JB NEWS Informativo Nr. 750 Filiado à ABIM sob nr. 007/JV Editoria: IrJeronimo Borges – JP-2307-MT/SC Loja Templários da Nova Era nr. 91 (GLSC) Quintas-feiras às 20h00 - Templo: Obreiros da Paz - Canasvieiras Florianópolis (SC), 15 de setembro de 2012 Edição deste sábado 18 páginas em PDF Bloco 1: Almanaque Bloco 2: Opinião: “Vinicius de Moraes e seu único lapso poético ” – Mario Gentil Costa Bloco 3: Missão quase cumprida! – Ir. Valdemar Sansão Bloco 4: Por que os Aprendizes sentam na Coluna do Norte? – Ir. Fernando Colacioppo Bloco 5: Perguntas e Respostas do Ir. Pedro Juk (Ordem do Dia e Palavra à bem da Ordem. Bloco 6: Destaques JB Pesquisas e artigos desta edição: Arquivo próprio - Internet - Colaboradores – Blogs - http:pt.wikipedia.org - Imagens: próprias e www.google.com.br Os artigos constantes desta edição não refletem necessariamente a opinião deste informativo, sendo de plena responsabilidade de seus autores. \ Livros maçônicos: Nascidos em Berço Nobre Nascidos em Berço Nobre - Uma História Ilustrada dos Cavaleiros Templários Autor(es): Stephen Dafoe Descrição: A verdadeira história dos Cavaleiros Templários é tão fascinante quanto as teorias especulativas criadas para explicar o que eles fizeram durante seu reinado de 200 anos como os monges guerreiros mais famosos e infames da cristandade. Muitos livros foram escritos sobre os Templários nos últimos anos, mas a maioria perpetua mitos que foram criados tão logo a Ordem deixou de existir. Se havia algum tesouro ou segredo escondido, os Templários o encontraram, ou é nisto que os escritores especuladores querem que acreditemos? Em Nascidos em Berço Nobre, o jornalista Stephen Dafoe apresenta essa fascinante história em prosa ilustrada à medida que examina não apenas a história dos Templários, mas também a história do mundo em que eles atuaram: um universo no qual os interesses pessoais e políticos frequentemente ofuscavam a missão maior das Cruzadas, e em que o inimigo de ontem poderia se tornar o aliado de amanhã. O autor e jornalista Stephen Dafoe nasceu e cresceu em Belleville, Ontário, e atualmente reside em uma pequena comunidade rural ao norte de Edmonton, Alberta. Escreveu vários livros a respeito da Maçonaria e dos Cavaleiros Templários. Já concedeu entrevistas e ajudou em diversos documentários sobre assuntos relacionados. Nascidos em Berço Nobre é o oitavo livro de Dafoe. Ele explica que esta obra se dedica a apresentar os eventos que levaram à formação da Ordem do Templo. Ele acredita que não se pode verdadeiramente entender os Templários sem apreciar a complexa era das Cruzadas, pois foi nesse mundo de cristãos e muçulmanos de berço nobre que os Templários existiram. As intrigas políticas, o combate corpo a corpo e as alianças incomuns, que transformavam inimigos em aliados em um piscar de olhos, eram realidades às quais a Ordem tinha de se adaptar a fim de sobreviver. Dafoe ressalta que, apesar de Nascidos em Berço Nobre cobrir um período de cerca de 700 anos antes do momento presente, este não é apenas um livro de História, mas é também um espelho através do qual podemos ver quão pouco mudou nos sete séculos de história que se passaram desde o fim da existência da Ordem do Templo e dos Templários. O autor espera, sinceramente, que esta obra sirva para separar o que é fato do que é ficção, oferecendo, desse modo, um tributo à memória dessa Ordem secular. 320 páginas valor: R$ 74,90 (valor não inclui frete) Hoje, 15 de setembro de 2012, é o 259º. dia do calendário gregoriano. Faltam 107 para acabar o ano. Eventos Históricos Para aprofundar-se no conhecimento clique nas palavras sublinhadas. 1514- D. Manuel I concede foral ao Montijo. 1590 - O Cardeal Giambattista Castagna é eleito Papa, com o nome de Papa Urbano VII. 1644 - O Cardeal Giambattista Pamphili é eleito Papa, com o nome de Papa Inocêncio X. 1821 - A Guatemala, a Costa Rica, a Nicarágua, El Salvador e Honduras declaram a independência da Espanha. 