FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO
CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO
CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO
Projeto Pedagógico
Curso de Nutrição
Bacharelado
Machado - MG
2015
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Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado
Diretor Presidente:
Profº Guilherme Machado
Diretora de Educação
Profº Odila Rivelli
Coordenadora Geral - CESEP
Profº Eledir Helena Souza Reis
Curso de Nutrição
Coordenadora
Profª. Esp. Ana Carolina Brasil e Bernardes
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SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO ..........................................................................................................6
1 – PERFIL INSTITUCIONAL ......................................................................................6
1.1 – Denominação ...........................................................................................................6
1.2 – Histórico Institucional .............................................................................................6
1.3 – Missão ......................................................................................................................7
1.4 – Objetivos Institucionais ...........................................................................................8
1.5 – Princípios Educacionais que norteiam a prática pedagógica institucional ..............9
1.6 – Inserção Regional ...................................................................................................12
2 – CONTEXTO EDUCACIONAL ...............................................................................13
2.1 – Histórico do Curso ..................................................................................................13
2.2 - Objetivo do Curso ....................................................................................................15
3 – PERFIL EGRESSO ...................................................................................................16
3.1 – Perfis Profissiográficos ...........................................................................................16
3.2 – Competências e Habilidades ...................................................................................17
4 – ESTRUTURA CURRICULAR .................................................................................20
4.1 – Organização Curricular ...........................................................................................20
4.2 – Representação Gráfica do Perfil de Formação ........................................................22
4.3 – Matriz Curricular do Curso de Nutrição .................................................................23
4.4 – Componentes Curriculares ......................................................................................26
5 – METODOLOGIA ......................................................................................................51
6 – SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E
APRENDIZAGEM...........................................................................................................53
7 – AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL ...........................................................................54
8 – ESTÁGIO SUPERVISIONADO ...............................................................................55
9 – ATIVIDADES COMPLEMENTARES ....................................................................56
10 – TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO .......................................................57
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11 – APOIO AO DISCENTE ..........................................................................................58
12 – TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TIC’S NO
PROCESSO ENSINO E APRENDIZAGEM .................................................................58
13 – NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) .................................................59
14 – CORPO DOCENTE .................................................................................................60
15 – INFRAESTRUTURA DE APOIO ..........................................................................60
16 – FORMAS DE ACESSO AO CURSO ....................................................................61
17 – ANEXOS .................................................................................................................62
ANEXO 1 - ......................................................................................................................62
ANEXO 2 - ......................................................................................................................71
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QUADRO DE DESCRITORES DO CURSO DE NUTRIÇÃO
Denominação do Curso
Nutrição
Tipo
Bacharelado
Modalidade
Presencial
Regime
Seriado semestral
Carga horária do curso (DCN)
3.200 horas
Carga horária do curso (PPC)
3.264 horas
Processo Seletivo
Anual
Número de Vagas
40
Turno de funcionamento
Noturno, sendo diurno nos dois últimos
semestres.
Última mudança
19/06/2015
curricular
Tempo de Integralização
Mínimo = 8 semestres
Máximo = 12 semestres
Coordenador do Curso
Formação do Coordenador
Profª Esp. Ana Carolina Brasil e Bernardes
Graduada em Nutrição e Especialista em
Nutrição Humana e Saúde
Regime de Trabalho do
Horista
Coordenador
Tempo de Trabalho de
Integral
Coordenação
Autorização
Reconhecimento
Renovação de Reconhecimento
Diretrizes Curriculares
Nacionais
APRESENTAÇÃO
1. Perfil Institucional da IES
1.1.
Denominação
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• Nome: Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado
• Endereço: Av. Athayde Pereira de Souza, 730
Centro.
• CEP/ Município/Estado: 37.750-000 – Machado (MG)
• e-mail: [email protected]
1.2. Histórico da instituição
O Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado tem uma grande tradição no ensino
superior. Sua história tem início no ano de 1968 quando foram aprovados os primeiros cursos da
então Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras "Prof. José Augusto Vieira" - FAFIMA, autorizada
pelo Parecer CEE/MG 12/1968, de 20 de fevereiro de 1.968, publicado em 20 de fevereiro de
1.968. A implantação da IES representou um momento histórico para a comunidade regional. Até
então o acesso ao nível superior era privilégio dos poucos que tinham condições de buscar a sua
formação em centros maiores. Além disso, coerentemente com as necessidades mais urgentes da
comunidade, os cursos autorizados eram na área da licenciatura. Portanto, a criação da
instituição, preocupada em formar profissionais voltados para a educação, permitiu equacionar um
sério problema que era a da falta de professores qualificados para o ensino de primeiro e segundo
graus (atual ensino básico). Inserida no extremo sul do Estado, em uma microrregião até então
pouco desenvolvida, mas fazendo deste fator adverso sua principal motivação, a Faculdade de
Filosofia, Ciências e Letras "Prof. José Augusto Vieira" - FAFIMA tornou-se um ponto de referência
educacional na região. Apesar das dificuldades, a Instituição lançou raízes fortes e profundas,
cresceu, consolidou-se e naturalmente nasceu a perspectiva para novos horizontes. As
necessidades da sociedade local, reclamando mais oportunidades de ensino em nível superior,
motivaram a Mantenedora a ampliar suas ofertas de cursos e serviços. Surgiu então a Faculdade
de administração e Finanças de Machado – FAAFI, pelo Decreto 71.440 de 27 de novembro de
1972 e em seguida a Escola Superior de Agricultura e Ciências de Machado – ESACMA, pelo
Decreto 74.315 de 23 de julho de 1.974.
Em 2004 a Instituição pioneira passou por uma unificação com as demais Faculdades,
resultando deste processo o Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado. A alteração
regimental que formalizou a mudança foi aprovada em 29 de fevereiro de 2003 pelo Egrégio 3
Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais ratificada pelo Decreto Estadual de 29 de
janeiro de 2004, publicado em 30 de janeiro de 2004.
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Atualmente a Instituição vivencia uma nova situação para atender a ADIN 2501/DF e ao
disposto no Edital SESu Nº 1 de 22 de janeiro de 2009. Até então sob a supervisão do Conselho
Estadual de Educação de Minas Gerais, o CESEP passou a integrar o sistema federal de ensino.
Isto tem significado enorme esforço para a adaptação às normas e exigências diferenciadas
estabelecidas pelo Ministério da Educação.
1.3. Missão
Formar cidadãos com competência técnica e compromisso social, e transmitir valores éticos
de disciplina, respeito, liberdade e seriedade. Ao se analisar o papel da educação nos dias atuais,
alguns aspectos se evidenciam, como:
• mundo globalizado;
• exigência da comunidade, aspirando por melhores padrões de consumo e qualidade de vida;
• rápido avanço da tecnologia;
• educação como forma de desenvolvimento;
• educação como forma de inserção social.
Estes fatores fazem com que os profissionais de diferentes áreas revejam suas práticas e
leiam as repercussões que essa nova realidade impõe às pessoas e aos trabalhadores. Neste
sentido o ensino superior tem o papel fundamental da formação de recursos humanos que atuem
como cidadãos do mundo, além de trabalhadores qualificados, inseridos nesta realidade em
transformação.
A atuação do Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado está sintonizada com esta
realidade. A Instituição busca a formação de profissionais com competência, aptos para inserção
em setores da vida produtiva, que possam contribuir para o desenvolvimento da sociedade
regional e brasileira, críticos, participantes ativos em suas comunidades e estabelecendo com esta
uma relação de reciprocidade. Ao mesmo tempo estende seu olhar para a função social inerente a
uma instituição de ensino superior. A mesma tem consciência da responsabilidade social que a
acompanha. Por isso caracteriza suas ações pelo comprometimento com a comunidade,
buscando a democratização das oportunidades educacionais e criando condições de inserção
social para os egressos do ensino médio da região.
Ao formar profissionais capacitados, está ainda contribuindo para um processo de
desenvolvimento sustentável que é hoje um dos anseios da sociedade.
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A Instituição preocupa-se enfim, em todas as suas ações, buscar o equilíbrio entre
competência técnica-científica e competência humanística. Sua ação se orienta, não só pelos
desafios científico-tecnológicos mas, também pela questão ética.
1.4. Objetivos institucionais
Em síntese, são objetivos e finalidades do Centro Superior de Ensino e Pesquisa de
Machado:
I. Formar profissionais e especialistas nas diferentes áreas de conhecimento, habilitando-os para
inserção nos setores profissionais e para participação no desenvolvimento da sociedade regional e
brasileira;
II. Preparar profissionais com base na constituição de competências, habilidades, atitudes, valores
e na aquisição, construção e produção de conhecimentos indispensáveis a sua formação;
III. Congregar cursos de graduação, pós-graduação, oferecidos em nível superior, bem como
outros programas especiais em seus diversos níveis;
IV. Estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento
reflexivo;
V. Proporcionar ao estudante condições e meios para uma educação integral, o que inclui os
valores humanos, científicos e tecnológicos, conquistas da tradição e da modernidade, pelos quais
devem se pautar os atos de seus dirigentes e professores, sobretudo na aplicação correta e
rigorosa dos preceitos legais e regimentais;
VI. Incentivar a investigação científica, visando o desenvolvimento da educação e da tecnologia e
da criação e difusão da cultura, notadamente em nível regional. Desse modo, desenvolver o
entendimento do homem e do meio em que vive, com vistas a uma ação consciente sobre a
realidade através da educação;
VII. Promover a extensão, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação
cultural e da pesquisa científico-tecnológica geradas na instituição, em benefício da comunidade
local, regional e brasileira;
VIII. Manter relações com estabelecimentos congêneres e instituições de pesquisa, quer sejam
públicas, particulares, nacionais ou internacionais, para intercâmbio de ideias;
IX. Desenvolver as metodologias de educação à distância.
X. Suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional, possibilitando a
correspondente concretização, integrando os conhecimentos que serão adquiridos numa estrutura
intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração.
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1.5. Princípios educacionais que norteiam a prática pedagógica institucional
A prática acadêmica está alicerçada em uma integração com a sociedade onde está
inserida. Isto se dá ao se considerar toda a região como campo de atividade didática, ao se firmar
parcerias com instituições públicas e privadas, ao se oferecer programas e cursos para a
comunidade, ao se estabelecer canais eficientes de comunicação com a mesma, finalmente ao se
conduzir um programa eficiente e eficaz de extensão.
“A primeira questão que se coloca para a universidade, a fim de que ela possa redefinir seu
papel, diz respeito a que modelo ou estratégia de desenvolvimento ela está a serviço.” Duas
alternativas extremas podem ser esboçadas aqui: o modelo concentrador, que busca aproximar o
país do padrão internacional pelo fortalecimento científico-tecnológico de determinados setores da
sociedade, a partir do qual se aceita a exclusão de enormes segmentos sociais e, de outro lado, o
modelo includente, para o qual o desenvolvimento deve ser igualitário, centrado no princípio da
cidadania como patrimônio universal, de modo que todos os cidadãos possam partilhar os
avanços alcançados.
De qualquer forma, um papel se impõe à universidade contemporânea: Trata-se de sua
função social. Aquela que se orienta pelo direito de todas as pessoas à vida digna. Mais ainda, no
contexto desta nova sociedade do conhecimento, a que propicia a ampliação democratizante do
acesso a esse conhecimento. Ela deverá se orientar, em primeira instância, não só pelos desafios
tecnológicos, mas também pela questão ética que diz respeito a toda a amplitude da existência
humana. Assim, parece fundamental que a universidade, por todas as suas ações, busque o
equilíbrio entre vocação técnico-científica e vocação humanística. Nesta “intersecção parece
residir o amplo papel de instituição promotora da cultura”. (Plano Nacional de Graduação).
Se, a Instituição deve estar a serviço da comunidade onde está inserida, bastam serem
analisadas as características regionais dentro de um contexto mais amplo, para que se possa
definir o papel a ser desenvolvido por ela no seu trabalho educacional.
Cidade pequena, sem peso político, Machado é mais uma entre as centenas do Estado a
disputar a atenção e recursos do governo estadual. À sociedade cabe parcela significativa na
implementação de ações que viabilizem o seu desenvolvimento. O Centro Superior de Ensino e
Pesquisa de Machado também tem consciência que a solução dos problemas regionais não pode
ser de responsabilidade apenas dos poderes legalmente constituídos. Assim, a Instituição assume
sua responsabilidade social e busca realizar um trabalho amplo indo muito além do que seria seu
eventual compromisso, dentro do conceito de uma Instituição de Ensino. Sabe - se que é
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primordial para o desenvolvimento, que a região, coloque como alternativa, privilegiar os seus
recursos humanos.
Portanto, a filosofia de trabalho está focada em uma ação educacional diferenciada, para a
formação de um profissional apto ao mercado de trabalho, ético, crítico e criativo, dotado de
competências, comportamentos e habilidades e que tenha de forma muito clara, consciência de
suas responsabilidades perante a sociedade, contribuindo para a melhoria do meio no qual
convive.
Para formar diplomados aptos para inserção em todos os setores profissionais, que
participem no desenvolvimento da sociedade regional e brasileira, é fundamental que o processo
ensino-aprendizagem seja alicerçado em uma integração com a sociedade onde está inserida.
Esta proposta está organizada com base:
I. Na autonomia didático-científica e administrativa e de gestão financeira e patrimonial;
II. No cumprimento das normas gerais da educação nacional e avaliação da qualidade pelo Poder
Público;
III. Na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB – Lei 9.394/96;
IV. No Regimento da Instituição;
V. Nas Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a organização e o funcionamento dos cursos
superiores;
VI. No Plano de Desenvolvimento Institucional;
VII. Nos Planos Pedagógicos dos Cursos.
E centra-se:
I. Numa função política, capaz de colocar a educação como fator de inovação e mudanças na
região;
II. Numa função ética, de forma que, ao desenvolver a sua missão, a Instituição observe dissemine
os valores positivos que dignificam o homem e a sua vida em sociedade;
III. Numa proposta de transformação social, voltada para a região;
IV. No comprometimento da comunidade acadêmica com o desenvolvimento do País e
em
especial da região do município de Machado, sua principal área de atuação;
V. num modelo de gestão que tem como metas: a relevância da educação, a busca constante da
qualidade da educação ofertada e a construção de uma sociedade justa e solidária.
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1.6. Inserção Regional
O Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado está localizado em Machado,
município mineiro encravado na região conhecida como Sul de Minas Gerais, e tem área de
influência com abrangência que vai muito além da sede, atingindo entre outros municípios:
Silvianópolis, Poço Fundo, São João da Mata, Serrania, Divisa Nova, Campestre, Bandeira do Sul,
Botelhos, Paraguaçu, Fama, Areado, Alterosa, Carvalhópolis, Turvolândia, Cordislândia, Elói
Mendes, Carmo da Cachoeira.
O Sul de Minas Gerais viu iniciar-se na década de noventa uma radical transformação em
seu perfil econômico. A região de Machado não foi exceção. Antes dependente do setor primário,
com o processo da industrialização, os municípios começaram a crescer em ritmo acelerado. O
programa de incentivo fiscal instituído pelo Governo Mineiro privilegiou de forma especial o
extremo sul do Estado, em razão da proximidade com os grandes centros consumidores que são,
Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro e pelo acesso facilitado com a duplicação da rodovia
Fernão Dias. Essa característica fez com que a região passasse a ser uma das alternativas,
quando se intensificou o processo de deslocamento industrial da capital de São Paulo para o
interior do Brasil, provocada pela pressão sindical, custo da mão-de-obra e a dificuldade de
expansão física das unidades produtoras nas áreas de tradição industrial. Desta forma, muitas
indústrias foram deslocadas ou implantadas no Sul Mineiro. A prosperidade é uma realidade,
ainda que em vários aspectos a infraestrutura frágil, e a falta de mão de obra qualificada
representem um problema recorrente.
Movida por esse crescimento, a região de Machado teve suas funções urbanas
reestruturadas de forma a requerer profissionais para atuar nas múltiplas atividades econômicas e
sociais responsáveis pelo desenvolvimento.
Por outro lado, é reconhecida nacionalmente, a revolução promovida na educação pelo
Estado de Minas Gerais - principalmente na área do ensino fundamental, e o crescimento
exponencial de matrículas no ensino médio em todo Brasil.
A conjugação dos dois aspectos comentados, que são o crescimento econômico regional e
o desenvolvimento educacional no ensino básico, provocou grande procura por vagas no ensino
superior e consequentemente a necessidade de investimentos na criação de novos cursos
superiores.
A atuação do Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado busca atender aos
anseios da comunidade regional, contribuindo, através da prática educacional com a promoção
social, cultural, cívica e moral do cidadão e com o desenvolvimento da comunidade e da região.
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Resumidamente pode-se dizer que a formação de profissionais qualificados é fundamental
para um processo de desenvolvimento econômico/social da região.
2 CONTEXTO EDUCACIONAL
2.1 Histórico do Curso
A demanda da sociedade pelo profissional em Nutrição e a procura, por parte dos jovens,
por esta profissão, despertaram o Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado para a
necessidade da criação de um curso de Nutrição no sul do Estado de Minas Gerais.
O Conselho Federal de Nutricionistas faz especificações distintas com relação ao número de
nutricionistas necessário para cada tipo de serviço de alimentação, considerando as
características e o número de comensais atendidos. Minas Gerais possui mais de 40.000
indústrias cadastradas na Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais – FIEMG, além de
inúmeros hospitais, clínicas, creches, ambulatórios, Instituições de Longa Permanência para
