POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA DIRECÇÃO NACIONAL Pela Ordem e Pela Pátria Balanço Social 2010 BALANÇO SOCIAL – 2010 POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA 1|Página BALANÇO SOCIAL – 2010 POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA BALANÇO SOCIAL 2010 Elaborado por: Departamento de Recursos Humanos – DN/PSP 2|Página BALANÇO SOCIAL – 2010 3|Página BALANÇO SOCIAL – 2010 ÍNDICE Nota introdutória.................................................................................................................... 7 1. Natureza, Missão e Competências da PSP ....................................................................... 9 1.1 Natureza .......................................................................................................................... 9 1.2. Missão ............................................................................................................................ 9 1.2.1. Atribuições da PSP ................................................................................................. 9 1.2.2. Atribuições Exclusivas da PSP ............................................................................. 10 2. Recursos Humanos Distribuídos por Grupo/Cargo/Carreira ..................................... 11 2.1. Trabalhadores Segundo Modalidade de Vinculação e Género .................................... 11 2.2. Trabalhadores Segundo Escalão Etário e Género ........................................................ 15 2.3. Trabalhadores Segundo Nível de Antiguidade e Género ............................................ 18 2.4. Trabalhadores Segundo Nível de Escolaridade e Género............................................ 21 2.5. Trabalhadores Estrangeiros Segundo Modalidade e Género ....................................... 24 2.6. Trabalhadores Portadores de Deficiências Segundo Escalão Etário e Género ............ 24 2.7. Trabalhadores Admitidos e Regressados em 2010 Segundo o Modo de Ocupação do Posto de Trabalho ou Modalidade de Vinculação ...................................................... 25 2.8. Saídas de Trabalhadores Nomeados ou em Comissão de Serviço Segundo o Motivo de Saída e Género ....................................................................................................... 25 2.9. Saída de Trabalhadores Contratados Segundo o Motivo de Saída e Género .............. 26 2.10.Postos de Trabalho Previstos e Não Ocupados Segundo a Dificuldade de Recrutamento .............................................................................................................. 27 2.11. Mudança de Situação dos Trabalhadores Segundo o Motivo e Género .................... 29 2.12. Trabalhadores Segundo Modalidade de Horário e Género........................................ 30 2.13 Trabalhadores Segundo Período Normal de Trabalho e Género ................................ 31 2.14. Horas Extraordinárias Segundo a Modalidade de Prestação de Trabalho e Género . 32 2.14.1. Horas de Trabalho Nocturno Normal e Extraordinário Segundo o Género........ 32 2.15. Dias de Ausência ao Trabalho Segundo o Motivo de Ausência e Género ................ 32 2.16. Trabalhadores em Greve ............................................................................................ 34 3. Estrutura Remuneratória ................................................................................................ 35 3.1. Estrutura Remuneratória por Género ........................................................................... 35 3.2. Encargos com o Pessoal............................................................................................... 37 3.2.1. Suplementos Remuneratórios ............................................................................... 38 4|Página BALANÇO SOCIAL – 2010 3.2.2. Encargos com Prestações Sociais ......................................................................... 39 3.2.3. Encargos com Benefícios Sociais ......................................................................... 39 4. Higiene e Segurança ......................................................................................................... 40 4.1. Acidentes de Trabalho e Dias de Trabalho Perdidos por Género ............................... 41 4.2. Casos de Incapacidade Declarados em Relação a Trabalhadores Vitimas de Acidente de Trabalho ......................................................................................................................... 41 4.3. Doenças Profissionais, Participadas e Confirmadas com Relação de Número de Dias de Trabalho Perdidos .......................................................................................................... 41 4.4. Número e Encargos das Actividades de Medicina no Trabalho ................................. 42 4.5. Intervenções das Comissões de Segurança e Saúde no Trabalho por Tipo ................ 42 4.6. Trabalhadores Segundo a Acção de Reintegração Profissional .................................. 42 4.7. Acções de Formação e Sensibilização em Matéria de Segurança e Saúde no Trabalho ………………………… …………………………………………………………………42 4.8. Custas com Prevenção de Acidentes e Doenças Profissionais .................................... 42 5. Formação Profissional ..................................................................................................... 43 5.1. Acção de Formação Profissional Segundo a Duração................................................. 43 5.2. Acções de Formação por Tipo de Acção .................................................................... 44 5.3. Horas Dispendidas em Formação Segundo o Tipo de Acção ..................................... 44 5.4. Despesas Anuais com Formação ................................................................................. 45 6. Relações Profissionais e Disciplina ................................................................................. 46 6.1. Relações Profissionais ................................................................................................. 46 6.2. Disciplina .................................................................................................................... 46 5|Página BALANÇO SOCIAL – 2010 6|Página BALANÇO SOCIAL – 2010 Nota Introdutória O presente documento apresenta o Balanço Social da Polícia de Segurança Pública (PSP) relativo ao ano de 2010. Este diploma tem carácter obrigatório e constitui-se como um instrumento de administração e planeamento na óptica dos recursos humanos. Está organizado e estruturado nos termos do Decreto-Lei n.º 196/96 de 9 de Outubro e das instruções disponíveis no sítio da DGAEP. O conteúdo do balanço social compreende tabelas e informações gráficas sucintas com dados estatísticos basilares relativos aos recursos humanos, acompanhados da respectiva análise descritiva, que pretende aprofundar e esclarecer alguns valores apresentados. Assim, o presente documento pretende ser, acima de tudo, uma ferramenta útil e de fácil leitura que demonstre a realidade de uma instituição com um efectivo global de mais de 23.000 elementos e com uma História secular com influência directa positiva em milhões de cidadãos em Portugal e no Mundo. Os dados apresentados foram obtidos através da aplicação informática “ Gestão Integrada de Vencimentos e Recursos Humanos” (GIVeRH), de informações contidas nos formulários do portal dos recursos humanos e de dados oriundos dos Comandos de Polícia, Estabelecimentos de Ensino, Departamentos e Gabinetes da Polícia de Segurança Pública. Departamento de Recursos Humanos da PSP 2011 7|Página BALANÇO SOCIAL – 2010 8|Página BALANÇO SOCIAL – 2010 1. Natureza, Missão e Competências da PSP 1.1. Natureza A PSP é uma força de segurança, uniformizada e armada, com natureza de serviço público e dotada de autonomia administrativa, com a missão de assegurar a legalidade democrática, garantir a segurança interna e os direitos dos cidadãos, nos termos da Constituição e da lei. A PSP depende do Ministro da Administração Interna, a sua organização é única para todo o território nacional e está organizada hierarquicamente em todos os níveis da sua estrutura, com respeito pela diferenciação entre funções policiais e funções gerais de gestão e administração públicas, obedecendo quanto às primeiras à hierarquia de comando e quanto às segundas às regras gerais de hierarquia da função pública. 1.2. Missão A PSP exerce a sua actividade de acordo com os objectivos e finalidades da política de segurança interna e dentro dos limites do respectivo enquadramento orgânico. As suas atribuições, definidas na Lei n.