Nutrição
~ projeto pedagógico ~
1
Projeto pedagógico do
curso de Nutrição
~ 2012 ~
2
Sumário
1) Dados gerais .................................................................... 4
2) Histórico............................................................................ 4
3) Organização institucional ................................................ 5
4) Justificativa ................................................................... 7
5) Concepção do curso ....................................................... 8
6) Objetivo geral .................................................................. 9
7) Objetivos específicos ...................................................... 9
8) Perfil do egresso .............................................................. 10
9) Competências e habilidades ........................................... 10
10) Áreas de atuação .......................................................... 12
11) Dinâmica curricular ........................................................ 13
12) Distribuição das disciplinas por semestre e carga
horária ........................................................................... 19
13) Esclarecimentos sobre a dinâmica curricular ................ 20
14) Metodologia de ensino ................................................... 24
15) Critérios de avaliação .................................................... 24
16) Gestão acadêmico-administrativa .................................. 25
17) Processo de autoavaliação ............................................ 26
18) Responsabilidade Social............................................
27
19) Programas de atenção aos estudantes ......................... 29
20) Anexos ........................................................................... 31
Anexo 1 - Ementas e bibliografias ................................. 31
Anexo 2 - Infraestrutura ................................................. 68
Anexo 3 - Regulamentação de atividade
curricular complementar ............................... 77
Anexo 4 - Regulamentação do trabalho final
de graduação ................................................ 79
Anexo 4.1 - Regulamento do trabalho final de
graduação do curso de Nutrição .................... 82
Anexo 5 - Regulamentação dos estágios
supervisonados ............................................. 98
Anexo 6 - Regimento Colegiado do Curso .................... 108
Anexo 7 - Regimento do Núcleo Docente
Estruturante (NDE) ....................................... 110
Anexo 8 - Projeto de autoavaliação .............................. 111
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1) Dados gerais do curso
Denominação
Nível
Habilitação
Modalidade
Titulação conferida
Área de conhecimento
Duração
Carga horária
Regime escolar
Formas de ingresso
Número de vagas anuais
Turno de funcionamento
Situação legal
Início do funcionamento
Nutrição
Graduação
Bacharelado
Bacharelado
Bacharel em Nutrição
Ciências da Saúde
8 semestres
3.893h
Créditos – semestral
Vestibular, transferência, reabertura de matrícula e
reopção de curso
80 vagas
Tarde
Reconhecimento pela Portaria nº 775/08-MEC.
3 de agosto de 1998
2) Histórico do curso
O curso de Nutrição surgiu para atender às necessidades da população de Santa
Maria e região, pois se constatava que esta era uma das áreas da saúde de maior
carência
de
profissionais
habilitados
para
atender
empresas
e
entidades
governamentais.
No ano de 1996, foi constituído um grupo de trabalho com Nutricionistas,
representando a Universidade Federal de Santa Maria e a Prefeitura Municipal, para
que desenvolvesse um estudo para a implantação do curso, com enfoque para a
viabilidade do projeto, o conteúdo curricular e a estruturação física.
Em 1998, foi autorizado o funcionamento do curso pela Portaria nº 214/98-MEC,
publicada no DOU em 10/03/1998, tendo iniciado suas atividades no segundo semestre
de 1998 deste mesmo ano.
Em 2002, o curso de Nutrição foi reconhecido pela Portaria nº 949/02-MEC, por
um período de quatro anos. Os conceitos obtidos nas três dimensões avaliadas pela
comissão de verificação das condições de ensino, designada pelo Instituto Nacional de
Ensino e Pesquisa (INEP), foram os seguintes: organização didático-pedagógica:
conceito A; corpo docente: conceito B e infraestrutura: conceito C.
Em 2011, o currículo do curso passou por uma reformulação devido à inserção da
disciplina Língua Brasileira de Sinais (Libras) como obrigatória em conformidade com a
Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Além disso, modificaram-se as cargas horárias
4
das atividades curriculares complementares, passando de 102h para 187h; das
disciplinas optativas, de 102h para 187h; e das disciplinas de Estágio Curricular, de
629h para 782h. O acréscimo à carga horária justifica-se pelo atendimento à Resolução
nº 3, de 2 de julho de 2007, que prevê a organização da hora-aula em 60 minutos. Com
as alterações realizadas, busca-se uma melhor adequação do currículo às normativas
regulatórias do curso, bem como atender às necessidades e características dessa
região do país.
3) Organização institucional
O Centro Universitário Franciscano é mantido pela Sociedade Caritativa e
Literária São Francisco de Assis, Zona Norte - Scalifra-ZN - entidade de direito
privado; sem fins lucrativos; beneficente; de caráter educacional, cultural e
científico; reconhecida pelo decreto federal nº 64.893, de 25 de julho de 1969,
com certificado de entidade de fins filantrópicos. Localiza-se à Rua dos Andradas,
1614, na cidade de Santa Maria, RS. Iniciou suas atividades, como instituição de
educação superior, aos 27 de abril de 1955, denominada Faculdade de Filosofia,
Ciências e Letras Imaculada Conceição, com cursos de licenciatura. Data também
de maio de 1955, a criação da Faculdade de Enfermagem Nossa Senhora
Medianeira, pertencente à mesma mantenedora que desenvolveu os cursos
superior, técnico e auxiliar de Enfermagem. Posteriormente, com a unificação das
duas instituições, formaram-se as Faculdades Franciscanas – Fafra e essas
deram origem ao atual Centro Universitário.
O credenciamento para Centro Universitário ocorreu em outubro de 1998 e
significou uma nova fase institucional. Nesse período, a instituição realizou
significativo avanço na proposta institucional. O aumento do número de cursos de
graduação, de pós-graduação e de extensão foi acompanhado da decisão pela
qualidade, que perpassa o fazer institucional da gestão e de todas as atividades
acadêmicas.
De acordo com o estatuto, a organização e a estrutura institucional
fundamentam-se nos princípios de autonomia administrativa, didático-científica,
patrimonial, econômico-financeira e de gestão de recursos humanos; na
integração das atividades acadêmicas de ensino, pesquisa e extensão; na
5
capacitação e qualificação dos quadros de pessoal docente e técnicoadministrativo.
Nesse sentido, a organização e a administração do Centro Universitário
Franciscano abrangem:
- Administração superior, constituída pelo Conselho Universitário e
gabinete do reitor;
- Administração geral, formada por: Pró-reitoria de Administração, Próreitoria de Graduação e Pró-reitoria de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão;
- Coordenações de curso: os cursos inserem-se nas unidades de ensino,
pesquisa e extensão, de acordo com as áreas de atuação, quais sejam: Área de
Ciências da Saúde, Área de Ciências Humanas, Área de Ciências Sociais e Área
de Ciências Tecnológicas. Os cursos estão organizados a partir de projetos
pedagógicos que se baseiam no projeto pedagógico institucional - PPI, no plano
de desenvolvimento institucional - PDI, no estatuto, no projeto de autoavaliação
da instituição e na legislação federal.
As políticas para o ensino de graduação, constantes no PPI e no PDI, se
refletem nos projetos dos cursos mediante os seguintes princípios curriculares:
- formação de qualidade técnico-científica e social: o curso é o lugar
institucional para assimilação, socialização e produção do conhecimento humano
e técnico-científico. Nesse sentido, os conteúdos devem refletir a realidade
sociocultural nacional, perpassada pela realidade internacional, com vistas a uma
formação profissional de qualidade e consistente consoante com o mundo
contemporâneo;
- flexibilidade curricular: a materialização da flexibilização curricular é
observada pela inclusão de disciplinas optativas ou eletivas, que têm por
finalidade oferecer ao estudante diferentes alternativas para sua formação. Isso é
percebido por meio da flexibilização dos pré-requisitos; nas atividades curriculares
complementares; nas diferentes práticas e programas institucionalizados que
levam em consideração os espaços escolares e não escolares; na articulação das
diferentes áreas que compõem o currículo do curso;
- interdisciplinaridade: é entendida como um princípio que integra e dá
unidade ao conhecimento e que permite o rompimento da fragmentação das
disciplinas que compõem o currículo;
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- relação teoria-prática como eixo articulador do currículo: é estabelecida
nas diferentes práticas de ensino e de laboratório que permeiam as disciplinas de
cada curso, desde o seu início. É concretizada, também, nos estágios
curriculares, entendidos como atividades teórico-práticas e desenvolvidos por
meio de projetos de estágios integrados, com a finalidade de promover a
aproximação concreta com o campo de trabalho;
- integração entre ensino, pesquisa e extensão: a integração é refletida em
diferentes disciplinas que compõem os currículos e na dinâmica da sala de aula,
mediada por meio de aprendizagens de pesquisa e extensão desenvolvidas
durante o curso. Além disso, é parte integrante do projeto pedagógico a definição
das linhas de pesquisa e dos programas de extensão de cada curso, que
orientam o desenvolvimento de projetos de pesquisa e extensão apoiados pela
instituição ou por fontes financiadoras externas;
- pesquisa como princípio educativo e de produção do conhecimento: os
projetos pedagógicos incluem, em sua dinâmica curricular, metodologias
formativas pelas quais busca-se desenvolver a cultura investigativa, proporcionar
condições de apropriação crítica do conhecimento e o desenvolvimento de
competências e habilidades científicas;
- gestão colegiada: envolve representantes de professores e de
estudantes.
4) Justificativa
A Nutrição vem se firmando no cenário mundial e Nacional como um curso
da área da saúde que aprimora sua atuação por meio da pesquisa científica e de
conhecimentos para saúde do ser humano em instância individual e coletiva. A
consolidação da atuação do Nutricionista no Brasil se dá por meio de seus órgãos
representativos e pelo construto de normas e regulamentações que proveem o
Nutricionista de seu espaço de trabalho único e privativo nas mais diversas
instâncias de saúde.
Justifica-se a proposição do curso de Nutrição pelo Centro Universitário
Franciscano como acréscimo de um curso da área da saúde, que permite a
interdisciplinaridade com os demais. Além disso, o curso surgiu como uma
7
alternativa de escolha para esta profissão pelos estudantes da cidade e de
localidades vizinhas, bem como disponibiliza aos moradores locais e regionais a
possibilidade de tratamentos de Nutrição sem a necessidade de longos
deslocamentos para atendimento. A Nutrição tem sua área de atuação na
Alimentação Coletiva, Nutrição Clínica, Saúde Coletiva, Docência, Indústria de
Alimentos, Nutrição em Esportes, Marketing na área de Alimentação e Nutrição.
Recentemente, discute-se a inclusão da Nutrição em diversos campos de atuação
como nas estratégias e programas do Governo Federal para a saúde da
população. Também tramitam leis que garantiriam a obrigatoriedade de
Nutricionistas em escolas e restaurantes comerciais, garantindo-se, dessa forma,
uma maior acessibilidade da população ao atendimento nutricional, além de
aumentar o campo de trabalho dos profissionais formados. Dessa forma, o
Nutricionista destaca-se e vem a contribuir com o seu trabalho para a sociedade
nos processos de prevenção, manutenção e recuperação da saúde, cooperando
para a melhoria da qualidade de vida das pessoas.
5) Concepção do curso
O curso de Nutrição foi concebido com o compromisso de oferecer uma sólida
formação básica ao lado de uma formação ética e humanística, que prepara o
graduando para enfrentar os desafios das rápidas transformações da sociedade, do
mercado de trabalho e das condições do exercício profissional. O projeto pedagógico
do curso de Nutrição visa a valorizar mecanismos capazes de desenvolverem no aluno
a cultura investigativa, metodológica e a postura proativa que lhe permita avançar
diante do desconhecido.
O projeto pedagógico do curso de Nutrição foi elaborado tendo como base o
princípio institucional de valorização do indivíduo. Foi estruturado de acordo com as
diretrizes pedagógicas do Centro Universitário Franciscano e com as diretrizes
curriculares nacionais para os cursos de graduação do Ministério da Educação. O
curso preconiza a formação de profissionais generalistas com competências e
habilidades necessárias na promoção, proteção, recuperação da saúde e prevenção de
doenças de indivíduos ou grupos populacionais.
8
As áreas de estudo que fundamentam a apropriação dos conhecimentos e que
moldam o perfil profissional a ser formado são provenientes das Ciências Biológicas e
da Saúde; Ciências Sociais Humanas e Econômicas; Ciências da Alimentação e
Nutrição e Ciências dos Alimentos.
A concepção do curso busca a excelência acadêmica, na formação de
profissionial crítico e competente através de uma prática profissional humanizada, ética
e voltada ao contexto social e cultural brasileiro.
6) Objetivo geral
Formar profissionais com perfil generalista, humanista e crítico, capacitados a
atuar em todas as áreas de conhecimento em que a alimentação e nutrição
apresentam-se fundamentais para a promoção, manutenção e recuperação da saúde e
para a prevenção de doenças de indivíduos ou grupos populacionais.
7) Objetivos específicos
- desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde,
tanto em nível individual como coletivo, de forma integrada e contínua, visando à
resolução do problema de saúde;
- tomar decisões relacionadas ao uso apropriado da força de trabalho, de
medicamentos, de equipamentos, de procedimentos e de práticas;
- manejar as ferramentas de comunicação, desenvolvendo a acessibilidade e
confidencialidade às informações a eles confiadas;
- trabalhar em equipe multiprofissional, capaz de assumir posições de liderança
com compromisso, responsabilidade e empatia, tendo em vista o bem-estar da
comunidade;
- fazer o gerenciamento e a administração, tanto da força de trabalho, como dos
recursos físicos e materiais e de informação;
- formar profissionais empreendedores, gestores e líderes em equipes de saúde;
- aprender continuamente tanto na sua formação quanto na sua prática, bem
como comprometidos com a educação de futuros profissionais.
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8) Perfil do Egresso
Pelo curso de Nutrição, busca-se formar um profissional nutricionista, com
formação generalista, humanista e crítica. Capacitado a atuar, visando à
segurança alimentar e a atenção dietética, em todas as áreas do conhecimento
em que alimentação e nutrição se apresentem fundamentais para a promoção,
manutenção e recuperação da saúde e para a prevenção de doenças de
indivíduos ou grupos populacionais, contribuindo para a melhoria da qualidade de
vida, pautado em princípios éticos, com reflexão sobre a realidade econômica,
política, social e cultural. Nutricionista com Licenciatura em Nutrição capacitado
para atuar na Educação Básica e na Educação Profissional em Nutrição.
9) Competências e habilidades
A formação do nutricionista graduado pelo Curso de Nutrição do Centro
Universitário Franciscano tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos
requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais, seguindo
as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Nutrição (Resolução
CNE/CES Nº 5, de 7 de novembro de 2001):
- desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde,
tanto em nível individual quanto coletivo;
- assegurar que sua prática seja realizada de forma integrada e contínua com as
demais instâncias do sistema de saúde;
- realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos
princípios da ética/bioética, levando em consideração que a responsabilidade da
atenção à saúde não se encerra com o ato técnico, mas sim com a resolução do
problema de saúde, tanto em nível individual como coletivo;
- tomar decisões, visando ao uso apropriado, eficácia e custo-efetividade, da força
de trabalho, de medicamentos, de equipamentos, de procedimentos e de práticas;
- possuir competências e habilidades para avaliar, sistematizar e decidir as
condutas mais adequadas, baseadas em evidências científicas;
- ser acessível e manter a confidencialidade das informações a ele confiadas, na
interação com outros profissionais de saúde e o público em geral;
10
- entender que a comunicação envolve comunicação verbal, não verbal e
habilidades de escrita e leitura, além disso, é preciso conhecer, pelo menos, uma
língua estrangeira e se inteirar das tecnologias de comunicação e informação;
- assumir posições de liderança, sempre tendo em vista o bem-estar da
comunidade. A liderança envolve compromisso, responsabilidade, empatia, habilidade
para tomada de decisões, comunicação e gerenciamento de forma efetiva e eficaz;
- tomar iniciativas, fazer o gerenciamento e administração tanto da força de
trabalho, dos recursos físicos e materiais e de informação,
- estar apto a ser empreendedor, gestor, empregador ou liderar equipes de saúde;
- aprender continuamente, tanto na sua formação, quanto na sua prática.
Aprender a aprender e ter responsabilidade e compromisso com a sua educação e o
treinamento/estágios das futuras gerações de profissionais, proporcionando condições
para que haja benefício mútuo, estimulando e desenvolvendo a mobilidade
acadêmico/profissional, a formação e a cooperação através de redes nacionais e
internacionais.
A formação do nutricionista nesta instituição também tem por objetivo dotar o
profissional
dos
conhecimentos
requeridos
para
o
exercício
das
seguintes
competências e habilidades específicas (Resolução CNE/CES nº 5, de 7 de novembro
de 2001):
- aplicar conhecimentos sobre a composição, propriedades e transformações dos
alimentos e seu aproveitamento pelo organismo humano, na atenção dietética;
- contribuir para promover, manter e/ou recuperar o estado nutricional de
indivíduos e grupos populacionais;
- desenvolver e aplicar métodos e técnicas de ensino em sua área de atuação;
- atuar em políticas e programas de educação, segurança e vigilância nutricional,
alimentar e sanitária, visando à promoção da saúde em âmbito local, regional e
nacional;
- atuar na formulação e execução de programas de educação nutricional; de
vigilância nutricional, alimentar e sanitária;
- atuar em equipes multiprofissionais de saúde e de terapia nutricional;
- avaliar, diagnosticar e acompanhar o estado nutricional; planejar, prescrever,
analisar, supervisionar e avaliar dietas e suplementos dietéticos para indivíduos sadios
e enfermos;
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- planejar, gerenciar e avaliar unidades de alimentação e nutrição, visando à
manutenção e/ou melhoria das condições de saúde de coletividades sadias e
enfermas;
- realizar diagnósticos e intervenções na área de alimentação e nutrição,
considerando a influência sociocultural e econômica que determina a disponibilidade,
consumo e utilização biológica dos alimentos pelo indivíduo e pela população;
- atuar em equipes multiprofissionais destinadas a planejar, coordenar,
supervisionar, implementar, executar e avaliar atividades na área de alimentação e
nutrição e de saúde;
- reconhecer a saúde como direito e atuar de forma a garantir a integralidade da
assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços
preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os
níveis de complexidade do sistema;
- desenvolver atividades de auditoria, assessoria, consultoria na área de
alimentação e nutrição;
- atuar em marketing de alimentação e nutrição;
- exercer controle de qualidade dos alimentos em sua área de competência;
- desenvolver e avaliar novas fórmulas ou produtos alimentares, visando à sua
utilização na alimentação humana;
- integrar grupos de pesquisa na área de alimentação e nutrição;
- investigar e aplicar conhecimentos com visão holística do ser humano,
integrando equipes multiprofissionais.
A formação do nutricionista deve contemplar as necessidades sociais da saúde,
com ênfase no Sistema Único de Saúde (SUS).
10) Área de atuação
O Curso de Nutrição formará profissionais por área de atuação:
- alimentação coletiva: Unidades de Alimentação e Nutrição (UAN);
alimentação escolar; alimentação do trabalhador;
- nutrição clínica: hospitais, clínica geral, clínica de hemodiálise, instituições
de longa permanência de idosos, spas; ambulatórios/consultórios; Bancos de
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Leite Humano (BLH); lactários/centrais de terapia nutricional; atendimento
domiciliar;
- saúde coletiva: políticas e programas institucionais, atenção básica em
saúde, vigilância em saúde;
- docência: ensino, pesquisa e extensão (graduação e pós-graduação);
coordenação de curso;
- indústrias de alimentos: desenvolvimento de produtos;
- nutrição em esportes: clubes esportivos, academias e similares;
- marketing na área de alimentação e nutrição.
11) Dinâmica curricular
A matriz curricular incentiva uma sólida formação generalista e agrega dimensões
éticas e humanistas, desenvolvendo atitudes e valores orientados para a cidadania e
assim permitir desenvolver sua criatividade e análise crítica. Este perfil é necessário
para que o graduando possa superar os desafios de renovadas condições de exercício
profissional e de produção do conhecimento.
A organização da matriz curricular apresenta-se em oito semestres que
contemplam áreas de conhecimento básico, específicos e de aprofundamento. No
decorrer dos semestres as disciplinas articulam-se por meio de mecanismos
sequenciais que estruturam a matriz curricular no processo ensino/aprendizagem com
conteúdos que abordam desde a produção do alimento até a sua influência no binômio
saúde-doença.
Destaca-se a integração da teoria com a prática por meio da articulação do
ensino, pesquisa e extensão/assistência, desenvolvidos através de projetos, bem como
pelas atividades práticas vinculadas ao ensino, Trabalho Final de Graduação (TFG) e
estágios supervisionados durante o curso.
O Projeto Pedagógico do curso contempla mecanismos de flexibilização curricular
que permite ao estudante desenvolver/trabalhar suas vocações, interesses e potenciais
específicos por meio de conhecimentos adquiridos pelo acadêmico com estudos e
práticas independentes, aproveitados na matriz curricular, como as Atividades
Curriculares Complementares (ACC) e disciplinas optativas.
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Os conteúdos curriculares do curso estão distribuídos de acordo com as Diretrizes
Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Nutrição, em quatro tópicos de
estudo:
- ciências biológicas e da saúde: contemplam os conteúdos teóricos e práticos de
base moleculares e celulares dos processos normais e alterados, da estrutura e função
dos tecidos, órgãos, sistemas e aparelhos. Estes conteúdos são compostos pelas
seguintes disciplinas: Citologia e Embriologia; Genética Humana; Anatomia e
Histologia; Fisiologia Básica; Fisiologia do Sistema Digestório; Bioquímica Básica;
Nutrição e Metabolismo; Microbiologia e Imunologia; Parasitologia; Patologia Geral.
- ciências sociais, humanas e econômicas: inclui-se a compreensão dos
determinantes
sociais,
culturais,
econômicos,
comportamentais,
psicológicos,
ecológicos, éticos e legais, a comunicação nos níveis individual e coletivo do processo
saúde-doença.
Estes
conteúdos
são
compostos
pelas
seguintes
disciplinas:
Epidemiologia; Sociologia e Saúde; Psicologia e Nutrição; Ética e Cidadania;
Deontologia em Nutrição; Antropologia e Cosmovisão Franciscana; Nutrição Saúde e
Comunidade; Língua Brasileira de Sinais; Metodologia Científica; Bioestatística;
Políticas e Gestão em saúde Coletiva.
- ciências da alimentação e nutrição: neste tópico de estudo, incluem-se:
a) compreensão e domínio de nutrição humana, a dietética e de terapia
nutricional – capacidade de identificar as principais patologias de interesse da
nutrição, de realizar avaliação nutricional, de indicar a dieta adequada para
indivíduos e coletividades, considerando a visão ética, psicológica e humanística
da relação nutricionista-paciente;
b) conhecimento dos processos fisiológicos e nutricionais dos seres
humanos
–
gestação,
nascimento,
crescimento
e
desenvolvimento,
envelhecimento, atividades físicas e desportivas, relacionando o meio econômico,
social e ambiental;
c) abordagem da nutrição no processo saúde-doença, considerando a
influência sociocultural e econômica que determina a disponibilidade, consumo,
conservação e utilização biológica dos alimentos pelo indivíduo e pela população.
Estes conteúdos são compostos pelas seguintes disciplinas: Ações Integradadas
em Saúde I e II; Nutrição Humana; Avaliação Nutricional; Nutrição do Ciclo da Vida I e
II; Recomendações Nutricionais; Fisiopatologia e Dietoterapia I e II; Nutrição em Saúde
Coletiva; Gestão de Serviços de Alimentação I e II; Nutrição Esportiva; Interação entre
14
Fármacos e Nutrientes; Educação Nutricional; Dietoterapia em Pediatria; Estágio em
Alimentação Escolar; Estágio em Nutrição Clínica Social; Estágio em Saúde Coletiva;
Estágio em Nutrição Clínica; Estágio em Serviços de Alimentação; Trabalho Final de
Graduação I e Trabalho Final de Graduação II.
- ciência dos alimentos: incluem-se os conteúdos sobre a composição,
propriedades e transformações dos alimentos, higiene, vigilância sanitária e controle de
qualidade dos alimentos. Esses conteúdos são compostos pelas seguintes disciplinas:
História e Produção de Alimentos; Técnica Dietética; Nutrição e Dietética; Microbiologia
e Higiene dos Alimentos; Bromatologia; Tecnologia dos Alimentos; Qualidade de
Alimentos.
A sistematização dos semestres ocorre da seguinte forma:
1º semestre: é oferecido ao acadêmico um embasamento teórico em disciplinas
que integram as ciências biológicas tais como: Citologia e Embriologia, Genética
Humana, Anatomia e Histologia; bem como disciplinas que introduzem a ciência da
alimentação e nutrição representadas por a disciplina História e Produção dos
Alimentos. Esta disciplina proporciona ao estudante o conhecimento histórico da
alimentação e aborda a produção de alimentos, enfatizando os diferentes tipos de
cultivos, agricultura urbana, e temáticas atuais, como os alimentos transgênicos.
Concomitante a essas disciplinas, a disciplina de Metodologia Científica proporciona ao
estudante o conhecimento científico necessário à realização de trabalhos acadêmicos,
e a disciplina de Deontologia em Nutrição proporciona o conhecimento e reflexão sobre
os princípios éticos e a legislação que rege a prática profissional. A disciplina Ações
Integradas em Saúde I associa as demais disciplinas do semestre por meio de
desenvolvimento de projetos que contemplem os diversos conteúdos do semestre com
atividades, envolvendo temáticas da comunicação, linguagem e novas tecnologias.
2º semestre: neste semestre enfatizam-se discussões a respeito das ciências
biológicas, contemplando os conhecimentos de Fisiologia Básica, Microbiologia e
Imunologia, Bioquímica Básica e Parasitologia. O estudo da ciência da alimentação e
nutrição por meio da disciplina de Nutrição Humana que compreende os princípios
básicos da alimentação, micro e macronutrientes, guias alimentares e diversas culturas
alimentares. Ainda dentro desta ciência a Técnica Dietética aborda a seleção, prépreparo e preparo dos alimentos dos diferentes grupos. A disciplina Ações Integradas
em Saúde II tem o objetivo de propiciar ao estudante atividades teórico-práticas
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relativas ao aproveitamento integral e adequado dos alimentos com oficinas culinárias,
visando à redução do desperdício e aumento dos valores nutritivos da alimentação.
3º semestre: amplia-se o conhecimento sobre as ciências biológicas e da saúde
por meio do estudo da Fisiologia do Sistema Digestório e da Nutrição e Metabolismo. A
ciência da alimentação e nutrição é abordada na disciplina Nutrição e Dietética, cujo
objetivo é a elaboração de cardápios para indivíduos sadios. São introduzidas
disciplinas que contemplam a ciência dos alimentos, tais como a Bromatologia que
possibilita ao acadêmico o estudo da composição química, enfatizando o valor
nutricional; e a Microbiologia e Higiene dos Alimentos que identifica os principais
microrganismos, processos seguros de manipulação de alimentos e o conhecimento
das principais leis e portarias de controle higiênico sanitário. Na atividade integradora
do 3º semestre, Educação Nutricional, os acadêmicos planejam, executam e avaliam
programas de educação alimentar, baseado nos conhecimentos adquiridos nas
disciplinas. Neste semestre é oferecida a disciplina de Bioestatística que prepara o
acadêmico para utilizar a ciência da estatística em pesquisas na saúde.
4º semestre: neste semestre dá-se ênfase à Ciência da Alimentação e Nutrição
por meio das disciplinas de Avaliação Nutricional, na qual o acadêmico deverá
desenvolver a capacidade de avaliar e diagnosticar o estado nutricional dos indivíduos
sadios e enfermos nos seus diferentes ciclos da vida por meio de técnicas, parâmetros
e medidas utilizadas no processo de avaliação nutricional. Simultaneamente, na
disciplina de Nutrição no Ciclo da Vida I, o acadêmico deve compreender os fatores
que envolvem a nutrição da mulher durante a gestação e lactação e a nutrição da
criança sadia desde o nascimento até o final da primeira infância, proporcionando a
orientação dietética adequada a cada situação apresentada. A disciplina de Patologia
Geral proporciona ao acadêmico o conhecimento sobre processos patológicos que irão
embasá-lo para as disciplinas de Fisiopatologia e Dietoterapia. A disciplina de
Psicologia e Nutrição aborda a formação do vínculo mãe-filho, desenvolvimento afetivo
e cognitivo de todos os ciclos da vida, o processo de adoecer, atenção à família e
transtornos psiquiátricos com consequências nutricionais. A disciplina Nutrição, Saúde
e Comunidade tem como objetivo proporcionar ações e atividades de educação
nutricional na comunidade, integrando os diferentes conteúdos teóricos abordados
durante o semestre. Integra o semestre, também, a disciplina de Epidemiologia, que
introduz os aspectos científicos envolvidos nas pesquisas de cunho epidemiológico,
além de avaliar as tendências populacionais e demográficas e o processo saúde16
doença inseridos neste contexto. A disciplina Interação entre Fármacos e Nutrientes,
subsidia conhecimentos sobre farmacologia básica e possibilita a ação do nutricionista
no planejamento dos cardápios de indivíduos enfermos enfatizando essa associação. A
disciplina de Recomendações Nutricionais aborda o histórico e as recomendações
dietéticas de acordo com os ciclos e vida, os métodos de inquéritos dietéticos e a
aplicação das recomendações nutricionais na avaliação e planejamento de dietas.
Nesse semestre, inicia-se o processo de oferta de disciplinas optativas com o
objetivo de estimular o acadêmico a aprofundar conhecimentos em áreas de seu
interesse. Essas disciplinas são ofertadas ao longo da matriz curricular com a
integralização da carga horária no oitavo semestre do curso.
5º semestre: aqui, os acadêmicos aplicam os conceitos teóricos adquiridos nos
semestres anteriores em ações práticas do Estágio em Alimentação Escolar. Este
estágio tem como cenário de práticas escolas, onde os alunos planejam e desenvolvem
atividades em progranas de alimentação escolar e estratégias de educação alimentar
para esta comunidade. A disciplina de Nutrição do Ciclo da Vida II dá continuidade ao
conteúdo do semestre anterior, englobando conhecimentos sobre o estudo das
necessidades nutricionais individuais com orientação, planejamento, cálculo e práticas
de dietas em laboratório, de acordo com cada grupo etário. A disciplina de
Fisiopatologia e Dietoterapia I habilita o acadêmico para a prescrição dietoterápica
adequada no processo das doenças. Nesse semestre, dá-se ênfase às patologias do
trato gastrintestinal, doenças metabólicas e crônicas além da dietoterapia no controle
do peso. A disciplina Politicas e Gestão em Saúde Coletiva abarca a gestão e
articulação entre os níveis de atenção do sistema operacional de sistemas e serviços
de saúde, bem como planejamento e políticas de atenção à saúde no Brasil
fundamentada no Sistema Único de Saúde. A disciplina de Qualidade dos Alimentos
orienta na aplicação de programas de qualidade comumente utilizados na cadeia
produtiva de alimentos e técnicas de análise sensorial.
6º semestre: a disciplina de Fisiopatologia e Dietoterapia II prosegue o estudo das
doenças crônicas não transmissíveis e ao paciente crítico, formando o acadêmcio à
prescrição dietoterápica. A disciplina de Nutrição em Saúde Coletiva enfatiza a
formação em saúde nos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde e as
políticas nacionais de alimentação e nutrição. Gestão de Serviços de Alimentação I
enfoca as atividades administrativas e funcionais de serviços de alimentação. A ciência
dos alimentos é abordada através da disciplina de Tecnologia dos Alimentos,
17
enfocando os métodos de conservação e as diferentes tecnologias de produção de
alimentos de origem animal e vegetal. Neste semestre, o Estágio em Nutrição Clínica
Social contempla os conhecimentos adquiridos em Fisiopatologia e Dietoterapia I e II e
Políticas e Gestão em Saúde Coletiva, proporcionando ao acadêmico o estudo teóricoprático. A disciplina de Lingua Brasileira de Sinais (Libras) aborda a questão da
inclusão social, no que se refere ao aprendizado da língua utilizada pelas pessoas
portadoras de necessidades especiais.
7º semestre: a disciplina Gestão de Serviço de Alimentação II enfoca a estrutura
física de serviços de alimentação. Nutrição Esportiva abarca temas específicos para o
aconselhamento nutricional para desportistas e atletas. Neste semestre o acadêmico,
sob orientação de um docente, elabora-se o projeto do Trabalho Final de Graduação
(TFG I) de acordo com as normas científicas vigentes na instituição. Antropologia e
Cosmovisão Fransciscana é uma disciplina institucional que busca uma discussão
sobre os conceitos do ser humano proposto pela antropologia filosófica e pela
sociedade atual.
O Estágio em Saúde Coletiva oportuniza atividades integradoras
entre conhecimentos teórico-práticos adquiridos nas disciplinas, por meio de ações de
educação em saúde trabalhadas de forma interdisciplinar, além de propiciar a formação
de profissionais com competências e habilidades necessárias para atuar no contexto
sociocultural, econômico e epidemiológico com ênfase na Atenção Primária em Saúde.
A disciplina Dietoterapia em Pediatria possibilita planejar, prescrever, analisar e avaliar
dietas e suplementos dietéticos para crianças e adolescentes enfermos, considerando
as condições socioculturais e econômicas.
8º semestre: nesse semestre é desenvolvido o Estágio em Nutrição Clínica
(instituições hospitalares e clínicas de nutrição) que oportuniza ao acadêmico a
aplicação dos conhecimentos em nutrição clínica. O Estágio em Serviços de
Alimentação oportuniza ao acadêmico atividades direcionadas ao planejamento,
organização, implementação, coordenação e controle de locais de produção e
distribuição de refeições. A disciplina institucional Ética e Cidadania abarca o conceito
de ética e sua ligação com a cidadania e a relação entre moral e ética. O Trabalho
Final de Graduação II compreende a aplicação do projeto elaborado no semestre
anterior (TFG I) e, posteriormente, é apresentado oralmente e avaliado por banca
examinadora.
