Nutrição ~ projeto pedagógico ~ 1 Projeto pedagógico do curso de Nutrição ~ 2012 ~ 2 Sumário 1) Dados gerais .................................................................... 4 2) Histórico............................................................................ 4 3) Organização institucional ................................................ 5 4) Justificativa ................................................................... 7 5) Concepção do curso ....................................................... 8 6) Objetivo geral .................................................................. 9 7) Objetivos específicos ...................................................... 9 8) Perfil do egresso .............................................................. 10 9) Competências e habilidades ........................................... 10 10) Áreas de atuação .......................................................... 12 11) Dinâmica curricular ........................................................ 13 12) Distribuição das disciplinas por semestre e carga horária ........................................................................... 19 13) Esclarecimentos sobre a dinâmica curricular ................ 20 14) Metodologia de ensino ................................................... 24 15) Critérios de avaliação .................................................... 24 16) Gestão acadêmico-administrativa .................................. 25 17) Processo de autoavaliação ............................................ 26 18) Responsabilidade Social............................................ 27 19) Programas de atenção aos estudantes ......................... 29 20) Anexos ........................................................................... 31 Anexo 1 - Ementas e bibliografias ................................. 31 Anexo 2 - Infraestrutura ................................................. 68 Anexo 3 - Regulamentação de atividade curricular complementar ............................... 77 Anexo 4 - Regulamentação do trabalho final de graduação ................................................ 79 Anexo 4.1 - Regulamento do trabalho final de graduação do curso de Nutrição .................... 82 Anexo 5 - Regulamentação dos estágios supervisonados ............................................. 98 Anexo 6 - Regimento Colegiado do Curso .................... 108 Anexo 7 - Regimento do Núcleo Docente Estruturante (NDE) ....................................... 110 Anexo 8 - Projeto de autoavaliação .............................. 111 3 1) Dados gerais do curso Denominação Nível Habilitação Modalidade Titulação conferida Área de conhecimento Duração Carga horária Regime escolar Formas de ingresso Número de vagas anuais Turno de funcionamento Situação legal Início do funcionamento Nutrição Graduação Bacharelado Bacharelado Bacharel em Nutrição Ciências da Saúde 8 semestres 3.893h Créditos – semestral Vestibular, transferência, reabertura de matrícula e reopção de curso 80 vagas Tarde Reconhecimento pela Portaria nº 775/08-MEC. 3 de agosto de 1998 2) Histórico do curso O curso de Nutrição surgiu para atender às necessidades da população de Santa Maria e região, pois se constatava que esta era uma das áreas da saúde de maior carência de profissionais habilitados para atender empresas e entidades governamentais. No ano de 1996, foi constituído um grupo de trabalho com Nutricionistas, representando a Universidade Federal de Santa Maria e a Prefeitura Municipal, para que desenvolvesse um estudo para a implantação do curso, com enfoque para a viabilidade do projeto, o conteúdo curricular e a estruturação física. Em 1998, foi autorizado o funcionamento do curso pela Portaria nº 214/98-MEC, publicada no DOU em 10/03/1998, tendo iniciado suas atividades no segundo semestre de 1998 deste mesmo ano. Em 2002, o curso de Nutrição foi reconhecido pela Portaria nº 949/02-MEC, por um período de quatro anos. Os conceitos obtidos nas três dimensões avaliadas pela comissão de verificação das condições de ensino, designada pelo Instituto Nacional de Ensino e Pesquisa (INEP), foram os seguintes: organização didático-pedagógica: conceito A; corpo docente: conceito B e infraestrutura: conceito C. Em 2011, o currículo do curso passou por uma reformulação devido à inserção da disciplina Língua Brasileira de Sinais (Libras) como obrigatória em conformidade com a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Além disso, modificaram-se as cargas horárias 4 das atividades curriculares complementares, passando de 102h para 187h; das disciplinas optativas, de 102h para 187h; e das disciplinas de Estágio Curricular, de 629h para 782h. O acréscimo à carga horária justifica-se pelo atendimento à Resolução nº 3, de 2 de julho de 2007, que prevê a organização da hora-aula em 60 minutos. Com as alterações realizadas, busca-se uma melhor adequação do currículo às normativas regulatórias do curso, bem como atender às necessidades e características dessa região do país. 3) Organização institucional O Centro Universitário Franciscano é mantido pela Sociedade Caritativa e Literária São Francisco de Assis, Zona Norte - Scalifra-ZN - entidade de direito privado; sem fins lucrativos; beneficente; de caráter educacional, cultural e científico; reconhecida pelo decreto federal nº 64.893, de 25 de julho de 1969, com certificado de entidade de fins filantrópicos. Localiza-se à Rua dos Andradas, 1614, na cidade de Santa Maria, RS. Iniciou suas atividades, como instituição de educação superior, aos 27 de abril de 1955, denominada Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Imaculada Conceição, com cursos de licenciatura. Data também de maio de 1955, a criação da Faculdade de Enfermagem Nossa Senhora Medianeira, pertencente à mesma mantenedora que desenvolveu os cursos superior, técnico e auxiliar de Enfermagem. Posteriormente, com a unificação das duas instituições, formaram-se as Faculdades Franciscanas – Fafra e essas deram origem ao atual Centro Universitário. O credenciamento para Centro Universitário ocorreu em outubro de 1998 e significou uma nova fase institucional. Nesse período, a instituição realizou significativo avanço na proposta institucional. O aumento do número de cursos de graduação, de pós-graduação e de extensão foi acompanhado da decisão pela qualidade, que perpassa o fazer institucional da gestão e de todas as atividades acadêmicas. De acordo com o estatuto, a organização e a estrutura institucional fundamentam-se nos princípios de autonomia administrativa, didático-científica, patrimonial, econômico-financeira e de gestão de recursos humanos; na integração das atividades acadêmicas de ensino, pesquisa e extensão; na 5 capacitação e qualificação dos quadros de pessoal docente e técnicoadministrativo. Nesse sentido, a organização e a administração do Centro Universitário Franciscano abrangem: - Administração superior, constituída pelo Conselho Universitário e gabinete do reitor; - Administração geral, formada por: Pró-reitoria de Administração, Próreitoria de Graduação e Pró-reitoria de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão; - Coordenações de curso: os cursos inserem-se nas unidades de ensino, pesquisa e extensão, de acordo com as áreas de atuação, quais sejam: Área de Ciências da Saúde, Área de Ciências Humanas, Área de Ciências Sociais e Área de Ciências Tecnológicas. Os cursos estão organizados a partir de projetos pedagógicos que se baseiam no projeto pedagógico institucional - PPI, no plano de desenvolvimento institucional - PDI, no estatuto, no projeto de autoavaliação da instituição e na legislação federal. As políticas para o ensino de graduação, constantes no PPI e no PDI, se refletem nos projetos dos cursos mediante os seguintes princípios curriculares: - formação de qualidade técnico-científica e social: o curso é o lugar institucional para assimilação, socialização e produção do conhecimento humano e técnico-científico. Nesse sentido, os conteúdos devem refletir a realidade sociocultural nacional, perpassada pela realidade internacional, com vistas a uma formação profissional de qualidade e consistente consoante com o mundo contemporâneo; - flexibilidade curricular: a materialização da flexibilização curricular é observada pela inclusão de disciplinas optativas ou eletivas, que têm por finalidade oferecer ao estudante diferentes alternativas para sua formação. Isso é percebido por meio da flexibilização dos pré-requisitos; nas atividades curriculares complementares; nas diferentes práticas e programas institucionalizados que levam em consideração os espaços escolares e não escolares; na articulação das diferentes áreas que compõem o currículo do curso; - interdisciplinaridade: é entendida como um princípio que integra e dá unidade ao conhecimento e que permite o rompimento da fragmentação das disciplinas que compõem o currículo; 6 - relação teoria-prática como eixo articulador do currículo: é estabelecida nas diferentes práticas de ensino e de laboratório que permeiam as disciplinas de cada curso, desde o seu início. É concretizada, também, nos estágios curriculares, entendidos como atividades teórico-práticas e desenvolvidos por meio de projetos de estágios integrados, com a finalidade de promover a aproximação concreta com o campo de trabalho; - integração entre ensino, pesquisa e extensão: a integração é refletida em diferentes disciplinas que compõem os currículos e na dinâmica da sala de aula, mediada por meio de aprendizagens de pesquisa e extensão desenvolvidas durante o curso. Além disso, é parte integrante do projeto pedagógico a definição das linhas de pesquisa e dos programas de extensão de cada curso, que orientam o desenvolvimento de projetos de pesquisa e extensão apoiados pela instituição ou por fontes financiadoras externas; - pesquisa como princípio educativo e de produção do conhecimento: os projetos pedagógicos incluem, em sua dinâmica curricular, metodologias formativas pelas quais busca-se desenvolver a cultura investigativa, proporcionar condições de apropriação crítica do conhecimento e o desenvolvimento de competências e habilidades científicas; - gestão colegiada: envolve representantes de professores e de estudantes. 4) Justificativa A Nutrição vem se firmando no cenário mundial e Nacional como um curso da área da saúde que aprimora sua atuação por meio da pesquisa científica e de conhecimentos para saúde do ser humano em instância individual e coletiva. A consolidação da atuação do Nutricionista no Brasil se dá por meio de seus órgãos representativos e pelo construto de normas e regulamentações que proveem o Nutricionista de seu espaço de trabalho único e privativo nas mais diversas instâncias de saúde. Justifica-se a proposição do curso de Nutrição pelo Centro Universitário Franciscano como acréscimo de um curso da área da saúde, que permite a interdisciplinaridade com os demais. Além disso, o curso surgiu como uma 7 alternativa de escolha para esta profissão pelos estudantes da cidade e de localidades vizinhas, bem como disponibiliza aos moradores locais e regionais a possibilidade de tratamentos de Nutrição sem a necessidade de longos deslocamentos para atendimento. A Nutrição tem sua área de atuação na Alimentação Coletiva, Nutrição Clínica, Saúde Coletiva, Docência, Indústria de Alimentos, Nutrição em Esportes, Marketing na área de Alimentação e Nutrição. Recentemente, discute-se a inclusão da Nutrição em diversos campos de atuação como nas estratégias e programas do Governo Federal para a saúde da população. Também tramitam leis que garantiriam a obrigatoriedade de Nutricionistas em escolas e restaurantes comerciais, garantindo-se, dessa forma, uma maior acessibilidade da população ao atendimento nutricional, além de aumentar o campo de trabalho dos profissionais formados. Dessa forma, o Nutricionista destaca-se e vem a contribuir com o seu trabalho para a sociedade nos processos de prevenção, manutenção e recuperação da saúde, cooperando para a melhoria da qualidade de vida das pessoas. 5) Concepção do curso O curso de Nutrição foi concebido com o compromisso de oferecer uma sólida formação básica ao lado de uma formação ética e humanística, que prepara o graduando para enfrentar os desafios das rápidas transformações da sociedade, do mercado de trabalho e das condições do exercício profissional. O projeto pedagógico do curso de Nutrição visa a valorizar mecanismos capazes de desenvolverem no aluno a cultura investigativa, metodológica e a postura proativa que lhe permita avançar diante do desconhecido. O projeto pedagógico do curso de Nutrição foi elaborado tendo como base o princípio institucional de valorização do indivíduo. Foi estruturado de acordo com as diretrizes pedagógicas do Centro Universitário Franciscano e com as diretrizes curriculares nacionais para os cursos de graduação do Ministério da Educação. O curso preconiza a formação de profissionais generalistas com competências e habilidades necessárias na promoção, proteção, recuperação da saúde e prevenção de doenças de indivíduos ou grupos populacionais. 8 As áreas de estudo que fundamentam a apropriação dos conhecimentos e que moldam o perfil profissional a ser formado são provenientes das Ciências Biológicas e da Saúde; Ciências Sociais Humanas e Econômicas; Ciências da Alimentação e Nutrição e Ciências dos Alimentos. A concepção do curso busca a excelência acadêmica, na formação de profissionial crítico e competente através de uma prática profissional humanizada, ética e voltada ao contexto social e cultural brasileiro. 6) Objetivo geral Formar profissionais com perfil generalista, humanista e crítico, capacitados a atuar em todas as áreas de conhecimento em que a alimentação e nutrição apresentam-se fundamentais para a promoção, manutenção e recuperação da saúde e para a prevenção de doenças de indivíduos ou grupos populacionais. 7) Objetivos específicos - desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, tanto em nível individual como coletivo, de forma integrada e contínua, visando à resolução do problema de saúde; - tomar decisões relacionadas ao uso apropriado da força de trabalho, de medicamentos, de equipamentos, de procedimentos e de práticas; - manejar as ferramentas de comunicação, desenvolvendo a acessibilidade e confidencialidade às informações a eles confiadas; - trabalhar em equipe multiprofissional, capaz de assumir posições de liderança com compromisso, responsabilidade e empatia, tendo em vista o bem-estar da comunidade; - fazer o gerenciamento e a administração, tanto da força de trabalho, como dos recursos físicos e materiais e de informação; - formar profissionais empreendedores, gestores e líderes em equipes de saúde; - aprender continuamente tanto na sua formação quanto na sua prática, bem como comprometidos com a educação de futuros profissionais. 9 8) Perfil do Egresso Pelo curso de Nutrição, busca-se formar um profissional nutricionista, com formação generalista, humanista e crítica. Capacitado a atuar, visando à segurança alimentar e a atenção dietética, em todas as áreas do conhecimento em que alimentação e nutrição se apresentem fundamentais para a promoção, manutenção e recuperação da saúde e para a prevenção de doenças de indivíduos ou grupos populacionais, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida, pautado em princípios éticos, com reflexão sobre a realidade econômica, política, social e cultural. Nutricionista com Licenciatura em Nutrição capacitado para atuar na Educação Básica e na Educação Profissional em Nutrição. 9) Competências e habilidades A formação do nutricionista graduado pelo Curso de Nutrição do Centro Universitário Franciscano tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais, seguindo as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Nutrição (Resolução CNE/CES Nº 5, de 7 de novembro de 2001): - desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, tanto em nível individual quanto coletivo; - assegurar que sua prática seja realizada de forma integrada e contínua com as demais instâncias do sistema de saúde; - realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos princípios da ética/bioética, levando em consideração que a responsabilidade da atenção à saúde não se encerra com o ato técnico, mas sim com a resolução do problema de saúde, tanto em nível individual como coletivo; - tomar decisões, visando ao uso apropriado, eficácia e custo-efetividade, da força de trabalho, de medicamentos, de equipamentos, de procedimentos e de práticas; - possuir competências e habilidades para avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas, baseadas em evidências científicas; - ser acessível e manter a confidencialidade das informações a ele confiadas, na interação com outros profissionais de saúde e o público em geral; 10 - entender que a comunicação envolve comunicação verbal, não verbal e habilidades de escrita e leitura, além disso, é preciso conhecer, pelo menos, uma língua estrangeira e se inteirar das tecnologias de comunicação e informação; - assumir posições de liderança, sempre tendo em vista o bem-estar da comunidade. A liderança envolve compromisso, responsabilidade, empatia, habilidade para tomada de decisões, comunicação e gerenciamento de forma efetiva e eficaz; - tomar iniciativas, fazer o gerenciamento e administração tanto da força de trabalho, dos recursos físicos e materiais e de informação, - estar apto a ser empreendedor, gestor, empregador ou liderar equipes de saúde; - aprender continuamente, tanto na sua formação, quanto na sua prática. Aprender a aprender e ter responsabilidade e compromisso com a sua educação e o treinamento/estágios das futuras gerações de profissionais, proporcionando condições para que haja benefício mútuo, estimulando e desenvolvendo a mobilidade acadêmico/profissional, a formação e a cooperação através de redes nacionais e internacionais. A formação do nutricionista nesta instituição também tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades específicas (Resolução CNE/CES nº 5, de 7 de novembro de 2001): - aplicar conhecimentos sobre a composição, propriedades e transformações dos alimentos e seu aproveitamento pelo organismo humano, na atenção dietética; - contribuir para promover, manter e/ou recuperar o estado nutricional de indivíduos e grupos populacionais; - desenvolver e aplicar métodos e técnicas de ensino em sua área de atuação; - atuar em políticas e programas de educação, segurança e vigilância nutricional, alimentar e sanitária, visando à promoção da saúde em âmbito local, regional e nacional; - atuar na formulação e execução de programas de educação nutricional; de vigilância nutricional, alimentar e sanitária; - atuar em equipes multiprofissionais de saúde e de terapia nutricional; - avaliar, diagnosticar e acompanhar o estado nutricional; planejar, prescrever, analisar, supervisionar e avaliar dietas e suplementos dietéticos para indivíduos sadios e enfermos; 11 - planejar, gerenciar e avaliar unidades de alimentação e nutrição, visando à manutenção e/ou melhoria das condições de saúde de coletividades sadias e enfermas; - realizar diagnósticos e intervenções na área de alimentação e nutrição, considerando a influência sociocultural e econômica que determina a disponibilidade, consumo e utilização biológica dos alimentos pelo indivíduo e pela população; - atuar em equipes multiprofissionais destinadas a planejar, coordenar, supervisionar, implementar, executar e avaliar atividades na área de alimentação e nutrição e de saúde; - reconhecer a saúde como direito e atuar de forma a garantir a integralidade da assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema; - desenvolver atividades de auditoria, assessoria, consultoria na área de alimentação e nutrição; - atuar em marketing de alimentação e nutrição; - exercer controle de qualidade dos alimentos em sua área de competência; - desenvolver e avaliar novas fórmulas ou produtos alimentares, visando à sua utilização na alimentação humana; - integrar grupos de pesquisa na área de alimentação e nutrição; - investigar e aplicar conhecimentos com visão holística do ser humano, integrando equipes multiprofissionais. A formação do nutricionista deve contemplar as necessidades sociais da saúde, com ênfase no Sistema Único de Saúde (SUS). 10) Área de atuação O Curso de Nutrição formará profissionais por área de atuação: - alimentação coletiva: Unidades de Alimentação e Nutrição (UAN); alimentação escolar; alimentação do trabalhador; - nutrição clínica: hospitais, clínica geral, clínica de hemodiálise, instituições de longa permanência de idosos, spas; ambulatórios/consultórios; Bancos de 12 Leite Humano (BLH); lactários/centrais de terapia nutricional; atendimento domiciliar; - saúde coletiva: políticas e programas institucionais, atenção básica em saúde, vigilância em saúde; - docência: ensino, pesquisa e extensão (graduação e pós-graduação); coordenação de curso; - indústrias de alimentos: desenvolvimento de produtos; - nutrição em esportes: clubes esportivos, academias e similares; - marketing na área de alimentação e nutrição. 