CENTRO UNIVERSITÁRIO LA SALLE UNILASALLE CURSO DE NUTRIÇÃO PROJETO PEDAGÓGICO Resolução CONSUN nº 448/09, de 24 de abril de 2009, referente reformulação do Projeto Pedagógico Reestruturação Curricular Canoas/RS - novembro de 2009. SUMÁRIO 1 CONTEXTUALIZAÇÃO DO UNILASALLE E DO CURSO.......................................................04 1.1 Nome da Mantenedora............................................................................................. .............................04 1.2 Base Legal da Mantenedora .................................................................................................................04 1.2.1 Endereço ............................................................................................................................................04 1.2.2 Razão Social ......................................................................................................................................04 1.2.3 Registro no Cartório ..........................................................................................................................04 1.2.4 Atos Legais ........................................................................................................................................04 1.3 Nome da IES ........................................................................................................................................04 1.4 Base Legal da IES ................................................................................................................................04 1.4.1 Endereço ............................................................................................................................................04 1.4.2 Atos Legais e data de publicação no DOU ........................................................................................04 1.5 Perfil e Missão da IES..........................................................................................................................04 1.6 Dados Sócio-econômicos da região .....................................................................................................05 1.7 Breve histórico da IES............................................................................................. ............................06 2 IDENTIFICAÇÃO E LOCAL DE FUNCIONAMENTO DO CURSO.........................................09 3 REGIME ACADÊMICO E PRAZO DE INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR........................09 4 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA..............................................................................10 4.1 Contexto Educacional ...........................................................................................................................10 4.1.1 Relevância Social do Curso ...............................................................................................................10 4.1.2 Possibilidades de inserção profissional do egresso............................................................................10 4.1.3 Impacto do curso para o desenvolvimento sócio-econômico, redução das desigualdades regionais e promoção da inclusão social........................... ..................................................................................12 4.2 Concepção do Curso............................................................................................... ..............................13 4.2.1 Objetivos do Curso ............................................................................................................................16 4.2.1.2 Geral................................................................................................................................................16 4.2.1.2 Específicos ......................................................................................................................................16 4.2.2 Perfil do Egresso ................................................................................................................................17 4.2.3 Matriz Curricular................................................................................................................................20 4.2.4 Ementas e Bibliografias .....................................................................................................................21 4.2.5 Metodologia de Ensino ......................................................................................................................42 4.2.6 Atividades Complementares ..............................................................................................................43 4.2.7 Estágio Curricular Supervisionado ....................................................................................................44 4.2.8 Estágio Não Obrigatório ....................................................................................................................44 4.2.9 Trabalho de Conclusão de Curso .......................................................................................................45 4.2.10 Inter-relação das unidades de estudo na execução do currículo.......................................................46 4.2.11 Ensino a distância – EAD ................................................................................................................46 2 4.2.12 Proposta de Avaliação do Processo Ensino-aprendizagem..............................................................47 4.2.13 Auto-avaliação do curso...................................................................................................................49 4.3 Núcleos de Apoio..................................................................................................................................49 4.3.1 Núcleo de apoio didático-pedagógico aos docentes - NAP ...............................................................50 4.3.2 Núcleo de apoio aos discentes ...........................................................................................................50 4.3.3 Núcleo de apoio psicopedagógico ao discente...................................................................................51 4.3.4 Mecanismos de Nivelamento .............................................................................................................52 4.3.5 Atendimento Extraclasse....................................................................................................................52 5 CORPO DOCENTE ...........................................................................................................................53 5.1 Núcleo Docente Estruturante - NDE.....................................................................................................53 5.1.1 Composição .......................................................................................................................................53 5.1.2 Funções e características do NDE .....................................................................................................54 5.2 Coordenação de Curso ..........................................................................................................................54 6 INSTALAÇÕES FISICAS .................................................................................................................54 6.1 Equipamentos........................................................................................................................................54 6.1.1 Acesso dos docentes a equipamentos de informática e à rede ...........................................................54 6.1.2 Acesso dos alunos a equipamentos de informática. ...........................................................................55 6.1.3 Software - Labin.................................................................................................................................56 6.1.4 Recursos audiovisuais e multimídia. .................................................................................................56 6.2 Instalações e Laboratórios Específicos .................................................................................................57 6.2.1 Laboratórios de Técnica Dietética - LTD...........................................................................................57 6.2.2 Centro Saúde Escola ..........................................................................................................................57 6.3 Biblioteca ..............................................................................................................................................58 6.3.1 Espaço físico e acervo........................................................................................................................58 6.3.2 Instalações para o acervo, estudos individuais e em grupo................................................................58 6.3.3 Informatização....................................................................................................................................59 6.3.4 Políticas Institucionais de aquisição, expansão e atualização do acervo e formas de sua operacionalização........................................................................................................................................59 6.3.5 Serviços..............................................................................................................................................59 6.3.6 Serviços (condições, abrangência e qualidade)..................................................................................59 6.3.7 Recursos Humanos.............................................................................................................................60 6.3.8 Políticas de conservação e expansão do espaço físico, normas de segurança e formas de sua operacionalização........................................................................................................................................60 6.4 Infraestrutura de acessibilidade às pessoas portadoras de necessidades especiais................................60 7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS..............................................................................................60 3 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE NUTRIÇÃO 1 CONTEXTUALIZAÇÃO DO UNILASALLE E DO CURSO 1.1 Nome da Mantenedora - SOCIEDADE PORVIR CIENTÍFICO 1.2 Base Legal da Mantenedora 1.2.1 Endereço- Rua Honório Silveira Dias, 636, Bairro São João, Porto Alegre/RS 1.2.2 Razão Social - SOCIEDADE PORVIR CIENTÍFICO 1.2.3 Registro no Cartório do Registro Especial fls. 23, nº de ordem 85 1.2.4 Atos Legais – CNPJ 92.741.990/001-37 1.3 Nome da IES - CENTRO UNIVERSITÁRIO LA SALLE 1.4 Base Legal da IES 1.4.1 Endereço - Av. Victor Barreto, 2288, Centro, Canoas/RS - CEP 92010-000 1.4.2 Atos Legais e data de publicação no DOU – Portaria de Recredenciamento Nº 1.473 de 25/5/04 - D.O.U. de 26/5/04 1.5 Perfil e Missão da IES O Centro Universitário La Salle, inspirado nos Princípios Pedagógicos da Província Lassalista, constituída por Religiosos do Instituto dos Irmãos das Escolas Cristãs (Irmãos Lassalistas), oferece uma educação cristã baseada nos fundamentos de São João Batista de La Salle. Tem em sua gênese características voltadas para a formação de educadores. Para tanto, propõese a oportunizar ao educando uma pedagogia que viabilize a produção, a apropriação e a socialização do conhecimento, necessárias para a compreensão da realidade que o cerca e para que possa intervir nessa realidade progressivamente, buscando alcançar níveis mais complexos do desenvolvimento de suas capacidades humanas. O Unilasalle tem como Missão promover o desenvolvimento da pessoa, através do ensino, da pesquisa e da extensão, comprometida com a transformação da sociedade nas dimensões humana e cristã. Para tanto, estabelece os seguintes Princípios: 1. Inspiração e vivência cristão-lassalistas 2. Prática da Excelência do Ensino 3. Exercício da Cidadania fraterna e solidária 4. Respeito à diversidade e à vida 5. Valorização da inovação, da criatividade e do empreendedorismo 4 6. Qualificação dos agentes educativos 7. Agilidade e compartilhamento da informação 8. Integração entre ensino, pesquisa e extensão 9. Eficiência e eficácia na gestão 10. Valorização do ambiente para as relações interpessoais Como Visão pretende tornar-se universidade e ser reconhecida pela excelência do ensino, da pesquisa e da extensão, voltada para o desenvolvimento local e regional. 1.6 Dados Sócio-econômicos da região O CENTRO UNIVERSITÁRIO LA SALLE tem seu limite territorial de atuação circunscrito ao município de Canoas, Estado do Rio Grande do Sul. Canoas é sinônimo de economia forte e de povo trabalhador, é uma cidade da região metropolitana com população aproximada de 330.000 habitantes e com área de 131,10 Km², distante 12Km da capital. O município, fundado em 1939, possui o segundo maior Produto Interno Bruto (PIB) gaúcho, despontando no cenário gaúcho como um dos maiores e mais promissores. Isso é conseqüência do grande número de indústrias e de atividades ligadas ao setor de serviços. A cidade é sede de grandes empresas nacionais e multinacionais, como a Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), Springer Carrier e AGCO do Brasil, além de nomes fortes nos ramos de gás, metalmecânico e elétrico. No setor de serviços Canoas oferece as mais diferentes opções, tendo um comércio diversificado representado por grandes magazines, centros comerciais, redes de supermercados e um movimentado shopping center. Na área da saúde o município conta com dois tipos de atendimentos: atenção primária e atenção secundária. O primeiro possui 25 postos de saúde, ou seja, Unidades Básicas de Atenção à Saúde. O segundo, voltado para a Saúde Mental, conta com os seguintes centros: Cuca Legal, Centro de Atenção Psicossocial - CAPS, Centro de Neurologia, Centro da Saúde Mental (Infância, Adolescência e Família). Ainda consta com 4 hospitais e inúmeras clínicas particulares. A Secretaria Municipal da Saúde, em parceria com a Secretaria Estadual desenvolve o Programa Multiprofissional voltado para a qualidade de vida na infância – PIM e o Programa de Saúde da Família – PSF. Para atendimento aos idosos, o município conta com o Conselho Municipal dos direitos do idoso, vinculado a Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania, e mais 25 lares de assistência. Na educação, o município possui 136 escolas de Educação Básica atendendo a 82.056 alunos e 3.611 professores. Em algumas escolas existem os Centros de Atenção Integrada ao Estudante – CAIE, 5 com o objetivo de atender a alunos que apresentem necessidades especiais, além das escolas especiais. Em contrapartida, tem um grande contingente populacional carente de atendimento integral nessas áreas. 1.7 Breve histórico da IES O Centro Universitário La Salle tem a sua história ligada à trajetória das Obras Educativas Lassalistas. Estas têm a sua origem na proposta educativa de São João Batista de La Salle, sacerdote francês (1651 -1719) que, renunciando aos privilégios da sua condição de nobre, dedicou-se à criação de escolas para crianças das classes menos favorecidas. São João Batista de La Salle fundou uma congregação religiosa cujo objetivo central é a dedicação de seus membros à educação de crianças, jovens e adultos e à formação de professores. Essa congregação foi reconhecida oficialmente pela Igreja em 1725. Da França, a atuação dos Irmãos Lassalistas espalhou-se pelo mundo. Atualmente as Instituições Lassalistas estão presentes em 82 países e contam com mais de 5.000 Irmãos, 70.000 Educadores e 920 Comunidades Educativas que atendem, aproximadamente, a 850.000 crianças, jovens e adultos. No Brasil, os Lassalistas estão presentes desde 1907, quando fundaram a sua primeira escola para filhos de operários, no Bairro Navegantes, em Porto Alegre. Hoje, mais de 200 Irmãos e 2500 Educadores, em 43 Comunidades Educativas, atendem a mais de 50 mil crianças, jovens e adultos em 11 Estados Brasileiros. A Educação Lassalista em Canoas/RS teve início com o Instituto São José, hoje Colégio La Salle, uma das primeiras escolas Lassalistas no Brasil. Em 04 de março de 1908, iniciou suas atividades com regime de internato, dedicando-se ao ensino primário, comercial e agrícola. No período de 1926 a 1992, sediou também os cursos de formação religiosa a Irmão Lassalista. Junto ao Instituto São José foi criada a Escola Paroquial Externato São Luís, gratuita, para atender às crianças cujos pais não tivessem condições de efetuar o pagamento. Essa escola transformou-se em Ginásio, em 1939. Em 1942, foi criada a Escola Normal La Salle, a primeira escola de iniciativa privada de formação de magistério primário no Rio Grande do Sul. Posteriormente, a partir de 1958, para atender às demandas da Comunidade, foram criados os cursos do ensino Secundário, Científico e Contábil. Com a Reforma do Ensino, Lei 5.692/71, as diversas obras educacionais da Instituição foram fundidas sob a denominação de Centro Educacional La Salle. A partir de 1º de outubro de 2001, atendendo às disposições da Lei de Diretrizes e Bases da Educação 9394/96, o Centro Educacional La 6 Salle passou a se chamar Colégio La Salle, instituição que abrange Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio e Educação Profissional. Criado por decisão do Conselho da Mantenedora em 02 de agosto de 1972, o Centro Educacional La Salle de Ensino Superior/CELES iniciou suas atividades em 6 de agosto de 1976 com a implantação do curso de Estudos Sociais, seguido pelos cursos de Letras e Pedagogia, com ênfase na preparação de professores, consonante com a orientação filosófica da Congregação. No início dos anos 1990, por iniciativa da Sociedade Porvir Científico, Mantenedora, e da comunidade acadêmica, decidiu-se pela sua transformação em universidade, tendo sido encaminhada para isso uma Carta Consulta em 29 de maio de 1992. Ao mesmo tempo, foram tomadas iniciativas de incentivo à pesquisa e à extensão, bem como à expansão da oferta de cursos de graduação e pósgraduação. Durante a tramitação do processo, o Conselho Federal de Educação autorizou o funcionamento de cinco novos cursos de graduação, a saber: Administração, Filosofia, Ciência da Computação, Ciências Econômicas e Ciências. Com a alteração da legislação sobre o credenciamento para Universidade, houve o encaminhamento de um processo para o credenciamento como Centro Universitário. Atendendo à Portaria n.