Centro Universitário Monte Serrat
UNIMONTE - Oceanografia
Daniel Vicente Oda
Driely Sato Marchesani
Maressa Helena Nanini Costa
Onaldi Martins Tavares Filho
Samuel Hora Yang
Tidir 2 - A Busca Pela Informação:
RESÍDUOS SÓLIDOS FLUTUANTES NA
BAIXADA SANTISTA
Santos
2009
1. Introdução
1.1. Lixo Marinho
- O que é lixo marinho?
- Litoral, área de moradia de 40% da
população mundial.
- Impactos no meio ambiente.
Figura 1- Resíduos Sólidos no ambiente marinho
(NOAA, 2007)
Figura 2 – Densidade demográfica no Brasil no ano de
2000 (IBGE, 2000)
Figura 3 – Biota afetada
pelo lixo marinho
(NOAA, 2007)
Figura 4 – Biota afetada
pelo lixo.
1. Introdução
1.2. A Situação no Brasil
- Estudos no Brasil
- Programas de incentivo a
Preservação do Meio Ambiente
- A Situação em Santos
Figura 5 – Projetos de Incentivo ao monitoramento de lixo
(Sabesp, 2009; Coca-Cola, 2009 e Global Garbage, 2009)
Figura 6 – Locais de estudo de lixo marinho
(Global Garbage, 2009)
Figura 7 – Muitos turistas na Praia podem causar
acúmulo de lixo (Global Garbage, 2009)
2. Objetivo
O objetivo geral deste trabalho é avaliar a poluição por resíduos sólidos flutuantes
nos estuários de Santos e São Vicente, especificamente através da qualificação e
quantificação dos resíduos sólidos flutuantes, localização das áreas de deposição,
estimativa da abundância relativa de resíduos sólidos flutuantes (em uma área de
manguezal) e estimativa da fonte dos resíduos sólidos flutuantes no estuário de
São Vicente e Jardim São Manoel.
3. Metodologia
3.1. Saída Embarcada no Canal de São Vicente - Observação de Resíduos
Sólidos Flutuantes
Figura 8 - Mapa da área de Estudo, Estuário de São Vicente, com o trajeto realizado
destacado em vermelho (GOOGLE EARTH, 2009).
3. Metodologia
3.1. Saída Embarcada no Canal de São Vicente - Observação de Resíduos
Sólidos Flutuantes
Figura 9 - Distribuição e função dos alunos na embarcação LUGANO
3. Metodologia
3.2. Saída ao Jardim São Manoel - Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias
Figura 10 - Local de realização dos quadrantes de pesquisa do Dia Mundial de Limpeza de Rios e
Praias, onde Q1 - 23º55’46.8”S/46º23’01.3”W, Q2 - 23º55’46.9”S/46º23’01.7”W, Q3 26º55’46.7”S/46º23’03.2”W e Q4 - 26º55’46.2”S/46º23’04.1”W. (Google Earth, 2009)
3. Metodologia
3.2. Saída ao Jardim São Manoel - Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias
Figura 11 – Grupo de Pesquisa dos Resíduos
sólidos flutuantes
Figura 13 – Coleta dos resíduos no
quadrante.
Figura 12 – Montagem do quadrante Q2.
Figura 14 – Separação dos resíduos
sólidos após a coleta.
3. Metodologia
3.3. Análises Laboratoriais
Figura 15 – Separação dos resíduos em laboratório.
Figura 16 – Pesagem dos itens na balança de
precisão.
3. Metodologia
3.4. Análises de dados
Figura 17 – Aluno realizando análise de dados
Figura 18 – Fórmulas utilizadas para as análises de dados
4. Resultados
4.1. Saída Embarcada no Canal de São Vicente - Observação de Resíduos
Sólidos Flutuantes
Figura 19 – Ponto 1, área de manguezal
com presença de resíduos sólidos
flutuantes.
Figura 20 - Mapa do Canal de São Vicente, com os pontos de
descrição (GOOGLE EARTH, 2009).
Figura 21 – Ponto 2, área de palafitas com
presença de entulhos.
4. Resultados
4.1. Saída Embarcada no Canal de São Vicente - Observação de Resíduos
Sólidos Flutuantes
Tabela 1 - Avistagem por unidade de esforço de observação de cada estação.