11) Dinâmica curricular A matriz curricular incentiva uma sólida formação generalista e agrega dimensões éticas e humanistas, desenvolvendo atitudes e valores orientados para a cidadania e assim permitir desenvolver sua criatividade e análise crítica. Este perfil é necessário para que o graduando possa superar os desafios de renovadas condições de exercício profissional e de produção do conhecimento. A organização da matriz curricular apresenta-se em oito semestres que contemplam áreas de conhecimento básico, específicos e de aprofundamento. No decorrer dos semestres as disciplinas articulam-se por meio de mecanismos sequenciais que estruturam a matriz curricular no processo ensino/aprendizagem com conteúdos que abordam desde a produção do alimento até a sua influência no binômio saúde-doença. Destaca-se a integração da teoria com a prática por meio da articulação do ensino, pesquisa e extensão/assistência, desenvolvidos através de projetos, bem como pelas atividades práticas vinculadas ao ensino, Trabalho Final de Graduação (TFG) e estágios supervisionados durante o curso. O Projeto Pedagógico do curso contempla mecanismos de flexibilização curricular que permite ao estudante desenvolver/trabalhar suas vocações, interesses e potenciais específicos por meio de conhecimentos adquiridos pelo acadêmico com estudos e práticas independentes, aproveitados na matriz curricular, como as Atividades Curriculares Complementares (ACC) e disciplinas optativas. 13 Os conteúdos curriculares do curso estão distribuídos de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Nutrição, em quatro tópicos de estudo: - ciências biológicas e da saúde: contemplam os conteúdos teóricos e práticos de base moleculares e celulares dos processos normais e alterados, da estrutura e função dos tecidos, órgãos, sistemas e aparelhos. Estes conteúdos são compostos pelas seguintes disciplinas: Citologia e Embriologia; Genética Humana; Anatomia e Histologia; Fisiologia Básica; Fisiologia do Sistema Digestório; Bioquímica Básica; Nutrição e Metabolismo; Microbiologia e Imunologia; Parasitologia; Patologia Geral. - ciências sociais, humanas e econômicas: inclui-se a compreensão dos determinantes sociais, culturais, econômicos, comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e legais, a comunicação nos níveis individual e coletivo do processo saúde-doença. Estes conteúdos são compostos pelas seguintes disciplinas: Epidemiologia; Sociologia e Saúde; Psicologia e Nutrição; Ética e Cidadania; Deontologia em Nutrição; Antropologia e Cosmovisão Franciscana; Nutrição Saúde e Comunidade; Língua Brasileira de Sinais; Metodologia Científica; Bioestatística; Políticas e Gestão em saúde Coletiva. - ciências da alimentação e nutrição: neste tópico de estudo, incluem-se: a) compreensão e domínio de nutrição humana, a dietética e de terapia nutricional – capacidade de identificar as principais patologias de interesse da nutrição, de realizar avaliação nutricional, de indicar a dieta adequada para indivíduos e coletividades, considerando a visão ética, psicológica e humanística da relação nutricionista-paciente; b) conhecimento dos processos fisiológicos e nutricionais dos seres humanos – gestação, nascimento, crescimento e desenvolvimento, envelhecimento, atividades físicas e desportivas, relacionando o meio econômico, social e ambiental; c) abordagem da nutrição no processo saúde-doença, considerando a influência sociocultural e econômica que determina a disponibilidade, consumo, conservação e utilização biológica dos alimentos pelo indivíduo e pela população. Estes conteúdos são compostos pelas seguintes disciplinas: Ações Integradadas em Saúde I e II; Nutrição Humana; Avaliação Nutricional; Nutrição do Ciclo da Vida I e II; Recomendações Nutricionais; Fisiopatologia e Dietoterapia I e II; Nutrição em Saúde Coletiva; Gestão de Serviços de Alimentação I e II; Nutrição Esportiva; Interação entre 14 Fármacos e Nutrientes; Educação Nutricional; Dietoterapia em Pediatria; Estágio em Alimentação Escolar; Estágio em Nutrição Clínica Social; Estágio em Saúde Coletiva; Estágio em Nutrição Clínica; Estágio em Serviços de Alimentação; Trabalho Final de Graduação I e Trabalho Final de Graduação II. - ciência dos alimentos: incluem-se os conteúdos sobre a composição, propriedades e transformações dos alimentos, higiene, vigilância sanitária e controle de qualidade dos alimentos. Esses conteúdos são compostos pelas seguintes disciplinas: História e Produção de Alimentos; Técnica Dietética; Nutrição e Dietética; Microbiologia e Higiene dos Alimentos; Bromatologia; Tecnologia dos Alimentos; Qualidade de Alimentos. A sistematização dos semestres ocorre da seguinte forma: 1º semestre: é oferecido ao acadêmico um embasamento teórico em disciplinas que integram as ciências biológicas tais como: Citologia e Embriologia, Genética Humana, Anatomia e Histologia; bem como disciplinas que introduzem a ciência da alimentação e nutrição representadas por a disciplina História e Produção dos Alimentos. Esta disciplina proporciona ao estudante o conhecimento histórico da alimentação e aborda a produção de alimentos, enfatizando os diferentes tipos de cultivos, agricultura urbana, e temáticas atuais, como os alimentos transgênicos. Concomitante a essas disciplinas, a disciplina de Metodologia Científica proporciona ao estudante o conhecimento científico necessário à realização de trabalhos acadêmicos, e a disciplina de Deontologia em Nutrição proporciona o conhecimento e reflexão sobre os princípios éticos e a legislação que rege a prática profissional. A disciplina Ações Integradas em Saúde I associa as demais disciplinas do semestre por meio de desenvolvimento de projetos que contemplem os diversos conteúdos do semestre com atividades, envolvendo temáticas da comunicação, linguagem e novas tecnologias. 2º semestre: neste semestre enfatizam-se discussões a respeito das ciências biológicas, contemplando os conhecimentos de Fisiologia Básica, Microbiologia e Imunologia, Bioquímica Básica e Parasitologia. O estudo da ciência da alimentação e nutrição por meio da disciplina de Nutrição Humana que compreende os princípios básicos da alimentação, micro e macronutrientes, guias alimentares e diversas culturas alimentares. Ainda dentro desta ciência a Técnica Dietética aborda a seleção, prépreparo e preparo dos alimentos dos diferentes grupos. A disciplina Ações Integradas em Saúde II tem o objetivo de propiciar ao estudante atividades teórico-práticas 15 relativas ao aproveitamento integral e adequado dos alimentos com oficinas culinárias, visando à redução do desperdício e aumento dos valores nutritivos da alimentação. 3º semestre: amplia-se o conhecimento sobre as ciências biológicas e da saúde por meio do estudo da Fisiologia do Sistema Digestório e da Nutrição e Metabolismo. A ciência da alimentação e nutrição é abordada na disciplina Nutrição e Dietética, cujo objetivo é a elaboração de cardápios para indivíduos sadios. São introduzidas disciplinas que contemplam a ciência dos alimentos, tais como a Bromatologia que possibilita ao acadêmico o estudo da composição química, enfatizando o valor nutricional; e a Microbiologia e Higiene dos Alimentos que identifica os principais microrganismos, processos seguros de manipulação de alimentos e o conhecimento das principais leis e portarias de controle higiênico sanitário. Na atividade integradora do 3º semestre, Educação Nutricional, os acadêmicos planejam, executam e avaliam programas de educação alimentar, baseado nos conhecimentos adquiridos nas disciplinas. Neste semestre é oferecida a disciplina de Bioestatística que prepara o acadêmico para utilizar a ciência da estatística em pesquisas na saúde. 4º semestre: neste semestre dá-se ênfase à Ciência da Alimentação e Nutrição por meio das disciplinas de Avaliação Nutricional, na qual o acadêmico deverá desenvolver a capacidade de avaliar e diagnosticar o estado nutricional dos indivíduos sadios e enfermos nos seus diferentes ciclos da vida por meio de técnicas, parâmetros e medidas utilizadas no processo de avaliação nutricional. Simultaneamente, na disciplina de Nutrição no Ciclo da Vida I, o acadêmico deve compreender os fatores que envolvem a nutrição da mulher durante a gestação e lactação e a nutrição da criança sadia desde o nascimento até o final da primeira infância, proporcionando a orientação dietética adequada a cada situação apresentada. A disciplina de Patologia Geral proporciona ao acadêmico o conhecimento sobre processos patológicos que irão embasá-lo para as disciplinas de Fisiopatologia e Dietoterapia. A disciplina de Psicologia e Nutrição aborda a formação do vínculo mãe-filho, desenvolvimento afetivo e cognitivo de todos os ciclos da vida, o processo de adoecer, atenção à família e transtornos psiquiátricos com consequências nutricionais. A disciplina Nutrição, Saúde e Comunidade tem como objetivo proporcionar ações e atividades de educação nutricional na comunidade, integrando os diferentes conteúdos teóricos abordados durante o semestre. Integra o semestre, também, a disciplina de Epidemiologia, que introduz os aspectos científicos envolvidos nas pesquisas de cunho epidemiológico, além de avaliar as tendências populacionais e demográficas e o processo saúde16 doença inseridos neste contexto. A disciplina Interação entre Fármacos e Nutrientes, subsidia conhecimentos sobre farmacologia básica e possibilita a ação do nutricionista no planejamento dos cardápios de indivíduos enfermos enfatizando essa associação. A disciplina de Recomendações Nutricionais aborda o histórico e as recomendações dietéticas de acordo com os ciclos e vida, os métodos de inquéritos dietéticos e a aplicação das recomendações nutricionais na avaliação e planejamento de dietas. Nesse semestre, inicia-se o processo de oferta de disciplinas optativas com o objetivo de estimular o acadêmico a aprofundar conhecimentos em áreas de seu interesse. Essas disciplinas são ofertadas ao longo da matriz curricular com a integralização da carga horária no oitavo semestre do curso. 5º semestre: aqui, os acadêmicos aplicam os conceitos teóricos adquiridos nos semestres anteriores em ações práticas do Estágio em Alimentação Escolar. Este estágio tem como cenário de práticas escolas, onde os alunos planejam e desenvolvem atividades em progranas de alimentação escolar e estratégias de educação alimentar para esta comunidade. A disciplina de Nutrição do Ciclo da Vida II dá continuidade ao conteúdo do semestre anterior, englobando conhecimentos sobre o estudo das necessidades nutricionais individuais com orientação, planejamento, cálculo e práticas de dietas em laboratório, de acordo com cada grupo etário. A disciplina de Fisiopatologia e Dietoterapia I habilita o acadêmico para a prescrição dietoterápica adequada no processo das doenças. Nesse semestre, dá-se ênfase às patologias do trato gastrintestinal, doenças metabólicas e crônicas além da dietoterapia no controle do peso. A disciplina Politicas e Gestão em Saúde Coletiva abarca a gestão e articulação entre os níveis de atenção do sistema operacional de sistemas e serviços de saúde, bem como planejamento e políticas de atenção à saúde no Brasil fundamentada no Sistema Único de Saúde. A disciplina de Qualidade dos Alimentos orienta na aplicação de programas de qualidade comumente utilizados na cadeia produtiva de alimentos e técnicas de análise sensorial. 6º semestre: a disciplina de Fisiopatologia e Dietoterapia II prosegue o estudo das doenças crônicas não transmissíveis e ao paciente crítico, formando o acadêmcio à prescrição dietoterápica. A disciplina de Nutrição em Saúde Coletiva enfatiza a formação em saúde nos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde e as políticas nacionais de alimentação e nutrição. Gestão de Serviços de Alimentação I enfoca as atividades administrativas e funcionais de serviços de alimentação. A ciência dos alimentos é abordada através da disciplina de Tecnologia dos Alimentos, 17 enfocando os métodos de conservação e as diferentes tecnologias de produção de alimentos de origem animal e vegetal. Neste semestre, o Estágio em Nutrição Clínica Social contempla os conhecimentos adquiridos em Fisiopatologia e Dietoterapia I e II e Políticas e Gestão em Saúde Coletiva, proporcionando ao acadêmico o estudo teóricoprático. A disciplina de Lingua Brasileira de Sinais (Libras) aborda a questão da inclusão social, no que se refere ao aprendizado da língua utilizada pelas pessoas portadoras de necessidades especiais. 7º semestre: a disciplina Gestão de Serviço de Alimentação II enfoca a estrutura física de serviços de alimentação. Nutrição Esportiva abarca temas específicos para o aconselhamento nutricional para desportistas e atletas. Neste semestre o acadêmico, sob orientação de um docente, elabora-se o projeto do Trabalho Final de Graduação (TFG I) de acordo com as normas científicas vigentes na instituição. Antropologia e Cosmovisão Fransciscana é uma disciplina institucional que busca uma discussão sobre os conceitos do ser humano proposto pela antropologia filosófica e pela sociedade atual. O Estágio em Saúde Coletiva oportuniza atividades integradoras entre conhecimentos teórico-práticos adquiridos nas disciplinas, por meio de ações de educação em saúde trabalhadas de forma interdisciplinar, além de propiciar a formação de profissionais com competências e habilidades necessárias para atuar no contexto sociocultural, econômico e epidemiológico com ênfase na Atenção Primária em Saúde. A disciplina Dietoterapia em Pediatria possibilita planejar, prescrever, analisar e avaliar dietas e suplementos dietéticos para crianças e adolescentes enfermos, considerando as condições socioculturais e econômicas. 8º semestre: nesse semestre é desenvolvido o Estágio em Nutrição Clínica (instituições hospitalares e clínicas de nutrição) que oportuniza ao acadêmico a aplicação dos conhecimentos em nutrição clínica. O Estágio em Serviços de Alimentação oportuniza ao acadêmico atividades direcionadas ao planejamento, organização, implementação, coordenação e controle de locais de produção e distribuição de refeições. A disciplina institucional Ética e Cidadania abarca o conceito de ética e sua ligação com a cidadania e a relação entre moral e ética. O Trabalho Final de Graduação II compreende a aplicação do projeto elaborado no semestre anterior (TFG I) e, posteriormente, é apresentado oralmente e avaliado por banca examinadora. 18 12) Distribuição das disciplinas por semestre e carga horária Semestre 1° 2° 3° 4º Código NUT259 NUT291 NUT292 SAU101 SAU109 SAU115 SAU126 SAU128 NUT253 NUT293 NUT294 SAU104 SAU111 SAU120 SAU122 MTM364 NUT256 NUT257 NUT258 NUT295 NUT296 SAU108 NUT262 NUT263 NUT280 5° 6° NUT297 NUT298 NUT299 SAU110 SAU124 NTO NUT267 NUT273 NUT300 NUT301 NUT302 NTO EDU328 NUT290 NUT303 Disciplina Carga horária CH total Teórica Prática Deontologia em Nutrição 34 0 34 História e Produção de Alimentos 51 0 51 Ações Integradas em Saúde I 34 0 34 Anatomia e Histologia 51 51 102 Citologia e Embriologia 51 0 51 Genética Humana 34 0 34 Sociologia e Saúde 34 0 34 Metodologia Científica 34 0 34 Nutrição Humana 68 0 68 Ações Integradas em Saúde II 34 0 34 Técnica Dietética 51 34 85 Bioquímica Básica 68 0 68 Fisiologia Básica 51 17 68 Microbiologia e Imunologia 34 0 34 Parasitologia 51 0 51 Bioestatística 68 0 68 Microbiologia e Higiene dos Alimentos 68 17 85 Fisiologia do Sistema Digestório 34 0 34 Nutrição e Metabolismo 85 0 85 Educação Nutricional 34 0 34 Nutrição e Dietética 34 17 51 Bromatologia 34 34 68 Avaliação Nutricional 68 34 102 Nutrição no Ciclo da Vida I 85 0 85 Interação entre Fármacos e 34 0 34 Nutrientes Nutrição, Saúde e Comunidade 34 0 34 Psicologia e Nutrição 51 0 51 Recomendações Nutricionais 34 0 34 Epidemiologia 34 0 34 Patologia Geral 51 0 51 Optativa I 34 0 34 Nutrição no Ciclo da Vida II 68 0 68 Qualidade de Alimentos 34 0 34 Políticas e Gestão em Saúde Coletiva 68 0 68 Estágio em Alimentação Escolar 0 85 85 Fisiopatologia e Dietoterapia I 136 0 136 Optativa II 34 0 34 Língua Brasileira de Sinais 34 0 34 Gestão de Serviços em Alimentação I 68 0 68 Nutrição em Saúde Coletiva 68 0 68 19 NUT304 NUT305 SAU141 NTO 7° 8° EDU250 NUT282 NUT289 NUT306 NUT307 NUT308 NTO EDU251 NUT285 NUT309 NUT310 NTO ACC Estágio em Nutrição Clínica Social Fisiopatologia e Dietoterapia II Tecnologia de Alimentos Optativa III Antropologia e Cosmovisão Franciscana Trabalho Final de Graduação I Gestão de Serviços de Alimentação II Estágio em Saúde Coletiva Nutrição Esportiva Dietoterapia em Pediatria Optativa IV Ética e Cidadania Trabalho Final de Graduação II Estágio em Serviços de Alimentação Estágio em Nutrição Clínica Optativa V Atividades curriculares complementares Resumo da distribuição da carga horária Carga horária teórico-prática Optativas Atividades curriculares complementares Estágios Carga horária total Número de créditos 0 136 68 51 85 0 17 0 85 136 85 51 68 0 68 68 68 0 34 34 34 68 17 0 0 34 0 0 204 0 0 0 0 51 204 204 0 68 68 204 34 34 34 68 68 204 204 34 187 0 187 2.737h 187h 187h 782h 3.893h 229 13) Esclarecimentos sobre a dinâmica curricular a) Atividades curriculares complementares - ACC As atividades curriculares complementares são um componente curricular obrigatório. O estudante deverá cumprir um total de 187 horas ao longo do desenvolvimento do curso. As possibilidades de composição envolvem a participação em congressos, seminários, simpósios, encontros, jornadas e outros; participação em monitorias ou estágios relativos à área profissional; participação em cursos realizados na área educacional ou áreas afins; participação em programas de iniciação científica; participação em projetos de pesquisa, extensão e estágios não obrigatórios. 20 b) Disciplinas Optativas O currículo prevê a oferta de disciplinas optativas, num total de 187 horas. Assim como as atividades curriculares complementares, busca-se, por meio das disciplinas optativas, garantir algum grau de flexibilidade ao currículo. O elenco das disciplinas optativas que podem ser ofertas pelo curso é o seguinte. Disciplina Alimentos Funcionais Análise Sensorial de Alimentos Avaliação do Gasto Energético Biodisponibilidade de Nutrientes Consultoria, Assessoria e Auditoria em Sistema de Gestão de Qualidade Gastronomia em Nutrição Clínica Gastronomia, Etiqueta e Eventos Interpretação de Exames Laboratoriais Intervenção Nutricional no Grupo Materno-Infantil de Risco Leitura e Interpretação de Artigos Científicos na Área da Saúde Marketing em Nutrição Nutrigenômica Pesquisa Qualitativa em Saúde Princípios da Nutrição aplicados à Estética Sistema de Informação em Saúde Tecnologia de Panificação Tecnologia de Vinho, Espumantes e Enogastronomia Tópicos Atuais em Pesquisa de Nutrição Carga horária 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 51h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h c) Trabalho Final de Graduação O trabalho de conclusão de curso, denominado trabalho final de graduação, é componente curricular obrigatório, com horário previamente estabelecido na estrutura do curso e apresenta duas características: - Trabalho Final de Graduação I: oferecido no sétimo semestre letivo, trata dos passos para a elaboração de um trabalho acadêmico na área da nutrição. Nesta disciplina, sob a orientação do professor, cabe ao estudante elaborar um projeto de pesquisa, a ser desenvolvida no semestre seguinte, na disciplina TFG II. - Trabalho Final de Graduação II: oferecido no oitavo semestre, contempla o desenvolvimento do projeto de pesquisa aprovado na disciplina TFG I. O trabalho é submetido a uma banca examinadora, que emitirá um parecer avaliativo após a apresentação oral do estudante, de acordo com cronograma de apresentação organizado pela coordenação e colegiado do curso. 21 d) Estágio curricular supervisionado O estágio no curso de Nutrição constitui-se uma exigência legal determinada pela resolução CNE/CES nº 5, de 7 de novembro de 2001. O estágio curricular caracteriza-se como uma atividade científico-profissional, por meio do qual o curso procura expressar processos contínuos de teorizações de questões e problemas que envolvam, direta e indiretamente, a promoção da saúde e que devam resultar em propostas de intervenções nutricionais educativas na comunidade. Os estágios são planejados de forma a complementar a formação discente, associando aos interesses das comunidades onde serão desenvolvidos. Contemplam, integralmente, as três áreas de atuação previstas pelas Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Nutrição. Apresenta como áreas de atuação a Nutrição Clínica (Hospitais e Clínicas de Nutrição), Nutrição Social (Unidades Básicas de Saúde, Estatégias de Saúde da Família, Escolas de Ensino Fundamental e Médio e Educação Infantil e Laboratórios de Ensino Prático em Saúde), Nutrição em Serviços de alimentação (cozinhas industriais, cozinhas de restaurantes comerciais e de hotéis). Estas atividades são supervisionadas direta ou indiretamente pelos docentes do Curso de Nutrição. O Estágio Supervisionado do Curso de Nutrição apresenta as seguintes finalidades: - promover a aplicação prática dos conhecimentos teóricos adquiridos nas disciplinas do curso; - possibilitar o aprimoramento e a complementação do ensino, pesquisa e extensão e sua relação com a aprendizagem; - propiciar integração com a comunidade, possibilitando a busca conjunta de soluções para situações-problema vivenciadas; - contribuir para a melhoria das condições de saúde da população, consoante ao aprimoramento da assistência nutricional, por meio do preparo e qualificação do acadêmico; - colaborar com a atualização dos docentes frente às necessidades da comunidade inserida no estágio. 