CENTRO UNIVERSITÁRIO LA SALLE
UNILASALLE
CURSO DE NUTRIÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO
Resolução CONSUN nº 448/09, de 24 de abril de 2009,
referente reformulação do Projeto Pedagógico
Reestruturação Curricular
Canoas/RS - novembro de 2009.
SUMÁRIO
1
CONTEXTUALIZAÇÃO DO UNILASALLE E DO CURSO.......................................................04
1.1 Nome da Mantenedora............................................................................................. .............................04
1.2 Base Legal da Mantenedora .................................................................................................................04
1.2.1 Endereço ............................................................................................................................................04
1.2.2 Razão Social ......................................................................................................................................04
1.2.3 Registro no Cartório ..........................................................................................................................04
1.2.4 Atos Legais ........................................................................................................................................04
1.3 Nome da IES ........................................................................................................................................04
1.4 Base Legal da IES ................................................................................................................................04
1.4.1 Endereço ............................................................................................................................................04
1.4.2 Atos Legais e data de publicação no DOU ........................................................................................04
1.5 Perfil e Missão da IES..........................................................................................................................04
1.6 Dados Sócio-econômicos da região .....................................................................................................05
1.7 Breve histórico da IES............................................................................................. ............................06
2
IDENTIFICAÇÃO E LOCAL DE FUNCIONAMENTO DO CURSO.........................................09
3
REGIME ACADÊMICO E PRAZO DE INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR........................09
4
ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA..............................................................................10
4.1 Contexto Educacional ...........................................................................................................................10
4.1.1 Relevância Social do Curso ...............................................................................................................10
4.1.2 Possibilidades de inserção profissional do egresso............................................................................10
4.1.3 Impacto do curso para o desenvolvimento sócio-econômico, redução das desigualdades regionais
e promoção da inclusão social........................... ..................................................................................12
4.2 Concepção do Curso............................................................................................... ..............................13
4.2.1 Objetivos do Curso ............................................................................................................................16
4.2.1.2 Geral................................................................................................................................................16
4.2.1.2 Específicos ......................................................................................................................................16
4.2.2 Perfil do Egresso ................................................................................................................................17
4.2.3 Matriz Curricular................................................................................................................................20
4.2.4 Ementas e Bibliografias .....................................................................................................................21
4.2.5 Metodologia de Ensino ......................................................................................................................42
4.2.6 Atividades Complementares ..............................................................................................................43
4.2.7 Estágio Curricular Supervisionado ....................................................................................................44
4.2.8 Estágio Não Obrigatório ....................................................................................................................44
4.2.9 Trabalho de Conclusão de Curso .......................................................................................................45
4.2.10 Inter-relação das unidades de estudo na execução do currículo.......................................................46
4.2.11 Ensino a distância – EAD ................................................................................................................46
2
4.2.12 Proposta de Avaliação do Processo Ensino-aprendizagem..............................................................47
4.2.13 Auto-avaliação do curso...................................................................................................................49
4.3 Núcleos de Apoio..................................................................................................................................49
4.3.1 Núcleo de apoio didático-pedagógico aos docentes - NAP ...............................................................50
4.3.2 Núcleo de apoio aos discentes ...........................................................................................................50
4.3.3 Núcleo de apoio psicopedagógico ao discente...................................................................................51
4.3.4 Mecanismos de Nivelamento .............................................................................................................52
4.3.5 Atendimento Extraclasse....................................................................................................................52
5
CORPO DOCENTE ...........................................................................................................................53
5.1 Núcleo Docente Estruturante - NDE.....................................................................................................53
5.1.1 Composição .......................................................................................................................................53
5.1.2 Funções e características do NDE .....................................................................................................54
5.2 Coordenação de Curso ..........................................................................................................................54
6
INSTALAÇÕES FISICAS .................................................................................................................54
6.1 Equipamentos........................................................................................................................................54
6.1.1 Acesso dos docentes a equipamentos de informática e à rede ...........................................................54
6.1.2 Acesso dos alunos a equipamentos de informática. ...........................................................................55
6.1.3 Software - Labin.................................................................................................................................56
6.1.4 Recursos audiovisuais e multimídia. .................................................................................................56
6.2 Instalações e Laboratórios Específicos .................................................................................................57
6.2.1 Laboratórios de Técnica Dietética - LTD...........................................................................................57
6.2.2 Centro Saúde Escola ..........................................................................................................................57
6.3 Biblioteca ..............................................................................................................................................58
6.3.1 Espaço físico e acervo........................................................................................................................58
6.3.2 Instalações para o acervo, estudos individuais e em grupo................................................................58
6.3.3 Informatização....................................................................................................................................59
6.3.4 Políticas Institucionais de aquisição, expansão e atualização do acervo e formas de sua
operacionalização........................................................................................................................................59
6.3.5 Serviços..............................................................................................................................................59
6.3.6 Serviços (condições, abrangência e qualidade)..................................................................................59
6.3.7 Recursos Humanos.............................................................................................................................60
6.3.8 Políticas de conservação e expansão do espaço físico, normas de segurança e formas de sua
operacionalização........................................................................................................................................60
6.4 Infraestrutura de acessibilidade às pessoas portadoras de necessidades especiais................................60
7
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS..............................................................................................60
3
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE NUTRIÇÃO
1 CONTEXTUALIZAÇÃO DO UNILASALLE E DO CURSO
1.1 Nome da Mantenedora - SOCIEDADE PORVIR CIENTÍFICO
1.2 Base Legal da Mantenedora
1.2.1 Endereço- Rua Honório Silveira Dias, 636, Bairro São João, Porto Alegre/RS
1.2.2 Razão Social - SOCIEDADE PORVIR CIENTÍFICO
1.2.3 Registro no Cartório do Registro Especial fls. 23, nº de ordem 85
1.2.4 Atos Legais – CNPJ 92.741.990/001-37
1.3 Nome da IES - CENTRO UNIVERSITÁRIO LA SALLE
1.4 Base Legal da IES
1.4.1 Endereço - Av. Victor Barreto, 2288, Centro, Canoas/RS - CEP 92010-000
1.4.2 Atos Legais e data de publicação no DOU – Portaria de Recredenciamento Nº 1.473 de
25/5/04 - D.O.U. de 26/5/04
1.5 Perfil e Missão da IES
O Centro Universitário La Salle, inspirado nos Princípios Pedagógicos da Província Lassalista,
constituída por Religiosos do Instituto dos Irmãos das Escolas Cristãs (Irmãos Lassalistas), oferece
uma educação cristã baseada nos fundamentos de São João Batista de La Salle.
Tem em sua gênese características voltadas para a formação de educadores. Para tanto, propõese a oportunizar ao educando uma pedagogia que viabilize a produção, a apropriação e a socialização
do conhecimento, necessárias para a compreensão da realidade que o cerca e para que possa intervir
nessa realidade progressivamente, buscando alcançar níveis mais complexos do desenvolvimento de
suas capacidades humanas.
O Unilasalle tem como Missão promover o desenvolvimento da pessoa, através do ensino, da
pesquisa e da extensão, comprometida com a transformação da sociedade nas dimensões humana e
cristã. Para tanto, estabelece os seguintes Princípios:
1. Inspiração e vivência cristão-lassalistas
2. Prática da Excelência do Ensino
3. Exercício da Cidadania fraterna e solidária
4. Respeito à diversidade e à vida
5. Valorização da inovação, da criatividade e do empreendedorismo
4
6. Qualificação dos agentes educativos
7. Agilidade e compartilhamento da informação
8. Integração entre ensino, pesquisa e extensão
9. Eficiência e eficácia na gestão
10. Valorização do ambiente para as relações interpessoais
Como Visão pretende tornar-se universidade e ser reconhecida pela excelência do ensino, da
pesquisa e da extensão, voltada para o desenvolvimento local e regional.
1.6 Dados Sócio-econômicos da região
O CENTRO UNIVERSITÁRIO LA SALLE tem seu limite territorial de atuação circunscrito ao
município de Canoas, Estado do Rio Grande do Sul. Canoas é sinônimo de economia forte e de povo
trabalhador, é uma cidade da região metropolitana com população aproximada de 330.000 habitantes e
com área de 131,10 Km², distante 12Km da capital. O município, fundado em 1939, possui o segundo
maior Produto Interno Bruto (PIB) gaúcho, despontando no cenário gaúcho como um dos maiores e
mais promissores. Isso é conseqüência do grande número de indústrias e de atividades ligadas ao setor
de serviços. A cidade é sede de grandes empresas nacionais e multinacionais, como a Refinaria Alberto
Pasqualini (Refap), Springer Carrier e AGCO do Brasil, além de nomes fortes nos ramos de gás, metalmecânico e elétrico.
No setor de serviços Canoas oferece as mais diferentes opções, tendo um comércio
diversificado representado por grandes magazines, centros comerciais, redes de supermercados e um
movimentado shopping center.
Na área da saúde o município conta com dois tipos de atendimentos: atenção primária e atenção
secundária. O primeiro possui 25 postos de saúde, ou seja, Unidades Básicas de Atenção à Saúde. O
segundo, voltado para a Saúde Mental, conta com os seguintes centros: Cuca Legal, Centro de Atenção
Psicossocial - CAPS, Centro de Neurologia, Centro da Saúde Mental (Infância, Adolescência e
Família). Ainda consta com 4 hospitais e inúmeras clínicas particulares. A Secretaria Municipal da
Saúde, em parceria com a Secretaria Estadual desenvolve o Programa Multiprofissional voltado para a
qualidade de vida na infância – PIM e o Programa de Saúde da Família – PSF.
Para atendimento aos idosos, o município conta com o Conselho Municipal dos direitos do
idoso, vinculado a Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania, e mais 25 lares de
assistência.
Na educação, o município possui 136 escolas de Educação Básica atendendo a 82.056 alunos e
3.611 professores. Em algumas escolas existem os Centros de Atenção Integrada ao Estudante – CAIE,
5
com o objetivo de atender a alunos que apresentem necessidades especiais, além das escolas especiais.
Em contrapartida, tem um grande contingente populacional carente de atendimento integral nessas
áreas.
1.7 Breve histórico da IES
O Centro Universitário La Salle tem a sua história ligada à trajetória das Obras Educativas
Lassalistas. Estas têm a sua origem na proposta educativa de São João Batista de La Salle, sacerdote
francês (1651 -1719) que, renunciando aos privilégios da sua condição de nobre, dedicou-se à criação
de escolas para crianças das classes menos favorecidas. São João Batista de La Salle fundou uma
congregação religiosa cujo objetivo central é a dedicação de seus membros à educação de crianças,
jovens e adultos e à formação de professores. Essa congregação foi reconhecida oficialmente pela
Igreja em 1725.
Da França, a atuação dos Irmãos Lassalistas espalhou-se pelo mundo. Atualmente as
Instituições Lassalistas estão presentes em 82 países e contam com mais de 5.000 Irmãos, 70.000
Educadores e 920 Comunidades Educativas que atendem, aproximadamente, a 850.000 crianças,
jovens e adultos.
No Brasil, os Lassalistas estão presentes desde 1907, quando fundaram a sua primeira escola
para filhos de operários, no Bairro Navegantes, em Porto Alegre. Hoje, mais de 200 Irmãos e 2500
Educadores, em 43 Comunidades Educativas, atendem a mais de 50 mil crianças, jovens e adultos em
11 Estados Brasileiros.
A Educação Lassalista em Canoas/RS teve início com o Instituto São José, hoje Colégio La
Salle, uma das primeiras escolas Lassalistas no Brasil. Em 04 de março de 1908, iniciou suas
atividades com regime de internato, dedicando-se ao ensino primário, comercial e agrícola. No período
de 1926 a 1992, sediou também os cursos de formação religiosa a Irmão Lassalista.
Junto ao Instituto São José foi criada a Escola Paroquial Externato São Luís, gratuita, para
atender às crianças cujos pais não tivessem condições de efetuar o pagamento. Essa escola
transformou-se em Ginásio, em 1939. Em 1942, foi criada a Escola Normal La Salle, a primeira escola
de iniciativa privada de formação de magistério primário no Rio Grande do Sul. Posteriormente, a
partir de 1958, para atender às demandas da Comunidade, foram criados os cursos do ensino
Secundário, Científico e Contábil.
Com a Reforma do Ensino, Lei 5.692/71, as diversas obras educacionais da Instituição foram
fundidas sob a denominação de Centro Educacional La Salle. A partir de 1º de outubro de 2001,
atendendo às disposições da Lei de Diretrizes e Bases da Educação 9394/96, o Centro Educacional La
6
Salle passou a se chamar Colégio La Salle, instituição que abrange Educação Infantil, Ensino
Fundamental, Ensino Médio e Educação Profissional.
Criado por decisão do Conselho da Mantenedora em 02 de agosto de 1972, o Centro
Educacional La Salle de Ensino Superior/CELES iniciou suas atividades em 6 de agosto de 1976 com
a implantação do curso de Estudos Sociais, seguido pelos cursos de Letras e Pedagogia, com ênfase na
preparação de professores, consonante com a orientação filosófica da Congregação.
No início dos anos 1990, por iniciativa da Sociedade Porvir Científico, Mantenedora, e da
comunidade acadêmica, decidiu-se pela sua transformação em universidade, tendo sido encaminhada
para isso uma Carta Consulta em 29 de maio de 1992. Ao mesmo tempo, foram tomadas iniciativas de
incentivo à pesquisa e à extensão, bem como à expansão da oferta de cursos de graduação e pósgraduação.
Durante a tramitação do processo, o Conselho Federal de Educação autorizou o funcionamento
de cinco novos cursos de graduação, a saber: Administração, Filosofia, Ciência da Computação,
Ciências Econômicas e Ciências. Com a alteração da legislação sobre o credenciamento para
Universidade, houve o encaminhamento de um processo para o credenciamento como Centro
Universitário. Atendendo à Portaria n.º 639 de 13/05/97, a Instituição foi credenciada através do
Decreto Presidencial de 29 de dezembro de 1998, publicado no D.O.U. em 30 de dezembro de 1998,
tendo em vista as recomendações constantes do Parecer CES/CNE n.º 865, de 02 de dezembro de
1998. O mesmo parecer aprovou também o Estatuto e o Plano de Desenvolvimento Institucional.
A passagem da Instituição à condição de Centro Universitário (Centro Universitário La Salle –
Unilasalle) facultou-lhe agregar, nos anos seguintes, novos cursos de graduação, bem como reordenar
cursos já existentes, sempre com a aprovação de seu Conselho Superior (CONSUN): Letras Habilitação em Língua Portuguesa e Língua Espanhola (1999); Ciências Sociais e Jurídicas (1999);
Ciências Contábeis (1999); Educação Física - Licenciatura (1999); Geografia (2000); História (2000);
Administração - Serviços (2000); Ciências Biológicas - Bacharelado e Licenciatura (2001); Física
(2001); Matemática (2001);
Química (2001); Fisioterapia (2001); Enfermagem (2001); Nutrição
(2001); Teologia (2001); Engenharia de Telecomunicações (2002); Psicopedagogia Clínica e
Institucional (2002); Relações Internacionais (2002); Turismo (2003); Química Bacharelado (2003);
Computação - Licenciatura (2003); Administração Pública (2003).
Em 2004, o Centro Universitário La Salle foi recredenciado segundo Portaria 1.473 de
25/05/2004, D.O.U. de 26/05/2004, através do Parecer 89/2004 – CES/CNE.
A transformação em Centro Universitário implicou, também, junto com a abertura de novos
cursos, tais como: Educação Física – Bacharelado (2004); Engenharia Ambiental (2006); Curso
Superior de Tecnologia em Design de Produto (2008); Curso Superior de Tecnologia em Gestão de
7
Recursos Humanos (2008); Curso Superior de Tecnologia em Gestão Financeira (2007); Curso
Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais (2006); Curso Superior de Tecnologia em Redes de
Computadores (2006); Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet ( 2008) o que
representou no aumento significativo do número de acadêmicos matriculados nos cursos de graduação
nos últimos 8 anos, o qual passou de 2.264, em 1999/1, para 3.873 acadêmicos em 2001/1 e 5.963 em
2006/1. Atualmente a instituição conta com mais de 6.233 alunos.
Os cursos de pós-graduação lato sensu foram iniciados em 1986, inicialmente, com os cursos de
Alfabetização, Literatura da Língua Portuguesa, Métodos e Técnicas de Ensino, Metodologia de
Ensino e Metodologia do Ensino de Estudos Sociais. Ao longo da década de 90, foram implantados 20
novos cursos (Abordagem Centrada na Pessoa, Administração Escolar, Administração e Planejamento
Escolar, Educação Ambiental, Educação Psicomotora: Psicomotricidade Relacional, Estratégias e
Gestão de Negócios Internacionais, História do Rio Grande do Sul, Leitura e Produção Textual, Língua
Inglesa, Língua Latina, Literatura Brasileira, Orientação Educacional, Psico-educação/Reeducação
Clínica, Psicopedagogia Clínica, Psicopedagogia Clínica e Institucional, Reconstruindo o Ensino da
Língua e da Literatura no 1º e 2º Graus, Séries Iniciais e Interdisciplinaridade, Supervisão Escolar, e
Supervisão Escolar e Orientação Educacional na Educação Básica) e reeditados quatro do período
anterior. Nessa década de 1990, foram formados, em nível de especialização, 1.373 acadêmicos.
A partir do ano 2000, atendendo à crescente e diversificada expansão da demanda, 10 novos
cursos foram implantados (Educação de Jovens e Adultos; Educação Estética e Arte; Ética; Formação
Integral Lassalista; Gestão e Planejamento Escolar; História Contemporânea – Perspectivas no Final do
Milênio: Pesquisa e Ensino; História Contemporânea: Pesquisa e Ensino; O Controller e a Visão
Estratégica; Psicomotricidade Relacional: Educação Psicomotora e Tecnologias Interativas de
Aprendizagem; Pedagogia Empresarial; Educação Infantil e Estudos Africanos) e diversos outros
foram reeditados.
