UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICA PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO CURSO DE NUTRIÇÃO São Paulo 2011 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO REITOR João Grandino Rodas VICE REITOR Hélio Nogueira da Cruz PRÓ-REITORA DE CULTURA E EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA Maria Arminda do Nascimento Arruda PRÓ-REITORA DE GRADUAÇÃO Telma Maria Tenorio Zorn PRÓ-REITOR DE PESQUISA Marco Antonio Zago PRÓ-REITOR DE PÓS GRADUAÇÃO Vahan Agopyan FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICA DIRETORA Helena Ribeiro PRESIDENTE DA COMISSÃO DE CULTURA E EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA Maria do Rosário Dias Latorre PRESIDENTE DA COMISSÃO DE GRADUAÇÃO Regina Mara Fisberg PRESIDENTE DA COMISSÃO PESQUISA Dirce Maria Trevisan Zanetta PRESIDENTE DA COMISSÃO DE PÓS GRADUAÇÃO Arlindo Philippi Júnior GRUPO DE APOIO PEDAGÓGICO DA FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICA Cláudia Maria Bógus – Coordenadora Ana Maria Cervato Mancuso Ana Maria Gambardella Dirce Maria Lobo Marchiori Maria de Fátima Marucci Regina Mara Fisberg Monica Inez Elias Jorge ESTUDANTES Ariana Esther Fernandes Cyntia Barrientos Fernanda Agapito Fernanda Christina Marinho Juliana Pantoja Luciana Catarina Melo Mariana Canella Nadine Nunes Sabrina Viana Roberto Rubem Brandão Tatiane Nunes Pereira Viviana de Paula Soares Vanessa de Castro Pereira ASSESSORIA PEDAGÓGICA: Otília M. L Barbosa Seiffert APOIO: Serviço de Graduação da FSP/USP SUMÁRIO APRESENTAÇÃO 1 5 HISTÓRICO E CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO DE 11 NUTRIÇÃO 1.1 A UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO E A FACULDADE DE 11 SAÚDE PÚBLICA 1.2 O CURSO DE NUTRIÇÃO 15 2 PERFIL PROFISSIOGRÁFICO 20 3 DIRETRIZES E OBJETIVOS 23 4 CORPO DOCENTE 25 5 ESTRUTURA CURRICULAR 25 6 5.1 EIXOS E ESTRUTURA CURRICULAR 25 5.2 EMENTAS DAS DISCIPLINAS 30 5.3 ATIVIDADES INTEGRADORAS 37 5.3 ESTÁGIO CURRICULAR E TRABALHO FINAL 38 5.4 DISCIPLINAS OPTATIVAS 39 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 42 6.1 INICIAÇÃO CIENTÍFICA 42 6.2 ENSINAR COM PESQUISA 42 6.3 PROGRAMA DE MOBILIDADE INTERNACIONAL 43 6.4 APRENDER COM CULTURA E EXTENSÃO 43 6.5 MONITORIA 43 6.6 CENTRO ACADÊMICO EMÍLIO RIBAS 44 6.7 REPRESENTANTES DISCENTES 44 6.8 ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA ACADÊMICA XXXI DE AGOSTO 44 6.9 NUTRITIVA 45 6.10 NUTRI JR. 45 6.11 JORNADA UNIVERSITÁRIA DA SAÚDE 45 6.12 CENTRO DE SAÚDE ESCOLA GERALDO DE PAULA SOUZA 46 7 6.13 CENTRO DE SAÚDE - ARARAQUARA 47 PROGRAMAS DE APOIO AOS ESTUDANTES 48 7.1 RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO 48 7.2 BOLSA-ALIMENTAÇÃO 48 7.3 BOLSA-MORADIA 48 7.4 CRECHES 49 8 ATIVIDADE DE FORMAÇÃO DOCENTE 50 9 INFRAESTRUTURA 52 10 GESTÃO DO CURSO 53 ANEXO – PLANO DE DISCIPLINAS E ATIVIDADES 55 APRESENTAÇÃO Este Projeto Político Pedagógico do Curso de Nutrição é resultado de um trabalho coletivo e de coautoria de professores, estudantes e técnicos de nível superior (nutricionista), elaborado nos últimos dois anos (2008-2010), ancorado em iniciativas relevantes de avaliação e reformulação deste Curso ao longo de sua história. A necessidade de reformulação da atual proposta curricular articula-se ao reconhecimento que o cenário mundial do ensino superior vem sofrendo mudanças significativas ao longo das últimas décadas. A quantidade de matrículas nesse nível de ensino é crescente, fato que reflete não apenas maior grau de conhecimento e informação da população, mas é uma medida do potencial econômico e dos índices de democracia e de justiça de uma nação1. No Brasil, o ensino superior que, na década de 1960, contava com poucas e pequenas instituições, no início do século XXI apresenta expressivas mudanças em termos numéricos e diversidade organizacional (universidades, centros universitários, faculdades integradas, institutos tecnológicos e estabelecimentos isolados), além das alterações no perfil dos ingressantes que, no ano 2000, totalizavam mais de dois milhões e no ano 2006 já eram quase cinco milhões 2. No contexto dessa rápida expansão do sistema da educação superior, principalmente pós LDB/1996, evidencia-se que a área de Nutrição também apresentou significativa evolução. No período de 1997 a 2006 teve um crescimento de 83,3%, passou de 38 para 224 cursos, sendo 95,1% (213) de instituições privadas (11) e 4,9% de públicas3. Em 2009, eram 324 cursos, implicando num crescimento 1 PORTO, C; RÉGNIER, K. O ensino superior no mundo e no Brasil - condicionantes, tendências e cenários para o horizonte 2003-2025: uma abordagem exploratória. Brasília (DF): MEC, 2003. 2 3 e BRASIL. Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais. Censo da Educação Superior: Evolução da Educação Superior: Graduação 1991-2007. Brasília (DF), 2008. de 44,6 %, sendo 81,5 % (264) privados e 18,5% (60) públicos4. Tal evolução coloca necessariamente desafios às instituições de ensino no sentido de buscar renovação e inovação nos processos de formação profissional. Em relação às alterações já em andamento e previstas para os próximos vinte anos, podem ser destacadas as que dizem respeito às características e à estrutura do setor de educação superior, às mudanças nas relações das universidades com a sociedade e às mudanças na natureza da prestação de serviços acadêmicos e no modo de execução das atividades acadêmicas1. Seguindo tais tendências, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional LDB de 19965 com o intuito de superar a idéia de educação embasada exclusivamente na transmissão de conhecimentos e informações e orientar-se para o oferecimento de uma sólida formação básica, que seja flexível e de qualidade e para o preparo do egresso para os desafios sociais e da prática profissional, estabeleceu que os cursos de graduação devem ter Projeto Político Pedagógico (PPP), construído coletivamente, centrado no estudante como sujeito da aprendizagem e apoiado no professor como facilitador e mediador do processo ensino-aprendizagem. Assim, a formação dos profissionais de saúde tem sido repensada, a fim de atender às novas demandas sociais, no que tange à evolução científica e tecnológica, às transformações do mundo do trabalho, bem como ao processo de organização social. Aliadas às políticas educacionais estão as referentes à saúde, que com o Sistema Único de Saúde - SUS (1989) criam novos desafios e demandas para os processos de formação profissional de nível superior. Assim, as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em Saúde estabelecem competências e habilidades gerais para todos os cursos - Atenção à saúde; Tomada de decisões; Comunicação; Liderança; Administração e gerenciamento e Educação permanente - e coloca o SUS como um dos pilares estruturantes da formação profissional. 4 5 BRASIL. Censo do Ensino Superior. INEP; Brasília DF, 2009. MARTINS, C. B. Ensino superior brasileiro nos anos 90. São Paulo em perspectiva, v.14, n.1, 2000. Para tanto, torna-se cada vez mais urgente repensar os projetos curriculares nas instituições de ensino superior, exigindo a inclusão de novos cenários e propostas de ensino, que possam favorecer a formação de profissionais alicerçada em fundamentos interdisciplinares e multiprofissionais potencializando atitudes de autonomia, criatividade, cientificidade, autoaperfeiçoamento, cooperação, negociação, entre outras. O processo de elaboração do PPP foi coordenado pelo Grupo de Apoio Pedagógico da Faculdade de Saúde Pública que foi criado em novembro de 2007 e oficialmente instituído em abril de 2008, por meio da Portaria PORT SÇASCOL/3/08), com o intuito de coordenar as atividades relativas à reformulação do currículo atual. Esse processo envolveu várias etapas, incluindo algumas anteriores à criação do GAP, e que estão brevemente descritas a seguir: 1. Percepção dos egressos sobre o curso. No período de 2002 a 2006, os egressos do curso foram consultados e, de acordo com eles, o curso apresenta deficiências na relação teoria e prática, na integração das disciplinas básicas e profissionalizantes e na relação entre professores e estudantes. Por outro lado, sentem-se adequadamente preparados para atuarem nas áreas de nutrição clínica e alimentação coletiva. 2. Definição das competências e habilidades específicas do Nutricionista. Este processo implicou na consulta, em 2006, junto a nutricionistas de destaque em vários campos de atuação, indicados por diferentes segmentos da área, que participaram de uma Oficina de Trabalho para a definição de suas áreas de competência e critérios de excelência para a atuação profissional. O resultado deste trabalho foi apreciado pelos participantes da Oficina e docentes nutricionistas do próprio curso6; 6 FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICA. Comissão de Graduação. Definição de habilidade e competências do nutricionista. 2007. 3. Definição do perfil do profissional a ser formado. As atividades desenvolvidas por outras instâncias (Avaliação dos egressos, Participação no Curso de Pedagogia Universitária e Oficina de habilidades e competências) e as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação de Nutrição (Resolução CNE/CES nº5, de 7 de novembro de 2001), além das sugestões e comentários coletados junto aos professores responsáveis por disciplinas no Curso de Nutrição, foram a base para a definição do perfil profissional do egresso do Curso de Nutrição7; 4. Avaliação da atual proposta do Curso de Nutrição para indicação de um novo desenho curricular articulado com as Diretrizes Curriculares Nacionais e o perfil do egresso desejado. Inicialmente, o GAP, a partir dos documentos relativos ao Pró-saúde - iniciativa do Ministério da Saúde voltado para a reformulação dos cursos da área da saúde - fez uma análise da estrutura curricular atual, considerando distribuição de disciplinas e carga horária, das áreas de competência, de acordo com os eixos propostos pelo Pró-saúde. Posteriormente, foram realizadas Oficinas com docentes e discentes, em março e maio de 2009, com o objetivo principal de envolvê-los na construção e consolidação de mudanças no Projeto Político Pedagógico do Curso de Nutrição, visando identificar as contribuições das disciplinas que compõem o atual Currículo para a formação do perfil profissiográfico do Nutricionista, identificando possíveis caminhos a mudanças necessárias8; Estas Oficinas representaram um momento de troca, conhecimento e compromissos para os docentes e discentes com os seguintes apontamentos: Abertura e compromisso, tanto dos docentes como dos discentes participantes, para discutir e repensar o Curso de Nutrição frente aos atuais desafios e demandas do sistema de saúde do país, do mundo do trabalho e dos compromissos da Instituição (USP); 7 FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICA. GAP - Grupo de Apoio Pedagógico. Informe para docentes. set. 2008. 8 FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICA. GAP - Grupo de Apoio Pedagógico. Relatório da I Oficina de Trabalho Projeto Político Pedagógico e Estrutura Curricular do Curso de Nutrição da USP. jul. 2009. Reconhecimento de nós críticos como resultados de fatores internos ao cotidiano acadêmico e também de influências externas à instituição; Reconhecimento da fragmentação curricular e do distanciamento entre a teoria e a prática nos/dos diversos cenários de atuação profissional; Necessidade de se consolidar a integração teoria-prática da perspectiva interdisciplinar e multiprofissional, buscando uma maior aproximação aos cenários de prática profissional desde o início da formação, a partir de níveis de complexidade diferenciados; Importância do trabalho coletivo e compartilhado para se avançar no processo de mudanças necessárias no PPP, favorecendo a consolidação de espaços de articulação e interdisciplinaridade das atividades de ensinoaprendizagem. 5. Elaboração da proposta preliminar do PPP pelo GAP e apresentação aos docentes em Oficinas de Trabalho realizadas em outubro de 2009. Os objetivos da Oficina foram: Identificar as possíveis interconexões entre as disciplinas e/ou atividades do Curso; Identificar atividades de integração entre as disciplinas e/ou atividades; Rever as ementas e objetivos de aprendizagem das disciplinas e/ou atividades. Foram apresentadas sugestões e deliberado que ficaria sob a responsabilidade do GAP a elaboração da proposta final do PPP do Curso de Nutrição9. 6. Reuniões com grupos de docentes por Eixos Temáticos do PPP, realizados entre junho e agosto de 2010 para ampliar a discussão acerca das ementas e objetivos de aprendizagem das disciplinas e atividades do Curso. Os avanços do PPP incluem Eixos Temáticos estruturantes curriculares; a inclusão de Atividades Integradoras ao longo dos cinco anos; e a aproximação a práticas em cenários de atuação profissional do nutricionista. Neste momento, a 9 FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICA. GAP - Grupo de Apoio Pedagógico. Relatório da II Oficina de Trabalho Projeto Político Pedagógico e Estrutura Curricular do Curso de Nutrição da USP. dez. 2009 opção é por uma estrutura disciplinar flexível, considerando a especificidade e a experiência da USP com a área da saúde, num movimento de superação da fragmentação dos conhecimentos e da dicotomia entre teoria e prática em direção à integração de diferentes áreas disciplinares e profissionais. 1 HISTÓRICO E CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO DE NUTRIÇÃO 1.1. A UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO E A FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICA A Universidade de São Paulo conta com 40 unidades, espalhadas por sete campi, que realizam atividades de ensino, pesquisa e extensão em todas as áreas de conhecimento. Com cerca de 78 mil estudantes - dos quais 56 mil estão ligados à graduação (229 cursos) e 22 mil à pós-graduação (230 programas) -, quase 16 mil funcionários e 5.400 professores, e é hoje a maior Universidade do Brasil e uma das maiores do mundo. Construir todo esse patrimônio não foi uma tarefa fácil para a sociedade paulista. Com a derrota da Revolução Constitucionalista de 1932, o estado buscou liderar o país através do conhecimento científico. Dessa intenção surgiu o lema que até hoje é estampa dos documentos oficiais da USP – Scientia vinces (“pela ciência vencerás”). Soma-se a isso o ambiente de reforma cultural predominante em São Paulo na década de 1920, classificado pelo educador Fernando de Azevedo como período do “movimento pela renovação educacional”. O governo provisório brasileiro sanciona decretos organizando o ensino secundário e as universidades. Um destes decretos, o Estatuto das Universidades brasileiras, dispõe sobre a organização do ensino superior no Brasil e adota o regime universitário. Em agosto de 1933, com a nomeação de Armando de Salles Oliveira para a função de interventor de São Paulo, abriu-se caminho para a fundação da USP. Um dos homens que lideraram o movimento constitucionalista, Sales Oliveira formou uma comissão para elaborar o decreto de formação da Universidade. No dia 25 de janeiro de 1934, finalmente o interventor assinou o Decreto Estadual 6.283, dando origem à USP. A Faculdade de Saúde Pública, por sua vez, tem sua origem relacionada ao "Laboratório de Higiene", criado em 18 de fevereiro de 1918. A criação deste laboratório, vinculado a disciplina de Higiene que passou a ser ministrada aos alunos do curso de medicina, aconteceu por meio de convenio firmado nesta data entre a "International Health Board", da Fundação Rockefeller e a Secretaria do Estado do interior de São Paulo à qual a Faculdade de Medicina estava subordinada. A Faculdade de Medicina, criada em 1912, era dirigida, nesta época, por Arnaldo Vieira de Carvalho, posteriormente homenageado pela designação do seu nome à avenida que abriga atualmente ambas as faculdades. A Cadeira Higiene da Faculdade de Medicina teve como primeiro titular Samuel Taylor Darling, que lançou as bases do ensino de Higiene no Brasil, sendo substituído, em 1921, por Wilson George Smillie, ambos professores da Fundação considerando não haver no país professores preparados para assumir a cátedra. Em 1922, assumiu a direção da Cadeira Higiene Geraldo Horácio de Paula Souza que, juntamente Francisco Borges Vieira, diplomara-se pela primeira turma da Escola de Saúde Pública da Universidade de John Hopkins nos Estados Unidos da América. O Laboratório de Higiene funcionava em um casarão ao lado do então prédio da Faculdade de Medicina no bairro de Campos Elíseos onde ficava a sede do Governo estadual. Com o fim do convênio, em 1924, o Laboratório foi absorvido pela Secretaria do interior rebatizado como “Instituto de Hygiene” e, Paula Souza recebe apoio financeiro da Fundação para construção de um novo prédio para sediar o Instituto Ainda em 1925, foi instalado o primeiro Centro de Saúde do país, anexo ao Instituto de Higiene, como centro modelo de aprendizado para pessoal da saúde pública, e, neste mesmo ano, iniciou-se o primeiro Curso de Educadores Sanitários, destinado a professores primários. Com Paula Souza no comando também do Serviço Sanitário da Secretaria do Interior, o Instituto, além de suas atividades de ensino e pesquisa, transforma-se em formulador de políticas públicas para São Paulo até 1927. Em 1929, teve início o Curso de Especialização em Higiene e Saúde Pública para Médicos, com duração em um ano, período integral, diplomando-se nesse ano a primeira turma de médicos sanitaristas. Em 1931, foi o Instituto de Higiene reconhecido oficialmente, como "Escola de Higiene e Saúde Pública", ligada a recém criada Secretaria de Educação e Saúde Pública, instalada em seu novo endereço, perto do Cemitério do Araçá. Um decreto do interventor Adhemar de Barros, em 1938, determina que a Escola de Higiene e Saúde Pública se integre a recém criada USP, mas subordinada à cadeira de Higiene da FMUSP, onde Paula Souza era catedrático. Em 1939, começou a funcionar na escola, por solicitação de Paula Souza, o Centro de Estudos sobre Alimentação estabelecido por decreto do Governo do estado. Poucos meses depois, o Decreto Estadual nº. 10.617, de 24 de outubro de 1939, instituiu o curso destinado à formação de nutricionistas. Diferentemente do Prof. Escudero que fundou, em 1933, a Escola Municipal de Dietistas em Buenos Aires (Argentina), o Prof. Paula Souza deu ao curso designação então usada nos Estados Unidos para os profissionais de Nutrição que atuavam em saúde pública - Curso de Nutricionista. Em 1945, o interventor federal em São Paulo, Fernando Costa, assina o decreto mudando o nome da escola para Faculdade de Higiene e Saúde Pública integrada como uma das Unidades autônomas de ensino superior da Universidade de São Paulo (Decreto-Lei 14.857 de 10 de julho de 1945). Em 1947, foi criado no município de Araraquara, no Estado de São Paulo, o "Serviço Especial de Saúde", que se constituiu como unidade sanitária e centro rural de aprendizado da Faculdade. A Fundação Rochefeller apoiou o SESA até 1956 quando foi transferido integralmente para a USP. Em 1948, foi instalado o Curso de Higiene e Saúde Pública para Engenheiros, destinado à formação de engenheiros sanitaristas. A Faculdade de Higiene e Saúde Pública, ampliando suas atividades, procura novas parcerias e, em 1951, em convênio com a Fundação "Kellogg", teve início o primeiro Curso de Administração Hospitalar do País. Em 1955, a OPAS recomendava que todas as faculdades de medicina criassem cadeiras de medicina preventiva e com o aumento das novas faculdades de medicina no estado de São Paulo neste novo formato, a Faculdade de Higiene e Saúde Pública torna-se pioneira em cursos para outros setores. Nesse sentido, cria o Curso de Veterinária em Saúde Pública (1957), de Especialização para dentistas (1958) e, em 1959, a Habilitação em Saúde pública para enfermagem. Em 1963, após a aprovação pela Congregação do projeto do novo Regulamento da Faculdade, adaptado a reforma dos Estatutos da Universidade de São Paulo de 1962e que englobava, além de modificações em sua estrutura administrativa, as bases do novo regime de ensino, a Faculdade organizou e instalou profunda reforma didática, consolidada em 1964. A reforma universitária de 1968, estabeleceu a organização acadêmica baseada na segmentação e departamentalização das áreas de conhecimento formando centros e departamentos como forma organização de administração eliminando a cátedra vitalícia. Além disso, muitos laboratórios existentes foram para outras unidades da USP. Em 1969, a Faculdade passou a ter a sua atual denominação: “Faculdade de Saúde Pública". Com decreto para estruturar a rede de centros de saúde do estado implantada, a partir de 1975, pelo secretario de saúde do estado Walter Leser, as diretorias e chefias destas unidades passam a ser exclusiva de médicos sanitaristas. Para formar estes profissionais, a FSPUSP assina convenio com o Ministerio da Saúde e implanta o curso curto de seis meses para formação de médicos sanitaristas. Com uma nova reforma universitária em 1988, a USP, cria as Pró-reitorias e as correspondentes comissões no âmbito das Unidades de Ensino. A estrutura curricular dos cursos de graduação passa a ser de responsabilidade da Comissão de graduação de cada unidade, ou no caso de vários cursos, dos departamentos ou comissão coordenadora por ele responsável. Atualmente, a FSP é constituída por cinco departamentos envolvidos em atividades de ensino, pesquisa e extensão universitária. Abriga vários Núcleos de apoio á pesquisa e á cultura e extensão. A especialização é oferecida em várias especialidades da saúde pública. Além disso, oferece vários cursos de extensão incluindo o Programa de verão com cursos de atualização e de difusão cultural. Na pós graduação strictu sensu oferece curso de mestrado e doutorado em dois programas: Saúde Pública e Nutrição em Saúde Pública. Na graduação oferece o curso de nutrição que, desde 1988, com a reformulação o estatuto da USP, é coordenado pela Comissão de Graduação cuja composição é determinada pela representação dos cinco departamentos e por uma representação discente. A CG deste a sua implantação foi presidida por diferentes professores 1.2 O CURSO DE NUTRIÇÃO O curso foi criado em 1939, como curso de nutricionistas, oferecendo 20 vagas, com duração de um ano, em período integral. As disciplinas Anatomia, Fisiologia, Química Biológica, Nutrição Aplicada e Fisiopatologia da Nutrição formavam o currículo do curso onde se candidatavam normalistas, educadores sanitários, diplomados em farmácia e portadores de certificado de 2º grau completo. Durante a década de 1940, os formados eram integrados em serviços hospitalares, serviços de alimentação (indústrias e restaurantes) escolas elementares públicas ou privadas, serviços de Saúde Pública (parques infantis e escolas), cozinhas experimentais de empresas de Produtos Alimentícios. Em 1945, com a agora Faculdade de Higiene e Saúde Pública desvinculada da Faculdade de Medicina, o Curso de Nutricionista incorporou novas disciplinas ao currículo, principalmente da Área de Saúde Pública: Bromatologia, Alimentação da Gestante e da Criança e Dietética e Arte Culinária. Na década de 1950, houve uma diminuição sensível no número de educadores sanitários no Curso de Nutricionistas. A clientela foi formada de normalistas, alunos oriundos de escolas profissionalizantes (Educação Doméstica, Auxiliares em Alimentação) e do 2º grau completo. Na década de 1960 aconteceram vários fatos, nacionais e internacionais, que influenciaram a necessidade de mudanças na estrutura do curso. Em 1964, o Conselho Federal de Educação emitiu o parecer nº 265/62, aprovado pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC) fixando currículo mínimo para cursos formadores de nutricionistas, determinando que os mesmos tivessem duração mínima de três anos (Resolução/portaria nº 514). . Em 1966, ocorreu a I Conferências sobre treinamento de NutricionistaDietista da América Latina, CEPANDAL, realizada em Caracas, Venezuela. Em 1967, após movimentos dos profissionais, a profissão de Nutricionista foi regulamentada pela Lei nº 5.276. Neste ano, o curso incorporou novas áreas do conhecimento e passou a ter duração de três anos, em período integral. O Estudo do Anteprojeto para Regulamentação do Curso de Nutricionistas da Faculdade de Saúde Pública para ficar de acordo com a Lei Federal¨, feito pelo professor Yaro Ribeiro Gandra , em 1965, propõe como campo de atuação do nutricionista a direção de serviços de alimentação; elaboração de dietas racionais para coletividades sadias e sob orientação médica para enfermos ; ensino de nutrição, alimentação e dietética nos cursos de Nutricionistas; participação nos programas de saúde pública, de educação alimentar e de inquéritos alimentares; participação dos trabalhos, laboratoriais referentes à pesquisa em nutrição e alimentação. Em 1967, o Curso de Graduação de Nutricionista, pautado no estudo coordenado por Gandra, tem início com duração de 3 anos e com um programa que contemplam as disciplinas do currículo pleno, acrescido de outras, tais como: Economia Doméstica, Educação Agrícola, Higiene e Controle dos Alimentos, Matermologia e Alimentação da Gestante, Educação Sanitária, Laboratório ÁudioVisual, Antropologia Social, Organização e Administração Hospitalar, Planejamento e Organização de Serviços de Nutrição, Nutrição em Saúde Pública, Higiene rural e Saneamento do Meio. As disciplinas envolviam aulas teóricas, prática, estágios e trabalho de campo Em 1972, devido à Reforma Universitária, o currículo do curso de Graduação em Nutrição sofre nova mudança. O novo estatuto da Universidade de São Paulo, entre outras coisas, estabelecera que o ensino e pesquisa das áreas básicas deveriam situar-se nos respectivos institutos/faculdades. Com isso, a Faculdade de Higiene de Saúde Pública transferiu para o Instituto de Ciências Biomédicas todos os recursos humanos e materiais da área de microbiologia e bacteriologia que faziam parte de seu capital técnico-científico, adquirido no correr dos anos. Os químicos e bioquímicos do Departamento de Nutrição, encarregados das disciplinas como bioquímica, química e bromatologia criaram, com isso, as disciplinas básicas, Fundamentadas em nutrição e dietética, Fundamentos Bioquímicos da Nutrição e Fundamentos Bromatológicos da Dietética. Nessa reforma o nome da Faculdade de Higiene e Saúde Pública mudou para Faculdade de Saúde Pública. O II CEPANDAL, em 1973, aconteceu em São Paulo, na própria FSP/USP. Essas conferências serviram como base para que o MEC, em 1974, estabelecesse novo currículo mínimo. No ano de 1974 o MEC estabeleceu novo currículo mínimo (parecer 2308/74), com vigência a partir de 1975. Esse currículo baseou-se nas recomendações da I e II conferências sobre treinamento de Nutricionista-Dietista da América Latina, realizadas em Caracas na Venezuela em 1966 e em São Paulo, 1973. No currículo mínimo foi incluída a disciplina Educação Física que passou a ser obrigatória para todos os cursos de nível superior do Brasil. O Curso de Graduação em Nutrição deveria ter carga horária de 2880 horas, distribuídas em trabalho de campo ou estágio (no mínimo 300 horas) e duração média do curso de quatro anos. Alguns movimentos ocorreram na FSP a partir de 1984. Novas disciplinas foram incorporadas totalizando uma carga horária de 4.035 horas, passando a ter 40 ingressantes por ano. Em 1986, é criada uma comissão na FSP com o objetivo de avaliar e apresentar sugestões referentes à estrutura curricular em função da reforma dos estatutos da USP. Ainda em 1989, realiza-se um seminário na Faculdade de Saúde Pública, envolvendo egressos e profissionais, no qual foram discutidas ementas e cargas horárias. Em 1990, como resultado destes seminários, o currículo foi modificado, com alterações em algumas disciplinas. Em 1989, ao comemorar os 50 anos de criação do curso de Nutricionistas, a FSP realiza evento com a participação de vários egressos homenageando os primeiros profissionais. Este evento, destacado em editorial pela Revista de Saúde Pública, recebe um destaque especial da Revista Catering, uma publicação existente na época destinada à atualização dos profissionais da Nutrição Em 1992, um seminário interno do Departamento de Nutrição propôs outras alterações em disciplinas. Nessa perspectiva, o departamento de nutrição organizando os estágios em formato de disciplinas, constitui Comissão de estágio para este fim. Em 1995, considerando avaliações realizadas anteriormente, o Curso de Nutrição passou a ser oferecido em período parcial com duração de cinco anos (10 semestres) e com estrutura curricular vigente até hoje. Com o estabelecimento das diretrizes curriculares para o curso de saúde instituído pelo MEC, em 1996, o curso de nutrição da FSP passa ser organizado como projeto pedagógico incluindo a estrutura curricular, o perfil profissiográfico as competências e habilidades esperadas do egresso e eixos estruturantes do currículo. Tanto o perfil quanto as competências forma transcritas das próprias diretrizes enquanto eixos propostos vinculam-se ás quatro áreas de estágio (Nutrição clínica, Nutrição de grupos populacionais, Alimentação e Nutrição Institucional e Experimentos com alimentos e marketing). Em 2001, atendendo a uma demanda da própria USP para ampliação do uso do espaço da universidade e considerando as discussões realizadas para dentro da unidade, iniciou-se a oferta do curso também no período noturno, totalizando 80 ingressantes por ano (40 no período matutino e 40 no período noturno). Visando avaliar o curso, os egressos dos anos 2002 a 2006, foram convidados a participar de pesquisa qualitativa sobre a percepção do curso sobre a formação profissional. Essa busca para conhecer os egressos acabou resultando na iniciativa da Comissão de graduação para realizar o “Primeiro encontro de egressos do curso, em 2004”. Na perspectiva de ampliar o espaço de formação universitária para os estudantes do curso de nutrição, a FSP assina convenio de intercâmbio entre os estudantes de curso de nutrição com a Universidade do Porto. A FSP, passa a receber além dos estudantes de outros países para a formação, os estudantes da UP para formação complementar. As diferentes atividades já mencionadas visando a definição de elementos norteadores para um novo projeto pedagógico, proporcionou um cenários adequado para a as comemorações dos 70 anos do curso de nutrição em todo o ano de 2009, incluindo a Semana do Nutricionista e o II Encontro de egressos, realizados em agosto e o Seminário comemorativo dos 70 anos do curso, realizado em setembro. 