22 Todas as atividades de estágio do curso de Nutrição são administradas pelas coordenações dos estágios, de acordo com o regulamento dos estágios supervisionados com a sistematização específica para cada área de estágio. f) Pesquisa e Extensão Diante do processo de avaliação e reestruturação em que se encontra o ensino superior no Brasil, neste momento de implantação das Diretrizes Curriculares em que se espera um perfil de aluno mais ativo, questionador e construtor de seu próprio conhecimento, a pesquisa toma papel de destaque no processo de formação do profissional. No curso de Nutrição do Centro Universitário Franciscano, a pesquisa e a extensão são compreendidas como atividades inerentes ao ensino da graduação, no que concerne à viabilidade da construção de conhecimento científico como princípio da formação universitária e profissionalizante. Os projetos têm o objetivo de incentivar a cooperação acadêmica e a busca de resultados inovadores, capazes de alavancar as metas institucionais e suprir as demandas da sociedade. Nesse sentido, tanto os projetos de pesquisa como os de extensão têm priorizado a inserção do estudante na totalidade das tarefas que caracterizam as atividades desta natureza, e podem estar vinculados a programas em andamento ou criadas pelas disciplinas curriculares do curso, bem como os estágios curriculares e o Trabalho Final de Graduação. Instituições de cunho social firmam parceria com o curso de nutrição viabilizando o desenvolvimento destes projetos e ações. O curso de Nutrição está inserido no Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Saúde (GIPES), representado por um grupo de docentes da área da saúde envolvidos com estudo, ensino, pesquisa e extensão em saúde e produção de conhecimentos voltados à integração dos cursos da área da saúde. Este grupo está inscrito no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O Curso de Nutrição está inserido no Programa de Extensão com o Projeto “Assistência Interdisciplinar, ampliada e integral aos Cuidadores de Portadores da Doença de Alzheimer”, no qual as Clínicas de Saúde estão envolvidas juntamente à Associação Brasileira de Cuidadores do Mal de Alzheimer (ABRAZ), proporcionando suporte assistencial aos cuidadores destes pacientes. 23 14) Metodologia de ensino Os procedimentos e estratégias metodológicas propõem-se a instigar a mobilização, elaboração e aplicação dos diferentes conhecimentos. A reflexão passa a ser, então, o eixo norteador do trabalho metodológico do professor, buscando conhecer para agir, refletir na ação e sobre a ação. Desta forma, os professores desenvolvem e difundem o conhecimento técnico-científico, não esquecendo as estruturas curriculares e a realidade sociocultural. Os estudantes, mediante metodologias de ensino, desenvolvem competências, habilidades e atitudes para o exercício de sua profissão, distinguindo-se pela excelência acadêmica na formação de profissionais íntegros e comprometidos com o desenvolvimento humano. Esta metodologia se traduz em aulas expositivas e dialogadas, aulas práticas em laboratórios, relatos escritos, manuais, visitas técnicas, debates, seminários, dramatizações, trabalhos em grupos e individuais, estudos de caso, projetos de ensino vinculados à pesquisa e extensão, vídeos, estudos temáticos, realização de planos de intervenção para solucionar problemas concretos ligados à nutrição, painéis, artigos, resenhas e atividades que auxiliem o efetivo aprendizado e acompanhem a evolução metodológica. 15) Critérios de avaliação Os critérios de avaliação estão sincronizados com a metodologia de ensino proposta. O professor instiga o estudante a aprender através do desenvolvimento de atividades curriculares, avaliando a possibilidade da incorporação de práticas que consolidam os conhecimentos desenvolvidos e analisados durante as etapas de formação. A avaliação é realizada durante o período letivo e cabe ao professor reconhecer da melhor forma o perfil do estudante, avaliando as atividades propostas por meio de diferentes instrumentos. Os critérios gerais do sistema de avaliação da aprendizagem estão oficializados no Regimento Geral da Instituição e são descritos detalhadamente nos planos de ensino de cada disciplina. O regimento prevê a realização de duas avaliações parciais e uma avaliação final, no término do período letivo, cumpridos os prazos estabelecidos no calendário 24 acadêmico da Instituição. Esse regimento possibilita que as avaliações parciais possam ser realizadas de acordo com critérios estabelecidos pelo docente responsável da disciplina, levando em consideração as peculiaridades inerentes a cada disciplina. A condição para a realização da avaliação final é obter a frequência mínima de 75% às atividades acadêmicas programadas. O resultado da aprendizagem dos estudantes será expresso em notas de zero a dez. É considerado aprovado: a) o estudante que, independentemente do exame final, obtiver média igual ou superior a 7,0 (sete) no semestre letivo; b) o estudante que, submetido a exame final, obtiver nota igual ou superior a 5,0 (cinco), correspondente à média entre a nota de aproveitamento do semestre letivo e a nota do exame final. É considerado reprovado: a) o estudante que não obtiver frequência mínima de 75% das aulas e atividades didático-pedagógicas programadas; b) o estudante que, após o exame final, obtiver nota inferior a 5,0 (cinco) resultante da média entre a nota de aproveitamento do semestre letivo e a nota do exame final. 16) Gestão acadêmico-administrativa O curso é administrado por uma coordenação, escolhida pela Reitora. O coordenador do curso tem, segundo o artigo 42 do Estatuto, as seguintes atribuições: a) gestão administrativa e pedagógica; b) planejamento, organização e funcionamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão, bem como dos demais processos e atividades; d) acompanhamento da vida acadêmica dos estudantes; e) articulação do curso com os demais órgãos e comunidade externa; f) avaliação sistemática do curso. A concepção de gestão acadêmico-administrativa adotada pelo curso é de gestão compartilhada entre o coordenador, o Colegiado do Curso e o Núcleo Docente Estruturante (NDE). O Colegiado do Curso tem o coordenador por seu presidente e conta com a participação de representantes do corpo docente e representante do corpo discente, eleitos por seus pares. As atribuições no seu âmbito são de cunho deliberativo e consultivo. O Núcleo Docente Estruturante é composto pelo coordenador, também 25 como presidente, mais representantes docentes, sendo suas atribuições de cunho pedagógico. Participa, ainda, da gestão do curso o a coordenação de estágios. A coordenação promove a gestão do curso, especialmente, nas seguintes atividades: a) elaboração conjunta, no período que antecede o início do ano letivo, do planejamento anual do projeto de gestão acadêmico-administrativa com ênfase na organização das atividades de apoio técnico-administrativo e na organização do trabalho pedagógico-científico previstos no planejamento do curso; b) reuniões coletivas em que predominam o diálogo e o consenso, com vistas à racionalização do trabalho de gestão; c) elaboração e desenvolvimento de planos de trabalho diretamente ligados à gestão acadêmico-administrativa do curso; d) reuniões de trabalho para análise e busca de soluções de dificuldades detectadas pela Comissão Própria de Avaliação e pelo processo de autoavaliação do curso a ser implementado. 17) Processo de autoavaliação A autoavaliação é parte integrante do projeto pedagógico do curso e caracterizase como um processo permanente, formativo e educativo. Pauta-se pelo disposto do projeto institucional de autoavaliação e está voltado para o estudo de um conjunto de ações processuais pelas quais objetiva-se sistematizar e trabalhar os dados obtidos, no intuito de melhorar os aspectos negativos e aperfeiçoar ou manter os que já estão bem estruturados. As ações previstas estão centradas nos seguintes aspectos: - estrutura organizacional e gestão administrativa; - relações entre estudantes, professores e equipe técnico-administrativa; - currículo e suas relações com as exigências sociais e profissionais, bem como o desenvolvimento real de seus componentes (conteúdos programáticos, perfil esperado do futuro profissional, competências e habilidades, métodos de ensino e de avaliação da aprendizagem, atividades de pesquisa e extensão, atividades profissionais, atividades culturais, estágio curricular supervisionado e trabalho de conclusão do curso); 26 - envolvimento da comunidade acadêmica na elaboração e execução de planos de ação e de trabalho; - avaliação das diferentes dimensões do próprio processo de autoavaliação empregado. Entre os instrumentos de avaliação mais comuns utilizados pelo curso em seu processo de autoavaliação podem ser citados: questionários, entrevistas, depoimentos e discussões com professores, estudantes e equipe técnico-administrativa. O projeto de autoavaliação do curso encontra-se em anexo. 18) Responsabilidade social Entende-se que a educação constitui-se num processo complexo e relacional de formação e desenvolvimento pessoal inscrito, por um lado, no campo das habilidades profissionais e, por outro, no campo dos valores éticos. Constitui-se, ainda, num bem social de caráter coletivo que envolve as instâncias institucional, familiar e individual. Portanto, a responsabilidade social no ensino se configura como um elemento eminentemente ético, por meio do qual se busca produzir condutas em que as pessoas se sintam comprometidas com o desenvolvimento equitativo e sustentável do país, pautem suas ações por referências éticas e sejam criativos na articulação entre a sua profissão e a promoção do desenvolvimento coletivo. A responsabilidade social no ensino se expressa, então, na intenção de assegurar uma formação que promova o êxito profissional, fundamentada em princípios éticos, humanísticos e de sensibilidade social. Nesse sentido, no Centro Universitário Franciscano, o processo de ensinoaprendizagem empenha-se para o desenvolvimento e incorporação, por todos e cada um, de uma série de princípios, expressos no projeto pedagógico institucional: - educar para a cidadania ao oferecer um lugar permanente para o aprendizado, pelo exercício da ética e do rigor científico; - promover a formação de cidadãos capacitados ao exercício de sua profissão, que possam contribuir para o desenvolvimento humano e para a construção da paz; - desenvolver uma educação de qualidade, para a formação de profissionais críticos; 27 - produzir e divulgar o conhecimento em suas diferentes formas e aplicações, pela preservação da vida. A responsabilidade social no ensino se expressa no projeto pedagógico do curso e ganha visibilidade por meio de ações junto às instituições de ensino, organizações não governamentais, atividades com órgãos públicos de assistência social, participação em trabalhos educativos nos meios de comunicação, atividades pró-bono do corpo docente tanto nos consultórios como junto a outras instituições. A atuação junto à comunidade ocorre, gratuitamente, com orientações de caráter preventivo sobre formas adequadas de alimentação e nutrição, bem-estar e qualidade de vida, e são realizadas em praças públicas, parques, escolas de ensino médio e empresas privadas da região. O objetivo é orientar e incentivar a população para uma alimentação mais saudável e equilibrada, alertando para a importância dos cuidados com as refeições e a escolha dos alimentos na prevenção de doenças crônicas não transmissíveis, como anorexia, obesidade, bulimia, osteoporose, doenças cardiovasculares, diabetes, câncer, entre outras. Durante as intervenções, os alunos do curso de Nutrição são supervisionados por um professor/nutricionista do Centro universitário Franciscano. Um dos instrumentos utilizados pelo grupo é um folheto com a pirâmide da alimentação, que permite mostrar ao público, de forma clara e objetiva, como alcançar as necessidades de calorias e nutrientes, a partir dos alimentos habituais. Além de estimular a interação do aluno com o público, que pode ser seu futuro paciente/cliente, estas atividades valorizam a prática e o desenvolvimento técnicocientífico do conteúdo teórico aprendido em sala de aula. O “Trote Solidário” é considerado uma das atividades de responsabilidade social, que, além de integrar os alunos no início do ano letivo, atinge a meta de contribuir para o benefício da população carente, substituindo o conhecido trote dos calouros. A iniciativa geralmente vem dos alunos veteranos em conjunto com a coordenação do curso. A ação tem-se moldado com o intuito de arrecadar e doar alimentos para as entidades beneficentes do município. 28 19) Programas de atenção aos estudantes Os estudantes têm acesso a programas de atenção que se destinam a contribuir para a formação pessoal e pedagógico-científica. Esses programas são os seguintes: - Programa de Bolsa de Monitoria: possibilita ao estudante de graduação auxiliar os docentes nas atividades de caráter técnico-didática, no âmbito de determinada disciplina, basicamente, nas aulas práticas, a partir de vagas e critérios determinados pela Pró-reitoria de Graduação; - Programa de Tutoria: objetiva oferecer aos discentes, com necessidades de melhoria de rendimento escolar, a oportunidade de realizar, em pequenos grupos, estudos complementares, com o auxílio de um estudante-tutor e sob a supervisão de um professor; - Programa de Bolsa de Iniciação Científica: é um instrumento de integração das atividades de graduação e pós-graduação que objetiva iniciar o estudante na produção do conhecimento e permitir sua convivência com o procedimento acadêmico em suas técnicas, organizações e métodos; - Programa de Bolsa de Extensão: tem como objetivo estimular a participação dos estudantes nos programas de extensão da instituição e desenvolver a sua sensibilidade para os problemas sociais e para diversas formas de manifestações culturais da população. As bolsas são concedidas mediante plano de trabalho vinculado a um projeto de extensão. - Programa de Assistência Financeira: é voltado para o estudante carente e oferece bolsas institucionais e financiamentos externos: Programa Universidade para Todos - Prouni, auxílios da Associação dos Profissionais Liberais Universitários do Brasil - Fundaplub e auxílios parcial e integral. - A Coordenadoria de Atenção ao Estudante - Cores - presta assistência aos estudantes com vistas a sua integração acadêmica, científica e social. Isso se efetiva por meio de ações de acolhimento, apoio psicopedagógico na organização, na gestão das aprendizagens, nos métodos de estudo e na promoção da adaptação e do sucesso do estudante. A Coordenadoria de Atenção ao Estudante é constituída por duas divisões: a primeira, Divisão de Assistência Financeira orienta os estudantes sobre os programas relacionados à assistência financeira. A segunda, Divisão de 29 Assistência Educativa, é responsável por atendimento psicológico, quanto às questões que interferem no desempenho do estudante, orientação profissional; acompanhamento de egressos, recepção dos calouros, possibilita orientação jurídica e assessora formaturas. - Meios de divulgação de trabalhos e produções: o Centro Universitário Franciscano mantém duas revistas próprias para a divulgação de trabalhos acadêmicos: a revista Vidya e a Disciplinarum Scientia. A revista Disciplinarum Scientia é destinada à publicação dos trabalhos dos estudantes, enquanto a revista Vidya publica trabalhos de professores e pesquisadores. Além dessas revistas, o Centro Universitário realiza, a cada ano, o Simpósio de Ensino, Pesquisa e Extensão - Sepe - evento em que os trabalhos de ensino, pesquisa e extensão são apresentados e publicados em anais. - Pastoral Universitária: oportuniza aos estudantes espaços para convivência em grupos, com vistas ao crescimento pessoal e ao compromisso evangelizador, pois tem como base a formação humana cristã. A Pastoral promove encontros à prática de reflexão sobre compromisso solidário, bem como estimula a convivência amigável no âmbito educacional e na sociedade em geral. 30 20) Anexos Anexo 1 - Ementas e bibliografia 1º semestre Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica NUT259 Deontologia em Nutrição Ciência da nutrição. Fundamentos de ética/bioética e deontologia. Profissional nutricionista. Código de ética. Órgãos/entidades de classe. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NUTRIÇÃO. História do nutricionista no Brasil: 1939 a 1989: coletânea de depoimentos e documentos. São Paulo: Atheneu, 1991. CONSELHO REGIONAL DE NUTRICIONISTAS. Código de ética do nutricionista. Porto Alegre: CRN, 2004. COSTA, Nilce da Silva Campos. A formação do nutricionista: educação e contradição. Goiânia: UFG, 2002. BOSI, Maria Lúcia Magalhães. Profissionalização e conhecimento: a nutrição em questão. São Paulo: Hucitec, 1996. CADERNOS DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO: a autoavaliação do processo de formação do nutricionista no Brasil. Curitiba: Civitas, 2000. CARVALHO, Lúcia Cunha de. A ética dos profissionais da saúde: coletânea de legislação. Rio de Janeiro: Forense, 2000. CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS. Inserção profissional dos nutricionistas no Brasil. Brasília: CFN, 2006. CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO; CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR (CNE/CES). Resolução nº 5 de 7 de novembro de 2001. Institui diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em nutrição. CONSELHO REGIONAL DE NUTRICIONISTAS. Legislação básica do nutricionista. Brasília: CRN, 1991. ____. O nutricionista e suas atribuições. Porto Alegre: CRN, 2005. DRANE, James; PESSINI, Leo. Bioética, medicina e tecnologia: desafios éticos na fronteira do conhecimento humano. São Paulo: Loyola, 2005. FORTES, Paulo Antonio de Carvalho. Ética e saúde: questões éticas, deontológicas e legais, tomada de decisões, autonomia e direitos do paciente, estudo de casos. São Paulo: EPU, 1998. SEGRE, Marco. A questão ética e a saúde humana. São Paulo: Atheneu, 2006. SINGER, Peter; MASON, Jim. A ética da alimentação: como nossos hábitos alimentares influenciam o meio ambiente e o nosso bem-estar. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. NUT291 História e Produção de Alimentos História da alimentação: da pré-história à contemporaneidade. História da alimentação no Brasil. Formas de produção de alimentos. Produção de cereais, leguminosas, olericultura e fruticultura. Fisiologia pós-colheita. Apresentação e formas de comercialização dos vegetais. Alimentos transgênicos. COSTA, N. M. B.; BORÉM, A. Biotecnologia e nutrição: saiba como o DNA pode enriquecer os alimentos. São Paulo: Nobel, 2003. FLANDRIN, J. L.; MONTANARI, M. História da alimentação. São Paulo: Estação Liberdade, 1998. STEPHEN, G. R. Agroecologia: processos ecológicos em agricultura sustentável. Porto Alegre: Ufrgs, 2000. STRINGHETA, P. C.; MUNIZ, J. N. Alimentos Orgânicos - Produção, Tecnologia e Certificação. UFV: Viçosa, 2009. 31 Bibliografia complementar AGUIAR, R. L. Cultivo em ambiente protegido: histórico, tecnologia e perspectivas. Viçosa: UFV, 2004. 332p. ANDRIOLI, A. I.; FUCHS, R. Transgênicos: as sementes do mal: a silenciosa contaminação de solos e alimentos. São Paulo: Expressão Popular, 2008. 276p. AWAD, M. Fisiologia pós-colheita de frutos. São Paulo: Nobel, 1993. 114p. CARNEIRO, H. Comida e sociedade: uma história da alimentação. Rio de Janeiro: Campus, 2003. CASCUDO, L.C. História da Alimentação no Brasil. 3. ed. São Paulo: Global, 2004. 954p. FERNÁNDEZ-ARMESTO, F. Comida: uma história. Rio de Janeiro: Record, 2004. 262p. FILGUEIRA, F. A. R. Novo manual de olericultura: agrotecnologia moderna na produção e comercialização de hortaliças. Viçosa: UFV, 2005. 412p FISBERG, M.; WEHBA, J.; COZZOLINO, S. M. F. Um, dois, feijão com arroz: a alimentação no Brasil de norte a sul. São Paulo: Atheneu, 2002. GLIESSMAN, S. R. Agroecologia: processos ecológicos em agricultura sustentável. Porto Alegre: UFRGS, 2005. 653p. GUANZIROLI, C. Agricultura familiar e reforma agrária no século XXI. Rio de Janeiro: Garamond, 2001, 284p. LEITE, M. Os alimentos transgênicos. São Paulo: Publifolha, 2000. LUENGO, R. F. A; CALBO, A. G.; LANA, M. M.; MORETTI, C. L.; HENZ, G. P. Classificação das hortaliças. EMBRAPA-CNPH: Brasília, 1999. Disponível em: http://www.cnph.embrapa.br/public/classificacao.doc MAZOYER, M.; ROUDART, L. História das agriculturas do mundo: do neolítico à crise contemporânea. Lisboa: Piaget, 2001. MIDIO, A. F.; MARTINS, D. I. Herbicidas em alimentos: aspectos gerais, toxicológicos e analíticos. São Paulo: Varela, 1997. 