18
12) Distribuição das disciplinas por semestre e carga
horária
Semestre
1°
2°
3°
4º
Código
NUT259
NUT291
NUT292
SAU101
SAU109
SAU115
SAU126
SAU128
NUT253
NUT293
NUT294
SAU104
SAU111
SAU120
SAU122
MTM364
NUT256
NUT257
NUT258
NUT295
NUT296
SAU108
NUT262
NUT263
NUT280
5°
6°
NUT297
NUT298
NUT299
SAU110
SAU124
NTO
NUT267
NUT273
NUT300
NUT301
NUT302
NTO
EDU328
NUT290
NUT303
Disciplina
Carga horária CH total
Teórica Prática
Deontologia em Nutrição
34
0
34
História e Produção de Alimentos
51
0
51
Ações Integradas em Saúde I
34
0
34
Anatomia e Histologia
51
51
102
Citologia e Embriologia
51
0
51
Genética Humana
34
0
34
Sociologia e Saúde
34
0
34
Metodologia Científica
34
0
34
Nutrição Humana
68
0
68
Ações Integradas em Saúde II
34
0
34
Técnica Dietética
51
34
85
Bioquímica Básica
68
0
68
Fisiologia Básica
51
17
68
Microbiologia e Imunologia
34
0
34
Parasitologia
51
0
51
Bioestatística
68
0
68
Microbiologia e Higiene dos Alimentos
68
17
85
Fisiologia do Sistema Digestório
34
0
34
Nutrição e Metabolismo
85
0
85
Educação Nutricional
34
0
34
Nutrição e Dietética
34
17
51
Bromatologia
34
34
68
Avaliação Nutricional
68
34
102
Nutrição no Ciclo da Vida I
85
0
85
Interação
entre
Fármacos
e
34
0
34
Nutrientes
Nutrição, Saúde e Comunidade
34
0
34
Psicologia e Nutrição
51
0
51
Recomendações Nutricionais
34
0
34
Epidemiologia
34
0
34
Patologia Geral
51
0
51
Optativa I
34
0
34
Nutrição no Ciclo da Vida II
68
0
68
Qualidade de Alimentos
34
0
34
Políticas e Gestão em Saúde Coletiva
68
0
68
Estágio em Alimentação Escolar
0
85
85
Fisiopatologia e Dietoterapia I
136
0
136
Optativa II
34
0
34
Língua Brasileira de Sinais
34
0
34
Gestão de Serviços em Alimentação I
68
0
68
Nutrição em Saúde Coletiva
68
0
68
19
NUT304
NUT305
SAU141
NTO
7°
8°
EDU250
NUT282
NUT289
NUT306
NUT307
NUT308
NTO
EDU251
NUT285
NUT309
NUT310
NTO
ACC
Estágio em Nutrição Clínica Social
Fisiopatologia e Dietoterapia II
Tecnologia de Alimentos
Optativa III
Antropologia
e
Cosmovisão
Franciscana
Trabalho Final de Graduação I
Gestão de Serviços de Alimentação II
Estágio em Saúde Coletiva
Nutrição Esportiva
Dietoterapia em Pediatria
Optativa IV
Ética e Cidadania
Trabalho Final de Graduação II
Estágio em Serviços de Alimentação
Estágio em Nutrição Clínica
Optativa V
Atividades
curriculares
complementares
Resumo da distribuição da carga horária
Carga horária teórico-prática
Optativas
Atividades curriculares complementares
Estágios
Carga horária total
Número de créditos
0
136
68
51
85
0
17
0
85
136
85
51
68
0
68
68
68
0
34
34
34
68
17
0
0
34
0
0
204
0
0
0
0
51
204
204
0
68
68
204
34
34
34
68
68
204
204
34
187
0
187
2.737h
187h
187h
782h
3.893h
229
13) Esclarecimentos sobre a dinâmica curricular
a) Atividades curriculares complementares - ACC
As atividades curriculares complementares são um componente curricular
obrigatório. O estudante deverá cumprir um total de 187 horas ao longo do
desenvolvimento do curso. As possibilidades de composição envolvem a participação
em congressos, seminários, simpósios, encontros, jornadas e outros; participação em
monitorias ou estágios relativos à área profissional; participação em cursos realizados
na área educacional ou áreas afins; participação em programas de iniciação científica;
participação em projetos de pesquisa, extensão e estágios não obrigatórios.
20
b) Disciplinas Optativas
O currículo prevê a oferta de disciplinas optativas, num total de 187 horas. Assim
como as atividades curriculares complementares, busca-se, por meio das disciplinas
optativas, garantir algum grau de flexibilidade ao currículo.
O elenco das disciplinas optativas que podem ser ofertas pelo curso é o seguinte.
Disciplina
Alimentos Funcionais
Análise Sensorial de Alimentos
Avaliação do Gasto Energético
Biodisponibilidade de Nutrientes
Consultoria, Assessoria e Auditoria em Sistema de Gestão de
Qualidade
Gastronomia em Nutrição Clínica
Gastronomia, Etiqueta e Eventos
Interpretação de Exames Laboratoriais
Intervenção Nutricional no Grupo Materno-Infantil de Risco
Leitura e Interpretação de Artigos Científicos na Área da Saúde
Marketing em Nutrição
Nutrigenômica
Pesquisa Qualitativa em Saúde
Princípios da Nutrição aplicados à Estética
Sistema de Informação em Saúde
Tecnologia de Panificação
Tecnologia de Vinho, Espumantes e Enogastronomia
Tópicos Atuais em Pesquisa de Nutrição
Carga
horária
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
51h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
c) Trabalho Final de Graduação
O trabalho de conclusão de curso, denominado trabalho final de graduação, é
componente curricular obrigatório, com horário previamente estabelecido na estrutura
do curso e apresenta duas características:
- Trabalho Final de Graduação I: oferecido no sétimo semestre letivo, trata dos
passos para a elaboração de um trabalho acadêmico na área da nutrição. Nesta
disciplina, sob a orientação do professor, cabe ao estudante elaborar um projeto de
pesquisa, a ser desenvolvida no semestre seguinte, na disciplina TFG II.
- Trabalho Final de Graduação II: oferecido no oitavo semestre, contempla o
desenvolvimento do projeto de pesquisa aprovado na disciplina TFG I. O trabalho é
submetido a uma banca examinadora, que emitirá um parecer avaliativo após a
apresentação oral do estudante, de acordo com cronograma de apresentação
organizado pela coordenação e colegiado do curso.
21
d) Estágio curricular supervisionado
O estágio no curso de Nutrição constitui-se uma exigência legal determinada pela
resolução CNE/CES nº 5, de 7 de novembro de 2001.
O estágio curricular caracteriza-se como uma atividade científico-profissional, por
meio do qual o curso procura expressar processos contínuos de teorizações de
questões e problemas que envolvam, direta e indiretamente, a promoção da saúde e
que devam resultar em propostas de intervenções nutricionais educativas na
comunidade.
Os estágios são planejados de forma a complementar a formação discente,
associando aos interesses das comunidades onde serão desenvolvidos. Contemplam,
integralmente, as três áreas de atuação previstas pelas Diretrizes Curriculares
Nacionais do Curso de Graduação em Nutrição.
Apresenta como áreas de atuação a Nutrição Clínica (Hospitais e Clínicas de
Nutrição), Nutrição Social (Unidades Básicas de Saúde, Estatégias de Saúde da
Família, Escolas de Ensino Fundamental e Médio e Educação Infantil e Laboratórios de
Ensino Prático em Saúde), Nutrição em Serviços de alimentação (cozinhas industriais,
cozinhas de restaurantes comerciais e de hotéis). Estas atividades são supervisionadas
direta ou indiretamente pelos docentes do Curso de Nutrição.
O Estágio Supervisionado do Curso de Nutrição apresenta as seguintes
finalidades:
- promover a aplicação prática dos conhecimentos teóricos adquiridos nas
disciplinas do curso;
- possibilitar o aprimoramento e a complementação do ensino, pesquisa e
extensão e sua relação com a aprendizagem;
- propiciar integração com a comunidade, possibilitando a busca conjunta
de soluções para situações-problema vivenciadas;
- contribuir para a melhoria das condições de saúde da população,
consoante ao aprimoramento da assistência nutricional, por meio do preparo e
qualificação do acadêmico;
- colaborar com a atualização dos docentes frente às necessidades da
comunidade inserida no estágio.
22
Todas as atividades de estágio do curso de Nutrição são administradas pelas
coordenações
dos
estágios,
de
acordo
com
o
regulamento
dos
estágios
supervisionados com a sistematização específica para cada área de estágio.
f) Pesquisa e Extensão
Diante do processo de avaliação e reestruturação em que se encontra o ensino
superior no Brasil, neste momento de implantação das Diretrizes Curriculares em que
se espera um perfil de aluno mais ativo, questionador e construtor de seu próprio
conhecimento, a pesquisa toma papel de destaque no processo de formação do
profissional.
No curso de Nutrição do Centro Universitário Franciscano, a pesquisa e a
extensão são compreendidas como atividades inerentes ao ensino da graduação, no
que concerne à viabilidade da construção de conhecimento científico como princípio da
formação universitária e profissionalizante. Os projetos têm o objetivo de incentivar a
cooperação acadêmica e a busca de resultados inovadores, capazes de alavancar as
metas institucionais e suprir as demandas da sociedade.
Nesse sentido, tanto os projetos de pesquisa como os de extensão têm priorizado
a inserção do estudante na totalidade das tarefas que caracterizam as atividades desta
natureza, e podem estar vinculados a programas em andamento ou criadas pelas
disciplinas curriculares do curso, bem como os estágios curriculares e o Trabalho Final
de Graduação. Instituições de cunho social firmam parceria com o curso de nutrição
viabilizando o desenvolvimento destes projetos e ações.
O curso de Nutrição está inserido no Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em
Saúde (GIPES), representado por um grupo de docentes da área da saúde envolvidos
com estudo, ensino, pesquisa e extensão em saúde e produção de conhecimentos
voltados à integração dos cursos da área da saúde. Este grupo está inscrito no
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
O Curso de Nutrição está inserido no Programa de Extensão com o Projeto
“Assistência Interdisciplinar, ampliada e integral aos Cuidadores de Portadores da
Doença de Alzheimer”, no qual as Clínicas de Saúde estão envolvidas juntamente à
Associação Brasileira de Cuidadores do Mal de Alzheimer (ABRAZ), proporcionando
suporte assistencial aos cuidadores destes pacientes.
23
14) Metodologia de ensino
Os procedimentos e estratégias metodológicas propõem-se a instigar a
mobilização, elaboração e aplicação dos diferentes conhecimentos. A reflexão passa a
ser, então, o eixo norteador do trabalho metodológico do professor, buscando conhecer
para agir, refletir na ação e sobre a ação. Desta forma, os professores desenvolvem e
difundem o conhecimento técnico-científico, não esquecendo as estruturas curriculares
e a realidade sociocultural.
Os estudantes, mediante metodologias de ensino, desenvolvem competências,
habilidades e atitudes para o exercício de sua profissão, distinguindo-se pela
excelência acadêmica na formação de profissionais íntegros e comprometidos com o
desenvolvimento humano.
Esta metodologia se traduz em aulas expositivas e dialogadas, aulas práticas em
laboratórios,
relatos escritos,
manuais, visitas
técnicas, debates,
seminários,
dramatizações, trabalhos em grupos e individuais, estudos de caso, projetos de ensino
vinculados à pesquisa e extensão, vídeos, estudos temáticos, realização de planos de
intervenção para solucionar problemas concretos ligados à nutrição, painéis, artigos,
resenhas e atividades que auxiliem o efetivo aprendizado e acompanhem a evolução
metodológica.
15) Critérios de avaliação
Os critérios de avaliação estão sincronizados com a metodologia de ensino
proposta. O professor instiga o estudante a aprender através do desenvolvimento de
atividades curriculares, avaliando a possibilidade da incorporação de práticas que
consolidam os conhecimentos desenvolvidos e analisados durante as etapas de
formação.
A avaliação é realizada durante o período letivo e cabe ao professor reconhecer
da melhor forma o perfil do estudante, avaliando as atividades propostas por meio de
diferentes instrumentos. Os critérios gerais do sistema de avaliação da aprendizagem
estão oficializados no Regimento Geral da Instituição e são descritos detalhadamente
nos planos de ensino de cada disciplina.
O regimento prevê a realização de duas avaliações parciais e uma avaliação final,
no término do período letivo, cumpridos os prazos estabelecidos no calendário
24
acadêmico da Instituição. Esse regimento possibilita que as avaliações parciais possam
ser realizadas de acordo com critérios estabelecidos pelo docente responsável da
disciplina, levando em consideração as peculiaridades inerentes a cada disciplina.
A condição para a realização da avaliação final é obter a frequência mínima de
75% às atividades acadêmicas programadas. O resultado da aprendizagem dos
estudantes será expresso em notas de zero a dez.
É considerado aprovado: a) o estudante que, independentemente do exame final,
obtiver média igual ou superior a 7,0 (sete) no semestre letivo; b) o estudante que,
submetido a exame final, obtiver nota igual ou superior a 5,0 (cinco), correspondente à
média entre a nota de aproveitamento do semestre letivo e a nota do exame final.
É considerado reprovado: a) o estudante que não obtiver frequência mínima de
75% das aulas e atividades didático-pedagógicas programadas; b) o estudante que,
após o exame final, obtiver nota inferior a 5,0 (cinco) resultante da média entre a nota
de aproveitamento do semestre letivo e a nota do exame final.
16) Gestão acadêmico-administrativa
O curso é administrado por uma coordenação, escolhida pela Reitora. O
coordenador do curso tem, segundo o artigo 42 do Estatuto, as seguintes atribuições:
a) gestão administrativa e pedagógica;
b) planejamento, organização e funcionamento das atividades de ensino,
pesquisa e extensão, bem como dos demais processos e atividades;
d) acompanhamento da vida acadêmica dos estudantes;
e) articulação do curso com os demais órgãos e comunidade externa;
f) avaliação sistemática do curso.
A concepção de gestão acadêmico-administrativa adotada pelo curso é de gestão
compartilhada entre o coordenador, o Colegiado do Curso e o Núcleo Docente
Estruturante (NDE).
O Colegiado do Curso tem o coordenador por seu presidente e conta com a
participação de representantes do corpo docente e representante do corpo discente,
eleitos por seus pares. As atribuições no seu âmbito são de cunho deliberativo e
consultivo. O Núcleo Docente Estruturante é composto pelo coordenador, também
25
como presidente, mais representantes docentes, sendo suas atribuições de cunho
pedagógico. Participa, ainda, da gestão do curso o a coordenação de estágios.
A coordenação promove a gestão do curso, especialmente, nas seguintes
atividades:
a) elaboração conjunta, no período que antecede o início do ano letivo, do
planejamento anual do projeto de gestão acadêmico-administrativa com ênfase na
organização das atividades de apoio técnico-administrativo e na organização do
trabalho pedagógico-científico previstos no planejamento do curso;
b) reuniões coletivas em que predominam o diálogo e o consenso, com vistas à
racionalização do trabalho de gestão;
c) elaboração e desenvolvimento de planos de trabalho diretamente ligados à
gestão acadêmico-administrativa do curso;
d) reuniões de trabalho para análise e busca de soluções de dificuldades
detectadas pela Comissão Própria de Avaliação e pelo processo de autoavaliação do
curso a ser implementado.
17) Processo de autoavaliação
A autoavaliação é parte integrante do projeto pedagógico do curso e caracterizase como um processo permanente, formativo e educativo. Pauta-se pelo disposto do
projeto institucional de autoavaliação e está voltado para o estudo de um conjunto de
ações processuais pelas quais objetiva-se sistematizar e trabalhar os dados obtidos, no
intuito de melhorar os aspectos negativos e aperfeiçoar ou manter os que já estão bem
estruturados.
As ações previstas estão centradas nos seguintes aspectos:
- estrutura organizacional e gestão administrativa;
- relações entre estudantes, professores e equipe técnico-administrativa;
- currículo e suas relações com as exigências sociais e profissionais, bem como o
desenvolvimento real de seus componentes (conteúdos programáticos, perfil esperado
do futuro profissional, competências e habilidades, métodos de ensino e de avaliação
da aprendizagem, atividades de pesquisa e extensão, atividades profissionais,
atividades culturais, estágio curricular supervisionado e trabalho de conclusão do
curso);
26
- envolvimento da comunidade acadêmica na elaboração e execução de planos
de ação e de trabalho;
- avaliação das diferentes dimensões do próprio processo de autoavaliação
empregado.
Entre os instrumentos de avaliação mais comuns utilizados pelo curso em seu
processo de autoavaliação podem ser citados: questionários, entrevistas, depoimentos
e discussões com professores, estudantes e equipe técnico-administrativa.
O projeto de autoavaliação do curso encontra-se em anexo.
18) Responsabilidade social
Entende-se que a educação constitui-se num processo complexo e relacional de
formação e desenvolvimento pessoal inscrito, por um lado, no campo das habilidades
profissionais e, por outro, no campo dos valores éticos. Constitui-se, ainda, num bem
social de caráter coletivo que envolve as instâncias institucional, familiar e individual.
Portanto, a responsabilidade social no ensino se configura como um elemento
eminentemente ético, por meio do qual se busca produzir condutas em que as pessoas
se sintam comprometidas com o desenvolvimento equitativo e sustentável do país,
pautem suas ações por referências éticas e sejam criativos na articulação entre a sua
profissão e a promoção do desenvolvimento coletivo. A responsabilidade social no
ensino se expressa, então, na intenção de assegurar uma formação que promova o
êxito profissional, fundamentada em princípios éticos, humanísticos e de sensibilidade
social.
Nesse sentido, no Centro Universitário Franciscano, o processo de ensinoaprendizagem empenha-se para o desenvolvimento e incorporação, por todos e cada
um, de uma série de princípios, expressos no projeto pedagógico institucional:
- educar para a cidadania ao oferecer um lugar permanente para o aprendizado,
pelo exercício da ética e do rigor científico;
- promover a formação de cidadãos capacitados ao exercício de sua profissão,
que possam contribuir para o desenvolvimento humano e para a construção da paz;
- desenvolver uma educação de qualidade, para a formação de profissionais
críticos;
27
- produzir e divulgar o conhecimento em suas diferentes formas e aplicações, pela
preservação da vida.
A responsabilidade social no ensino se expressa no projeto pedagógico do curso
e ganha visibilidade por meio de ações junto às instituições de ensino, organizações
não governamentais, atividades com órgãos públicos de assistência social, participação
em trabalhos educativos nos meios de comunicação, atividades pró-bono do corpo
docente tanto nos consultórios como junto a outras instituições.
A atuação junto à comunidade ocorre, gratuitamente, com orientações de caráter
preventivo sobre formas adequadas de alimentação e nutrição, bem-estar e qualidade
de vida, e são realizadas em praças públicas, parques, escolas de ensino médio e
empresas privadas da região. O objetivo é orientar e incentivar a população para uma
alimentação mais saudável e equilibrada, alertando para a importância dos cuidados
com as refeições e a escolha dos alimentos na prevenção de doenças crônicas não
transmissíveis,
como
anorexia,
obesidade,
bulimia,
osteoporose,
doenças
cardiovasculares, diabetes, câncer, entre outras.
Durante as intervenções, os alunos do curso de Nutrição são supervisionados
por um professor/nutricionista do Centro
universitário
Franciscano.
Um dos
instrumentos utilizados pelo grupo é um folheto com a pirâmide da alimentação, que
permite mostrar ao público, de forma clara e objetiva, como alcançar as necessidades
de calorias e nutrientes, a partir dos alimentos habituais.
Além de estimular a interação do aluno com o público, que pode ser seu futuro
paciente/cliente, estas atividades valorizam a prática e o desenvolvimento técnicocientífico do conteúdo teórico aprendido em sala de aula.
O “Trote Solidário” é considerado uma das atividades de responsabilidade
social, que, além de integrar os alunos no início do ano letivo, atinge a meta de
contribuir para o benefício da população carente, substituindo o conhecido trote dos
calouros. A iniciativa geralmente vem dos alunos veteranos em conjunto com a
coordenação do curso. A ação tem-se moldado com o intuito de arrecadar e doar
alimentos para as entidades beneficentes do município.
28
19) Programas de atenção aos estudantes
Os estudantes têm acesso a programas de atenção que se destinam a
contribuir para a formação pessoal e pedagógico-científica. Esses programas são
os seguintes:
- Programa de Bolsa de Monitoria: possibilita ao estudante de graduação
auxiliar os docentes nas atividades de caráter técnico-didática, no âmbito de
determinada disciplina, basicamente, nas aulas práticas, a partir de vagas e
critérios determinados pela Pró-reitoria de Graduação;
- Programa de Tutoria: objetiva oferecer aos discentes, com necessidades
de melhoria de rendimento escolar, a oportunidade de realizar, em pequenos
grupos, estudos complementares, com o auxílio de um estudante-tutor e sob a
supervisão de um professor;
- Programa de Bolsa de Iniciação Científica: é um instrumento de integração
das atividades de graduação e pós-graduação que objetiva iniciar o estudante na
produção do conhecimento e permitir sua convivência com o procedimento
acadêmico em suas técnicas, organizações e métodos;
- Programa de Bolsa de Extensão: tem como objetivo estimular a
participação dos estudantes nos programas de extensão da instituição e
desenvolver a sua sensibilidade para os problemas sociais e para diversas formas
de manifestações culturais da população. As bolsas são concedidas mediante
plano de trabalho vinculado a um projeto de extensão.
- Programa de Assistência Financeira: é voltado para o estudante carente e
oferece bolsas institucionais e financiamentos externos: Programa Universidade
para Todos - Prouni, auxílios da Associação dos Profissionais Liberais
Universitários do Brasil - Fundaplub e auxílios parcial e integral.
- A Coordenadoria de Atenção ao Estudante - Cores - presta assistência aos
estudantes com vistas a sua integração acadêmica, científica e social. Isso se
efetiva por meio de ações de acolhimento, apoio psicopedagógico na
organização, na gestão das aprendizagens, nos métodos de estudo e na
promoção da adaptação e do sucesso do estudante.
A Coordenadoria de Atenção ao Estudante é constituída por duas divisões: a
primeira, Divisão de Assistência Financeira orienta os estudantes sobre os
programas relacionados à assistência financeira. A segunda, Divisão de
29
Assistência Educativa, é responsável por atendimento psicológico, quanto às
questões que interferem no desempenho do estudante, orientação profissional;
acompanhamento de egressos, recepção dos calouros, possibilita orientação
jurídica e assessora formaturas.
- Meios de divulgação de trabalhos e produções: o Centro Universitário
Franciscano mantém duas revistas próprias para a divulgação de trabalhos
acadêmicos: a revista Vidya e a Disciplinarum Scientia. A revista Disciplinarum
Scientia é destinada à publicação dos trabalhos dos estudantes, enquanto a
revista Vidya publica trabalhos de professores e pesquisadores.
Além dessas revistas, o Centro Universitário realiza, a cada ano, o Simpósio
de Ensino, Pesquisa e Extensão - Sepe - evento em que os trabalhos de ensino,
pesquisa e extensão são apresentados e publicados em anais.
- Pastoral Universitária: oportuniza aos estudantes espaços para convivência
em grupos, com vistas ao crescimento pessoal e ao compromisso evangelizador,
pois tem como base a formação humana cristã. A Pastoral promove encontros à
prática de reflexão sobre compromisso solidário, bem como estimula a
convivência amigável no âmbito educacional e na sociedade em geral.
30
20) Anexos
Anexo 1 - Ementas e bibliografia
1º semestre
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
NUT259
Deontologia em Nutrição
Ciência da nutrição. Fundamentos de ética/bioética e deontologia. Profissional
nutricionista. Código de ética. Órgãos/entidades de classe.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NUTRIÇÃO. História do nutricionista no Brasil:
1939 a 1989: coletânea de depoimentos e documentos. São Paulo: Atheneu,
1991.
CONSELHO REGIONAL DE NUTRICIONISTAS. Código de ética do
nutricionista. Porto Alegre: CRN, 2004.
COSTA, Nilce da Silva Campos. A formação do nutricionista: educação e
contradição. Goiânia: UFG, 2002.
BOSI, Maria Lúcia Magalhães. Profissionalização e conhecimento: a nutrição em
questão. São Paulo: Hucitec, 1996.
CADERNOS DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO: a autoavaliação do processo de
formação do nutricionista no Brasil. Curitiba: Civitas, 2000.
CARVALHO, Lúcia Cunha de. A ética dos profissionais da saúde: coletânea de
legislação. Rio de Janeiro: Forense, 2000.
CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS. Inserção profissional dos
nutricionistas no Brasil. Brasília: CFN, 2006.
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO; CÂMARA DE EDUCAÇÃO
SUPERIOR (CNE/CES). Resolução nº 5 de 7 de novembro de 2001. Institui
diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em nutrição.
CONSELHO REGIONAL DE NUTRICIONISTAS. Legislação básica do
nutricionista. Brasília: CRN, 1991.
____. O nutricionista e suas atribuições. Porto Alegre: CRN, 2005.
DRANE, James; PESSINI, Leo. Bioética, medicina e tecnologia: desafios éticos
na fronteira do conhecimento humano. São Paulo: Loyola, 2005.
FORTES, Paulo Antonio de Carvalho. Ética e saúde: questões éticas,
deontológicas e legais, tomada de decisões, autonomia e direitos do paciente,
estudo de casos. São Paulo: EPU, 1998.
SEGRE, Marco. A questão ética e a saúde humana. São Paulo: Atheneu, 2006.
SINGER, Peter; MASON, Jim. A ética da alimentação: como nossos hábitos
alimentares influenciam o meio ambiente e o nosso bem-estar. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2007.
NUT291
História e Produção de Alimentos
História da alimentação: da pré-história à contemporaneidade. História da
alimentação no Brasil. Formas de produção de alimentos. Produção de cereais,
leguminosas, olericultura e fruticultura. Fisiologia pós-colheita. Apresentação e
formas de comercialização dos vegetais. Alimentos transgênicos.
COSTA, N. M. B.; BORÉM, A. Biotecnologia e nutrição: saiba como o DNA pode
enriquecer os alimentos. São Paulo: Nobel, 2003.
FLANDRIN, J. L.; MONTANARI, M. História da alimentação. São Paulo: Estação
Liberdade, 1998.
STEPHEN, G. R. Agroecologia: processos ecológicos em agricultura sustentável.
Porto Alegre: Ufrgs, 2000.
STRINGHETA, P. C.; MUNIZ, J. N. Alimentos Orgânicos - Produção, Tecnologia
e Certificação. UFV: Viçosa, 2009.
31
Bibliografia
complementar
AGUIAR, R. L. Cultivo em ambiente protegido: histórico, tecnologia e
perspectivas. Viçosa: UFV, 2004. 332p.
ANDRIOLI, A. I.; FUCHS, R. Transgênicos: as sementes do mal: a silenciosa
contaminação de solos e alimentos. São Paulo: Expressão Popular, 2008. 276p.
AWAD, M. Fisiologia pós-colheita de frutos. São Paulo: Nobel, 1993. 114p.
CARNEIRO, H. Comida e sociedade: uma história da alimentação. Rio de
Janeiro: Campus, 2003.
CASCUDO, L.C. História da Alimentação no Brasil. 3. ed. São Paulo: Global,
2004. 954p.
FERNÁNDEZ-ARMESTO, F. Comida: uma história. Rio de Janeiro: Record,
2004. 262p.
FILGUEIRA, F. A. R. Novo manual de olericultura: agrotecnologia moderna na
produção e comercialização de hortaliças. Viçosa: UFV, 2005. 412p
FISBERG, M.; WEHBA, J.; COZZOLINO, S. M. F. Um, dois, feijão com arroz: a
alimentação no Brasil de norte a sul. São Paulo: Atheneu, 2002.
GLIESSMAN, S. R. Agroecologia: processos ecológicos em agricultura
sustentável. Porto Alegre: UFRGS, 2005. 653p.
GUANZIROLI, C. Agricultura familiar e reforma agrária no século XXI. Rio de
Janeiro: Garamond, 2001, 284p.
LEITE, M. Os alimentos transgênicos. São Paulo: Publifolha, 2000.
LUENGO, R. F. A; CALBO, A. G.; LANA, M. M.; MORETTI, C. L.; HENZ, G. P.
Classificação das hortaliças. EMBRAPA-CNPH: Brasília, 1999. Disponível em:
http://www.cnph.embrapa.br/public/classificacao.doc
MAZOYER, M.; ROUDART, L. História das agriculturas do mundo: do neolítico à
crise contemporânea. Lisboa: Piaget, 2001.
MIDIO, A. F.; MARTINS, D. I. Herbicidas em alimentos: aspectos gerais,
toxicológicos e analíticos. São Paulo: Varela, 1997. 109p.
ORNELLAS, L. H. A alimentação através dos tempos. Florianópolis: UFSC,
2000.
STRINGHETA, P. C.; MUNIZ, J. N. Alimentos Orgânicos - Produção, Tecnologia
e Certificação. Viçosa: UFV, 2009.
TORRES, E. A. F. S. Alimentos em Questão. São Paulo: Ponto Gráfico, 2006. v.
II.
Sites institucionais
http://www.agricultura.gov.br
http://www.conab.gov.br
http://www.emater.tche.br/site
http://www.embrapa.br
http://www.fruticultura.org
http://www.ibge.gov.br/home
http://www.sebrae.com.br
Código
Disciplina
Ementa
NUT292
Ações Integradas em Saúde I
Funções da linguagem. Processo da comunicação. Comunicação e informação e
novas tecnologias em saúde.
PEREIRA, José. Haroldo. Curso básico de teoria da comunicação. Rio de
Janeiro: Quartet, 2005.
SANTOS, Roberto Elísio dos. As teorias da comunicação: da fala à internet. São
Paulo: Paulinas, 2003.
WEIL, Pierre; TOMPAKOW, Roland. O corpo fala: a linguagem silenciosa da
comunicação não-verbal. Petrópolis: Vozes, 1992.
BOSI, Maria Lúcia Magalhães. Profissionalização e conhecimento: a nutrição em
questão. São Paulo: Hucitec, 1996.
INSTITUTO DA PASTORAL DA JUVENTUDE (org.). Recriando experiências:
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
32
técnicas e dinâmicas para grupos. São Paulo: Papirus, 2002.
MILITÃO, Albigenor; MILITÃO, Rose. Vitalizadores. Rio de Janeiro: Qualitymark,
2003.
____. S.O.S dinâmica de grupo. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1999.
MORAN, José Manuel. Mudanças na comunicação pessoal: gerenciamento
integrado da comunicação pessoal, social e tecnológica. São Paulo: Paulinas,
2000.
SILVA, Maria Júlia Paes da. Comunicação tem remédio: a comunicação nas
relações interpessoais em saúde. São Paulo: Loyola, 2005.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
SAU101
Anatomia e Histologia
Anatomia básica. Histologia básica. Anatomia dos sistemas orgânicos. Sistema
muscular. Sistema nervoso. Sistema digestório. Sistema urinário. Sistema cárdiocirculatório. Sistema respiratório. Sistema reprodutor genital masculino. Sistema
reprodutor genital feminino. Sistema glandular. Sistema sensorial. Sistema
tegumentar.
D’ANGELO, J. G; FATTINI, C. A. Anatomia básica dos sistemas orgânicos. São
Paulo: Atheneu, 1997.
GRAY, H; GOSS, C. M. Anatomia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.
JUNQUEIRA, L. C; CARNEIRO, J. Histologia básica. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2000.
CASTRO, S. V. Anatomia fundamental. São Paulo: Mac Graw-Hill, 1977.
SNELL, R. S. Histologia clínica. Rio de Janeiro: Interamericana, 1991.
VAN DE GRAFF, K. M; RHEES, R. W. Anatomia e fisiologia humana. São Paulo:
MacGraw-Hill, 1991.
SAU109
Citologia e Embriologia
Citologia. Embriologia.
JUNQUEIRA, L. C; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005.
MOORE, K. L; PERSAUD, T. V. N; FERNÁNDEZ, E. Embriologia básica. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2004.
ALBERTS, B. Fundamentos da biologia celular: uma introdução à biologia
molecular da célula. Porto Alegre: Artmed, 2006.
ROBERTIS, E. D. P. de; DE ROBERTIS, E. M. F. Junior. Bases da biologia
celular e molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
LANGMAN, J. Embriologia médica: desenvolvimento normal e anormal. São
Paulo: Atheneu, 1977.
AMARAL, H. A. B. Malformações congênitas: conceitos embriológicos e
anatômicos. São Paulo: Sarvier, 1989.
ALBERTS, B. Biologia molecular da célula. Porto Alegre: Artmed, 2004.
COCHARD, L. R. Atlas de embriologia humana de Netter. Porto Alegre: Artmed,
2003.
SAU115
Genética Humana
Bases genéticas e moleculares da hereditariedade. Bases citológicas e
cromossômicas da hereditariedade. Padrões de herança. Genética e bioquímica.
Genética e câncer.
JORDE, L. B; CAREY, J. C; WHITE, R. L. Genética médica. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2004.
THOMPSON, M. W; Mc INNES, R; WILLARD, H. F. Thompson & Thompson:
33
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
genética médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
____. Thompson & Thompson: genética médica. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2008.
GRIFFITHS, A et al. Genética moderna. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2001.
SALZANO, F. M. Genética e Farmácia. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1990.
ZAHA, A. Biologia molecular básica. Porto Alegre: Mercado Aberto, 2000.
LEHNINGER, Albert; NELSON, David; COX, Michael. Princípios de bioquímica.
São Paulo: Sarvier, 2006.
BORGES-OSÓRIO, M. R; ROBINSON, W. M. Genética humana. Porto Alegre:
Artes Médicas, 2001.
SAU126
Sociologia e Saúde
Caracterização e fundamentação da sociologia. Desenvolvimento das políticas
de saúde no Brasil. Análise de problemas sociais brasileiros ligados à saúde.
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofando: introdução à filosofia. São Paulo:
Moderna, 1992.
COSTA, Cristina. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. São Paulo:
Moderna, 1997.
LAKATOS, Eva Maria. Sociologia geral. São Paulo: Atlas, 1985.
OLIVEIRA, Pércio Santos. Introdução à sociologia. São Paulo: Ática, 2001.
ROSSATO, Ana Lúcia Magale. Século 20: urbanização e cidadania. Santa Maria:
Palloti, 1996.
CAMPOS, Gastão W. de Souza. Reforma da reforma: repensando a saúde. São
Paulo: Hucitec, 1992.
DELLA TORRE, M. B. L. O homem e a sociedade: uma introdução à sociologia.