1862 - Forças confederadas de Jackson uniram-se com as de Lee na Guerra Civil Americana. 1903 - Fundação do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense, clube de futebol brasileiro. 1928 - O cientista Alexander Fleming anuncia a descoberta da penicilina 1944 - Força Expedicionária Brasileira, sob o comando do Marechal Mascarenhas de Morais, parte para a guerra na Itália. 1965 - Lei 4.771 institui o Novo Código Florestal Brasileiro. 1971 - Greenpeace, uma ONG, é fundada. Nasce a TV Record Rio Preto, que em 2009 completa 38 anos. 1975 - O Pink Floyd lançam um de seus maiores sucessos: Wish you were here 1976 - URSS lança nave Soyuz 22. 1978 - Muhammad Ali conquista novo recorde de quarto título mundial de pesos-pesados. 1982 - Massacre de Sabra e Shatila no Líbano. 1984 - A legendária equipe de futebol estadunidense New York Cosmos realiza a sua última partida oficial. 2008 - O banco norte-americano Lehman Brothers declarou falência, o que foi considerado o ápice da crise financeira de 2008-2009. 2009 - FIA anuncia a volta da equipe Lotus a Fórmula 1. Feriados e Eventos cíclicos Início do Yom Kippur. Dia da Virgem do Caminho (que, dependendo dos locais, também é comemorado a 5 de outubro) Dia do Idoso Japonês. Mitologia chinesa: Aniversário da Lua, instituído pelo imperador Ming Wong. Portugal Legalização da Rede Ex Aequo. Feriado municipal em Setúbal. Brasil Feriado municipal em Açucena, Minas Gerais - Dia de Nossa Senhora da Piedade Feriado municipal em Barbacena, Minas Gerais - Dia da padroeira, Nossa Senhora da Piedade. Feriado municipal em Boa Esperança, Minas Gerais - Dia de Nossa Senhora das Dores Feriado municipal em Cruz das Almas, Bahia - Dia de Nossa Senhora do Bom Sucesso, padroeira da cidade. Feriado municipal em Guaxupé, Minas Gerais - Dia da padroeira, Nossa Senhora das Dores. Feriado municipal em Ibiraci, Minas Gerais - Dia de Nossa Senhora das Dores Feriado municipal em Itaguara, Minas Gerais - Dia da padroeira, Nossa Senhora das Dores. Feriado municipal em Januária, Minas Gerais - Dia da padroeira do município. Feriado municipal em Lima Duarte, Minas Gerais - Dia da padroeira Feriado municipal em Pará de Minas, Minas Gerais - Dia da padroeira, Nossa Senhora da Piedade. Feriado municipal em Dores do Indaiá, Minas Gerais - Dia da padroeira, Nossa Senhora das Dores. Feriado municipal em Várzea Paulista, São Paulo – Dia da padroeira, Nossa Senhora da Piedade. Feriado municipal em Lençóis Paulista, São Paulo – Dia da padroeira, Nossa Senhora da Piedade. Feriado municipal em Magé, Rio de Janeiro - Dia da padroeira, Nossa Senhora da Piedade. Feriado municipal em Porto Real, Rio de Janeiro - Dia da padroeira, Nossa Senhora das Dores. Feriado municipal em Rio Claro, Rio de Janeiro - Dia da padroeira Feriado municipal em Casimiro de Abreu (Rio de Janeiro), Rio de Janeiro Feriado municipal em Tubarão (Santa Catarina) - Dia da padroeira, Nossa Senhora da Piedade. Feriado municipal em Caruaru, Pernambuco - Dia da padroeira, Nossa Senhora das Dores. Feriado Municipal em Brotas, São Pulo - Dia da Padroeira, Nossa Senhora das Dores Aniversário do município de Barra do Garças, Mato Grosso Aniversário do município de Limeira, São Paulo Aniversário do município de Avaré, São Paulo Aniversário do município de Ponta Grossa, Paraná Aniversário da cidade de Jaguariaíva, Paraná Aniversário de Jardinópolis (São Paulo), Brasil (emancipação política). ia fatos maçônicos do dia (Fonte: “O Livro dos Dias” e arquivo pessoal) 1765: Nasce Manuel Maria Barbosa Du Bocage () muito perseguido pela Inquisição 1820: Vitoriosa a Revolução Constitucionalista em Portugal. Convocado um Parlamento (as Cortes) que busca reduzir o Brasil à condição de colônia novamente. A imprensa livre estimula os debates e faz crescer o apooio à Independência. 