109p. ORNELLAS, L. H. A alimentação através dos tempos. Florianópolis: UFSC, 2000. STRINGHETA, P. C.; MUNIZ, J. N. Alimentos Orgânicos - Produção, Tecnologia e Certificação. Viçosa: UFV, 2009. TORRES, E. A. F. S. Alimentos em Questão. São Paulo: Ponto Gráfico, 2006. v. II. Sites institucionais http://www.agricultura.gov.br http://www.conab.gov.br http://www.emater.tche.br/site http://www.embrapa.br http://www.fruticultura.org http://www.ibge.gov.br/home http://www.sebrae.com.br Código Disciplina Ementa NUT292 Ações Integradas em Saúde I Funções da linguagem. Processo da comunicação. Comunicação e informação e novas tecnologias em saúde. PEREIRA, José. Haroldo. Curso básico de teoria da comunicação. Rio de Janeiro: Quartet, 2005. SANTOS, Roberto Elísio dos. 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Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica SAU101 Anatomia e Histologia Anatomia básica. Histologia básica. Anatomia dos sistemas orgânicos. Sistema muscular. Sistema nervoso. Sistema digestório. Sistema urinário. Sistema cárdiocirculatório. Sistema respiratório. Sistema reprodutor genital masculino. Sistema reprodutor genital feminino. Sistema glandular. Sistema sensorial. Sistema tegumentar. D’ANGELO, J. G; FATTINI, C. A. Anatomia básica dos sistemas orgânicos. São Paulo: Atheneu, 1997. GRAY, H; GOSS, C. M. Anatomia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. JUNQUEIRA, L. C; CARNEIRO, J. Histologia básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. CASTRO, S. V. Anatomia fundamental. São Paulo: Mac Graw-Hill, 1977. SNELL, R. S. Histologia clínica. Rio de Janeiro: Interamericana, 1991. VAN DE GRAFF, K. M; RHEES, R. W. Anatomia e fisiologia humana. 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Proteínas e peptídios. 36 Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Enzima. Nucleotídios. Vitaminas e sais minerais. Oxidações biológicas. Radicais livres. CAMPBELL, Mary K. Bioquímica. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000. DEVLIN, Thomas M. Manual de bioquímica com correlações clínicas. São Paulo: Edgard Blucher, 1998. LEHNINGER, Albert; NELSON, David; COX, Michael. Princípios de bioquímica. São Paulo: Sarvier, 1995. CISTERNAS, José Raul; VARGAS, José; MONTE, Osmar. Fundamentos de bioquímica experimental. São Paulo: Atheneu, 2001. STRYER, Lubert. Bioquímica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995. WANNMACHER, Clovis. Bioquímica fundamental. Porto Alegre: Graphé, 1976. CHAMPE, P; HARVEY, R. Bioquímica ilustrada. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. MURRAY, R. K. Harper: bioquímica um livro médico Lange. São Paulo: Atheneu, 1998. 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Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar 3º Semestre Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa SAU122 Parasitologia Generalidades sobre parasitismo. Mecanismos da relação parasito-hospedeiro. Biologia das protozooses intestinais e extraintestinais de interesse clínico. Biologia das parasitoses intestinais de interesse clínico, causadas pelos nematelmintos. Biologia das parasitoses intestinais de interesse clínico, causadas pelos platelmintos. Entomologia médica. NEVES, D. P et al. Parasitologia humana. São Paulo: Atheneu, 2005. REY, L. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nas Américas e na África. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. FERREIRA, M. U; FORONDA, A. S; SCHUMAKER, T. T. S. Fundamentos biológicos da parasitologia humana. São Paulo: Manole, 2003. Revista de Saúde Pública. São Paulo: Faculdade de Saúde Pública, 1967. Revista Brasileira de Análises Clínicas. 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ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Informação e documentação. Numeração progressiva das seções de um documento escrito. Apresentação. NBR 6024. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. ____. Apresentação. NBR 14724. Rio de Janeiro: Abnt, 2002. ____. Apresentação. NBR 10520. Rio de Janeiro: Abnt, 2002. ____. NBR 10719. Rio de Janeiro: Abnt, 1989. ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 1998. FACHIN, Odilia. Fundamentos da metodologia. São Paulo: Saraiva, 2003. FEITOSA, Vera Cristina. Redação de textos científicos. Campinas: Papirus, 2000. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002. HENRIQUES, Claudio Cezar; SIMÕES, Darcilia Marindir P. A redação de trabalhos acadêmicos: teoria e prática. Rio de Janeiro: Uerj, 2003. PEREIRA, Mauricio Gomes. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. VÍCTORA, Ceres Gomes; KNAUTH, Daniela Riva; HASSEN, Maria de Nazareth Agra. Pesquisa qualitativa em saúde: uma introdução ao tema. Porto Alegre: Tomo, 2000. NUT289 Gestão de Serviços de Alimentação II Planejamento físico de serviços de alimentação. Planejamento físico e funcional do serviço de alimentação hospitalar. Planejamento físico e funcional do setor de preparo de sondas. Planejamento físico e funcional do lactário. Banco de leite humano. Dimensionamento em unidade de alimentação e nutrição. Restaurantes comerciais. Novos conceitos e tecnologias em serviços de alimentação. ABREU, Edeli Simioni de; ZANARDI, Ana Maria Pinto; SPINELLI, Mônica Glória Neumann de. Gestão de unidades de alimentação e nutrição: um modo de fazer. São Paulo: Metha, 2003. MEZOMO, Iracema de Franco Barros. Os serviços de alimentação: planejamento e administração. São Paulo: Manole, 2002. SILVA FILHO, Antônio Romão. Manual básico para planejamento e projeto de restaurantes e cozinhas industriais. São Paulo: Varela, 1996. 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Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia NUT307 Nutrição Esportiva Sistemas energéticos do organismo. Macronutrientes nos exercícios. Importância dos micronutrientes no esporte. Água e eletrólitos no exercício. Prescrição dietética nas diferentes fases do exercício. Avaliação física e nutricional do atleta. Suplementos ergogênicos nutricionais. BACURAU, R. F. Nutrição e suplementação esportiva. São Paulo: Phorte, 2007. DUARTE, A. C. G. Avaliação nutricional: aspectos clínicos e laboratoriais. São Paulo: Atheneu, 2007. MCARDLE, W. D.; KATCH, F. I.; KATCH, V. L. Fisiologia do exercício: energia, nutrição e desempenho humano. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. BACURAU, R. F. Nutrição e suplementação esportiva. 2. ed. São Paulo: Phorte, 60 complementar Guarulhos, 2001. CHEMIN-MURA. Tratado de alimentação, nutrição e dietoterapia. São Paulo: Roca, 2007. COSTA, R. F. Composição corporal: teoria e prática de avaliação. São Paulo: Manole, 2001. DUARTE, Antônio Cláudio. 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A redação de trabalhos acadêmicos: teoria e prática. Rio de Janeiro: Uerj, 2003. PEREIRA, Mauricio Gomes. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. VÍCTORA, Ceres Gomes; KNAUTH, Daniela Riva; HASSEN, Maria de Nazareth Agra. Pesquisa qualitativa em saúde: uma introdução ao tema. Porto Alegre: Tomo, 2000. NUT309 Estágio em Serviços de Alimentação Produção de alimentos. Recursos humanos. Estrutura físico-funcional da unidade de alimentação e nutrição. Estrutura operacional. Boas práticas em 62 Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar serviços de alimentação. ABREU, E. S; SPINELLI, M. G. N; PINTO, A. M. Gestão de unidades de alimentação e nutrição: um modo de fazer. Metha, 2011. DOMENE, S. M. A. Técnica Dietética – Teoria e aplicações. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. TEIXEIRA, Suzana Maria Ferreira Gomes; OLIVEIRA, Zélia Milet Cavalcanti de Oliveira; REGO, Josedira Carvalho do. et al. Administração aplicada às unidades de alimentação e nutrição. São Paulo: Atheneu, 2004 e 2006. ABERC. Manual de práticas de elaboração e serviços de refeições para coletividades. 6. ed. São Paulo: Associação Brasileira das Empresas de Refeições Coletivas, 2000. BOEGER, Marcelo Assad. Gestão em hotelaria hospitalar. São Paulo: Metha, 2003. KNIGHT, John B.; KOTSCHEVAR, Lendal H. Gestão, planejamento e operação de restaurantes. São Paulo: Metha, 2005. MEZOMO, Iracema de Franco Barros. Os serviços de alimentação: planejamento e administração. 5. ed. São Paulo: Manole, 2002. NEVES, Marcos Fava; CHADDAD, Fábio R.; LAZZARINI, Sérgio G. Gestão de negócios em alimentos. São Paulo: Thomson, 2000. RAMOS, Ana Maria Figueiredo. Manual para funcionários na área de alimentação e treinamento para copeiras hospitalares. São Paulo: Varella, 2001. ROMÃO, Antônio. 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Regulamentação para alimentos funcionais. Biotecnologia e alimentos funcionais. ARAÚJO, Júlio M. A. Química de alimentos: teoria e prática. Viçosa: UFV, 1999. CÂNDIDO, Lys Mary Bileski; CAMPOS, Adriane Mulinari. Alimentos para fins especiais: dietéticos. São Paulo: Varela, 1996. PIMENTEL, B. M. V; FRANCKI, M; GOLLÜCKE, B. P. Alimentos funcionais: introdução as principais substâncias bioativas em alimentos. São Paulo: Varella, 2005. SALINAS, R. D. Alimentos e nutrição: introdução à bromatologia. Porto Alegre: Artmed, 2002. SOUZA, Therezinha Coelho. Alimentos: propriedades físico-químicas. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 1991. DUARTE, Varo. Alimentos funcionais: faça do alimento seu medicamento e do medicamento, seu alimento. Porto Alegre: Artes Ofícios, 2006. LERAYER, Alda Luiza et al. Nova legislação de produtos lácteos e de alimentos para fins especiais, diet, light e enriquecidos. São Paulo: Fonte Comunicações, 1998. 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Porto Alegre: Artmed, 2010. GIL, Antonio de Loureiro. Auditoria da qualidade. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1999. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Manual de consultoria empresarial: conceitos, metodologia, prática. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2004. RIBEIRO, Sandra. Gestão e procedimentos para atingir qualidade: ferramentas em unidades de alimentação e nutrição - UAN'S. São Paulo: Varela, 2005. SCHILLING, Magali. Qualidade em nutrição: métodos de melhorias contínuas ao alcance de indivíduos e coletividades. 3 ed. São Paulo: Varela, 2008. SILVA JUNIOR, E. A. Manual de controle higiênico-sanitário de alimentos. 6. ed. São Paulo: Varela, 2008. TANCREDI, Rinaldini Phillipo; SILVA, Yone da; MARIN, Victor Augustus. Regulamentos técnicos sobre condições higiênicos-sanitárias, manual de boas práticas e POPs para indústrias/serviços de alimentação. Rio de Janeiro: L.F. Livros, 2006. Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica NTO Intervenção Nutricional no Grupo Materno-Infantil de Risco Gestantes de risco. Recém-nascido. Crianças até dois anos de risco. Nutrição e as vias de administração alimentar. ACCIOLY, E; SAUNDERS, C; LACERDA, M. A. C. Nutrição em obstetrícia e pediatria. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 2002. MAHAN, L; KATHLEEN; ESCOTT-STUMP, Sylvia; ARLIN, M. T. Krause: alimentos, nutrição & dietoterapia. São Paulo: Roca, 2005. MONTEIRO, J. P; CAMELO J, SIMON J. Caminhos da nutrição e terapia nutricional: da concepção à adolescência. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. VITOLO, M. R. Nutrição da gestação à adolescência. Rio de Janeiro: Reichmann 65 Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica & Affonso, 2003. BRASIL. Ministério da Saúde. Organização Pan-americana de Saúde. Dez passos para uma alimentação saudável guia alimentar para crianças menores de 2 anos: um guia para o profissional da saúde na atenção básica. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. FALCÃO, M. C. C; CARRAZZA, F. M. Manual básico de apoio nutricional em pediatria. São Paulo: Atheneu, 1999. GUIMARÃES, N. Guia de alimentação infantil: com dicas de cuidados para crianças especiais. São Paulo: Ground, 2003. NICOLL, D; MCPHEE, S. J; PIGNONE, M. Manual de exames diagnósticos. Porto Alegre: Artmed, 2006. NOBREGA, F. J; CAMPOS, A. L. R. N; LIMA, C. F. Distúrbios nutricionais e fraco vínculo mãe/filho. Rio de Janeiro: Revinter, 2000. VASCONCELOS, S. M. L. Manual de avaliação nutricional de enfermos nas diversas etapas da vida. Maceió: Edufal, 2003. WAITZBERG, D. L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. São Paulo: Atheneu, 2002. NTO Leitura e Interpretação de Artigos Científicos na área da saúde Artigos científicos. Literatura. Delineamentos de pesquisa. Qualidade metodológica. Estatística básica. GREENHALGH, Trisha. Como ler artigos científicos – Fundamentos da Medicina Baseada em Evidências. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. MARCOPITO, Luiz Francisco; SANTOS, Francisco Roberto Gonçalves. Um Guia para o Leitor de Artigos Científicos na Área da Saúde. São Paulo: Atheneu, 2006. SPECTOR, Nelson. Manual para a redação de teses, projetos de pesquisa e artigos científicos. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. CALLEGARI-JACQUES, Sídia M. Bioestatística: princípios e aplicações. Porto Alegre: Artmed, 2003. DYNIEWICZ, Ana Maria. Metodologia da pesquisa em saúde para iniciantes. São Caetano do Sul: Difusão, 2007. FLETCHER, Robert H; FLETCHER, Suzanne W; WAGNER Edward H. Epidemiologia Clínica: elementos essenciais. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 1996. HULLEY, Stephen B. Delineando pesquisa clínica: uma abordagem epidemiológica. Porto Alegre: ARTMED, 2003. JEKEL, James F; KATZ, David.; ELMORE, Joann G. Epidemiologia, Bioestatística e Medicina Preventiva. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999. PEREIRA, Maurício Gomes. Epidemiologia teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. NTO Marketing em Nutrição Tópicos em Marketing. Planejamento estratégico de marketing. Comportamento do consumidor. Segmentação de mercado. Análise da concorrência. CHUCRCHILL, G. A.; PETER, P. Marketing: criando valor para o cliente. São Paulo: Saraiva, 2000. HARTLEY, R. Erros de marketing e sucessos. São Paulo: Manole, 2001. KOTLER, P. Administração de Marketing: a edição do novo milênio. São Paulo: Prentice Hall, 2000. ____. Administração de marketing: análise, planejamento, implementação e controle. São Paulo: Atlas, 1999. 66 Bibliografia complementar DIAS, S. (Org). Gestão de marketing. São Paulo: Saraiva, 2002. GIGLIO, E. O comportamento do consumidor. 2. ed. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2002. GRACIOSO, F. Marketing estratégico: planejamento estratégico orientado para o mercado. São Paulo: Atlas, 2001. KARSAKILAN, E. Comportamento do consumidor. São Paulo: Atlas, 2000. LAS CASAS, A. Administração de Marketing: conceitos, planejamento e aplicações à realidade Brasileira. São Paulo: Atlas, 2008. MALHOTRA, N. Pesquisa de marketing: uma orientação aplicada. Porto Alegre: Bookman, 2001. McDANIEL, C.; GATES, R. Pesquisa de marketing. São Paulo: Thomson, 2003. MOWEN, J.; MINOR, M. Comportamento do consumidor. São Paulo: Prentice Hall, 2003. SHETH, J.; MITTAL, B.; NEWMAN, B. Comportamento do cliente. São Paulo: Atlas, 2001. SOLOMON, M. O comportamento do consumidor. Porto Alegre: Bookman, 2002. Código Disciplina Ementa NTO Nutrigenômica Nutrigenômica. Dieta e expressão gênica. Relação nutrigenômica e patologia. Nutrigenômica e diagnóstico. Intervenções dietéticas personalizadas. SILVA, S. M. C. S; MURA, J. D. P. Tratado de alimentação, nutrição e dietoterapia. Barueri: Manoel, 2007. ESCOTT-STUMP. Alimentos, nutrição e dietoterapia. São Paulo: Roca, 2005. CUKIER, C; WAITZEBERG, L; SOARES, S. R; LOGULLO, A. F. Dieta, nutrição e câncer. São Paulo: Atheneu, 2004. SHILS, M. E; OLSON, J. A; SHIKE, M; ROSS, A. C. Tratado de nutrição moderna na saúde e na doença. São Paulo: Manoele, 2003. Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa NTO Princípios da Nutrição Aplicados à Estética Atuação da nutrição em estética. Pele e nutrição. Avaliação clínico-nutricional. Dietética em estética. Obesidade e síndrome da desarmonia corporal: celulite, adiposidade localizada, flacidez e estrias. Abordagem terapêutico-nutricional para obesidade. Bibliografia CHEMIN, Sandra Maria Seabra da Silva; MURA, Joana D'Arc Pereira. Tratado básica de alimentação, nutrição e dietoterapia. São Paulo: Roca, 2007. GUIRRO, Elaine; GUIRRO, Rinaldo. Fisioterapia dermato-funcional: fundamentos, recursos e patologias. Barueri: Manole, 2002. BORGES, Fábio dos Santos. Dermato-funcional: modalidades terapêuticas nas disfunções estéticas. São Paulo: Phorte, 2006. Bibliografia BRAZILIAN JOURNAL OF FOOD TECHNOLOGY. São Paulo: Instituto de complementar Tecnologia de Alimentos, 1981. CUPPARI, Lílian. Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto. São Paulo: Manole, 2002. FISBERG, Regina Mara; SLATER, Betzabeth; MARCHIONI, Dirce Maria Lobo; MARTINI, Lígia Araújo. Inquéritos alimentares: métodos e bases científicos. São Paulo: Manole; 2005. JOURNAL OF THE AMERICAN DIETETIC ASSOCIATION. Chicago: American Dietetic Association, 1925. PECKENPAUGH, Nancy; POLEMAN, Charlotte. Nutrição essência e dietoterapia. São Paulo: Roca, 1997. REVISTA DE NUTRIÇÃO. Campinas: Puccamp, 1988. Anexo 2 - Infraestrutura 67 Espaço Salas de aula Sala para coordenação Sala para secretaria Salas de reuniões Salões Salas de estudo para professores Laboratório de Técnica Dietética, Tecnologia de Alimentos e Análise Sensorial Descrição dos equipamentos Salas para aulas teóricas, com ar condicionado, mesas para estudantes e professor e quadro negro. Sala com mesa de escritório e cadeira, microcomputador, telefone, ar condicionado, mesa e cadeiras para pequenas reuniões e armário. Sala com mesas de escritório e cadeiras, microcomputadores, telefone, armário e ar condicionado. Sala com mesa, cadeiras e ar condicionado. Localização Prédios 13 e 17 Prédio 17 - Sala 623 Prédio 17 – sala 613 Prédio 13 Salão Azul e Salão de Atos: poltronas, sistema de som, Salão Azul: anexo mesa para conferências e ar condicionado. aos prédios 3 e 4 Salão de Atos: Prédio 1 Salão de Atos: prédio 13 Salão de Atos: prédio 17 Sala com microcomputadores, armários, mesas e Prédio 13 cadeiras. 01 ar condicionado; 01 armário guarda volumes; 01 carrinho com rodízio; 01 balão 05 portas; 08 balcões/pia aço inox com uma cuba; 08 balcões de apoio; 01 mesa professor; 04 mesas e 30 bancos; 01 armário para gêneros alimentícios; 06 armários aéreos; 01 quadro branco; 01 refrigerador; 01 freezer horizontal; 01 forno de micro-ondas; 01 forno elétrico; 07 fogões com quatro queimadores e exaustores; 02 batedeiras; 05 liquidificadores; 02 liquidificadores industriais; 01 cafeteira; 02 processadores de alimentos; 01 lavadora de louças; 02 extratores de sucos; 01 balança digital capacidade 15kg; 06 balanças de precisão capacidade 6kg; 01 balança de precisão capacidade 2kg; 17 béqueres; 11 cálices graduados; 08 provetas; 02 bastões de vidro; 07 placas de polietileno; 07 facas de açougue em inox; Prédio 17 - Sala 915 68 07 jogos em inox contendo concha, pegador de massa, escumadeira e espátula; 07 jogos completos de talheres em inox; 28 facas serrilhadas em inox; 07 porta-leites; 21 coadores (pequenos, médios e grandes); 07 escorredores de arroz; 07 escorredores de massa; 14 bacias em inox (médias e grandes); 07 jarras de vidro; 14 formas refratárias (pequenas e médias); 14 pratos fundos para servir com tampa (pequenos e grandes); 07 conjuntos completos de pratos de porcelana; 07 conjuntos de copos de vidro (150ml); 07 conjuntos de xícaras de chá com pires; 01 máquina de moer carne; 02 formas para queijo; 05 formas grandes tefal; 04 formas decoradas tefal; 07 panelas grandes de alumínio; 06 formas de pizza. 