Worldatos No pue Wo Worldatos rld ato s s o t a d l r o W de se r co m e rc i a li zad o fu e ra de e st es e rv id o rw ww .w o r ld a to s .c o m CRIAÇAO DE FRANGOS w r w o d rv i e s te s ee d ra ue f do a z i ia l c r e om c r s e PROJETO COMPLETO e d ue p No w rl .w o da .c to s om Worldatos www.worldatos.com No pue Wo rl de se r co m e rc Worldatos za i a li do fu e ra d ee s te ser v id or w ww .w o r ld a to s .c o m da tos s o t a d l r o W Internauta Amigo, Este é um projeto para criação de porcos ao nivel industrial. Parabenizá-mos sua aquisição e sucesso nos emprendimentos. m Se você precisar de mais informações ou tiver dificuldades para baixar seu sprojeto . c o no seu HD, por favor entre em contato conosco no E-mail: [email protected] a t o Abraços pu o N e w r w o d e bem-vindos ao mundo de Worldatos rv i e s te s ee d ra ue f do a z i ia l c r e om c r se e d o w .w rl Worldatos Worldatos AVICULTURA No pue O QUE VOCE DEVE SABER Wo rl de se r co m e rc i a li zad o fu e ra de e st es e rv id o rw ww .w o r ld a to s .c o m da tos s o t a d l r o W w r w o d rv i e s te s ee d ra ue f do a z i ia l c r e om c r se e d ue p No w rl .w o da .c to s om -2- Worldatos AVICULTURA GENERALIDADES. A galinha tem sua origem asiática e deriva de muitas espécies selvagens: Gallus Lafaytti ou de Stanley, galo de Ceilão; Gallus forcatus ou galo de Java; Gallus Sonerati, indio e o Gallus ferrugíneus ou galo Bankiva, galo do bosque da India, Birmânia, Indochina, etc. Desses se origina o Gallus gallus que são as atuais raças. N oNa antiguedade o homem induziu estas aves a viver e produzir perto deles, e assim pue foram domésticadas há muito tempo. Estas aves de curral, provavelmente é contemporânea de das ovelhas de e sAbel e r o trabalho da terra por Caím. Foi no antigo Egito que se fizeram conhecidas e importantesc ono dos faraós, já praticava-se a incubação artificial em fornos m tempo e r rústicos, e ainda existem alguns. c ia li z a e seus ovos no uso da alimentação, vem de tempos primiA prática das aves no curral do f umesmas tivos na história. E a domesticação das desde o ano 2.000 A.C. quando na China já e ra se fazia a briga de galos. Nas civilizações e culturas os métodos foram se alterando como a de e srecentes matança e o consumo. Nas épocas relativamente esta prática tiveram a sua importe s e rv tância comercial pelos consumidores. id A seleção e a melhoria processos sofridos, que passouoesta r w espécie por muito tempo, é o mais sofisticado em relação a outros animais domésticos. w w . w o r ld gallus domésDeixando a evolução um pouco de lado, do Gallus selvagens até Gallus a tico, podemos dizer que este último, na medida que foi se estabelecendo emt oalguns s . c contim nentes, ganhou características que o diferencia, tanto pelo meio-ambiente ou pelaosimples seleção, que o ser humano o sujeitou. Assim aparecendo as variadas raças que são aborigenes. E foi desse modo que foi melhorando a produtividade dos animais e dando-se assim o processo genético. Wo rl da tos s o t a d l r o W Para se ter uma base da importância desta indústria exístem vários critérios, e são os sgtes. Como fonte de entrada. rl .w o da .c to s om ww w or No estabelecimento comercial. d i rv Em 1.996 os produtores do Brasil obtiveram 4.060.000 s e toneladas de frangos para cone t sumo, já os E.E.U.U. produziu 11.833.000 toneladas, e s isso corresponde um movimento finane ceiro de mais de 8.500 milhões de dólares, tornando uma efetiva entrada para o ano. Na d ra e verdade houve algumas fluências na porcentagem total de entrada nas granjas de aves de fu o curral no 4º último século, já que nos Estados Unidos em1.969 houve uma entrada efetiva de d z a entradas foram percebidas por pequenos números de i l 4.400 milhões de dólares, mas iestas a rc produtores, pois eles tinhame progredido súbitamente. E além disso, a produção foi gradualm o mente se concentrando c em zonas geográficas, e r maiores vantagens na produção de matérias primas, como a elaboras onde os granjeiros têm e ção de alimento e dbalanceado. u A Nseguir o p teremos, uma lista dos 10 países onde o crescimento permanente de produção de frangos, são considerados os maiores produtores. -3- Worldatos OS 10 PAÍSES MAIS IMPORTANTES QUE PRODUZEM FRANGOS. ( 000.000) PAISES 1.993 AÑOS 1.994 1.995 1.996 ESTADOS UNIDOS CHINA 9,986 2,800 10,735 3,300 11,261 3,700 11,833 4,400 BRASIL MÉXICO 3,143 1,364 3,411 1,383 4,050 1,435 4,060 1,451 op FRANÇA ue JAPÃO d e 1,046 1,252 1,070 1,145 1,095 1,171 1,151 1,133 971 764 970 804 982 830 1,016 840 700 685 780 686 840 714 N Wo rl se r INGLATERRA ESPANHA co m e rc TAILÂNDIA CANADÁ i a li zad 650 o 602 fu e ra d ee s te ser v id or w Como alimento. ww .w o r ld a La carne y los huevos de las aves de corral se emplean principalmente como t o s .c alimento humano. o El consumo de pollos per cápita está en permanente crecimiento, debidoma que da tos s o t a d l r o W es un producto relativamente económico, fácil de preparar y servir y que contiene diversas propiedades nutritivas ideales. PAISES EN DONDE EL CONSUMO DE POLLOS POR HABITANTE ES MAS ELEVADO. ( Kg. Año per capita) PAISES AÑOS HONG-KONG ESTADOS UNIDOS ISRAEL ESPAÑA e BRASIL u e d p PORTUGAL No s c er 1.994 35.8 35.2 38.6 32.4 31.1 ARABIA SAUDITA SINGAPORE CANADA AUSTRALIA 1.993 d ww se o r37.2 d i rv 35.9 30.5 30.3 31.2 30.4 30.6 r m e 23.3 25.0 24.6 24.8 24.3 20.9 21.9 18.5 22.0 22.6 20.9 18.4 29.0 a iz ia l c23.1 o e ra 36.0 e st 29.9 ee 1.995w 17.4 20.3 fu do rl .w o da .c to s om 1.996 40.9 36.7 31.7 30.9 30.3 24.9 24.3 22.6 21.6 19.8 Según los datos agroalimenticios preliminares divulgados por el Ministerio de agricultura del Canadá, la consumición de pollos alcanzó en 1.997 el record de 25.6 Kg. por año y per cápita o sea un 0,7 Kg de más que en 1.996. Se puede notar que si los precios han aumentado, la demanda quedó fuerte todo el año. Estos datos son prácticamente repercutibles sobre todos los países de Latinoamérica. -4- Worldatos A maioria da carne de aves provêm principalmente de frangos, galinhas e perús, mas também sáo requisitados os de pato, gansos, galinhas de Guiné e outras. A carne de perú e galinha têm mais nutrientes que carnes de vaca e vermelhas, como também os aminoácidos estão presentes, e as pessoas comem mais pelos nutrientes que a carne oferece. Existem semelhanças no conteúdo em aminoácidos da carne de ave, leite e ovos serve para destacar este ponto. COMPARAÇÕES DOS PRINCÍPIOS NUTRITIVOS DO PERÚ, FRANGO E CARNE DE GADO. No GADO ( Vaca ) - COZIDO pue Wo rl de se r co m TIPO DE CARNE e r c PROTEINA i a li zad o fu e ra Perú assado adulto e desossado (peituga) 34.2 GRASA HUMEDAD da d7.5 e e st CALORIAS DE ENERGIA ALIMENTARIA 58 1,850 es e rv id o rw ww 66 . w o 1,250 r ld a to s .c o 59 3,428 m tos s o t a d l r o W Frango de 16 semanas assado e desossado (peituga) Carne de gado (vaca) assada e sem osso (lombo assado) 31.5 21.0 1.3 32.0 rl .w o da .c to s om COMPARAÇÃO DA COMPOSIÇÃO EM AMINOÁCIDOSw DE VÁRIOS w ALIMENTOS DE ORIGEM ANIMAL r w AMINOÁCIDOS Arginina Cistina Histidina Isoleucina Leucina Lisina de Metionina u e p Fenilalanina No Teonina Triptófano Tirosina Valina se s te s e PERÚ FRANGO DEe VACA d r a 6.4 6.5 6.7 f u e 1.0 1.8 1.3 do a z i l 3.0 2.0 3.3 ia c r e 5.0 4.1 5.2 om c 7.6 6.6 7.8 r 9.0 2.6 3.7 4.0 0.9 1.5 5.1 7.5 1.8 4.0 4.0 0.8 2.5 6.7 8.6 2.7 3.9 4.5 1.0 3.0 5.1 i e rv do DE PORCO LEITE 6.7 0.9 2.6 3.8 6.8 8.0 1.7 3.6 3.6 0.7 2.5 5.5 4.3 1.0 2.6 8.5 11.3 7.5 3.4 5.7 4.5 1.6 5.3 8.4 OVO 6.4 2.4 2.1 8.0 9.2 7.2 4.1 6.3 4.9 1.5 4.5 7.3 -5- Worldatos No uso da industria. Partindo do mesmo acôrdo, a Ciência e a Tecnología trabalham para aumentar o uso das aves e ovos e suas aplicações de sub-produtos. São eles: O uso de ovos férteis na preparação de vacinas; Manuseio dos ovos para elaborar alimento para os animais e também como fertilizantes; Utilização das claras na preparação de produtos farmacêuticos, pinturas, verniz; tinta de imprenta, adesivos, materiais fotográficos e encardenação; depuração de vinhos; curtido de coros e tinturas para fibras téxteis; elaboração de bolos, sabão, champús; Uso das cascas na elaboração de misturas minerais ricas em cálcio y fertilizantes; a pluma para almofadas, colchões, espanadores; dos despojos das aves mortas alimentos para os animais,e das glândulas endócrinas na preparação de produtos biológicos. N op ued es er c om e rc Nos estudos e investigações. i a li zad o f u são mais sensíveis à falta de algumas substâncias Estudos revelam que os pintinhos e ra na dieta que o ratinho de laboratório. No começo, d e esta diferença era desvantagem e era muito difícil manté-los vivos com dietas dos ratinhos. e s te Já no final, a sensibilidade extrema dos pintinhos deusinício e r v a novos estudos, em relação a i d o e de fácil obtenção que os vitaminas, minerais e aminoácidos. Os pintinhos são mais baratos rw wtempo, ratinhos, e podem ser incubados quantidades maiores ao mesmo e os estudos pow dem ser mais precisos. Cientístas acreditam que pintinhos são mais. wúteis o r ld para investigações, e que nosso organísmo se asemelha mais a estas aves que os ratos.a t o s .c om Wo rl da tos s o t a d l r o W Todas as raças e variedades de frangos que há, não têm a mesma origem. Os costumes da classe asiática, nos dá indício que os antecessores dormíam no chão e aninhavam-se com terra. A origem das raças do tipo da Leghorn, indicam que dormiam nas árvores. Os estudos da origem destas aves, lembram de um modo geral que a ave avermelhada da selva, Gallus bankiva ou Gallus gallus foi um dos antecessores da galinha doméstica, mas estudos mais recentes revelam que o desenvolvimento dela pode ter contribuído, pelo menos 4 espécies de maves .c o selvagens. s o d o rl at Ao se falar de Avicultura, estamos falando de “tipos”, de “classes”, de “raças” e de w .w w “variedades”. E as classificamos assim: r wda raça. Falando comerTIPOS: É o que faz relação com a definição geral, e prescinde o d i cialmente, existem 2 tipos de galinhas: tipo das raças poedeiras e r v que só produzem ovos para s o consumo, e o tipo para a carne, para assar ou grelha. s te e CLASSES: É usado para designar grupos d ede raças que foram desenvolvidas em algua r mas regiões, por isso as denominações: americanas, asiáticas, inglesa, etc. e u f RAÇAS: Refere-se a um grupo específico de galinhas, relacionadas pela criação, que do tenham uma forma diferente e aol imesmo tempo uma média de peso za a VARIEDADES: Uma variedade é uma subdivisão de uma raça que se diferencia pela rc i e m cor da plumagem, a corcdas o patas, a pele e o tipo da crista. Uma raça pode conter quantidade r de variedades caracterizadas pelas cores da plumagem, seus detalhes e distribuíção como e e s etc.; ou pelas diferentes cristas, simples, rosa, etc. Brahman clara, escura, d e pu o N -6- Worldatos AS RAÇAS. Raças poedeiras (produtoras de ovos). Leghorn. Origem italiano, possui crista simples e rosa. bico amarelado, barbinhas ralas e vermelhas, orelhas brancas e ovais, pele e tarsos, patas amarelas. As variedades são brancas, pretas ou “ruívos”, azul e vermelha. Não é choca e dá excelentes lucros na exploração industrial. É muito boa produtora de ovos brancos, pequenos. E sua carne é de meia qualidade. N oRaças de aptidão dupla. (Aptas para produção de ovos e carne) pue Sussex. Tem sua origem de raças aborigens inglesas. É de tamanho consid e simples, barbinhas avermelhadas, pele e tarsos brancos. Sua cor derável, crista se varía, pode ser rbranca, c o m avermelhada, com pequenas manchas, etc. Também e produtora de ovos e eacima r c i a de tudo de carne, pelo seu tamanho o galo chega li zrápido, apesar de 4 a 5 kg., cresce a d o produzindo fina carne. Breese. Originária da França. f u eTem crista simples bem crescida e pontiagur a cinzentos. da, a parte do ouvido é saliente, tarsos Sua cor é mais cinzenta, branca de ou preta. Lembra a Menorca e a Castelhana,eés tboa produtora de ovos, mas destácaes se pela produção de carne. e rv id o rw ww Raça de carne. . o Dorking. Origem inglês. Possui crista simples, pequenasworelhas, r ld a barbinhas avermelhadas. É utilizada para cruzar com outras raças a fim de melhorar t o s a espé.c o cie. m Wo rl da tos s o t a d l r o W Raças asiáticas. Cochinchina. Físico rechonchudo, largo e baixo, pele e bico amarelos, ouvidos salientes, barbinhas e cristas avermelhadas e simples, tarsos