Idosos. Considerando que cada setor de produção de alimentos para coletividades deve ter pelo
menos um nutricionista, observa-se que o mercado para este profissional é amplo e tende a
crescer.
A proposta de criação do curso de Nutrição do Centro Superior de Ensino e Pesquisa de
Machado, em 2015, constituiu uma nova etapa na formação de profissionais qualificados para
atuarem nos serviços de Nutrição, ao mesmo tempo em que reafirmou o compromisso da
Instituição em promover melhores condições de saúde e qualidade de vida para a população.
A partir do relatório elaborado pela Comissão de Verificação in loco designada pelo CEE n°
82, de 13 de outubro de 2004, a coordenação do curso de Nutrição acatou as sugestões
apresentadas pela referida Comissão Avaliadora.
O Projeto Pedagógico do Curso, criado em 2015. As mudanças incluíram uma revisão geral
da estrutura curricular, principalmente em relação à distribuição das disciplinas nos períodos. Tais
alterações tiveram como objetivo atender, de forma mais adequada, às Diretrizes Curriculares
Nacionais do curso de Nutrição, viabilizando um melhor entendimento do conteúdo programático.
A partir das exigências legais de aplicação do sistema de horas, em detrimento de
horas/aula, houve a necessidade de adaptação da matriz curricular, objetivando alcançar a carga
horária mínima de 3.200 horas.
No Projeto Pedagógico atualizado, diante das necessidades observadas e sinalizadas pelo
corpo docente. Tais mudanças incluíram aumento de carga horária e desmembramento de alguns
componentes curriculares, reorganização dos estágios, além de mudanças na disposição dos
componentes curriculares nos períodos. A carga horária das anteriormente denominadas
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Disciplinas Optativas, foram inseridas na carga horária de disciplinas obrigatórias e as atividades
desenvolvidas nas mesmas passaram a ser realizadas como Projetos de Extensão, com constante
participação dos acadêmicos, e crescimento do número de Projetos, sobretudo em Ambulatórios.
2.2 Objetivos do curso
O curso de Nutrição tem como objetivo geral formar profissionais que tenham condições de
atuar em todas as áreas do conhecimento em que Alimentação e Nutrição se apresentem
fundamentais para a promoção, prevenção, recuperação e reabilitação da saúde de indivíduos ou
grupos populacionais, contribuindo para o desenvolvimento econômico, social e cultural do país e,
especialmente, da região na qual se localiza e a qual diretamente serve, por si e/ou em
colaboração com outras entidades públicas ou privadas.
O curso de Nutrição do Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado objetiva
também, mais especificamente, formar profissionais habilitados para atuar nas seguintes áreas:
a) Nutrição Social: Atuando nos programas de alimentação em creches, escolas, Vigilância
Sanitária de alimentos, em políticas e programas de educação, segurança e vigilância
nutricional e alimentar;
b) Nutrição Clínica: atuando em consultórios, ambulatórios, hospitais, postos de saúde e clínicas
especializadas, em equipes multiprofissionais de saúde e terapia nutricional;
c) Serviços de Alimentação: gerenciando e programando alimentação em empresas e
restaurantes, exercendo controle de qualidade dos alimentos;
d) Outras áreas como Marketing em Alimentação e Nutrição, e Nutrição Esportiva, previstas na
Resolução do CFN nº 380/2005, também são contempladas neste Projeto Pedagógico,
proporcionando a base de formação em áreas de atuação recente do nutricionista.
3 PERFIL DO EGRESSO
3.1. Perfis Profissiográfico
O perfil profissiográfico almejado do curso se caracteriza por oferecer uma formação
generalista, humanista e crítica, capacitando o egresso a atuar, visando à segurança alimentar e à
atenção dietética, em todas as áreas do conhecimento em que a alimentação e a nutrição se
apresentem fundamentais para a promoção, manutenção e recuperação da saúde e para a
prevenção de doenças de indivíduos ou grupos populacionais, contribuindo para a melhoria da
qualidade de vida, pautado em princípios éticos, com reflexão sobre a realidade econômica,
política, social e cultural.
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A profissão do nutricionista foi regulamentada pela Lei n° 5.276 de 24 de abril de 1967, a
qual foi revista e ampliada com a sanção da Lei nº 8.234 de 17 de setembro de 1991.
De acordo ainda com a Lei 8.234, publicada no Diário Oficial da União (DOU) n° 181 de 18
de setembro de 1991, o perfil profissiográfico do curso deve capacitar o egresso para executar as
seguintes atividades privativas dos nutricionistas:
a)
direção, coordenação e supervisão de cursos de graduação em nutrição;
b) planejamento, organização, direção, supervisão e avaliação de serviços de alimentação e
nutrição;
c)
planejamento, coordenação, supervisão e avaliação de estudos dietéticos;
d) ensino de matérias profissionalizantes dos cursos de graduação em nutrição;
e)
ensino das disciplinas de nutrição e alimentação nos cursos de graduação da área de saúde e
outras afins;
f)
auditoria, consultoria e assessoria em nutrição e dietética;
g) assistência e educação nutricional à coletividades ou indivíduos, sadios ou enfermos, em
instituições públicas e privadas e em consultório de nutrição e dietética;
h) assistência dietoterápica hospitalar, ambulatorial e em nível de consultórios de nutrição e
dietética, prescrevendo, planejando, analisando, supervisionando e avaliando dieta para
enfermos.
Atribuem-se, também, aos nutricionistas as seguintes atividades, desde que relacionadas com
alimentação e nutrição humanas:
a)
elaboração de informes técnico-científicos;
b) gerenciamento de projetos de desenvolvimento de produtos alimentícios;
c)
assistência e treinamento especializado em alimentação e nutrição;
d) controle de qualidade de gêneros e produtos alimentícios;
e)
atuação em marketing na área de alimentação e nutrição;
f)
estudos e trabalhos experimentais em alimentação e nutrição;
g) prescrição de suplementos nutricionais, necessários à complementação da dieta;
h) solicitação de exames laboratoriais necessários ao acompanhamento dietoterápico;
i)
participação em inspeções sanitárias relativas a alimentos;
j)
análises relativas ao processamento de produtos alimentícios industrializados;
k) participação em projetos de equipamentos e utensílios na área de alimentação e nutrição.
A Lei supracitada afirma, ainda, que é obrigatória a participação de nutricionistas em
equipes multidisciplinares, criadas por entidades públicas ou particulares e destinadas a planejar,
coordenar, supervisionar, implementar, executar e avaliar políticas, programas, cursos nos
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diversos níveis, pesquisas ou eventos de qualquer natureza, direta ou indiretamente relacionados
com alimentação e nutrição, bem como elaborar e revisar legislação e códigos próprios desta
área.
3.2 Competências e Habilidades
O Projeto Pedagógico do curso de Nutrição, atendendo à Resolução CNE/CES n°5, de 7 de
novembro de 2001, prescreve as seguintes competências e habilidades gerais na formação do
nutricionista:
a) Atenção à saúde: os profissionais de saúde, dentro de seu âmbito profissional, devem estar
aptos a desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, tanto
em nível individual quanto coletivo. Cada profissional deve assegurar que sua prática seja
realizada de forma integrada e contínua com as demais instâncias do sistema de saúde,
sendo capaz de pensar criticamente, de analisar os problemas da sociedade e de procurar
soluções para os mesmos. Os profissionais devem realizar seus serviços dentro dos mais
altos padrões de qualidade e dos princípios da ética/bioética, tendo em conta que a
responsabilidade da atenção à saúde não se encerra com o ato técnico, mas sim, com a
resolução do problema de saúde, tanto em nível individual como coletivo;
b) Tomada de decisões: o trabalho dos profissionais de saúde deve estar fundamentado na
capacidade de tomar decisões visando ao uso apropriado, eficácia e custo-efetividade, da
força de trabalho, de medicamentos, de equipamentos, de procedimentos e de práticas. Para
este fim, os mesmos devem possuir competências e habilidades para avaliar, sistematizar e
decidir as condutas mais adequadas, baseadas em evidências científicas;
c) Comunicação: os profissionais de saúde devem ser acessíveis e devem manter a
confidencialidade das informações a eles confiadas, na interação com outros profissionais de
saúde e o público em geral. A comunicação envolve comunicação verbal, não-verbal e
habilidades de escrita e leitura; o domínio de, pelo menos, uma língua estrangeira e de
tecnologias de comunicação e informação;
d) Liderança: no trabalho em equipe multiprofissional, os profissionais de saúde deverão estar
aptos a assumir posições de liderança, sempre, tendo em vista o bem estar da comunidade. A
liderança envolve compromisso, responsabilidade, empatia, habilidade para tomada de
decisões, comunicação e gerenciamento de forma efetiva e eficaz;
e)
Administração e gerenciamento: os profissionais devem estar aptos a tomar iniciativas,
fazer o gerenciamento e administração tanto da força de trabalho, dos recursos físicos e
materiais e de informação, da mesma forma que devem estar aptos a ser empreendedores,
gestores, empregadores ou lideranças na equipe de saúde; e
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f)
Educação permanente: os profissionais devem ser capazes de aprender continuamente,
tanto na sua formação, quanto na sua prática. Desta forma, os profissionais de saúde devem
aprender a aprender e ter responsabilidade e compromisso com a educação e o
treinamento/estágios das futuras gerações de profissionais, mas proporcionando condições
para que haja benefício mútuo entre os futuros profissionais e os profissionais dos serviços,
inclusive, estimulando e desenvolvendo a mobilidade acadêmico/profissional, a formação e a
cooperação através de redes nacionais e internacionais.
O curso de Nutrição, ao longo do processo de formação técnico-educacional, busca
também desenvolver em seus alunos o seguinte conjunto de habilidades e competências
específicas:
a)
promover a saúde através da melhoria do padrão alimentar, elevando a qualidade de vida das
populações e contribuindo para a solução dos problemas nutricionais diversos;
b) planejar, organizar, dirigir, supervisionar e avaliar serviços de alimentação e nutrição;
c)
gerenciar e programar alimentação em empresas e restaurantes;
d) atuar nos programas de alimentação em creches, escolas e vigilâncias sanitárias de
alimentos;
e)
atuar em consultórios, ambulatórios, hospitais, Unidades Básicas de Saúde e Clínicas
Especializadas na sua Área de Conhecimento;
f)
pautar-se sempre em princípios éticos em todas as áreas de atuação.
4 ESTRUTURA CURRICULAR
4.1 Organização Curricular
A graduação em Nutrição deve formar o profissional em três grandes áreas: Saúde
Coletiva, Unidade de Alimentação e Nutrição - UAN e Clínica.
Conforme disposto na Resolução CFN n° 380/2005, as atribuições do nutricionista nestas
área de atuação, são:
a) Saúde Coletiva: Compete ao nutricionista, no exercício de suas atribuições em Saúde
Coletiva, prestar assistência e educação nutricional à coletividade ou indivíduos sadios, ou
enfermos, em instituições públicas ou privadas e em consultório de nutrição e dietética, através de
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ações, programas, pesquisas e eventos, direta ou indiretamente relacionados à alimentação e
nutrição, visando à prevenção de doenças, promoção, manutenção e recuperação da saúde;
b) Unidade de Alimentação e Nutrição - UAN: Compete ao nutricionista, no exercício de
suas atribuições em Unidade de Alimentação e Nutrição, planejar, organizar, dirigir, supervisionar
e avaliar os serviços de alimentação e nutrição. Ainda, realizar assistência e educação nutricional
à coletividade ou indivíduos sadios ou enfermos em instituições públicas ou privadas;
c) Nutrição Clínica: Compete ao nutricionista, no exercício de suas atribuições em Nutrição
Clínica, prestar assistência dietética e promover educação nutricional a indivíduos, sadios e
enfermos, em nível hospitalar, ambulatorial, domiciliar e em consultórios de nutrição e dietética,
visando à promoção, manutenção e recuperação da saúde.
Seguindo as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de Nutrição e para melhor
apresentação quanti-qualitativa, os componentes curriculares foram distribuídos em conteúdos de
formação voltados a cada ciência, conforme apresentados a seguir e no Quadro 1:
1. Ciências Biológicas e da Saúde
2. Ciências Sociais, Humanas e Econômicas
3. Ciências da Alimentação e Nutrição
4. Ciências dos Alimentos
Quadro 1: Componentes curriculares distribuídos segundo Conteúdos de Formação, por período
do curso:
Conteúdos de
Formação
Ciências Biológicas
e da Saúde
Ciências Sociais,
Humanas e
Econômicas
Ciências da Alimentação e
Nutrição
Ciências dos
Alimentos
Outros
componentes
Iniciação à Nutrição
-
-
Período
1° período
2° período
3° período
4° período
Anatomia Humana
Bioquímica
Estrutural
Citologia e
Genética
Histologia e
Embriologia
Bioquímica
Aplicada à
Nutrição
Fisiologia Humana
Microbiologia e
Imunologia
Parasitologia
Fisiopatologia
Epidemiologia
Cálculos Aplicados
à Nutrição
Metodologia
Científica
Psicologia
Aplicada à
Nutrição
Bioestatística
Economia
Sociologia
-
-
-
Avaliação Nutricional I
Nutrição e Dietética da Criança e
do Adolescente
Técnica Dietética I
Avaliação Nutricional II
Nutrição e Dietética do Adulto e
Idoso
Técnica Dietética II
Composição e
Propriedade dos
Alimentos
Análise de
Alimentos
Microbiologia de
Alimentos
Higiene e
Controle dos
Alimentos
Tecnologia dos
Alimentos
-
-
17
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO
CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO
5° período
6° período
Saúde Pública
Farmacologia
Aplicada à nutrição
7° período
CARGA
HORÁRIA
TOTAL
-
704
-
-
Administração e
Marketing
Controle de Custos
em Administração
em Unidade de
Alimentação e
Nutrição - UAN
Ética e Orientação
Profissional
-
8º período
Administração em Unidade de
Alimentação e Nutrição - UAN
Educação Nutricional Nutrição e
Exercício Físico
Nutrição Materno Infantil I
Patologia da Nutrição e
Dietoterapia I
-
288
Nutrição em Saúde Coletiva
Nutrição Experimental
Nutrição Materno Infantil II
Patologia da Nutrição e
Dietoterapia II Planejamento em
Administração em Unidade de
Alimentação e Nutrição – UAN
-
Vigilância
Sanitária
Patologia da Nutrição e
Dietoterapia III
-
-
-
1072
352
Trabalho de
Conclusão de
Curso I
Trabalho de
Conclusão de
Curso II
Estágio
Supervisionado
em Unidades de
Alimentação e
Nutrição
Estágio
Supervisionado
em Saúde
Coletiva I
Trabalho de
Conclusão de
Curso III
Estágio
Supervisionado
em Nutrição
Clínica
Estágio
Supervisionado
em Saúde
Coletiva II
Atividades
Complementare
s
848
4.2 Representação Gráfica do Perfil de Formação
Representam-se, em forma gráfica, os cinco conteúdos de formação, dentro dos quais os
componentes curriculares estão inseridos, ilustrando o perfil de formação dos egressos do curso.
São eles: Ciências Biológicas e da Saúde, Ciências Sociais, Humanas e Econômicas, Ciências da
Alimentação e Nutrição, Ciências dos Alimentos e outros (Estágios Supervisionados, Trabalho de
Conclusão de Curso e Atividades Complementares).
18
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO
CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO
4.3 Matriz Curricular do Curso de Nutrição
PERÍODO
1º
2º
3º
4º
COMPONENTE CURRICULAR
Teórica
CARGA HORÁRIA
ExtraPrática
classe
48
16
16
16
96
16
-
Anatomia Humana
Bioquímica Estrutural
Cálculos Aplicados à Nutrição
Citologia e Genética
Histologia e Embriologia
Iniciação à Nutrição
Metodologia Científica
Psicologia Aplicada à Nutrição
SUBTOTAL
Bioestatística
Bioquímica Aplicada à Nutrição
16
48
32
48
48
32
32
32
288
32
48
Composição e Propriedade dos Alimentos
Economia
Fisiologia Humana
Microbiologia e Imunologia
Parasitologia
Sociologia
SUBTOTAL
Análise de Alimentos
Avaliação Nutricional I
Fisiopatologia
Microbiologia de Alimentos e Higiene e
Controle dos Alimentos
Nutrição e Dietética da Criança e do
Adolescente
Técnica Dietética I
SUBTOTAL
Avaliação Nutricional II
Epidemiologia
Saúde Pública
Nutrição e Dietética do Adulto e Idoso
Técnica Dietética II
Tecnologia dos Alimentos
SUBTOTAL
48
32
48
48
16
32
304
32
32
48
16
16
16
16
80
32
32
16
32
32
48
32
288
32
48
48
48
32
32
288
16
32
96
32
16
16
16
32
32
96
-
Total
64
64
32
64
64
32
32
32
384
32
64
64
32
64
64
32
32
384
64
64
64
64
64
64
384
64
64
64
64
64
64
384
19
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO
CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO
5º
6º
7º
8º
Administração em Unidades de
Alimentação e Nutrição - UAN
Nutrição em Saúde Coletiva
Nutrição e Exercício Físico
Nutrição Materno Infantil I
Patologia da Nutrição e Dietoterapia I
Terapia Nutricional Enteral e Parenteral
SUBTOTAL
Farmacologia Aplicada à Nutrição
Educação Nutricional
Nutrição Experimental
Nutrição Materno Infantil II
Patologia da Nutrição e Dietoterapia II
Planejamento em Unidades de Alimentação
e Nutrição - UAN
Trabalho de Conclusão Curso I
Vigilância Sanitária
SUBTOTAL
Administração e Marketing
Controle de Custos em Unidades de
Alimentação e Nutrição - UAN
Estágio Supervisionado em Saúde Coletiva
I
Estágio Supervisionado em Unidades de
Alimentação e Nutrição - UAN
Ética e Orientação Profissional
Patologia da Nutrição e Dietoterapia III
Trabalho Conclusão de Curso II
SUBTOTAL
Estágio Supervisionado em Nutrição
Clínica
Estágio Supervisionado em Saúde Coletiva
II
Trabalho de Conclusão de Curso III
SUBTOTAL
TOTAL
Atividades Complementares
TOTAL GERAL
Língua Brasileira de Sinais - Libras (Optativa)
48
16
-
64
48
48
32
48
32
272
32
48
32
32
48
16
16
16
16
32
96
16
32
16
16
-
64
64
48
64
64
368
32
64
64
48
64
48
32
16
32
16
16
-
288
32
96
-
-
32
32
384
-
32
32
16
16
112
112
224
224
336
224
32
64
32
528
224
112
112
336
672
80
752
32
368
3.184
80
3.264
32
-
-
32
48
16
144
16
16
48
-
-
16
16
1.888
1.888
16
16
624
624
OBS. Os Estágios Supervisionados são realizados no 7º e 8º períodos, no turno diurno.
20
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO
CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO
INDICADORES FIXOS
Estrutura Curricular
Componentes Curriculares teóricos e práticos
Horas
2.512
Estágio Supervisionado
672
Atividades Complementares
80
TOTAL GERAL
3.264
21
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO
CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO
4.4 Componentes Curriculares
4.4 Componentes Curriculares
1º PERÍODO
Anatomia Humana
Ementa
Introdução ao estudo da anatomia. Osteologia, músculos e junturas. Sistema nervoso, sistema sensorial e sistema
endócrino. Sistema circulatório. Sistema respiratório. Sistema digestório. Sistema urinário, sistema genital feminino e
masculino.
Bibliografia Básica
DÂNGELO, J. G., FATTINI, C. A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 2. ed. Atheneu, 2006.
MOORE, K. L.; DALLEY, A. F.; AGUR, A.M.F. Anatomia orientada para a clínica. 4. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2011.
PUTZ, R.;PABST, R. (Eds.). Sobotta atlas de anatomia humana. 22.ed. Rio de Janeiro: 2006. 2v
Bibliografia Complementar
NETTER, F. H. Atlas de anatomia. 3.ed. Artmed, 2006.
DIDIO, L.J.A. Sinopse de anatomia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1974.
GARDNER, E.G.; DONALD J.;O'RAHILLY, R. Anatomia: estudo regional do corpo humano. 4. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1988.
GRAY, H. Anatomia. 29. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1977.
SPENCE, A.P. Anatomia humana básica. 2. ed. Barieri: Manole, 1991.
WOLF-HEIDEGGER, G. Atlas de anatomia. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1981.
Bioquímica Estrutural
Ementa
Átomos, Ligações químicas e Moléculas. Principais funções orgânicas. Água, pH, sistema tampão. Forças
intermoleculares. Aminoácidos e proteínas. Grupo heme e Proteínas transportadoras de oxigênio. Enzimas, coenzimas
e vitaminas. Carboidratos. Lipídios. Introdução ao metabolismo.
Bibliografia Básica
BERG, J.M., Bioquímica.5. ed: Guanabara Koogan, 2002.
MARZZOCO, A. Bioquímica básica. 3. ed. Guanabara Koogan, 2007.
NELSON, D.L. Princípios de Bioquímica de Lehninger. 5. ed: Artmed, 2011.
Bibliografia Complementar
DEVLIN, T.M. Manual de bioquímica com correlações clínicas. 6. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2007.
MURRAY, R.K. et. al. Harper: bioquímica. 8. ed. São Paulo: Atheneu, 1998.
OLSZEWER, E. Radicais livres em medicina. 2. ed. São Paulo: Fundo Editorial BYK, 1997.
PRATT, C.W.; CORNELLY, K. Essential biochemistry. New York: John Wiley & Sons, 2004.
VOET, D.; VOET, J. G. Fundamentos de bioquímica: a vida em nível molecular. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
Cálculos Aplicados à Nutrição
Ementa
22
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO
CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO
Operações matemáticas: proporcionalidade, percentagem, sistema de unidades de temperatura, comprimento, massa e
tempo, algarismos significativos. Funções, gráficos e equações. Funções logarítmicas: significado numérico do pH,
equação de energia livre.
Bibliografia Básica
BOULOS, P. Pré-cálculo. São Paulo: Makron Books, 2008.