º 53/2007 de 31 de Agosto (Lei Orgânica da PSP – LO-PSP), que aprova a sua orgânica, são, em situações de normalidade institucional, as decorrentes da legislação de segurança interna e, em situações de excepção, as resultantes da legislação sobre defesa nacional e sobre estado de sítio e estado de emergência. 1.2.1. Atribuições da PSP (art.º 3º da LO-PSP) Constituem atribuições da PSP: a) Garantir as condições de segurança que permitam o exercício dos direitos e liberdades e o respeito pelas garantias dos cidadãos, bem como o pleno funcionamento das instituições democráticas, no respeito pela legalidade e pelos princípios do Estado de Direito; b) Garantir a ordem e a tranquilidade públicas, bem como a segurança e a protecção das pessoas e dos bens; c) Prevenir a criminalidade em geral, em coordenação com as demais forças e serviços de segurança; d) Prevenir a prática dos demais actos contrários à lei e aos regulamentos; e) Desenvolver as acções de investigação criminal e contra-ordenacional que lhe sejam atribuídas por lei, delegadas pelas autoridades judiciárias ou solicitadas pelas autoridades administrativas; 9|Página BALANÇO SOCIAL – 2010 f) Velar pelo cumprimento das leis e regulamentos relativos à viação terrestre e aos transportes rodoviários e promover e garantir a segurança rodoviária, designadamente através da fiscalização, do ordenamento e da disciplina do trânsito; g) Garantir a execução dos actos administrativos emanados da autoridade competente que visem impedir o incumprimento da lei ou a sua violação continuada; h) Participar no controlo da entrada e saída de pessoas e bens no território nacional; i) Proteger, socorrer e auxiliar os cidadãos e defender e preservar os bens que se encontrem em situações de perigo, por causas provenientes da acção humana ou da natureza; j) Manter a vigilância e a protecção de pontos sensíveis, nomeadamente infra-estruturas rodoviárias, ferroviárias, aeroportuárias e portuárias, edifícios públicos e outras instalações críticas; l) Garantir a segurança nos espectáculos, incluindo os desportivos, e noutras actividades de recreação e lazer, nos termos da lei; m) Prevenir e detectar situações de tráfico e consumo de estupefacientes ou outras substâncias proibidas, através da vigilância e do patrulhamento das zonas referenciadas como locais de tráfico ou consumo; n) Assegurar o cumprimento das disposições legais e regulamentares referentes à protecção do ambiente, bem como prevenir e investigar os respectivos ilícitos; o) Participar, nos termos da lei e dos compromissos decorrentes de acordos, tratados e convenções internacionais, na execução da política externa, designadamente em operações internacionais de gestão civil de crises, de paz, e humanitárias, no âmbito policial, bem como em missões de cooperação policial internacional e no âmbito da União Europeia e na representação do País em organismos e instituições internacionais; p) Contribuir para a formação e informação em matéria de segurança dos cidadãos; e q) Prosseguir as demais atribuições que lhe forem cometidas por lei. 1.2.2 Atribuições Exclusivas da PSP Constituem atribuições exclusivas da PSP: a) Licenciar, controlar e fiscalizar o fabrico, armazenamento, comercialização, uso e transporte de armas, munições e substâncias explosivas e equiparadas que não pertençam ou se destinem às Forças Armadas e demais forças e serviços de 10 | P á g i n a BALANÇO SOCIAL – 2010 segurança, sem prejuízo das competências de fiscalização legalmente cometidas a outras entidades; b) Licenciar, controlar e fiscalizar as actividades de segurança privada e respectiva formação, em cooperação com as demais forças e serviços de segurança e com a Inspecção-Geral da Administração Interna; c) Garantir a segurança pessoal dos membros dos órgãos de soberania e de altas entidades nacionais ou estrangeiras, bem como de outros cidadãos, quando sujeitos a situação de ameaça relevante; e d) Assegurar o ponto de contacto permanente para intercâmbio internacional de informações relativas aos fenómenos de violência associada ao desporto. 2. Recursos Humanos Distribuídos por Grupo/Cargo/Carreira 2.1. Trabalhadores Segundo a Modalidade de Vinculação e Género1 Em 31 de Dezembro de 2010, o efectivo da PSP integrava dois mapas de pessoal distintos: o “Pessoal com funções policiais” e o “Pessoal com funções não policiais”, conforme está patente no gráfico 1. Com o intuito de analisar a evolução do efectivo no último triénio e usando os mesmos critérios e variáveis utilizados para 2010, foi também feita uma análise retrospectiva para os anos de 2008 e 2009. Em relação ao pessoal com funções policiais, observa-se que a carreira de oficiais tem um crescimento médio de 32 elementos por ano, resultando em 800 elementos em 2010. No que concerne à carreira de chefes, em 2010 verificou-se um acréscimo do número de efectivos em relação aos anos anteriores, devido à inclusão dos elementos que terminaram o 1º Curso de Formação de Chefes, o que resulta na existência de 2730 chefes no ano em referência. Na carreira de agentes, o maior crescimento deu-se em 2009, devido à inclusão dos elementos que terminaram o 7º Curso de Formação de Agentes; em contraponto, no ano de 2010, verificou-se um decréscimo do efectivo, explicado maioritariamente pela transição de elementos para a carreira de chefe, após aproveitamento no já referido curso; regista-se, assim, um total de 18747 agentes. No que concerne ao pessoal civil, entre 2008 e 2010, houve um decréscimo de 94 elementos, contabilizando-se 717 civis. 1 Ver anexos – quadro 1 11 | P á g i n a BALANÇO SOCIAL – 2010 Gráfico1- Efectivo da PSP em 2008 - 2010 Efectivo da PSP em 2008 - 2010 19004 18514 2604 2730 2534 811 746 18747 765 2008 800 735 2009 Oficiais Chefes 717 2010 Agentes Civis Por via do amplo leque de missões a cargo da PSP, um número significativo de elementos com funções policiais encontra-se a prestar serviço em vários órgãos de soberania ou diversas instituições e entidades públicas. Alguns polícias encontram-se ainda a desempenhar funções em organismos internacionais ou integrados em missões de cooperação técnica ou de manutenção de paz. Assim, como se pode verificar no quadro 1, do total do efectivo evidenciam-se os elementos afectos às funções policiais (polícias), constituindo 96,6% dos recursos humanos da instituição. No quadro 1.2 está patente de forma mais aprofundada a informação já mencionada no gráfico 1, relativa à distribuição numérica dos elementos policiais por carreira e neste caso por categoria, bem como a sua evolução de 2008 até 2010, onde se constata um crescimento global de 413 efectivos, apesar de apresentar uma ligeira tendência de decréscimo de 2009 para 2010. Relativamente ao pessoal com funções não policiais, nele encontram-se as categorias de Técnico Superior, Assistente Técnico, Assistente Operacional, Informático, Docente Universitário e Médico, constituindo 3,05% do efectivo total. O pessoal dirigente é constituído por Oficiais da PSP e Técnicos Superiores, totalizando em ambas as situações 81 pessoas, que representam 0,35% do total de efectivos. A nível da modalidade de vinculação, verifica-se que a maioria dos elementos (93,3%) encontra-se em regime de Nomeação Definitiva, a que correspondem os polícias a desempenhar serviço na PSP, seguida da Comissão de Serviço no Âmbito da LVCR que serão policiais a prestar serviço em entidades externas, especialmente nas Polícias Municipais e noutros órgãos ou serviços da administração central ou local do Estado e, do Contrato de Trabalho em Funções Públicas por Tempo Indeterminado com 3,11% e 3,1% respectivamente. 