amarelos com penas, sua plumagem é abundante e branca, rápido crescimento, chocam, mas tardía como produtoras de ovos, são utilizadas para novas raças. Brahama-Putra. Deriva da raça Conchinchina, possui pele, bico e tarsos mboa amarelos com penas, crista frisada, dupla e baixa, reduzida plumagem, .c o s incubadoura, é útil na melhoría das raças. to d ae as patas, Langsham. Raça que possui pele preta, assim também o bico l r o crista amarela, barbinhas avermelhadas, plumagem negra com. wtons verdes. Boa w wpelo seu tamanho e produtora de ovos e de ótima carne. Útil para cruzamento r w o capacidade de engorda. id rv se e t das asiáticas. Raças de aptidão dupla alcançada a partir e s simples, barbinhas e pequenas Plymouth Rock. Raça americana de crista e d ra orelhas avermelhadas, pele e tarsos amarelados sem nada, plumagem reduzida, e fu de cores variadas brancas, pretas, amarelas, etc. , boa produtora de ovos vermeo d a z lhos e e sua carne tem qualidade. i l i aamericana. c Rhode Island. Origem Tem pele, bico e patas amarelas, pequer e mavermelhada, nas orelhas, barbinha crista simples, tarsos lisos e sem nenhum o rc detalhe, reduzidas eplumagem, cor vermelho escuro. Raça muito rústica, produtora e de ovos vermelhos. ed u Wyandotte. Origem americana mas com vários cruzamentos, possui crista op N frisada e curta, pequenas orelhas, barbinha avermelhadas, pele e tarsos amarelos sem nada. Exístem muitas variedades e inúmeras cores, poco rústica. Orpington. Origem inglês. Possui cabeça e pontos em comum com a raça Rhode Island, pele e tarso brancos, crista simples e frisada, abundante plumagem; Há variedades de cores amareladas, azuis, pretas, etc. seu tamanho é maior que todas as outras raças, e não é rústica como a raça Rhode Island. New Hampshire. Origem americana e descende da raça Rhode Island, e são parecidas. Possui crista amarela, pequenas orelhas vermelhas, tarsos amarelos sem penas. De cor castanho avermelhado, manchado de preto. Tem ótimo desenvolvimento e rusticidade. -7- Worldatos New Hampshire. Es de origen nortamericano y descendiente de la raza Rhode Island, a la que se parece. Tiene cresta amarilla, orejillas rojas, tarsos amarillos sin plumas. Su color es cataño rojizo, salpicado de negro. Es una raza de gran precocidad y rusticidad. Exíste uma estatística na edição do “ The American Standard of Perfection “, que é publicada pela “ American Poultry Association “, nela se constata um total de 342 raças e variedades de aves domésticas terrestres e aquáticas. Foi em 1.873 que representantes de várias regiões dos estados Unidos e Canadá, que esta associação organizou-se primeiramente, para colocar no papel as raças e varieN o de aves domésticas que eram representadas nas exposições. dades p u e exíste associações de registro na Indústria avícola, como há com a Não de se r criação de quadrúpedes de granja. Portanto estas duas associações americanas c o m são importantes como fornecedoras de registros ao recomencionadas acima, e rc nhecer como de “raça pura” i a li só aqueles exemplares com características descritas em The American Standard zofa dPerfection. Mas nem todas as raças de importância o fu comercial foram reconhecidas oficialmente por The American Standard of e ra d e que foi utilizada para cruzamento por Perfection. Exemplo disso a California Grey, e muitos proprietários de criadouros, e que és t ótima e s produtora de ovos, não teve e r v outra associação a American reconhecimento oficial. Ela sería reconhecida pela id r w para mudar isto, isso Poultry Association, mas os responsáveis não fizeramonada ww demonstra desinteresse por parte do criador avícola. Na verdade, . w o as raças denor ld a minadas popular, estão estão menos importantes na indústria avícola. t o s cresciAs diferentes raças de galinha caíram no esquecimento, e o súbito .c o mento de frangos “mestiços”, faz que somente tres raças sejam na verdade m importantes e as outras tres insignificantes, foi assim que houve uma diminuíção de raças, pois aplicam-se métodos de cria muito modernos. Na criação para a produção de carne, (frango assado) só se consegue o vigor híbrido, com sistemáticos cruzamentos entre diferentes raças de familias diferentes, dentro de uma mesma raça com tipos sanguineos. A maioria das ascendências empregadas, tem sua origem na raça Cornish ou Indian Gama que m possuem peito largo e profundo. O que se quer alcançar com toda esta experiên.c o s cia é um maior crescimento das aves até as 6 / 8 semanas de idade, mas a t o também d l r fazer cada vez melhor em termos econômicos. o Wo rl da tos s o t a d l r o W de a r fu e o d za i l a rc i e m co r e es d ue p No e s te se do rv i r w ww .w -8- Worldatos O OVO. As aves possuem uma maravilha da natureza: o ovo, pois é um dos alimentos mais completos que existem. Contém proteínas como: gorduras, hidrato de carbono, minerais e vitaminas que o pintinho necessita, durante os 20 dias que está dentro. O ovo é a célula germinativa ( óvulo ) da galinha que quando fecundada pelo espermatozóide do galo origina o pintinho, se o ovo é incubado encontra-se apto ao desenvolvimento embrionário.Além de tudo isso, é um alimento que possui invólucro próprio. No A galinha possui o aparelho genital que está formado por ovário, oviduto, útero, a pue d vagina e a cloaca. Antes da puberdade, o oviduto é normal, mas a medida que a es er c galinha vai se desenvolvendo, o oviduto alcança grandes dimensões. E se destaom cam o infundíbulo, magno, e r c istmo e útero. i a lidois ovários, um direito outro esquerdo, mas só o esAs galinhas possuem zad o fu querdo é funcional e fica na cavidade abdominal perto da coluna vertebral. Este ra d apresenta folículos (membrana) emeestágios de maturidade ou desenvolvimento; ee ao estar preparado um deles dá lugar à ovulação s t e espontâneamente, formada pela hipófisis que permite limitadamente, ser manipulada s e r artificialmente. v i d5 / 6 meses, dependendo da Estas aves estão aptas para a reprodução aos or w raça, época do ano que nasceram ww . w o- será mais cedo e o tipo de alimentação. A posta, formação e expulsão do ovo r ld a para aquelas nascidas na primavera, pois começam a posta no outono, chegam t ose s .c a nascer no verão-outono não acontecerá nada até a próxima primavera. o m Isto depende das variações lumínicas ( dias curtos, dias longos ), por isso algumas vezes fazem iluminação artificial para adiantar ou atrasar a aptidão sexual. Wo rl da tos s o t a d l r o W GEMA Disco germinativo ( blastodermo) Blastocele CLARA Extrato fluido externo .c to s Estrato denso intermedio Estrato calacífero Calaza de a r fu e o d za i l a rc i e m co r e es d ue p No om Gema branca e s te se do rv i r w ww a Gema r l d amarela o .w Membrana vitelina CASCA Cutícula Capa esponjosa capa mamilar MEMBRANAS DA CASCA Câmara de ar Membrana externa (concha) Membrana interna ( testácea) -9- Worldatos A membrana protetora mais conhecida como casca, é formada principalmente por carbonato de cálcio, e possui de 6.000 a 8.000 microscópicos poros que dão lugar a peças voláteis. A câmara de ar, situada no ponto mais obtuso, escuro do ovo, forma ao se separar membranas testáceas interna e externa da casca. A Calaza, na forma de cordão, mantém a gema no centro do ovo. A gema está conerta por uma membrana, conhecida como vitelina. O disco germinativo, mácula ou cicatrícula, que é uma parte normal dos ovos, localiza-se sobre a superfície da gema, e é aí que começa a formação do embrião nos ovos fecundados. N oA CÓPULA. pue de s ecoloca O galo se r c o sobre as costas da galinha unindo ambas cloacas, produzse a ejaculação. Osmespermatozóides sobem pelo oviduto encontrando um óvulo e r c Se produz, normalmente na região do oviduto denomiacionando a fecundação. i a li z a dos espermatozóides permanecem nas vias genitais nado infundíbulo. O tempo que o fu da fêmea é variável ou pode durar eaté r a d10 a 21 dias. Este fator é importante nos cruzamentos de seleção e aperfeiçoamento e e genético. s te ser v id or w FORMAÇÃO DO OVO. ww .w o r ld a Segue ao Desprende-se do ovário um folículo maduro e será a gema. t o s fecuninfundíbulo, havendo ou não fecundação o ovo segue seu curso. Se houve .c o m emdação a gema terá uma manchinha chamado disco germinativo o qual é um Wo rl da tos s o t a d l r o W brião e isto é o pintinho. A gema que está coberta com uma membrana vitelina, servirá de alimento para este embrião. Continuando a descer, no magno a gema fica envolta de muitas capas concêntricas de albumina (clara). E é no magno que se formam as calazas. Quando o ovo chega ao istmo cobre-se com as membranas testáceas (tipo uma concha) e se forma a câmara de ar. No útero forma-se uma capa calcárea porosa (casca) e daí vai à vagina e a cloaca, mediante a saída das m duas é expulsa para fora (posta). .c o AS SÉRIES DA POSTAS. r o v id r w .w ww o a rld to s Os interválos da postas é de 24 / 28 horas,s ecolocando um ovo diariamente t e um só ovo. Estes ovos colocaspõe em várias datas contínuas, tendo dias que não e d e ovular. As séries podem ser curtas ou dos em datas contínuas é chamado de série a r longas, isso dependerá de um caráter f u ehereditário com tendência a repetir as sério es durante sua vida útil. As galinhas d mais produtivas são as que têm a série mai za i l longa. ia e om rc c O CICLO DA rPOSTA. e es d Este ciclo u e depende da luminosidade. Se há luz natural a ovulação acontece p manhã. E como há um interválo de 24 / 28 horas entre duas ovulações, No pela atrasa-se cada dia, até chegar nas últimas horas da tarde. O tempo médio entre a posta do ovo e a seguinte ovulação é aproximadamente 30 minutos, mas se houve atraso até 4 da tarde, o ovário não elimina o óvulo até o correr de 10 / 12 horas, por isso que no dia seguinte não põe nenhum ovo. -10- Worldatos COMPOSIÇÃO QUÍMICA DO OVO. PORCENTAJEM ÁGUA Ovo enteiro Clara Yema Cáscara 100 58 31 11 PROTEÍNA GORDURA CINZA 65,5 88 48 - 11,8 11 17,5 - 11,0 0,2 32,5 - 11,7 0,8 2 6 N oA qualidade dos ovos produzidos pelos responsáveis comerciais de hoje, aos poucosp uestá e d e se tornando superior, graças ao aperfeiçoamento da criação, alimentação eo manuseio. Como são produtos que sofrem dano, deve-se tomar os cuidase dos necessários.r cAo o mchegar até os consumidores, os ovos parecem sujos e eles e r c que o sabor seja agradável e contenha alto valor nutrireclamam, também querem i a li z a d limpa, a clara deve ser espessa e bem transpativo. Os ovos devem ter apariência o f umanhas de sangue. rente, a clara amarela clara e sem Wo rl e ra da de e s tOVOS. A PRODUÇÃO DA QUALIDADE DOS e ser v o r wos melhores, isso se diz. Nem todos os ovos que são recolhidos no ninhoi dsão Mas pode-se produzir uma significante quantidade de ovoswcom w . w qualidade superio r ld or, seguindo as práticas abaixo descriminadas: a t o ovos de A) Fazendo uma seleção de galinhas de boa estirpe, que ponham s .c om qualidade, o que deve contar é o formato do ovo, a cor da casca, sua consistência, a qualidade da albumina (composição quimica que forma a clara), a mancha de sangue é um fator que acontece pela criação seletiva. E a ma io ria dos avilcultores estão cientes deste detalhe. B) Ministrar alimentos racionados, se há deficiência de cálcio, fósforo, magnésio e vitamina D2, influi em uma má casca. A coloração da gema depende inteiramente de uma boa alimentação, e os baixos índices de vitamina A influem na m incidência das manchas sanguinêas. co . s C) Manter o criadouro isento de doenças, pois como a doença Newcastle ea a t o a mal dassim bronquitis infecciosa, atacam frequentemente as aves colaborando l r formação da casca, com imperfeicões. .w o w D) Substituir as galinhas poedeiras quando já tiverem w wa idade de 18 a 20 r o meses, por algumas frangas, pois seus ovos são conhecidos por ter ótima qualidad r v i na casca e na sua compode. As galinhas mais velhas produzem ovos imperfeitos e s sição química, a albumina. s te tos s o t a d l r o W ee d ra ue f do a z i PRODUÇÃO DE OVOS i a l PARA INCUBAR. c r m e o ovo fértil se encontra em uma etapa bem avançada No momento dac oposta, r de desenvolvimento, s e e nesse momento que deve ser incubado, a fim que o desene d continuar sem interrupções. Este procedimento não é muito exavolvimento possa ue p to, pois devem ser mantidos nos períodos variáveis. O problema está em mante-los No num estado de suspenssão de crescimento sem