1821: Começa a circular, dirigido por Gonçalves Ledo e pelo Cônego Januário Barbosa, o jornal Revérbero Constitucional. 1832: O marquês de Lafayette é feito Maçom do Real Arco no Capítulo Jerusalémn nr. 8, de Nova York. 1832: Ata da Sessão registra que o Grande Oriente do Brasil adotou o Rito Francês ou Moderno. 1851: Fundação da Grande Loja de Oregon dos Maçons Livres, Antigos & Aceitos. 1901: Fundação da Loja Maçônica Cayrú nr. 0762, no bairro Meier, do GOB/RJ 1916: Fundação do Supremo Conselho do Panamá. 1994: Fundação da Loja Herbert Jurk, de Timbó, GOB/SC 2001: Os Grão-Mestres das Grandes Lojas do Nordeste expressam total apoio ao Soberano Grande Comendador de Estado, atingidos pela expulsão da GLMERJ Academia Maçônica de Letras do Brasil. Arcádia Belo Horizonte www.academiamaconicadeletrasdobrasil.blogspot.com Mario Gentil Costa. O autor é médico em Florianópolis. Contato: [email protected] http://magenco.blog.uol.com.br Amigos, desculpem-me a ousadia em apontar lapsos em nosso saudoso poetinha. - Mario MaGenCo “VINICIUS DE MORAES E SEU ÚNICO LAPSO POÉTICO” (...) “Assim como o oceano só é belo com luar, Assim como a canção só tem razão se se cantar, Assim como uma nuvem só acontece se chover, Assim como o poeta só e grande se sofrer...” Esta é a segunda estrofe da canção “Eu não existo sem você”, cuja íntegra, imagino, é do seu conhecimento, prezado leitor, pois constitui um dos hinos da música popular brasileira. Mas ela contém um erro. Você é capaz de descobrir? Não? Está na palavra “nuvem”; nuvem também “acontece sem chover”... Hoje, por exemplo, está um dia nublado desde cedo e, até agora, não caiu um pingo de chuva. O grande Vinicius, o imortal “poetinha”, terá, no caso, cometido um erro meteorológico. No mínimo. Num único e raro momento de brilho menor, faltou-lhe a invejável inspiração, fugiu-lhe a palavra ideal. O mais curioso é que ela estava a seu dispor... Freqüentemente usada em letras de música por este mundo afora, em todas as línguas, para definir um dos mais fascinantes fenômenos da natureza, esse sim, de fato “só acontece se chover”: - é o arco-íris; the rainbow, do inglês; l’arc-en-ciel, do francês; el arco-iris, do espanhol; l’arcobaleno, do italiano. Como vê o leitor, em qualquer dessas versões, trata-se de uma palavra belíssima, vívida, sonora, suave, diria até, colorida..., que, infelizmente, o poetinha não buscou – ou não achou – na hora precisa. Em vista disso, à guisa de contribuição, sugiro a todos os cantores de banheiro de que este país é tão rico – e por que não, também aos profissionais? – que experimentem usá-la, em vez de “nuvem”, quando cantarem essa que é, sem dúvida, uma das mais preciosas e eternas criações poético-musicais do cancioneiro brasileiro. Verão que, além de corrigir o erro, ela se encaixa à cunha no ritmo, na métrica e torna a frase mais lírica, até mesmo mais eufônica. Se não, vejamos: (...) “Assim como o oceano só é belo com luar, Assim como a canção só tem razão se se cantar, Assim como o arco-íris só acontece se chover, Assim como o poeta só é grande se sofrer...” Para atenuar a impressão de ter tido o atrevimento de apontar falhas alheias, sobretudo em quem(!), eu, que justamente as cometo tantas, prefiro me redimir e trocar a palavra “erro” por outra menos contundente: - “lapso”. Isso mesmo! Agora me sinto melhor. O que aconteceu com nosso inesquecível “poetinha” não foi um erro; foi um lamentável “lapso poético”. Que pena ele já ter partido! Caso contrário, mandar-lhe-ia a crítica em carta lacrada. Malgrado meu, por desconhecer meios confiáveis de me comunicar com o além, dirijo-me a você, caro leitor, eventualmente cantor – ou cantador, como eu próprio – para que considere a sugestão, partindo da liberdade com que cantores