03 bancos na sala de análise sensorial 03 janelas comunicando com o laboratório de técnica dietética com as cabines de análise sensorial Laboratório de 01 armário grande em fórmica; Prédio 17 - Sala Técnica 01 freezer horizontal; 915 - Sala B Dietética e 01 refrigerador. Tecnologia de Alimentos Laboratório de armários com box individuais; Prédio 17 - Sala Técnicas banheiros/chuveiros; 915 - Sala A Dietéticas e lavatório. Tecnologia de Alimentos Laboratório de Material Avaliação Nutricional: Prédio: 17 Sala: 1013 Antropometria 01 armário em madeira com portas; 01 quadro branco; 01 ar condicionado; 01 ventilador; 01 escrivaninha; 01 rack para computador; 01 cadeira estofada; 04 cadeiras estofadas com braço; 01 maca estofada; 01 microcomputador; 01 aparelho de bioimpedância; 01 biombo; 02 mesas pequenas de madeira; 01 estadiômetro de parede; 02 balanças mecânicas; 02 balanças eletrônicas digital; 02 balanças para bebê; 09 balanças pessoais analógicas; 14 balanças pessoais digitais; 69 05 réguas antropométricas; 07 estadiômetros portáteis; 11 plicômetros científicos; 07 plicômetros clínicos; 09 colchonetes; 03 caixas para avaliação antropométrica 01 monitor de bio HBF 306 02 aparelhos de aferição de pressão arterial digital 01 medidor de gordura corporal Laboratório de Sala da coordenação: Nutrição 01 mesa de madeira Clínica 03 cadeiras 01 mesa de madeira para computador 01 telefone 01 computador com monitor e teclado (sem impressora) 02 arquivos com 4 gavetas 01 lixeira 02 porta banner Sala de estudos 01 armário de madeira de 2 portas 01 armário de madeira de 4 portas (pertence a educação nutricional) 01 quadro branco 01 balança Cauduro® 01 suporte para Flip Charp 01 mesa de madeira 11 cadeiras 01 lixeira 01 armário de madeira de 2 portas 01 ar condicionado Área de acesso 01 mesa para pirâmide 01 pirâmide de acrílico (pertence à educação nutricional) 01 mural Consultório A 01 balança digital Filizola® 01 mesa de madeira 04 cadeiras 01 lixeira 01 porta sabonete 01 porta papel toalha 01 pia 01 ar condicionado Consultório B 01 balança digital Filizola® 01 mesa de madeira 04 cadeiras 01 estadiômetro 01 lixeira 01 porta sabonete 01 porta papel toalha 01 pia 01 ar condicionado Consultório C 01 balança digital Filizola® Prédio 17 Sala 314 Prédio 17 Sala 311D Prédio 17 Sala 311 A Prédio 17 Sala 311 B Prédio 17 70 01 mesa de madeira 04 cadeiras 01 maca 01 balança infantil Filizola® 01 mesa para suporte desta balança 02 estadiômetros (pertence à avaliação nutricional) 01 lixeira 01 porta sabonete 01 porta papel toalha 01 pia 01 ar condicionado Sala 311 C Material de Educação Nutricional: Pasta pães, cereais, raízes e turbéculos (18 unidades) Pasta óleos e gorduras (3 unidades) Pasta leite e derivados (12 unidades) Pasta preparações (26 unidades) Pasta frutas (15 unidades) Pasta hortaliças (13 unidades) Pasta carnes, ovos e leguminosas (14 unidades) Pasta açúcar e doces (10 unidades) Pasta jogo da memória para deficientes auditivos Jogo para merendeiras Jogo supernutri 4 revistas Emília e a turma do sitio Livro nonchew cookbook Livro brincando com os alimentos Livro renaldinho Livro nutrição na gestação Livro nutriamigos Livro aprendendo a comer Livro sistema digestório Livro modelo de alimentos Livro Alimente seu sorriso Livro Nutrição e diversão vol. 1, 2 e 3 Livro Redescobrir Ciências Livro Liga dos Vegetais Boliche saudável (8 pinos + bola) Guia alimentar para criança até 2 anos Complementos cenários dedoches Quebra cabeça de frutas Máscaras lúdicas 1 e 2 Jogo de nutrição Atividades Nutriamigos 5 palitoches 7 palitoches 85 alimentos pintados 1 escova de dente 2 garfos + 2 facas + 2 pratos Cartolina permitido e não permitido Alimentos em EVA lúdico (84 unidades) Letras 2 – cenoura, 2 beterraba, 2 espinafre Saco alimentos (44 unidades) Caixas tato, olfato, paladar Jogo da merendeira 71 Jogo memória 5 CDs nutriamigos Livros Frutolândia 1 e 2 Livros Hortolândia 1 e 2 Caixa nutriamigos Caixa quebra cabeça 4 caixas dedoches 1 teatro dedoches Jogo para gestante Jogo adolescente Jogo a força dos alimentos Jogo quebra cabeça Jogo memória nutriamigos Jogo da onde vem os alimentos Jogo quebra cabeça turma da Mônica Jogo carimbo frutas Jogo memória em madeira Jogo salada sílaba Caixa dominó Caixa com hambúrguer Caixa sanduíche Caixa cachorro quente Livro jogo de ensinar Caixa alimentos Jogo lúdico para trabalhador Pirâmide alimentar para deficiente visual Jogo da velha Saco mágico Caixa com perguntas sobre alimentos 2 caixas de bingo 2 árvores para a colagem dos alimentos saudáveis e não saudáveis Alimentos em cera Pirâmide com alimentos em biscuit FANTOCHES: Nutricionista, banana, carne, pêra, couve, bolacha, alface, maça, feijão, sorvete, beterraba, peixe, cenoura, menino, ovo, queijo, menina, brócolis, arroz, berinjela, milho, tomate, bala, melancia, abacaxi, morango, chocolate, pão, bactéria, uva. Avental Pirâmide alimentar em feltro Saco com alimentos para a colagem na pirâmide (soja, farinha, arroz, ervilha, feijão) Caixa com materiais lúdicos em EVA Teatro 2 cenários em papel pardo 9 pirâmides 1 banner curso da nutrição Laboratório de 01 ar condicionado Prédio 17 - Sala Anatomia 01 quadro branco 908 25 bancos em madeira 01 mesa de professor 01 cadeira estofada 01 TV tela plana 29” 72 01 tela de projeção 01 armário guarda volumes 02 mesas grandes de fórmica para microscópio 01 mesa com rodas para o projetor de lâminas 01 microscópio projetor de lâminas em vídeo 02 armários grandes com portas de vidro 20 protetores de lâminas 01 estabilizador de voltagem 01 pôster de esqueleto humano 01 esqueleto humano completo, em armário de vidro 01 modelo de pelve em tamanho natural 01 modelo articulado dos ossos do pé em tamanho natural 01 modelo articulado dos ossos do antebraço esquerdo e mão em tamanho natural 01 cabeça óssea humana 01 cabeça óssea modelo em tamanho natural 01 modelo de articulação do joelho esquerdo 02 modelos de coluna vertebral com pelve e nervos espinhais 03 modelos da articulação do joelho 03 modelos da articulação escápulo-umeral 03 modelos da articulação do cotovelo 01 modelo da estrutura do osso compacto 01 esqueleto artificial em tamanho natural 01 pôster dos músculos estriados esqueléticos do corpo humano 01 modelo muscular masculino em tamanho natural 01 modelo muscular masculino em tamanho médio 05 modelos musculares do membro inferior 05 modelos musculares do membro superior 01 modelo do sistema ventricular do S.N.C. 01 modelo do encéfalo 01 modelo de medula espinhal com nervos espinhais, em corte horizontal 01 modelo da cabeça e pescoço, em corte sagital, tamanho natural 01 modelo da cabeça sem a calota craniana 01 modelo do encéfalo em gesso 01 modelo da coluna vertebral com a pelve e nervos espinhais 01 modelo de parede do sistema digestório 01 modelo das vilosidades intestinais 01 modelo da cabeça e pescoço em corte sagital, com laringe desmontável 01 modelo desmontável do sistema urinário 01 modelo do sistema urinário; 01 modelo do rim esquerdo, com a configuração interna 01 modelo do coração humano, tamanho grande, em armário de vidro 01 modelo de coração humano em tamanho médio 01 modelo do coração humano em tamanho pequeno 01 modelo da pelve masculina em corte sagital 01 modelo dos órgãos sexuais masculinos 01 modelo da pelve feminina em corte sagital 73 01 modelo da mama 01 modelo de ouvido 01 pôster das divisões do ouvido 02 modelos do globo ocular desmontáveis 01 modelo da pele humana delgada 03 torsos humanos com cabeça e pescoço, desmontáveis Tecidos epiteliais Tecidos conjuntivos Tecidos musculares Tecidos nervosos Sistema ósteo-articular Sistema muscular Sistema nervoso Sistema digestório Sistema respiratório Sistema urinário Sistema cárdio-circulatório Sistema genital masculino Sistema genital feminino Sistema glandular endócrino Sistema sensorial Sistema tegumentar Laboratório de 01 ar condicionado Bromatologia 02 bancadas dupla face com 16 portas 01 quadro branco 01 armário guarda volumes 16 lugares 01 mesa de professor 01 cadeira estofada 01 bancada para equipamentos com portas e gavetas 02 bancadas em L 01 microcomputador 01 bomba de vácuo fisatom mod. 830 01 destilador bio watter 01 ebuliômetro 02 capelas de exaustão 01 conjunto de destilador de nitrogênio e proteínas 01 bateria de extração 20 bancos estofados 02 centrífugas 01 chapa aquecedora 02 pHmetros 01 manta aquecedora 02 agitadores magnéticos 01 macro moinho tipo Willye 01 aparelho agualab 01 refratômetro de abbe escala de refração 01 spectrofotômetro 01 balança semianalítica 01 dessecador 02 estufas de esterilização e secagem 01 forno tipo mufla Materiais de laboratórios em geral Prédio 17 - Sala 921 Laboratório de Prédio 17 - Sala 01 armário em madeira com portas 74 Microbiologia 01 quadro branco 01 ar condicionado 01 ventilador 01 escrivaninha 01 rack para computador 01 cadeira estofada 04 cadeiras estofadas com braço 01 maca estofada 01 microcomputador 01 aparelho de bioimpedância; 01 biombo 02 mesas pequenas de madeira 01 estadiômetro de parede 02 balanças mecânicas 02 balanças eletrônicas digital 02 balanças para bebe 09 balanças pessoais analógicas 14 balanças pessoais digitais 05 réguas antropométricas 07 estadiômetros portáteis 11 plicômetros científicos 07 plicômetros clínicos 09 colchonetes 03 caixas para avaliação antropométrica 01 monitor de bio HBF 306 Matérias de laboratórios 923 Sala de Apoio aos Laboratórios de Bromatologia e Microbiologia Alimentar 01 bancada para equipamentos 02 estufas bacteriológicas 01 estufa de secagem e esterilização 01 refrigerador 01 freezer vertical 02 autoclaves 04 bancos estofados 02 termômetros digitais 01 balcão pia Prédio 17 - Sala 919 Laboratório de Fisiologia 01 ar condicionador 01 quadro branco 01 mesa retangular 01 mesa em L para computador 01 armário 3 portas 5 cadeiras estofadas 25 cadeiras estofadas com pranchetas 01 divâ tubular 01 esteira eletrônica moviment 01 TV 29” toschiba 01 vídeo cassete 01 microcomputador 01 aparelho Fisiógrafo Prédio 17 - Sala 225 Laboratório de Patologia e Histologia 01 ar condicionado 01 quadro branco 01 armário guarda volumes 01 armário 04 portas Prédio 17 - Sala 906 75 01 balcão pia 03 portas e 05 gavetas 02 bancadas dupla face com réguas 20 microscópios binoculares 01 armário de tv 20 bancos estofados 01 microscópio trinocular com câmera 01 tv tela plana 29” 01 mesa de professor 01 cadeira estofada 01 armário escaninho 20 lugares 02 conjuntos de cubas para coloração Materiais de laboratórios Laboratório de bioquímica 07 mesas 44 bancos 01 balcão/pia com tampo de mármore 01 armário de fórmica 02 bancadas para equipamentos 01 bancada de fórmica com seis divisórias e dez gavetas 01 quadro branco 02 aparelhos espectrofotômetro 01 balança analítica 01 balança semianalítica 01 capela de exaustão 02 agitadores de tubos vortex 01 centrífuga 01 destilador de água 01 homogenizador de tecidos potler 01 dessecador 01 estufa para esterilização e secagem 01 pHmetro de bancada 01 banho-maria metabólico 01 banho-maria 01 agitador magnético 01 manta aquecedora 01 chapa aquecedora 08 micropipetas automáticas 01 liquidificador Vidrarias, reagentes e materiais Prédio 4 – Sala 113 Anexo 3 - Regulamento da atividade curricular complementar 76 Resolução n. 27/2007, de 30 de agosto de 2007, do Conselho Universitário Dispõe sobre o registro de atividades complementares nos cursos de graduação curriculares Art. 1º - Os currículos plenos dos cursos de graduação são constituídos por disciplinas obrigatórias e por atividades curriculares complementares. Art. 2º - As atividades curriculares complementares objetivam oferecer espaço, na dinâmica curricular, a conteúdos disciplinares, a temas do cotidiano e a atividades teórico-práticas que, ligados à atualidade e gerados pelo avanço do conhecimento em estudo, não tenham sido contemplados no currículo do curso. Art. 3º - As atividades curriculares complementares são mecanismos que concorrem para assegurar a atualização permanente e a flexibilidade curricular, preconizadas pelas diretrizes curriculares para os cursos de graduação. Art. 4º - A carga horária destinada às atividades curriculares complementares é definida no projeto pedagógico de cada curso, observado o disposto nas diretrizes curriculares nacionais. Parágrafo único - A total integralização da carga horária das atividades curriculares complementares é requisito para a colação de grau e obtenção do diploma. Art. 5º - As atividades curriculares complementares abrangem as atividades correspondentes à participação em cursos, congressos, seminários, palestras, jornadas, conferências, simpósios, viagens de estudo, encontros, estágios não obrigatórios, projetos de pesquisa ou de extensão, atividades científicas, artísticas, culturais, de integração ou qualificação profissional, monitoria, tutoria, publicação e apresentação de trabalhos acadêmicos ou outras atividades definidas pelos colegiados dos cursos. Parágrafo único - Consideradas as especificidades de cada curso, compete ao Colegiado definir a carga horária a ser atribuída a cada modalidade de atividade curricular complementar. Art. 6º - A atribuição de carga horária, para as atividades referidas no caput do art. 5º desta resolução, deve ser solicitada pelo estudante, por meio eletrônico e mediante o pagamento de taxa, no prazo estabelecido no calendário acadêmico. § 1º - Compete ao Colegiado estabelecer os critérios para determinar o número de créditos a serem atribuídos às atividades curriculares complementares. § 2º - Compete à coordenação do curso a análise das atividades requeridas pelo estudante e, se for o caso, a validação do registro. § 3º - Poderá ser requerida a atribuição de carga horária para as atividades realizadas pelo estudante a partir do semestre de ingresso no respectivo curso no Centro Universitário Franciscano. Art. 7º - As atividades curriculares complementares não serão aproveitadas para a concessão de dispensa de disciplinas obrigatórias do currículo de vinculação do estudante. Art. 8º - Os casos omissos são resolvidos pela Pró-reitoria de Graduação. Art. 9º - A presente resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogada a resolução 6/03, de 4 de setembro de 2003, e demais disposições em contrário. 77 Atividade Apresentação de trabalho científico CH Máxima 85 Assistência de monografia 17 Assistência de dissertação 17 Assistência de tese 17 Bolsista de extensão 68 Bolsista de inciciação científica 68 Bolsista de monitoria e/ou tutoria 68 Disciplina cursada 68 Estágio extracurricular 68 Participação em comissões 34 Participação em curso de extensão 68 Participação em eventos 85 Participação em projetos de ensino, pesquisa e/ou extensão Publicações 34 136 Trabalho voluntário 34 Viagens de estudo 17 CH total 884 78 Anexo 4 - Normas que disciplinam o trabalho final de graduação Resolução n. 28/2007, de 30 de agosto de 2007, do Conselho Universitário Dispõe sobre as normas para elaboração, desenvolvimento e apresentação do trabalho final de graduação Art. 1º - A elaboração, desenvolvimento e apresentação de um trabalho final de graduação constitui exigência para a integralização curricular, colação de grau e obtenção do diploma em todos os cursos de graduação. Art. 2º - O trabalho final de graduação constituiu-se num trabalho acadêmico, baseado na análise de um problema específico e elaborado de acordo com as normas do método científico. Parágrafo único - O tema do trabalho final de graduação é de livre escolha do estudante, desde que observada a proximidade temática com as linhas de pesquisa, de extensão ou com as possibilidades do corpo de orientadores do curso. Art. 3º - O trabalho final de graduação tem por objetivo estimular o desenvolvimento da iniciação científica, avaliar os conhecimentos teóricos e técnicos essenciais às condições de qualificação do estudante, para o seu acesso ao exercício profissional. Art. 4º - Para a matrícula, na disciplina Trabalho Final de Graduação I e Trabalho Final de Graduação II, o estudante deverá ter sido aprovado nas disciplinas até o semestre anterior ao da oferta das referidas disciplinas. Art. 5º - A orientação das atividades acadêmicas, desenvolvidas no âmbito do trabalho final de graduação, será realizada por um professor especialmente designado para tal fim. § 1º - Pode orientar o desenvolvimento de trabalho final de graduação o professor que tiver aprovação, concedida pelo Colegiado do curso, para integrar o corpo de orientadores do respectivo curso. § 2º - Compete à coordenação do curso encaminhar ao Colegiado, por meio de processo formal, a solicitação de definição do corpo de orientadores, com as respectivas temáticas. § 3º - Constituem critérios para composição do corpo de orientadores a produção acadêmica, o desempenho de atividade profissional e ética na produção técnicocientífica. § 4º - As coordenações dos cursos têm o prazo de sessenta dias, a contar da publicação desta resolução para definir, publicar e promover ampla divulgação, junto aos estudantes, da composição do corpo de orientadores e das respectivas temáticas. Art. 6º - Cada professor poderá orientar, concomitantemente, até dez estudantes, contadas as diferentes orientações acadêmicas. Parágrafo único - Para a orientação das atividades acadêmicas desenvolvidas no âmbito do trabalho final de graduação, cada professor tem encargo de uma hora semanal por orientando. Art. 7º - A substituição de orientador pode ocorrer, desde que solicitada pelo estudante, por meio de requerimento fundamentado e deve passar pela aprovação do Colegiado do curso. 79 Art. 8º - Na disciplina de Trabalho Final de Graduação I, verifica-se o rendimento acadêmico por meio da avaliação do projeto de estudo correspondente e de outras atividades previstas no plano de ensino da disciplina. § 1º - A avaliação do projeto de estudo fica a cargo do professor responsável pela disciplina, ou do professor orientador, que poderá observar critérios de avaliação definidos pelo Colegiado do curso. § 2º - Devido às características próprias da disciplina Trabalho Final de Graduação I, a prestação de exame final não faz parte do processo de avaliação. § 3º - O estudante cujo desempenho não atingir média 7,0, deverá reelaborar o trabalho, no semestre em curso, no prazo a ser definido pelo Colegiado, em parte ou em sua totalidade, conforme atividades previstas no plano de ensino da disciplina. § 4º - O estudante que não cumprir o prazo concedido para a reelaboração do trabalho final de graduação ou que, após reelaborar as atividades previstas no plano de ensino da disciplina, não atingir média final igual ou superior a 5,0, será considerado reprovado. Art. 9º - No início do semestre letivo correspondente à oferta da disciplina Trabalho Final de Graduação II, a coordenação do curso, ou o órgão por ela designado, deve entregar a cada professor orientador uma cópia do projeto de estudo dos matriculados na disciplina sob sua orientação. § 1º - O estudante entregará a primeira versão do trabalho final de graduação ao seu professor-orientador até cinco semanas antes do prazo fixado no calendário acadêmico para término do período de aulas do semestre. § 2º - O professor-orientador tem o prazo de uma semana para avaliar a primeira versão do trabalho final de graduação, fazer observações e sugestões, quando for o caso, para a melhoria da versão definitiva. § 3º - O texto do trabalho final de graduação para avaliação da banca deve ser entregue pelo professor-orientador, à coordenação do curso, ou ao órgão por ela designado, até uma semana antes do prazo fixado no calendário escolar para o término do período de aulas do semestre. § 4º - O texto final deve ser acompanhado do formulário de solicitação de constituição de banca examinadora, subscrito pelo professor-orientador. § 5º - Após a avaliação e aprovação da banca, a versão final do trabalho, observadas as normas da ABNT, deve ser entregue à coordenação do curso, ou ao órgão por ela designado, em duas vias: uma impressa, sob a forma de monografia ou de artigo publicável, e outra em arquivo eletrônico, em formato PDF, gravado em mídia digital. Art. 10º - A verificação do rendimento acadêmico do estudante matriculado na disciplina Trabalho Final de Graduação II é realizada por uma banca examinadora constituída pelo orientador, como seu presidente, e por mais dois professores por ele sugeridos e designados pela coordenação do curso, ou pelo órgão por ela delegado. § 1º - A indicação e a designação dos integrantes das bancas examinadoras levarão em conta, preferentemente, a vinculação dos examinadores à temática do trabalho final de graduação a ser avaliado. § 2º - É facultada participação de avaliadores de outras instituições, desde que não implique em encargos financeiros. Art. 11 - O Colegiado do curso pode optar em definir, como forma de avaliação do trabalho final de graduação, a sustentação oral do trabalho desenvolvido ou pareceres individuais, por escrito, da banca examinadora. § 1º - Em caso de defesa oral, o tempo de apresentação poderá ser de até trinta minutos, prorrogáveis, a critério da banca examinadora. § 2º - Cada membro da banca examinadora terá o tempo de até trinta minutos para a arguição do trabalho apresentado. 80 Art. 12 - O trabalho final de graduação será considerado aprovado se, pela média aritmética das três notas atribuídas pelos integrantes da banca, o resultado for igual ou superior a 7,0, cumpridos ainda os requisitos de frequência mínima à programação feita na disciplina. § 1º - A coordenação do curso, ou o órgão por ela designado, com a aprovação do respectivo colegiado, pode estabelecer critérios de avaliação a serem observados pela banca examinadora. § 2º - Devido às características próprias da disciplina Trabalho Final de Graduação II, a prestação de exame final não faz parte do processo de avaliação. § 3º - Após o parecer da banca, o estudante cujo desempenho não atingir média 7,0 deverá, no semestre em curso, replanejar e reexecutar, em parte ou em sua totalidade, as atividades previstas no projeto de trabalho. § 4º - Cabe à coordenação do curso, ou ao órgão por ela designado, definir o prazo e a forma para a reapresentação do trabalho, que será avaliado pelos mesmos integrantes da banca designada para a primeira avaliação. § 5º - O prazo, a ser definido pela coordenação do curso, observará as datas de encerramento do semestre letivo dispostas no calendário acadêmico. § 6º - O estudante que, após replanejar e reexecutar as atividades previstas no projeto de trabalho, não atingir média final igual ou superior a 5,0 será considerado reprovado. Art. 13 - Em caso de plágio, desde que comprovado, o estudante estará sujeito ao regime disciplinar previsto no Regimento Geral. Parágrafo único - Constitui plágio o ato de assinar, reproduzir ou apresentar, como de autoria própria, partes ou a totalidade de obra intelectual de qualquer natureza (texto, música, pictórica, fotografia, audiovisual ou outra) de outrem, sem referir os créditos para o autor. Art. 14 - O horário da orientação, nas disciplinas de Trabalho Final de Graduação I e Trabalho Final de Graduação II, não pode coincidir com o horário das demais disciplinas em que o estudante está matriculado. § 1º - Cabe ao orientador e ao estudante, de comum acordo, definirem os horários destinados para orientação e desenvolvimento das atividades previstas no plano de ensino da disciplina. § 2º - Cabe à coordenação do curso, ou ao órgão por ela designado, estabelecer critérios e formas de acompanhamento ou registro da frequência e das atividades desenvolvidas na disciplina. Art. 15 - Os direitos e deveres dos estudantes matriculados nas disciplinas de Trabalho Final de Graduação I e Trabalho Final de Graduação II, são os mesmos estabelecidos para as demais disciplinas, ressalvadas as disposições da presente normativa. Art. 16 - Os casos omissos são resolvidos pelo colegiado do curso, cabendo recurso aos colegiados superiores. Art. 17 - Esta resolução entra em vigor nesta data, revogada a resolução n. 3/01Consar, de 29/03/2001, e as demais disposições em contrário. 