Essa expansão mais recente, tanto em nível de graduação quanto de pós-graduação lato sensu,
deu-se em resposta à demandas reais e com o respaldo de convênios de parceria com prefeituras da
região e o governo estadual. Desses convênios destacamos: Convênio com a Prefeitura Municipal de
Canoas, em 2002/2, 2003, 2004, 2005 e 2006; Convênio com a Prefeitura Municipal de Gravataí, em
2003; Convênio com a Prefeitura Municipal de Sapucaia em 2003; Convênio com a Prefeitura
Municipal de Esteio em 2003 e 2006; Convênio com a Prefeitura Municipal de Viamão, em 2004 e
Convênio com o Governo do Estado do Rio Grande do Sul em 1998.
Como meta para atendimento aos objetivos estratégicos do Unilasalle foram criados os
programas de Pós-Graduação stricto sensu. Nesse sentido, a Instituição identificou áreas prioritárias de
8
pesquisa como suporte para o desenvolvimento de projetos de criação de programas de mestrado,
submetendo-os à avaliação da CAPES-MEC.
Os Cursos de Mestrado propostos à CAPES/MEC foram construídos a partir das áreas
prioritárias de pesquisa fomentadas e desenvolvidas pela Instituição. Em 2006 foi recomendado pela
CAPES o Curso de Mestrado Acadêmico em Educação, o qual iniciou seu funcionamento em março
de 2007. Outros dois projetos de Curso de Mestrado foram aprovados pela CAPES: Mestrado
Acadêmico em Avaliação de Impactos Ambientais em Mineração e Mestrado Profissional em Memória
Social e Bens Culturais.
Na sua trajetória de 30 anos de Ensino Superior, o Unilasalle agrega 20 anos de experiência
diversificada no ensino em nível de pós-graduação lato sensu, sempre em resposta às necessidades e
demandas da comunidade local e regional, com destaque para a formação dos professores. Nesses 20
anos, formaram-se no Unilasalle, em cursos de pós-graduação lato sensu, 3.069 profissionais, dos quais
dois terços em cursos vinculados à área da educação.
2 IDENTIFICAÇÃO E LOCAL DE FUNCIONAMENTO DO CURSO
LOCAL DE
FUNCIONAMENTO
CURSO
MODALIDADE
NUTRIÇÃO
BACHARELADO - PRESENCIAL
CENTRO UNIVERSITÁRIO LA
SALLE - UNILASALLE
ÁREA DO
CONHECIMENTO
CONFORME CNPQ
ATO LEGAL DE
FUNCIONAMENTO
TÍTULO
CONFERIDO
PORT. 403/06 DE 25/7/06
D.O.U. 26/7/06
BACHAREL EM NUTRIÇÃO
NUTRIÇÃO
3 REGIME ACADÊMICO E PRAZO DE INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR
Regime Escolar
Regime de Matrícula
Período mínimo de Integralização
Período máximo de Integralização
Turno(s) de Funcionamento
Número de vagas anuais previstas no ato de criação
Número de vagas atuais no primeiro semestre
Número de vagas atuais no segundo semestre
Dimensão das turmas teóricas
Dimensão das turmas práticas
Forma de ingresso
Data de implantação do curso
Semestral
Créditos
4 anos
6 anos
Tarde e Noite
100
50
50
40
20
Processo Seletivo
Março/2002
9
4 DIMENSÃO: ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
4.1 Contexto Educacional
4.1.1 Relevância Social do Curso
A alimentação e a nutrição constituem requisitos básicos para a promoção e a proteção da
saúde, possibilitando a afirmação plena do potencial de crescimento e desenvolvimento humano, com
qualidade de vida e cidadania. No plano individual e em escala coletiva, esses atributos estão
consignados na Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada há 50 anos, os quais foram
posteriormente reafirmados no Pacto Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais
(1966) e incorporados à legislação nacional em 1992.
Ao Estado, à sociedade e ao profissional da nutrição cabe respeitar, proteger e facilitar a ação
de indivíduos e comunidades em busca da capacidade de alimentar-se de forma digna, colaborando
para que todos possam ter vida saudável, ativa, participativa e de qualidade. A ação do Nutricionista
deve estar associada a medidas que visem garantir o direito humano à alimentação e nutrição
adequadas.
Os riscos nutricionais, de diferentes categorias e magnitudes, permeiam todo o ciclo da vida
humana, desde a concepção até a senectude, assumindo diversas configurações epidemiológicas em
função do processo saúde/doença de cada população. Nas três últimas décadas, a constatação dessas
evidências converteu-se em amplo consenso, e a segurança alimentar e nutricional passou a ser
considerada requisito básico para a afirmação plena do potencial de desenvolvimento físico, mental e
social de todo ser humano.
4.1.2 Possibilidade de inserção profissional do egresso
A importância do nutricionista dentro da abrangência social pode estar associada em doenças
crônicas não transmissíveis e transmissíveis e nos diferentes ciclos vitais, atuando em equipes
multidisciplinares, públicas ou particulares, destinadas a planejar, coordenar, supervisionar,
implementar, executar e avaliar políticas, programas, cursos nos diversos níveis, pesquisas ou eventos
de qualquer natureza, direta ou indiretamente relacionados com alimentação e nutrição.
O nutricionista participará no desenvolvimento e no aperfeiçoamento do Sistema de Vigilância
Alimentar e Nutricional (Sisvan), atuando no monitoramento da situação alimentar e nutricional. A
atuação do Sisvan compreenderá a descrição contínua e a predição de tendências das condições de
alimentação e nutrição da população, bem como de seus fatores determinantes.
10
A promoção de práticas alimentares saudáveis, que se inicia com o incentivo ao aleitamento
materno, está inserida no contexto da adoção de estilos de vida saudáveis, componente importante da
promoção da saúde. O direito humano à alimentação é condição indispensável à vida e à construção da
cidadania.
Merecerá, igualmente, enfoque prioritário o resgate de hábitos e práticas alimentares regionais
inerentes ao consumo de alimentos locais de baixo custo e elevado valor nutritivo, bem como de
padrões alimentares mais variados, desde os primeiros anos de vida até a idade adulta e a velhice.
Deverá, além disso, ser concedida ênfase particular à orientação quanto à prevenção de doenças
crônicas não-transmissíveis, tais como as cardiovasculares e a diabetes melito, e à adoção de hábitos
alimentares apropriados por seus portadores, como forma de se evitar o agravamento destas patologias.
A educação alimentar e nutricional contém elementos complexos e até conflituosos. Dessa
forma, deverão ser buscados consensos sobre conteúdos, métodos e técnicas do processo educativo,
considerando os diferentes espaços geográficos, econômicos e culturais. A promoção de práticas
alimentares contemplará, também, iniciativas específicas dirigidas ao aleitamento materno, tendo
prioridade, neste contexto, as mulheres em idade fértil.
Importante, também, o acompanhamento e o monitoramento de práticas de marketing sob os
critérios e interesses de uma vida efetivamente saudável. Nesse particular, serão objeto de atenção as
questões relacionadas ao sobrepeso e suas implicações. O nutricionista deverá participar e assessorar
sobre o conteúdo técnico de materiais informativos destinados à população sadia e enferma.
As medidas estarão voltadas à promoção da saúde e ao controle dos desvios alimentares e
nutricionais, por constituírem as condutas mais eficazes para prevenir sua instalação e evolução.
Entretanto, na presença de sobrepeso, obesidade, diabetes melito, doenças cardiovasculares,
nefropatias, neoplasias, entre outras doenças, o nutricionista irá atuar no processo de recuperação por
meio da assistência dietoterápica hospitalar, ambulatorial e em nível de consultórios de nutrição e
dietética, prescrevendo, planejando, analisando, supervisionando e avaliando dietas para enfermos,
cabendo ao nutricionista a prescrição de suplementos nutricionais, necessários a complementação da
dieta, bem como a solicitação de exames laboratoriais necessários ao acompanhamento dietoterápico.
Outras atuações inerentes ao profissional da nutrição incluem a direção, coordenação e
supervisão de cursos de graduação em nutrição; planejamento, organização, direção, supervisão e
avaliação de serviços de alimentação e nutrição; planejamento, coordenação, supervisão e avaliação de
estudos de dietéticos; ensino das matérias profissionais dos cursos de graduação em nutrição; ensino
das disciplinas de nutrição e alimentação nos cursos de graduação da área de saúde e outras afins;
auditoria, consultoria e assessoria em nutrição e dietética; assistência e educação nutricional a
11
coletividades ou indivíduos, sadios ou enfermos, em instituições públicas e privadas e em consultório
de nutrição e dietética.
O nutricionista também pode atuar em parceria com outros profissionais na elaboração de
informes técnico científico; no gerenciamento de projetos de desenvolvimento de produtos
alimentícios; na assistência e treinamento especializado em alimentação e nutrição; no controle de
qualidade de gêneros e produtos alimentícios; na atuação em marketing na área de alimentação e
nutrição; nos estudos e trabalhos experimentais em alimentação e nutrição; na participação em
inspeções sanitárias relativas a alimentos; nas análises relativas ao processamento de produtos
alimentícios industrializados e na participação em projetos de equipamentos e utensílios na área de
alimentação e nutrição.
4.1.3 Impacto do curso para o desenvolvimento sócio-econômico, redução das desigualdades regionais
e promoção da inclusão social.
A partir da década de 60, modificações nos padrões de morbimortalidade da população vêm
sendo objetivamente estudadas e analisadas sob o enfoque dos processos de transição Demográfica,
Transição Epidemiológica e Transição Nutricional.
Na busca do entendimento sobre a transição demográfica, verifica-se que as modificações no
nível do desenvolvimento de cada sociedade correspondem a alterações nos padrões de
morbimortalidade das populações. Em países em desenvolvimento, estes padrões se apresentam com
redução das doenças infecciosas e crescente aumento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis
(DCNT), as quais ganham destaque nas causas de óbitos. O aumento da vida média e o envelhecimento
populacional aumentam a probabilidade de acometimento de DCNT.
Estes aspectos da transição epidemiológica nutricional se confirmam frente ao quadro
epidemiológico dos distúrbios nutricionais e das doenças relacionadas à alimentação e nutrição no
Brasil. Nas últimas décadas podemos observar um decréscimo importante da prevalência de
desnutrição/baixo peso em todas as faixas etárias e regiões, especialmente em crianças de 0 – 5 anos
seguido de um também importante incremento nas taxas de sobrepeso e obesidade em todas as regiões,
faixas etárias e com especial destaque em mulheres de estratos sócios econômicos mais baixos. A
Transição Epidemiológica é o resultado das mudanças nas tendências dos padrões de morbimortalidade
e fecundidade, que determinam mudanças na estrutura populacional. A evolução gradual dos
problemas de saúde que deixam de ser caracterizados por alta morbidade e mortalidade por doenças
infecciosas, em detrimento da elevação e maior predomínio de doenças crônicas não transmissíveis
processam alterações na maneira de adoecer e morrer das populações.
12
A Transição Nutricional, na lógica da transição Demográfica e Epidemiológica, é também um
processo de modificações seqüenciais associadas ao padrão de alimentação e nutrição. Neste sentido,
as mudanças econômicas, sociais e demográficas, modificam o perfil alimentar e nutricional no
contexto do processo saúde-doença das populações.
De acordo com o Relatório 916 da OMS sobre Alimentação Saudável, Atividade Física e Saúde
há provas científicas de que as pessoas podem manter-se saudáveis depois dos 70, 80 e 90 anos se
tiverem uma alimentação saudável e mantiverem uma prática regular de atividade física e não
fumarem. Nas populações em geral, vêm aumentando os fatores de risco (que coexistem e interagem) e
o nível de exposição a eles; por conseguinte, as estratégias de prevenção devem se propor a reduzir os
riscos. Neste contexto a alimentação saudável pode trazer amplos benefícios uma das estratégias para
melhorar a qualidade de vida e conter a crescente ameaça mundial das DCNT.
O nutricionista apresenta todas as ferramentas profissionais capazes de intervir no processo de
saúde/doenças que se apresenta à sociedade brasileira. O conhecimento das diferentes áreas que
permeai o ato de alimentação concebe um diferencial, para alterar o desenvolvimento de grande parte
das doenças conhecidas pelos seres humanos. Evitando assim, dor e sofrimento a inúmeras famílias e
economizando, nos cofres públicos, recursos para o tratamento de doenças que poderiam ter sido
prevenidas com uma alimentação adequada em quantidade e qualidade.
4.2 Concepção do Curso
A profissão de Nutricionista tem seu embrião no ensino de economia doméstica pelas irmãs da
Ordem das Ursulinas, no Canadá, por volta do ano de 1670. O primeiro curso universitário para
Dietistas foi criado em 1902, em Toronto/Canadá, onde também ocorreu a nomeação da primeira
dietista profissional, em 1907, no Hospital da Criança Doente.
Outra linha histórica aponta a enfermeira Florence Nightingale como fundadora da profissão de
Dietista, durante a Guerra da Criméia (1854) em Scutari, quando instalou cozinhas funcionais para
atendimento dos feridos.
Entretanto, qualquer que seja a vertente histórica aceita, não há dúvidas de que o início da
profissão de Nutricionista está calcado na assistência alimentar a enfermos e coletividades.
Na América Latina, Pedro Escudero criou, em 1926, o Instituto Municipal de Nutrição, em
Buenos Aires, Argentina. A partir dessa data, a formação profissional evoluiu para a Escola Municipal
de Dietista, em 1933 e para o primeiro curso de nível universitário, em 1939.
No Brasil, em fins da década de 30 houve a consolidação do modelo capitalista industrial
período marcado pelo populismo que necessitava de um embasamento social para viver. Dentro desta
13
proposta governamental houve a concepção de uma série de profissões e entre elas a de nutricionista
que nascia, em 1939, fadada a aliviar as tensões sociais, com caráter extremamente assistencialista.
O primeiro curso de Nutricionistas no Brasil foi criado na Faculdade de Saúde Pública da
Universidade de São Paulo em 1939, no antigo Instituto de Higiene. Em 1945 o Instituto passa a ser a
Faculdade de Higiene e Saúde Pública e obtém no ano seguinte a aprovação do regulamento do Curso.
Em 1964, o MEC fixa o currículo mínimo do Curso em 3 anos e a FSP/USP suspende o curso, para
reabri-lo em 1967. O MEC, em 1972, estabelece 4 anos para os Cursos de Graduação de Nutricionista
e em 1974 fixa o novo Currículo Mínimo, ainda em vigor. (Bosi, Maria Lúcia M. A Face Oculta da
Nutrição: Ciência e Ideologia. Ed. UFRJ, 1988).
Até a década de 70 os cursos de nutrição cresceram de forma relativamente lenta e regular
principalmente nas regiões Sudeste e Nordeste. Em 1974 já se anunciava o início da crise, que, no seio
do capitalismo, veio ampliar os problemas acumulados até então. As políticas sociais, além de
servirem de suporte a queda dos níveis urbanos de vida, se constituíram em importantes canais de
legitimidade ideológica do governo. No campo da política educacional surgiu a Reforma Universitária
e pode-se observar um amplo alargamento da rede privada do terceiro grau, especialmente nos últimos
anos da década, resolvendo as pressões por mais vagas nas universidades.
A partir da década de 70 ocorreu, então, grande explosão na oferta de cursos de Nutrição no
Brasil, que tinha até então apenas 6 cursos até 1975. Em 1981, esse número havia aumentado para 30,
sendo 21 em Instituições de Ensino Públicas e 9 em Escolas Privadas. Em 1988 o número de cursos
havia aumentado para 41, com a inversão de oferta pelas Escolas Particulares, oferecendo 19 desses
cursos. (Projeto Pedagógico Centro Universitário São Camilo, 2001).
A profissão de nutricionista ao longo de sua história no Brasil tem sofrido várias mutações. Das
origens, década de quarenta, até a presente data, a profissão não se prendeu apenas no setor saúde determinantes comuns em outros países. A evolução da prática profissional em Nutrição no Brasil se
realizou sob condições específicas e relacionadas tanto ao processo social como no setor saúde,
visando à formação científica, humanística e tecnológica de profissionais capacitados a exercer
atividades em todas as áreas em que a nutrição constitui fator de promoção, manutenção e recuperação
da saúde dos indivíduos e coletividade.
Essa evolução ampliou a formação do profissional de modo a atender às expectativas sociais no
campo da vigilância nutricional e alimentar, assistência nutricional ao indivíduo e aos grupos
populacionais; marketing em alimentação e nutrição, entre outros, sem perder de vista a sua identidade
profissional de origem.
14
A iniciativa do Centro Universitário La Salle com a criação do Curso de Nutrição no município
visa preparação de recursos humanos habilitados para desenvolverem suas atividades nas áreas
competentes.
Em busca de uma melhor qualidade de vida para o homem, o Curso de Nutrição através de uma
visão integradora das necessidades humana, priorizará a formação e difusão de conhecimentos de
caráter generalista, proporcionando ao indivíduo subsídios para o exercício da saúde através da
nutrição.
A valorização da Nutrição tanto no seu âmbito social como econômico, ao lado do crescente
interesse da população para o aspecto físico e para a melhoria da qualidade de vida, tem levado a
relevância do profissional na sociedade e aumentado da oportunidade de emprego nos setores de
Serviços.
O campo ocupacional também tem valorizado nutricionista com visão holística, com
conhecimento das inovações tecnológicas na área de Nutrição e com aptidão para resolver problemas,
trabalhar em equipes e também tomar decisões de forma autônoma.
Atendendo ao novo perfil profissional estabelecido pelo mercado, o atual projeto contempla as
competências e habilidades desejadas, além de permitir a otimização de tempo, garantindo a oferta de
conteúdos mais atualizados e inclusão de novas áreas do saber.