12 | P á g i n a BALANÇO SOCIAL – 2010 Quadro1- Relação entre o grupo/cargo/carreira e a modalidade de vinculação Modalidade de vinculação Nomeação Nomeação transitória por definitiva tempo determinado Grupo/cargo/carreira Dirigente Superior Dirigente Intermédio Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional Informático Doc. Ens. Universitário Médico Polícia de Segurança Pública Total C. trabalho em funções públicas por tempo indeterminado 8 59 Comissão de serviço no âmbito da LVCR 14 64 309 226 45 39 20 21.491 21.558 115 115 719 719 717 Total % 8 0,35% 73 64 309 226 3,05% 45 39 20 22.325 96,60% 23.109 100% Quadro 1.1 - Modalidade de vinculação Modalidade de vinculação Nomeação definitiva Nomeação transitória por tempo determinado CT em funções públicas por tempo indeterminado Comissão de serviço no âmbito da LVCR Total Total % 21.558 93,30% 115 0,50% 717 3,10% 719 3,11% 23109 100% Quadro1.2 - Efectivo Policial em 2008 - 2010 Efectivo Policial em 2008 - 2010 Anos Categorias 2008 2009 Agentes Chefes Oficiais Carreiras 2010 Superintendente-Chefe 6 6 5 Superintendente 0 0 30 Intendente 47 51 33 Subintendente 108 114 97 Comissário 135 116 152 Subcomissário 450 478 483 Chefe Principal Criado em 2010* 76 Chefe 1843 1879 2654 Subchefe 761 655 Extinto* Agente Principal 13324 12939 13423 Agente 5190 6065 5324 Total 21864 22303 22277 *Segundo o EPPSP, Decreto-Lei 299/2009 de 14 de Outubro 13 | P á g i n a BALANÇO SOCIAL – 2010 No quadro 2 e no gráfico 2 é possível perceber a distribuição dos elementos pelo grupo/cargo/carreira pelo género, verificando-se que, da totalidade dos elementos que prestam serviço na instituição, 90,5% são do género masculino e 9,5% do género feminino. Pode-se também constatar que, à excepção das categorias de assistente operacional e assistente técnico, com respectivamente 97,3% e 87% de elementos femininos, os indivíduos do género masculino são em maior número. Os oito dirigentes superiores são do género masculino e nos dirigentes intermédios verificase que 86,3% são também homens. Em relação ao pessoal policial, 92,7% dos 22.325 elementos são do género masculino e 7,3% são do género feminino. Na categoria de técnico superior, 65,6% são homens e 34,3% são mulheres e no que concerne aos informáticos 57,8% são do género masculino e 42,2% são do género feminino. Quadro 2 - Grupo/cargo/carreira distribuído por género Grupo/cargo/carreira Dirigente Superior Dirigente Intermédio Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional Informático Doc. Ens. Universitário Médico Polícia de Segurança Pública Total 14 | P á g i n a Género M % F 8 100% 0 63 86,30% 10 42 65,60% 22 40 13% 269 6 2,70% 220 26 57,80% 19 28 71,80% 11 18 90% 2 20689 92,70% 1636 20920 90,50% 2189 Total % % 0% 8 0,03% 13,70% 73 0,32% 34,40% 64 0,28% 87% 309 1,34% 97,30% 226 0,98% 42,20% 45 0,19% 28,20% 39 0,17% 10% 20 0,09% 7,30% 22325 96,60% 9,50% 23109 100% BALANÇO SOCIAL – 2010 Gráfico 2 - Grupo/cargo/carreira distribuído por género Grupo/cargo/carreira distribuído por género 100% 90% Percentagem de elementos 80% 70% 60% 50% 40% 30% M F 20% 10% 0% No gráfico 2 é visível a predominância do género masculino relativamente à ocupação nos cargos dirigentes e no pessoal policial. As mulheres estão em maior número nas categorias de assistente técnico e assistente operacional. A carreira de informático é aquela onde existe maior equilíbrio de género. 2.2. Trabalhadores Segundo o Escalão Etário e Género2 No que diz respeito à distribuição dos trabalhadores por escalão etário, pode-se constatar, no quadro 3 e no gráfico 3, que o hiato com maior número de ocorrências é o que compreende colaboradores com idades incluídas entre os 40 e os 44 anos, com 19,7% do pessoal. De seguida, em termos de representatividade, surgem os seguintes intervalos de idades: 35 a 39 e 30 a 34 anos, com 18,4% e 14,75%, respectivamente. Por oposição a estas faixas predominantes, é de salientar o reduzido número de elementos nos escalões etários de menos de 20 anos e 20 a 24 anos, que representam apenas 0,11% e 1,78%, respectivamente, do efectivo total. O envelhecimento da pirâmide etária é uma questão crucial, dado o grau de desempenho físico e intelectual necessário aos operacionais da PSP. A importância deste factor é ainda mais acentuada dada a natureza da actividade policial que se desenrola em regime de turnos 2 Ver anexos – quadro 2 15 | P á g i n a BALANÇO SOCIAL – 2010 e, por esta via, ter associado um elevado grau de penosidade, numa actividade que requer um razoável grau de destreza, capacidade e resistência físicas. Em relação aos elementos com 65 ou mais anos de idade, estes são maioritariamente assistentes operacionais das carreiras gerais dos funcionários públicos. O índice de envelhecimento é de 4,92 % (percentagem de elementos com 55 ou mais anos). Quadro 3 - Trabalhadores segundo o escalão etário Grupo/cargo/carreira Dirigente Superior Dirigente Intermédio Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional Informático Doc. Ens. Universitário Médico Polícia de Segurança Pública Total % Avençados 16 | P á g i n a menos 20-24 de 20 anos anos 25-29 anos 1 1 30-34 anos 35-39 anos 1 2 1 4 10 11 17 6 7 8 3 Escalão etário 40-44 45-49 anos anos 2 2 18 14 16 11 28 45 21 24 13 8 6 7 1 50-54 anos 1 19 20 92 43 14 6 1 55-59 anos 3 10 3 99 56 3 5 9 60-64 anos 65-69 mais de anos 70 anos 1 24 46 3 25 2 6 1 3 1 Total 8 73 64 309 226 45 39 20 26 412 2.363 3.398 4.194 4.453 3.279 3.367 826 7 22325 26 412 2365 3409 4253 4557 3391 3563 1014 86 32 1 23109 0,11% 1,78% 10,23% 14,75% 18,40% 19,70% 14,65% 15,40% 4,50% 0,35% 0,13% 0,004% 100,00% 5 5 1 2 4 5 6 28 BALANÇO SOCIAL – 2010 Gráfico 3 - Distribuição dos trabalhadores segundo o escalão etário Trabalhadores segundo o escalão etário 5000 4557 4500 4253 N.º de trabalhadores 4000 3391 3563 3409 3500 3000 2365 2500 2000 1500 1000 1014 412 500 0 86 26 menos 20-24 de 20 anos anos 25-29 anos 30-34 anos 35-39 anos 40-44 anos 45-49 anos 50-54 anos 55-59 anos 60-64 anos 1 32 65-69 mais de anos 70 anos Intervalos de idades No gráfico 3 apresenta-se a distribuição dos trabalhadores segundo o escalão etário. Gráfico 4 - Pirâmide etária da PSP Pirâmide etária da PSP mais de 70 anos 65 a 69 anos 60 a 64 anos Intervalos de idades 55 a 59 anos 50 a 54 anos 45 a 49 anos F 40 a 44 anos M 35 a 39 anos 30 a 34 anos 25 a 29 anos 20 a 24 anos menos de 20 anos 4500 4250 4000 3750 3500 3250 3000 2750 2500 2250 2000 1750 1500 1250 1000 750 500 250 0 250 500 750 N.º de elementos 17| P á g i n a BALANÇO SOCIAL – 2010 Na pirâmide etária da PSP (gráfico 4) verifica-se que em relação à idade, esta encontra-se envelhecida, pois nos homens o intervalo que predomina é o de 40 a 44 anos e nas mulheres é o hiato de 45 a 49 anos de idade. Em relação à distribuição dos efectivos por género, os homens são em maior número em todos os intervalos comparativamente ao género feminino. 2.3. Trabalhadores Segundo o Nível de Antiguidade e Género3 Na antiguidade, sobressai o intervalo entre os 10 e os 14 anos de serviço, com 5.865 elementos, que representa mais de 1/4 do total do efectivo, e o intervalo de 25 a 29 anos com 18,5% do total. Os intervalos de tempo de serviço onde se verificam menos ocorrências são os seguintes: 30 a 34, 35 a 39 e 40 ou mais anos de serviço, que, reunidos, representam juntos apenas 6,4% do efectivo. De salientar ainda os intervalos de idade que contemplam os elementos que possuem até 9 anos de serviço4, que perfazem ambos 19%. Quadro 4 - Trabalhadores segundo o nível de antiguidade e género Nível de antiguidade em anos Grupo/cargo/carreira Até 5 5a9 10 a 14 15 a 19 20 a 24 25 a 29 30 a 34 35 a 39 Dirigente Superior Dirigente Intermédio 3 Total Dirigentes 3 % de Dirigentes por Antiguidade 3,70% Técnico Superior 0 0 1 Assistente Técnico Assistente Operacional 3 Informático Doc. Ens. Universitário 13 9 2 4 1 1 6 12 22 18 9 3 6 14 26 19 10 3 13 % de Civis por Antiguidade 1,80% Polícia de Segurança Pública 13 0 100% 12 6 4 1 64 20 48 48 56 75 56 6 309 139 17 14 33 16 4 226 9 9 8 8 9 2 45 5 2 4 3 1 2 39 9 10 1 94 122 108 185 93 20 68 7 703 1% 100% 31 19 22325 0,14% 0,09% 100% 102 26 23.109 0,40% 0,10% 100% 1,80% 26,30% 13,20% 13,40% 17,40% 15,40% 9,70% 10% 9,50% 25,40% 17,20% 13,50% 18,50% 5,60% Total 2.242 2.145 % Total 9,70% 9,30% 25,40% 17,10% 13,60% 18,50% 5,90% Até 5; 5 a 9 Anos 81 11 2132 4 0 17 2.226 Ver anexos – quadro 3 8 12 % de PSP por Antiguidade 3 Total 73 7,40% 17,30% 32,10% 23,50% 12,30% 3,70% Médico Total Civis 40 ou mais 5674 5.865 3847 3.954 3024 3.144 4127 4.268 1245 1.363 18| P á g i n a BALANÇO SOCIAL – 2010 Gráfico 5 - Distribuição dos elementos por antiguidade Distribuição dos elementos por antiguidade 7000 5865 6000 5000 4268 3954 4000 3144 3000 2242 2145 2000 1363 1000 102 0 Até 5 5a9 10 a 14 15 a 19 20 a 24 25 a 29 30 a 34 35 a 39 26 40 ou mais No gráfico 5 é possível visualizar em termos quantitativos, o número de elementos policiais e não policiais, distribuído por antiguidade, donde ressaltam os 5865 indivíduos cuja antiguidade se encontra no intervalo dos 10 a 14 anos e os 4268 colaboradores englobados no hiato de 25 a 29 anos de antiguidade. Quadro 5 - Nível de antiguidade distribuído por género Antiguidade até 5 anos 5 a 9 anos 10 a 14 anos 15 a 19 anos 20 a 24 anos 25 a 29 anos 30 a 34 anos 35 a 39 anos 40 ou mais anos Total M 2054 1964 5360 3683 2680 4020 1101 39 19 20920 Género Total % % F % 9,80% 188 8,60% 2242 9,70% 9,30% 181 8,30% 2145 9,30% 25,60% 505 23% 5865 25,40% 17,60% 271 12,40% 3954 17,00% 12,80% 464 21,20% 3144 13,60% 19,30% 248 11,30% 4268 18,50% 5,30% 262 12% 1363 5,90% 0,20% 63 2,90% 102 0,40% 0,10% 7 0,30% 26 0,10% 100% 2189 100% 23109 100% No quadro 5 verifica-se que, no que concerne à totalidade do pessoal policial e não policial, no género masculino e no género