4. Resultados
4.2. Saída ao Jardim São Manoel – Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias
- Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias de 2009
Tabela 2 - Resultados finais do Dia Mundial de
Limpeza de Rios e Praias 2009
Figura 22 - Resultado Final do Dia Mundial de Limpeza de
Rios e Praias 2009
4. Resultados
4.2. Saída ao Jardim São Manoel – Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias
- Quadrantes
Tabela 3 - Resultados Obtidos Dos quadrantes realizados no Jardim ao Manoel, itens recolhidos
e seus devidos pesos.
4. Resultados
4.2. Saída ao Jardim São Manoel – Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias
- Quadrantes
Tabela 4 - Resultados Obtidos dos quadrantes realizados no Jardim São Manoel, itens recolhidos e suas
densidades relativas
4. Resultados
4.3. Análises Laboratoriais
- Itens não Alimentícios
Tabela 5 - Comparação das quantidades de plástico encontradas pelos quadrantes, no mangue do Jardim São
Manoel.
Figura 23 - Peso de itens não alimentícios encontrados nos quadrantes.
4. Resultados
4.3. Análises Laboratoriais
- Itens Alimentícios
Tabela 6 - Peso total dos itens trazidos ao laboratório, e em seu devido quadrante.
4. Resultados
4.3. Análises Laboratoriais
- Itens Alimentícios
Figura 24 - Peso de itens alimentícios encontrados no
quadrante
Figura 26 - Peso de itens alimentícios encontrados no
quadrante
Figura 25 - Peso de itens alimentícios encontrados no
quadrante
Figura 27 - Peso de itens alimentícios encontrados no
quadrante
4. Resultados
4.3. Análises Laboratoriais
- Análises sócio-econômicas
Tabela 7 - Preços das marcas de arroz dos itens encontrados
no Mangue.
Tabela 8 - Preços das marcas de feijão dos itens encontrados
no Mangue.
Tabela 9 - Tabela de sacolas plásticas de
supermercados identificadas e seus respectivos
pesos.
4. Resultados
4.3. Análises Laboratoriais
- Análises sócio-econômicas
Tabela 10 - Preços das marcas de tetra-pak dos itens
encontrados no Mangue.
Figura 28 - Relação dos pesos e marcas de sacolas
plásticas de supermercados.
5. Discussão de Resultados
5.1. Saída Embarcada no Canal de São Vicente - Observação de Resíduos
Sólidos Flutuantes
Figura 29 – Demonstração de local de deposição em
um meandro. (Press, 2006)
Figura 30 – Matéria prima para a produção do
plástico. (NOAA, 2009)
Figura 31 – A Duração do Lixo no Mar ( Projeto Lixo,
Acesso: 1 dez. 2009)
5. Discussão de Resultados
5.2. Saída ao Jardim São Manoel – Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias
Tabela 11 - Resultados do Dia mundial de Limpeza de Rios e Praias do ano 2006 ao ano de 2009.
5. Discussão de Resultados
- Alimentício
5.3. Análises Laboratoriais
- Não Alimentício
?
Figura 32 – Sacolas identificadas como as mais
abundantes
Figura 33 – Item Tetra Pak como o mais
abundante nos itens alimentícios.
6. Considerações Finais
Através das analises da poluição por resíduos sólidos flutuantes, podese dizer que há um maior acumulo de madeiras em locais com presença de
palafitas. Seguida deste, o plástico é encontrado como o maior poluente do Canal
de São Vicente e do Jardim São Manoel, com ocorrência em escala mundial.
É de fácil visualização que os itens sem nenhum valor comercial no
mercado de reciclados são notados com mais abundancia. E de acordo com a
pesquisa feita de que os itens com uma importância maior no seu valor comercial
são quase 100% reciclados, para a obtenção de renda dos catadores.
Para a diminuição do lixo e incentivo da reciclagem em todos os tipos
de materiais, para uma menor degradação do meio ambiente, é necessário ações
conjuntas de programas de conscientização, monitoramento ambiental, do
governo e da sociedade, para que não haja um agravamento da situação.
Apesar dos resultados obtidos, não foi possível a identificação das
fontes poluidoras e estimativa da corrente de influencia no manguezal do Jardim
São Manoel e portanto trabalhos que visem uma melhor compreensão das
correntes e sua influência no carregamento dos resíduos sólidos são de extrema
importância para determinação das fontes geradoras destes resíduos.