danificar o embrião que está se formando. Por isso é bom ter em conta os sgtes. fatôres: -11- Worldatos RECOLHIMENTO. Em geral, os ovos para incubar são recolhidos mais vezes que os que se destinam para o consumo. Depende muito da temperatura para recolher os ovos, é bom que seja moderada, assim pode se fazer 3 ou 4 recolhimentos diários, mas se faz muito calor ou frio deve-se fazer a cada hora. O período de manutenção. Os ovos para incubação devem ficar o menor tempo possivel, devido a proporção de nascimentos também diminui na mesma escala que se estende esse tempo. O período máximo não pode exceder 10 dias. As empresas comerciais, geralmente incubam N o duas vezes por semana. pue Temperatura da manutenção. d e devem ser esfriados o mais rápido possivel numa temperatura de 15 Os ovos se r a 21º C, com humidade c o m relativa entre 70 e 80 %. Se for o caso de deixar os ovos e rc mais de sete dias, é aconselhável esquentá-los a 38º C, durante uma a cinco horas i a li de manutenção. assim que começa o período zad o fu A posição dos ovos. e r a são embalados com o polo obtuso, (sem Geralmente os ovos para incubação de eovos ponta) para cima, da mesma forma que os s t de consumo. Também são postos ser na horizontal para não machucar a câmara dee ar. v i d trocar sempre de posição Se for necessário tê-los mais de 5 dias, deve-se or para que a gema não cole na casca. Aconselha-se virar awcaixa w w duas vezes ao dia. Wo rl da tos s o t a d l r o W FECUNDAÇÃO. .w o r ld a to s .c o m A galinha pode produzir ovos sem participação do galo, mas desse ovo nenhum pintinho vai nascer. O galo possui dois testículos, que estão dentro do corpo e a cada lado da coluna vertebral, que produzem os espermatozóides o qual se unem ao óvulo, que se encontra no infundíbulo ou trompa. É um ovo fértil. INCUBAÇÃO. a .c to s om l d chinêses e Durante muito tempo os ovos foram incubados artificialmente. rOs o .w egipcios foram os responsáveis pelo método de incubação. w Foram os chineses w a base de carvão, que utilizavam dois diferentes sistemas, o primeiro se fazia w fogo o r a base pra cima. Este colocados num forno cilindrico, introduzindo um cone i dcom rv cone tem que ser enchido parcialmente com cinza s e e sobre ela coloca-se uma e t cesta com os ovos. O segundo sistema se colocavam os ovos sobre um monte de es e esterco fermentado. d r a incubadoras feitos de tijolos, com séries Já os egipcios construíram enormes e u de fornos que servíam de incubadoras. O correto uso das incubadoras consiste of d a z i em controlar a temperatura, aal humidade, a ventilação e a mudança de posição. rc i Estes fatores são super importantes na incubação artificial de ovos, como a teme m condição natural o calor é ministrado pelo corpo da galio peratura essencial. Pela c er nha choca. E a temperatura ligeiramente inferior a média de 41º C. daquela que s e d não põe ovos. e pu o N -12- Worldatos Temperatura. A manutenção da temperatura ideal é de vital imprtância para a incubaçãodos ovos férteis. Depende da incubadora as ótimas temperaturas oscilam entre 36.6º a 37.5º C., nas máquinas comuns de ar quente deve manter-se perto dos 37.5º C. Tanto a temperatura muito quente ou muito baixas são extremamente perigosas, pois aceleram o desenvolvimento, provoca anormalidades embrionárias e diminui a proporção de nascimentos. EFEITOS DA TEMPERATURA DE INCUBAÇÃO SOBRE AS PORCENTANo GENS DE OVOS CHOCOS. pue Wo rl de se r 90 - co m Porcentagem deo ovos férteis chocos. 80 70 60 - Temperatura ideal 123456789 123456789 e rc 123456789 i a li 123456789 123456789 zad 123456789 o f u 123456789 e r a123456789 123456789 123456789 de 123456789 123456789 e st 123456789 es 123456789 123456789 123456789 e r v i 123456789 dor 123456789 123456789 ww 123456789 w .w 123456789 123456789 o r ld 123456789 123456789 a to 123456789 123456789 s .c 123456789 om 123456789 123456789 123456789 123456789 123456789 123456789 123456789 123456789 123456789 123456789 123456789 123456789 123456789 123456789 123456789 123456789 3 6.1 3 6.6 37 .2 37 .7 3 8.3 3 8.9 39 .4 40 om da tos s o t a d l r o W 50 40 30 20 10 0 - 3 5.5 .c Temperatura em ºC. to s a d Neste quadro podemos notar que a margem de temperatura oideal r l para o w . período de incubação incluí entre os 37º.5 e 38º C. w r id o ww Humidade. r v do embrião. Mas também É muito importante para o desenvolvimento normal se e oscila de 5 a 10 %, a humidade relativa do ear s t dentro da incubadora durante os e primeiros 18 dias deve estar perto dos 60 %, e os últimos tres dias perto dos 70 %. ad rcausar Um nível de umidade mais baixo, pode exceso de evaporización. A umidae fu o de alta impede a evaporização dad suficiente quantidade de água do ovo. Nos dois iz a casos, o número de nascimento i a l cai. e rc m o Mudança de posição dos ovos. rc e A cabeça do s embrião deve ocupar uma posição do extremo maior do ovo, d e a saída do pintinho na hora que a casca quebra. O ovo tem que assim é facilitada e p u com o polo obtuso pra cima, pois a gravidade orienta a cabeça do ser incubado o N embrião nessa direção. No decimo quinto ou decimo sexto dia já está perto ca câmara de ar. No segundo e o decimo oitavo dia, os ovos deve se girar de 3 a 5 vezes por dia, impedindo assim que a mácula vá através da albú mina e fique colada à membrana testácea. -13- Worldatos Como utilizar o oxigênio. O embrião em desenvolvimento consome oxigênio e elimina anidrico de carbónico, é necessário que dentro da incubadora exista a ventilação suficiente para conseguir a provisão certa daquele e a correta eliminação deste Os melhores resultados obtêm-se com o nivel normal do oxigênio na atmosfera ( 21 % ). O embrião tolera um nivel de CO2 de 0,5 %, mas pode morrer se a sua concentraçãoN chega a 5 %. op ued O período e s de incubação. e r c do período normal de incubação em diferentes espécie de aves. A seguir dados om e rc i a li zad o fu Nome popular Período de incubação e ra de Frango e s t 21 e28s Perú er Pato 28 v i d o rw Ganso 28 / 32 ww .w o Galinha de Guinê 26 / 28 r ld a Pomba 18 to s .c o Faisão 24 m Wo rl da tos s o t a d l r o W Codorna 24 DESENVOLVIMENTO DO EMBRIÃO Os acontecimentos que se dão no ovo desde o momento da sua fecundação até o m nascimento do franguinho são muito interessantes e muito tem se estudado. O desenvolvico . s mento é complexo, não se pode compreender sem um prévio conhecimento de tembriologia. o da l Neste estudo queremos destacar os pontos do desenvolvimento. r o . wno Após a fecundação e enquanto o ovo permanece cerca de 24 horas interior do corpo w w da galinha ( aproxim. a 41.6º C.) no disco germinativo produzem-se as primeiras etapas do w r o desenvolvimento embrionário. Após tres horas da fecundação,i da célula recém formada (cigoto) rv divide-se e dá lugar a 2 células (blastómeros) e logo 4, 8, s e16, etc. até que num dos polos do e t ovo (polo aninal) a agrupação célular é visível como um e s disco pequeno e branco (blastodermo). e Quando o ovo é colocado e a temperatura d cai abaixo de 26.6º C., pára o crescimento. r a o embrião, que começara a desenvolver-se O esfriamento a temperaturas baixas danifica e u o fManter os ovos a temperatura superiores a 26.6º C. novamente quando o ovo seja incubado. d antes de serem incubados, provocará liz a o retardo do crecimento do embrião, que ficará debilia i tado e morrerá no final. e rc m o diversos processos acontecem e especialmente o que diz resDurante a incubação rc peito a respiração, saeexcreção, a nutrição e a proteção. e Os pintinhos e d recém-nascidos podem ser transportados a longa distâncias (até 17 hou ras de viagem) o p sem alimento nem água. A gema não é aproveitada totalmente pelo embrião, N e fica dentro do corpo do pintinho no decimo nono dia, bem na hora que a casca se quebra. Como já se disse a gema é rica em princípios nutritivos e ministra lipidios, vitaminas, minerais e água durante as primeiras horas de vida. Após seu aproveitamento gradual, desaparece por completo aos 10 dias de nascimento. -14- Worldatos IMPORTANTES FENOMENOS NO DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO No Antes da postura Fecundação, segmentação e crescimento das células, separam-se em grupos de função especial. Entre a postura e a incubação Pára o desenvolvimento; estado de vida embrionária latente. Durante a incubação pPrimeiro dia: ued e 16 horas se 18 horasr c o m e Wo rl 20 horas 21 horas r c ia li z a do 22 horas 23 horas Começa aparecer o embrião. Aparece o tubo digestivo. Aparecimento da coluna vertebral. Começa a se formar o sistema f u e nervoso. r a Começa a formação da cabeça. de e s t e de filetes de sangue, Aparição s e vitelina. circulação rvi or w Se formam osdolhos. da tos s o t a d l r o W 24 horas Segundo dia: 25 horas 35 horas 42 horas Começa a formação de âmnios. Começa a formação da estrutura nasal. Se formam as patas. m Se formam as asas. .c o s Começa a formação da menbrana to da l alantoides. r o 62 horas 64 horas 70 horas Quarto dia : Quinto dia : Sexto dia : iz ia l Décimo dia : e rc m Decimo terceiro c o dia : r e Décimo quarto día : s e pu .w o r ld Se forma o coração. a to Formação do ouvido. s .c om Começa a bater o coração. Terceiro dia 50 horas 60 horas Oitavo dia : ww de sexto dia : o NDécimo Décimo sétimo dia: Décimo nono día : Vigésimo día: Vigésimo primeiro día: o ad fu w .w w Começa a formaçãow da língua. o r dos órgãos da Começa a formação d i v reproduçãos eer diferenciação sexue t al. es e Começa a formação do bico e do d ra côrneo. e dente Começa a formação das plumas. Começa a se cornificar o bico. Aparição de escamas e unhas. A cabeça gira para o polo obtuso do ovo. Escamas com cornificação, unhas e dentes. O bico se volta para a câmara de ar. O saco vitelino começa a penetrar na cavidade abdominal. O saco vitelino está completamente dentro do corpo; o embrião ocupa todo o espaço no interior do ovo, exceto a câmara de ar. Se quebra a casca e dá-se o nascimento do pintinho. -15- Worldatos SUCES IVAS MUDANÇA NA POSIÇÃO E DAS MEMBRANAS EMBRIONARIAS Alantoídes Amnios 5 DIAS No pue Wo rl de se r co m e rc i a li zad Saco Vitelino Albúmina Alantoides Amnios o fu e ra de e st e s 10 DIAS e rv id o rw ww .w o r ld a to s Saco Vitelino .c o m Albúmina da tos s o t a d l r o W Alantoides Amnios 15 DIAS rl .w o ww w o r Vitelino Saco d i rv se Albúmina e t s ee Alantoides d ra e u Amnios of d a z a li i c r me o c er s 20 DIAS e ed u p No 21 DIAS da .c to s om -16- Worldatos NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO. A alimentação de aves de curral mudou muito, até mesmo que outro animal doméstico. No começo, a avicultura foi estritamente uma empresa doméstica; as galinhas chocas incubabam os ovos e criavam seu pintinhos, e a esposa do granjeiro alimentava estes com as sobras de comida e grãos. A reprodução se dava nos meses da primavera, quando havia muito alimentos verdes, os insetos e a luz solar favoreciam a nutrição dos pintinhos. A alimentação era mais uma arte que uma ciência, e os poucos alimentos que havía no comércio, era principalmente “fórmulas secretas e porções patentadas”. Hoje tudo isto mudou. As muitas aves do curral produzem-se em grandes unidades onde prevalecem a ciência e a tecnología. A No reprodução p u em confinamento é comum, e para se obter o máximo de rendimento se fazemerações bem balanceadas que tenham a proporções definidas, de todas de se r as substânciasnutritivas c o m que se conhecem. As aves de currale têm nutrição muito delicada, mais que outro animal domésr c i aaves são bastante diferentes dos quadrúpedos, digerem tico por muitos fatores. As li z a d o mais intensamente, a circulação sanguinêa é o alimento mais rápido, respiram f u e é de 4 a 6 graus maior (aproxim. 