2 PERFIL PROFISSIOGRÁFICO Nutricionista é o profissional da área de saúde que desenvolve ações de segurança alimentar e nutricional e de atenção dietética, destinadas a indivíduos e grupos populacionais para a promoção e recuperação da saúde, visando o direito humano à alimentação adequada, pautadas em princípios éticos e humanísticos com repercussão favorável à realidade socioeconômica, cultural e ambiental. Este perfil profissiográfico abrange as competências e habilidades - Cuidado à Saúde Individual e Coletivo; Gestão em Nutrição e Educação e Comunicação em Nutrição- apresentadas nos Quadros 1 e 2, a seguir. Quadro 1 - Áreas e subáreas de competências do Curso de Nutrição/USP, 2006. CUIDADO À SAÚDE INDIVIDUAL CUIDADO À SAÚDE CUIDADO À SAÚDE COLETIVA ÁREAS DE COMPETÊNCIA GESTÃO DO TRABALHO EM NUTRIÇÃO EDUCAÇÃO EM NUTRIÇÃO Realiza avaliação do estado nutricional Elabora e desenvolve plano de atenção nutricional Identifica necessidades nutricionais coletivas e/ou oportunidades Elabora e desenvolve plano de intervenção nutricional coletivo Identifica facilidades e obstáculos relacionados ao trabalho em nutrição Intervém nos problemas de organização do processo de trabalho em nutrição Identifica necessidades de aprendizagem no âmbito individual e coletivo Busca e socializa saberes Quadro 2 – Descrição das áreas e subáreas de competências do Curso de Nutrição/USP, 2006. ÁREA DE COMPETÊNCIA: CUIDADO À SAÚDE Subárea de Cuidado à Saúde Individual Realiza avaliação do estado nutricional Elabora e desenvolve plano de atenção nutricional Identifica necessidades nutricionais coletivas e/ou oportunidades Elabora e desenvolve plano de intervenção nutricional coletivo Promove, ao máximo possível, um ambiente acolhedor e agradável para realizar a identificação de necessidades nutricionais, segundo uma concepção ampliada do processo saúde-doença, considerando elementos subjetivos, socioeconômicos e culturais relacionados à alimentação; Busca a construção de vínculo com indivíduos e cuidadores juntamente com a equipe multiprofissional de saúde; Elabora a anamnese alimentar coletando dados sobre alimentação, hábitos de vida e situação de saúde-doença do paciente; Realiza avaliação nutricional, reconhecendo o indivíduo e seu contexto social, hábitos e comportamentos alimentares. Amplia sua análise com dados antropométricos (peso, altura, pregas, circunferências e índices) e bioquímicos, incluindo, sempre que necessário, informações do prontuário, entrevistas com familiares/cuidadores e/ou com outros profissionais de saúde envolvidos; Registra, com clareza e ética, as informações relevantes. Elabora planos de atenção nutricional considerando o contexto de vida, familiar e social dos indivíduos. Busca, na prescrição e na orientação da dieta, a promoção da saúde, a prevenção de complicações e danos nas situações de doença e a adesão do paciente; Emprega raciocínio clínico e epidemiológico e utiliza critérios éticos e de factibilidade na formulação de dietas, cardápios e cálculo de nutrientes para fórmulas enterais; Busca envolver os demais profissionais da equipe de saúde no estabelecimento da conduta nutricional Apresenta e discute com indivíduos/cuidadores o plano proposto, considerando o entendimento e respeitando a decisão que o paciente apresentar; Registra, com clareza e ética, o desenvolvimento do plano e considera os limites da atuação profissional na avaliação de resultados. Subárea de cuidado à Saúde Coletiva Identifica necessidades nutricionais coletivas, segundo uma concepção ampliada do processo saúde-doença, empregando ferramentas de interpretação e análise de dados de natureza ecológica, epidemiológica, socioeconômico e cultural; Realiza análises de rotulagem e de produtos oferecidos pelo mercado, acompanhando tendências de grupos e da sociedade no tocante aos hábitos alimentares; Considera as características particulares (idade, gênero, condições clínicas, cultura alimentar e religião) e a infraestrutura disponível (material e de recursos humanos) para a oferta de refeições a determinados grupos. Elabora planos de intervenção nutricional para grupos, considerando a realidade socioeconômica e cultural, o sistema de saúde e/ou outras instituições envolvidas, visando à promoção da saúde e a segurança alimentar e nutricional; Considera as legislações existentes em relação aos alimentos e produtos alimentares, buscando a adoção de medidas de controle de qualidade para manipulação, armazenamento e distribuição dos alimentos; Emprega ferramentas da epidemiologia, utiliza conhecimento específicos e critérios éticos e de factibilidade (recursos humanos e materiais) na formulação de cardápios, receitas, preparações e orientações nutricionais destinadas a coletividades; Promove o envolvimento de diversos segmentos da comunidade, profissionais de saúde, educadores e da equipe de saúde na avaliação de eficácia, efetividade e monitoramento da situação alimentar e nutricional e de políticas públicas na área da nutrição. Continua. Quadro 2 – Descrição das áreas e subáreas de competências do Curso de Nutrição/USP, 2006. Continuação. ÁREA DE COMPETÊNCIA: GESTÃO DO TRABALHO EM SAÚDE Identifica problemas relacionados ao trabalho em nutrição Intervém nos problemas de organização do processo de trabalho em nutrição Participa de modo ativo, oportuno e ético na identificação de problemas relacionados ao processo de trabalho, mostrando capacidade de fazer e receber críticas, com vistas à melhoria do cuidado nutricional das pessoas; Busca explicações abrangentes para os problemas identificados, coletando e interpretando dados e mostrando disponibilidade e interesse para considerar diferentes perspectivas nesse processo; Na interação com pessoas, mantém atitude profissional com postura humanizada e respeitosa, comprometendo-se com a qualidade das ações desenvolvidas, com a equipe multiprofissional, com a instituição/trabalho e com a sociedade; Pactua objetivos comuns no processo de identificação dos problemas, promovendo relações de cooperação e corresponsabilização na construção de alternativas para melhoria da organização do cuidado integral à saúde e à nutrição. Toma decisões negociadas e fundamentadas numa análise crítica dos problemas e do contexto institucional; Maximiza a utilização de recursos humanos e materiais necessários ao adequado desenvolvimento do trabalho e no enfrentamento dos problemas. Articula e promove as ações de intervenção, buscando garantir viabilidade e factibilidade aos planos; Acompanha o desenvolvimento do plano de trabalho, segundo análise de custoefetividade e avalia obstáculos e facilidades encontrados, mostrando postura flexível, mas perseverante em relação aos resultados desejados; Reorienta as ações a partir da reflexão sobre impacto no processo e resultados, promovendo a ampliação do potencial de cada um frente aos compromissos e princípios que fundamentam a ação coletiva no trabalho em nutrição ÁREA DE COMPETÊNCIA: EDUCAÇÃO EM SAÚDE Identifica necessidades de aprendizagem no âmbito individual e coletivo Busca e socializa saberes Utiliza todos os momentos do processo do cuidado nutricional para identificar necessidades de aprendizagem próprias, dos pacientes/cuidadores e da equipe a partir da reflexão sobre as necessidades nutricionais e a própria prática profissional; Favorece que esse processo seja realizado de modo coletivo, ético, respeitoso, aberto às mudanças, identificando conhecimentos, valores e experiências prévias de cada um e os requerimentos de natureza pedagógica para a transformação das práticas; Faz uso de questionários, entrevistas, indicadores e de observações, sempre que necessário; Identifica hiatos do conhecimento no sentido da necessidade de pesquisa e produção de novos saberes. Busca ativamente e analisa criticamente informações, segundo as necessidades identificadas; Escolhe estratégias educativas para a socialização de conhecimentos já produzidos e reconhecidos cientificamente na área da nutrição, considerando as características individuais,de grupos e comuniadesno processo de educação e comunicação em nutrição; Compartilha seus saberes com outros profissionais de saúde e participa da formação de futuros profissionais. 3 DIRETRIZES E OBJETIVOS O Curso de Bacharelado em Nutrição tem por finalidade formar o(a) nutricionista generalista, com uma perspectiva humanista e crítica. Tem duração de cinco anos, com carga horária total de 3.525 horas, distribuídas em dez semestres, em período parcial (matutino ou noturno). O Curso está orientado pelos seguintes princípios: A graduação como etapa inicial da formação do nutricionista; A articulação entre atividades teóricas e práticas desde o início do curso, permeando toda a formação do(a) nutricionista, de forma integrada e interdisciplinar; A inserção dos estudantes nos cenários de prática desde o primeiro semestre do curso; A autonomia institucional, flexibilidade, integração estudo/trabalho e pluralidade no currículo; O reconhecimento do papel social da universidade pública; A indissociabilidade entre o ensino, a pesquisa e a extensão no desenvolvimento das atividades de formação; A implementação de metodologia no processo ensino-aprendizagem que estimule o estudante a refletir sobre a realidade social e aprenda a aprender; A valorização de estratégias pedagógicas que articulem o saber, o saber fazer e o saber conviver, visando desenvolver o aprender a aprender, o aprender a ser, o aprender a fazer, o aprender a viver juntos e o aprender a conhecer; A pesquisa como instrumento fundamental do processo pedagógico e do trabalho do(a) nutricionista; O aprendizado do estudante e o trabalho profissional organizados segundo o raciocínio científico; O estudante como sujeito do processo de formação inicial, com participação ativa no currículo; A autonomia do estudante; A valorização das dimensões éticas e humanísticas, desenvolvendo no estudante atitudes e valores orientados para a cidadania e a solidariedade; A formação para o Sistema Único de Saúde como orientador geral do currículo. O objetivo do Curso de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da USP é promover a formação de um profissional de saúde com sólido conhecimento técnico-científico e com competências e habilidades para desenvolver adequadamente atividades relacionadas ao cuidado à saúde, à gestão para o trabalho em nutrição e à educação alimentar e nutricional em uma trajetória acadêmica que integre o ensino, a pesquisa e extensão para a formação de um profissional comprometido com seu papel na sociedade. O Bacharelado em Nutrição é um curso interdepartamental, pois os cinco Departamentos da Faculdade de Saúde Pública (Departamento de Epidemiologia, Departamento de Saúde Ambiental, Departamento de Saúde Materno-Infantil, Departamento de Nutrição e Departamento de Prática de Saúde Pública) participam do curso, por meio de diferentes disciplinas que são oferecidas de forma articulada. Além disso, também conta com a participação de várias unidades da USP, cujos docentes ministram disciplinas obrigatórias e/ou eletivas que compõem o currículo (Faculdade de Ciências Farmacêuticas, Faculdade de Medicina, Instituto de Ciências Biomédicas, Instituto de Psicologia, Instituto de Química, Escola de Enfermagem, Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade, Escola de Comunicação e Artes, Escola de Artes, Ciências e Humanidades, entre outras). 4 CORPO DOCENTE O corpo docente do Curso de Nutrição caracteriza-se pela multiprofissionalidade, não só por contar com a participação de professores de várias unidades da USP, mas, principalmente, porque essa é uma especificidade relevante da Faculdade de Saúde Pública, decorrente da amplitude e abrangência dos objetos que compõem seu campo de conhecimento. Ressalta-se também a vocação e excelência do colegiado de professores vinculados ao curso para as atividades voltadas para a pesquisa e sua presença destacada em atividades de extensão universitária. 5 ESTRUTURA CURRICULAR 5.1 EIXOS E ESTRUTURA CURRICULAR Para concretizar as diretrizes e objetivos propostos para a formação do Nutricionista, especialmente o desenvolvimento das competências, o currículo está estruturado em torno de Eixos Temáticos integradores das disciplinas e atividades, organizados na perspectiva de articular teoria e prática, desde o início da formação, e potencializar o compromisso com o SUS e com as necessidades de saúde da população. Figura 1 - Representação gráfica do currículo do curso de Nutrição/USP, 2010. O eixo Atenção Dietética objetiva propiciar oportunidades de aprendizagem ao estudante, por meio de diferentes disciplinas, para compreender o ser humano nos diversos ciclos da vida, no contexto saúde-doença com procedimentos para o diagnóstico e intervenção nutricional de indivíduos e grupos populacionais. O eixo Segurança Alimentar e Nutricional tem como objetivo propiciar oportunidades de aprendizagem ao estudante, por meio de diferentes disciplinas, para compreender o ser humano no contexto psicossocial e político, considerando a realização do direito humano à alimentação adequada e segura, na perspectiva da sustentabilidade ambiental e cultural. O eixo Trabalho, Ciência e Cultura tem como objetivo propiciar oportunidades de aprendizagem ao estudante, por meio de diferentes disciplinas, que visam integrar os conhecimentos apreendidos, vinculando-os às diferentes áreas da prática profissional. A configuração destes Eixos em relação à carga horária semestral está apresentada no quadro a seguir: Quadro 3 - Carga horária semestral por eixo temático do Curso de Nutrição/USP, 2010. Atenção Dietética Segurança Alimentar e Nutricional Trabalho, Ciência e Cultura 1º semestre 210h 90h 30h 2º semestre 60h 165h 30h 3º semestre 105h 135h 60h 4º semestre 165h 90h 30h 5º semestre 90h 75h 135h 6º semestre 90h 120h 90h 7º semestre 180h 45h 75h 8º semestre 150h 60h 75h - - 975h 1050h 780h 1500h Eixo 9º e 10º semestres TOTAL A Estrutura Curricular do Curso por semestres é apresentada com respectivas disciplinas, atividades e cargas horárias no Quadro 4 a seguir. Quadro 4 – Estrutura do Curso Semestre Atenção Dietética Disciplina 2012/1 BMA 0141 Anatomia Humana 1° BMC 0147 Biologia Tecidual CHS: 330h QBQ 0313 Bioquímica CHE 6 60h 4 60h 4 HSP 0283 Nutrição e Atenção à Saúde 14 requisito: HSM 0129 Ciclo da Vida I 2014/1 5° CHS: 330h HNT 0210 Avaliação do Estado Nutricional 90h Disciplina HSP 0282 Alimentação e Contexto Social 60h 60h 45h CA 45h 3 45h 3 6 4 4 FBA 0201 Bromatologia 60h HNT 0205 Produção e Composição de Alimentos 60h 4 4 4 12 4 3 60h 4 60h 4 45h 3 11 180h BMM 0252 Microbiologia de Alimentos FBT 0201 Tecnologia dos Alimentos 90h 60h 150h HNT 0208 Nutrição Humana HNT 0209 Dietética 45h 45h 6 75h 30h 2 30h 006 0014 Necessidades Sociais de Alimentação: Atividade Integradora 30h 30h 30h 3 30h - - 45h 45h 3 3 2 30h 2 2 2 30h Livre 2 HEP 0175 Bioestatística 60h 4 006 0020 Avaliação Nutricional e Alimentar de Populações: Atividade Integradora 30h 2 3 HEP 0176 Epidemiologia 45h 3 5 135h 2 CA - Livre 4 30h CH - Livre 60h 006 0019 Dieta, Alimentação e Cenários de Prática: Atividade Integradora 2 2 4 3 Disciplina 2 006 0018 Comunicação e Informação: Atividade Integradora 3 45h CA 30h 3 HNT 0211 Inquéritos Alimentares 006 0013 Nutrição e Prática Profissional: Atividade integradora CH HSM 0127 Corpo, Indivíduo e Sociedade 6 30h Disciplina Livres 6 9 90h HNT 0217 Epidemiologia Nutricional 45h CH 60h 7 45h Trabalho, Ciência e Cultura 90h HSP 0284 Promoção da Saúde 165h HSM 0130 Ciclo da Vida II CHE 90h 105h BMB 0256 Fisiologia II requisito: BMB 0255 Fisiologia I 2013/2 4° HNT 0207 Técnica Dietética II CHS:315h requisito: HNT 0206 Técnica Dietética I HSM 0129 Ciclo da Vida I CHE CA 60h 2013/1 BMB 0255 Fisiologia I 3° CHS: 345h HNT 0206 Técnica Dietética I CHE CH 210h 2012/2 QBQ 0314 Bioquímica da Nutrição 2° requisito: QBQ0313 Bioquímica CHS: 315h CHE Segurança Alimentar e Nutricional 9 2 30h 30h Livre 2 30h 30h 2 2 2 Quadro 4 – Estrutura do Curso Continuação. Atenção Dietética Segurança Alimentar e Nutricional Trabalho, Ciência e Cultura Livres Semestre Disciplina CH HNT 0212 Planejamento Dietético requisito: HNT 0209 Dietética C CHE 60h Imunologia CHE 150h C 30h 2 HNT 0214 Sistema de Gestão para Inocuidade de 30h Alimentos 2 HNT 0215 Gestão Financeira e Administrativa para Produção de Refeições 30h 2 HSA 0126 Aspectos Ambientais na Produção de Refeições 30h 2 120h 2 105h Intervenções Educativas em Alimentação e 7 Nutrição 45h 3 12 45h CHE TOTAL CA/T HNT 0216 Ética Profissional 30h 2 HSP 0289 Fundamentos de Administração 30 h 2 006 0021 Sistemas de Produção de Refeições - Atividade Integradora 30 h 2 Abordagem Qualitativa para Investigação em Nutrição 3 7 - 60h 60h 4 4 70 810h CH TOTAL LEGENDA: CH = Carga Horária CHE = Carga Horária por eixo CH C Livre 30 h 2 52 3555h CHS = Carga Horária do Semestre CHB = Carga Horária Bimestral 6 30h CA = Crédito Aula CT = Crédito Trabalho 45h 75h Gestão de Pessoas 3 10 90h Práticas Educativas com Indivíduos 30h 30h 2 - - - - 2 3 5 2 30 h Livre 45h 75h 3 2 5 30h 2 1/32 - - 975h 1/32 - - 1500h 36/32 195h 13 Estágios Supervisionados 1050h Disciplina 3 2016 9° e 10° CHB: 975h CHE CH Práticas Educativas com Grupos 45h Políticas Públicas de Alimentação e Nutrição 45h 2 8 30h 105h Disciplina 4 6 180h Nutrição Clínica II 2015/2 requisito: Nutrição Clínica I 8° CHS: 315h PSA 0185 Psicologia Aplicada à Nutrição CHE 30h 90h BMF 0208 Farmacologia 2015/1 7° Nutrição Clínica I CHS: 300h CH HSA 0125 Estrutura Física e Ergonomia para Produção de Refeições 2014/2 6° CHS: 330h HNT 0213 Gestão de Cardápios Disciplina 975h 169 A 32 T 5.2 EMENTAS DAS DISCIPLINAS 1º Semestre Eixo Atenção Dietética ANATOMIA HUMANA – 90h Ementa: Morfologia dos vários órgãos e sistemas do corpo humano. Órgãos e estruturas relacionadas à nutrição, particularmente os sistemas circulatório e digestório. BIOLOGIA TECIDUAL – 60h Ementa: Morfologia dos vários tecidos e sistemas do corpo humano. Estruturas relacionadas à nutrição, particularmente os sistemas circulatório e digestório. BIOQUÍMICA – 60h Ementa: Princípios gerais da Bioquímica. Introdução às Biomoléculas e metabolismo de carboidratos e lipídios. Eixo Segurança Alimentar e Nutricional ALIMENTAÇÃO E CONTEXTO SOCIAL – 45h Ementa: Conceitos fundamentais das ciências sociais. Desenvolvimento histórico-social no Brasil e seus padrões alimentares. Aspectos socioeconômicos e culturais do comportamento alimentar. NUTRIÇÃO E ATENÇÃO À SAÚDE – 45h Ementa: Sistema de Saúde no Brasil. Atenção Básica em Saúde. Direito humano à alimentação adequada. Eixo Trabalho, Ciência e Cultura ATIVIDADE INTEGRADORA: NUTRIÇÃO E PRÁTICA PROFISSIONAL – 30h Ementa: Histórico da profissão. Cenários de prática profissional do Nutricionista e as ações de saúde e alimentação. Legislação profissional. Universidade, extensão universitária e serviço comunitário. 2º Semestre Eixo Atenção Dietética BIOQUÍMICA DA NUTRIÇÃO – 60h Ementa: Integração de vias metabólicas. Metabolismo dos macronutrientes. Eixo Segurança Alimentar e Nutricional PRODUÇÃO E COMPOSIÇÃO DE ALIMENTOS – 60h Ementa: Produção de alimentos no Brasil. Processos de seleção, utilização e classificação dos alimentos sob diferentes formas de agrupamento. Legislação sobre rótulos de alimentos. PROMOÇÃO DA SAÚDE – 60h Ementa: Conceituação de saúde, educação e participação social. Pressupostos, princípios e campos de atuação da promoção da saúde nas políticas públicas promotoras da saúde com enfoque na nutrição e na segurança alimentar e nutricional. BROMATOLOGIA – 45h Ementa: Determinação dos componentes básicos dos alimentos (umidade, proteína, extrato etéreo, cinza, fibra alimentar e carboidratos). Determinação de vitaminas e minerais. Tabelas de composição de alimentos. Eixo Trabalho, Ciência e Cultura ATIVIDADE INTEGRADORA: NECESSIDADES SOCIAIS DE ALIMENTAÇÃO – 30h Ementa: Alimentação na perspectiva de diferentes grupos sociais. Espaços e cenários de atuação dos profissionais da área de alimentação e nutrição. Métodos e técnicas de entrevistas. 3º Semestre Eixo Atenção Dietética FISIOLOGIA I – 60h Ementa: Fisiologia básica. Integração dos conceitos de célula, tecido, órgão e corpo. Funcionamento dos sistemas digestório e nervoso. TÉCNICA DIETÉTICA I – 45h Ementa: Conceitos, técnicas e critérios de seleção, aquisição e preparo dos alimentos. Preservação da qualidade nutritiva e sensorial. Diferentes tipos de serviço de distribuição de refeições. Eixo Segurança Alimentar e Nutricional CONTAMINANTES BIOLÓGICOS DE ALIMENTOS – 75h Ementa: Características e controle dos microrganismos e dos parasitas. Métodos de exames microbiológicos. Principais patógenos veiculados por alimentos. Controle do crescimento de microrganismos nos alimentos. TECNOLOGIA DE ALIMENTOS – 60h Ementa: Tecnologia de alimentos: conceituação e tecnologias disponíveis. Situação da indústria de alimentos no Brasil. Processos utilizados pelas indústrias alimentícias e as transformações dos constituintes do alimento. Eixo Trabalho, Ciência e Cultura CORPO, INDIVÍDUO E SOCIEDADE – 30h Ementa: Relação dos indivíduos com seu corpo e alimentação. Aspectos simbólicos: o corpo e o alimento. Representação social do corpo. Construção social do corpo. Relação entre cultura, sociedade e processo saúde-nutrição. ATIVIDADE INTEGRADORA: COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO – 30h Ementa: Acesso e uso à informação. Conceito de comunicação e os diferentes meios de comunicação. Comunicação e legislação. Mídia, corpo e nutrição. A informação nutricional. 4º Semestre Eixo Atenção Dietética FISIOLOGIA II – 60h Ementa: Funcionamento dos sistemas cardiorrespiratório, renal e endócrino. TÉCNICA DIETÉTICA II – 60h Ementa: Técnicas dietéticas aplicadas a grupos de alimentos. Modificações ocorridas nos alimentos durante o processamento. Análise sensorial. CICLO DA VIDA I – 45h Ementa: Características biológicas e psicossociais do crescimento e desenvolvimento humano: saúde da gestante, criança, adolescente. Políticas e programas de atenção integral à saúde de gestantes, nutrizes, crianças e adolescentes. Eixo Segurança Alimentar e Nutricional NUTRIÇÃO HUMANA – 45h Ementa: Funções dos macro e micronutrientes. Determinação das recomendações para água, energia, macro e micronutrientes. Situação de deficiência e toxicidade de nutrientes. Constituição da dieta, de acordo com os princípios da alimentação adequada. DIETÉTICA – 45 h Ementa: Normas dietéticas preconizadas, considerando as especificidades dos indivíduos e grupos populacionais. Eixo Trabalho, Ciência e Cultura ATIVIDADE INTEGRADORA: DIETA, ALIMENTAÇÃO E CENÁRIOS DE PRÁTICA – 30h Ementa: Determinantes das escolhas alimentares nos diferentes ciclos da vida. Planejamento de pesquisa de campo. 5º Semestre Eixo Atenção Dietética CICLO DA VIDA II – 45h Ementa: Características biológicas e psicossociais do crescimento e desenvolvimento humano: saúde do adulto (homem, mulher, trabalhador) e idoso. AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL – 45h Ementa: Antropometria e composição corporal. Métodos bioquímicos. Avaliação do estado nutricional de grupos específicos. Indicadores clínicos do estado nutricional. Eixo Segurança Alimentar e Nutricional EPIDEMIOLOGIA NUTRICIONAL – 30h Ementa: Perfil alimentar da população brasileira. Epidemiologia dos distúrbios nutricionais. Vigilância nutricional. INQUÉRITOS ALIMENTARES – 45h Ementa: Métodos e técnicas para a avaliação do consumo alimentar de indivíduos e de grupos populacionais. Análise qualitativa e quantitativa de dados de consumo alimentar. Eixo Trabalho, Ciência e Cultura BIOESTATÍSTICA – 60h Ementa: Sistematização de dados populacionais. Estatística descritiva. Inferência estatística. EPIDEMIOLOGIA – 45h Ementa: Conceitos básicos de epidemiologia. Método epidemiológico e delineamento de estudos observacionais no campo da saúde e nutrição. Vigilância epidemiológica. ATIVIDADE INTEGRADORA: AVALIAÇÃO NUTRICIONAL E ALIMENTAR DE POPULAÇÕES – 30h Ementa: Determinantes socioeconômicos, biológicos, culturais e ambientais das condições nutricionais. Integração de métodos e técnicas de avaliação nutricional e situação epidemiológica. Desenvolvimento de um modelo geral de determinação do estado nutricional. 6º Semestre Eixo Atenção Dietética PLANEJAMENTO DIETÉTICO – 60h Ementa: Planejamento dietético. Normas e diretrizes dietéticas preconizadas. Especificidades nutricionais e biopsicossociais dos diferentes ciclos da vida. Responsabilidade técnica do nutricionista. GESTÃO DE CARDÁPIOS – 30h Ementa: Evolução da alimentação coletiva. Planejamento de cardápios para coletividades sadias em instituições. Sistemas de compras de gêneros alimentícios. Desenvolvimento de técnicas de padronização de preparações para a coletividade. Eixo Segurança Alimentar e Nutricional ESTRUTURA FÍSICA E ERGONOMIA NA PRODUÇÃO DE REFEIÇÕES – 30h Ementa: Planejamento físico-funcional. Legislação específica. Ergonomia e organização do trabalho. Trabalho, tarefa e atividade. Agentes físicos, químicos e biológicos. SISTEMA DE GESTÃO PARA INOCUIDADE DE ALIMENTOS – 30h Ementa: Sistemas de gestão de inocuidade de alimentos. Indicadores de qualidade. Legislação: organismos reguladores e normativos para produção de alimentos e refeições. Vigilância sanitária de alimentos. GESTÃO FINANCEIRA E ADMINISTRATIVA PARA A PRODUÇÃO DE REFEIÇÕES – 30h Ementa: Conceitos de gestão financeira e orçamentária dos sistemas de alimentação. Impostos e receitas. Gestão administrativa de material. Custos. ASPECTOS AMBIENTAIS NA PRODUÇÃO DE REFEIÇÕES – 30h Ementa: Gestão de resíduos sólidos, pragas e água no processo de preparo dos alimentos. Visão sistêmica da água. Avaliação de aspectos ambientais e de saúde pública relacionados à produção agrícola. Saneamento. Sustentabilidade ambiental na produção de alimentos e refeições. Eixo Trabalho, Ciência e Cultura ÉTICA PROFISSIONAL – 30h Ementa: Ética no mundo contemporâneo. Direitos e deveres individuais e coletivos. Ética na pesquisa. Responsabilidade social. Fundamentos legais e normativos da profissão. FUNDAMENTOS DE ADMINISTRAÇÃO – 30h Ementa: Funções gerenciais com ênfase no planejamento e na avaliação. Estrutura organizacional. Planejamento Estratégico Situacional (PES). Gestão de serviços de administração pública e privada. ATIVIDADE INTEGRADORA: SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE REFEIÇÕES – 30h Ementa: Sistema de produção de refeições. 7º Semestre Eixo Atenção Dietética NUTRIENTES E FÁRMACOS – 30h Ementa: Conceito e importância da farmacologia. Interação fármaco-nutrientes e suas repercussões sobre a saúde. Vantagens e desvantagens do tratamento medicamentoso. NUTRIÇÃO CLÍNICA I – 105h Ementa: Conceito, objetivos e princípios da dietoterapia. Mecanismos fisiopatológicos das doenças do sistema digestório e das carências nutricionais. Planejamento dietoterápico nas doenças do sistema digestório e nas carências nutricionais. O nutricionista na equipe de saúde. IMUNOLOGIA – 45h Ementa: Mecanismos básicos das respostas inflamatória e imune e do funcionamento do sistema imune. Aplicações e interfaces da imunologia com a área de nutrição. Eixo Segurança Alimentar e Nutricional INTERVENÇÕES EDUCATIVAS EM ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO – 45h Ementa: Processo educativo. Modelos teóricos da Educação. Estratégias educativas. Etapas de planejamento e desenvolvimento de ações educativas. Eixo Trabalho, Ciência e Cultura ABORDAGEM QUALITATIVA PARA INVESTIGAÇÃO EM NUTRIÇÃO – 60h Ementa: Referencial teórico. Técnicas e instrumentos para coleta e análise de dados com abordagem qualitativa. ATIVIDADE INTEGRADORA: PRÁTICAS EDUCATIVAS COM GRUPOS – 30h Ementa: Educação Nutricional: conceitos e aplicações no contexto das políticas públicas. Modelos, teorias e estratégias aplicadas em projetos e programas. Planejamento e análise qualitativa de atividades educativas baseados no diagnóstico nutricional. Tratamento medicamentoso e dietético. Etapas para o planejamento e desenvolvimento de ações educativas com grupos populacionais específicos. 8º Semestre Eixo Atenção Dietética NUTRIÇÃO CLÍNICA II – 105h Ementa: Mecanismos fisiopatológicos das doenças crônicas. Nutrigenômica e nutrigenética. Planejamento dietoterápico nas doenças crônicas. PSICOLOGIA APLICADA À NUTRIÇÃO – 45h Ementa: Teorias e conceitos da Psicologia. Aspectos subjetivos e culturais relacionados à alimentação. Eixo Segurança Alimentar e Nutricional POLÍTICAS PÚBLICAS DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO – 60h Ementa: Conceituação de políticas públicas: planejamento, elaboração, gestão e avaliação. Políticas de Alimentação e Nutrição: histórico, conteúdo e operacionalização. Políticas de Alimentação e Nutrição em diferentes setores. Diretrizes e objetivos das políticas intersetoriais. Ações intersetoriais de alimentação e nutrição em nível local e regional. Eixo Trabalho, Ciência e Cultura GESTÃO DE PESSOAS – 30h Ementa: Organização de trabalho. Dimensionamento de pessoal. Legislação. Relações interpessoais no ambiente de trabalho. ATIVIDADE INTEGRADORA: PRÁTICAS EDUCATIVAS COM INDIVÍDUOS – 30h Ementa: Aconselhamento Nutricional: conceitos e objetivos. Necessidades nutricionais específicas em diferentes situações patológicas. Direito Humano à Alimentação Adequada e políticas intersetoriais. Barreiras e Estratégias educativas no Aconselhamento Nutricional. Adesão ao tratamento dietético. 9 e 10º Semestres Eixo Trabalho, Ciência e Cultura ESTÁGIO SUPERVISIONADO – 975h Ementa: Nutrição clínica. Nutrição hospitalar. Dietoterapia. Gestão de sistemas de produção de refeições. Nutrição em saúde pública. Nutrição na atenção primária. Ética profissional. 5.3 ATIVIDADES INTEGRADORAS A complexidade e a diversidade nos cenários de atuação do Nutricionista exigem um novo delineamento curricular, superando a fragmentação dos campos de conhecimento que integram a formação profissional. Ao se considerar este desafio, são incluídas no Projeto Político Pedagógico do Curso de Nutrição as Atividades Integradoras que se realizarão até o 8o semestre. Estas atividades com ênfase na educação interdisciplinar têm o propósito de favorecer a integração teoria e prática, buscando o diálogo permanente com os eixos curriculares do PPP. Nesta direção, ampliam-se as possibilidades de construção e significação de saberes e situações reais do exercício profissional do Nutricionista. As atividades devem ser orientadas pelos seguintes objetivos centrais: compreender as múltiplas dimensões do campo da Nutrição e interrelações com outros campos do conhecimento; compreender a realidade social do País e do Sistema Único de Saúde; conhecer e vivenciar experiências nas principais áreas e nos diversos cenários de atuação profissional; compreender o processo de trabalho em saúde da perspectiva interdisciplinar e multiprofissional; construir uma visão crítica sobre a Nutrição, o Mundo do Trabalho e a Cultura; experimentar situações que contribuam para o (re) conhecimento da Profissão. As atividades deverão ser planejadas coletivamente, cuja programação será de responsabilidade dos docentes das disciplinas de cada semestre letivo. Serão realizadas com uma periodicidade quinzenal, tendo um calendário semestral específico. Entre as atividades a serem desenvolvidas estão: seminários temáticos, palestras, conferências, observação; estudo do meio, grupos de estudos, oficinas, eventos culturais, entre outras. Para o desenvolvimento das atividades, através de diferentes estratégias, recomenda-se considerar o Método da Problematização (Freire; Maguarez), que compreende da investigação direta da realidade, seguida da teorização e da elaboração de propostas de ações a serem desenvolvidas frente ao problema inicial trabalhado (ação-reflexão-ação). 