7. Referencias Bibliográficas
ARAÚJO, M.C.B. de e COSTA, M.F. da. Lixo no ambiente marinho. Ciência Hoje. V3,
n°191, p. 64-69. Mar. De 2003. Disponível em :
<http://www.globalgarbage.org/downloads/artigos/lixo_no_ambiente_marinho.pdf>
Acessado em: 31 ago. 2009
CEMPRE. Evolução da coleta seletiva e reciclagem no Brasil.2007 Disponível em :<
http://www.senado.gov.br/web/comissoes/cma/ap/AP_20070815_CEMPRE_Lixoes.pdf
> Acessado em: 23 nov. 2009
CEMPRE. Fichas técnicas. Disponível em :< http://www.cempre.org.br/fichas
_tecnicas.php> Acessado em : 23 nov. 2009
COCA-COLA. Limpeza de Rios e Praias. Disponível em :<
http://www.cocacolabrasil.com.br/release_detalhe.asp?release=117&Categoria=35>
Acessado em: 03 nov. 2009
CORDEIRO, C.A.M.M. Avaliação dos resíduos sólidos retidos em manguezais da região
estuarina de São Vicente, SP.São Vicente: Universidade Estadual Paulista, 2006. 35pag.
Trabalhod e Conclusão de Curso , Ciências Biológicas , UNESP, São Vicente, 2006.
DHN. Tábua de Maré. Disponível em :< https://www.mar.mil.br/dhn/dhn/ index.html>
Acessado em: 29 set. 2009
7. Referencias Bibliográficas
GLOBAL GARBAGE. O Lixo Marinho. Disponível em : <
http://www.globalgarbage.org/projetolixomarinho/lixomarinho.htm > Acesso em : 30 ago.
2009
GLOBAL GARBEGE. Programa de Identificação das origens do lixo marinho da Costa dos
Coqueiros. Disponível em : < http://www.globalgarbage.org
/site_antigo/public_html/idgarbage.php > Acessado em: 16 nov. 2009
IVAR DO SUL, J.A. Lixo Marinho na Área de Desova de Tartarugas Marinhas do Litoral
Norte da Bahia: conseqüências para o meio ambiente e moradores locais. Rio Grande,
julho de 2005. 53 p. Monografia em Oceanologia. Fundação Universidade Federal do Rio
Grande. Ria Grande. Julho de 2005.
MONDIN, L. São Manoel, um jardim só no nome. A Tribuna. Santos. 23 dez. 1982.
Disponível em: <http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0100b27.htm> Acessado em: 03
nov. 2009.
NOAA. Turning the tide on trash : A Learning Guide on Marine Debris , 2007. 96p
Disponível em :< marinedebris.noaa.gov/marinedebris101/documents/101TurnTide.pdf>
Acessao em : 01 set. 2009.
7. Referencias Bibliográficas
NOTÍCIA DO DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS. Catamarãs recolhem 59t de lixo flutuante
em 14 meses de operação. Santos: 2009. Disponível em:
<http://www.santos.sp.gov.br/cgi-bin/comunicacao/listanoticias.pl?57372>. Acesso em: 03
nov. 2009.
OCEAN CONSERVANCY . A rising tide of ocean debris and what we can do
about it. International coastal cleanup – 2009 report. Disponível em :<
http://www.oceanconservancy.org/pdf/A_Rising_Tide_full_lowres.pdf >. Acesso em: 16
Nov. 2009
PRESS, F.; SIEVER, R.; GROTZINGER, J. e JORFAN, T.H. Para Entender a
Terra. 4 ed. – Porto Alegre: Bookman, 2006.
ROCHA et al,Introdução a Quimica Ambiental: Resíduos Sólidos. 2 ed. Porto
Alegre:Artmed ,2009. 259p.
SABESP. Programa Onda Limpa. Disponível em :<http://www.sabesp.com.br/
CalandraWeb/CalandraRedirect/?temp=4&proj=sabesp&pub=T&db=&docid=15FD6082F2
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SANTOS, A.S.F; AGNELLI, J.A.M; MANRICH, S. Tendências e desafios da reciclagem de
embalagens plásticas. vol.14 no.5 São Carlos Oct./Dec. 2004 Disponível em :<
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S010414282004000500006&script=sci _arttext&tlng=e
>. Acesso em: 20 nov. 2009.
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