DINIZ, F.R.C. Cálculo Aplicado à Nutrição. Belo Horizonte: AMEI, 2001.
FOUST, A.L.; WENZEL, L.A.; CLUMP, C.W.; MAUS, L.; ANDERSEN, L.B. Princípios das operações unitárias. 2.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
Bibliografia Complementar
BOULOS, P. Cálculo diferencial e integral: volume 1. São Paulo: Makron Books, 2006.
DANTE, L. R. Matemática: contexto & aplicações. 2. ed. São Paulo: Àtica, 2000. 3v.
GOMIDE R. Manual de operações unitárias. 2. ed. São Paulo: R. Gomide,
Citologia e Genética
Ementa
Bases moleculares da constituição celular; membrana plasmática: digestão celular, interação célula-matriz extracelular,
citoesqueleto; comunicações intercelulares. Aspectos gerais da célula vegetal. Estrutura e função dos cromossomos e
genes; princípios de genética molecular; base molecular e bioquímica de algumas doenças, com ênfase nas de enfoque
nutricional; genética e desenvolvimento. Diferenciação celular, ação gênica, regulação das atividades celulares.
Bibliografia Básica
ALBERTS, B. Biologia molecular da célula.4. ed.: Artmed, 2006.
GRIFFITHS, A. J. F. et al. Introdução à genética. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO. J. Biologia celular e molecular. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.
Bibliografia Complementar
CARVALHO, H.F.; RECCO-PIMENTEL, S.M. A célula 2001. São Paulo: Manole, 2001.
LIMA, C.P. Genética humana. 3. ed. 1996.
NORA, J. J.; FRASER, F. C. Genética médica. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991.
NUSSBAUM, R.L; McINNES, R.R.; WILARD, H.F. Thompson & Thompson genética médica. 6. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2002.
VALLE, F. C. Práticas de citologia e Genética. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
Histologia e Embriologia
Ementa
Estudo dos sistemas e aparelhos, com ênfase no aparelho digestório e glândulas do tubo digestivo. Estudo do
desenvolvimento embrionário geral e da embriologia dos principais sistemas e aparelhos com ênfase no aparelho
digestório.
Bibliografia Básica
JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO, J. Histologia básica. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.
MOORE, K. L.; PERSAUD, T. V. N. Embriologia básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
ROSS, M. H.; PAWLINA, W. Histologia: texto e atlas em correlação com biologia celular e molecular 6. ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.
23
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO
CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO
Bibliografia Complementar
Di FIORI, M. S. H. Atlas de histologia. 7. ed. São Paulo: Guanabara Loogan, 1997.
GLEREAN, A. Manual de histologia: texto e atlas para estudantes da área de saúde. São Paulo: Atheneu, 2003.
MOORE, K.L.; PERSAUD, T.V.N. Embriologia clínica. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
SADLER, T. W. Langman embriologia médica. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
TELSER, A.G.; YOUNG, J.K.; BALDWIN, K.M. Histologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
Iniciação à Nutrição
Ementa
Introdução ao estudo da nutrição. O desenvolvimento da ciência da nutrição e sua inter-relação com outras ciências. A
Grade Curricular do Curso de Nutrição. A profissão de Nutricionista no Brasil. Organizações profissionais e sociedades
científicas. Introdução ao estudo da nutrição: nutrientes, recomendações e necessidades nutricionais.
Bibliografia Básica
CUPPARI, L. (Org.). Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto. 2. ed.: Manole, 2007.
DE ANGELIS, R. C.; TIRAPEGUI, J. Fisiologia da Nutrição Humana: aspectos básicos, aplicados e funcionais. 2. ed.
São Paulo: Atheneu, 2007.
GALISA, M.S.; ESPERANÇA, L.M.B.; SÁ, N.G. Nutrição: conceitos e aplicações. São Paulo: Mbooks, 2008
Bibliografia Complementar
BRASIL. Lei nº 8.234, de 17 de setembro de 1991. Regulamenta a profissão de nutricionista e determina outras
providências.
Diário
Oficial
da
União.
18
de
setembro
de
1991.
Disponível
em:
http://www.cfn.org.br/novosite/conteudo.aspx?IDMenu=56.
CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS - CFN. Resolução nº 380, de 28 de dezembro de 2005. Diário
Oficial
da
União.
10
de
janeiro
de
2006;
Seção
1.
Disponível
em:
http://www.cfn.org.br/novosite/pdf/res/2005/res380.pdf
CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS. Inserção profissional dos nutricionistas no Brasil. Brasília: CFN,
2006.
CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS - CFN. Perfil da atuação profissional do nutricionista no Brasil.
Brasília: CFN, 2006.
MAHAN, L.K.; ESCOTT-STUMP, S. Krause alimentos, nutrição e dietoterapia. 11. ed. Roca, 2005.
VANNUCCHI, H. MARCHINI, J.S (Coords.) Nutrição clínica: nutrição e metabolismo. Rio de Janeiro: Guanabra
Koogan, 2007.
Metodologia Científica
Ementa
Análise dos procedimentos técnicos e metodológicos de preparação, execução e apresentação da pesquisa científica. O
assunto da pesquisa. A delimitação do problema. Preparação da coleta de dados. Estudo das formas de elaboração dos
trabalhos acadêmicos.
Bibliografia Básica
LAKATOS, E. M; MARCONI, M. A. Metodologia do trabalho científico. 6. ed.: Atlas, 2006.
24
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO
CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO
GIL, A.C. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
JACOBINI, M.L.P. Metodologia do trabalho acadêmico. 4. ed. Campinas: Alínea, 2011.
Bibliografia Complementar
ASSOCIACAO BRASILEIRA DE NORMAS TECNICAS – ABNT. Informação e documentação referências –
elaboração: NRB 6023/2000. Rio de Janeiro: ABNT, 2002.
BREVIDELLI, M.M.; SERTÓRIO, S.C.M. TCC: Trabalho de conclusão de curso: guia prático para docentes e alunos
da área da saúde. 4. ed. São Paulo: Iátria, 2013.
SAMPIERI, R.H.; COLLADO, C.F.; LUCIO, M. del P.B. Metodologia de pesquisa. 5. ed. Porto Alegre: Penso, 2013.
SCHNAIDER, T.B. Manual de metodologia científica e recursos técnicos. Pouso Alegre: [s.n], 2012.
SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2009.
Psicologia Aplicada à Nutrição
Ementa
Psicologia como ciência do comportamento humano. Visão geral do desenvolvimento humano; aspectos emocionais,
efetivos e cognitivos. Comportamento social. Relações familiares. A psicogênese de hábitos e transtornos alimentares.
Percepção da atitude nas relações nutricionista-paciente; nutricionista-cliente além de princípios éticos indispensáveis
para a formação profissional.
Bibliografia Básica
BOCK, A.M B.; FURTADO, O.; TEIXEIRA, M.L T. Psicologias: uma introdução ao estudo da psicologia. São Paulo:
Saraiva, 2011.
CUNHA, L.N. Anorexia, bulimia e compulsão alimentar. São Paulo: Atheneu, 2008.
DAVIDOFF, L.L. Introdução à psicologia. São Paulo: Makron, 2009.
Bibliografia Complementar
BEE, H. L. A criança em desenvolvimento. Harbra, 1986.
DAVIDOFF, L.L. Introdução à psicologia. Pearson, 2006
2º Período
Bioestatística
Ementa
Estatística descritiva: apresentação tabular e gráfica de dados; medidas de tendência central; medidas de dispersão;
medidas de assimetria. Inferência estatística: teoria geral da amostragem.
Bibliografia Básica
CALLEGARI-JACQUES, S.M. Bioestatística: princípios e aplicações. 1: Artmed, 2006. (tem nova edição
CALLEGARI-JACQUES, S.M. Bioestatística: princípios e aplicações. Porto Alegre: Artmed, 2008.
PEREIRA, J.C.R. Bioestatística em outras palavras. São Paulo: EDUSP, 2010. SUCHMACHER, M. GELLER, M.
Bioestatística passo a passo. Rio de Janeiro: Revinter, 2005.
Bibliografia Complementar
CRESPO, A. A. Estatística fácil. 18. ed. Saraiva, 2005.
25
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO
CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO
BEIGUELMAN, B. Curso prático de bioestatística. Ribeirão Preto: Fundação de Pesquisas Científicas de Ribeirão
Preto, 2002.
DORIA FILHO, U. Introdução a bioestatística para simples mortais. 11. ed. São Paulo: Elsevier, 2001
GUEDES, M. L.S. Bioestatística para profissionais da saúde. Brasília: CNPq, 1988.
MALETTA, C.H.M. Bioestatística; Saúde pública. 2. ed. Belo Horizonte: Coopmed, 1995.
Bioquímica Aplicada à Nutrição
Ementa
Bioquímica da digestão e absorção. Metabolismo energético de carboidratos. Ciclo de Krebs. Cadeia respiratória.
Síntese de ATP. Gliconeogênese. Via das pentoses. Metabolismo dos lipídios. Metabolismo das proteínas. Vitaminas e
minerais. Hormônios. Regulação do metabolismo.
Bibliografia Básica
BERG, J.M.,. Bioquímica. 5. Ed.: Guanabara Koogan, 2002. Tem nova edição
MARZZOCO, A.;. Bioquímica básica. 3. ed.: Guanabara Koogan, 2007. Tem nova edição
NELSON, D.L., COX, M.M. Princípios de bioquímica de Lehninger. 5. ed.: Artmed, 2011.
Bibliografia Complementar
DEVLIN, T.M. Manual de bioquímica com correlações clínicas. 6. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2007.
MURRAY, R.K. et. al. Harper: Bioquímica. 8. ed. São Paulo: Atheneu,1998.
OLSZEWER, E. Radicais livres em medicina. 2. ed.São Paulo: Fundo Editorial BYK, 1997.
PRATT, C.W.; CORNELLY, K. Essential biochemistry. New York: John Wiley & Sons, 2004.
VOET, D.; VOET, J. G. Fundamentos de bioquímica: a vida em nível molecular. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
Bioquímica Aplicada à Nutrição
Ementa
Bioquímica da digestão e absorção. Metabolismo energético de carboidratos. Ciclo de Krebs. Cadeia respiratória.
Síntese de ATP. Gliconeogênese. Via das pentoses. Metabolismo dos lipídios. Metabolismo das proteínas. Vitaminas e
minerais. Hormônios. Regulação do metabolismo.
Bibliografia Básica
BERG, J.M.,. Bioquímica. 5. Ed.: Guanabara Koogan, 2002.
MARZZOCO, A.;. Bioquímica básica. 3. ed.: Guanabara Koogan, 2007.
NELSON, D.L., COX, M.M. Princípios de bioquímica de Lehninger. 5. ed.: Artmed, 2011.
Bibliografia Complementar
DEVLIN, T.M. Manual de bioquímica com correlações clínicas. 6. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2007.
MURRAY, R.K. et. al. Harper: Bioquímica. 8. ed. São Paulo: Atheneu,1998.
OLSZEWER, E. Radicais livres em medicina. 2. ed.São Paulo: Fundo Editorial BYK, 1997.
PRATT, C.W.; CORNELLY, K. Essential biochemistry. New York: John Wiley & Sons, 2004.
VOET, D.; VOET, J. G. Fundamentos de bioquímica: a vida em nível molecular. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
Composição e Propriedade dos Alimentos
Ementa
26
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO
CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO
Grupos de alimentos. Tabelas de composição de alimentos. Composição, valor nutricional e propriedade dos alimentos:
açúcares, cereais, óleo e gorduras; carnes, aves e pescado; ovos; leite e derivados; leguminosas, castanhas e nozes;
frutas e hortaliças; condimentos; infusos e bebidas.
Bibliografia Básica
MAHAN, K.L.; Krause alimentos, nutrição e dietoterapia. 11. ed.: Roca, 2005.
NUCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM ALIMENTACAO. Universidade Estadual de Campinas. Tabela
brasileira de composição de alimentos: versão 2. 2. ed. Campinas: NEPA-UNICAMP, 2006.
SHILS, M.E.; OLSON, J.A.; SHIKE, M. (Eds.). Nutrição moderna na saúde e na doença. 10. ed. Barueri: Manole,
2009.
Bibliografia Complementar
BOBBIO, F. O. Introdução à química dos alimentos. 1. Ed. Fundação cargil, 1985.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de atenção à saúde. Coordenação geral da política de alimentação e nutrição.
Guia alimentar para a população brasileira. Brasília: MS, 2006.
PHILIPPI, S.T. Nutrição e técnica dietética. 2. Ed.: Manole, 2008.
Economia
Ementa
Economia x Saúde x Nutrição. Conceitos e utilizações de microeconomia e macroeconomia. As teorias dentro da
economia. Ponto de equilíbrio. Conceito de custos, fixo e variável. Custo Standard de fabricação. Custo real de
fabricação. Relatórios de custos. Maximização e minimização de custos. História da Economia Brasileira - do Brasil
colonial até os dias de hoje. Inflação, causas e efeitos. Política fiscal e monetária. O comércio.
Bibliografia Básica
MARION, J.C. Contabilidade básica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2004.
PINHO, D. B.; Manual de economia .2. ed. São Paulo: Saraiva, 1993
MANKIW, N.G. Introdução à economia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2001.
Bibliografia Complementar
CHIAVENATO, I. Gestão de pessoas. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
ADIZES, I. Gerenciando mudanças. 4. ed. São Paulo: Pioneira, 1997.
BOOG, G.G. (Coord.). Manual de treinamento e desenvolvimento ABDR. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 1999.
DINIZ, F.T.C. Cálculo aplicado á nutrição: decifrando os números de sua alimentação. Belo Horizonte: AMEI, 2001.
SILVA, A.T. Administração básica. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003.
Fisiologia Humana
Ementa
Fisiologia Gastrointestinal. Neurofisiologia. Fisiologia renal. Fisiologia dos sistemas endócrinos e reprodutor.
Fisiologia do sangue. Fisiologia cardiovascular. Fisiologia respiratória.
27
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO
CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO
Bibliografia Básica
GUYTON, A. C.. Fisiologia humana e mecanismos das doenças. 6. ed. ABDR 2008
GUYTON, A.C.; HALL, J. E. Tratado de fisiologia médica. 10. ed.: Guanabara Koogan, 2002.
TORTORA, G.J. Princípios de anatomia e fisiologia.9: Guanabara Koogan, 2002.
Bibliografia Complementar
AIRES, M.M. Fisiologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.
TORTORA, G; GRABOWSKI, S.R. Corpo humano: fundamentos de anatomia e fisiologia. 6. ed: Artmed, 2008.
CUKIER, C.; MAGNONI, D.; ALVAREZ, T. Nutrição baseada na fisiologia dos órgãos e sistemas. São Paulo:
Sarvier, 2005.
KOEPPEN, B.M.; STANTON, B.A. Fisiologia. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. SINGI, G. Fisiologia dinâmica.
2. ed. São Paulo: Atheneu, 2007.
Microbiologia e Imunologia
Ementa
Bibliografia Básica
JAWETZ, E.; . Microbiologia médica. 18. ed.: ABDR, 1991.
GERMANO, P.M.L.; GERMANO, M.I.S. Higiene e vigilância sanitária de alimentos. 4 ed.: Manole, 2011.
TORTORA, G. J.; FUNKE, B. R; CASE, C. L. Microbiologia. 10. ed. Porto alegre: ARTMED, 2012
Bibliografia Complementar
BIER, O. Microbiologia e imunologia. 30. ed. São Paulo: Melhoramentos, 1994.
FORTES, W.C.N. Imunologia: do básico ao aplicado. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007.
GERMANO, P.M.L.; GERMANO, M.I.S. Higiene e vigilância sanitária de alimentos. 3.ed. São Paulo: Manole, 2008.
LACAZ, C S.; MACHADO, C.M. Oportunismo microbiano e de neoplasias na medicina contemporânea. São Paulo:
Fundo Editorial BYK, 2000.
TRABULSI, L.R.; ALTERTHUM, F. Microbiologia. 5. ed. São Paulo: Atheneu, 2008.
Parasitologia
Ementa
Introdução ao estudo da Parasitologia Humana. Helmintologia. Schistosoma mansoni, Planorbídeos, Esquistossomose.
Ascaris lumbricóides. Strongiloidose, Ancilostomose. Enterobius vermiculares, Euterobiose. Trichocephalus trichiurus,
Tricocefalose. Introdução à Entomologia, Moscas e Miíases. Acarianos. Sarna. Protozoários em geral. Giardia lamblia.
Trichomonas vaginalis. Entamoeba hystolítica. Plasmódios. Malária. Toxoplasma gondii. Toxoplasmose.
Bibliografia Básica
NEVES, D. P. et al. Parasitologia humana. 11. ed.São Paulo: Atheneu, 2007. TEM NOVA EDIÇÃO
MORAES, R.G.; LEITE, I.C.; GOULART, E.G. Moraes parasitologia & micologia humana. 5. ed.
REY, L. Bases da parasitologia médica. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
Bibliografia Complementar
CIMERMAN, S.; CIMERMAN, B (Eds.). Condutas em infectologia. São Paulo: Atheneu, 2004.
COURA, J.R. Dinâmica das doenças infecciosas e parasitárias. Rio de Janeiro: Guanabara, 2005. 2v.
28
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO
CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO
MONTEIRO, C.A. Velhos e novos males da saúde no Brasil: a evolução do país e suas doenças. Rio de janeiro:
Hucitec, 2000.
SALOMÃO, R.; PIGNATARI, A.C.C. (Coords.) Guia de infectologia. Barueri: Manole, 2006.
TAVARES, W.; MARINHO, L.A.C. Rotinas de diagnóstico e tratamento das doenças infecciosas e parasitárias. 2.
ed. São Paulo: Atheneu, 2007.
Sociologia
Ementa
A sociologia no quadro geral das ciências sociais. A sociologia da alimentação no Brasil. A história da alimentação no
mundo e no Brasil. Epistemologia das ciências sociais voltadas para a questão da alimentação e da fome. A carência de
nutrientes, segurança alimentar e a questão político-social. Constituição Histórica e Cultural do Brasil com ênfase na
Influência dos Indígenas e Afro-Descendentes na Cultura Brasileira (Leis 11.645/08 e 10.639/04). Direitos Humanos:
Resolução CNE/CP nº 1, de 30 de maio de 2012.
Bibliografia Básica
CASCUDO, L.C. História da alimentação no Brasil. São Paulo: EDUSP, 2004.
FERNÁNDEZ-ARMESTO, F. Comida: uma história. Rio de Janeiro: Record, 2004.
ORNELLAS, L. H. A alimentação através dos tempos. 4. ed. Florianópolis: UFSC, 2008.
Bibliografia Complementar
BRASIL. Decreto nº 4281 de 25 de junho de 2002. Regulamenta a lei nº 9795 de 27 de abril de 1999, que institui a
Política Nacional de Educação Ambiental e, da outras providências. Brasília, 2002.
BRASIL. Diretrizes curriculares nacionais para educação das relações étnico-raciais e para o ensino da história e
cultura afro-brasileira e africana. Brasília: Ministério da Educação, 2005.
BRASIL. Resolução CNE/CP nº 1 de 30 de maio de 2012 – Estabelece diretrizes nacionais para a educação em
direitos humanos. Brasília, 2012.
LAKATOS, M. E.; MARCONI, M. A. Sociologia geral. 7. ed.: Atlas, 1999.
3º Período
Análise de Alimentos
Ementa
Legislação e padrão de identidade e qualidade (PIQs). Composição centesimal e métodos analíticos para determinação
dos teores de umidade, lipídeos, proteínas, fibras, carboidratos, cinzas, vitaminas e minerais. Tratamento estatístico de
dados analíticos. Tratamento estatístico de resultados.
Bibliografia Básica
BOBBIO, F.O. Manual de laboratório de química dos alimentos.1: Fundação Cargil, 1995.
NUCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM ALIMENTACAO. Universidade Estadual de Campinas. Tabela
brasileira de composição de alimentos: versão 2. 2. ed. Campinas: NEPA-UNICAMP, 2006.
Bibliografia Complementar
BOBBIO, F.O. Química do processamento de alimentos. 3. Ed.Varela, 2001.
FRANCO, G. Tabela de composição química dos alimentos. 9. ed. São Paulo: Atheneu, 2004.
29
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CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO
Avaliação Nutricional I
Ementa
Estado Nutricional. Avaliação Sócio-econômica. Avaliação Dietética. Avaliação Antropométrica. Avaliação da
Composição Corporal. Avaliação Bioquímica. Avaliação Clínica. Avaliação Subjetiva Global. Softwares em Avaliação
Nutricional.
Bibliografia Básica
SHILS, M.E.; OLSON, J.A.; SHIKE, M. (Eds.). Nutrição moderna na saúde e na doença. 10. ed. Manole, 2009.
VASCONCELOS, F.A.G. Avaliação Nutricional de Coletividades. 4º ed. Florianópolis:
UFSC, 2008,145p.
CUPPARI, L. (Org.). Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto. 2. ed. Barueri: Manole, 2010.
Bibliografia Complementar
FAGUNDES, A.A. et al. Vigilância alimentar e nutricional – SISVAN: orientações básicas para a coleta,
processamento, análise de dados e informação em serviços de saúde. Brasília: Ministério da saúde, 2004.
FISBERG, R.M. et al. Inquéritos alimentares: métodos e bases científicos. Barueri: Manole,
2005.
HEYWARD, V.H.; STOLARCZYK, L.M. Avaliação da composição corporal aplicada. Barueri: Manole, 2000.
TEIXEIRA NETO, F. Nutrição clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
VANNUCCHI, H., MARCHINI, J.S. (Coord.). Nutrição clínica: nutrição e metabolismo. Rio de Janeiro: Guanabra
Koogan, 2007.
Fisiopatologia
Ementa
Degenerações. Necroses. Acúmulos anormais. Edemas. Inflamações. Alterações locais da circulação. Transtornos
locais do crescimento e da diferenciação celular. Infecção e patogenicidade. Fisiopatologia dos distúrbios do aparelho
respiratório. Fisiopatologia dos distúrbios cardiológicos. Fisiopatologia dos distúrbios do aparelho digestório
abordando as lesões: gastroesofágicas, gastroduodenais, intestinais, hepáticas, pancreáticas e litíase biliar.
Fisiopatologia dos distúrbios renais. Fisiopatologia dos distúrbios do sistema locomotor. Fisiopatologia dos distúrbios
do sistema endócrino. Fisiopatologia dos distúrbios hematológicos.
Bibliografia Básica
BEVILACQUA, F. Fisiopatologia clínica. 5. ed. São Paulo: Atheneu, 1998.
DANI, R. Gastroenterologia essencial. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
VILAR. L. (Ed.). Endocrinologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013
Bibliografia Complementar
RIELLA, M. C. Princípios de nefrologia e distúrbios hidroeletrolíticos. 5. ed.Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2010.
SAAD, M.J.A.; MACIEL, R.M.B.; MENDONÇA, B.B. Endocrinologia. São Paulo: Atheneu, 2007.
TARANTINO, AB. Doenças pulmonares. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
VERONESI, R.; FOCACCIA, R. (Eds.). Tratado de infectologia. São Paulo: Atheneu, Rio de Janeiro, 2006. 2v.
ZIPES, D.P. et al. Braunwald tratado de doenças cardiovasculares. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. 2v.
30
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CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO
Microbiologia de Alimentos
Ementa
Conhecimento, execução e interpretação dos métodos da análise microbiológica de alimentos e água. Parâmetro dos