feminino, a antiguidade predominante encontra-se no intervalo dos 10 aos 14 anos de serviço, com 25,6% e 23%, respectivamente. Em segundo lugar, no caso dos homens surge o intervalo dos 25 aos 29 anos de antiguidade, com 19,30%; e no caso das mulheres existem 21,2% de trabalhadoras cujo tempo de serviço se encontra no intervalo dos 20 aos 24 anos. 19 | P á g i n a BALANÇO SOCIAL – 2010 Tendo em conta a heterogeneidade da PSP e a dificuldade em conformar a sua realidade aos contextos de funcionalismo público típico, seguem-se três gráficos que pretendem resumir de forma autónoma a distribuição do nível de antiguidade dos dirigentes, civis e polícias. Gráfico 6 – Distribuição de dirigentes por antiguidade Distribuição de Dirigentes por antiguidade 35,00% 32,10% 30,00% 25,00% 23,50% 20,00% 17,30% 15,00% 12,30% 10,00% 7,40% 5,00% 3,70% 3,70% 0,00% 0 Até 5 0 5a9 10 a 14 15 a 19 20 a 24 25 a 29 30 a 34 35 a 39 40 ou mais Em relação aos Dirigentes distribuídos por antiguidade, conforme o gráfico 6, pode-se constatar que a maioria encontra-se no intervalo de 20 a 24 anos de serviço com 32,10%, seguido do hiato de 25 a 29 e de 15 a 19 anos de serviço com 23,50% e 17,30% respectivamente. Gráfico 7 – Distribuição de civis por antiguidade Distribuição de Civis por antiguidade 30,00% 26,30% 25,00% 20,00% 17,40% 15,40% 15,00% 13,20% 13,40% 9,70% 10,00% 5,00% 1,80% 1,80% 1% 0,00% Até 5 5a9 10 a 14 15 a 19 20 a 24 25 a 29 30 a 34 35 a 39 40 ou mais No que diz respeito ao gráfico 7, onde é visível a distribuição do pessoal civil por anos de serviço, sobressaem os 26,30% de elementos cuja antiguidade está no intervalo 10 a 14 anos de trabalho. 20 | P á g i n a BALANÇO SOCIAL – 2010 De seguida surgem os intervalos de 25 a 29 anos com 17,40% de ocorrências e 30 a 34 anos com 15,40% de trabalhadores. Pode-se constatar que 56,9% do efectivo civil detém 20 ou mais anos de serviço, e que o pessoal cuja antiguidade está compreendida nos dois primeiros intervalos de antiguidade (até 5 anos e 5 a 9 anos) apresenta valores residuais com 3,60% de situações. Gráfico 8 – Distribuição de polícias por antiguidade Distribuição de elementos Policiais por antiguidade 30,00% 25,40% 25,00% 20,00% 18,50% 17,20% 15,00% 13,50% 10,00% 10% 9,50% 5,60% 5,00% 0,14% 0,00% Até 5 5a9 10 a 14 15 a 19 20 a 24 25 a 29 30 a 34 35 a 39 0,09% 40 ou mais No gráfico 8, afere-se que 25,40% dos elementos policiais possui entre 10 a 14 anos de antiguidade, 18,50% detém entre 25 a 29 anos de serviço e 17,20% encontra-se no intervalo de 15 a 19 anos de trabalho. Pode-se assim verificar que 62,1% dos polícias têm menos de 20 anos de serviço. 2.4. Trabalhadores Segundo o Nível de Escolaridade e Género5 No quadro 6 é patente que nos elementos policiais e não policiais do género masculino a escolaridade predominante é o 12º ano, com 40,70%, seguido do 9º e do 11ºano, com 26,40% e 14,30%, respectivamente. No género feminino, verifica-se que 38,90% das trabalhadoras possuem o 12º ano de escolaridade, 23% são detentoras do 11º ano e 19,3% estão habilitadas com o 9º ano ou equivalente. 5 Ver anexos – quadro 4 21 | P á g i n a BALANÇO SOCIAL – 2010 Quadro 6 - Nível de escolaridade distribuído por género Escolaridade Menos de 4 anos de escolaridade 4 anos de escolaridade 6 anos de escolaridade 9º ano ou equivalente 11º Ano 12º ano ou equivalente Bacharlato Licenciatura Mestrado Doutoramento Total M 0 1200 1908 5524 3009 8527 49 671 28 4 20920 Género Total % F % 0,00% 10 0,50% 10 5,70% 174 7,90% 1374 9,10% 88 4% 1996 26,40% 423 19,30% 5947 14,30% 504 23,00% 3513 40,70% 852 38,90% 9379 0,23% 21 1% 70 3,20% 101 4,60% 772 0,13% 13 0,60% 41 0,02% 3 0,14% 7 100% 2189 100% 23109 % 0,04% 5,95% 8,64% 25,73% 15,20% 40,59% 0,30% 3,34% 0,18% 0,03% 100% Em relação ao nível de escolaridade distribuído por carreira/grupo, explanado no quadro 7 e gráfico 9, verifica-se que 41,44% do pessoal com funções policiais tem habilitações literárias ao nível do 12º ano, seguido do 9º ano com 26,12%. No que concerne ao pessoal civil, constata-se que 25,3% possuem somente 4 anos de escolaridade, seguidos de 18,10% com o 12º ano ou equivalente. No que diz respeito aos dirigentes observa-se que 91,40% possuem licenciatura, 7,40% mestrado e 1,20% bacharelato. As habilitações literárias com menor representação no conjunto dos 23.109 elementos são as correspondentes a graus académicos: 3,34% de licenciados, 0,18% de mestrados e 0,004 doutorados. 22 | P á g i n a BALANÇO SOCIAL – 2010 Quadro 7 - Trabalhadores segundo a escolaridade Escolaridade Grupo/cargo/carreira / Habilitação Literária Dirigente Superior Dirigente Intermédio Total de dirigentes por escolaridade % de Dirigentes por escolaridade Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional Informático Doc. Ens. Universitário Médico Total de civis por escolaridade % de civis por escolaridade Polícia Segurança Pública % de Polícias por escolaridade Total % do Total Menos de 4 anos de escolaridade 4 anos de escolaridade 12 166 10 6 anos de escolaridade 9.º ano ou equivalente 41 34 1 11.º ano ou equivalente 1 42 1 14 98 13 4 12.º ano ou equivalente Licenciatura Mestrado 1 7 67 1 5 8 73 1 74 6 81 1,20% 91,40% 7,40% 56 6 4 1 1 1 11 28 19 1 5 1 5 2 110 2 13 Doutoramento Total Bacharelato 100% 64 309 226 45 39 20 10 178 76 115 58 127 2 120 11 6 703 1,40% 25,30% 10,80% 16,40% 8,30% 18,10% 0,30% 16,80% 1,60% 1% 100% 1.196 1.920 5.832 3.455 9.252 67 578 24 1 22.325 5,36% 8,60% 26,12% 15,48% 41,44% 0,30% 2,58% 0,10% 0,004% 100% 1.374 5,95% 1.996 8,64% 5.947 25,73% 3.513 15,20% 9.379 40,59% 70 0,30% 772 3,34% 41 0,18% 7 0,03% 23.109 100% 10 0,04% Gráfico 9 - Grupos de trabalhadores distribuídos por escolaridade Escolaridade por grupo de elementos % de Polícias Doutoramento 0,004% 1% Mestrado 0,10% 1,60% % de Civis % de Dirigentes 7,40% 2,58% Licenciatura 16,80% 91,40% Bacharelato 0,30% 0,30% 1,20% 41,44% 12.º ano ou equivalente 18,10% 15,48% 11.º ano ou equivalente 8,30% 26,12% 9.º ano ou equivalente 16,40% 8,60% 10,80% 6 anos de escolaridade 5,36% 4 anos de escolaridade Menos de 4 anos de escolaridade 25,30% 1,40% No gráfico 9 apresenta-se a escolaridade distribuída pelos grupos de elementos. 23 | P á g i n a BALANÇO SOCIAL – 2010 2.5. Trabalhadores Estrangeiros Segundo a Nacionalidade e Género Todos os trabalhadores têm nacionalidade portuguesa. 2.6. Trabalhadores Portadores de Deficiência Segundo o Escalão Etário e Género6 Em relação aos funcionários portadores de deficiência (quadro 8) verifica-se que existem 152 elementos actualmente na PSP. No que concerne à sua distribuição pelos intervalos de idades, é visível um maior número de ocorrências no intervalo dos 50 aos 54 anos, com 41 elementos. O grupo de indivíduos onde existe um maior número de trabalhadores portadores de deficiência é nos elementos com funções policiais, com 134 ocorrências. Quadro 8 - Portadores de deficiência por intervalos de idades Número de portadores de deficiência por escalão etário Grupo/cargo/carreira Menos 70 ou Total 20-24 25-29 30-34 35-39 40-44 45-49 50-54 55-59 60-64 65-69 de 20 mais Dirigente Superior Dirigente Intermédio Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional Informático Doc. Ens. Universitário Médico Polícia de Segurança Pública Outro Pessoal Total 1 1 3 3 1 2 11 2 1 5 1 1 19 28 36 37 7 1 1 1 6 2 134 6 20 30 39 41 13 2 1 152 Quadro 8.1 - Portadores de deficiência por género Género N.º de portadores de deficiência por género Masculino Feminino Total de portadores de deficiência 120 32 Portadores de deficiência por cada 1000 elementos 5,7 14,6 Através da análise do quadro 8.1 constata-se que, de uma forma hipotética, por cada 1.000 elementos do sexo feminino, existem 14,6 colaboradores portadores de deficiência, enquanto que por cada 1.000 homens existem 5,7 trabalhadores portadores de deficiência. 