Para tanto, o curso enfocará uma formação generalista, através de uma organização curricular
cujo eixo norteador erguer-se-á na relação teoria-prática. Essa estrutura curricular é definida segundo
os princípios da:
• Formação técnica mesclando o caráter humanístico prerrogativas das atividades inerentes ao
nutricionista;
• Formação voltada também às Ciências Humanas como identidade do nutricionista Lassalista,
atendendo a valorização dos aspectos sociais e econômicos da Ciência da Nutrição;
• Inserção de atividades interdisciplinares, permitindo a visão holística da Ciência da Nutrição e
a busca de soluções efetivas para problemas relativos à realidade social;
• Organização de conteúdos através da composição de diferentes formas didáticas, enfocando
aulas práticas e atividades de extensão, principalmente no que se refere à melhoria da qualidade de
vida.
O atual projeto pedagógico do curso de Nutrição do Centro Universitário La Salle foi concebido
considerando a formação do nutricionista para a utilização proficiente, crítica e reflexiva em todas as
áreas do conhecimento, onde a Relação Homem-Alimento se apresenta como fundamental.
15
4.2.1 Objetivos do curso
4.2.1.1 Geral
Formar profissionais nutricionistas bacharéis com uma visão integral da pessoa humana,
responsáveis e capacitados na área da Ciência da Nutrição, para atuarem com percepção crítica da
realidade social e desenvolverem atividades técnicas fundamentadas em princípios científicos e éticos,
promovendo, preservando e recuperando a saúde individual e coletiva, contribuindo com a melhoria da
qualidade de vida da população local e regional.
4.2.1.2 Específicos
O referencial para a formação do nutricionista considerando o perfil profissional abrangerá
conteúdos e atividades específicas. Com esta visão serão desenvolvidos objetivos para:
•formar profissionais criativos, críticos e com fundamentação técnico-científica e humanista,
por meio de vivências teórico-práticos que lhes permitam desenvolver habilidades relacionadas ao
aprender autônomo, preparando-os para analisar, questionar, repensar, investigar e intervir na
realidade;
•compreender o processo de desenvolvimento humano em suas múltiplas dimensões;
•capacitar o profissional a lidar com diversas situações em que a Nutrição garanta a promoção,
manutenção e/ou recuperação da saúde;
•desenvolver projetos interdisciplinares, com vista a atender a proposta curricular;
•desenvolver habilidades relacionadas à aplicabilidade de diversas tecnologias no âmbito da
Ciência da Nutrição;
•contribuir para a manutenção da saúde desenvolvendo habilidades relacionadas ao
planejamento, diagnóstico e intervenções na área de alimentação e nutrição considerando a influência
sócio-cultural e econômica, ecológica que determina a disponibilidade, consumo e utilização biológica
dos alimentos pelo indivíduo e pela população;
•formar profissionais com perfil de agente educador que promovam a saúde da comunidade;
•estimular atividades em equipes interdisciplinares, através de experiências que promovam o
desenvolvimento de relações interpessoais;
•desenvolver uma ética de atuação profissional e a conseqüente responsabilidade social;
16
•capacitar o profissional para o planejamento, administração e avaliação de projetos de
alimentação, vigilância sanitária e alimentar, com percepção crítica da realidade e comprometimento
com as transformações da sociedade;
•incentivar o aprendizado contínuo através da pesquisa científica e investigação aplicada
visando o desenvolvimento de novos conhecimentos na ciência da nutrição;
•estimular a construção do conhecimento na área de alimentos, alimentação e nutrição
promovendo, preservando e recuperando a saúde de indivíduos e grupos populacionais, visando
contribuir para a melhoria e ou manutenção da qualidade de vida;
•suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento profissional e cultural, integrando os
conhecimentos adquiridos numa estrutura intelectual sistêmica do saber de cada geração;
•estimular, no decorrer do curso, a compreensão de línguas estrangeiras preferencialmente o
inglês.
4.2.2 Perfil do Egresso
Nutricionista, com formação generalista, humanista e crítica. Capacitado a atuar, visando à
segurança alimentar e a atenção dietética, em todas as áreas do conhecimento em que alimentação e
nutrição se apresentem fundamentais para a promoção, manutenção e recuperação da saúde e para a
prevenção de doenças de indivíduos ou grupos populacionais, contribuindo para a melhoria da
qualidade de vida, pautado em princípios éticos, com reflexão sobre a realidade econômica, política,
social e cultural.
Competências e Habilidades
Competências Gerais
•
Atenção à saúde: os profissionais de saúde, dentro de seu âmbito profissional, devem estar aptos a
desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, tanto em nível
individual quanto coletivo. Cada profissional deve assegurar que sua prática seja realizada de
forma integrada e continua com as demais instâncias do sistema de saúde. Os profissionais devem
realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos princípios da ética/bioética,
tendo em conta que a responsabilidade da atenção à saúde não se encerra com o ato técnico, mas
sim, com a resolução do problema de saúde, tanto a nível individual como coletivo;
17
•
Tomada de decisões: o trabalho dos profissionais de saúde deve estar fundamentado na capacidade
de tomar decisões visando o uso apropriado, eficácia e custo-efetividade, da força de trabalho, de
medicamentos, de equipamentos, de procedimentos e de práticas. Para este fim, os mesmos devem
possuir habilidades para avaliar, sistematizar e decidir a conduta mais apropriada;
•
Comunicação: os profissionais de saúde devem ser acessíveis e devem manter a confidencialidade
das informações a eles confiadas, na interação com outros profissionais de saúde e o público em
geral. A comunicação envolve comunicação verbal, não verbal e habilidades de escrita e leitura; o
domínio de, pelo menos, uma língua estrangeira e de tecnologias de comunicação e informação;
•
Liderança: no trabalho em equipe multiprofissional, os profissionais de saúde deverão estar aptos a
assumirem posições de liderança, sempre tendo em vista o bem estar da comunidade. A liderança
envolve compromisso, responsabilidade, empatia, habilidade para tomada de decisões,
comunicação e gerenciamento de forma efetiva e eficaz;
•
Administração e gerenciamento: os profissionais devem estar aptos a fazer o gerenciamento e
administração tanto da força de trabalho, dos recursos físicos e materiais e de informação, da
mesma forma que devem estar aptos a serem gestores, empregadores ou lideranças na equipe de
saúde;
•
Educação permanente: os profissionais devem ser capazes de aprender continuamente, tanto na sua
formação, quanto na sua prática. Desta forma, os profissionais de saúde devem aprender a aprender
e ter responsabilidade e compromisso com a educação e o treinamento/estágios das futuras
gerações de profissionais, não apenas transmitindo conhecimentos, mas proporcionando condições
para que haja beneficio mútuo entre os futuros profissionais e os profissionais dos serviços.
Competências e Habilidades Específicas
•
Aplicar conhecimentos sobre a composição, propriedades e transformações dos alimentos e seu
aproveitamento pelo organismo humano, na atenção dietética.
•
Contribuir para promover, manter e ou recuperar o estado nutricional de indivíduos e grupos
populacionais.
•
Desenvolver e aplicar métodos e técnicas de ensino em sua área de atuação.
•
Atuar em políticas e programas de educação, segurança e vigilância nutricional, alimentar e
sanitária visando à promoção da saúde em âmbito local, regional e nacional.
•
Atuar na formulação e execução de programas de educação nutricional; de vigilância nutricional,
alimentar e sanitária.
18
•
Atuar em equipes multiprofissionais de saúde e de terapia nutricional.
•
Avaliar, diagnosticar e acompanhar o estado nutricional; planejar, prescrever, analisar,
supervisionar e avaliar dietas e suplementos dietéticos para indivíduos sadios e enfermos.
•
Planejar, gerenciar e avaliar unidades de alimentação e nutrição, visando a manutenção e ou
melhoria das condições de saúde de coletividades sadias e enfermas.
•
Realizar diagnósticos e intervenções na área de alimentação e nutrição considerando a influência
sócio-cultural e econômica que determina a disponibilidade, consumo e utilização biológica dos
alimentos pelo indivíduo e pela população.
•
Atuar em equipes multiprofissionais destinadas a planejar, coordenar, supervisionar, implementar,
executar e avaliar atividades na área de alimentação e nutrição e de saúde.
•
Reconhecer a saúde como direito e atuar de forma a garantir a integralidade da assistência,
entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos,
individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema.
•
Desenvolver atividades de auditoria, assessoria, consultoria na área de alimentação e nutrição.
•
Atuar em marketing em alimentação e nutrição.
•
Exercer controle de qualidade dos alimentos em sua área de competência.
•
Desenvolver e avaliar novas fórmulas ou produtos alimentares visando sua utilização na
alimentação humana.
•
Integrar grupos de pesquisa na área de alimentação e nutrição.
•
Investigar e aplicar conhecimentos com visão holística do ser humano integrando equipes
multiprofissionais.
19
4.2.3 Matriz Curricular
Matriz Curricular reestruturada conforme Resolução do CONSELHO UNIVERSITÁRIO –
CONSUN Resolução N.º 404/2008, de 17 de Outubro de 2008.
20
4.2.4 Ementas e Bibliografias
I SEMESTRE
DISCIPLINA - FUNDAMENTOS DE ANATOMIA HUMANA
EMENTA
Abordagem teórico-prática, constituição, forma, funções e localização dos órgãos do corpo humano,
com ênfase nos aspectos gerais de cada sistema. Compreensão do ser humano do ponto de vista
morfofuncional. Atividades práticas laboratoriais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DÂNGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlo Américo. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 3.
ed. São Paulo: Atheneu, 2007.
GILROY, B. R., MACPHERSON, B. R., ROSS, L. M. Atlas de Anatomia. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2008.
TORTORA, G. J. Corpo Humano: as bases da anatomia e da fisiologia. 4. ed. Porto Alegre: Artmed,
2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
NETTER, Frank. H. Atlas de Anatomia Humana. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
ROHEN, Johannes W.; YOKOCHI, Chihiro; LÜTJEN-DRECOLL, Elke. Anatomia humana: atlas
fotográfico de anatomia sistêmica e regional. 6. ed. Barueri, SP: Manole, 2007.
SOBOTTA, Johannes. Atlas de anatomia humana. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
DISCIPLINA - BIOLOGIA CELULAR E MOLECULAR
EMENTA
Histórico da citologia; tipos celulares. Estrutura e fisiologia celular. Dinâmica das divisões celulares,
organização e estrutura de ácidos nucléicos. Tópicos sobre biologia molecular. Atividades práticas e
técnicas laboratoriais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALBERTS, Bruce et al. Fundamentos da Biologia Celular. 2. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2006.
DE ROBERTIS, E. M. F.; HIB, J. De Robertis: bases da biologia celular e molecular. 4 ed., ver.
atual. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa; CARNEIRO, José. Biologia celular e molecular. 8. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALBERTS, Bruce; BRAY, D.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K.; WATSON, J. D. Biologia
molecular da célula. 3. ed. Porto Alegre: Artemed, 2004.
LEWIN, Benjamin. Genes VII. Porto Alegre: Artmed, 2001.
PIERCE, Benjamin A. Genética: Um Enfoque Conceitual. 1. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
21
DISCIPLINA – LEITURA, PRODUÇÃO E REVISÃO DE TEXTOS
EMENTA
Desenvolvimento de habilidades comunicativo-expressivas, considerados os diferentes níveis de
linguagem, com ênfase no uso culto, contemplando aspectos fono-ortográficos, morfossintáticos,
semântico-pragmáticos, por meio da leitura, produção e revisão textual.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender os sentidos do texto. 2. ed. São
Paulo: Contexto, 2006.
MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar. Português instrumental: de acordo
com as atuais normas da ABNT. 28. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
VIANA, Antônio Carlos Mangueira (Coord.). Roteiro de redação: lendo e argumentando. São Paulo:
Scipione, 1992.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BECHARA, Evanildo. Moderna gramática portuguesa. 38. ed., rev. e ampl. Rio de Janeiro:
Lucerna, 2005.
GARCIA, Othon Moacyr. Comunicação em prosa moderna: aprenda a escrever, aprendendo a
pensar. 26. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2006.
LUFT, Celso Pedro. Moderna gramática brasileira. 2. ed., rev. e atual. Rio de Janeiro: Globo, 2002.
DISCIPLINA – BIOÉTICA
EMENTA
Conceituação de moral, ética e bioética. Condições da responsabilidade. Caracterização da Bioética.
Aspectos bioéticos envolvidos nas questões relativas a privacidade e confidencialidade, respeito à
pessoa e tomada de decisão e pesquisa.
IBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMARGO, Marculino. Fundamentos de ética geral e profissional. 5. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.
CLOTET, Joaquim. Bioética: uma aproximação. 2. ed. Porto Alegre: Ed. da PUCRS, 2006.
CORTINA ORTS, Adela; MARTÍNES NAVA, Emilio. Ética. São Paulo: Loyola, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BELLINO, Francesco. Fundamentos da bioética: aspectos antropológicos, ontológicos e morais.
Bauru, SP: Ed. da USC, 1997.
SÁNCHEZ VÁZQUEZ, Adolfo. Ética. 30 ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008.
SUNG, Jung Mo; SILVA, Josué Cândido da. Conversando sobre ética e sociedade. 14. ed.
Petrópolis, RJ: Vozes, 2007.
DISCIPLINA: NUTRIÇÃO BÁSICA
EMENTA
História da nutrição e alimentação. Aspectos básicos da nutrição humana. Metabolismo, nomenclatura
e classificação dos nutrientes: lipídios, proteínas, carboidratos, minerais e vitaminas. Relação com o
organismo, digestão, absorção e biodisponibilidade. Sinais e sintomas clínicos decorrentes de
deficiências ou excessos.
22
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ESCOTT-STUMP, Sylvia. Nutrição relacionada ao diagnóstico e tratamento. 5. ed. São Paulo:
Manole, 2007.
MAHAN, L. Kathleen; ESCOTT-STUMP, Sylvia (Edit.) Krause: alimentos, nutrição & dietoterapia.
11. ed. São Paulo: Roca, 2005.
SHILS, Maurice E; OLSON, James A; SHIKE, Moshe (Edit.). Tratado de nutrição moderna na
saúde e na doença. 9. ed. São Paulo: Manole, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DUTRA DE OLIVEIRA, J. E; MARCHINI, J. Sérgio. Ciências nutricionais. São Paulo: Sarvier,
2000.
MARTINS, Cristina; ABREU, Simone Saeki. Os nutrientes. Curitiba: Nutroclínica, 2001.
SIZER, Frances Sienkiewicz; WHITNEY, Eleanor Noss. Nutrição: conceitos e controvérsias. São
Paulo: Manole, 2003.
DISCIPLINA: HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA
EMENTA
Organização micro-anatômica e a origem embriológica dos diversos tecidos e sistemas do corpo
humano e suas interações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GARTNER, Leslie P; HIATT, James L.. Tratado de histologia em cores. 2. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003.
JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa; CARNEIRO, José. Histologia básica. 11. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2008.
MOORE, Keith; PERSAUD, T. V. N.. Embriologia básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DI FIORE, Mariano S. H.. Atlas de histologia. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
JECKEL, E. Histologia: os tecidos. Porto Alegre: Ed. PUCRS, 1998. v. 1.
MOORE, Keith L.; PERSAUD, T. V. N. Embriologia clínica. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
II SEMESTRE
DISCIPLINA: BROMATOLOGIA
EMENTA
Avaliação crítica do valor nutritivo dos alimentos, conhecimento de técnicas laboratoriais dos
principais constituintes dietéticos, características químicas e bioquímicas, principais alterações da
composição e/ou valor nutricional dos alimentos. Os tópicos abordados incluem a estrutura e
composição dos alimentos. Princípios básicos de técnicas analíticas para a quantificação de nutrientes,
e os mecanismos de composição durante o armazenamento, processamento e preparo. Relação entre
disciplinas do curso de Nutrição sobre composição e o valor nutricional dos alimentos, sua ação sobre
o organismo, e a seleção adequada dos alimentos para uma comunidade sadia ou na terapia da
alimentação.
23
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOBBIO, Paulo A.; BOBBIO, Florinda Orsati. Química do processamento de alimentos. 3. ed., rev.
e ampl. São Paulo: Varela, 2001.
CARVALHO, Heloisa Helena; JONG, Erna Vogt de (Coord.). Alimentos: métodos físicos e químicos
de análise. Porto Alegre: Ed. da UFRGS, 2002.
SOUZA, Therezinha Coelho de. Alimentos: propriedades físico-químicas. 2. ed. Rio de Janeiro:
Cultura Médica, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BELITZ, H. D. Química de los alimentos. 2. ed. Zaragoza: Acribia, 1997.
CHEFTEL, Jean-Claude; CHEFTEL, Henri; BESANÇON, Pierre. Introduccion a la bioquimica y
tecnologia de los alimentos. Zaragoza: Acribia, 2000.
MATISSEK, Reinhard. Análisis de los alimentos: fundamentos - métodos - aplicaciones. Zaragoza,
ES: Acribia, 1998.
DISCIPLINA: NUTRIÇÃO E DIETÉTICA I
EMENTA
Conceitos para elaboração de cardápios para diferentes faixas etárias e estado fisiológico. Bases para
entendimento e elaboração de dietas especiais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FRANCO, Guilherme. Tabela de composição química dos alimentos. 9. ed. São Paulo: Atheneu, 2003.
PINHEIRO, Ana Beatriz Vieira et al. Tabela para avaliação de consumo alimentar em medidas
caseiras. 5. ed. São Paulo: Atheneu, 2004.
SIZER, Frances Sienkiewicz; WHITNEY, Eleanor Noss. Nutrição: conceitos e controvérsias. São
Paulo: Manole, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CUPPARI, Lilian (Coord.). Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto. 2. ed. Barueri, SP: Manole, 2005.
PAPALIA, Diane E.; OLDS, Sally Wendkos; FELDMAN, Ruth Duskin. Desenvolvimento humano.
8. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2006.