alimentos que influem na sua microbiologia. Grupos de micro-organismos e doenças transmitidas pelos alimentos, a
contaminação e alteração microbiana dos alimentos. Índole microbiológica aplicada na manipulação, tratamento dos
alimentos. Produção de alimentos por micro-organismos. Doenças microbianas disseminadas por alimentos, profilaxia
e controle da transmissão. Toxinfecções alimentares. Diagnóstico microbiano de alimentos e microbiologia aplicada à
nutrição.
Avaliação da qualidade de alimentos. Práticas de limpeza e sanitização em unidades de alimentação e nutrição. Higiene
ambiental. Higiene dos alimentos. Higiene dos manipuladores. Implementação dos sistemas de prevenção e controle.
Sistema HACCP - Hazard Analysis Critical Control Points aplicado em Unidades de Alimentação. Legislações da
ANVISA.
Bibliografia Básica
GERMANO, P.M L.; GERMANO, M I.S. Higiene e Vigilância Sanitária de Alimentos. 4 ed. Monele, 2011.
TORTORA, G.J.;. Microbiologia. 8. ed.: Artmed, 2006.
FRANCO, B.D.G.; LANDGRAF, M. Microbiologia dos alimentos. São Paulo: Atheneu, 2008.
TRABULSI, L.R.; ALTERTHUM, F. Microbiologia. 5. ed. São Paulo: Atheneu, 2008
Bibliografia Complementar
BIER, O. Microbiologia e imunologia. 30. ed. São Paulo: Melhoramentos, 1994.
JAWETZ, E.; MELNICK, J. L.; ADELBERG, E. A. Microbiologia médica. 25. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012.
HAZELWOOD, M. Manual de higiene para manipuladores de alimentos. São Paulo: Varela, 1999.
MANZALLI, P.V. Manual para serviços de alimentação. 2. ed. São Paulo: Metha, 2010.
SILVA, N. et al. Manual de métodos de análise microbiológica de alimentos. 2. ed. São Paulo: Varela, 2001.
Nutrição e Dietética da Criança e do Adolescente
Ementa
Necessidades e recomendações nutricionais de acordo com a FAO, RDA, SBAN, DRIS. Métodos para determinação de
peso ideal. Métodos para cálculo de VCT. Cálculo da biodisponibilidade de ferro. Nutrição do pré-escolar:
desenvolvimento evolutivo, hábitos e distúrbios alimentares, avaliação do crescimento e necessidades nutricionais.
Nutrição do escolar: características comportamentais do escolar, problemas nutricionais - obesidade e baixo peso,
merenda escolar, necessidades nutricionais. Nutrição do adolescente: alterações fisiológicas, avaliação do crescimento,
necessidades nutricionais, distúrbios alimentares.
Bibliografia Básica
MAHAN, L.K .; ESCOTT-STUMP, S. Krause alimentos, nutrição e dietoterapia. 11. ed. São Paulo: Roca, 2005.
ACCIOLY, E.; SAUNDERS, C.; LACERDA, E.M.A. Nutrição em obstetrícia e pediatria. I2. ed. Rio de Janeiro:
Cultura Médica, 2011
VITOLO, M.R. Nutrição da gestação ao envelhecimento. Rio de Janeiro: Rubio, 2014
31
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CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO
Bibliografia Complementar
FAGUNDES, A.A. et al. Vigilância alimentar e nutricional – SISVAN: Orientações básicas para a coleta,
processamento, análise de dados e informação em serviços de saúde. Brasília: Ministério da saúde, 2004.
NUCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM ALIMENTACAO. Universidade Estadual de Campinas. Tabela
brasileira de composição de alimentos: versão 2. 2. ed. Campinas: NEPA-UNICAMP, 2006.
GIBNEY, M.J. Introdução à nutrição humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
NEPA-UNICAMP, 2006.
PHILIPPI, S. T. Tabela de composição de alimentos: suporte para decisão nutricional. 2. ed. Brasília: Coronário, 2002.
PINHEIRO, A.B.V. et al. Tabela para avaliação de consumo alimentar em medidas caseiras. 5. ed. Barueri: Atheneu,
2004
Técnica Dietética I
Ementa
Conceituação e importância da Técnica Dietética para a Nutrição. Propriedades funcionais, técnicas de preparo e
modificações decorrentes do preparo de alimentos: açúcares e doces, cereais, amidos e féculas; óleos e gorduras,
carnes, aves e pescado; ovos; leite e derivados; leguminosas, castanhas e nozes; frutas e hortaliças
Bibliografia Básica
Não tem
Bibliografia Complementar
FAGUNDES, A.A. et al. Vigilância Alimentar e Nutricional – SISVAN: Orientações básicas para a coleta,
processamento, análise de dados e informação em serviços de saúde. Brasília: Ministério da saúde, 2004.
FISBERG, R.M. et al. Inquéritos alimentares: métodos e bases científicos. Barueri: Manole, 2005.
HEYWARD, V.H.; STOLARCZYK, L.M. Avaliação da composição corporal aplicada. Barueri: Manole, 2000.
MAHAN, L.K.; ESCOTT-STUMP, S. Krause alimentos, nutrição e dietoterapia. 11. ed. São Paulo: Roca, 2005.
VANNUCCHI, H.; MARCHINI, J.S. (Coords.) Nutrição clínica: nutrição e metabolismo. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2007.
4º Período
Epidemiologia
Ementa
Estudo do processo da geração dos agravos à saúde enquanto fenômeno coletivo. Estrutura da causalidade, fatores e
grupos de risco nos agravos. Técnicas de mensuração dos problemas da saúde coletiva. Transição epidemiológica.
Vigilância em saúde. A utilização do método epidemiológico na descrição e análise dos agravos. Epidemiologia em
pesquisa científica e em serviços de saúde.
Bibliografia Básica
ALMEIDA FILHO, Epidemiologia & Saúde: fundamentos, métodos, aplicações.: Guanabara Koogan, 2004.
JEKEL, J.F; KATZ, D.L.; ELMORE, J.G. Epidemiologia, bioestatística e medicina preventiva. 2. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2009.
ROUQUAYROL, M.Z. Epidemiologia & Saúde. 6. ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 2013
32
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CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO
Bibliografia Complementar
BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Guia de vigilância epidemiológica. 6.ed. Brasília:
Ministério da Saúde, 2006.
CAMPOS, G.W.S. et al. Tratado de saúde coletiva. 2. ed: Hucitec, 2009.
FORATTINI, O.P. Epidemiologia geral. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.
MEDRONHO, R.A. et al. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu, 2004.
PEREIRA, M.G. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003
Saúde Pública
Ementa
Histórico e importância da saúde pública. As políticas de saúde no Brasil. O Sistema Único de Saúde (SUS): modelos
de gestão, financiamento, diretrizes, forma de organização, programas. A organização do Sistema de Saúde no Brasil.
Normatização do setor Saúde. Planejamento e ação em Saúde Pública. Site do Ministério da Saúde.
Bibliografia Básica
CAMPOS, G.W.S. et al. Tratado de saúde coletiva. 2. ed. Hucitec, 2009. TEM EDIÇÃO NOVA
COSTA, E.M.A. CARBONE, M.H. Saúde da família: uma abordagem multidisciplinar. 2. ed. Rio de Janeiro: Rubio,
2010.
ROUQUAYROL, M.Z. Epidemiologia & Saúde. 6. ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 2013
Bibliografia Complementar
ANDRADE, L.O.M.; BARRETO, I.C.H.C. SUS passo a passo: história, regulamentação, financiamento, políticas
nacionais. 2.ed. São Paulo: Hucitec, 2007.
ANDRADE, S.M.; SOARES, D.A. (Orgs.) Bases da saúde coletiva. Londrina: UEL, 2003.
MONTEIRO, C.A. Velhos e novos males da saúde no Brasil: a evolução do país e suas doenças. Rio de janeiro:
Hucitec, 2000.
OHARA, E.C.C.; SAITO, R.X.S. (Orgs.). Saúde da família: considerações teóricas e aplicabilidade. 2. ed. São Paulo:
Martinari, 2010.
ROCHA, A.A; CESAR, C.L.G. Saúde pública: bases conceituais. São Paulo: Atheneu, 2008.
Nutrição e Dietética do Adulto e Idoso
Ementa
Nutrição do adulto: estado nutricional e necessidades dietéticas. Nutrição do trabalhador: necessidades nutricionais e
programas de alimentação. Nutrição do Idoso: Conceitos. Teorias do envelhecimento, idade cronológica versus idade
biológica. Panorama e perspectiva da nutrição geriátrica no Brasil e no mundo. Alterações fisiológicas, endócrinas,
metabólicas e imunológicas decorrentes do processo de envelhecimento. Nutrição e envelhecimento. Necessidades e
recomendações nutricionais.
Bibliografia Básica
CUPPARI, L. (Org.). Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto. 2. ed. Barueri: Manole, 2010.
MAHAN, K.L.; ESCOTT-STUMP, S. Krause alimentos, nutrição e dietoterapia. 11. ed. São Paulo: Roca, 2005.
VITOLO, M.R. Nutrição da gestação ao envelhecimento. Rio de Janeiro: Rubio, 2008
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CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO
Bibliografia Complementar
FAGUNDES, A.A. et al. Vigilância alimentar e nutricional – SISVAN: Orientações básicas para a coleta,
processamento, análise de dados e informação em serviços de saúde. Brasília: Ministério da saúde, 2004.
NUCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM ALIMENTACAO. Universidade Estadual de Campinas. Tabela
brasileira de composição de alimentos: versao 2. 2. ed. Campinas: NEPA-UNICAMP, 2006.
FRANK, A.A. Nutrição no envelhecer. São Paulo: Atheneu, 2004.
PHILIPPI, S.T. Tabela de composição de alimentos: suporte para decisão nutricional. 2. ed. Brasília: Coronário, 2002.
PINHEIRO, A.B.V. et al. Tabela para avaliação de consumo alimentar em medidas caseiras. 5. ed. São Paulo:
Atheneu, 2004.
Técnica Dietética II
Ementa
Conservação dos alimentos. Aquisição dos alimentos. Condimentos, molhos, caldos, sopas. Infusos e bebidas.
Planejamento e Métodos de avaliação de cardápios. Técnica de preparo de dietas progressivas hospitalares. Técnicas
de preparo de alimentos para alimentação por sonda, para lactentes e idosos. Dietas de fibras e sem resíduos. Dietas
hipossódicas. Alimentos para fins especiais. Alimentos enriquecidos e fortificados, “diet”, “light” e de baixa caloria.
Alimentos funcionais. Técnicas de cerimonial e etiqueta.
5º Período
Administração em Unidades de Alimentação e Nutrição
Ementa
Fundamentos de administração geral. Estrutura organizacional. Administração em unidades de alimentação e nutrição.
Administração de pessoal e simplificação do trabalho. Administração de materiais. Planejamento e organização do
trabalho em unidades de alimentação e nutrição: cozinha industrial e hospitalar. Sistema de distribuição de refeições.
Restaurante próprio x concessão. O uso da informação como ferramenta de trabalho. Saneamento e segurança em
unidades de alimentação e nutrição. Programas de alimentação para coletividades. Sustentabilidade na Produção de
refeições.
Bibliografia Básica
KIMURA, A.Y. Planejamento e administração de custos em restaurantes industriais. 2. ed. São Paulo: Varela, 2003.
MEZOMO, I.F.B. Os serviços de alimentação: planejamento e administração. Barueri: Manole, 2002.
ZANELLA, L.C. Instalação e administração de restaurantes. São Paulo: Editora Metha, 2007.
Bibliografia Complementar
CHIAVENATO, I. Introdução à teoria geral da administração. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
KNIGHT, J.F.; KOTSCHEVAR, L. Gestão, planejamento e operação de restaurantes. E. ed. São Paulo: Roca, 2005.
MAXIMIANO, A.C.A. Teoria geral da administração. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2004.
SILVA, A. T. Administração básica. São Paulo: Atlas, 2003.
TEIXEIRA, S. et al. Administração aplicada às unidades de alimentação e nutrição. São Paulo: Atheneu, 2004.
Terapia Nutricional Enteral e Parenteral
Ementa
Uso de suplementos por via oral. Terapia Nutricional Enteral e Parenteral adulto e pediátrico, indicação, vias de acesso,
monitoramento da terapia, complicações; desenvolvimento e avaliação de fórmulas enterais e parenterais; importância
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da equipe multiprofissional para estabelecimento do serviço de terapia nutricional. Acompanhamento e discussão de
casos.
Bibliografia Básica
CUPPARI, L. (Org.). Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto. 2. ed. Barueri: Manole, 2010.
SHILS, M.E.. OLSON. J.A.; SHIKE, M. (Eds.). Nutrição moderna na saúde e na doença. 10. ed. São Paulo: Manole,
2009.
WAITZBERG, D. L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 2v.
Bibliografia Complementar
MAHAN, K.L.; ESCOTT-STUMP, S. Krause alimentos, nutrição e dietoterapia. 11. ed. São Paulo: Roca, 2005.
CARUSO, L., SIMONY, R. F., SILVA, A. L. N. D. Dietas hospitalares: uma abordagem na prática clínica. São Paulo:
Atheneu, 2002.
LAMEU, E. Clínica nutricional. Rio de Janeiro: Revinter, 2005.
SOBOTKA, L. et al. (Eds.). Bases da nutrição clínica. 3. ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2008.
TEIXEIRA NETO, F. Nutrição clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003
Nutrição e Exercício Físico
Ementa
Introdução à nutrição e exercício físico. Metabolismo energético na prática esportiva. Necessidades nutricionais para o
esportista. Recursos ergogênicos nutricionais. Orientações dietéticas para o atleta de elite. Radicais livres no exercício
físico. Importância da equipe multiprofissional na orientação à prática esportiva. O nutricionista em atendimento
nutricional na academia.
Bibliografia Básica
NELSON, D.L., COX, M.M. Princípios de bioquímica de Lehninger. 5. ed: Artmed, 2011.
POWERS, S.K.. Fisiologia do exercício: teoria e aplicação ao condicionamento e ao desempenho. 8. ed. 8:
Manole, 2014. .
TORTORA, G. J.; GRABOWSKI, S. R. Princípios de anatomia e fisiologia.: Guanabara Koogan, 2002.
POWERS, S.K.; HOWLEY, E. . Fisiologia do exercício: teoria e aplicação ao condicionamento e ao
desempenho. 3. ed. Barueri: Manole, 2009. .
Bibliografia Complementar
GUYTON, A.C.; HALL, J.E. Tratado de fisiologia médica. 11. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
HEYWARD, V.H; STOLARCZYK, L.M. Avaliação da composição corporal aplicada. Barueri: Manole. 2000.
McARDLE, W.D.; KATCH, F.I.; KATCH, V.L. Fisiologia do exercício: energia, nutrição e desempenho humano. 5.
ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. PEREIRA, B.; SOUZA JUNIOR, T.P. Metabolismo celular e exercício
físico. São Paulo: Phorte, 2004.
ROBERGS, R.A.; ROBERTS, S.O. Princípios fundamentais de fisiologia do exercício para aptidão, desempenho e
saúde. São Paulo: Phorte, 2002.
Nutrição Materno Infantil I
Ementa
Introdução ao estudo da nutrição materno-infantil. A saúde materno-infantil e seus determinantes no Brasil. Nutrição
na gestação. Bases fisiológicas das necessidades nutricionais na gestação. Orientação nutricional na assistência pré-
35
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CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO
natal. Fatores de risco na gravidez. Avaliação do estado nutricional e recomendações nutricionais durante a gestação.
Conduta nutricional para gestantes adolescentes e gestantes gemelares. Aids e Gestação. Diabetes na gestação. Anemia
ferropriva na gestação. Síndromes hipertensivas na gestação.
Bibliografia Básica
SHILS, M.E.;. Nutrição moderna na saúde e na doença. 10. ed: Manole, 2009.
ACCIOLY, C.; SAUNDERS, C.; LACERDA, E.M. A. Nutrição em obstetrícia e pediatria. 2. ed. Rio de Janeiro:
Cultura Médica, 2009.
VITOLO, M.R. Nutrição da gestação ao envelhecimento. Rio de Janeiro: Rubio, 2008.
Bibliografia Complementar
MAHAN, L.K.; ESCOTT-STUMP, S. Krause alimentos, nutrição e dietoterapia. 11. ed. São Paulo: Roca, 2005.
CARVALHO, M. R.; TAMEZ, R. N. Amamentação: bases científicas. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
CUPPARI, L. (Org.). Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto. 2. ed. Barueri: Manole, 2010.
EUCLYDES, M.P. Nutrição do lactente: base científica para uma alimentação adequada. 2. ed. Viçosa: UFL, 2000.
GIBNEY, M. J. Introdução à nutrição humana. Rio de Janeiro: Guanabara koogan, 2005
Patologia da Nutrição e Dietoterapia I
Ementa
Introdução à Dietoterapia, finalidade, importância, princípios de prescrição dietoterápica. Função do nutricionista
dietoterapeuta. Modificações da dieta normal - dietas progressivas hospitalares. Estudo do paciente e da doença.
Patologia e dietoterapia nas enfermidades orais. Patologia e dietoterapia nas enfermidades esofágicas. Patologia e
dietoterapia nas enfermidades gástricas. Patologia e dietoterapia nas enfermidades intestinais. Acompanhamento,
estudo e discussão de caso.
Bibliografia Básica
SHILS, M.E... Nutrição moderna na saúde e na doença. 10. ed.: Manole, 2009.
WAITZBERG, D. L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 2v.
CUPPARI, L. (Org.). Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto. 2. ed. Barueri: Manole, 2010.
Bibliografia Complementar
MAHAN, K.L.; ESCOTT-STUMP, S. Krause alimentos, nutrição e dietoterapia. 11. ed. São Paulo: Roca, 2005.
CARUSO, L., SIMONY, R. F., SILVA, A. L. N. D. Dietas hospitalares: uma abordagem na prática clínica. São Paulo:
Atheneu, 2002.
LAMEU, E. Clínica nutricional. Rio de Janeiro: Revinter, 2005.
SOBOTKA, L. et al. (Eds.). Bases da nutrição clínica. 3. ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2008.
TEIXEIRA NETO, F. Nutrição clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003
Nutrição em Saúde Coletiva
Ementa
Responsabilidades do nutricionista em saúde coletiva. Situação nutricional brasileira. Vigilância alimentar e
nutricional. Programas de saúde e nutrição. Sites de nutrição em Saúde Pública.
36
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO
CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO
Bibliografia Básica
CONSELHO DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL SUSTENTÁVEL DE MINAS GERAIS.
A contribuição de instituições de ensino superior para a segurança alimentar e nutricional sustentável em
Minas Gerais. Belo Horizonte: CONSEA, 2010.
FAGUNDES, A.A. et al. Vigilância alimentar e nutricional – SISVAN: orientações básicas para a coleta,
processamento, análise de dados e informação em serviços de saúde. Brasília: Ministério da saúde, 2004.
BREIM, L. C.; ROCHA NETO, P. D. Desenvolvendo ações de saúde nos municípios: manual básico. São Paulo:
Scortecci, 2005.
Bibliografia Complementar
BRASIL. Ministério da Saúde. Projeto Promoção da Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2001.
BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde no Brasil: contribuições para a agenda de prioridades de pesquisa. 2.
ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2006.
OHARA, E.C.C.; SAITO, R.X.S. (Orgs.). Saúde da família: considerações teóricas e aplicabilidade. 2. ed. São Paulo:
Martinari, 2010.
6º Período
Farmacologia Aplicada à Nutrição
Ementa
Introdução à farmacologia. Interação entre droga-nutriente. Drogas que atuam no sistema cardiovascular; sistema
digestório; sistema nervoso; sistema renal. Efeitos de drogas de ação antiinflamatórias; antibióticas.
Bibliografia Básica
BRUNTON, L. et al. (Eds.). Goodman & Gilman manual de farmacologia e terapêutica.: Artmed, 2010.
KATZUNG, B.G. Farmacologia básica e clínica. 9. ed: McGRAW-HILL , 2007.
SILVA, P. Farmacologia.8. ed.: Guanabara Koogan, 2010.
Bibliografia Complementar
BRUNTON, L.L.; LASO, J.S.; PARKER, K.L. Brunton, Laurence L. (Ed.);Lazo, John S. (Ed.);Parker, Keith L. (Ed.).
MAHAN, L.K.; Krause alimentos, nutrição e dietoterapia. 11. ed. São Paulo: Roca, 2005.
Goodman & Gilman as bases farmacológicas da terapêutica. 11.ed. Rio de Janeiro: McGraw Hill, 2010.
GENNARO, A.R. Remington: a ciência farmacêutica e a prática da farmácia. 20. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2012
RANG,H.P. et al. Farmacologia. 6. ed. São Paulo: Elsevier, 2007.
WELLS, B.G. et al. Manual de farmacoterapia. 6.ed. São Paulo: McGraw Hill, 2006.
Educação Nutricional
Ementa
Educação. História geral da Educação. Teorias pedagógicas. Educação nutricional. História da Educação Nutricional.
Educação nutricional crítica. Consumo alimentar. Planejamento e ação em educação nutricional.
Bibliografia Básica
BAQUERO, R. Vygotsky e a aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 2001.
BRANDÃO, C. R. O que é educação. São Paulo: Brasiliense, 2004. (Coleção Primeiros passos; 20).
SAVIANI, D. Escola e democracia. 36. ed. Campinas: Autores Associados, 2003.
37
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO
CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO
Bibliografia Complementar
MIZUKAMI, M. G. N. Ensino: as abordagens do processo.: EPU, 1986.
CTENAS, M.L.B. (Coord.). Crescendo com saúde: o guia de crescimento da criança. São Paulo: C2, 1999.
DUTRA-DE-OLIVEIRA, J.E.; MARCHINI, J.S. Ciências nutricionais. São Paulo: Sarvier, 2000.
PHILIPPI, S.T. Pirâmide dos alimentos: fundamentos básicos da nutrição. Barueri: Manole, 2008.
SILVA, S.M.C.S..; BERNARDES, S.M. Cardápio: guia prático para a elaboração. São Paulo: Atheneu, 2004.
Nutrição Experimental
Ementa
Utilização de rato como animal experimental em pesquisa na área de nutrição.Técnicas de preparo das dietas
equilibradas. Métodos de avaliação da qualidade de proteína. Cálculos de escore de aminoácidos. Valor nutritivo de
proteínas de misturas de alimentos. Estudo experimental da biodisponibilidade de nutrientes. Desenvolvimento de um
projeto de pesquisa.
Bibliografia Básica
ANDRADE, A.; PINTO, S.C.;OLIVEIRA, R. S. (Org.). Animais de laboratório: criação e experimentação. Rio de
Janeiro: Fundação Oswaldo Cruz, 2006.
CUKIER, C. MAGNONI, D.; ALVAREZ, T. Nutrição baseada na fisiologia dos órgãos e sistemas. São
Paulo:Sarvier, 2005.
PESSINI, L.; BARCHIFONTAINE, C.P. Problemas atuais de bioética. 9. ed. São Paulo: Loyola, 2010.
Bibliografia Complementar
ANJOS, M.F.; SIQUEIRA, J.E. (Orgs.). Bioética no Brasil: tendências e perspectivas. Aparecida (SP: Idéias & Letra,
2007.
DE ANGELIS, R.C.; TIRAPEGUI, J. Fisiologia da nutrição humana. São Paulo: Atheneu, 2007.
GARRAFA, V et al. (Orgs.). Bioéticas, poderes e injustiças: 10 anos depois. Brasília: CFM, 2012.
SILVA, J.V. (Org.). Bioética: meio ambiente, saúde e pesquisa. São Paulo, Iátria, 2009.