º 639 de 13/05/97, a Instituição foi credenciada através do Decreto Presidencial de 29 de dezembro de 1998, publicado no D.O.U. em 30 de dezembro de 1998, tendo em vista as recomendações constantes do Parecer CES/CNE n.º 865, de 02 de dezembro de 1998. O mesmo parecer aprovou também o Estatuto e o Plano de Desenvolvimento Institucional. A passagem da Instituição à condição de Centro Universitário (Centro Universitário La Salle – Unilasalle) facultou-lhe agregar, nos anos seguintes, novos cursos de graduação, bem como reordenar cursos já existentes, sempre com a aprovação de seu Conselho Superior (CONSUN): Letras Habilitação em Língua Portuguesa e Língua Espanhola (1999); Ciências Sociais e Jurídicas (1999); Ciências Contábeis (1999); Educação Física - Licenciatura (1999); Geografia (2000); História (2000); Administração - Serviços (2000); Ciências Biológicas - Bacharelado e Licenciatura (2001); Física (2001); Matemática (2001); Química (2001); Fisioterapia (2001); Enfermagem (2001); Nutrição (2001); Teologia (2001); Engenharia de Telecomunicações (2002); Psicopedagogia Clínica e Institucional (2002); Relações Internacionais (2002); Turismo (2003); Química Bacharelado (2003); Computação - Licenciatura (2003); Administração Pública (2003). Em 2004, o Centro Universitário La Salle foi recredenciado segundo Portaria 1.473 de 25/05/2004, D.O.U. de 26/05/2004, através do Parecer 89/2004 – CES/CNE. A transformação em Centro Universitário implicou, também, junto com a abertura de novos cursos, tais como: Educação Física – Bacharelado (2004); Engenharia Ambiental (2006); Curso Superior de Tecnologia em Design de Produto (2008); Curso Superior de Tecnologia em Gestão de 7 Recursos Humanos (2008); Curso Superior de Tecnologia em Gestão Financeira (2007); Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais (2006); Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores (2006); Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet ( 2008) o que representou no aumento significativo do número de acadêmicos matriculados nos cursos de graduação nos últimos 8 anos, o qual passou de 2.264, em 1999/1, para 3.873 acadêmicos em 2001/1 e 5.963 em 2006/1. Atualmente a instituição conta com mais de 6.233 alunos. Os cursos de pós-graduação lato sensu foram iniciados em 1986, inicialmente, com os cursos de Alfabetização, Literatura da Língua Portuguesa, Métodos e Técnicas de Ensino, Metodologia de Ensino e Metodologia do Ensino de Estudos Sociais. Ao longo da década de 90, foram implantados 20 novos cursos (Abordagem Centrada na Pessoa, Administração Escolar, Administração e Planejamento Escolar, Educação Ambiental, Educação Psicomotora: Psicomotricidade Relacional, Estratégias e Gestão de Negócios Internacionais, História do Rio Grande do Sul, Leitura e Produção Textual, Língua Inglesa, Língua Latina, Literatura Brasileira, Orientação Educacional, Psico-educação/Reeducação Clínica, Psicopedagogia Clínica, Psicopedagogia Clínica e Institucional, Reconstruindo o Ensino da Língua e da Literatura no 1º e 2º Graus, Séries Iniciais e Interdisciplinaridade, Supervisão Escolar, e Supervisão Escolar e Orientação Educacional na Educação Básica) e reeditados quatro do período anterior. Nessa década de 1990, foram formados, em nível de especialização, 1.373 acadêmicos. A partir do ano 2000, atendendo à crescente e diversificada expansão da demanda, 10 novos cursos foram implantados (Educação de Jovens e Adultos; Educação Estética e Arte; Ética; Formação Integral Lassalista; Gestão e Planejamento Escolar; História Contemporânea – Perspectivas no Final do Milênio: Pesquisa e Ensino; História Contemporânea: Pesquisa e Ensino; O Controller e a Visão Estratégica; Psicomotricidade Relacional: Educação Psicomotora e Tecnologias Interativas de Aprendizagem; Pedagogia Empresarial; Educação Infantil e Estudos Africanos) e diversos outros foram reeditados. Essa expansão mais recente, tanto em nível de graduação quanto de pós-graduação lato sensu, deu-se em resposta à demandas reais e com o respaldo de convênios de parceria com prefeituras da região e o governo estadual. Desses convênios destacamos: Convênio com a Prefeitura Municipal de Canoas, em 2002/2, 2003, 2004, 2005 e 2006; Convênio com a Prefeitura Municipal de Gravataí, em 2003; Convênio com a Prefeitura Municipal de Sapucaia em 2003; Convênio com a Prefeitura Municipal de Esteio em 2003 e 2006; Convênio com a Prefeitura Municipal de Viamão, em 2004 e Convênio com o Governo do Estado do Rio Grande do Sul em 1998. Como meta para atendimento aos objetivos estratégicos do Unilasalle foram criados os programas de Pós-Graduação stricto sensu. Nesse sentido, a Instituição identificou áreas prioritárias de 8 pesquisa como suporte para o desenvolvimento de projetos de criação de programas de mestrado, submetendo-os à avaliação da CAPES-MEC. Os Cursos de Mestrado propostos à CAPES/MEC foram construídos a partir das áreas prioritárias de pesquisa fomentadas e desenvolvidas pela Instituição. Em 2006 foi recomendado pela CAPES o Curso de Mestrado Acadêmico em Educação, o qual iniciou seu funcionamento em março de 2007. Outros dois projetos de Curso de Mestrado foram aprovados pela CAPES: Mestrado Acadêmico em Avaliação de Impactos Ambientais em Mineração e Mestrado Profissional em Memória Social e Bens Culturais. Na sua trajetória de 30 anos de Ensino Superior, o Unilasalle agrega 20 anos de experiência diversificada no ensino em nível de pós-graduação lato sensu, sempre em resposta às necessidades e demandas da comunidade local e regional, com destaque para a formação dos professores. Nesses 20 anos, formaram-se no Unilasalle, em cursos de pós-graduação lato sensu, 3.069 profissionais, dos quais dois terços em cursos vinculados à área da educação. 2 IDENTIFICAÇÃO E LOCAL DE FUNCIONAMENTO DO CURSO LOCAL DE FUNCIONAMENTO CURSO MODALIDADE NUTRIÇÃO BACHARELADO - PRESENCIAL CENTRO UNIVERSITÁRIO LA SALLE - UNILASALLE ÁREA DO CONHECIMENTO CONFORME CNPQ ATO LEGAL DE FUNCIONAMENTO TÍTULO CONFERIDO PORT. 403/06 DE 25/7/06 D.O.U. 26/7/06 BACHAREL EM NUTRIÇÃO NUTRIÇÃO 3 REGIME ACADÊMICO E PRAZO DE INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR Regime Escolar Regime de Matrícula Período mínimo de Integralização Período máximo de Integralização Turno(s) de Funcionamento Número de vagas anuais previstas no ato de criação Número de vagas atuais no primeiro semestre Número de vagas atuais no segundo semestre Dimensão das turmas teóricas Dimensão das turmas práticas Forma de ingresso Data de implantação do curso Semestral Créditos 4 anos 6 anos Tarde e Noite 100 50 50 40 20 Processo Seletivo Março/2002 9 4 DIMENSÃO: ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 4.1 Contexto Educacional 4.1.1 Relevância Social do Curso A alimentação e a nutrição constituem requisitos básicos para a promoção e a proteção da saúde, possibilitando a afirmação plena do potencial de crescimento e desenvolvimento humano, com qualidade de vida e cidadania. No plano individual e em escala coletiva, esses atributos estão consignados na Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada há 50 anos, os quais foram posteriormente reafirmados no Pacto Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (1966) e incorporados à legislação nacional em 1992. Ao Estado, à sociedade e ao profissional da nutrição cabe respeitar, proteger e facilitar a ação de indivíduos e comunidades em busca da capacidade de alimentar-se de forma digna, colaborando para que todos possam ter vida saudável, ativa, participativa e de qualidade. A ação do Nutricionista deve estar associada a medidas que visem garantir o direito humano à alimentação e nutrição adequadas. Os riscos nutricionais, de diferentes categorias e magnitudes, permeiam todo o ciclo da vida humana, desde a concepção até a senectude, assumindo diversas configurações epidemiológicas em função do processo saúde/doença de cada população. Nas três últimas décadas, a constatação dessas evidências converteu-se em amplo consenso, e a segurança alimentar e nutricional passou a ser considerada requisito básico para a afirmação plena do potencial de desenvolvimento físico, mental e social de todo ser humano. 4.1.2 Possibilidade de inserção profissional do egresso A importância do nutricionista dentro da abrangência social pode estar associada em doenças crônicas não transmissíveis e transmissíveis e nos diferentes ciclos vitais, atuando em equipes multidisciplinares, públicas ou particulares, destinadas a planejar, coordenar, supervisionar, implementar, executar e avaliar políticas, programas, cursos nos diversos níveis, pesquisas ou eventos de qualquer natureza, direta ou indiretamente relacionados com alimentação e nutrição. O nutricionista participará no desenvolvimento e no aperfeiçoamento do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan), atuando no monitoramento da situação alimentar e nutricional. A atuação do Sisvan compreenderá a descrição contínua e a predição de tendências das condições de alimentação e nutrição da população, bem como de seus fatores determinantes. 10 A promoção de práticas alimentares saudáveis, que se inicia com o incentivo ao aleitamento materno, está inserida no contexto da adoção de estilos de vida saudáveis, componente importante da promoção da saúde. O direito humano à alimentação é condição indispensável à vida e à construção da cidadania. Merecerá, igualmente, enfoque prioritário o resgate de hábitos e práticas alimentares regionais inerentes ao consumo de alimentos locais de baixo custo e elevado valor nutritivo, bem como de padrões alimentares mais variados, desde os primeiros anos de vida até a idade adulta e a velhice. Deverá, além disso, ser concedida ênfase particular à orientação quanto à prevenção de doenças crônicas não-transmissíveis, tais como as cardiovasculares e a diabetes melito, e à adoção de hábitos alimentares apropriados por seus portadores, como forma de se evitar o agravamento destas patologias. A educação alimentar e nutricional contém elementos complexos e até conflituosos. Dessa forma, deverão ser buscados consensos sobre conteúdos, métodos e técnicas do processo educativo, considerando os diferentes espaços geográficos, econômicos e culturais. A promoção de práticas alimentares contemplará, também, iniciativas específicas dirigidas ao aleitamento materno, tendo prioridade, neste contexto, as mulheres em idade fértil. Importante, também, o acompanhamento e o monitoramento de práticas de marketing sob os critérios e interesses de uma vida efetivamente saudável. Nesse particular, serão objeto de atenção as questões relacionadas ao sobrepeso e suas implicações. O nutricionista deverá participar e assessorar sobre o conteúdo técnico de materiais informativos destinados à população sadia e enferma. As medidas estarão voltadas à promoção da saúde e ao controle dos desvios alimentares e nutricionais, por constituírem as condutas mais eficazes para prevenir sua instalação e evolução. Entretanto, na presença de sobrepeso, obesidade, diabetes melito, doenças cardiovasculares, nefropatias, neoplasias, entre outras doenças, o nutricionista irá atuar no processo de recuperação por meio da assistência dietoterápica hospitalar, ambulatorial e em nível de consultórios de nutrição e dietética, prescrevendo, planejando, analisando, supervisionando e avaliando dietas para enfermos, cabendo ao nutricionista a prescrição de suplementos nutricionais, necessários a complementação da dieta, bem como a solicitação de exames laboratoriais necessários ao acompanhamento dietoterápico. Outras atuações inerentes ao profissional da nutrição incluem a direção, coordenação e supervisão de cursos de graduação em nutrição; planejamento, organização, direção, supervisão e avaliação de serviços de alimentação e nutrição; planejamento, coordenação, supervisão e avaliação de estudos de dietéticos; ensino das matérias profissionais dos cursos de graduação em nutrição; ensino das disciplinas de nutrição e alimentação nos cursos de graduação da área de saúde e outras afins; auditoria, consultoria e assessoria em nutrição e dietética; assistência e educação nutricional a 11 coletividades ou indivíduos, sadios ou enfermos, em instituições públicas e privadas e em consultório de nutrição e dietética. O nutricionista também pode atuar em parceria com outros profissionais na elaboração de informes técnico científico; no gerenciamento de projetos de desenvolvimento de produtos alimentícios; na assistência e treinamento especializado em alimentação e nutrição; no controle de qualidade de gêneros e produtos alimentícios; na atuação em marketing na área de alimentação e nutrição; nos estudos e trabalhos experimentais em alimentação e nutrição; na participação em inspeções sanitárias relativas a alimentos; nas análises relativas ao processamento de produtos alimentícios industrializados e na participação em projetos de equipamentos e utensílios na área de alimentação e nutrição. 4.1.3 Impacto do curso para o desenvolvimento sócio-econômico, redução das desigualdades regionais e promoção da inclusão social. A partir da década de 60, modificações nos padrões de morbimortalidade da população vêm sendo objetivamente estudadas e analisadas sob o enfoque dos processos de transição Demográfica, Transição Epidemiológica e Transição Nutricional. Na busca do entendimento sobre a transição demográfica, verifica-se que as modificações no nível do desenvolvimento de cada sociedade correspondem a alterações nos padrões de morbimortalidade das populações. Em países em desenvolvimento, estes padrões se apresentam com redução das doenças infecciosas e crescente aumento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), as quais ganham destaque nas causas de óbitos. O aumento da vida média e o envelhecimento populacional aumentam a probabilidade de acometimento de DCNT. Estes aspectos da transição epidemiológica nutricional se confirmam frente ao quadro epidemiológico dos distúrbios nutricionais e das doenças relacionadas à alimentação e nutrição no Brasil. Nas últimas décadas podemos observar um decréscimo importante da prevalência de desnutrição/baixo peso em todas as faixas etárias e regiões, especialmente em crianças de 0 – 5 anos seguido de um também importante incremento nas taxas de sobrepeso e obesidade em todas as regiões, faixas etárias e com especial destaque em mulheres de estratos sócios econômicos mais baixos. A Transição Epidemiológica é o resultado das mudanças nas tendências dos padrões de morbimortalidade e fecundidade, que determinam mudanças na estrutura populacional. A evolução gradual dos problemas de saúde que deixam de ser caracterizados por alta morbidade e mortalidade por doenças infecciosas, em detrimento da elevação e maior predomínio de doenças crônicas não transmissíveis processam alterações na maneira de adoecer e morrer das populações. 12 A Transição Nutricional, na lógica da transição Demográfica e Epidemiológica, é também um processo de modificações seqüenciais associadas ao padrão de alimentação e nutrição. Neste sentido, as mudanças econômicas, sociais e demográficas, modificam o perfil alimentar e nutricional no contexto do processo saúde-doença das populações. De acordo com o Relatório 916 da OMS sobre Alimentação Saudável, Atividade Física e Saúde há provas científicas de que as pessoas podem manter-se saudáveis depois dos 70, 80 e 90 anos se tiverem uma alimentação saudável e mantiverem uma prática regular de atividade física e não fumarem. Nas populações em geral, vêm aumentando os fatores de risco (que coexistem e interagem) e o nível de exposição a eles; por conseguinte, as estratégias de prevenção devem se propor a reduzir os riscos. Neste contexto a alimentação saudável pode trazer amplos benefícios uma das estratégias para melhorar a qualidade de vida e conter a crescente ameaça mundial das DCNT. O nutricionista apresenta todas as ferramentas profissionais capazes de intervir no processo de saúde/doenças que se apresenta à sociedade brasileira. O conhecimento das diferentes áreas que permeai o ato de alimentação concebe um diferencial, para alterar o desenvolvimento de grande parte das doenças conhecidas pelos seres humanos. Evitando assim, dor e sofrimento a inúmeras famílias e economizando, nos cofres públicos, recursos para o tratamento de doenças que poderiam ter sido prevenidas com uma alimentação adequada em quantidade e qualidade. 