81 Anexo 4.1 - Regulamentação do trabalho final de graduação do curso de Nutrição TÍTULO I Das disposições preliminares Art. 1º - O presente Regulamento baseia-se na Resolução nº 28/07 de 30/08/2007 do Conselho de Áreas da UNIFRA e tem por finalidade normatizar as atividades relacionadas com a elaboração do trabalho final de graduação. Será constituído pelas disciplinas TFG I - Trabalho Final de Graduação destinado à elaboração do projeto de TFG; e a de TFG II - Trabalho Final de Graduação inerente à elaboração de um trabalho de conclusão de curso, sob forma de monografia e artigo científico, sendo pré-requisito mínimo para obtenção do título de bacharel do curso de Graduação em Nutrição da UNIFRA. Art. 2º - O Trabalho Final de Graduação (TFG) consiste em pesquisa orientada, individual, com temas relevantes nas áreas da nutrição e afins, e deve ser relatada sob forma de monografia e de artigo científico, nas seguintes áreas do conhecimento: I - Nutrição Clínica; II – Nutrição Social; III – Nutrição em Unidade de Alimentação e Nutrição; IV – Outras (Indústria de Alimentos, Marketing, Nutrição Esportiva, Educação, Ciência e Tecnologia dos Alimentos). TÍTULO II Das atribuições da coordenação de curso Art. 3º - Compete à Coordenação de Curso de Nutrição da UNIFRA: I - Fazer cumprir as normas contidas neste regulamento; II - Autorizar a matrícula na disciplina de TFG I ao aluno que estiver apto conforme a Resolução Nº 28/2007 do Conselho Universitário do Centro Universitário Franciscano; III - Autorizar a matrícula, na disciplina de TFG II, ao aluno que for aprovado na disciplina TFG I; §1º. O não cumprimento desses requisitos constitui motivo para o cancelamento da matrícula nas respectivas disciplinas. IV - Homologar junto ao colegiado do curso, a indicação dos professores orientadores, devidamente preenchido e assinado; V - Analisar, com o colegiado do curso, a substituição de orientador, mediante justificativa solicitada pelo aluno após a matrícula do TFG I. Esta substituição deverá ser fundamentada por meio de requerimento via protocolo; VI - Entregar os Trabalhos Finais de Graduação II, defendidos e aprovados, em cópia impressa e outra em CD (em formato PDF, sem senha e em arquivo único), na secretaria da Área de Ciências da Saúde, ao final do semestre; VII - Manter os TFGs já defendidos e aprovados na coordenação do curso de nutrição; VIII - Instituir e manter atualizado o livro de atas finais das sessões de defesa de TFG II. TÍTULO III Das atribuições do Colegiado do Curso Art. 4º - Compete ao colegiado do curso de nutrição da UNIFRA: I - Aprovar o regulamento do TFG; 82 II - Analisar com a coordenação do curso, a substituição do orientador, quando solicitada pelo aluno após a matrícula do TFG I. Esta substituição deverá ser fundamentada por meio de requerimento via protocolo. III - Distribuição dos orientadores no TFG I, conforme lista nominal dos alunos preenchida com tema a ser pesquisado, área de afinidade e no mínimo 3 possíveis orientadores; IV - Estabelecer os critérios de avaliação da banca examinadora através da elaboração de instrumentos; V - Avaliar os casos de alunos que não atingirem média 7,0 no desempenho segundo a Resolução Nº 28/2007 do § 3º ao § 6º do Artigo 11 e casos omissos. TÍTULO IV Das atribuições do coordenador de TFG Art. 5º - A coordenação do TFG será exercida pelo professor da disciplina de TFG I e II, seguindo o Projeto Pedagógico do Curso vigente; Art. 6º - Ao Coordenador de TFG compete: I - Atender aos alunos matriculados, nas disciplinas TFG I e II, distribuídas na matriz curricular do Curso de Nutrição; II - Divulgar o corpo de orientadores determinados pelo colegiado do curso; III - Elaborar a lista de orientação de TFG e torná-la pública no mural e no site do curso de Nutrição e na Coordenação do Curso, a qual consta o nome dos alunos e seus respectivos orientadores e bancas, o dia, hora e o local das defesas e prazos de entrega dos trabalhos para avaliação de orientadores e bancas, obedecendo ao calendário e a Resolução Nº 28/2007 da UNIFRA. IV - Avaliar com o professor orientador o desempenho do aluno durante a realização e a defesa do TFG I, utilizando instrumento de avaliação do projeto (Instrumento B); V - Distribuir e recolher aos professores os seguintes documentos: Na disciplina TFG I: requerimento de constituição de banca examinadora de TFG (Instrumento A); instrumento de avaliação de TFG I (Instrumento B); ficha de controle das atividades e frequência (Instrumento C); Na disciplina de TFG II: parecer de avaliação de TFG (Instrumento D), instrumento de avaliação de TFG II (oral e escrito) (Instrumentos E e F), ficha de controle das atividades e frequência (Instrumento C); Receber dos orientadores: cópia impressa do TFG II e CD, fichas de parecer de avaliador de TFG e instrumentos de avaliação (Instrumentos E e F), com as respectivas notas e médias, dos 3 (três) membros da banca examinadora, até 5 dias úteis após a defesa do TFG II, para encerramento da disciplina. VI - Encaminhar à Coordenação do Curso de Nutrição a seguinte documentação: Na disciplina de TFG II: cópia impressa do TFG II e CD, fichas de parecer de avaliador de TFG (Instrumento D) e instrumentos de avaliação (Instrumentos E e F), com as respectivas notas e médias, dos 3 (três) membros da banca examinadora. Após o encerramento da disciplina, entregar os diários de classe, no DERCA. VII- Tomar, no âmbito de sua competência, todas as demais medidas necessárias para o efetivo cumprimento deste Regulamento. VIII - Elaborar a ata de defesa do TFG I e II e mantê-la na coordenação do curso. TÍTULO V Dos professores orientadores Art. 7º - A orientação do TFG será realizada pelos docentes da UNIFRA, do Curso de Nutrição preferencialmente nutricionistas, sugerida pelos alunos, avaliada pelo colegiado, aceita pelo professor orientador e designada pela coordenação de curso. 83 §1º- Ao sugerir o orientador, o aluno deverá levar em consideração, sempre que possível, a distribuição de acordo com as áreas de atuação dos professores, bem como a distribuição equitativa de orientandos entre eles. Art. 8º - Ao professor orientador compete: I- Indicar com o aluno, o nome de dois (2) membros que irão compor a banca examinadora, na ocasião da defesa do TFG I e TFG II; II- Preencher e assinar a declaração de aceite de orientação do TFG e do requerimento de constituição de banca examinadora de TFG (Instrumento A); III- Atender a seus alunos orientandos, em horários e locais previamente estipulados; IV- Registrar na ficha de controle de atividades e frequência (Instrumento C) e entregar devidamente preenchida e assinada ao professor coordenador de TFG I e TFG II, no final do semestre; V- Atribuir e solicitar atividades inerentes ao TFG aos orientandos, periodicamente, de tal forma a garantir a realização dos trabalhos dentro do prazo e com qualidade adequada; VI- Solicitar aos orientandos a entrega do TFG I e TFG II aos membros da banca examinadora dentro do prazo estipulado pelo professor coordenador de TFG; §1º. O professor orientador e integrantes da banca examinadora terão o prazo estipulado pelo professor da disciplina para avaliar a versão final do TFG I e assim apontar observações e sugestões que serão realizadas no dia da defesa do TFG I; §2º. O professor orientador e os integrantes da banca examinadora terão o prazo estipulado pelo professor da disciplina para analisar e avaliar o TFG II e, devolver com as observações e sugestões, antes da defesa oral; §3º. Quando os orientadores e a banca aprovarem parcialmente o trabalho, deverão entregar o parecer, aos alunos, em data estipulada pelo professor da disciplina. O aluno deverá realizar as alterações sugeridas, e entregar novamente à banca pelo menos 48 horas antes da defesa. VII- Avaliar o TFG I (trabalho escrito e defesa) com o professor da disciplina de TFG I, por meio dos critérios estabelecidos no instrumento de avaliação (Instrumento B). VIII- Avaliar o TFG II (trabalho escrito e oral) com os demais membros da banca examinadora, dentro dos critérios estabelecidos na ficha de parecer do avaliador de TFG e por meio dos critérios estabelecidos no instrumento de avaliação (Instrumentos E e F). IX- Comparecer em dia, hora e local determinado e divulgado, para a defesa oral de seu(s) orientando(s); X- O professor orientador será responsável pela informação à banca externa, dia, hora e local da defesa de seus orientandos; XI- Após defesa oral, receber em 48 horas de seu(s) orientando(s), uma via impressa do TFG II e um CD, com as devidas correções sugeridas pela banca examinadora; XII- Deverá entregar ao coordenador da disciplina, as três (3) fichas de parecer de avaliador de TFG, as três (3) fichas de avaliação do trabalho escrito, as três (3) fichas de apresentação oral, com a média das avaliações, além do trabalho escrito, CD e ficha de presença. XIII- Acompanhar o cumprimento das alterações propostas pela banca examinadora quando da defesa do TFG I e TFG II. XII- Providenciar, com o aluno, o encaminhamento da publicação do artigo, quando sugeridos pelas bancas examinadoras; 84 TÍTULO VI Dos orientandos Art. 9º - O aluno deverá preencher a ficha para requisição de professor orientador, preenchendo os seguintes itens: área (ou tema específico), três (3) prováveis orientadores; Art. 10º - Comparecer às reuniões combinadas com o professor orientador, cuja presença será formalmente cobrada por meio da ficha de controle das atividades (Instrumento D) e frequência, e apresentar as atividades que lhe forem solicitadas para o bom andamento e qualidade do trabalho; Art. 11 - Preencher e assinar, com professor orientador o termo de aceite de orientação de TFG e o requerimento de constituição de banca examinadora de TFG; Art. 12 - Elaborar seu trabalho de acordo com as disposições contidas neste regulamento e com as sugestões do professor orientador e do professor da disciplina de TFG I. Art. 13 - Cumprir o calendário de atividades divulgado pelo professor de TFG, no que concerne à entrega do trabalho final à banca examinadora. Art. 14 - Comparecer no dia, hora e local determinado para a defesa do TFG I e TFG II. Art. 15 - Entregar uma cópia do TFG I e TFG II ao professor orientador e a cada membro da banca examinadora no prazo determinado pelo professor de TFG, com as fichas de avaliação (trabalho escrito e defesa). No TFG I, o aluno também deverá entregar uma cópia ao professor da disciplina. Art. 16 - Atender às observações e sugestões da banca examinadora, no prazo estabelecido, para a melhoria da versão definitiva. Art. 17 - Encaminhar, com o professor orientador, a um Comitê de Ética registrado ao Conselho Nacional de Ética e Pesquisa (CONEP), o projeto de TFG I, quando a pesquisa envolver seres humanos. Art. 18 - Entregar uma cópia impressa do TFG II e outra em CD (em um único arquivo) para o professor orientador, com as devidas sugestões e correções que, porventura, tenham sido sugeridas pela banca examinadora, no dia da apresentação oral do TFG II. Art. 19 - Providenciar, com o orientador, o encaminhamento da publicação do artigo. Art. 20 - A responsabilidade pelos resultados apresentados no trabalho, bem como os dados e quaisquer outras informações nele contidos são de inteira responsabilidade do aluno que as elaborou e do orientador do TFG. TÍTULO VII Da disciplina de TFG I - Projeto de TFG Art. 21 - O aluno elaborará o seu projeto de TFG de acordo com este Regulamento e com as orientações do seu professor orientador. 85 Art. 22 - A apresentação do TFG I segue a mesma estrutura de publicações científicas, sendo feita com base nas normas técnicas definidas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). O conteúdo do trabalho deve demonstrar conhecimento do estudante com a literatura, sobre algum tema na área de Nutrição bem como sua capacidade de análise e expressão na forma escrita, empregando os conhecimentos teóricos e metodológicos obtidos ao longo do Curso de Graduação em Nutrição. Art. 23 - O TFG I será desenvolvido no 7º semestre com a carga horária de 68 horas. Art. 24 - Este regulamento normatiza a estrutura básica do projeto que seguirá as normas definidas pela ABNT e os critérios técnicos estabelecidos pela Pró-reitoria de Pós Graduação e Pesquisa da UNIFRA. Art. 25 - A estrutura do Projeto de TFG compõe-se de: I - Capa, folha de rosto e sumário; II - Introdução (delimitação do tema; formulação do problema; justificativa e objetivos); III - Referencial teórico; IV - Metodologia (método, materiais, delineamento de pesquisa e procedimentos metodológicos, aspectos éticos, análise dos dados); V - Cronograma; VI - Orçamento; VII - Referências bibliográficas; VIII - Apêndices (quando for o caso); IX - Anexos (quando for o caso); Art. 26 - O TFG deve ser elaborado, observando-se a vinculação direta do tema com a Nutrição, inserindo-se em uma das áreas de conhecimento, que podem ser identificadas pelas disciplinas oferecidas no Curso de Nutrição, nas seguintes áreas do conhecimento, de acordo com as Diretrizes Nacionais para os Cursos de Graduação: I - Nutrição Clínica; II - Nutrição Social; III - Nutrição em Unidade de Alimentação e Nutrição; IV - Outras (Indústria de Alimentos, Marketing, Nutrição Esportiva, Educação, Ciência e Tecnologia dos Alimentos). Art. 27 - O Projeto TFG I é orientado pelo professor de TFG I e pelo professor orientador, em dia e horário previamente estipulados. Art. 28 - O TFG I deve conter, no máximo, 15 (quinze) páginas. TÍTULO VIII Da disciplina de TFG II - Trabalho Final de Graduação Art. 29 - O TFG será elaborado, de acordo com a grade curricular, no 8º semestre do Curso de Nutrição em forma de monografia e artigo; Art. 30 - Quanto à estrutura formal, deve-se atentar para os critérios técnicos estabelecidos pela Pró-reitoria de Pós-graduação e Pesquisa da UNIFRA, normas da ABNT, ou Normas de Publicação de Periódico sugerido pelo orientador. 86 TÍTULO IX Da banca examinadora Art. 31 - O TFG será defendido pelo aluno perante banca examinadora, composta pelo professor orientador, que a preside, e por outros dois (2) membros, indicados no requerimento de constituição de banca examinadora de TFG e designados pela coordenação do curso de Nutrição, dos outros dois (2) membros da banca, com qualificação adequada para o julgamento do trabalho, dos quais, 1 (um) deles deve integrar o corpo docente da UNIFRA. Parágrafo único. Excepcionalmente, quando justificado, o terceiro integrante da banca examinadora poderá ser professor de outra instituição com conhecimento na área do TFG ou profissional com nível superior que exerçam atividades afins ao tema do TFG, que realize essa atividade de forma voluntária, sem ônus para a UNIFRA. Art. 32 - Havendo coorientador ele será, obrigatoriamente, membro da banca examinadora. Ressalta-se que o coorientador receberá certificado como banca. Art. 33 - A banca examinadora somente pode executar seus trabalhos com os três (3) membros presentes. §1º. Não comparecendo algum dos membros da banca examinadora do TFG I e TFG II, no dia da defesa, será marcada nova data, podendo ser constituída nova banca designada pelo Colegiado do Curso de Nutrição. Art. 34 - A apresentação e defesa oral do TFG II é de natureza pública, sendo estimulada a participação dos demais estudantes do curso no referido evento. Art. 35 - O aluno que não entregar o TFG I e II e/ou não se apresentarem para sua defesa oral, nos prazos estabelecidos, sem motivo justificado, na forma deste regulamento, está automaticamente reprovado nas disciplinas. Parágrafo Único. A justificativa do não comparecimento do aluno à defesa ou da não entrega do trabalho dar-se-á de forma escrita no prazo de 48 horas após as datas previstas para os mesmos, junto ao Protocolo da UNIFRA, que repassará ao Colegiado do Curso. Art. 36 - O aluno que não entregar o trabalho ou que não comparecer no dia e horário marcados para a defesa oral, poderá solicitar recurso junto ao Colegiado do Curso, mediante requerimento fundamentado e justificado. Art. 37 - Após o parecer da banca, o estudante cujo desempenho não atingir média 7,0 deverá, no semestre em curso, replanejar e reexecutar, em parte ou em sua totalidade, as atividades previstas no projeto de trabalho. Caberá a coordenação do curso, ou ao órgão por ela designado, definir o prazo e a forma para reapresentação do trabalho, que será avaliado pelos mesmos integrantes da banca designada para a primeira avaliação (Resolução Nº 28/2007 de 30/08/2007). Art. 38 - O aluno terá um tempo máximo de 20 (vinte) minutos para fazer a apresentação oral de seu trabalho perante a banca examinadora e cada membro desta disporá de 10 (dez) minutos para arguição e comentários. Art. 39 - A apresentação oral deve ser feita com o apoio de recursos audiovisuais, de tal forma que seja clara, objetiva e bem orientada. 87 Art. 40 - A nota do TFG I leva em consideração o texto escrito e a argüição frente aos questionamentos da banca, que são avaliados, por instrumentos próprios, pelo orientador e professor da disciplina, tendo o texto escrito peso 10,0 (dez) (Instrumento B). Art. 41 - A nota do TFG II leva em consideração também o texto escrito e a apresentação oral, sendo avaliados, por meio de instrumentos próprios, pelos integrantes da banca. Tanto o texto escrito quanto a apresentação oral têm peso 10 (dez). Art. 42 - Será considerado aprovado nas disciplinas TFG I e TFG II, o aluno que tiver cumprido a programação da disciplina, os requisitos de frequência mínima exigida pela UNIFRA e obtiver nota final igual ou superior a sete (7,0) pontos. Art. 43 - A apresentação oral do TFG I e II será registrada em ata, assinada pelo professor da disciplina, pelos membros da banca e pelo aluno ao final da sessão de defesa. TÍTULO X Das disposições gerais Art. 43 - Os casos omissos, neste Regulamento, serão resolvidos pelo Colegiado do Curso de Nutrição, cabendo recursos às instâncias superiores. Art. 44. Este Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelos órgãos competentes na estrutura da UNIFRA, revogando todas as demais disposições existentes sobre a matéria no âmbito do Curso de Nutrição. 