VIEIRA, S. HOSSNE, W.S. Metodologia científica para área da saúde. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.
Nutrição Materno Infantil II
Ementa
Nutrição na lactação: aspectos fisiológicos. Avaliação nutricional e recomendações nutricionais para as nutrizes.
Nutrição do lactente: crescimento e desenvolvimento do lactente. Bases fisiológicas para a alimentação do lactente.
Necessidades e recomendações nutricionais do lactente. Aleitamento materno. Banco de Leite. Aleitamento artificial.
Alimentação complementar.
Bibliografia Básica
ACCIOLY, C.; SAUNDERS, C.; LACERDA, E.M.A. Nutrição em obstetrícia e pediatria. 2. ed. Rio de Janeiro:
Cultura Médica, 2009.
SHILS, M.E.; OLSON, J.A.; SHIKE, M. (Eds.). Nutrição moderna na saúde e na doença. 10. ed. São Paulo: Manole,
2009.
VITOLO, M.R. Nutrição da gestação ao envelhecimento. Rio de Janeiro: Rubio, 2008.
38
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO
CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO
Bibliografia Complementar
BRASIL. Ministério da Saúde. Dez passos para uma alimentação saudável: guia alimentar para crianças menores de 2
anos. Brasília: MS, 2002.
CARVALHO, M.R.; TAMEZ, R.N. Amamentação: bases científicas. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
EUCLYDES, M.P. Nutrição do Lactente. 2. ed. Viçosa: UFV, 2000.
FISBERG, M.; BARROS, M.J.L. (Coords.). O papel dos nutrientes no crescimento e desenvolvimento infantil. São
Paulo: Sarvier, 2008.
Patologia da Nutrição e Dietoterapia II
Ementa
Patologia e dietoterapia nas glândulas anexas. Patologia e dietoterapia na obesidade e magreza. Patologia e dietoterapia
nas anemias. Patologia e dietoterapia em erros inatos do metabolismo. Patologia e dietoterapia no tratamento de
intolerância alimentar.
Patologia e dietoterapia em nefropatias, doenças cardiovasculares, Hipertensão arterial,
Dislipidemias. Diabetes mellitus. Acompanhamento, estudo e discussão de caso.
Bibliografia Básica
SHILS, M.E.; Nutrição moderna na saúde e na doença. 10. ed. São Paulo: Manole, 2009.
CUPPARI, L. (Org.). Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto. 2. ed. Barueri: Manole, 2010.
WAITZBERG, D. L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 2v
Bibliografia Complementar
CARUSO, L., SIMONY, R. F., SILVA, A. L. N. D. Dietas hospitalares: uma abordagem na prática clínica. São Paulo:
Atheneu, 2002.
LAMEU, E. Clínica nutricional. Rio de Janeiro: Revinter, 2005.
MAHAN, L.K.; ESCOTT-STUMP, S. Krause alimentos, nutrição e dietoterapia. 11. ed. São Paulo: Roca, 2005.
SOBOTKA, L. et al. (Eds.). Bases da nutrição clínica. 3. ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2008.
TEIXEIRA NETO, F. Nutrição clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
Planejamento em Unidades de Alimentação e Nutrição
Ementa
Atividades do Serviço de Alimentação. Planejamento de serviços de Lactário. Dimensionamento e Planejamento de
área física de UANs. Dimensionamento e recomendação de Equipamentos para cozinhas industriais. Restaurantes
“nova-geração”: Fast Food e Serviço de bordo. Estudos de projetos de unidades de alimentação e nutrição.
Bibliografia Básica
KNIGHT, J.B; KOTSCHEVAR, L.H. Gestão, planejamento e operação de restaurantes. São Paulo: Roca, 2005.
MEZOMO, I.F B. Os serviços de alimentação: planejamento e administração. 2002.
KIMURA, A.Y. Planejamento e administração de custos em restaurantes industriais. 2. ed. São Paulo: Varela, 2003.
Bibliografia Complementar
MANZALLI, P. V. Manual para serviços de alimentação: implementação, boas práticas, qualidade e saúde. São Paulo:
Editora Metha, 2010.
SILVA, A. T. Administração básica. São Paulo: Atlas, 2003.
TEIXEIRA, S. et al. Administração aplicada às unidades de alimentação e nutrição. São Paulo: Atheneu, 2004.
SILVA, A. T. Administração básica. São Paulo: Atlas, 2003. 273 p.
VAZ, C.S. Restaurantes: controlando custos e aumentando lucros. Brasília: [s.n.], 2006.
39
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO
CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO
Trabalho de Conclusão de Curso I
Ementa
Sistematização de um trabalho, detecção de um problema. Levantamento de informações através de revisão
bibliográfica. Planejamento do Trabalho. Confecção de Projeto de Pesquisa. Procedimentos para encaminhamento ao
Comitê de Ética em Pesquisa.
Bibliografia Básica
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed.: Atlas, 2007.
JACOBINI, M.L. Metodologia do trabalho acadêmico. Campinas: Alíena, 2011.
SAMPIERI, R.H.; COLLADO, C.F.; LCIO, M.P.B. Metodologia de pesquisa. 5. ed. Porto Alegre: Penso, 2013.
Bibliografia Complementar
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR6023. São Paulo: ABNT, 2002.
SEVERINO, J.A. Metodologia do trabalho científico. 23. Editora Cortez, 2007.
MARCONI, M.A. Técnicas de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
RAMPAZZO, L. Metodologia científica. 2. ed. São Paulo: Loyola, 2004.
Vigilância Sanitária
Ementa
Histórico. Conceitos. Funções. Importância. Estratégias. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Legislação.
Organização da vigilância sanitária nos Estados e municípios. Epidemiologia das doenças transmitidas por alimentos.
Ocorrência e investigação de surtos de toxinfecção alimentar. Sites da ANVISA.
Bibliografia Básica
CAMPOS, G.W. S. et al. Tratado de saúde coletiva. São Paulo: Hucitec, 2009.
GERMANO, P M L.; GERMANO, M.I.S. Higiene e vigilância sanitária de alimentos. 4. ed. 4: Monele, 2011.
ROUQUAYROL, M.Z. Epidemiologia & Saúde. 6. ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 2013
Bibliografia Complementar
AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Conferência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília:
ANVISA, 2001.
ALMEIDA FILHO, N.; Epidemiologia & Saúde : fundamentos, métodos e aplicações. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2006.
BRASIL, 1999. Lei nº 9.782, de 26 de janeiro de 1999. Cria a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, define o
Sistema Nacional de Vigilância Sanitária e dá outras providências. Brasília.
MARQUES, M.C.C. et al. Vigilância sanitária (VISA): da gestão ao risco sanitário. São Carlos: Rima, 2006.
7º Período
Administração e Marketing
Ementa
40
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO
CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO
O conceito estratégico de marketing. Análise das oportunidades de mercado. Análise do mercado de consumo e
comportamento do consumidor. Segmentação estratégica de mercados. Posicionamento de produtos. Administração do
composto de produtos: marca e embalagem. Rotulagem nutricional e as legislações da área de alimentos. Benefícios ao
consumidor versus benefícios ao vendedor. Marketing e serviço aos clientes. Estratégias de marketing para diferentes
estágios do ciclo de vida do produto. Desenvolvimento de novos produtos na área de alimentos. Política de preços.
Administração da propaganda. Administração da promoção de vendas, relações públicas e merchandising. O papel do
nutricionista na área de marketing.
Bibliografia Básica
COBRA, M. Administração de marketing no Brasil. São Paulo: Cobra Editora e Marketing, 2003.
KOTLER, P.; ARMSTRONG, G. Princípios de marketing. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
MALHOTRA, N. K. Pesquisa de marketing: uma orientação aplicada. 3. ed. São Paulo:
Bokman, 2001.
Bibliografia Complementar
BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Rotulagem nutricional obrigatória: Manual
de
orientação
às
indústrias
de
alimentos.
Brasília:
MS,
2005.
Disponível
em:
http://www.anvisa.gov.br/rotulo/manual_industria.pdf.
CHIAVENATO, I. Introdução à teoria geral da administração. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
CHIAVENATO, I. Introdução à teoria geral da administração. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
OLIVEIRA, D.P.R. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia e práticas. 20. ed.
São Paulo: Atlas, 2004.
Controle de Custos em UAN
Ementa
Fundamentos da contabilidade de custos. Classificação de custos. Formação de preços de venda. Sistemas de Custeio.
Fatores que influenciam no Custo. Planejamento de custos em UAN. Aplicação de ferramentas computacionais.
Desperdícios em UAN: sobra, restos e resto ingestão.
Bibliografia Básica
KIMURA, A.Y. Planejamento e administração de custos em restaurantes industriais. 2. ed. São Paulo: Fazendo Arte,
2003. 95p.
KNIGHT, J. B; KOTSCHEVAR, L. H. Gestão, planejamento e operação de restaurantes. São Paulo: Roca, 2005.
ZANELLA, L. C. Instalação e Administração de Restaurantes. Editora Metha, São Paulo, 2007.
Bibliografia Complementar
MANZALLI, P.V. Manual para serviços de alimentação. 2. ed. São Paulo: Metha, 2010.
MEZOMO, I. F. B. Os serviços de alimentação: planejamento e administração. 2002.
TEIXEIRA, S. et al. Administração aplicada às unidades de alimentação e nutrição. 2004.
SILVA, A. T. Administração básica. São Paulo: Atlas, 2003. 273 p.
VAZ, C. S. Restaurantes: controlando custos e aumentando lucros. Brasília: [s.n.], 2006
Estágio Supervisionado em Saúde Coletiva I
Ementa
41
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO
CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO
O Estágio Supervisionado Integrado em Saúde Coletiva I será realizado em Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) e/ou
no Programa Estratégia da Saúde da Família (ESF’s)
Bibliografia Básica
NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM ALIMENTAÇÃO. Universidade Estadual de Campinas. Tabela
brasileira de composição de alimentos: versão II. 2.ed. Campinas:
CUPPARI, L. (Org.). Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto. 2. ed. Barueri: Manole, 2010.
NEPA/UNICAMP, 2006.
VITOLO, M.R. Nutrição da gestação ao envelhecimento. Rio de Janeiro: Editora Rubio, 2008.
Bibliografia Complementar
FAGUNDES, A.A. et al. Vigilância alimentar e nutricional – SISVAN: orientações básicas para a coleta,
processamento, análise de dados e informação em serviços de saúde. Brasília: Ministério da saúde, 2004.
MALUF, R.S.J. Segurança alimentar e nutricional. Petrópolis: Vozes, 2007.
MAHAN, K.L.; ESCOTT-STUMP, S. Krause alimentos, nutrição e dietoterapia. 11. ed. São Paulo: Roca, 2005.
ORNELLAS, L.H. Técnica dietética: seleção e preparo de alimentos. São Paulo: Editora Atheneu, 2003.
PINHEIRO, A.B.V. et al. Tabela para avaliação de consumo alimentar em medidas caseiras. 5. ed. São Paulo:
Atheneu, 2004.
Estágio Supervisionado em UAN
Ementa
O Estágio Supervisionado em Administração e Serviços de Nutrição será realizado em empresas especializadas em
unidades de alimentação e nutrição, restaurantes e hotéis, com os quais a Instituição estabelecerá convênios para a
realização de estágio. Neste estágio, sob a supervisão e orientação do Coordenador de Estágios, o estagiário deverá
desenvolver as seguintes atividades:
 Conhecimento/orientações teórico-práticas sobre o desenvolvimento do estágio: objetivos, critérios de avaliação,
campos de atuação, funcionamento geral do estágio;
 Conhecimento do funcionamento de uma empresa: organização e direção do trabalho; análise da estrutura física;
programação de cardápios e compras; execução dos processos de produção (recepção, pré-preparo e cocção,
distribuição); higienização; serviços especiais; controle de custos; administração de pessoal; apresentação de
resultados;
Relatório final das atividades do estágio.
Bibliografia Básica
KIMURA, A. Y. Planejamento e administração de custos em restaurantes industriais. 2. ed. São Paulo: Varela, 2003.
SILVA, C.S.S. M.; MARTINEZ, S. Cardápio: guia prático para elaboração. 2 ed. São Paulo: Roca, 2004.
ZANELLA, L C. Instalação e administração de restaurantes. São Paulo: Metha, 2007.
Bibliografia Complementar
GANDRA, Y.R.; GAMBARDELLA, A. M. D. Avaliação de serviços de nutrição e alimentação. São Paulo: Savier,
1986.
KNIGHT, J. F.; KOTSCHEVAR, L. Gestão, planejamento e operação de restaurantes. 3. ed. São Paulo:Roca, 2005.
LÔBO, A. Manual de estrutura e organização do restaurante comercial. São Paulo: Atheneu, 2009.
MEZOMO, I. F. B. Os serviços de alimentação: planejamento e administração. Barueri: Manole, 2002.
TEIXEIRA, S. et al. Administração aplicada às unidades de alimentação e nutrição.São Paulo: Atheneu, 2004.
Ética e Orientação Profissional
Ementa
42
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO
CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO
Consciência humana: mítica, filosófica e científica. Introdução à moral. Concepções éticas. Código de Ética dos
nutricionistas. Legislação profissional. Entidades representativas: CFN, CRN, ASBRAN, FNN e Sindicatos. Histórico
do nutricionista. Mercado de trabalho. Elaboração de “curriculum vitae”.
Bibliografia Básica
ARANHA, M.L.A.; MARTINS, M.H.P. Filosofando: introdução à filosofia. 4. ed. São Paulo: Moderna, 2009.
CHALITA, G. Os dez mandamentos da ética. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009.
CHAUI. M. Convite à filosofia.14. ed. São Paulo: Ática, 2011.
Bibliografia Complementar
CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS. Código de ética do nutricionista. Brasília, 2004.
CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS. Inserção profissional dos nutricionistas no Brasil. Brasília: CFN,
2006.
CAMARGO, M. Fundamentos de ética geral e profissional. 8. ed. Petrópolis: Vozes, 2009.
FERRY, L. Aprender a viver: filosofia para os novos tempos. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010.
GALLO, S. (Coord.). Ética e cidadania: caminhos da filosofia: elementos para o ensino de filosofia. Campinas:
Papirus, 2008.
MO SUNG. Conversando sobre ética e sociedade. Petrópolis: Vozes, 2001
Patologia da Nutrição e Dietoterapia III
Ementa
Patologia e dietoterapia nos estados infecciosos, agudos e crônicos. Dietoterapia no pré e pós-operatório. Patologia e
dietoterapia em queimados. Patologia e dietoterapia no tratamento da AIDS, Câncer, Gota, Artrite, Osteoporose,
Transplantes. Doenças Neurológicas. Doenças Pulmonares. Interpretação de exames bioquímicos. Acompanhamento e
discussão de casos.
Bibliografia Básica
SHILS, M.E.; OLSON, J.A.; SHIKE, M. (Eds.). Nutrição moderna na saúde e na doença. 10. ed. Manole, 2009.
WAITZBERG, D. L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 2v.
SOBOTKA, L. et al. (Eds.). Bases da nutrição clínica. 3. ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2008.
Bibliografia Complementar
MAHAN, K.L.; ESCOTT-STUMP, S. Krause alimentos, nutrição e dietoterapia. 11. ed. São Paulo: Roca, 2005.
CARUSO, L., SIMONY, R. F., SILVA, A. L. N. D. Dietas hospitalares: uma abordagem na prática clínica. São Paulo:
Atheneu, 2002.
CUPPARI, L. (Org.). Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto. 2. ed. Barueri: Manole, 2010.
LAMEU, E. Clínica nutricional. Rio de Janeiro: Ed.Revinter, 2005.
TEIXEIRA NETO, F. Nutrição clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
Trabalho de Conclusão de Curso II
Ementa
Sistematização de um trabalho, detecção de um problema. Levantamento de informações através de revisão
bibliográfica. Planejamento do Trabalho. Metodologia. Resultado e discussões. Conclusões. Redação do trabalho nos
moldes científicos utilizados em dissertações e teses.
Bibliografia Básica
BREVIDELLI, M.M.; SERTÓRIO, S.C.M. TCC: Trabalho de conclusão de curso: guia prático para docentes e alunos
da área da saúde. 4. ed. São Paulo: Iátria, 2013.
43
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO
CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO
LAKATOS, E. M; MARCONI, M. A. Metodologia do trabalho científico. 5: Atlas, 2007.
JACOBINI, M.L.P. Metodologia do trabalho acadêmico. 4. ed. Campinas: Alínea, 2011.
Bibliografia Complementar
ASSOCIACAO BRASILEIRA DE NORMAS TECNICAS – ABNT. Informação e documentação referências –
elaboração: NRB 6023/2000. Rio de Janeiro: ABNT, 2002.
SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed.: Cortez, 2009.
GIL, A.C. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
SAMPIERI, R.H.; COLLADO, C.F.; LUCIO, M. del P.B. Metodologia de pesquisa. 5. ed. Porto Alegre: Penso, 2013.
SCHNAIDER, T.B. Manual de metodologia científica e recursos técnicos. Pouso Alegre: [s.n], 2012.
SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2009
8º Período
Trabalho de Conclusão de Curso III
Ementa
Sistematização de um trabalho, detecção de um problema. Levantamento de informações através de revisão
bibliográfica. Planejamento do Trabalho. Metodologia. Resultado e discussões. Conclusões. Redação do trabalho nos
moldes científicos utilizados em dissertações e teses.
Bibliografia Básica
LAKATOS, E. M; MARCONI, M. A. Metodologia do trabalho científico. 5: Atlas, 2007.
BREVIDELLI, M.M.; SERTÓRIO, S.C.M. TCC: Trabalho de conclusão de curso: guia prático para docentes e alunos
da área da saúde. 4. ed. São Paulo: Iátria, 2013.
JACOBINI, M.L.P. Metodologia do trabalho acadêmico. 4. ed. Campinas: Alínea, 2011.
Bibliografia Complementar
ASSOCIACAO BRASILEIRA DE NORMAS TECNICAS – ABNT. Informação e documentação referências –
elaboração: NRB 6023/2000. Rio de Janeiro: ABNT, 2002.
SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed.: Cortez, 2009.
GIL, A.C. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
SAMPIERI, R.H.; COLLADO, C.F.; LUCIO, M. del P.B. Metodologia de pesquisa. 5. ed. Porto Alegre: Penso, 2013.
SCHNAIDER, T.B. Manual de metodologia científica e recursos técnicos. Pouso Alegre: [s.n], 2012.
SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2009
Estágio Supervisionado em Saúde Coletiva II
Ementa
O Estágio Supervisionado em Saúde Coletiva II será realizado na área de Alimentação Escolar, devendo ser cumprido
em Escolas e Centros de Educação Infantis Municipais e Filantrópicos da Secretaria da Educação.
Neste estágio, sob a coordenação do Orientador e Supervisor do estágio, cada aluno (estagiário) deverá desenvolver as
seguintes atividades:
· Conhecimento/orientações teórico-práticas sobre o desenvolvimento do estágio: objetivos, critérios de avaliação,
campos de atuação, funcionamento geral do estágio;
· Estudo e participação em programas de: suplementação alimentar; vigilância epidemiológica e alimentar nutricional;
Avaliação Nutricional; Educação Nutricional; envolvimento e atuação junto ao Programa Nacional de Alimentação
Escolar.
44
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO
CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO
· Relatório final das atividades do Estágio.
Bibliografia Básica
MAHAN, K.L.; ESCOTT-STUMP, S. Krause alimentos, nutrição e dietoterapia. 11. ed. São Paulo: Roca, 2005. .
CUPPARI, L. (Org.). Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto. 2. ed. Barueri: Manole, 2010.
VITOLO, M.R. Nutrição da gestação ao envelhecimento. Rio de Janeiro: Rubio, 2008.
Bibliografia Complementar
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Política nacional de promoção da saúde. Brasília:
Ministério
da
Saúde;
2007.
Disponível
em:
<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_promocao_saude_2ed.pdf>.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria da Vigilância Sanitária. Portaria n° 216, de 15 de setembro de 2004. Aprova
o regulamento técnico de boas práticas para serviços de alimentação. Diário Oficial da União; Poder Executivo, 2004.
BRASIL. Ministério da Educação. Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE. Alimentação Escolar.
Disponível em: http://www.fnde.gov.br/home/index.jsp?arquivo=alimentacao_escolar.html
Estágio Supervisionado em Nutrição Clínica
Ementa
O Estágio Supervisionado em Nutrição Clínica será realizado em Instituições Hospitalares, em diferentes
especialidades clínicas. Neste estágio, sob a supervisão do Coordenador de Estágios e orientação de profissionais
especializados, o estagiário deverá desenvolver as seguintes atividades:
Conhecimento/orientações teórico-práticas sobre o desenvolvimento do estágio: objetivos, critérios de avaliação,
campos de atuação, funcionamento geral do estágio;
Conhecer as normas de funcionamento de um Hospital: dinâmica e organograma; técnicas de abordagem ao paciente;
trabalhos em equipe; manuseio de prontuários; sigilo profissional;
Estudo de caso clínico de interesse em nutrição;
Conhecimento da organização e funcionamento de clínicas especializadas: organograma e dinâmica; atividades
desenvolvidas pelo nutricionista;
Relatório final das atividades do Estágio.
Bibliografia Básica
SHILS, M.E.; Nutrição moderna na saúde e na doença. 10. ed. São Paulo: Manole, 2009.
WAITZBERG, D. L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 2v.
Bibliografia Complementar
MAHAN, K.L.; Krause alimentos, nutrição e dietoterapia. 11. ed. São Paulo: Roca, 2005.
2.6.1. Aspectos Gerais
Os princípios metodológicos do curso buscam a formação de uma profissional
conhecedor
de sua área específica, centrando seu trabalho na dinâmica das relações sociais, econômicas e políticas
aliando a teoria com prática, ensejando a formação integral e possibilitando a compreensão das relações
humanas e que também sejam capazes de contribuir para o desenvolvimento do conhecimento científico.
O curso assenta-se numa pedagogia de concepção mais crítica sobre as relações
existentes entre educação, sociedade e trabalho, que possibilite:
45
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
despertar o interesse e o gosto pela área da nutrição de modo a possibilitar uma
aprendizagem significativa;