41.3º C.), mais acelerada, a temperatura corporal ra d e e das influências ambientais, crecem são mais ativas, são mais sensíveis diante se mais rápido e alcançam a maturidade mais tcedo. s e A s aves recebem princípios nutritivos para uma produção de ovos de excelenter vqualidade. id Wo rl da tos s o t a d l r o W or w ww .w o r ld a ANATOMIA E FISIOLOGÍA DA DIGESTÃO. to s .c o Para que as aves possam se alimentar bem, é muito importante conhecer as m principais funções e partes do aparelho digestivo: Boca. Na maioria delas não possuem dentes, portanto não exíste mastigação. O bico se destina a pegar o alimento, a língua bifurcada na parte posterior, serve para levar este alimento ao esófago com a deglutição da água. As aves quase não têm saliva e só se ativam na digestão. Esôfago. m Simplesmente é um conduto ou tubo que serve para levar os alimentos .c o e a s to água da boca até o bucho, daí à moela. As aves possuem uma grande d acapacidade l r de dilatação no esófago. .w o w O bucho. w Na verdade, é uma ampliação do asófago. Sua ofunção é armazenar por r w d i algum tempo os alimentos, onde amolece e experimentam uma predigestão, princie rv palmente pelas enzimas (substâncias químicas)t eesencontrados nos alimentos. Estômago glândular (proventrículo).e e s d está na moela. Quando o alimento É um órgão de grossas paredes,r aque e u parede estomacal segregam suco gástripassa por ele, estas glândulas da grossa of d co. Este contém ácido clorídrico iz a e uma enzima, a pepsína (substância orgânica i a l estômago) e atúa sobre as proteínas e as reduz a produzida pelas glândulasr cdo e peptonas. O ácido atúamcomo dissolvente porque ataca as substâncias minerais. o c A moela (Ventrículo). r e Este órgão e és como se fosse a “dentadura” da galinha. Está composto por um d u ecórneo rodeado por uma grossa parede muscular. Por meio de conrevestimento p o traçõesN repetidas, seus músculos exercem uma grande pressão sobre os alimentos, desintegrándo-os em partículas pequenas e misturando com os sucos provenientes do estômago. É na moela, que o suco gástrico segregado pelo estômago glandular continua com seu trabalho. -17- Worldatos Intestino delgado. Ele têm 3 funções: 1) Segrega sucos intestinais que contém enzimas, e estas também completam a digestão das proteínas e destilam os azúcares em forma mais simples no suco duodenal; 2) Absorve o material nutritivo dos alimentos digeridos e manda a torrente circulatório, e 3) Dá uma ação peristáltica em ondas, que faz passar osmateriais não digeridos ao ceco e ao reto. Ceco.(é a parte mais longa do intestino - do ilion até o cólon) Não tem nenhuma função importante. Interruptamente se enchem de material que vem do intestino delgado, o qual retém certo tempo depois evacuam. Intestino grosso. N oÉ a cota do tubo digestivo que vai da união com os cecos até a abertura p uda externa e dcloaca. es Cloaca. er c É o receptáculo o m comum dos aparelhos genital, digestivos e urinário. e rc . Órgãos acessórios i a li zque Segregam substâncias a d favorecem a digestão no tubo digestivo, mas os alimentos não passam por eles. o f u e Os sgtes. órgãos acessórios são: r a d de tecidos, encontra-se junto a moela e 1) Fígado. São dois grandes lóbulos e o duodeno. Produz um liquido alcalino de eton s t everde, a bilis, que se armazena na ser vesícula biliar, fino saco de cor verde escuro, situado v i d debaixo do lóbulo do lado o r w os alimentos digeridos, direito do fígado. Além de segregar bilis, o figado purifica antes que estes passem à corrente circulatória; armazenawglucógeno (amido aniw .w o mal) converte os que produzem residuos das proteínas em ácido úrico r ld a e em outras to s substâncias apropriadas para ser eliminado pelos rins. .c 2) Pâncreas: Estreito tecido rosa situado entre as pregas duodenais.oSegrem ga as enzimas, amilasa, tripsina e lipasa, e manda à luz do duodeno para realizar a digestão dos glúcidos, proteinas e gordura. O pâncreas, também segrega a insulina, hormônio que regula o metabolísmo dos açúcares. 3) Baço. É um órgão vermelho pardo, sua forma é lenticular (forma de lentilha), está no triângulo formado pelo fígado, moela e o estômago glandular. É ele que elimina os glóbulos vermelhos desintegrados e armazena ferro e sangue. Wo rl da tos s o t a d l r o W DIGESTÃO E METABOLÍSMO. rl .w o da .c to s om Digestão é toda mudança que ocorre desde o momento w que se ingere os w alimentos até que estejam em condições para a absorção ew aproveitamento pelos o r experimentam os printecidos corporais. Já metabolísmo são todas mudançasi dque rv cípios nutritivos depois que são absorvidos. se e t Nas galináceas a digestão é muito rápida. e s Nas galinhas poedeiras só se e requer umas 2.30 horas, e de 8 a 12 horasdnaquela que não coloca ovos, para que ra assim o alimento recorra todo o trajeto u e desde a boca até a cloaca. f Os produtos terminais da digestão e o metabolísmo expelem-se com as fezes do a z i e urina, e como anídrico carbonico e água, que se eliminam com a respiração. A al r c i evacuam as aves chama-se esterco. mistura de urina e fezes eque m coloca perto de 167 ml de água por dia junto com os Uma galinha poedeira co r defetos intestinais s e e renais, e perto de 40 ml por via respiratória. Uma galinha e d produz maisu eou menos de 19,5 kg (peso seco) de esterco por ano. op N PRINCIPIOS NUTRITIVOS. Estes princípios são compostos químicos que encontramos nos alimentos, que são necessários para a manutenção, a reprodução e a saúde dos animais. -18- Worldatos A água é o mais importante deles, os hidratos de carbono, a gordura, as proteinas, os minerais e as vitaminas, devemos dar a aves em quantidades definidas. Estas proporções variam dependendo da espécie e a finalidade da alimentação. E muitas vezes se não ministramos estes alimento em dosagem apropriada, repercute na produção dos ovos e crescimento. A seguir um quadro da composição dos princípios nutritivos dos frangos e dos ovos, para ter uma idéia da importância relativa dessas substâncias como responsáveis para a saúde do corpo. No p u e PRINCIPIOS NUTRITIVOS de se r co m Água e rc Proteinas i a li zad Gordura o fu Minerais e ra Wo rl Descrição de cada um deles. GALINHAS 55-78 21 15 3,5 da de OVOS % % 66 13 10 11 e st es e rv id o Água. rw w wpreferência água limpa. As aves de curral devem sempre ter acesso a muita água, de .w o r ldAarelação que há Um frango adulto consome de 150 e 200 ml de água por dia normalmente. entre o consumo de água e alimentos nas galinhas poedeiras é de 2.2:1, comt olimites s . c desde om um pouco menos de 2 até mais de 3.1. O consumo de água varía de acordo com a natureza tos s o t a d l r o W do alimento, a temperatura, a humidade e a atividade das aves. Nos dias quentes, elas consomem mais ou menos o dobro da quantidade de água. Podemos prever que para o projeto de referência deve-se calcular 300 ml do consumo diário para o frango adulto, se for um pais quente. Hidratos de carbono. Representam mais ou menos 75 % do peso dos vegetais e grãos, constituem grande m parte das rações para aves de curral, pois servem como fonte de calor e energia. As . c osobras s que o organísmo assimila transforma-se em gordura e tem como reserva de energia t o e calor. d a as aves, é l r Sempre se fala do “Extrato libre de nitrogênio” (ELN) nos alimentos para o uma porção solúvel e digestivo dos hidratos de carbono, enquanto quewa. w “fibra” pertence aos w w plantas. insolúveis e indigesto que são também componentes estruturaisr das o Gordura. v id r e Constitui aproximadamente o 17 % do peso do frango s assado que é vendido no mercat egordura dos alimentos influi sobre as s do e perto de 40 % do peso seco de um ovo inteiro. A e econsomem gorduras moles, como aconcaracterísticas da gordura corporal. os frangos dque ra tece com a maioria dos óleos vegetais, acumulam gordura meio oleosa. A função principal ue f oé servir de fonte de energia, se não for ministrado em dos hidratos de carbono é de gorduras, d liz a doses definidas, retardará o crescimento. É importante equilibrar o consumo de gordura, a i r c frango assado não deve ser muito gorduroso, a porcentagem evitando assim os excessos.eO m é de 15 a 20 %. co r Proteinas.e s e e d dos frangos assados contém de 22 a 24 % de proteínas, enquanto que as A típicauração p o as poedeiras contêm de 16 a 17 %. Os grãos e farinhas constituem quase a rações N para metade de proteinas necessárias nas rações para as aves. As proteinas adcionais providencia-se ministrando concentrados ricos em proteínas, de origem animal o vegetal. -19- Worldatos Os aminoácidos das proteínas são os verdadeiros princípios nutritivos esenciais para as aves. E nem tanto a molécula proteíca em sí, e esse conteúdo proteico hoje em dia está perdendo a importância como índice do valor nutritivo no alimento, considera-se separadamente. Na prática as galinhas e perús se bastam com proteinas de origem vegetal e animal. Os suplementos proteicos de alta qualidade são os que fornecem colaboração de aminoácidos esenciais para aves. Geralmente deve se escolher mais de uma fonte de proteína dietética, para fazer a combinação de aminoácidos e essa mistura tem de satisfazer os requerimentos. N oAo se fazer rações para as aves, deve haver um equilibrio nos aminoácidos p u e em boas quantidades. O nitrogênio tem de ser suficiente para que as essenciais de s e r os outros alimentos necessários. A carência deste aminoácido galinhas sintam c o m e produzem outras deficiências nos ovos. Também pode retarda o crescimento e rc trazer problemas na plumagem e excesso de gordura. i a li a danimais Nas proteinas vegetaisze encontraram-se 23 aminoácidos diferentes o fu e em quantidades variáveis. Isto depende das diferentes proteinas e alimentos, e e ra d e precisam que as fontes dietéticas de alguns até faltam num todo. Os pintinhos e st proteinas contenham 12 aminoácidos diferentes, e s conhecidos como “essenciais”, r v id pois esta deficiência, qualquer um deles altera enegativamente na formação de or w proteinas corporais, retardando o crescimento, dificultando a reprodução. Por w w quando digeridas, isso é muito importante fornecer a estas aves, proteínas que .w o r ldnão gere quantidades suficientes de 12 aminoácidos importantes e que a t o deve faltar s .c para o máximo rendimento. om o As determinações no laboratório destas proteinas efetuam-se examinando conteúdo de nitrogênio do alimento e multiplicando depois este valor pelo fator 6,25; isto se dá porque o nitrogênio traz consigo 16 % da estrutura complexa de proteínas. Partindo do ponto biológico, a qualidade de uma proteína depende da sua composição em aminoácidos e da sua qualidade digestiva, fatôres que podem não ter nenhuma relação com o contúdo de nitrogênio. Como sabemos, qualquer excesso de proteína na ração metaboliza-se no m organísmo para desprender energia, da mesma maneira ocorre com os .hidratos co s de carbono e a gordura. Na prática alimentação das aves de curral,não a t oé aconsed l r lhável dar proteínas em excesso, pois os hidratos de carbono e a gordura as vezes o são mais baratos como fonte de energia. w .w Wo rl da tos s o t a d l r o W Minerais. se e t s rv r id o ww ee d ra Os minerais importantes para fas u e galinhas são o cálcio, fósforo, magnésio, o dcobalto, manganês, zinco, ferro, cobre, iodo, sódio, cloro, potásio, enxofre, a z i l molibdénio e selénio. Destes c i a o cálcio, fósforo, manganês, sódio, cloro e zinco rimportância. e considera-se os de maior Pois são essenciais no alimento das galiom c nhas. r s e de aves, dizem unânimes que a dieta das galinhas poedeiras, Os nutricionistas e e d mínimo 2.75 a 3.25 % de cálcio, colocando-se a cifra mais elevada deve conteruno p nas rações N o altamente energéticas (950 a 1.000 calorías de energia produtiva por cada 450 gramas.) As galinhas que estão em crescimento, a relação cálcio-fósforo de 2: 1 é dosagem boa, mas 1: 1 é preferívell quando se emprega 0.8 e 0.9 %, respectivamente, de cálcio e fósforo. -20- Worldatos -21- TABLA PRACTICA DE MINERALES PARA AVES Sódio y Potásio Wo rl de se r co m Parte estrutural dos ossos, proteinas e algumas gorduras. e rc i a li Manganez Ferro s pi A maioria dos alimentos para aves são deficientes em cálcio e fósforo e por isso deve-se suprir com outro. Sim zad o fu e r aFosfato dicálico. As aves em cresciSim Sim Sim Sim de Fosfato mento aproveitam e st desfluorado. mal o fósforo orgâes Farinha de ossos nico e rv fervidos. ( presente nas planid o rw Fosfato tas), mas é ww monosódico. satisfatório para os .w o animais adultos. r ld a to s . c oO potásio não é A deficiência de sódio Sódio: Produtos de Sim Sim Sim Sim m da Raquitismo nas aves em crescimento. Menos produção de ovos. tos s o t a d l r o W Manter o equilibrio dos liquidos corporais; serve de regulador do pH, impedindo que o corpo se torne ácido ou alcalino. retarda o crescimento e produz um estado nervoso que em geral conduz ao canibalísmo e o mal aproveitamento dos alimentos. A carência de potãsio reduz o crescimento e acrescenta a excreção do nitrogênio. origem animal e sal