São Paulo: Nacional, 1974.
DOWBOR, Ladislau; IANNI, Octávio; RESENDE, Paulo-edgar (orgs.). Desafios
da globalização. Petrópolis: Vozes, 1998.
NOVA, Sebastião. Introdução à sociologia. São Paulo: Atlas, 1995.
SADER, Emir; GENTILI, Pablo. Pós-neoliberalismo: as políticas e o Estado
democrático. Petrópolis: Vozes, 1995.
SAU128
Metodologia Científica
Ciência e conhecimento. Método científico. Trabalhos acadêmicos. Exercício de
elaboração de diferentes trabalhos acadêmicos.
ALVES-MAZZOTTI, A. J; GEWANDSZNAJDER, F. O método das ciências
naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. São Paulo: Pioneira
Learning Thomson, 1999.
ANDRADE, M. M. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de
trabalhos de graduação. São Paulo: Atlas, 2009.
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002.
LAKATOS, E. M; MARCONI, M. A. Fundamentos de metodologia científica. São
Paulo: Atlas, 2003.
LIMA, M. C. Monografia: a engenharia da produção acadêmica. São Paulo:
Saraiva, 2004.
OLIVEIRA, J. L. Texto acadêmico: técnicas de redação e de pesquisa científica.
Petrópolis: Vozes, 2007.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2007.
Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6023: Informação e
documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002.
34
____. NBR 14724: Informação e documentação: trabalhos acadêmicos:
apresentação. Rio de Janeiro, 2005.
____. NBR 10520: Informação e documentação. Citações em documentos.
Apresentação. Rio de Janeiro, 2005.
BASTOS, C. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científica.
Petrópolis: Vozes, 2002.
CERVO, A. L; BERVIAN, P. A. Metodologia científica: para uso dos estudantes
universitários. São Paulo: MacGraw Hill, 1996.
DEMO, P. Introdução à metodologia da ciência. São Paulo: Atlas, 1987.
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002.
ISKANDAR, J. I. Normas da ABNT: comentadas para trabalhos científicos.
Curitiba: Juruá, 2009.
MINAYO, M. C. S (org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade.
Petrópolis: Vozes, 2008.
2º Semestre
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
NUT253
Nutrição Humana
Leis fundamentais da alimentação. Guias alimentares. Variações dietéticas.
Necessidades energéticas. Estudo dos nutrientes.
MAHAN, Kathleen; ESCOTT STUMP, S. Krause: alimentos nutrição e
dietoterapia. São Paulo: Roca, 2005.
SILVA, Sandra M. C. S; MURA, Joana D. P. Tratado de alimentação, nutrição e
dietoterapia. 2. ed. São Paulo: Rocca, 2010.
SIZER, Frances; WHITNEY, Eleanor. Nutrição: conceitos e controvérsias. São
Paulo: Manole, 2003.
DUTRA DE OLIVEIRA, José E.; MARCHINI, J. Sérgio. Ciências nutricionais. São
Paulo: Sarvier, 2000.
SHILS, Maurice; OLSON, A. James; SHIKE, Moshe; ROSS, Catherine. Tratado
de nutrição moderna na saúde a na doença. 9. ed. São Paulo: Manole, 2003.
WAITZBERG, Dan Linetzky. Dieta, nutrição e câncer. São Paulo: Atheneu, 2004.
WILLIAMS, Rodwell Sue. Fundamentos de nutrição e dietoterapia. Porto Alegre:
ArtesMédicas, 1997.
NUT293
Ações Integradas em Saúde II
Utilização integral dos alimentos. Aquisição de alimentos. Conservação dos
alimentos.
Práticas
em
laboratório.
Conservação
dos
nutrientes.
Biodisponibilidade dos nutrientes. Noções de higiene e microbiologia dos
alimentos. Sistema digestório. Unidade prática.
BASSO, C.; COPES, F. S.; OLIVEIRA, M. G. Aproveitamento integral dos
alimentos. Novas receitas. Santa Maria: Unifra, 2009.
FRANCO, B. G.; LANDGRAF, M. Microbiologia dos alimentos. São Paulo:
Atheneu, 2005.
SESC. Serviço Social do Comércio. Receitas de Aproveitamento Integral dos
Alimentos. São Paulo: SESC, 2003.
SILVA, Jr., E. A. Manual de Controle Higiênico-Sanitário em Alimentos. 6. ed.
São Paulo: Varela, 2008.
BEN, M. L. Quanto pesa? Tabela de pesos e medidas em alimentos. Porto
Alegre: Usina, 1996.
BROOKS, G. F.; BUTEL, J. S.; MORSE, S. A. Microbiologia médica. Rio de
Janeiro: Guanabara-Koogan, 2000.
COZZOLINO, S. Biodisponibilidade de nutrientes. São Paulo: Manole, 2005.
DOUGLAS, C. R. Fisiologia aplicada à nutrição. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
35
Koogan, 2006.
HAZELWOOD, D.; MCLEAN, A. Manual de Higiene para Manipuladores de
Alimentos. São Paulo: Varela, 1998.
LUNA, N. M. M. Técnica Dietética: pesos e medidas em alimentos. Cuiabá:
UFMT, 1995.
ORNELLAS, L. H. Técnica Dietética: seleção e preparo de alimentos. 8. ed. São
Paulo: Atheneu, 2001.
PELCZAR, M. J.; CHAN, E. C. S.; KRIEG, N. R. Microbiologia: conceitos e
aplicações. 2.ed. São Paulo: Makron Books, 1997.
PHILIPPI, S. T. Nutrição e Dietética. 2. ed. São Paulo: Manole, 2006.
PINHEIRO, V. B. A.; LACERDA, E. M. A. Tabela de avaliação de consumo
alimentar em medidas caseiras. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2000.
RAMOS, M. F. Manual para Funcionários na área de alimentação e treinamento
para copeiras hospitalares. São Paulo: Varela, 2001.
SANTOS, S. G. F. Treinamento manipuladores de alimentos. São Paulo: Varela,
1999.
TEICHMANN, I. M. Tecnologia culinária. Coleção Hotelaria. Caxias do Sul:
Educs,
2000.
TORTORA, G. S.; FUNKE, B. R.; CASE, C. L. Microbiologia. 6. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2003.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
NUT294
Técnica Dietética
Técnica dietética. Laboratório dietético. Pesos e medidas. Métodos de preparo
dos alimentos. Leite. Carnes. Ovos. Hortaliças. Frutas. Leguminosas. Cereais.
Açúcares. Gorduras. Bebidas e infusos. Condimentos, molhos e sopas.
ORNELLAS, Lieselotte Hoeschl. Técnica dietética. 6. e 7. ed. São Paulo:
Atheneu, 2001.
PHILIPPI, Sônia Tucunduva. Nutrição e Dietética. São Paulo: Manole, 2003.
DOMEME, Semíramis Martins Álvares. Técnica dietética: teoria e aplicações. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
ARAUJO, Wilma M. C.; MONTEBELLO, Nancy, D. P.; BOTELHO, Raquel, B. A.;
BORGO, Luiz, A. Alquimia dos Alimentos. Série Alimentos e Bebidas. v. 2.
Brasília: SENAC, 2009.
BEN, Mirian Lorena. Quanto pesa? Tabela de pesos e medidas em alimentos.
Porto Alegre: Usina, 1996.
CAMARGO, Erika, B.; BOTELHO, Raquel, A. Técnica dietética: seleção e
preparo de alimentos. Manual de Laboratório. São Paulo: Atheneu, 2005.
EVANGELISTA, José. Alimentos, um estudo abrangente. São Paulo: Atheneu,
2000.
LUNA, Niedja Maria de Mello. Técnica dietética, pesos e medidas em alimentos.
Cuiabá: UFMT, 1995.
PINHEIRO, V. B. A.; LACERDA, E. M. A. Tabela para avaliação de consumo
alimentar em medidas caseiras. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2000.
TEICHMANN, Ione Mendes. Tecnologia culinária. Coleção Hotelaria. Caxias do
Sul: Educs, 2000.
TEIXEIRA, B. A., LUNA, M. de M. Técnica Dietética – Fator de Correção em
Alimentos de Origem Animal e Vegetal. Universidade Federal de Mato Grosso,
1996.
SAU104
Bioquímica Básica
Introdução à bioquímica. Glicídios. Lipídeos. Aminoácidos. Proteínas e peptídios.
36
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Enzima. Nucleotídios. Vitaminas e sais minerais. Oxidações biológicas. Radicais
livres.
CAMPBELL, Mary K. Bioquímica. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.
DEVLIN, Thomas M. Manual de bioquímica com correlações clínicas. São Paulo:
Edgard Blucher, 1998.
LEHNINGER, Albert; NELSON, David; COX, Michael. Princípios de bioquímica.
São Paulo: Sarvier, 1995.
CISTERNAS, José Raul; VARGAS, José; MONTE, Osmar. Fundamentos de
bioquímica experimental. São Paulo: Atheneu, 2001.
STRYER, Lubert. Bioquímica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995.
WANNMACHER, Clovis. Bioquímica fundamental. Porto Alegre: Graphé, 1976.
CHAMPE, P; HARVEY, R. Bioquímica ilustrada. Porto Alegre: Artes Médicas,
1997.
MURRAY, R. K. Harper: bioquímica um livro médico Lange. São Paulo: Atheneu,
1998.
SAU111
Fisiologia Básica
Bioeletrogênese. Neurônio. Tecido muscular. Sistema nervoso. Sistema
circulatório. Siste ma respiratório. Sistema digestório. Sistema endócrino.
Sistema renal. Sistema reprodutor.
DOUGLAS, Carlos Roberto. Tratado de fisiologia aplicada às ciências da saúde.
São Paulo: Robe, 2002.
GUYTON, Arthur C; HALL, R. Tratado de fisiologia médica. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2006.
SEELEY, Rod R; STEPHENS, Trent B; TATE, T. Anatomia e fisiologia. Lisboa:
Lusodidata, 1997.
DOUGLAS, Carlos Roberto. Fisiologia aplicada à nutrição. Rio de janeiro:
Guanabara Koogan, 2006.
MACHADO, Ângelo. Neuroanatomia funcional. Rio de Janeiro: Atheneu, 1993.
MOORE, Keith L. Embriologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1990.
ROITT, Ivan et al. Imunologia. São Paulo: Manole, 1999.
ROYER, Marcelo. Fígado, vias biliares e pâncreas. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1959.
GUYTON, Arthur C; HALL, R. Fisiologia humana e mecanismos das doenças.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.
SAU120
Microbiologia e Imunologia
Bacteriologia básica. Crescimento microbiano. Interação micro-organismos e
hospedeiro. Virulogia básica. Micologia básica. Imunologia básica. Imunidade na
defesa e na doença.
ABBAS, A. K; LICHTMAN, A. H; POBER, J. S. Imunologia celular e molecular.
Rio de Janeiro: Revinter, 2002.
TORTORA, G. J; FUNKE, B. R; CASE, C. L. Microbiologia. Porto Alegre: Artmed,
2005.
HIRATA, H. H; MANCINI FILHO, J. Manual de biossegurança. São Paulo:
Manole, 2002.
KONEMAN, E. W. Diagnóstico microbiológico: texto e atlas colorido. Rio de
Janeiro: Medsi, 2001.
MARKELL, E. K; JOHN, D. T; KROTOSKI, W. A. Parasitologia médica. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
MIDGLEY, G. Diagnóstico em cores: micologia médica. São Paulo: Manole,
1998.
37
NEVES, D. P. Parasitologia humana. São Paulo: Atheneu, 2002
ROSEN, F; GEHA, R. Estudo de casos em imunologia: um guia clínico. Porto
Alegre: Artmed, 2002.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
3º Semestre
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
SAU122
Parasitologia
Generalidades sobre parasitismo. Mecanismos da relação parasito-hospedeiro.
Biologia das protozooses intestinais e extraintestinais de interesse clínico.
Biologia das parasitoses intestinais de interesse clínico, causadas pelos
nematelmintos. Biologia das parasitoses intestinais de interesse clínico,
causadas pelos platelmintos. Entomologia médica.
NEVES, D. P et al. Parasitologia humana. São Paulo: Atheneu, 2005.
REY, L. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nas Américas
e na África. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
FERREIRA, M. U; FORONDA, A. S; SCHUMAKER, T. T. S. Fundamentos
biológicos da parasitologia humana. São Paulo: Manole, 2003.
Revista de Saúde Pública. São Paulo: Faculdade de Saúde Pública, 1967.
Revista Brasileira de Análises Clínicas. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de
Análises Clínicas, 2003.
ZAMAN, V. Atlas color de parasitologia clínica. Buenos Aires: Panamericana,
1998.
CIMERMAN, B; CIMERMAN, S. Parasitologia humana e seus fundamentos
gerais. São Paulo: Atheneu, 2001.
DE CARLI, G. A. Parasitologia clínica: seleção de métodos e técnicas de
laboratório para o diagnóstico das parasitoses humanas. São Paulo: Atheneu,
2001.
MTM364
Bioestatística
Papel da estatística na área da saúde. Organização da pesquisa. Medidas de
posição e dispersão. Caracterização estatística de variáveis. Amostragem.
Estimação estatística. Testes de hipóteses. Correlação e regressão. Testes não
paramétricos. Determinação do teste estatístico a utilizar.
CALLEGARI-JACQUES, S. M. Bioestatística: princípios e aplicações. Porto
Alegre: Artmed, 2003.
RODRIGUES, P. C. Bioestatística. 3. ed. Niterói: Eduff, 2002.
VIEIRA, S. Bioestatística: tópicos avançados. Rio de janeiro: Campus, 2003.
____. Introdução à bioestatística. 3. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1980.
LUIZ, R. R.; COSTA, A. J. L; NADANOVSKY, P. Epidemiologia & Bioestatística
em Odontologia. São Paulo: Atheneu, 2008.
MOTTA, V. T.; WAGNER, M. B. Bioestatística. São Paulo: Robe, 2003.
SOARES, J. F.; SIQUEIRA, A. L. Introdução à Estatística Médica. 2. ed. Belo
Horizonte: COOPMED, 2002.
WEYNE, G. R. Bioestatística e validade de trabalhos científicos. 2. ed. São
Paulo: Scortecci, 2009.
NUT256
Microbiologia e Higiene dos Alimentos
Doenças alimentares. Microbiologia de alimentos. Metabolismo energético dos
micro-organismos. Fatores intrínsecos e extrínsecos que controlam o
desenvolvimento microbiano nos alimentos. Alterações microbianas em alguns
alimentos. Micro-organismos starters na produção de alimentos fermentados.
Micro-organismos indicadores. Inovações em microbiologia de alimentos.
38
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Principais legislações e normas em higiene dos alimentos no Brasil. Boas
práticas para serviços de alimentação. Atividades práticas: análises
microbiológicas de alimentos.
ALMEIDA-MURADIAN, L. B.; PENTEADO, M. V. C. Vigilância Sanitária- Tópicos
sobre legislação e análise de alimentos. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan,
2007.
FORSYTHE, S. J. Microbiologia da segurança alimentar. Porto Alegre: Artmed,
2002.
FRANCO, B. G.; LANDGRAF, M. Microbiologia dos alimentos. São Paulo:
Atheneu, 2005.
JAY, J. M. Microbiologia de alimentos. Porto Alegre: Artmed, 2005.
SILVA JUNIOR, E. A. Manual de controle higiênico-sanitário de alimentos. 6. ed.
São Paulo: Varela, 2008.
ABERC. Guia ABERC para treinamento de colaboradores de unidades de
alimentação e nutrição. São Paulo: Aberc, 2002.
____. Manual ABERC de práticas de elaboração e serviço de refeições para
coletividades. São Paulo: Aberc, 2003.
ARRUDA, G. A. Manual de boas práticas: unidades de alimentação e nutrição.
São Paulo: Ponto Crítico, 2002.
____. Manual de boas práticas: hotéis e restaurantes. São Paulo: Ponto Crítico,
2006.
ANDRADE, N. J. Higiene na Indústria de alimentos. São Paulo: Varela, 2008.
BERTIN, B.; MENDES, F. Segurança de alimentos no comércio atacado e
varejo. Senac, 2011.
FRAZIER, W. C.; WESTHOFF, D. C. Microbiologia de los alimentos. São Paulo:
Acríbia, 2003.
GERMANO, P. M. L.; GERMANO, M. I. S. Higiene e vigilância sanitária de
alimentos. São Paulo: Varela, 2001
GERMANO, P. M. L.; GERMANO, M. I. S. Higiene e vigilância sanitária de
alimentos: qualidade das matérias-primas, doenças transmitidas por alimentos,
treinamentos de recursos humanos. São Paulo: Varela, 2003.
LOPES, E. Guia para elaboração dos procedimentos operacionais padronizados.
São Paulo: Varela, 2004.
MADEIRA, M.; FERRÃO, M. E. M. Alimentos conforme a lei. São Paulo: Manole,
2002
MANZALLI, P. V. Manual para serviços de alimentação: implementação, boas
práticas, qualidade e saúde. São Paulo: Metha, 2006
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ROZENFELD, S. (Org.). Fundamentos da vigilância sanitária. São Paulo: Metha,
2000.
SILVA, N.; JUNQUEIRA, V.; SILVEIRA, N. F. Manual de Métodos de Análise
Microbiológica de Alimentos e Água. 4. ed. São Paulo: Varella, 2010.
TANCREDI, R. P.; MARIN, V. A.; SILVA, Y. Regulamentos técnicos sobre
condições higiênico-sanitárias, manual de boas práticas e Pops para indústrias e
serviços de alimentação. Rio de Janeiro: ND-LF. Livros, 2006.
TONDO, E. C.; BARTZ, S. Microbiologia e Sistema de Gestão da Segurança de
Alimentos. Porto Alegre: Sulina, 2011.
NUT257
Fisiologia do Sistema Digestório
Sistema digestório. Processamento do alimento. Funções secretoras do sistema
digestório. Digestão e absorção no sistema digestório.
DOUGLAS, Carlos Roberto. Fisiologia aplicada à nutrição. 2. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2006.
GUYTON, Arthur C.; HALL, R. Tratado de fisiologia médica. 11. ed. Rio de
39
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Janeiro: Elsevier, 2006.
____. E. Tratado de Fisiologia Médica. 12. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
DOUGLAS, Carlos Roberto. Tratado de fisiologia aplicada à saúde. 5. ed. São
Paulo: Robe, 2002.
GUYTON, Arthur C.; HALL, R. Fisiologia humana e mecanismos das doenças. 6.
ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.
GUYTON, Arthur C. Tratado de fisiologia médica. 8. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1992.
DOUGLAS, Carlos R. Fisiologia Clínica do Sistema Digestório. Novo Conceito
Saúde. 2004
NUT258
Nutrição e Metabolismo
Oxidações biológicas e bioenergéticas. Metabolismo dos carboidratos.
Metabolismo dos lipídios. Metabolismo das proteínas e aminoácidos. Interrelações metabólicas. Inter-relações metabólicas de tecidos em vários estados
nutricionais e hormonais. Respiração. Equilíbrio hidroeletrolítico. Equilíbrio ácidobase: regulação da neutralidade.
CAMPBELL, M. K. Bioquímica. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
CHAMPE, P. C.; HARVEI, R. A.; FERRIER, D. R. Bioquímica ilustrada. 3. ed.
Porto Alegre: Armed, 2007.
DEVLIN, T. Manual de bioquímica com correlações clínicas. São Paulo: Edgard
Blücher, 1998.
LEHININGER, A.; NELSON, D.; COX, M. Princípios de bioquímica. 4. ed. São
Paulo: Sarvier, 2006.
BRODY, T. Nutritional biochemistry. 2. ed. San Diego: Academic Press, 1994.
DUARTE, A. C. Síndrome metabólica: semiologia, bioquímica e prescrição
nutricional. Rio de Janeiro: Axcel, 2005.
GAW, A. Bioquímica Clínica: um texto ilustrado em cores. 2. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2001.
GUYTON, A.; HALL, J. Fisiologia humana e mecanismo das doenças. 6. ed. Rio
de janeiro: Guanabara Koogan, 1998.
ROBINSON, D. S. Bioquímica y valor nutritivo de los alimentos. Zaragoza:
Acribia, 1991.
WANNMACHER, C. M. D.; DIAS, R. D. Bioquímica fundamental. 3. ed. Porto
Alegre: Graphé, 1976.
NUT295
Educação Nutricional
Educação alimentar e nutricional. Processo educativo em alimentação e nutrição.
Marketing em nutrição. Aplicação de estratégias de educação alimentar e
nutricional.
FAGGIOLI, D.; NASSER, L. A. Educação nutricional na infância e adolescência:
planejamento, intervenção, avaliação e dinâmicas. São Paulo: RCN, 2006.
GOUVEIA, Enilda Lins da Cruz. Nutrição saúde e comunidade. 2. ed. Rio de
Janeiro: Revinter, 1999.
LINDEN, Sônia. Educação nutricional: algumas ferramentas de ensino. São
Paulo: Varela, 2005.
ALMEIDA, Paulo Nunes. Educação lúdica: prazer de estudar, técnicas e jogos
pedagógicos. 9. ed. São Paulo: Loyola, 1998.
BERGER, Kathleen Stassen. O desenvolvimento da pessoa: da infância à
adolescência. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
BRASIL. Ministério da Educação. O processo de integração escolar dos alunos
portadores de necessidades educativas especiais no Sistema Educacional
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Brasileiro. Brasília: SEESP, 1995.
BRASIL. Ministério da Saúde. Guia alimentar para a população brasileira:
promovendo a alimentação saudável. Brasília: Ministério da Saúde, 2006.
CARVALHO, Rosita Edler. Temas em educação especial. Rio de Janeiro: WVA,
2003.
CZINKOTA, Michael R. Marketing: as melhores práticas. Porto Alegre: Bookman,
2001.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática
educativa. São Paulo: Paz e Terra, 2005.
HARLAN, Jean D.; RIVKIN, Mary S. Ciências na Educação Infantil: uma
abordagem integrada. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2002.
IRALA, Clarissa Hoffman; FERNANDEZ, Patrícia Martins. A escola promovendo
hábitos alimentares saudáveis: caderno de atividades. Brasília: UNB, 2001.
KISHIMOTO, Tizuko Morchida. Jogos, brinquedo, brincadeiras e a educação. 3.
ed. São Paulo: Cortez, 1999.
KOTLER, Philip et al. Administração de marketing. 12 ed. São Paulo: Prentice
Hall, 2006.
KOTLER, Philip. Marketing de A a Z: 80 conceitos que todo profissional precisa
saber. Rio de Janeiro: Campus, 2003.
KOTLER, Philip. Marketing para o século XXI: como criar, conquistar e dominar
mercados. 11. ed. São Paulo: Futura, 2002.
LEBEDEFF, Tatiana Bolivar; PEREIRA, Isabella Lima e Silva. Educação
Especial: Olhares Interdisciplinares. Passo Fundo: UPF, 2005.
LEME, Maria José Paes; PERIM, Maria da Luz. 1, 2... feijão com arroz!
Educação alimentar. Campinas: Mercado de Letras, 1997.
LOCKMANN, Adriana et al. Jogos de Ensinar: Instrumentos de Ensino e
aprendizagem na Educação Alimentar. Porto Alegre: Nova Prova, 2010.
MALUF, Angela Cristina Munhoz. Brincar: prazer e aprendizado. 2 ed. Petrópolis:
Vozes, 2003.
MARANHÃO, Diva. Ensinar brincando: a aprendizagem pode ser uma grande
brincadeira. 2 ed. Rio de Janeiro: Wak, 2003.
RADAELLI, Patrícia. Educação Nutricional para alunos do ensino fundamental.
Brasília: UNB, 2001.
RIVERA, Evelyn Del Carmen Lorca. Incentivo à alimentação infantil de maneira
saudável e divertida: dicas práticas desde o nascimento. São Paulo: Metha,
2008.
SANTOS, Santa Marli Pires; CRUZ, Dulce Regina Mesquita. Brinquedo e
infância: um guia para pais e educadores em creche. Petrópolis: Vozes, 2004.
TUCUNDUVA, Sonia Philippi. Pirâmide dos Alimentos: fundamentos básicos da
nutrição. São Paulo: Manole, 2007.
VITOLO, Márcia Regina. Nutrição: da gestação ao envelhecimento. Rio de
Janeiro: Rubio, 2008.
WOEHLERT, Aline P. et al. Nutrição e Pedagogia - O Caminho do Sucesso à
Educação Alimentar e Nutricional em Escolas de Educação Infantil. Porto Alegre:
Nova Prova, 2007.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
NUT296
Nutrição e Dietética
Elaboração de cardápio baseado na pirâmide dos alimentos. Elaboração de
preparações culinárias. Bases para elaboração de cardápios para o indivíduo
sadio. Avaliação da qualidade nutricional de cardápios. Software de nutrição.
DOMENE, S. M. A. Técnica Dietética – Teoria e aplicações. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2011.
NEPA. Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação. TACO- Tabela
brasileira de composição de alimentos. 2. ed. São Paulo: Unicamp, 2006.
41
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
PINHEIRO, A. B. V.; LACERDA, E. M. A. Tabela de avaliação de consumo
alimentar em medidas caseiras. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2000.
EVANGELISTA, J. Alimentos um estudo abrangente. São Paulo/Rio de
Janeiro/Belo Horizonte: Atheneu, 2001.
FAUSTO, M. A. Planejamento de dietas e da alimentação. Rio de Janeiro:
Revinter, 2003.
FRANCO, G. Tabela de composição química dos alimentos. 9. ed. São Paulo:
Atheneu, 1998.
FRANCO, G.; CHALOUB, S. R. Dietas e receitas. Valores calóricos e
propriedades gerais dos alimentos. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 1992.
IBGE. Estudo Nacional da Despesa Familiar. ENDEF. Tabela de composição de
alimentos. 5. ed. Rio de Janeiro: DEDIT/CDDI, 1999.
KINTON, R.; CESERANI, V.; FOSKETT, D. Enciclopédia de serviços de
alimentação. São Paulo: Varela, 1999.
LUNA, N. M. M. Técnica dietética, pesos e medidas em alimento. Cuiabá: UFMT,
1995.
MAHAN, L. K.; ESCOTT-STUMP, S. Krause: Alimentos Nutrição e Dietoterapia.
11. ed. São Paulo: Roca, 2005.
OLIVEIRA, J. E. D.; MARCHIN, J. S. Ciências nutricionais. São Paulo: Sarvier,
2000.
PALLAORO, H. T. M. Nutrição Molecular. Melhorando a Qualidade de Vida.
Petrópolis: Vozes, 1997.
TEICHMANN, I. M. Cardápios, Técnicas e Criatividade. 5. ed. Caxias do Sul:
EDUCS, 2000.
____. Tecnologia Culinária. Canela: EDUCS, 2000.
SAU108
Bromatologia
Conceituação de bromatologia. Carboidratos. Lipídios. Proteínas. Vitaminas.
Minerais. Bebidas alcoólicas. Bebidas não-alcoólicas. Água nos alimentos.
Pigmentos. Sabor e aroma dos alimentos. Rotulagem nutricional dos alimentos.
BELITZ, Hans-Dieter; GROSCH, Werner. Química de los alimentos. Zaragoza:
Acríbia, 1997.
BOBBIO, Florinda Orsatti; BOBBIO, Paulo A. Introdução à química de alimentos.
São Paulo: Varela, 1995.
RIBEIRO, Eliana; SERAVALLI, Elisena. Química de alimentos. São Paulo:
Edgard Blucher, 2007.
ARAÚJO, J. M. Química de alimentos: teoria e prática. Viçosa: UFV, 1999.
BOBBIO, Paulo A; BOBBIO, Florinda Orsatti. Química de processamento de
alimentos. São Paulo: Varela, 2001.
CECCHI, H. M. Fundamentos teóricos e práticos em análises de alimentos.
Campinas: Unicamp, 2003.
FRANCO, M. R. B. Aroma e sabor dos alimentos: temas atuais. São Paulo:
Varela, 2004.
ROLANDO, D. S. Alimentos e nutrição: introdução a bromatologia. Porto Alegre:
Artmed, 2002.
SGARBIERI, Valdomiro. Proteínas em alimentos protéicos. Propriedadesdegradações- modificações. São Paulo: Varela, 1996.
SILVA, D. J. Análise de alimentos: métodos químicos e biológicos. Viçosa: UFV,
1998.
WONG, Dominic S. Química de los alimentos. Mecanismos y teoria. Zaragoza:
Acribia, 1989.
Revista Ciência e Tecnologia de Alimentos. Campinas: Sociedade Brasileira de
Ciência e Tecnologia de Alimentos, 1981.
Revista Higiene Alimentar. São Paulo: Impress, 1982.
42
4º Semestre
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
NUT262
Avaliação Nutricional
Conceitos básicos em avaliação nutricional. Antropometria e composição
corporal. Métodos de inquéritos dietéticos. Parâmetros bioquímicos na avaliação
do estado nutricional. Semiologia nutricional. Diagnóstico nutricional e método de
evolução no prontuário. Métodos subjetivos de triagem e avaliação nutricional.
Cálculo de necessidade energética. Avaliação e diagnóstico nutricional infantil.
Aulas e atividades práticas.
DUARTE, Antonio Cláudio Goulart. Avaliação nutricional: aspectos clínicos e
laboratoriais. São Paulo: Atheneu, 2007.
MARTINS, Cristina. Avaliação do estado nutricional e diagnóstico. Curitiba:
Nutroclinica, 2008.
ROSA, Glorimar. Avaliação nutricional do paciente hospitalizado: uma
abordagem teórico-prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
ROSSI, Luciana; CARUSO, Lúcia. Avaliação nutricional: novas perspectivas. São
Paulo: Rocca, 2009.
ACCIOLY, Elizabeth. Nutrição em obstetrícia e pediatria. Rio de Janeiro: Cultura
Médica, 2002.
BABIAK, Regina Vilela. Introdução ao diagnóstico nutricional. São Paulo:
Atheneu, 1997.
BRASIL, M. S. CD-ROM. Vigilância alimentar e nutricional – SISVAN:
Orientações básicas para a coleta, o procedimento a análise de dados e a
informação em serviços de saúde. 2004.
BRASIL, M. S. Vigilância alimentar e nutricional – SISVAN: orientações básicas
para a coleta, o procedimento, a análise de dados e a informação em serviços de
saúde. 2004.
BRASIL, M.S. www.saude.gov.br/sisvan
CHEMIN-MURA. Tratado de alimentação, nutrição e dietoterapia. São Paulo:
Roca, 2007.
COSTA, Roberto Fernandes. Composição corporal: teoria e prática da avaliação.
São Paulo: Manole, 2001.
CUPPARI, Lílian. Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto. São Paulo:
Manole, 2002.
DUARTE, Antônio Cláudio. Semiologia imunológica nutricional. São Paulo: Axcel
Books, 2003.
FISBERG, Regina Mara; SLATER, Betzabeth; MARCHIORO, Dirce Maria Lobo.
Inquéritos alimentares: métodos e bases científicas. Barueri: Manole, 2005.
GUEDES, D. P.; GUEDES, J. E. R. P. Crescimento, composição corporal e
desempenho motor de crianças e adolescentes. São Paulo: CLR Balieiro, 2000.
GUEDES, D. P.; GUEDES, Joana Elizabete Ribeiro Pinto. Controle de peso
corporal: composição corporal, atividade física e nutrição. Londrina: Midiograf,
1998.
HEYWARD, Vivian H.; STOLARCZYK, Lisa M. Avaliação da composição corporal
aplicada. São Paulo: Manole, 2000.
ISOSAKI, Mitsue. Manual de dietoterapia e avaliação nutricional: serviço de
nutrição e dietética do Instituto do Coração HCFMUSP. São Paulo: Atheneu,
2009.
MAHAN, Kathleen; ESCOTT STUMP, Silvia. Krause: alimentos nutrição e
dietoterapia. 11. ed. São Paulo: Roca, 2006.
MARTINS, Cristina; MOREIRA, Silvana; PIEROSAN, Simone. Interação droga &
nutriente. 2. ed. Curitiba: Nutroclinica, 2003.
McARDLE, W. D.; KATCH F. L.; KATCH V. L. Fisiologia do exercício: energia,
nutrição e desenvolvimento humano. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1998.
43
MILLER, Otto. Laboratório para o clínico. São Paulo: Atheneu, 1998.
Nutrisaber 1. Coleção GANEP Mestres da Educação. Avaliação nutricional do
adulto na prática clínica. [RECURSO ELETRÔNICO].
POLLOCK, Michael L.; WILMORE, Jack H. Exercícios na saúde e na doença:
Avaliação nutricional e prescrição para prevenção e reabilitação. 2. ed. Rio de
Janeiro: MEDSI, 1993.
VASCONCELOS, Sandra Mary Lima. Manual de avaliação nutricional de
enfermos nas diversas etapas da vida. Alagoas: EDUFAL, 2003.
VASCONSELOS, F. A. G. Avaliação nutricional de coletividades. 3. ed.
Florianópolis: UFSC, 2000.
VITOLO, Márcia Regina. Nutrição: da gestação à adolescência. Rio de Janeiro:
Reichmann & Affonso Editores, 2003.
WAITZBERG, Dan Linetzky. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica.
4. ed. São Paulo: Atheneu, 2009.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
NUT263
Nutrição no Ciclo da Vida I
Nutrição na gestação. Nutrição na lactação. Aleitamento materno. Nutrição para
crianças menores de dois anos.
ACCIOLY, Elisabeth; SAUNDERS, Cláudia; LACERDA, Elisa Maria de Aquino.
Nutrição em obstetrícia e pediatria. 2 ed. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 2009.
CARVALHO, Marcus Renato de Tavares; MUSSA, Luís Alberto. Amamentação:
bases científicas. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
VASCONCELOS, Maria Josemere Borba et al. Nutrição Clínica: obstetrícia e
pediatria. Rio de Janeiro: Medbook, 2011.
BRASIL. Ministério da Saúde. Guia alimentar para crianças menores de dois
anos. Brasília: Ministério da Saúde, 2010.
Douglas, Carlos Roberto. Fisiologia aplicada à nutrição. 2 ed. São Paulo: Robe,
2006.
DUARTE, Antonio Cláudio Goulart. Avaliação nutricional: aspectos clínicos e
laboratoriais. São Paulo: Atheneu, 2007.