6 Ver anexos – quadro 6 24 | P á g i n a BALANÇO SOCIAL – 2010 2.7. Trabalhadores Admitidos e Regressados em 2010 Segundo o Modo de Ocupação do Posto de Trabalho ou Modalidade de Vinculação7 Em relação aos trabalhadores admitidos e regressados em 2010, (quadro 9) verificou-se a (re)entrada de 199 elementos, sendo que a esmagadora maioria foi pessoal com funções policiais, contabilizando 192 elementos. Na coluna relativa a outras situações encontram-se sobretudo os elementos que regressaram da situação de adido. No que diz respeito à distribuição por género, realizou-se a admissão/reentrada de 191 homens e 8 mulheres, conforme o quadro 9.1. Quadro 9 - Trabalhadores admitidos e regressados Trabalhadores admitidos e regressados durante o ano, por grupo/carreira e género, segundo o modo de ocupação do posto de trabalho ou modalidade de vinculação Grupo/cargo/carreira Procedimento concursal Cedência de interesse público Mobilidade interna a órgãos ou serviços Regresso de licença Comissão de serviço CEAGP Outras situações Total Dirigente Superior Dirigente Intermédio Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional Informático Doc. Ens. Universitário Médico Polícia Segurança Pública Total 17 17 3 3 11 11 3 3 2 1 2 1 4 4 158 165 192 199 Quadro 9.1 - Trabalhadores admitidos e regressados durante o ano, por género Trabalhadores admitidos e regressados durante o ano, por género Masculino Feminino 191 8 2.8. Saídas de Trabalhadores Nomeados ou em Comissão de Serviço Segundo o Motivo de Saída e Género8 Tal como pode verificar-se no quadro 10, ocorreram 713 saídas de elementos nomeados ou em comissão de serviço na PSP, durante o ano 2010. Também é possível aferir que do número de saídas, 61 foram devido a falecimentos. O número elevado de outras situações, justifica-se com a dificuldade em conformar a realidade da PSP com as terminologias típicas da Função Pública. Assim, este valor diz respeito a indivíduos que na sua maioria se encontram na situação de pré-aposentação, adido-requisitado ou comissão de serviço. 7 Ver anexos – quadro 7 8 Ver anexos – quadro 8 25 | P á g i n a BALANÇO SOCIAL – 2010 No quadro 10.1, observa-se que a nível de género, saíram 679 homens e 34 mulheres nomeadas ou em comissão de serviço. Quadro 10 - Saídas de trabalhadores nomeados ou em comissão de serviço Saídas de trabalhadores nomeados ou em comissão de serviço Grupo/cargo/carreira Dirigente Superior Dirigente Intermédio Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional Informático Doc. Ens. Universitário Médico Polícia Segurança Pública Outro Pessoal Total Morte Conclusão Reforma s/sucesso Limite idade Aposentação período experimenta Cessação mútuo acordo Exoneração pedido trabalhador Aplicação Fim situação Fim situação pena cedência mobilidade disciplinar interesse interna expulsiva público Cessação comissão serviço Outros Total 0 0 0 0 0 0 0 0 61 4 2 61 4 2 5 1 1 0 0 5 0 0 0 640 712 640 1 713 Quadro 10.1 - Saídas de trabalhadores nomeados ou em comissão de serviço, por género Saídas de trabalhadores nomeados ou em comissão de serviço por género Masculino Feminino 679 34 2.9. Saídas de Trabalhadores Contratados Segundo o Motivo de Saída e Género9 Como se pode averiguar no quadro 11, em relação aos trabalhadores contratados, ou seja, pessoal com funções não policiais, em 2010 verificou-se a saída de 33 elementos. Pode-se aferir que do número de saídas, 3 foram por mútuo acordo. No quadro 11.1, observa-se que a nível de género, saíram 3 homens e 30 mulheres contratados. 9 Ver anexos – quadro 9 26 | P á g i n a BALANÇO SOCIAL – 2010 Quadro 11 - Saídas de trabalhadores contratados Saídas de trabalhadores contratados Grupo/cargo/carreira/ motivos de saída Dirigente Superior Dirigente Intermédio Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional Informático Doc. Ens. Universitário Médico Polícia Segurança Pública Outro Pessoal Total Morte Reforma Limite idade Aposentação Conclusão s/sucesso período experimenta Cessação mútuo acordo Revogação Fim situação Resolução Fim situação (cessação cedência iniciativa mobilidade por mútuo interesse trabalhador interna acordo) público Cessação comissão serviço Outros 1 19 7 2 1 3 1 0 0 0 0 3 2 0 0 0 27 Total 0 0 1 19 9 1 3 0 0 0 33 Quadro 11.1- Saídas de trabalhadores contratados Saidas de trabalhadores contratados Masculino Feminino 3 30 Após a análise dos quadros 9, 10 e 11, pode-se calcular que o índice de rotação do pessoal policial e não policial (número de recursos humanos em 31 de Dezembro/ número de recursos em 1 de Janeiro + entradas + saídas) é de 0,94. Em relação à taxa de reposição do pessoal policial e não policial (n.º de admissões x 100/número de saídas) verifica-se que é de 26,7%. Ou seja, por cada 100 elementos que saíram da instituição só entraram 26,7. No pessoal policial a taxa de reposição é de 26,9 e no pessoal civil é de 21,2. A nível de género, ao analisar os quadros 9.1, 10.1 e 11.1, afere-se que por cada 100 trabalhadores admitidos e regressados, 96 são homens. Em relação às saídas de elementos, 91,4% dizem respeito ao género masculino. 2.10. Postos de Trabalho Previstos e Não Ocupados Segundo a Dificuldade de Recrutamento10 Em relação aos postos de trabalho previstos e não ocupados, e tomando como ponto de análise o Mapa de Pessoal de 2010, é observável que dos 1.929 postos de trabalho não ocupados, 1.668 são vagas para efectivos policiais. Estas vagas eram maioritariamente para 10 Ver anexos – quadro 10 27 | P á g i n a BALANÇO SOCIAL – 2010 agentes pois previra-se um Curso de Formação de Agentes (CFA) em 2010 mas que não se realizou. Quadro 12 - Postos de trabalho previstos e não ocupados Postos de trabalho previstos e não ocupados durante o ano Falta de Procedimento Não abertura Impugnação Procedimento autorização concursal em procedimento procedimento concursal da entidade desenvolvime concursal concursal improcedente competente nto Grupo/cargo/ carreira Total Dirigente Superior Dirigente Intermédio Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional 61 61 151 151 24 24 25 25 1668 1668 1929 1929 Médico Polícia Segurança Pública Outro Pessoal Total Gráfico 10: Diferença entre o Mapa de Pessoal de 2010 e existências do pessoal não policial Diferença entre MP 2010 e existência do pessoal não policial 460 250 309 226 125 45 64 Técnico Superior Assistente Técnico MP Assistente Operacional 20 Médico Existência No gráfico 10 é visível a diferença entre as existências de pessoal a 31 de Dezembro de 2010 e o valor previsto no Mapa de Pessoal para o mesmo ano. Em todos eles existe discrepância, que é mais vincada nos médicos e nos técnicos superiores, a nível percentual. Verifica-se então que existe uma lacuna maior nas carreiras que exigem formação superior. 28 | P á g i n a BALANÇO SOCIAL – 2010 Gráfico 11: Diferença entre o Mapa de Pessoal de 2010 e existência do pessoal policial Diferença entre MP 2010 e existência de pessoal policial 25000 19580 20000 18747 15000 10000 5000 0 3312 2730 1053 800 Oficial Chefe MP Agente Existência No gráfico 11 é visível a diferença entre as existências das três carreiras do pessoal policial a 31 de Dezembro de 2010 e o valor previsto no Mapa de Pessoal para o mesmo ano. Em todos eles existe discrepância que é mais vincada a nível percentual nos Oficiais e Chefes. 2.11. Mudança de Situação dos Trabalhadores Segundo o Motivo e Género11 Em relação às mudanças de situação dos trabalhadores, verifica-se que 1.282 elementos viram a sua situação alterada, sendo que a maioria das alterações (1.238) deveu-se a procedimentos concursais promovidos pela instituição, tal como se observa no quadro 13. Quadro 13: Mudança de situação dos trabalhadores Mudança de situação de trabalhadores segundo o motivo Grupo/cargo/carreira/ tipo de mudança Promoções Alteração do Alteração (carreiras não posicionamento obrigatória do Procedimento revistas e remuneratório posicionamento concursal carreiras por opção remuneratório subsistentes) gestionária Dirigente Superior Dirigente Intermédio Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional Informático Doc. Ens. Universitário Médico Polícia Segurança Pública Outro Pessoal Total 11 13 3 2 18 3 11 7 5 26 Consolidação da mobilidade na categoria Total 3 24 10 7 1238 1238 1238 1282 Ver anexos – quadro 11 29 | P á g i n a BALANÇO SOCIAL – 2010 2.12. Trabalhadores Segundo a Modalidade de Horário e Género12 No que concerne à modalidade de horário dos elementos, visível no quadro 14, pode-se constatar que todos os elementos civis (com excepção dos dirigentes) laboram em horário de trabalho rígido e que a grande maioria dos funcionários com funções policiais é regido por horário específico. É ainda de assinalar que todos os dirigentes têm isenção de horário. Em relação à distribuição dos trabalhadores por tipo de horário e género, observável no quadro 14.1, verifica-se que, quer nos homens, quer nas mulheres, a maioria labora em regime de horário específico. De salientar ainda que existem mais mulheres em horário rígido do que homens, pois, como é visível no Quadro 2, o número de elementos femininos é predominante nas categorias de assistente técnico e assistente operacional. Por último, a isenção de horário é atribuída essencialmente aos homens, visto que os cargos dirigentes são desempenhados maioritariamente por estes, como já referimos a propósito do Quadro 2 e no Gráfico 2. Quadro 14 - Trabalhadores segundo a modalidade de horário e género Grupo/cargo/carreira/ tipo de mudança dos trabalhadores por grupo/cargo/carreira, segundo a modalidade de horário de trabalho e