, bem como em Unidades Básicas de saúde da Secretaria de Saúde do DF, atuam também em escolas e creches Filantrópicas, governamentais, entre outros locais de interesse da atuação do nutricionista na área de saúde coletiva. Para o desenvolvimento das atividades práticas no Estágio Supervisionado em Nutrição Clínica, o Curso de Nutrição conta com Hospital da Universidade Católica de Brasília e de parcerias externas , instituições públicas e/ou privadas conveniadas com a UCB. Na área de Alimentação Coletiva, os estagiários realizam suas atividades nas instituições conveniadas com a UCB em cozinhas industriais (Hotéis, empresas alimentícias restaurantes, supermercados), entre outros. Deste modo, pretende-se formar profissionais que não apenas reproduzem saberes, mas aptos também a construir e validar o conhecimento científico a partir de referenciais teórico-práticos estabelecidos e da própria atuação profissional considerando as demandas e necessidades prevalentes e prioritárias da população conforme o quadro epidemiológico do país/região. Os estágios não obrigatórios podem agregar carga horária ao currículo, sendo aproveitado como Atividade Complementar ou Atividade Acadêmico-Científico-Cultural, de acordo com o Projeto Pedagógico do Curso. Estágio Não Obrigatório O estudante do curso de Nutrição poderá iniciar atividades de estágio a partir do quinto semestre. As atividades previstas para o estágio e descritas no Manual de 127 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição Estágio do estudante devem estar diretamente relacionadas à proposta formativa do curso. Descrição das atividades compatíveis à realização do Estágio Supervisionado não obrigatório no curso de Nutrição da Universidade Católica de Brasília-UCB: Semestre Atividades 5º e 6º semestres Promover educação Nutricional (sob supervisão) Executar avaliação antropométrica Treinamento de manipuladores de alimentos e/ou outros tipos de capacitação na área de alimentação e nutrição. Atuação em Programas de Alimentação e Nutrição 7º e 8º semestres Acompanhamento e execução sob supervisão do Nutricionista, de todas as atividades inerentes áreas de Nutrição Coletiva, Clínica, Alimentação Coletiva, entre outras. 7.6. ATIVIDADES DE EXTENSÃO A Universidade Católica de Brasília, tem como perfil a comunidade acadêmica de ensino, pesquisa e extensão, cujos objetivos, deverão estar articulados a fim de cumprir seu papel de universidade, contribuindo para melhoria do desenvolvimento como ser humano. O curso de nutrição, participa de atividades extensionistas, desde 1999. São desenvolvidos os seguintes projetos institucionalizados, coordenados pelo curso de nutrição: Projeto Alimentação Saudável: Tem como objetivos, fornecer educação nutricional à comunidade interna e externa ao Campus , com participação de estudantes voluntários. Este projeto atende professores e funcionários da UCB, escolas públicas e/ou privadas,empresas alimentícias, cursos da área de saúde da UCB entre outros. É coordenado por um docente Nutricionista e conta com um estagiário estudante de nutrição. 128 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição Projeto Pró-Gestante : atendimento nutricional de gestantes da comunidade externa e interna da UCB, oferecendo atendimento e acompanhamento nutricional até o final da gestação. Trata-se de uma parceria entre o Projeto Alimentação Saudável e a Graduação que visa essencialmente viabilizar as aulas práticas do componente curricular de Nutrição Materno Infantil. Projeto Pró-Idoso : oferece atendimento aos idosos em parceria com o Projeto UNATI e visa essencialmente viabilizar as aulas práticas do componente curricular Nutrição na 3° Idade. Trata-se de uma parceria entre o Projeto UNATI, Projeto Alimentação Saudável e o Curso de Nutrição. Projeto Pró-Criança : oferece atendimento para crianças da comunidade interna e externa em parceria da Graduação com a Extensão para viabilização das aulas práticas do componente curricular de Seminários Avançados. Ambulatórios: de Transtornos Alimentares (bulimia e anorexia e obesidade) e nutrição para praticantes de atividade física. A fim de atender a comunidade realizando orientação alimentar e nutricional para grupos específicos, em parceria com os cursos de Psicologia, Medicina e Educação Física . Tendo seu início em Março de 2008. 