5.4 ESTÁGIO OBRIGATÓRIO E TRABALHO FINAL A formação do nutricionista como profissional de saúde deve contemplar atividades práticas que permitam a compreensão ampla do mundo do trabalho e proporcionem uma visão clara e abrangente das ações de segurança alimentar e nutricional e de atenção dietética necessárias para a melhoria das condições de saúde e nutrição de indivíduos, grupo e comunidades. Os estágios obrigatórios do Curso de Nutrição estão organizados na forma de disciplina e, portanto, contam com docentes para a orientação acadêmica dos estudantes. Ocorrem nos últimos semestres do curso e são destinados à aprendizagem de competências próprias da atividade profissional relacionadas às principais áreas de atuação do nutricionista: nutrição na atenção básica, nutrição clínica, gestão de sistemas de produção de refeições, vigilância sanitária de alimentos, comunicação em nutrição, entre outras. Espera-se que as instituições concedentes de estágio, como locais de ensinoaprendizagem, expressem a indissociabilidade entre os conteúdos conceituais, factuais, procedimentais e atitudinais deste processo. Em consonância com as diretrizes curriculares para os cursos de nutrição do país, os estudantes deverão elaborar um trabalho de conclusão de curso sobre tópico relevante, de interesse acadêmico e/ou profissional. Com o intuito de incentivar a inserção dos estudantes nas mais variadas oportunidades de aprendizagem e aprimoramento dentro da universidade e valorizar toda a sua trajetória formativa ao longo do curso, será considerado suficiente e adequado para o atendimento desta orientação a apresentação de documento que ateste a participação do estudante em atividade de iniciação científica ou atividades correlatas desenvolvidas até o oitavo semestre do curso. No caso do estudante não ter participado de atividades deste tipo até esta etapa do curso, ele deverá desenvolver um trabalho com estas características durante o período de realização dos estágios obrigatórios, utilizando a aproximação da prática profissional como espaço de contextualização do tema selecionado. Nesta situação, o trabalho contará com a orientação acadêmica de um docente designado para esta função. 5.5 DISCIPLINAS OPTATIVAS Com o intuito de complementar e flexibilizar o percurso formativo dos estudantes do Curso de Nutrição, do segundo ao oitavo semestre do curso, está prevista a realização de disciplinas optativas eletivas, oferecidas na FSP e em outras unidades da universidade, perfazendo um total de 13 créditos, equivalente a 195 horas. Ao longo de todo o curso, também poderão ser cursadas disciplinas optativas livres, de acordo com o interesse do estudante em qualquer unidade da USP ou em outras instituições conveniadas. Disciplinas Optativas Eletivas10 10 As ementas das disciplinas optativas eletivas estão aqui descritas conforme disponibilizadas no sistema virtual de gerenciamento da graduação da Universidade de São Paulo - Júpiter Web. Escola de Artes, Ciências e Humanidades ACH0597 – ESTUDOS AVANÇADOS EM SAÚDE PÚBLICA E ATIVIDADE FÍSICA – 30h Ementa: Módulo Conceitual - Saúde Pública e Atividade Física; Vivências: Saúde Pública e Atividade Física ACH3073 – GERONTOLOGIA EDUCACIONAL – 30h Ementa: Esta disciplina propõe discutir e analisar o papel que os processos educativos podem desempenhar na educação e melhoria da qualidade de vida dos idosos, instrumentalizando o profissional de Gerontologia para que tais objetivos sejam incorporados na sua prática profissional. ACH3506 – PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO EM POLÍTICAS PÚBLICAS – 30h Ementa: Introduzir o estudante nas diferentes concepções de Planejamento governamental para capacitá-lo a utilizar ferramentas básicas da área. ACH3535 - INDICADORES DE POLÍTICAS PÚBLICAS – 30h Ementa: Familiarizar os estudantes com os diversos sistemas de informação para a obtenção de indicadores necessários à gestão estratégica de políticas públicas. Treinar os estudantes para a utilização das informações disponíveis em meio eletrônico. ACH3557 – POLÍTICAS PÚBLICAS EM SAÚDE – 30h Ementa: Analisar a evolução do sistema de saúde no Brasil, compreender o papel do aparelho do estado na área de saúde pública em diferentes momentos históricos e examinar a proposta de reforma do sistema nacional de saúde no contexto da transição democrática e pós-Constituinte. ACH3587 - POLÍTICA AGRÍCOLA E DE REFORMA AGRÁRIA – 30h Ementa: Discutir a política agrícola e a política de reforma agrária na sociedade brasileira e sua herança histórica. Tratar do agronegócio como fator tanto de política geradora de desenvolvimento quanto de custos ambientais e sociais. Discutir modelos de reforma agrária que levem a um desenvolvimento rural sustentável. ACH3578 - POLÍTICAS PÚBLICAS PARA INCLUSÃO SOCIAL – 30h Ementa: Apresentar os princípios filosóficos e políticos sobre os quais se assentaram as principais políticas para a inclusão social dos grupos historicamente discriminados/excluídos e compreender a interligação dessas políticas com as discussões acerca dos direitos humanos e dos direitos dos povos em sociedades pautadas por valores e políticas liberais. ACH5045 - PESQUISA QUALITATIVA EM SAÚDE – 30h Ementa: O debate entre os quantitativistas e os qualitativistas. As origens positivistas da pesquisa qualitativa. Razões para a utilização da metodologia qualitativa. O objeto de estudo e a abordagem na pesquisa qualitativa. A entrevista, o imaginário e a intuição. Diferentes referenciais teóricos na pesquisa qualitativa. Escola de Comunicação e Artes CRP0421 - ESTÉTICA EM PUBLICIDADE – 30h Ementa: Introduzir o estudo da publicidade como recurso da comunicação, o qual desenvolve o processo de interação com o mercado, de incentivo ao consumo, de propagação de idéias, tendências, gostos, valores e modos de percepção de realidade. Estudar o processo de intuição, criação, produção e veiculação desse gênero de comunicação, contextualizando o ato criativo em publicidade segundo padrões estéticos predominantes. Refletir sobre a arte publicitária no cenário da produção cultural, como sua influência na geração de novas convenções estéticas, gostos e estilos. Escola de Enfermagem ENC0165 - BIOÉTICA E SAÚDE NO CINEMA: REFLEXÃO E DEBATE – 15h Ementa: Bioética e seus princípios; Aspectos éticos relacionados a temas específicos: morte e morrer; aborto, humanização da assistência, transplante e pesquisa clínica. Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade EAD0541 - INTRODUÇÃO AO MARKETING – 30h Ementa: Conceitos básicos e visão sistêmica do Marketing. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia VPS0518 - HIGIENE E SEGURANÇA ALIMENTAR – 30h Ementa: Estudo e avaliação crítica dos sistemas disponíveis para assegurar a inocuidade dos alimentos de origem animal. 6 ATIVIDADES COMPLEMENTARES Além das atividades curriculares obrigatórias do curso, outras atividades podem ser consideradas, no âmbito da universidade ou fora dela, para complementar a formação do nutricionista, de modo a atingir o perfil profissiográfico desejado. A FSP e a USP reconhecem a participação estudantil em uma ampla gama de atividades, a saber: monitorias, estágios extracurriculares, programas de fomento à iniciação e extensão, publicações, grupos de pesquisa, cursos de atualização, ligas acadêmicas, cursos de línguas estrangeiras, eventos científicos e organização acadêmica, entre outras. O aproveitamento curricular de tais atividades será feito mediante atribuição de créditos conforme deliberação a ser definida pela Comissão de Graduação da Faculdade de Saúde Pública (CG/FSP). 6.1 INICIAÇÃO CIENTÍFICA A Iniciação Cientifica é um instrumento que permite introduzir os estudantes de graduação na pesquisa científica. É a possibilidade de colocar o estudante desde cedo em contato direto com a atividade científica e engajá-lo na pesquisa. Nessa perspectiva, a iniciação científica caracteriza-se como instrumento de apoio teórico e metodológico à realização de um projeto de pesquisa, sendo um instrumento de formação. 6.2 ENSINAR COM PESQUISA O Programa Ensinar com Pesquisa visa contribuir para o desenvolvimento do conhecimento no campo do ensino de graduação e investir no desenvolvimento das competências docentes e discentes no campo do ensino e da pesquisa. Conta com 800 bolsas anuais, com duração de 12 meses, podendo ser renovadas por igual período. 6.3 PROGRAMA DE MOBILIDADE INTERNACIONAL Instituído em 2006, por meio do Programa de Intercâmbio Internacional com Países Ibéricos, o Programa de Mobilidade Internacional tem como objetivo possibilitar aos estudantes de graduação, regularmente matriculados, cursar disciplinas de graduação em instituições ibero-americanas de ensino superior, durante o período máximo de um semestre. Além desse Convênio há outro, em parceria com o Santander, denominado Programa de Bolsas Luso-Brasileiras Santander Universidades. Nesses dois programas, a efetivação do intercâmbio conta com o apoio imprescindível da Comissão de Cooperação Internacional – CCInt. 6.4 APRENDER COM CULTURA E EXTENSÃO É um programa da USP que tem como proposta fomentar as ações de cultura e extensão universitária. Para participar da seleção, o estudante deverá apresentar bom desempenho acadêmico atestado pelo histórico escolar e não estar recebendo bolsa de projetos da Universidade. Em consonância com a política de inclusão social da USP, as bolsas serão destinadas, prioritariamente, a estudantes com necessidade socioeconômica. A duração é de um ano, podendo ser renovada uma vez. 6.5. MONITORIA A atividade de monitoria pode ser desenvolvida em todos os semestres da formação e é uma atividade que tem por finalidade despertar o interesse pela carreira docente prevista na formação do nutricionista, prestar auxílio a professores para o desenvolvimento e aperfeiçoamento das atividades técnico-didáticas, bem como contribuir para a manutenção de um relacionamento pedagógico produtivo entre estudantes e professores. 6.6 CENTRO ACADÊMICO EMÍLIO RIBAS O Centro Acadêmico Emílio Ribas (CAER) é a entidade que representa todos os estudantes da Faculdade de Saúde Pública, em fóruns institucionais dentro e fora da faculdade. A entidade é um instrumento a serviço do estudante, deve servir como meio de potencializar suas vozes e reivindicações de melhoria para seu curso, para sua universidade e para a sociedade. Tem um grande potencial conscientizador e permite vivenciar uma infinidade de experiências que constroem o indivíduo social, responsável e sujeito de sua própria história. 6.7 REPRESENTAÇÃO DISCENTE O corpo discente possui direito a voz e voto em todos os órgãos colegiados da Faculdade de Saúde Pública: conselhos departamentais, comissões estatutárias (Graduação; Pesquisa; Cultura e Extensão Universitária), Conselho TécnicoAdministrativo e Congregação, além das Comissões da Biblioteca e do Programa USP Recicla. 6.8 ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA ACADÊMICA XXXI DE AGOSTO A Associação Atlética Acadêmica XXXI de Agosto é uma entidade dos estudantes de Graduação em Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. Fundada em 2003, a Atlética foi criada para promover a prática de esportes entre os estudantes, realizar e patrocinar competições e participar de jogos interacadêmicos. 6.9 NUTRITIVA Criada em 2007, a Nutritiva funciona como uma cooperativa de estudantes de nutrição, a qual tem o objetivo de proporcionar às pessoas, especialmente as que frequentam a FSP, uma alternativa em alimentação saudável, mostrando que o alimento pode e deve ser saboroso, atraente e nutritivo. 6.10 NUTRI JR. A Empresa Júnior da Nutrição (Nutri Jr.) é uma empresa de consultoria sem fins lucrativos, formada e administrada por estudantes do curso de Nutrição da USP. Em funcionamento desde o início de 2001, a Nutri Jr. presta serviços e desenvolve projetos para empresas, entidades e sociedade em geral, na área de Nutrição. A Nutri Jr. também organiza atividades acadêmicas, como workshops e seminários, a fim de obter maior integração entre os meios acadêmico e empresarial. 6.11 JORNADA UNIVERSITÁRIA DA SAÚDE A Jornada Universitária da Saúde (JUS) é um projeto de extensão universitária dos estudantes da Universidade de São Paulo, financiado pelo Fundo de Cultura e Extensão via Faculdade de Saúde Pública. Visa, entre outros objetivos, ao aprimoramento das habilidades e aplicação dos conhecimentos adquiridos pelos estudantes com o trabalho junto à população de uma determinada cidade do interior paulista. Interdisciplinar, envolve estudantes de diversos cursos da área de Saúde (Enfermagem, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina, Nutrição e Terapia Ocupacional), os quais interagem para o desenvolvimento de projetos que buscam melhorar a vida da população local, sobretudo relacionados à promoção e educação em Saúde. Uma mesma cidade é visitada por três anos consecutivos, cumprindo as seguintes etapas: 1º ano, identificar os problemas locais, destacando as principais necessidades da população; 2º ano, intervir, baseando-se na análise dos dados obtidos pelo ano anterior, com foco nos agentes multiplicadores a fim de tornar o projeto auto-sustentável na cidade; 3º ano, avaliar os resultados e propor à Prefeitura local planos para melhorar o sistema de saúde e melhorar a qualidade de vida da população. 6.12 CENTRO DE SAÚDE ESCOLA GERALDO PAULA SOUZA O Centro de Saúde Escola Geraldo Horácio de Paula Souza da FSP/USP foi o primeiro Centro de Saúde criado no Brasil. Com enfoque multiprofissional, o Centro é campo de estágio e treinamento de profissionais de saúde envolvendo as carreiras de medicina, enfermagem, fonoaudiologia e nutrição. Desde a sua criação tem possibilitado campo de pesquisa aplicada na área de saúde pública, principalmente em Dermatologia Sanitária, Tisiologia, Hanseníase, Saúde Materna, Saúde da Criança, Saúde Ocular, Odontologia Sanitária, Saúde Mental e Vacinação. Recentemente, expandiu suas atividades para as áreas de hebiatria, nutrição, fonoaudiologia, saúde da mulher no climatério, homeopatia, acupuntura e o Programa de Atenção à Violência Sexual (Pavas). 6.13 CENTRO DE SAÚDE – ARARAQUARA O Serviço Especial de Saúde de Araraquara (SESA) foi criado pelo Governo do Estado de São Paulo, em 1947, para exercer no município de Araraquara, as funções de Unidade Sanitária. Foi transferido para a Universidade de São Paulo, como Instituto Complementar da mesma, pela Lei 4846, de 04/09/1958, estando subordinado diretamente à Faculdade de Saúde Pública. 7 PROGRAMAS DE APOIO AOS ESTUDANTES A USP oferece diferentes programas de apoio aos estudantes, visando à permanência e à formação integral na graduação. 7.1 RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO A Faculdade de Saúde Pública conta com um restaurante universitário administrado pelo COSEAS. O restaurante possui um nutricionista, um responsável técnico e, além de oferecer uma alimentação segura, equilibrada e subsidiada, oferece oportunidades de estágios obrigatórios e não obrigatórios aos estudantes de Nutrição. 7.2 BOLSA-ALIMENTAÇÃO A Universidade oferece alimentação de qualidade e a preços acessíveis aos estudantes através dos restaurantes universitários localizados nos vários campi. A Coordenadoria de Assistência Social (Coseas) coordena a concessão de bolsas para alimentação, de acordo com critérios socioeconômicos. 7.3 BOLSA-MORADIA O Coseas oferece anualmente bolsas-moradia de acordo com as vagas existentes no Conjunto Residencial da USP (CRUSP) destinadas a estudantes carentes regularmente matriculados na graduação ou pós-graduação, segundo seleção baseada em critérios socioeconômicos e de aproveitamento escolar. A bolsa-moradia é constituída por uma vaga em apartamento do CRUSP, concedida por período igual à duração ideal do currículo pleno de um curso no qual o estudante esteja matriculado. 7.4 CRECHES Os estudantes da USP que tenham filhos podem participar da seleção socioeconômica para a ocupação de vagas nas creches da USP. São oferecidas três creches em São Paulo: Creche Central, Creche Saúde Pública e Creche Oeste. A Faculdade de Saúde Pública conta com uma creche destinada a filhos de estudantes, funcionários e professores das unidades localizadas na região, como a Escola de Enfermagem e a Faculdade de Medicina. É administrada pelo Coseas e também constitui um campo de Estágio Curricular para o acadêmico de Nutrição. 8 ATIVIDADES DE FORMAÇÃO DOCENTE A valorização do ensino de graduação vem sendo enfocada como política da Universidade de São Paulo11 relacionada às diretrizes, políticas nacionais e internacionais voltadas ao ensino superior12. Em abril de 2004, foi instituída a Portaria Interna da Pró-Reitoria de Graduação da USP (Pró-G 04/2004) dispondo sobre as principais ações de apoio pedagógico ao docente na Universidade de São Paulo, considerando a necessidade de: valorização das atividades de graduação; construção de espaços permanentes de aperfeiçoamento do docente e apoio ao docente no cumprimento dos Objetivos e Diretrizes Nacionais da Graduação13. Essa portaria recomenda a criação de Grupos de Apoio Pedagógico (GAP´s) nas unidades ou conjunto de unidades da USP, com o objetivo de dar subsídios às Comissões de Graduação, Comissões Coordenadoras de Cursos e docentes das Unidades para que renovem e aprofundem conhecimentos no intuito de promover mudanças necessárias à prática e à organização pedagógica, com vistas à melhoria da qualidade do ensino ministrado. Devem integrar as ações dos GAP´s as seguintes atividades: realização de cursos, seminários e workshops sobre temas que envolvam o processo ensinoaprendizagem; implementação de práticas pedagógicas nos cursos de graduação a partir de estudos contínuos sobre temas de interesse, favorecendo a troca de experiências entre os docentes, quanto às mudanças curriculares, construção, acompanhamento e análise de projetos político-pedagógicos, inovação em metodologias de ensino, práticas de avaliação, tutorias e supervisão de estágios; incentivo a pesquisas relativas às temáticas mencionadas, em função dos projetos pedagógicos em vigor. Dentre as ações mencionadas, destaca-se o desenvolvimento 11 USP – UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Metas da Pró-Reitoria de Graduação - USP, gestão 2002-2005. Diretrizes para a Pró-Reitoria de Graduação/Biênio 2006/2007. 12 FORGRAD – FÓRUM DE PRÓ-REITORES DAS UNIVERSIDADES BRASILEIRAS. Plano Nacional de Graduação, 1999. 13 FORGRAD - FÓRUM DE PRÓ-REITORES DAS UNIVERSIDADES BRASILEIRAS. Plano Nacional de Graduação: um projeto em construção. Rio de Janeiro, 1999. de atividades relativas à formação pedagógica contínua, que podem ser promovidas em parceria com a Comissão de Apoio Pedagógico Central (CAP), vinculada à PróReitoria de Graduação. Na seqüência do processo de coordenação das atividades relativas à reformulação do atual currículo do Curso de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública e elaboração deste novo Projeto Político-Pedagógico, o GAP/FSP pretende centrar esforços na promoção de atividades diversas voltadas para formação dos professores envolvidos com os cursos de graduação da unidade. 9 INFRAESTRUTURA Os recursos disponíveis na Faculdade de Saúde Pública para o Curso de Nutrição são: 7 salas de aula com capacidade para 40 pessoas; 2 anfiteatros (um com capacidade para 138 pessoas e outro com capacidade para 230 pessoas); 1 sala de informática com capacidade para 40 pessoas; 1 sala pró-estudante, a qual conta com 21 computadores disponíveis; 1 laboratório de Técnica Dietética com capacidade para 40 pessoas, incluindo recursos para Análise Sensorial; 1 laboratório de Avaliação Nutricional da População (LANPOP) com capacidade para 20 pessoas. Os anfiteatros, o laboratório de Técnica Dietética e grande parte das salas de aula contam com equipamentos de multimídia, computadores, televisores e pontos de rede para conexão de internet. Além disso, os estudantes dispõem das bibliotecas de todas as unidades em que têm disciplinas. Destaca-se a biblioteca da própria FSP, vinculada ao Centro LatinoAmericano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (BIREME - OPAS) e considerada como uma das melhores bibliotecas da América Latina na área de saúde pública e nutrição. 10 GESTÃO DO CURSO O PPP norteia as instituições e cursos, quanto às práticas pedagógicas, gestão e atividades educacionais, por meio da formulação de metas e instituição de procedimentos e instrumentos de ação14. Sendo assim, o PPP “é um instrumento da gestão da qualidade do ensino superior”, que precisa ser utilizado como guia das ações dos seus gestores. Nesse contexto, destaca-se a necessidade de instituir um modelo eficaz de gestão, sob a coordenação da Comissão Coordenadora do Curso de Nutrição (CoC Nutrição) e com o envolvimento e assessoria do GAP/FSP, para acompanhar e avaliar o projeto político-pedagógico, visto que são esses elementos que irão garantir que “as ações interdisciplinares, as atividades inovadoras do currículo e a integração do pessoal docente” sejam incorporadas ao curso para favorecer o alcance do perfil profissiográfico pretendido15. A CoC Nutrição será composta por seis professores do colegiado do curso (quatro do Departamento de Nutrição e dois dos outros Departamentos da FSP – Departamento de Prática de Saúde Pública, Departamento de Epidemiologia, Departamento de Saúde Materno-Infantil e Departamento de Saúde Ambiental) e um estudante. Serão suas atribuições: coordenar a implementação e a avaliação do PPP do curso, considerando a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, as Diretrizes Curriculares vigentes; encaminhar propostas de reestruturação do PPP e da respectiva estrutura curricular à CG; coordenar o planejamento, a execução e a avaliação dos programas de ensino-aprendizagem das disciplinas, módulos ou eixos temáticos; elaborar a proposta de renovação do reconhecimento do curso; analisar a pertinência do conteúdo programático e carga horária das disciplinas, módulos ou eixos temáticos, de acordo com o projeto político pedagógico, propondo alterações no que couber; promover a articulação entre os docentes envolvidos no curso com vistas à integração 14 GUIMARÃES, I.C. Gestão do projeto político-pedagógico do curso de Ciências Contábeis e o currículo como instrumento de sua concretização. Revista de contabilidade, Salvador, v.4, n.1, p.36-55, janabr.2010. 15 FORGRAD - III Fórum Brasileiro de Pró-Reitores de Graduação. Indicadores e qualidade da graduação. Campinas, 2000. interdisciplinar ou interdepartamental na implementação das propostas curriculares; acompanhar a progressão dos alunos durante o curso, propondo ações voltadas à prática docente ou à implementação curricular, quando for o caso; propor à CG alterações do número de vagas do curso, ouvidos, quando for o caso, os Departamentos envolvidos; submeter a proposta global do respectivo currículo à CG da Unidade, à qual o curso está vinculado; outras funções que lhe forem atribuídas pelo CoG ou que lhe forem delegadas pela CG da Unidade responsável pelo oferecimento do curso. Destacamos que, além do trabalho integrado entre a CoC Nutrição e o GAP/FSP, é fundamental a articulação contínua destes com a CG, com a Diretoria da unidade e com os Departamentos, no sentido de viabilizar uma gestão hábil e adequada do curso. ANEXOS Planos de Disciplinas 1º SEMESTRE Informações Básicas da Disciplina: BMA 0141 ANATOMIA HUMANA Unidade: Instituto de Ciências Biomédicas Departamento: Histologia e Anatomia Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição Matutino e Noturno Créditos Aula: 6 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 90h Semestre do Curso: 1º semestre Semestre (ano): 1º (x) 2º ( ) Tipo: semestral (x) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano da Disciplina Objetivos: Reconhecer os órgãos e sistemas do organismo, com ênfase no sistema digestório e circulatório. Compreender a construção do corpo humano na perspectiva biopsicossocial. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Morfologia dos vários órgãos e sistemas do corpo humano. Órgãos e estruturas relacionadas à nutrição, particularmente os sistemas circulatório e digestório. Programa Completo: Anatomia: esboço histórico. Conceitos, terminologias, métodos em Anatomia. Planos de delimitação e de construção do corpo humano. Planos e eixos do corpo humano. Princípios de construção do corpo humano. Osteologia geral. Artrologia geral. Miologia geral. Sistema circulatório: Coração e vasos da base. Artérias, veias e linfáticos. Sistema respiratório. Sistema digestório. Sistema nervoso periférico. Sistema nervoso autônomo. Sistema urinário. Sistema genital masculino. Sistema genital feminino. Sistema endócrino. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aulas teóricas expositivas e aulas práticas no laboratório. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Uso apropriado de conceitos na realização de atividades laboratoriais e/ou experimentais; Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Capacidade de aplicar conhecimentos na execução de atividades; Capacidade de planejar e/ou executar e/ou avaliar determinada ação; Capacidade de trabalhar em equipe; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou caso de estudo; Responsabilidade no desenvolvimento das atividades. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas e observação. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Dangelo JG. Fattini CA. Anatomia humana básica. São Paulo: Atheneu; 1986. 2. Didio LJA. Sinopse de anatomia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1974. 3. Erhart EA. Elementos de anatomia humana. São Paulo: Atheneu; 1983. 4. Spence AP. Anatomia humana básica. São Paulo: Manole; 1991. Informações Básicas da Disciplina: BMC 0147 BIOLOGIA TECIDUAL Unidade: Instituto de Ciências Biomédicas Departamento: Histologia e Anatomia Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição Matutino e Noturno Créditos Aula: 4 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 60h Semestre do Curso: 1º semestre Semestre (ano): 1º (x) 2º ( ) Tipo: semestral (x) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano da Disciplina Objetivos: Reconhecer os tecidos e sistemas do organismo, com ênfase no sistema digestório e circulatório. Compreender a construção do corpo humano na perspectiva biopsicossocial. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Morfologia dos vários tecidos e sistemas do corpo humano. Estruturas relacionadas à nutrição, particularmente os sistemas circulatório e digestório. Programa Completo: Biologia tecidual: esboço histórico. Conceitos, terminologias, métodos em Biologia Tecidual. Osteologia geral. Artrologia geral. Miologia geral. Sistema circulatório: Coração e vasos da base. Artérias, veias e linfáticos. Sistema respiratório. Sistema digestório. Sistema nervoso periférico. Sistema nervoso autônomo. Sistema urinário. Sistema genital masculino. Sistema genital feminino. Sistema endócrino. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aulas teóricas expositivas e aulas práticas no laboratório. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Uso apropriado de conceitos na realização de atividades laboratoriais e/ou experimentais; Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Capacidade de aplicar conhecimentos na execução de atividades; Capacidade de planejar e/ou executar e/ou avaliar determinada ação; Capacidade de trabalhar em equipe; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou caso de estudo; Responsabilidade no desenvolvimento das atividades. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas e observação. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Burkitt-Wheater. Histologia funcional. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1994. 2. Gartner LP, Hiatt JL. Color textbook of histology. 2.ed. Saunders; 2001. 3. Junqueira LCU, Carneiro J. Histologia básica. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2004. 4. Ross MH, Romrell LJ. Histologia: texto e atlas. 2.ed. São Paulo: Panamericana; 1993. Informações Básicas da Disciplina: QBQ 0313 BIOQUÍMICA Unidade: Instituto de Química Departamento: Bioquímica Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição Matutino e Noturno Créditos Aula: 4 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 60h Semestre do Curso: 1º semestre Semestre (ano): 1º (x) 2º ( ) Tipo: semestral (x) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano da Disciplina Objetivos: Conhecer e analisar os processos metabólicos que envolvem os nutrientes. Entender a relação estrutura/atividade de moléculas biológicas. Entender as necessidades de alimentação do indivíduo, de acordo com uma concepção ampliada do processo saúde-doença. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Princípios gerais da Bioquímica. Introdução às Biomoléculas e metabolismo de carboidratos e lipídios. Programa Completo: Água, bases, ácidos e tampões. Estrutura e função de aminoacidos e proteínas, hemoglobina e mioglobina. Estrutura e regulação da atividade de enzimas. Modelo geral do metabolismo celular, bioenergética (ATP), Estrutura e função de carboidratos, glicólise , gliconeogênese, via das pentoses, síntese e degradação de glicogênio. Estrutura de lipídios, membranas, lipólise, oxidação de ácidos graxos e etanol. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aulas expositivas, com participação dos alunos; estudos programados; discussão em grupo; resolução de exercícios e problemas; softwares educacionais. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas e relatórios. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Coerência na explicitação de conceitos; Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Coerência e fundamentação teórica na elaboração da resposta; Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Berg JM, Tymoczko JL, Stryer JLTEL. Biochemistry. 5. ed. W.H. Freeman and Co; 2006. 2. Bettelheim F, March J, Brown WH. Introduction to general, organic and biochemistry. 7. ed. Thomson Learning, 2004. 3. Bruice PY. Organic Chemistry. 4. ed. Pearson Education; 2004. 4. Campbell MK. Bioquímica. 5.ed. Editora Thomson; 2008. 5. Lehninger AL. Princípios de Bioquímica. São Paulo: Savier; 2002. 6. Marzzocco A, Torres BB. Bioquímica Básica. 3. ed. Guanabara Koogan; 2007. 7. Nelson DL, COX MM. Princípios de Bioquímica de Lehninger, 5. ed. São Paulo: Sarvier; 2011 8. Voet V, Voet JG. Biochemistry. 3. ed. New Jersey: J. Wiley & Sons; 2004. 9. Voet V, Voet JG, Pratt CW. Fundamentos de Bioquímica. Porto Alegre: Artmed; 2002. Informações Básicas da Disciplina: HSP 0282 ALIMENTAÇÃO E CONTEXTO SOCIAL Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Prática de Saúde Pública Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição Matutino e Noturno Créditos Aula: 3 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 45h Semestre do Curso: 1º semestre Semestre (ano): 1º (x) 2º ( ) Tipo: semestral (x) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano da Disciplina Objetivos: Reconhecer as transformações dos padrões alimentares no Brasil ao longo do tempo. Entender e analisar os aspectos sociais, econômicos, políticos e culturais do comportamento alimentar. Reconhecer na prática profissional a necessidade de considerar a realidade socioeconômica, cultural e ambiental. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Conceitos fundamentais das ciências sociais. Desenvolvimento histórico-social no Brasil e seus padrões alimentares. Aspectos socioeconômicos e culturais do comportamento alimentar. Programa Completo: Conceitos fundamentais de Sociologia e Ciência Política. História da alimentação e desenvolvimento humano. Transformações contemporâneas dos padrões alimentares (urbanização, industrialização, globalização). A ciência da nutrição e as representações sociais da alimentação. Aspectos sócio-culturais e padrões alimentares: culturas, identidades culturais e padrões alimentares; formação nacional, cultura e hábitos alimentares no Brasil. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aulas expositivas, com participação dos estudantes; leituras e discussão em grupo; seminários. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: análise de casos e relatórios. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Uso apropriado de conceitos na realização de atividades laboratoriais e/ou experimentais; Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Articulação da resposta com indicada/pertinente; as correntes teóricas analisadas e a bibliografia Argumentação alicerçada em conceitos teóricos e/ou dados empíricos; Organização lógica das idéias e da argumentação apresentadas; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a nota obtida na prova de recuperação. Bibliografia: 1. Cascudo LC. História da Alimentação no Brasil. São Paulo: Global; 2004. 2. Costa MCC. Sociologia: uma introdução à ciência da sociedade. São Paulo: Moderna; 2000. 3. Da Matta R. Relativizando: uma introdução à antropologia social. Rio de Janeiro: Rocco; 1984. 4. Flandrin J, Montanari MA. História da Alimentação. 2.ed. Estação liberdade; 1998. 5. Giddens A. Sociologia. 4. ed. Artmed: Porto Alegre, 2004. 6. LaVille C, Dianne J. A construção do saber: manual de metodologia em ciências humanas. Porto Alegre: Artmed; 1999. 7. Monteiro C A. Evolução nutricional da população brasileira. Rev Saúde em Foco; 1999. 18: 4-8. 8. Monteiro CA. Segurança alimentar e nutrição no Brasil. In: Brasil. Ministério da Saúde. Saúde no Brasil: contribuições para a agenda de prioridades de pesquisa. Brasília (DF): MS; 2004. p.255-274. Série B. Textos básicos de saúde. Disponível em: http://dtr2001.saude.gov.br/bvs/publicacoes/Saude.pdf 9. Poulain JP. Reflexões metodológicas para o estudo das práticas alimentares. Rev Nutr. 2003; 16 (4): 365-386. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rn/v16n4/a01v16n4.pdf 10. Straus CL. O cru e o cozido. São Paulo: Cosacnaify; 2004. 11. Vasconcellos FAG. O nutricionista no Brasil: uma análise histórica. Rev Nutr. 2002; 15 (2): 127-138. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rn/v15n2/11829.pdf 12. Zioni F. Ciências sociais e meio ambiente. In: Philippi Jr A, organizador. Educação ambiental e sustentabilidade. São Paulo: Manole; 2005. Informações Básicas da Disciplina: HSP 0283 NUTRIÇÃO E ATENÇÃO À SAÚDE Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Prática de Saúde Pública Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição Matutino e Noturno Créditos Aula: 3 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 45h Semestre do Curso: 1º semestre Semestre (ano): 1º (x) 2º ( ) Tipo: semestral (x) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano da Disciplina Objetivos: Conhecer o Sistema de Saúde brasileiro com ênfase na Atenção Básica; Reconhecer o papel do Nutricionista nas ações de alimentação e nutrição e na equipe multiprofissional no âmbito da Atenção Básica. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Sistema de Saúde no Brasil. Atenção Básica em Saúde. Direito humano à alimentação adequada. Programa Completo: Histórico das políticas de saúde no Brasil. Sistema Único de Saúde - SUS. Organização dos Serviços de Saúde. Direito humano à alimentação adequada. Guia alimentar para a população brasileira. Atuação do nutricionista no SUS com ênfase na atenção básica. Estratégia de Saúde da Família e a atuação em Equipe Multiprofissional. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aulas expositivas, com participação dos estudantes; trabalhos em grupo; seminários. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Coerência na explicitação de conceitos; Uso apropriado de conceitos na realização de atividades laboratoriais e/ou experimentais; Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Organização lógica das idéias e da argumentação apresentadas; Demonstração de autonomia e colaboração na execução de tarefas; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Bosi MLM, Mercado FJ, organizadores. Pesquisa qualitativa de serviços de saúde. São Paulo: Vozes; 2004. p. 121-136. 2. Brasil. Lei Nº 11,346 de 15 de setembro de 2006. Cria o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional – SISAN com vistas em assegurar o direito humano à alimentação adequada e dá outras providências. Diário Oficial da União. 15 set 2006. 3. Brasil. Ministério da Saúde. Portaria nº 648, de 30 de março de 2006. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica para o Programa Saúde da Família (PSF) e o Programa Agentes Comunitários de Saúde (PACS). Diário Oficial da União. 30 mar 2006. 4. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria Executiva. Secretaria de Atenção Básica. Glossário temático: alimentação e nutrição. Brasília, DF; 2007. Série A. Normas e Manuais Técnicos 5. Campos GWS, Minayo MC, Akerman M, Drumond Jr M, Carvalho YM, organizadores. Tratado de Saúde Coletiva. 1. ed. São Paulo: Hucitec; 2006. p. 183200. 6. CFN - Conselho Federal de Nutricionistas. O Papel do Nutricionista na Atenção Primária à Saúde. Brasília, DF; 2008. 7. Cohn A, organizadora. Saúde da família e SUS: convergências e dissonâncias. Rio de Janeiro: Beco do Azougue; 2009. 8. Pinto N, Tanaka OY, Spedo SM. Política de saúde e gestão no processo de (re)construção do SUS em município de grande porte: um estudo de caso de São Paulo, Brasil. Cad Saúde Pública. 2009; 25: 927-938. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/csp/v25n4/24.pdf 9. Rocha AA, Cesar CLG. Saúde Pública: bases conceituais. Atheneu; 2008. 10. Silvia KL, Sena R, Seixas CT, Feurweker LCM, Merhy EE. Atenção domiciliar como mudança do modelo tecnoassistencial. Rev Saúde Pública; 2010. 44: 166-176. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rsp/v44n1/18.pdf 11. Tanaka OY, Melo C. Uma proposta de abordagem transdisciplinar para avaliação em Saúde. Interface: Comunicação, Saúde e Educação. 2000; 4: 113-118. 12. Tanaka OY, Santo ACGE . Financiamento, gasto e oferta de serviços de saúde em grandes centros urbanos do estado de São Paulo. Cien Saúde Colet. 2008; 1: 892008. Informações Básicas da Disciplina: 006 0013 NUTRIÇÃO E PRÁTICA PROFISSIONAL: Atividade Integradora Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Comissão de Graduação Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição Matutino e Noturno Créditos Aula: 2 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 30h Semestre do Curso: 1º semestre Semestre (ano): 1º (x) 2º ( ) Tipo: semestral (x) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano da Disciplina Objetivos: Conhecer a profissão do nutricionista e os cenários de prática profissional; Reconhecer nesses cenários de prática as ações de saúde e alimentação; Compreeender o significado dos cenários de prática profissional como espaços de formação; Utilizar método de observação na aquisição de informações nos cenários de prática; Demonstrar uma postura ética nas relações estabelecidas nesses cenários de prática Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Histórico da profissão. Cenários de prática profissional do Nutricionista e as ações de saúde e alimentação. Legislação profissional. Universidade, extensão universitária e serviço comunitário. Programa Completo: Histórico da profissão. Cenários de prática profissional (hospital, restaurante, unidade básica de saúde, indústria de alimentos, secretarias municipais e estaduais). Técnicas de observação. Regulamentação da profissão. Associações profissionais. Missão da universidade. Formação profissional e extensão universitária. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: entrevistas; Observação; Trabalhos de campo em grupo. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: relatórios. Critérios de avaliação: Os critérios0 têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Uso apropriado de conceitos na realização de atividades laboratoriais e/ou experimentais; Articulação da resposta com indicada/pertinente; as correntes teóricas analisadas e a bibliografia Argumentação alicerçada em conceitos teóricos e/ou dados empíricos; Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisões fundamentadas em evidências científicas; Organização lógica das idéias e da argumentação apresentadas; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou caso de estudo; Respeito à diversidade; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Brasil. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Superior. Resolução nº 5. Institui diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em nutrição. 2001. 2. Brasil. Lei nº 8.234, de 17 de setembro de 1991. Regulamenta a profissão de nutricionista e determina outras providências. Diário Oficial da União. 18 de setembro de 1991. Disponível em: http://www.cfn.org.br/novosite/conteudo.aspx?IDMenu=56 3. Calado CLA. A expansão dos cursos de nutrição no Brasil e a nova Lei de Diretrizes e Bases LDB. 2004. Disponível em: http://www.cfn.org.br/variavel/destaque/expansao.doc 4. Cascudo LC. História da Alimentação no Brasil. São Paulo: Global; 2004. 5. CFN - Conselho Federal de Nutricionistas. Resolução nº. 334, de 10 de maio de 2004. Dispõe sobre o Código de Ética do Nutricionista e dá outras providências. 2004. Disponível em: http://www.cfn.org.br/novosite/pdf/res/2000_2004/res334.pdf 6. CFN – Conselho Federal de Nutricionistas. Resolução nº 380, de 28 de dezembro de 2005. Dispõe sobre a definição das áreas de atuação do nutricionista e suas atribuições e estabelece parâmetros numéricos de referência, por área de atuação, e dá outras providências. Diário Oficial da União. 10 de janeiro de 2006; Seção 1. Disponível em: http://www.cfn.org.br/novosite/pdf/res/2005/res380.pdf 7. Vasconcelos FAG. O nutricionista no Brasil: uma análise histórica. Rev Nutr. 2002; 15(2): 127-138. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rn/v15n2/11829.pdf 8. Alves-Mazzotti A, Gewandsznajder F. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. São Paulo: Pioneira; 1998. 9. Luna S. Planejamento de pesquisa: uma Introdução. São Paulo: EDUC; 1996. 10. Minayo MCS. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 11. ed. Petrópolis: Vozes; 1999. 2º SEMESTRE Informações Básicas da Disciplina: QBQ 0314 BIOQUÍMICA DA NUTRIÇÃO Unidade: Instituto de Química Departamento: Bioquímica Requisito: QBQ 0313 Bioquímica Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição Matutino e Noturno Créditos Aula: 4 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 60h Semestre do Curso: 2º semestre Semestre (ano): 1º ( ) 2º (x) Tipo: semestral (x) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano da Disciplina Objetivos: Compreender a integração dos mecanismos moleculares das vias metabólicas e a função dos nutrientes nas vias metabólicas. Entender o processamento da informação biológica a partir dos ácidos nucléicos. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Integração de vias metabólicas. Metabolismo dos macronutrientes. Programa Completo: Ciclo de Krebs, cadeia de transporte de elétrons, fosforilação oxidativa. Síntese de ácidos graxos, triacilgliceróis e corpos cetônicos. Metabolismo do colesterol e de eicosanóides. Catabolismo protéico, metabolismo de aminoácidos (síntese, transaminação, oxidação e ciclo da uréia). Regulação hormonal das vias metabólicas. Integração do metabolismo de macro e micronutrientes nos períodos absortivo e de jejum e em estados catabólicos. Balanço nitrogenado e metabolismo de lipoproteínas. A estrutura e a duplicação da molécula de DNA. A estrutura, a transcrição e o processamento do RNA. O código genético e as etapas que envolvem a síntese protéica. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aulas expositivas, com participação dos estudantes; estudo programado; discussão em grupo; resolução de exercícios e problemas; softwares educacionais. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas; relatórios. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Coerência na explicitação de conceitos; Capacidade de aplicar conhecimentos na execução de atividades; Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Berg JM, Tymoczko JL, Stryer JLTEL. Biochemistry. 5. ed. W.H. Freeman and Co, 2006. 2. Bettelheim F, March J, Brown WH. Introduction to general, organic and biochemistry. 7. ed. Thomson Learning, 2004. 3. Bruice PY. Organic Chemistry. 4. ed. Pearson Education, 2004. 4. Campbell MK. Bioquímica. 5.ed. Editora Thomson, 2008. 5. Lehninger AL. Princípios de Bioquímica. São Paulo: Savier, 2002. 6. Marzzocco A, Torres BB. Bioquímica Básica. 3. ed. Guanabara Koogan, 2007. 7. Nelson DL, COX MM. Princípios de Bioquímica de Lehninger, 5. ed. São Paulo: Sarvier, 2011 8. Voet V, Voet JG. Biochemistry. 3. ed. New Jersey: J. Wiley & Sons, 2004. 9. Voet V, Voet JG, Pratt CW. Fundamentos de Bioquímica. Porto Alegre: Artmed, 2002. Informações Básicas da Disciplina: HNT 0205 PRODUÇÃO E COMPOSIÇÃO DE ALIMENTOS Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Nutrição Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição Matutino e Noturno Créditos Aula: 4 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 60h Semestre do Curso: 2º semestre Semestre (ano): 1º ( ) 2º (x) Tipo: semestral (x) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano da Disciplina Objetivos: Reconhecer a disponibilidade dos alimentos no Brasil. Conhecer as características físico-químicas dos alimentos e sua composição em nutrientes. Reconhecer a importância da variedade e diversidade de alimentos na dieta dos indivíduos e coletividade. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Produção de alimentos no Brasil. Processos de seleção, utilização e classificação dos alimentos sob diferentes formas de agrupamento. Legislação sobre rótulos de alimentos. Programa Completo: Alimentos e produtos alimentícios: conceitos. Técnicas de produção de alimentos e boas práticas da produção. Atividade da água e sua influência nos alimentos. Alterações físicoquímicas dos alimentos. Grupos de alimentos: leite e produtos derivados; ovos e carnes; leguminosas; cereais; frutas e hortaliças; mel e açúcares; bebidas; óleos e gorduras. Substâncias toxicas: naturalmente e acidentalmente encontradas e adicionadas intencionalmente. Aditivos alimentares. Embalagens e informações nutricionais. Alimentos funcionais, orgânicos e transgênicos. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aulas teóricas; seminários; palestras Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas; seminários; trabalhos escritos individuais ou coletivos. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Coerência na explicitação de conceitos; Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Articulação da resposta com indicada/pertinente; as correntes teóricas analisadas e a bibliografia Manipulação de equipamentos de laboratório; Respeito à diversidade; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Ayres JC. Impact of toxicology on food processing. Westport, CT: AVI; 1981. 2. Bobbio FO, Bobbio PA. Introdução à química de alimentos. São Paulo: Livraria Varela; 1989. 3. Concon JM. Food toxicology. New York: Marcel Dekker; 1988. 4. Coulate TP. Food: The Chemistry of its components. Cambridge, UK: Royal Society of Chemistry; 1992. 5. Fennema OR. Food chemistry. 2. ed, New York: Marcel Dekker Inc.; 1985. 6. Flandrin J, Montanari MA. História da Alimentação. 2.ed. Estação liberdade; 1998. 7. Hiller K. Toxicological aspects of food. Elsevier Applied Science; 1987. 8. Liener IE. Toxic constituents of plants foodstuffs. New York: Academic Press; 1980. 9. Jelliffe EF. Jelliffe DB. Adverse effects of foods. New York: Plenum Press; 1982. 10. Potter NN. Food science. New York: An Avi Book; 1986. 11. Proudlove K. Os alimentos em debate: uma visão equilibrada. São Paulo: Varela; 1996. 12. Vaclavik VA. Essentials of food science. Chapman e Hall; 1997. Informações Básicas da Disciplina: HSP 0284 PROMOÇÃO DA SAÚDE Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Prática de Saúde Pública Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição Matutino e Noturno Créditos Aula: 4 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 60h Semestre do Curso: 2º semestre Semestre (ano): 1º ( ) 2º (x) Tipo: semestral (x) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano da Disciplina Objetivos: Conhecer e analisar conceitos e práticas de educação e participação social; Conhecer os pressupostos e princípios da promoção da saúde; Relacionar o direito humano à alimentação adequada aos campos de atuação da promoção da saúde; Reconhecer o componente educativo da prática profissional do nutricionista; Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Conceituação de saúde, educação e participação social. Pressupostos, princípios e campos de atuação da promoção da saúde nas políticas públicas promotoras da saúde com enfoque na nutrição e na segurança alimentar e nutricional. Programa Completo: Histórico e conceitos de saúde, educação e participação social no Brasil. Formas e instâncias de participação social. Diagnóstico participativo e comunitário: potencialidades para a área de saúde e nutrição. Antecedentes, pressupostos e campos de atuação da promoção da saúde. Princípios da Promoção de Saúde. Direito humano à alimentação adequada. O enfoque da promoção da saúde nos programas de nutrição e segurança alimentar e nutricional. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: debate; aula expositiva, com a participação dos estudantes; estudo de campo. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: estudos dirigidos; relatórios; trabalhos em grupo e individuais; prova. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Frequência e participação nas aulas; Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Articulação da resposta com indicada/pertinente; as correntes teóricas analisadas e a bibliografia Organização lógica das idéias e da argumentação apresentada; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Capacidade de trabalhar em equipe; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação realizará prova e/ou trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) da nota anterior e da nota da recuperação. Bibliografia: 1. Buss PM. Uma introdução ao conceito de Promoção de Saúde. In: Czeresnia D, organizador. Promoção da Saúde: conceitos, reflexões e tendências. Rio de Janeiro: Fiocruz; 2003. p. 15-38. 2. Castro AM, Malo M. SUS: ressignificando a promoção da saúde. São Paulo: Hucitec/OPAS; 2006. 3. Cortella MS. Educação como instrumento de mudança social. In: Vargas HC, Ribeiro H., organizadores. Novos instrumentos de gestão ambiental. São Paulo: EDUSP; 2001. p. 4354. 4. Côrtes SMV. Conselhos e Conferências de Saúde: papel institucional e mudança nas relações entre Estado e sociedade. In: Fleury S, Lobato LVC, organizadores. Participação, democracia e saúde. Rio de Janeiro: Cebes. 2009; p. 102-128. 5. Demo P. Participação é conquista. São Paulo: Cortez; 1988. 6. Rocha AA, Cesar CLG. Saúde Pública: bases conceituais. São Paulo: Atheneu; 2008. 7. Sicoli JL, Nascimento PR. Promoção da saúde: concepções, princípios e operacionalização. Interface: comunicação, saúde e educação. 2003; 7(12): 101 - 122. 8. Westphal MF. Promoção da Saúde e Prevenção de Doenças. In: Campos GWS e col, organizadores. Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo: Hucitec; 2006. p. 635-667. Informações Básicas da Disciplina: FBA 0201 BROMATOLOGIA Unidade: Faculdade de Ciências Farmacêuticas Departamento: Alimentos Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição Matutino e Noturno Créditos Aula: 4 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 60h Semestre do Curso: 2º semestre Semestre (ano): 1º ( ) 2º (x) Tipo: semestral (x) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano da Disciplina Objetivos: Conhecer e aplicar os métodos de determinação da componentes básicos de alimentos; Identificar as diferentes fontes de informação sobre a composição dos alimentos; Conhecer e analisar os princípios da regulamentação de alimentos no Brasil. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Determinação dos componentes básicos dos alimentos (umidade, proteína, extrato etéreo, cinza, fibra alimentar e carboidratos). Determinação de vitaminas e minerais. Tabelas de composição de alimentos. Programa Completo: Equipamentos básicos de laboratório e reagentes; Balança analítica – pesagem; Tabelas de composição de alimentos; Compilação de dados de composição de alimentos; Homogeneização e secagem do alimento; Trituração do alimento dessecado; Determinação de umidade, cinzas e extrato etéreo; Determinação de fibra alimentar e carboidratos; Cálculo e discussão da composição teórica; Teoria da análise de vitaminas e minerais. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aula expositiva, com a participação dos estudantes; seminário. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas; relatórios coletivos; seminários. Critérios de avaliação : Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Coerência na explicitação de conceitos; Coerência e fundamentação teórica na elaboração da resposta; Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Demonstração de autonomia e colaboração na execução de tarefas; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será 5(cinco) independentemente da nota obtida na recuperação, se esta for 5 (cinco) ou mais. Bibliografia: 1. Association of Official Agricultural Chemists. Official methods of analysis of AOAC International. 16. ed. Washington: DC; 1995. 2. Brasil. Ministério da Agricultura. Métodos analíticos oficiais para controle de produtos de origem animal e seus ingredientes. II-Métodos físicos-químicos. Laboratório Nacional de Referência Animal; 1981. 3. FAO/WHO. Codex Alimentarius. Guidelines on nutrition labelling CAC/ GL 2-1985 as last amended 2010. Joint FAO/WHO Food Standards Programme. Secretariat of the Codex Alimentarius Commission. Rome; 2010. 4. Greenfield H, Southgate DAT. Dados de composición de alimentos: obtención, gestión, utilización. 2. ed. Rome: FAO/OMS; 2003. Disponível em: ftp://ftp.fao.org/docrep/fao/009/y4705s/y4705s.pdf 5. Holden JM et al. Development of a database of critically evaluated flavonoids data: application of USDA’s data quality evaluation system. J Food Comp An; 2005; 18: 829-844. 6. Instituto Adolfo Lutz. Normas analíticas do Instituto Adolfo Lutz: métodos químicos e físicos para análise de alimentos. 2. ed. São Paulo; 1995. p.245-273. 1 v. 7. Menezes EW, Giuntini EB, Dan MCT, Lajolo FM. New information on carbohydrates in the Brazilian Food Composition Database. J Food Compos Anal. 2009; 22 (5): 446452. 8. Menezes EW, Santos NC, Giuntini EB, Dan MCT, Genovese MI, Lajolo FM. Brazilian flavonoid database: application of quality evaluation system. J Food Compos Anal. 2010. 9. Nielsen SS. Food Analysis. 2.ed. Gaithersburg, Maryland: Aspen Publishers;1998. 10. Orborne DR, Voogt P. Analisis de los nutrientes de los alimentos. Zaragoza: Editorial Acribia; 1986. Informações Básicas da Disciplina: 0060014 NECESSIDADES SOCIAIS DE ALIMENTAÇÃO: Atividade Integradora Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Comissão de Graduação Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição Matutino e Noturno Créditos Aula: 2 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 30h Semestre do Curso: 2º semestre Semestre (ano): 1º ( ) 2º (x) Tipo: semestral (x) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano da Disciplina Objetivos: Identificar as necessidades sociais de alimentação de diferentes grupos da população. Identificar os setores envolvidos na área de alimentação e nutrição. Entender a relação entre escolhas alimentares e processo saúde-doença Reconhecer o papel do nutricionista como agente promotor da saúde. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Alimentação na perspectiva de diferentes grupos sociais. Espaços e cenários de atuação dos profissionais da área de alimentação e nutrição. Métodos e técnicas de entrevistas. Programa Completo: Setores envolvidos na área de alimentação e nutrição: agricultura, educação, saúde, desenvolvimento social e economia. Necessidades de saúde e alimentação da população. Métodos e técnicas de entrevista. Desenvolvimento de instrumentos para coleta de dados na área de alimentação e nutrição. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: entrevistas; Trabalho de campo em grupo; estudo dirigido; seminário. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: seminário; análise de casos; relatórios. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Argumentação alicerçada em conceitos teóricos e/ou dados empíricos; Organização lógica das idéias e da argumentação apresentada; Execução de tarefas, considerando as atribuições dos membros da equipe; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Responsabilidade com a sua própria educação; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Denzin NK et al. Planejamento da pesquisa qualitativa: teorias e abordagens. 2. ed. Porto Alegre: Artmed; 2006. 2. Diez-Garcia RW. A comida, a dieta, o gosto: mudanças na cultura alimentar urbana [tese de doutorado]. São Paulo: Instituto de Psicologia da USP; 1999. 3. Diez-Garcia RW. Reflexos da globalização na cultura alimentar: considerações sobre mudanças na alimentação urbana. Rev Nutr. 2003; 16 (3). Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rn/v16n4/a11v16n4.pdf 4. Domene SMA, Diex-Garcia RW, Medeiros MAT. Revista de nutrição: espaço de interlocução interdisciplinar da área de alimentação e nutrição. Rev Nutr. 2010; 23: 56. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rn/v23n1/a01v23n1.pdf. 5. Monteiro CA, Mondini L, Costa RBL. Mudanças na composição e adequação nutricional da dieta familiar nas áreas metropolitanas do Brasil (1988-1996). Rev Saúde Publica. 2000; 34: 251-258. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rsp/v34n3/2226.pdf 6. Patton MQ. How to use qualitative methods in evaluation. Neubury Park: Sage; 1987. 7. Pinheiro M, Mattos RA, organizadores. Os sentidos da integralidade na atenção e no cuidado à saúde. Rio de Janeiro: IMS/UERJ/ABRASCO; 2001. 8. Pollan M. Em defesa da comida. 1.ed. Rio de Janeiro: Intrínseca; 2008. 9. Poulain JP, Proença R. Reflexões metodológicas para o estudo das práticas alimentares. Rev Nutr. 2003; 16 (4): 365-386. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rn/v16n4/a01v16n4.pdf 10. Schon D. Educando o profissional reflexivo: um novo design para o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre: Artmed; 2000. 11. Tripp D. Pesquisa-ação: uma introdução metodológica. Educação e pesquisa. 2005; 31(3):443-466. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ep/v31n3/a09v31n3.pdf 3º Semestre Informações Básicas da Disciplina: BMB 0255 FISIOLOGIA I Unidade: Instituto de Ciências Biomédicas Departamento: Fisiologia Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição Matutino e Noturno Créditos Aula: 4 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 60h Semestre do Curso: 3º semestre Semestre (ano): 1º (x) 2º ( ) Tipo: semestral (x) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano da Disciplina Objetivos: Conhecer as interrelações dos sistemas digestório e nervoso. Compreender o funcionamento do corpo na perspectiva biopsicossocial. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Fisiologia básica. Integração dos conceitos de célula, tecido, órgão e corpo. Funcionamento dos sistemas digestório e nervoso. Programa Completo: Fisiologia: conceituação, definição e classificação; Fisiologia Celular; Transporte em membranas; Homeostasia; Cronobiologia; Fisiologia do Sistema digestório e nutrição; Digestão, absorção e transporte; Regulação da ingestão de alimentos; Fome e apetite; Fisiologia do Sistema Nervoso; Funções do sistema nervoso; Funções dos sistemas sensoriais; Palatabilidade; Funções dos sistemas motores; Funções dos sistemas neurovegetativos; Fisiologia dos comportamentos. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aula expositiva, com a participação dos estudantes; aulas práticas; seminário. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Coerência na explicitação de conceitos; Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Articulação da resposta com indicada/pertinente; as correntes teóricas analisadas e a bibliografia Argumentação alicerçada em conceitos teóricos e/ou dados empíricos; Organização lógica das idéias e da argumentação apresentada; Demonstração de autonomia e colaboração na execução de tarefas; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Aires MM. Fisiologia. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan; 2008. 2. Ganong WF. Fisiologia médica. 22.ed. McGrall Hill; 2006. 3. Guyton AC. Tratado de fisiologia médica. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan; 1996. 4. Shils ME. Nutrição moderna na saúde e na doença. 10.ed. São Paulo: Manole; 2009. Informações Básicas da Disciplina: HNT 0206 TÉCNICA DIETÉTICA I Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Nutrição Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição Matutino e Noturno Créditos Aula: 3 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 45h Semestre do Curso: 3º semestre Semestre (ano): 1º ( x ) 2º ( ) Tipo: semestral (x) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano da Disciplina Objetivos: Conhecer e avaliar técnicas relacionadas à seleção, aquisição e preparo de alimentos. Desenvolver linguagem técnica na área. Conhecer os diferentes tipos de serviço para os sistemas de produção e distribuição de refeições. Compreender a importância do uso de métodos e técnicas específicas nas ações de atenção dietética. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Conceitos, técnicas e critérios de seleção, aquisição e preparo dos alimentos. Preservação da qualidade nutritiva e sensorial. Diferentes tipos de serviço de distribuição de refeições. Programa Completo: Seleção, aquisição e conservação de alimentos. Terminologia técnica e receituário. Pesos e medidas. Índices aplicados. Métodos e técnicas de pré-preparo e preparo de alimentos. Rendimento e custo das preparações. Adequação dos diferentes tipos de serviço de distribuição de refeições. Incorporação dos métodos e técnicas nas ações de atenção dietética. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aula expositiva, com a participação dos estudantes; aulas práticas; seminário; projetos. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: prova; seminário; observação. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Uso apropriado de conceitos na realização de atividades laboratoriais e/ou experimentais; Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Coerência e fundamentação teórica na elaboração da resposta; Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Manipulação de equipamentos e utensílios de laboratório; Capacidade de trabalhar em equipe; Demonstração de autonomia e colaboração na execução de tarefas; Pontualidade na entrega de tarefas; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Almeida TCA, et al. Avanços em análise sensorial. São Paulo: Livraria Varela; 1999. 2. Araujo MOD, Guerra TMM. Alimentos per capita. 3. ed. Natal: UFRN; 2007. 3. Araujo WMC, Montebello NP, Botelho RBA, Borgo A. Alquimia dos alimentos. Brasília, DF: Senac-DF; 2007. 4. Barham P. A Ciência da Culinária. São Paulo: Rocca; 2002. 5. Baruffaldi R, Oliveira, MN. Fundamentos de tecnologia de alimentos. Rio de Janeiro: Atheneu; 1998. 6. Bennion M, Scheule B. Introductory Foods. 13.ed. Ohio: Prentice Hall; 2004. 7. Bobbio PA, Bobbio FO. Química do processamento de alimentos. São Paulo: Varela; 2001. 8. Gomensoro ML. Pequeno dicionário de gastronomia. Rio de Janeiro: Objetiva LTDA; 1999. 9. Kovesi B, Siffert C, Crema C, Martinoli G. Técnicas de Cozinha. São Paulo: Companhia Editora Nacional; 2007. 10. Peterson J. O Essencial da Cozinha. Nova Iorque: Kooneman; 1999. 11. Silva SMCS, Martinez S. Cardápio: guia prático para elaboração. 2. ed. São Paulo: Roca; 2008. 12. Trotter CH, Hall L, Wareing, M, Hill S. Facas e corte: técnicas para cortar trinchar picar e filetar legumes, peixes, carnes e frutas. São Paulo: PubliFolha; 2009. Informações Básicas da Disciplina: BMM 0252 MICROBIOLOGIA DE ALIMENTOS Unidade: Instituto de Ciências Biomédicas Departamento: Microbiologia Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição Matutino e Noturno Créditos Aula: 6 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 90h Semestre do Curso: 3º semestre Semestre (ano): 1º ( x ) 2º ( ) Tipo: semestral (x) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano da Disciplina Objetivos: Compreender os fatores que determinam a contaminação de alimentos com bactérias, fungos, vírus e parasitas. Compreender os mecanismos de virulência dos principais patógenos veiculados por alimentos. Conhecer e aplicar os métodos de determinação de microrganismos nos alimentos. Relacionar a contaminação de alimentos com as ações de segurança alimentar. Reconhecer o papel do nutricionista na profilaxia das doenças transmitidas por alimentos. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Características e controle dos microrganismos e dos parasitas. Métodos de exames microbiológicos. Principais patógenos veiculados por alimentos. Controle do crescimento de microrganismos nos alimentos. Programa Completo: Grupos de microrganismos importantes na contaminação de alimentos: morfologia e fisiologia bacteriana, propriedades gerais dos vírus e fungos. Principais parasitoses. Métodos de esterilização e sanitização. Exames microbiológicos dos alimentos: interpretação e análise. Fontes de contaminação dos alimentos e fatores que interferem em sua multiplicação. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aula expositiva, com a participação dos estudantes; aulas práticas; painéis integrados (técnica que o estudante participa com alternância de grupos para discussão das questões propostas); montagem de parede celular a partir de peças fornecidas pelo professor; jogos de construção (aplicados para descoberta da relação entre microrganismos e natureza e para a classificação microbiana); praça do nutricionista (dinâmica para apresentação do curso, dos professores e alunos). Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: produção individual e/ou coletiva correspondentes às atividades desenvolvidas na disciplina; pesquisas; relatórios. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Uso apropriado de conceitos na realização de atividades laboratoriais e/ou experimentais; Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Coerência e fundamentação teórica na elaboração da resposta; Argumentação alicerçada em conceitos teóricos e/ou dados empíricos; Execução de tarefas, considerando as atribuições dos membros da equipe; Manipulação de equipamentos de laboratório; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Capacidade de trabalho em equipe; Demonstração de autonomia e colaboração na execução de tarefas; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Barbosa HR, Torres BB. Microbiologia básica. São Paulo: Atheneu, 1999. 2. Ferreira UM, Foronda AS, Schumaker TTS. Fundamentos biológicos da parasitologia humana. São Paulo: Manole; 2003. 3. Forsythe SJ. Microbiologia da segurança alimentar. Rio de Janeiro: Artmed, 2002. 4. Franco BDGM, Landgraf M. Microbiologia dos alimentos. São Paulo: Atheneu, 1996. 5. Rey L. Parasitologia. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2001. 6. Rey L. Bases da parasitologia médica. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2002. 7. Silva Jr EA. Manual de controle higiênico-prático de alimentos. 4.ed. Varela; 2001. 8. Tortora GJ, Funke BR, Case CL. Microbiologia. 6.ed. Rio de Janeiro: Artmed; 2000. Informações Básicas da Disciplina: FBT 0201 TECNOLOGIA DOS ALIMENTOS Unidade: Faculdade de Ciências Farmacêuticas Departamento: Tecnologia Bioquímico-Farmacêutica Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição Matutino e Noturno Créditos Aula: 4 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 60h Semestre do Curso: 3º semestre Semestre (ano): 1º ( x ) 2º ( ) Tipo: semestral (x) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano da Disciplina Objetivos: Conhecer as principais tecnologias utilizadas no processamento de alimentos. Verificar as alterações que ocorrem nos alimentos com o uso das tecnologias. Compreender a importância do processamento de alimentos para o acesso e disponibilidade para a população. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Tecnologia de alimentos: conceituação e tecnologias disponíveis. Situação da indústria de alimentos no Brasil. Processos utilizados pelas indústrias alimentícias e as transformações dos constituintes do alimento. Programa Completo: Conceito de Tecnologia de Alimentos: alimentos naturais e alimentos industrializados. Situação da indústria de alimentos entre as indústrias de transformação. Disponibilidade de alimentos para produção de produtos alimentícios no Brasil. Industrialização de alimentos: principais operações unitárias. Aspectos tecnológicos de conservação e vida de prateleira de produtos alimentícios. Uso de aditivos. Materiais de embalagem. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aula expositiva, com a participação dos estudantes; discussão; seminários; aulas práticas. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: prova (1ª prova = 30%; 2ª prova = 40%); seminário e trabalho escrito (20%); exercícios (10%). Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Coerência na explicitação de conceitos; Coerência e fundamentação teórica na elaboração da resposta; Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Argumentação alicerçada em conceitos teóricos e/ou dados empíricos; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Demonstração de autonomia e colaboração na execução de tarefas; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Fellows PJ. Tecnologia do processamento de alimentos: princípios e prática. Porto Alegre: Artmed; 2006. 2. Hui YH. Handbook of food science, technology, and engineering. London: Taylor & Francis, 2006. 4 v. 3. Ordóñes JAP. Tecnologia de Alimentos. Porto Alegre: Artmed; 2005. 2 v. 4. Ramaswamy H, Marcotte M. Food processing: principles and applications. London: Taylor & Francis; 2006. 5. Smith JS, Hui YH. Food processing: principles and applications. Oxford: Blackwell; 2004. Informações Básicas da Disciplina: HSM 0127 CORPO, INDIVÍDUO E SOCIEDADE Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Materno-Infantil Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição Matutino e Noturno Créditos Aula: 2 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 30h Semestre do Curso: 3º semestre Semestre (ano): 1º ( x ) 2º ( ) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano da Disciplina Objetivos: Conhecer a relação dos indivíduos com seu corpo e com a alimentação. Analisar a representação social do corpo na sociedade contemporânea. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Relação dos indivíduos com seu corpo e alimentação. Aspectos simbólicos: o corpo e o alimento. Representação social do corpo. Construção social do corpo. Relação entre cultura, sociedade e processo saúde-nutrição. Programa Completo: Aspectos socioculturais que condicionam e determinam a relação do indivíduo com seu corpo. Aspectos simbólicos da alimentação. Conceito de representação social. Representação social do corpo, do alimento e da alimentação. Mídia, cultura e corpo. Influência do modelo de sociedade na relação do indivíduo com seu corpo. Sociedade e processo saúde-nutrição. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aula expositiva, com a participação dos estudantes; leituras e discussões em grupo; seminários. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: relatório; trabalhos em grupo. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Articulação da resposta com indicada/pertinente; as correntes teóricas analisadas e a bibliografia Organização lógica das idéias e argumentação apresentadas; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a nota obtida na prova de recuperação. Bibliografia: 1. Benedict R. Padrões de cultura. Lisboa: Livro do Brasil; s.d. 2. Canesqui AM, organizadora. Olhares socioantropológicos sobre os adoecidos crônicos. São Paulo: Hucitec/FAPESP; 2007. 3. Debert GA. Reinvenção da velhice: socialização e processos de reprivatização do envelhecimento. São Paulo: EDUSP; 2000 4. Dubois P. O corpo e seus fantasmas. In: Dubois P. O ato fotográfico. Papirus; 2001. 5. Geertz C. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: LTC; 1989. 6. Helman C. Cultura, saúde e doença. Porto Alegre: Artmed, 2007. 7. Laplantine F. Antropologia da doença. São Paulo: Martins Fontes; 1991. 8. Laraia RB. Cultura: um conceito antropológico. 17.ed. Rio de Janeiro: Zahar editores; 2004. 9. Lévi-Strauss C. A eficácia simbólica. In: Lévi-Strauss C. Antropologia estrutural. Rio de Janeiro: Tempo brasileiro; 1975. 10. Mello Filho J, Burd M, organizadores. Doença e família. São Paulo: Casa do Psicólogo; 2004. 11. Uchoa E, Vidal JM. Antropologia médica: elementos conceituais e metodológicos para uma abordagem da saúde e da doença. Cad Saúde Públ. 1994; 10: 497-504. 12. Víctor AC, Knauth DR, Hassen MNA. Corpo, saúde e doença na antropologia. In: Pesquisa qualitativa em saúde: uma introdução ao tema. Porto Alegre: Tomo editorial; 2000, p. 11- 23 Informações Básicas da Disciplina: 006 0018 COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO: Atividade Integradora Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Materno-Infantil Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição Matutino e Noturno Créditos Aula: 2 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 30h Semestre do Curso: 3º semestre Semestre (ano): 1º ( x ) 2º ( ) Tipo: semestral (x) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano da Disciplina Objetivos: Conhecer as diferentes formas de uso e de acesso ao conhecimento. Identificar os meios de comunicação e informação de temas relacionados à alimentação e nutrição. Compreender o impacto e a abrangência das informações sobre alimentação e nutrição. Produzir material informativo em nutrição. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Acesso e uso à informação. Conceito de comunicação e os diferentes meios de comunicação. Comunicação e legislação. Mídia, corpo e nutrição. A informação nutricional. Programa Completo: Bases de dados bibliográficos. Formas de acesso. Hierarquização e organização crítica da informação. Comunicação científica. Comunicação social. Métodos e técnicas de comunicação em alimentação e nutrição. Estruturação e apresentação de estudos. Informações nutricionais direcionadas a públicos específicos. Material escrito e audiovisual. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aula expositiva, com a participação dos estudantes; estudo dirigido; trabalho em grupo. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: exercícios; relatórios; análise de casos. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Coerência na explicitação de conceitos; Uso apropriado de conceitos na realização de atividades laboratoriais e/ou experimentais; Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Organização lógica das idéias e argumentação apresentadas; Capacidade de trabalhar em equipe; Responsabilidade com a própria educação. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Bordenave JED. O que é comunicação. São Paulo: Brasiliense; 1985. 2. Braga JL, Calazans R. Comunicação e Educação. São Paulo: Hacker; 2001. 3. Castells M. A sociedade em rede. Madrid: Alianza; 2009. 4. Darnton R. A questão dos livros: passado, presente e futuro. São Paulo: Companhia das Letras; 2010. 5. Day RA. Como escrever e publicar um artigo científico. São Paulo: Ed. Santos; 2001 6. Meadows AJ. A comunicação científica. Brasília: Ed. Briquet de Lemos; 1999 7. Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública. Biblioteca CIR. Guia de apresentação de teses. 2ª ed. São Paulo (SP); 2006. Disponível em http://www.biblioteca.fsp.usp.br 8. Volpato GL. Método lógico para redação científica. Botucatu: Best Writing; 2010. 4º Semestre Informações Básicas da Disciplina: BMB 0256 FISIOLOGIA II Unidade: Instituto de Ciências Biomédicas Departamento: Fisiologia Requisito: BMB 0255 Fisiologia I Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição Matutino e Noturno Créditos Aula: 4 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 60h Semestre do Curso: 4º semestre Semestre (ano): 1º ( ) 2º ( x ) Tipo: semestral (x) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Compreender as interrelações dos processos fisiológicos. Entender as bases fisiológicas das recomendações nutricionais. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Funcionamento dos sistemas cardiorespiratório, renal e endócrino. Programa Completo: Fisiologia do Sistema Cardiovascular; Circulação e regulação da pressão arterial; Fisiologia do Sistema Respiratório; Ventilação pulmonar; Controle da respiração; Respiração no exercício e outras situações especiais; Fisiologia do Sistema Renal; Fisiologia do Sistema Endócrino; Fisiologia da reprodução. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aulas teóricas e práticas. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Coerência na explicitação de conceitos; Coerência e fundamentação teórica na elaboração da resposta; Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Articulação da resposta com indicada/pertinente; as correntes teóricas analisadas e a bibliografia Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Aires MM. Fisiologia. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan; 2008. 2. Ganong WF. Fisiologia médica. 22.ed. McGrall Hill; 2006. 3. Guyton AC. Tratado de fisiologia médica. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan; 1996. 4. Shils ME. Nutrição moderna na saúde e na doença. 10.ed. São Paulo: Manole; 2009. Informações Básicas da Disciplina: HNT 0207 TÉCNICA DIETÉTICA II Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Nutrição Requisito: HNT 0206 Técnica Dietética I Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 4 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 60h Semestre do Curso: 4º semestre Semestre (ano): 1º ( ) 2º ( x ) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Conhecer e avaliar técnicas relacionadas à seleção, aquisição e preparo de alimentos. Desenvolver linguagem técnica na área. Conhecer os diferentes tipos de serviço para os sistemas de produção e distribuição de refeições. Compreender a importância do uso de métodos e técnicas específicas nas ações de atenção dietética. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Técnicas dietéticas aplicadas a grupos de alimentos. Modificações ocorridas nos alimentos durante o processamento. Análise sensorial. Programa Completo: Preparações com diferentes técnicas e ingredientes: ovos, leite e derivados, carnes, açúcares e doces, hortaliças, frutas, cereais, leguminosas, caldos, molhos, sopas, óleos e gorduras, infusos, especiarias e condimentos. Técnicas de preparo para alimentação alternativa. Rendimento. Produtos diferenciados. Análise sensorial: métodos e aplicação. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aula expositiva, com a participação dos estudantes; aulas práticas; seminários; projetos. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas; seminários; relatórios. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Uso apropriado de conceitos na realização de atividades laboratoriais e/ou experimentais; Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Coerência e fundamentação teórica na elaboração da resposta; Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Manipulação de equipamentos e utensílios de laboratório; Capacidade de trabalhar em equipe; Demonstração de autonomia e colaboração na execução de tarefas; Pontualidade na entrega de tarefas; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Almeida TCA, et al. Avanços em análise sensorial. São Paulo: Livraria Varela; 1999. 2. Araujo MOD, Guerra TMM. Alimentos per capita. 3. ed. Natal: UFRN; 2007. 3. Araujo WMC, Montebello NP, Botelho RBA, Borgo A. Alquimia dos alimentos. Brasília, DF: Senac-DF; 2007. 4. Barham P. A Ciência da Culinária. São Paulo: Rocca; 2002. 5. Baruffaldi R, Oliveira, MN. Fundamentos de tecnologia de alimentos. Rio de Janeiro: Atheneu; 1998. 6. Bennion M, Scheule B. Introductory Foods. 13.ed. Ohio: Prentice Hall; 2004. 7. Bobbio PA, Bobbio FO. Química do processamento de alimentos. São Paulo: Varela; 2001. 8. Gomensoro ML. Pequeno dicionário de gastronomia. Rio de Janeiro: Objetiva LTDA; 1999. 9. Kovesi B, Siffert C, Crema C, Martinoli G. Técnicas de Cozinha. São Paulo: Companhia Editora Nacional; 2007. 10. Peterson J. O Essencial da Cozinha. Nova Iorque: Kooneman; 1999. 11. Silva SMCS, Martinez S. Cardápio: guia prático para elaboração. 2. ed. São Paulo: Roca; 2008. 12. Trotter CH, Hall L, Wareing, M, Hill S. Facas e corte: técnicas para cortar trinchar picar e filetar legumes, peixes, carnes e frutas. São Paulo: PubliFolha; 2009. Informações Básicas da Disciplina: HSM 0129 CICLO DE VIDA I Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Materno-Infantil Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 3 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 45h Semestre do Curso: 4º semestre Semestre (ano): 1º ( ) 2º ( x ) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Conhecer os aspectos biopsicossociais das fases do curso da vida: gestantes e nutrizes, crianças e adolescentes. Conhecer os aspectos biopsicossociais da saúde da mulher com a interface da gestação e lactação. Conhecer as políticas e programas de atenção integral à saúde para gestantes, nutrizes, crianças e adolescentes. Reconhecer a inserção do nutricionista dentro das políticas e programas. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Características biológicas e psicossociais do crescimento e desenvolvimento humano: saúde da gestante, criança, adolescente. Políticas e programas de atenção integral à saúde de gestantes, nutrizes, crianças e adolescentes. Programa Completo: Crescimento e desenvolvimento fisiológico. Ações básicas da saúde da criança e do adolescente, da gestante e da nutriz. Ciclo puerperal. Gestação e Lactação: crescimento intrauterino; gravidez; gravidez na adolescência; Aleitamento materno. Principais problemas de saúde da criança e do adolescente, da gestante e da nutriz. Programas de atenção à saúde da criança, do adolescente, da gestante e da nutriz no âmbito da Política Nacional de Saúde. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aula expositiva, com a participação dos estudantes; seminários; trabalho em grupo; visitas. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: seminários; produções individuais e/ou coletivas. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Coerência e fundamentação teórica na elaboração da resposta; Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Capacidade de trabalhar em equipe; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde da criança: nutrição infantil: aleitamento materno e alimentação complementar. Brasília, DF: Ministério da Saúde; 2009. [Série A. Normas e Manuais Técnicos]. 2. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticos de Saúde. Área Técnica de Saúde da Mulher. Parto, aborto e puerpério: assistência humanizada à mulher. Brasília, DF: Ministério da Saúde; 2001. 3. Breinbauer C, Maddaleno M. Jovens: escolhas e mudanças: comportamentos saudáveis em adolescentes. São Paulo: Roca; 2008. promovendo 4. Conceição JAN. Saúde escolar: a criança, a vida e a escola. São Paulo: Sarvier, 1994. 5. Enkin M, et al. Guia de atenção efetiva na gravidez e no parto. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2004. [Araújo CL, tradutor]. 6. Farhat CK. Fundamentos e prática das imunizações. São Paulo: Medisa; 1980. 7. Krosovec K, Anderson MA, editores. Maternal nutrition and pregnancy outcomes: anthropometric assesment. Washington, DC: OPS/OMS; 1981. [pub. cient. 528]. 8. Marcondes E, et al. Pediatria básica. São Paulo: Sarvier; 1995. 9. Pritchard JA, et al. Williams Obstetricia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1988. 10. Stern D. O mundo interpessoal do bebê. Porto Alegre: Artes Médicas; 1992. 11. Sucupira AC, coordenador. Pediatria ambulatorial. São Paulo: Sarvier; 1996. 12. Vitolo MR. Nutrição: da gestação ao envelhecimento. Rio de Janeiro: Rubio; 2008. Informações Básicas da Disciplina: HNT 0208 NUTRIÇÃO HUMANA Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Nutrição Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 3 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 45h Semestre do Curso: 4º semestre Semestre (ano): 1º ( ) 2º ( x ) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Reconhecer as funções dos nutrientes nos processos metabólicos. Verificar as necessidades energéticas e recomendações nutricionais de indivíduos e populações. Entender as deficiências e toxicidade dos nutrientes. Analisar as recomendações nutricionais. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Funções dos macro e micronutrientes. Determinação das recomendações para água, energia, macro e micronutrientes. Situação de deficiência e toxicidade de nutrientes. Constituição da dieta, de acordo com os princípios da alimentação adequada. Programa Completo: Conceitos básicos: dieta e nutriente. Água: homeostase, necessidades e recomendações. Energia: balanço energético de combustão dos alimentos, nutrientes energéticos, estimativa de gastos energéticos para o metabolismo basal, para a atividade física e para situações fisiológicas especiais (gestação e lactação). Recomendações nutricionais de energia, macro e micronutrientes: metodologia da estimativa das necessidades, recomendações para indivíduos e populações nos diferentes ciclos da vida. Vitaminas e minerais: classificação, metabolismo, biodisponibilidade, funções, fontes alimentares, situações de deficiência e toxicidade. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aulas interativas; exercícios; estudos dirigidos. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas; exercícios. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Coerência na explicitação de conceitos; Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Coerência e fundamentação teórica na elaboração da resposta; Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Capacidade de trabalhar em equipe; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Cardoso, MA. Nutrição e metabolismo: nutrição humana. Guanabara Koogan; 2006. 2. Committee of the Scientific Evaluation of Dietary Reference Intakes. Food and Nutrition Board. Dietary reference intake for calcium, phosphorus, magnesium, vitamin D and fluoridec. Washington, DC: National Academy Press; 1997. Disponível em: http://books.nap.edu/catalog/5776 3. Institute of Medicine. Dietary reference intakes for vitamin C, vitamin E, selenium and carotenoids. Washington: National Academy Press; 2000. 4. National Research Council. Comission on life Sciences, Food and Nutrition Board. Subcommittee on the tenth edition of the RDAs. Recommended Dietary Allowances 10th ed. Washington, DC: National Academic Press; 1989. 5. Shils ME, Olson JA, Shike M, Ross AC. Nutrição moderna na saúde e na doença. 10. ed. Barueri: Manole; 2008. Informações Básicas da Disciplina: HNT 0209 DIETÉTICA Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Nutrição Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 3 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 45h Semestre do Curso: 4º semestre Semestre (ano): 1º ( ) 2º ( x ) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Identificar, planejar e elaborar dietas nos diferentes ciclos da vida. Aplicar as recomendações nutricionais considerando os aspectos sensoriais, psicossociais e culturais do ser humano. Reconhecer o planejamento dietético como atividade exclusiva do nutricionista. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Normas dietéticas preconizadas, considerando as especificidades dos indivíduos e grupos populacionais. Programa Completo: Conceitos de Dietética, objetivos, normas e conhecimento das variáveis para o planejamento dietético de indivíduos; Aplicação das recomendações nutricionais no planejamento dietético; Definição de metodologias, indicadores e instrumentos para o planejamento de dietas nos diferentes ciclos da vida; Distribuição dos macro e micronutrientes e dos percentuais calóricos no dia alimentar; Comportamento e hábitos alimentares; Guias alimentares; Grupos e porções de alimentos do guia alimentar brasileiro no planejamento dietético: aspectos ligados à quantidade, a qualidade, ao sensorial, aos recursos humanos e materiais e a informação nutricional ao usuário; Padrões alimentares alternativos e implicações no planejamento dietético (vegetarianismo); O uso da informática no planejamento dietético. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aulas teóricas; aulas práticas de planejamento de dietas; seminários; entrevistas; trabalhos individuais e em grupos; palestras de convidados. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas; seminários; produções individuais e/ou coletivas pertinentes; exercícios; análise de casos. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Coerência e fundamentação teórica na elaboração da resposta; Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Articulação da resposta com indicada/pertinente; as correntes teóricas analisadas e a bibliografia Organização lógica das idéias e argumentação apresentadas; Ideias/posicionamento que expressam postura crítica e/ou humanista e/ou ética frente a situações ou casos; Capacidade de aplicar conhecimentos na execução das atividades; Capacidade de trabalhar em equipe; Demonstração de autonomia e colaboração na execução de tarefas; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Pontualidade na entrega de tarefas; Responsabilidade com a própria educação. Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que necessitar de recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) da nota final e de recuperação. Bibliografia: 1. American Dietetic Association and Dietitians of Canada. Position of the American Dietetic Association and Dietitians of Canada: vegetarian diets. J Am Diet Assoc 2003; 103: 748-765. Disponível em: http://www.vrg.org/nutrition/2003_ADA_position_paper.pdf 1. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Coordenação Geral da Política Nacional de Alimentação e Nutrição. Guia alimentar para a população brasileira. Brasília, DF, 2006. Disponível em: http://189.28.128.100/nutricao/docs/geral/guia_alimentar_conteudo.pdf 2. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Organização Pan Americana da Saúde. Guia alimentar para crianças menores de dois anos. Brasília, DF, 2002. Disponível em: http://189.28.128.100/nutricao/docs/geral/guiao.pdf 3. Institute of Medicine. Dietary reference intakes: applications in dietary planning. Washington, DC: National Academies Press; 2003. Disponível em: http://www.nal.usda.gov/fnic/DRI//DRI_Application_Dietary_Planning/dietary_pla nning_full_report.pdf 4. Monteiro CA. Nutrition and health: the issue is not food, nor nutrients, so much as processing. Pub Health Nutr. 2009; 12(5), 729–731. Disponível em: http://journals.cambridge.org/download.php?file=%2FPHN%2FPHN12_05%2FS13 68980009005291a.pdf&code=c454787f5652b55fad870197ef071dd8 5. OMS - Organização Mundial de Saúde. Necessidade de energia e proteína. São Paulo: Roca; 1998. Série de relatos técnicos, 724. 6. OPAS – Organización Panamericana de La Salud. Instituto de Nutrición de Centro América y Panamá. Guias alimentarias y promoción de La salud en América Latina. Washington, DC, 1998. 7. Philippi ST, organizadora. Pirâmide dos alimentos: fundamentos básicos da nutrição. Barueri: Manole; 2008. 8. Silva SMCS, Mura JDP. Tratado de alimentação, nutrição e dietoterapia. São Paulo: Roca, 2010. 9. Shils et al. Tratado de nutrição moderna na saúde e na doença. 10. ed. Barueri: Manole, 2008. 10. Vitolo MR. Nutrição da gestação ao envelhecimento. Rio de Janeiro: Rubio; 2008. 11. WHO - World Health Organization. Diet, nutrition and the prevention of chronic diseases. Report of a joint WHO/FAO expert consultation. Geneva: WHO; 2003. [WHO Technical Report Series, 916]. Disponível em: http://whqlibdoc.who.int/trs/who_trs_916.pdf 12. WHO - World Health Organization. Preparation and use of food-based dietary guidelines. Report of a Joint WHO/FAO Expert Consultation. Geneva: WHO; 1998 [WHO Technical Report Series, 880]. Disponível em: http://whqlibdoc.who.int/trs/WHO_TRS_880.pdf Informações Básicas da Disciplina: 006 0019 DIETA, ALIMENTAÇÃO E CENÁRIOS DE PRÁTICA: Atividade Integradora Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Comissão de Graduação Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 2 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 30h Semestre do Curso: 4º semestre Semestre (ano): 1º ( ) 2º ( x ) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Reconhecer os determinantes das escolhas alimentares nos diferentes ciclos da vida. Verificar as barreiras e facilidades para a manutenção de uma alimentação saudável. Utilizar métodos de observação e entrevista na aquisição de informações nos cenários de prática. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Determinantes das escolhas alimentares nos diferentes ciclos da vida. Planejamento de pesquisa de campo. Programa Completo: Determinantes biopsicossociais e culturais das escolhas alimentares. Responsabilidade técnica do nutricionista no planejamento dietético nos diferentes cenários de prática. Metodologia de pesquisa de diagnóstico do comportamento alimentar (pesquisa bibliográfica, observação, entrevista). A pesquisa como instrumento para tomada de decisão. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aula expositiva, com a participação dos estudantes; estudo dirigido; atividades em grupo. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: produções individuais e/ou coletivas. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Coerência e fundamentação teórica na elaboração da resposta; Articulação da resposta com indicada/pertinente; as correntes teóricas analisadas e a bibliografia Ideias/posicionamento que expressam postura crítica e/ou humanista e/ou ética frente a situações ou casos; Responsabilidade com a própria educação. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Barreto SM, et al. Análise da estratégia global para alimentação saudável, atividade física e saúde, da OMS. Epidemiol Serv Saúde. 2005; 14 (1): 41-62. [Documento elaborado pelo Grupo Técnico Assessor instituído pela Portaria do MS nº 596, de 8 abr 2004]. Disponível em: http://189.28.128.100/nutricao/docs/geral/docEgFinalSubmetido.pdf 2. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Coordenação Geral da Política Nacional de Alimentação e Nutrição. Guia alimentar para a população brasileira. Brasília, DF, 2006. Disponível em: http://189.28.128.100/nutricao/docs/geral/guia_alimentar_conteudo.pdf 3. Diez-Garcia RW. Representações sociais da alimentação e saúde. Rev Saúde Colet. 1997; 7(2): 51-68. 4. Fisberg RM, Slater B, Marchioni DML, Martini LA, organizadoras. Inquéritos alimentares: métodos e bases científicas. 1 ed. Barueri: Manole; 2005. 5. Silva SMCS. Cardápio: guia prático para a elaboração. 2. ed. São Paulo: Roca; 2008. 5º Semestre Informações Básicas da Disciplina: HSM0130 SIGLA CICLO DE VIDA II Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Materno-Infantil Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 3 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 45h Semestre do Curso: 5º semestre Semestre (ano): 1º ( x ) 2º ( ) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Conhecer os aspectos biopsicossociais das fases do curso da vida: adultos e idosos. Conhecer as políticas e programas de atenção integral à saúde para adultos e idosos. Reconhecer a inserção do nutricionista dentro das políticas e programas. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Características biológicas e psicossociais do crescimento e desenvolvimento humano: saúde do adulto (homem, mulher, trabalhador) e idoso. Programa Completo: Ações básicas da saúde do adulto e do idoso. Saúde da Mulher: Climatério, Menopausa, Envelhecimento. Reflexos do trabalho na saúde; modos de viver. Saúde do trabalhador – ações relacionadas. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aula expositiva, com a participação dos estudantes; aulas práticas; estudo dirigido; trabalho em grupo. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas; exercícios; produção de textos. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Articulação da resposta com indicada/pertinente; as correntes teóricas analisadas e a bibliografia Opinião pessoal com argumentação; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Aldrighi JM, Buchalla CM, Cardoso MRA. Epidemiologia dos agravos à saúde da mulher. São Paulo: Atheneu; 2005. 2. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Manual de atenção à mulher no climatério/menopausa. Brasília, DF: Ministério da Saúde; 2008. 3. Buss PM. Promoção da saúde e qualidade de vida. Ciênc. saúde coletiva [online]. 2000; 5 (1): 163-177. 4. Domingues MA, Lemos ND, organizadores. Gerontologia: os desafios nos diversos cenários da atenção. Barueri: Manole; 2010. 5. Lebrão ML, Duarte YAO. SABE: Saúde, Bem-estar e Envelhecimento; o projeto SABE no município de São Paulo, uma abordagem inicial. Brasília, DF: OPAS; 2003. 6. Vitolo MR. Nutrição: da gestação ao envelhecimento. Rio de Janeiro: Rubio; 2008. Informações Básicas da Disciplina: HNT0210 AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Nutrição Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 3 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 45h Semestre do Curso: 5º semestre Semestre (ano): 1º ( x ) 2º ( ) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Conhecer e aplicar os métodos e técnicas de avaliação do estado nutricional (antropométrico, clínico, bioquímico) de indivíduos e grupos populacionais. Identificar seus usos e aplicações na avaliação nutricional. Realizar a avaliação do estado nutricional de indivíduos e grupos. Reconhecer a importância da avaliação nutricional na intervenção para o planejamento dietético nas diferentes formas de abordagem. Desenvolver competências necessárias ao exercício profissional como responsabilidade, comunicação e postura ética. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Antropometria e composição corporal. Métodos bioquímicos. Avaliação do estado nutricional de grupos específicos. Indicadores clínicos do estado nutricional. Programa Completo: Avaliação nutricional como processo. Técnicas antropométricas. Avaliação da composição corporal por diferentes técnicas: métodos densitométricos, isotópicos, de imagem, por bioimpedância elétrica. Avaliação do estado nutricional por métodos bioquímicos. Estresse oxidativo como indicador do estado nutricional. Função imune e estado nutricional. Avaliação nutricional de grupos específicos: crianças, adolescentes, adultos, idosos, portadores de necessidades especiais, atletas, gestantes, pacientes hospitalizados. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aula expositiva, com a participação dos estudantes; seminários; trabalho em grupo; visitas. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas; produção coletiva; seminários. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Frequência participativa; Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Organização lógica das idéias e argumentação apresentadas; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Capacidade de trabalhar em equipe; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Bingham SA. Biomarkers in nutritional epidemiology. Public Health Nutrition. 2002; 5(6): 821-827. Disponível em: http://journals.cambridge.org/download.php?file=%2FPHN%2FPHN5_6a%2FS136 898000200109Xa.pdf&code=3d4565cb52aecfc24579326df0a7aa58 2. Jenab M, Slimani N, Bictash M, Ferrari P, Bingham SA. Biomarkers in nutritional epidemiology: applications, needs and new horizons. Human Genet. 2009; 125: 507-525. Disponível em: http://www.springerlink.com/content/hh00r02971u22122/fulltext.pdf 3. Monteiro CA, organizador. Velhos e novos males da saúde no Brasil: a evolução do país e de suas doenças. São Paulo: Hucitec/NUPENS-USP; 1995. 4. WHO – World Health Organization. Physical Status: the use and interpretation of anthropometry. Report of a WHO expert committee. Geneva: WHO; 1995. [Technical Report Series 854]. Disponível em: http://whqlibdoc.who.int/trs/WHO_TRS_854.pdf 5. WHO - World Health Organization. Diet, nutrition and the prevention of chronic diseases. Report of a joint WHO/FAO expert consultation. Geneva: WHO; 2003. [WHO Technical Report Series, 916]. Disponível em: http://whqlibdoc.who.int/trs/who_trs_916.pdf Informações Básicas da Disciplina: HNT 0217 EPIDEMIOLOGIA NUTRICIONAL Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Nutrição Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 2 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 30h Semestre do Curso: 5º semestre Semestre (ano): 1º ( x ) 2º ( ) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Conhecer a evolução temporal do perfil alimentar e nutricional da população brasileira. Reconhecer e analisar os determinantes dos distúrbios nutricionais. Reconhecer a epidemiologia como instrumento para a formulação de políticas públicas na área de alimentação e nutrição. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Perfil alimentar da população brasileira. Epidemiologia dos distúrbios nutricionais. Programa Completo: Perfil alimentar e nutricional da população brasileira; Epidemiologia dos distúrbios nutricionais; Determinantes do estado nutricional; Vigilância nutricional. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aula expositiva, com a participação dos estudantes; exposição de experiências; exercícios individuais e em grupo; estudo dirigido; trabalho em grupo. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Coerência e fundamentação teórica na elaboração da resposta; Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Articulação da resposta com indicada/pertinente; as correntes teóricas analisadas e a bibliografia Execução tarefas considerando as atribuições dos membros da equipe; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Brasil. Ministério da Saúde. Instituto Nacional do Câncer. Políticas e ações para prevenção do câncer no Brasil: alimentação, nutrição e atividade física. Rio de Janeiro: INCA; 2009. 2. Claro RM, Carmo HCE, Machado FSM, Monteiro CM. Renda, preço dos alimentos e participação de frutas e hortaliças na dieta. Rev saúde pública. 2007; 41(4):55764. 3. Institute of Health Economics. Determinants and prevention of low birth weight: a synopsis of the evidence. Alberta; 2008. [Report]. 4. Key TJ, Allen NE, Spencer EA, Travis RC. The effect of diet on risk of cancer. Lancet. 2002; 360 (9336): 861-8. 5. Levi-Costa RB, Sichieri R, Pontes NS, Monteiro CA. Disponibilidade domiciliar de alimentos no Brasil: distribuição e evolução (1974-2003). Rev Saúde Pública. 2005; 34 (4): 530-540. 6. Lutter CK. Iron deficiency in Young children in low-income countries and new approaches for its prevention. J nutr. 2008. 138: 2523-2528. 7. Monteiro CA, Benicio MHD’A, Konno SC, Feldenheimer ACS, Lima ALL, Conde WL. Causas do declínio da desnutrição infantil no Brasil, 1996-2007. Rev Saúde Pública; 43(1): 35-43. 8. WHO - World Health Organization. Diet, nutrition and the prevention of chronic diseases. Report of a joint WHO/FAO expert consultation. Geneva: WHO; 2003. [WHO Technical Report Series, 916]. Disponível em: http://whqlibdoc.who.int/trs/who_trs_916.pdf Informações Básicas da Disciplina: HNT0211 INQUÉRITOS ALIMENTARES Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Nutrição Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 3 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 45h Semestre do Curso: 5º semestre Semestre (ano): 1º ( x ) 2º ( ) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Conhecer, planejar, organizar, executar a avaliação do consumo alimentar de indivíduos e grupos populacionais. Realizar a avaliação do consumo alimentar de indivíduos e grupos. Reconhecer a importância dos inquéritos alimentares como instrumento para avaliar o consumo alimentar de indivíduos e grupos. Desenvolver métodos e técnicas para aquisição de informações sobre o consumo alimentar. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Métodos e técnicas para a avaliação do consumo alimentar de indivíduos e de grupos populacionais. Análise qualitativa e quantitativa de dados de consumo alimentar. Programa Completo: Métodos de inquérito alimentar; Aplicação dos métodos de inquérito alimentar nos diferentes tipos de estudo; Validade, reprodutibilidade e fontes de erro; Inquéritos populacionais no Brasil; Análise qualitativa e quantitativa dos dados de consumo alimentar; Marcadores bioquímicos da ingestão alimentar; Análise e interpretação de dados de consumo alimentar. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aulas interativas; leitura de textos científicos; exercícios; trabalho de campo. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas; projeto. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Coerência na explicitação de conceitos; Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Coerência e fundamentação teórica na elaboração da resposta; Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Organização lógica das idéias e argumentação apresentadas; Realizar diagnósticos; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Capacidade de aplicar conhecimentos na execução das atividades; Capacidade de trabalhar em equipe; Responsabilidade com a própria educação; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Dwyer JT. Avaliação do Consumo Alimentar. In: Shils et al. Tratado de nutrição moderna na saúde e na doença. Barueri: Editora Manole; 2003. p. 1001-1006. 2. Fisberg RM, Colucci ACA, Morimoto JM, Marchioni DML. Questionário de frequência alimentar para adultos com base em estudo populacional. Rev Saúde Pública. 2008; 42(3): 550-554. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rsp/2008nahead/6646.pdf 3. Fisberg RM, Marchioni DML, Colucci ACA. Avaliação do consumo alimentar e da ingestão de nutrientes na prática clínica. Arq Bras Endocrinol Metab. 2009; 53(5): 617-624. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/abem/v53n5/14.pdf 4. Fisberg RM, Slater B, Marchioni DML, Martini LA. Inquéritos alimentares: métodos e bases científicos. São Paulo: Editora Manole; 2005. 5. Gibson RS. Principles of nutritional assessment. New York: Oxford University Press; 2005. p.908. 6. Kac G, Sichieri R, Gigante D. Epidemiologia Nutricional. São Paulo: Fiocruz; 2007. p.579. 7. Lee RD, Niedman DC. Measuring diet. In: Nutritional Assessment. 3. ed. Mc Graw Hill; 2003. p. 73-110. 8. Willett W. Nutritional Epidemiology. New York: Oxford University Press; 1998. p.514. Informações Básicas da Disciplina: HEP0175 BIOESTATÍSTICA Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Epidemiologia Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 4 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 60h Semestre do Curso: 5º semestre Semestre (ano): 1º ( x ) 2º ( ) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Conhecer e aplicar técnicas básicas de Estatística para descrição e análise de dados populacionais no campo da nutrição. Entender a metodologia científica como instrumento da prática profissional. Compreender o uso da bioestatística na investigação em nutrição e alimentação. Compreender os resultados e análises presentes na comunicação científica. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Sistematização de dados populacionais. Estatística descritiva. Inferência estatística. Programa Completo: População, amostra, tipo de variáveis, coleta e apuração de dados; Apresentação tabular e gráfica de dados; Medidas de tendência central e de dispersão. Distribuição de probabilidades: distribuição normal, t student e qui quadrado. Estimação de parâmetros populacionais. Teste de média com variância populacional conhecida e desconhecida. Teste de associação. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aula expositiva, com a participação dos estudantes; exercícios práticos; trabalho em grupo; seminários. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas; exercícios; seminários. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Articulação da resposta com indicada/pertinente; as correntes teóricas analisadas e a bibliografia Argumentação alicerçada em conceitos teóricos e/ou dados empíricos; Domínio e uso adequado dos conhecimentos na execução dos exercícios; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será 05(cinco) independentemente da nota obtida na recuperação, se esta for 05(cinco) ou mais. Bibliografia: 1. Berquó ES, Souza JMP, Gotlieb SLD. Bioestatística. EPU; 1981. 2. Callegari-Jacques SM. Bioestatística: princípios e aplicações. Porto Alegre: Artmed; 2003. 3. Silva NN. Amostragem probabilística. São Paulo: Edusp; 1998. 4. Daniel WW. Biostatistics: a foundation for analysis in the health sciences. 7.ed. New Jersey: John Wiley & Sons; 1998. 5. Pereira JCR. Bioestatística em outras palavras. São Paulo: EDUSP; 2010. Informações Básicas da Disciplina: HEP0176 EPIDEMIOLOGIA Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Epidemiologia Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 3 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 45h Semestre do Curso: 5º semestre Semestre (ano): 1º ( x ) 2º ( ) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Conhecer os métodos epidemiológicos aplicáveis ao campo da nutrição e saúde pública. Reconhecer a epidemiologia como instrumento para a formulação de políticas públicas na área de alimentação e nutrição. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Conceitos básicos de epidemiologia. Método epidemiológico e delineamento de estudos observacionais no campo da saúde e nutrição. Programa Completo: Conceitos básicos de epidemiologia; Mensuração da ocorrência das doenças; Mensuração da validade e da reprodutividade; O método epidemiológico; Delineamento de estudos epidemiológicos; Indicadores de risco e causas de doenças; Princípios básicos de análise epidemiológica; Vigilância epidemiológica. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, auto aperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aula expositiva, com a participação dos estudantes; exposição de experiências; exercícios individuais e em grupo; estudo dirigido; trabalho em grupo. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Coerência e fundamentação teórica na elaboração da resposta; Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Articulação da resposta com indicada/pertinente; as correntes teóricas analisadas e a bibliografia Execução tarefas considerando as atribuições dos membros da equipe; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Bonita R, Beaglehole R, Kjellström T. Basic Epidemiology. 2. ed. Geneve: WHO; 2006. 2. Gregg, MB. Field epidemiology. New York/Oxford: Oxford University Press; 2002. 3. Gordis L. Epidemiology. 4. ed. Philadelfia: Sauders Company; 2009. 4. Hennekens CH, Buring JE. Epidemiology in Medicine. Boston: Little, Brown and Company; 1987. 5. Hulley SB, Cummings SR, Browner WS, Grady D, Hearst N, Newman TB. Delineando a pesquisa clínica: uma abordagem epidemiológica. 2. ed. Porto Alegre: Artmed; 2003. 6. Last JM. A dictionary of epidemiology. New York: Oxfornd University Press; 2001. 7. Medronho RA, Bloch KV, Luiz RR, Werneck GL. Epidemiologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Atheneu; 2008. 8. Monteiro CA, organizador. Velhos e novos males da saúde no Brasil: a evolução do país e de suas doenças. São Paulo: Hucitec/NUPENS-USP; 1995. 9. Pearce N. A Short introduction to epidemiology. 2. ed. New Zeland: Centre for Public Health Research – Massey University Wellington Campus; 2005 10. Pereira MG. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1995. Informações Básicas da Disciplina: 0060020 AVALIAÇÃO NUTRICIONAL E ALIMENTAR DE POPULAÇÕES: Atividade Integradora Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Comissão de Graduação Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 2 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 30h Semestre do Curso: 5º semestre Semestre (ano): 1º ( x ) 2º ( ) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Conhecer e interpretar causas de problemas nutricionais; Aplicar os métodos de inquérito alimentar em cenários de prática; Aplicar métodos da abordagem quantitativa para análise do consumo alimentar; Analisar as condições de nutrição de indivíduos e grupos; Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Determinantes socioeconômicos, biológicos, culturais e ambientais das condições nutricionais. Integração de métodos e técnicas de avaliação nutricional e situação epidemiológica. Desenvolvimento de um modelo geral de determinação do estado nutricional. Programa Completo: Instrumentos de coleta de dados de consumo alimentar, avaliação do estado nutricional e determinantes das condições nutricionais. Delineamento de estudos nutricionais. Sistematização, análise e interpretação dos dados coletados. Dados coletados e sua relação com problemas nutricionais brasileiros. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aula expositiva, com a participação dos estudantes; exercícios práticos; trabalho em grupo. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas; produções individuais e/ou coletivas; análise de casos. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Ideias/posicionamento que expressam postura crítica e/ou humanista e/ou ética frente a situações ou casos; Capaz de aplicar conhecimentos na execução das atividades propostas; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Demonstração de autonomia e colaboração na execução de tarefas; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Bingham SA. Biomarkers in nutritional epidemiology. Public Health Nutrition. 2002; 5(6): 821-827. Disponível em: http://journals.cambridge.org/download.php?file=%2FPHN%2FPHN5_6a%2FS136 898000200109Xa.pdf&code=3d4565cb52aecfc24579326df0a7aa58 2. Fisberg RM, Slater B, Marchioni DML, Martini LA. Inquéritos alimentares: métodos e bases científicos. São Paulo: Editora Manole; 2005. 3. Jenab M, Slimani N, Bictash M, Ferrari P, Bingham SA. Biomarkers in nutritional epidemiology: applications, needs and new horizons. Human Genet. 2009; 125: 507-525. Disponível em: http://www.springerlink.com/content/hh00r02971u22122/fulltext.pdf 4. WHO – World Health Organization. Physical Status: the use and interpretation of anthropometry. Report of a WHO expert committee. Geneva: WHO; 1995. [Technical Report Series 854]. Disponível em: http://whqlibdoc.who.int/trs/WHO_TRS_854.pdf 5. WHO - World Health Organization. Diet, nutrition and the prevention of chronic diseases. Report of a joint WHO/FAO expert consultation. Geneva: WHO; 2003. [WHO Technical Report Series, 916]. Disponível em: http://whqlibdoc.who.int/trs/who_trs_916.pdf 6º Semestre Informações Básicas da Disciplina: HNT0212 PLANEJAMENTO DIETÉTICO Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Nutrição Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 4 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 60h Semestre do Curso: 6º semestre Semestre (ano): 1º ( ) 2º ( x ) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Planejar e elaborar dietas nos diferentes ciclos da vida. Aplicar as recomendações nutricionais considerando os aspectos sensoriais, psicossociais e culturais do ser humano. Planejar dietas considerando os recursos humanos, financeiros e materiais disponíveis. Reconhecer o planejamento dietético como atividade exclusiva do nutricionista. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Planejamento dietético. Normas e diretrizes dietéticas. Especificidades nutricionais e biopsicossociais dos diferentes ciclos da vida. Responsabilidade técnica do nutricionista. Programa Completo: Demandas dietéticas específicas. Definição de métodos, instrumentos e indicadores para planejamento dietético nos diferentes ciclos da vida; Padrões alimentares não convencionais e implicação no planejamento alimentar. Responsabilidade técnica e planejamento dietético. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aulas teóricas; aulas práticas de planejamento de dietas; seminários; entrevistas; trabalhos individuais e em grupos; palestras de convidados. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas; seminários; produções individuais e/ou coletivas pertinentes; exercícios; análise de casos. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Coerência e fundamentação teórica na elaboração da resposta; Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Articulação da resposta com indicada/pertinente; as correntes teóricas analisadas e a bibliografia Argumentação alicerçada em conceitos teóricos e/ou dados empíricos; Organização lógica das idéias e argumentação apresentadas; Ideias/posicionamento que expressam postura crítica e/ou humanista e/ou ética frente a situações ou casos; Capacidade de aplicar conhecimentos na execução das atividades; Capacidade de trabalhar em equipe; Demonstração de autonomia e colaboração na execução de tarefas; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Pontualidade na entrega de tarefas; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que necessitar de recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) da nota final e de recuperação. Bibliografia: 1. ADA - American Dietetic Association. Position of the American Dietetic Association: nutrition and lifestyle for a healthy pregnancy outcome. J Am Diet Assoc. 2002; 102 (10): 1479 – 1490. 2. AHA - American Heart Association. Dietary recommendations for children and adolescents. A guide for practitioners. Consensus Statement from the American Heart Association. Circulation. 2005; 112: 2061-2075. 3. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Coordenação-Geral da Política de Alimentação e Nutrição. Saúde da criança: nutrição infantil: aleitamento materno e alimentação complementar. Brasília, DF, 2009. Série A. Normas e Manuais Técnicos: caderno de atenção básica nº 23. 4. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Coordenação Geral da Política Nacional de Alimentação e Nutrição. Guia alimentar para a população brasileira. Brasília, DF, 2006. Disponível em: http://189.28.128.100/nutricao/docs/geral/guia_alimentar_conteudo.pdf 5. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Organização Pan Americana da Saúde. Guia alimentar para crianças menores de dois anos. Brasília, DF, 2002. Disponível em: http://189.28.128.100/nutricao/docs/geral/guiao.pdf 6. IOM - Institute of Medicine. Dietary reference intakes: applications in dietary planning. Washington, DC: National Academies Press; 2003. 7. IOM - Institute of Medicine. National Academy of Sciences. Nutrition during pregnancy and lactation: an implementation guide. Washington, National Academy of Press; 1992. 8. Lichtenstein AH, Raumussen H, Yu WW, Epstein SR, Russel RM. Modified MyPyramid for Older Adults. J. Nutr. 2008; 138:78-82. Disponível: http://jn.nutrition.org/content/138/1/5.full.pdf+html 9. Mahan LK, Escott-Stump S. Krause: alimentos, nutrição e dietoterapia. 12. ed. São Paulo: Roca; 2010. 10. Shils et al. Tratado de nutrição moderna na saúde e na doença. 10. ed. Barueri: Manole; 2008. 11. Silva SMCS & Martinez S. Cardápio: guia prático para elaboração. 2. ed. São Paulo: Roca; 2008. 12. Vitolo MR. Nutrição da gestação ao envelhecimento. Rio de Janeiro: Rubio; 2008. Informações Básicas da Disciplina: HNT0213 GESTÃO DE CARDÁPIOS Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Nutrição Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 2 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 30h Semestre do Curso: 6º semestre Semestre (ano): 1º ( ) 2º ( x ) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Planejar, elaborar e analisar cardápios para a coletividade. Aplicar as recomendações nutricionais considerando os aspectos sensoriais, psicossociais e institucionais. Planejar cardápio considerando os recursos humanos, financeiros e materiais disponíveis. Reconhecer a gestão de cardápios como atividade do nutricionista. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Evolução da alimentação coletiva. Planejamento de cardápios para coletividades sadias em instituições. Sistemas de compras de gêneros alimentícios. Desenvolvimento de técnicas de padronização de preparações para a coletividade. Indicadores de qualidade da refeição. Programa Completo: Alimentação coletiva: histórico, conceitos e terminologias. Cardápios: definição, características e indicadores de qualidade. Especificação da qualidade de alimentos e gêneros alimentícios. Caracterização de produtos para a previsão de compras. Responsabilidade técnica do nutricionista na gestão de cardápios nos diferentes cenários de prática. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aula expositiva, com a participação dos estudantes; trabalho em grupo: desenvolvimento de projetos práticos: planejamento e gestão do cardápio. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas; exercícios; projetos; trabalho prático. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Argumentação alicerçada em conceitos teóricos e/ou dados empíricos; Organização lógica das idéias e argumentação apresentadas; Capacidade de aplicar conhecimentos na execução das atividades; Capacidade de trabalhar em equipe; Planejamento e/ou execução e/ou avaliação de cardápios; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Respeito à diversidade; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Abreu ES, Spinelli MGN, Pinto AM. Gestão de unidades de alimentação e nutrição: um modo de fazer. São Paulo: Metha; 2009. 2. Beck H, Puksic J, Villahermosa AM. Arte e ciência do serviço. São Paulo: Anhembi Morumbi; 2005Berozheimer R. Culinary Arts Institute encyclopedic cookbook. New York: Perigee Book; 1988. 3. Larousse do Brasil. Larousse da cozinha prática. São Paulo: Larousse do Brasil; 2007. 4. Proença RPC, et al. Qualidade nutricional e sensorial na produção de refeições. Florianópolis: UFSC; 2005. 5. Silva SMCS, Bernardes SM. Cardápio: guia prático para a elaboração. 2.ed. São Paulo: Roca; 2008. 6. Teichmann ITM. Cardápios: técnicas e criatividade. Caxias do Sul: EDUCS; 2007. 7. Vasconcellos F, Cavalcanti E, Barbosa L. Menu: como montar um cardápio eficiente. São Paulo: Roca; 2002. 8. Vaz CS. Alimentação de coletividade: uma abordagem gerencial. Brasília, DF, 2003. Informações Básicas da Disciplina: HSA0125 ESTRUTURA FÍSICA E ERGONOMIA NA PRODUÇÃO DE REFEIÇÕES Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Saúde Ambiental Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 2 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 30h Semestre do Curso: 6º semestre Semestre (ano): 1º ( ) 2º ( x ) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Conhecer a funcionalidade dos espaços físicos para produção de refeições. Reconhecer a importância de condições de trabalho adequadas para a produção de refeições. Valorizar os aspectos ergonômicos no processo de trabalho. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Planejamento físico-funcional. Legislação específica. Ergonomia e organização do trabalho. Trabalho, tarefa e atividade. Agentes físicos, químicos e biológicos. Programa Completo: Planejamento físico-funcional de sistemas de alimentação (área de recebimento, armazenamento, produção, distribuição e descarte de resíduos) – planta física, equipamentos e utensílios, fluxograma; Legislação específica para planejamento físico de sistemas de alimentação; Ergonomia aplicada aos sistemas de alimentação. Carga de trabalho e desgaste. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aula expositiva, com a participação dos estudantes; trabalho em grupo: desenvolvimento de projetos práticos: caracterização física e funcional de UAN, gestão de recursos humanos e materiais. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas; exercícios; projetos; trabalho prático. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Argumentação alicerçada em conceitos teóricos e/ou dados empíricos; Organização lógica das idéias e argumentação apresentadas; Capacidade de aplicar conhecimentos na execução das atividades; Capacidade de trabalhar em equipe; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Respeito à diversidade; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Abreu ES, Spinelli MGN, Pinto AM. Gestão de unidades de alimentação e nutrição: um modo de fazer. São Paulo: Metha; 2009. 