famosos o fazem; caso do inimitável Sinatra, useiro e vezeiro em alterar letras ou lhes acrescentar palavras. Garanto-lhe que o Vinicius, se pudesse nos ouvir, ficaria contente, ou, na pior das hipóteses, não ligaria a mínima, nem pra mim nem pra você. E, se estivesse aqui, só pra chatear, tomaria mais um trago e sairia com uma idéia ainda melhor. Ou, em último caso, nos brindaria com outra poesia imortal. - Não é verdade, poetinha? Na imaginação, ouço-o responder, sorrindo, com sua voz rouca e cansada de boêmio: - O MaGenCo tá certo, pessoal... MISSÃO QUASE CUMPRIDA! Ir.’. Valdemar Sansão – VM Ir.`. Raimundo Rodrigues (patrono) Ir.’. Valdemar Sansão (Ven.’. M.’.) Os maçons que são governados pela Razão, não cobiçam para si mesmos nada que não desejem também para seus Irmãos!” Há mais de um ano, este Irmão, de inteligência mediana, mas de coração aberto à Verdade, com a alma cheia de encantamento, foi contemplado pela bondade dos Irmãos, a dádiva divina da posse de Venerável Mestre Provisório da A.R.L.S .’. Prof. Raimundo Rodrigues, nº. 726 (GLESP). Normalmente, nos aproximamos do fim de nosso Veneralato com a impressão de que a bandeira de nossa fé, aos poucos vai se perdendo na escura província do tempo. Não nos reportamos à união dos pontos de vista, porque a igualdade do pensamento é francamente impraticável. Cada Irmão observa o painel do seu grau, conforme a visão que já conseguiu descerrar no campo de si mesmo, adaptado ao estágio evolutivo de cada um. Referimo-nos à união fraternal – união da “Cadeia de União” que auxilia e ampara - através da tolerância construtiva maçônica, por intermédio da desculpa automática a todas as pequeninas ofensas e a todas as insignificantes incompreensões do caminho. Só os que passam pela experiência de presidir uma Loja maçônica, podem imaginar o que é a convicção de quem deve servir infatigavelmente, quanto nos dói o tempo não aproveitado quando – o Maço e o Cinzel sublimes – nos escapam simbolicamente das mãos. Que nos estará reservado no primeiro mês ou em qualquer outro do ano? Que passaremos no transcurso de tantos dias? Em quais deles teremos alegrias, pesares, padecimentos físicos e morais, surpresas boas ou más, notícias alvissareiras ou chocantes? Quando e onde, seremos convocados a testemunhos de fidelidade à Soberana Vontade Divina? Segredo, mistério. As portas do amanhã estavam cerradas à ousadia de nossas incursões antecipadas no tempo e no espaço. “O futuro a Deus pertence” – ensina-nos a sabedoria popular. Realmente, não temos a mínima idéia do que nos acontecerá no decorrer do ciclo que se inicia no dia de nossa Posse, como dirigente de nossa Loja maçônica. Não sabemos se partirá, para o Or .’.E.’., um dos nossos Irmãos queridos ou se seremos nós próprios que partiremos. Ignoramos o que acontecerá porta adentro de nosso Templo. Se por alguns transitoriamente somos incompreendidos ou atacados por “tolerar os homens, sem transigir com os Princípios Maçônicos”, nem por isso devemos deixar de seguir compreendendo e perdoando, convertendo toda a tendência à lamentação em mais trabalho, e transfigurando muitas palavras de auto justificação, que desejaria dizer, em mais serviço. É melhor a alegria do que a tristeza, a admiração do que o desprezo, o exemplo do que a vergonha. Não se trata de dar lições de moral, mas de ajudar cada um a se tornar seu próprio mestre, como convém, e seu único juiz, para ser mais humano, mais forte, mais doce, tanto quanto pudermos mais vividos. Ouvimos a todos, trabalhando. Respondemos a tudo, servindo. Reconhecemos os problemas que defrontamos na Oficina, na nossa condição de Irmãos. Todavia, no que diz respeito ao conhecimento que podemos e devemos ter da natureza dos compromissos contraídos com a nossa própria consciência, ainda subsistentes, não há impedimentos de qualquer ordem nem