Iluminação nos espaços públicos de Habitação de Interesse Social
(1) FONSECA, Roger Rogel Kaupe (2) DUARTE, Odilon Francisco Pavón (3) ROSA
D´AVILA, Márcio
(1) Graduando em Engenharia Mecânica e bolsista de iniciação científica, FENG, PUCRS,
Brasil. E-mail: [email protected]
(2) Professor da Faculdade de Engenharia, FENG, PUCRS, Brasil.
E-mail: [email protected]
(3) Professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, FAU, PUCRS, Brasil.
E-mail: [email protected]
Resumo: O aumento populacional traz à tona a necessidade de produção habitacional. Juntamente
com o suprimento dessa carência, o espaço público em empreendimentos habitacionais tem a finalidade
de propiciar áreas de lazer aos moradores desses novos locais. Em muitos casos, entretanto, esses
espaços deixam de ser utilizados à noite devido a sua baixa qualidade durante tal período, sobretudo,
na iluminação. Dessa forma, o artigo apresenta uma análise da iluminação nos espaços públicos de
Habitação de Interesse Social. O estudo de caso analisado é um empreendimento localizado na Região
Metropolitana de Porto Alegre, no qual foram realizadas visitas de campo e levantamentos técnicos e
fotográficos. Posteriormente, esses dados foram examinados segundo critérios estabelecidos a partir
do referencial teórico. Destaca-se que esse artigo está inserido no projeto de pesquisa, ainda em curso,
intitulado Análise de Projetos Urbanísticos e Arquitetônicos para Habitação de Interesse Social,
fomentados pelo Programa Minha Casa Minha Vida.
Palavras-chave: iluminação pública; espaços urbanos; Habitação de Interesse Social.
Abstract: The population growth brings up the necessity of housing production. Along with the supply
of this demand, the public spaces in housing ventures have the goal of providing leisure areas to the
residents of these newly built locations. However, in many cases, those spaces are not used at night due
to their lack of quality at this time on, especially, lighting. Therefore, the article presents an analysis of
the lighting in public spaces for social housing. The case analyzed is in enterprise located at the
metropolitan area of Porto Alegre, to which were made field trips and technical and photographic
surveys. Afterwards, this data was examined according to the established criteria based on the
theoretical reference. It is emphasized that this article is inserted in a research project, still unfinished,
named "Análise de Projetos Urbanísticos e Arquitetônicos para Habitação de Interesse Social"
(Urbanistic and Architectural Projects to Social Interest Housing Analysis), fostered by Programa
Minha Casa Minha Vida (My House My Life Program).
Keywords: public illumination; urban spaces; Social Interest Housing.
1|7
1. INTRODUÇÃO
O presente artigo é parte das atividades de investigação, em curso, do projeto de pesquisa Análise de
Projetos Urbanístico e Arquitetônico para Habitações de Interesse Social, que tem como objetivo central
o estudo de empreendimentos habitacionais produzidos pelo Programa Minha Casa Minha Vida
(PMCMV) na Região Metropolitana de Porto Alegre. O referido projeto é fomentado pelo Programa de
Apoio à Integração entre Áreas (PRAIAS) e é composto por uma equipe interdisciplinar de professores
e bolsistas de iniciação científica da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e da Faculdade de
Engenharia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS).
Nesse trabalho a abordagem é referente ao tema iluminação em espaços públicos, com enfoque voltado
para ambiências urbanas integradas em projetos na área de Habitação Interesse Social. Os resultados
parciais da pesquisa em curso sobre o tema deste artigo são apresentados a partir de atividades teóricas
e práticas que envolveram revisão e visitas de campo. Esses critérios são apresentados ao longo do
trabalho. Cabe ressaltar que o artigo não tratará a iluminação de vias, calçadas ou similares, de forma
que o assunto em questão esteja restrito aos locais com predominância de pedestres – praças,
playgrounds e etc.
Entende-se iluminação pública como sendo uma infraestrutura básica para manutenção da vida noturna
dos visitantes ou residentes de uma cidade. Conforme Costa ET al., (2013) “Na atual legislação (2012),
é de competência municipal tendo por responsabilidade básica: a gestão, o projeto, a implementação, a
expansão, a operação e a manutenção”. Entretanto, segundo o Arq. José Canosa - Presidente da Empresa
Municipal de Energia e Iluminação, RJ - em entrevista com a Revista Lume (2003, pág. 3), essa
responsabilidade tem sido “terceirizada”:
Embora a Constituição defina a iluminação das cidades como responsabilidade dos
municípios, as administrações municipais têm optado por contratar estes serviços
com as distribuidoras. Verifica-se, por parte da maioria das prefeituras, uma postura
de acomodação, muitas vezes por desconhecimento ou indiferença com relação ao
assunto, e a opção por delegá-lo às concessionárias.