4.2 Concepção do Curso A profissão de Nutricionista tem seu embrião no ensino de economia doméstica pelas irmãs da Ordem das Ursulinas, no Canadá, por volta do ano de 1670. O primeiro curso universitário para Dietistas foi criado em 1902, em Toronto/Canadá, onde também ocorreu a nomeação da primeira dietista profissional, em 1907, no Hospital da Criança Doente. Outra linha histórica aponta a enfermeira Florence Nightingale como fundadora da profissão de Dietista, durante a Guerra da Criméia (1854) em Scutari, quando instalou cozinhas funcionais para atendimento dos feridos. Entretanto, qualquer que seja a vertente histórica aceita, não há dúvidas de que o início da profissão de Nutricionista está calcado na assistência alimentar a enfermos e coletividades. Na América Latina, Pedro Escudero criou, em 1926, o Instituto Municipal de Nutrição, em Buenos Aires, Argentina. A partir dessa data, a formação profissional evoluiu para a Escola Municipal de Dietista, em 1933 e para o primeiro curso de nível universitário, em 1939. No Brasil, em fins da década de 30 houve a consolidação do modelo capitalista industrial período marcado pelo populismo que necessitava de um embasamento social para viver. Dentro desta 13 proposta governamental houve a concepção de uma série de profissões e entre elas a de nutricionista que nascia, em 1939, fadada a aliviar as tensões sociais, com caráter extremamente assistencialista. O primeiro curso de Nutricionistas no Brasil foi criado na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo em 1939, no antigo Instituto de Higiene. Em 1945 o Instituto passa a ser a Faculdade de Higiene e Saúde Pública e obtém no ano seguinte a aprovação do regulamento do Curso. Em 1964, o MEC fixa o currículo mínimo do Curso em 3 anos e a FSP/USP suspende o curso, para reabri-lo em 1967. O MEC, em 1972, estabelece 4 anos para os Cursos de Graduação de Nutricionista e em 1974 fixa o novo Currículo Mínimo, ainda em vigor. (Bosi, Maria Lúcia M. A Face Oculta da Nutrição: Ciência e Ideologia. Ed. UFRJ, 1988). Até a década de 70 os cursos de nutrição cresceram de forma relativamente lenta e regular principalmente nas regiões Sudeste e Nordeste. Em 1974 já se anunciava o início da crise, que, no seio do capitalismo, veio ampliar os problemas acumulados até então. As políticas sociais, além de servirem de suporte a queda dos níveis urbanos de vida, se constituíram em importantes canais de legitimidade ideológica do governo. No campo da política educacional surgiu a Reforma Universitária e pode-se observar um amplo alargamento da rede privada do terceiro grau, especialmente nos últimos anos da década, resolvendo as pressões por mais vagas nas universidades. A partir da década de 70 ocorreu, então, grande explosão na oferta de cursos de Nutrição no Brasil, que tinha até então apenas 6 cursos até 1975. Em 1981, esse número havia aumentado para 30, sendo 21 em Instituições de Ensino Públicas e 9 em Escolas Privadas. Em 1988 o número de cursos havia aumentado para 41, com a inversão de oferta pelas Escolas Particulares, oferecendo 19 desses cursos. (Projeto Pedagógico Centro Universitário São Camilo, 2001). A profissão de nutricionista ao longo de sua história no Brasil tem sofrido várias mutações. Das origens, década de quarenta, até a presente data, a profissão não se prendeu apenas no setor saúde determinantes comuns em outros países. A evolução da prática profissional em Nutrição no Brasil se realizou sob condições específicas e relacionadas tanto ao processo social como no setor saúde, visando à formação científica, humanística e tecnológica de profissionais capacitados a exercer atividades em todas as áreas em que a nutrição constitui fator de promoção, manutenção e recuperação da saúde dos indivíduos e coletividade. Essa evolução ampliou a formação do profissional de modo a atender às expectativas sociais no campo da vigilância nutricional e alimentar, assistência nutricional ao indivíduo e aos grupos populacionais; marketing em alimentação e nutrição, entre outros, sem perder de vista a sua identidade profissional de origem. 14 A iniciativa do Centro Universitário La Salle com a criação do Curso de Nutrição no município visa preparação de recursos humanos habilitados para desenvolverem suas atividades nas áreas competentes. Em busca de uma melhor qualidade de vida para o homem, o Curso de Nutrição através de uma visão integradora das necessidades humana, priorizará a formação e difusão de conhecimentos de caráter generalista, proporcionando ao indivíduo subsídios para o exercício da saúde através da nutrição. A valorização da Nutrição tanto no seu âmbito social como econômico, ao lado do crescente interesse da população para o aspecto físico e para a melhoria da qualidade de vida, tem levado a relevância do profissional na sociedade e aumentado da oportunidade de emprego nos setores de Serviços. O campo ocupacional também tem valorizado nutricionista com visão holística, com conhecimento das inovações tecnológicas na área de Nutrição e com aptidão para resolver problemas, trabalhar em equipes e também tomar decisões de forma autônoma. Atendendo ao novo perfil profissional estabelecido pelo mercado, o atual projeto contempla as competências e habilidades desejadas, além de permitir a otimização de tempo, garantindo a oferta de conteúdos mais atualizados e inclusão de novas áreas do saber. Para tanto, o curso enfocará uma formação generalista, através de uma organização curricular cujo eixo norteador erguer-se-á na relação teoria-prática. Essa estrutura curricular é definida segundo os princípios da: • Formação técnica mesclando o caráter humanístico prerrogativas das atividades inerentes ao nutricionista; • Formação voltada também às Ciências Humanas como identidade do nutricionista Lassalista, atendendo a valorização dos aspectos sociais e econômicos da Ciência da Nutrição; • Inserção de atividades interdisciplinares, permitindo a visão holística da Ciência da Nutrição e a busca de soluções efetivas para problemas relativos à realidade social; • Organização de conteúdos através da composição de diferentes formas didáticas, enfocando aulas práticas e atividades de extensão, principalmente no que se refere à melhoria da qualidade de vida. O atual projeto pedagógico do curso de Nutrição do Centro Universitário La Salle foi concebido considerando a formação do nutricionista para a utilização proficiente, crítica e reflexiva em todas as áreas do conhecimento, onde a Relação Homem-Alimento se apresenta como fundamental. 15 4.2.1 Objetivos do curso 4.2.1.1 Geral Formar profissionais nutricionistas bacharéis com uma visão integral da pessoa humana, responsáveis e capacitados na área da Ciência da Nutrição, para atuarem com percepção crítica da realidade social e desenvolverem atividades técnicas fundamentadas em princípios científicos e éticos, promovendo, preservando e recuperando a saúde individual e coletiva, contribuindo com a melhoria da qualidade de vida da população local e regional. 4.2.1.2 Específicos O referencial para a formação do nutricionista considerando o perfil profissional abrangerá conteúdos e atividades específicas. Com esta visão serão desenvolvidos objetivos para: •formar profissionais criativos, críticos e com fundamentação técnico-científica e humanista, por meio de vivências teórico-práticos que lhes permitam desenvolver habilidades relacionadas ao aprender autônomo, preparando-os para analisar, questionar, repensar, investigar e intervir na realidade; •compreender o processo de desenvolvimento humano em suas múltiplas dimensões; •capacitar o profissional a lidar com diversas situações em que a Nutrição garanta a promoção, manutenção e/ou recuperação da saúde; •desenvolver projetos interdisciplinares, com vista a atender a proposta curricular; •desenvolver habilidades relacionadas à aplicabilidade de diversas tecnologias no âmbito da Ciência da Nutrição; •contribuir para a manutenção da saúde desenvolvendo habilidades relacionadas ao planejamento, diagnóstico e intervenções na área de alimentação e nutrição considerando a influência sócio-cultural e econômica, ecológica que determina a disponibilidade, consumo e utilização biológica dos alimentos pelo indivíduo e pela população; •formar profissionais com perfil de agente educador que promovam a saúde da comunidade; •estimular atividades em equipes interdisciplinares, através de experiências que promovam o desenvolvimento de relações interpessoais; •desenvolver uma ética de atuação profissional e a conseqüente responsabilidade social; 16 •capacitar o profissional para o planejamento, administração e avaliação de projetos de alimentação, vigilância sanitária e alimentar, com percepção crítica da realidade e comprometimento com as transformações da sociedade; •incentivar o aprendizado contínuo através da pesquisa científica e investigação aplicada visando o desenvolvimento de novos conhecimentos na ciência da nutrição; •estimular a construção do conhecimento na área de alimentos, alimentação e nutrição promovendo, preservando e recuperando a saúde de indivíduos e grupos populacionais, visando contribuir para a melhoria e ou manutenção da qualidade de vida; •suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento profissional e cultural, integrando os conhecimentos adquiridos numa estrutura intelectual sistêmica do saber de cada geração; •estimular, no decorrer do curso, a compreensão de línguas estrangeiras preferencialmente o inglês. 4.2.2 Perfil do Egresso Nutricionista, com formação generalista, humanista e crítica. Capacitado a atuar, visando à segurança alimentar e a atenção dietética, em todas as áreas do conhecimento em que alimentação e nutrição se apresentem fundamentais para a promoção, manutenção e recuperação da saúde e para a prevenção de doenças de indivíduos ou grupos populacionais, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida, pautado em princípios éticos, com reflexão sobre a realidade econômica, política, social e cultural. Competências e Habilidades Competências Gerais • Atenção à saúde: os profissionais de saúde, dentro de seu âmbito profissional, devem estar aptos a desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, tanto em nível individual quanto coletivo. Cada profissional deve assegurar que sua prática seja realizada de forma integrada e continua com as demais instâncias do sistema de saúde. Os profissionais devem realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos princípios da ética/bioética, tendo em conta que a responsabilidade da atenção à saúde não se encerra com o ato técnico, mas sim, com a resolução do problema de saúde, tanto a nível individual como coletivo; 17 • Tomada de decisões: o trabalho dos profissionais de saúde deve estar fundamentado na capacidade de tomar decisões visando o uso apropriado, eficácia e custo-efetividade, da força de trabalho, de medicamentos, de equipamentos, de procedimentos e de práticas. Para este fim, os mesmos devem possuir habilidades para avaliar, sistematizar e decidir a conduta mais apropriada; • Comunicação: os profissionais de saúde devem ser acessíveis e devem manter a confidencialidade das informações a eles confiadas, na interação com outros profissionais de saúde e o público em geral. A comunicação envolve comunicação verbal, não verbal e habilidades de escrita e leitura; o domínio de, pelo menos, uma língua estrangeira e de tecnologias de comunicação e informação; • Liderança: no trabalho em equipe multiprofissional, os profissionais de saúde deverão estar aptos a assumirem posições de liderança, sempre tendo em vista o bem estar da comunidade. A liderança envolve compromisso, responsabilidade, empatia, habilidade para tomada de decisões, comunicação e gerenciamento de forma efetiva e eficaz; • Administração e gerenciamento: os profissionais devem estar aptos a fazer o gerenciamento e administração tanto da força de trabalho, dos recursos físicos e materiais e de informação, da mesma forma que devem estar aptos a serem gestores, empregadores ou lideranças na equipe de saúde; • Educação permanente: os profissionais devem ser capazes de aprender continuamente, tanto na sua formação, quanto na sua prática. Desta forma, os profissionais de saúde devem aprender a aprender e ter responsabilidade e compromisso com a educação e o treinamento/estágios das futuras gerações de profissionais, não apenas transmitindo conhecimentos, mas proporcionando condições para que haja beneficio mútuo entre os futuros profissionais e os profissionais dos serviços. Competências e Habilidades Específicas • Aplicar conhecimentos sobre a composição, propriedades e transformações dos alimentos e seu aproveitamento pelo organismo humano, na atenção dietética. • Contribuir para promover, manter e ou recuperar o estado nutricional de indivíduos e grupos populacionais. • Desenvolver e aplicar métodos e técnicas de ensino em sua área de atuação. • Atuar em políticas e programas de educação, segurança e vigilância nutricional, alimentar e sanitária visando à promoção da saúde em âmbito local, regional e nacional. • Atuar na formulação e execução de programas de educação nutricional; de vigilância nutricional, alimentar e sanitária. 18 • Atuar em equipes multiprofissionais de saúde e de terapia nutricional. • Avaliar, diagnosticar e acompanhar o estado nutricional; planejar, prescrever, analisar, supervisionar e avaliar dietas e suplementos dietéticos para indivíduos sadios e enfermos. • Planejar, gerenciar e avaliar unidades de alimentação e nutrição, visando a manutenção e ou melhoria das condições de saúde de coletividades sadias e enfermas. • Realizar diagnósticos e intervenções na área de alimentação e nutrição considerando a influência sócio-cultural e econômica que determina a disponibilidade, consumo e utilização biológica dos alimentos pelo indivíduo e pela população. • Atuar em equipes multiprofissionais destinadas a planejar, coordenar, supervisionar, implementar, executar e avaliar atividades na área de alimentação e nutrição e de saúde. • Reconhecer a saúde como direito e atuar de forma a garantir a integralidade da assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema. • Desenvolver atividades de auditoria, assessoria, consultoria na área de alimentação e nutrição. • Atuar em marketing em alimentação e nutrição. • Exercer controle de qualidade dos alimentos em sua área de competência. • Desenvolver e avaliar novas fórmulas ou produtos alimentares visando sua utilização na alimentação humana. • Integrar grupos de pesquisa na área de alimentação e nutrição. • Investigar e aplicar conhecimentos com visão holística do ser humano integrando equipes multiprofissionais. 19 4.2.3 Matriz Curricular Matriz Curricular reestruturada conforme Resolução do CONSELHO UNIVERSITÁRIO – CONSUN Resolução N.º 404/2008, de 17 de Outubro de 2008. 20 4.2.4 Ementas e Bibliografias I SEMESTRE DISCIPLINA - FUNDAMENTOS DE ANATOMIA HUMANA EMENTA Abordagem teórico-prática, constituição, forma, funções e localização dos órgãos do corpo humano, com ênfase nos aspectos gerais de cada sistema. Compreensão do ser humano do ponto de vista morfofuncional. Atividades práticas laboratoriais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DÂNGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlo Américo. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2007. GILROY, B. R., MACPHERSON, B. R., ROSS, L. M. Atlas de Anatomia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. TORTORA, G. J. Corpo Humano: as bases da anatomia e da fisiologia. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR NETTER, Frank. H. Atlas de Anatomia Humana. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. ROHEN, Johannes W.; YOKOCHI, Chihiro; LÜTJEN-DRECOLL, Elke. Anatomia humana: atlas fotográfico de anatomia sistêmica e regional. 6. ed. Barueri, SP: Manole, 2007. SOBOTTA, Johannes. Atlas de anatomia humana. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. DISCIPLINA - BIOLOGIA CELULAR E MOLECULAR EMENTA Histórico da citologia; tipos celulares. Estrutura e fisiologia celular. Dinâmica das divisões celulares, organização e estrutura de ácidos nucléicos. Tópicos sobre biologia molecular. Atividades práticas e técnicas laboratoriais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALBERTS, Bruce et al. Fundamentos da Biologia Celular. 2. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2006. DE ROBERTIS, E. M. F.; HIB, J. De Robertis: bases da biologia celular e molecular. 4 ed., ver. atual. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa; CARNEIRO, José. Biologia celular e molecular. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALBERTS, Bruce; BRAY, D.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K.; WATSON, J. D. Biologia molecular da célula. 3. ed. Porto Alegre: Artemed, 2004. LEWIN, Benjamin. Genes VII. Porto Alegre: Artmed, 2001. PIERCE, Benjamin A. Genética: Um Enfoque Conceitual. 1. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 21 DISCIPLINA – LEITURA, PRODUÇÃO E REVISÃO DE TEXTOS EMENTA Desenvolvimento de habilidades comunicativo-expressivas, considerados os diferentes níveis de linguagem, com ênfase no uso culto, contemplando aspectos fono-ortográficos, morfossintáticos, semântico-pragmáticos, por meio da leitura, produção e revisão textual. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender os sentidos do texto. 2. ed. São Paulo: Contexto, 2006. MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar. Português instrumental: de acordo com as atuais normas da ABNT. 28. ed. São Paulo: Atlas, 2009. VIANA, Antônio Carlos Mangueira (Coord.). Roteiro de redação: lendo e argumentando. São Paulo: Scipione, 1992. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BECHARA, Evanildo. Moderna gramática portuguesa. 38. ed., rev. e ampl. Rio de Janeiro: Lucerna, 2005. GARCIA, Othon Moacyr. Comunicação em prosa moderna: aprenda a escrever, aprendendo a pensar. 26. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2006. LUFT, Celso Pedro. Moderna gramática brasileira. 2. ed., rev. e atual. Rio de Janeiro: Globo, 2002. DISCIPLINA – BIOÉTICA EMENTA Conceituação de moral, ética e bioética. Condições da responsabilidade. Caracterização da Bioética. Aspectos bioéticos envolvidos nas questões relativas a privacidade e confidencialidade, respeito à pessoa e tomada de decisão e pesquisa. IBLIOGRAFIA BÁSICA CAMARGO, Marculino. Fundamentos de ética geral e profissional. 5. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004. CLOTET, Joaquim. Bioética: uma aproximação. 2. ed. Porto Alegre: Ed. da PUCRS, 2006. CORTINA ORTS, Adela; MARTÍNES NAVA, Emilio. Ética. São Paulo: Loyola, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BELLINO, Francesco. Fundamentos da bioética: aspectos antropológicos, ontológicos e morais. Bauru, SP: Ed. da USC, 1997. SÁNCHEZ VÁZQUEZ, Adolfo. Ética. 30 ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008. SUNG, Jung Mo; SILVA, Josué Cândido da. Conversando sobre ética e sociedade. 14. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. DISCIPLINA: NUTRIÇÃO BÁSICA EMENTA História da nutrição e alimentação. Aspectos básicos da nutrição humana. Metabolismo, nomenclatura e classificação dos nutrientes: lipídios, proteínas, carboidratos, minerais e vitaminas. Relação com o organismo, digestão, absorção e biodisponibilidade. Sinais e sintomas clínicos decorrentes de deficiências ou excessos. 22 BIBLIOGRAFIA BÁSICA ESCOTT-STUMP, Sylvia. Nutrição relacionada ao diagnóstico e tratamento. 5. ed. São Paulo: Manole, 2007. MAHAN, L. Kathleen; ESCOTT-STUMP, Sylvia (Edit.) Krause: alimentos, nutrição & dietoterapia. 11. ed. São Paulo: Roca, 2005. SHILS, Maurice E; OLSON, James A; SHIKE, Moshe (Edit.). Tratado de nutrição moderna na saúde e na doença. 9. ed. São Paulo: Manole, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DUTRA DE OLIVEIRA, J. E; MARCHINI, J. Sérgio. Ciências nutricionais. São Paulo: Sarvier, 2000. MARTINS, Cristina; ABREU, Simone Saeki. Os nutrientes. Curitiba: Nutroclínica, 2001. SIZER, Frances Sienkiewicz; WHITNEY, Eleanor Noss. Nutrição: conceitos e controvérsias. São Paulo: Manole, 2003. DISCIPLINA: HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA EMENTA Organização micro-anatômica e a origem embriológica dos diversos tecidos e sistemas do corpo humano e suas interações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GARTNER, Leslie P; HIATT, James L.. Tratado de histologia em cores. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa; CARNEIRO, José. Histologia básica. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. MOORE, Keith; PERSAUD, T. V. N.. Embriologia básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DI FIORE, Mariano S. H.. Atlas de histologia. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. JECKEL, E. Histologia: os tecidos. Porto Alegre: Ed. PUCRS, 1998. v. 1. MOORE, Keith L.; PERSAUD, T. V. N. Embriologia clínica. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. II SEMESTRE DISCIPLINA: BROMATOLOGIA EMENTA Avaliação crítica do valor nutritivo dos alimentos, conhecimento de técnicas laboratoriais dos principais constituintes dietéticos, características químicas e bioquímicas, principais alterações da composição e/ou valor nutricional dos alimentos. Os tópicos abordados incluem a estrutura e composição dos alimentos. Princípios básicos de técnicas analíticas para a quantificação de nutrientes, e os mecanismos de composição durante o armazenamento, processamento e preparo. Relação entre disciplinas do curso de Nutrição sobre composição e o valor nutricional dos alimentos, sua ação sobre o organismo, e a seleção adequada dos alimentos para uma comunidade sadia ou na terapia da alimentação. 23 BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOBBIO, Paulo A.; BOBBIO, Florinda Orsati. Química do processamento de alimentos. 3. ed., rev. e ampl. São Paulo: Varela, 2001. CARVALHO, Heloisa Helena; JONG, Erna Vogt de (Coord.). Alimentos: métodos físicos e químicos de análise. Porto Alegre: Ed. da UFRGS, 2002. SOUZA, Therezinha Coelho de. Alimentos: propriedades físico-químicas. 2. ed. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BELITZ, H. D. Química de los alimentos. 2. ed. Zaragoza: Acribia, 1997. CHEFTEL, Jean-Claude; CHEFTEL, Henri; BESANÇON, Pierre. Introduccion a la bioquimica y tecnologia de los alimentos. Zaragoza: Acribia, 2000. MATISSEK, Reinhard. Análisis de los alimentos: fundamentos - métodos - aplicaciones. Zaragoza, ES: Acribia, 1998. DISCIPLINA: NUTRIÇÃO E DIETÉTICA I EMENTA Conceitos para elaboração de cardápios para diferentes faixas etárias e estado fisiológico. Bases para entendimento e elaboração de dietas especiais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FRANCO, Guilherme. Tabela de composição química dos alimentos. 9. ed. São Paulo: Atheneu, 2003. PINHEIRO, Ana Beatriz Vieira et al. Tabela para avaliação de consumo alimentar em medidas caseiras. 5. ed. São Paulo: Atheneu, 2004. SIZER, Frances Sienkiewicz; WHITNEY, Eleanor Noss. Nutrição: conceitos e controvérsias. São Paulo: Manole, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CUPPARI, Lilian (Coord.). Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto. 2. ed. Barueri, SP: Manole, 2005. PAPALIA, Diane E.; OLDS, Sally Wendkos; FELDMAN, Ruth Duskin. Desenvolvimento humano. 8. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2006. SHILS, Maurice E.; (Ed.). Tratado de nutrição moderna na saúde e na doença. 9. ed. São Paulo: Manole, 2003. DISCIPLINA: FISIOLOGIA E BIOFÍSICA EMENTA Fisiologia Teórico-Prática dos Mecanismos da Fisiologia Celular e dos Sistemas: Nervoso, Muscular, Cardiovascular, Respiratório Endócrino, Digestório, Reprodutor e Urinário. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BERNE, Robert M. et al. Fisiologia. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. COSTANZO, Linda S. Fisiologia. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. GUYTON, Arthur C.; HALL, John E. Tratado de fisiologia médica. 11. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. 24 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AIRES, Margarida de Mello. Fisiologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. GANONG, Willian Francis. Fisiologia médica. 22. ed. Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 2006. TORTORA, Gerard J.; GRABOWSKI, Sandra Reynolds. Corpo humano: fundamentos de anatomia e fisiologia. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. DISCIPLINA: IMUNOLOGIA E PARASITOLOGIA EMENTA Aspectos gerais sobre vírus, bactérias e esporos. Resposta imunológica especifica e inespecífica. Antígenos. Imunoglobulinas. Produção de anticorpos e órgãos linfóides. Reações sorológicas e antígeno-anticorpo. Imunoterapia. Imunoproteção. Doenças autoimunes. Aspectos biológicos dos parasitoses. Considerações gerais sobre parasitologia, protozoários e helmintos. Atrópodes. Métodos comuns de diagnóstico laboratorial das parasitoses. Avaliações das melhorias de condições de educação, higiene e alimentação das comunidades de atuação profissional BIBLIOGRAFIA BÁSICA LEVENTHAL, Ruth; CHEADLE, Russell F. Parasitologia médica: textos e atlas. 4. ed. São Paulo: Premier, 2000. ROITT, Ivan M..; DELVES, Peter J. Roitt: fundamentos de imunologia. 10. ed. Rio de Janeiro: Panamericana: Guanabara Koogan, 2004. SILVA, Wilmar Dias; MOTA, Ivan. Bier: imunologia básica e aplicada. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LEVINSON, Warren; JAWETZ, Ernest. Microbiologia médica e imunologia. 7. ed., rev. São Paulo: Artmed, 2006. NEVES, David Pereira. Parasitologia humana. 10. ed. São Paulo: Atheneu, 2002. TRAVER, Paul et al. Imunologia: o sistema imune na saúde e na doença. 5. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2002. DISCIPLINA: MICROBIOLOGIA DOS ALIMENTOS EMENTA Célula bacteriana. Nutrição de microrganismos. Morfofisiologia dos microrganismos, organização e funções dos sistemas imunológicos humano. Relação com a biologia molecular, anatomia e histologia. Características etiológicas, culturais e virulência dos microrganismos. Microrganismos deteriorantes de alimentos. Mecanismos de ação das drogas antimicrobianas. Microbiota. BIBLIOGRAFIA BÁSICA JAWETZ, Ernest; MELNICK, Joseph Lewis; ADELBERG, Edward A. Microbiologia médica. 21. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. LEVINSON, Warren; JAWETZ, Ernest. Microbiologia médica e imunologia. 7. ed., rev. São Paulo: Artmed, 2006. MURRAY, Patrick R. et al. Microbiologia médica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 25 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SILVA JÚNIOR, Eneo Alves da. Manual de controle higiênico-sanitário em alimentos. 5. ed. São Paulo: Varela, 2002. SPICER, John W.. Bacteriologia, micologia e parasitologia clínicas: um texto ilustrado em cores. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. TRABULSI, Luiz Rachid (Ed.). Microbiologia. 3. ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2002. DISCIPLINA – BIOQUÍMICA EMENTA Metabolismo das proteínas carboidratos e lipídios, minerais, vitaminas e nucleotídeos. Bioenergética. Inter-relação, regulação metabólica e aspetos do controle hormonal. Atividades práticas laboratoriais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMPBELL, Mary K.; FARRELL, Shawn. Bioquímica. São Paulo: Thomson, 2007. CHAMPE, Pamela C.; HARVEY, Richard A. Bioquímica ilustrada. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. NELSON, David L.; COX, Michael M.; LEHNINGER, Albert Lester. Lehninger: princípios de bioquímica. 3. ed. São Paulo: Sarvier, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DEVLIN, Thomas M. Manual de bioquímica com correlações clínicas. São Paulo: Edgard Blücher, 2000. STRYER, L. et al. Bioquímica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. VOET, Donald et al. Fundamentos de bioquímica. 1. ed. Porto Alegre: ArtMed, 2008. III SEMESTRE DISCIPLINA: NUTRIÇÃO NOS CICLOS DA VIDA I EMENTA Estudo dos ciclos da vida: infância e adolescência. Conhecimentos do comportamento alimentar do indivíduo quanto ao planejamento, execução e avaliação de programas de educação e orientação nutricional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARDOSO, Ary Lopes; LOPES, Luiz Anderson; TADDEI, José Áugusto de A. C. (Coord.). Tópicos atuais em nutrição pediátrica. São Paulo: Atheneu, 2004. MONTEIRO, Jacqueline Pontes, CAMELO JUNIOR, José Simon. Nutrição e Metabolismo: Caminhos da Nutrição e Terapia Nutricional. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. VITOLO, Márcia Regina. Nutrição: da gestação à adolescência. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CGPAN. Brasília: CGPAN, 2005. Disponível:<http://www.saude.gov.br/alimentacao>. Acesso em: 15 dez. 2008. ESCOTT-STUMP, Sylvia (Comp.). Nutrição relacionada ao diagnóstico e tratamento. 5. ed. São Paulo: Manole, 2007. NUTRIÇÃO EM PAUTA. São Paulo: Núcleo Consultoria. 1993-. Bimestral. 26 REVISTA DE NUTRIÇÃO. Brazilian journal of nutrition. Campinas, SP: Pontifícia Universidade Católica e Campinas, 1998-. Bimestral. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&lng=pt&pid=1415-5273&nrm=isso>. Acesso em: 15 dez. 2008. DISCIPLINA - BIOESTATÍSTICA EMENTA População e Amostra. Estatística Descritiva. Correlação e Regressão. Probabilidades. Distribuição Binomial. Distribuição Normal. Distribuição de Poisson. Análise da variância. Testes de hipóteses. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CALLEGARI-JACQUES, Sidia M. Bioestatística: princípios e aplicações. Porto Alegre: Artmed, 2003. GAUVREAU, Kimberlee; PAGANO, Marcelo. Princípios de Bioestatística. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004. VIEIRA, Sonia. Bioestatística. Rio de Janeiro: Campus, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BEIGUELMAN, B. Curso prático de bioestatística. Ribeirão Preto: FUNPEC Editora, 2002. MOTTA, Valter T. Bioestatística. Caxias do Sul: EDUCS: 2006. RIUS DÍAZ, Francisca; LOPEZ, Francisco Javier. Bioestatística. São Paulo: Thomson, 2007. DISCIPLINA: TÉCNICA E DIETÉTICA I EMENTA Estudo teórico-prático e experimental de alimentos, técnicas de seleção, pré-preparo, preparo e armazenamento de preparações dietéticas e culinárias. Valor nutritivo, fator de correção, índice de conversão, índice de reidratação e custos. Conteúdos básicos para as disciplinas profissionalizantes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GAVA, Altanir Jaime. Princípios de tecnologia de alimentos. São Paulo: Nobel, 2002. ORDÓÑES PEREDA, Juan A. et al. Tecnologia de alimentos. Porto Alegre: Artmed, 2005. PROUDLOVE, Keith. Os alimentos em debate. São Paulo: Varela, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHEFTEL, Jean-Claude; CHEFTEL, Henri; BESANÇON, Pierre. Introduccion a la bioquimica y tecnologia de los alimentos. Zaragoza: Acribia, 2000. FRANCO, Bernadette Dora Gombossy de Melo; LANDGRAF, Mariza. Microbiologia dos alimentos. São Paulo: Atheneu, 2003. TERRA, Nelcindo Nascimento. Apontamentos de tecnologia de carnes. São Leopoldo, RS: UNISINOS, 2003. DISCIPLINA: BIOQUÍMICA APLICADA Á NUTRIÇÃO EMENTA Aborda os nutrientes e a integração do metabolismo através do estudo das rotas bioquímicas envolvidas. Avalia as inter-relações metabólicas entre os diferentes tecidos e o controle hormonal em diferentes estados metabólicos em condições fisiológicas, bem como patológicas. 27 BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHAMPE, Pamela C.; HARVEY, Richard A. Bioquímica ilustrada. Porto Alegre: ArtMed, 2006. DEVLIN, Thomas M. Manual de Bioquímica com correlações clínicas. 2. ed. São Paulo: Blücher, 2007. VOET, Donald; VOET, Judith G.; PRATT, Charlotte W. Fundamentos de bioquímica: a vida em nível molecular. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CURI, Rui et al. Entendendo a gordura: os ácidos graxos. São Paulo: Malone, 2002. MARKS, Dawn B.; MARKS, Allan D.; SMITH, Colleen M. Bioquímica Médica Básica: uma abordagem clínica. Porto Alegre: ArtMed, 2007. SANTOS, Paula Cilene Pereira dos; BOCK, Patrícia Martins (Org.). Manual Prático de Bioquímica. Porto Alegre: Sulina: Centro Universitário Metodista: Sulina, 2008. DISCIPLINA: HIGIENE E CONTROLE SANITÁRIO DOS ALIMENTOS EMENTA Importância e controle de manipuladores de alimentos e a situação dos alimentos na cadeia do processo infeccioso, aspectos epidemiológicos na transmissão, controle e profilaxia das doenças transmitidas por microorganismos veiculados ao alimento. Causas de toxinfecções alimentares. Higiene e análise microbiológica e toxicológica dos alimentos. Conceitos fundamentais de higiene na obtenção de matérias-primas, processamento de alimentos, higienização e sanificação de áreas destinadas à manipulação dos alimentos. Legislação sanitária dos alimentos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HOBBS, B. C. Toxinfecções e controle higiênico-sanitário de alimentos. São Paulo: Varela, 1998. REGO, Josedira Carvalho do; FARO, Zelyta Pineiro de. Manual de limpeza e desinfecção para unidades produtoras de refeições. São Paulo: Varela, 1999. SILVA JÚNIOR, Eneo Alves da. Manual de controle higiênico-sanitário em alimentos. 5. ed. São Paulo: Varela, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FORSYTHE, Stephen J. Microbiologia da segurança alimentar. Porto Alegre: Artmed, 2002. SANTOS, Saionara da Graça Freitas dos. Treinando manipuladores de alimentos. São Paulo: Varela, 1999. TRIGO, Viviano Cabrera. Manual prático de higiene e sanidade nas unidades de alimentação e nutrição. São Paulo: Varela, 1999. DISCIPLINA: NUTRIÇÃO E DIETÉTICA II EMENTA Elaboração e cálculo de dietas que promovam estado nutricional adequado para gestantes, nutrizes, lactantes, pré-escolar, escolar e adolescente. Recomendações nutricionais. Análise de cardápios. Análise de padrões alimentares inadequados. Hábitos alimentares regionais, culturais e religiosos. Dietas de evolução. Prática em Laboratório de Nutrição e Dietética. Cálculos nutricionais e softwares de Nutrição. 28 BIBLIOGRAFIA BÁSICA Nutrição – Alimentação equilibrada e organismo saudável. Barcelona: Ed. Alaúde, 2006. PHILIPPI, Sonia Tucunduva. Tabela de composição de alimentos: suporte para decisão nutricional. 2. ed. , 2. reimpr. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2002. PINHEIRO, Ana Beatriz Vieira et al. Tabela para avaliação de consumo alimentar em medidas caseiras. 5. ed. São Paulo: Atheneu, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FRANCO, Guilherme. Nutrição: Texto básico e tabela de composição química dos alimentos. 9. ed. São Paulo: Atheneu, 2000. MAHAN, L. Kathleen; ESCOTT-STUMP, Sylvia (Ed.) Krause: alimentos, nutrição & dietoterapia. 11. ed. São Paulo: Roca, 2005. TIRAPEGUI, J. Nutrição: fundamentos e aspectos atuais. São Paulo: Atheneu, 2002. IV SEMESTRE DISCIPLINA: NUTRIÇÃO E POLÍTICAS PÚBLICAS EM SAÚDE EMENTA História da saúde pública no mundo e no Brasil e os desdobramentos históricos na saúde das populações, as leis que regulamentam o sistema único de saúde (SUS) no país e os objetivos e diretrizes, os gestores em cada esfera de governo, a forma de financiamento, os níveis de atenção, os modelos assistenciais, sistemas de informação do SUS e a participação da população na gestão. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BERTOLLI FILHO, Claudio; TEIXEIRA, Francisco Maria Pires (Coord.). História da saúde pública no Brasil. 4. ed. São Paulo: Ática, 2004. FISBERG, Regina Mara et al. Inquéritos alimentares: métodos e bases científicos. Barueri, SP: Manole, 2005. PEREIRA, Maurício Gomes. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 3. ed., rev. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier, Campus, 2004. CORDEIRO, Hésio de Albuquerque. SUS: Sistema Único de Saúde. 2. ed. Rio de Janeiro: 2005. MENDES, Eugênio Vilaça. A atenção primária à saúde no SUS. Fortaleza: Escola de Saúde Pública do Ceará, 2002. DISCIPLINA - EPIDEMIOLOGIA EMENTA Ocorrência, distribuição e determinantes do processo de saúde-doença na população. Diferentes delineamentos de investigação clínico-epidemiológica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FLETCHER, Robert H.; FLETCHER, Suzanne W.; WAGNER, Edward H. elementos essenciais. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. Epidemiologia clínica: 29 HULLEY, Stephen B. et al. Delineando a pesquisa clínica: uma abordagem epidemiológica. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2003. MEDRONHO, Roberto A. et al. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR JEKEL, James F; ELMORE, Joann G; KATZ, David L. Epidemiologia, bioestatística e medicina preventiva. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. PEREIRA, Maurício Gomes. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. ROUQUAYROL, Maria Zélia; ALMEIDA FILHO, Naomar de. Epidemiologia e saúde. 5. ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 1999. DISCIPLINA: TÉCNICA DIETÉTICA II EMENTA Aplicação dos conhecimentos obtidos em Técnica Dietética I às etapas do planejamento e execução dos cardápios. Planejamento de cardápios para indivíduos e coletividades sadias e confecção de cardápios destinados à enfermidade. Aprofundamento dos estudos sobre a ação dos vários métodos de cocção e propriedades físico-químicas dos diferentes grupos de alimentos e seus produtos e derivados. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARAÚJO, Wilma Maria Coelho; TENSER, Carla Márcia Rodrigues (Org.). Gastronomia: Cortes & Recortes. Distrito Federal: SENAC Distrito Federal, 2006. MARTINS, Cristina et al. Manual de dietas hospitalares. Curitiba: Nutroclínica, 2003. WRIGHT, Jeni; TREUILLE, Eric. Le Cordon Bleu – Todas as Técnicas Culinárias. São Paulo: Marco Zero, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHEFTEL, Jean-Claude; CHEFTEL, Henri; BESANÇON, Pierre. Introduccion a la bioquimica y tecnologia de los alimentos. Zaragoza: Acribia, 2000. FRANCO, Bernadette Dora Gombossy de Melo; LANDGRAF, Mariza. Microbiologia dos alimentos. São Paulo: Atheneu, 2003. TERRA, Nelcindo Nascimento. Apontamentos de tecnologia de carnes. São Leopoldo, RS: UNISINOS, 2003. DISCIPLINA: TECNOLOGIA DOS ALIMENTOS EMENTA Conhecimentos dos princípios gerais sobre os métodos de conservação e os processamentos tecnológicos dos alimentos, vantagens e desvantagens. Embalagens, armazenamento e transporte, tecnologia para industrialização de frutas, vegetais, cereais, lipídios, leite e derivados e carne e derivados. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GAVA, Altanir Jaime. Princípios de tecnologia de alimentos. São Paulo: Nobel, 2002. ORDÓÑES PEREDA, Juan A. et al. Tecnologia de alimentos. Porto Alegre: Artmed, 2005. PROUDLOVE, Keith. Os alimentos em debate. São Paulo: Varela, 1996. 30 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHEFTEL, Jean-Claude; CHEFTEL, Henri; BESANÇON, Pierre. Introduccion a la bioquimica y tecnologia de los alimentos. Zaragoza: Acribia, 2000. FRANCO, Bernadette Dora Gombossy de Melo; LANDGRAF, Mariza. Microbiologia dos alimentos. São Paulo: Atheneu, 2003. TERRA, Nelcindo Nascimento. Apontamentos de tecnologia de carnes. São Leopoldo, RS: UNISINOS, 2003. DISCIPLINA: PATOLOGIA APLICADA Á NUTRIÇÃO E DIETOTERAPIA I EMENTA Estudo terapêutico e preventivo de patologias através de dietas e o plano de conduta dietoterápica individualizado, para o tratamento do sistema digestório, das hepatopatias, do pré e pós-cirúrgico, das anemias, estado catabólico, dos transplantes e queimados. Promoção do desempenho técnico-científico dos acadêmicos durante o estágio hospitalar e a relação profissional com os demais técnicos da área. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARUSO, Lúcia; SILVA, Ana Lúcia Neves Duarte da; SIMONY, Rosana Farah. Dietas hospitalares: uma abordagem na prática clínica. São Paulo: Atheneu, 2005. CUPPARI, Lilian (Coord.).Guia de nutrição: Nutrição Clínica do Adulto. 2. ed. Barueri, São Paulo: Manole, 2005. ROBBINS, Stanley L. et al. Fundamentos de Robbins: patologia estrutural e funcional. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARUSO, Lúcia; SILVA, Ana Lúcia Neves Duarte da; SIMONY, Rosana Farah. Dietas hospitalares: uma abordagem na prática clínica. São Paulo: Atheneu, 2005. CUPPARI, Lilian (Coord.). Guia de nutrição: Nutrição Clínica do Adulto. 2. ed. Barueri, São Paulo: Manole, 2005. MAHAN, L. Kathleen; ESCOTT-STUMP, Sylvia (Ed.). Krause: alimentos, nutrição & dietoterapia. 11. ed. São Paulo: Roca, 2005. V SEMESTRE DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO DE UNIDADES DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO (UAN) EMENTA Princípios básicos de Administração Geral. Planejamento, organização, coordenação de Unidades de Alimentação e Nutrição (UANs), Política e Previsão de compras direcionadas à Coletividade Sadia e Enferma. Capacitar o aluno a realizar processo de Recrutamento e Seleção, bem como conscientizá-lo da grande importância dos Recursos Humanos dentro de uma UAN. Aborda as características das UAN e as funções do nutricionista na Administração. Estuda a posição da UAN dentro das Instituições e sua relação com demais setores. 31 BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABREU, Edeli Simioni de; SPINELLI, Mônica Glória Neumann; ZANARDI, Ana Maria Pinto. Gestão de unidades de alimentação e nutrição: um modo de fazer. São Paulo: Metha, 2003. MEZOMO, Iracema F. Barros. Os serviços de alimentação: planejamento e administração. 5. ed., atual. e rev. São Paulo: Manole, 2002. TEIXEIRA, Suzana Maria Ferreira Gomes et al. Administração aplicada às unidades de alimentação e nutrição. São Paulo: Atheneu, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHIAVENATO, Idalberto. Administração: teoria, processo e prática. 4. ed., rev. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier: Campus, 2007. KIMURA, Alice Yoshiko. Planejamento e administração de custos em restaurantes industriais. São Paulo: Varela, 2003. KINTON, Ronald; CESERANI, Victor; FOSKETT, David. Enciclopédia de serviços de alimentação. São Paulo: Varela, 1999. DISCIPLINA: AVALIAÇÃO NUTRICIONAL EMENTA Fundamentos básicos da avaliação nutricional através dos métodos diretos e indiretos de avaliação do estado nutricional, de indivíduos e coletividades, antropometria de crianças, adultos e idosos. Critérios de diagnóstico, classificação do estado nutricional pertinente às faixas etárias, aplicação de técnicas e interpretação da avaliação do estado nutricional dos indivíduos e das populações através de estudos antropométricos e dos hábitos alimentares. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DUARTE, Antônio Cláudio Goulart. Avaliação Nutricional: aspectos clínicos e laboratoriais. São Paulo: Atheneu, 2007. FISBERG, Regina Mara et al. Inquéritos alimentares: métodos e bases científicos. Barueri, SP: Manole, 2005. GLORIMAR, Rosa. Avaliação nutricional do paciente hospitalizado: uma abordagem teóricoprática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HEYWARD, Vivian H.; STOLARCZYK, Lisa M. Avaliação da composição corporal aplicada. São Paulo: Manole, 2000. VASCONSCELOS, F. A. Avaliação nutricional para coletividades. Florianópolis: UFSC, 2007. VITOLO, Márcia Regina. Nutrição: da gestação à adolescência. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, 2003. DISCIPLINA: NUTRIÇÃO E DESENVOLVIMENTO HUMANO EMENTA Caracterização do grupo materno infantil-gestantes, nutrizes, lactentes e crianças - no contexto biológico e social da população. Requerimentos nutricionais. Problemas relacionados com a saúde e medidas de intervenção e /ou prevenção, sob o ponto de vista nutricional. 32 BIBLIOGRAFIA BÁSICA ACCIOLY, Elisabeth; SAUNDERS, Cláudia; LACERDA, Elisa Maria de Aquino. Nutrição em obstetrícia e pediatria. São Paulo: Cultura Médica, 2004. EUCLYDES, Marilene Pinheiro. Nutrição do lactente: base científica para uma alimentação adequada. 2. ed. Viçosa, MG: Universidade Federal de Viçosa, 2000. NOBREGA, Fernando José; CAMPOS, Alba Lucia Reyes de; NASCIMENTO, Christianne F. Distúrbios nutricionais e fraco vínculo mãe/filho. 2. ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CUNHA, Lara Natacci. Diet book gestante: tudo o que você deve saber sobre alimentação na gestação, na lactação e para os bebês. São Paulo: Mandarim, 2001. JORNAL DE PEDIATRIA. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Pediatria, 1934-. Bimestral. Disponível em: <http://www.jped.com.br/>. Acesso em: 16 dez. 2008. LACERDA, Elisa Maria de Aquino (Coord.) Práticas de nutrição pediátrica. Rio de Janeiro: Atheneu, 2004. DISCIPLINA: EDUCAÇÃO ALIMENTAR EMENTA Educação nutricional como medida de intervenção. Reconhecimento da importância de praticar Educação e Orientação Nutricional na atuação profissional. Conceitos e fundamentos do processo ensino e de aprendizagem e da educação nutricional. Processo da comunicação e seus sistemas: contato social. Meios de comunicação de massa. Comunicação como instrumento de ação do profissional nutricionista. Elaboração e efeitos da educação nutricional no desenvolvimento de programas de educação nutricional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FISBERG, Mauro; WEHBA, Jamal; COZZOLINO, Silva Maria Franciscato. Um, dois, feijão com arroz: a alimentação no Brasil de norte a sul. São Paulo: Atheneu, 2002. GOUVEIA, Enilda L. Cruz. Nutrição: saúde & comunidade. 2. ed., rev. e ampl. Rio de Janeiro: Revinter, c1999. LINDEN, Sônia Lizette Rodrigues. Educação nutricional: algumas ferramentas de ensino. Porto Alegre: Varela, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CTENAS, Maria Luiza de Brito; VITOLO, Márcia Regina. Crescendo com saúde: O guia de crescimento da criança. São Paulo: C2, 2004. FAGIOLI, D.; NASSER, L. A. Educação Nutricional da infância e na adolescência: planejamento, intervenção, avaliação e dinâmicas. São Paulo: RCN, 2006. STÜRMER, Joselaine Silva. Reeducação alimentar: qualidade de vida, emagrecimento e manutenção da saúde. 5. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002. DISCIPLINA: NUTRIÇÃO NOS CICLOS DA VIDA II EMENTA Nutrição do adulto sadio do idoso: aspectos biológicos e sociais. Requerimentos nutricionais. Principais problemas crônicos não transmissíveis. Medidas de prevenção e/ou intervenção, sob o ponto de vista nutricional. 33 BIBLIOGRAFIA BÁSICA FRANK, Andrea Abdala; SOARES, Eliane de Abreu. Nutrição no envelhecer. São Paulo: Atheneu, 2004. GALLO, Joseph J. (Ed.). Reichel assistência ao idoso: aspectos clínicos do envelhecimento. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. GIBNEY, Michael J. (Ed.). Introdução à Nutrição Humana. Guanabara Koogan, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HIRSCHBRUCH, Marcia Daskal; CASTILHO, Sonia de. Nutrição e bem-estar para a terceira idade. São Paulo: CMS, 1999. MOORE, Mary Courtney. Nutrição e dietoterapia: manual prático. 2. ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2002. PAPALÉO NETTO, Matheus. Gerontologia: a velhice e o envelhecimento em visão globalizada. São Paulo: Atheneu, 2002. DISCIPLINA: NUTRIÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA EMENTA História e Políticas de Nutrição e Saúde Pública: princípios gerais da estrutura, programas de alimentação desenvolvidos, planejamentos e intervenções que dizem respeito à nutrição. Nutrição em Atenção à Saúde (planejamento em saúde e nutrição). Responsabilidades e Atribuições do Nutricionista em saúde pública, educação em saúde. Epidemiologia aplicada aos problemas nutricionais. Medidas de Intervenção e controle de problemas nutricionais de diferentes grupos populacionais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BERTOLLI FILHO, Claudio; TEIXEIRA, Francisco Maria Pires (Coord.). História da saúde pública no Brasil. 4. ed. São Paulo: Ática, 2004. FISBERG, Regina Mara et al. Inquéritos alimentares: métodos e bases científicos. Barueri, SP: Manole, 2005. PEREIRA, Maurício Gomes. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LAVINSKY, Luis (Org.). Saúde: informações básicas. 3. ed., rev. e ampl. Porto Alegre: Ed. da UFRGS, 2002. VASCONCELLOS, José Luiz Faria; GEWANDSZNAJDER, Fernando. Programas de Saúde. 26. ed. Rio de Janeiro: Ática, 1999. VASCONCELOS, Eymard Mourão; VASCONCELOS, Eduardo Mourão. Educação popular e a atenção à saúde da família. 2. ed. São Paulo: Hucitec, 2001. VI SEMESTRE DISCIPLINA: NUTRIÇÃO E ATIVIDADE FÍSICA EMENTA A disciplina aborda tópicos especiais em nutrição: modalidade de nutrição, padrões de avaliação e requerimentos nutricionais, estratégias de suplementação esportiva, relação qualidade de vida e saúde. BIBLIOGRAFIA BÁSICA McARDLE, William D.; KATCH, Frank I.; KATCH, Victor L. Fisiologia do Exercício: energia, nutrição e desempenho humano. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 34 WILLIAMS, Melvin H. Nutrição para a saúde, condicionamento físico e desempenho esportivo. 5. ed. São Paulo: Manole, 2002. WOLINSKY, Ira; HICKSON, James F. (Ed.). Nutrição no exercício e no esporte. São Paulo: Roca, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MAUGHAN, Ron J.; GLEESON, Michael; GREENHAFF, Paul L. Bioquímica do exercício e treinamento. São Paulo: Malone, 2000. RIEGEL, Romeo Ernesto. Bioquímica nutricional do exercício físico. São Leopoldo: Ed. da UNISINOS, 2005. ROSENBLOOM, Christine A. Sports Nutrition: a guide for the professional working with active people. The American Dietetic Association. Chicago, Illinois, 2000. DISCIPLINA: GESTÃO DE QUALIDADE EM UNIDADES DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO EMENTA Planejamento, organização e administração de unidades de alimentação e nutrição: estrutura física dos principais tipos de estabelecimentos para alimentação coletiva, dimensionamento de áreas, composição e montagem dos setores e funcionalidade de serviços. Análise de cardápio e controle de despensa. Sistemas de aquisição e distribuição de refeições: higiene e limpeza do ambiente de trabalho. Profissional da nutrição e a transformação da coletividade nos aspectos de educação, fiscalização e incrementos dos preceitos nutricionais. Preparação do acadêmico no acompanhamento das tendências no planejamento físico de UAN´s. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SCHILLING, M. Qualidade em nutrição, métodos de melhorias contínuas ao alcance de indivíduos e coletividades. São Paulo: Varela, 1995. TEIXEIRA, Suzana Maria Ferreira Gomes et al. Administração aplicada às unidades de alimentação e nutrição. São Paulo: Atheneu, 2004. ZANELLA, Luiz Carlos. Instalação e Administração de Restaurantes. São Paulo: Metha, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRASIL. Segurança e medicina do trabalho. 59. ed. São Paulo: Atlas, 2006. KIMURA, Alice Yoshiko. Planejamento e administração de custos em restaurantes industriais. São Paulo: Varela, 2003. LOBO, A. Manual de estrutura e organização do restaurante comercial. São Paulo: Atheneu, 1999. DISCIPLINA: PATOLOGIA APLICADA Á NUTRIÇÃO E DIETOTERAPIA II EMENTA Estudo terapêutico e preventivo de patologias através de dietas, permitindo que o acadêmico possa delinear o plano de conduta dietoterápica individualizado, para o tratamento das doenças renais, doenças cardiovasculares, doenças do pâncreas exócrino, erros inatos do metabolismo, transtornos alimentares, transplantes e queimados. Promoção do desenvolvimento do raciocínio do acadêmico, capacitando-o no desempenho técnico-científico durante o estágio hospitalar mantendo uma relação profissional com os demais técnicos da área. 35 BIBLIOGRAFIA BÁSICA GIBNEY. Michael J. (Ed.). Nutrição Clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. MONTEIRO, Jaqueline Pontes. Nutrição e Metabolismo Consumo Alimentar: Visualizando Porções. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. ROBBINS, Stanley L. et al. Fundamentos de Robbins: patologia estrutural e funcional. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AUGUSTO, Ana Lúcia Pires et al. Terapia nutricional. São Paulo: Atheneu, 2005. BRASILEIRO FILHO, Geraldo. Bogliolo patologia. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. GOLDMAN, Lee; BENNETT, J. Claude (Ed.). Cecil: tratado de medicina interna. 21. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. DISCIPLINA: MARKETING EM ALIMENTOS E NUTRIÇÃO EMENTA Nutrição e seu relacionamento com outras ciências. Teorias de motivação humana. Importância da nutrição na vigilância da saúde como qualidade de vida. O papel do nutricionista nos diferentes campos de ação, na prática de diferentes locais de trabalho. A Ética profissional. O Marketing das relações interpessoais. Posicionamento do serviço (produto) numa abordagem holística. Marketing na utilização, na propaganda e venda dos produtos nutricionais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHURCHILL, Gilbert A.; PETER, J. Paul. Marketing: criando valor para os clientes. São Paulo: Saraiva, 2003. KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de marketing. 12. ed. São Paulo: Pearson Prentice-Hall, 2006. KOTLER, Philip; ARMSTRONG, Gary. Princípios de marketing. 9. ed. São Paulo: Prentice-Hall, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AAKER, David A.. Administração estratégica de mercado. 7. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. KOTLER, Philip. Marketing para o século XXI: como criar, conquistar e dominar mercados. São Paulo: Futura, 2003. MALHOTRA, Naresh K. Pesquisa de marketing: uma orientação aplicada. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2001. DISCIPLINA: PESQUISA EM SAÚDE EMENTA A pesquisa no contexto das ciências da saúde. Aplicabilidade do método científico. Redação científica e normas de publicação. Delineamento de pesquisa quantitativo e qualitativa. Os instrumentos e técnicas para a coleta de dados. Analise de dados quantitativos e qualitativos. Preceitos éticos em Pesquisa. Construção dos elementos de projetos de pesquisa. Confecção de monografias e relatórios de pesquisa. 36 BIBLIOGRAFIA BÁSICA MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos científicos. 7. ed., rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2007. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2008. TURATO, Egberto Ribeiro. Tratado da metodologia da pesquisa clínico-qualitativa: construção teórico-epistemológica, discussão comparada e aplicação nas áreas da saúde e humanas. 2. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA FILHO, Naomar; ROUQUAYROL, Maria Zélia. Introdução à Epidemiologia. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. ALVES-MAZZOTTI, Alda Judith; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 2. ed. São Paulo: Pioneira, 2001. POPE, Catherine; MAYS, Nicholas. Pesquisa qualitativa na atenção à saúde. Porto Alegre: Artmed, 2009. VII SEMESTRE DISCIPLINA: ANTROPOLOGIA CULTURAL EMENTA Compreensão do homem nas suas origens. Seus aspectos biológicos, como um ser de cultura, as relações de gênero, a dimensão corpórea. Aspectos da identidade cultural brasileira. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CASSIRER, Ernst. Ensaio sobre o homem: introdução a uma filosofia da cultura humana. São Paulo: Martins Fontes, 2001. LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. 20. ed. Rio de Janeiro: J. Zahar, 2006. ORTIZ, Renato. Mundialização e cultura. São Paulo: Brasiliense, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BURNS, Peter. Turismo e antropologia: uma introdução. São Paulo: Chronos, 2002. CANESQUI, Ana Maria; GARCIA, Rosa W. D (Org.). Antropologia e Nutrição: um diálogo possível. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2005. (Coleção Antropologia e Saúde). MELLO, Luiz Gonzaga de. Antropologia cultural: iniciação, teoria e temas. 12. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2005. DISCIPLINA: ESTAGIO SUPERVISIONADO EM UNIDADES DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO EMENTA O estágio Supervisionado em Alimentação Institucional e a reflexão crítica a partir da realidade e da relação entre a teoria e a prática vivenciadas em unidades de alimentação para coletividade enferma ou sadia. Desenvolvimento de habilidades de gerenciar com liderança e empreendedorismo, as atividades como profissional nutricionista. 37 BIBLIOGRAFIA BÁSICA KIMURA, Alice Yoshiko. Planejamento e administração de custos em restaurantes industriais. São Paulo: Varela, 2003. MEZOMO, Iracema F. Barros. Os serviços de alimentação: planejamento e administração. 5. ed., atual. e rev. São Paulo: Manole, 2002. TEIXEIRA, Suzana Maria Ferreira Gomes et al. Administração aplicada às unidades de alimentação e nutrição. São Paulo: Atheneu, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BENEDICTO, Márcia de Lourdes; REGGIOLLI, Márcia Regina. Manual de dietas para o restaurante industrial. São Paulo: Atheneu, 2000. CHIAVENATO, Idalberto. Administração: teoria, processo e prática. 4. ed., rev. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier: Campus, 2007. KINTON, Ronald; CESERANI, Victor; FOSKETT, David. Enciclopédia de serviços de alimentação. São Paulo: Varela, 1999. DISCIPLINA: NUTRIÇÃO EXPERIMENTAL EMENTA Tema de metodologia científica na área da nutrição, do estresse oxidativo e uso de drogas e alimentos com capacidade antioxidante, em diferentes modelos experimentais. As ciências da nutrição e a metodologia da investigação científica, participação ativa na pesquisa em nutrição experimental, desenvolvimento do espírito de investigação em laboratório de Nutrição Experimental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MARRONI, Norma Possa (Org). Estresse oxidativo e Inflamação: dos modelos experimentais à clínica. Canoas, RS: Universidade Luterana do Brasil, 2008. MARRONI, Norma Possa (Org). Estresse oxidativo e antioxidantes. Canoas, RS: Universidade Luterana do Brasil, 2002. PACKER, Lester; ONG, Choon Nam; HALLIWELL, Barry (Coord.). Herbal and traditional medicine: molecular aspects of health. New York: Marcel Decker, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HALLIWELL, Barry; GUTTERIDGE, John M. C. Free radicals in biology and medicine. 3rd ed. New York: Oxford University Press, 1999. KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e iniciação à pesquisa. 25. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2008. DISCIPLINA – FENÔMENOS CULTURAIS RELIGIOSOS EMENTA A identidade do ser humano em seus diversos contextos culturais; A relação entre o ser humano, cultura e religião; Fenômeno religioso e o ser humano; A dimensão religiosa, constitutiva do ser humano; Ser humano e transcendência; As concretizações históricas do fenômeno religioso: as religiões; Religião e poder; Ciência, religião e ética. 38 BIBLIOGRAFIA BÁSICA COOGAN, Michael D. (Org.). Religiões. História, tradições e fundamentos das principais crenças religiosas. São Paulo: Publifolha, 2007. CROATTO, José Severino. As Linguagens da Experiência Religiosa. Uma introdução à fenomenologia da religião. 2. ed. São Paulo: Paulinas, 2004. GAARDER, Jostein; HELLERN, Victor; NOTAKER, Henry. O Livro das Religiões. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FRANCHINI, A. S.; SEGANFREDO, Carmen. As 100 melhores Histórias da Mitologia. Deuses, heróis, monstros e guerra na tradição greco-romana. 9. ed. Porto Alegre: L&PM, 2007. PARTRIDGE, Christopher. Enciclopédia das Novas Religiões. Novos Movimentos Religiosos, Seitas e Espiritualidades Alternativas. Lisboa: Verbo, 2004. SMITH, Wilfred Cantwell. O sentido e o fim da religião. São Leopoldo: Sinodal, 2006. DISCIPLINA: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I EMENTA Metodologia de pesquisa. Diferentes tipos de conhecimento e pesquisas. Orientações e normas de apresentação e elaboração de trabalhos acadêmicos: projetos de pesquisa, artigos científicos e monografias. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALVES-MAZZOTI, Alda Judith; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 2. ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002. BACK, J. M. Manual para apresentação de trabalhos acadêmicos: graduação e pós-graduação. 3. ed. Canoas, RS: Salles, 2006. BASTOS, Dau; SOUZA, Mariana; NASCIMENTO, Solange. Monografia ao alcance de todos. Rio de Janeiro: Garamond, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GOLDENBERG, Mirian. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em ciências sociais. 9. ed. Rio de Janeiro: Record, 2008. MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar. Português instrumental. 28. ed. São Paulo: Atlas, 2009. PÁDUA, Elisabete Matallo Marchesini de. Metodologia da pesquisa: abordagem teórico-prática. 11. ed. Campinas, SP: Papirus, 2005. DISCIPLINA: TERAPIA NUTRICIONAL INFANTIL EMENTA Estudo Terapêutico e preventivo de patologias através de dietas, plano de conduta dietoterápica individualizado, tratamento nutricional de enteropatias, doenças renais, doenças cardiovasculares, erros inatos do metabolismo, distúrbios alimentares, pancreatopatias, endocrinopatias e transplantes. Preparação para o estágio na área hospitalar. 39 BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANCONA LOPEZ, Fábio; BRASIL, Anne Lise Dias. Nutrição e dietética em clínica pediátrica. São Paulo: Atheneu, 2004. LACERDA, Elisa Maria de Aquino (Coord.). Práticas de nutrição pediátrica. Rio de Janeiro: Atheneu, 2004. TELLES JUNIOR, Mario; LEITE, Heitor Pons (Coord.). Terapia nutricional no paciente pediátrico grave. São Paulo: Atheneu, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRASIL. Ministério da Saúde. Coordenação-Geral da Política de Alimentação e Nutrição – CGPAN. Brasília: CGPAN, 2005. Disponível em: <http://www.saude.gov.br/alimentacao>. Acesso em: 19 dez. 2005. JORNAL DE PEDIATRIA. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Pediatria, 1934-. Bimestral. Disponível em: <http://www.jped.com.br/>. Acesso em: 16 dez. 2008. REVISTA DE NUTRIÇÃO. Brazilian journal of nutrition. Campinas, SP: Pontifícia Universidade Católica e Campinas, 1998-. Bimestral. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&lng=pt&pid=1415-5273&nrm=isso>. Acesso em: 15 dez. 2008. VIII SEMESTRE DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM NUTRIÇÃO CLÍNICA EMENTA Atuação prática do acadêmico de nutrição no desempenho de atividades, nas diferentes patologias e ciclos de vida, aplicando os conhecimentos teóricos na prestação de assistência nutricional especializada a pacientes internados e a nível ambulatorial. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CUPPARI, Lilian (Coord.). Guia de nutrição: Nutrição Clínica no Adulto. 2. ed. Barueri, SP: Manole, 2005. REIS, Nelzir Trindade. Nutrição clínica: interações. Rio de Janeiro: Rubio, 2004. TELLES JUNIOR, Mario; LEITE, Heitor Pons (Coord.). Terapia nutricional no paciente pediátrico grave. São Paulo: Atheneu, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ESCOTT-STUMP, Sylvia. Nutrição relacionada ao diagnóstico e tratamento. 5. ed. São Paulo: Manole, 2007. FRANCO, Guilherme. Tabela de composição química dos alimentos. 9. ed. São Paulo: Atheneu, 2003. WAITZBERG, Dan Linetzky. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2006. 40 DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SAÚDE PÚBLICA EMENTA Desenvolvimento de conhecimentos específicos envolvidos nos processos de avaliação, educação nutricional, programas de nutrição e saúde, vigilância epidemiológica, sanitária e nutricional. Aplicação dos conhecimentos teóricos às situações práticas vivenciadas nos estágios. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FISBERG, Regina Mara et al. Inquéritos alimentares: métodos e bases científicos. Barueri, SP: Manole, 2005. LAVINSKY, Luis (Org.). Saúde: informações básicas. 3. ed., rev. e ampl. Porto Alegre: Ed. da UFRGS, 2002. VASCONCELOS, Francisco de Assis Guedes de. Avaliação nutricional de coletividade: textos de apoio didático. 3. ed. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CUNHA, Lara Natacci. Diet book gestante: tudo o que você deve saber sobre alimentação na gestação, na lactação e para os bebês. São Paulo: Mandarim, 2001. LACERDA, Elisa Maria de Aquino (Coord.). Práticas de nutrição pediátrica. Rio de Janeiro: Atheneu, 2004. VITOLO, Márcia Regina. Nutrição: a gestação à adolescência. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, 2003. DISCIPLINA: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II EMENTA Fundamentos teóricos do Trabalho de Conclusão. Elaboração da monografia de aprofundamento de uma temática do curso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BACK, João Miguel. Manual para apresentação de trabalhos acadêmicos: graduação e pósgraduação. 3. ed. Canoas, RS: Salles, 2006. FOLSCHEID, Dominique; WUNENBURGER, Jean-Jacques. Metodologia filosófica. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2006. RICOEUR, Paul. Do texto à ação: ensaios de hermenêutica II. Portugal: Rés, s.d. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARROS, Aidil de Jesus Paes de; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto de pesquisa: propostas metodológicas. 17. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1990. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2005. RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 34. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. 41 4.2.5 Metodologia de Ensino O ato pedagógico requer um trabalho docente sistemático, intencional e disciplinado. Considerando a concepção filosófica e pedagógica do Curso de Nutrição para a aplicação das metodologias de ensino, respeitamos as seguintes diretrizes: a) Entendimento do currículo como um processo; b) Concepção político-pedagógica crítico reflexiva; c) Concepção do ser humano como ser histórico-social, capaz de transformar a si mesmo e a realidade; d) Organização integrada das disciplinas e conteúdos; e) Interdisciplinaridade; f) Relação indissolúvel entre teoria-prática; g) Aprendizagem significativa; h) Valorização dos conhecimentos prévios; i) Formação docente qualificada. Para que ocorra a aprendizagem são necessários métodos de ensino adequados; métodos ativos, que estimulem a ação e reflexão críticas do aluno, fazendo com que o próprio seja o sujeito de sua aprendizagem e adquira autonomia na forma de “aprender a aprender”. Os métodos são vários e cada professor irá adotá-los na medida em que se ajustem aos objetivos da disciplina: discussão em grupo; pesquisas bibliográficas; pesquisas laboratoriais; pesquisas de campo; seminários; estudos dirigidos; estudo livre; dramatização; demonstração; exposição seguida de debates, aula expositiva e dialogada; emprego das novas tecnologias de informação e comunicação; palestras e oficinas; saída de campo; monitorias; elaboração e execução de projetos; e a participação das atividades complementares planejadas por cada curso, entre outros. Consideramos que a participação ativa do aluno na sua aprendizagem dá-se de diferentes formas. Qualquer, porém que seja o método de ensino selecionado, ele deve requerer do estudante a recuperação do seu saber anterior, com a adição do novo saber, e principalmente o método de ensino deve possibilitar uma ação reflexiva que leve o aluno a por em prática o seu novo saber, ou seja, o saber anterior já superado pela ação-reflexão atual, capacitando-o a intervir na realidade, transformando-a. A metodologia utilizada pelo corpo docente do Unilasalle é caracterizada pela reflexão-açãoreflexão, busca a contextualização dos saberes, a reflexão dialógica, a investigação científica e a articulação entre teoria e prática através das práticas interdisciplinares; a construção do conhecimento deve-se dar de forma participativa, interativa e dialógica, valorizando o aprender contínuo, através de 42 um trabalho que promova a cooperação, o respeito mútuo, a tomada de consciência, o empenho e a disposição para superar desafios. 4.2.6 Atividades Complementares As atividades complementares desempenham um papel fundamental na formação do acadêmico e na sua interação com a realidade social. Constituem-se em atividades que, a partir do eixo fundamental do currículo, propiciem experiências teórico-práticas que permitam a flexibilização do mesmo. Assim, devem contemplar a articulação entre ensino, pesquisa e extensão, assegurando seu caráter interdisciplinar em relação às diversas áreas do conhecimento. Essas atividades estão cada vez mais presentes no dia-a-dia acadêmico e possibilitam a aproximação dos alunos com os conteúdos práticos, além de enriquecer o currículo pessoal e profissional dos estudantes. As atividades complementares contribuem para a formação cidadã e o aperfeiçoamento profissional. Os estudantes exercitam a teoria e a prática e têm a oportunidade de manter contato com o mercado de trabalho, com a comunidade, com pessoas de diferentes culturas e níveis sociais. A criatividade, a autonomia e a liderança são freqüentemente exercitadas pelos estudantes quando estão inseridos nas atividades complementares Essas também ajudam o aluno a desenvolver sua autonomia, por meio de novas experiências acadêmicas e de relacionamentos. Por outro lado, a instituição ajuda a expandir o horizonte intelectual dos alunos. Isso aumenta as possibilidades de sucesso do jovem tanto na vida profissional quanto na vida pessoal. Essas atividades podem se vistas como estratégia didática para garantir a já citada interação teoria-prática e seguem as Diretrizes Curriculares do Curso e as normas estabelecidas pela Instituição. Orientam-se, desta maneira, a estimular a prática de estudos independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, de permanente e contextualizada atualização profissional específica, sobretudo nas relações do mundo do trabalho, estabelecidas ao longo do curso, notadamente integrando-se às diversas peculiaridades regionais e culturais. As atividades complementares devem ser desenvolvidas tendo em vista a formação do acadêmico propiciando uma complementação de sua postura de estudioso e pesquisador, integralizando o currículo. No Curso de Nutrição- Bacharelado fazem parte da carga horária total do currículo, perfazendo um total de 20 horas. 43 4.2.7 Estágio Curricular Supervisionado O estágio Curricular Supervisionado é obrigatório e é requisito para aprovação e obtenção de diploma. O estágio curricular supervisionado tem a duração mínima de 660horas. O estágio é supervisionado e as atividades desenvolvidas pelo estagiário devem ser pertinentes ao campo de conhecimento da Nutrição. O Estágio Supervisionado do Curso de Graduação em Nutrição do UNILASALLE é constituído por atividades teórico-prática de exercício profissional, previstas nas Diretrizes Curriculares do Curso de Graduação em Nutrição e tem por objetivo complementar a formação acadêmica do aluno através de vivências nos campos da prática profissional do Nutricionista, sendo indispensável para a colação de grau. Os acadêmicos ficam ligados diretamente aos Professores da Disciplina, que orientam e supervisionam os alunos em suas atividades, e contam ainda com a participação efetiva do nutricionista da Instituição conveniada com o UNILASALLE, ora denominado preceptor local, indicado através da coordenação do serviço. As disciplinas Estágio Supervisionado em Unidades de Alimentação e Nutrição, Estágio Supervisionado em Nutrição Clínica e Estágio Supervisionado em Saúde Pública são coordenados pelo professor que integra as referidas disciplinas. 4.2.8 Estágio Não Obrigatório É o estágio desenvolvido como atividade opcional pelos acadêmicos. A Lei nº 11.788/08 que dispõe sobre o estágio não obrigatório de estudantes destaca que: § 2º Estágio não obrigatório é aquele desenvolvido como atividade opcional, acrescida à carga horária regular e obrigatória. Esta modalidade de prática profissional se caracteriza por não criar vínculo empregatício de qualquer natureza; possuir carga horária de 6 horas diárias e 30 horas semanais (para estudantes do ensino superior, da educação profissional de nível médio e do ensino médio regular); ter duração que não exceda 2 anos, exceto quando se tratar de estagiário com deficiência; ser facultativo recebimento de bolsa ou outra forma de contraprestação que venha a ser acordada, bem como a do auxílio transporte; ser assegurado ao estagiário, sempre que o estágio tenha duração igual ou superior a 1 (um) ano, período de recesso de 30 (trinta) dias, a ser gozado preferencialmente durante suas férias escolares; aplicar ao estagiário a legislação relacionada à saúde e segurança no trabalho, sendo sua implementação de responsabilidade da parte concedente do estágio. No caso do curso de Nutrição, a supervisão dos estágios não obrigatórios é feita pelo Coordenador do Curso, considerando que as atividades desenvolvidas sejam compatíveis com a formação profissional de Bacharel em Nutrição, de modo a garantir o caráter educativo e de formação profissional para o acadêmico estagiário. 