prováveis constrangimentos inibitórios a que nos interessemos por preparar-nos convenientemente bem, para resolvê-los sempre da melhor maneira possível, oferecendo sempre o melhor que podemos. Mas só possuímos o que recebemos e transformamos o que nos tornamos, graças a outros ou contra eles. De resto, há mais coragem e mais méritos em confrontar-se com os mestres, no terreno deles, do que em fugir de qualquer comparação por não sei que vontade de ineditismo. Quantas vezes agimos não em função de determinado texto, de determinada lei, mas além de qualquer texto, além de qualquer lei, em todo caso humana, e unicamente de acordo com as exigências do amor, da moral ou da solidariedade? E o que é a solidariedade? De resto, se a solidariedade é comunidade de interesses (solidariedade subjetiva), do ponto de vista moral ela vale tanto quanto valem os interesses, que não valem nada. É solidário quem se aproxima e com amor, se oferece e se ajusta para servir com fidelidade e nobreza à tarefa que lhe compete, sempre desprovido de ódio, de insensibilidade, de egoísmo, de narcisismo ou de pretensão. Esses são valores que importam. Se nos lembramos de tudo quanto nos ocorreu, se testemunhamos fatos que deixaram passagem indelevelmente assinalada em nossa memória, se atingirmos o final do mandato com uma considerável bagagem de coisas colhidas e recolhidas desde a posse – estamos em condições de situar-nos em nós mesmos - para uma tomada de posição decisiva com relação aos acontecimentos como convém em seu aspecto moral ou ético dos dias vindouros, pois só podemos dar o que possuímos e somente com a condição de não sermos possuídos. É isto que nos compete fazer. Mas o fato de não ser tudo não significa que não sejamos nada. A moral só conta na medida em que queremos. E por isso que para alguns ela conta pouco, e um pouco. Analisar o que fomos e o que fizemos, como e por que agimos, ajuizando as deficiências próprias e as faltas apresentadas, com vista à retificação de atitudes e à adoção de novos e melhores critérios de ação, em busca de uma filosofia de vida que nos ensina a nos encontrarmos conosco mesmo e aprender a crescer espiritualmente, é o que importa considerar. Não podemos olvidar que, na balança divina, são iguais todos os homens; só as virtudes os distinguem aos olhos de Deus. São da mesma essência todos os Espíritos e formados de igual massa todos os corpos. E nada modificam os seus títulos e os seus nomes – pode encobrir tanto o melhor, como o pior. Eles permaneceram no túmulo e de modo nenhum contribuem para que gozem da ventura dos eleitos. Estes, na caridade e na humildade é que têm seus méritos. Dizem que “águas passadas não movem moinhos”, mas a verdade é que o saldo de experiências por elas deixadas deve servir para movimentar nossa vida no sentido construtivo, prevenindo erros, afastando perigos, isentando-nos da incidência ou reincidências em outras falhas, preservando-nos de quedas e falências. Nestas condições, ainda que continuemos a ignorar quanto nos sobrevirá no curso de um novo ano, não mais desconheceremos como agir e reagir diante de uma ou de outra situação, de tal ou qual circunstância. Em que sentido e setor nos mostramos hesitantes, imprecisos, falhos, deficientes, desajustados? Mais do que tudo temos a imperiosa necessidade de preparar-nos para viver com mais sabedoria e em melhores condições de atuação no futuro como Ex-Venerável, quando tudo dependerá de nossa capacidade de aprender pelo exemplo para bem ensinar viver coletivamente. Em Maçonaria, sejamos Mestres, Veneráveis ou Ex-Veneráveis, somos eternos Aprendizes. Assumimos a responsabilidade do esforço constante em fazer o melhor ao nosso alcance, entendendo que a oportunidade de conhecer as benesses maçônicas deve ser compartilhada com o próximo, igualmente merecedor das sublimes dádivas, das