género Dirigente Superior Dirigente Intermédio Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional Informático Doc. Ens. Universitário Médico Polícia Segurança Pública Outro Pessoal Total Trabalhadores por tipo de horário de trabalho Rígido Flexível Desfasado Jornada Trabalho Isenção Específico contínua por turnos de horário 8 73 64 309 226 45 39 20 92 22.220 13 8 73 64 309 226 45 39 20 22.325 795 22.220 94 23.109 Quadro 14.1 - Trabalhadores por tipo de horário e género Horário Rigido Específico Isenção 12 Ver anexos – quadro 12 30 | P á g i n a Total Trabalhadores por tipo de horário e género Género Masculino 236 20600 84 Feminino 559 1620 10 BALANÇO SOCIAL – 2010 2.13. Trabalhadores Segundo o Período Normal de Trabalho e Género13 No que diz respeito à distribuição dos trabalhadores pelos períodos normais de trabalho semanais, verifica-se que o pessoal com funções não policiais cumpre 35 horas de trabalho, sendo que os elementos com funções policiais laboram semanalmente durante 36 horas, como se pode constatar no quadro 15. No que concerne ao género, pode-se observar no quadro 15.1 que a maioria dos elementos femininos trabalha durante 35 horas por semana, enquanto que os masculinos durante o mesmo hiato temporal, na sua maioria laboram 36 horas, sendo este facto explicável pelo grupo a que cada um maioritariamente pertence. Quadro 15 - Trabalhadores segundo o período normal de trabalho Contagem dos trabalhadores por grupo/cargo/carreira, segundo o período normal de trabalho (PNT) e género Dirigente Superior Dirigente Intermédio Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional Informático Doc. Ens. Universitário Médico Polícia Segurança Pública Outro Pessoal Total PNT inferior ao praticado a tempo completo Semana de 4 Regime Tempo parcial Tempo completo dias· (D.L. especial· ou outro 325/99) (D.L. 324/99) regime especial 35 Horas 36 Horas 28 Horas 17H30 8 14 59 64 309 226 45 39 20 22.325 717 TOTAL 8 73 64 309 226 45 39 20 22.325 23.109 Quadro 15.1 – Trabalhadores por período normal de trabalho e género Trabalhadores por período normal de trabalho e género Género Horário Masculino Feminino 35 horas 167 550 36 horas 20753 1639 13 Ver anexos – quadro 13 31 | P á g i n a BALANÇO SOCIAL – 2010 2.14. Horas Extraordinárias Segundo a Modalidade de Prestação do Trabalho e Género14 Durante o ano de 2010, foram laboradas 530 horas extraordinárias em dias de descanso semanal complementar. Destas, 164 horas foram prestadas por técnicos superiores e 366 por assistentes técnicos, conforme se pode observar no quadro 16. A nível de género, verifica-se que o feminino laborou 506 horas extraordinárias das 530 prestadas na PSP. (Quadro 16.1) Quadro 16: Horas extraordinárias segundo a modalidade de prestação do trabalho Horas de trabalho extraordinário, por grupo/cargo/carreira, segundo a modalidade de prestação de trabalho Grupo/cargo/carreira Trabalho extraordinário diurno Trabalho extraordinário nocturno Trabalho em dias de Trabalho em dias de descanso semanal descanso semanal obrigatório complementar Dirigente superior Dirigente intermédio Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional Informático Doc. Ens. Universitário Médico Polícia de Segurança Pública Outro Pessoal Trabalho em dias feriados 164 366 Quadro 16.1: Horas extraordinárias por género Horas extraordinárias por género Género Masculino Feminino Número de horas 24 506 2.14.1. Horas de Trabalho Nocturno, Normal e Extraordinário Segundo o Género Em 2010 não foi contabilizada qualquer hora de trabalho nocturno, quer em regime normal, quer em regime extraordinário. Conclui-se assim que o trabalho extraordinário foi realizado ao fim de semana ou feriado e não nocturno. 2.15. Dias de Ausência ao Trabalho Segundo o Motivo de Ausência e Género15 Em relação ao quadro 17, verifica-se que durante 2010 foram contabilizados, por parte dos trabalhadores, 296.102 dias de ausência na PSP, sendo que a grande maioria das situações em ambos os géneros deveu-se a doença (162.639 dias), seguido no caso dos homens de dias 14 Ver anexos – quadro 14 15 Ver anexos – quadro 15 32 | P á g i n a BALANÇO SOCIAL – 2010 de ausência motivados por acidentes de serviço ou doenças profissionais (29.194 dias) e no caso das mulheres o motivo que surge em segundo lugar com mais dias de ausência é a protecção à parentalidade (9.022 dias) De salientar ainda que não foram dadas quaisquer faltas injustificadas ao trabalho em 2010. No campo “outros” nos polícias, estão englobadas essencialmente as situações de licenças de instalação, dispensas sindicais e prestação de provas de avaliação. Verifica-se também no quadro 17.1 que por cada 100 trabalhadores do género masculino foram dados 1.213 dias de ausência ao trabalho, enquanto que por cada centena de mulheres foram contabilizados 1.939 dias de ausência ao trabalho. Quadro 17 - Motivos de ausência e dias perdidos Grupo/cargo/carreira Casamento Dirigente Superior Dirigente Intermédio Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional Informático Doc. Ens. Universitário Médico Polícia Segurança Pública Outro Pessoal Total Protecção na Falecimento Parentalidade de Familiar Doença 135 238 128 31 5 90 40 8 285 4279 4181 284 3992 36.887 1 6.882 4003 37419 7026 13 153.582 15 162639 11 Motivos de ausência e dias perdidos Por acidente Cumprimento Assistência TrabalhadorPor conta Com perda de em serviço ou de pena familiares estudante período férias vencimento doença disciplinar profissional 177 1156 80 498 69 30 674 387 31790 12591 156 5 9.844 33123 13652 156 10526 Greve Injustificadas 1 11 61 231 15 6 7 41 30 41 30 Outros 27.155 19 0 27468 TOTAL 0 0 567 6209 5976 366 0 19 282950 15 296102 Quadro 17.1 – Dias de ausência ao trabalho por género Dias de ausência ao trabalho género Género Total de dias de ausência Dias de ausência por cada 100 elementos Masculino 253659 Feminino 42443 1212,5 1938,9 Gráfico 12: Dias perdidos por motivo de ausência Motivos de ausência e dias perdidos 390625 162.639 78125 37.419 N.º de dias perdidos 33.123 27.468 13.652 15625 4003 10.526 7.026 3125 625 156 125 41 25 30 19 5 1 Motivos de ausência 33 | P á g i n a BALANÇO SOCIAL – 2010 No gráfico 12, é visível a distribuição do número de dias de faltas pelos motivos de ausência. 2.16. Trabalhadores em Greve 16 Em relação à participação dos trabalhadores em greves, visível no quadro 18, 19 e 20, podese verificar que a participação é muito reduzida ou inexistente nas três greves gerais que se verificaram no decorrer do ano de 2010. No total das greves existiram 22 elementos grevistas, ou seja, na PSP apenas 1,02% dos 717 elementos legalmente autorizados a fazer greve (pessoal com funções não policiais) utilizaram esse direito. Quadro 18 - Trabalhadores em greve a 4 de Março Data Mar-04 Periodo normal de trabalho 35 horas 42 horas Semana 4 dias (D.L. 325/99) Regime especial (D.L. 324/99) Outros Total Âmbito Greve Geral Nº de trabalhadores em Duração da paralisação (em greve hh/mm) 5 7:00 5 7:00 Quadro 19 - Trabalhadores em greve a 29 de Setembro Data Set-29 Periodo normal de trabalho 35 horas 42 horas Semana 4 dias (D.L. 325/99) Regime especial (D.L. 324/99) Outros Total 16 Ver anexos – quadro 16 34 | P á g i n a Âmbito Greve Geral Nº de trabalhadores em Duração da paralisação (em greve hh/mm) 0 7:00 7:00 BALANÇO SOCIAL – 2010 Quadro 20 - Trabalhadores em greve a 24 de Novembro Data Nov-24 Periodo normal de trabalho 35 horas 42 horas Semana 4 dias (D.L. 325/99) Âmbito Greve Geral Nº de trabalhadores em Duração da paralisação (em greve hh/mm) 17 7:00 Regime especial (D.L. 324/99) Outros Total 17 7:00 3. Estrutura Remuneratória17 3.1. Estrutura Remuneratória, por Género Em relação à estrutura remuneratória distribuída por género, visível no quadro 21, verificase que a maioria dos elementos aufere uma remuneração mensal ilíquida compreendida no intervalo 1001-1250€ percebida por 8.534 colaboradores. Destes, 7.880 são elementos do sexo masculino e 654 elementos do sexo feminino. O segundo hiato com mais elementos (6.864) é o que compreende as remunerações compreendidas entre os 1251€ e os 1500€. Neste intervalo existem 6.332 homens e 532 mulheres. Há ainda um outro grupo relevante que são 6.707 polícias e não polícias que auferem até 1000 Euros mensais. No escalão mais baixo (até aos 500€) estão inseridos 1.094 colaboradores, encontrando-se maioritariamente os elementos com funções não policiais na categoria de Assistente Operacional e os elementos com a relação jurídica de emprego em nomeação transitória por tempo determinado (Cadetes do ISCPSI). Nos dez escalões remuneratórios mais elevados na instituição18, compreendidos no intervalo de 2501€ a 5000€, estão inseridos apenas 0,43% do total do efectivo. Saliente-se que 95,7% do universo de elementos policiais e não policiais aufere uma remuneração igual ou inferior a 1500€. A remuneração mais elevada auferida pelas mulheres encontra-se no intervalo 2751€ a 3000€ onde se englobam dirigentes e técnicos superiores, e nos homens encontra-se no intervalo 4751€ a 5000€ a que corresponde um cargo de direcção superior. 