SHILS, Maurice E.; (Ed.). Tratado de nutrição moderna na saúde e na doença. 9. ed. São Paulo:
Manole, 2003.
DISCIPLINA: FISIOLOGIA E BIOFÍSICA
EMENTA
Fisiologia Teórico-Prática dos Mecanismos da Fisiologia Celular e dos Sistemas: Nervoso, Muscular,
Cardiovascular, Respiratório Endócrino, Digestório, Reprodutor e Urinário.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BERNE, Robert M. et al. Fisiologia. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
COSTANZO, Linda S. Fisiologia. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
GUYTON, Arthur C.; HALL, John E. Tratado de fisiologia médica. 11. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
24
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AIRES, Margarida de Mello. Fisiologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
GANONG, Willian Francis. Fisiologia médica. 22. ed. Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 2006.
TORTORA, Gerard J.; GRABOWSKI, Sandra Reynolds. Corpo humano: fundamentos de anatomia e
fisiologia. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
DISCIPLINA: IMUNOLOGIA E PARASITOLOGIA
EMENTA
Aspectos gerais sobre vírus, bactérias e esporos. Resposta imunológica especifica e inespecífica.
Antígenos. Imunoglobulinas. Produção de anticorpos e órgãos linfóides. Reações sorológicas e
antígeno-anticorpo. Imunoterapia. Imunoproteção. Doenças autoimunes. Aspectos biológicos dos
parasitoses. Considerações gerais sobre parasitologia, protozoários e helmintos. Atrópodes. Métodos
comuns de diagnóstico laboratorial das parasitoses. Avaliações das melhorias de condições de
educação, higiene e alimentação das comunidades de atuação profissional
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LEVENTHAL, Ruth; CHEADLE, Russell F. Parasitologia médica: textos e atlas. 4. ed. São Paulo:
Premier, 2000.
ROITT, Ivan M..; DELVES, Peter J. Roitt: fundamentos de imunologia. 10. ed. Rio de Janeiro:
Panamericana: Guanabara Koogan, 2004.
SILVA, Wilmar Dias; MOTA, Ivan. Bier: imunologia básica e aplicada. 5. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LEVINSON, Warren; JAWETZ, Ernest. Microbiologia médica e imunologia. 7. ed., rev. São Paulo:
Artmed, 2006.
NEVES, David Pereira. Parasitologia humana. 10. ed. São Paulo: Atheneu, 2002.
TRAVER, Paul et al. Imunologia: o sistema imune na saúde e na doença. 5. ed. Porto Alegre: Artes
Médicas, 2002.
DISCIPLINA: MICROBIOLOGIA DOS ALIMENTOS
EMENTA
Célula bacteriana. Nutrição de microrganismos. Morfofisiologia dos microrganismos, organização e
funções dos sistemas imunológicos humano. Relação com a biologia molecular, anatomia e histologia.
Características etiológicas, culturais e virulência dos microrganismos. Microrganismos deteriorantes de
alimentos. Mecanismos de ação das drogas antimicrobianas. Microbiota.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
JAWETZ, Ernest; MELNICK, Joseph Lewis; ADELBERG, Edward A. Microbiologia médica. 21. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
LEVINSON, Warren; JAWETZ, Ernest. Microbiologia médica e imunologia. 7. ed., rev. São Paulo:
Artmed, 2006.
MURRAY, Patrick R. et al. Microbiologia médica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
25
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SILVA JÚNIOR, Eneo Alves da. Manual de controle higiênico-sanitário em alimentos. 5. ed. São
Paulo: Varela, 2002.
SPICER, John W.. Bacteriologia, micologia e parasitologia clínicas: um texto ilustrado em cores.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
TRABULSI, Luiz Rachid (Ed.). Microbiologia. 3. ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2002.
DISCIPLINA – BIOQUÍMICA
EMENTA
Metabolismo das proteínas carboidratos e lipídios, minerais, vitaminas e nucleotídeos. Bioenergética.
Inter-relação, regulação metabólica e aspetos do controle hormonal. Atividades práticas laboratoriais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMPBELL, Mary K.; FARRELL, Shawn. Bioquímica. São Paulo: Thomson, 2007.
CHAMPE, Pamela C.; HARVEY, Richard A. Bioquímica ilustrada. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2002.
NELSON, David L.; COX, Michael M.; LEHNINGER, Albert Lester. Lehninger: princípios de
bioquímica. 3. ed. São Paulo: Sarvier, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DEVLIN, Thomas M. Manual de bioquímica com correlações clínicas. São Paulo: Edgard Blücher, 2000.
STRYER, L. et al. Bioquímica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
VOET, Donald et al. Fundamentos de bioquímica. 1. ed. Porto Alegre: ArtMed, 2008.
III SEMESTRE
DISCIPLINA: NUTRIÇÃO NOS CICLOS DA VIDA I
EMENTA
Estudo dos ciclos da vida: infância e adolescência. Conhecimentos do comportamento alimentar do
indivíduo quanto ao planejamento, execução e avaliação de programas de educação e orientação
nutricional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARDOSO, Ary Lopes; LOPES, Luiz Anderson; TADDEI, José Áugusto de A. C. (Coord.). Tópicos
atuais em nutrição pediátrica. São Paulo: Atheneu, 2004.
MONTEIRO, Jacqueline Pontes, CAMELO JUNIOR, José Simon. Nutrição e Metabolismo:
Caminhos da Nutrição e Terapia Nutricional. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
VITOLO, Márcia Regina. Nutrição: da gestação à adolescência. Rio de Janeiro: Reichmann &
Affonso, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CGPAN. Brasília: CGPAN, 2005. Disponível:<http://www.saude.gov.br/alimentacao>. Acesso em: 15
dez. 2008.
ESCOTT-STUMP, Sylvia (Comp.). Nutrição relacionada ao diagnóstico e tratamento. 5. ed. São
Paulo: Manole, 2007.
NUTRIÇÃO EM PAUTA. São Paulo: Núcleo Consultoria. 1993-. Bimestral.
26
REVISTA DE NUTRIÇÃO. Brazilian journal of nutrition. Campinas, SP: Pontifícia Universidade
Católica
e
Campinas,
1998-.
Bimestral.
Disponível
em:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&lng=pt&pid=1415-5273&nrm=isso>. Acesso em:
15 dez. 2008.
DISCIPLINA - BIOESTATÍSTICA
EMENTA
População e Amostra. Estatística Descritiva. Correlação e Regressão. Probabilidades. Distribuição
Binomial. Distribuição Normal. Distribuição de Poisson. Análise da variância. Testes de hipóteses.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CALLEGARI-JACQUES, Sidia M. Bioestatística: princípios e aplicações. Porto Alegre: Artmed, 2003.
GAUVREAU, Kimberlee; PAGANO, Marcelo. Princípios de Bioestatística. São Paulo: Pioneira
Thomson Learning, 2004.
VIEIRA, Sonia. Bioestatística. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BEIGUELMAN, B. Curso prático de bioestatística. Ribeirão Preto: FUNPEC Editora, 2002.
MOTTA, Valter T. Bioestatística. Caxias do Sul: EDUCS: 2006.
RIUS DÍAZ, Francisca; LOPEZ, Francisco Javier. Bioestatística. São Paulo: Thomson, 2007.
DISCIPLINA: TÉCNICA E DIETÉTICA I
EMENTA
Estudo teórico-prático e experimental de alimentos, técnicas de seleção, pré-preparo, preparo e
armazenamento de preparações dietéticas e culinárias. Valor nutritivo, fator de correção, índice de
conversão, índice de reidratação e custos. Conteúdos básicos para as disciplinas profissionalizantes.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GAVA, Altanir Jaime. Princípios de tecnologia de alimentos. São Paulo: Nobel, 2002.
ORDÓÑES PEREDA, Juan A. et al. Tecnologia de alimentos. Porto Alegre: Artmed, 2005.
PROUDLOVE, Keith. Os alimentos em debate. São Paulo: Varela, 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHEFTEL, Jean-Claude; CHEFTEL, Henri; BESANÇON, Pierre. Introduccion a la bioquimica y
tecnologia de los alimentos. Zaragoza: Acribia, 2000.
FRANCO, Bernadette Dora Gombossy de Melo; LANDGRAF, Mariza. Microbiologia dos alimentos.
São Paulo: Atheneu, 2003.
TERRA, Nelcindo Nascimento. Apontamentos de tecnologia de carnes. São Leopoldo, RS:
UNISINOS, 2003.
DISCIPLINA: BIOQUÍMICA APLICADA Á NUTRIÇÃO
EMENTA
Aborda os nutrientes e a integração do metabolismo através do estudo das rotas bioquímicas
envolvidas. Avalia as inter-relações metabólicas entre os diferentes tecidos e o controle hormonal em
diferentes estados metabólicos em condições fisiológicas, bem como patológicas.
27
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHAMPE, Pamela C.; HARVEY, Richard A. Bioquímica ilustrada. Porto Alegre: ArtMed, 2006.
DEVLIN, Thomas M. Manual de Bioquímica com correlações clínicas. 2. ed. São Paulo: Blücher,
2007.
VOET, Donald; VOET, Judith G.; PRATT, Charlotte W. Fundamentos de bioquímica: a vida em
nível molecular. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CURI, Rui et al. Entendendo a gordura: os ácidos graxos. São Paulo: Malone, 2002.
MARKS, Dawn B.; MARKS, Allan D.; SMITH, Colleen M. Bioquímica Médica Básica: uma
abordagem clínica. Porto Alegre: ArtMed, 2007.
SANTOS, Paula Cilene Pereira dos; BOCK, Patrícia Martins (Org.). Manual Prático de Bioquímica.
Porto Alegre: Sulina: Centro Universitário Metodista: Sulina, 2008.
DISCIPLINA: HIGIENE E CONTROLE SANITÁRIO DOS ALIMENTOS
EMENTA
Importância e controle de manipuladores de alimentos e a situação dos alimentos na cadeia do processo
infeccioso, aspectos epidemiológicos na transmissão, controle e profilaxia das doenças transmitidas
por microorganismos veiculados ao alimento. Causas de toxinfecções alimentares. Higiene e análise
microbiológica e toxicológica dos alimentos. Conceitos fundamentais de higiene na obtenção de
matérias-primas, processamento de alimentos, higienização e sanificação de áreas destinadas à
manipulação dos alimentos. Legislação sanitária dos alimentos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HOBBS, B. C. Toxinfecções e controle higiênico-sanitário de alimentos. São Paulo: Varela, 1998.
REGO, Josedira Carvalho do; FARO, Zelyta Pineiro de. Manual de limpeza e desinfecção para
unidades produtoras de refeições. São Paulo: Varela, 1999.
SILVA JÚNIOR, Eneo Alves da. Manual de controle higiênico-sanitário em alimentos. 5. ed. São
Paulo: Varela, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FORSYTHE, Stephen J. Microbiologia da segurança alimentar. Porto Alegre: Artmed, 2002.
SANTOS, Saionara da Graça Freitas dos. Treinando manipuladores de alimentos. São Paulo:
Varela, 1999.
TRIGO, Viviano Cabrera. Manual prático de higiene e sanidade nas unidades de alimentação e
nutrição. São Paulo: Varela, 1999.
DISCIPLINA: NUTRIÇÃO E DIETÉTICA II
EMENTA
Elaboração e cálculo de dietas que promovam estado nutricional adequado para gestantes, nutrizes,
lactantes, pré-escolar, escolar e adolescente. Recomendações nutricionais. Análise de cardápios.
Análise de padrões alimentares inadequados. Hábitos alimentares regionais, culturais e religiosos.
Dietas de evolução. Prática em Laboratório de Nutrição e Dietética. Cálculos nutricionais e softwares
de Nutrição.
28
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Nutrição – Alimentação equilibrada e organismo saudável. Barcelona: Ed. Alaúde, 2006.
PHILIPPI, Sonia Tucunduva. Tabela de composição de alimentos: suporte para decisão nutricional.
2. ed. , 2. reimpr. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2002.
PINHEIRO, Ana Beatriz Vieira et al. Tabela para avaliação de consumo alimentar em medidas
caseiras. 5. ed. São Paulo: Atheneu, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FRANCO, Guilherme. Nutrição: Texto básico e tabela de composição química dos alimentos. 9. ed.
São Paulo: Atheneu, 2000.
MAHAN, L. Kathleen; ESCOTT-STUMP, Sylvia (Ed.) Krause: alimentos, nutrição & dietoterapia.
11. ed. São Paulo: Roca, 2005.
TIRAPEGUI, J. Nutrição: fundamentos e aspectos atuais. São Paulo: Atheneu, 2002.
IV SEMESTRE
DISCIPLINA: NUTRIÇÃO E POLÍTICAS PÚBLICAS EM SAÚDE
EMENTA
História da saúde pública no mundo e no Brasil e os desdobramentos históricos na saúde das
populações, as leis que regulamentam o sistema único de saúde (SUS) no país e os objetivos e
diretrizes, os gestores em cada esfera de governo, a forma de financiamento, os níveis de atenção, os
modelos assistenciais, sistemas de informação do SUS e a participação da população na gestão.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BERTOLLI FILHO, Claudio; TEIXEIRA, Francisco Maria Pires (Coord.). História da saúde pública
no Brasil. 4. ed. São Paulo: Ática, 2004.
FISBERG, Regina Mara et al. Inquéritos alimentares: métodos e bases científicos. Barueri, SP:
Manole, 2005.
PEREIRA, Maurício Gomes. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 3. ed., rev. e atual. Rio de
Janeiro: Elsevier, Campus, 2004.
CORDEIRO, Hésio de Albuquerque. SUS: Sistema Único de Saúde. 2. ed. Rio de Janeiro: 2005.
MENDES, Eugênio Vilaça. A atenção primária à saúde no SUS. Fortaleza: Escola de Saúde Pública
do Ceará, 2002.
DISCIPLINA - EPIDEMIOLOGIA
EMENTA
Ocorrência, distribuição e determinantes do processo de saúde-doença na população. Diferentes
delineamentos de investigação clínico-epidemiológica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FLETCHER, Robert H.; FLETCHER, Suzanne W.; WAGNER, Edward H.
elementos essenciais. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
Epidemiologia
clínica:
29
HULLEY, Stephen B. et al. Delineando a pesquisa clínica: uma abordagem epidemiológica. 2. ed.
Porto Alegre: Artmed, 2003.
MEDRONHO, Roberto A. et al. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
JEKEL, James F; ELMORE, Joann G; KATZ, David L. Epidemiologia, bioestatística e medicina
preventiva. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.
PEREIRA, Maurício Gomes. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
ROUQUAYROL, Maria Zélia; ALMEIDA FILHO, Naomar de. Epidemiologia e saúde. 5. ed. Rio de
Janeiro: MEDSI, 1999.
DISCIPLINA: TÉCNICA DIETÉTICA II
EMENTA
Aplicação dos conhecimentos obtidos em Técnica Dietética I às etapas do planejamento e execução
dos cardápios. Planejamento de cardápios para indivíduos e coletividades sadias e confecção de
cardápios destinados à enfermidade. Aprofundamento dos estudos sobre a ação dos vários métodos de
cocção e propriedades físico-químicas dos diferentes grupos de alimentos e seus produtos e derivados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARAÚJO, Wilma Maria Coelho; TENSER, Carla Márcia Rodrigues (Org.). Gastronomia: Cortes &
Recortes. Distrito Federal: SENAC Distrito Federal, 2006.
MARTINS, Cristina et al. Manual de dietas hospitalares. Curitiba: Nutroclínica, 2003.
WRIGHT, Jeni; TREUILLE, Eric. Le Cordon Bleu – Todas as Técnicas Culinárias. São Paulo: Marco
Zero, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHEFTEL, Jean-Claude; CHEFTEL, Henri; BESANÇON, Pierre. Introduccion a la bioquimica y
tecnologia de los alimentos. Zaragoza: Acribia, 2000.
FRANCO, Bernadette Dora Gombossy de Melo; LANDGRAF, Mariza. Microbiologia dos alimentos.
São Paulo: Atheneu, 2003.
TERRA, Nelcindo Nascimento. Apontamentos de tecnologia de carnes. São Leopoldo, RS:
UNISINOS, 2003.
DISCIPLINA: TECNOLOGIA DOS ALIMENTOS
EMENTA
Conhecimentos dos princípios gerais sobre os métodos de conservação e os processamentos
tecnológicos dos alimentos, vantagens e desvantagens. Embalagens, armazenamento e transporte,
tecnologia para industrialização de frutas, vegetais, cereais, lipídios, leite e derivados e carne e
derivados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GAVA, Altanir Jaime. Princípios de tecnologia de alimentos. São Paulo: Nobel, 2002.
ORDÓÑES PEREDA, Juan A. et al. Tecnologia de alimentos. Porto Alegre: Artmed, 2005.
PROUDLOVE, Keith. Os alimentos em debate. São Paulo: Varela, 1996.
30
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHEFTEL, Jean-Claude; CHEFTEL, Henri; BESANÇON, Pierre. Introduccion a la bioquimica y
tecnologia de los alimentos. Zaragoza: Acribia, 2000.
FRANCO, Bernadette Dora Gombossy de Melo; LANDGRAF, Mariza. Microbiologia dos alimentos.
São Paulo: Atheneu, 2003.
TERRA, Nelcindo Nascimento. Apontamentos de tecnologia de carnes. São Leopoldo, RS:
UNISINOS, 2003.
DISCIPLINA: PATOLOGIA APLICADA Á NUTRIÇÃO E DIETOTERAPIA I
EMENTA
Estudo terapêutico e preventivo de patologias através de dietas e o plano de conduta dietoterápica
individualizado, para o tratamento do sistema digestório, das hepatopatias, do pré e pós-cirúrgico, das
anemias, estado catabólico, dos transplantes e queimados. Promoção do desempenho técnico-científico
dos acadêmicos durante o estágio hospitalar e a relação profissional com os demais técnicos da área.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARUSO, Lúcia; SILVA, Ana Lúcia Neves Duarte da; SIMONY, Rosana Farah. Dietas hospitalares:
uma abordagem na prática clínica. São Paulo: Atheneu, 2005.