quais o Maçom é intermediário. Subordinado sempre com absoluta fidelidade à orientação doutrinária da Sublime Instituição, cujo pensamento nos cabe exprimir esforçando-nos por bem servir, por servir com lealdade e o melhor possível à causa maçônica, sem jamais dissociar dos Rituais à Maçonaria, antes timbrando invariavelmente em propagá-la, sem esquecer, todavia, de dispensar a atenção devida ao compromisso que após passarmos o malhete, assumindo o atributo de Ex-Venerável, não nos desviando do esplendor da Verdade das finalidades maçônicas. Caso contrário, não estaremos aproveitando coisa alguma da existência humana, e continuarmos da mesma maneira não dá certo, nem nos convém, sob pena de deitarmos fora e pormos por terra nossa oportunidade de despertar o entendimento para que a comunhão fraternal seja de fato merecedora de todos, à fiel atenção que será justo consagrar-lhe, para que as nossas horas, no dia de hoje, não estejam amanhã vazias com os tristes selos da inutilidade que denominamos “remorso” e “arrependimento”, por não termos sido perseverantes ou fiéis ao nosso mandato. Ficamos na esperança de que esta pequena contribuição receba as críticas que merece e os ajustes necessários para que não seja em vão a nossa vontade de servir. Em ultima análise, o prazer que tivemos na caminhada como o primeiro dirigente desta Loja, foi intenso e pareceu-me uma justificativa suficiente, que consistiu apenas numa firme vontade de agir bem e na harmonia e contentamento que ela produz. Não considero ter sido um trabalho, mas a graça que aqui não falta, pois, em Maçonaria não há angústia, nem ciúme. Amamos os Irmãos que temos como são. Hoje, fazemos parte de um grupo intimamente ligado, coeso, no qual adentramos de peito aberto e orgulho nos olhos sabendo que juntos somos muito mais fortes - TODOS SOMOS UM! AQUELE que tudo fez; que tudo sabe e que tudo vê; que me fez Maçom, porque não me fiz, nem sequer me tornei – simplesmente sou – porque ELE o quis! Meus caríssimos Irmãos, pela Ordem, não tenhamos medo do caminho, e sim, tenhamos medo de não caminhar! Elevemos nossas preces, guardando no coração, a gratidão deste Irmão menor! O presente bloco, a cargo do Ir. Pedro Juk, está sendo apresentado às quartas-feiras, sábados e domingos. Ordem do dia e palavra À bem da ordem O Respeitável Irmão Ivan Barbosa Teixeira, Loja Vale do Itapemirim, 1.959, GOB-ES, Oriente de Marataízes, Estado do Espírito Santo, apresenta a questão que segue : [email protected] Peço-lhe informação sobre um assunto um tanto controverso em minha Loja. Embora o próprio nome definir, pois no ritual é dito que a palavra será franqueada a qualquer um dos irmãos para que se pronunciem a bem da Ordem (maçonaria em geral) e do quadro em particular (loja), nosso Primeiro Vigilante afirma que a mesma só deva ser utilizada para se fazer algum comunicado relevante a Loja, e qualquer outro assunto deverá ser utilizado a Ordem do Dia, previamente informando ao Venerável. O meu questionamento seria: A palavra a bem da ordem e do quadro em particular deve ser usada apenas para comunicados a Loja, ou caberia nesse momento outros assuntos relevantes que não ocasionassem votação ou retóricas? Devemos só nos ater a comunicações? E a Ordem do dia não deveria ser utilizados para assuntos que merecessem ser discutidos e votados pelos irmãos? O que cabe a cada momento? CONSIDERAÇÕES O tema que envolve o período da Ordem do Dia na Maçonaria para os ritos que há possuem tem sido muito mal compreendido por uma boa parte dos Irmãos. Essa ocasião existe para assuntos que dependem de discussão e votação, daí o parecer do Orador ser necessário no tocante a legalidade do assunto. Assim entram também proposições e requerimentos que merecem conclusões. Dessa maneira é sempre de boa geometria que a pauta relativa ao período seja