88 Instrumento A – Requerimento de constituição de banca do TFG Declaração de aceite de orientando de TFG Declaro estar de acordo com a orientação do trabalho final de graduação do aluno __________________________________ do curso de ______________________ cujo título provisório é ____________________________________________________________ _______________________________________________________________com início previsto para __________ e término previsto para _____________. Santa Maria, Nome do Orientador Nome do orientando ================================================================== Requerimento de constituição de banca examinadora de TFG Senhor(a) coordenador(a), Dirijo-me a Vossa Senhoria para requerer a constituição de banca examinadora para julgamento do trabalho final de graduação do aluno ____________________________________, do curso de ___________________, intitulado _________________________________ _______________________________________________________________ Santa Maria, Nome do Orientador Nome do orientando ================================================================== Banca examinadora Nome Completo e Assinatura 1) 2) 3) Santa Maria, Nome do(a) coordenador(a) 89 Instrumento B – Avaliação do Trabalho Final de Graduação I Centro Universitário Franciscano – UNIFRA Área de Ciências da Saúde Curso de Nutrição Avaliação do Trabalho Final de Graduação I Aluno: .............................................................................................................................. Orientador: ...................................................................................................................... Banca: .............................................................................................................................. Título do Projeto: ............................................................................................................ ............................................................................................................................................... ....................................................................................................................................... CRITÉRIOS Nota Atendeu ao prazo de entrega. Presença nas orientações. Introdução apresenta: tema, problema e justificativa. Objetivos estão bem descritos (geral e específico). Metodologia aplicada ao trabalho contempla os objetivos. Apresentação da estrutura da monografia, conforme ABNT. Revisão bibliográfica atual e com coerência (livros atuais, revistas científicas, sites confiáveis). Referências no trabalho científico (citações) conforme normas ABNT. Termo de Consentimento, Orçamento e Cronograma adequados ao projeto e conforme normas do CEP/CONEP. Responde aos questionamentos da banca com segurança. TOTAL Valor 0,5 1,5 1,5 1,0 1,5 0,5 1,0 0,5 1,0 1,0 10,0 Observações: .................................................................................................................. ............................................................................................................................................... ............................................................................................................................................... ............................................................................................................................................... ............................................................................................................................................... .............................................................................................................................................. ( ) Aprovado Segunda entrega Nota 1: _______ ( ) Com pendência (nota inferior a 7,0) Data: ____/____/____ Nota 2: ________ Nota: ________ Média final: ______ ___________________________________ Assinatura do Avaliador Data: ___/___/___ 90 Instrumento C – controle de frequência do TFG Centro Universitário Franciscano - UNIFRA Área de Ciências da Saúde Curso de Nutrição Trabalho Final de Graduação TFG I TFG II Nome do aluno:...................................................................................................... Orientador:............................................................................................................. Data Observações – Orientação Assinatura prof. Assinatura aluno 91 Instrumento D – Parecer I do Trabalho Final de Graduação II Parecer I do Trabalho Final de Graduação II Nome do aluno Título do TFG Nome do avaliador Parecer =============================================================== Nota: _______ (Total 10,0) Entregar com alterações na data ___/___/____ Obs.: Entregar as versões, atual e corrigida, do TFG para o orientador. Assinatura do avaliador e data. 92 Instrumento E – Parecer II do Trabalho Final de Graduação II Centro Universitário Franciscano – UNIFRA Área de Ciências da Saúde Curso de Nutrição Parecer II do Trabalho Final De Graduação II Nome do aluno avaliado: _________________________________________________ CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO TRABALHO ESCRITO Entrega do trabalho no prazo. Trabalho segue as normas da revista ou monografia. Redação clara e objetiva. Adequação entre introdução, resultados e discussão. Uso adequado da gramática. Metodologia detalhada (delineamento do estudo, sujeitos, métodos, ética, estatística). Resultados estão descritos de forma clara (estão em tabelas, gráficos, figuras, imagens). Discussão é realizada de acordo com os resultados encontrados; cita autores, compara estudos, debate o assunto. Conclusão responde os objetivos do estudo. Referências bibliográficas contemplam artigos em inglês, estudos importantes para o tema, artigos científicos. TOTAL VALOR 1,0 0,5 1,5 NOTA 1,5 2,0 2,0 1,0 0,5 10,0 PARECER Média Parecer I e II: ________ (Total 10,0) ( ) Apto para apresentação final ( ) Com pendência ___________________________________ Assinatura do Avaliador Data: ___/___/___ Prezado Revisor (banca), Este documento não deve ser entregue ao aluno, e sim ao orientador. 93 Instrumento F – Parecer III Do Trabalho Final De Graduação II Centro Universitário Franciscano – UNIFRA Área de Ciências da Saúde Curso de Nutrição Parecer III do Trabalho Final De Graduação II Nome do aluno avaliado: _________________________________________________ CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRESENTAÇÃO ORAL VALOR Domínio do assunto (conhecimento, segurança e objetividade). 2,5 Mantém o interesse (expressão oral) e a atenção dos alunos, 1,5 fala dirigindo-se a todos. Apresenta voz com volume adequado, fala de forma fluente – dicção clara. Utilização adequada do power point (figuras, gráficos, tabelas, 2,5 links). Boa visibilidade, distribuição dos itens, facilidade de leitura. Sequência lógica da apresentação. Conduz a apresentação sem perda de tempo (máximo de 20 1,0 minutos). Responde com segurança. Capacidade de argumentação. 2,5 TOTAL 10,0 NOTA Observações: ___________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ NOTA FINAL Valor Peso Nota Média Final Nota Apresentação 10,0 2,0 x 0,2 Nota Trabalho Escrito (média Parecer 10,0 8,0 x 0,8 I e II) Total Para aprovação do acadêmico a nota mínima atingida deverá ser 7,0 ( ) Aprovado ( ) Reprovado Data: ____/____/_____ ___________________________________ Assinatura do Avaliador Prezado Revisor (banca), Este documento não deve ser entregue ao aluno, e sim ao orientador no dia da apresentação. 94 Instrumento G – Ata de apresentação do Trabalho Final de Graduação II Ata de Apresentação do Trabalho Final de Graduação II As ______ horas do dia _____ do mês de _______________ do ano de ______, na sala ____________________________________________ o(a) acadêmico(a) _______________________________________________________________________ compareceu para apresentar seu trabalho final de graduação que tem como título: _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________. Constituíram a Banca Examinadora os professores: Professor(a): __________________ _______________________________ (orientador(a)), Professor(a) ________________ _________________________ (examinador(a)), Professor(a)_____________________ _________________________ (examinador(a)). Após a apresentação e as observações dos membros da banca avaliadora, ficou definido que o trabalho foi considerado ________________________ com as seguintes notas: Banca 1 __________, Banca 2 __________ e Orientador ___________. Dessa forma, a NOTA FINAL do(a) acadêmico(a) é __________________. Eu, ____________________________ (professor orientador), lavrei a presente ata que segue assinada por mim e pelos demais membros da Banca Examinadora. Observações: ___________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ Assinatura dos membros da banca examinadora: _______________________________________________ Professor Orientador(a) _____________________________________ Acadêmico(a) ___________________________ Banca Examinador(a) _____________________________ Banca Examinador(a) 95 Instrumento H – Parecer I do aluno com pendência no Trabalho Final de Graduação II Centro Universitário Franciscano – UNIFRA Área de Ciências da Saúde Curso de Nutrição Parecer de Aluno com Pendência no Trabalho Final de Graduação II Nome do aluno avaliado: _________________________________________________ CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO TRABALHO ESCRITO Entrega do trabalho no prazo. Trabalho segue as normas da revista escolhida. Redação clara e objetiva. Adequação entre introdução, resultados e discussão. Uso adequado da gramática. Metodologia detalhada (delineamento do estudo, sujeitos, métodos, ética, estatística). Resultados estão descritos de forma clara (estão em tabelas, gráficos, figuras, imagens). Discussão é realizada de acordo com os resultados encontrados; cita autores, compara estudos, debate o assunto. Conclusão responde os objetivos do estudo. Referências bibliográficas contemplam artigos em inglês, estudos importantes para o tema, artigos científicos. TOTAL VALOR 1,0 0,5 1,5 NOTA 1,5 2,5 2,5 1,0 0,5 10,0 PARECER ___________________________________ Assinatura do Avaliador Data: ___/___/___ Prezado Revisor (banca), Este documento não deve ser entregue ao aluno, e sim ao orientador. 96 Instrumento I – Parecer II do aluno com pendência do Trabalho Final de Graduação II Centro Universitário Franciscano – UNIFRA Área de Ciências da Saúde Curso de Nutrição Parecer do Aluno com Pendência do Trabalho Final de Graduação II Nome do aluno avaliado: _________________________________________________ CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRESENTAÇÃO ORAL VALOR Domínio do assunto (conhecimento, segurança e objetividade). 2,5 Mantém o interesse (expressão oral) e a atenção dos alunos, 1,5 fala dirigindo-se a todos. Apresenta voz com volume adequado, fala de forma fluente – dicção clara. Utilização adequada do power point (figuras, gráficos, tabelas, 2,5 links). Boa visibilidade, distribuição dos itens, facilidade de leitura. Sequência lógica da apresentação. Conduz a apresentação sem perda de tempo (máximo 20 1,0 minutos) Responde com segurança. Capacidade de argumentação. 2,5 TOTAL 10,0 NOTA Observações: ___________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ NOTA FINAL Valor Peso Nota Média Final Nota Trabalho Escrito Reprovado 10,0 8,0 x 0,8 Nota dos Trabalhos Escrito 10,0 8,0 x 0,8 Apresentação Oral 10,0 2,0 x 0,2 Total Para aprovação do acadêmico a nota mínima atingida deverá ser 5,0 ( ) Aprovado ( ) Reprovado Data: ____/____/_____ ___________________________________ Assinatura do Avaliador Prezado Revisor (banca), Este documento não deve ser entregue ao aluno, e sim ao orientador no dia da apresentação. 97 Anexo 5 - Regulamento dos estágios supervisionados CAPÍTULO I Da organização e funcionamento do estágio supervisionado Artigo 1º- O estágio Supervisionado do Curso de Nutrição abrange campos de estágio que possibilitem contato com a realidade profissional, em instituições públicas ou privadas que possibilitem o aprimoramento técnico e profissional ao estagiário. I - Os campos de estágio deverão ser aprovados pelo coordenador do curso de Nutrição, pelos coordenadores de estágio e docente supervisor. II - O estagiário deve ser supervisionado por nutricionista integrante do quadro docente da UNIFRA e Nutricionista do local concedente de estágio (registrado nos Conselhos Regionais de Nutrição). Deve ser garantida ao estagiário a supervisão docente sistemática direta, nas instituições e empresas que não disponham desse profissional e indireta onde o nutricionista do local assume o papel de supervisor. No caso de estágios realizados em outras localidades, a supervisão será realizada diretamente pelo nutricionista supervisor e também pelo docente supervisor, à distância e, quando necessário, em visitas ao local. III - O estágio, em outras localidades, será realizado por aqueles alunos que atenderem ao critério de satisfatória história acadêmica, avaliado pelo Colegiado do curso. No pedido de estágio, deverão ser encaminhados os seguintes documentos: a solicitação de estágio, constando o período, carga horária, local, área do estágio e carta de aceite do nutricionista do local em que deve constar contato e disponibilidade para supervisão direta do estagiário. Artigo 2º - O estágio será realizado mediante a existência de instrumento jurídico celebrado entre as Instituições concedentes dos estágios e a UNIFRA, no qual estarão acordadas todas as condições necessárias de realização do Estágio, sem vínculo empregatício institucional. É garantido ao estagiário o seguro contra acidentes pessoais. Parágrafo único. Para realização de estágio supervisionado será firmado termo de compromisso entre a UNIFRA, o aluno e o local de estágio. Artigo 3º - Para o desenvolvimento do Estágio Curricular, serão constituídas por período, no máximo, dez (10) alunos, supervisionados por um docente. Parágrafo único. Integrarão as turmas de estágio supervisionado, os alunos regularmente matriculados na disciplina segundo a matriz curricular do curso, obedecendo aos critérios e às normas de matrícula em vigor na Instituição. Artigo 4º - De acordo com os objetivos e as necessidades do ensino, o estágio supervisionado poderá ser desenvolvido em horários, locais, períodos e cronogramas especiais, respeitadas as normas vigentes na UNIFRA. Caberá ao Coordenador do Curso ofertar as disciplinas de estágios curriculares, em período especial, com um número de vagas determinadas pelos coordenadores de estágio, de acordo com a disponibilidade dos locais. Caberá ao Coordenador do Curso de Nutrição e coordenadores de estágio orientar os alunos quanto aos locais e número de vagas para desenvolvimento dos estágios em período especial. Artigo 5º - Os estágios supervisionados perfazem uma carga horária total de 782 horas distribuídas na matriz curricular da seguinte forma: Código NUT301 Disciplina Estágio em Alimentação Escolar Carga-horária 85 horas Semestre 5º semestre 98 NUT304 NUT306 NUT309 NUT310 Estágio em Nutrição Clínica Social Estágio em Saúde Coletiva Estágio em Serviços de Alimentação Estágio em Nutrição Clínica 85 horas 204 horas 204 horas 204 horas 6º semestre 7º semestre 8º semestre 8º semestre CAPÍTULO II Das atribuições do coordenador de estágio supervisionado Artigo 6º - A coordenação do Estágio Supervisionado do Curso de Nutrição deverá ser exercida por professor nutricionista lotado no curso e indicado por instâncias competentes. Artigo 7º - Caberá ao Coordenador de Estágio: I - Realizar levantamento do interesse de locais para a realização do estágio, avaliando as condições exigidas. Providenciar o cadastramento da Instituição concedente, fornecendo seus dados ao setor responsável. Comprometer-se pela oficialização do estágio, por intermédio do aceite da Instituição; II - Providenciar a realização de seguro contra acidentes pessoais para todos os estagiários por encaminhamento ao setor responsável; III - Organizar e distribuir os estagiários nos respectivos campos de estágio, levando em consideração a disponibilidade dos locais; IV - Divulgar o cronograma dos estágios, constando os locais, períodos e turmas de alunos. V - Manter contatos com profissionais de campo de estágio para verificar o andamento dos trabalhos dos alunos e professores de estágios supervisionados; VI - Atender aos acadêmicos para esclarecimento de dúvidas relacionadas à sistematização do estágio; VII - Informar ao nutricionista supervisor, o docente e ao acadêmico suas atribuições no estágio; VIII - Organizar as datas e os locais das avaliações de estágios bem como sua efetivação; IX - Encaminhar a coordenação do curso situações atípicas na dinâmica do estágio. CAPÍTULO III Do professor de estágio supervisionado Artigo 8º - A supervisão do estágio será exercida pelos professores nutricionistas, que atuam nas disciplinas afins; Artigo 9º - Caberá ao docente supervisor: I - Supervisionar todas as atividades inerentes à disciplina de estágio; II - Realizar no primeiro dia de estágio, uma reunião com os estagiários esclarecendo os objetivos da disciplina, o programa, sua dinâmica, formas de avaliações e cronograma de desenvolvimento; III - Realizar efetiva orientação sobre a prática profissional a todos os estagiários, individualmente ou em grupo, acompanhando-os nos respectivos campos de estágio e participando das atividades a serem desenvolvidas, conforme o plano de estágio previamente estabelecido; IV - Proceder à avaliação contínua das atividades, junto aos estagiários bem como no campo de estágio; V - Indicar fontes de pesquisa e consultas necessárias à solução das dificuldades encontradas; VI - Controlar a frequência dos acadêmicos no campo de estágio; 99 VII - Encaminhar ao coordenador de estágio parecer sobre situações atípicas na dinâmica do estágio. CAPÍTULO IV Das atribuições do nutricionista supervisor Artigo 10º- Será solicitado ao nutricionista do local de estágio: I - Acompanhar o estagiário encaminhado, oficialmente, pelo curso de Nutrição. II - Informar, imediatamente, qualquer intercorrência com o estagiário ao docente supervisor. III - Garantir a permanência do estagiário no período do estágio. IV - Providenciar as condições técnicas para o efetivo desenvolvimento do estágio. V - Participar da orientação, planejamento e monitoria das atividades do estagiário. VI - Contribuir para a avaliação do desempenho do estagiário, de acordo com o formulário fornecido pelo professor coordenador; e informando-o do seu desempenho, em casos de supervisão indireta dos docentes; VII - Preencher o instrumento de avaliação, encaminhando o resultado ao docente Supervisor com assinatura e número de registro junto ao CRN; VIII - Controlar a frequência dos acadêmicos no campo de estágio, em casos de supervisão indireta dos docentes. CAPÍTULO V Das atribuições do estagiário Artigo 11- É de competência do estagiário matriculado na disciplina de Estágio Supervisionado: I - Cumprir e fazer cumprir as disposições contidas nesta Regulamentação; II - Cumprir as disposições do Termo de Compromisso firmado com a Instituição concedente do estágio; III - Manter comportamento compatível com os princípios da ética profissional; IV - Participar de todas as atividades propostas pelo docente supervisor e de outras atividades correlatas que venham a enriquecer o estágio e contribuir com o local, além de seguir as normas de avaliação determinadas pela disciplina de estágio supervisionado; V - Acatar a distribuição dos locais de estágio determinados pelo coordenador do estágio; VI - Ser pontual e assíduo, cumprindo a totalidade da carga horária de estágio de acordo com o estabelecido nesta regulamentação. Comunicar ao docente supervisor, em tempo hábil as eventuais alterações na rotina de estágio e justificar sua ausência, no máximo, 48 horas após o dia. VII - Apresentar sugestões que possam contribuir para a superação das situaçõesproblema e para a melhoria da qualidade do estágio supervisionado; VIII - Zelar pela continuidade do convênio de estágio com a instituição, adaptandose ao seu esquema de trabalho, respeitando sua hierarquia funcional e as exigências do local de atuação; IX - Apresentar-se ao local de estágio, portando uniforme compatível com a atividade e devidamente identificado; X - Observar os regulamentos, normas e exigências do campo do estágio, bem como se responsabilizar pela conservação dos materiais, documentos, equipamentos e instalações. XI - Responsabilizar-se pelo ressarcimento financeiro de material (ais) danificado(s), e/ou extraviado(s) durante a execução do estágio, depois de apurados os fatos; XII - Manter registro atualizado das atividades desenvolvidas e frequência do estágio, assim como, entregá-lo para a coordenação do estágio no dia da avaliação final. 100 CAPÍTULO VI Dos contratos da instituição concedente do estágio Artigo 12 - É atribuição da Instituição concedente do Estágio: I - oferecer condições adequadas para o bom desenvolvimento das atividades inerentes ao estágio; CAPÍTULO VII Da avaliação e promoção Artigo 13 - A avaliação e aprovação obedecerão aos critérios estabelecidos pela disciplina de estágio descrito na sistematização dos estágios, respeitando o disposto nas resoluções do Regimento Interno da UNIFRA. Parágrafo único. Os docentes, coordenador e supervisor, poderão estabelecer outros critérios de avaliação, desde que, previamente registrados e esclarecidos aos alunos e aprovados pelo Colegiado do Curso. Artigo 14 - Poderão fazer parte da avaliação as observações realizadas pelos profissionais do campo de estágio, por todos os docentes das disciplinas de estágio supervisionado, bem como a autoavaliação pelos discentes. Artigo 15 - O aluno cumprirá 100% da carga horária estabelecida nos estágios curriculares, pois o estágio representa uma atividade prática-profissional e por esse motivo a frequência máxima reflete a responsabilidade profissional. I - O não comparecimento ao estágio deverá ser justificado no prazo de 48 horas após a falta, sob a forma escrita, acompanhada de atestado médico, de acordo com o regulamento da instituição, junto ao Protocolo da UNIFRA, que repassará ao Colegiado do Curso e a forma de compensação do período ausente será acordado com o docente supervisor do estágio, através de uma avaliação. II - A participação em eventos durante o período do estágio será liberada ao aluno mediante solicitação formal a coordenação do estágio que avaliará junto ao docente supervisor a liberação ou não para a participação no evento, levando em consideração as condições de compensação dos dias ausentes, impacto da sua falta no local, a relevância do evento e apresentação de trabalho. CAPÍTULO VIII Disposições finais Artigo 16 - Os casos omissos serão resolvidos à luz do Regimento Geral da UNIFRA e pelo Colegiado do curso de Nutrição. Artigo 17 - Esta resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. 