44 4.2.9 Trabalho de Conclusão de Curso O Trabalho de Conclusão de curso encontra-se organizado em duas disciplinas de 60h/aula cada. No Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC I) o acadêmico inicia o projeto, organizando parte do referencial teórico, e uma primeira versão das metodologias que serão empregadas. No Trabalho de Conclusão de Curso II (TCC II) o projeto é aplicado e os resultados obtidos são discutidos e socializados. O Trabalho a ser desenvolvido nas duas disciplinas de TCC deve ter caráter investigativo e seguir o enfoque educacional, vinculando algum tema da Fisioterapia. No TCC I o acadêmico é acompanhado pelo professor responsável pela disciplina. A disciplina de TCC II é coordenada pelo Coordenador do curso e cada aluno recebe orientação de um professor lotado no curso de Nutrição ou outro professor do Unilasalle em comum acordo com a Coordenação de Curso. A avaliação da monografia de TCC II é realizada pelo professor orientador através de nota única, definida até o final do semestre, de acordo com os critérios estabelecidos no formulário de avaliação de TCC II, fornecido pela Coordenação de Curso no Início do Semestre, e seguindo as observações debatidas com demais professores orientadores. Para aprovação nas disciplinas de TCC I e II os acadêmicos devem alcançar nota final igual ou superior a 6,0 (seis). Não estão previstos Exercícios Domiciliares para as disciplinas de TCC I e II. As disciplinas de TCCI e TCC II além de terem conteúdo fixado no projeto pedagógico possuem regulamentação própria, contendo critérios, procedimentos e mecanismos de avaliação e diretrizes técnicas relacionadas à sua elaboração. As condições gerais para que o aluno desenvolva e tenha com seu trabalho atendidas exigências para aprovação, obedecerá as regulamentações existentes na Instituição para Trabalhos de Conclusão de Curso e deverá ser regulamentado pelos conselhos competentes de Curso e da Instituição. Essa regulamentação segue as Diretrizes Curriculares do Curso e as normas estabelecidas pela Instituição. A monografia de conclusão de curso deve ser referente a um tema, escolhido pelo aluno, que resulte em investigação sobre um problema vinculado à área de conhecimento do curso, devendo aplicar, para isso, os conceitos e as metodologias estudados durante o curso e vincular o trabalho a uma das linhas de pesquisa do Programa de Pesquisa do UNILASALLE. O Curso de Nutrição - Bacharelado do Unilasalle destaca a importância do Trabalho de Conclusão de Curso por proporcionar aos estudantes a prática da pesquisa direcionada às atividades específicas do profissional de Fisioterapia. 45 São objetivos específicos do Trabalho de Conclusão: que os acadêmicos apliquem os conhecimentos obtidos durante o curso; que desenvolvam capacidades e habilidades científicas através da realização de um projeto de investigação; que elaborem um texto monográfico reflexivo com sustentação teórica. O Trabalho de Conclusão de Curso de Nutrição - Bacharelado atende aos critérios estabelecidos pela resolução nº 190/05 do Conselho Acadêmico do UNILASALLE. 4.2.10 Inter-relação das unidades de estudo na execução do currículo Verifica-se, nos planos de ensino das disciplinas, que as bibliografias são adequadas, atualizadas e relevantes. Esse contínuo acompanhamento é resultado dos encontros dos Grupos de Trabalho. Intracurriculares (GTIs), que se reúnem, sistematicamente, uma vez por semestre, com o intuito de debater questões relativas ao desenvolvimento das disciplinas, sendo, os Planos de Ensino, um dos itens em que se dispensa um tempo grande de discussão. Nestes momentos, os professores, congregados por áreas de conhecimento, discutem as ementas e os programas das disciplinas, bem como bibliografias, metodologias de ensino e sistema de avaliação. As trocas ocorridas entre eles resultam em sugestões de modificações e adequações, que se fazem necessárias pelo mutável contexto em que se está inserido e também pela experiência profissional e acadêmica de cada um no decorrer dos semestres. 4.2.11 Ensino a Distância - EAD A Educação a Distância - EAD - é caracterizada como a modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e de aprendizagem ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação, com estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares e tempos diversos. A EAD organiza-se por sistemas de gestão e avaliação peculiares, com didática e metodologia específicas, envolvendo momentos não presenciais e presenciais, objetivando a qualidade do ensino e da aprendizagem. De acordo com legislação vigente, no Curso de Nutrição, as atividades de ensino se articulam em torno de metodologias que envolvem o uso dos recursos de apoio às atividades a distância, viabilizando a exposição de conteúdos, leituras críticas, fóruns de discussão, bate-papo e elaboração de trabalhos individuais e em grupo. As disciplinas, nesta modalidade, se utilizam de ambientes virtuais de aprendizagem (Teleduc ou Moodle). Iniciam com encontros virtuais síncronos, onde o professor responsável pela disciplina apresenta o plano do trabalho, bem como os objetivos da mesma, a 46 instrumentalização do aluno no ambiente virtual de aprendizagem e inicia a apresentação de conteúdo. Cada disciplina será ministrada seguindo a seguinte metodologia: Semanalmente o professor realizará uma aula virtual da sua disciplina, disponibilizando materiais didáticos em diferentes mídias (textos, áudios e/ou vídeos); Em datas previamente agendadas, o professor se reunirá “virtualmente” com os alunos, interagindo com eles via bate-papo e/ou videoconferência. Neste encontro, serão discutidas as atividades e os conteúdos apresentados na semana. Esta atividade será coordenada pelo professor da disciplina, que terá a assessoria de um tutor; Como parte da avaliação da disciplina o professor proporá atividades no ambiente virtual bem como discussões via fóruns de debates sobre os assuntos tratados no período; Além destas atividades, entre um encontro e outro, o aluno poderá interagir com o professor ou tutor, através do uso do correio do ambiente virtual; Para questões técnicas, como por exemplo dúvidas no acesso ao ambiente virtual, o aluno também poderá ligar para o setor de EAD do Unilasalle. No final de cada disciplina em EAD será realizada uma avaliação presencial. Essa avaliação poderá consistir em provas e/ou apresentação de trabalhos conforme definido no plano de ensino da disciplina De acordo com a Resolução CONSUN 418/2008 de 28 de novembro de 2008 que “Aprova a oferta de disciplinas na modalidade a Distância - EAD nos cursos de graduação presenciais do Centro Universitário La Salle – Unilasalle” as disciplinas abaixo relacionadas, constantes na Matriz Curricular do Curso de Nutrição podem ser oferecidas na modalidade de EAD: 1170 - Marketing em Alimentos e Nutrição 0008 - Antropologia Cultural 2604 - Leitura, Produção e revisão de textos 2605 - Fenômenos Culturais Religiosos 2619 - Trabalho de Conclusão de Curso I 1505 - Introdução à Nutrição EAD – (Enfermagem) 4.2.12 Proposta de Avaliação do Processo Ensino-aprendizagem O sistema de avaliação é concebido como parte essencial e integrante do processo de ensinoaprendizagem. Envolve procedimentos sistemáticos e cumulativos de apuração do desempenho, manifestado pelo aluno em relação a conhecimentos, habilidades e competências exigidos para o conhecimento e intervenção na realidade, na busca de uma melhor qualificação profissional. 47 A avaliação é entendida como o processo de diagnosticar, acompanhar e controlar, sistematicamente, a operacionalização do currículo, realizado com a participação de todos os segmentos acadêmicos. Abrange dois focos: a Instituição e o Educando, em seu desempenho. Consideramos que a avaliação do desempenho do aluno é diagnóstica, cumulativa, processual e participativa; que ela é o resultado do desenvolvimento do aluno, durante todo o processo de ensinoaprendizagem. Tem função reorientadora, servindo de base qualificar o processo educativo, as práticas pedagógicas e o aperfeiçoamento da Instituição. Os objetivos da avaliação são: mensurar o grau de evolução da aprendizagem do aluno, para ajudá-lo a perceber e superar suas fragilidades. Desse modo, a avaliação deverá qualificar e quantificar o grau de competência adquirida pelo estudante, em comparação com o perfil do profissional a ser formado. Essa avaliação deve ser sistemática, contínua ou periódica, requerendo do professor um acompanhamento próximo do aluno. Outro objetivo da avaliação é a mensuração final do grau de saber adquirido (competência profissional) pelo aluno para validá-lo legal e oficialmente frente ao saber esperado pela Instituição e pela sociedade – perfil profissional. A proposta de avaliação do processo ensino-aprendizagem atende ao prescrito no Regimento do Unilasalle, isto é: Art. 93 A avaliação do rendimento acadêmico é feita semestralmente, por disciplina, incidindo sobre o aproveitamento e a assiduidade. Art. 94 A avaliação do aproveitamento é concebida como parte essencial e integrante do processo de ensino-aprendizagem e envolve procedimentos sistemáticos e cumulativos de apuração do desempenho manifestado pelo acadêmico em relação a conhecimentos, habilidades e competências exigidos para o conhecimento e intervenção na realidade, para o exercício profissional e científico e para a formação e a educação integral e continuada. Art. 95 Os resultados do aproveitamento são expressos sob a forma de notas que variam de 0 (zero) a 10 (dez), com intervalos de 0,1 (um décimo), sendo exigida, no mínimo, a média 6,0 (seis) para fins de aprovação. § 1º O resultado do aproveitamento é expresso através da média aritmética de dois graus (G1, G2), correspondentes aos bimestres do período letivo, com substituição do grau menor, quando necessário. § 2º As diretrizes didático-pedagógicas que disciplinam e orientam o processo de avaliação do aproveitamento, em termos de procedimentos, prazos, critérios gerais de apuração, condições e requisitos para a aprovação nas disciplinas e atividades curriculares são estabelecidas pelo Conselho Acadêmico. § 3º A avaliação específica para acadêmicos com extraordinário aproveitamento nos estudos, que tem como finalidade abreviar a duração do curso, obedece às disposições legais pertinentes e às normas estabelecidas pelo CONSEPE. 48 Art. 96 A avaliação da assiduidade compreende a verificação do índice de freqüência do acadêmico às atividades presenciais, nelas incluídas aulas, seminários, conferências e demais trabalhos correlatos com a disciplina e indicados pelo docente. Art. 97 A freqüência mínima exigida para a aprovação é de 75% (setenta e cinco por cento) do total de horas letivas definidas no Calendário Acadêmico. Art. 98 As modalidades excepcionais de cumprimento de disciplina ou atividade curricular, na forma de Regime Especial de Aprendizagem, Regime de Exercícios Domiciliares ou Tutoria, observam os requisitos legais pertinentes e obedecem a critérios e a condições estabelecidos pelo Colegiado do Curso e a normas complementares. Art. 99 As Práticas de Ensino, as Práticas Interdisciplinares, os Estágios Curriculares Supervisionados, os Estágios Curriculares, os Projetos Finais e os Trabalhos de Conclusão de Curso, necessários à integralização do currículo dos Cursos de Graduação e, consideradas as obrigatoriedades, dos Cursos de Graduação Tecnológica, têm normas estabelecidas pelo Conselho Acadêmico. Parágrafo único. As normas a que se refere o caput deste artigo definem critérios próprios para a avaliação do rendimento acadêmico. Art. 100 Os Cursos de Pós-graduação lato sensu e Pós-graduação stricto sensu têm avaliação própria definida nos respectivos regulamentos. Art. 101 O acadêmico pode recorrer do resultado final da avaliação mediante requerimento ao Coordenador do Curso, encaminhado através do Setor de Protocolo, até quarenta e oito horas após a publicação do resultado. § 1º A revisão do resultado é competência dos docentes e é realizada sob supervisão do Coordenador do Curso. § 2º Da decisão final do docente, após a revisão, não cabe recurso. 4.2.13 Auto-avaliação do curso O curso será avaliado através dos instrumentos abaixo • Avaliação institucional (prevista no PDI e aplicada anualmente pela CPA; o relatório dos resultados é encaminhado ao coordenador para correção dos desvios). • Resultados das avaliações realizadas pelos alunos nas disciplinas. • Resultados das avaliações externas executadas pelo MEC. • Auto-avaliação dos professores. 4.3 Núcleos de Apoio Com o objetivo de atribuir mais qualidade ao processo ensino-aprendizagem, o Unilasalle criou diversos núcleos para atendimento aos interesses e necessidades de seu corpo docente e discente. Esses núcleos são responsáveis por ações que visam assessorar os professores em suas atividades didático49 pedagógicas e aos alunos em suas dificuldades, sejam elas de ordem acadêmica, psicológica, adaptativa ou de escolha profissional. São eles: 4.3.1 Núcleo de apoio didático-pedagógico aos docentes - NAP O Núcleo de Apoio Pedagógico aos docentes (NAP) tem como objetivo assessorar a PróReitoria Acadêmica na dinamização dos processos e práticas pedagógicas para que essas sejam consoantes com os princípios institucionais e com a Proposta Educativa Lassalista. Atua conjuntamente com outros segmentos da instituição fomentando um clima institucional que reflita a inspiração e vivência cristã lassalistas contribuindo para que as relações interpessoais sejam facilitadoras do surgimento do bem-estar docente e favorecendo a assunção e comprometimento com a identidade lassalista. Desenvolve também ações para auxiliar os docentes nas questões relativas às dimensões didático-pedagógicas assessorando os coordenadores de cursos nos processos de (re)construção de práticas gestoras consoantes com os princípios filosóficos lassalistas e institucionais; acompanhamento e formação continuada de professores do Unilasalle buscando assegurar a proposição de espaços que contemplem as dimensões de formação pessoal e profissional. 4.3.2 Núcleo de apoio aos discentes Com o objetivo de oferecer um serviço de qualidade que atenda aos acadêmicos em suas diferentes necessidades e interesses, garantindo condições adequadas, tanto pedagógicas como administrativas, sociais e psicológicas, o Unilasalle disponibiliza uma série de programas de atendimento aos discentes. Entre eles, o a) Serviço de Atendimento ao Acadêmico- SAAC, um serviço estruturado a partir da Missão, da Visão e dos Princípios da Instituição, qualificado para atender, de forma individual, personalizada e acolhedora, aos acadêmicos. O SAAC, com o intuito de satisfazer com rapidez e eficácia as necessidades dos acadêmicos, conta com o apoio de diversos serviços, dentre eles: A Ouvidoria que foi integrada ao SAAC para que os acadêmicos tivessem a sua disposição um local acolhedor para encaminhar suas manifestações de desconforto, elogios ou críticas referentes ao Unilasalle, com a certeza do acompanhamento de seus processos. b) O Setor de Convênios, Estágios e Intercâmbio responsável por: 50 • Conveniamento com instituições/empresas públicas e privadas em âmbito regional, nacional e internacional; • Estágios - Curriculares Obrigatórios e não Obrigatórios. Intercâmbio Acadêmico. O Setor de Convênios, Estágios e Intercâmbios do Unilasalle tem por finalidade coordenar convênios, programas de estágios externos e internos e intercâmbios em nível regional, nacional e internacional. Para a escolha de estagiários internos existe um processo permanente de seleção, acompanhamento e controle do desempenho, uma vez que os mesmos recebem incentivos financeiros. A Instituição conta com uma Central de Estágios curriculares destinada a atender os alunos em todas as questões referentes a estágios, tais como: convênios, locais de estágios, encaminhamento de documentação, orientações específicas, acompanhamento e controle do desempenho do aluno. c) Programa de Bolsa Assistencial, instituído pelo Centro Universitário La Salle, tem por objetivo atender a alunos impossibilitados de concluir seus estudos nos cursos de graduação oferecidos por esta Instituição de Ensino. As bolsas serão preferentemente concedidas, em caráter de complementação, a alunos regularmente matriculados e que forem selecionados nos termos do regulamento: Edital a ser aberto a cada processo seletivo. A finalidade é suprir as carências individuais de modo a possibilitar o maior número possível de alunos assistidos, observados os requisitos de aproveitamento, desempenho e situação socioeconômica do estudante. O Edital, inscrições e as demais informações de cada processo seletivo ficam à disposição no site através do Programa de Bolsa Assistencial. A área de Projetos Sociais também desenvolve programas que garantem o acesso e permanência do acadêmico na instituição através de ações temporárias e permanentes como: ProUni Programa Universidade para Todos e FIES - Financiamento Estudantil da Caixa Econômica Federal. 4.3.3 Núcleo de apoio Psicopedagógico ao Discente A Orientação Vocacional e Profissional (OVP) foi incorporada ao SAAC a fim de oferecer aos acadêmicos um espaço de acolhimento e diferença, criando possibilidade de reflexão sobre os elementos que constituem o projeto profissional de cada pessoa. Através deste serviço, são apresentadas propostas que oportunizam espaços de reflexão sobre a escolha da profissão a acadêmicos do Unilasalle que queiram repensar o curso em andamento, alunos do Ensino Médio da Rede La Salle e de escolas públicas, e candidatos da comunidade. 51 4.3.4 Mecanismos de Nivelamento O Centro Universitário La Salle oferece no início de cada semestre um Programa de Nivelamento que tem como objetivo a qualificação e o aprimoramento do nível acadêmico. O programa constitui-se de ações sistematizadas que se propõem a elevar o desempenho de todos os alunos ingressantes no Unilasalle. Para a concretização do programa, a Instituição oferece dois projetos: Projeto 1: que tem como objetivo promover o desenvolvimento da habilidade textual em Língua Portuguesa através de estratégias de leitura e de escrita aplicadas a textos diversificados; Projeto 2: que tem como objetivo desenvolver habilidades conceituais na área da matemática. 4.3.5 Atendimento Extraclasse a) Programa de monitoria O programa de monitoria foi instituído em junho de 1998, tendo iniciado suas atividades em agosto do mesmo ano. Atualmente está regido pela Resolução do CONSUN (Conselho Universitário) n° 163/2004 de 30 de abril de 2004. A monitoria possui duas modalidades: a monitoria de acompanhamento acadêmico e a de laboratório: 1) a monitoria de acompanhamento acadêmico destina-se a assessorar os alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem em determinados conteúdos, num regime de extraclasse. Os monitores são selecionados anualmente através de um edital, nele são definidas as áreas de conhecimento que terão monitores de acompanhamento. 