previamente organizada pelo Venerável Mestre, muito embora possa até aparecer na Sessão assunto que demanda um caráter de urgência oriundo da bolsa das Propostas e Informações. Eu tenho sempre dito que alguns assuntos que porventura mereçam severas discussões, o ideal é terem os seus tratos em uma Sessão Administrativa sem o giro da palavra, fato que indubitavelmente dá um caráter objetivo na conclusão do fato. Assim discutido e esmiuçado, dependendo do caso passado pelas comissões, formaliza-se a sua votação na próxima Sessão Ordinária. Gostar-me-ia aqui de reforçar a atenção do Guarda da Lei para a legalidade da matéria, fato que se bem observado não levará à Loja discussões inócuas que geralmente engrossam a perda de tempo. Citamos aqui alguns incompatíveis exemplos corriqueiros – apresentação de peças de arquitetura na Ordem do Dia, assuntos de ordem de uma Sessão de Finanças, discussão se o jantar será acompanhado de frango ou churrasco, comentários sobre notícias oriundas dos jornais falados e escritos, Irmão saudando e elogiando Irmão “in massageando egos”, comentários políticos e quando não, religiosos, etc., etc. Justamente por essa imensa perda de tempo, quando ela acontece é que estamos casados de ouvir o Venerável pedindo ao Orador que “pelo adiantado da hora, seja suspenso o período de Instrução”. Pior ainda é quando existe aquele “complemento bestial” – “a Ordem do Dia hoje já serviu de instrução”. De fato, porém se serviu para alguma coisa foi para instruir o que não se deve fazer em uma sessão maçônica. Já a Palavra a Bem da Ordem em Geral e do Quadro em particular, tem o objetivo de dar aos Irmãos a possibilidade de fazerem comunicações concernentes à Maçonaria em geral e da Loja em particular. Nesse período não se apresentam propostas ou coisas do gênero, sendo então comunicados de forma concisa e objetiva assuntos que verdadeiramente digam respeito. Por exemplo, é o momento em que o Chanceler comunica datas comemorativas relativas à Ordem e aos Obreiros do Quadro (aniversários natalícios, casamentos, lembranças, etc.). É possível também algum Irmão lembrar à Loja algum assunto esquecido, porém apenas lembrar para que o mesmo seja tratado em outra ocasião. O Tesoureiro também pode fazer alguma comunicação, porém apenas comunicação. É praxe os visitantes se manifestarem tecendo os seus agradecimentos ou fazendo algum convite. Enfim, todos têm o direito de usar a palavra, todavia sobre assuntos que digam respeito ao período, usando sempre a prática da objetividade desprovida dos rançosos lirismos. Exemplos de pronunciamentos que devem ser evitados - o uso da palavra para concordar com o que outro Irmão já falou, quando então não repeti-lo (os papagaios maçônicos), fazer comunicações a respeito de graus que não sejam os do simbolismo, fazer saudações aos visitantes (isso é tarefa do Orador), voltar assuntos já anteriormente discutidos na Sessão por ocasião da Ordem do Dia, e por aí vai. Se bem entendida a Arte, o desenvolvimento da Sessão é prático, objetivo e recheado de conteúdo. Se mal entendida, ela se torna maçante, sem resultado, complica o Secretário que tem que registrar a imensa quantidade de retóricas inúteis. Isso chega a complicar até a próxima Sessão, pois se o Secretário esquecer-se de relatar o “blá, blá, blá”, os produtores do “nhem, nhem, nhem”, voltam a pedir a palavra para acrescentar o irrelevante. T.F.A. PEDRO JUK [email protected] JUN/2012. Na dúvida pergunte ao JB News ( [email protected] ) que o Ir Pedro Juk responde ( [email protected] ) Agende-se: O Ir Pedro Juk estará em Florianópolis dia 22 de setembro, no encerramento do VII encontro de cultura maçônica da Loja Templários da Nova Era! Encerrado o I Ciclo de Palestras Maçônicas Encerrou-se na noite de ontem o I Ciclo de palestras Maçônicas, com o Ir. William Almeida de