Sendo assim, iluminação pública, em muitos casos é projetada, em grande parte, por Engenheiros
Eletricistas - o que acaba por se restringir, normalmente, a parâmetros iluminotécnicos e elétricos,
raramente considerando aspectos urbanísticos, ambientais e estéticos. Dessa forma, as potencialidades
da luz-como criadora de inusitadas cenografias urbanas, como ativa portadora de símbolos, como
importante agente sinalético e festivo e, principalmente, psicológico acabam sendo suprimidas,
agravando a forma como são utilizados os espaços públicos na cidade (Miguez, 2003, p. 5). Segundo o
mesmo autor (2003, p.3), é preciso incentivar a formação de especialistas em iluminação urbana e da
arquitetura - “Urbanistas pensam em cidades diurnas. Quando chega o momento de pensarmos em
iluminação, chamam-se os Engenheiros Eletricistas [...]”.
Entretanto, as cidades estão passando por grandes transformações. “Há cem anos, apenas 10% da
população mundial vivia em cidades. Atualmente, são mais de 50% e até 2050 serão mais 75%” (Leite,
2012, p. 20). O processo de urbanização acelerado tem demandado cada vez mais energia para os
centros urbanos, em todo mundo, a partir de uma matriz energética calcada, principalmente, em fontes
de energia não renováveis. Nesse contexto, identifica-se a necessidade da aplicação de ações concretas
que abarcam, por exemplo, os elementos norteadores da sustentabilidade, eficiência energética,
desempenho, entre outros, em projetos que envolvam uma preocupação com meio ambiente, de forma
que o desenvolvimento presente não comprometa as gerações futuras (Relatório de Brundtland, 1984).
A reflexão de estratégias mais sustentáveis no processo projetual envolve também o processo de
produção, que, conforme Leite (2012, p. 40) “[...] precisamos é de uma reinvenção no nosso sistema
produtivo contemporâneo, atendendo ao desafio do desenvolvimento com sustentabilidade, mudando o
processo de fabricação dos sistemas de desperdício industrial do século 19 e 20”.
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2. OBJETIVO
O presente artigo tem por objetivo a análise do sistema de iluminação nos espaços públicos da Habitação
de Interesse Social quanto ao desempenho energético, apresentando uma breve influência causada pela
iluminação tanto no paisagismo quanto na segurança percebida no ambiente.
3. JUSTIFICATIVA
No Estado do Rio Grande do Sul, há uma demanda significativa de unidades habitacionais, conforme
dados disponibilizados pelo CENSO (2010). O déficit habitacional, nesse período, encontrava-se em
torno de 277.166 unidades. O mesmo estudo identificou, na Região Metropolitana de Porto Alegre, um
déficit habitacional de 111.965 unidades, configurando um universo de 40.39% do déficit habitacional
estadual. A demanda por unidades habitacionais coloca em pauta a necessidade da construção de
habitação para estratos sociais de baixa renda que contemplem qualidade, essa, que muito além de
projetual, deve ser percebida nos espaços de uso comum nesses empreendimentos.
Os levantamentos e visitas de campo de empreendimentos fomentados pelo Programa Minha Casa
Minha Vida (MCMV), na Região Metropolitana de Porto Alegre, apontaram para uma carência do
tratamento dos seus espaços públicos. Neste sentido, e conforme Miguez (2003), a utilização de espaços
públicos em períodos noturnos impõe a necessidade de uma iluminação adequada de forma que não
apresente somente visibilidade, porém confira ao ambiente um caráter atrativo. Miguez (2003, pág. 3)
salienta ainda que os urbanistas se habilitem para pensar também uma cidade noturna; que eles próprios
definam as diferentes ambiências urbanas tanto para o dia quanto para a noite. Isso implica a integração
de outras áreas – como, por exemplo, design, psicologia, sociologia e etc - que agreguem ao projeto,
além de aspectos desempenho luminotécnicos, considerações sobre a interação do homem com o espaço
físico (Miguez, 2003).
De acordo com o autor Gordon Cullen (1997), há algumas exigências que o urbanista coloca ao
engenheiro eletrotécnico, dentre essas se destaca: unidade de escala a qual o sistema de iluminação
deve manter a proporção com o recinto. As luminárias que não atendem a esse princípio causam uma
disparidade em relação aos postes de iluminação e o ambiente. Também vale ressaltar que ao passo que
a distância da fonte aumenta em relação ao solo, a iluminância diminui inversamente proporcional ao
quadrado da distância, isto é, quanto maior a distancia entre a fonte de luz e a área a ser iluminada,
menor será a quantidade de lumens incidentes sobre local desejado.