CUPPARI, Lilian (Coord.).Guia de nutrição: Nutrição Clínica do Adulto. 2. ed. Barueri, São
Paulo: Manole, 2005.
ROBBINS, Stanley L. et al. Fundamentos de Robbins: patologia estrutural e funcional. 6. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARUSO, Lúcia; SILVA, Ana Lúcia Neves Duarte da; SIMONY, Rosana Farah. Dietas hospitalares:
uma abordagem na prática clínica. São Paulo: Atheneu, 2005.
CUPPARI, Lilian (Coord.). Guia de nutrição: Nutrição Clínica do Adulto. 2. ed. Barueri, São
Paulo: Manole, 2005.
MAHAN, L. Kathleen; ESCOTT-STUMP, Sylvia (Ed.). Krause: alimentos, nutrição & dietoterapia.
11. ed. São Paulo: Roca, 2005.
V SEMESTRE
DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO DE UNIDADES DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO (UAN)
EMENTA
Princípios básicos de Administração Geral. Planejamento, organização, coordenação de Unidades de
Alimentação e Nutrição (UANs), Política e Previsão de compras direcionadas à Coletividade Sadia e
Enferma. Capacitar o aluno a realizar processo de Recrutamento e Seleção, bem como conscientizá-lo
da grande importância dos Recursos Humanos dentro de uma UAN. Aborda as características das
UAN e as funções do nutricionista na Administração. Estuda a posição da UAN dentro das Instituições
e sua relação com demais setores.
31
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABREU, Edeli Simioni de; SPINELLI, Mônica Glória Neumann; ZANARDI, Ana Maria Pinto.
Gestão de unidades de alimentação e nutrição: um modo de fazer. São Paulo: Metha, 2003.
MEZOMO, Iracema F. Barros. Os serviços de alimentação: planejamento e administração. 5. ed.,
atual. e rev. São Paulo: Manole, 2002.
TEIXEIRA, Suzana Maria Ferreira Gomes et al. Administração aplicada às unidades de
alimentação e nutrição. São Paulo: Atheneu, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHIAVENATO, Idalberto. Administração: teoria, processo e prática. 4. ed., rev. e atual. Rio de
Janeiro: Elsevier: Campus, 2007.
KIMURA, Alice Yoshiko. Planejamento e administração de custos em restaurantes industriais.
São Paulo: Varela, 2003.
KINTON, Ronald; CESERANI, Victor; FOSKETT, David. Enciclopédia de serviços de alimentação.
São Paulo: Varela, 1999.
DISCIPLINA: AVALIAÇÃO NUTRICIONAL
EMENTA
Fundamentos básicos da avaliação nutricional através dos métodos diretos e indiretos de avaliação do
estado nutricional, de indivíduos e coletividades, antropometria de crianças, adultos e idosos. Critérios
de diagnóstico, classificação do estado nutricional pertinente às faixas etárias, aplicação de técnicas e
interpretação da avaliação do estado nutricional dos indivíduos e das populações através de estudos
antropométricos e dos hábitos alimentares.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DUARTE, Antônio Cláudio Goulart. Avaliação Nutricional: aspectos clínicos e laboratoriais. São
Paulo: Atheneu, 2007.
FISBERG, Regina Mara et al. Inquéritos alimentares: métodos e bases científicos. Barueri, SP:
Manole, 2005.
GLORIMAR, Rosa. Avaliação nutricional do paciente hospitalizado: uma abordagem teóricoprática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HEYWARD, Vivian H.; STOLARCZYK, Lisa M. Avaliação da composição corporal aplicada. São
Paulo: Manole, 2000.
VASCONSCELOS, F. A. Avaliação nutricional para coletividades. Florianópolis: UFSC, 2007.
VITOLO, Márcia Regina. Nutrição: da gestação à adolescência. Rio de Janeiro: Reichmann &
Affonso, 2003.
DISCIPLINA: NUTRIÇÃO E DESENVOLVIMENTO HUMANO
EMENTA
Caracterização do grupo materno infantil-gestantes, nutrizes, lactentes e crianças - no contexto
biológico e social da população. Requerimentos nutricionais. Problemas relacionados com a saúde e
medidas de intervenção e /ou prevenção, sob o ponto de vista nutricional.
32
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ACCIOLY, Elisabeth; SAUNDERS, Cláudia; LACERDA, Elisa Maria de Aquino. Nutrição em
obstetrícia e pediatria. São Paulo: Cultura Médica, 2004.
EUCLYDES, Marilene Pinheiro. Nutrição do lactente: base científica para uma alimentação
adequada. 2. ed. Viçosa, MG: Universidade Federal de Viçosa, 2000.
NOBREGA, Fernando José; CAMPOS, Alba Lucia Reyes de; NASCIMENTO, Christianne F.
Distúrbios nutricionais e fraco vínculo mãe/filho. 2. ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CUNHA, Lara Natacci. Diet book gestante: tudo o que você deve saber sobre alimentação na
gestação, na lactação e para os bebês. São Paulo: Mandarim, 2001.
JORNAL DE PEDIATRIA. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Pediatria, 1934-. Bimestral.
Disponível em: <http://www.jped.com.br/>. Acesso em: 16 dez. 2008.
LACERDA, Elisa Maria de Aquino (Coord.) Práticas de nutrição pediátrica. Rio de Janeiro:
Atheneu, 2004.
DISCIPLINA: EDUCAÇÃO ALIMENTAR
EMENTA
Educação nutricional como medida de intervenção. Reconhecimento da importância de praticar
Educação e Orientação Nutricional na atuação profissional. Conceitos e fundamentos do processo
ensino e de aprendizagem e da educação nutricional. Processo da comunicação e seus sistemas: contato
social. Meios de comunicação de massa. Comunicação como instrumento de ação do profissional
nutricionista. Elaboração e efeitos da educação nutricional no desenvolvimento de programas de
educação nutricional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FISBERG, Mauro; WEHBA, Jamal; COZZOLINO, Silva Maria Franciscato. Um, dois, feijão com
arroz: a alimentação no Brasil de norte a sul. São Paulo: Atheneu, 2002.
GOUVEIA, Enilda L. Cruz. Nutrição: saúde & comunidade. 2. ed., rev. e ampl. Rio de Janeiro:
Revinter, c1999.
LINDEN, Sônia Lizette Rodrigues. Educação nutricional: algumas ferramentas de ensino. Porto
Alegre: Varela, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CTENAS, Maria Luiza de Brito; VITOLO, Márcia Regina. Crescendo com saúde: O guia de
crescimento da criança. São Paulo: C2, 2004.
FAGIOLI, D.; NASSER, L. A. Educação Nutricional da infância e na adolescência: planejamento,
intervenção, avaliação e dinâmicas. São Paulo: RCN, 2006.
STÜRMER, Joselaine Silva. Reeducação alimentar: qualidade de vida, emagrecimento e manutenção
da saúde. 5. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.
DISCIPLINA: NUTRIÇÃO NOS CICLOS DA VIDA II
EMENTA
Nutrição do adulto sadio do idoso: aspectos biológicos e sociais. Requerimentos nutricionais.
Principais problemas crônicos não transmissíveis. Medidas de prevenção e/ou intervenção, sob o ponto
de vista nutricional.
33
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FRANK, Andrea Abdala; SOARES, Eliane de Abreu. Nutrição no envelhecer. São Paulo: Atheneu, 2004.
GALLO, Joseph J. (Ed.). Reichel assistência ao idoso: aspectos clínicos do envelhecimento. 5. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
GIBNEY, Michael J. (Ed.). Introdução à Nutrição Humana. Guanabara Koogan, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HIRSCHBRUCH, Marcia Daskal; CASTILHO, Sonia de. Nutrição e bem-estar para a terceira
idade. São Paulo: CMS, 1999.
MOORE, Mary Courtney. Nutrição e dietoterapia: manual prático. 2. ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2002.
PAPALÉO NETTO, Matheus. Gerontologia: a velhice e o envelhecimento em visão globalizada. São
Paulo: Atheneu, 2002.
DISCIPLINA: NUTRIÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA
EMENTA
História e Políticas de Nutrição e Saúde Pública: princípios gerais da estrutura, programas de
alimentação desenvolvidos, planejamentos e intervenções que dizem respeito à nutrição. Nutrição em
Atenção à Saúde (planejamento em saúde e nutrição). Responsabilidades e Atribuições do
Nutricionista em saúde pública, educação em saúde. Epidemiologia aplicada aos problemas
nutricionais. Medidas de Intervenção e controle de problemas nutricionais de diferentes grupos
populacionais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BERTOLLI FILHO, Claudio; TEIXEIRA, Francisco Maria Pires (Coord.). História da saúde pública
no Brasil. 4. ed. São Paulo: Ática, 2004.
FISBERG, Regina Mara et al. Inquéritos alimentares: métodos e bases científicos. Barueri, SP:
Manole, 2005.
PEREIRA, Maurício Gomes. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LAVINSKY, Luis (Org.). Saúde: informações básicas. 3. ed., rev. e ampl. Porto Alegre: Ed. da
UFRGS, 2002.
VASCONCELLOS, José Luiz Faria; GEWANDSZNAJDER, Fernando. Programas de Saúde. 26. ed.
Rio de Janeiro: Ática, 1999.
VASCONCELOS, Eymard Mourão; VASCONCELOS, Eduardo Mourão. Educação popular e a
atenção à saúde da família. 2. ed. São Paulo: Hucitec, 2001.
VI SEMESTRE
DISCIPLINA: NUTRIÇÃO E ATIVIDADE FÍSICA
EMENTA
A disciplina aborda tópicos especiais em nutrição: modalidade de nutrição, padrões de avaliação e
requerimentos nutricionais, estratégias de suplementação esportiva, relação qualidade de vida e saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
McARDLE, William D.; KATCH, Frank I.; KATCH, Victor L. Fisiologia do Exercício: energia,
nutrição e desempenho humano. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
34
WILLIAMS, Melvin H. Nutrição para a saúde, condicionamento físico e desempenho esportivo. 5.
ed. São Paulo: Manole, 2002.
WOLINSKY, Ira; HICKSON, James F. (Ed.). Nutrição no exercício e no esporte. São Paulo: Roca,
2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MAUGHAN, Ron J.; GLEESON, Michael; GREENHAFF, Paul L. Bioquímica do exercício e
treinamento. São Paulo: Malone, 2000.
RIEGEL, Romeo Ernesto. Bioquímica nutricional do exercício físico. São Leopoldo: Ed. da
UNISINOS, 2005.
ROSENBLOOM, Christine A. Sports Nutrition: a guide for the professional working with active
people. The American Dietetic Association. Chicago, Illinois, 2000.
DISCIPLINA: GESTÃO DE QUALIDADE EM UNIDADES DE ALIMENTAÇÃO E
NUTRIÇÃO
EMENTA
Planejamento, organização e administração de unidades de alimentação e nutrição: estrutura física dos
principais tipos de estabelecimentos para alimentação coletiva, dimensionamento de áreas, composição
e montagem dos setores e funcionalidade de serviços. Análise de cardápio e controle de despensa.
Sistemas de aquisição e distribuição de refeições: higiene e limpeza do ambiente de trabalho.
Profissional da nutrição e a transformação da coletividade nos aspectos de educação, fiscalização e
incrementos dos preceitos nutricionais. Preparação do acadêmico no acompanhamento das tendências
no planejamento físico de UAN´s.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SCHILLING, M. Qualidade em nutrição, métodos de melhorias contínuas ao alcance de
indivíduos e coletividades. São Paulo: Varela, 1995.
TEIXEIRA, Suzana Maria Ferreira Gomes et al. Administração aplicada às unidades de
alimentação e nutrição. São Paulo: Atheneu, 2004.
ZANELLA, Luiz Carlos. Instalação e Administração de Restaurantes. São Paulo: Metha, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL. Segurança e medicina do trabalho. 59. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
KIMURA, Alice Yoshiko. Planejamento e administração de custos em restaurantes industriais.
São Paulo: Varela, 2003.
LOBO, A. Manual de estrutura e organização do restaurante comercial. São Paulo: Atheneu,
1999.
DISCIPLINA: PATOLOGIA APLICADA Á NUTRIÇÃO E DIETOTERAPIA II
EMENTA
Estudo terapêutico e preventivo de patologias através de dietas, permitindo que o acadêmico possa
delinear o plano de conduta dietoterápica individualizado, para o tratamento das doenças renais,
doenças cardiovasculares, doenças do pâncreas exócrino, erros inatos do metabolismo, transtornos
alimentares, transplantes e queimados. Promoção do desenvolvimento do raciocínio do acadêmico,
capacitando-o no desempenho técnico-científico durante o estágio hospitalar mantendo uma relação
profissional com os demais técnicos da área.
35
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GIBNEY. Michael J. (Ed.). Nutrição Clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
MONTEIRO, Jaqueline Pontes. Nutrição e Metabolismo Consumo Alimentar: Visualizando
Porções. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
ROBBINS, Stanley L. et al. Fundamentos de Robbins: patologia estrutural e funcional. 6. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AUGUSTO, Ana Lúcia Pires et al. Terapia nutricional. São Paulo: Atheneu, 2005.
BRASILEIRO FILHO, Geraldo. Bogliolo patologia. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
GOLDMAN, Lee; BENNETT, J. Claude (Ed.). Cecil: tratado de medicina interna. 21. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
DISCIPLINA: MARKETING EM ALIMENTOS E NUTRIÇÃO
EMENTA
Nutrição e seu relacionamento com outras ciências. Teorias de motivação humana. Importância da
nutrição na vigilância da saúde como qualidade de vida. O papel do nutricionista nos diferentes
campos de ação, na prática de diferentes locais de trabalho. A Ética profissional. O Marketing das
relações interpessoais. Posicionamento do serviço (produto) numa abordagem holística. Marketing na
utilização, na propaganda e venda dos produtos nutricionais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHURCHILL, Gilbert A.; PETER, J. Paul. Marketing: criando valor para os clientes. São Paulo:
Saraiva, 2003.
KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de marketing. 12. ed. São Paulo: Pearson
Prentice-Hall, 2006.
KOTLER, Philip; ARMSTRONG, Gary. Princípios de marketing. 9. ed. São Paulo: Prentice-Hall,
2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AAKER, David A.. Administração estratégica de mercado. 7. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007.
KOTLER, Philip. Marketing para o século XXI: como criar, conquistar e dominar mercados. São
Paulo: Futura, 2003.
MALHOTRA, Naresh K. Pesquisa de marketing: uma orientação aplicada. 3. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2001.
DISCIPLINA: PESQUISA EM SAÚDE
EMENTA
A pesquisa no contexto das ciências da saúde. Aplicabilidade do método científico. Redação científica
e normas de publicação. Delineamento de pesquisa quantitativo e qualitativa. Os instrumentos e
técnicas para a coleta de dados. Analise de dados quantitativos e qualitativos. Preceitos éticos em
Pesquisa. Construção dos elementos de projetos de pesquisa. Confecção de monografias e relatórios de
pesquisa.
36
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico:
procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos científicos.
7. ed., rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2007.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa. 7. ed. São Paulo:
Atlas, 2008.
TURATO, Egberto Ribeiro. Tratado da metodologia da pesquisa clínico-qualitativa: construção
teórico-epistemológica, discussão comparada e aplicação nas áreas da saúde e humanas. 2. ed.
Petrópolis, RJ: Vozes, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALMEIDA FILHO, Naomar; ROUQUAYROL, Maria Zélia. Introdução à Epidemiologia. 4. ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
ALVES-MAZZOTTI, Alda Judith; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método nas ciências
naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 2. ed. São Paulo: Pioneira, 2001.
POPE, Catherine; MAYS, Nicholas. Pesquisa qualitativa na atenção à saúde. Porto Alegre: Artmed, 2009.
VII SEMESTRE
DISCIPLINA: ANTROPOLOGIA CULTURAL
EMENTA
Compreensão do homem nas suas origens. Seus aspectos biológicos, como um ser de cultura, as
relações de gênero, a dimensão corpórea. Aspectos da identidade cultural brasileira.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CASSIRER, Ernst. Ensaio sobre o homem: introdução a uma filosofia da cultura humana. São Paulo:
Martins Fontes, 2001.
LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. 20. ed. Rio de Janeiro: J. Zahar,
2006.
ORTIZ, Renato. Mundialização e cultura. São Paulo: Brasiliense, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BURNS, Peter. Turismo e antropologia: uma introdução. São Paulo: Chronos, 2002.
CANESQUI, Ana Maria; GARCIA, Rosa W. D (Org.). Antropologia e Nutrição: um diálogo
possível. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2005. (Coleção Antropologia e Saúde).
MELLO, Luiz Gonzaga de. Antropologia cultural: iniciação, teoria e temas. 12. ed. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2005.
DISCIPLINA: ESTAGIO SUPERVISIONADO EM UNIDADES DE ALIMENTAÇÃO E
NUTRIÇÃO
EMENTA
O estágio Supervisionado em Alimentação Institucional e a reflexão crítica a partir da realidade e da
relação entre a teoria e a prática vivenciadas em unidades de alimentação para coletividade enferma ou
sadia. Desenvolvimento de habilidades de gerenciar com liderança e empreendedorismo, as atividades
como profissional nutricionista.
37
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KIMURA, Alice Yoshiko. Planejamento e administração de custos em restaurantes industriais.
São Paulo: Varela, 2003.
MEZOMO, Iracema F. Barros. Os serviços de alimentação: planejamento e administração. 5. ed.,
atual. e rev. São Paulo: Manole, 2002.