Carvalho, evento promovido pelas Lojas Lara Ribas (GOSC) ; Professor Clementino Brito (GOB/SC) e Templários da Nova Era (GLSC). Verdadeira maratona cultural que começou na segunda-feira dia10. O ilustre palestrante proferiu as seguintes palestras : Segunda-feira (10) na abertura do conclave, falou sobre os « Maçons Abreu e Lima, Hipólito da Costa e Caxias ». No dia 11em Blumenau, falou sobre « Geopolítica da Maçonaria ». Na quarta-feira (12) na Loja Lara Ribas, o Ir. William falou sobre « Templo Maçônico ». Dia 13 na Loja Templários da Nova Era discorreu sobre « Ascensão e Queda da Maçonaria no Brasil e, ontem, encerrando as atividades do I Ciclo de Palestras o Irmão William de Carvalho abordou com muita propriedade a « Crise Financeira Mundial ». Ainda na noite de ontem, o Ir. William visitou o monumento em homenagem à Maçonaria na Praça da Fraternidade, no Centro de Florianópolis. Os cumprimentos pelo sucesso às Lojas promotoras, ao Ir. Joel Guimarães de Oliveira, idealizador e organizador do conclave, e ao próprio palestrante pela exuberância e qualidade das palestras. A seguir confira os registros fotográficos de ontem, clicando no link : https://picasaweb.google.com/103634428674850958508/ICicloDePales trasEncerramento140912?authkey=Gv1sRgCKOenN-Xj_HFTA# Loja União e Solidariedade Professor Otávio Rosa Estaremos na manhã de hoje ministrando palestra no Templo da Loja União e Solidariedade Professor Otávio Rosa, de São Pedro de Alcantára. Dos três temas sugeridos o escolhido foi « Raízes e Origens do Alfabeto Maçônico ». A nossa palestra começará às 10h00 em São Pedro de Alcântara. Posse na Academia Catarinense Maçônnica de Letras ACADEMIA CATARINENSE MAÇÔNICA DE LETRAS FUNDADA EM 21/04/1989 Rua dos Ilhéus, 38 – Edifício APLUB – 1º andar Caixa Postal 30 – Fone: (48) 3952-3300 88010-320 – Florianópolis – Santa Catarina SEGUNDA CONVOCAÇÃO O Presidente da ACADEMIA CATARINENSE MAÇÔNICA DE LETRAS, Acadêmico Alaor Francisco Tissot, no uso de suas atribuições estatutárias, CONVOCA os Acadêmicos para participar da SESSÃO SOLENE DE POSSE (§ 5º do art. 7º do Estatuto) de dois novos Acadêmicos, a realizar-se no Templo da FAR (Fraternidade da Arte Real) sito a rua Presidente Gama Rosa, 36 (Trindade) n/capital, no dia 17/09/2012 (segunda-feira) às 20 horas. Na ordem do dia assumirão em Sessão conjunta com a Academia as Lojas Maçônicas do GOB/SC, Professor Mâncio da Costa n° 1977 e Estácio de Sá n° 3769, respectivamente seus Obreiros RUBEN LUZ DA COSTA na cadeira n° 3 cujo Patrono é Elpídio Barbosa e LUIZ ABNER DE HOLANDA BEZERRA na cadeira n° 24 cujo Patrono é Curt Max Lebrech. Antecipadamente agradecemos sua indispensável e honrosa presença. Florianópolis, 27 de agosto de 2012. Acadêmico José Carlos Pacheco Secretário Juntos, Rádio Sintonia 33 e JB News. Música, Cultura e Informação o ano inteiro. Rede Catarinense de Comunicação da Maçonaria Universal Agora você pode ouvir a sua Rádio 33 no seu celular. www.radiosintonia33.com.br Espetacular, assista até o fim e desacredite se puder. Click...click...(no nome dele...) SteveFrayne Sábado é dia dos versos do Ir. Adilson Zotovici, de São Bernardo do Campo - SP. CORAÇÃO COBERTO Meu coração está coberto ! De razões que trazem a felicidade De sentir labutar no lugar certo Qual vivo, em perfeita igualdade Estar, do vil, do herege, a coberto ! Desde aquele lugar, então incerto, Em que buscava a verdade Que guiado pelo bom irmão experto Com austeridade e bondade Fez meu olho, à Luz, aberto ! Feliz, por isso, eu disserto ! Por encontrar essa comunidade Que mesmo em tempo encoberto Descobre-se sempre, a fraternidade, E para a qual, eu nada acoberto ! Pois um iniciado, decerto, Tem do PAI, benção e vontade ! Para florir todo um deserto Com amor, com liberdade, Como um pássaro, liberto ! Adilson Zotovici ARLS Chequer Nassif-169 S.B. do Campo - SP