2. Almanza BA. Foodservice planning: layout, design, and equipment. 4.ed. PrenticeHall;1999. 3. Assunção AA, Lima FPA. A contribuição da ergonomia para a identificação, redução e eliminação da nocividade do trabalho. In: Mendes R. A patologia do trabalho. Belo Horizonte: Atheneu; 2002. p 1767-1789. 4. Assunção AA, Vilela LVO. Lesões por esforços repetitivos: guia para profissionais de saúde. Piracicaba: CEREST; 2009 5. Edelstein SF. Managing food and nutrition services: for the culinary hospitality and nutrition professions. Boston: Jones and Bartlett Publisher; 2008. 6. Guérin F, et al. Compreender o trabalho para transformá-lo. 2.ed. São Paulo: Edgard Blucher; 2004 7. Lima MEA, Araujo JNG, Lima FPA, organizadores. LER: Dimensões ergonômicas e psicológicas. 2. ed. Belo Horizonte: HEALTH; 1998. 8. Mezomo IB. Os serviços de alimentação: planejamento e administração. 5. ed. São Paulo: Manole; 2002. 9. Payne-Palacio J. Introduction to foodservice. 10.ed. Prentice-Hall; 2004. 10. Pucket RP. Food service manual for health care institutions. 3.ed. Jossey-Bass; 2004. 11. Silva Filho ARA, Romão A. Manual básico para planejamento e projeto de restaurantes e cozinhas industriais. São Paulo: Livraria Varela; 1996. 12. Spears MC. Foodservice organizations: a managerial and systems approach. 6.ed. Prentice Hall; 2006. Informações Básicas da Disciplina: HNT0214 SISTEMAS DE GESTÃO PARA INOCUIDADE DE ALIMENTOS Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Nutrição Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 2 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 30h Semestre do Curso: 6º semestre Semestre (ano): 1º ( ) 2º ( x ) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Conhecer e aplicar os meios de prevenção e minimização de riscos das doenças veiculadas por alimentos. Conhecer a legislação vigente na área. Entender a contribuição dos meios de controle de riscos físicos, químicos e biológicos para a produção de refeições. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Sistemas de gestão de inocuidade de alimentos. Indicadores de qualidade. Legislação: organismos reguladores e normativos para produção de alimentos e refeições. Vigilância sanitária de alimentos. Programa Completo: Inocuidade de alimentos. Aspectos epidemiológicos das doenças veiculadas por alimentos. Legislação na área de Alimentos. Higienização de instalações, equipamentos e utensílios. Sistemas de gerenciamento de qualidade: ISO e qualidade total; Boas práticas de manipulação e fabricação de alimentos; Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC); Procedimentos Operacionais Padronizados (Pops), Boas Práticas de Manipulação. Treinamento de manipuladores de alimentos. Higiene e controle das parasitoses veiculadas por alimentos. O papel do nutricionista na vigilância sanitária de alimentos. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aula expositiva, com a participação dos estudantes; trabalho em grupo: desenvolvimento de projetos práticos. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas; exercícios; projetos; trabalho prático. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Argumentação alicerçada em conceitos teóricos e/ou dados empíricos; Organização lógica das idéias e argumentação apresentadas; Capacidade de aplicar conhecimentos na execução das atividades; Capacidade de trabalhar em equipe; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Respeito à diversidade; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Arruda GA. Manual de boas praticas na produção e distribuição de alimentos. São Paulo : Ponto Critico; 1996. 2. Germano PML, Germano MIS. Higiene e vigilância sanitária de alimentos: qualidade das matérias-primas, doenças transmitidas por alimentos, treinamento de recursos humanos. 4.ed. Barueri: Manole; 2011. 3. INPPAZ-OPAS. HACCP: Instrumento essencial para a inocuidade de alimentos. Buenos Aires: OPAS/INPPAZ; 2001. 4. Lopes EA. Guia para elaboração dos procedimentos operacionais padronizados: exigidos pela RDC n. 275 da ANVISA. São Paulo: Varela; 2004. 5. OMS - Organização Mundial da Saúde. Segurança básica dos alimentos para profissionais de saúde. In: Adams M, Motarjemi Y, editores. São Paulo: Roca; 1999. Disponível em: http://whqlibdoc.who.int/hq/1999/WHO_SDE_PHE_FOS_99.1_por.pdf 6. Riedel G. Controle sanitário dos alimentos. 3. ed. Rio de Janeiro: Atheneu; 2005. 7. Silva Jr EA. Manual de controle higiênico sanitário em alimentos. São Paulo: Varela; 1995. Informações Básicas da Disciplina: HNT0215 GESTÃO FINANCEIRA E ADMINISTRATIVA PARA A PRODUÇÃO DE REFEIÇÕES Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Nutrição Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 2 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 30h Semestre do Curso: 6º semestre Semestre (ano): 1º ( ) 2º ( x ) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Conhecer os aspectos relacionados à gestão e controle financeiro dos sistemas de alimentação e nutrição. Reconhecer a importância dos recursos financeiros na gestão dos sistemas de alimentação e nutrição. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Conceitos de gestão financeira e orçamentária dos sistemas de alimentação. Impostos e receitas. Gestão administrativa de material. Custos. Programa Completo: Conceitos básicos de gestão financeira. Impostos. Indicadores de resultados; Orçamentos; Gestão de estoque. Compras: modalidades de aquisição de alimentos e materiais no âmbito público e privado. Controle de qualidade de fornecedores. Apuração e controle de custos. Classificação de custos. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aula expositiva, com a participação dos estudantes; trabalho em grupo. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas; exercícios; trabalho prático. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Argumentação alicerçada em conceitos teóricos e/ou dados empíricos; Organização lógica das idéias e argumentação apresentadas; Capacidade de aplicar conhecimentos na execução das atividades; Capacidade de trabalhar em equipe; Planejamento e/ou execução e/ou avaliação de cardápios; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Respeito à diversidade; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Abreu ES, Spinelli MGN, Pinto AM. Gestão de unidades de alimentação e nutrição: um modo de fazer. São Paulo: Metha; 2009. 2. Brown DR. The restaurant manager's handbook: how to set up, operate, and manage a financially successful food service operation. Ocala: Fla; Atlantic Pub; 2007. 3. Kimura AY. Planejamento e administração de custos em restaurantes industriais. São Paulo: Varela; 2003. 4. Mezomo IB. Os serviços de alimentacão: planejamento e administração. 5. ed. São Paulo: Manole, 2002. 5. Teixeira SMFG, et al. Administração aplicada às unidades de alimentação e nutrição. Rio de Janeiro: Atheneu; 2003. 6. Vaz CS. Alimentação de coletividade: uma abordagem gerencial. 2. ed. Brasília, DF, 2003. 7. Vaz CS. Restaurantes controlando custos e aumentando lucros. Brasília: LGE; 2006. Informações Básicas da Disciplina: HSA0126 ASPECTOS AMBIENTAIS NA PRODUÇÃO DE REFEIÇÕES Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Saúde Ambiental Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 2 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 30h Semestre do Curso: 6º semestre Semestre (ano): 1º ( ) 2º ( x ) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Conhecer o ciclo do saneamento e os princípios básicos da gestão ambiental Identificar práticas sustentáveis na gestão de sistemas de produção de refeições. Conhecer os principais aspectos ambientais nos sistemas de produção de refeições. Vivenciar práticas no contexto da sustentabilidade, apresentando as interfaces entre a profissão de nutricionista e as questões ambientais. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Gestão de resíduos sólidos, pragas e água no processo de preparo dos alimentos. Visão sistêmica da água. Avaliação de aspectos ambientais e de saúde pública relacionados à produção agrícola. Saneamento. Sustentabilidade ambiental na produção de alimentos e refeições. Programa Completo: Controle integrado de vetores e de pragas nos sistemas de refeição. Abastecimento de água. Higiene e uso racional da água. Resíduos sólidos e não sólido. Produção Agrícola e Agrotóxicos. Sustentabilidade Ambiental – Saneamento e Produção. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aula expositiva, com a participação dos estudantes; trabalho em grupo; seminários. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas; seminários. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Argumentação alicerçada em conceitos teóricos e/ou dados empíricos; Organização lógica das idéias e argumentação apresentadas; Capacidade de trabalhar em equipe; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Amorim VP. Resíduos sólidos urbanos: o problema e a solução. Brasília, DF: Roteiro editorial; 1996. 2. Brasil. Ministério da Saúde. Fundação nacional do saneamento. Manual do saneamento. Brasília, DF: Assessoria de comunicação e educação em saúde. Núcleo de editoração e mídias de rede; 2006. 3. Brasil. Ministério da Saúde. Fundação nacional do saneamento. Manual do controle de roedores. Brasília, DF: Assessoria de comunicação e educação em saúde. Núcleo de editoração e mídias de rede; 2002. 4. Fonseca E. Iniciação ao estudo dos resíduos sólidos e da limpeza urbana. João Pessoa: União; 1999. 5. Heller L. Saneamento e saúde. Brasília, DF: OPAS; 1997. 6. Philippi Jr A, organizador. Saneamento, saúde e ambiente. Barueri: Manole; 2004. 7. Sissinno CLS, organizador. Resíduos sólidos, ambiente e saúde: uma visão multidisciplinar. Rio de Janeiro: Fiocruz; 2000. 8. Tundisi JG. Água no século XXI: enfrentando a escassez. São Carlos: Rima; 2003. Informações Básicas da Disciplina: HNT0216 ÉTICA PROFISSIONAL Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Nutrição Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 2 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 30h Semestre do Curso: 6º semestre Semestre (ano): 1º ( ) 2º ( x ) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Identificar valores e princípios éticos envolvidos na prática cotidiana do cuidado à saúde. Relacionar os conhecimentos teóricos, a prática profissional e as normas que regem o exercício da profissão. Refletir sobre os princípios e conceitos da bioética aplicados ao campo da saúde pública. Desenvolver a consciência ética da prática profissional. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Ética no mundo contemporâneo. Direitos e deveres individuais e coletivos. Ética na pesquisa. Responsabilidade social. Fundamentos legais e normativos da profissão. Programa Completo: O papel da ética, da moral e da cidadania no mundo contemporâneo. Conceitos de Ética, Moral e Cidadania. Legislação brasileira relativa aos direitos e deveres individuais e coletivos. A ética da priorização de recursos em saúde pública. Conceito de responsabilidade social e prática do nutricionista. Ética aplicada à pesquisa científica envolvendo seres humanos e animais de laboratório. A dimensão ética na formação e atuação do nutricionista. Responsabilidade técnica do nutricionista nos diferentes cenários de prática. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aula expositiva, com a participação dos estudantes; estudo dirigido; seminário; trabalho em grupo. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: seminário, análise de casos, produção de texto. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Argumentação alicerçada em conceitos teóricos e/ou dados empíricos; Organização lógica das idéias e argumentação apresentadas; Opinião pessoal com argumentação; Ideias/posicionamentos que expressem postura crítica e/ou humanista e/ou ética frente a situações e ou casos; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Respeito à diversidade; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Brasil. Lei nº 8.234, de 17 de setembro de 1991. Regulamenta a profissão de nutricionista e determina outras providências. Diário Oficial da União. 18 de setembro de 1991. Disponível em: http://www.cfn.org.br/novosite/conteudo.aspx?IDMenu=56 2. Brasil. Ministério da Saúde. Resolução nº 196, de 10 de outubro de 1996. Aprova as diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Diário Oficial da União. 16 out 1996. Disponível em: http://conselho.saude.gov.br/resolucoes/1996/Reso196.doc 3. CFN - Conselho federal de Nutricionistas. Inserção Profissional dos Nutricionistas no Brasil. Brasília, DF, 2006. 4. CFN – Conselho Federal de Nutricionistas. Resolução nº 334, de 10 de maio de 2004. Dispõe sobre o Código de Ética do Nutricionista e dá outras providências. Brasília, DF, 2004. Disponível em: http://www.cfn.org.br/novosite/pdf/res/2000_2004/res334.pdf 5. Costa, NSC. A formação do nutricionista: educação e contradição. Goiânia: UFG, 2000. 6. Fortes PAC, Zoboli ELCP. Bioética e saúde pública. São Paulo: CUSC/Loyola; 2003. 7. Kipper DJ, Clotet J. Princípios da beneficência e da não maleficência. In: Ferreira SI, Oselka G, Garrafa V, organizadores. Iniciação à bioética. Brasília, DF: Conselho Federal de Medicina; 1998. p.37-51. 8. Sacardo DP, Fortes PAC. Desafios para a preservação da privacidade nos serviços de saúde. Bioética. 2000; 8(2): 307-322. 9. São Paulo (Estado). Lei nº 10.241, de 17 de março de 1999. Dispõe sobre os direitos dos usuários dos serviços e ações de saúde no Estado e dá outras providências. Diário Oficial do Estado. 18 mar 1999. Disponível em: http://www.saude.sp.gov.br/resources/profissional/acesso_rapido/gtae/saude_da_m ulher/lei_10241_direitos_usuarios.pdf Informações Básicas da Disciplina: HSP0289 FUNDAMENTOS DE ADMINISTRAÇÃO Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Prática de Saúde Pública Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 2 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 30h Semestre do Curso: 6º semestre Semestre (ano): 1º ( ) 2º ( x ) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Conhecer conceitos básicos de administração e principais funções administrativas. Aplicar os conhecimentos de administração ao processo de gestão do trabalho em saúde. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Conceitos básicos de administração. Principais funções administrativas: planejamento, organização, direção e controle. Programa Completo: Funções gerenciais com ênfase no planejamento e na avaliação. Estrutura organizacional. Planejamento Estratégico Situacional (PES). Gestão de serviços de administração pública e privada. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aula expositiva, com a participação dos estudantes; trabalho em grupo: discussão de casos. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas; análises de caso. Critérios de Avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Opinião pessoal com argumentação; Ideias/posicionamentos que expressem postura crítica e/ou humanista e/ou ética frente a situações e ou casos; Capacidade de realizar planejamentos estratégicos situacionais; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Respeito à diversidade; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Araujo LCG. Organização, sistemas e métodos e as tecnologias da gestão organizacional. São Paulo: Atlas; 2008. 2. Chiavenato I. Introdução à teoria geral da administração. 3. ed. São Paulo: Campos Elsevier; 2004. 3. Hamel S. Administração de serviços e o cliente nas organizações de saúde. Rev Mundo da Saúde. São Paulo; 2008 4. Ibanez N, Vecina Neto G. Modelos de gestão e o SUS. Rev Cien Saúde Colet. 2007; 12 (Sup): 1831-1840. Disponível em: http://www.scielosp.org/pdf/csc/v12s0/06.pdf 5. Lima CC, Ribeiro ES. Novos modelos na administração em saúde. Rev Admin Saúde. 2004; 22 (16): 1-7. 6. Martinez S. Administração de serviços e o cliente nas organizações de saúde. Rev Mundo da Saúde. São Paulo. 2002. 7. Maximiliano AAC. Teoria geral da administração. 3. ed. São Paulo: Atlas; 2005. 8. Motta PR Gestão contemporânea: a ciência e a arte de ser dirigente. 3.ed. Rio de Janeiro: Record; 2004. 9. Oliveira D. Sistemas, organização e métodos: uma abordagem gerencial. São Paulo: Atlas; 2006. 10. Robbins SP. Administração mudanças e perspectivas. São Paulo: Saraiva; 2003. Informações Básicas da Disciplina:0060021 SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE REFEIÇÕES:Atividade Integradora Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Comissão de Graduação Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 2 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 30h Semestre do Curso: 6º semestre Semestre (ano): 1º ( ) 2º ( x ) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Diagnosticar a estrutura física e operacional da produção de refeições. Elaborar e propor cardápios e processos de implementação de preparações culinárias. Propor sistemas de gestão. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Sistema de produção de refeições. Programa Completo: Sistema de produção de refeições: aspectos físicos e funcionais, recursos humanos e materiais. Elaboração de cardápios. Avaliação de condições higiênico-sanitárias e desenvolvimento de ações corretivas. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aula expositiva, com a participação dos estudantes; projetos práticos em grupo: caracterização física e funcional de UAN, gestão de recursos humanos e materiais de uma UAN, planejamento e gestão de cardápio; gestão financeira e de materiais; seminários. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas; produções individuais e/ou coletivas; projeto. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Argumentação alicerçada em conceitos teóricos e/ou dados empíricos; Ideias/posicionamentos que expressem postura crítica e/ou humanista e/ou ética frente a situações e ou casos; Planejamento e/ou avaliação de sistemas de produção de refeições; Capacidade de trabalhar em equipe; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Germano PML, Germano MIS. Higiene e vigilância sanitária de alimentos: qualidade das matérias-primas, doenças transmitidas por alimentos, treinamento de recursos humanos. 4.ed. Barueri: Manole; 2011. 2. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Coordenação Geral da Política Nacional de Alimentação e Nutrição. Guia alimentar para a população brasileira. Brasília, DF, 2006. Disponível em: http://189.28.128.100/nutricao/docs/geral/guia_alimentar_conteudo.pdf 3. Shils et al. Tratado de nutrição moderna na saúde e na doença. 10. ed. Barueri: Manole; 2008. 4. Silva SMCS & Martinez S. Cardápio: guia prático para elaboração. 2. ed. São Paulo: Roca; 2008. 5. Abreu ES, Spinelli MGN, Pinto AM. Gestão de unidades de alimentação e nutrição: um modo de fazer. São Paulo: Metha; 2009. 6. Almanza BA. Foodservice planning: layout, design, and equipment. 4.ed. PrenticeHall;1999. 7. Assunção AA, Lima FPA. A contribuição da ergonomia para a identificação, redução e eliminação da nocividade do trabalho. In: Mendes R. A patologia do trabalho. Belo Horizonte: Atheneu; 2002. p 1767-1789. 8. Arruda GA. Manual de boas praticas na produção e distribuição de alimentos. São Paulo : Ponto Critico; 1996. 9. Brown DR. The restaurant manager's handbook: how to set up, operate, and manage a financially successful food service operation. Ocala: Fla; Atlantic Pub; 2007. 10. Kimura AY. Planejamento e administração de custos em restaurantes industriais. São Paulo: Varela; 2003. 11. Brasil. Ministério da Saúde. Fundação nacional do saneamento. Manual do saneamento. Brasília, DF: Assessoria de comunicação e educação em saúde. Núcleo de editoração e mídias de rede; 2006. 12. Araujo LCG. Organização, sistemas e métodos e as tecnologias da gestão organizacional. São Paulo: Atlas; 2008. 7º Semestre Informações Básicas da Disciplina: SIGLA NUTRIENTES E FÁRMACOS Unidade: Instituto de Ciências Biomédicas Departamento: Farmacologia Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 2 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 30h Semestre do Curso: 7º semestre Semestre (ano): 1º ( x ) 2º ( ) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Conhecer as interações medicamentosas e fármaco-nutriente. Identificar as necessidades da utilização de medicamentos e suplementos. Verificar a relação do tratamento medicamentoso e dietético. Conhecer os principais fitoterápicos utilizados em alimentação e nutrição. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Conceito e importância da farmacologia. Interação fármacos-nutrientes e suas repercussões sobre a saúde. Vantagens e desvantagens do tratamento medicamentoso. Programa Completo: Farmacologia: vias de administração, absorção, distribuição, biotransformação e excreção de fármacos. Mecanismos de ação dos fármacos. Interações fármacos-nutrientes. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aula expositiva, com a participação dos estudantes; seminário; trabalho em grupo. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Coerência na explicitação de conceitos; Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Argumentação alicerçada em conceitos teóricos e/ou dados empíricos; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Organização lógica das idéias e argumentação apresentadas; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. De Lucia R, Oliveira-Filho RM, Planeta CS, Gallacci M, Avellar MCW. Farmacologia integrada. 3. Ed. Rio de Janeiro: Revinter; 2007. 2. Katzung BG. Farmacologia básica e clínica. 10. ed. Rio de Janeiro: McGraw-Hill; 2007. 3. Oga S, Basile AC. Medicamentos e suas interações. São Paulo: Atheneu; 1994. 4. Page C, Curtis M, Walker M, Hoffman B. Integrated pharmacology. 3. ed. Mosby; 2006. 5. Rang HP, Dale MM, Ritter JM, Flower RJ. Farmacologia. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier; 2008. Informações Básicas da Disciplina: SIGLA NUTRIÇÃO CLÍNICA I Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Nutrição Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 7 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 105h Semestre do Curso: 7º semestre Semestre (ano): 1º ( x ) 2º ( ) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Entender os mecanismos fisiopatológicos das doenças gastrointestinais e carências vitamínicas que afetam o estado nutricional dos indivíduos. Identificar as condutas dietoterápicas no tratamento dessas doenças. Planejar dietas terapêuticas. Reconhecer o papel do nutricionista na equipe de saúde. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Conceito, objetivos e princípios da dietoterapia. Mecanismos fisiopatológicos das doenças do sistema digestório e das carências nutricionais. Planejamento dietoterápico nas doenças do sistema digestório e nas carências nutricionais. O nutricionista na equipe de saúde. Programa Completo: Dietoterapia: conceito, objetivos e princípios. Planejamento dietoterápico: anamnese alimentar, modificações da dieta normal. Nutrição enteral. Mecanismos fisiopatológicos e dietoterapia das doenças da boca, glândulas salivares e esôfago; doenças do estômago: dispepsias, úlceras, gastrectomia; doenças do intestino: má absorção, doenças inflamatórias intestinais, obstipação e megacólon, ileostomia e colostomia; síndrome do intestino curto, doença celíaca; doenças das vias biliares e pâncreas; doenças do fígado; carências nutricionais de vitaminas e minerais, desnutrição, queimaduras. O nutricionista na equipe de saúde. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aulas expositivas, interativas e práticas; discussão de casos clínicos e artigos científicos; seminários; exercícios. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas; seminários; análise de casos; exposição oral; atividade prática. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Uso apropriado de conceitos na realização de atividades laboratoriais e/ou experimentais; Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Argumentação alicerçada em conceitos teóricos e/ou dados empíricos; Ideias/posicionamentos que expressem postura crítica e/ou humanista e/ou ética frente a situações e ou casos; Capacidade de aplicar conhecimentos na aplicação das atividades; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Bevilacqua F, Castro FS, Jansen JM. Fisiopatologia Clínica. 5. ed. São Paulo: Atheneu; 2003. 2. Caruso L, Simony RF, Silva ALND. Dietas hospitalares: uma abordagem na prática clínica. São Paulo: Atheneu; 2002. 3. Coelho LGV, Castro LP.Gastroenterologia. São Paulo: Guanabara koogan; 2004. 1, 2 v. 4. Fauci AS, et al. Harrison medicina interna. 17. ed. São Paulo: Mac Graw-Hill; 2008. 5. Giacaglia LR, Silva MER, Santos RF. Tratado de síndrome metabólica. São Paulo: Roca; 2010. 6. Goldman LEE. Cecil: tratado de medicina interna. 23. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2008. 7. Isosaki M, Cardoso E. Manual de dietoterapia e avaliação nutricional. São Paulo: Atheneu; 2009. 8. Mahan LK, Escott-Stump S. Krause: alimentos, nutrição e dietoterapia. 11. ed. São Paulo: Roca; 2005. 9. Rossi L, Caruso L, Galante AP. Avaliação nutricional: novas perspectivas. São Paulo: Roca/Centro Universitário São Camilo; 2009. 10. Silva SMCS, Mura JDP. Tratado de alimentação, nutrição e dietoterapia. 2. ed. São Paulo: Roca; 2011. 11. Waitzberg DL. Nutrição enteral e parenteral na prática clínica. 3. ed. São Paulo: Atheneu; 2009. 1,2 v. 12. Shils ME, Olson JA, Shike M, Ross AC. 9. ed. Tratado de Nutrição Moderna na Saúde e na Doença. São Paulo: Manole; 2002. Informações Básicas da Disciplina: SIGLA IMUNOLOGIA Unidade: Instituto de Ciências Biomédicas Departamento: Imunologia Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 3 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 45h Semestre do Curso: 7º semestre Semestre (ano): 1º ( x ) 2º ( ) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Conhecer os mecanismos básicos da resposta imune e do funcionamento do sistema imune. Conhecer as aplicações e interfaces da imunologia com a área de nutrição. Programa Resumido (ementa no máximo 10 linhas): Mecanismos básicos das respostas inflamatória e imune e do funcionamento do sistema imune. Aplicações e interfaces da imunologia com a área de nutrição. Programa Completo: Introdução, Células e órgãos do sistema imune. Reconhecimento de antígenos (Anticorpos e antígenos; MHC I e MHC II; Processamento e apresentação de antígenos para linfócitos T). Ativação de linfócitos T e B. Resposta Inflamatória (Microcirculação; Migração de leucócitos para o foco inflamatório; Fagócitos; Mediadores inflamatórios; Cicatrização; Inflamação aguda versus inflamação crônica). Tecido linfóide associado à mucosa (Trato digestório; Trato respiratório). Alergia alimentar. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aula expositiva, com a participação dos estudantes; estudo dirigido; seminários; discussão de casos; trabalho em grupo. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas; seminários; análise de casos. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Coerência na explicitação de conceitos; Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Organização lógica das idéias e argumentação apresentadas; Opinião pessoal com argumentação; Ideias/posicionamentos que expressem postura crítica e/ou humanista e/ou ética frente a situações e ou casos; Capacidade de aplicar conhecimentos na execução de atividades; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Abbas AK, Lichtman AH, Pober S. Imunologia celular e molecular. São Paulo: Elsevier; 2007. 2. Calich V, Vaz C. Imunologia. 2. ed. Revinter; 2009. 3. Janeway CA, Travels P, Walport M, Shlomchik MJ. Imunobiologia: o sistema imunológico na saúde e na doença. 6.ed. Porto Alegre: Artmed; 2008. 4. Kindt TJ, Goldsby RA, Osborne BA. Imunologia de Kuby. Porto Alegre: Artmed; 2008. Informações Básicas da Disciplina: SIGLA INTERVENÇÕES EDUCATIVAS EM ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Nutrição Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 3 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 45h Semestre do Curso: 7º semestre Semestre (ano): 1º ( x ) 2º ( ) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Conhecer os principais aspectos constitutivos do processo educativo. Conhecer os modelos teóricos e as estratégias para as práticas educativas em saúde e nutrição. Reconhecer os modelos educativos utilizados na prática profissional. Identificar as possibilidades de intervenção educativa na prática da Nutrição. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Processo educativo. Modelos teóricos da Educação. Estratégias educativas. Etapas de planejamento e desenvolvimento de ações educativas. Programa Completo: Processo educativo: conceito e aspectos constitutivos. Modelos teóricos da Educação e suas implicações com o planejamento e desenvolvimento de ações educativas. Estratégias educativas: exposição dialogada, trabalho em grupo, grupos de discussão, solução de problemas, grupo de verbalização e observação, dramatização, estudo de caso, júri simulado, oficina, estudo do meio. Delimitação de problemas de saúde para o planejamento de intervenções educativas. Desafios para os processos educativos na sociedade contemporânea. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aulas interativas; implementação de ações educativas; visitas. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas; trabalhos em grupo. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Argumentação alicerçada em conceitos teóricos e/ou dados empíricos; Organização lógica das idéias e argumentação apresentadas; Opinião pessoal com argumentação; Ideias/posicionamentos que expressem postura crítica e/ou humanista e/ou ética frente a situações e ou casos; Planejamento e/ou execução e/ou avaliação de programas de educação nutricional; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Berkenbrock VJ. Dinâmicas para encontros de grupo: para apresentação, intervalo, autoconhecimento e conhecimento mútuo, amigo oculto, despertar, avaliação e encerramento. 2. ed. Petrópolis: Vozes; 2004. 2. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Diabetes Mellitus. Brasília; 2006. [Cadernos de Atenção Básica, n° 16]. 3. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Hipertensão Arterial Sistêmica para o Sistema Único de Saúde. Brasília; 2006. [Cadernos de Atenção Básica, n° 15]. 4. Contento I. Nutrition education: linking research, theory and practice. Jones & Bartlett Learning; 2007. Disponível em: http://books.google.com/books?hl=en&lr=&id=zEZzexu98nEC&oi=fnd&pg=PR10 &dq=contento+nutrition+education&ots=L7H3Ok3ZMM&sig=mp0tfmkCMnRnQQ lO-GrfJEH2el8#v=onepage&q&f=false 5. FAO - Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação. Guia Metodológico de Comunicação Social em Nutrição. Roma: FAO; 1999. Disponível em: http://www.fao.org/docrep/003/T0807P/T0807P00.HTM 6. Faria W. Teorias de ensino e planejamento pedagógico: ensino não direito, ensino libertário, ensino por descoberta, ensino personalizado. EPU; 1987. 7. Ferreira OMC, Silva Jr PD. Recursos audiovisuais no processo ensinoaprendizagem. São Paulo: EPU; 1986. 8. Linden S. Educação nutricional: algumas ferramentas de ensino. São Paulo: Varela; 2005. 9. Motta GG, Boog MCF. Educação nutricional. 2. ed. São Paulo: IBRASA; 1987. 