comum. Potásio: Produto de origem vegetal. rl .w o Magnêsio te to an en s ra ed ei uç od Fósforo pue po pr re No Sim Sim Sim ci Conchinhas, calcário in Os ovos das aves em crecimento ficam moles e gosmentos; isto se denomina raquitísmo. Ovos de casca fina, diminui a produção de ovos e não são bons para a iincubação ww w or d i rv se e t es e d r a ou óxido de Sim sim sim Tendão distendido ou eSulfato Necessário para o perosi. Mã produção de f u manganêz. desenvolvimento o ovos, com cascaa d definormal de ossos e z i ciente, má qualidade e do tendão ia l c baixa incubabilidade r e om c r se e Anemia Sim d ue p No Regulador dos liquidos celulares Comentários pr Formação do ovo e da casca do ovo .Coagulação do sangue. Ação muscular. m Cálcio Tipos de rações para aves que em geral precisam suprimentos ci Fontes práticas do mineral es Alguns sintomas carenciais cr Funções do mineral ão Mineral Colapso muscular Iiodo Bocio ou papada zinco Retardo do crescimento e mal desenvolvimento da plumagem cobre, enxofre, flour, cloro e cobalto Anemia da .c to s Raras vezes faz falta suprimentos. Óxido ou carbono de zinco Sim sim sim escaso nas rações normais pela grande quantidade de produtos vegetais que se empregam nos alimentos para aves. om A maioria destes alimentos contém magnésio suficiente. sim sim Em geral há suficiente quantidade nos alimentos comuns para aves. As vezes existe deficiência de ferro e zinco nas rações. Os oligoelementos são importantes mas não faz falta colocar em todas as rações. Worldatos Vitaminas. A seguir a prática tabela das vitaminas, mostra as vitaminas que as aves de curral precisam, também com os respectivos síntomas carenciais e as fontes dietéticas. A penúltima coluna indica os tipos de rações, o qual deve-se prestar bastante atenção quando se colocam de fontes dietéticas especiais de vitaminas. Podemos perceber, que a maioria das rações já tenham o conteúdo de vitaminas A, D, B12 e riboflavina. Além disso, a vitamina D3, ou seja, a forma animal é mais ativa para as aves e por isso deve-se usar N o no lugar da vitamina D2, que é a forma vegetal desta vitamina. pAs u e dvitaminas liposolúveis (A, D, E, K) acumulam-se no fígado e outras partes do organísmo,e em quantidades pequenas de vitaminas hidrosolúveis ( tiamina, riboflavina, se r ácido pantotécnico, ácido nicotinico, B6, colina, biotina, ácido fólico e B12). Dessa maneira co m é bom administrar bem e ras c vitaminas hidrosolúveis juntamente com as rações. Além das vitaminasi a relacionadas, existem alguns fatôres desconhecidos, que tamli z a d o f uEstes fatôres aínda não foram separados nem sintebém tem sua importância nutricional. e r a as ricas fontes destes fatôres, como também tizados no laboratório, mas se conhece de seus efeitos. Uma dieta que contenha as quantidades específicas de todos os principios e st e nutritivos mas que não carrega os fatôres não identificados, não é recomendável para ter ser v i ddo crescimento no soro do leite, um bom rendimento. Foi comprovado que existem fatôres or w e nos subprodutos das plantas processadoras de peixe e carne, wnos w . wsolúveis de destilaria, nos residuos da fermentação de antibióticos, na farinha de alfafa e em o r ldcertas forragem a to verdes. Foi estabelecido também que pelo menos um dos fatôres de incubabilidade está sc nos solúveis do peixe, na forragem verde. A maioria das fontes não identificadas.juntam-se om à dieta de 1 a 3 %, se bem que os residuos da fermentação dos antibióticos podem ser usados em proporções comprendidas entre 3,5 e 5 kg por tonelada. Wo rl da tos s o t a d l r o W TABELA PRÁTICA DE VITAMINAS PARA AVES. Vitaminas Vitamina A Vitamina D3 pu o N Vitamina E Alguns sintomas carenciais Pintinhos: caminhar vagaroso, depósito de ácido na uretra e do a rins e má apariência. z i Galinhas:Menorcproia l r e e má dução de ovos om c incubação. r e es d e Pintinhos:Deformações das patas,ossos moles (raquitísmo),retardo do crescimento. Galinhas:Deficiente formação da casca, menor produção de ovos e má incubabilidade. Pintinhos:Encefalomala(loucura de frangos), edema ou distrofía muscular. Galinhas: Má incubabilidade. Fontes práticas de vitaminas r e s te s i e rv do rl .w o da .c to s om Tipo w de ração para aves w wque requerem suprimentos Princ. Cresc. Poed. Reprod. Forragem verde, farinha de a de alfafa, glútem, milho r f u e amarelo, óleo de peixe, vitamina A sintética. sim sim sim sim Esteróis animais irra diados,óleos de figado de peixe,óleo com vitaminas A e D p/ juntar a outros alimentos. sim sim sim sim Não Não Não Farinha de alfafa,óleos sim vegetais,germém de e concentrado vitamínicos puros. -22- Worldatos continuación...... Vitamina K Pintinhos:Hemorragias por defeitos de coagulação sanguinêa. Galinhas:o mesmo dos pintinhos, é se dá poucas vezes. Pastagens,farinha de alfafa,vitamina k sintética(bisulfito de menadiona sódica. Tiamina (B1) Pintinhos: Perda do apetite, cabeça torta, perda de peso corporal. Galinhas:O mesmo que nos pintinhos.Cesa a postura. No pue Wo rl Riboflavina (B2) d ePintinhos:Paralisia com se r encurvação c o m dos dedos e redução do ecrescimento. r c i a incuGalinhas: Deficiente li z a babilidade;muitos embriões do morrem na 2ª semana da f u incubação. Ácido Pantoténico Ácido nicotinico ou niacina Pintinhos:Retardo do crescimento,pluma -puro, gem deficiente e de generação ao redor da pele do bico,olhos e cloaca. Galinha:Menor incubabilidade. sim Não Não Não Grãos e subprodutos de grãos,farinhas de sementes oleaginosas, produtos lácteos e vitatamina pura. Não Não Não Não Farinha de alfafa,produtos lácteos, solúveis de destilaria,produtos de fermentação e vitamina pura. sim sim sim sim não não sim e ra da de e s t e de cálcio Pantotenato sim ser farinha de alfafa, v id produtos de leite em or pó,residuos de fermen- w w w .w tação. tos s o t a d l r o W Pintinhos: Inchaço nas articulações dos tar sos e perosís, perosis, retardo do crescimento Inflamação da boca e língua. Galinhas:Não se en contraram sintomas, exceto com uma dieta pobre em proteínas. Ácido nicotinico sintetizado quimicamente, fígado,levedura de cerveja,farelo,produtos de fermentação e a maioria de pastagens. sim sim ww w or d i rv se e t es e Ácido fólico Pintinhos: Deficiente Farinha não a d de alfafa, trir e crescimento e plumago, farinha de soja e u f gem,perosis e anemia d o preparados de figado. a Galinha: Menor incu - l i z a babilidade. rc i e m co Vitamina B12 Pintinhos: Redução Farinha de peixe, sosim r e s do crescimento. lúveis de peixes, pree Galinhas: Deficiente parados de fígado, proed u p incubabilidade. dutos de fermentação No e concentrados comerColina Pintinhos: Retardo do crescimento e pero sis. Galinhas: Não se conhecem deficiências. Produtos de peixe e vitamina pura. o r ld a to não rl .w o da s .c om não .c to s não om sim não não não não não sim noa sim ciais de vitamina B12. Biotina Pintinhos: gretadura da pele e degeneração das patas, ao redor do bico e perosis. Galinha: Redução da incubabilidadade. Grãos, farinha de soja, farinha de alfafa, levedura de cerveja desidratada, produtos laticínios, pastagens. não não não não Worldatos DETERMINAÇÃO DOS REQUISITOS DE PRINCIPIOS NUTRITIVOS E DA UTILIDADE DOS ALIMENTOS PARA AVES. Os requisitos nutritivos para uma substância em particular se fazem encontrando a quantidade máxima desses principios que permita o desenvolvimento pleno da função fisiológica ou da característica econômica que importa. As características mais importantes na avicultura, são o crescimento, eficiência na utilização dos alimentos, a produção de ovos e a incubabilidade. Exemplo disso, se quisermos determinar a necessidade de algum princípio nutritivo que possa favorecer o crescimento, pode ministrar-se a grupos de aves, uma ração experimental que No contenha p u eem diferentes proporções, até que vá aumentando a um certo nivel, aí não se obtém d e acréscimos adicionais no crescimento. Se a ração de prova é come r coutros aspectos, o requisito desse princípio nutritivo será igual ao pleta en todossos nivel de suprimentoo m mínimo e r c que se obtém o máximo crecimento. i a limais valiosos que outros, mas é importante conhecerAlguns alimentos são zad mos a medida utilitária relativa. o fu e ra Os métodos são os seguintes: de 1) Análises quimicos. e st es A resposta biológica dos animais (experiências e r v de alimentação) é o que indicador final da adequação nutritiva id o r w custam caro e exigem de uma reação, estas provas são difíceis de se realizar, w .w o tempo. Análises quimicos se fizeram e se chegou ao índicewaproximado do valor r ld a de cada um. de um alimento ou ração, no que diz respeito aos princípios nutritivos to s . c o etéreo O análise quimico comum dos alimentos estuda a proteína bruta, o extrato m ou gordura bruta, a fibra bruta, as cinzas ou minerais e quanto de humidade. Todo esse parecer aceita-se, porém aínda deixa muito a desejar, pois muitas vezes a proteína e o extrato que não foi nitrogenado pode não ter o efeito desejável. Tendo esse análise aproximado, podem efetuar-se determinações químicas e microbiológicas específicas para muitas vitaminas e elementos minerais. 2) Provas biológicas. A maioria destas provas quimicas e microbiológicas para as substâncias m nutritivas informa a quantidade de nutrientes que cada alimento ou ração stem, . c o mas to não falam sobre a digestão ou como usar o alimento ou ração. Por isto, d a devem se l r fazer provas com a própria ave, para se saber qual a utilidade dos . w oalimentos mais w condizentes das suas necessidades nutritivas. Estas provaswbiológicas são boas, w hidratos de carbono pois valorizam as proteinas e principios energéticos como r os o d e gorduras. rv i e s a) Medição biológica da utilização da proteína. Para se saber a quantidade te sconsíste e de proteína ou nitrogênio que digere a ave, em medir a ingestão de d e foi digerida eliminada com as fezes. proteína e comparar con a fração quer anão Valor biológico de uma fonte de proteínas é a quantidade de proteína que a ave fu e o d porcentagem da proteína que é digestiva. Isto retém no corpo, e expressada como a iz a lde i revela os tipos e quantidades aminoácidos disponíveis da ave após a digestão. c r e Se estes aminoácidos m são muitos parecidos ao que se precisa para elaborar as c ovalor biológico da proteína é alto. Se houverem excessos de proteínas corporais, o r e certos aminoácidos e s e deficiência de outros, por causa da digestão, o valor biológid u e pois a quantidade de aminoácidos que será eliminado por via oral co será baixo, p será bem N o maior. b) Medição biológica da utilização da energia. O conteúdo energético do alimento mede-se queimando todo o alimento num aparelho chamada bomba calorimétrica. Como outros animais, as aves também não conseguem extrair toda a energia que os alimentos contém, daí que se houve falar de energía digestiva que é a energia total do alimento menos aquela que fica sem digerir. A energía que é metabolizada é a total energía do alimento, tirando a energia fecal e urinária; representa toda a energia que o animal dispõe para qualquer fim. Wo rl da tos s o t a d l r o W -24- Worldatos O valor energético líquido de um alimento é o conteúdo metabolizado, menos a energia usada para se utilizar; dessa maneira, a energia líquida pode destinar-se ao armazenamento no corpo ou para produzir calor e atividade muscular. Energia produtiva é o conteúdo energético do alimento, em relação com a capacidade para produzir o armazenamento. Nas rações, a maioria delas acrescenta-se sal comum 0,5 %. O excesso de sal aumentaria o consumo de água e as evacuações que são perigosas. ALIMENTAÇÃO DAS AVES DE CURRAL. A) Fatôres que influenciam na formação das rações das aves. N oPara elaborar corretamente uma ração é preciso: 1) Os requisitos dos principios nutriu e d que se alimentará; 2) A disponibilidade, o conteúdo dos principios nutritivos e tivos dapespécie es custos dos alimentos; e r c 3) sabor, o estado físico dos alimentos e 4) A presença de substâncias o m do produto. nocivas para a qualidade e rc B) Requisitos dos principios i a nutritivos das aves. Um estudo experimentalli zfixou a d o os requisitos da maioria dos princípios nutritivos das f u eo tipo e idade das aves, como também a finalidade aves de curral. Os requisitos diferem em ra d da sua produção. Quem recopilou estes requisitos e e foi “National Research Council “(NCR) e s te são os sgtes.: ser v id or w ww .w o r ld a Principios Principiantes Crescimento Galinha t o s Galinhas nutritivos de frango pintinhos 0 poedeiras . creprodutoras om Wo rl da tos s o t a d l r o W 8 semanas Proteina toral % 20 Vitaminas Vitamina A 2.000 Vitamina D 200 Vitamina E Vitamina K 0,53 Tiamina, mg 1.8 Riboflavina, mg 3.6 Ácido pantotécnico, mg 10 Niacina, mg 27 Piridixina, mg 3 Biotina, mg 0,09 Colina, mg 1,300 Folacina, mg 1.2 u e r a f Vitamina B12, mg 0.009 do a Minerais liz a i c Cálcio, % r 1.0 me Fósforo, % o 0.7 rc e Sódio, % 0.15 s Potásio, e%d e 0.2 u mg p Manganêz, 55 N o mg Iodo, 0.35 Magnêsio, mg 500 Ferro, mg 40 Cobre, mg 4 Zinco, mg 35 das 8 a 18 semanas de 16 15 15 2,000 200 4,000 500 4,000 500 ? ? 