2) a monitoria de laboratório tem o objetivo de atender alunos no desenvolvimento das atividades práticas de laboratório, bem como assessorar o técnico responsável na manutenção e conservação dos equipamentos. 3) a monitoria voluntária – criada em 18 junho de 2004 pela Resolução n° 142/2004 do CONSEPE (Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão), tem objetivo de oferecer a figura do monitor voluntário. Ele pode exercer a monitoria de Acompanhamento Acadêmico, de Laboratório ou em Projetos Didático-Pedagógicos. Para exercer essa função, o aluno deve dirigir-se, no início do semestre, à coordenação do seu curso e manifestar sua intenção de fazê-la indicando uma área de conhecimento e sua disponibilidade horária. A maioria dos cursos do Unilasalle reconhece a monitoria como atividade complementar. 52 b) Programa de Iniciação Científica O programa de Iniciação Científica – PROIC é um programa para atividades científicas em projetos de pesquisa cadastrados no Programa Unilasalle de Pesquisa – PROUP, destinado aos acadêmicos dos cursos de graduação e realizado sob a coordenação e orientação de um pesquisador. Tem por objetivo principal a qualificação da formação acadêmica e estimular a iniciação dos graduandos na pesquisa científica, constituindo-se, portanto, numa modalidade de investimento acadêmico. Além disso, visa produzir conhecimentos para a melhoria da qualidade de vida, atuar como agente multiplicador e estimulador de práticas e idéias entre os acadêmicos do curso e a sociedade em geral, melhorar a qualidade da aprendizagem e divulgar os resultados obtidos em eventos científicos. 5 DIMENSÃO: CORPO DOCENTE 5.1 Núcleo Docente Estruturante - NDE 5.1.1 Composição Professor Stela Maris Herrmann Norma Anair Possa Marroni Francisco Fernando de Castilho Koller Alessandra Marqueze Trícia Cristine Kommers Albuquerque Rosana Maria Carolo da Costa e Silva Carmem Kieling Franco Fernanda Miraglia Francisco Amaro Formação Titulação Nutricionista CRN2 0498 Bióloga Biólogo Doutora 8 Doutora Mestre 4 horas 8 8 Doutora 4 12 Médica Veterinária Bióloga Nutricionista CRN2 1993 Nutricionista CRN2 2358 Nutricionista CRN 2 4526 Nutricionista CRN2 Joelso Peralta Livia Trois de Oliveira Josiane Siviero Delmar Bizani Rosa Paula Pires Nutricionista CRN2 Nutricionista CRN2 4699 Nutricionista CRN2 1993 Médico Veterinário Química Horas/sala Horas/sala Nutrição Outros cursos Doutora extensão pesquisa Horas de estágio 4 8 8 0 12 Mestre 12 Especialista 8 (variável) Mestre 16 12 Mestre 8 Graduado 8 Mestre Licenciada Doutora Licenciada Doutor 8 Mestre 8 10 8 8 TOTAL DE PROFESSORES: 14 53 TITULAÇÃO DOUTOR MESTRE ESPECIALISTA GRADUADO 5.1.2 NÚMERO 5 6 2 1 PERCENTUAL 36% 43% 14% 7% RTI RTP RTH 21% 0% 79% Funções e características do NDE O Núcleo Docente Estruturante é composto por docentes com a titulação de doutores e mestres e possui como função a criação, implantação e consolidação do Projeto Pedagógico do Curso de Nutrição. Tem como competência a operacionalização do curso buscando atender aos padrões de qualidade necessários a uma excelente formação do profissional. 5.2 Coordenação do Curso Nome Titulação Acadêmica Regime de Trabalho Stela Maris Herrmann Doutora 40 horas Tempo de Experiência Docente 24 anos Tempo de Experiência Profissional 25 anos 6 DIMENSÃO: INSTALAÇOES FÍSICAS 6.1 Equipamentos 6.1.1 Acesso dos docentes a equipamentos de informática e à rede Os docentes têm acesso aos equipamentos de informática através de 10 laboratórios que são utilizados nos três turnos, de segunda a sexta-feira e sábados pela manhã e tarde. A Instituição dispõe de 9 laboratórios de informática exclusivamente para aulas (314-1, 316-1, 316A-1, 316C-1, 318-1, 323-1, 324-1, 325-1, 418-1). Para a utilização dos laboratórios de informática os professores deverão efetuar cadastro no domínio LABIN dirigindo-se à sala de coordenação. Toda utilização será realizada através de agendamento prévio. O ingresso nos laboratórios de aula será permitido somente com a presença do professor da respectiva turma sendo expressamente proibido sair e deixar alunos sozinhos no laboratório. Não é permitido ao professor a instalação de jogos e software nos laboratórios. As solicitações para instalação de software (licenciados, freeware / shareware) devem ser realizadas apenas por professores com antecedência de no mínimo 48 horas. O professor que necessitar utilizar notebook ao término da atividade deverá conectar o microcomputador que foi desinstalado da rede, observando o cumprimento dessa norma também pelos alunos. 54 Os professores que utilizam o LABIN podem disponibilizar material didático para os alunos através do uso do diretório público. Para isso é necessário solicitar à coordenação a criação de uma pasta com o seu nome na qual cada professor poderá criar as pastas necessárias conforme as suas disciplinas. Para postar seu material o professor deverá acessar a rede do LABIN (apenas local). Este diretório poderá ser visualizado pelos alunos através do site do LABIN. Os professores que utilizam o diretório público devem realizar uma limpeza periódica em sua pasta, deixando apenas os arquivos necessários às aulas mais imediatas. Visamos com isso, possibilitar que mais professores utilizem esse recurso de compartilhamento de arquivos com seus alunos, tendo em vista que o espaço é limitado. 6.1.2 Acesso dos alunos a equipamentos de informática Os alunos têm acesso aos equipamentos de informática através de 10 laboratórios que são utilizados nos três turnos, de segunda a sexta-feira e sábados pela manhã e tarde. A Instituição dispõe de 9 laboratórios de informática exclusivamente para aulas (314-1, 316-1, 316A-1, 316C-1, 318-1, 323-1, 324-1, 325-1, 418-1). Os alunos também dispõem de 1 laboratório de uso individual nos três turnos, que situa-se na sala 326-1. Essa sala possui 54 computadores, sendo que 17 possuem gravador de CD e DVD- DL, entrada USB para uso de notebook, palmtop, pen driver, câmera digital e demais mídias necessárias para o trabalho acadêmico. Também dispõem de 2 computadores conectados a dois scanners para capturar imagens e textos pertinentes aos seus trabalhos, assim como o software Virtual Vision para atender aos alunos com necessidades educativas especiais. Mais 3 computadores para uso exclusivo à internet, para acesso ao portal dos alunos (consulta de notas, empréstimo e renovação de livros na Biblioteca etc) e uso de correio eletrônico. Para as aulas, são sete laboratórios com 20 computadores cada e dois laboratórios com 18 computadores, sendo que desse total 40 possuem gravador de CD e DVD- DL e entrada USB e 76 computadores que possuem drive CD e entrada USB. O ingresso nos laboratórios de aula é permitido somente com a presença do professor da respectiva turma. O uso individual só é permitido perante a apresentação da carteira estudantil ou documento de identificação contendo número de matrícula. Qualquer acesso aos equipamentos do laboratório se dá, única e exclusivamente, através de senha pessoal. Os alunos podem realizar seus trabalhos acadêmicos através dos inúmeros softwares, aplicativos, linguagens e demais ferramentas computacionais instaladas nos laboratórios, podem utilizar a Internet para elaborar pesquisas com fins educacionais e podem usar os serviços de correio eletrônico. 55 Todos os alunos têm acesso à Internet e à rede do LABIN. O acesso à Internet é ilimitado, respeitando-se as normas de utilização dos laboratórios de informática que estão em consonância com a Resolução da Reitoria Nº 003/2002 de 29 de julho de 2002, que “define políticas, normas e procedimentos que disciplinam a utilização dos equipamentos, recursos e serviços de informática do Unilasalle”. Essas normas estão disponíveis no site do LABIN: http://www.labin.unilasalle.edu.br. Cada aluno possui uma senha que lhe dá acesso a um espaço no servidor, redimensionado a cada início de semestre de acordo com a quantidade de alunos matriculados, onde o aluno pode armazenar seus arquivos durante o semestre: pasta de uso pessoal/Home Director. Também são disponibilizadas cópias de CDs para os alunos quando necessário. Além desse espaço pessoal no servidor, a rede disponibiliza um espaço público para os professores armazenarem arquivos necessários às suas aulas sendo que os alunos podem acessar esse material através da Internet. O LABIN também dispõe de um diretório temporário (T:/), que serve para compartilhar arquivos entre os alunos. 6.1.3 Software – Labin É política da instituição a disseminação do uso de software livre. Embora todos os computadores possuam sistema operacional Windows, em alguns laboratórios utiliza-se também o Linux. A descrição dos softwares instalados em cada laboratório está disponível no site do LABIN: http://www.labin.unilasalle.edu.br/laboratorios.htm. Alguns cursos possuem softwares específicos (licenciados), conforme segue: Nutrição: Sistema Brand Brasil de Alimentação, Sistema Brand Brasil - Dietoterapia e o Diet Win - software de avaliação nutricional. Contábeis: Account e RADAR. Computação - Licenciatura: software de autoria Imagine. Matemática: Maplle 11. 6.1.4 Recursos audiovisuais e multimídia Com a finalidade de proporcionar aos docentes um melhor desenvolvimento de suas práticas pedagógicas o Unilasalle dispõe de: projetores de multimídia; retropojetores; videos cassete acompanhado de TV29”; DVD’s acompanhado de TV29”; mini systems; computadores e projetor de slide. A Instituição conta com dois auditórios equipados e um salão de atos com capacidade para 530 pessoas para a realização de formaturas, palestras, seminários e encontros programados pelos cursos. 56 6.2 Instalações e Laboratórios Específicos 6.2.1 Laboratório de Técnica Dietética (LTD) Este laboratório permite que sejam enfocadas as técnicas de seleção, pré-preparo, preparo, armazenamento de alimentos (de diferentes grupos alimentares) e a confecção de cardápios simples ou requintados; visando adquirir conhecimentos práticos sobre manipulação, conservação e higienização dos gêneros alimentícios. Proporciona ao aluno a oportunidade de verificar diversas formas de cocção de alimentos e planejamento dietético. É utilizado frequentemente nas aulas práticas das disciplinas de Técnica Dietética I e Técnica Dietética II, Nutrição Materno Infantil, Dietoterapia I e II, Educação Nutricional, Tecnologia dos Alimentos, Ciclos da Vida I, II e II; e eventualmente por outras disicplinas e atividades. No LTD também são realizadas oficinas, treinamentos e mini cursos relacionados com a culinária, a dietética e a gastronomia. O laboratório de técnica dietética é dividido em cinco bancadas (cozinhas experimentais), equipadas de maneira semelhante e uma bancada demonstrativa completa (com espelho voltado aos observadores). Possui capacidade para atender em média 20 alunos por aula. 6.2.2 Centro Saúde Escola O Centro Saúde – Escola é um núcleo interdisciplinar e multiprofissional de integração do ensino-pesquisa-extensão a fim de promover a saúde de pessoas carentes da comunidade, de forma integral e preventiva através de atividades educativas, informativas e intervencionistas, atendendo a demanda populacional direcionada pelo sistema municipal de saúde, educação e assistência social nas áreas da Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente, do Adulto, do Trabalhador e do Idoso. O Centro Saúde Escola atende em duas unidades: uma localizada em Nova Santa Rita (CSE NSR) e outra em Canoas no Centro de Assistência Social La Salle (Casalle). Áreas de ação do Curso de Nutrição: 1. Saúde da Criança e do Adolescente – CSE NSR 2. Saúde da Mulher – CSE NSR 3. Saúde do Adulto – CSE NSR 4. Grupo Bem-viver 5. Saúde do Adulto – CASALLE 57 6.3 Biblioteca 6.3.1 Espaço físico e acervo A Biblioteca do Centro Universitário La Salle está situada no térreo e primeiro andar do prédio 5, campus Canoas. Encontra-se distribuída em uma área de 1.289,62m², sendo que no andar térreo estão abrigados os acervos de referência, de livros e de coleções especiais, além dos guarda-volumes, balcão de atendimento, setor de restauro, 15 salas de estudo em grupo e sala de vídeo com capacidade para 16 pessoas. No primeiro piso estão os acervos de periódicos, vídeos, teses, dissertações, monografias e terminais de consulta à internet. Nesse andar localiza-se o salão de estudos equipado com mesas de uso individual e para grupos, além de poltronas confortáveis para leitura de jornais e revistas. Todos os ambientes são climatizados para um maior conforto térmico aos usuários, bem como para a conservação do material bibliográfico. 6.3.2 Instalações para o acervo, estudos individuais e em grupo A área construída da Biblioteca soma 1.289,62m² , dividida conforme abaixo: 1. Área total destinada ao armazenamento dos acervos: 504,02m². Acervo de livros e multimeios: 385,12m². Acervo de periódicos: 91,35m². Acervo das coleções especiais: 27,55m². 2. Área destinada aos usuários: 458,83m². Área total destinada às salas de estudos: 141,28m². Área total da sala de vídeo: 21,81m². Área total destinada às mesas de estudos em grupo e individual e acesso à internet: 228,52m². Área de circulação de materiais e guarda-volumes: 67,22m². 3. Área total destinada aos setores administrativos: 66,52m². Sala de coordenação: 16,06m². Sala do bibliotecário de referência: 7,50m². Setor de processamento técnico e aquisição: 30,56m². Setor de restauro: 12,40m². 58 6.3.3 Informatização A Biblioteca encontra-se informatizada através do software Pergamum, funcionando de forma integrada da aquisição ao empréstimo, inclusive com serviços disponíveis via internet. Os módulos que o sistema dispõe são: catalogação (utilizando o formato MARC21, o que permite o intercâmbio de informações entre acervos das bibliotecas em nível internacional); classificação; pesquisa ao catálogo online; empréstimo domiciliar com reservas e renovações via internet (o sistema envia e-mails automaticamente aos usuários informando-os da data de vencimento do empréstimo ou liberação de reservas); banco de dados para intercâmbio de publicações com outras instituições brasileiras e internacionais reserva de cabines para estudo e de microcomputadores para pesquisa à internet. A Biblioteca disponibiliza aos usuários acesso à internet por rede sem fio (wireless). 6.3.4 Políticas Institucionais de aquisição, expansão e atualização do acervo e formas de sua operacionalização. Visando cumprir o seu papel de apoio ao ensino, à pesquisa e à extensão, a Biblioteca procura atualizar e expandir o seu acervo de forma equilibrada. Para isso possui e divulga a política de aquisição, expansão e atualização do acervo seguindo alguns critérios. a) Atendimento aos critérios e responsabilidades definidos na Política de Desenvolvimento de Coleções (disponível no site do Unilasalle – link da Biblioteca). b) Fixação de um plano orçamentário com verba específica para cada curso. c) Aquisição permanente de novos títulos, atendendo a indicações de docentes, discentes e corpo técnico-administrativo, previstos ou não nas bibliografias dos Planos de Ensino. d) Ampliação da aquisição de periódicos especializados. e) Ampliação do sistema de permuta e doação com outras instituições de Ensino Superior. f) Ampliação das redes de informação, parcerias e intercâmbios. 6.3.5 Serviços A Biblioteca oferece serviços que atendam às necessidades da comunidade acadêmica (alunos, professores e técnicos administrativos), alguns desses também estendidos à comunidade externa. 6.3.6 Serviços (condições, abrangência e qualidade) Os principais serviços oferecidos pela Biblioteca La Salle são: acesso ao catálogo online, terminais de acesso à internet, internet sem fio (wireless), comutação bibliográfica, consulta local, 59 educação de usuários, sugestões de leitura, empréstimo local, empréstimo domiciliar, empréstimo entre bibliotecas, orientação a normatização de trabalhos acadêmicos, biblioteca digital e visitas orientadas. 6.3.7 Recursos Humanos A Biblioteca possui em seu quadro funcional três bibliotecários, onze auxiliares de biblioteca e um estagiário, totalizando 15 pessoas. 6.3.8 Políticas de conservação e expansão do espaço físico, normas de segurança e formas de sua operacionalização Conforme Aditamento nº 01/2007 ao Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI 2004-2008, aprovado em resolução nº 009/2007 da Sociedade Porvir Científico, Mantenedora do Unilasalle altera o texto que se refere a conservação e expansão do espaço físico da biblioteca. Segue o texto atualizado do PDI, item 13.3 Biblioteca: A Instituição prevê a ampliação física da biblioteca ocupando o térreo e segundo andar do prédio 5. Serão realizadas reformas de forma a propiciar um espaço adequado para estudos e armazenamento de seu acervo, além da acessibilidade aos portadores de necessidades especiais. Os dois andares contemplarão além do acervo, aumento das salas de estudos em grupo, aumento das mesas de estudos em grupo e individuais, sala de vídeo, setor de obras raras, setor administrativo, setor de restauro e hemeroteca. 6.4 Infraestrutura de acessibilidade às pessoas portadoras de necessidades especiais Em atendimento, ao prescrito na Portaria nº 3284/03 de 07 de novembro de 2003, referente às condições de acesso aos portadores de necessidades especais a Instituição conta com: a. várias rampas de acesso, com inclinações adequadas, que permitem o deslocamento dos portadores de necessidades especiais aos locais de uso coletivo; b. elevadores com espaços suficientes para colocação de cadeiras de rodas que permitem acesso aos diversos pavimentos dos prédio; c. sanitários mais espaçosos e equipados com barras de apoio nos boxes; d. vagas especiais nos parques de estacionamento. 7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS • Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Nutrição • Plano de Desenvolvimento Institucional • Projeto Pedagógico Institucional 60