10. Oliveira SI, Oliveira KS. Novas perspectivas em educação alimentar e nutricional. Psicol. USP [online]. 2008; 19 (4): 495-504. Disponível em: http://www.revistasusp.sibi.usp.br/pdf/psicousp/v19n4/v19n4a08.pdf Informações Básicas da Disciplina: SIGLA ABORDAGEM QUALITATIVA PARA INVESTIGAÇÃO EM NUTRIÇÃO Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Materno-Infantil Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 4 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 60h Semestre do Curso: 7º semestre Semestre (ano): 1º ( x ) 2º ( ) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Conhecer e aplicar técnicas básicas para descrição e análise de dados qualitativos no campo da nutrição. Entender a metodologia científica qualitativa como instrumento da prática profissional. Compreender o uso da abordagem qualitativa na investigação em nutrição e alimentação. Compreender os resultados e análises presentes na comunicação científica. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Referencial teórico. Técnicas e instrumentos para coleta e análise de dados com abordagem qualitativa. Programa Completo: Conceito e metodologia da pesquisa social. Linhas de pensamento dentro do conhecimento sociológico no campo da saúde: positivismo, funcionalismo, sociologia compreensiva, marxismo. Técnicas de pesquisa social: observação; observação participante; entrevistas; estudo de caso; história de vida; etnografia e análise documental. Técnicas de análise: análise de conteúdos e de discurso. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aulas interativas; exercícios práticos; trabalhos em grupo. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas; produção de textos. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Coerência na explicitação de conceitos; Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Organização lógica das idéias e argumentação apresentadas; Ideias/posicionamentos que expressem postura crítica e/ou humanista e/ou ética frente a situações e ou casos; Planejamento e/ou execução e/ou avaliação de programas de projetos de pesquisa; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Albarello Luc, et al. Práticas e métodos de investigação em ciências sociais. Lisboa: Gradiva; 2005. 2. Bernardi B. Introdução aos estudos etno-antropológicos. Lisboa: Edições 70; 1974. 3. Chauí M. Convite à Filosofia. São Paulo: Editora Ática; 2000. 4. Denzin NK, Lincoln YS. Handbook of qualitative research. Thousand Oaks: Sage; 2005. 5. Eco, U. Como se faz uma tese. São Paulo: Ed. Perspectiva; 1977 . 6. Giddens A. As consequências da modernidade. São Paulo: UNESP; 1991. 7. Haguette TMF. Metodologias qualitativas na sociologia. Petrópolis: Vozes; 1987. 8. Hébert-lessard M, Goyette G, Boutin G. Investigação qualitativa. Lisboa: Instituto Piaget; 2005. 9. Japiassu, H. Como nasceu a Ciência Moderna e as razões da Filosofia. Rio de Janeiro: Imago; 2007. 10. Meihy JCSB. Manual de história oral. 4. ed. São Paulo: Loyola; 2002. 11. Merighi MAB, Praça NS. Abordagens teórico-metodológicas qualitativas: a vivência da mulher no período reprodutivo. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan; 2003. 12. Porto MSG, Dwyer T, organizador. Sociologia e realidade: pesquisa social no século XXI. Brasília (DF): UnB; 2006. Informações Básicas da Disciplina: SIGLA ATIVIDADE INTEGRADORA: PRÁTICAS EDUCATIVAS COM GRUPOS Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Comissão de Graduação Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 2 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 30h Semestre do Curso: 7º semestre Semestre (ano): 1º ( x ) 2º ( ) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Planejar ações educativas voltadas para uma situação nutricional de um grupo populacional específico. Comparar a prescrição dietética e a ações educativas em nutrição. Reconhecer a função educativa do nutricionista na equipe multiprofissional. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Educação Nutricional: conceitos e objetivos. Programas e projetos educativos aplicados na área de Alimentação e Nutrição. Modelos e teorias aplicadas em Educação Nutricional. Barreiras e estratégias educativas em Educação Nutricional. Programa Completo: Educação Nutricional: conceitos e aplicações no contexto das políticas públicas. Modelos, teorias e estratégias aplicadas em projetos e programas. Planejamento e análise qualitativa de atividades educativas baseados no diagnóstico nutricional. Etapas para o planejamento e desenvolvimento de ações educativas com grupos populacionais específicos. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aulas interativas; implementação de ações educativas; visitas. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas; trabalhos em grupo. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Argumentação alicerçada em conceitos teóricos e/ou dados empíricos; Organização lógica das idéias e argumentação apresentadas; Opinião pessoal com argumentação; Ideias/posicionamentos que expressem postura crítica e/ou humanista e/ou ética frente a situações e ou casos; Planejamento e/ou execução e/ou avaliação de programas de educação nutricional; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Boog MCF. Educação nutricional: passado, presente, futuro. Rev Nutr PUCCAMP. 1997; 10 (1): 5-19. 2. Contento I, Bach GI, Bronner YL, Paige DM, Gross SM, Bisignani L et al. The effectiveness of nutrition education and implication for nutrition policy: a review of research. J Nutr Ed. 1995; 27(6) 3. Da Motta DG. Educação nutricional e diabetes tipo 2: compartilhando saberes, sabores e sentimentos. Piracicaba: Jacintha Editores; 2009. 4. Feuerwerker LCM. Educação na saúde: educação dos profissionais de saúde: um campo de saber e de práticas sociais em construção. Rev Bras Educ Med. 2007; 31: 3-4. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbem/v31n1/01.pdf 5. Garcia RWD. Um enfoque simbólico do comer e da comida nas doenças. Rev Nutr PUCCAMP.1992; 5 (1): 70-80. 6. Motta GG, Boog MCF. Educação nutricional. 2. ed. São Paulo: IBRASA; 1987. 8º Semestre Informações Básicas da Disciplina: SIGLA NUTRIÇÃO CLÍNICA II Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Nutrição Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 7 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 105h Semestre do Curso: 8º semestre Semestre (ano): 1º ( ) 2º ( x ) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Entender os mecanismos fisiopatológicos das doenças crônicas, transmissíveis e não transmissíveis, que afetam o estado nutricional dos indivíduos. Identificar as condutas dietoterápicas no tratamento dessas doenças. Planejar dietas terapêuticas. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Mecanismos fisiopatológicos das doenças crônicas. Nutrigenômica e nutrigenética. Planejamento dietoterápico nas doenças crônicas. Programa Completo: Mecanismos fisiopatológicos e dietoterapia das doenças crônicas: obesidade, diabete melito, dislipidemias, aterosclerose, hipertensão arterial, síndrome metabólica, doenças cardiovasculares (insuficiência cardíaca e infarto). Doenças pleuropulmonares, doenças renais, doenças endócrinas e reumáticas. AIDS, desnutrição, neoplasias e transtornos alimentares. Nutrigenômica e nutrigenética. Planejamento dietoterápico. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aulas expositivas, interativas e práticas; discussão de casos clínicos e artigos científicos; seminários; exercícios. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas; seminários; análise de casos; exposição oral; atividade prática. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Uso apropriado de conceitos na realização de atividades laboratoriais e/ou experimentais; Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Argumentação alicerçada em conceitos teóricos e/ou dados empíricos; Ideias/posicionamentos que expressem postura crítica e/ou humanista e/ou ética frente a situações e ou casos; Capacidade de aplicar conhecimentos na aplicação das atividades; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Bevilacqua F, Castro FS, Jansen JM. Fisiopatologia Clínica. 5. ed. São Paulo: Atheneu; 2003. 2. Caruso L, Simony RF, Silva ALND. Dietas hospitalares: uma abordagem na prática clínica. São Paulo: Atheneu; 2002. 3. Coelho LGV, Castro LP.Gastroenterologia. São Paulo: Guanabara koogan; 2004. 1, 2 v. 4. Fauci AS, et al. Harrison medicina interna. 17. ed. São Paulo: Mac Graw-Hill; 2008. 5. Giacaglia LR, Silva MER, Santos RF. Tratado de síndrome metabólica. São Paulo: Roca; 2010. 6. Goldman LEE. Cecil: tratado de medicina interna. 23. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2008. 7. Isosaki M, Cardoso E. Manual de dietoterapia e avaliação nutricional. São Paulo: Atheneu; 2009. 8. Mahan LK, Escott-Stump S. Krause: alimentos, nutrição e dietoterapia. 11. ed. São Paulo: Roca; 2005. 9. Rossi L, Caruso L, Galante AP. Avaliação nutricional: novas perspectivas. São Paulo: Roca/Centro Universitário São Camilo; 2009. 10. Silva SMCS, Mura JDP. Tratado de alimentação, nutrição e dietoterapia. 2. ed. São Paulo: Roca; 2011. 11. Waitzberg DL. Nutrição enteral e parenteral na prática clínica. 3. ed. São Paulo: Atheneu; 2009. 1,2 v. 12. Shils ME, Olson JA, Shike M, Ross AC. 9. ed. Tratado de Nutrição Moderna na Saúde e na Doença. São Paulo: Manole; 2002. Informações Básicas da Disciplina: SIGLA PSICOLOGIA APLICADA À NUTRIÇÃO Unidade: Instituto de Psicologia Departamento: Psicologia da aprendizagem, desenvolvimento e personalidade Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 3 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 45h Semestre do Curso: 8º semestre Semestre (ano): 1º ( ) 2º ( x ) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Compreender a dinâmica do psiquismo e sua relação com a alimentação. Compreender o papel da família e a influência da cultura no comportamento alimentar. Discutir as contribuições da Psicologia para uma prática crítica e comprometida do nutricionista com a realidade social brasileira. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Teorias e conceitos da Psicologia. Aspectos subjetivos e culturais relacionados à alimentação e à atuação do nutricionista. Transtornos alimentares. Programa Completo: Teorias e conceitos da Psicologia; Aspectos psicológicos da alimentação; Papel da família no comportamento alimentar; As relações familiares e os transtornos alimentares; Corpo, psique, cultura e alimentação; Contribuições da Psicologia para reflexão acerca da atuação do nutricionista: a relação profissional-paciente, a transferência, os mecanismos psicológicos de defesa, o sofrimento psíquico dos trabalhadores da saúde, grupos e instituições. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aulas expositivas; seminários em pequenos grupos; palestras; exibição de filmes; trabalho de campo. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas; trabalho. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Coerência na explicitação de conceitos; Articulação da resposta com indicada/pertinente; as correntes teóricas analisadas e a bibliografia Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Ideias/posicionamentos que expressem postura crítica e/ou humanista e/ou ética frente a situações e ou casos; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Manter a confidencialidade das informações a ele confiadas. Participação com contribuições de debate. Bibliografia: 1. Alvarenga M. A mudança na alimentação e no corpo ao longo do tempo. In: Philippi SM, Alvarenga M, organizadoras. Transtornos alimentares: uma visão nutricional. São Paulo: Manole; 2004. 2. Amaral LA. Impacto familiar: o reinado da ambivalência. In: Amaral LA. Conhecendo a deficiência: em companhia de Hércules. São Paulo: Robe Editorial; 1995. 3. Amaral LA. Mecanismos psicológicos de defesa frente à deficiência: atitude, preconceito, estereótipo e estigma. In: Amaral LA. Conhecendo a deficiência: em companhia de Hércules. São Paulo: Robe Editorial; 1995. 4. Araújo BC. Aspectos psicológicos da alimentação. In: PHILIPPI, S.M. e ALVARENGA, M. (Orgs.) Transtornos alimentares: uma visão nutricional. SP: Manole, 2004. 5. Cobelo AW. O papel da família no comportamento alimentar. In: Philippi SM, Alvarenga M, organizadoras. Transtornos alimentares: uma visão nutricional. São Paulo: Manole; 2004. 6. Crockík JL. Notas sobre a dicotomia corpo-psique. Interações. 2005; X (19): 103122. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/pdf/inter/v10n19/v10n19a06.pdf 7. Freud S. A dinâmica da transferência. In: Freud S. Cinco Lições de Psicanálise, Leonardo da Vinci e outros trabalhos. Rio de Janeiro: Imago; 1969. 12 v. 8. Freud S. Cinco lições de Psicanálise. In: Freud S. Cinco Lições de Psicanálise, Leonardo da Vinci e outros trabalhos. Rio de Janeiro: Imago; 1969. 11 v. 9. Kováks MJ. Os profissionais de saúde e educação e a morte. In: Kováks MJ. Educação para a morte: desafio na formação de profissionais de saúde e educação. São Paulo: Casa do Psicólogo; 2003. 10. Miranda MR. O mundo objetal anoréxico e a violência bulímica. Psicanálise e Universidade. Revista do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Psicanálise do Programa de Estudos Pós-graduados em Psicologia Clínica da PUCSP. 2005; 19. Informações Básicas da Disciplina: SIGLA POLÍTICAS PÚBLICAS DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Nutrição Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 4 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 60h Semestre do Curso: 8º semestre Semestre (ano): 1º ( ) 2º (x) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Analisar as políticas públicas de Alimentação e Nutrição. Analisar a operacionalização das políticas de alimentação e nutrição frente ao quadro epidemiológico, social e político nos diferentes níveis. Comparar os níveis de complexidade na gestão dos programas de alimentação e nutrição no Sistema Único de Saúde. Analisar o processo de controle e regulação de alimentos. Diagnosticar as oportunidades de inserção do profissional nas políticas públicas de alimentação e nutrição. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Conceituação de Estado, poder e política. Conceituação de políticas públicas: planejamento, elaboração, gestão e avaliação. Políticas de Alimentação e Nutrição: histórico, conteúdos e operacionalização. Políticas de Alimentação e Nutrição em diferentes setores. Diretrizes e objetivos das políticas intersetoriais. Ações intersetoriais de alimentação e nutrição em nível local e regional. Programa Completo: Políticas e programas: conceitos e pressupostos. Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN). PNAN e a interface com a Política Nacional de Saúde - intrasetorialidade (Saúde da Criança, da Mulher, do Adulto e do Idoso, Promoção da Saúde, entre outros). Gestão dos programas de nutrição nos três níveis de complexidade do Sistema Único de Saúde: atenção básica, nível secundário e terciário. Vigilância e monitoramento da situação alimentar e nutricional. Controle e regulação dos alimentos: rotulagem nutricional de alimentos industrializados, regulamentação da publicidade e comercialização de alimentos, ações de caráter legislativo, fortificação de alimentos com micronutrientes. Promoção de práticas alimentares saudáveis e atividade física. Promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno. Promoção da alimentação complementar. Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN). Ações e programas para a promoção do direito à alimentação adequada. Formação de nutricionistas no contexto das políticas públicas de alimentação e nutrição. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aula expositiva, com a participação dos estudantes; estudo dirigido; seminários; discussão de casos; trabalho em grupo. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: provas; seminários; análise de casos. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Coerência na explicitação de conceitos; Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Organização lógica das idéias e argumentação apresentadas; Opinião pessoal com argumentação; Ideias/posicionamentos que expressem postura crítica e/ou humanista e/ou ética frente a situações e ou casos; Capacidade de aplicar conhecimentos na execução de atividades; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Bobbio N. Dicionário de política. 2.ed. Brasília, DF: UnB; 2000. 2. Brasil. Lei n°11.346, de 15 de setembro de 2006. Cria o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional – SISAN com vistas em assegurar o direito humano à alimentação adequada e dá outras providências. Diário Oficial da União. 18 set 2006. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato20042006/2006/Lei/L11346.htm 3. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Básica. Departamento de Atenção Básica. Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição [homepage na internet]. Brasília, DF. Disponível em: http://nutricao.saude.gov.br 4. Brasil. Ministério do Trabalho e Emprego. Secretaria de Inspeção do Trabalho. Departamento de Saúde e Segurança no Trabalho. Coordenação do Programa de Alimentação do Trabalhador. Programa de Alimentação do Trabalhador: responde. 2. ed. Brasília, DF, 2006. [Cartilha]. Disponível em: http://www.mte.gov.br/empregador/pat/Conteudo/Cartilha_do_PAT_responde.pd f 5. Burlandy L. A atuação da sociedade civil na construção do campo da Alimentação e Nutrição no Brasil: elementos para reflexão. Ciênc Saúde Coletiva. 2011; 16 (1): 6372. Disponível em: http://www.scielosp.org/pdf/csc/v16n1/v16n1a10.pdf 6. Gibney MJ, Margetts B, Kearney JM ,et al. Public health nutrition. UK: Blackwell Publishing; 2004. [The Nutrition Society textbook series]. 7. Hawkes C. Regulating food marketing to young people worldwide: trends and policy drivers. Am J Public Health. 2007; 97 (11): 1-12. Disponível em: http://ajph.aphapublications.org/cgi/reprint/AJPH.2006.101162v1 8. L’Abbate S. As políticas de alimentação e nutrição no Brasil: a partir dos anos setenta. Rev Nutr PUCCAMP. 1989; 2:7-54. 9. Maluf RSJ. Segurança alimentar e nutricional: conceitos fundamentais. Petrópolis: Vozes; 2007. 10. Portilho F, Castaneda M, Castro IRR. A alimentação no contexto contemporâneo: consumo, ação política e sustentabilidade. Ciênc. Saúde Colet. 2011; 16 (1): 99-106. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/csc/v16n1/v16n1a14.pdf 11. Rea MF. Reflexões sobre a amamentação no Brasil: de como passamos a 10 meses de duração. Cad. Saúde Pública. 2003; 19 (Supl. 1): 37-45. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/csp/v19s1/a05v19s1.pdf 12. Recine E, Vasconcellos AB. Políticas nacionais e o campo da Alimentação e Nutrição em Saúde Coletiva: cenário atual. Ciênc Saúde Colet. 2011; 16 (1): 73-79. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/csc/v16n1/v16n1a11.pdf Informações Básicas da Disciplina: SIGLA GESTÃO DE PESSOAS Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Prática de saúde pública Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 2 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 30h Semestre do Curso: 8º semestre Semestre (ano): 1º ( ) 2º ( x ) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Entender os aspectos relacionados à gestão de pessoas. Planejar a organização do ambiente de trabalho. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Organização de trabalho. Dimensionamento de pessoal. Legislação. Relações interpessoais no ambiente de trabalho. Programa Completo: Liderança; Organograma; Descrição de cargos e atribuições; Escalas de férias e folgas; Políticas de qualificação e avaliação profissional; Dimensionamento; Relações trabalhistas; Segurança no trabalho; Ética no trabalho. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aula expositiva, com a participação dos estudantes; estudo dirigido; seminários; discussão de casos; trabalho em grupo. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: seminários, exercícios e prova. Critério de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Opinião pessoal com argumentação; Ideias/posicionamentos que expressem postura crítica e/ou humanista e/ou ética frente a situações e ou casos; Capacidade de realizar planejamentos estratégicos situacionais; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Respeito à diversidade; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Boog GG. Manual de Gestão de Pessoas e Equipes. 2.ed. São Paulo: Gente; 2002. 2. Chiavenato I. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos. 3. ed. Rio de Janeiro: Atlas; 2008. 3. Cianciarulo T, Cornetta VK. Saúde, desenvolvimento e globalização: um desafio para os gestores do terceiro milênio. São Paulo: Icone; 2002. 4. Costa AA. A Educação corporativa: um avanço na gestão do desenvolvimento humano. Rio de Janeiro: Editora Qualitymark; 2003. 5. Fisher AL, Dutra JS. Gestão por competência: um modelo avançado para o gerenciamento de pessoas. São Paulo: Gente; 2001. 6. Limongi-França AC. Qualidade de vida no trabalho. São Paulo: Atlas; 2008. 7. Negri B; Viana ADL. Recursos humanos em saúde: política, desenvolvimento e mercado de trabalho. Campinas: Editora LCTE; 2002. 8. Pedroso VG. Aspectos conceituais sobre educação continuada e educação permanente em saúde. São Paulo: O Mundo da Saúde; 2005. 9. Resende E, Takeshuma ML. Conceitos e ferramentas modernas para a gestão de recursos humanos. Rio de Janeiro: Qualitymark; 2005. 10. Silva SL. Informação e competitividade. A contextualização da gestão do conhecimento nos processos de trabalho. São Paulo: Atlas; 2008. 11. Silva WR, Rodrigues CAC. Motivação nas organizações. São Paulo: Atlas; 2007. Informações Básicas da Disciplina: SIGLA ATIVIDADE INTEGRADORA: PRÁTICAS EDUCATIVAS COM INDIVÍDUOS Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Comissão de Graduação Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 3 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 45h Semestre do Curso: 8º semestre Semestre (ano): 1º ( ) 2º ( x ) Tipo: semestral ( x ) anual ( ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Planejar atenção dietética voltada para indivíduos com necessidades nutricionais específicas. Identificar o aconselhamento nutricional como parte do planejamento dietético. Reconhecer a função educativa do nutricionista na equipe multiprofissional. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Aconselhamento Nutricional: conceitos e objetivos. Necessidades nutricionais específicas em diferentes situações patológicas. Direito Humano à Alimentação Adequada e políticas intersetoriais. Barreiras e Estratégias educativas no Aconselhamento Nutricional. Adesão ao tratamento dietético. Programa Completo: Aconselhamento Nutricional: conceitos e aplicações no contexto das políticas públicas. Etapas para o planejamento e desenvolvimento do aconselhamento nutricional. Atendimento das necessidades nutricionais específicas nas políticas intersetoriais. Modelos, teorias e estratégias aplicados em projetos e programas. Planejamento e análise das ações educativas para indivíduos baseados no diagnóstico nutricional. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: aulas interativas; implementação de ações educativas; visitas. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: trabalhos em grupo. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação (simulada ou real); Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Argumentação alicerçada em conceitos teóricos e/ou dados empíricos; Organização lógica das idéias e argumentação apresentadas; Opinião pessoal com argumentação; Ideias/posicionamentos que expressem postura crítica e/ou humanista e/ou ética frente a situações e ou casos; Planejamento e/ou execução e/ou avaliação de programas de educação nutricional; Desempenho que evidencie postura crítica e/ou humanista e/ou ética e/ou acolhedora e/ou respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Participação com contribuições de debate. Norma de Recuperação: O aluno que for para recuperação poderá realizar prova/trabalho. A nota final será a média (aritmética ou ponderada) das notas final e de recuperação. Bibliografia: 1. Contento I, Bach GI, Bronner YL, Paige DM, Gross SM, Bisignani L, et al. The effectiveness of nutrition education and implication for nutrition policy: a review of research. J Nutr Ed 1995; 27(6) 2. Curry K, Rand JA. Nutrition counseling e communication skills. Philadelphia: WB Saunders Company; 1998. 3. Garcia RWD. A antropologia aplicada às diferentes áreas da nutrição. In: Canesqui AM. Antropologia e Nutrição: um diálogo possível. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz; 2005. p. 275-286. 4. Garcia RWD. Um enfoque simbólico do comer e da comida nas doenças. Rev Nutr PUCCAMP; 1992; 5 (1): 70-80. 5. Rodrigues, EM, Soares FPTP, Boog MCF. Resgate do conceito de aconselhamento no contexto do atendimento nutricional. Rev Nutr. 2005; 18 (1): 119-128. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rn/v18n1/23513.pdf 6. Salgueiro M, Oliveira MHA. Aconselhamento nutricional em idosos com constipação intestinal funcional: efeitos de ensaio clinico aleatorizado. São Paulo; 2008. 7. Santos LAS. Educação alimentar e nutricional no contexto da promoção de práticas alimentares saudáveis. Rev Nutr. 2005; 18 (5): 681-692. Disponível: http://www.scielo.br/pdf/rn/v18n5/a11v18n5.pdf 9º e 10º Semestres Informações Básicas da Disciplina: SIGLA ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS Unidade: Faculdade de Saúde Pública Departamento: Nutrição Cursos (p/os quais serão oferecidos): Nutrição matutino e noturno Créditos Aula: 65 Crédito Trabalho: 0 Nº de Vagas: 80 (40 matutino e 40 noturno) Carga Horária Total: 975h Semestre do Curso: 9º semestre Semestre (ano): 1º ( ) 2º ( x ) Tipo: semestral ( ) anual ( x ) Optativa ( ) Obrigatória(x) Responsável: Plano de Ensino Objetivos: Reconhecer, nos cenários de prática profissional, as atribuições do nutricionista; Realizar, sob supervisão, atividades práticas relacionadas às competências e habilidades do profissional; Identificar e analisar os desafios da atuação profissional; Demonstrar postura ética nas relações estabelecidas nos cenários de práticas; Reconhecer-se como nutricionista. Programa Resumido: (ementa no máximo 10 linhas): Nutrição clínica. Nutrição hospitalar. Dietoterapia. Gestão de sistemas de produção de refeições. Nutrição em saúde pública. Nutrição na atenção primária. Ética profissional. Programa Completo: Atenção dietética: corpo humano, bioquímica, composição de alimentos, fisiologia, técnica dietética, ciclo da vida, avaliação do consumo alimentar e do estado nutricional,planejamento dietético e Gestão de cardápios, nutrientes e fármacos, dietoterapia, psicologia aplicada à nutrição. Segurança alimentar e nutricional: alimentação no contexto social, nutrição e atenção básica, promoção da saúde, bromatologia, contaminação biológica de alimentos, tecnologia dos alimentos, nutrição humana, dietética, epidemiologia nutricional, sistemas de gestão para produção de alimentos, políticas públicas de alimentação e nutrição. Trabalho, ciência e cultura: nutrição e cenários de prática, necessidades de alimentação e nutrição, corpo, indivíduo e sociedade, comunicação e informação, estudo dos problemas nutricionais, abordagens quantitativas para investigação em nutrição, avaliação nutricional, métodos e técnicas educativas, atividades educativas: indivíduo e comunidade. Estratégias de ensino: O desenvolvimento desta disciplina inclui estratégias de ensino, que potencializem a autonomia, criatividade, cientificidade, raciocínio clínico, autoaperfeiçoamento, compromisso e cooperação dos educandos. Além da leitura da bibliografia básica, as seguintes estratégias podem ser realizadas: atividades práticas supervisionadas; reuniões; trabalhos e/ou relatórios. Instrumentos de avaliação: A avaliação do desempenho do estudante, que tem com foco as diferentes dimensões do processo ensino-aprendizagem (Conhecimento; Habilidades; Atitudes), será realizada pelos seguintes instrumentos: desempenho no local de estágio; relatório e/ou trabalho final. Critérios de avaliação: Os critérios têm como parâmetros estruturantes os objetivos de aprendizagem da disciplina e as diretrizes do PPP. A avaliação tomará como critérios básicos: Capacidade de trabalhar em equipe; Demonstração de autonomia e colaboração na execução de tarefas em diferentes contextos de atuação profissional; Demonstração de domínio técnico-cientifico na execução das atividades práticas desenvolvidas; Uso apropriado de conceitos na problematização e análise de determinado caso ou situação real; Capacidade de avaliar, analisar e tomar decisão fundamentada em evidências científicas; Posicionamento e desempenho que evidencie postura crítica, ética e respeitosa no desenvolvimento de atividades práticas e/ou frente à determinada situação ou estudo de caso; Cumprimento das atividades exigidas; Frequência e participação nas reuniões. Norma de Recuperação: Não há recuperação. Bibliografia: 1. Cuppari L, organizador. Nutrição clínica no adulto. São Paulo: Manole; 2002. 2. Aquino RC, Philippi ST, organizadores. Nutrição clínica: estudos de casos comentados. São Paulo: Manole; 2009. 3. Mahan LK, Escott-Stump S, Krause MV. Alimentos, nutrição e dietoterapia. 10. ed. São Paulo: Roca; 2002. 4. Silva Jr, EA. Manual de controle higiênico sanitário em alimentos. 5. ed. São Paulo: Livraria Varela; 2002. 5. São Paulo (Cidade). Portaria n° 1.210, de 2 de agosto de 2006. Aprova o Regulamento Técnico de Boas Práticas, que estabelece os critérios e parâmetros para a produção /fabricação, importação, manipulação, fracionamento, distribuição, venda para o consumo final e transporte de alimentos e bebidas.Diário Oficial da Cidade de São Paulo. 3 ago 2006. 6. ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução RDC nº 216, de 15 de setembro de 2004. Dispõe sobre o regulamento técnico de boas práticas para serviços de alimentação. Diário Oficial da União. 16 set 2004. 7. Kac G, Sichieri R, Gigante DP, organizadores. Epidemiologia Nutricional. Rio de Janeiro: Atheneu; 2007. 8. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição. Guia alimentar para a população brasileira. Brasília, DF, 2005; Disponível em: http://189.28.128.100/nutricao/docs/geral/guia_alimentar_conteudo.pdf 9. UNICAMP – Universidade Estadual de Campinas. Núcleo de Pesquisas em Alimentação. Tabela Brasileira de Composição de Alimentos. 2.ed. Campinas: Fórmula Editora; 2006. Disponível em: http://www.unicamp.br/nepa/taco/contar/taco_versao2.pdf 10. Brasil. Ministério da Saúde. Análise da estratégia global para alimentação saudável, atividade física e saúde, da OMS. Epidemiol Serv Saúde. 2005; 14 (1): 41-62. [Documento elaborado pelo Grupo Técnico Assessor instituído pela Portaria do MS nº 596, de 8 abr 2004]. Disponível em: http://189.28.128.100/nutricao/docs/geral/docEgFinalSubmetido.pdf 11. Scagliusi FB, Machado FMS, Torres EAFS. Marketing aplicado às indústrias de alimentos. Rev Soc Bras Alim Nutr.2005; 30: 79-95. 12. Brasil. Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008. Dispõe sobre o estágio de estudantes. Diário Oficial da União. 26 set 2008. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11788.htm