17 Ver anexos – quadro 17 18 2501€ - 2750€; 2751€ - 3000€; 3001€ - 3250€; 3251€ - 3500€; 3501€ a 3750€; 3751€ a 4000€; 4001€ a 4250€; 4251€ a 4500€; 4501€ a 4750€ e 4751€ a 5000€. 35 | P á g i n a BALANÇO SOCIAL – 2010 Quadro 21 - Remunerações mensais ilíquidas em Euros Remunerações mensais ilíquidas em Euros Género / Escalão de remunerações Masculino 846 4.998 7.880 6.332 572 55 100 73 29 42 4 Até 500 € 501-1000 € 1001-1250 € 1251-1500 € 1501-1750 € 1751-2000€ 2001-2250 € 2251-2500 € 2501-2750 € 2751-3000 € 3001-3250 € 3251-3500 € 3501-3750 € 3751-4000 € 4001-4250 € 4251-4500 € 4501-4750 € 4751-5000 € Total Total Feminino 248 615 654 532 66 16 13 8 12 3 1.094 5.613 8.534 6.864 638 71 113 81 41 45 4 0 7 2 1 0 0 1 23.109 7 2 1 1 20.942 2.167 Gráfico 13 - Número de elementos por intervalo de remuneração N.º de elementos por intervalo de remuneração 9.000 8.534 8.000 7.000 6.864 6.000 5.613 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 1.094 638 71 113 0 81 41 45 4 0 7 2 1 0 0 1 No gráfico 13 é visível a distribuição dos elementos pelos intervalos de remuneração, onde se pode analisar que apenas 1004 elementos (4,3% do efectivo total) auferem uma remuneração mensal superior a 1500€. 36 | P á g i n a BALANÇO SOCIAL – 2010 Gráfico 14 - Distribuição de remuneração por género Distribuição de remuneração por género F% 4751-5000 € 0,00% 0,01% 4501-4750 € 0,00% 0,00% 4251-4500 € 0,00% 0,00% 4001-4250 € 0,00% 0,01% 3751-4000 € 0,00% 0,01% 3501-3750 € 0,00% 0,33% 3251-3500 € 0,00% 0,00% 3001-3250 € 0,00% 0,02% 2751-3000 € 0,14% 0,20% 2501-2750 € 0,55% 0,14% 2251-2500 € 0,37% 0,35% 2001-2250 € 0,60% 0,48% 1751-2000€ 0,74% 0,26% 1501-1750 € M% 3,05% 2,73% 24,60% 1251-1500 € 1001-1250 € 501-1000 € Até 500 € 30,24% 30,18% 23,90% 4,04% 37,60% 28,38% 11,44% No que concerne à distribuição da remuneração por género, observável no gráfico 14, verifica-se que as mulheres predominam nos dois escalões remuneratórios mais baixos (até 1000 €) e que os homens dominam nos intervalos em que o salário é mais elevado. 3.2. Encargos com Pessoal 19 Conforme representado no quadro 22, a quase totalidade do valor dispendido em encargos com o pessoal (99,26%) foi afecta a remunerações. Com os prémios de desempenho foram gastos 0,045% do total de encargos. 19 Ver anexos – quadro 18 37 | P á g i n a BALANÇO SOCIAL – 2010 Quadro 22 - Encargos com pessoal Encargos com pessoal Remuneração base Valor (Euros) 362.497.456,99 € Suplementos remuneratórios Prémios de desempenho 164.231,65 € Prestações sociais Benefícios sociais Outros encargos com pessoal 2.523.078,54 € Total 365.184.767,18 € 3.2.1. Suplementos Remuneratórios20 No que concerne ao valor dispendido em suplementos remuneratórios, visível no quadro 23, verifica-se que durante o ano de 2010 foram gastos 106.582.645,09 €. O suplemento onde incidiu o maior dispêndio monetário foi na “Disponibilidade Permanente” onde se insere o Suplemento de Serviço das Forças de Segurança, remunerado aos elementos com funções policiais e o Suplemento por Comissão de Serviço Policial, pago aos elementos civis. De seguida, surge o Suplemento “Trabalho por turnos” correspondendo aos suplementos com a mesma designação auferidos pelos polícias em trabalho de escala e ainda com um valor bastante significativo surge o de “risco, penosidade e insalubridade” onde se inscrevem os suplementos de patrulha, comando, turno e piquete, investigação criminal, entre outros. Quadro 23 - Suplementos remuneratórios Suplementos remuneratórios Trabalho extraordinário (diurno e nocturno) Trabalho normal nocturno Trabalho em dias de descanso semanal, complementar e feriados Disponibilidade permanente Outros regimes especiais de prestação de trabalho Risco, penosidade e insalubridade Fixação na periferia Trabalho por turnos Abono para falhas Participação em reuniões Ajudas de custo Representação Secretariado Outros suplementos remuneratórios Total 20 Ver anexos – quadro 18.1 38 | P á g i n a Valor (Euros) 2.283,34 € 10.676,76 € 56.181.454,01 € 20.858.518,27 € 307.845,51 € 24.997.302,86 € 1.569.423,40 € 573.600,76 € 2.081.540,18 € 106.582.645,09 € BALANÇO SOCIAL – 2010 3.2.2. Encargos com Prestações Sociais21 Em matéria de encargos com prestações sociais, pode-se constatar, no quadro 24, que durante o ano de 2010 foram gastos 29.576.575,57€ sendo que as parcelas com maior relevância são o subsídio de refeição o abono de família e os de protecção da parentalidade. Quadro 24 - Prestações Sociais Prestações sociais Subsídios no âmbito da protecção da parentalidade (maternidade, paternidade e adopção) Abono de família Subsídio de educação especial Subsídio mensal vitalício Subsídio para assistência de 3ª pessoa Subsídio de funeral Subsídio por morte Acidente de trabalho e doença profissional Subsidio de refeição Subsídio de desemprego Outras prestações sociais Total Valor (Euros) 2.903.523,16 € 3.824.178,57 € 314.229,08 € 27.574,56 € 86.926,20 € 213,86 € 22.400.956,32 € 18.973,82 € 29.576.575,57 € 3.2.3. Encargos com Benefícios Sociais22 No que diz respeito aos encargos com benefícios sociais, em 2010 foram dispendidos 466.473,63€, que englobam encargos com o subsídio de alimentação e alojamento tanto em território nacional como em situação de missão internacional na União Europeia. Quadro 25 - Benefícios de apoio social Benefícios de apoio social Grupos desportivos/casa do pessoal Refeitórios Subsídio de frequência de creche e de educação pré-escolar Colónias de férias Subsídio de estudos Apoio socio-económico Outros benefícios sociais Total 21 Ver anexos – quadro 18.2 22 Ver anexos – quadro 18.3 Valor (Euros) 466.473,63 € 466.473,63 € 39 | P á g i n a BALANÇO SOCIAL – 2010 4. Higiene e Segurança23 Durante o ano em análise, ocorreram no local de trabalho 1.749 acidentes (1.405 masculino e 344 feminino). No entanto, somente 314 deram lugar a baixa (301 masculino e 13 feminino), cujo intervalo de convalescença foi maioritariamente compreendido entre os 4 e os 30 dias. Em virtude dos acidentes ocorridos, durante o ano de 2010 foram perdidos, 11.578 dias de trabalho (10.473 masculino e 1105 feminino). No ano em análise, houve ainda registo de 2 acidentes mortais de elementos masculinos. Comparativamente, e ainda no que concerne aos acidentes no local de trabalho ocorridos em anos anteriores, em 2009 foram perdidos 16.754 dias de trabalho e em 2008 verificaram-se 13.720 dias perdidos, o que revela um decréscimo de dias de ausência no ano em análise. Em relação aos acidentes in itinere, verificaram-se 538 ocorrências (471 masculino e 67 feminino) sendo que 457 não deram lugar a baixa. Dos 81 acidentes (77 masculino e 4 feminino) que deram origem a dias de baixa, a maioria determinou mais de trinta dias de recobro. O número de dias de trabalho perdidos por acidentes ocorridos in itinere no decorrer de 2010 foi de 3.332, o que revela um acréscimo significativo em relação aos anos anteriores, visto que em 2009 e 2008 foram registados respectivamente 1.927 e 1.628 dias de ausência pelos motivos referidos. No que diz respeito à taxa de incidência de acidentes distribuída por género, verifica-se um maior número de ocorrências entre os elementos femininos, quer nas situações no local de trabalho, quer no percurso de ida e volta do trabalho, conforme se pode verificar no quadro 26 e 26.1. 23 Ver anexos – quadro 19 40 | P á g i n a BALANÇO SOCIAL – 2010 4.1. Acidentes de Trabalho e Dias de Trabalho Perdidos por Género Quadro 26 - Acidentes de trabalho e dias perdidos por género Número de acidentes de trabalho e de dias de trabalho perdidos com baixa, por género Acidentes de trabalho Nº total de acidentes Nº de acidentes com baixa Nº de dias de trabalho perdidos por acidentes ocorridos no ano Nº de dias de trabalho perdidos por acidentes ocorridos em anos anteriores M F M F M F M F No local de trabalho Inferior a 1 dia 4 a 30 Superior 1 a 3 dias de Total (sem dar lugar a dias de a 30 dias Mortal baixa baixa) baixa de baixa 1405 1102 34 192 75 2 344 331 8 5 301 34 192 75 13 8 5 10.473 37 2.289 8.147 1.105 89 1.016 28.864 70 4.458 24.336 1.610 5 154 1.451 In itinere Inferior a 1 4 a 30 Superior 1 a 3 dias Total dia (sem lugar dias de a 30 dias Mortal de baixa a baixa) baixa de baixa 471 394 6 41 30 67 63 1 3 77 6 1 30 4 1 3 3.236 10 354 2.872 96 9 87 3.119 1 1.034 2.084 436 76 360 Quadro 26.1 – Acidentes de trabalho por género Acidentes de trabalho por género Género Masculino Feminino Total acidentes ocorridos no local 1405 344 de trabalho Acidentes ocorridos no local de 6,7 15,7 trabalho por cada 100 elementos Total acidentes in itinere 471 67 Acidentes ocorridos in itinere por cada 100 elementos 2,25 3,06 4.2. Casos de Incapacidade Declarados em Relação aos Trabalhadores Vítimas de Acidentes de Trabalho Não foram verificadas ocorrências durante o ano de 2010. 