EUCLYDES, Marilene Pinheiro. Nutrição do lactente. Base cientifica para uma
alimentação adequada. 2 ed. Viçosa: UFV, 2000.
FEFERBAUM, Rubens; FALCÃO, Mário Cícero. Nutrição do recém-nascido. São
Paulo: Atheneu, 2005.
VITOLO, Márcia Regina. Nutrição da gestação à adolescência. Rio de Janeiro:
Reichmann & Affonso, 2003.
VITOLO, Márcia Regina. Nutrição: da gestação ao envelhecimento. Rio de
Janeiro: Rubio, 2008.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
NUT280
Interação entre Fármacos e Nutrientes
Farmacologia. Alimentos, medicamentos e suas interações. Interações
provocadas por fármacos em patologias específicas. Fármacos e dietoterapia.
CARDOSO, S. P.; MARTINS, C. Interações droga-nutriente. Paraná: Nutro
Clínica, 2003.
COZZOLINO, Silvia M. Franciscato. Biodisponibilidade de nutrientes. 2. ed. São
Paulo: Manole, 2007.
PRISTA, L. N. Tecnologia farmacêutica. 5. ed. Lisboa: Fundação Calouste
Gulbenkian, 1995.
ANVISA: Agência Nacional de Vigilância Sanitária: www.anvisa.gov.br
CUPPARI, L. Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto. Guias de medicina
ambulatorial e hospitalar. São Paulo: Manole, 2002.
44
DEF - Dicionário de especialidades farmacêuticas. Rio de Janeiro: Epuc, 2006.
DOUGLAS, Carlos Roberto. Tratado de fisiologia aplicado à nutrição. São Paulo:
Robe, 2002.
EVANGELISTA, J. Alimentos um estudo abrangente. São Paulo: Atheneu, 1994.
KRAUSE, M. V.; MAHAN, L. K. Alimentos, nutrição e dietoterapia. São Paulo:
Rocca, 1984.
Ministério da Saúde: www.saude.gov.br
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
NUT297
Nutrição, Saúde e Comunidade
Reflexões sobre saúde coletiva. Didática na educação em nutrição.
Fundamentos do comportamento alimentar. Terapia analítico-comportamental.
Estratégia de educação em nutrição para gestantes, lactantes e lactentes. Ações
e atividades de educação em saúde na comunidade.
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa.
São
LINDEN, S. Educação nutricional: algumas ferramentas de ensino. São Paulo:
Varela, 2005.
NENO, S. Análise funcional: definição e aplicação na terapia analíticocomportamental. In: Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva
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VITOLO, M. R. Nutrição: da gestação à adolescência. Rio de Janeiro:
Reichmann & Affonso, 2003.
ACCIOLY, E.; SAUNDERS, C.; LACERDA, E. M. de A. Nutrição em obstetrícia e
pediatria. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 2002.
BRASIL. Ministério da Saúde. Dez passos para uma alimentação saudável para
crianças brasileiras menores de 2 anos. Brasília: Ministério da Saúde, 2010.
Disponível em: http://nutricao.saude.gov.br/sistemas/Enpacs/
BRASIL. Ministério da Saúde. ENPACS: Estratégia Nacional Para Alimentação
Complementar Saudável. Caderno do Tutor. Rede Internacional em Defesa do
Direito
BRASIL. Ministério da Saúde. Guia alimentar para crianças menores de 2 anos.
Brasília: Ministério da Saúde, 2002.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de
Atenção Básica. Saúde da criança: nutrição infantil: aleitamento materno e
alimentação complementar. (Cadernos de Atenção Básica, n. 23). Brasília:
Ministério
da
Saúde,
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Disponível
em:
http://nutricao.saude.gov.br/sistemas/Enpacs/
CTENAS, M. L. de B.; VITOLO, M. R. Crescendo com saúde. São Paulo: C2
Consultoria em Nutrição, 1999.
de Amamentar. (Série F. Comunicação e Educação em Saúde) Brasília:
Ministério
da
Saúde,
2010.
Disponível
em:
http://nutricao.saude.gov.br/sistemas/Enpacs/
de norte a sul. Campinas: Mercado de Letras, 1997.
FREIRE, P. Educação e mudanças. 26. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1991.
LEME, M. J. P.; PERIN, M. L. F. Um, dois, feijão com arroz: a alimentação no
Brasil.
NUT298
Psicologia e Nutrição
Psicologia e desenvolvimento. Saúde e processos de adoecer. Aspectos
psicológicos dos transtornos alimentares e obesidade. Comunicação e saúde.
45
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
BERGER, K. S. O desenvolvimento da pessoa: da infância a adolescência. Rio
de Janeiro: LTC, 2003.
EIZIRIK, Cláudio Laks. O ciclo da vida humana: uma perspectiva psicodinâmica.
Porto Alegre: Artmed, 2001.
MALDONADO, Maria Tereza. Recursos de relacionamento para profissionais de
saúde: a boa comunicação com clientes e seus familiares em consultório,
ambulatório e hospitais. Ribeirão preto: Novo Conceito, 2009.
PHILIPPI, Sonia Tucunduva; ALVARENGA, Marle. Transtornos alimentares: uma
visão nutricional. Barueri: Manole, 2004.
ANGERAMI-CAMON, Valdemar Augusto (Org.). Psicologia hospitalar: teoria e
prática. São Paulo: Pioneira, 2002.
ASHNER, Laurie. Quando os pais amam demais. São Paulo: Saraiva, 1993.
CERVENY, Ceneide Maria de Oliveira (Org.). Família e... comunicação, divórcio,
mudança, resiliência, deficiência, lei, bioética, doença, religião e drogadição. São
Paulo: Casa do Psicólogo, 2004.
CZERESNIA, Dina; FREITAS, Carlos Machado de (Orgs.) Promoção da Saúde:
conceitos, reflexões, tendências. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2003.
HERSCOVICI, Cecile. A escravidão das dietas. Porto Alegre: Artes Médicas,
1997.
KOVÁCS, M. J. Morte e existência humana: caminhos de cuidados e
possibilidades de intervenção. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
MELLO FILHO, Júlio. Psicossomática hoje. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992.
QUAYLE, Julieta; LUCIA, Mara Cristina Souza de (Org.). Adoecer: as interações
do doente com sua doença. São Paulo: Atheneu, 2003.
VIORST, Judith. Perdas necessárias. São Paulo: Melhoramentos, 1997.
NUT299
Recomendações Nutricionais
Fundamento teórico das Dietary Reference Intakes (DRIs). Inquéritos dietéticos.
Recomendações nutricionais de acordo com os ciclos de vida. Usos e aplicações
das ingestões dietéticas de referência (DRIs). Análise crítica das DRIs:
recomendações nutricionais, aspectos metodológicos e aplicabilidade em
populações.
COZZOLINO, Silvia M. Franciscato. Biodisponibilidade de nutrientes. São Paulo:
Manole, 2005.
CUPPARI, Lílian. Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto. São Paulo:
Manole, 2002.
FISBERG, R. M.; SLATER, B.; MARCHIONI, D. M. L.; MARTINI, L. A. Inquéritos
alimentares: métodos e bases científicos. São Paulo: Manole, 2005.
INTERNATIONAL LIFE SCIENCES. Usos e aplicações das “Dietary Reference
Intakes” DRIs.
São
Paulo:
ILSI
Brasil,
2001.
Disponível
em:
http://www.sban.com.br/educacao/pesquisa
FISBERG, R. M.; SLATER, B.; MARCHIONI, D. M. L. Como estimar a
probabilidade de adequação e inadequação da ingestão dos nutrientes? In:
Revista Nutrição em Pauta 2003, 11(58): 29-33.
FISBERG, R. M.; SLATER, B. V.; MARCHIONI, D. M. L.; MARTINI, L. A. New
dietary recommendations. In: Revista Brasileira de Nutrição Clínica 2003;
18(2):81-86. Disponível em: http://www.sbnpe.com.br/20050815333/volume-18numero-2-04-05-e-06-de-2003/new-dietary-recommendations/menu-id-32.html
MARCHIONI, D. M.; FISBERG, R. M.; VILLAR, B. S. As novas recomendações
nutricionais: DRIS. Nutrição em Pauta 10(53):34-40, 2002.
MARCHIONI, D. M. L.; SLATER, B.; FISBERG, R. M. F. Estimando a adequação
da ingestão de nutrientes em indivíduos utilizando as Dietary Reference Intakes
– DRIs. In: Revista de Nutrição 2004; 17(2): 207-216.
SLATER, B.; PHILLIPI, S. T.; MARCHIONI, D. M. L.; FISBERG, R. M. Estimando
46
a prevalência de inadequação na ingestão de nutrientes. In: Revista Saúde
Pública, 2004; 38(4):599-605.
Site: www.nap.edu.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
5º Semestre
Código
Disciplina
Ementa
SAU110
Epidemiologia
Histórico, definição, objetivos e aplicações da epidemiologia. Saúde e doença.
Indicadores de saúde. Transição demográfica e epidemiológica. Vigilância
epidemiológica. Investigação epidemiológica. Delineamentos de pesquisa.
ALMEIDA FILHO, N; ROUQUAYROL, M. Z. Introdução à epidemiologia. Rio de
Janeiro: Medsi, 2002.
PEREIRA, M. G. Epidemiologia teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2002.
ROUQUAYROL, M. Z; FILHO, N. A. Epidemiologia e saúde. Rio de Janeiro:
Medsi, 1999.
CADERNOS DE SAÚDE PÚBLICA – ENSP. Rio de Janeiro: Escola Nacional de
Saúde Pública / Fundação Oswaldo Cruz, 1985.
FLETCHER, R. H; FLETCHER, S. W; WAGNER, E. H. Epidemiologia clínica:
elementos essenciais. Porto Alegre: Artmed, 1996.
MEDRONHO, R. A; CARVALHO, D. M. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu,
2003.
Revista de Saúde Pública. São Paulo: Faculdade de Saúde Pública, 1967.
HULLEY, S. B. Delineando pesquisa clínica: uma abordagem epidemiológica.
Porto Alegre: Artmed, 2003.
JEKEL, J. F; KATZ, D; ELMORE, J. G. Epidemiologia, bioestatística e medicina
preventiva. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.
SAU124
Patologia Geral
Introdução à patologia. Lesões teciduais. Pigmentos. Distúrbios circulatórios.
Inflamação. Cura e reparo. Distúrbios locais do crescimento e da diferenciação
celular. Neoplasia. Carcinogênese.
BRASILEIRO FILHO, G et al. Bogliolo patologia geral. Rio de Janeiro:
Guanabara koogan, 2009.
MONTENEGRO, M. R; FRANCO, M. Patologia: processos gerais. São Paulo:
Atheneu, 1999.
COTRAN, R. S; KUMAR, V; COLLINS, T. Robbins. Patologia estrutural e
funcional. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
KUMAR, Vinay; COTRAN, Ramzi S; ROBBINS, Stanley L. Patologia básica. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 1994.
RUBIN, E. Patologia: bases clinicopatológicas da medicina. Rio de Janeiro:
Guanabara koogan, 2006.
CHANDRASOMA, P; TAYLOR, C. R. Patologia básica. Rio de Janeiro: Prentice
Hall do Brasil, 1993.
CORMACK, David H. Histologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995.
GARTNER, Leslie P; HIATT, James L. Tratado de histologia em cores. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.
NUT267
Nutrição no Ciclo da Vida II
Alimentação da primeira infância. Alimentação da segunda infância. Alimentação
do adolescente. Alimentação do idoso.
47
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
MAHAN, L. Kathleen; ESCOTT-STUNP, Sylvia. Krause: alimentos nutrição e
dietoterapia. São Paulo: Roca, 2005.
SILVA, Sandra M. C. S.; MURA, Joana D. P. Tratado de alimentação, nutrição e
dietoterapia. 2 ed. São Paulo: Rocca, 2010.
VITOLO, Márcia R. Nutrição: da gestação à adolescência. Rio de Janeiro:
Reichmann&Affonso, 2003.
BUSNELLO, Fernanda Michelin. Aspectos nutricionais no processo do
envelhecimento. São Paulo Atheneu, 2007.
CTENAS, Maria Luiza B.; VITOLO, Márcia G. Crescendo com saúde. São Paulo:
C2 Consultoria em Nutrição, 1999.
OLIVEIRA, James Dutra de. E; MARCHINI, J. Sergio. Ciências nutricionais. São
Paulo: Sarvier, 2000.
PECKENPAUGH, Nancy J.; POLEMAN, M. Charlotte. Nutrição essência e
dietoterapia. São Paulo: Roca, 1997.
PRIORE, Eloiza, Silvia et al. Nutrição e saúde na adolescência. São Paulo:
Rubio, 2010.
Revista de Nutrição. Campinas: Puccamp, 1988.
SHILLS, E. Maurice, James A.; SHIKE, Moshe; ROSS, A. Catharine. Tratado de
nutrição moderna na saúde e na doença. São Paulo: Manole, 2003.
SIZER, Frances; WHITNEY, Eleanor. Nutrição: conceitos e controvérsias.
Barueri: Manole, 2003.
VITOLO, Márcia Regina. Nutrição: da gestação à adolescência. Rio de Janeiro:
Reichmann & Affonso, 2003.
NUT273
Qualidade de Alimentos
Qualidade de alimentos. Análise sensorial. Codex Alimentarius. Sistema de
análise de perigos e pontos críticos de controle. Outros programas de qualidade.
DUTCOSKY, Silvia Deboni. Análise Sensorial de Alimentos. 3 ed. Curitiba:
Champagnat. 2011.
SILVA JUNIOR, E. A. Manual de controle higiênico-sanitário de alimentos. 6 ed.
São Paulo: Varela, 2008.
TONDO, Eduardo Cesar; BARTZ, Sabrina. Microbiologia e sistemas de gestão
da segurança de alimentos. Porto Alegre: Sulina, 2011.
ALMEIDA, Tereza Cristina Avancini. Avanços em análise sensorial. São Paulo:
Varela, 1999.
ANZALDÚA-MORALES, Antonio. La evolución sensorial de los alimentos em la
teoría y la práctica. Zaragoza: Acribia, 1994.
BERTOLINO, Marco Túlio. Gerenciamento da qualidade na indústria alimentícia.
Porto Alegre: ARTMED, 2010.
GERMANO, Pedro Manuel Leal; GERMANO, Maria Izabel Simões. Higiene e
Vigilância Sanitária de Alimentos. 4 ed. Barueiri: Manole, 2011.
GIORDANO, Jóse Carlos. Análise de perigos e pontos críticos de controle:
APPCC. 2 ed. Campinas: SBCTA, 2007.
GONÇALVES, Juliane Dias. Implementação de Sistemas da Qualidade e
Segurança dos Alimentos. Campinas: SBCTA, 2011.
INTERNATIONAL ASSOCIATION OF MILK, FOOD AND ENVIRONMENTAL
SANITARIANS. Guia de procedimentos para implantação do método de análise
de perigos e pontos críticos de controle. São Paulo: Ponto Crítico, 1997.
LAMPRECHT, James; RICCI, Renato. Padronizando o sistema da qualidade na
hotelaria mundial: como implementar a ISO 9000 e ISO 14000 em hotéis e
restaurantes. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2001.
MANZALLI, Priscila Ventura. Manual para serviços de alimentação:
implementação, boas práticas, qualidade e saúde. São Paulo: Metha, 2006.
MINIM, Valério Paula Rodrigues. Análise Sensorial: estudos com consumidores.
48
Viçosa, MG: UFV. 2010.
PROENÇA, Rossana Pacheco Da Costa et al. Qualidade Nutricional e Sensorial
na Produção de Refeições. Florianópolis: UFSC, 2005.
SCHILLING, Magali. Qualidade em nutrição: métodos de melhorias contínuas ao
alcance de indivíduos e coletividades. 3 ed. São Paulo: Varela, 2008.
UNIÃO INTERNACIONAL DAS SOCIEDADES DE MICROBIOLOGIA. APPCC na
qualidade e segurança microbiológica de alimentos: análises de perigos e pontos
críticos de controle para garantir a qualidade e a segurança microbiológica de
alimentos. São Paulo: Varela, 1997.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
NUT300
Políticas e Gestão em Saúde Coletiva
Saúde coletiva. Sistema de saúde no Brasil. Planejamento e gestão do Sistema
Único de Saúde. Políticas de atenção à saúde. Sistema de informação em
saúde.
ANDRADE, S. M.; SOARES, D. A.; CORDINI Jr., L. Bases da saúde coletiva.
São Paulo: UEL-Abrasco, 2001.
BERTOLLI FILHO, Cláudio. História da saúde pública no Brasil. 4. ed. São
Paulo: Ática, 2000.
CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa. Tratado de saúde coletiva. São Paulo:
Hucitec, 2006.
MERHY, Emerson Elias; CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa; CECILIO, Luiz
Carlos de Oliveira. Inventando a mudança na saúde. São Paulo: Hucitec, 2005.
ANDRADE, L. O. M; BARRETO, I. C. H. C. SUS passo a passo: história,
regulamentação, financiamento, políticas nacionais. 2. ed. Hucitec, 2007.
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Legislação de Saúde). Brasília: Ministério da Saúde, 2006. Disponível em:
http://portal.saude.gov.br/portal/saude/cidadao/area.cfm?id_area=1114
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria Executiva. Coordenação de Apoio à
Gestão Descentralizada. Diretrizes operacionais para os pactos pela vida, em
defesa do SUS e de gestão. (Série A. Normas e Manuais Técnico). Brasília:
Ministério
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Saúde,
2006.
Disponível
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dtr2001.saude.gov.br/editora/produtos/livros/pdf/06_0257_M.pdf
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Janeiro:
Ministério
da
Saúde,
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Disponível
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portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/gestao_municipal_de_saude.pdf
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Política Nacional
de Humanização da Atenção e Gestão do SUS. Clínica ampliada e
compartilhada. (série B. Textos Básicos de Saúde). Brasília: Ministério da Saúde,
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Disponível
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http://bvsms.saude.gov.br/bvs/humanizacao/pub_destaques.php
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Núcleo Técnico
da Política Nacional de Humanização. Clínica ampliada, equipe de referência e
projeto terapêutico singular. 2. ed. (Série B. Textos Básicos de Saúde). Brasília:
Ministério
da
Saúde,
2008.
Disponível
em:
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/humanizacao/pub_destaques.php
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Política Nacional
de Humanização da Atenção e Gestão do SUS. O HumanizaSUS na atenção
básica. (Série B. Textos Básicos de Saúde). Brasília: Ministério da Saúde, 2009.
Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/humanizacao/pub_destaques.php
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Política nacional
de alimentação e nutrição. Brasília: Ministério da Saúde, 2003.
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subsídios para a programação da assistência ambulatorial e hospitalar. Brasília:
Ministério
da
Saúde,
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Disponível
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www.opas.org.br/servico/Arquivos/Sala2180.pdf
CAMPOS, Gastão Wagner de Souza. A saúde pública e a defesa da vida. São
Paulo: Hucitec, 2006.
CAMPOS; Gastão Wagner de Sousa; GUERRERO, André Vinicius Pires. Manual
de práticas de atenção básica: saúde ampliada e compartilhada. São Paulo:
Hucitec, 2008.
CAMPOS, Gastão Wagner de Souza. Saúde pública e saúde coletiva: campo e
núcleo de saberes e práticas. Sociedade e Cultura, v. 3, n. 1 e 2, jan/dez. 2000,
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http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S141381232000000200002&script=sci_arttext
CASTRO, Josué de. Geografia da fome. Rio de Janeiro: Antares, 1984.
COSTA, E. M. A.; CARBONE, M. H. Saúde da família: uma abordagem
interdisciplinar. Rio de Janeiro: Rubio, 2004.
CUNHA, Gustavo Tenório. A construção da clínica ampliada na atenção básica.
3. Ed. São Paulo: Hucitec, 2010.
GARCIA, E. M. Atendimento sistematizado em nutrição. São Paulo: Atheneu,
2002.
GOUVEIA, E. L. C. Nutrição, saúde e comunidade. 2. ed. Rio de Janeiro:
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MONTEIRO, C. A. Velhos e novos males da saúde no Brasil: a evolução do país
e suas doenças. 2. ed. São Paulo: Hucitec-Nupens, 2000.
PAIM, Jairnilson; TRAVASSOS, Claudia; ALMEIDA, Celia; BAHIA, Ligia;
MACINKO, James. O sistema de saúde brasileiro: história, avanços e desafios.
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cotidiano, saberes e práticas em saúde. 4. ed. Rio de Janeiro: IMS/UERJ CEPESC - ABRASCO, 2007.
____. Gestão em redes: práticas de avaliação, formação e participação na
saúde. Rio de Janeiro: CEPESC, 2006.
SCLIAR, Moacir. História do conceito de saúde. PHYSIS: Rev.Saúde Coletiva.
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SILVA JUNIOR, Aluísio Gomes da. Modelos tecnoassistenciais em saúde: o
debate no campo da saúde coletiva. São Paulo: Hucitec, 1998.
SILVA, Silvio Fernandes Da (Org.) Redes de atenção à saúde no SUS: o pacto
pela saúde e redes regionalizadas de ações de serviços de saúde. São Paulo:
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SOUZA, Renilson Rehem de. O sistema público de saúde brasileiro. Brasília:
Ministério
da
Saúde,
2002.
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www.opas.org.br/observatorio/arquivos/Sala299.pdf
TADDEI, José Augusto de A. C. et al. Nutrição em saúde pública. Rio de Janeiro:
Rubio, 2011.
VASCONCELOS, E. M. A saúde nas palavras e nos gestos: reflexões da rede
educação popular e saúde. São Paulo: Hucitec, 2001.
Código
Disciplina
Ementa
NUT301
Estágio em Alimentação Escolar
Programa nacional de alimentação escolar. Diagnóstico para desenvolvimento
de estratégias de educação em nutrição. Planejamento do programa de
educação alimentar e nutricional. Avaliação de estratégias educativas.
50
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
FAGGIOLI, D.; NASSER, L. A. Educação nutricional na infância e adolescência:
planejamento, intervenção, avaliação e dinâmicas. São Paulo: RCN, 2006. 244p.
LINDEN, Sônia. Educação nutricional: algumas ferramentas de ensino. São
Paulo: Varela, 2005.
TUCUNDUVA, Sonia Philippi. Pirâmide dos Alimentos: Fundamentos Básicos da
Nutrição. São Paulo: Manole, 2007.
BERGER, Kathleen Stassen. O desenvolvimento da pessoa: da infância à
adolescência. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
BRASIL. Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação. Diretrizes
operacionais para o planejamento de atividades do Programa nacional de
alimentação escolar (PNAE). Brasília: Ministério da Educação, 2004. Disponível
em:
http://www.fnde.gov.br/programas/pnae/download/diretrizesoperacionais_pnae.p
df. Acesso em 20 out.2005.
____. Guia alimentar para a população brasileira. Brasília: Ministério da Saúde,
2004.
____. Ministério da Educação. O processo de integração escolar dos alunos
portadores de necessidades educativas especiais no Sistema Educacional
Brasileiro. Brasília: SEESP, 1995.
____. Guia alimentar para a população brasileira: promovendo a alimentação
saudável. Brasília: Ministério da Saúde, 2006.
GOUVEIA, Enilda L. C. Nutrição saúde e comunidade. 2. ed. Rio de Janeiro:
Revinter, 1999.
HARLAN, Jean D.; RIVKIN, Mary S. Ciências na Educação Infantil: Uma
abordagem integrada. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2002.
IRALA, Clarissa Hoffman; FERNANDEZ, Patrícia Martins. 2001. Manual para
escolas: A escola promovendo hábitos alimentares saudáveis. Brasília: Ministério
da Saúde. Disponível em: http://www.saúde.gov.br. Acesso em 21 jan.2003.
LEBEDEFF, Tatiana Bolivar; PEREIRA, Isabella Lima e Silva. Educação
Especial: Olhares Interdisciplinares. Passo Fundo: UPF Editora, 2005.
LEME, Maria José Paes; PERIM, Maria da Luz. 1, 2... feijão com arroz!
Educação alimentar. Campinas: Mercado de Letras, 1997.
LOCKMANN, Adriana et al. Jogos de Ensinar: Instrumentos de Ensino e
aprendizagem na Educação Alimentar. Porto Alegre: Nova Prova, 2010. 108p.
MAHAN, L. Kathleen; ESCOTT STUMP, Sylvia. Krause: Alimentos, Nutrição e
Dietoterapia. 11. ed. São Paulo: Roca, 2005.
RADAELLI, Patrícia. Educação Nutricional para alunos do ensino fundamental.
Brasília: UNB, 2001.
VITOLO, Márcia Regina. Nutrição: da gestação ao envelhecimento. Rio de
Janeiro: Rubio, 2008.
WOEHLERT, Aline P. et al. Nutrição e Pedagogia - O Caminho do Sucesso à
Educação Alimentar e Nutricional em Escolas de Educação Infantil. Porto Alegre:
Nova Prova.
NUT302
Fisiopatologia e Dietoterapia I
Dietas hospitalares. Fisiopatologia e dietoterapia do esôfago. Fisiopatologia e
dietoterapia do estômago. Fisiopatologia e dietoterapia do intestino.
Fisiopatologia e dietoterapia nas enfermidades do pâncreas. Fisiopatologia e
dietoterapia nas enfermidades do fígado. Fisiopatologia e dietoterapia nas
enfermidades da vesícula biliar. Fisiopatologia e dietoterapia no controle de peso
(obesidade e desnutrição). Fisiopatologia e dietoterapia nas patologias do
sistema endócrino. Fisiopatologia e dietoterapia nos transtornos alimentares.
Fisiopatologia e dietoterapia nas anemias.
51
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
6º Semestre
Código
Disciplina
Ementa
MAHAN, K.; ESCOTT-STUMP, S. Krause: alimentos nutrição e dietoterapia. 11.
ed. São Paulo: Roca, 2005.
SILVA, Sandra Maria Chemin Seabra da; MURA, Joana D'Arc Pereira. Tratado
de alimentação, nutrição e dietoterapia. 2.ed. São Paulo: Roca, 2010.
WAITZBERG, D. L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 4. ed.
São Paulo: Atheneu, 2009.
ANATOMICAL CHART COMPANY. Atlas de fisiopatologia. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2004.
AUGUSTO, A. L. et al. Terapia nutricional. São Paulo: Atheneu, 1999.
BEVILACQUA, F. Fisiopatologia clínica. Rio de Janeiro: Atheneu, 2004.
BODINSKI, L. H. Dietoterapia: princípios e prática. São Paulo: Atheneu, 1999.
CLAUDINO, Angélica de Medeiros; ZANELLA, Maria Teresa. Transtornos
alimentares. Barueri: Manole, 2005.
COTRAN, R. S.; KUMAR, V.; COLLINS, T. Patologia: bases patológicas das
doenças. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
COZZOLINO, S. M. F. Biodisponilidade de nutrientes. Barueri: Manole, 2005.
CUPPARI, L. Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto. 2. ed. São Paulo:
Manole, 2006.
DUARTE, Antonio Cláudio. Síndrome metabólica: semiologia, bioquímica e
prescrição nutricional. Rio de Janeiro: Axcel, 2005.
GOLDMAN, L.; AUSIELLO, D. Cecil: tratado de medicina interna. Rio de Janeiro:
Saunders-Elsevier, 2005.
GUYTON, A.; HALL, J. C. Tratado de fisiologia médica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2006.
KNOBEL, E.; OLIVEIRA, R. M. C.; CAL, R. G. R. Nutrição. São Paulo: Atheneu,
2005.
MARTINS, Cristina; MEYER, Savi; MARIMOTO, Imi. Manual de dietas
hospitalares. Curitiba: Nutroclinica, 2001.
MISZPUTEN, S. J. Guia de gastroenterologia. 2. ed. São Paulo: Manole, 2007.
NUNES, Maria Angélica et al. Transtornos alimentares e obesidade. 2. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2006.
OLIVEIRA, José Egídio Paulo de; MILECH, Adolpho. Diabetes mellitus: clínica,
diagnóstico tratamento multidisciplinar. São Paulo: Atheneu, 2004.
PECKENPAUGH, N.; POLEMAN, C. Nutrição essência e dietoterapia. 7. ed. São
Paulo: Roca, 1997.
PEMBERTON, C. M; GASTINEAU, C. F. Manual de dietas da clínica Mayo. São
Paulo: Roca, 1998.
REIS, N. T. Nutrição clínica: sistema digestório. Rio de Janeiro: Rubio, 2003.
RIELLA, M. C. Suporte nutricional, parenteral e enteral. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1993.
UBIN, E.; GORSTEIN, F.; RUBIN, R.; SCHWARTING, R.; STRAYER, D.
Patologia: bases clinicopatológicas da medicina. Rio de Janeiro: GuanabaraKoogan, 2006.
SHILS, M. et al. Tratado de nutrição moderna na saúde e na doença. São Paulo:
Manole, 2003.
SILBERNAGL, S.; LANG, F. Fisiopatologia: texto e atlas. Porto Alegre: Artmed,
2006.
EDU328
Língua Brasileira de Sinais
Introdução à língua de sinais. Alfabeto manual. Diálogos com estruturas
afirmativas, negativas e interrogativas. Expressões de quantificação e
intensidade. Descrição: narrativa básica.
52
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
CAPOVILLA, F. Dicionário trilíngue de libras. São Paulo: USP, 2001.
KARNOPP, Lodenir Becker; QUADROS, Ronice Muller. Língua de sinais
brasileira: estudos linguísticos. Porto alegre: Artimed, 2004.
SKLIAR, Carlos. A surdez: um olhar sobre as diferenças. São Paulo: Mediação,
2008.
LOPES. M. C. Redações de poderes no espaço multicultural da escola para
surdos. In.
QUADROS, Ronice Muller. Educação de surdos: a aquisição da linguagem.
Porto Alegre: Artimed, 1997.
OLIVEIRA, Luiza de Fátima Medeiros de. Formação docente na escola inclusiva:
diálogo como fio tecedor. Porto Alegre: Mediação, 2009.
SKLIAR, Carlos. Pedagogia (improvável) da diferença. E se o outro não
estivesse aí? Rio de Janeiro: Dp&A, 2003.
SKLIAR, C (org.). Educação e exclusão: abordagens sócio-antropológicas em
educação especial. Porto Alegre: Mediação, 1998.
THOMA, Adriana da Silva; KLEIN, Madalena (org.). Currículo e avaliação: a
diferença surda na escola. Santa Cruz do Sul: Edunisc, 2009.
NUT290
Gestão de Serviços em Alimentação I
Planejamento físico de serviços de alimentação. Planejamento físico e funcional
do serviço de alimentação hospitalar. Planejamento físico e funcional do setor de
preparo de sondas. Planejamento físico e funcional do lactário. Banco de leite
humano. Dimensionamento em unidade de alimentação e nutrição. Restaurantes
comerciais. Novos conceitos e tecnologias em serviços de alimentação.
ABREU, Edeli Simioni de; ZANARDI, Ana Maria Pinto; SPINELLI, Mônica Glória
Neumann de. Gestão de unidades de alimentação e nutrição: um modo de fazer.
São Paulo: Metha, 2003.
MEZOMO, Iracema de Franco Barros. Os serviços de alimentação: planejamento
e administração. São Paulo: Manole, 2002.
SILVA FILHO, Antônio Romão. Manual básico para planejamento e projeto de
restaurantes e cozinhas industriais. São Paulo: Varela, 1996.
TEIXEIRA, Suzana Maria Ferreira Gomes; OLIVEIRA, Zélia Milet Cavalcanti de
Oliveira; REGO, Josedira Carvalho do. et al. Administração aplicada às unidades
de alimentação e nutrição. São Paulo: Atheneu, 2000.
ABERC. Manual de práticas de elaboração e serviços de refeições para
coletividades. São Paulo: Associação Brasileira das Empresas de Refeições
Coletivas, 2003.
BOEGER, Marcelo Assad. Gestão em hotelaria hospitalar. São Paulo: Metha,
2005.
COZINHA PROFISSIONAL. São Paulo: Novos Editores Associados, 1989.
GALLEGO, Jesús Felipe. Manual práctico de restaurante. Madrid: Paraninfo,
2001.
KIMURA, Alice Yoshiko. Planejamento e administração de custos em
restaurantes industriais. São Paulo: Varela, 2003.
KINTON, Ronald; CESERANI, Victor; FOSKETT, David. Enciclopédia de serviços
de alimentação. São Paulo: Varela, 1999.
KNIGHT, John B; KOTSCHEVAR, Lendal H. Gestão, planejamento e operação
de restaurantes. São Paulo: Metha, 2005.
LOBO, Alexandre. Manual de estrutura e organização do restaurante comercial.
São Paulo: Atheneu, 1999.
MACULEVICIUS, Janete; RIBEIRO, Maria Antonia. Manual de organização do
lactário. São Paulo: Globo, 1985.
MEZOMO, Iracema de Franco Barros. A administração de serviços de nutrição.
São Paulo: Metha, 1994.
53
NEVES, Marcos Fava; CHADDAD, Fábio R; LAZZARINI, Sérgio G. Gestão de
negócios em alimentos. São Paulo: Thomson, 2003.
RIBEIRO, Sandra. Gestão e procedimentos para atingir qualidade: ferramentas
em unidades de alimentação e nutrição - UAN'S. São Paulo: Varela, 2005.
VIEIRA, Sebastião Ivone; MICHELS, Glaycon. Guia de alimentação para a
qualidade de vida do trabalhador. São Paulo: LTR, 2004.
WALKER, John R; LUNDBERG, Donald E. O restaurante: conceito e operação.
Porto Alegre: Bookman, 2003.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
NUT303
Nutrição em Saúde Coletiva
Formação profissional em saúde. Atuação do nutricionista na atenção primária
em saúde. Situação alimentar e nutricional no Brasil. Política nacional de
alimentação e nutrição. Política nacional de promoção da saúde e a educação
em saúde. Vigilância em Saúde. Ações de nutrição e saúde em diferentes
cenários coletivos.
CAMPOS, Gastão Wagner de Souza et al. Tratado de Saúde Coletiva. São
Paulo: Editora Hucitec; Rio de Janeiro: Fiocruz, 2006.
MERHY, Emerson Elias; CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa; CECILIO, Luiz
Carlos de Oliveira. Inventando a mudança na saúde. São Paulo: Hucitec, 2005.