1.8 10 or 11 d i v ? ser e t es ? ? ? ? 1.0 0.6 0.15 0.16 ? 0.35 ? ? ? ? . ? to s a ? rld 2.2 .w o w w w 2.2 ? 3 ? ? 0.25 ? 2.75 0.6 0.15 ? ? 0.30 ? ? ? ? co m ? 0.8 3.8 10 ? 4.5 0.15 ? 0.35 0.003 2.75 0.6 0.15 ? 33 0.30 ? ? ? ? -25- Worldatos Devemos dar importância ao preço dos alimentos. Se o preço de qualquer um dos ingredientes aumentar sobre a base do principio nutritivo que traz, em geral deve se substituir, por exemplo, pode-se empregar trigo no lugar de milho, ou vice-versa. Do mesmo modo, a farinha de amendoim pode ser substituído por farinha de soja nos casos que estes preços destes suprimentos proteicos possam aumentar. C) O gosto dos sabores e estado físico dos produtos alimentícios. Alguns alimentos têm gosto exquisito e por isso não deve ser ministrado as aves. Outros alimentos são processados de maneira que pode alterar o gosto e não serve para ser consumido. Os alimentos que contenham zahina (espécie de milho) e centeio melhoram o N o fazendo deles pellets e molhados com banha quente. sabor pue A composição do alimento pode influir na qualidade do produto. A cor da pele de s ou das patas de frango para o consumo, o mesmo que a cor da gema do ovo, e r um c o m ao conteúdo de pigmentos carotenóides dos alimentos. obedece principalmente e rc Os principais produtos que i a lise empregam nestas elaborações são o milho, farinha de alfafa e farinha de glutémz ado d omilho. A farinha de algodão que sef utira e r a mediante prensado e que contêm gosipol, pode alterar a cor da gema nos ovos darmazenados. Alguns produtos de peixe ee s t passam esse sabor à carne de frango ou aos e sovos. Portanto, alguns produtos alimentícios podem ser extranhos pela razão quee ralteram a qualidade do produto v id or w acabado. Wo rl da tos s o t a d l r o W A FÓRMULA DAS RAÇÕES. ww .w o r ld a to s .c o m Por causa do crescimento de variedades das rações para aves e pelo fato que as empresas produtoras são cada dia maiores, a alimentação só se faz com alimentos misturados industrialmente. Mas o que devemos considerar que o custo do produto acabado, é mais alto se comprado que fabricado. As grandes companias que fazem a elaboração dos alimentos, geralmente precisam dos serviços de um expert em nutrição e ao uso da computadora. Mas m também pode-se fazer uma boa fórmula de rações com uma prova e o método . c o del s cuadrado. a to d l r O método do quadrado “ de Pearson “, é o mesmo que se usa nas plantas . w ode leite que há processadoras de leite quando se deseja terminar as proporções w w no creme, o qual tem porcentagem alta de gordura e se extrai r w o creme ou um leite o d com um conteúdo xis de gordura. rv i e s A seguir, um exemplo no uso do método doequadrado. Um avicultor tem milho t s que contêm aproximadamente 9 % de proteina. Ele pode comprar um suprimento e e com minerais e vitaminas. Desed proteico que contém 36 % de proteina, reforzado ra ja preparar uma ração que contêm 16 u e% de proteina. O procedimento para balanf do cear esta ração é o sgte.: a z i 1) Desenhe um quadrado i a l e coloque no centro o número 16. c r e esquerdo do quadrado anote o concentrado e o seu 2) No ângulo superior o mno ângulo inferior esquerdo anote milho e o seu conteúdo c conteúdo proteico (36); er proteico (9). e s d 3) Diminua u e na diagonal através do quadrado ( o número menor do número p maior) Neoanote a diferença nos ângulos superior e inferior do lado direito (36 -16 = 20; 16 - 9 = 7). O número do ângulo superior direito indica as partes do concentrado, en peso, e o número do ângulo inferior indica as partes do milho, em peso, que se requer para preparar uma ração que contenha 16 % de proteina. 4) Para determinar a porcentagem de milho da ração se dividem as partes do milho pelos resultados finais, ou seja, 20 : 27 = 74 % de milho. O resto, 26 % sería o suprimento. -26- Worldatos EJEMPLO DEL CUADRADO DE PEARSON Partes 7 do concentrado Concentrado 36 16 No 20 partes do milho p uMilho e9d e s Wo rl er c om er 27 partes no total c i a ALIMENTOS. A PREPARAÇÃO DOS li zad of u e r final dos alimentos para aves de curral num O produto final que resulta da mistura ad e Mas alimento moído que se conhece como pisado. e s t também consiste numa mistura moída, es pode processar-se para se obter pellets ou grumos. e Os pellets são alimento pisados e comprimidos porr vmeio i d o do vapor, produzindo pequer w calor intenso esfria-se nos pedaços ou cilindros. Neste processo de formação experimenta ww . w o dos pellets são: O para que certos princípios nutritivos não sejam danificados. A vantagem alimento é menos poeirento, os ingredientes não escapam da mistura porr ldgravitação, dimia to nui-se a dissipação do alimento e melhora a densidade da ração. Além disso, assaves . c o geralm mente consomem mais quantidade de uma ração em pellets que a mesma ração do alimento pisado. Os grumos obtem-se mediante o grosso moído dos pellets, e possuem forma granular (forma de grãos). Apresentam as características desejáveis dos pellets, mas é melhor para os comedores mecânicos e servem também para alimentar aves pequenas como também para o direto consumo de pellets. Os pellets ou grumos têm um custo maior que a ração pisada. da tos s o t a d l r o W A ALIMENTAÇÃO DOS FRANGOS ASSADOS. rl .w o da .c to s om Na ração dos frangos assados compreende os seguintes pontos: ww w 1) É na alimentação que se tem um custo elevado para oar produção de frangos assad dos, pois apresentam entre 55 e 65 % do custo total. rv i e s 2) A primeira ração para os pintinhos de reposição t e contêm aproximadamente de 20 % s de proteínas, já os frangos para assar contêm de e e20 a 25 % de proteínas nas 6 primeiras d semanas. A proporção exata de proteína depende do conteúdo energético do alimento. ra e u 3) Nas 6 semanas de idade, nos frangos para o consumo deve-se ministrar o pisado f d onivel menor proteico. As vezes também se dá pellets final, que tem nivel maior de energia e a iz aos frangos para assar com 6csemanas até eles ganharem o peso para comercialização. ia l pu o N e se de r m co er -27- Worldatos RACIONES PISADAS PARA POLLOS PARRILLEROS Ingredientes Principiantes (primeiros 35 dias) (KG) Fubá de milho 537 Gordura estabilizada 40 Farinha de soja 275 No p u ede glútem Farinha 25 d epeixe Farinha de 50 se r Grãos secos de milho com co m solúveis da destilaria e r c 25 i Farinha de alfafa (17%) a li z a do (220.000 A kg) 25 fu e ra d Fosfato dicálcico 9 e e 10 Calcário moído s te Sal iodada 3 Manganêz (gramas) 52 Suprimento de antibióticos de metionina ou o equivalente 1 Antioxidante 0,50 Suprimento arsenical orgânico 0,20 Suprimentos vitamínicos: Vitamina A (USP) 1,135,000 Vitamina D ( UI ) 681,000 Vitamina K ( mg ) 500 Riboflavina ( mg ) 3,500 Pantotenato de cálcio (mg) 5,000 Cloruro de colina ( mg ) 225,000 Niacina ( mg ) 21,000 Vitamina B 12 ( mg ) 12 Wo rl Final (KG) 598 50 204 50 20 25 da ser v id 25 15 10 3 52 tos s o t a d l r o W Total kilos de a r fu e o d za i l a rc i e m co r e es d ue p No e ww .w o r ld a 1 0,50 to s .c o 0,20 m 1,135,000 681,000 500 1,500 5,000 227,000 m .c o 21,000 s a to r l d 12 1.000 se e t s or w rv r id o w .w ww o 1.000 -28- Worldatos -29- DOENÇAS. Por motivos expositivos, as doenças das aves classificar-se-ão em tres grupos: a) Doenças não nutricionais. b) Doenças e carências da nutrição. c) Outros vicios e problemas sanitários. Doenças não nutricionais. No Doenças pu Wo rl ede Espécies Causa s Afetadas e r c om ASCITITIS e rc Sintomas Signos i a li Achados Anatomopatológico Tratamentos Prevenção Observações zad ACUMULAÇÃO DE LIQUIDO NÃO HÁ TRATAMENTO o fu DEBAIXO DA PELE E NAS ESPECÍFICO. e ra CAVIDADES DO CORPO. de e st e s NOS PULMõES NÃO HÁ TRATAMENTO. FEBRE, DIFICULDADE NÓDULOS RESPIRATÓRIA E SINE SACOSeAÉREOS; r v i d PÚS TOMAS NERVOSOS. NOS SACOS AÉREOS. or w ww CONVULSõES, PARALIENTERITES. BANHO . w o COM SAL DE EPSON SIA E MORTE REPENr ld a TINA. to s .c o m EXCESSIVO CONSUMO ABDOMEM MUITO DISDE SAL. OUTRAS CAU- TENDIDO, RESPIRAÇÃO SAS NÁO BEM DEFINIRÁPIDA E BARULHENTA. DAS. ADEQUADA QUANTIDADE DE SAL NA RAÇõES. TEMPERATURA E VENTILAÇÃO APROPRIADA. EVITAR A PRESENÇA DE MOFOS NAS CAMAS E ALIMENTOS; TER VENTILAÇÃO BOA. da ASPERGILOSIS A MAIORIA DAS AVES, OUTROS ANIMAIS, INCLUSIVE O HOMEM. FUNGOS DO GENERO ASPERGILUS. BOTULÍSMO TODAS AS AVES E ANIMAIS DOMÉSTICOS, MENOS O PORCO. TOXINAS BACTERIANAS NOS PRODUTOS VEGETAIS E ANIMAIS CONTAMINADOS PELO CLOSTRIDIUM BOTULINUM. BRONQUITIS INFECCIOSAS FRANGOS. VIRÚS. DIFICULDADE RESPIRATÓRIA, RONQUIDÃO, SECREÇÃO NASAL, BAIXA PRODUÇÃO DE OVOS, CASCAS MOLES. OBSTÁCULO PELA MUCOSA NASAL AMARELADA NA PARTE INFERIOR DA TRAQUÉIA E OS BRôN QUIOS. MANTER AS AVES EM AMBIENTES MORNOS. VACINAÇÃO DEPOIS DE 16 SEMANAS. CÓLERA FRANGOS, PERÚS, AVES AQUATICAS. A BACTÉRIA PASTEURELA MULTOCIDA. É RARO NAS AVES DE MENOS DE 4 MESES DE IDADE, FEBRE, CABEÇA AROXEADA, FLUXOS VERDEAMARELADOS E MORTES REPENTINAS. HIPERTROFÍA HEPÁTICA, HEMORRAGÍAS NO CORAÇÃO E OUTROS ÓRGÃOS. MINISTRAÇÃO DE SULFAMIDAS COM INDICAÇõES ANTIBIÓTICAS. BACTERINA MORTA. LIMPEZA PERIÓDICA COMPLETA . CORIZA tos s o t a d l r o W TODAS AS AVES A BACTÉRIA HEMOINCLUSIVE ESPÉ- PHILUS GALINARIUM. CIES SELVAGENS. DIFICULD.RESPIRATÓRIA PÚS AMARELADO NOS RUÍDO LARINGEO ÁSPERO OLHOS E EXTREMIDATUMEFAÇÃO DOS OLHOS, DES PARANASAIS. SECREÇÃO NASAL E CHEIRO DESAGRADÁVEL. r id o CRISTA AZUL ENCEFALOMIELITIS DOENÇA DE NEWCASTLE FRANGOS E PERÚS. AGENTE CAUSANTE NÃO IDENTIFICADO. FRANGOS: SEDE INTENSA, PERDA DO APETITE, DIARRÉIA, DIMINUIÇÃO NA PRODUÇÃO DE OVOS E ESCURECIMENTO DA CRISTA. ww e rv s e OS RINS TUt sFRANGOS: DOENÇA RESPIRATÓRIA CRôNICA (ERC) FRANGOS, PERÚS MYCOPLASMA GALISEPTICUM. A ESCHERCHIA COLI, PROVOCA A INFECÇÃO SECUNDÁRIA. TOSSE,RUIDO, ESPIRROS FLUXO NASAL E PERDA DE PESO. ENFERMEDAD INFECCIOSA DA BOLSA (GUMBORO) FRANGOS VIRÚS SONOLêNCIA, DIARRÉIA ACUOSA BRANCA. om MANTER AS AVES SEPARADAS EM GRUPOS POR IDADE. NÃO EXPOR AVES SUSCETÍVEIS A AVES QUE JÁ PASSARAM A DOENÇA, POIS SÃO PORTADORAS DAS DOENÇAS DURANTE TODA A VIDA. ANTIBIÓTICOS OU NITROFURANOS DE ACORDO COM INDICAÇõES. SANEAMENTO. NÃO HÁ. VACINAÇÃO. A MORTALIDADE DOS GRUPOS AFETADOS É DE 5 A 10 % QUASE NÃO TEM. RARAS VEZES HÁ MUCOSIDADE NA TRA QUEIA, ENGROSSAMENTO DOS SACOS AÉREOS CONTENDO LIQUIDO AMARELO MANTER AS AVES CONFORTÁVEIS E ESTIMULAR O APETITE. VACINAÇÃO. MUCOSIDADE NA TRAQUEIA, SACOS AÉREOS ENGROSSADOS QUE COM PÚS AMARELO E ENGROSSAMENTO DO PERICÁRDIO. ANTIBIÓTICOS NA ÁGUA OU NOS ALIMENTOS, DE ACORDO C/ INDICAÇõES. NOS CASOS GRAVES APLICAR ANTIBIÓTICO INJETÁVEL. OBTER FRANGOS DE ZONAS LIBRES DE MYCOPLASMA GALISEPTICUM. TRATAMENTO TÉRMICO DOS OVOS. PÁLIDOS, e MEFATOS EMUCOSAS NOS d e APARECE INTESTINOS, CONTEÚDO ra ue f do a z i FRANGOS, VIRÚS TREMORES NA CABEÇA E i a lPESCOÇO, PERÚS E FALTA DE COc r FAISÃO. ORDENAÇÃO MUSCULAR. e NAS m GALINHAS POEDEIRAS co DIMINUI A PROD.DE OVOS. r se FRANGOS, VIRUS DIFICULD. RESPIR. E BARUe d PERÚS E LHENTA, PESCOÇO TORTO e u OUTRAS AVES. PARALISIA,DIMINUÍÇÃO NA p PRODUÇÃO DE OVOS. No s .c t oANTISULFATIASOL, OU a BIÓTICOS lCOM d INDICAÇõES. o r w .w DAR ALIMENTOS FRESCOS. ELIMINAR RAPIDAMENTE OS CADÁVERES. EVITAR A HUMIDADE. AZEDO NO BUCHO E O FIGADO COM PONTOS AMARELOS. NÃO HÁ. HEPERTROFÍA DA BOLSA, HEMORRAGÍAS. NÃO HÁ. VACINAÇÃO. Worldatos DOENÇAS ESPECIES AFETADAS CAUSA SINTOMAS, SIGNOS ACHADOS ANATOMOPATOLÓGICO. -30- TRATAMENTO PREVENÇÃO OBSERVAÇÃO DOENÇA DE FRANGOS E OUTRAS AVES MARECK (LEUCÓCIS PARALISIA AGUDA) VIRÚS HERPES PARALISIA DOS MEMBROS E ASAS. INCHAÇO DOS NERVOS NÃO HÁ. DOS MEMBROS E ASAS, HIPERTROFÍA DAS GÓNADAS, TUMORES EM VARIAS PARTES DO CORPO. VACINAS COMERCIAIS. ENTERITES ULCERATIVA. FRANGOS E CODORNAS