demonstrar que o processo de aquisição de conhecimento é compreendido como
decorrência da interação do aluno com o meio no qual está inserido, cabendo ao
professor mediar o processo e articular essa interação;

utilizar métodos de ensino fundamentados nos princípios da psicologia cognitiva,
que privilegie a atividade e iniciativa dos alunos, além de propiciar o diálogo,
respeitar os interesses e os diferentes estágios do desenvolvimento cognitivo dos
mesmos;

utilizar uma abordagem que privilegie a sua dimensão crítica e criativa, permitindo
resgatar a dimensão humana do trabalho, a intervenção nos processos e o
fortalecimento do exercício da cidadania;

adotar procedimentos que visem à problematização dos assuntos tratados e à
assimilação ativa dos conhecimentos, visando preparar o aluno para um desempenho
profissional e ético coerente com o desempenho de um contador;

criar condições para o desenvolvimento das capacidades de abstração e reflexão
sobre a atividade realizada, no sentido de criar no aluno um processo de senso crítico
e analítico com relação aos fatos da nutrição;

orientar o aluno no processo de aprender, e capacitá-lo a ter controle sobre sua
capacidade de receber e processar informações.
Considerando o perfil desejado, as práticas pedagógicas não se atêm às estratégias
didáticas tradicionais. Ao invés de simplesmente despejar conteúdo e esperar que o aluno
assimile maior quantidade de informações possíveis, é necessário, levá-lo a uma participação
ativa no processo ensino-aprendizagem.
O ensino deve estar sintonizado com o mundo real, sensível às necessidades da
comunidade e às mudanças que vão acontecendo na área da nutrição, podem e devem fazer
parte do cotidiano das aulas. O aluno deve ser estimulado ao questionamento, à procura de
“outras verdades”, a não se contentar com o óbvio, a “buscar” o mundo no seu processo de
aprendizagem. Dessa forma estará apto mesmo após a conclusão do curso, a continuar buscando
por si mesmo, seu aperfeiçoamento pessoal e técnico.
Para tanto, são utilizadas dentre outras, para consecução dos objetivos do curso, as
seguintes estratégias didáticas:

aulas expositivas e dialogadas com utilização de recursos audiovisuais;
46
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
aulas práticas nos Laboratórios;

leituras de livros, artigos e revistas especializadas;

aplicação e utilização de tecnologia de processamento de dados e da Internet;

seminários abordando temas da Nutrição Humana, Avaliação Nutricional, Dietoterapia e
outras áreas;

palestras com profissionais de notório saber da área da nutrição, abordando temas atuais;

desenvolvimento de pesquisas de campo e realização de trabalhos científicos;

visitas às empresas de pequeno, médio e grande porte dos diversos ramos de atuação;

estruturação e desenvolvimento de projetos e estudos de casos.
Além das estratégias elencadas, o processo ensino-aprendizagem é intensificado com o
desenvolvimento das atividades práticas e no Trabalho de Conclusão de Curso. A idéia é de que
o processo deixe de ser apenas técnico/teórico, que coloque o aluno frente a situações que
ocorrem no cotidiano da nutrição, apresentando-lhe desafios a serem vencidos e indicando-lhe
o ferramental a ser utilizado, orientando-o, de forma efetiva, na busca das soluções.
Ao professor responsável pela disciplina, incumbe, a elaboração e o cumprimento do
plano de ensino de sua disciplina, fixando-lhe os objetivos; a orientação, a direção e a condução
do ensino de sua disciplina, com cumprimento integral do programa e da carga horária fixados;
a elaboração e a execução de projetos de pesquisa; a organização, aplicação e julgamento de
instrumentos de avaliação do aproveitamento e dos resultados apresentados pelos alunos, de
forma a fixar e poder aferir: em termos de aluno o que o aluno deverá ser capaz de fazer e
com qual nível de desempenho e, em termos de avaliação do aluno se, efetivamente adquiriu
as habilidades pretendidas e atingiu o nível de aproveitamento desejado do conteúdo
programático desenvolvido. Incumbindo ainda ao professor os apontamentos e os registros
cartoriais da disciplina sob sua responsabilidade
2.6.2. Pesquisa
Na Iniciação Científica, os professores devem propor projetos de pesquisa referentes ao
Curso de Nutrição, que serão desenvolvidos pelos alunos, arregimentados através de critérios
estabelecidos pela Coordenadoria de Pesquisa e Extensão.
As propostas de integração de alunos e professores em pesquisa estarão voltadas para os
seguintes pontos:

Conhecimento regional: desenvolvimento de pesquisas que permitam ao aluno
aprofundar o seu conhecimento da comunidade na qual ele, está inserido.
47
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
Conhecimento das necessidades sociais da comunidade do aluno: relação
escola/trabalho.

Produção de trabalhos com relevância para a formação acadêmica do aluno: inserir o
aluno no universo da pesquisa científica através do espírito crítico, do raciocínio
abstrato, como formas de garantir a este aluno a autonomia de pensamento.

Desenvolver a autonomia profissional: através do conhecimento de métodos de
pesquisa bibliográfica e empírica, desenvolver no aluno a capacidade de busca de
instrumentos necessários à resolução dos problemas que terá diante de si, na sala de
aula.
2.6.3. Extensão
Os projetos de extensão universitária procuram atender às necessidades da comunidade
através de cursos e/ou programas que possam contribuir com a atualização e capacitação de
profissionais da nutrição, nas suas diferentes áreas de atuação.
O Centro Superior de Ensino e Pesquisa
de
Machado busca evitar confundir a
extensão com ações filantrópicas. A participação do aluno em qualquer projeto de extensão deve
ser parte do seu aprendizado prático. O objetivo é o ensino, mas a implementação da extensão
também busca a interação com a sociedade, ao discutir e implementar soluções para os diversos
problemas apresentados que possam interferir no desenvolvimento local. Essas ações podem
ser pontuais ou envolver instituições públicas e privadas, a sociedade civil e outras instituições
educacionais. A elaboração e implantação, de projetos e programas é importante instrumento
para a inserção do Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado na comunidade e que ao
oferecer sua contribuição para a melhoria da qualidade de vida e aprimoramento da produção de
bens e serviços procura cumprir sua parte na responsabilidade social.
Através da extensão busca-se:

estreitar as relações entre o Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado e a
comunidade externa;

colaborar com o desenvolvimento regional seja através da difusão de novos
conhecimentos, como contribuindo com o enriquecimento cultural da mesma;

elevar os níveis de eficácia, eficiência e efetividade do aprendizado do aluno.
Quanto mais próximo ele estiver do mercado de trabalho, maiores serão suas
chances de combinar os estudos teóricos com sua aplicação empírica, devendo-se
ressaltar que teoria e prática não são excludentes, mas sim complementares;
48
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
possibilitar ganhos não somente para a comunidade acadêmica mas também para
comunidade que estará recebendo profissionais mais qualificados e competentes para
solucionar problemas. Em última instância, a médio e em longo prazo, toda a
sociedade se beneficia com jovens mais bem preparados.
De qualquer forma a linha básica da política de extensão é a da inserção da Instituição no
contexto regional, como instrumento ativo no processo de construção e desenvolvimento sócioeconômico, político e cultural; a integração com empresas e instituições comunitárias de
produção de conhecimento e tecnologia da região; o estímulo à criatividade e à originalidade e a
consciência da mudança e da necessidade de uma educação permanente. Isso significa, então,
voltar-se aos compromissos assumidos com a região, destacando aqueles que mais se afinam
com a ação extensionista: o de contribuir para o desenvolvimento regional; o de estimular o
desenvolvimento cultural da região e de promover a difusão cultural, e o de contribuir para a
melhoria da educação como um todo. Estes compromissos traduzem-se em duas políticas
institucionais: a Política de Apoio ao Desenvolvimento Regional e Política de Apoio Cultural.
Essas políticas abrangem áreas temáticas como: Inclusão Social, Desenvolvimento econômico e
social, Meio Ambiente, Memória Regional, Produção Artística e do Patrimônio Cultural,
Educação e Saúde.
2.6.4. Avaliação
A avaliação da aprendizagem do curso de Nutrição fundamenta-se na premissa de que
avaliar é um processo contínuo e cumulativo com função diagnóstica e formativa, centrado na
aprendizagem do aluno.
O professor assume o papel de investigador, de esclarecedor, de organizador de
experiências significativas de aprendizagem. Seu compromisso é o de agir refletidamente,
criando e recriando alternativas pedagógicas adequadas a partir da melhor observação e
conhecimento de cada um dos alunos, sem perder a observação do conjunto e promovendo
ações interativas. A avaliação da aprendizagem consiste na observação permanente das
manifestações de aprendizagem para proceder a uma ação educativa que otimize os percursos
individuais.
A avaliação é mediadora da ação pedagógica reflexiva. Ela é uma ação que promove a
melhoria da qualidade do ensino.
A avaliação do processo de ensino e de aprendizagem tem por objetivo:

Diagnosticar e registrar os progresso do aluno e suas dificuldades;

Possibilitar que os alunos auto-avaliem sua aprendizagem;
49
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
Orientar o aluno quanto aos esforços necessários para superar as dificuldades;