Destaca-se também que a sensação de segurança em ambientes bem iluminados não se trata somente
de aspectos sensoriais. No livro A Iluminação de Espaços Urbanos (2006, p. 126), Manzano demonstra
a diminuição da razão entre delitos ocorridos à noite pelos acontecidos durante o dia em função da
iluminação. Esse estudo apontou que um ambiente externo com iluminância horizontal de 1,6 lux
apresenta grau de delito noturno/diurno de oito pontos; entretanto, locais públicos com níveis de
iluminação maior, como 10 lux, por exemplo, apresentam uma diminuição dessa razão para um ponto.
A partir desse estudo identifica-se que há uma considerável diminuição de delitos à medida que os
níveis de iluminação aumentam. Nesse contexto, ressalta-se também que o vandalismo caracteriza
índices consideráveis de prejuízos econômicos para o Estado. Em 2013, o gasto municipal com
manutenção de equipamento ultrapassou o valor de R$ 63,3 mil; no ano de 2014, o valor aumentou para
R$ 83,4 mil (Fonte: Prefeitura Municipal de Porto Alegre).
Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT, a iluminação em espaços públicos com
predominância de pedestres deve permitir, no mínimo, a orientação, o reconhecimento mútuo, a
segurança para o tráfego de pedestres e a identificação correta de obstáculos, bem como informações
sobre o movimento das pessoas a uma distância segura. A ABNT também prevê outros aspectos, como,
compatibilidade com a arborização, a iluminação adequada em locais com desníveis, e a iluminação de
parques pode apresentar critérios diferenciados em função da concepção arquitetônica. Segundo estudos
realizados, a distância mínima necessária para uma pessoa reconhecer qualquer sinal de hostilidade e
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tomar as ações evasivas apropriadas é de 4 m. A esta distância, o nível de iluminância médio mínimo
necessário para reconhecimento facial é de 3 lux, sendo que sobre a superfície da via não pode haver
valores mínimos de 1 lux.
4. PROCEDIMENTO METODOLÓGICO GERAL
O procedimento metodológico que orientou as atividades de pesquisa envolveu a) revisão bibliográfica
sobre o tema; b) definição de um empreendimento para estudo; c) visitas de campo; d) levantamentos
técnicos e fotográficos; e) definição de critérios para análise do ambiente visitado: f) proposição de
tecnologias para redução do consumo de eletricidade; e g) análise do custo benefício simples.
5. ESTUDO DE CASO
O estudo de caso eleito está localizado na Região Metropolitana de Porto Alegre e faz parte de um total
de setenta e um (71) empreendimentos fomentados pelo Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV),
mapeados nas investigações realizadas no Projeto de Pesquisa Análise de Projetos Urbanísticos e
Arquitetônicos de Habitações de Interesse Social.
O local analisado é o Residencial Nova Chocolatão que está localizado na Av. Protásio Alves, nº 9.099,
Porto Alegre-RS. A tipologia arquitetônica adotada é do tipo casa germinada, totalizando 181 unidades
habitacionais. O conjunto habitacional está dentro do tecido urbano consolidado da cidade, conforme
as figuras 1 e 2.
Figura 1 - Localização do empreendimento e
posicionamento dentro do tecido urbano.
Fonte:google.com.br/maps
Figura 2 - Ambiências locais do empreendimento.
Fonte: google.com.br/maps
6. ANÁLISES
A análise da iluminação nos espaços públicos da Habitação de Interesse Social apontou para um não
atendimento na unidade escala, segundo Cullen 1997, diminuição do desempenho iluminotécnico
devido às interferências por parte do paisagismo e vandalismo de equipamentos dos empreendimentos
neste trabalho.
Empreendimento visitado - Residencial Nova Chocolatão

Paisagístico: conforme a figura 3, é possível o desenvolvimento de uma análise baseada nos
itens abordados ao longo do artigo. Segundo discução realizada anteriormente, podemos
observar que a unidade de escala da luminária em relação ao espaço não está sendo atendida.
A luminária é muita alta em relação ao ambiente, o que também caracteriza uma diminuiçao da
quantidade de luz no espaço aberto.

Desempenho: quanto à arborização, conforme a figura 4, pode-se observar uma forte
interferência da arborização no projeto de iluminação, o que também contribui para a redução
do desempenho lumínico, dado que parte o fluxo luminoso é barrado pela vegetação. Em
4|7
relação as luminárias, podemos destacar algumas características positivas de acordo com seu
formato; sobre a mesma figura, a luminária direciona o fluxo luminoso para o solo, diminuindo,
assim, a emissão de de energia luminosa para atmosfera. Conforme figura 5, o processo de pósocupação demonstra a presença de vandalismo no espaço público, o que pode estar diretamente
relacionado com a qualidade da iluminação no ambiente durante o período noturno, conforme
Mazano (2006).
Figura 3-Unidade de escala
da luminaria.
•
Figura 4 – Interferência da arborização.
Figura 5 – Vandalismo.