TEIXEIRA, Suzana Maria Ferreira Gomes et al. Administração aplicada às unidades de
alimentação e nutrição. São Paulo: Atheneu, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BENEDICTO, Márcia de Lourdes; REGGIOLLI, Márcia Regina. Manual de dietas para o
restaurante industrial. São Paulo: Atheneu, 2000.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração: teoria, processo e prática. 4. ed., rev. e atual. Rio de
Janeiro: Elsevier: Campus, 2007.
KINTON, Ronald; CESERANI, Victor; FOSKETT, David. Enciclopédia de serviços de alimentação.
São Paulo: Varela, 1999.
DISCIPLINA: NUTRIÇÃO EXPERIMENTAL
EMENTA
Tema de metodologia científica na área da nutrição, do estresse oxidativo e uso de drogas e alimentos
com capacidade antioxidante, em diferentes modelos experimentais. As ciências da nutrição e a
metodologia da investigação científica, participação ativa na pesquisa em nutrição experimental,
desenvolvimento do espírito de investigação em laboratório de Nutrição Experimental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MARRONI, Norma Possa (Org). Estresse oxidativo e Inflamação: dos modelos experimentais à
clínica. Canoas, RS: Universidade Luterana do Brasil, 2008.
MARRONI, Norma Possa (Org). Estresse oxidativo e antioxidantes. Canoas, RS: Universidade
Luterana do Brasil, 2002.
PACKER, Lester; ONG, Choon Nam; HALLIWELL, Barry (Coord.). Herbal and traditional
medicine: molecular aspects of health. New York: Marcel Decker, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HALLIWELL, Barry; GUTTERIDGE, John M. C. Free radicals in biology and medicine. 3rd ed.
New York: Oxford University Press, 1999.
KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e iniciação à
pesquisa. 25. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa. 7. ed. São Paulo:
Atlas, 2008.
DISCIPLINA – FENÔMENOS CULTURAIS RELIGIOSOS
EMENTA
A identidade do ser humano em seus diversos contextos culturais; A relação entre o ser humano,
cultura e religião; Fenômeno religioso e o ser humano; A dimensão religiosa, constitutiva do ser
humano; Ser humano e transcendência; As concretizações históricas do fenômeno religioso: as
religiões; Religião e poder; Ciência, religião e ética.
38
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COOGAN, Michael D. (Org.). Religiões. História, tradições e fundamentos das principais crenças
religiosas. São Paulo: Publifolha, 2007.
CROATTO, José Severino. As Linguagens da Experiência Religiosa. Uma introdução à
fenomenologia da religião. 2. ed. São Paulo: Paulinas, 2004.
GAARDER, Jostein; HELLERN, Victor; NOTAKER, Henry. O Livro das Religiões. São Paulo:
Companhia das Letras, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FRANCHINI, A. S.; SEGANFREDO, Carmen. As 100 melhores Histórias da Mitologia. Deuses,
heróis, monstros e guerra na tradição greco-romana. 9. ed. Porto Alegre: L&PM, 2007.
PARTRIDGE, Christopher. Enciclopédia das Novas Religiões. Novos Movimentos Religiosos, Seitas
e Espiritualidades Alternativas. Lisboa: Verbo, 2004.
SMITH, Wilfred Cantwell. O sentido e o fim da religião. São Leopoldo: Sinodal, 2006.
DISCIPLINA: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I
EMENTA
Metodologia de pesquisa. Diferentes tipos de conhecimento e pesquisas. Orientações e normas de
apresentação e elaboração de trabalhos acadêmicos: projetos de pesquisa, artigos científicos e
monografias.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALVES-MAZZOTI, Alda Judith; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método nas ciências naturais
e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 2. ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002.
BACK, J. M. Manual para apresentação de trabalhos acadêmicos: graduação e pós-graduação. 3.
ed. Canoas, RS: Salles, 2006.
BASTOS, Dau; SOUZA, Mariana; NASCIMENTO, Solange. Monografia ao alcance de todos. Rio
de Janeiro: Garamond, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GOLDENBERG, Mirian. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em ciências sociais. 9.
ed. Rio de Janeiro: Record, 2008.
MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar. Português instrumental. 28. ed.
São Paulo: Atlas, 2009.
PÁDUA, Elisabete Matallo Marchesini de. Metodologia da pesquisa: abordagem teórico-prática. 11.
ed. Campinas, SP: Papirus, 2005.
DISCIPLINA: TERAPIA NUTRICIONAL INFANTIL
EMENTA
Estudo Terapêutico e preventivo de patologias através de dietas, plano de conduta dietoterápica
individualizado, tratamento nutricional de enteropatias, doenças renais, doenças cardiovasculares, erros
inatos do metabolismo, distúrbios alimentares, pancreatopatias, endocrinopatias e transplantes.
Preparação para o estágio na área hospitalar.
39
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANCONA LOPEZ, Fábio; BRASIL, Anne Lise Dias. Nutrição e dietética em clínica pediátrica. São
Paulo: Atheneu, 2004.
LACERDA, Elisa Maria de Aquino (Coord.). Práticas de nutrição pediátrica. Rio de Janeiro:
Atheneu, 2004.
TELLES JUNIOR, Mario; LEITE, Heitor Pons (Coord.). Terapia nutricional no paciente pediátrico
grave. São Paulo: Atheneu, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL. Ministério da Saúde. Coordenação-Geral da Política de Alimentação e Nutrição – CGPAN.
Brasília: CGPAN, 2005. Disponível em: <http://www.saude.gov.br/alimentacao>. Acesso em: 19 dez.
2005.
JORNAL DE PEDIATRIA. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Pediatria, 1934-. Bimestral.
Disponível em: <http://www.jped.com.br/>. Acesso em: 16 dez. 2008.
REVISTA DE NUTRIÇÃO. Brazilian journal of nutrition. Campinas, SP: Pontifícia Universidade
Católica
e
Campinas,
1998-.
Bimestral.
Disponível
em:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&lng=pt&pid=1415-5273&nrm=isso>. Acesso em:
15 dez. 2008.
VIII SEMESTRE
DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM NUTRIÇÃO CLÍNICA
EMENTA
Atuação prática do acadêmico de nutrição no desempenho de atividades, nas diferentes patologias e
ciclos de vida, aplicando os conhecimentos teóricos na prestação de assistência nutricional
especializada a pacientes internados e a nível ambulatorial.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CUPPARI, Lilian (Coord.). Guia de nutrição: Nutrição Clínica no Adulto. 2. ed. Barueri, SP:
Manole, 2005.
REIS, Nelzir Trindade. Nutrição clínica: interações. Rio de Janeiro: Rubio, 2004.
TELLES JUNIOR, Mario; LEITE, Heitor Pons (Coord.). Terapia nutricional no paciente pediátrico
grave. São Paulo: Atheneu, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ESCOTT-STUMP, Sylvia. Nutrição relacionada ao diagnóstico e tratamento. 5. ed. São Paulo:
Manole, 2007.
FRANCO, Guilherme. Tabela de composição química dos alimentos. 9. ed. São Paulo: Atheneu,
2003.
WAITZBERG, Dan Linetzky. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 3. ed. São
Paulo: Atheneu, 2006.
40
DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SAÚDE PÚBLICA
EMENTA
Desenvolvimento de conhecimentos específicos envolvidos nos processos de avaliação, educação
nutricional, programas de nutrição e saúde, vigilância epidemiológica, sanitária e nutricional.
Aplicação dos conhecimentos teóricos às situações práticas vivenciadas nos estágios.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FISBERG, Regina Mara et al. Inquéritos alimentares: métodos e bases científicos. Barueri, SP:
Manole, 2005.
LAVINSKY, Luis (Org.). Saúde: informações básicas. 3. ed., rev. e ampl. Porto Alegre: Ed. da
UFRGS, 2002.
VASCONCELOS,
Francisco de Assis Guedes de. Avaliação
nutricional
de coletividade:
textos de apoio didático. 3. ed. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CUNHA, Lara Natacci. Diet book gestante: tudo o que você deve saber sobre alimentação na
gestação, na lactação e para os bebês. São Paulo: Mandarim, 2001.
LACERDA, Elisa Maria de Aquino (Coord.). Práticas de nutrição pediátrica. Rio de Janeiro:
Atheneu, 2004.
VITOLO, Márcia Regina. Nutrição: a gestação à adolescência. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, 2003.
DISCIPLINA: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II
EMENTA
Fundamentos teóricos do Trabalho de Conclusão. Elaboração da monografia de aprofundamento de
uma temática do curso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BACK, João Miguel. Manual para apresentação de trabalhos acadêmicos: graduação e pósgraduação. 3. ed. Canoas, RS: Salles, 2006.
FOLSCHEID, Dominique; WUNENBURGER, Jean-Jacques. Metodologia filosófica. 3. ed. São
Paulo: Martins Fontes, 2006.
RICOEUR, Paul. Do texto à ação: ensaios de hermenêutica II. Portugal: Rés, s.d.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARROS, Aidil de Jesus Paes de; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto de pesquisa:
propostas metodológicas. 17. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1990.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 6.
ed. São Paulo: Atlas, 2005.
RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 34. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007.
41
4.2.5 Metodologia de Ensino
O ato pedagógico requer um trabalho docente sistemático, intencional e disciplinado.
Considerando a concepção filosófica e pedagógica do Curso de Nutrição para a aplicação das
metodologias de ensino, respeitamos as seguintes diretrizes:
a) Entendimento do currículo como um processo;
b) Concepção político-pedagógica crítico reflexiva;
c) Concepção do ser humano como ser histórico-social, capaz de transformar a si mesmo e a
realidade;
d) Organização integrada das disciplinas e conteúdos;
e) Interdisciplinaridade;
f) Relação indissolúvel entre teoria-prática;
g) Aprendizagem significativa;
h) Valorização dos conhecimentos prévios;
i) Formação docente qualificada.
Para que ocorra a aprendizagem são necessários métodos de ensino adequados; métodos ativos,
que estimulem a ação e reflexão críticas do aluno, fazendo com que o próprio seja o sujeito de sua
aprendizagem e adquira autonomia na forma de “aprender a aprender”. Os métodos são vários e cada
professor irá adotá-los na medida em que se ajustem aos objetivos da disciplina: discussão em grupo;
pesquisas bibliográficas; pesquisas laboratoriais; pesquisas de campo; seminários; estudos dirigidos;
estudo livre; dramatização; demonstração; exposição seguida de debates, aula expositiva e dialogada;
emprego das novas tecnologias de informação e comunicação; palestras e oficinas; saída de campo;
monitorias; elaboração e execução de projetos; e a participação das atividades complementares
planejadas por cada curso, entre outros.
Consideramos que a participação ativa do aluno na sua aprendizagem dá-se de diferentes
formas. Qualquer, porém que seja o método de ensino selecionado, ele deve requerer do estudante a
recuperação do seu saber anterior, com a adição do novo saber, e principalmente o método de ensino
deve possibilitar uma ação reflexiva que leve o aluno a por em prática o seu novo saber, ou seja, o
saber anterior já superado pela ação-reflexão atual, capacitando-o a intervir na realidade,
transformando-a.
A metodologia utilizada pelo corpo docente do Unilasalle é caracterizada pela reflexão-açãoreflexão, busca a contextualização dos saberes, a reflexão dialógica, a investigação científica e a
articulação entre teoria e prática através das práticas interdisciplinares; a construção do conhecimento
deve-se dar de forma participativa, interativa e dialógica, valorizando o aprender contínuo, através de
42
um trabalho que promova a cooperação, o respeito mútuo, a tomada de consciência, o empenho e a
disposição para superar desafios.
4.2.6 Atividades Complementares
As atividades complementares desempenham um papel fundamental na formação do acadêmico
e na sua interação com a realidade social.
Constituem-se em atividades que, a partir do eixo fundamental do currículo, propiciem
experiências teórico-práticas que permitam a flexibilização do mesmo. Assim, devem contemplar a
articulação entre ensino, pesquisa e extensão, assegurando seu caráter interdisciplinar em relação às
diversas áreas do conhecimento.
Essas atividades estão cada vez mais presentes no dia-a-dia acadêmico e possibilitam a
aproximação dos alunos com os conteúdos práticos, além de enriquecer o currículo pessoal e
profissional dos estudantes. As atividades complementares contribuem para a formação cidadã e o
aperfeiçoamento profissional. Os estudantes exercitam a teoria e a prática e têm a oportunidade de
manter contato com o mercado de trabalho, com a comunidade, com pessoas de diferentes culturas e
níveis sociais. A criatividade, a autonomia e a liderança são freqüentemente exercitadas pelos
estudantes quando estão inseridos nas atividades complementares Essas também ajudam o aluno a
desenvolver sua autonomia, por meio de novas experiências acadêmicas e de relacionamentos. Por
outro lado, a instituição ajuda a expandir o horizonte intelectual dos alunos. Isso aumenta as
possibilidades de sucesso do jovem tanto na vida profissional quanto na vida pessoal.
Essas atividades podem se vistas como estratégia didática para garantir a já citada interação
teoria-prática e seguem as Diretrizes Curriculares do Curso e as normas estabelecidas pela Instituição.
Orientam-se, desta maneira, a estimular a prática de estudos independentes, transversais, opcionais, de
interdisciplinaridade, de permanente e contextualizada atualização profissional específica, sobretudo
nas relações do mundo do trabalho, estabelecidas ao longo do curso, notadamente integrando-se às
diversas peculiaridades regionais e culturais.
As atividades complementares devem ser desenvolvidas tendo em vista a formação do
acadêmico propiciando uma complementação de sua postura de estudioso e pesquisador,
integralizando o currículo. No Curso de Nutrição- Bacharelado fazem parte da carga horária total do
currículo, perfazendo um total de 20 horas.
43
4.2.7 Estágio Curricular Supervisionado
O estágio Curricular Supervisionado é obrigatório e é requisito para aprovação e obtenção de
diploma. O estágio curricular supervisionado tem a duração mínima de 660horas. O estágio é
supervisionado e as atividades desenvolvidas pelo estagiário devem ser pertinentes ao campo de
conhecimento da Nutrição.
O Estágio Supervisionado do Curso de Graduação em Nutrição do UNILASALLE é constituído
por atividades teórico-prática de exercício profissional, previstas nas Diretrizes Curriculares do Curso
de Graduação em Nutrição e tem por objetivo complementar a formação acadêmica do aluno através
de vivências nos campos da prática profissional do Nutricionista, sendo indispensável para a colação
de grau.
Os acadêmicos ficam ligados diretamente aos Professores da Disciplina, que orientam e
supervisionam os alunos em suas atividades, e contam ainda com a participação efetiva do
nutricionista da Instituição conveniada com o UNILASALLE, ora denominado preceptor local,
indicado através da coordenação do serviço. As disciplinas Estágio Supervisionado em Unidades de
Alimentação e Nutrição, Estágio Supervisionado em Nutrição Clínica e Estágio Supervisionado em
Saúde Pública são coordenados pelo professor que integra as referidas disciplinas.
4.2.8 Estágio Não Obrigatório
É o estágio desenvolvido como atividade opcional pelos acadêmicos.
A Lei nº 11.788/08 que dispõe sobre o estágio não obrigatório de estudantes destaca que:
§ 2º Estágio não obrigatório é aquele desenvolvido como atividade opcional, acrescida à carga
horária regular e obrigatória. Esta modalidade de prática profissional se caracteriza por não criar
vínculo empregatício de qualquer natureza; possuir carga horária de 6 horas diárias e 30 horas
semanais (para estudantes do ensino superior, da educação profissional de nível médio e do ensino
médio regular); ter duração que não exceda 2 anos, exceto quando se tratar de estagiário com
deficiência; ser facultativo recebimento de bolsa ou outra forma de contraprestação que venha a ser
acordada, bem como a do auxílio transporte; ser assegurado ao estagiário, sempre que o estágio tenha
duração igual ou superior a 1 (um) ano, período de recesso de 30 (trinta) dias, a ser gozado
preferencialmente durante suas férias escolares; aplicar ao estagiário a legislação relacionada à saúde e
segurança no trabalho, sendo sua implementação de responsabilidade da parte concedente do estágio.
No caso do curso de Nutrição, a supervisão dos estágios não obrigatórios é feita pelo
Coordenador do Curso, considerando que as atividades desenvolvidas sejam compatíveis com a
formação profissional de Bacharel em Nutrição, de modo a garantir o caráter educativo e de formação
profissional para o acadêmico estagiário.
44
4.2.9 Trabalho de Conclusão de Curso
O Trabalho de Conclusão de curso encontra-se organizado em duas disciplinas de 60h/aula
cada. No Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC I) o acadêmico inicia o projeto, organizando parte do
referencial teórico, e uma primeira versão das metodologias que serão empregadas. No Trabalho de
Conclusão de Curso II (TCC II) o projeto é aplicado e os resultados obtidos são discutidos e
socializados.
O Trabalho a ser desenvolvido nas duas disciplinas de TCC deve ter caráter investigativo e
seguir o enfoque educacional, vinculando algum tema da Fisioterapia.
No TCC I o acadêmico é acompanhado pelo professor responsável pela disciplina.
A disciplina de TCC II é coordenada pelo Coordenador do curso e cada aluno recebe orientação
de um professor lotado no curso de Nutrição ou outro professor do Unilasalle em comum acordo com a
Coordenação de Curso.
A avaliação da monografia de TCC II é realizada pelo professor orientador através de nota
única, definida até o final do semestre, de acordo com os critérios estabelecidos no formulário de
avaliação de TCC II, fornecido pela Coordenação de Curso no Início do Semestre, e seguindo as
observações debatidas com demais professores orientadores.
Para aprovação nas disciplinas de TCC I e II os acadêmicos devem alcançar nota final igual ou
superior a 6,0 (seis). Não estão previstos Exercícios Domiciliares para as disciplinas de TCC I e II.