Orientar as atividades de planejamento e replanejamento dos conteúdos curriculares.
A avaliação do processo de ensino e aprendizagem envolve a análise do conhecimento e
das técnicas específicas adquiridas pelo aluno e também dos aspectos formativos, através da
observação de suas atitudes referentes à presença as aulas, participação nas atividades
pedagógicas e responsabilidades com que assume o cumprimento de seu papel.
Os alunos são avaliados através de provas escritas, trabalhos individuais e em grupos,
relatórios, pesquisas e outros. Deve ser destacado que o Regimento prevê que também nas
avaliações haja interdisciplinaridade, pois uma das provas em cada bimestre letivo é
integradora. Isto é feito através da formulação de questões que relacionam conhecimentos de
várias disciplinas do período cursado ou mesmo através de um estudo de caso composto por
conhecimentos adicionados por várias disciplinas do período.
Os exercícios escolares, em número de 04 (quatro) por semestre, visam à avaliação
progressiva do aproveitamento do aluno e constam de:
I - duas provas parciais, realizadas uma em cada bimestre;
II - duas Avaliações Interdisciplinares, uma em cada bimestre, sendo que o percentual da
pontuação da Avaliação Interdisciplinar corresponde a 20% (vinte por cento) da pontuação
fixada para o bimestre.
Atendida, em qualquer caso, a freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) às aulas e
demais atividades escolares, é aprovado:
I - independentemente de exame final, o aluno que obtiver média semestral igual ou superior a
7,0 (sete) calculada na forma do disposto no § 4º do Artigo 56;
II -mediante exame final, o aluno que tendo obtido média semestral inferior a 7,0 (sete), mas
igual ou superior a 5,0 (cinco), obtiver no exame final nota igual ou superior a 7,0 (sete).
2.6.5. Estágio Supervisionado
O estágio, nas diretrizes curriculares, é caracterizado como atividade obrigatória, que se
configura a partir da intervenção do aluno no espaço sócio – ocupacional, tendo em vista sua
capacitação para o trabalho profissional.
No CESEP, o estágio desenvolvido nos dois últimos período do curso, é acompanhado
por um professor da área, a quem cumpre a supervisão acadêmica realizada na Instituição, por
meio de disciplina e/ou oficina concernente. Ao professor, que exerce a função de supervisor
acadêmico, cabe a reflexão teórico – metodológico das questões atinentes ao exercício
profissional cotidiano e à formação do aluno. A informação é necessariamente completada com
50
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uma dimensão formativa, envolvendo a reflexão sobre valores, posturas e atitudes observadas
em seu desempenho.
O papel do supervisor acadêmico desdobra-se em: acompanhar o desempenho do aluno
de acordo com a instituição; identificar carências teóricos – metodológicas e técnico –
operativas do aluno e contribuir para a sua superação; estimular a curiosidade científica e a
atitude investigativa no exercício profissional; atribuir clareza ao papel do profissional;
contribuir par identificação das singularidades do trabalho da Nutrição, reconhecendo, ao
mesmo tempo , os elementos particulares e universais nele contidos; atualizar o aluno ao nível
da biografia e conhecimentos necessários às atividades profissionais e à pesquisa; orientar o
aluno na formulação de refletir com o aluno sobre valores, posturas e comportamentos
identificados no desempenho de seu trabalho como estagiário; desenvolver o espírito crítico no
trato teórico e na formação do cidadão.
Ao supervisor de campo cabe o acompanhamento, a reflexão e o apoio à sistematização
das atividades realizadas pelo discente, a partir de um Plano de Estágio, elaboradas em comum
acordo com a unidade de ensino. Ou seja, seu papel é o de integrar o aluno no campo de
trabalho; determinar e acompanhar as atividades do acadêmico aí desenvolvidas; acompanhar o
aprendizado em serviço; zelar pelo desempenho ético do acadêmico; participar das seções de
supervisão integrada realizada pelos núcleos temáticos da Instituição e das atividades de
capacitação promovidas pela mesma.
REGULAMENTO DE ESTÁGIO
TÍTULO I
Das Disposições Iniciais e Finalidades
Art. 1º O presente regulamento tem por finalidade normatizar o sistema de estágios a que devem
se submeter os alunos dos cursos de graduação do Centro Superior de Ensino e Pesquisa de
Machado.
TÍTULO II
Dos Estágios
CAPÍTULO I
Da Definição
Art. 2º Estágio é o período de exercício pré-profissional previsto em currículo, em que o
51
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estudante de graduação permanece em contato direto com o ambiente de trabalho,
desenvolvendo atitudes fundamentais, profissionalizantes ou comunitárias, programadas ou
projetadas, avaliáveis em conceito, com duração e supervisão constantes de leis e normas. É a
vivência, em situações práticas, em ambiente real de trabalho, da teoria desenvolvida em sala de
aula.
CAPÍTULO II
Dos Objetivos
Art. 3º O estágio tem a função de estabelecer um elo entre a Instituição de Ensino Superior, a
Comunidade e o aluno com a tríplice intenção de:
I - complementar a formação do estudante, dotando-o do instrumental prático indispensável ao
perfeito desempenho de sua futura atividade profissional;
II - aperfeiçoar a formação profissional de acordo com as exigências do mercado de trabalho;
III - estabelecer um canal retro-alimentador entre a teoria e a prática, desenvolvidas pela
Instituição e Comunidade.
Assim sendo, tem como objetivos:
a) proporcionar ao estudante, oportunidade de desenvolver suas habilidades, analisar
situações e propor mudanças no ambiente organizacional e societário.
b) Complementar o processo ensino-aprendizagem, através da conscientização das
deficiências individuais e incentivar a busca do aprimoramento pessoal e profissional.
c) Atenuar o impacto da passagem da vida de estudante para a vida profissional, abrindo ao
estágio mais oportunidade
de
conhecimento
da
filosofia,
diretrizes, organização e
funcionamento das organizações e da comunidade.
d) Facilitar o processo de atualização de conteúdos disciplinares, permitindo adequar
aqueles de caráter profissionalizante às constantes inovações tecnológicas, políticas, sociais e
econômicas a que estão sujeitas.
e) Incentivar o desenvolvimento das potencialidades individuais, propiciando o surgimento
de novas gerações de profissionais empreendedores internos e externos, capazes de adotar
modelos de gestão, métodos e processos inovadores, novas tecnologias e metodologias
alternativas.
f) Promover a integração do Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado-cursoempresa-comunidade.
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g) Atuar como instrumento de iniciação científica à pesquisa e ao ensino (aprender a
ensinar)
TÍTULO III
Da Coordenação
Art. 4º A Coordenação de Estágios está subordinada, administrativamente, à Coordenação de
cada Curso de Graduação.
Art. 5º A Coordenação de todas as atividades de estágio é exercida pelo Coordenador de Curso
ou por um professor do Curso, indicado por seu Coordenador e designado pelo Coordenador
Geral.
Parágrafo único. À Coordenação é atribuída uma carga horária de até 20 (vinte) horas/aula
semanais.
CAPÍTULO I
Das Atribuições da Coordenação
Art. 6º Compete à Coordenação de Estágios:
I - Executar a política de estágios deflagrada pelo Centro Superior de Ensino e Pesquisa de
Machado.
II - Redigir e baixar normas e instruções para os estagiários, bem como para o Professor
Supervisor, que devem ser submetidas à apreciação do Conselho Superior.
III - Divulgar entre os alunos dos Cursos de Graduação qualquer informação ligada ao estágio;
IV - Acompanhar o desenvolvimento dos estágios, mantendo para isso um cadastro que
contenha todas as informações necessárias;
V - Registrar os conceitos atribuídos pelos Professores Supervisores nos relatórios finais de
estágios;
VI - Providenciar a abertura de campos de estágios curriculares-profissionalizantes;
VII - Orientar o aluno em tudo que se relacione com estágio;
VIII-Implantar e desenvolver uma política de divulgação da importância do estágio junto às
Entidades Concessionárias;
IX - Propor a mudança deste Regulamento ao Conselho Superior.
X - Apresentar, semestralmente, relatório geral das atividades à Coordenação do Curso;
XI - Convocar reuniões com Professores, Coordenadores e alunos para tratar de assuntos
relacionados com estágio;
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XII - Enviar à Secretaria de Registro Acadêmico ao final de cada semestre letivo, os resultados
obtidos pelos estagiários;
XIII - Desenvolver outras atividades inerentes à área, ou que venham a ser delegadas pelo
Coordenador do Curso.
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TÍTULO IV
Da Legislação
Art. 7º A atividade de estágio desenvolvida nos cursos de Graduação obedece à seguinte
legislação:
I - A Lei nº 11.788, de 25 de Setembro de 2008, publicada no Diário Oficial da União em 26 de
Setembro de 2008.;
II – A Lei nº 9394/96.
III - O presente Regulamento Interno.
IV - As normas Estatutárias e Regimentais da Fundação Educacional de Machado e do Centro
Superior de Ensino e Pesquisa de Machado.
V - As normas da entidade concessionária onde o estágio se realiza.
TÍTULO V
Da Realização do Estágio
Art. 8º O estágio deve ser realizado nos semestres finais dos cursos de graduação.
§ 1º Pode ser realizado em mais de uma etapa, em áreas e entidades concessionárias diferentes,
com duração de acordo com o projeto aprovado.
§ 2º Comprovada pratica profissional anterior, pode-se suprir, a juízo do Conselho do Curso ,
parte da carga horária do estagio supervisionado.
Art. 9º O estagiário deve integralizar a exigência curricular mínima estabelecida no Projeto
Pedagógico do Curso.
Art. 10. Deve ser observada, por parte do estagiário, a carga horária fixada no Termo de
Compromisso, documento obrigatório firmado entre a Coordenação de Estágio, Entidade
Concessionária e o Estagiário.
Parágrafo único. Na integralização da carga horária total do estagio podem ser incluídas as
horas destinadas ao planejamento, orientação paralela e avaliação das atividades.
CAPITULO I
Designação do Professor Supervisor
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Art. 11. A designação do professor para a supervisão dos estágios é de competência do
Coordenador Geral a partir de indicação do Coordenador do Curso.
CAPITULO II
Da Supervisão
Art. 12. Compete ao Professor Supervisor:
I - Prestar assistência técnica à coordenação e ao estagiário na elaboração e desenvolvimento do
Projeto de Estágio, bem como no Trabalho de conclusão do Estágio
II - Cooperar com a coordenação na abertura de campos de Estagio.
III - Participar das reuniões convocadas pela Coordenação e apresentar informações, quando
solicitado dando ciência do andamento dos trabalhos que estão sob sua supervisão.
IV - Avaliar os relatórios mensais e finais dos estagiários, devolvendo-os á coordenação no
máximo 15(quinze) dias após o recebimento;
V - Atribuir conceito ao trabalho de Conclusão do Estágio.
Art. 13. Os estagiários devem observar as seguintes normas de conduta:
I - Ser pontual e assíduo;
II - Ter atitudes compatíveis com o papel de estagiário;
III - Ser responsável;
IV - Ter confiança nas próprias possibilidades;
V - Aproveitar eficientemente o período do Estágio;
VI - Respeitar normas e rotinas da entidade onde vai estagiar;
VII - Manter em caráter confidencial os dados relativos ao local de estágio;
VIII- Assumir responsabilidades apenas se lhe forem solicitadas;
IX - Manter-se sempre em contato com o Professor Supervisor, pois todo o trabalho deve ser
coerente com ele;
X - Avaliar-se constantemente, visando ao auto-aperfeiçoamento;
XI - Planejar cuidadosamente seu trabalho, esmerando-se na preparação do material didático e
procurando sempre dar o melhor de si;
XII - Ser grato à entidade que lhe proporcionar a oportunidade do estágio.
CAPÍTULO IV
Das Entidades Concessionárias
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Art. 14. Entende-se por Entidade Concessionária, aquela que propicia campo de estágio aos
alunos dos cursos de graduação dando- lhes oportunidade para completarem sua formação
profissional.
Art. 15 O Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado espera que as Entidades
Concessionárias colaborem com a realização de estágio, proporcionando:
I - Condições ao estagiário de atingir os objetivos propostos previamente no Projeto de Estágio.
II - Validade à realização do estágio, acompanhando, conferindo e autenticando através
assinatura.
Art. 16. O Projeto deve ser apresentado dentro das especificações fixadas no manual de
estágios.
Art. 17. O Projeto deve ser aprovado pelo professor supervisor e homologado pelo Coordenador
de Curso.
Art. 18. O Projeto de Estágio deve ser apresentado em 4(quatro) vias que tem a seguinte
destinação:
1º. Via – À Coordenação para aprovação e homologação, ficando arquivada em pasta
individual;
2º. Via – Ao Professor Supervisor
3º. Via – À Entidade Concessionária;
4º. Via – Ao Estagiário
CAPÍTULO V
Dos Relatórios
Art. 19. Durante a realização do Estágio o aluno deve, mensalmente apresentar ao professor
supervisor o relatório de estágio.
Art. 20. Além do relatório mensal, o professor supervisor poderá exigir relatórios adicionais, ou
outras informações necessárias para o sistema de avaliação.
Art. 21. O estagiário tem 6 (seis) dias úteis após a conclusão do estágio para entregar o relatório
final à Coordenação de Estágios, sob pena de invalidação do referido relatório.
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Parágrafo único. Compete á Coordenação de Estágios julgar os casos excepcionais mediante
justificativa apresentada pelo estagiário.
CAPÍTULO VI
Da Avaliação Mensal
Art. 22. As atividades de Estágio são obrigatoriamente avaliadas pelo professor supervisor.
Art. 23. O Estágio é avaliado pelos relatórios mensais e pelo Trabalho de Conclusão de Estágio .
Art. 24. A avaliação mensal do professor supervisor é uma necessidade para orientação técnica e
metodológica do Projeto de Estágio em desenvolvimento.
Parágrafo único. A avaliação constituirá de parecer emitido pelo professor supervisor a respeito
da qualidade do trabalho apresentado.
CAPÍTULO VII
Do Trabalho de Conclusão de Estágio
Art. 25. O Trabalho de Conclusão de Estágio é um documento elaborado pelo estagiário, no
qual constam as atividades desenvolvidas durante o período de estágio.
Art. 26. O trabalho de Conclusão de Estágio é elaborado 01(uma) via que deve ser entregue ao
professor supervisor.
CAPÍTULO VIII
Da Avaliação do Trabalho de Conclusão Do Estágio
Art. 27. Após a conclusão do estágio, o aluno tem prazo de 06(seis) dias para entregar à
coordenação.
Parágrafo único. O prazo final para entrega do Trabalho de Conclusão de Estágio deve ser até o
encerramento do semestre letivo.
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Art. 28. O conceito final é a nota atribuída pelo professor supervisor, e não deve ser inferior a
7,0(sete).
Art. 29. Caso o estagiário não alcance o conceito mínimo fixado no artigo anterior, o aluno tem
um prazo de trinta dias para reformular o trabalho executado.
Art. 30. Se após a reformulação do Trabalho de Conclusão de Estágio o mesmo não alcançar,
novamente o conceito mínimo, o aluno tem seu estágio considerado nulo para todos os efeitos.
Parágrafo único. Não alcançado o conceito mínimo, o aluno deve matricular-se no ano
seguinte, na mesma série, e cumprir todas as etapas previstas no manual do estagiário.
CAPÍTULO IX
Das Disposições Finais.
Art. 31. A realização do estágio é obrigatória para a conclusão dos cursos de Graduação quando
estiver previsto no Projeto Pedagógico.
Art. 32. O aluno que até o final do ultimo semestre não cumprir as atividades de estágio deve
matricular-se na disciplina para receber as orientações do estágio pelo professor coordenador.
Art. 33. Os casos omissos no presente regulamento são resolvidos de acordo com a decisão do
Conselho Superior.
Art. 34. Este entra em vigor após aprovação pelos órgãos competentes.
2.6.6. Atividades complementares
As atividades complementares de integralização curricular, são ações acadêmicas que
objetivam atender ás demandas e desenvolver as potencialidades individuais, com especial
atenção ao conhecimento cientifico e tecnológico.
Serão consideradas como atividades complementares se realizadas durante a fase de
integralização do curso, devendo o aluno acumular ao final da graduação no mínimo as horas
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estipuladas na estrutura curricular
A regularização das atividades complementares será feita junto ao Coordenador (a) do
Curso, de acordo com o Regulamento das Atividades Complementares.
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Estabelece normas para oferta das Atividades Complementares dos cursos do Centro Superior
de Ensino e Pesquisa de Machado.
Art. 1°
ATIVIDADES DESENVOLVIDAS
As Ativ
DOCUMENTO
COMPROBATÓRIO
NÚMERO DE
HORAS VÁLIDAS
VALOR
MÁXIMO
idades
Comple
mentare
s integr
am a parte flexível do currículo dos cursos de
graduação do Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado, sendo o seu integral
cumprimento quando previsto no Projeto Pedagógico do curso, indispensável para a obtenção
dos diplomas de graduação.
Parágrafo único. A coordenação das Atividades Complementares é de responsabilidade do
Coordenador de cada curso de graduação.
Art. 2° As atividades complementares têm como objetivo estimular o aluno a participar de
experiências diversificadas que contribuam para o seu futuro profissional.
Art. 3° Compõem as Atividades Complementares as seguintes disciplinas e atividades, com a
respectiva carga horária:
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Atividades de iniciação científica ou
equivalentes realizadas na IES ou em
instituições públicas ou privadas
reconhecidas,
com
a
devida
comprovação
mediante
a
apresentação de relatórios.
Atividades de monitoria realizadas
junto aos cursos da IES.
Cursos
de
extensão
e
aperfeiçoamento relacionados à área
de cada curso, realizados em
Instituições de Ensino Superior
reconhecidas pelo Ministério da
Educação.
Relatório
de
acompanhamento dos
órgãos de fomento e do
professor/ orientador/
pesquisador.
20 horas por semestre
computadas após a
participação
em 80 horas
projetos de pesquisa,
quando
da
apresentação
do
relatório de atividades.
Relatório de atividades Computada 1 hora de
de
monitoria atividade
desenvolvidas.
complementar
para
cada
1
hora
de
monitoria
realizada,
80 horas
considerando
no
máximo 20 horas por
semestre
atribuídas
após cada monitoria,
ao final do semestre.
Certificado
de Computada 1 hora de 20 horas
participação.
por
atividade
curso e
complementar
para
100
cada 1 hora de aula.
horas no
Válido para cursos de,
total
no mínimo, 8 horas.
Cursos ministrados por instituições Certificado
participação.
de
reconhecida
competência
acadêmica
ou
do
mercado,
relacionados à área do curso, e
chancelados pela coordenação.
Participação como espectador de Certificado
Palestras, Seminários, Cursos, Mini- participação.
cursos e eventos de natureza
acadêmica
ou
profissional
comprovados mediante apresentação
do certificado de participação.
de Computada 1 hora de
atividade
complementar
para
cada 1 hora de aula.
Válido para cursos de,
no mínimo, 8 horas.
de Computada 1 hora de
atividade
complementar
para
cada 1 hora do evento.
Válido para eventos
de, no mínimo, 2 horas
20 horas
por
curso e
40 horas
no total.
10 horas
por
evento e
80 horas
no total
61
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO
CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO
Apresentação
de
Palestras, Certificado
participação.
Seminários, Cursos, Mini-cursos,
Painéis, Trabalhos em congressos ou
em eventos de natureza acadêmica
ou
profissional
comprovados
mediante apresentação do certificado
de participação.
Certificado
participação.
Intercâmbio.
de Computadas 2 horas de
atividade
complementar
para
cada
1
hora
de
participação no evento.
Válido para eventos
de, no mínimo, 2
horas.
de Computada 1 hora de
atividade
complementar
para
cada 1 hora aula
realizada
no
intercâmbio.
das Equivalência total do
Participação em projetos da IES que Relatório
atividades
guardem coerência com a área do
desenvolvidas
no
curso.
projeto.
das
Atividades comunitárias isoladas Relatório
atividades
desenvolvidas pela IES.
desenvolvidas.
Cópia
do
artigo
publicado
Publicação em periódicos científicos científico
com referência do
como autor ou co-autor.
volume e data de
publicação.
Cópia do capítulo do
Publicação de capítulo de livro como livro com referência do
autor ou co-autor.
título do livro, volume,
local e data de edição.
Cópia
do
artigo
científico
publicado
Publicação em anais de congressos
com referência do
acadêmicos como autor ou co-autor.