7.7. JORNADAS E CICLO DE PALESTRAS CIENTÍFICAS A fim de ampliar os conhecimentos científicos de docentes e estudante, o curso oferece Ciclos de Palestras e Jornadas científicas semestralmente, abordando diferentes temas de interesse, com efetiva participação docentes palestrantes e/ou convidados externos. Geralmente os eventos são realizados em parceria: CANUTDireção do Curso, havendo total apoio para as iniciativas de organização de Palestras, Ciclos Científicos, Debates, Eventos Culturais entre outros. 7.8. PROJETOS DE PESQUISA O NUPEN (Núcleo de Estudos em Nutrição),vincula-se à direção do Curso de Nutrição. São Objetivos do NUPEN : a) Identificar e divulgar as atividades de capacitação científica aos docentes do curso de nutrição; estimular e apoiar o corpo docente na publicação e divulgação de suas produções científicas; 129 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição b) assessorar na elaboração de projetos e programas de pesquisa, estimulando e dando apoio às suas realizações; c) opinar em processos sempre quando solicitados, que envolvam pesquisa nas áreas afins da nutrição d) fornecer orientações técnico-científicas de elaboração e publicação de trabalhos científicos a docentes. Da Coordenação O Coordenador do NUPEN deverá ser um docente efetivo do Curso de Nutrição da UCB, com pós-graduação “ stricto sensu ”. Compete ao Coordenador do NUPEN: a) coordenar as atividade desenvolvidas pelo Núcleo em consonância com a direção do curso de nutrição b) elaborar e manter atualizadas as normas de elaboração de trabalhos científicos; c) Monitorar e estimular a publicação científica anual de doutores e participações em congressos com apresentação oral ou poster por mestres/ou doutores lotados no curso de nutrição; d) emitir pareceres em atividades de pesquisa do Curso de Nutrição; e) representar o NUPEN perante autoridades e órgãos de desenvovimento científico f) buscar junto a UCB e outros externos, recursos que permitam a execução da atividades do núcleo; g) elaborar cronograma mensal e relatório semestral das atividades desenvolvidas e encaminhar à Coordenação do Curso de Nutrição, principalmente no que se refere à produção científica dos docentes. A pesquisa científica permeia todas as atividades do curso de Nutrição sendo estimulada, enfatizada pelos docentes. São desenvolvidas pesquisas de interesse da sociedade, temas atuais, relacionados à àrea de Alimentação e Nutrição, com a participação de estudantes inseridos no Programa de Iniciação Científica, instituído pela Portaria nº 128/99 da UCB, ou por estudantes voluntários e/ou estudantes elaborando seus Trabalhos de Conclusão de Curso – TCC. 130 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição 8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS BACHELARD, Gaston. A Formação do espírito científico. Rio de Janeiro: Contraponto, 1996. BOBBIO, Norberto. Teoria geral da política: a filosofia política e as lições dos clássicos. Rio de Janeiro: Campus, 2000. BOFF, Leonardo. Saber cuidar – ética do humano-compaixão pela terra. Petrópolis. RJ: Vozes, 1999. BRASIL. Lei nº 10.172/2001, de 9 de janeiro de 2001. Aprova o Plano Nacional de Educação e dá outras providências. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/LEIS_2001/L10172.htm. Acesso em 04 ago. 2007. BURKE, Peter. 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Obrig: Qtde Créditos Optativos: Currículo: 208 204 4 Qtde Créditos Extra-Curriculares: 180 12 Data Início: _____/______/_______ _____/______/_______ Data término: Nº Semestre Máximo: Graduação: Habilitação: Aprovação: Turnos disponíveis: Sem Matutino Seq Vespertino Noturno 1 G00203 1 2 G00016 1 3 G00201 1 4 G00202 1 5 G19001 1 6 G00213 2 7 G19005 2 8 G00215 2 9 G00207 2 10 G00206 2 11 G00204 2 12 G19008 2 13 G00002 2 14 G19006 15 Local: Campus I Cód 1 3 Integral G19002 Nome Disciplina Pré-Req Nutrição Básica Crd Horas Prát Sem Teo Lab 4 30 30 8 120 4 30 30 4 45 15 2 15 15 4 45 15 60 26 285 75 30 390 02-04-05 2 15 15 02-06 2 30 Citologia e Histologia Introdução a Educação Superior Anatomia Bioquímica Fundamentos da Nutrição Saúde e Sociedade Nutrição e Metabolismo Saúde no Ciclos da vida Genética Fisiologia Embriologia Educação Nutricional Antropologia da Religião Fundamentos da Ciência dos Alimentos Min.C Total 60 120 60 60 30 30 30 01-02-04 4 60 01-02-03-04 4 45 02-03 2 30 30 05 4 60 60 4 60 4 45 15 60 26 345 45 390 4 45 02-05 07 60 15 60 60 15 60 Lim Projeto Pedagógico Curso de Nutrição 3 16 3 17 3 18 3 19 3 20 3 21 4 22 4 23 4 24 4 25 4 26 4 27 4 28 5 29 5 30 5 31 5 32 5 33 5 34 6 35 6 36 6 37 6 38 6 39 6 40 6 41 6 42 7 43 7 44 7 45 G-19036 G00214 G00211 G00210 G00208 G00209 Gastronomia Vigilância em Saúde Patologia Parasitologia Imunologia Microbiologia G19007 G00205 G19009 G19010 G19003 G19021 G00003 Técnica Dietética I Farmacologia Nutrição Humana Avaliação Nutricional Microbiologia e Higiene dos Alimentos Tecnologia dos Alimentos Ética G19012 G19017 G19014 G19015 G19013 G19022 Nutrição Materno Infantil e do Adolescente Nutrição na Terceira Idade Técnica Dietética II Fisiopatologia e Dietoterapia I Nutrição em Saúde Coletiva Nutrição Clinica Funcional G19023 G19019 G19020 G00216 Nutrição aplicada à atividade física Fisiopatologia e Dietoterapia II Gestão em Unidades de Alimentação e Nutrição Planejamento e Gestão em Saúde Nutrição e Estética Ética e Legislação Profissional Fitoterapia e Nutrição Planejamento de Cardápio G00008 G19018 G19016 G19026 Estágio Sup. Nutrição em Saúde Coletiva G19025 Estágio de Nutrição Aplicada à Atividade Física Estágio em Nutrição Clinica Funcional Empreendedorismo e Consultoria em Nutrição G00403 05-14 08 10 01-04 04-09 01-09 5 04/jul 15 15 21 21 24-25 24-25 22 24-25-28 24-25-28 24-25 24-25 32 31 17 34 23-34 31 35-36-37-38-39-4041-42 35-36-37-38-39-4041-42 34-39-41 37 2 4 4 4 4 4 45 30 30 45 45 30 30 30 15 15 26 240 120 4 4 2 4 4 4 4 30 45 15 25 45 45 45 30 15 26 250 95 4 4 4 6 4 4 25 45 30 60 45 30 26 235 4 6 4 4 2 2 2 2 30 60 45 45 30 30 15 15 26 270 15 15 30 30 60 60 60 60 60 390 15 15 60 60 30 60 60 60 60 45 390 35 15 30 15 30 60 60 60 90 60 60 30 125 390 15 15 30 15 15 15 15 60 90 60 60 30 30 30 30 105 390 10 150 150 10 4 2 150 60 150 60 30 15 35 15 30 30 135 Projeto Pedagógico Curso de Nutrição 26 8 47 8 48 8 49 8 50 G19027 G19028 G19029 Estágio em Unidades de Alimentação e Nutrição Estágio de Nutrição Clínica Optativa TCC 43-44 43-44 43-44 10 10 4 2 26 TOTAL 30 0 150 150 150 150 60 60 60 60 360 380 1025 ATIVIDADES COMPLEMENTARES Disciplinas Optativas do Currículo Tópicos Avançados em Nutrição Nutrição Experimental Toxicologia dos Alimentos Análise Sensorial dos Alimentos Gestão em Programas de Alimentação e Nutrição Inglês Experimental (curso de origem: Letras) Terapia Nutricional em Pediatria Libras 390 60 208 1715 G19030 G19031 G19034 G19033 G19032 G00011 G19035 G00304 360 420 3120 180 3300 05-15 4 60 07 4 15 60 30 4 60 30 4 30 35 4 60 60 0 4 60 60 31-34 4 60 60 4 60 60 45 60 60 30 136 60