As disciplinas de TCCI e TCC II além de terem conteúdo fixado no projeto pedagógico
possuem regulamentação própria, contendo critérios, procedimentos e mecanismos de avaliação e
diretrizes técnicas relacionadas à sua elaboração. As condições gerais para que o aluno desenvolva e
tenha com seu trabalho atendidas exigências para aprovação, obedecerá as regulamentações existentes
na Instituição para Trabalhos de Conclusão de Curso e deverá ser regulamentado pelos conselhos
competentes de Curso e da Instituição. Essa regulamentação segue as Diretrizes Curriculares do Curso
e as normas estabelecidas pela Instituição.
A monografia de conclusão de curso deve ser referente a um tema, escolhido pelo aluno, que
resulte em investigação sobre um problema vinculado à área de conhecimento do curso, devendo
aplicar, para isso, os conceitos e as metodologias estudados durante o curso e vincular o trabalho a uma
das linhas de pesquisa do Programa de Pesquisa do UNILASALLE.
O Curso de Nutrição - Bacharelado do Unilasalle destaca a importância do Trabalho de
Conclusão de Curso por proporcionar aos estudantes a prática da pesquisa direcionada às atividades
específicas do profissional de Fisioterapia.
45
São objetivos específicos do Trabalho de Conclusão: que os acadêmicos apliquem os
conhecimentos obtidos durante o curso; que desenvolvam capacidades e habilidades científicas através
da realização de um projeto de investigação; que elaborem um texto monográfico reflexivo com
sustentação teórica.
O Trabalho de Conclusão de Curso de Nutrição - Bacharelado atende aos critérios estabelecidos
pela resolução nº 190/05 do Conselho Acadêmico do UNILASALLE.
4.2.10 Inter-relação das unidades de estudo na execução do currículo
Verifica-se, nos planos de ensino das disciplinas, que as bibliografias são adequadas,
atualizadas e relevantes. Esse contínuo acompanhamento é resultado dos encontros dos Grupos de
Trabalho. Intracurriculares (GTIs), que se reúnem, sistematicamente, uma vez por semestre, com o
intuito de debater questões relativas ao desenvolvimento das disciplinas, sendo, os Planos de Ensino,
um dos itens em que se dispensa um tempo grande de discussão. Nestes momentos, os professores,
congregados por áreas de conhecimento, discutem as ementas e os programas das disciplinas, bem
como bibliografias, metodologias de ensino e sistema de avaliação. As trocas ocorridas entre eles
resultam em sugestões de modificações e adequações, que se fazem necessárias pelo mutável contexto
em que se está inserido e também pela experiência profissional e acadêmica de cada um no decorrer
dos semestres.
4.2.11 Ensino a Distância - EAD
A Educação a Distância - EAD - é caracterizada como a modalidade educacional na qual a
mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e de aprendizagem ocorre com a utilização de
meios e tecnologias de informação e comunicação, com estudantes e professores desenvolvendo
atividades educativas em lugares e tempos diversos.
A EAD organiza-se por sistemas de gestão e avaliação peculiares, com didática e metodologia
específicas, envolvendo momentos não presenciais e presenciais, objetivando a qualidade do ensino e
da aprendizagem.
De acordo com legislação vigente, no Curso de Nutrição, as atividades de ensino se articulam
em torno de metodologias que envolvem o uso dos recursos de apoio às atividades a distância,
viabilizando a exposição de conteúdos, leituras críticas, fóruns de discussão, bate-papo e elaboração de
trabalhos individuais e em grupo. As disciplinas, nesta modalidade, se utilizam de ambientes virtuais
de aprendizagem (Teleduc ou Moodle). Iniciam com encontros virtuais síncronos, onde o professor
responsável pela disciplina apresenta o plano do trabalho, bem como os objetivos da mesma, a
46
instrumentalização do aluno no ambiente virtual de aprendizagem e inicia a apresentação de conteúdo.
Cada disciplina será ministrada seguindo a seguinte metodologia:
Semanalmente o professor realizará uma aula virtual da sua disciplina, disponibilizando
materiais didáticos em diferentes mídias (textos, áudios e/ou vídeos);
Em datas previamente agendadas, o professor se reunirá “virtualmente” com os alunos,
interagindo com eles via bate-papo e/ou videoconferência. Neste encontro, serão discutidas as
atividades e os conteúdos apresentados na semana. Esta atividade será coordenada pelo professor da
disciplina, que terá a assessoria de um tutor;
Como parte da avaliação da disciplina o professor proporá atividades no ambiente virtual bem
como discussões via fóruns de debates sobre os assuntos tratados no período;
Além destas atividades, entre um encontro e outro, o aluno poderá interagir com o professor ou
tutor, através do uso do correio do ambiente virtual;
Para questões técnicas, como por exemplo dúvidas no acesso ao ambiente virtual, o aluno
também poderá ligar para o setor de EAD do Unilasalle.
No final de cada disciplina em EAD será realizada uma avaliação presencial. Essa avaliação
poderá consistir em provas e/ou apresentação de trabalhos conforme definido no plano de ensino da
disciplina
De acordo com a Resolução CONSUN 418/2008 de 28 de novembro de 2008 que “Aprova a
oferta de disciplinas na modalidade a Distância - EAD nos cursos de graduação presenciais do Centro
Universitário La Salle – Unilasalle” as disciplinas abaixo relacionadas, constantes na Matriz Curricular
do Curso de Nutrição podem ser oferecidas na modalidade de EAD:
1170 - Marketing em Alimentos e Nutrição
0008 - Antropologia Cultural
2604 - Leitura, Produção e revisão de textos
2605 - Fenômenos Culturais Religiosos
2619 - Trabalho de Conclusão de Curso I
1505 - Introdução à Nutrição EAD – (Enfermagem)
4.2.12 Proposta de Avaliação do Processo Ensino-aprendizagem
O sistema de avaliação é concebido como parte essencial e integrante do processo de ensinoaprendizagem. Envolve procedimentos sistemáticos e cumulativos de apuração do desempenho,
manifestado pelo aluno em relação a conhecimentos, habilidades e competências exigidos para o
conhecimento e intervenção na realidade, na busca de uma melhor qualificação profissional.
47
A avaliação é entendida como o processo de diagnosticar, acompanhar e controlar,
sistematicamente, a operacionalização do currículo, realizado com a participação de todos os
segmentos acadêmicos. Abrange dois focos: a Instituição e o Educando, em seu desempenho.
Consideramos que a avaliação do desempenho do aluno é diagnóstica, cumulativa, processual e
participativa; que ela é o resultado do desenvolvimento do aluno, durante todo o processo de ensinoaprendizagem. Tem função reorientadora, servindo de base qualificar o processo educativo, as práticas
pedagógicas e o aperfeiçoamento da Instituição.
Os objetivos da avaliação são: mensurar o grau de evolução da aprendizagem do aluno, para
ajudá-lo a perceber e superar suas fragilidades. Desse modo, a avaliação deverá qualificar e quantificar
o grau de competência adquirida pelo estudante, em comparação com o perfil do profissional a ser
formado. Essa avaliação deve ser sistemática, contínua ou periódica, requerendo do professor um
acompanhamento próximo do aluno.
Outro objetivo da avaliação é a mensuração final do grau de saber adquirido (competência
profissional) pelo aluno para validá-lo legal e oficialmente frente ao saber esperado pela Instituição e
pela sociedade – perfil profissional.
A proposta de avaliação do processo ensino-aprendizagem atende ao prescrito no Regimento do
Unilasalle, isto é:
Art. 93 A avaliação do rendimento acadêmico é feita semestralmente, por disciplina, incidindo
sobre o aproveitamento e a assiduidade.
Art. 94 A avaliação do aproveitamento é concebida como parte essencial e integrante do
processo de ensino-aprendizagem e envolve procedimentos sistemáticos e cumulativos de apuração do
desempenho manifestado pelo acadêmico em relação a conhecimentos, habilidades e competências
exigidos para o conhecimento e intervenção na realidade, para o exercício profissional e científico e
para a formação e a educação integral e continuada.
Art. 95 Os resultados do aproveitamento são expressos sob a forma de notas que variam de 0
(zero) a 10 (dez), com intervalos de 0,1 (um décimo), sendo exigida, no mínimo, a média 6,0 (seis)
para fins de aprovação.
§ 1º O resultado do aproveitamento é expresso através da média aritmética de dois graus (G1,
G2), correspondentes aos bimestres do período letivo, com substituição do grau menor, quando
necessário.
§ 2º As diretrizes didático-pedagógicas que disciplinam e orientam o processo de avaliação do
aproveitamento, em termos de procedimentos, prazos, critérios gerais de apuração, condições e
requisitos para a aprovação nas disciplinas e atividades curriculares são estabelecidas pelo Conselho
Acadêmico.
§ 3º A avaliação específica para acadêmicos com extraordinário aproveitamento nos estudos,
que tem como finalidade abreviar a duração do curso, obedece às disposições legais pertinentes e às
normas estabelecidas pelo CONSEPE.
48
Art. 96 A avaliação da assiduidade compreende a verificação do índice de freqüência do
acadêmico às atividades presenciais, nelas incluídas aulas, seminários, conferências e demais trabalhos
correlatos com a disciplina e indicados pelo docente.
Art. 97 A freqüência mínima exigida para a aprovação é de 75% (setenta e cinco por cento) do
total de horas letivas definidas no Calendário Acadêmico.
Art. 98 As modalidades excepcionais de cumprimento de disciplina ou atividade curricular, na
forma de Regime Especial de Aprendizagem, Regime de Exercícios Domiciliares ou Tutoria,
observam os requisitos legais pertinentes e obedecem a critérios e a condições estabelecidos pelo
Colegiado do Curso e a normas complementares.
Art. 99 As Práticas de Ensino, as Práticas Interdisciplinares, os Estágios Curriculares
Supervisionados, os Estágios Curriculares, os Projetos Finais e os Trabalhos de Conclusão de Curso,
necessários à integralização do currículo dos Cursos de Graduação e, consideradas as obrigatoriedades,
dos Cursos de Graduação Tecnológica, têm normas estabelecidas pelo Conselho Acadêmico.
Parágrafo único. As normas a que se refere o caput deste artigo definem critérios próprios para
a avaliação do rendimento acadêmico.
Art. 100 Os Cursos de Pós-graduação lato sensu e Pós-graduação stricto sensu têm avaliação
própria definida nos respectivos regulamentos.
Art. 101 O acadêmico pode recorrer do resultado final da avaliação mediante requerimento ao
Coordenador do Curso, encaminhado através do Setor de Protocolo, até quarenta e oito horas após a
publicação do resultado.
§ 1º A revisão do resultado é competência dos docentes e é realizada sob supervisão do
Coordenador do Curso.
§ 2º Da decisão final do docente, após a revisão, não cabe recurso.
4.2.13 Auto-avaliação do curso
O curso será avaliado através dos instrumentos abaixo
• Avaliação institucional (prevista no PDI e aplicada anualmente pela CPA; o relatório dos
resultados é encaminhado ao coordenador para correção dos desvios).
• Resultados das avaliações realizadas pelos alunos nas disciplinas.
• Resultados das avaliações externas executadas pelo MEC.
• Auto-avaliação dos professores.
4.3 Núcleos de Apoio
Com o objetivo de atribuir mais qualidade ao processo ensino-aprendizagem, o Unilasalle criou
diversos núcleos para atendimento aos interesses e necessidades de seu corpo docente e discente. Esses
núcleos são responsáveis por ações que visam assessorar os professores em suas atividades didático49
pedagógicas e aos alunos em suas dificuldades, sejam elas de ordem acadêmica, psicológica, adaptativa
ou de escolha profissional. São eles:
4.3.1 Núcleo de apoio didático-pedagógico aos docentes - NAP
O Núcleo de Apoio Pedagógico aos docentes (NAP) tem como objetivo assessorar a PróReitoria Acadêmica na dinamização dos processos e práticas pedagógicas para que essas sejam
consoantes com os princípios institucionais e com a Proposta Educativa Lassalista.
Atua conjuntamente com outros segmentos da instituição fomentando um clima institucional
que reflita a inspiração e vivência cristã lassalistas contribuindo para que as relações interpessoais
sejam facilitadoras do surgimento do bem-estar docente e favorecendo a assunção e comprometimento
com a identidade lassalista.
Desenvolve também ações para auxiliar os docentes nas questões relativas às dimensões
didático-pedagógicas assessorando os coordenadores de cursos nos processos de (re)construção de
práticas gestoras consoantes com os princípios filosóficos lassalistas e institucionais; acompanhamento
e formação continuada de professores do Unilasalle buscando assegurar a proposição de espaços que
contemplem as dimensões de formação pessoal e profissional.
4.3.2 Núcleo de apoio aos discentes
Com o objetivo de oferecer um serviço de qualidade que atenda aos acadêmicos em suas
diferentes necessidades e interesses, garantindo condições adequadas, tanto pedagógicas como
administrativas, sociais e psicológicas, o Unilasalle disponibiliza uma série de programas de
atendimento aos discentes. Entre eles, o
a) Serviço de Atendimento ao Acadêmico- SAAC, um serviço estruturado a partir da Missão,
da Visão e dos Princípios da Instituição, qualificado para atender, de forma individual, personalizada e
acolhedora, aos acadêmicos.
O SAAC, com o intuito de satisfazer com rapidez e eficácia as necessidades dos acadêmicos,
conta com o apoio de diversos serviços, dentre eles:
A Ouvidoria que foi integrada ao SAAC para que os acadêmicos tivessem a sua disposição um
local acolhedor para encaminhar suas manifestações de desconforto, elogios ou críticas referentes ao
Unilasalle, com a certeza do acompanhamento de seus processos.
b) O Setor de Convênios, Estágios e Intercâmbio responsável por:
50
• Conveniamento com instituições/empresas públicas e privadas em âmbito regional, nacional
e internacional;
• Estágios - Curriculares Obrigatórios e não Obrigatórios.
Intercâmbio Acadêmico. O Setor de Convênios, Estágios e Intercâmbios do Unilasalle tem
por finalidade coordenar convênios, programas de estágios externos e internos e intercâmbios em nível
regional, nacional e internacional. Para a escolha de
estagiários internos existe um processo
permanente de seleção, acompanhamento e controle do desempenho, uma vez que os mesmos recebem
incentivos financeiros.
A Instituição conta com uma Central de Estágios curriculares destinada a atender os alunos em
todas as questões referentes a estágios, tais como: convênios, locais de estágios, encaminhamento de
documentação, orientações específicas, acompanhamento e controle do desempenho do aluno.
c) Programa de Bolsa Assistencial, instituído pelo Centro Universitário La Salle, tem por
objetivo atender a alunos impossibilitados de concluir seus estudos nos cursos de graduação oferecidos
por esta Instituição de Ensino. As bolsas serão preferentemente concedidas, em caráter de
complementação, a alunos regularmente matriculados e que forem selecionados nos termos do
regulamento: Edital a ser aberto a cada processo seletivo. A finalidade é suprir as carências individuais
de modo a possibilitar o maior número possível de alunos assistidos, observados os requisitos de
aproveitamento, desempenho e situação socioeconômica do estudante. O Edital, inscrições e as demais
informações de cada processo seletivo ficam à disposição no site através do Programa de Bolsa
Assistencial.
A área de Projetos Sociais também desenvolve programas que garantem o acesso e
permanência do acadêmico na instituição através de ações temporárias e permanentes como: ProUni Programa Universidade para Todos e FIES - Financiamento Estudantil da Caixa Econômica Federal.
4.3.3 Núcleo de apoio Psicopedagógico ao Discente
A Orientação Vocacional e Profissional (OVP) foi incorporada ao SAAC a fim de oferecer aos
acadêmicos um espaço de acolhimento e diferença, criando possibilidade de reflexão sobre os
elementos que constituem o projeto profissional de cada pessoa. Através deste serviço, são
apresentadas propostas que oportunizam espaços de reflexão sobre a escolha da profissão a acadêmicos
do Unilasalle que queiram repensar o curso em andamento, alunos do Ensino Médio da Rede La Salle
e de escolas públicas, e candidatos da comunidade.
51
4.3.4 Mecanismos de Nivelamento
O Centro Universitário La Salle oferece no início de cada semestre um Programa de
Nivelamento que tem como objetivo a qualificação e o aprimoramento do nível acadêmico. O
programa constitui-se de ações sistematizadas que se propõem a elevar o desempenho de todos os
alunos ingressantes no Unilasalle. Para a concretização do programa, a Instituição oferece dois
projetos:
Projeto 1: que tem como objetivo promover o desenvolvimento da habilidade textual em Língua
Portuguesa através de estratégias de leitura e de escrita aplicadas a textos diversificados;
Projeto 2: que tem como objetivo desenvolver habilidades conceituais na área da matemática.
4.3.5 Atendimento Extraclasse
a) Programa de monitoria
O programa de monitoria foi instituído em junho de 1998, tendo iniciado suas atividades em
agosto do mesmo ano. Atualmente está regido pela Resolução do CONSUN (Conselho Universitário)
n° 163/2004 de 30 de abril de 2004.
A monitoria possui duas modalidades: a monitoria de acompanhamento acadêmico e a de
laboratório:
1) a monitoria de acompanhamento acadêmico destina-se a assessorar os alunos que apresentam
dificuldades de aprendizagem em determinados conteúdos, num regime de extraclasse. Os monitores
são selecionados anualmente através de um edital, nele são definidas as áreas de conhecimento que
terão monitores de acompanhamento.
2) a monitoria de laboratório tem o objetivo de atender alunos no desenvolvimento das
atividades práticas de laboratório, bem como assessorar o técnico responsável na manutenção e
conservação dos equipamentos.
3) a monitoria voluntária – criada em 18 junho de 2004 pela Resolução n° 142/2004 do
CONSEPE (Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão), tem objetivo de oferecer a figura do monitor
voluntário. Ele pode exercer a monitoria de Acompanhamento Acadêmico, de Laboratório ou em
Projetos Didático-Pedagógicos. Para exercer essa função, o aluno deve dirigir-se, no início do
semestre, à coordenação do seu curso e manifestar sua intenção de fazê-la indicando uma área de
conhecimento e sua disponibilidade horária.