volume, local e data de
publicação.
Certificado
de
como
Organização de eventos acadêmicos. participação
organizador do evento.
Estágio extracurricular em empresas Relatório assinado pelo
públicas ou privadas em atividades orientador
ou
afins ao curso, com a devida responsável pela área.
comprovação
mediante
a
apresentação de relatório.
Visitas técnicas a instituições
públicas ou privadas, promovidas
pelo curso.
Relatório de visita.
4 horas
por
evento e
60 horas
no total
72 Horas
número
de
horas 80 horas
destinadas ao projeto.
Equivalência total do
número
de
horas 30 horas
destinadas à atividade.
20 horas.
60 horas
30 horas.
60 horas
5 horas.
30 horas
Computada 1 hora de
atividade
60 horas
complementar
para
cada 1 hora de evento.
20 horas por semestre,
computadas após a
80 horas
apresentação
do
relatório.
4 horas por visita.
30 horas
62
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO
CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO
Disciplinas eletivas cursadas,
quenão pertençam a grade do
curso como por exemplo,
disciplinas afins oferecidas por
outro curso ou instituição de ensino.
Declaração da
No final do semestre
secretaria, informando serão computadas:
o nome da disciplina,
10 h de atividade
carga-horária e data de complementar para
realização.
disciplinas de 2
h/semanais; 15 h de
atividade
complementar para
disciplinas de 3
h/semanais;
20 h de atividade
complementar para
disciplinas de 4
h/semanais.
Parágrafo único. O aluno deve cumprir, entre o primeiro e o último período letivo do
curso, a carga horária total prevista de Atividades Complementares.
Art. 4° O registro e a publicação da carga horária das Atividades Complementares serão
feitos semestralmente pela Secretaria, após a validação do cumprimento das horas pela
Coordenação de Curso, constando do histórico escolar apenas a carga horária total.
Art. 5° Não se consideram Atividades Complementares, aquelas desenvolvidas fora do
Período de integralização do curso, salvo nos casos de equivalência, a serem estudados
pelo colegiado de cada curso.
Art. 6° O presente regulamento só pode ser alterado pelo voto da maioria absoluta dos
Membros do Conselho Superior.
Art. 7° Compete ao Conselho Superior dirimir dúvidas referentes à interpretaçã
o desten regulamento, assim como suprir as suas lacunas, expedindo os atos
complementares que se fizerem necessários.
Art. 8° Este Regulamento entra em vigor nesta data, revogadas as disposições em
contrário.
2.6.7. Programas de Atendimento ao Discente
Apoio Psico-pedagógico ao discente -O Centro Superior de Ensino e Pesquisa de tem
consciência que é possível atingir um maior grau de eficiência no desempenho escolar
dosalunos, com a adoção de medidas simples para melhor adaptar e ajustar o discente.
80
horas
Assim aInstituição criou o APsi - Núcleo de Apoio Psicopedagógico aos Discentes.
Este projeto pretende basicamente, servir de apoio para a melhoria do desempenho
dos alunos e que também favorece a realização de suas atividades acadêmicas, bem
como seu desempenho como futuros profissionais.
Programas de Financiamento Através de sua Mantida, Centro Superior de Ensino e Pesquisade Machado, a Fundação
Educacional de Machado está cadastrada junto ao FIES e oferece ainda o Programa
FAFE – Fundo de Amparo ao Fomento do Estudante, que é um programa de
financiamento de estudos da Instituição Mantenedora, semelhante ao do Ministério de
Educação.
Bolsas de Estudo Também através de sua Mantida, Centro Superior de Ensino e Pesquisa de
Machado, a Fundação Educacional de Machado está cadastrado junto ao ProUni. A
instituição, também oferece bolsas beneficiando, entre outros, alunos do Programa
de Monitoria, do Programa de Iniciação Científica e do Programa de Extensão.
Programa de Nivelamento O Programa de Nivelamento é constituído de um conjunto de ações voltadas para a
recuperação das deficiências de formação do aluno que ingressam no Centro Superior
de Ensino e Pesquisa de Machado. A iniciativa permite o desenvolvimento dos
conceitos básicos necessários ao acompanhamento do curso de graduação oferecido
pela instituição.
Acompanhamento de Egressos O Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado tem o Programa de
Acompanhamento de Egressos, que objetiva rastrear a trajetória futura dos alunos
que passam pela instituição. Com o acompanhamento da vida profissional do exaluno no mercado de trabalho, a instituição terá um instrumento para validar ou
não sua contribuição para a comunidade em que está inserida. Buscar-se-á manter
cadastros atualizados dos ex-alunos, para saber em que medida o curso superior
2
possibilitou ou contribuiu para a ascensão profissional, onde trabalham e o que fazem.
Programa de Monitoria A atividade de monitoria está vinculada especialmente ao ensino.
São montados grupos de monitores formados por alunos, para dar suporte aos docentes
no preparo e desenvolvimento das aulas e acompanhamento aos alunos que
Apresentarem dificuldades no processo de aprendizagem. Tais monitores podem
aproveitar as horas dedicadas, computadas como Atividades Complementares.
Iniciação Científica O Programa de Iniciação Científica pretende estimular os alunos a darem os primeiros
passos no caminho da produção do saber. O objetivo é possibilitar aos mesmos a
iniciação em projetos de pesquisa e investigação científica, tendo em vista ampliar sua
base de conhecimentos conceituais e práticos, no desenvolvimento de seus estudos.
Apoio em Participação de Eventos Tem por objetivo apoiar a promoção de eventos internos e estimular os discentes a
participarem em eventos como congressos, encontros, seminários, workshops, como
forma de aprofundamento e aperfeiçoamento dos conhecimentos, promovendo a
melhoria da qualidade do ensino adquirido.
Orientação Didática –
Trata-se de uma política de orientação acadêmica aos discentes no que diz respeito à
sua vida escolar e à sua aprendizagem. Para sua consecução parte dos docentes terá
carga horária especificamente destinada para o atendimento em horário diferente do
horário das aulas, de tal forma que os alunos possam se beneficiar deste programa.
Extensão A política de extensão é a da inserção da Instituição no contexto regional. Isso
significa, voltar-se aos compromissos assumidos com a região, destacando aqueles que
mais se afinam com a ação extensionista: o de contribuir para o desenvolvimento
3
regional; o de estimular o desenvolvimento cultural da região e de promover a
difusão cultural.
3. Infra- estrutura
3.1.
Salas de Aula
Salas de aula
Construção em alvenaria, piso acimentado, pintura acrílica, forro em laje, boas
condições de ventilação e iluminação natural, iluminação artificial com lâmpadas
fluorescentes e condições adequadas de acústica. Salas equipadas com carteiras
universitárias, mesas/cadeiras professor, ventiladores de teto. Estão disponíveis
equipamentos audiovisuais como data show, computador, retroprojetor, televisor,
que são instalados quando requisitados pelo docente. A limpeza e conservação
são mantidas de forma permanente. A segurança é reforçada por sistema de
alarme e durante o período noturno com a presença de equipe de segurança.
I. Pavilhão de Salas de Aula - Inferior
Sala 2 – Inferior: Com 50m2. / Sala (3 + 4) - Inferior: Com 100m2. / Sala 5 – Inferior:
Com50m2. / Sala 6 – Inferior: Com 50m2/ Sala 7 – Inferior: Com 50m2. / Sala 8 –
Inferior: Com50m2. / Sala 9 – Inferior: Com 50m2. / Sala 10 – Inferior: Com 50m2. /
Sala (11 + 12) – Inferior: Com 100m2. / Sala 14 – Inferior: Com 50 m2/ Sala 15 –
Inferior: Com 50 m2. /Sala 16 – Inferior: Com 50m2. / Sala 17 –Inferior: Com 50m2. /
Sala 18 – Inferior: Com50m2. / Sala 19 – Inferior: Com 50m2. / Sala 20 –
Inferior: Com 50m2.
II. Pavilhão de Salas de Aula - Superior
III - BLOCOS NOVOS DE SALAS DE AULAS
BLOCO I
4
Sala 1 – Com 96m2./ Sala 2 – Com 112m2
BLOCO II
Sala 1 – Com 48m2./ Sala 2 - Com 48m2./ Sala 3 - Com 48m2./ Sala 4 - Com 48m2
3.2.
Sala de professores e sala de reuniões
A sala de professores e de reuniões, com 89,1746 metros quadrados, está localizada no
Pavilhão de Salas de Aula. Instalação de alvenaria, pintura acrílica, piso em cerâmica,
forro de material termo acústico, janelas e porta em vidro temperado, boas condições de
ventilação e iluminação, iluminação artificial com lâmpadas fluorescentes. Possui
sanitários, masculino e feminino, exclusivos. Equipada com: 1 aparelho de telefone
sem fio – GE, 4 computadores completos DELL com acessos à internet, 8 armarinhos
de fórmica branca, 9 mesinhas fórmica branca, 8 cabines de fórmica, 1 mesa de
fórmica para computadores, 4 armários de aço com divisões para guarda individual
de material docente, 2 ventiladores – Arno, 1 aparelho de telefone – Premium, 1 mural,
1 estante de aço, 27 cadeiras de estofados verdes, 2 mesas grandes de fórmicas, 1 mesa
cinza de fórmica. 1lixeiras.
Existe cozinha anexa com 8,2754 metros quadrados, equipada com 1 balcão de pedra de
mármore com armário de fórmica, 1 refrigerador 310 litros -Electrolux, 1 pia de inox
com fogão de 4 bocas com gabinete – GHEL PLUS, 1 suporte para água com galão,
1 suporte de copo de café e água, 1 botijão de gás, 1 lixeira.
Durante o período das aulas o atendimento aos docentes é feito por funcionário e a
segurança da sala é reforçada por sistema de alarme interno.
Para reuniões também podem ser utilizadas salas de aula não utilizadas atualmente para
atividades didáticas, no Pavilhão de Salas de Aula.
Para o coordenador de curso, existe gabinete individual na sala de coordenação.
Integrantes do NDE têm à disposição para os trabalhos, a sala anexa à Biblioteca Prof.
Norberto Vilas Boas, medindo 16 m2, piso em granilite, forro em madeira, porta em
aço, iluminação artificial com lâmpadas fluorescentes, e com boas condições de
iluminação natural.
5
3.3.
Laboratórios de Informática
Laboratório de Informática I
Medindo 64 m2, equipado com 2 quadro branco, 2 ar condicionado, 1 armário de aço,
35 computadores completos DELL, 43 mesas de computadores, 60 cadeiras fórmicas
1 cadeira de estofado, 2 lixeira grandes.
Laboratório de Informática II
Medindo 64m2, equipado com 1 quadros branco, 3 ventiladores Arno de parede , 24
computadores completos Positivo, 24 mesas de computadores, 1 lixeiras , 46 cadeiras de
estofados.
Todos os computadores dos laboratórios estão conectados à internet e fora dos horários
em que estejam sendo utilizados para alguma aula, estão à disposição de alunos e
professores, nos períodos diurnos e noturnos.
Existem ainda na biblioteca à disposição dos alunos, onze terminais de acesso à Internet
.
3.4.
Biblioteca
A - Espaço Físico
A Biblioteca foi planejada para disponibilizar à comunidade acadêmica uma infraestrutura facilitadora das atividades de consulta, pesquisa e estudo individual ou em
grupo. Para tal, foi projetada em ambiente agradável, inteiramente em acordo com as
normas de segurança, dispondo de iluminação e instalações adequadas e devidamente
sinalizadas, além de um constante serviço de limpeza e segurança.
A Biblioteca conta com uma área total de 222,80 m², divididos em vários ambientes. A
Biblioteca conta com fácil acesso para portadores de deficiência física.
6
Instalações para o Acervo
O Acervo Bibliográfico encontra-se distribuído em estantes de aço, distribuído por
assunto, em espaço específico.
Instalações para Estudos em Grupo
A Biblioteca dispõe de sala para estudos em grupo.
Instalações para acesso à Internet
Existem à disposição dos alunos 10 (dez) terminais de acesso à Internet.
B - Funcionamento
Nível de Informatização da Biblioteca
A Biblioteca encontra-se totalmente informatizada no seu acervo geral de livros e
periódicos, contando com o sistema de gerenciamento de informações bibliográficas de
qualidade.
Os alunos têm à disposição terminais informatizados de pesquisa, que lhes permitem
acesso bibliográfico direto, por título, assunto e pista.
É importante ressaltar que os 3 (três) computadores utilizados pelos funcionários,
também estão conectados à rede internacional.
Além da consulta na biblioteca, ainda existe a possibilidade de consultas on line, através
do site da instituição que possui link de biblioteca virtual.
Em relação à rede de comutação bibliográfica, a Biblioteca está associada ao COMUT e
BIREME incluindo também as bases de dados do PROBE através da FAPESP, SCIELO
e Portal CAPES.
Facilidades para Recuperação da Informação
Em função das ferramentas de catalogação bibliográfica, já apresentada, o aluno poderá
realizar sua pesquisa por meio de qualquer informação disponível a respeito da obra:
7
Título, Autor, Assunto, Pista, Tombo, Classificação, Palavra-chave, data da publicação,
Indexação dos artigos das revistas técnico-científicas.
Condições de Acesso ao Material Bibliográfico
O acesso ao acervo é livre. A pesquisa e leitura na Biblioteca podem ser feitas por
qualquer pessoa, seja ela pertencente à comunidade acadêmica, ou não.
Formas de Consultas e Empréstimos
A biblioteca adota o sistema de “empréstimos” de até três livros por vez, devendo o
aluno, devolvê-los no prazo de sete dias, podendo, no entanto, haver renovação do
empréstimo por até duas vezes consecutivas, no caso em que a publicação não esteja
sendo requisitada por outro leitor.
A publicação entregue ao usuário ficará sob sua inteira responsabilidade, enquanto esta
permanecer em seu poder, respondendo o mesmo pelos danos e perdas que porventura
se verificar. Na perda de qualquer título deverá, obrigatoriamente, repor a obra, ou
substituí-la por outra do mesmo assunto e igual valor.
Existe uma integração entre bibliotecas de outras instituições, onde o empréstimo de
livros e periódicos se faz possível através de formulário.
Tipo de Catalogação
A Biblioteca utiliza o Sistema de Classificação Decimal de Dewey, que o divide em
grandes áreas. A catalogação utiliza normas internacionais, AACR2
Recursos Humanos
Bibliotecária: Carmen Lúcia D’Andrea - CRB 6-1080
Auxiliares: a profissional tem o apoio de duas auxiliares
Formas de Atualização e Expansão do Acervo
O constante avanço do conhecimento nas diversas áreas do saber faz com que exista um
a política de atualização e incremento da Biblioteca bastante séria e eficiente para
8
garantir o dinamismo do planejamento acadêmico.
Para tanto, a Instituição utiliza um sistema em que os coordenadores de cada curso, por
meio de formulário próprio, encaminham as solicitações para a Biblioteca, tanto dos
professores quanto dos alunos, explicitando a importância e urgência da aquisição.
Para facilitar as indicações são colocados à disposição da comunidade acadêmica,
catálogos de lançamentos das diferentes editoras, bem como periódicos especializados.
Nesta etapa, a Bibliotecária também possui uma função bastante importante. Faz suas
sugestões tendo como base o índice de procura e interesse dos professores e alunos em
relação a determinada obra. Além das relações encaminhadas antes do início de cada
semestre letivo, são adquiridos em sua totalidade os títulos indicados na bibliografia
básica de cada curso em fase de implantação são ainda acatadas pela biblioteca,
durante o transcorrer do semestre, as solicitações de aquisição de novos
lançamentos ou edições.
Horário de Funcionamento
A Biblioteca funciona em três períodos: manhã, tarde e noite, totalizando 14 horas/dia
de atendimento. O horário de funcionamento da Biblioteca é das 8h às 22 horas, de
segunda a sexta feira. Aos sábados a Biblioteca tem expediente das 8:00 às 12:00 horas.
Este procedimento facilita a freqüência de professores, alunos e comunidade em geral.
Sob esta ótica, a Biblioteca se estabelece como um importante centro de integração
entre a comunidade acadêmica e usuários da região.
Serviços Oferecidos
1
Catálogo do acervo impressos disponível para consulta local
2
Acesso disponível pela intranet aos serviços
3
Acesso disponível pela internet aos serviços
4
Acesso disponível pela intranet ao acervo eletrônico
5
Acesso disponível pela internet ao acervo eletrônico
6
Acesso disponível pela internet aos catálogos
7
Acesso disponível pela intranet aos catálogos
8
Participação em redes de biblográfica
9
Comutação bibliográfica – COMUT
9
10 Apoio à elaboração de trabalhos acadêmicos
11 Reserva da bibliografia usada nos cursos – Coleção Reserva
12 Horário de funcionamento diário ininterrupto
13 Acervo aberto, possibilitando ao usuário o manuseio do acervo
14 Acesso para portadores de necessidades especiais
15 Capacitação de usuários
16 Pesquisa bibliográfica
17 Página web da biblioteca
18 Elaboração de fichas catalográficas para os alunos
19 Atendimento a comunidade em geral, incluindo ex-alunos.
Apoio na Elaboração de Trabalhos Acadêmicos
Toda a comunidade acadêmica da Instituição recebe por parte do pessoal técnico e
administrativo da Biblioteca, apoio necessário para a elaboração dos trabalhos
acadêmicos. Este apoio traduz-se em indicações bibliográficas, dicas de sites
disponíveis, pesquisas em periódicos e revista, indicações de autores, e outros.
Ressalta-se ainda o importante trabalho que o bibliotecário realiza junto aos alunos
e professores, através de cursos e orientação individual a respeito de utilização das
normas técnicas.
A Biblioteca possui conjunto de normas da ABNT para normatização e que está à
disposição dos usuários. Além disso, há também na Biblioteca manual com as
exigências específicas para a apresentação de trabalhos técnicos e científicos da IES.
Segurança
Existem armários para guarda de material do usuário. Está instalado sensor anti-furto,
para segurança e proteção do acervo.
3.5.
Auditório
O auditório tem 400 metros quadrados, e está equipado com 250 cadeiras para o público
e palco com mesa central e sistema de som. Modulado, pode atender convenientemente
eventos com diferentes quantidades de participantes.
10
3.6. Quadra Poliesportiva
Com 600,00 m2, piso em cimento, com demarcações para basquete, voleibol, futsal e
handebol. Tabelas para basquete, iluminação artificial, arquibancada para público, alam
brado em todas as laterais, protegida lateralmente e na parte superior com redes.
3.7. Laboratórios Específicos
Laboratório de Anatomia
8X12= 96m2
5 bancadas de alvenaria de ardósia, 1 quadro branco, 1 quadro pintado na parede para
giz, 1 mesa de ardósia, 1 armário de aço, 27 banquetas branca de madeira, 1 lixeira.
Laboratório de Biologia
8X12= 96m2
3 bancada de alvenaria de ardósia, 1 mesa de ardósia, 1 cadeira de fórmica, 1 quadro
branco, 5 armário de aço, 1 pia de inox, 3 botijão de gás, 37 banquetas de madeira,
1 lixeira.
Laboratório de Nutrição
8X9= 72m2
2 mesas grandes brancas,2 armários de aço, 1 armário de aço com vidro, 22 banquetas
brancas, 1 quadro branco, 40 cadeiras com braços, 1 pias de ardósia. 1 lixeira.
Laboratório de Química
8X8= 64m2
2 bancadas de alvenaria de ardósia,3 armários de aço, 25 banquetas brancas de madeiras
, 3 botijão, 1 quadro pintado na parede para giz, 1 mesa de pedra. 1 lixeira.
Laboratório de Microbiologia
Sala de entrada
5X3,8= 19m2
1 pia de inox de ardósia
11
Sala de Aparelhos
3,8X3,10= 9,68m2
1 pia de inox de ardósia
Sala de aula pratica
8X9= 72m2
1 quadro branco,1 mesa de fórmica, 1 cadeira estofada, 4 bancada de alvenaria de
ardósia, 23 banquetas bancas de madeiras, 2 armários de aço, 1 mesa de computador, 1
cadeira de estofado, 2 tanques brancos de louças, 1 pia de inox de ardósia.
Banheiro
3,20X1,94= 6,20 m2
2 vasos sanitários, 1 lavatórios, 1 espelho, 2 lixeiras, 1 porta saboneteira, 1 porta papel
higiênico.
Câmera de Crescimento
1,75X6,12= 10,71m2
1 estante de fórmica branca com 5 divisões e com 3 prateleiras, 1 refrigerador de ar com
ventiladores MACQUAY, 1 Tayme –Siemens, 1 termostático regulador de temperatura.
Laboratório de Enfermagem
8x9,5= 76m2
1 quadro branco, 4 mesas brancas de madeiras, 3 armários brancos de aço,1 prateleira e
aço, 1 arquivo de 4 divisão de aço, 156 banquetas brancas de madeiras, 1 gabinete de
ardósia com 2 pias, 1 ventilador de pé, 1 lixeira.
3.8.
Infra-estrutura de Serviços
Internamente a comunidade acadêmica conta com uma cantina, constituída de área de
serviço/ atendimento e cozinha. Em alvenaria, piso cacos de mármore, forro em laje, par
edes em azulejo, iluminação artificial com lâmpadas fluorescentes. Apresentando boas
condições de salubridade, limpeza e higiene, a cantina atende satisfatoriamente às
necessidades de alimentação de discentes, docentes e funcionários.
12
Os serviços de reprografia são terceirizados e estão instalados no Pavilhão principal.
Existe equipe de segurança patrimonial e pessoal que atua diuturnamente assegurando a
tranqüilidade de toda a comunidade acadêmica. Na portaria central há funcionários que
controlam a entrada de pessoas durante todo o período de funcionamento da Instituição.
3.9.
Sala para membros do NDE – Núcleo Docente Estruturante
Existe sala destinada aos membros do NDE, localizada ao lado da Biblioteca.
13
Download

Projeto Pedagógico Nutrição