BACTERIA SONOLêNCIA, PERDA DO APETITE. ÚLCERAS NO INTESTINO ENTERITES. ANTIBIÓTICOS HIGIêNE. HEPATITE INFECCIOSA. FRANGOS. BACTÉRIA A PRODUÇÃO DE OVOS DIMINUI. HIPERTROFÍA DO FIGADO E BAÇO. NITROFURANOS OU ANTIBIÓTICOS. LIMPEZA DA ÁGUA. LARINGOTRAQUEITIS. FRANGOS, FAISÃO VIRÚS. DIFICULDADE RESPIRATÓMUCOSA NASAL SANGUIIA, TOSSE,DIMINUÍÇÃO NA TRAQUEIA. NOLENTA NA PRODUÇÃO DE OVOS E COM CASCA MOLE. NA INSPIRAÇÃO, O ANIMAL LEVANTA A CABEÇA E ABRE O BICO. DURANTE A ESPIRAÇÃO FECHA OS OLHOS E ABAIXA A CABEÇA. COLOCAR AS AVES VACINAÇÃO. EM FORMA CON FORTÁVEL E ESTIMULAR O APETITE. PERDA DE PESO, DIARRÉIA, ENGROSSAMENTO DOS OSSOS,DESPIGMENTAÇÃO DELIRIUS. NÃO HÁ. No pue Wo rl LEUCOSE de se r FRANGOS, PERÚS, E OUTRAS AVES. MICOSES PARATIFUS PULOROSES DIARRÉIA BRANCA co m e rc VIRÚS. i a li zad FRANGOS, PERÚS E OUTRAS AVES. O FUNGO CÂNDIDA ALBICANS. FRANGOS, PERÚS E OUTRAS AVES. TYPHIMURIUM E OUTROS GÊNEROS. o fu DISTENÇÃO MATERIAL QUALHADO SULFATO DE COEVITAR O EMPIe r a DO BUCHO. DEPOSITADO SOBRE A BRE NOS ALIMENLHAMENTO. de MUCOSA DO BUCHO. TOS. e st SEMELHANTE AOS DA e ENTERITES E NÓDULOS NITROFURANO. FUMIGAÇÃO DA INs e rNAS PULLOROSIS. OBSERVAMPAREDES INTESTIOS ANTIBIÓTICOS CUBAÇÃO. CON v id o SE PRINCIPALMENTE NOS NAIS. PODEM USAR-SE TROLE DE MOSCAS PINTINHOS. PARA REDUZIR A E ROEDORES. rw MORTALIDADE. ww .w FATAL EM PINTINHOS. OS LESÕES NOS PULMÕES, o OS NITROFURANOS OBTER OVOS DE r OldSULFAMIDAS SINTOMAS SÃO INATIVIDAFIGADO E INTESTINO, PO- CRIADOUROS LIa t o UTILIZADE E SONOLêNCIA. GEMA NÃO ABSORVIDA. DEM SER BRES DE DOENs . c A ÇAS, DOS P/ REDUZIR POIS A MORTALIDADE. o m TRANSMISSÃO SALMONELA PILORUM. da SINOVITES INFECCIOSA FRANGOS, PERÚS. MYCOPLASMA SYNOVIAE. TIFO FRANGOS, PERÚS, PATOS, POMBAS E FAISÃO. A BACTÉRIA SALMO- INATIVIDADE, FEBRE, NELA GALINARUM FLUXOS VERDEAMARELADOS. VARÍOLA COMPRAR AVES RESISTENTES EM ISOLAMENTO. tos s o t a d l r o W FRANGOS, PERÚS E OUTRAS AVES DOMÉSTICAS E SELVAGENS. TUBERCULOSE INCHAÇO DO FIGADO E BAÇO, TUMORES EM VÁRIAS PARTES DO CORPO. TODAS AS AVES. MYCOBACTERIUM AVIUM. ENGROSSAMENTO DO TARSO, DIFICULD. RESPIRATÓRIA E PROBLE MAS DE VESÍCULAS. DESNUTRIÇÃO, DIMINUÍÇÃO NA PRODUÇÃO DE OVOS E MORTE. VEM PRIMEIRO PELOS OVOS. TRANSPIRAM PELAS ARTICULAÇÕES. HIPERTROFÍA NO FIGADO E BAÇO. TETRACICLINAS. CRIAÇÃO SÃ. TRATAMENTO TÉRMICO DOS OVOS. INCHAÇO DO FÍGADO E BAÇO, ESCURECI MENTO DO FIGADO COM FOCOS NECRÓFITOS. NITROFURANOS E SULFAMIDAS DE ACORDO COM INDICAÇÕES. ELIMINAR AS FONTES DE INFECÇÃO A BACTERIA TRANSMITE-SE EM CON TATO COM A ÁGUA E OS ALIMENTOS CONTAMINADOS. a r l dHÁ. NÃO o .w TUMORES DE COR BRANCACIZENTADA E FÍGADO BAÇO E INTESTINO AMARELADOS. ww .c to s om SANEAMENTO: COLOCAR OS ANIMAIS NOVOS EM CAM POS OU INSTALA ÇÕES LIMPAS. r w o d i FRANGOS, PERÚS VIRÚS. PEQUENAS VESÍCULAS DE PODE LESÕES O TRATAMENTO VACINAÇÃO E CONvAPARECER e rGARGANTA. COR AMARELO CLARO NA NÃO É CARO. TROLE DE MOS s NA CRISTA E BARBINHAS QUITOS. e t QUE RAPIDAMENTE es COBREM-SE DE FERIDAS e d E DIMINUÍÇÃO DA POSTA DE OVOS. r a fu e o d Doenças e carências da anutrição. iz a l rc i e m A maioria das vezes c o é provocada pela carência de um ou mais princípios vitaminicos r e no capitulo 3.3. (PRINCIPIOS NUTRITIVOS.) ou minerais, definidas es d e uvicios p Outros e problemas sanitários. No a ) Canibalísmo. Pode acontecer em aves de qualquer idade. Entre os pintinhos, o vicio se dá geralmente limitado a bicar os dedos das patas e o rabinho. Já as aves adultas também o fazem, bicando-se o ânus e as cristas. A causa deste fato não está bem esclarescida. Só se sabe que é muito frequente quando as aves estão em confinamento, mas claro esta prática também se deve por deficiêcias de manuseio e má alimentação, também pode ser ocasionado pelo tédio das aves ou muita luz. Worldatos A solução para este problema é o procedimento de cortar a mandibula superior num terço de comprimento. Muitos produtores de frangos para carne e ovos, tiram os bicos ao nascerem. Mais adiante, pode aínda recortar o bico das galinhas poedeiras são colocadas em seus nunhos. a)Fadiga dos galinheiros. É um estado paralítico das aves que são mantidas nos galinheiros. A afeição é mais comum entre as franguinhas de elevada produtividade durante o verão. A causa disto não se conhece. Mas, considera-se que esta anomalía tem a sua origem em alterações do metabolísmo mineral. As aves que são afetadas voltam ao estado normal, se colocadas no N chão ooup se o piso do galinheiro é coberto com folha de jornal ou algo parecido. ued Para prevenir e s isto, recomenda-se que durante os meses de verão, para as galinhas e rem que são mantidas deve-se dar 12 kg de farinha de conchinhas de ostras por mil c o gaiolas, m e dividida em tres rações iguais. E deve-se manter 2 ou 3 aves por (1.000) aves por semana r c ia gaiola, isso reduz a incidência. li z Wo rl ado fu e r a do figado. c) Degeneração de banha (gordura) da de es t e sque resulta no depósito excessivo no É uma alteração do metabolísmo de gorduras, e rv i daves figado e nas cavidades do corpo. Geralmente, nota-se nas o r wmantidas em gaiolas, mas as vezes se apresenta também nas aves criadas no chão, especificamente nas raças de ww . w peso. A causa disto é desconhecida. Mas, entre os fatôres predispostos oestão: a baixa ativir da dade dos animais alojados em gaiolas, como o uso de alimentos com alto lteor princípios t ode s 100 kg energéticos. O abastecimento de altos níveis de alimentos normais como a aveia.(c o om de milho com 100 kg de aveia por tonelada de penso ) e/ou colina, vitamina B12 nos alimentos tem num principio um favorável efeito na prevenção de doenças. Além disso, o fornecimento de 500 gramas de metionina por tonelada de alimento evita a sua aparição. tos s o t a d l r o W d) Anemia aplasmática (hemorrágica). Esta doença, denominada também sindrome anémico, caracteriza-se pela existência m . c o4 e 12 de hemorragías e anemia. É mais comum nos pintinhos. Prevalece nas aves entre s t o da anesemanas de idade. Pouco se conhece a respeito da causa, tratamento e prevenção da l r mia aplasmática; mas suspeita-se que as micotoxinas são a causa. . w o ww w e) Bucho pendurado. or d i e rv sinchado”. É conhecido também como “bucho caído ou bucho Os pintinhos podem apree st e sentar como também nas aves em crescimentoede 2 a 3 meses de idade. É causada por ad uma alimentação irregular ou pelo consumoe rexagerado de alimentos e água. E isto fica mais u não exista sombra boa para as aves mantidas no f intenso quando não há excesso ce calor e do a campo. z i ia l c r e PARASITAS cDAS o m AVES. r se e A prevenção e d e o controle dos parasítas é um dos meios mais eficiente e barato de u p aumentaroa produção de carne e ovos, sem ter que acrescentar o número de aves e fornecer N complementária. alimentação Os parasítas classificam-se em dois itens: 1) Parasítas internos. São comuns em frangos, são eles: ascaridiase, coccidiose, tênias e tricomoniase. Estes parasítas podem ser evitados com um bom saneamento do local, água e alimentos muito limpos, vacinação. -31- Worldatos 2) Parasítas externos. Os principais são: piolhos, ácaros e carrapatos avícolas. Deve-se tratar com inseticidas utilizados conforme as indicações do fabricante. Estes parasítas interferem no peso da ave e a produção de ovos e danificam a pele. Os estudos provam que os piolhos e ácaros podem reduzir os lucros de peso entre 2 e 25 %. PRODUÇÃO DE CARNE. As aves utilizadas para a produção de carne são híbridas comerciais, em geral de tipo N o que cumpre uma série de requisitos especiais que permitem obter da sua explorapesado, pue ção o rendimento d e máximo. s e animais Trata-se de r c o muito precoces no seu crescimento, com alto poder de conversão mciclo de alimentos, com um e r c de curta produção, pois são sacrificados nas 8 - 10 semanas, com pesos que variam entrei a1.800 li z a e 2.300 gramos. doo frango para assar, tendo assim um determinado tipo e Por “Broiler” entende-se que f u econcreto de criação, independentemente do sexo, é tamanho de ave, asim como um método ra d ee um frango jovem chegando a ter um peso aproximado de 2 kg. pelo que será um animal tenro s te e sem gordura. ser vai dproduzir animais de pouco peso, A exigência do mercado de carne avícola, é obrigada o r w de alimentação, pela raça carne branca e macia. Este último fator está determinado pelo tipo ww .w o e pelo manuseio no sacrifício. ld a e galinhas Além de broilers, consome-se carne de reprodutores adultos, já rvelhas to s poedeiras esgotada. .c o m Para que a carne conserve a brancura, o melhor sistema é que o frango seja degolado, Wo rl da tos s o t a d l r o W assim a sangría será total. A seguir vem a limpeza, fervura para retirada das penas, das visceras e finalmente para refrigeração e congelado. FATÔRES AMBIENTAIS. As condições ambientas que os animais são submetidos, repercute diretamente m o sobre c . a produtividade e engorda. s a t ocrescendo, O pintinho quando nasce precisa uma fonte de calor, e na medida quel dvai or diminui as necessidades w . w w quentes durante 8 de temperatura, e algumas vezes ministram-se calor artificial. Nos w países a 10 meses do ano, o período de aquecimento não deve ultrapassar o r de 35º C. d i Outro fator a considerar é a ventilação ou o arejamento e r v e isto está relacionado com a s e temperatura. Se por acaso a temperatura aumenta muito, s t podemos diminui-la com a ventilação, pois uma temperatura muito quente influi enae engorda, os animais perdem o apetite, d consomem mais água e sua atividade vitalediminui. ra fu A correta ventilação se consegue ao método natural ou induzido. No primeiro o graças d a caso baseia-se na diferença de temperatura do interior com o exterior, regulando-se as janez a li consiste na renovação e introdução de ar novo, graças a i las e portas. Já a ventilação forzada c e r Considerando a temperatura media registras em certas zometc. extratores ou ventiladores, o c nas, aconselhamoss que e r esta ventilação se faça a través de ventiladores instalados na parte e laterais, com janelas persianas. superior das paredes ed u A humidade está diretamente relacionada com a temperatura. Se é alta, as aves ficam op N mais sensíveis ao calor, pelo que durante as épocas quentes deve haver um controle de humidade excessiva. O nível adequado é de 60 a 70 % de humidade. -32- Worldatos ALOJAMENTO. Numa exploração especializada na produção de carne, normalmente se escolhe o método “tudo dentro, tudo fora”, que consiste na total ocupação das instalações com pintinhos de um dia, os quais criar-se-ão até chegar ao peso correspondente à venda. Se faz então a limpeza e desinfenccão das instalações para que o localfique em condições de receber novos pintinhos. Os sistemas mais usados são: - Criação no chão. - Criação em bateria de 3 ou 4 pisos. Para a criação de frangos em ambientes extremadamente cálido, desaconselhamos a No criaçãopem u e dbateria de 3 ou 4 pisos, pois este sistema requer ventilação permanente e um emais investimento s e r alto no começo, ao contrário a criação no chão é a mais adequada para este projeto. co m e rc Para este tipo de pintinhos se fazem pequenos galinheiros independentes para alberi a li gar 500 frangos, o que corresponde z a d uma quantidade razoável, o qual pode ser confiada a o fu uma familia. e r acolocar de 10 a 12 frangos por metro quadrado, A ventilação é natural o que permite de e s t chegam com uma semana de vida atranão requer sistema de calefação, pois os pintinhos es sada pela calefação na central. e Wo rl da r v id tos s o t a d l r o W or TIPO DE GALINHEIRO RECOMENDADO. w w w . wo r ld a t o tem O tipo de galinheiro que recomendamos para a exploração deste projeto, s . c que ser om a de estrutura simples e totalmente prático (desarmável), pois esta instalação será entregue pequenos criadores conhecidos, mas fica como propriedade da empresa, não podendo retirar quando é possivel, em casos de desavenças e querer colocá-las em outro lugar. Estes galinheiros serão pré-fabricados, tipo estandar e assim diminuir os custos. A superfgicie de cada galinheiro será de 48 metros quadrados, o que permite alojar 500 frangos, considerando que se esta superfície, é muito grande para os pintinhos de 7 dias, é justo para frangos já engordados, com os quais se deve restringir o máximo o espaço libre, m para que estes não gastem energia. co . s Os seguintes dados técnicos são: to da l a) As partes prévias