A maioria dos cursos do Unilasalle reconhece a monitoria como atividade complementar.
52
b) Programa de Iniciação Científica
O programa de Iniciação Científica – PROIC é um programa para atividades científicas em
projetos de pesquisa cadastrados no Programa Unilasalle de Pesquisa – PROUP, destinado aos
acadêmicos dos cursos de graduação e realizado sob a coordenação e orientação de um pesquisador.
Tem por objetivo principal a qualificação da formação acadêmica e estimular a iniciação dos
graduandos na pesquisa científica, constituindo-se, portanto, numa modalidade de investimento
acadêmico. Além disso, visa produzir conhecimentos para a melhoria da qualidade de vida, atuar como
agente multiplicador e estimulador de práticas e idéias entre os acadêmicos do curso e a sociedade em
geral, melhorar a qualidade da aprendizagem e divulgar os resultados obtidos em eventos científicos.
5 DIMENSÃO: CORPO DOCENTE
5.1 Núcleo Docente Estruturante - NDE
5.1.1 Composição
Professor
Stela Maris Herrmann
Norma Anair Possa Marroni
Francisco Fernando de
Castilho Koller
Alessandra Marqueze
Trícia Cristine Kommers
Albuquerque
Rosana Maria Carolo da Costa
e Silva
Carmem Kieling Franco
Fernanda Miraglia
Francisco Amaro
Formação
Titulação
Nutricionista
CRN2 0498
Bióloga
Biólogo
Doutora
8
Doutora
Mestre
4 horas
8
8
Doutora
4
12
Médica
Veterinária
Bióloga
Nutricionista
CRN2 1993
Nutricionista
CRN2 2358
Nutricionista CRN
2 4526
Nutricionista
CRN2
Joelso Peralta
Livia Trois de Oliveira
Josiane Siviero
Delmar Bizani
Rosa Paula Pires
Nutricionista
CRN2
Nutricionista
CRN2 4699
Nutricionista
CRN2 1993
Médico
Veterinário
Química
Horas/sala Horas/sala
Nutrição Outros cursos
Doutora
extensão
pesquisa
Horas
de estágio
4
8
8
0
12
Mestre
12
Especialista
8
(variável)
Mestre
16
12
Mestre
8
Graduado
8
Mestre
Licenciada
Doutora
Licenciada
Doutor
8
Mestre
8
10
8
8
TOTAL DE PROFESSORES: 14
53
TITULAÇÃO
DOUTOR
MESTRE
ESPECIALISTA
GRADUADO
5.1.2
NÚMERO
5
6
2
1
PERCENTUAL
36%
43%
14%
7%
RTI
RTP
RTH
21%
0%
79%
Funções e características do NDE
O Núcleo Docente Estruturante é composto por docentes com a titulação de doutores e mestres
e possui como função a criação, implantação e consolidação do Projeto Pedagógico do Curso de
Nutrição. Tem como competência a operacionalização do curso buscando atender aos padrões de
qualidade necessários a uma excelente formação do profissional.
5.2 Coordenação do Curso
Nome
Titulação
Acadêmica
Regime de
Trabalho
Stela Maris Herrmann
Doutora
40 horas
Tempo de
Experiência
Docente
24 anos
Tempo de Experiência
Profissional
25 anos
6 DIMENSÃO: INSTALAÇOES FÍSICAS
6.1 Equipamentos
6.1.1 Acesso dos docentes a equipamentos de informática e à rede
Os docentes têm acesso aos equipamentos de informática através de 10 laboratórios que são
utilizados nos três turnos, de segunda a sexta-feira e sábados pela manhã e tarde. A Instituição dispõe
de 9 laboratórios de informática exclusivamente para aulas (314-1, 316-1, 316A-1, 316C-1, 318-1,
323-1, 324-1, 325-1, 418-1).
Para a utilização dos laboratórios de informática os professores deverão efetuar cadastro no
domínio LABIN dirigindo-se à sala de coordenação. Toda utilização será realizada através de
agendamento prévio.
O ingresso nos laboratórios de aula será permitido somente com a presença do professor da
respectiva turma sendo expressamente proibido sair e deixar alunos sozinhos no laboratório. Não é
permitido ao professor a instalação de jogos e software nos laboratórios. As solicitações para instalação
de software (licenciados, freeware / shareware) devem ser realizadas apenas por professores com
antecedência de no mínimo 48 horas. O professor que necessitar utilizar notebook ao término da
atividade deverá conectar o microcomputador que foi desinstalado da rede, observando o cumprimento
dessa norma também pelos alunos.
54
Os professores que utilizam o LABIN podem disponibilizar material didático para os alunos
através do uso do diretório público. Para isso é necessário solicitar à coordenação a criação de uma
pasta com o seu nome na qual cada professor poderá criar as pastas necessárias conforme as suas
disciplinas. Para postar seu material o professor deverá acessar a rede do LABIN (apenas local). Este
diretório poderá ser visualizado pelos alunos através do site do LABIN. Os professores que utilizam o
diretório público devem realizar uma limpeza periódica em sua pasta, deixando apenas os arquivos
necessários às aulas mais imediatas. Visamos com isso, possibilitar que mais professores utilizem esse
recurso de compartilhamento de arquivos com seus alunos, tendo em vista que o espaço é limitado.
6.1.2 Acesso dos alunos a equipamentos de informática
Os alunos têm acesso aos equipamentos de informática através de 10 laboratórios que são
utilizados nos três turnos, de segunda a sexta-feira e sábados pela manhã e tarde. A Instituição dispõe
de 9 laboratórios de informática exclusivamente para aulas (314-1, 316-1, 316A-1, 316C-1, 318-1,
323-1, 324-1, 325-1, 418-1).
Os alunos também dispõem de 1 laboratório de uso individual nos três turnos, que situa-se na
sala 326-1. Essa sala possui 54 computadores, sendo que 17 possuem gravador de CD e DVD- DL,
entrada USB para uso de notebook, palmtop, pen driver, câmera digital e demais mídias necessárias
para o trabalho acadêmico. Também dispõem de 2 computadores conectados a dois scanners para
capturar imagens e textos pertinentes aos seus trabalhos, assim como o software Virtual Vision para
atender aos alunos com necessidades educativas especiais. Mais 3 computadores para uso exclusivo à
internet, para acesso ao portal dos alunos (consulta de notas, empréstimo e renovação de livros na
Biblioteca etc) e uso de correio eletrônico.
Para as aulas, são sete laboratórios com 20 computadores cada e dois laboratórios com 18
computadores, sendo que desse total 40 possuem gravador de CD e DVD- DL e entrada USB e 76
computadores que possuem drive CD e entrada USB.
O ingresso nos laboratórios de aula é permitido somente com a presença do professor da
respectiva turma. O uso individual só é permitido perante a apresentação da carteira estudantil ou
documento de identificação contendo número de matrícula. Qualquer acesso aos equipamentos do
laboratório se dá, única e exclusivamente, através de senha pessoal.
Os alunos podem realizar seus trabalhos acadêmicos através dos inúmeros softwares,
aplicativos, linguagens e demais ferramentas computacionais instaladas nos laboratórios, podem
utilizar a Internet para elaborar pesquisas com fins educacionais e podem usar os serviços de correio
eletrônico.
55
Todos os alunos têm acesso à Internet e à rede do LABIN. O acesso à Internet é ilimitado,
respeitando-se as normas de utilização dos laboratórios de informática que estão em consonância com
a Resolução da Reitoria Nº 003/2002 de 29 de julho de 2002, que “define políticas, normas e
procedimentos que disciplinam a utilização dos equipamentos, recursos e serviços de informática do
Unilasalle”. Essas normas estão disponíveis no site do LABIN: http://www.labin.unilasalle.edu.br.
Cada aluno possui uma senha que lhe dá acesso a um espaço no servidor, redimensionado a
cada início de semestre de acordo com a quantidade de alunos matriculados, onde o aluno pode
armazenar seus arquivos durante o semestre: pasta de uso pessoal/Home Director. Também são
disponibilizadas cópias de CDs para os alunos quando necessário. Além desse espaço pessoal no
servidor, a rede disponibiliza um espaço público para os professores armazenarem arquivos necessários
às suas aulas sendo que os alunos podem acessar esse material através da Internet. O LABIN também
dispõe de um diretório temporário (T:/), que serve para compartilhar arquivos entre os alunos.
6.1.3 Software – Labin
É política da instituição a disseminação do uso de software livre. Embora todos os
computadores possuam sistema operacional Windows, em alguns laboratórios utiliza-se também o
Linux. A descrição dos softwares instalados em cada laboratório está disponível no site do LABIN:
http://www.labin.unilasalle.edu.br/laboratorios.htm.
Alguns cursos possuem softwares específicos (licenciados), conforme segue:
Nutrição: Sistema Brand Brasil de Alimentação, Sistema Brand Brasil - Dietoterapia e o Diet
Win - software de avaliação nutricional.
Contábeis: Account e RADAR.
Computação - Licenciatura: software de autoria Imagine.
Matemática: Maplle 11.
6.1.4 Recursos audiovisuais e multimídia
Com a finalidade de proporcionar aos docentes um melhor desenvolvimento de suas práticas
pedagógicas o Unilasalle dispõe de: projetores de multimídia; retropojetores; videos cassete
acompanhado de TV29”; DVD’s acompanhado de TV29”; mini systems; computadores e projetor de
slide.
A Instituição conta com dois auditórios equipados e um salão de atos com capacidade para 530
pessoas para a realização de formaturas, palestras, seminários e encontros programados pelos cursos.
56
6.2 Instalações e Laboratórios Específicos
6.2.1 Laboratório de Técnica Dietética (LTD)
Este laboratório permite que sejam enfocadas as técnicas de seleção, pré-preparo, preparo,
armazenamento de alimentos (de diferentes grupos alimentares) e a confecção de cardápios simples ou
requintados; visando adquirir conhecimentos práticos sobre manipulação, conservação e higienização
dos gêneros alimentícios. Proporciona ao aluno a oportunidade de verificar diversas formas de cocção
de alimentos e planejamento dietético.
É utilizado frequentemente nas aulas práticas das disciplinas de Técnica Dietética I e Técnica
Dietética II, Nutrição Materno Infantil, Dietoterapia I e II, Educação Nutricional, Tecnologia dos
Alimentos, Ciclos da Vida I, II e II; e eventualmente por outras disicplinas e atividades. No LTD
também são realizadas oficinas, treinamentos e mini cursos relacionados com a culinária, a dietética e a
gastronomia.
O laboratório de técnica dietética é dividido em cinco bancadas (cozinhas experimentais),
equipadas de maneira semelhante e uma bancada demonstrativa completa (com espelho voltado aos
observadores). Possui capacidade para atender em média 20 alunos por aula.
6.2.2 Centro Saúde Escola
O Centro Saúde – Escola é um núcleo interdisciplinar e multiprofissional de integração do
ensino-pesquisa-extensão a fim de promover a saúde de pessoas carentes da comunidade, de forma
integral e preventiva através de atividades educativas, informativas e intervencionistas, atendendo a
demanda populacional direcionada pelo sistema municipal de saúde, educação e assistência social nas
áreas da Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente, do Adulto, do Trabalhador e do Idoso.
O Centro Saúde Escola atende em duas unidades: uma localizada em Nova Santa Rita (CSE
NSR) e outra em Canoas no Centro de Assistência Social La Salle (Casalle).
Áreas de ação do Curso de Nutrição:
1. Saúde da Criança e do Adolescente – CSE NSR
2. Saúde da Mulher – CSE NSR
3. Saúde do Adulto – CSE NSR
4. Grupo Bem-viver
5. Saúde do Adulto – CASALLE
57
6.3 Biblioteca
6.3.1 Espaço físico e acervo
A Biblioteca do Centro Universitário La Salle está situada no térreo e primeiro andar do prédio
5, campus Canoas. Encontra-se distribuída em uma área de 1.289,62m², sendo que no andar térreo
estão abrigados os acervos de referência, de livros e de coleções especiais, além dos guarda-volumes,
balcão de atendimento, setor de restauro, 15 salas de estudo em grupo e sala de vídeo com capacidade
para 16 pessoas. No primeiro piso estão os acervos de periódicos, vídeos, teses, dissertações,
monografias e terminais de consulta à internet. Nesse andar localiza-se o salão de estudos equipado
com mesas de uso individual e para grupos, além de poltronas confortáveis para leitura de jornais e
revistas. Todos os ambientes são climatizados para um maior conforto térmico aos usuários, bem como
para a conservação do material bibliográfico.
6.3.2 Instalações para o acervo, estudos individuais e em grupo
A área construída da Biblioteca soma 1.289,62m² , dividida conforme abaixo:
1. Área total destinada ao armazenamento dos acervos: 504,02m².
Acervo de livros e multimeios: 385,12m².
Acervo de periódicos: 91,35m².
Acervo das coleções especiais: 27,55m².
2. Área destinada aos usuários: 458,83m².
Área total destinada às salas de estudos: 141,28m².
Área total da sala de vídeo: 21,81m².
Área total destinada às mesas de estudos em grupo e individual e acesso à internet: 228,52m².
Área de circulação de materiais e guarda-volumes: 67,22m².
3. Área total destinada aos setores administrativos: 66,52m².
Sala de coordenação: 16,06m².
Sala do bibliotecário de referência: 7,50m².
Setor de processamento técnico e aquisição: 30,56m².
Setor de restauro: 12,40m².
58
6.3.3 Informatização
A Biblioteca encontra-se informatizada através do software Pergamum, funcionando de forma
integrada da aquisição ao empréstimo, inclusive com serviços disponíveis via internet. Os módulos que
o sistema dispõe são: catalogação (utilizando o formato MARC21, o que permite o intercâmbio de
informações entre acervos das bibliotecas em nível internacional); classificação; pesquisa ao catálogo
online; empréstimo domiciliar com reservas e renovações via internet (o sistema envia e-mails
automaticamente aos usuários informando-os da data de vencimento do empréstimo ou liberação de
reservas); banco de dados para intercâmbio de publicações com outras instituições brasileiras e
internacionais reserva de cabines para estudo e de microcomputadores para pesquisa à internet. A
Biblioteca disponibiliza aos usuários acesso à internet por rede sem fio (wireless).
6.3.4 Políticas Institucionais de aquisição, expansão e atualização do acervo e formas de sua
operacionalização.
Visando cumprir o seu papel de apoio ao ensino, à pesquisa e à extensão, a Biblioteca procura
atualizar e expandir o seu acervo de forma equilibrada. Para isso possui e divulga a política de
aquisição, expansão e atualização do acervo seguindo alguns critérios.
a) Atendimento aos critérios e responsabilidades definidos na Política de Desenvolvimento de
Coleções (disponível no site do Unilasalle – link da Biblioteca).
b) Fixação de um plano orçamentário com verba específica para cada curso.
c) Aquisição permanente de novos títulos, atendendo a indicações de docentes, discentes e
corpo técnico-administrativo, previstos ou não nas bibliografias dos Planos de Ensino.
d) Ampliação da aquisição de periódicos especializados.
e) Ampliação do sistema de permuta e doação com outras instituições de Ensino Superior.
f) Ampliação das redes de informação, parcerias e intercâmbios.
6.3.5 Serviços
A Biblioteca oferece serviços que atendam às necessidades da comunidade acadêmica (alunos,
professores e técnicos administrativos), alguns desses também estendidos à comunidade externa.
6.3.6 Serviços (condições, abrangência e qualidade)
Os principais serviços oferecidos pela Biblioteca La Salle são: acesso ao catálogo online,
terminais de acesso à internet, internet sem fio (wireless), comutação bibliográfica, consulta local,
59
educação de usuários, sugestões de leitura, empréstimo local, empréstimo domiciliar, empréstimo entre
bibliotecas, orientação a normatização de trabalhos acadêmicos, biblioteca digital e visitas orientadas.
6.3.7 Recursos Humanos
A Biblioteca possui em seu quadro funcional três bibliotecários, onze auxiliares de biblioteca e
um estagiário, totalizando 15 pessoas.
6.3.8 Políticas de conservação e expansão do espaço físico, normas de segurança e formas de sua
operacionalização
Conforme Aditamento nº 01/2007 ao Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI 2004-2008,
aprovado em resolução nº 009/2007 da Sociedade Porvir Científico, Mantenedora do Unilasalle altera
o texto que se refere a conservação e expansão do espaço físico da biblioteca. Segue o texto atualizado
do PDI, item 13.3 Biblioteca:
A Instituição prevê a ampliação física da biblioteca ocupando o térreo e segundo andar do
prédio 5. Serão realizadas reformas de forma a propiciar um espaço adequado para estudos e
armazenamento de seu acervo, além da acessibilidade aos portadores de necessidades especiais.
Os dois andares contemplarão além do acervo, aumento das salas de estudos em grupo,
aumento das mesas de estudos em grupo e individuais, sala de vídeo, setor de obras raras, setor
administrativo, setor de restauro e hemeroteca.
6.4 Infraestrutura de acessibilidade às pessoas portadoras de necessidades especiais
Em atendimento, ao prescrito na Portaria nº 3284/03 de 07 de novembro de 2003, referente às
condições de acesso aos portadores de necessidades especais a Instituição conta com:
a. várias rampas de acesso, com inclinações adequadas, que permitem o deslocamento dos
portadores de necessidades especiais aos locais de uso coletivo;
b. elevadores com espaços suficientes para colocação de cadeiras de rodas que permitem acesso
aos diversos pavimentos dos prédio;
c. sanitários mais espaçosos e equipados com barras de apoio nos boxes;
d. vagas especiais nos parques de estacionamento.
7
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
•
Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Nutrição
•
Plano de Desenvolvimento Institucional
•
Projeto Pedagógico Institucional
60
Download

CENTRO UNIVERSITÁRIO LA SALLE UNILASALLE