4.3. Doenças Profissionais Participadas e Confirmadas Com Relação de Número de Dias de Trabalho Perdidos 24 Conforme se pode verificar no quadro 27, no ano de 2010 foram participadas duas situações de doenças profissionais. Quadro 27 - Número de situações participadas e confirmadas de doença profissional e de dias de trabalho perdidos Doenças profissionais Doenças profissionais Nº de dias de Nº de casos Código Designação ausência 51.03 Tuberculose 1 114 Osteoarticular 1 24 Ver anexos – quadro 21 41 | P á g i n a BALANÇO SOCIAL – 2010 4.4. Número e Encargos das Actividades de Medicina no Trabalho por Tipo Não há registo de actividades de medicina no trabalho. 4.5. Intervenções das Comissões de Segurança e Saúde no Trabalho por Tipo. Este item não se aplica à PSP. 4.6. Trabalhadores Sujeitos a Acções de Reintegração Profissional25 Em 2010, e conforme o quadro 28, existiram 106 trabalhadores que viram as suas funções alteradas em função de acidentes de trabalho ou doenças profissionais, sendo que a 8 elementos foi-lhes alterado o regime de duração de trabalho pelos mesmos motivos. Quadro 28 - Número de trabalhadores sujeitos a acções de reintegração profissional em resultado de acidentes de trabalho ou doença profissional. Trabalhadores sujeitos a acções de reintegração profissional em resultado de acidentes de trabalho ou doença profissional Segurança e saúde no trabalho Número Acções de reintegração profissional Alteração das funções exercidas 106 Formação profissional Adaptação do posto de trabalho Alteração do regime de duração do trabalho 8 Mobilidade interna 4.7. Acções de Formação e Sensibilização em Matéria de Segurança e Saúde no Trabalho No ano em apreço, não foi feita qualquer formação em matéria de segurança e saúde no trabalho. 4.8. Custos com Prevenção de Acidentes e Doenças Profissionais Não foi dispendido qualquer valor com a prevenção de acidentes e doenças profissionais. 25 Ver anexos - quadro 24 42 | P á g i n a BALANÇO SOCIAL – 2010 5. Formação profissional 5.1. Acções de Formação Profissional Segundo a Duração26 Em 2010, a maior parte das formações profissionais foi organizada pela PSP e a sua duração foi maioritariamente compreendida entre as 30 e as 59 horas. Nesta amplitude horária foram dadas 70 acções internas e 3 externas, conforme ilustra o quadro 29. As acções de formação com menos de 30 horas aparecem em segundo lugar, com 64 ocorrências de cariz interno. Quadro 29 - Acções de formação Acções de formação profissional realizadas durante o ano, por tipo de acção, segundo a duração Tipo de Menos de De 30 a de 60 a 120 horas acção/duração 30 horas 59 horas 119 horas ou mais Internas 64 70 47 13 Externas 3 Total 64 73 47 13 Gráfico 15 - Participação em acções de formação internas por número de horas Nº de acções Participação em acções de formação internas 64 70 60 50 40 30 20 10 0 70 47 13 Menos de 30 horas De 30 a 59 horas de 60 a 119 horas 120 horas ou mais Nº de horas de formação No gráfico 15 estão representadas o número de acções internas, distribuídas pelo número de horas que lhes corresponderam. 26 Ver anexos – quadro 27 43 | P á g i n a BALANÇO SOCIAL – 2010 5.2. Acções de Formação Por Tipo de Acção27 No quadro 30 é visível que o número total de acções realizadas pelos trabalhadores foi de 2.047, sendo que 22.238 elementos participaram em pelo menos uma acção de formação. Quadro 30: Participação em acções de formação Contagem relativa a participações em acções de formação durante o ano, por grupo/cargo/carreira, segundo o tipo de acção Grupo/cargo/carreira/ Nº de participações e de participantes Acções internas Acções externas TOTAL Nº de Nº de Nº de Nº de participações participações participações participantes Dirigente superior 0 Dirigente intermédio 0 Técnico Superior 0 Assistente Técnico 0 Assistente Operacional 0 Informático 0 Doc. Ens. Universitário 0 Médico 0 Polícia de Segurança Pública 2.044 3 2.047 22.238 Outro Pessoal 0 Total 2.044 3 2.047 22.238 5.3. Horas Dispendidas em Formação Segundo o Tipo de Acção28 Na Polícia de Segurança Pública, a formação assume uma componente diária e existe por isso um forte investimento nesta vertente, patente no número de horas dispendido em acções internas em 2010. Esta afirmação é consolidada pelo facto de que, tomando como referência o ano de 2009, onde foram ministradas 256.913 horas de formação, no ano de 2010 houve um incremento superior a 122.000 horas em relação ao valor de 2009, constatando-se um total de 379.041 horas de formação a quadros da PSP. Pode-se aferir, assim, que cada elemento recebeu em média 16 horas de formação. 27 Ver anexos – quadro 28 28 Ver anexos – quadro 29 44 | P á g i n a BALANÇO SOCIAL – 2010 Quadro 31 - Horas dispendidas em formação Contagem das horas dispendidas em formação durante o ano, por grupo/cargo/carreira, segundo o tipo de acção Horas dispendidas Horas dispendidas Total de horas em formação Grupo/cargo/carreira/ em acções internas em acções externas Dirigente superior 0:00 Dirigente intermédio 0:00 Técnico Superior 0:00 Assistente Técnico 0:00 Assistente Operacional 0:00 Informático 0:00 Doc. Ens. Universitário 0:00 Médico 0:00 Polícia de Segurança Pública 378861 180 379041 Outro Pessoal 0:00 5.4. Despesas Anuais com Formação29 No quadro 32 apresentam-se os valores gastos em formação na Polícia de Segurança Pública durante o ano em referência. Verifica-se que foram gastos 1.693.887,75€ em acções internas e não houve qualquer dispêndio com acções externas. O valor apresentado representa o dispêndio anual por elemento de 73 €. O valor gasto em 2010 revela um grande investimento neste campo, visto que em 2009 foram despendidos em acções de formação profissional internas e externas 115.520.21€. Quadro 32 - Despesas com formação Despesas anuais com formação Tipo de acção/valor Despesa com acções internas 1.693.887,75 € Despesa com acções externas 0€ Total 29 Valor (Euros) 1.693.887,75 € Ver anexos – quadro 30 45 | P á g i n a BALANÇO SOCIAL – 2010 6. Relações Profissionais e Disciplina 6.1. Relações profissionais30 Existem na PSP, 14.715 elementos que descontam mensalmente de forma directa e automática do seu vencimento um determinado montante para efeitos de pagamento de quotas de sindicatos. Contudo, não se pode assumir como sindicalizados apenas os trabalhadores que têm descontos no vencimento, pois existem muitos elementos com débito directo bancário e outros com pagamentos directos em tesouraria. Quadro 33 – Relações Profissionais Relações Profissionais Trabalhadores sindicalizados Elementos pertencentes a comissões de trabalhadores Total de votantes para comissões de trabalhadores Número 14.715 6.2. Disciplina31 Em relação à disciplina, foram instaurados 1.754 processos disciplinares em 2010 e transitaram do ano 2009 para 2010 um somatório de 3.906 processos disciplinares, resultando num total de 5.660 pastas. Durante o ano em análise, foram decididos 1.850 processos, que resultaram em 1.478 arquivamentos, 235 multas, 87 repreensões escritas, 39 suspensões e 11 demissões. Para o ano de 2011, verifica-se que transitaram 3.810 processos, o que revela um decréscimo de 96, comparativamente ao número de processos transitados do ano de 2009 para 2010. É também possível verificar que, no decorrer do ano de 2010, o número de processos decididos (1.850) foi superior ao número de processos instaurados (1.754), conforme consta no quadro 34 e no gráfico 16. 30 Ver anexos – quadro 31 31 Ver anexos – quadro 32 46 | P á g i n a BALANÇO SOCIAL – 2010 Quadro 34 - Disciplina Disciplina Processos transitados do ano anterior Processos instaurados durante o ano Processos transitados para o ano seguinte Processos decididos - total: * Arquivados * Repreensão escrita * Multa * Suspensão * Demissão (Trabalhadores nomeados) * Despedimento por facto imputável ao trabalhador (CTFP) * Cessação da comissão de serviço Número 3.906 1.754 3.810 1.850 1.478 87 235 39 11 0 0 Gráfico 16 - Disciplina Disciplina Nº processos 3906 3810 4000 3000 1850 1754 2000 1000 0 Processos transitados do ano anterior Processos instaurados durante o ano Processos transitados para o ano seguinte Processos decididos total: Tipos de processos 47 | P á g i n a