TADDEI, José Augusto et al. Nutrição em Saúde Pública. Rio de Janeiro: Rubio,
2011.
ANDRADE, Selma Mafei; SOARES, Darli Antônio; CORDINI, Júnior Luís. Bases
da saúde coletiva. São Paulo: UEL – ABRASCO, 2001.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Política Nacional
de Alimentação e Nutrição. Brasília: Ministério da Saúde, 2003.
____. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Política Nacional
de Promoção da Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 60 p. Disponível
em: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/pactovolume7.pdf
____. Ministério da Saúde. Vigilância alimentar e nutricional – SISVAN:
orientações básicas para a coleta, o processamento, a análise e a informação
em serviços de saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2004.
COHN, Amélia. A saúde como direito e como serviço. 3. ed. São Paulo: Cortez,
2002.
COSTA, Elisa Maria Amorim; CARBONE, Maria Herminda. Saúde da família:
uma abordagem interdisciplinar. Rio de Janeiro: Rubio, 2004.
FERLA, Alcindo Antônio; FAGUNDES, Sandra Maria (Org.). O fazer em saúde
coletiva: inovações na organização da atenção à saúde no Rio Grande do Sul.
Porto Alegre: Dacasa , 2002.
FREITAS, Maria do Carmo. Agonia da fome. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2003.
GRISOTTI, Márcia; PATRÌCIO, Zuleica. A saúde coletiva entre discursos e
práticas. Florianópolis: UFSC, 2007.
INSTITUTO CIDADANIA. Projeto Fome Zero: uma proposta de política de
segurança alimentar para o Brasil. São Paulo: Instituto Cidadania, 2001.
LIMA, Eronides da Silva. Mal de fome e não de raça: gênese, constituição e ação
política da educação alimentar: Brasil 1934 – 1946. Rio de Janeiro: Fiocruz,
2000.
MAHAN, L. Kathleen; ESCOTT STUMP, Sylvia. Krause: alimentos nutrição e
dietoterapia. 11. ed. São Paulo: Rocca, 2005.
MONTEIRO, Carlos Augusto. Velhos e novos males da saúde no Brasil: a
evolução do país e suas doenças. 2. ed. São Paulo: Hucitec – Nupens, 2000.
NACIF, Marcia; VIEBIG, Renata Furlan. Avaliação antropométrica nos ciclos da
vida: uma visão prática. São Paulo: Metha, 2008.
ORNELLAS, Lieselotte Hoeschl. A alimentação através dos tempos.
Florianópolis: UFSC, 2000.
54
PEREIRA, Adriana Dall’Asta et al. Interfaces da educação para a saúde na
escola. Santa Maria: Centro Universitário Franciscano, 2009.
SCHWARTZ, Germano André Doederlein. Direito à saúde: efetivação em uma
perspectiva sistêmica. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2001.
SILVA, Margarida Maria Santana da; CAMPOS, Maria Teresa Fialho de Sousa.
Segurança alimentar e nutricional na atenção básica em saúde. Viçosa: da UFV,
2003.
VASCONCELOS, Eymar Mourão. A saúde nas palavras e nos gestos: reflexões
da rede educação popular e saúde. São Paulo: Hucitec, 2001.
VASCONCELOS, Francisco de Assis Guerra. Avaliação nutricional de
coletividades: textos de apoio didático. 3. ed. Florianópolis: UFSC, 2000.
VASCONCELOS, Sandra Mary Lima. Manual de avaliação nutricional de
enfermos nas diversas etapas da vida. 2. ed. Maceió: EDUFAL, 2003.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
NUT304
Estágo em Nutrição Clínica Social
Avaliação e diagnóstico nutricional nos ciclos da vida individuais e em grupo.
Recomendações nutricionais nos ciclos da vida. Alimentação equilibrada na
promoção da saúde para grupos e ou individuais. Aconselhamento nutricional
para grupos e ou individuais. Nutrição em condições clínicas específicas.
DUARTE, C. Antonio: Avaliação Nutricional, aspectos clínicos e laboratoriais.
São Paulo: Atheneu, 2007.
MAHAN, L. Kathleen; ESCOTT STUMP, Silvia. Krause: alimentos nutrição e
dietoterapia. 10. ed. São Paulo: Roca, 2002
VASCONCELOS, Maria Josemere Borba et al. Nutrição Clínica: Obstetrícia e
Pediatria. Rio de Janeiro: Medbook, 2011.
ACCIOLY, Elisabeth; SAUNDERS, Cláudia; LACERDA, Elisa Maria de Aquino.
Nutrição em obstetrícia e pediatria. 2 ed. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 2009.
CUPPARI, Lilian. Nutrição: nutrição clinica do adulto. 2. ed. São Paulo: Manole,
2009.
DELGADO, Artur Figueiredo; CARDOSO, Ary Lopes; ZAMBERLAN, Patrícia.
Nutrologia Básica e Avançada: Coleção Pediatria do Instituto da Criança.
Barueri: Manole, 2011.
MILLER, Otto. Laboratório para o clínico. 7. ed. São Paulo: Atheneu, 1999.
PALMA, Domingos; ESCRIVÃO, Maria Arlete Meil Schimith; OLIVEIRA,
Fernanda Luisa Ceragioli. Nutrição Clínica na Infância e na Adolescência.
Barueri: Manole, 2009.
São Paulo, 2010.
SILVA M, Sandra; MURA, P. Joana. Tratado de alimentação, nutrição &
dietoterapia.
Periódicos
Journal of Pediatric Gastroenterologia and Nutrition
Journal of Nutrition
Journal of Nutrition Education
Journal of the American Dietetic Association
NUT305
Fisiopatologia e Dietoterapia II
Nutrição enteral. Nutrição parenteral. Fisiopatologia e dietoterapia nas doenças
cardiovasculares. Fisiopatologia e dietoterapia nas doenças renais.
Fisiopatologia e dietoterapia doenças ósseas. Fisiopatologia e dietoterapia nas
doenças pulmonares. Nutrientes imunomoduladores. Fisiopatologia e
dietoterapia no paciente imunodeprimido. Fisiopatologia e dietoterapia no
55
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
pacientes queimados. Fisiopatologia e dietoterapia no câncer.
CHEMIN-MURA. Tratado de alimentação, nutrição e dietoterapia. São Paulo:
Roca, 2011.
MAHAN, Kathleen; ESCOTT STUMP, Silvia. Krause: alimentos nutrição e
dietoterapia. 11. ed. São Paulo: Roca, 2005.
WAITZBERG, Dan Linetzky. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica.
4. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. v.1 e 2.
Arquivos brasileiros de endocrinologia e metabologia
Coleção nutrição e metabolismo.
CUPPARI, L. Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto. São Paulo: Manole,
2006.
DE ANGELIS, R. C.; TIRAPEGUI, J. Fisiologia da nutrição humana: aspectos
básicos, aplicados e funcionais. São Paulo: Atheneu, 2007.
DUARTE, A. C. G. Avaliação nutricional: aspectos clínicos e laboratoriais . São
Paulo: Atheneu, 2007.
GOLDMAN, L.; AUSIELLO, D. Cecil tratado de medicina interna. Rio de Janeiro:
Elsevier, c2005.
GUYTON, A.; HALL, J. C. Tratado de fisiologia médica. 11. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2006.
IKEMORI, E. H. A. et al. Nutrição em oncologia. São Paulo: Lemar, 2003.
ISOSAKI, M.; CARDOSO, E. Manual de dietoterapia e avaliação nutricional:
serviço de nutrição e dietética do Instituto do Coração HCFMUSP. São Paulo:
Atheneu, 2004.
Journal of nutrition
Journal of nutrition. Bethesda: American Society for Nutritional Sciences, [19--]Journal of the american dietetic association. Chicago: American Dietetic
Association, 1925.
MARTINS, C.; MEYER, S.; MARIMOTO, I. Manual de dietas hospitalares.
Curitiba: Nutroclinica, 2001.
MARTINS, C.; MOREIRA, S. M.; PIEROSAN, S. R. Interações droga nutriente.
Curitiba: Nutro Clínica, c2003
MILLER, O. Laboratório para o clínico. 7. ed. São Paulo: Atheneu, 1999.
Revista de nutrição da Puccamp
RIELLA, Miguel Carlos; MARTINS, C. Nutrição e o rim. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2001.
SHILS, M.; OlSON, J.; SHIKE, M.; ROSS, C. Tratado de nutrição moderna na
saúde e na doença. 9. ed. São Paulo: Manole, 2003. v. 1 e 2.
WAITZBERG, Dan L. Dieta, nutrição e câncer. São Paulo: Atheneu, 2004.
SAU139
Tecnologia dos Alimentos
Tecnologia de alimentos. Conservação de alimentos. Tecnologia de frutas e
hortaliças. Tecnologia de leite e derivados. Tecnologia de carnes e derivados.
Tecnologia de cereais. Tecnologia de óleos e gorduras. Tecnologia do pescado.
FELLOWS, P. J. Tecnologia do processamento de alimentos. São Paulo:
Artmed, 2006.
HOSENEY, C. R. Princípios de ciência y tecnologia de los cereales. Zaragoza:
Acribia,
1991.
MORETTO, E; FETT, R. Tecnologia de óleos e gorduras vegetais na indústria de
alimentos. São Paulo: Varela, 1998.
AMIOT, Jean. Ciência y tecnologia de la leche. Zaragoza: Acríbia, 1991.
CALIL, Ricardo; AGUIAR, Jeanice. Aditivos em alimentos. São Paulo: Varela,
56
1999
CHEFTEL, Jean-Claude; CHEFTEL, Henri. Introducción a la bioquímica y
tecnología de los alimentos. Zaragoza: Acríbia, 1992.
EVANGELISTA, José. Alimentos: um estudo abrangente. São Paulo: Atheneu,
1994.
HOBBS, Betty; ROBERTS, Diane. Toxinfecções e controle higiênico-sanitário de
alimentos. São Paulo: Varela, 1999.
ORDONEZ, Juan A. et al. Tecnología de alimentos: componentes dos alimentos
e processos. São Paulo: Artmed, 2005. v. 1.
____. Tecnología de alimentos: alimentos de origem animal. São Paulo: Artmed,
2005.
OGAWA, Masayoshi. Manual de pesca. São Paulo: Varela, 1999.
POUZADA, A. Sérgio; CASTRO, A. Gomes. Embalagens para a indústria
alimentar. Lisboa: Instituto Piaget, 2003.
TERRA, Nelcindo Nascimento. Apontamentos de tecnologia de carnes. São
Leopoldo:
Unisinos, 1998.
TRONCO, Vânia Maria. Manual para inspeção da qualidade do leite. Santa
Maria: UFSM, 1997.
Ciência e Tecnologia de Alimentos. Campinas: Sociedade Brasileira de Ciência e
Tecnologia de Alimentos,1981.
Higiene Alimentar.
7º semestre
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
EDU250
Antropologia e Cosmovisão Franciscana
Antropologia filosófica e seu objeto de estudo. Pessoa humana numa perspectiva
histórica. Alteridade: reverência e cuidado. Cosmovisão franciscana.
BOFF, L. Saber cuidar: ética do humano-compaixão pela terra. Petrópolis:
Vozes, 2000.
BUZZI, A. R. Introdução ao pensar: o ser, o conhecer, a linguagem. Petrópolis:
Vozes, 1990.
____. Filosofia da vida: visão franciscana. Braga: Franciscana, 2000.
ARENDT, H. A condição humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1997.
BOFF, L. O despertar da águia: o dia-bólico e o sim-bólico na construção da
realidade. Petrópolis: Vozes, 1999.
____. A águia e a galinha. Petrópolis: Vozes, 2000.
CAYOTA, M. Semeando entre brumas: utopia franciscana e humanismo
renascentista: uma alternativa para a conquista. Petrópolis: Cepepal, 1992.
MERINO, J. A; FRESNEDA, F. M. Manual de filosofia franciscana. Petrópolis:
Vozes, 2006.
MERINO, J. A. Humanismo franciscano: franciscanismo e mundo atual.
Petrópolis: FFB, 1999.
VAZ, H. C. L. Antropologia filosófica I. São Paulo: Loyola, 1991.
NUT282
Trabalho Final de Graduação I
Diretrizes para elaboração do trabalho de conclusão do curso. Planejamento da
pesquisa.
Associação Brasileira de Normas Técnicas. Informação e documentação.
Referências. Elaboração. NBR 6023. Rio de Janeiro: ABNT, 2002.
FURASTÉ, Pedro Augusto. Normas técnicas para o trabalho científico:
explicitação das normas da ABNT. Porto Alegre: Dáctilo Plus, 2004.
HULLEY, Stephen B et al. Delineando a pesquisa clínica: uma abordagem
57
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
epidmeiológica. Porto Alegre: Artmed, 2001.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Informação e
documentação. Numeração progressiva das seções de um documento escrito.
Apresentação. NBR 6024. Rio de Janeiro: ABNT, 2003.
____. Apresentação. NBR 14724. Rio de Janeiro: Abnt, 2002.
____. Apresentação. NBR 10520. Rio de Janeiro: Abnt, 2002.
____. NBR 10719. Rio de Janeiro: Abnt, 1989.
ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 1998.
FACHIN, Odilia. Fundamentos da metodologia. São Paulo: Saraiva, 2003.
FEITOSA, Vera Cristina. Redação de textos científicos. Campinas: Papirus,
2000.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas,
2002.
HENRIQUES, Claudio Cezar; SIMÕES, Darcilia Marindir P. A redação de
trabalhos acadêmicos: teoria e prática. Rio de Janeiro: Uerj, 2003.
PEREIRA, Mauricio Gomes. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2002.
VÍCTORA, Ceres Gomes; KNAUTH, Daniela Riva; HASSEN, Maria de Nazareth
Agra. Pesquisa qualitativa em saúde: uma introdução ao tema. Porto Alegre:
Tomo, 2000.
NUT289
Gestão de Serviços de Alimentação II
Planejamento físico de serviços de alimentação. Planejamento físico e funcional
do serviço de alimentação hospitalar. Planejamento físico e funcional do setor de
preparo de sondas. Planejamento físico e funcional do lactário. Banco de leite
humano. Dimensionamento em unidade de alimentação e nutrição. Restaurantes
comerciais. Novos conceitos e tecnologias em serviços de alimentação.
ABREU, Edeli Simioni de; ZANARDI, Ana Maria Pinto; SPINELLI, Mônica Glória
Neumann de. Gestão de unidades de alimentação e nutrição: um modo de fazer.
São Paulo: Metha, 2003.
MEZOMO, Iracema de Franco Barros. Os serviços de alimentação: planejamento
e administração. São Paulo: Manole, 2002.
SILVA FILHO, Antônio Romão. Manual básico para planejamento e projeto de
restaurantes e cozinhas industriais. São Paulo: Varela, 1996.
TEIXEIRA, Suzana Maria Ferreira Gomes; OLIVEIRA, Zélia Milet Cavalcanti de
Oliveira; REGO, Josedira Carvalho do. et al. Administração aplicada às unidades
de alimentação e nutrição. São Paulo: Atheneu, 2000.
ABERC. Manual de práticas de elaboração e serviços de refeições para
coletividades. São Paulo: Associação Brasileira das Empresas de Refeições
Coletivas, 2003.
BOEGER, Marcelo Assad. Gestão em hotelaria hospitalar. São Paulo: Metha,
2005.
COZINHA PROFISSIONAL. São Paulo: Novos Editores Associados, 1989.
GALLEGO, Jesús Felipe. Manual práctico de restaurante. Madrid: Paraninfo,
2001.
KIMURA, Alice Yoshiko. Planejamento e administração de custos em
restaurantes industriais. São Paulo: Varela, 2003.
KINTON, Ronald; CESERANI, Victor; FOSKETT, David. Enciclopédia de serviços
de alimentação. São Paulo: Varela, 1999.
KNIGHT, John B; KOTSCHEVAR, Lendal H. Gestão, planejamento e operação
de restaurantes. São Paulo: Metha, 2005.
LOBO, Alexandre. Manual de estrutura e organização do restaurante comercial.
São Paulo: Atheneu, 1999.
MACULEVICIUS, Janete; RIBEIRO, Maria Antonia. Manual de organização do
58
lactário. São Paulo: Globo, 1985.
MEZOMO, Iracema de Franco Barros. A administração de serviços de nutrição.
São Paulo: Metha, 1994.
NEVES, Marcos Fava; CHADDAD, Fábio R; LAZZARINI, Sérgio G. Gestão de
negócios em alimentos. São Paulo: Thomson, 2003.
RIBEIRO, Sandra. Gestão e procedimentos para atingir qualidade: ferramentas
em unidades de alimentação e nutrição - UAN'S. São Paulo: Varela, 2005.
VIEIRA, Sebastião Ivone; MICHELS, Glaycon. Guia de alimentação para a
qualidade de vida do trabalhador. São Paulo: LTR, 2004.
WALKER, John R; LUNDBERG, Donald E. O restaurante: conceito e operação.
Porto Alegre: Bookman, 2003.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
NUT306
Estágio em Saúde Coletiva
Territorialização da área adstrita ao local de estágio. Organização do sistema de
saúde. Atenção nutricional à saúde da comunidade. Pesquisa em saúde.
CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa. Tratado de saúde coletiva. São Paulo:
Hucitec, 2006.
KAC, Gilberto; SICHIERI, Rosely; PETRUCCI, Denise Gigante. Epidemiologia
nutricional. Rio de janeiro: Fiocruz/Atheneu, 2007.
MERHY, Emerson Elias; CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa; CECILIO, Luiz
Carlos de Oliveira. Inventando a mudança na saúde. São Paulo: Hucitec, 2005.
TADDEI, José Augusto de A. C. et al. Nutrição em saúde pública. Rio de Janeiro:
Rubio, 2011.
ANDRADE, L. O. M; BARRETO, I. C. H. C. SUS passo a passo: história,
regulamentação, financiamento, políticas nacionais. 2. ed. São Paulo: Hucitec,
2007.
ANDRADE, S. M.; SOARES, D. A.; CORDINI, J. L. Bases da saúde coletiva. São
Paulo: UEL-Abrasco, 2001.
BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Política nacional
de alimentação e nutrição. Brasília: Ministério da Saúde, 2003.
BRASIL, Ministério da Saúde. Vigilância alimentar e nutricional – Sisvan:
orientações básicas para a coleta, o processamento, a análise e a informação
em serviços de saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2004.
BRASIL. Conselho Nacional de Secretários de Saúde. Sistema Único de Saúde.
(Coleção Para Entender a Gestão do SUS 2011, 1). Brasília: CONASS, 2011.
Disponível em: http://www.conass.org.br/?id_area=186
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Núcleo Técnico
da Política Nacional de Humanização. Clínica ampliada, equipe de referência e
projeto terapêutico singular. 2. ed. (Série B. Textos Básicos de Saúde). Brasília:
Ministério
da
Saúde,
2008.
Disponível
em:
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/humanizacao/pub_destaques.php
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Política Nacional
de Humanização da Atenção e Gestão do SUS. Clínica ampliada e
compartilhada. (série B. Textos Básicos de Saúde). Brasília: Ministério da Saúde,
2009.
Disponível
em:
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/humanizacao/pub_destaques.php
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Política Nacional
de Humanização da Atenção e Gestão do SUS. O HumanizaSUS na atenção
básica. (Série B. Textos Básicos de Saúde). Brasília: Ministério da Saúde, 2009.
Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/humanizacao/pub_destaques.php
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria Executiva. Coordenação de Apoio à
Gestão Descentralizada. Diretrizes operacionais para os pactos pela vida, em
defesa do SUS e de gestão. (Série A. Normas e Manuais Técnico). Brasília:
Ministério
da
Saúde,
2006.
Disponível
em:
59
dtr2001.saude.gov.br/editora/produtos/livros/pdf/06_0257_M.pdf>.
CAMPOS, Gastão Wagner de Souza. A saúde pública e a defesa da vida. São
Paulo: Hucitec, 2006.
CAMPOS; Gastão Wagner de Sousa; GUERRERO, André Vinicius Pires. Manual
de práticas de atenção básica: saúde ampliada e compartilhada. São Paulo:
Hucitec, 2008.
COSTA, E. M. A.; CARBONE, M. H. Saúde da família: uma abordagem
interdisciplinar. Rio de Janeiro: Rubio, 2004.
CUNHA, Gustavo Tenório. A construção da clínica ampliada na atenção básica.
São Paulo: Hucitec, 2010.
CUPPARI, Lilian. Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto. São Paulo: Manole,
2006.
FERLA, A. A.; FAGUNDES, S. M. S. (Org.). O fazer em saúde coletiva:
inovações na organização da atenção à saúde no Rio Grande do Sul. Porto
Alegre: Dacasa, 2002.
GARCIA, E. M. Atendimento sistematizado em nutrição. São Paulo: Atheneu,
2002.
LIMA, E. Mal de fome e não de raça: gênese, constituição e ação política da
educação alimentar: Brasil 1934-1946. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2000.
MONTEIRO, C. A. Velhos e novos males da saúde no Brasil: a evolução do país
e suas doenças. 2. ed. São Paulo: Hucitec-Nupens, 2000.
NACIF, Marcia; VIEBIG, Renata Furlan. Avaliação antropométrica nos ciclos da
vida: uma visão prática. São Paulo: Metha, 2008.
PINHEIRO, Roseni; MATTOS, Ruben Araujo de. Construção da integralidade:
cotidiano, saberes e práticas em saúde. 4. ed. Rio de Janeiro: IMS/UERJ CEPESC - ABRASCO, 2007.
ROSA, Glorimar. Avaliação nutricional do paciente hospitalizado: uma
abordagem teórico-prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
SILVA, Margarida Maria Santana da; CAMPOS, Maria Teresa Fialho de Sousa.
Segurança alimentar e nutricional na atenção básica em saúde. Viçosa: UFV,
2003.
SILVA,
Sandra
Maria
Chemin
Seabra
da
Mura; PEREIRA, Joana D'Arc. Tratado de alimentação, nutrição e dietoterapia.
São Paulo: ROCA, 2007.
VASCONCELOS, E. M. A saúde nas palavras e nos gestos: reflexões da rede
educação popular e saúde. São Paulo: Hucitec, 2001.
VASCONCELOS, F. A. G. Avaliação nutricional de coletividades: textos de apoio
didático. 3. ed. Florianópolis: UFSC, 2000.
VITOLO, M. R. Nutrição: da gestação ao envelhecimento. Rio de Janeiro: Rubio,
2008.
WAITZBERG, Dan Linetzky. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica.
São Paulo: Atheneu, 2002.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
NUT307
Nutrição Esportiva
Sistemas energéticos do organismo. Macronutrientes nos exercícios. Importância
dos micronutrientes no esporte. Água e eletrólitos no exercício. Prescrição
dietética nas diferentes fases do exercício. Avaliação física e nutricional do
atleta. Suplementos ergogênicos nutricionais.
BACURAU, R. F. Nutrição e suplementação esportiva. São Paulo: Phorte, 2007.
DUARTE, A. C. G. Avaliação nutricional: aspectos clínicos e laboratoriais. São
Paulo: Atheneu, 2007.
MCARDLE, W. D.; KATCH, F. I.; KATCH, V. L. Fisiologia do exercício: energia,
nutrição e desempenho humano. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
BACURAU, R. F. Nutrição e suplementação esportiva. 2. ed. São Paulo: Phorte,
60
complementar
Guarulhos, 2001.
CHEMIN-MURA. Tratado de alimentação, nutrição e dietoterapia. São Paulo:
Roca, 2007.
COSTA, R. F. Composição corporal: teoria e prática de avaliação. São Paulo:
Manole, 2001.
DUARTE, Antônio Cláudio. Semiologia imunológica nutricional. São Paulo: Axcel
Books, 2003.
HEYWARD, V. H.; STOLARCZYK, L. M. Avaliação da composição corporal
aplicada. São Paulo: Manole, 2000.
KAZAPI, I. A. M.; GARCIA. V. L. C. Nutrição do atleta. Florianópolis: UFSC,
2003.
KLEINER, S. M.; GREENWOOD-ROBINSON, M. Nutrição para o treinamento de
força. São Paulo: Manole, 2002.
MAHAN, Kathleen; ESCOTT STUMP, Silvia. Krause: alimentos nutrição e
dietoterapia. 11. ed. São Paulo: Roca, 2006.
McARDLE, W. D.; KATCH, F. I.; KATCH, V. L. Nutrição para o desporto e o
exercício. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
Código
Disciplina
Ementa
NUT308
Dietoterapia em Pediatria
Obesidade. Desnutrição. Diarreia e constipação. Anemia. Erros inatos do
metabolismo. Nutrição enteral.
DELGADO, Artur Figueiredo; CARDOSO, Ary Lopes; ZAMBERLAN, Patrícia.
Nutrologia Básica e Avançada: coleção pediatria do instituto da criança. Barueri:
Manole, 2011.
PALMA, Domingos; ESCRIVÃO, Maria Arlete Meil Schimith; OLIVEIRA,
Fernanda Luisa Ceragioli. Nutrição clínica na infância e na adolescência. Barueri:
Manole, 2009.
VASCONCELOS, Maria Josemere Borba et al. Nutrição Clínica: obstetrícia e
pediatria. Rio de Janeiro: Medbook, 2011.
ACCIOLY, Elisabeth; SAUNDERS, Cláudia; LACERDA, Elisa Maria de Aquino.
Nutrição em obstetrícia e pediatria. 2 ed. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 2009.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Coordenação
Geral da Política de Alimentação e Nutrição. Manual de atendimento da criança
com desnutrição grave em nível hospitalar / Ministério da Saúde, Secretaria de
Atenção à Saúde, Coordenação Geral da Política de Alimentação e Nutrição.
Brasília: Ministério da Saúde, 2005.
DOUGLAS, Carlos Roberto. Fisiologia aplicada à nutrição. 2. ed. São Paulo:
Robe, 2006.
DUARTE, Luis Varo; GUERRA, Regina Helena. Nutrição e obesidade. Porto
Alegre, RS: Artes e Ofícios, 1999.
LOPEZ, Fábio Ancona Brasil; DIAS, Anne Lise. Nutrição e dietética em clínica
pediátrica. São Paulo: Atheneu, 2003.
MONTEIRO, Jacqueline Pontes; CAMELO JÚNIOR, José Simon. Caminhos da
nutrição e terapia nutricional: da concepção à adolescência. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2007.
WAITZBERG, Dan Linetzky. Nutrição enteral e parenteral na prática clínica. 2 ed.
São Paulo: Atheneu, 2009.
WEFFORT, Virgínia Resende Silva. Nutrição em pediatria - da Neonatologia à
adolescência. Barueri: Manole, 2009.
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
8º Semestre
61
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
EDU251
Ética e Cidadania
Ética, cidadania e historicidade. Indivíduo, sociedade e Estado. Construção da
cidadania. Valor ético do trabalho e da profissão.
CAMARGO, M. Fundamentos de ética geral e profissional. Petrópolis: Vozes,
2001.
PIRES, C. M. P. Ética e cidadania. Porto Alegre: Dacasa/Palmarinca, 1999.
VÁZQUEZ, A. S. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1969.
ARISTÓTELES. Ética a nicômanos. Brasília: UNB, 1999.
BOBBIO, N. A era dos direitos. São Paulo: Campus, 1962.
BOFF, L. Ética da vida. Brasília: Letraviva, 2000.
DIMENSTEIN, G. O cidadão de papel: a infância, a adolescência e os direitos
humanos no Brasil. São Paulo: Ática, 1994.
HERKENHOFF, J. B. Ética, educação e cidadania. Porto Alegre: Livraria do
Advogado, 2001.
JUNGES, J. R Bioética. São Leopoldo: Unisinos, 1999.
MARQUES, M. O. Botar a boca no mundo. Ijuí: Unijuí, 1999.
MANZINI-COVRE, M. L. O que é cidadania. São Paulo: Brasiliense, 1995.
NALINI, J. R. Ética geral e profissional. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2001.
VALLS, Á. O que é ética. São Paulo: Brasiliense, 1986.
NUT285
Trabalho Final de Graduação II
Desenvolvimento, redação e apresentação do trabalho final de graduação.
Associação Brasileira de Normas Técnicas. Informação e documentação.
Referências. Elaboração. NBR 6023. Rio de Janeiro: ABNT, 2002.
FURASTÉ, Pedro Augusto. Normas técnicas para o trabalho científico:
explicitação das normas da ABNT. Porto Alegre: Dáctilo Plus, 2004.
HULLEY, Stephen B et al. Delineando a pesquisa clínica: uma abordagem
epidmeiológica. Porto Alegre: Artmed, 2001.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Informação e
documentação. Numeração progressiva das seções de um documento escrito.
Apresentação. NBR 6024. Rio de Janeiro: ABNT, 2003.
____. NBR 14724. Rio de Janeiro: Abnt, 2002.
____. NBR 10520. Rio de Janeiro: Abnt, 2002.
____. NBR 10719. Rio de Janeiro: Abnt, 1989.
ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 1998.
FACHIN, Odilia. Fundamentos da metodologia. São Paulo: Saraiva, 2003.
FEITOSA, Vera Cristina. Redação de textos científicos. Campinas: Papirus,
2000.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas,
2002.
HENRIQUES, Claudio Cezar; SIMÕES, Darcilia Marindir P. A redação de
trabalhos acadêmicos: teoria e prática. Rio de Janeiro: Uerj, 2003.
PEREIRA, Mauricio Gomes. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2002.
VÍCTORA, Ceres Gomes; KNAUTH, Daniela Riva; HASSEN, Maria de Nazareth
Agra. Pesquisa qualitativa em saúde: uma introdução ao tema. Porto Alegre:
Tomo, 2000.
NUT309
Estágio em Serviços de Alimentação
Produção de alimentos. Recursos humanos. Estrutura físico-funcional da
unidade de alimentação e nutrição. Estrutura operacional. Boas práticas em
62
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
serviços de alimentação.
ABREU, E. S; SPINELLI, M. G. N; PINTO, A. M. Gestão de unidades de
alimentação e nutrição: um modo de fazer. Metha, 2011.
DOMENE, S. M. A. Técnica Dietética – Teoria e aplicações. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2011.
TEIXEIRA, Suzana Maria Ferreira Gomes; OLIVEIRA, Zélia Milet Cavalcanti de
Oliveira; REGO, Josedira Carvalho do. et al. Administração aplicada às unidades
de alimentação e nutrição. São Paulo: Atheneu, 2004 e 2006.
ABERC. Manual de práticas de elaboração e serviços de refeições para
coletividades. 6. ed. São Paulo: Associação Brasileira das Empresas de
Refeições Coletivas, 2000.
BOEGER, Marcelo Assad. Gestão em hotelaria hospitalar. São Paulo: Metha,
2003.
KNIGHT, John B.; KOTSCHEVAR, Lendal H. Gestão, planejamento e operação
de restaurantes. São Paulo: Metha, 2005.
MEZOMO, Iracema de Franco Barros. Os serviços de alimentação: planejamento
e administração. 5. ed. São Paulo: Manole, 2002.
NEVES, Marcos Fava; CHADDAD, Fábio R.; LAZZARINI, Sérgio G. Gestão de
negócios em alimentos. São Paulo: Thomson, 2000.
RAMOS, Ana Maria Figueiredo. Manual para funcionários na área de
alimentação e treinamento para copeiras hospitalares. São Paulo: Varella, 2001.
ROMÃO, Antônio. Manual básico para planejamento e projeto de restaurantes e
cozinhas industriais. São Paulo: Metha, 1996.
VIEIRA, Sebastião Ivone; MICHELS, Glaycon. Guia de alimentação para a
qualidadede vida do trabalhador. São Paulo: Metha, 2004.
ZANARDI, Ana Maria Pinto; ABREU, Edeli Simioni de; SPINELLI, Mônica Glória
Neumann de. Gestão de unidades de alimentação e nutrição: um modo de fazer.
São Paulo: Metha, 2003.
NUT310
Estágio em Nutrição Clínica
Desenvolvimento de atividades em unidades hospitalares.
CHEMIN-MURA. Tratado de alimentação, nutrição e dietoterapia. 2. ed. São
Paulo: Roca, 2010.
CUPPARI, L. Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto. 2. ed. São Paulo:
Manole, 2006.
MAHAN, K.; ESCOTT-STUMP, S. Krause: alimentos nutrição e dietoterapia. 11.
ed. São Paulo: Roca, 2005.
WAITZBERG, D. L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 4. ed.
São Paulo: Atheneu, 2009.
ANATOMICAL CHART COMPANY. Atlas de fisiopatologia. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2004.
AUGUSTO, A. L. et al. Terapia nutricional. São Paulo: Atheneu, 1999.
BEVILACQUA, F. Fisiopatologia clínica. Rio de Janeiro: Atheneu, 2004.
BODINSKI, L. H. Dietoterapia: princípios e prática. São Paulo: Atheneu, 1999.
COTRAN, R. S.; KUMAR, V.; COLLINS, T. Patologia: bases patológicas das
doenças. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
COZZOLINO, S. M. F. Biodisponilidade de nutrientes. Barueri: Manole, 2005.
GOLDMAN, L; AUSIELLO, D. Cecil: tratado de medicina interna. Rio de Janeiro:
GUYTON, A.; HALL, J. C. Tratado de fisiologia médica. Rio de Janeiro:
Guanabara
KNOBEL, E.; OLIVEIRA, R. M. C.; CAL, R. G. R. Nutrição. São Paulo: Atheneu,
2005.
MARTINS, Cristina; MEYER, Savi; MARIMOTO, IMI. Manual de dietas
63
hospitalares. Curitiba: Nutroclinica, 2001.
MISZPUTEN, S. J. Guia de gastroenterologia. 2. ed. São Paulo: Manole, 2007.
PECKENPAUGH, N.; POLEMAN, C. Nutrição essência e dietoterapia. 7.ed. São
Paulo: Roca, 1997.
PEMBERTON, C. M; GASTINEAU, C. F. Manual de dietas da clínica Mayo. São
Paulo: Roca, 1998.
REIS, N.T. Nutrição clínica: sistema digestório. Rio de Janeiro: Rubio, 2003.
RIELLA, M. C. Suporte nutricional, parenteral e enteral. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1993.
RUBIN, E.; GORSTEIN, F.; RUBIN, R.; SCHWARTING, R.; STRAYER, D.
Patologia: bases clinicopatológicas da medicina. Rio de Janeiro: GuanabaraKoogan, 2006.