Comparação do desempenho entre tecnologias: a iluminação do espaço público analisado é
composta por lâmpada com vapor de mercúrio (VMC). Como proposta de substituição de
tecnologia, se escolheu a lâmpada com vapor de sódio, dada a menor potência necessária para
produzir um valor mais aproximado de lúmens, conforme tabela 1.
Tabela 1-Comparativo de tecnologias utilizadas em iluminação pública.
Tecnologia
Vapor de
Mercúrio
Potência
Lâmpada +
Reator [W]
Fluxo
Luminoso
[lumens]
Vida Útil
[horas]
Custo[R$/unidade]
IRC
275
11.200
10.000
22,74
50
1721
15.300
24.000
33,19
20
(VMC)
Vapor de Sódio
(VSO)
Fonte: Catálogo Taschibra (2015).
Para fins de cálculo, utilizou-se a duração média anual do período noturno empregado para esse estudo,
sendo 11,3h por dia, na cidade de Porto Alegre2. O valor do quilowatt-hora na bandeira vermelha, para
o consumo do poder público, foi de R$ 0.511620, de acordo com a Companhia Estadual de energia
Elétrica (CEEE). Vale destacar que o sistema tecnológico proposto, apresenta que a depreciação do
1
2
Incluído a potência do ignitor.
O cálculo foi desenvolvido a partir do tempo de insolação diurna por mês fornecido pelo planetário da UFRGS.
5|7
fluxo luminoso da lâmpada de sódio é menor, de forma que ao final de 24.000 horas (fim da vida útil)
seu fluxo luminoso é cerca de 73% em relação a lâmpada de mercúrio (ASTIM). A eficiência média da
lâmpada de sódio é bem maior que a de mercúrio, cerca de 90 lm/W para VSO-150 enquanto a VMC250 é de, aproximadamente, 40 lm/W.
Analisando a comparação entre as tecnologias, cujas características técnicas contam na tabela 1, o
grande dilema recai no fato de que o custo inicial e de manutenção do conjunto sódio (lâmpada mais
equipamentos auxiliares) é maior que o conjunto de mercúrio o que poderia comprometer sua utilização,
todavia analisando o gráfico 1, o tempo de retorno simples é de aproximadamente 3 meses, enfatizando
que investir na tecnologia com maior custo inicial é mais vantajoso, visto, também, que no final de três
anos o conjunto de sódio terá gasto 36% a menos que o conjunto de mercúrio tanto na conta de energia,
quanto no custo de reposições.
Investimento (R$)
Gráfico 1: Tempo de retorno simples para substituição da lâmpada com mercúrio pela de vapor de sódio.
1200
1100
1000
900
800
700
600
500
400
300
200
100
0
0
1
2
3
Vapor de Sódio
4
5
6
7
Mêses
Vapor de Mercúrio
7. CONSIDERAÇÕES FINAIS
As análises realizadas do empreendimento demonstram diversas situações de desperdício como, por
exemplo, a obstrução do fluxo luminoso devido à vegetação muito próxima. Também se identificou o
mau dimensionamento luminotécnico, por tratar-se de um poste com altura demasiada alta, inadequada
e mal posicionada em relação ao ambiente. Devemos considerar também que a presença de depredação
pode ser consequência do mau desempenho lumínico do espaço público. Dessa forma, a iluminação dos
espaços públicos deverá envolver a participação de uma equipe interdisciplinar de profissionais das
áreas de Arquitetura e Urbanismo, Engenharias e Sociais, a fim de contribuir para o desenvolvimento
de um projeto mais adequado à área de intervenção de empreendimento. As análises da comparação do
desempenho do tipo de lâmpada utilizada com outra mais eficiente apontaram para um retorno
financeiro de curto prazo e uma maior vida útil da lâmpada. Nesse sentido, tendo em vista a necessidade
do aumento lumínico dos espaços público, a aplicação de sistemas de iluminação eficientes em conjunto
com proposição de espaços abertos mais adequados, são premissas básicas para uma melhor
qualificação e apropriação dos espaços públicos em projetos na área da Habitação de Interesse Social.
8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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6|7
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29.09.2015.
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9. AGRADECIMENTOS
Gostaria de dedicar meus agradecimentos primeiramente a Deus, o qual sem Ele, nada do que foi feito
se faria. Também à Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, que, através da bolsa BPA
do edital PRAIAS, desempenha um trabalho relevante na construção do conhecimento incentivando
trabalhos interdisciplinaridade através de integração entre Faculdades. Aos professores Odilon
Francisco Pavón Duarte e Márcio D’Avila, os quais sem seus respectivos auxílios não seria possível o
desenvolvimento deste. E, por fim, tão importante quanto outros já citados anteriormente, aos meus
colegas Gabriela de Moraes Sfreddo e Kauê Nabuco Santos os quais tem compartilhado conhecimentos
e experiências.
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