101 Sistematização dos estágios obrigatórios do curso de nutrição Estágio em Alimentação Escolar 1) Apresentação Estágio em Alimentação Escolar é realizado no 5º semestre conforme a matriz curricular. 2) Objetivos 2.1) Objetivo Geral Atuar na formulação e execução de programas de educação e vigilância nutricional visando à promoção da saúde. 2.2) Objetivos Específicos: - avaliar e atuar junto ao Programa Nacional de Alimentação Escolar; - realizar diagnóstico institucional e populacional; - planejar, aplicar e avaliar estratégias de educação alimentar e nutricional; - propor medidas de intervenção alimentar/nutricional na busca de melhorias do estado nutricional e alimentar da população; 3) Campos de atuação Escolas de ensino fundamental e médio, públicas e particulares. 4) Avaliação O aluno será avaliado pela observação do seu desempenho e frequência no local do estágio pelo docente supervisor, por relato escrito das atividades e estudo temático. Itens que compõem a avaliação: 4.1) Nota individual: valor 8,0 (média da nota do 1º bimestre com a nota do 2º bimestre). Serão avaliados os seguintes critérios: pontualidade, apresentação pessoal, responsabilidade, criatividade, relacionamento interpessoal, postura ética, conhecimento e atuação e iniciativa. 4.2) Nota do grupo: valor 2,0, distribuídos entre o estudo temático e relatos escritos. Estágio em Nutrição Clínica Social 1) Apresentação Estágio em Nutrição Clínica Social é realizado no 6º semestre do curso de Nutrição conforme matriz curricular. 2) Objetivos 2.1) Objetivo Geral Capacitar o aluno a aplicar na pratica os conhecimentos fisiológicos, nutricionais e dietoterápicos nos ciclos da vida, considerando às condições socioculturais e econômicas. 3) Organização 3.1) Campos de Atuação: Laboratório de ensino prático em nutrição clínica e ambulatórios hospitalares. 3.2) Avaliação: O aluno será avaliado pela capacidade de atingir habilidades práticasde acordo com os objetivos do estágio. Itens que compõem a avaliação: a) desempenho no local: Valor – 8,0 102 - analisar, interpretare preencher prontuário levando em consideração terminologias técnicas; - realizar avaliação e diagnóstico nutricional; - sugerir prescrição dietética adequada; - acompanhar a evolução do paciente/grupo; - ter percepção do ambiente e analisar suas carências com clareza. - interagir com equipe multiprofissional, argumentando tecnicamente com segurança. - atualizar o conhecimento técnico-científico, visando ao aprimoramento profissional. - decidir com segurança e confiança a conduta e orientações nutricionais e dietéticas. - deguir normas estabelecidas pelo estágio (pontualidade, assiduidade, apresentação pessoal); - nortear suas ações de acordo com princípios éticos e bom relacionamento interpessoal. b) Estudos de caso: 1,0 c) Avaliação de Nivelamento: 1,0 Estágio em Saúde Coletiva 1) Apresentação Estágio em Saúde Coletiva, do 7º semestre do Curso de Nutrição, conforme matriz curricular. 2) Objetivos 2.1) Objetivo Geral Proporcionar a aplicação do conhecimento teórico adquirido durante a formação acadêmica, por meio da realização de atividades práticas pertinentes à atuação do nutricionista na área de Saúde Coletiva, bem como participar de ações em saúde de forma integrada e interdisciplinar com as demais áreas, pautadas na realidade sociocultural, econômica e epidemiológica da região. 2.2) Objetivos Específicos - realizar territorialização da área adstrita ao local de Estágio; - identificar a organização do Sistema de Saúde; - realizar atenção nutricional à saúde da comunidade; - desenvolver pesquisa em saúde. 3) Campos de atuação Unidades de Saúde e seus cenários adstritos. 4) Avaliação O aluno será avaliado pelo seu desempenho no local, frequência e realização de trabalhos acadêmicos. A nota compreende: 4.1) Nota Individual: peso 8,0 (média da nota do 1º bimestre e 2º bimestre): Serão considerados como critérios: pontualidade, apresentação pessoal, responsabilidade, criatividade, relacionamento interpessoal, postura ética, conhecimento, iniciativa, planejamento de atividades e evolução em prontuários. 4.2) Nota do grupo: peso 2,0 (uma única nota): Será considerada a avaliação do nivelamento e trabalhos acadêmicos desenvolvidos pelo grupo de estágio. Estágio em Serviços de Alimentação 1) Apresentação Estágio em Serviço de Alimentação, do 8º semestre do curso de Nutrição, conforme matriz curricular. 103 2) Objetivos 2.1) Objetivo Geral Proporcionar ao acadêmico a participação no planejamento, organização, implementação e controle em Serviços de Alimentação. 2.2) Objetivos Específicos - acompanhar o processo produtivo de um Serviço de Alimentação; - analisar criticamente os procedimentos de Recursos Humanos do local; - avaliar a estrutura físico-funcional e operacional do Serviço de Alimentação; - diagnosticar, planejar e propor adequação em programas de qualidade em Serviços de Alimentação; - desenvolver pesquisa e extensão em Serviços de Alimentação. 3) Organização 3.1 Campos de Atuação Serviços de Alimentaçãopublicos ou privadas. 3.2) Avaliação O aluno será avaliado pelo seu desempenho no local, participação em seminários, realização de relatos escritos, nivelamento, estudo de caso. Itens que compõem a avaliação: - avaliação de nivelamento (valor 1,0) - desempenho no local: valor – 7,0 (Parecer do Nutricionista Supervisor (valor 1,0) e avaliação semanal pelo docente supervisora (6,0) - resumo completo de pesquisa/ extensão desenvolvidos no campo deestágio (valor 1,0) - seminário (valor 1,0) 104 CENTRO UNIVERSITÁRIO FRANCISCANO CURSO DE NUTRIÇÂO ESTÁGIO EM SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO Nome do aluno: __________________________________________________ Professor Supervisor:________________________ Local:_________________________ Período do Estágio:__________________________Carga horária total:______________ ATIVIDADE DATA HORÁRIO ASSINATURA SUPERVISOR ASSINATURA ALUNO 105 Estágio em Nutrição Clínica 1) Apresentação Estágio em Nutrição Clínica é realizado no 8º semestre do curso de Nutrição conforme matriz curricular. 2) Objetivos 2.1) Objetivo Geral: Proporcionar ao acadêmico de nutrição a aplicação dos conhecimentos teórico-científicos, oferecendo terapia nutricional adequada ao paciente hospitalizado. 3) Organização 3.1) Campos de Atuação: Hospitais da rede pública e privada. 3.2) Avaliação: O aluno será avaliado pelo seu desempenho no local, pela avaliação de nivelamento e realização de estudos de casos. Itens que compõem a avaliação: a) desempenho no local: 8,0 - analisar, interpretar e preencher prontuário levando em consideração terminologias técnicas; - realizar avaliação e diagnóstico nutricional; - sugerir prescrição dietética adequada; - realizar orientação de alta ao paciente e/ou acompanhante; - acompanhar a evolução do paciente; - ter percepção do ambiente e analisa suas carências com clareza. - interagir com equipe multiprofissional argumentando tecnicamente com segurança. - atualizar o conhecimento técnico-científico, visando ao aprimoramento profissional. - decidir com segurança e confiança a conduta e orientações nutricionais e dietéticas. - deguir normas estabelecidas pelo estágio (pontualidade, assiduidade, apresentação pessoal, responsabilidade); - nortear suas ações de acordo com princípios éticos e bom relacionamento interpessoal. b) Estudos de caso: 1,0 c) Avaliação de nivelamento: 1,0 106 CENTRO UNIVERSITÁRIO FRANCISCANO CURSO DE NUTRIÇÂO ESTÁGIO EM NUTRIÇÃO CLÍNICA Nome do aluno: __________________________________________________ Professor Supervisor:________________________ Local:_________________________ Período do Estágio:__________________________Carga horária total:______________ ATIVIDADE DATA HORÁRIO ASSINATURA SUPERVISOR ASSINATURA ALUNO 107 Anexo 6 - Regimento do colegiado do curso Capítulo I Da natureza e da constituição do colegiado Art. 1º - O Colegiado de Curso é o órgão integrador e deliberativo do curso e tem a seguinte composição: I - o coordenador do curso, como seu presidente; II - três docentes do curso, eleitos por seus pares; III - um representante do corpo discente do curso, designado pelo respectivo diretório estudante. Parágrafo único - É de dois anos o mandato dos membros a que se refere o inciso II e de um ano, do representante a que se refere o inciso III. Capítulo II Da competência do colegiado Art. 2º - Compete ao Colegiado de Curso: I - propor iniciativas vinculadas à inovação do ensino, à atualização do curso/programa e à integração do mesmo com as demais atividades; II - apreciar e aprovar o plano de ação do curso para cada período letivo; III - apreciar e aprovar o projeto pedagógico do curso; IV - aprovar o regulamento do estágio curricular do curso; V - apreciar e propor ao Conselho de Área a alteração curricular do curso; VI - definir critérios para aproveitamento de estudos, adaptações e transferência de estudantes; VII - promover a auto-avaliação e propor iniciativas de intervenção em vista do aperfeiçoamento do curso. Capítulo III Do presidente Art. 3º - O Colegiado de Curso será presidido pelo coordenador do curso e, na sua ausência ou impedimento, pelo docente mais antigo no magistério do Centro Universitário, com formação ou titulação na área específica. Art. 4º - Compete ao presidente, além de outras atribuições contidas neste regulamento: I - convocar reuniões ordinárias e extraordinárias; II - presidir os trabalhos do colegiado e organizar a pauta das sessões plenárias e a respectiva ordem do dia; III - orientar a distribuição de trabalhos e processos entre os membros do colegiado; IV - dirigir os trabalhos, conceder a palavra aos membros do colegiado e coordenar os debates e neles intervir para esclarecimentos; V - exercer, no colegiado, o direito de voto e, nos casos de empate, o voto de qualidade; VI - registrar em ata e comunicar as decisões, quando pertinente, ao colegiado de cursos da respectiva área ou aos órgãos de apoio da Instituição. VII - cumprir e fazer cumprir as decisões do colegiado; VIII - exercer a representação do colegiado. 108 Capítulo IV Das sessões Art. 5º - O Colegiado de Curso reunir-se-à por convocação do presidente, com a indicação precisa da matéria a tratar. Art. 6º - As sessões do Colegiado de Curso serão instaladas e só funcionarão com a presença da maioria absoluta dos membros, que é o número legal para deliberação e votação. Parágrafo único - Com a presença do número legal dos membros da banca e declarada aberta a sessão, proceder-se-á a discussão e votação da ata da sessão anterior, após passar-seá à expediente ordem do dia e às comunicações. Art. 7º - A convocação para as sessões será feita com a assinatura do presidente por circular ou por correio eletrônico, com o recebimento acusado de 48 horas, contendo a pauta da sessão atual e da ata da última sessão. Capítulo V Dos atos do colegiado Art. 8º - As decisões do Colegiado de Curso tomarão forma de parecer. Art. 9º - As decisões do colegiado, sob a forma de parecer, serão assinadas pelo presidente. Art. 10 - Das decisões do Colegiado de Curso cabe recurso ao Conselho da Área respectiva, ressalvados os casos de estrita argüição de ilegalidade, que podem ser encaminhadas ao Conselho Universitário. Capítulo VI Das disposições gerais Art. 11 - Os casos omissos serão resolvidos pelo colegiado sob a forma de parecer interno. Art. 12 - o presente regulamento poderá ser reformado, total ou parcialmente, pelo voto favorável da maioria absoluta dos membros do colegiado. 109 Anexo 7 - Regimento do Núcleo Docente Estruturante (NDE) Art. 1º - O Núcleo Docente Estruturante de cada Curso de Graduação é responsável pela elaboração, implementação, avaliação e desenvolvimento do respectivo Projeto Pedagógico. Art. 2º - O Núcleo Docente Estruturante será composto por docentes indicados pelo Colegiado do Curso, sendo constituído de no mínimo cinco professores pertencentes ao corpo docente do curso, tendo o Coordenador do Curso como Presidente. Art. 3º - Os membros do Núcleo Docente Estruturante indicados pelo Colegiado do Curso serão nomeados por portaria da Reitora para um mandato de 2 (dois) anos, podendo haver recondução. Art. 4º - O Núcleo Docente Estruturante deve atender aos seguintes critérios: I. possuir experiência docente na Instituição, ter liderança acadêmica evidenciada pela produção de conhecimento na área, no âmbito do ensino e atuar no desenvolvimento do curso; II. ter, pelo menos, 60% de seus membros com titulação acadêmica obtida em programas de Pós-graduação Stricto Sensu; III. ter, pelo menos, 80% do total de membros com o título de doutor para o curso de Direito e 60% para os demais cursos; IV. ter todos os membros em regime de tempo parcial ou integral, sendo, pelo menos, 20% em tempo integral. Art. 5º - O Núcleo Docente Estruturante, de caráter consultivo, propositivo e executivo em matéria acadêmica relacionada ao curso, tem as seguintes atribuições: I. assessorar a Coordenação do Curso e o respectivo Colegiado no processo de concepção, atualização e consolidação do Projeto Pedagógico; II. estabelecer a concepção e o perfil profissional do egresso do curso; III. avaliar e atualizar o Projeto Pedagógico do Curso; IV. responsabilizar-se pela atualização curricular, submetendo-a à aprovação do Colegiado de Curso, sempre que necessário; V. responsabilizar-se pela avaliação do curso, análise e divulgação dos resultados em consonância com os critérios definidos pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) e pelo Colegiado do Curso; VI. analisar, avaliar e propor a atualização dos programas de ensino das disciplinas e sua articulação com o Projeto Pedagógico do Curso; VII. propor iniciativas para a inovação do ensino; VIII. zelar pela integração curricular interdisciplinar das diferentes atividades do currículo; IX. definir e acompanhar a implementação das linhas de pesquisa e de extensão; X. acompanhar a adequação e a qualidade dos trabalhos finais de graduação e do estágio curricular supervisionado; XI. zelar pelo cumprimento das diretrizes institucionais para o ensino de graduação e das diretrizes curriculares nacionais do curso. Parágrafo único - As proposições do Núcleo Docente Estruturante serão submetidas à apreciação e deliberação do Colegiado do Curso. Art. 6º - O Núcleo Docente Estruturante reunir-se-á por convocação de iniciativa de seu presidente ou pela maioria de seus membros. Art. 7º - No prazo de 60 dias, a partir da data de aprovação da presente Resolução pelo Conselho Universitário, o Núcleo Docente Estruturante de todos os Cursos de Graduação deverá estar implementado. Art. 8º - Os casos omissos serão resolvidos em primeira instância pela Pró-reitoria de Graduação e em segunda instância pela Câmara de Ensino de Graduação. 110 Anexo 8 - Projeto de autoavaliação 1) Apresentação O projeto de autoavaliação do curso de Nutrição apresenta uma proposta de sistematização do processo de avaliação de desempenho do curso, para promover um acompanhamento permanente das atividades de ordem administrativa ou didático-pedagógica. Por meio do projeto de autovaliação, o curso terá condições de tomar medidas preventivas e, se necessário, corretivas, para o seu bom funcionamento. Nesse sentido, a seguir é apresentada a concepção do processo de autoavaliação, sua justificativa, principais objetivos, metodologia sugerida e cronograma de atividades de avaliação proposto. 2) Concepção A autoavaliação do curso se apresenta como um processo que possibilita conhecer as potencialidades e as fragilidades do curso, com o objetivo de buscar permanentemente a sua qualidade. A avaliação é um processo necessário não só para reconhecer limites e identificar potencialidades, como também para identificar a posição do curso no contexto da instituição, para auxiliar nas decisões acadêmico-administrativas. 3) Justificativa Em sentido amplo, pode-se dizer que a implementação de procedimentos de autoavaliação permitirá obter informações para melhor gerir o processo de ensino-aprendizagem e funcionamento do curso, além de analisar a responsabilidade e a preocupação com aperfeiçoamento dos envolvidos, na prática administrativo-pedadógica. É relevante para o curso de Nutrição criar mecanismos de autoavaliação, pois proporcionam, de forma sistemática, uma abertura para os diversos agentes exporem suas avaliações sobre o andamento das atividades desempenhadas no âmbito do curso, a fim de criar transparência e envolvimento das partes. A adoção de práticas de autoavaliação também se faz importante, porque se espera obter um maior comprometimento dos envolvidos com relação ao alcance dos objetivos e metas, uma vez que todos participam do processo, ora a avaliar, ora a serem avaliados. Dessa forma, é gerada uma cumplicidade mútua e infunde-se nos participantes práticas alinhadas com objetivos do curso como um todo. A autoavaliação pode possibilitar, ainda, ter um diagnóstico mais preciso sobre o desempenho do curso, subsidia o processo de tomada de decisão ao permitir planejar, com clareza e precisão, ações voltadas para sua melhoria. Assim, os resultados da autoavaliação têm grande valor para o processo de planejamento do curso. 4) Objetivos Objetivam-se os seguintes critérios com o sistema de autoavaliação no curso de Nutrição: - realizar um acompanhamento do processo administrativo e didático-pedagógico; - verificar os resultados alcançados nas atividades desenvolvidas no curso; - identificar problemas que interferem no desempenho do curso; - fornecer feedback sobre o desempenho do curso, para obter subsídios e estabelecer novas ações, com vistas à melhoria dos resultados do curso; - promover ações que eliminem as dificuldades no desenvolvimento das atividades pedagógicas e administrativas; - identificar potencialidades e carências do curso. 111 5) Metodologia A seguir estão apresentados os aspectos metodológicos com relação ao processo de autoavaliação, no que se refere aos instrumentos e procedimentos de coleta de dados. Os instrumentos a serem utilizados no processo de autoavaliação são: questionários, entrevistas com estudantes e professores, depoimentos de professores, estudantes e equipe técnico-administrativa e reuniões conjuntas. Procedimentos de coleta de dados: Para utilização dos instrumentos de coleta de dados já citados, serão realizados os seguintes procedimentos: a) Questionários aplicados à: - estudantes do curso para avaliação do desempenho dos professores em sala de aula; - estudantes concluintes de estágios e TFG’s, a fim de avaliar a atuação dos professores como orientadores; - estudantes formandos para avaliação geral do curso e da Instituição; - empresas que recebem estagiários do curso, para avaliação do desempenho do estudante como estagiário e do curso como gestor dos estágios; b) Entrevistas não estruturadas: serão realizadas por meio de diálogos com estudantes, professores e técnicos administrativos. Sabe-se que o diálogo, embora não se caracterize como um processo estruturado de entrevistas, é uma fonte importante de informações em qualquer âmbito gerencial e não pode ser desprezado como instrumento auxiliar, na busca de subsídios que reforcem o processo de avaliação. c) Depoimentos de professores em reuniões para a avaliação conjunta de pontos específicos, que envolvem os três principais segmentos: corpo docente, discente e técnico-administrativo. d) Reuniões com professores para avaliação do curso: serão reunidos os professores das disciplinas por semestre, para, em conjunto, avaliarem cada semestre do curso, com o objetivo de que todos conheçam a visão de cada colega sobre a mesma turma. Nessas reuniões também são utilizados instrumentos de coleta de dados, elaborados especialmente para este fim, com vistas a obter informações sobre os seguintes itens: consulta à bibliografia, realização trabalhos, solução de dúvidas em sala de aula, frequência às aulas, pontualidade, respeito ao professor e aos colegas, interesse, motivação, relação teoria versus prática. e) Reuniões pedagógicas do curso, com todos os professores, com o propósito de realizar o acompanhamento e monitoramento das atividades desenvolvidas durante o semestre, bem como propiciar correções que se façam necessárias no decorrer do ano. Nessas reuniões serão analisados os resultados do Enade e de avaliações externas. Para constatar evidências do desempenho do curso nas dimensões estabelecidas pelo Sinaes, as ações de autoavaliação estarão centradas nos seguintes indicadores: - articulação da gestão do curso com a gestão institucional; - implementação das políticas institucionais constantes no PPI e no PDI no âmbito do curso; - coerência do currículo com os objetivos do curso e com as diretrizes curriculares nacionais; - adequação da metodologia de ensino à concepção do curso; - inter-relação das unidades de estudo na concepção e execução do currículo; - coerência dos recursos materiais específicos dos cursos com a proposta curricular; - estratégias de flexibilização curricular; - avaliação dos processos de ensino e aprendizagem com a concepção do curso; - articulação da autoavaliação do curso com a autoavaliação institucional; - implementação das políticas de capacitação no âmbito do curso. 112