Saunders-Elsevier, 2005.
SHILS, M. et al. Tratado de nutrição moderna na saúde e na doença. São Paulo:
Manole, 2003.
SILBERNAGL, S.; LANG, F. Fisiopatologia: texto e atlas. Porto Alegre: Artmed,
2006.
SILVA, S. M. C. S.; MURA, J. D. P. Tratado de alimentação, nutrição e
dietoterapia. São Paulo: Roca, 2007.
Optativas
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
NTO
Alimentos Funcionais
Definição e conceitos. Alimentos funcionais de origem vegetal e animal.
Alimentos funcionais e diferentes aplicabilidades. Impacto no mercado mundial.
Regulamentação para alimentos funcionais. Biotecnologia e alimentos
funcionais.
ARAÚJO, Júlio M. A. Química de alimentos: teoria e prática. Viçosa: UFV, 1999.
CÂNDIDO, Lys Mary Bileski; CAMPOS, Adriane Mulinari. Alimentos para fins
especiais: dietéticos. São Paulo: Varela, 1996.
PIMENTEL, B. M. V; FRANCKI, M; GOLLÜCKE, B. P. Alimentos funcionais:
introdução as principais substâncias bioativas em alimentos. São Paulo: Varella,
2005.
SALINAS, R. D. Alimentos e nutrição: introdução à bromatologia. Porto Alegre:
Artmed, 2002.
SOUZA, Therezinha Coelho. Alimentos: propriedades físico-químicas. Rio de
Janeiro: Cultura Médica, 1991.
DUARTE, Varo. Alimentos funcionais: faça do alimento seu medicamento e do
medicamento, seu alimento. Porto Alegre: Artes Ofícios, 2006.
LERAYER, Alda Luiza et al. Nova legislação de produtos lácteos e de alimentos
para fins especiais, diet, light e enriquecidos. São Paulo: Fonte Comunicações,
1998.
NTO
Biodisponibilidade de Nutrientes
Estudo de biodisponibilidade de nutrientes. Recomendações de nutrientes.
Biodisponibilidade de macronutrientes. Biodisponibilidade de micronutrientes.
CHEMIN, Sandra Maria Seabra da Silva; MURA, Joana D'Arc Pereira. Tratado
de alimentação, nutrição e dietoterapia. São Paulo: Roca, 2007.
COZZOLINO, Silvia M. Franciscato. Biodisponibilidade de nutrientes. São Paulo:
Manole, 2005.
SHILS, Maurice; OlSON, James; SHIKE, Moshe; ROSS, Catherine. Tratado de
nutrição moderna na saúde e na doença. São Paulo: Manole, 2003.
BRAZILIAN JOURNAL OF FOOD TECHNOLOGY. São Paulo: Instituto de
64
complementar
Tecnologia de Alimentos, 1981.
CUPPARI, Lílian. Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto. São Paulo:
Manole, 2002.
FISBERG, Regina Mara; SLATER, Betzabeth; MARCHIONI, Dirce Maria Lobo;
MARTINI, Lígia Araújo. Inquéritos alimentares: métodos e bases científicos. São
Paulo: Manole; 2005.
JOURNAL OF THE AMERICAN DIETETIC ASSOCIATION. Chicago: American
Dietetic Association, 1925.
PECKENPAUGH, Nancy; POLEMAN, Charlotte. Nutrição, essência e
dietoterapia. São Paulo: Roca, 1997.
REVISTA DE NUTRIÇÃO. Campinas: Puccamp, 1988.
Código
Disciplina
NTO
Consultoria, Assessoria e Auditoria em Sistemas de Gestão da Qualidade em
Alimentos
Assessoria e consultoria na área de alimentação e nutrição. Auditoria em
programas de qualidade.
GERMANO, Pedro Manuel Leal; GERMANO, Maria Izabel Simões. Higiene e
vigilância sanitária de alimentos: qualidade das matérias-primas, doenças
transmitidas por alimentos, treinamentos de recursos humanos. 4. ed. São Paulo:
Varela, 2011.
GONÇALVES, Juliane Dias. Implementação de Sistemas da Qualidade e
Segurança dos Alimentos. Campinas: SBCTA, 2011.
TONDO, Eduardo Cesar; BARTZ, Sabrina. Microbiologia e sistemas de gestão
da segurança de alimentos. Porto Alegre: Sulina. 2011.
BERTOLINO, Marco Túlio. Gerenciamento da qualidade na indústria
alimentícia: ênfase na segurança dos alimentos. Porto Alegre: Artmed, 2010.
GIL, Antonio de Loureiro. Auditoria da qualidade. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1999.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Manual de consultoria
empresarial: conceitos, metodologia, prática. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2004.
RIBEIRO, Sandra. Gestão e procedimentos para atingir qualidade: ferramentas
em unidades de alimentação e nutrição - UAN'S. São Paulo: Varela, 2005.
SCHILLING, Magali. Qualidade em nutrição: métodos de melhorias contínuas ao
alcance de indivíduos e coletividades. 3 ed. São Paulo: Varela, 2008.
SILVA JUNIOR, E. A. Manual de controle higiênico-sanitário de alimentos. 6. ed.
São Paulo: Varela, 2008.
TANCREDI, Rinaldini Phillipo; SILVA, Yone da; MARIN, Victor Augustus.
Regulamentos técnicos sobre condições higiênicos-sanitárias, manual de boas
práticas e POPs para indústrias/serviços de alimentação. Rio de Janeiro: L.F.
Livros, 2006.
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
NTO
Intervenção Nutricional no Grupo Materno-Infantil de Risco
Gestantes de risco. Recém-nascido. Crianças até dois anos de risco. Nutrição e
as vias de administração alimentar.
ACCIOLY, E; SAUNDERS, C; LACERDA, M. A. C. Nutrição em obstetrícia e
pediatria. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 2002.
MAHAN, L; KATHLEEN; ESCOTT-STUMP, Sylvia; ARLIN, M. T. Krause:
alimentos, nutrição & dietoterapia. São Paulo: Roca, 2005.
MONTEIRO, J. P; CAMELO J, SIMON J. Caminhos da nutrição e terapia
nutricional: da concepção à adolescência. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2007.
VITOLO, M. R. Nutrição da gestação à adolescência. Rio de Janeiro: Reichmann
65
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
& Affonso, 2003.
BRASIL. Ministério da Saúde. Organização Pan-americana de Saúde. Dez
passos para uma alimentação saudável guia alimentar para crianças menores de
2 anos: um guia para o profissional da saúde na atenção básica. Brasília:
Ministério da Saúde, 2002.
FALCÃO, M. C. C; CARRAZZA, F. M. Manual básico de apoio nutricional em
pediatria. São Paulo: Atheneu, 1999.
GUIMARÃES, N. Guia de alimentação infantil: com dicas de cuidados para
crianças especiais. São Paulo: Ground, 2003.
NICOLL, D; MCPHEE, S. J; PIGNONE, M. Manual de exames diagnósticos.
Porto Alegre: Artmed, 2006.
NOBREGA, F. J; CAMPOS, A. L. R. N; LIMA, C. F. Distúrbios nutricionais e fraco
vínculo mãe/filho. Rio de Janeiro: Revinter, 2000.
VASCONCELOS, S. M. L. Manual de avaliação nutricional de enfermos nas
diversas etapas da vida. Maceió: Edufal, 2003.
WAITZBERG, D. L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. São
Paulo: Atheneu, 2002.
NTO
Leitura e Interpretação de Artigos Científicos na área da saúde
Artigos científicos. Literatura. Delineamentos de pesquisa. Qualidade
metodológica. Estatística básica.
GREENHALGH, Trisha. Como ler artigos científicos – Fundamentos da Medicina
Baseada em Evidências. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
MARCOPITO, Luiz Francisco; SANTOS, Francisco Roberto Gonçalves. Um Guia
para o Leitor de Artigos Científicos na Área da Saúde. São Paulo: Atheneu,
2006.
SPECTOR, Nelson. Manual para a redação de teses, projetos de pesquisa e
artigos científicos. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
CALLEGARI-JACQUES, Sídia M. Bioestatística: princípios e aplicações. Porto
Alegre: Artmed, 2003.
DYNIEWICZ, Ana Maria. Metodologia da pesquisa em saúde para iniciantes. São
Caetano do Sul: Difusão, 2007.
FLETCHER, Robert H; FLETCHER, Suzanne W; WAGNER Edward H.
Epidemiologia Clínica: elementos essenciais. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 1996.
HULLEY, Stephen B. Delineando pesquisa clínica: uma abordagem
epidemiológica. Porto Alegre: ARTMED, 2003.
JEKEL, James F; KATZ, David.; ELMORE, Joann G. Epidemiologia,
Bioestatística e Medicina Preventiva. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.
PEREIRA, Maurício Gomes. Epidemiologia teoria e prática. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2002.
NTO
Marketing em Nutrição
Tópicos em Marketing. Planejamento estratégico de marketing. Comportamento
do consumidor. Segmentação de mercado. Análise da concorrência.
CHUCRCHILL, G. A.; PETER, P. Marketing: criando valor para o cliente. São
Paulo:
Saraiva, 2000.
HARTLEY, R. Erros de marketing e sucessos. São Paulo: Manole, 2001.
KOTLER, P. Administração de Marketing: a edição do novo milênio. São Paulo:
Prentice Hall, 2000.
____. Administração de marketing: análise, planejamento, implementação e
controle. São Paulo: Atlas, 1999.
66
Bibliografia
complementar
DIAS, S. (Org). Gestão de marketing. São Paulo: Saraiva, 2002.
GIGLIO, E. O comportamento do consumidor. 2. ed. São Paulo: Pioneira
Thompson Learning, 2002.
GRACIOSO, F. Marketing estratégico: planejamento estratégico orientado para o
mercado. São Paulo: Atlas, 2001.
KARSAKILAN, E. Comportamento do consumidor. São Paulo: Atlas, 2000.
LAS CASAS, A. Administração de Marketing: conceitos, planejamento e
aplicações à realidade Brasileira. São Paulo: Atlas, 2008.
MALHOTRA, N. Pesquisa de marketing: uma orientação aplicada. Porto Alegre:
Bookman, 2001.
McDANIEL, C.; GATES, R. Pesquisa de marketing. São Paulo: Thomson, 2003.
MOWEN, J.; MINOR, M. Comportamento do consumidor. São Paulo: Prentice
Hall, 2003.
SHETH, J.; MITTAL, B.; NEWMAN, B. Comportamento do cliente. São Paulo:
Atlas, 2001.
SOLOMON, M. O comportamento do consumidor. Porto Alegre: Bookman, 2002.
Código
Disciplina
Ementa
NTO
Nutrigenômica
Nutrigenômica. Dieta e expressão gênica. Relação nutrigenômica e patologia.
Nutrigenômica e diagnóstico. Intervenções dietéticas personalizadas.
SILVA, S. M. C. S; MURA, J. D. P. Tratado de alimentação, nutrição e
dietoterapia. Barueri: Manoel, 2007.
ESCOTT-STUMP. Alimentos, nutrição e dietoterapia. São Paulo: Roca, 2005.
CUKIER, C; WAITZEBERG, L; SOARES, S. R; LOGULLO, A. F. Dieta, nutrição e
câncer. São Paulo: Atheneu, 2004.
SHILS, M. E; OLSON, J. A; SHIKE, M; ROSS, A. C. Tratado de nutrição moderna
na saúde e na doença. São Paulo: Manoele, 2003.
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
NTO
Princípios da Nutrição Aplicados à Estética
Atuação da nutrição em estética. Pele e nutrição. Avaliação clínico-nutricional.
Dietética em estética. Obesidade e síndrome da desarmonia corporal: celulite,
adiposidade localizada, flacidez e estrias. Abordagem terapêutico-nutricional
para obesidade.
Bibliografia
CHEMIN, Sandra Maria Seabra da Silva; MURA, Joana D'Arc Pereira. Tratado
básica
de alimentação, nutrição e dietoterapia. São Paulo: Roca, 2007.
GUIRRO, Elaine; GUIRRO, Rinaldo. Fisioterapia dermato-funcional:
fundamentos, recursos e patologias. Barueri: Manole, 2002.
BORGES, Fábio dos Santos. Dermato-funcional: modalidades terapêuticas nas
disfunções estéticas. São Paulo: Phorte, 2006.
Bibliografia
BRAZILIAN JOURNAL OF FOOD TECHNOLOGY. São Paulo: Instituto de
complementar Tecnologia de Alimentos, 1981.
CUPPARI, Lílian. Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto. São Paulo:
Manole, 2002.
FISBERG, Regina Mara; SLATER, Betzabeth; MARCHIONI, Dirce Maria Lobo;
MARTINI, Lígia Araújo. Inquéritos alimentares: métodos e bases científicos. São
Paulo: Manole; 2005.
JOURNAL OF THE AMERICAN DIETETIC ASSOCIATION. Chicago: American
Dietetic Association, 1925.
PECKENPAUGH, Nancy; POLEMAN, Charlotte. Nutrição essência e
dietoterapia. São Paulo: Roca, 1997.
REVISTA DE NUTRIÇÃO. Campinas: Puccamp, 1988.
Anexo 2 - Infraestrutura
67
Espaço
Salas de aula
Sala para
coordenação
Sala para
secretaria
Salas de
reuniões
Salões
Salas de
estudo para
professores
Laboratório de
Técnica
Dietética,
Tecnologia de
Alimentos
e
Análise
Sensorial
Descrição dos equipamentos
Salas para aulas teóricas, com ar condicionado, mesas
para estudantes e professor e quadro negro.
Sala com mesa de escritório e cadeira, microcomputador,
telefone, ar condicionado, mesa e cadeiras para
pequenas reuniões e armário.
Sala
com
mesas
de
escritório
e
cadeiras,
microcomputadores, telefone, armário e ar condicionado.
Sala com mesa, cadeiras e ar condicionado.
Localização
Prédios 13 e 17
Prédio 17 - Sala
623
Prédio 17 – sala
613
Prédio 13
Salão Azul e Salão de Atos: poltronas, sistema de som, Salão Azul: anexo
mesa para conferências e ar condicionado.
aos prédios 3 e 4
Salão de Atos:
Prédio 1
Salão de Atos:
prédio 13
Salão de Atos:
prédio 17
Sala com microcomputadores, armários, mesas e Prédio 13
cadeiras.
01 ar condicionado;
01 armário guarda volumes;
01 carrinho com rodízio;
01 balão 05 portas;
08 balcões/pia aço inox com uma cuba;
08 balcões de apoio;
01 mesa professor;
04 mesas e 30 bancos;
01 armário para gêneros alimentícios;
06 armários aéreos;
01 quadro branco;
01 refrigerador;
01 freezer horizontal;
01 forno de micro-ondas;
01 forno elétrico;
07 fogões com quatro queimadores e exaustores;
02 batedeiras;
05 liquidificadores;
02 liquidificadores industriais;
01 cafeteira;
02 processadores de alimentos;
01 lavadora de louças;
02 extratores de sucos;
01 balança digital capacidade 15kg;
06 balanças de precisão capacidade 6kg;
01 balança de precisão capacidade 2kg;
17 béqueres;
11 cálices graduados;
08 provetas;
02 bastões de vidro;
07 placas de polietileno;
07 facas de açougue em inox;
Prédio 17 - Sala
915
68
07 jogos em inox contendo concha, pegador de massa,
escumadeira e espátula;
07 jogos completos de talheres em inox;
28 facas serrilhadas em inox;
07 porta-leites;
21 coadores (pequenos, médios e grandes);
07 escorredores de arroz;
07 escorredores de massa;
14 bacias em inox (médias e grandes);
07 jarras de vidro;
14 formas refratárias (pequenas e médias);
14 pratos fundos para servir com tampa (pequenos e
grandes);
07 conjuntos completos de pratos de porcelana;
07 conjuntos de copos de vidro (150ml);
07 conjuntos de xícaras de chá com pires;
01 máquina de moer carne;
02 formas para queijo;
05 formas grandes tefal;
04 formas decoradas tefal;
07 panelas grandes de alumínio;
06 formas de pizza.
03 bancos na sala de análise sensorial
03 janelas comunicando com o laboratório de técnica
dietética com as cabines de análise sensorial
Laboratório de 01 armário grande em fórmica;
Prédio 17 - Sala
Técnica
01 freezer horizontal;
915 - Sala B
Dietética
e 01 refrigerador.
Tecnologia de
Alimentos
Laboratório de armários com box individuais;
Prédio 17 - Sala
Técnicas
banheiros/chuveiros;
915 - Sala A
Dietéticas
e lavatório.
Tecnologia de
Alimentos
Laboratório de Material Avaliação Nutricional:
Prédio: 17
Sala: 1013
Antropometria 01 armário em madeira com portas;
01 quadro branco;
01 ar condicionado;
01 ventilador;
01 escrivaninha;
01 rack para computador;
01 cadeira estofada;
04 cadeiras estofadas com braço;
01 maca estofada;
01 microcomputador;
01 aparelho de bioimpedância;
01 biombo;
02 mesas pequenas de madeira;
01 estadiômetro de parede;
02 balanças mecânicas;
02 balanças eletrônicas digital;
02 balanças para bebê;
09 balanças pessoais analógicas;
14 balanças pessoais digitais;
69
05 réguas antropométricas;
07 estadiômetros portáteis;
11 plicômetros científicos;
07 plicômetros clínicos;
09 colchonetes;
03 caixas para avaliação antropométrica
01 monitor de bio HBF 306
02 aparelhos de aferição de pressão arterial digital
01 medidor de gordura corporal
Laboratório de Sala da coordenação:
Nutrição
01 mesa de madeira
Clínica
03 cadeiras
01 mesa de madeira para computador
01 telefone
01 computador com monitor e teclado (sem impressora)
02 arquivos com 4 gavetas
01 lixeira
02 porta banner
Sala de estudos
01 armário de madeira de 2 portas
01 armário de madeira de 4 portas (pertence a educação
nutricional)
01 quadro branco
01 balança Cauduro®
01 suporte para Flip Charp
01 mesa de madeira
11 cadeiras
01 lixeira
01 armário de madeira de 2 portas
01 ar condicionado
Área de acesso
01 mesa para pirâmide
01 pirâmide de acrílico (pertence à educação nutricional)
01 mural
Consultório A
01 balança digital Filizola®
01 mesa de madeira
04 cadeiras
01 lixeira
01 porta sabonete
01 porta papel toalha
01 pia
01 ar condicionado
Consultório B
01 balança digital Filizola®
01 mesa de madeira
04 cadeiras
01 estadiômetro
01 lixeira
01 porta sabonete
01 porta papel toalha
01 pia
01 ar condicionado
Consultório C
01 balança digital Filizola®
Prédio 17
Sala 314
Prédio 17
Sala 311D
Prédio 17
Sala 311 A
Prédio 17
Sala 311 B
Prédio 17
70
01 mesa de madeira
04 cadeiras
01 maca
01 balança infantil Filizola®
01 mesa para suporte desta balança
02 estadiômetros (pertence à avaliação nutricional)
01 lixeira
01 porta sabonete
01 porta papel toalha
01 pia
01 ar condicionado
Sala 311 C
Material de Educação Nutricional:
Pasta pães, cereais, raízes e turbéculos (18 unidades)
Pasta óleos e gorduras (3 unidades)
Pasta leite e derivados (12 unidades)
Pasta preparações (26 unidades)
Pasta frutas (15 unidades)
Pasta hortaliças (13 unidades)
Pasta carnes, ovos e leguminosas (14 unidades)
Pasta açúcar e doces (10 unidades)
Pasta jogo da memória para deficientes auditivos
Jogo para merendeiras
Jogo supernutri
4 revistas Emília e a turma do sitio
Livro nonchew cookbook
Livro brincando com os alimentos
Livro renaldinho
Livro nutrição na gestação
Livro nutriamigos
Livro aprendendo a comer
Livro sistema digestório
Livro modelo de alimentos
Livro Alimente seu sorriso
Livro Nutrição e diversão vol. 1, 2 e 3
Livro Redescobrir Ciências
Livro Liga dos Vegetais
Boliche saudável (8 pinos + bola)
Guia alimentar para criança até 2 anos
Complementos cenários dedoches
Quebra cabeça de frutas
Máscaras lúdicas 1 e 2
Jogo de nutrição
Atividades Nutriamigos
5 palitoches
7 palitoches
85 alimentos pintados
1 escova de dente
2 garfos + 2 facas + 2 pratos
Cartolina permitido e não permitido
Alimentos em EVA lúdico (84 unidades)
Letras 2 – cenoura, 2 beterraba, 2 espinafre
Saco alimentos (44 unidades)
Caixas tato, olfato, paladar
Jogo da merendeira
71
Jogo memória
5 CDs nutriamigos
Livros Frutolândia 1 e 2
Livros Hortolândia 1 e 2
Caixa nutriamigos
Caixa quebra cabeça
4 caixas dedoches
1 teatro dedoches
Jogo para gestante
Jogo adolescente
Jogo a força dos alimentos
Jogo quebra cabeça
Jogo memória nutriamigos
Jogo da onde vem os alimentos
Jogo quebra cabeça turma da Mônica
Jogo carimbo frutas
Jogo memória em madeira
Jogo salada sílaba
Caixa dominó
Caixa com hambúrguer
Caixa sanduíche
Caixa cachorro quente
Livro jogo de ensinar
Caixa alimentos
Jogo lúdico para trabalhador
Pirâmide alimentar para deficiente visual
Jogo da velha
Saco mágico
Caixa com perguntas sobre alimentos
2 caixas de bingo
2 árvores para a colagem dos alimentos saudáveis e não
saudáveis
Alimentos em cera
Pirâmide com alimentos em biscuit
FANTOCHES:
Nutricionista, banana, carne, pêra, couve, bolacha, alface,
maça, feijão, sorvete, beterraba, peixe, cenoura, menino,
ovo, queijo, menina, brócolis, arroz, berinjela, milho,
tomate, bala, melancia, abacaxi, morango, chocolate, pão,
bactéria, uva.
Avental
Pirâmide alimentar em feltro
Saco com alimentos para a colagem na pirâmide (soja,
farinha, arroz, ervilha, feijão)
Caixa com materiais lúdicos em EVA
Teatro
2 cenários em papel pardo
9 pirâmides
1 banner curso da nutrição
Laboratório de 01 ar condicionado
Prédio 17 - Sala
Anatomia
01 quadro branco
908
25 bancos em madeira
01 mesa de professor
01 cadeira estofada
01 TV tela plana 29”
72
01 tela de projeção
01 armário guarda volumes
02 mesas grandes de fórmica para microscópio
01 mesa com rodas para o projetor de lâminas
01 microscópio projetor de lâminas em vídeo
02 armários grandes com portas de vidro
20 protetores de lâminas
01 estabilizador de voltagem
01 pôster de esqueleto humano
01 esqueleto humano completo, em armário de vidro
01 modelo de pelve em tamanho natural
01 modelo articulado dos ossos do pé em tamanho
natural
01 modelo articulado dos ossos do antebraço esquerdo e
mão em tamanho natural
01 cabeça óssea humana
01 cabeça óssea modelo em tamanho natural
01 modelo de articulação do joelho esquerdo
02 modelos de coluna vertebral com pelve e nervos
espinhais
03 modelos da articulação do joelho
03 modelos da articulação escápulo-umeral
03 modelos da articulação do cotovelo
01 modelo da estrutura do osso compacto
01 esqueleto artificial em tamanho natural
01 pôster dos músculos estriados esqueléticos do corpo
humano
01 modelo muscular masculino em tamanho natural
01 modelo muscular masculino em tamanho médio
05 modelos musculares do membro inferior
05 modelos musculares do membro superior
01 modelo do sistema ventricular do S.N.C.
01 modelo do encéfalo
01 modelo de medula espinhal com nervos espinhais, em
corte horizontal
01 modelo da cabeça e pescoço, em corte sagital,
tamanho natural
01 modelo da cabeça sem a calota craniana
01 modelo do encéfalo em gesso
01 modelo da coluna vertebral com a pelve e nervos
espinhais
01 modelo de parede do sistema digestório
01 modelo das vilosidades intestinais
01 modelo da cabeça e pescoço em corte sagital, com
laringe desmontável
01 modelo desmontável do sistema urinário
01 modelo do sistema urinário;
01 modelo do rim esquerdo, com a configuração interna
01 modelo do coração humano, tamanho grande, em
armário de vidro
01 modelo de coração humano em tamanho médio
01 modelo do coração humano em tamanho pequeno
01 modelo da pelve masculina em corte sagital
01 modelo dos órgãos sexuais masculinos
01 modelo da pelve feminina em corte sagital
73
01 modelo da mama
01 modelo de ouvido
01 pôster das divisões do ouvido
02 modelos do globo ocular desmontáveis
01 modelo da pele humana delgada
03 torsos humanos com cabeça e pescoço, desmontáveis
Tecidos epiteliais
Tecidos conjuntivos
Tecidos musculares
Tecidos nervosos
Sistema ósteo-articular
Sistema muscular
Sistema nervoso
Sistema digestório
Sistema respiratório
Sistema urinário
Sistema cárdio-circulatório
Sistema genital masculino
Sistema genital feminino
Sistema glandular endócrino
Sistema sensorial
Sistema tegumentar
Laboratório de 01 ar condicionado
Bromatologia
02 bancadas dupla face com 16 portas
01 quadro branco
01 armário guarda volumes 16 lugares
01 mesa de professor
01 cadeira estofada
01 bancada para equipamentos com portas e gavetas
02 bancadas em L
01 microcomputador
01 bomba de vácuo fisatom mod. 830
01 destilador bio watter
01 ebuliômetro
02 capelas de exaustão
01 conjunto de destilador de nitrogênio e proteínas
01 bateria de extração
20 bancos estofados
02 centrífugas
01 chapa aquecedora
02 pHmetros
01 manta aquecedora
02 agitadores magnéticos
01 macro moinho tipo Willye
01 aparelho agualab
01 refratômetro de abbe escala de refração
01 spectrofotômetro
01 balança semianalítica
01 dessecador
02 estufas de esterilização e secagem
01 forno tipo mufla
Materiais de laboratórios em geral
Prédio 17 - Sala
921
Laboratório de
Prédio 17 - Sala
01 armário em madeira com portas
74
Microbiologia
01 quadro branco
01 ar condicionado
01 ventilador
01 escrivaninha
01 rack para computador
01 cadeira estofada
04 cadeiras estofadas com braço
01 maca estofada
01 microcomputador
01 aparelho de bioimpedância;
01 biombo
02 mesas pequenas de madeira
01 estadiômetro de parede
02 balanças mecânicas
02 balanças eletrônicas digital
02 balanças para bebe
09 balanças pessoais analógicas
14 balanças pessoais digitais
05 réguas antropométricas
07 estadiômetros portáteis
11 plicômetros científicos
07 plicômetros clínicos
09 colchonetes
03 caixas para avaliação antropométrica
01 monitor de bio HBF 306
Matérias de laboratórios
923
Sala de Apoio
aos
Laboratórios
de
Bromatologia
e
Microbiologia
Alimentar
01 bancada para equipamentos
02 estufas bacteriológicas
01 estufa de secagem e esterilização
01 refrigerador
01 freezer vertical
02 autoclaves
04 bancos estofados
02 termômetros digitais
01 balcão pia
Prédio 17 - Sala
919
Laboratório de
Fisiologia
01 ar condicionador
01 quadro branco
01 mesa retangular
01 mesa em L para computador
01 armário 3 portas
5 cadeiras estofadas
25 cadeiras estofadas com pranchetas
01 divâ tubular
01 esteira eletrônica moviment
01 TV 29” toschiba
01 vídeo cassete
01 microcomputador
01 aparelho Fisiógrafo
Prédio 17 - Sala
225
Laboratório de
Patologia e
Histologia
01 ar condicionado
01 quadro branco
01 armário guarda volumes
01 armário 04 portas
Prédio 17 - Sala
906
75
01 balcão pia 03 portas e 05 gavetas
02 bancadas dupla face com réguas
20 microscópios binoculares
01 armário de tv
20 bancos estofados
01 microscópio trinocular com câmera
01 tv tela plana 29”
01 mesa de professor
01 cadeira estofada
01 armário escaninho 20 lugares
02 conjuntos de cubas para coloração
Materiais de laboratórios
Laboratório de
bioquímica
07 mesas
44 bancos
01 balcão/pia com tampo de mármore
01 armário de fórmica
02 bancadas para equipamentos
01 bancada de fórmica com seis divisórias e dez gavetas
01 quadro branco
02 aparelhos espectrofotômetro
01 balança analítica
01 balança semianalítica
01 capela de exaustão
02 agitadores de tubos vortex
01 centrífuga
01 destilador de água
01 homogenizador de tecidos potler
01 dessecador
01 estufa para esterilização e secagem
01 pHmetro de bancada
01 banho-maria metabólico
01 banho-maria
01 agitador magnético
01 manta aquecedora
01 chapa aquecedora
08 micropipetas automáticas
01 liquidificador
Vidrarias, reagentes e materiais
Prédio 4 – Sala
113
Anexo 3 - Regulamento da atividade curricular complementar
76
Resolução n. 27/2007, de 30 de agosto de 2007, do
Conselho Universitário
Dispõe sobre o registro de atividades
complementares nos cursos de graduação
curriculares
Art. 1º - Os currículos plenos dos cursos de graduação são constituídos por
disciplinas obrigatórias e por atividades curriculares complementares.
Art. 2º - As atividades curriculares complementares objetivam oferecer espaço, na
dinâmica curricular, a conteúdos disciplinares, a temas do cotidiano e a atividades
teórico-práticas que, ligados à atualidade e gerados pelo avanço do conhecimento em
estudo, não tenham sido contemplados no currículo do curso.
Art. 3º - As atividades curriculares complementares são mecanismos que
concorrem para assegurar a atualização permanente e a flexibilidade curricular,
preconizadas pelas diretrizes curriculares para os cursos de graduação.
Art. 4º - A carga horária destinada às atividades curriculares complementares é
definida no projeto pedagógico de cada curso, observado o disposto nas diretrizes
curriculares nacionais.
Parágrafo único - A total integralização da carga horária das atividades
curriculares complementares é requisito para a colação de grau e obtenção do diploma.
Art. 5º - As atividades curriculares complementares abrangem as atividades
correspondentes à participação em cursos, congressos, seminários, palestras, jornadas,
conferências, simpósios, viagens de estudo, encontros, estágios não obrigatórios,
projetos de pesquisa ou de extensão, atividades científicas, artísticas, culturais, de
integração ou qualificação profissional, monitoria, tutoria, publicação e apresentação de
trabalhos acadêmicos ou outras atividades definidas pelos colegiados dos cursos.
Parágrafo único - Consideradas as especificidades de cada curso, compete ao
Colegiado definir a carga horária a ser atribuída a cada modalidade de atividade
curricular complementar.
Art. 6º - A atribuição de carga horária, para as atividades referidas no caput do art.
5º desta resolução, deve ser solicitada pelo estudante, por meio eletrônico e mediante o
pagamento de taxa, no prazo estabelecido no calendário acadêmico.
§ 1º - Compete ao Colegiado estabelecer os critérios para determinar o número de
créditos a serem atribuídos às atividades curriculares complementares.
§ 2º - Compete à coordenação do curso a análise das atividades requeridas pelo
estudante e, se for o caso, a validação do registro.
§ 3º - Poderá ser requerida a atribuição de carga horária para as atividades
realizadas pelo estudante a partir do semestre de ingresso no respectivo curso no Centro
Universitário Franciscano.
Art. 7º - As atividades curriculares complementares não serão aproveitadas para a
concessão de dispensa de disciplinas obrigatórias do currículo de vinculação do
estudante.
Art. 8º - Os casos omissos são resolvidos pela Pró-reitoria de Graduação.
Art. 9º - A presente resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogada
a resolução 6/03, de 4 de setembro de 2003, e demais disposições em contrário.
77
Atividade
Apresentação de trabalho científico
CH Máxima
85
Assistência de monografia
17
Assistência de dissertação
17
Assistência de tese
17
Bolsista de extensão
68
Bolsista de inciciação científica
68
Bolsista de monitoria e/ou tutoria
68
Disciplina cursada
68
Estágio extracurricular
68
Participação em comissões
34
Participação em curso de extensão
68
Participação em eventos
85
Participação em projetos de ensino, pesquisa e/ou extensão
Publicações
34
136
Trabalho voluntário
34
Viagens de estudo
17
CH total
884
78
Anexo 4 - Normas que disciplinam o trabalho final de graduação
Resolução n. 28/2007, de 30 de agosto de 2007, do Conselho
Universitário
Dispõe sobre as normas para elaboração, desenvolvimento e
apresentação do trabalho final de graduação
Art. 1º - A elaboração, desenvolvimento e apresentação de um trabalho final de
graduação constitui exigência para a integralização curricular, colação de grau e
obtenção do diploma em todos os cursos de graduação.
Art. 2º - O trabalho final de graduação constituiu-se num trabalho acadêmico,
baseado na análise de um problema específico e elaborado de acordo com as normas do
método científico.
Parágrafo único - O tema do trabalho final de graduação é de livre escolha do
estudante, desde que observada a proximidade temática com as linhas de pesquisa, de
extensão ou com as possibilidades do corpo de orientadores do curso.
Art. 3º - O trabalho final de graduação tem por objetivo estimular o
desenvolvimento da iniciação científica, avaliar os conhecimentos teóricos e técnicos
essenciais às condições de qualificação do estudante, para o seu acesso ao exercício
profissional.
Art. 4º - Para a matrícula, na disciplina Trabalho Final de Graduação I e Trabalho
Final de Graduação II, o estudante deverá ter sido aprovado nas disciplinas até o
semestre anterior ao da oferta das referidas disciplinas.
Art. 5º - A orientação das atividades acadêmicas, desenvolvidas no âmbito do
trabalho final de graduação, será realizada por um professor especialmente designado
para tal fim.
§ 1º - Pode orientar o desenvolvimento de trabalho final de graduação o professor
que tiver aprovação, concedida pelo Colegiado do curso, para integrar o corpo de
orientadores do respectivo curso.
§ 2º - Compete à coordenação do curso encaminhar ao Colegiado, por meio de
processo formal, a solicitação de definição do corpo de orientadores, com as respectivas
temáticas.
§ 3º - Constituem critérios para composição do corpo de orientadores a produção
acadêmica, o desempenho de atividade profissional e ética na produção técnicocientífica.
§ 4º - As coordenações dos cursos têm o prazo de sessenta dias, a contar da
publicação desta resolução para definir, publicar e promover ampla divulgação, junto aos
estudantes, da composição do corpo de orientadores e das respectivas temáticas.
Art. 6º - Cada professor poderá orientar, concomitantemente, até dez estudantes,
contadas as diferentes orientações acadêmicas.
Parágrafo único - Para a orientação das atividades acadêmicas desenvolvidas no
âmbito do trabalho final de graduação, cada professor tem encargo de uma hora semanal
por orientando.
Art. 7º - A substituição de orientador pode ocorrer, desde que solicitada pelo
estudante, por meio de requerimento fundamentado e deve passar pela aprovação do
Colegiado do curso.
79
Art. 8º - Na disciplina de Trabalho Final de Graduação I, verifica-se o rendimento
acadêmico por meio da avaliação do projeto de estudo correspondente e de outras
atividades previstas no plano de ensino da disciplina.
§ 1º - A avaliação do projeto de estudo fica a cargo do professor responsável pela
disciplina, ou do professor orientador, que poderá observar critérios de avaliação
definidos pelo Colegiado do curso.
§ 2º - Devido às características próprias da disciplina Trabalho Final de
Graduação I, a prestação de exame final não faz parte do processo de avaliação.
§ 3º - O estudante cujo desempenho não atingir média 7,0, deverá reelaborar o
trabalho, no semestre em curso, no prazo a ser definido pelo Colegiado, em parte ou em
sua totalidade, conforme atividades previstas no plano de ensino da disciplina.
§ 4º - O estudante que não cumprir o prazo concedido para a reelaboração do
trabalho final de graduação ou que, após reelaborar as atividades previstas no plano de
ensino da disciplina, não atingir média final igual ou superior a 5,0, será considerado
reprovado.
Art. 9º - No início do semestre letivo correspondente à oferta da disciplina
Trabalho Final de Graduação II, a coordenação do curso, ou o órgão por ela designado,
deve entregar a cada professor orientador uma cópia do projeto de estudo dos
matriculados na disciplina sob sua orientação.
§ 1º - O estudante entregará a primeira versão do trabalho final de graduação ao
seu professor-orientador até cinco semanas antes do prazo fixado no calendário
acadêmico para término do período de aulas do semestre.
§ 2º - O professor-orientador tem o prazo de uma semana para avaliar a primeira
versão do trabalho final de graduação, fazer observações e sugestões, quando for o
caso, para a melhoria da versão definitiva.
§ 3º - O texto do trabalho final de graduação para avaliação da banca deve ser
entregue pelo professor-orientador, à coordenação do curso, ou ao órgão por ela
designado, até uma semana antes do prazo fixado no calendário escolar para o término
do período de aulas do semestre.
§ 4º - O texto final deve ser acompanhado do formulário de solicitação de
constituição de banca examinadora, subscrito pelo professor-orientador.
§ 5º - Após a avaliação e aprovação da banca, a versão final do trabalho,
observadas as normas da ABNT, deve ser entregue à coordenação do curso, ou ao
órgão por ela designado, em duas vias: uma impressa, sob a forma de monografia ou de
artigo publicável, e outra em arquivo eletrônico, em formato PDF, gravado em mídia
digital.
Art. 10º - A verificação do rendimento acadêmico do estudante matriculado na
disciplina Trabalho Final de Graduação II é realizada por uma banca examinadora
constituída pelo orientador, como seu presidente, e por mais dois professores por ele
sugeridos e designados pela coordenação do curso, ou pelo órgão por ela delegado.
§ 1º - A indicação e a designação dos integrantes das bancas examinadoras
levarão em conta, preferentemente, a vinculação dos examinadores à temática do
trabalho final de graduação a ser avaliado.
§ 2º - É facultada participação de avaliadores de outras instituições, desde que
não implique em encargos financeiros.
Art. 11 - O Colegiado do curso pode optar em definir, como forma de avaliação do
trabalho final de graduação, a sustentação oral do trabalho desenvolvido ou pareceres
individuais, por escrito, da banca examinadora.
§ 1º - Em caso de defesa oral, o tempo de apresentação poderá ser de até trinta
minutos, prorrogáveis, a critério da banca examinadora.
§ 2º - Cada membro da banca examinadora terá o tempo de até trinta minutos
para a arguição do trabalho apresentado.
80
Art. 12 - O trabalho final de graduação será considerado aprovado se, pela média
aritmética das três notas atribuídas pelos integrantes da banca, o resultado for igual ou
superior a 7,0, cumpridos ainda os requisitos de frequência mínima à programação feita
na disciplina.
§ 1º - A coordenação do curso, ou o órgão por ela designado, com a aprovação do
respectivo colegiado, pode estabelecer critérios de avaliação a serem observados pela
banca examinadora.
§ 2º - Devido às características próprias da disciplina Trabalho Final de
Graduação II, a prestação de exame final não faz parte do processo de avaliação.
§ 3º - Após o parecer da banca, o estudante cujo desempenho não atingir média
7,0 deverá, no semestre em curso, replanejar e reexecutar, em parte ou em sua
totalidade, as atividades previstas no projeto de trabalho.
§ 4º - Cabe à coordenação do curso, ou ao órgão por ela designado, definir o
prazo e a forma para a reapresentação do trabalho, que será avaliado pelos mesmos
integrantes da banca designada para a primeira avaliação.
§ 5º - O prazo, a ser definido pela coordenação do curso, observará as datas de
encerramento do semestre letivo dispostas no calendário acadêmico.
§ 6º - O estudante que, após replanejar e reexecutar as atividades previstas no
projeto de trabalho, não atingir média final igual ou superior a 5,0 será considerado
reprovado.
Art. 13 - Em caso de plágio, desde que comprovado, o estudante estará sujeito ao
regime disciplinar previsto no Regimento Geral.
Parágrafo único - Constitui plágio o ato de assinar, reproduzir ou apresentar,
como de autoria própria, partes ou a totalidade de obra intelectual de qualquer natureza
(texto, música, pictórica, fotografia, audiovisual ou outra) de outrem, sem referir os
créditos para o autor.
Art. 14 - O horário da orientação, nas disciplinas de Trabalho Final de Graduação I
e Trabalho Final de Graduação II, não pode coincidir com o horário das demais
disciplinas em que o estudante está matriculado.
§ 1º - Cabe ao orientador e ao estudante, de comum acordo, definirem os horários
destinados para orientação e desenvolvimento das atividades previstas no plano de
ensino da disciplina.
§ 2º - Cabe à coordenação do curso, ou ao órgão por ela designado, estabelecer
critérios e formas de acompanhamento ou registro da frequência e das atividades
desenvolvidas na disciplina.
Art. 15 - Os direitos e deveres dos estudantes matriculados nas disciplinas de
Trabalho Final de Graduação I e Trabalho Final de Graduação II, são os mesmos
estabelecidos para as demais disciplinas, ressalvadas as disposições da presente
normativa.
Art. 16 - Os casos omissos são resolvidos pelo colegiado do curso, cabendo
recurso aos colegiados superiores.
Art. 17 - Esta resolução entra em vigor nesta data, revogada a resolução n. 3/01Consar, de 29/03/2001, e as demais disposições em contrário.
81
Anexo 4.1 - Regulamentação do trabalho final de graduação do curso de
Nutrição
TÍTULO I
Das disposições preliminares
Art. 1º - O presente Regulamento baseia-se na Resolução nº 28/07 de 30/08/2007
do Conselho de Áreas da UNIFRA e tem por finalidade normatizar as atividades
relacionadas com a elaboração do trabalho final de graduação. Será constituído pelas
disciplinas TFG I - Trabalho Final de Graduação destinado à elaboração do projeto de
TFG; e a de TFG II - Trabalho Final de Graduação inerente à elaboração de um trabalho
de conclusão de curso, sob forma de monografia e artigo científico, sendo pré-requisito
mínimo para obtenção do título de bacharel do curso de Graduação em Nutrição da
UNIFRA.
Art. 2º - O Trabalho Final de Graduação (TFG) consiste em pesquisa orientada,
individual, com temas relevantes nas áreas da nutrição e afins, e deve ser relatada sob
forma de monografia e de artigo científico, nas seguintes áreas do conhecimento:
I - Nutrição Clínica;
II – Nutrição Social;
III – Nutrição em Unidade de Alimentação e Nutrição;
IV – Outras (Indústria de Alimentos, Marketing, Nutrição Esportiva, Educação,
Ciência e Tecnologia dos Alimentos).
TÍTULO II
Das atribuições da coordenação de curso
Art. 3º - Compete à Coordenação de Curso de Nutrição da UNIFRA:
I - Fazer cumprir as normas contidas neste regulamento;
II - Autorizar a matrícula na disciplina de TFG I ao aluno que estiver apto conforme
a Resolução Nº 28/2007 do Conselho Universitário do Centro Universitário Franciscano;
III - Autorizar a matrícula, na disciplina de TFG II, ao aluno que for aprovado na
disciplina TFG I;
§1º. O não cumprimento desses requisitos constitui motivo para o cancelamento
da matrícula nas respectivas disciplinas.
IV - Homologar junto ao colegiado do curso, a indicação dos professores
orientadores, devidamente preenchido e assinado;
V - Analisar, com o colegiado do curso, a substituição de orientador, mediante
justificativa solicitada pelo aluno após a matrícula do TFG I. Esta substituição deverá ser
fundamentada por meio de requerimento via protocolo;
VI - Entregar os Trabalhos Finais de Graduação II, defendidos e aprovados, em
cópia impressa e outra em CD (em formato PDF, sem senha e em arquivo único), na
secretaria da Área de Ciências da Saúde, ao final do semestre;
VII - Manter os TFGs já defendidos e aprovados na coordenação do curso de
nutrição;
VIII - Instituir e manter atualizado o livro de atas finais das sessões de defesa de
TFG II.
TÍTULO III
Das atribuições do Colegiado do Curso
Art. 4º - Compete ao colegiado do curso de nutrição da UNIFRA:
I - Aprovar o regulamento do TFG;
82
II - Analisar com a coordenação do curso, a substituição do orientador, quando
solicitada pelo aluno após a matrícula do TFG I. Esta substituição deverá ser
fundamentada por meio de requerimento via protocolo.
III - Distribuição dos orientadores no TFG I, conforme lista nominal dos alunos
preenchida com tema a ser pesquisado, área de afinidade e no mínimo 3 possíveis
orientadores;
IV - Estabelecer os critérios de avaliação da banca examinadora através da
elaboração de instrumentos;
V - Avaliar os casos de alunos que não atingirem média 7,0 no desempenho
segundo a Resolução Nº 28/2007 do § 3º ao § 6º do Artigo 11 e casos omissos.
TÍTULO IV
Das atribuições do coordenador de TFG
Art. 5º - A coordenação do TFG será exercida pelo professor da disciplina de TFG
I e II, seguindo o Projeto Pedagógico do Curso vigente;
Art. 6º - Ao Coordenador de TFG compete:
I - Atender aos alunos matriculados, nas disciplinas TFG I e II, distribuídas na
matriz curricular do Curso de Nutrição;
II - Divulgar o corpo de orientadores determinados pelo colegiado do curso;
III - Elaborar a lista de orientação de TFG e torná-la pública no mural e no site do
curso de Nutrição e na Coordenação do Curso, a qual consta o nome dos alunos e seus
respectivos orientadores e bancas, o dia, hora e o local das defesas e prazos de entrega
dos trabalhos para avaliação de orientadores e bancas, obedecendo ao calendário e a
Resolução Nº 28/2007 da UNIFRA.
IV - Avaliar com o professor orientador o desempenho do aluno durante a
realização e a defesa do TFG I, utilizando instrumento de avaliação do projeto
(Instrumento B);
V - Distribuir e recolher aos professores os seguintes documentos:
Na disciplina TFG I: requerimento de constituição de banca examinadora de TFG
(Instrumento A); instrumento de avaliação de TFG I (Instrumento B); ficha de controle das
atividades e frequência (Instrumento C);
Na disciplina de TFG II: parecer de avaliação de TFG (Instrumento D),
instrumento de avaliação de TFG II (oral e escrito) (Instrumentos E e F), ficha de controle
das atividades e frequência (Instrumento C);
Receber dos orientadores: cópia impressa do TFG II e CD, fichas de parecer de
avaliador de TFG e instrumentos de avaliação (Instrumentos E e F), com as respectivas
notas e médias, dos 3 (três) membros da banca examinadora, até 5 dias úteis após a
defesa do TFG II, para encerramento da disciplina.
VI - Encaminhar à Coordenação do Curso de Nutrição a seguinte documentação:
Na disciplina de TFG II: cópia impressa do TFG II e CD, fichas de parecer de
avaliador de TFG (Instrumento D) e instrumentos de avaliação (Instrumentos E e F), com
as respectivas notas e médias, dos 3 (três) membros da banca examinadora. Após o
encerramento da disciplina, entregar os diários de classe, no DERCA.
VII- Tomar, no âmbito de sua competência, todas as demais medidas necessárias
para o efetivo cumprimento deste Regulamento.
VIII - Elaborar a ata de defesa do TFG I e II e mantê-la na coordenação do curso.
TÍTULO V
Dos professores orientadores
Art. 7º - A orientação do TFG será realizada pelos docentes da UNIFRA, do Curso
de Nutrição preferencialmente nutricionistas, sugerida pelos alunos, avaliada pelo
colegiado, aceita pelo professor orientador e designada pela coordenação de curso.
83
§1º- Ao sugerir o orientador, o aluno deverá levar em consideração, sempre que
possível, a distribuição de acordo com as áreas de atuação dos professores, bem como a
distribuição equitativa de orientandos entre eles.
Art. 8º - Ao professor orientador compete:
I- Indicar com o aluno, o nome de dois (2) membros que irão compor a banca
examinadora, na ocasião da defesa do TFG I e TFG II;
II- Preencher e assinar a declaração de aceite de orientação do TFG e do
requerimento de constituição de banca examinadora de TFG (Instrumento A);
III- Atender a seus alunos orientandos, em horários e locais previamente
estipulados;
IV- Registrar na ficha de controle de atividades e frequência (Instrumento C) e
entregar devidamente preenchida e assinada ao professor coordenador de TFG I e TFG
II, no final do semestre;
V- Atribuir e solicitar atividades inerentes ao TFG aos orientandos,
periodicamente, de tal forma a garantir a realização dos trabalhos dentro do prazo e com
qualidade adequada;
VI- Solicitar aos orientandos a entrega do TFG I e TFG II aos membros da banca
examinadora dentro do prazo estipulado pelo professor coordenador de TFG;
§1º. O professor orientador e integrantes da banca examinadora terão o prazo
estipulado pelo professor da disciplina para avaliar a versão final do TFG I e assim
apontar observações e sugestões que serão realizadas no dia da defesa do TFG I;
§2º. O professor orientador e os integrantes da banca examinadora terão o prazo
estipulado pelo professor da disciplina para analisar e avaliar o TFG II e, devolver com as
observações e sugestões, antes da defesa oral;
§3º. Quando os orientadores e a banca aprovarem parcialmente o trabalho,
deverão entregar o parecer, aos alunos, em data estipulada pelo professor da disciplina.
O aluno deverá realizar as alterações sugeridas, e entregar novamente à banca pelo
menos 48 horas antes da defesa.
VII- Avaliar o TFG I (trabalho escrito e defesa) com o professor da disciplina de
TFG I, por meio dos critérios estabelecidos no instrumento de avaliação (Instrumento B).
VIII- Avaliar o TFG II (trabalho escrito e oral) com os demais membros da
banca examinadora, dentro dos critérios estabelecidos na ficha de parecer do avaliador
de TFG e por meio dos critérios estabelecidos no instrumento de avaliação (Instrumentos
E e F).
IX- Comparecer em dia, hora e local determinado e divulgado, para a defesa oral
de seu(s) orientando(s);
X- O professor orientador será responsável pela informação à banca externa, dia,
hora e local da defesa de seus orientandos;
XI- Após defesa oral, receber em 48 horas de seu(s) orientando(s), uma via
impressa do TFG II e um CD, com as devidas correções sugeridas pela banca
examinadora;
XII- Deverá entregar ao coordenador da disciplina, as três (3) fichas de parecer de
avaliador de TFG, as três (3) fichas de avaliação do trabalho escrito, as três (3) fichas de
apresentação oral, com a média das avaliações, além do trabalho escrito, CD e ficha de
presença.
XIII- Acompanhar o cumprimento das alterações propostas pela banca
examinadora quando da defesa do TFG I e TFG II.
XII- Providenciar, com o aluno, o encaminhamento da publicação do artigo,
quando sugeridos pelas bancas examinadoras;
84
TÍTULO VI
Dos orientandos
Art. 9º - O aluno deverá preencher a ficha para requisição de professor orientador,
preenchendo os seguintes itens: área (ou tema específico), três (3) prováveis
orientadores;
Art. 10º - Comparecer às reuniões combinadas com o professor orientador, cuja
presença será formalmente cobrada por meio da ficha de controle das atividades
(Instrumento D) e frequência, e apresentar as atividades que lhe forem solicitadas para o
bom andamento e qualidade do trabalho;
Art. 11 - Preencher e assinar, com professor orientador o termo de aceite de
orientação de TFG e o requerimento de constituição de banca examinadora de TFG;
Art. 12 - Elaborar seu trabalho de acordo com as disposições contidas neste
regulamento e com as sugestões do professor orientador e do professor da disciplina de
TFG I.
Art. 13 - Cumprir o calendário de atividades divulgado pelo professor de TFG, no
que concerne à entrega do trabalho final à banca examinadora.
Art. 14 - Comparecer no dia, hora e local determinado para a defesa do TFG I e
TFG II.
Art. 15 - Entregar uma cópia do TFG I e TFG II ao professor orientador e a cada
membro da banca examinadora no prazo determinado pelo professor de TFG, com as
fichas de avaliação (trabalho escrito e defesa). No TFG I, o aluno também deverá
entregar uma cópia ao professor da disciplina.
Art. 16 - Atender às observações e sugestões da banca examinadora, no prazo
estabelecido, para a melhoria da versão definitiva.
Art. 17 - Encaminhar, com o professor orientador, a um Comitê de Ética registrado
ao Conselho Nacional de Ética e Pesquisa (CONEP), o projeto de TFG I, quando a
pesquisa envolver seres humanos.
Art. 18 - Entregar uma cópia impressa do TFG II e outra em CD (em um único
arquivo) para o professor orientador, com as devidas sugestões e correções que,
porventura, tenham sido sugeridas pela banca examinadora, no dia da apresentação oral
do TFG II.
Art. 19 - Providenciar, com o orientador, o encaminhamento da publicação do
artigo.
Art. 20 - A responsabilidade pelos resultados apresentados no trabalho, bem
como os dados e quaisquer outras informações nele contidos são de inteira
responsabilidade do aluno que as elaborou e do orientador do TFG.
TÍTULO VII
Da disciplina de TFG I - Projeto de TFG
Art. 21 - O aluno elaborará o seu projeto de TFG de acordo com este
Regulamento e com as orientações do seu professor orientador.
85
Art. 22 - A apresentação do TFG I segue a mesma estrutura de publicações
científicas, sendo feita com base nas normas técnicas definidas pela ABNT (Associação
Brasileira de Normas Técnicas). O conteúdo do trabalho deve demonstrar conhecimento
do estudante com a literatura, sobre algum tema na área de Nutrição bem como sua
capacidade de análise e expressão na forma escrita, empregando os conhecimentos
teóricos e metodológicos obtidos ao longo do Curso de Graduação em Nutrição.
Art. 23 - O TFG I será desenvolvido no 7º semestre com a carga horária de 68
horas.
Art. 24 - Este regulamento normatiza a estrutura básica do projeto que seguirá
as normas definidas pela ABNT e os critérios técnicos estabelecidos pela Pró-reitoria de
Pós Graduação e Pesquisa da UNIFRA.
Art. 25 - A estrutura do Projeto de TFG compõe-se de:
I - Capa, folha de rosto e sumário;
II - Introdução (delimitação do tema; formulação do problema; justificativa e
objetivos);
III - Referencial teórico;
IV - Metodologia (método, materiais, delineamento de pesquisa e procedimentos
metodológicos, aspectos éticos, análise dos dados);
V - Cronograma;
VI - Orçamento;
VII - Referências bibliográficas;
VIII - Apêndices (quando for o caso);
IX - Anexos (quando for o caso);
Art. 26 - O TFG deve ser elaborado, observando-se a vinculação direta do tema
com a Nutrição, inserindo-se em uma das áreas de conhecimento, que podem ser
identificadas pelas disciplinas oferecidas no Curso de Nutrição, nas seguintes áreas do
conhecimento, de acordo com as Diretrizes Nacionais para os Cursos de Graduação:
I - Nutrição Clínica;
II - Nutrição Social;
III - Nutrição em Unidade de Alimentação e Nutrição;
IV - Outras (Indústria de Alimentos, Marketing, Nutrição Esportiva, Educação,
Ciência e Tecnologia dos Alimentos).
Art. 27 - O Projeto TFG I é orientado pelo professor de TFG I e pelo professor
orientador, em dia e horário previamente estipulados.
Art. 28 - O TFG I deve conter, no máximo, 15 (quinze) páginas.
TÍTULO VIII
Da disciplina de TFG II - Trabalho Final de Graduação
Art. 29 - O TFG será elaborado, de acordo com a grade curricular, no 8º semestre
do Curso de Nutrição em forma de monografia e artigo;
Art. 30 - Quanto à estrutura formal, deve-se atentar para os critérios técnicos
estabelecidos pela Pró-reitoria de Pós-graduação e Pesquisa da UNIFRA, normas da
ABNT, ou Normas de Publicação de Periódico sugerido pelo orientador.
86
TÍTULO IX
Da banca examinadora
Art. 31 - O TFG será defendido pelo aluno perante banca examinadora, composta
pelo professor orientador, que a preside, e por outros dois (2) membros, indicados no
requerimento de constituição de banca examinadora de TFG e designados pela
coordenação do curso de Nutrição, dos outros dois (2) membros da banca, com
qualificação adequada para o julgamento do trabalho, dos quais, 1 (um) deles deve
integrar o corpo docente da UNIFRA.
Parágrafo único. Excepcionalmente, quando justificado, o terceiro integrante da
banca examinadora poderá ser professor de outra instituição com conhecimento na área
do TFG ou profissional com nível superior que exerçam atividades afins ao tema do TFG,
que realize essa atividade de forma voluntária, sem ônus para a UNIFRA.
Art. 32 - Havendo coorientador ele será, obrigatoriamente, membro da banca
examinadora. Ressalta-se que o coorientador receberá certificado como banca.
Art. 33 - A banca examinadora somente pode executar seus trabalhos com os três
(3) membros presentes.
§1º. Não comparecendo algum dos membros da banca examinadora do TFG I e
TFG II, no dia da defesa, será marcada nova data, podendo ser constituída nova banca
designada pelo Colegiado do Curso de Nutrição.
Art. 34 - A apresentação e defesa oral do TFG II é de natureza pública, sendo
estimulada a participação dos demais estudantes do curso no referido evento.
Art. 35 - O aluno que não entregar o TFG I e II e/ou não se apresentarem para
sua defesa oral, nos prazos estabelecidos, sem motivo justificado, na forma deste
regulamento, está automaticamente reprovado nas disciplinas.
Parágrafo Único. A justificativa do não comparecimento do aluno à defesa ou da
não entrega do trabalho dar-se-á de forma escrita no prazo de 48 horas após as datas
previstas para os mesmos, junto ao Protocolo da UNIFRA, que repassará ao Colegiado
do Curso.
Art. 36 - O aluno que não entregar o trabalho ou que não comparecer no dia e
horário marcados para a defesa oral, poderá solicitar recurso junto ao Colegiado do
Curso, mediante requerimento fundamentado e justificado.
Art. 37 - Após o parecer da banca, o estudante cujo desempenho não atingir
média 7,0 deverá, no semestre em curso, replanejar e reexecutar, em parte ou em sua
totalidade, as atividades previstas no projeto de trabalho. Caberá a coordenação do
curso, ou ao órgão por ela designado, definir o prazo e a forma para reapresentação do
trabalho, que será avaliado pelos mesmos integrantes da banca designada para a
primeira avaliação (Resolução Nº 28/2007 de 30/08/2007).
Art. 38 - O aluno terá um tempo máximo de 20 (vinte) minutos para fazer a
apresentação oral de seu trabalho perante a banca examinadora e cada membro desta
disporá de 10 (dez) minutos para arguição e comentários.
Art. 39 - A apresentação oral deve ser feita com o apoio de recursos audiovisuais,
de tal forma que seja clara, objetiva e bem orientada.
87
Art. 40 - A nota do TFG I leva em consideração o texto escrito e a argüição frente
aos questionamentos da banca, que são avaliados, por instrumentos próprios, pelo
orientador e professor da disciplina, tendo o texto escrito peso 10,0 (dez) (Instrumento B).
Art. 41 - A nota do TFG II leva em consideração também o texto escrito e a
apresentação oral, sendo avaliados, por meio de instrumentos próprios, pelos integrantes
da banca. Tanto o texto escrito quanto a apresentação oral têm peso 10 (dez).
Art. 42 - Será considerado aprovado nas disciplinas TFG I e TFG II, o aluno que
tiver cumprido a programação da disciplina, os requisitos de frequência mínima exigida
pela UNIFRA e obtiver nota final igual ou superior a sete (7,0) pontos.
Art. 43 - A apresentação oral do TFG I e II será registrada em ata, assinada pelo
professor da disciplina, pelos membros da banca e pelo aluno ao final da sessão de
defesa.
TÍTULO X
Das disposições gerais
Art. 43 - Os casos omissos, neste Regulamento, serão resolvidos pelo Colegiado
do Curso de Nutrição, cabendo recursos às instâncias superiores.
Art. 44. Este Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelos órgãos
competentes na estrutura da UNIFRA, revogando todas as demais disposições existentes
sobre a matéria no âmbito do Curso de Nutrição.
88
Instrumento A – Requerimento de constituição de banca do TFG
Declaração de aceite de orientando de TFG
Declaro estar de acordo com a orientação do trabalho final de graduação do aluno
__________________________________ do curso de ______________________ cujo
título
provisório
é
____________________________________________________________
_______________________________________________________________com início
previsto para __________ e término previsto para _____________.
Santa Maria,
Nome do Orientador
Nome do orientando
==================================================================
Requerimento de constituição de banca examinadora de TFG
Senhor(a) coordenador(a),
Dirijo-me a Vossa Senhoria para requerer a constituição de banca examinadora
para
julgamento
do
trabalho
final
de
graduação
do
aluno
____________________________________, do curso de ___________________,
intitulado _________________________________
_______________________________________________________________
Santa Maria,
Nome do Orientador
Nome do orientando
==================================================================
Banca examinadora
Nome Completo e Assinatura
1)
2)
3)
Santa Maria,
Nome do(a) coordenador(a)
89
Instrumento B – Avaliação do Trabalho Final de Graduação I
Centro Universitário Franciscano – UNIFRA
Área de Ciências da Saúde
Curso de Nutrição
Avaliação do Trabalho Final de Graduação I
Aluno: ..............................................................................................................................
Orientador: ......................................................................................................................
Banca: ..............................................................................................................................
Título do Projeto: ............................................................................................................
...............................................................................................................................................
.......................................................................................................................................
CRITÉRIOS
Nota
Atendeu ao prazo de entrega.
Presença nas orientações.
Introdução apresenta: tema, problema e justificativa.
Objetivos estão bem descritos (geral e específico).
Metodologia aplicada ao trabalho contempla os objetivos.
Apresentação da estrutura da monografia, conforme ABNT.
Revisão bibliográfica atual e com coerência (livros atuais,
revistas científicas, sites confiáveis).
Referências no trabalho científico (citações) conforme normas
ABNT.
Termo de Consentimento, Orçamento e Cronograma
adequados ao projeto e conforme normas do CEP/CONEP.
Responde aos questionamentos da banca com segurança.
TOTAL
Valor
0,5
1,5
1,5
1,0
1,5
0,5
1,0
0,5
1,0
1,0
10,0
Observações: ..................................................................................................................
...............................................................................................................................................
...............................................................................................................................................
...............................................................................................................................................
...............................................................................................................................................
..............................................................................................................................................
( ) Aprovado
Segunda entrega
Nota 1: _______
( ) Com pendência (nota inferior a 7,0)
Data: ____/____/____
Nota 2: ________
Nota: ________
Média final: ______
___________________________________
Assinatura do Avaliador
Data: ___/___/___
90
Instrumento C – controle de frequência do TFG
Centro Universitário Franciscano - UNIFRA
Área de Ciências da Saúde
Curso de Nutrição
Trabalho Final de Graduação
TFG I
TFG II
Nome do aluno:......................................................................................................
Orientador:.............................................................................................................
Data
Observações – Orientação
Assinatura prof.
Assinatura aluno
91
Instrumento D – Parecer I do Trabalho Final de Graduação II
Parecer I do Trabalho Final de Graduação II
Nome do aluno
Título do TFG
Nome do avaliador
Parecer
===============================================================
Nota: _______ (Total 10,0)
Entregar com alterações na data ___/___/____
Obs.: Entregar as versões, atual e corrigida, do TFG para o orientador.
Assinatura do avaliador e data.
92
Instrumento E – Parecer II do Trabalho Final de Graduação II
Centro Universitário Franciscano – UNIFRA
Área de Ciências da Saúde
Curso de Nutrição
Parecer II do Trabalho Final De Graduação II
Nome do aluno avaliado: _________________________________________________
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO TRABALHO ESCRITO
Entrega do trabalho no prazo.
Trabalho segue as normas da revista ou monografia.
Redação clara e objetiva. Adequação entre introdução, resultados
e discussão. Uso adequado da gramática.
Metodologia detalhada (delineamento do estudo, sujeitos,
métodos, ética, estatística).
Resultados estão descritos de forma clara (estão em tabelas,
gráficos, figuras, imagens).
Discussão é realizada de acordo com os resultados encontrados;
cita autores, compara estudos, debate o assunto.
Conclusão responde os objetivos do estudo.
Referências bibliográficas contemplam artigos em inglês, estudos
importantes para o tema, artigos científicos.
TOTAL
VALOR
1,0
0,5
1,5
NOTA
1,5
2,0
2,0
1,0
0,5
10,0
PARECER
Média Parecer I e II: ________ (Total 10,0)
( ) Apto para apresentação final
( ) Com pendência
___________________________________
Assinatura do Avaliador
Data: ___/___/___
Prezado Revisor (banca),
Este documento não deve ser entregue ao aluno, e sim ao orientador.
93
Instrumento F – Parecer III Do Trabalho Final De Graduação II
Centro Universitário Franciscano – UNIFRA
Área de Ciências da Saúde
Curso de Nutrição
Parecer III do Trabalho Final De Graduação II
Nome do aluno avaliado: _________________________________________________
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRESENTAÇÃO ORAL
VALOR
Domínio do assunto (conhecimento, segurança e objetividade).
2,5
Mantém o interesse (expressão oral) e a atenção dos alunos,
1,5
fala dirigindo-se a todos. Apresenta voz com volume adequado,
fala de forma fluente – dicção clara.
Utilização adequada do power point (figuras, gráficos, tabelas,
2,5
links). Boa visibilidade, distribuição dos itens, facilidade de
leitura. Sequência lógica da apresentação.
Conduz a apresentação sem perda de tempo (máximo de 20
1,0
minutos).
Responde com segurança. Capacidade de argumentação.
2,5
TOTAL
10,0
NOTA
Observações: ___________________________________________________________
_______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________
NOTA FINAL
Valor
Peso
Nota
Média
Final
Nota Apresentação
10,0
2,0
x 0,2
Nota Trabalho Escrito (média Parecer
10,0
8,0
x 0,8
I e II)
Total
Para aprovação do acadêmico a nota mínima atingida deverá ser 7,0
( ) Aprovado
( ) Reprovado
Data: ____/____/_____
___________________________________
Assinatura do Avaliador
Prezado Revisor (banca),
Este documento não deve ser entregue ao aluno, e sim ao orientador no dia da
apresentação.
94
Instrumento G – Ata de apresentação do Trabalho Final de Graduação II
Ata de Apresentação do Trabalho Final de Graduação II
As ______ horas do dia _____ do mês de _______________ do ano de ______,
na sala ____________________________________________ o(a) acadêmico(a)
_______________________________________________________________________
compareceu para apresentar seu trabalho final de graduação que tem como título:
_______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________
______________________________________________________________________.
Constituíram a Banca Examinadora os professores: Professor(a): __________________
_______________________________ (orientador(a)), Professor(a) ________________
_________________________ (examinador(a)), Professor(a)_____________________
_________________________ (examinador(a)). Após a apresentação e as observações
dos membros da banca avaliadora, ficou definido que o trabalho foi considerado
________________________ com as seguintes notas: Banca 1 __________, Banca 2
__________ e Orientador ___________. Dessa forma, a NOTA FINAL do(a)
acadêmico(a) é __________________. Eu, ____________________________ (professor
orientador), lavrei a presente ata que segue assinada por mim e pelos demais membros
da Banca Examinadora.
Observações: ___________________________________________________________
_______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________
Assinatura dos membros da banca examinadora:
_______________________________________________
Professor Orientador(a)
_____________________________________
Acadêmico(a)
___________________________
Banca Examinador(a)
_____________________________
Banca Examinador(a)
95
Instrumento H – Parecer I do aluno com pendência no Trabalho Final de Graduação
II
Centro Universitário Franciscano – UNIFRA
Área de Ciências da Saúde
Curso de Nutrição
Parecer de Aluno com Pendência no Trabalho Final de Graduação II
Nome do aluno avaliado: _________________________________________________
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO TRABALHO ESCRITO
Entrega do trabalho no prazo.
Trabalho segue as normas da revista escolhida.
Redação clara e objetiva. Adequação entre introdução, resultados
e discussão. Uso adequado da gramática.
Metodologia detalhada (delineamento do estudo, sujeitos,
métodos, ética, estatística).
Resultados estão descritos de forma clara (estão em tabelas,
gráficos, figuras, imagens).
Discussão é realizada de acordo com os resultados encontrados;
cita autores, compara estudos, debate o assunto.
Conclusão responde os objetivos do estudo.
Referências bibliográficas contemplam artigos em inglês, estudos
importantes para o tema, artigos científicos.
TOTAL
VALOR
1,0
0,5
1,5
NOTA
1,5
2,5
2,5
1,0
0,5
10,0
PARECER
___________________________________
Assinatura do Avaliador
Data: ___/___/___
Prezado Revisor (banca),
Este documento não deve ser entregue ao aluno, e sim ao orientador.
96
Instrumento I – Parecer II do aluno com pendência do Trabalho Final de Graduação
II
Centro Universitário Franciscano – UNIFRA
Área de Ciências da Saúde
Curso de Nutrição
Parecer do Aluno com Pendência do Trabalho Final de Graduação II
Nome do aluno avaliado: _________________________________________________
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRESENTAÇÃO ORAL
VALOR
Domínio do assunto (conhecimento, segurança e objetividade).
2,5
Mantém o interesse (expressão oral) e a atenção dos alunos,
1,5
fala dirigindo-se a todos. Apresenta voz com volume adequado,
fala de forma fluente – dicção clara.
Utilização adequada do power point (figuras, gráficos, tabelas,
2,5
links). Boa visibilidade, distribuição dos itens, facilidade de
leitura. Sequência lógica da apresentação.
Conduz a apresentação sem perda de tempo (máximo 20
1,0
minutos)
Responde com segurança. Capacidade de argumentação.
2,5
TOTAL
10,0
NOTA
Observações: ___________________________________________________________
_______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________
NOTA FINAL
Valor
Peso
Nota
Média Final
Nota Trabalho Escrito Reprovado
10,0
8,0
x 0,8
Nota dos Trabalhos
Escrito
10,0
8,0
x 0,8
Apresentação Oral
10,0
2,0
x 0,2
Total
Para aprovação do acadêmico a nota mínima atingida deverá ser 5,0
( ) Aprovado
( ) Reprovado
Data: ____/____/_____
___________________________________
Assinatura do Avaliador
Prezado Revisor (banca),
Este documento não deve ser entregue ao aluno, e sim ao orientador no dia da
apresentação.
97
Anexo 5 - Regulamento dos estágios supervisionados
CAPÍTULO I
Da organização e funcionamento do estágio supervisionado
Artigo 1º- O estágio Supervisionado do Curso de Nutrição abrange campos de
estágio que possibilitem contato com a realidade profissional, em instituições públicas ou
privadas que possibilitem o aprimoramento técnico e profissional ao estagiário.
I - Os campos de estágio deverão ser aprovados pelo coordenador do curso de
Nutrição, pelos coordenadores de estágio e docente supervisor.
II - O estagiário deve ser supervisionado por nutricionista integrante do quadro
docente da UNIFRA e Nutricionista do local concedente de estágio (registrado nos
Conselhos Regionais de Nutrição). Deve ser garantida ao estagiário a supervisão docente
sistemática direta, nas instituições e empresas que não disponham desse profissional e
indireta onde o nutricionista do local assume o papel de supervisor. No caso de estágios
realizados em outras localidades, a supervisão será realizada diretamente pelo
nutricionista supervisor e também pelo docente supervisor, à distância e, quando
necessário, em visitas ao local.
III - O estágio, em outras localidades, será realizado por aqueles alunos que
atenderem ao critério de satisfatória história acadêmica, avaliado pelo Colegiado do
curso. No pedido de estágio, deverão ser encaminhados os seguintes documentos: a
solicitação de estágio, constando o período, carga horária, local, área do estágio e carta
de aceite do nutricionista do local em que deve constar contato e disponibilidade para
supervisão direta do estagiário.
Artigo 2º - O estágio será realizado mediante a existência de instrumento jurídico
celebrado entre as Instituições concedentes dos estágios e a UNIFRA, no qual estarão
acordadas todas as condições necessárias de realização do Estágio, sem vínculo
empregatício institucional. É garantido ao estagiário o seguro contra acidentes pessoais.
Parágrafo único. Para realização de estágio supervisionado será firmado termo de
compromisso entre a UNIFRA, o aluno e o local de estágio.
Artigo 3º - Para o desenvolvimento do Estágio Curricular, serão constituídas por
período, no máximo, dez (10) alunos, supervisionados por um docente.
Parágrafo único. Integrarão as turmas de estágio supervisionado, os alunos
regularmente matriculados na disciplina segundo a matriz curricular do curso, obedecendo
aos critérios e às normas de matrícula em vigor na Instituição.
Artigo 4º - De acordo com os objetivos e as necessidades do ensino, o estágio
supervisionado poderá ser desenvolvido em horários, locais, períodos e cronogramas
especiais, respeitadas as normas vigentes na UNIFRA. Caberá ao Coordenador do Curso
ofertar as disciplinas de estágios curriculares, em período especial, com um número de
vagas determinadas pelos coordenadores de estágio, de acordo com a disponibilidade
dos locais. Caberá ao Coordenador do Curso de Nutrição e coordenadores de estágio
orientar os alunos quanto aos locais e número de vagas para desenvolvimento dos
estágios em período especial.
Artigo 5º - Os estágios supervisionados perfazem uma carga horária total de 782
horas distribuídas na matriz curricular da seguinte forma:
Código
NUT301
Disciplina
Estágio em Alimentação Escolar
Carga-horária
85 horas
Semestre
5º semestre
98
NUT304
NUT306
NUT309
NUT310
Estágio em Nutrição Clínica Social
Estágio em Saúde Coletiva
Estágio em Serviços de Alimentação
Estágio em Nutrição Clínica
85 horas
204 horas
204 horas
204 horas
6º semestre
7º semestre
8º semestre
8º semestre
CAPÍTULO II
Das atribuições do coordenador de estágio supervisionado
Artigo 6º - A coordenação do Estágio Supervisionado do Curso de Nutrição deverá
ser exercida por professor nutricionista lotado no curso e indicado por instâncias
competentes.
Artigo 7º - Caberá ao Coordenador de Estágio:
I - Realizar levantamento do interesse de locais para a realização do estágio,
avaliando as condições exigidas. Providenciar o cadastramento da Instituição
concedente, fornecendo seus dados ao setor responsável. Comprometer-se pela
oficialização do estágio, por intermédio do aceite da Instituição;
II - Providenciar a realização de seguro contra acidentes pessoais para todos os
estagiários por encaminhamento ao setor responsável;
III - Organizar e distribuir os estagiários nos respectivos campos de estágio, levando
em consideração a disponibilidade dos locais;
IV - Divulgar o cronograma dos estágios, constando os locais, períodos e turmas de
alunos.
V - Manter contatos com profissionais de campo de estágio para verificar o
andamento dos trabalhos dos alunos e professores de estágios supervisionados;
VI - Atender aos acadêmicos para esclarecimento de dúvidas relacionadas à
sistematização do estágio;
VII - Informar ao nutricionista supervisor, o docente e ao acadêmico suas atribuições
no estágio;
VIII - Organizar as datas e os locais das avaliações de estágios bem como sua
efetivação;
IX - Encaminhar a coordenação do curso situações atípicas na dinâmica do estágio.
CAPÍTULO III
Do professor de estágio supervisionado
Artigo 8º - A supervisão do estágio será exercida pelos professores nutricionistas,
que atuam nas disciplinas afins;
Artigo 9º - Caberá ao docente supervisor:
I - Supervisionar todas as atividades inerentes à disciplina de estágio;
II - Realizar no primeiro dia de estágio, uma reunião com os estagiários
esclarecendo os objetivos da disciplina, o programa, sua dinâmica, formas de avaliações
e cronograma de desenvolvimento;
III - Realizar efetiva orientação sobre a prática profissional a todos os estagiários,
individualmente ou em grupo, acompanhando-os nos respectivos campos de estágio e
participando das atividades a serem desenvolvidas, conforme o plano de estágio
previamente estabelecido;
IV - Proceder à avaliação contínua das atividades, junto aos estagiários bem como
no campo de estágio;
V - Indicar fontes de pesquisa e consultas necessárias à solução das dificuldades
encontradas;
VI - Controlar a frequência dos acadêmicos no campo de estágio;
99
VII - Encaminhar ao coordenador de estágio parecer sobre situações atípicas na
dinâmica do estágio.
CAPÍTULO IV
Das atribuições do nutricionista supervisor
Artigo 10º- Será solicitado ao nutricionista do local de estágio:
I - Acompanhar o estagiário encaminhado, oficialmente, pelo curso de Nutrição.
II - Informar, imediatamente, qualquer intercorrência com o estagiário ao docente
supervisor.
III - Garantir a permanência do estagiário no período do estágio.
IV - Providenciar as condições técnicas para o efetivo desenvolvimento do estágio.
V - Participar da orientação, planejamento e monitoria das atividades do estagiário.
VI - Contribuir para a avaliação do desempenho do estagiário, de acordo com o
formulário fornecido pelo professor coordenador; e informando-o do seu desempenho, em
casos de supervisão indireta dos docentes;
VII - Preencher o instrumento de avaliação, encaminhando o resultado ao docente
Supervisor com assinatura e número de registro junto ao CRN;
VIII - Controlar a frequência dos acadêmicos no campo de estágio, em casos de
supervisão indireta dos docentes.
CAPÍTULO V
Das atribuições do estagiário
Artigo 11- É de competência do estagiário matriculado na disciplina de Estágio
Supervisionado:
I - Cumprir e fazer cumprir as disposições contidas nesta Regulamentação;
II - Cumprir as disposições do Termo de Compromisso firmado com a Instituição
concedente do estágio;
III - Manter comportamento compatível com os princípios da ética profissional;
IV - Participar de todas as atividades propostas pelo docente supervisor e de outras
atividades correlatas que venham a enriquecer o estágio e contribuir com o local, além de
seguir as normas de avaliação determinadas pela disciplina de estágio supervisionado;
V - Acatar a distribuição dos locais de estágio determinados pelo coordenador do
estágio;
VI - Ser pontual e assíduo, cumprindo a totalidade da carga horária de estágio de
acordo com o estabelecido nesta regulamentação. Comunicar ao docente supervisor, em
tempo hábil as eventuais alterações na rotina de estágio e justificar sua ausência, no
máximo, 48 horas após o dia.
VII - Apresentar sugestões que possam contribuir para a superação das situaçõesproblema e para a melhoria da qualidade do estágio supervisionado;
VIII - Zelar pela continuidade do convênio de estágio com a instituição, adaptandose ao seu esquema de trabalho, respeitando sua hierarquia funcional e as exigências do
local de atuação;
IX - Apresentar-se ao local de estágio, portando uniforme compatível com a
atividade e devidamente identificado;
X - Observar os regulamentos, normas e exigências do campo do estágio, bem
como se responsabilizar pela conservação dos materiais, documentos, equipamentos e
instalações.
XI - Responsabilizar-se pelo ressarcimento financeiro de material (ais) danificado(s),
e/ou extraviado(s) durante a execução do estágio, depois de apurados os fatos;
XII - Manter registro atualizado das atividades desenvolvidas e frequência do
estágio, assim como, entregá-lo para a coordenação do estágio no dia da avaliação final.
100
CAPÍTULO VI
Dos contratos da instituição concedente do estágio
Artigo 12 - É atribuição da Instituição concedente do Estágio:
I - oferecer condições adequadas para o bom desenvolvimento das atividades
inerentes ao estágio;
CAPÍTULO VII
Da avaliação e promoção
Artigo 13 - A avaliação e aprovação obedecerão aos critérios estabelecidos pela
disciplina de estágio descrito na sistematização dos estágios, respeitando o disposto nas
resoluções do Regimento Interno da UNIFRA.
Parágrafo único. Os docentes, coordenador e supervisor, poderão estabelecer
outros critérios de avaliação, desde que, previamente registrados e esclarecidos aos
alunos e aprovados pelo Colegiado do Curso.
Artigo 14 - Poderão fazer parte da avaliação as observações realizadas pelos
profissionais do campo de estágio, por todos os docentes das disciplinas de estágio
supervisionado, bem como a autoavaliação pelos discentes.
Artigo 15 - O aluno cumprirá 100% da carga horária estabelecida nos estágios
curriculares, pois o estágio representa uma atividade prática-profissional e por esse
motivo a frequência máxima reflete a responsabilidade profissional.
I - O não comparecimento ao estágio deverá ser justificado no prazo de 48 horas
após a falta, sob a forma escrita, acompanhada de atestado médico, de acordo com o
regulamento da instituição, junto ao Protocolo da UNIFRA, que repassará ao Colegiado
do Curso e a forma de compensação do período ausente será acordado com o docente
supervisor do estágio, através de uma avaliação.
II - A participação em eventos durante o período do estágio será liberada ao aluno
mediante solicitação formal a coordenação do estágio que avaliará junto ao docente
supervisor a liberação ou não para a participação no evento, levando em consideração as
condições de compensação dos dias ausentes, impacto da sua falta no local, a relevância
do evento e apresentação de trabalho.
CAPÍTULO VIII
Disposições finais
Artigo 16 - Os casos omissos serão resolvidos à luz do Regimento Geral da UNIFRA
e pelo Colegiado do curso de Nutrição.
Artigo 17 - Esta resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas
as disposições em contrário.
101
Sistematização dos estágios obrigatórios do curso de nutrição
Estágio em Alimentação Escolar
1) Apresentação
Estágio em Alimentação Escolar é realizado no 5º semestre conforme a matriz
curricular.
2) Objetivos
2.1) Objetivo Geral
Atuar na formulação e execução de programas de educação e vigilância
nutricional visando à promoção da saúde.
2.2) Objetivos Específicos:
- avaliar e atuar junto ao Programa Nacional de Alimentação Escolar;
- realizar diagnóstico institucional e populacional;
- planejar, aplicar e avaliar estratégias de educação alimentar e nutricional;
- propor medidas de intervenção alimentar/nutricional na busca de melhorias do
estado nutricional e alimentar da população;
3) Campos de atuação
Escolas de ensino fundamental e médio, públicas e particulares.
4) Avaliação
O aluno será avaliado pela observação do seu desempenho e frequência no local
do estágio pelo docente supervisor, por relato escrito das atividades e estudo temático.
Itens que compõem a avaliação:
4.1) Nota individual: valor 8,0 (média da nota do 1º bimestre com a nota do 2º
bimestre).
Serão avaliados os seguintes critérios: pontualidade, apresentação pessoal,
responsabilidade, criatividade, relacionamento interpessoal, postura ética, conhecimento
e atuação e iniciativa.
4.2) Nota do grupo: valor 2,0, distribuídos entre o estudo temático e relatos
escritos.
Estágio em Nutrição Clínica Social
1) Apresentação
Estágio em Nutrição Clínica Social é realizado no 6º semestre do curso de Nutrição
conforme matriz curricular.
2) Objetivos
2.1) Objetivo Geral
Capacitar o aluno a aplicar na pratica os conhecimentos fisiológicos, nutricionais e
dietoterápicos nos ciclos da vida, considerando às condições socioculturais e econômicas.
3) Organização
3.1) Campos de Atuação: Laboratório de ensino prático em nutrição clínica e ambulatórios
hospitalares.
3.2) Avaliação: O aluno será avaliado pela capacidade de atingir habilidades práticasde
acordo com os objetivos do estágio.
Itens que compõem a avaliação:
a) desempenho no local: Valor – 8,0
102
- analisar, interpretare preencher prontuário levando em consideração terminologias
técnicas;
- realizar avaliação e diagnóstico nutricional;
- sugerir prescrição dietética adequada;
- acompanhar a evolução do paciente/grupo;
- ter percepção do ambiente e analisar suas carências com clareza.
- interagir com equipe multiprofissional, argumentando tecnicamente com segurança.
- atualizar o conhecimento técnico-científico, visando ao aprimoramento profissional.
- decidir com segurança e confiança a conduta e orientações nutricionais e dietéticas.
- deguir normas estabelecidas pelo estágio (pontualidade, assiduidade, apresentação
pessoal);
- nortear suas ações de acordo com princípios éticos e bom relacionamento interpessoal.
b) Estudos de caso: 1,0
c) Avaliação de Nivelamento: 1,0
Estágio em Saúde Coletiva
1) Apresentação
Estágio em Saúde Coletiva, do 7º semestre do Curso de Nutrição, conforme matriz
curricular.
2) Objetivos
2.1) Objetivo Geral
Proporcionar a aplicação do conhecimento teórico adquirido durante a formação
acadêmica, por meio da realização de atividades práticas pertinentes à atuação do nutricionista na
área de Saúde Coletiva, bem como participar de ações em saúde de forma integrada e
interdisciplinar com as demais áreas, pautadas na realidade sociocultural, econômica e
epidemiológica da região.
2.2) Objetivos Específicos
- realizar territorialização da área adstrita ao local de Estágio;
- identificar a organização do Sistema de Saúde;
- realizar atenção nutricional à saúde da comunidade;
- desenvolver pesquisa em saúde.
3) Campos de atuação
Unidades de Saúde e seus cenários adstritos.
4) Avaliação
O aluno será avaliado pelo seu desempenho no local, frequência e realização de trabalhos
acadêmicos. A nota compreende:
4.1) Nota Individual: peso 8,0 (média da nota do 1º bimestre e 2º bimestre):
Serão considerados como critérios: pontualidade, apresentação pessoal, responsabilidade,
criatividade, relacionamento interpessoal, postura ética, conhecimento, iniciativa, planejamento de
atividades e evolução em prontuários.
4.2) Nota do grupo: peso 2,0 (uma única nota):
Será considerada a avaliação do nivelamento e trabalhos acadêmicos desenvolvidos pelo
grupo de estágio.
Estágio em Serviços de Alimentação
1) Apresentação
Estágio em Serviço de Alimentação, do 8º semestre do curso de Nutrição, conforme matriz
curricular.
103
2) Objetivos
2.1) Objetivo Geral
Proporcionar ao acadêmico a participação no planejamento, organização, implementação
e controle em Serviços de Alimentação.
2.2) Objetivos Específicos
- acompanhar o processo produtivo de um Serviço de Alimentação;
- analisar criticamente os procedimentos de Recursos Humanos do local;
- avaliar a estrutura físico-funcional e operacional do Serviço de Alimentação;
- diagnosticar, planejar e propor adequação em programas de qualidade em Serviços de
Alimentação;
- desenvolver pesquisa e extensão em Serviços de Alimentação.
3) Organização
3.1 Campos de Atuação
Serviços de Alimentaçãopublicos ou privadas.
3.2) Avaliação
O aluno será avaliado pelo seu desempenho no local, participação em seminários,
realização de relatos escritos, nivelamento, estudo de caso.
Itens que compõem a avaliação:
- avaliação de nivelamento (valor 1,0)
- desempenho no local: valor – 7,0 (Parecer do Nutricionista Supervisor (valor 1,0) e
avaliação semanal pelo docente supervisora (6,0)
- resumo completo de pesquisa/ extensão desenvolvidos no campo deestágio (valor 1,0)
- seminário (valor 1,0)
104
CENTRO UNIVERSITÁRIO FRANCISCANO
CURSO DE NUTRIÇÂO
ESTÁGIO EM SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO
Nome do aluno: __________________________________________________
Professor Supervisor:________________________ Local:_________________________
Período do Estágio:__________________________Carga horária total:______________
ATIVIDADE
DATA
HORÁRIO
ASSINATURA
SUPERVISOR
ASSINATURA
ALUNO
105
Estágio em Nutrição Clínica
1) Apresentação
Estágio em Nutrição Clínica é realizado no 8º semestre do curso de Nutrição conforme
matriz curricular.
2) Objetivos
2.1) Objetivo Geral: Proporcionar ao acadêmico de nutrição a aplicação dos
conhecimentos teórico-científicos, oferecendo terapia nutricional adequada ao paciente
hospitalizado.
3) Organização
3.1) Campos de Atuação: Hospitais da rede pública e privada.
3.2) Avaliação: O aluno será avaliado pelo seu desempenho no local, pela avaliação de
nivelamento e realização de estudos de casos.
Itens que compõem a avaliação:
a) desempenho no local: 8,0
- analisar, interpretar e preencher prontuário levando em consideração terminologias
técnicas;
- realizar avaliação e diagnóstico nutricional;
- sugerir prescrição dietética adequada;
- realizar orientação de alta ao paciente e/ou acompanhante;
- acompanhar a evolução do paciente;
- ter percepção do ambiente e analisa suas carências com clareza.
- interagir com equipe multiprofissional argumentando tecnicamente com segurança.
- atualizar o conhecimento técnico-científico, visando ao aprimoramento profissional.
- decidir com segurança e confiança a conduta e orientações nutricionais e dietéticas.
- deguir normas estabelecidas pelo estágio (pontualidade, assiduidade, apresentação
pessoal, responsabilidade);
- nortear suas ações de acordo com princípios éticos e bom relacionamento interpessoal.
b) Estudos de caso: 1,0
c) Avaliação de nivelamento: 1,0
106
CENTRO UNIVERSITÁRIO FRANCISCANO
CURSO DE NUTRIÇÂO
ESTÁGIO EM NUTRIÇÃO CLÍNICA
Nome do aluno: __________________________________________________
Professor Supervisor:________________________ Local:_________________________
Período do Estágio:__________________________Carga horária total:______________
ATIVIDADE
DATA
HORÁRIO
ASSINATURA
SUPERVISOR
ASSINATURA
ALUNO
107
Anexo 6 - Regimento do colegiado do curso
Capítulo I
Da natureza e da constituição do colegiado
Art. 1º - O Colegiado de Curso é o órgão integrador e deliberativo do curso e tem a seguinte
composição:
I - o coordenador do curso, como seu presidente;
II - três docentes do curso, eleitos por seus pares;
III - um representante do corpo discente do curso, designado pelo respectivo diretório
estudante.
Parágrafo único - É de dois anos o mandato dos membros a que se refere o inciso II e de
um ano, do representante a que se refere o inciso III.
Capítulo II
Da competência do colegiado
Art. 2º - Compete ao Colegiado de Curso:
I - propor iniciativas vinculadas à inovação do ensino, à atualização do curso/programa e à
integração do mesmo com as demais atividades;
II - apreciar e aprovar o plano de ação do curso para cada período letivo;
III - apreciar e aprovar o projeto pedagógico do curso;
IV - aprovar o regulamento do estágio curricular do curso;
V - apreciar e propor ao Conselho de Área a alteração curricular do curso;
VI - definir critérios para aproveitamento de estudos, adaptações e transferência de
estudantes;
VII - promover a auto-avaliação e propor iniciativas de intervenção em vista do
aperfeiçoamento do curso.
Capítulo III
Do presidente
Art. 3º - O Colegiado de Curso será presidido pelo coordenador do curso e, na sua ausência
ou impedimento, pelo docente mais antigo no magistério do Centro Universitário, com formação
ou titulação na área específica.
Art. 4º - Compete ao presidente, além de outras atribuições contidas neste regulamento:
I - convocar reuniões ordinárias e extraordinárias;
II - presidir os trabalhos do colegiado e organizar a pauta das sessões plenárias e a
respectiva ordem do dia;
III - orientar a distribuição de trabalhos e processos entre os membros do colegiado;
IV - dirigir os trabalhos, conceder a palavra aos membros do colegiado e coordenar os
debates e neles intervir para esclarecimentos;
V - exercer, no colegiado, o direito de voto e, nos casos de empate, o voto de qualidade;
VI - registrar em ata e comunicar as decisões, quando pertinente, ao colegiado de cursos da
respectiva área ou aos órgãos de apoio da Instituição.
VII - cumprir e fazer cumprir as decisões do colegiado;
VIII - exercer a representação do colegiado.
108
Capítulo IV
Das sessões
Art. 5º - O Colegiado de Curso reunir-se-à por convocação do presidente, com a indicação
precisa da matéria a tratar.
Art. 6º - As sessões do Colegiado de Curso serão instaladas e só funcionarão com a
presença da maioria absoluta dos membros, que é o número legal para deliberação e votação.
Parágrafo único - Com a presença do número legal dos membros da banca e declarada
aberta a sessão, proceder-se-á a discussão e votação da ata da sessão anterior, após passar-seá à expediente ordem do dia e às comunicações.
Art. 7º - A convocação para as sessões será feita com a assinatura do presidente por
circular ou por correio eletrônico, com o recebimento acusado de 48 horas, contendo a pauta da
sessão atual e da ata da última sessão.
Capítulo V
Dos atos do colegiado
Art. 8º - As decisões do Colegiado de Curso tomarão forma de parecer.
Art. 9º - As decisões do colegiado, sob a forma de parecer, serão assinadas pelo presidente.
Art. 10 - Das decisões do Colegiado de Curso cabe recurso ao Conselho da Área respectiva,
ressalvados os casos de estrita argüição de ilegalidade, que podem ser encaminhadas ao
Conselho Universitário.
Capítulo VI
Das disposições gerais
Art. 11 - Os casos omissos serão resolvidos pelo colegiado sob a forma de parecer interno.
Art. 12 - o presente regulamento poderá ser reformado, total ou parcialmente, pelo voto
favorável da maioria absoluta dos membros do colegiado.
109
Anexo 7 - Regimento do Núcleo Docente Estruturante (NDE)
Art. 1º - O Núcleo Docente Estruturante de cada Curso de Graduação é responsável pela
elaboração, implementação, avaliação e desenvolvimento do respectivo Projeto Pedagógico.
Art. 2º - O Núcleo Docente Estruturante será composto por docentes indicados pelo
Colegiado do Curso, sendo constituído de no mínimo cinco professores pertencentes ao corpo
docente do curso, tendo o Coordenador do Curso como Presidente.
Art. 3º - Os membros do Núcleo Docente Estruturante indicados pelo Colegiado do Curso
serão nomeados por portaria da Reitora para um mandato de 2 (dois) anos, podendo haver
recondução.
Art. 4º - O Núcleo Docente Estruturante deve atender aos seguintes critérios:
I.
possuir experiência docente na Instituição, ter liderança acadêmica evidenciada
pela produção de conhecimento na área, no âmbito do ensino e atuar no
desenvolvimento do curso;
II.
ter, pelo menos, 60% de seus membros com titulação acadêmica obtida em
programas de Pós-graduação Stricto Sensu;
III.
ter, pelo menos, 80% do total de membros com o título de doutor para o curso de
Direito e 60% para os demais cursos;
IV.
ter todos os membros em regime de tempo parcial ou integral, sendo, pelo menos,
20% em tempo integral.
Art. 5º - O Núcleo Docente Estruturante, de caráter consultivo, propositivo e executivo em
matéria acadêmica relacionada ao curso, tem as seguintes atribuições:
I.
assessorar a Coordenação do Curso e o respectivo Colegiado no processo de
concepção, atualização e consolidação do Projeto Pedagógico;
II.
estabelecer a concepção e o perfil profissional do egresso do curso;
III.
avaliar e atualizar o Projeto Pedagógico do Curso;
IV.
responsabilizar-se pela atualização curricular, submetendo-a à aprovação do
Colegiado de Curso, sempre que necessário;
V.
responsabilizar-se pela avaliação do curso, análise e divulgação dos resultados em
consonância com os critérios definidos pela Comissão Própria de Avaliação (CPA)
e pelo Colegiado do Curso;
VI.
analisar, avaliar e propor a atualização dos programas de ensino das disciplinas e
sua articulação com o Projeto Pedagógico do Curso;
VII.
propor iniciativas para a inovação do ensino;
VIII.
zelar pela integração curricular interdisciplinar das diferentes atividades do
currículo;
IX.
definir e acompanhar a implementação das linhas de pesquisa e de extensão;
X.
acompanhar a adequação e a qualidade dos trabalhos finais de graduação e do
estágio curricular supervisionado;
XI.
zelar pelo cumprimento das diretrizes institucionais para o ensino de graduação e
das diretrizes curriculares nacionais do curso.
Parágrafo único - As proposições do Núcleo Docente Estruturante serão submetidas à
apreciação e deliberação do Colegiado do Curso.
Art. 6º - O Núcleo Docente Estruturante reunir-se-á por convocação de iniciativa de seu
presidente ou pela maioria de seus membros.
Art. 7º - No prazo de 60 dias, a partir da data de aprovação da presente Resolução pelo
Conselho Universitário, o Núcleo Docente Estruturante de todos os Cursos de Graduação deverá
estar implementado.
Art. 8º - Os casos omissos serão resolvidos em primeira instância pela Pró-reitoria de
Graduação e em segunda instância pela Câmara de Ensino de Graduação.
110
Anexo 8 - Projeto de autoavaliação
1) Apresentação
O projeto de autoavaliação do curso de Nutrição apresenta uma proposta de sistematização
do processo de avaliação de desempenho do curso, para promover um acompanhamento
permanente das atividades de ordem administrativa ou didático-pedagógica. Por meio do
projeto de autovaliação, o curso terá condições de tomar medidas preventivas e, se
necessário, corretivas, para o seu bom funcionamento.
Nesse sentido, a seguir é apresentada a concepção do processo de autoavaliação, sua
justificativa, principais objetivos, metodologia sugerida e cronograma de atividades de
avaliação proposto.
2) Concepção
A autoavaliação do curso se apresenta como um processo que possibilita conhecer as
potencialidades e as fragilidades do curso, com o objetivo de buscar permanentemente a sua
qualidade.
A avaliação é um processo necessário não só para reconhecer limites e identificar
potencialidades, como também para identificar a posição do curso no contexto da instituição,
para auxiliar nas decisões acadêmico-administrativas.
3) Justificativa
Em sentido amplo, pode-se dizer que a implementação de procedimentos de autoavaliação
permitirá obter informações para melhor gerir o processo de ensino-aprendizagem e
funcionamento do curso, além de analisar a responsabilidade e a preocupação com
aperfeiçoamento dos envolvidos, na prática administrativo-pedadógica.
É relevante para o curso de Nutrição criar mecanismos de autoavaliação, pois proporcionam,
de forma sistemática, uma abertura para os diversos agentes exporem suas avaliações sobre
o andamento das atividades desempenhadas no âmbito do curso, a fim de criar transparência
e envolvimento das partes.
A adoção de práticas de autoavaliação também se faz importante, porque se espera obter um
maior comprometimento dos envolvidos com relação ao alcance dos objetivos e metas, uma
vez que todos participam do processo, ora a avaliar, ora a serem avaliados. Dessa forma, é
gerada uma cumplicidade mútua e infunde-se nos participantes práticas alinhadas com
objetivos do curso como um todo.
A autoavaliação pode possibilitar, ainda, ter um diagnóstico mais preciso sobre o desempenho
do curso, subsidia o processo de tomada de decisão ao permitir planejar, com clareza e
precisão, ações voltadas para sua melhoria. Assim, os resultados da autoavaliação têm
grande valor para o processo de planejamento do curso.
4) Objetivos
Objetivam-se os seguintes critérios com o sistema de autoavaliação no curso de Nutrição:
- realizar um acompanhamento do processo administrativo e didático-pedagógico;
- verificar os resultados alcançados nas atividades desenvolvidas no curso;
- identificar problemas que interferem no desempenho do curso;
- fornecer feedback sobre o desempenho do curso, para obter subsídios e estabelecer novas
ações, com vistas à melhoria dos resultados do curso;
- promover ações que eliminem as dificuldades no desenvolvimento das atividades
pedagógicas e administrativas;
- identificar potencialidades e carências do curso.
111
5) Metodologia
A seguir estão apresentados os aspectos metodológicos com relação ao processo de
autoavaliação, no que se refere aos instrumentos e procedimentos de coleta de dados.
Os instrumentos a serem utilizados no processo de autoavaliação são: questionários,
entrevistas com estudantes e professores, depoimentos de professores, estudantes e equipe
técnico-administrativa e reuniões conjuntas.
Procedimentos de coleta de dados:
Para utilização dos instrumentos de coleta de dados já citados, serão realizados os seguintes
procedimentos:
a) Questionários aplicados à:
- estudantes do curso para avaliação do desempenho dos professores em sala de aula;
- estudantes concluintes de estágios e TFG’s, a fim de avaliar a atuação dos professores
como orientadores;
- estudantes formandos para avaliação geral do curso e da Instituição;
- empresas que recebem estagiários do curso, para avaliação do desempenho do estudante
como estagiário e do curso como gestor dos estágios;
b) Entrevistas não estruturadas: serão realizadas por meio de diálogos com estudantes,
professores e técnicos administrativos. Sabe-se que o diálogo, embora não se caracterize
como um processo estruturado de entrevistas, é uma fonte importante de informações em
qualquer âmbito gerencial e não pode ser desprezado como instrumento auxiliar, na busca de
subsídios que reforcem o processo de avaliação.
c) Depoimentos de professores em reuniões para a avaliação conjunta de pontos específicos,
que envolvem os três principais segmentos: corpo docente, discente e técnico-administrativo.
d) Reuniões com professores para avaliação do curso: serão reunidos os professores das
disciplinas por semestre, para, em conjunto, avaliarem cada semestre do curso, com o
objetivo de que todos conheçam a visão de cada colega sobre a mesma turma. Nessas
reuniões também são utilizados instrumentos de coleta de dados, elaborados especialmente
para este fim, com vistas a obter informações sobre os seguintes itens: consulta à bibliografia,
realização trabalhos, solução de dúvidas em sala de aula, frequência às aulas, pontualidade,
respeito ao professor e aos colegas, interesse, motivação, relação teoria versus prática.
e) Reuniões pedagógicas do curso, com todos os professores, com o propósito de realizar o
acompanhamento e monitoramento das atividades desenvolvidas durante o semestre, bem
como propiciar correções que se façam necessárias no decorrer do ano. Nessas reuniões
serão analisados os resultados do Enade e de avaliações externas.
Para constatar evidências do desempenho do curso nas dimensões estabelecidas pelo
Sinaes, as ações de autoavaliação estarão centradas nos seguintes indicadores:
- articulação da gestão do curso com a gestão institucional;
- implementação das políticas institucionais constantes no PPI e no PDI no âmbito do curso;
- coerência do currículo com os objetivos do curso e com as diretrizes curriculares nacionais;
- adequação da metodologia de ensino à concepção do curso;
- inter-relação das unidades de estudo na concepção e execução do currículo;
- coerência dos recursos materiais específicos dos cursos com a proposta curricular;
- estratégias de flexibilização curricular;
- avaliação dos processos de ensino e aprendizagem com a concepção do curso;
- articulação da autoavaliação do curso com a autoavaliação institucional;
- implementação das políticas de capacitação no âmbito do curso.
112
Download

Projeto Pedagógico do Curso de Nutrição