para o espaço da construção: r .8wxo 9 mts., com uma - Uma construção feita sobre uma armadura de barras de ferro de w w os 15 buracos que largura de 10 cms., ficando pendente pra frente de 2%, deixandowlibre r o correspondem aos pilares. id e r valvenaria, de 30 cms. de largura - Uma canaleta para o desague e será construída sde te por 40 cms. de fundo,que tenha pendência para ume sburaco, prévia recuperação das impuree zas. d ra b) Partes pre-fabricadas. ue f - Pilares que serão compostos de d o2 listones de madeira dura de 1” de espessura por 3” a z i de largura e 3,50 m. de comprimento, a l estes listones devem ser encachados um no outro por r c ix 2” x 5”, formando asiim um pilar do qual 20 cms. da parte 4 tacos de madeira dura dee3” m inferior será pintada com c oblack. r e - Vigas de conexão superior, serão pre-fabricadas com as mesmas especificações es d que os pilares. e p u metálica do teto, fabricados com varas de ferro liso, diámetro 8, e 12mm. - Armadura o N composto com uma viga central e duas laterais. Esta armadura pode igualmente ser construída de madeira dura, deixando este conceito ao criador. -33- Worldatos - Chapas de fibrocemento para o teto. Estas chapas serão colocadas em forma de duas águas, com um beiral de 0,80 metro, na parte superior um tetozinho de 1,50 metro será colocado a 60 cms. de altura para permitir uma permanente ventilação. - Chapas exteriores para paredes laterias e fundo. Estas chapas serão de fibrocemento serão compradas no mercado, sendo de 6 metros para o fundo e de 4 metros para as laterais, a colocação será na forma horizontal. - Chapas interiores para paredes laterais e de fundo. Estas chapas são opcionais, a colocação das mesmas não é fundamental. São chapas lisas de fibrocemento. - Porta de acesso 210 x 90 de madeira maciça. - Tela de arame de 2,50 metros de altura, sendo 2 pedazos de 4 x 2,50 e de 6 x 2,50 N o metros.p u e d de proteção do arame. Estas placas lisas de fibrocemento serão antecipada- Placas es er c mente furadas permitindo assim o fluxo da água de limpeza. Os furos terão 5 cm. de altura o m por 20 cms. de comprimento. e rc i a li c) Acessórios. zad É importante a boa distribuíção o f dos bebedouros no galinheiro, com uma constante provisão de água relativamente fresca,u eou que exceda os 15º C. . O mesmo principio r aseja, d e e estar, de modo que as aves possam se também vale aos comedouros. Os dois devem s t e rodeios ou caminhar mais de 3 metros. alimentar e beber confortavelmente, sem ter que fazer ser v i(Inquebrável), Para os pintinhos serão instalados bebedouros específicos de 4 litros de água, dor sendo a parte superior de plástico transparente para ver o nivel dewágua w w disponível. Depois de . w o de 15 litros de 2 semanas, serão substituídos por bebedouros maiores com capacidade r ld a água. Fazer a limpeza diária destes bebedouros. to . c oaluminio Os pintinhos devem aprender a comer em comedouros de terreno plano e sde m de 50 mts. x 50 cms. com um rebordo de 2cms. dentro do qual se coloca a ração, e o peso para as duas primeiras semanas, depois estes comedouros serão do tipo canaleta com altura regulável. Wo rl da tos s o t a d l r o W CAPACIDADE ESTABELECIDA. Para se alcançar o objetivo de produção que é de 2.500 frangos para assar por dia, m terá . c o que a que se ter uma instalação produtiva de 6 galinheiros tipo, por dias úteis, considerando s to produção de carne é necessária durante 5 dias por semana para alcançar d a o peso de l r comércialização, que corresponde a um peso aproximado de 2 kilos. Quer . w odizer que durante w o ciclo de produção que é de 49 dias no total, temos 35 dias durante os quais deve-se ww rexigidas comercializar 2.500 frangos por dia, ou seja que as instalações correspondem a: o d i e rv s 2.500 x 35 = 87.500 frangos por ciclo des49 t e dias e O que equivale a 87.500 : 500 = 175 d egalinheiros tipos. a r f u e de 72 metros quadrados, e o cuidado diário conCada galinheiro ocupa uma superfície o d siste em : a) verificar o comportamento z a das aves, se há agum doente. b) Limpar e encher os i l a bebedouros. c) Limpar e repor r c ios alimentos dos comedouros. e Esta rotina deve-seo m c realizar 2 vezes ao dia e correspondem a um máximo de 15 minur tos de manhã e 15 sminutos a tarde. e e que um pequeno produtor, pode atender 4 galinheiros cada um, sem que Calculamos d u e normais sejam perturbadas, o que corresponde a 44 produtores, com uma p suas ocupações N opara cada um de 288 metros quadrados de terra e uma ocupação de tempo corocupação respondente a 1 hora de manhá e 1 hora de tarde. O benefício deste produtro sería de 0,12 US$ por frango entregue a : -34- Worldatos 500 frangos x 4 0 2.000 frangos produzidos em 49 dias de trabalho, ou seja, (2.000 x 0,12) : 49 = 4,89 US$ por 2 horas de trabalho diário. É importante notar, que este produtor chacreiro, não precisa investir dinheiro, ele terá que produzir sim,pois possui os acessórios: os galinheiros, pintinhos, o preparado dos alimentos. Os pintinhos são entregues e retirados à domicilio, esta é a vantagem que o produtor tem, como também o industrial. O modo de ter uma segura produção, terá que instalar na central 35 galinheiros tipos para a produção complementária de 17.500 frangos por ciclo de 49 dias ou seja 500 frangos por dias úteis. N oINSTALAÇÕES PARA REPRODUTORES E GALINHAS POEDEIRAS. pue d 1. 12. 1.eAlojamentos. se r co m e rc Exístem muitas variações i a li para o alojamento dos reprodutores, cada um tem de ser z aed ao tipo de acasalamento que vá se realizar. adaptado, às condições do clima Nos dias atuais, a inseminaçãoo artificial f u e para galinhas não está ainda muito avançada e r a d por isso pratica-se o acasalamento clássico, os estudos e testes não saem do laboratórios, ee usam-se 10 a 12 galinhas por galo. Este sistema, sque t e sé o mais utilizado, permite melhorar a fertilidade porque as aves têm a oportunidade de acasalar e r v mediante a escolha e há compei d ousando galinhos para galinhas tência entre os galos. Também pode se melhorar a fertilidade, rw ww mais adultas ou vice-versa. .w Tendo uma produção de 17,500 frangos na central mais de 87.500o rfrangos classificald a t o sde 105.000 dos em 175 galinheiros exteriores a central, mais de 35 na central, ou seja um total . o frangos cada 49 dias, se exige uma produção de pintinhos de 1 dia de: 105.000cunidades m Wo rl da tos s o t a d l r o W mais de 10 % correspondente as mortalidades = 115.500 pintinhos. Se são 115.500 pintinhos por ciclo de 49 dias, a produção de ovos deve ser de: 115.500 + 15 % que corresponde as perdas, = 132.825 ovos cada 49 dias ( no calendário ). Para se produzir esta quantidade de ovos, se requer 3.500 galinhas em estado de produção com idade de 5 / 6 meses. Os machos de 1 para 12 galinhas, ou seja 292 galos. Resumo: 3.500 Galinhas poedeiras 292 Galos. w rl .w o da .c to s om Devemos considerar também que as galinhas tem de ser substituídas cada 18 meses, ww r o ou seja 6 meses de crecimento e um ano de produção, o que id requer preparar a reposição. Os galos também devem ser trocados cada 3 anos, sisto e r v corresponde a 1.000 aves em crescimento permanente. s te e Mas o cálculo deve considerar: de TOTAL ra ue f 3.500 Galinhas d opoedeiras a z i 292 Galos i a l em crescimento c r 1.000 Aves e om 4.792 c r se e d Para o alojamento destas 4.792 aves deve-se construir previamente 7 galinheiros para ue p as poedeiras com os galos, pela razão de 500 poedeiras e 42 galos em cada galinheiro. Para No as aves em crescimento 2 galinheiros de 500 aves cada um, mais 1 galinheiro para crescimento dos galos de 14 x 9 metros. -35- Worldatos ESQUEM A DE PAR ED ES L istón e de m a de ira ybyra pytá . 3 .5 0 m ts. 1“X 3” No pue Wo rl de se r co m e rc i a li C h ap as d e fib roce m e n to ( O p cio na l ) zad o fu Tacos d e m ad eira e ra ybyra pytá de e st 3“ X 2” X 5 “ es e rv id o rw ww .w o r ld a to s .c o m C h ap as o nd ulad as d e da tos s o t a d l r o W cem e nto coloca da e n fo rm a ho rizon ta l LAD O INTE RIO R LAD O EXTERIO R C ircu la cã o de a r w r w o d rv i e s te s ee d ra ue f N ive l d o so lo inte rn o do a z con suspe n ça o de 2 % i ia l c r e om c r se 0,20 e 0 ,25 ed u p No 0 ,40 A rm a du ras d e fe rro ou a ço 2 50 Kg . w rl .w o da Nivel externo .c to s om -36- Worldatos -37- GA LIN HEIRO PAR A A CR IA DE 500 FRANG OS DE C ARNE P LA N TA No pue Wo rl de se r 4 00 co m e rc i a li zad o fu e ra de e st es e rv id o rw ww .w o r ld a to C a na s le .tac de e va lu aça o o e lim p eza d as á gu as dm da tos s o t a d l r o W 4 00 C O R TE 5 ,1 0 4 ,2 0 No e pu de r se co rl .w o da .c to s om ww w or d i C h ap as de cim ento e rv s s te e de a r fu e o d za i l ia Pr ca red e d e c hap as e R e de de m de cim en to 3 ,3 0 P iso d e c im e nto P e nd ie nte 2 % 8,00 A ra m e P laca de fibro cim en to 0 ,5 0 Fu ro s de lim p e za a 4 cm s d e a ltura p or 20 d e co m p rim e nto cad a m e tro . Worldatos -38- FACHADA LATERAL A rm a du ra m e tálica No pue Wo rl de C h ap a de cem en to se r co m e rc i a li zad o fu e ra de e st es e rv id o rw ww .w o r ld a to s .c o m da tos s o t a d l r o W E le va ça o do solo 0,5 0 cm . FA C H A D A DA FR E N T E w r w o d rv i e s te s ee d ra ue f do a z i ia l c r e om c r se e d ue p No w rl .w o da .c to s om R e de d e a ra m e Worldatos Galinheiros para “Serviço em bandada” ( bando de aves ). A técnica para a construção destes galinheiros, será a mesma que dos galinheiros de frangos, com a diferença que as galinhas poedeiras em bandada com os galos, exigem um pouco mais de espaço, em consequência as medidas serão de 9 metros por 14 m., com um espaço útil para as aves de 92 m², mais de 21 m² para um corredor de retiro de ovos, e 15 m² para as fileiras de ninhos. Os bebedouros e comedouros são os mesmos que para os frangos para assar, mas as rações devem ser diferentes. Os ninhos de 40 x 40, serão de teto aberto, com um total de 67 ninhos distribuídos em 2 fileiras superpostas no fundo e 2 fileiras laterais. No Aves p u e reprodutoras. d e terá que se comprar reprodutores selecionados, esta compra pode No inicio se r efetuar-se numa de renome em crescimento genético, apropriado para cempresa om providenciar a 1ª linha reprodutores. e rde c ia lestudadas Das raças que foram neste projeto, temos duas que são as mais iz a do produtivas e adaptáveis a vários fu tipos de climas, o primeiro é a raçae r“Hisex Brown” e o segundo a raça crioula ad e campestre o “Caipira”. Na nossa opinião, sería e s t sensato começar uma exploração com a segunda, pois várias empresas estáo eem de exportar s e condições r v i dcomo detécnicas estas raças de aves, tanto no nível de ovos férteis pintinhos ou já de or w galinhas de 3 a 4 meses de idade. Mas as empresas podem providenciar também ww . w a raça Hisex Brown nas mesmas condições. o r ld a t osejam raça No que se refere aos reprodutores machos, é importante que s .c pura, estes podem ser comprados das mesmas empresas, ou diretamente o m da França,em relação aos crioulos ou da Holanda para os Hisex Brown. Para o começo das atividades deste projeto, os criadouros devem selecionar-se com reprodutores, inicialmente com 500 pintinhos de um dia, selecionando também o sexo separando as franguinhas dos machos, até terminar e completar assim o crescimento atingindo a maturidade sexual. Wo rl da tos s o t a d l r o W Instalações para o crescimento dos reprodutores. om . cde Os 5.000 pintinhos serão provisoriamente colocados em 2 galinheiros 18 x s to 9 m., uma superfície de 162 m². a estrutura destes galinheiros serár la d amesma que para os produtores, com a diferença que se providenciará uma .separação móvel, wo w w pintinhos estarão o qual servirá de proteção durante os 10 primeiros dias.wOs r debaixo de calefação, depois deste período se fará a separação. Durante o creso id v r cimento das aves que é de 15 / 20 dias aproximadamente pode se começar o e s e processo de seleção de sexo, colocando as frangas nos galinheiros de produção t e s separados em outro galinheiro de de 500 unidades por cada um, já os galos serão e d 14 x 9 m., até atingir a maturidade sexual. ra e u Ao se cumprir este período de o f crescimento, os galos serão colocados nos d a as galinhas, 47 galos por cada galinheiro, ou galinheiros de produção juntos lizcom a i seja 1 galo para cada 12 galinhas. rc e om c r Processo de s e aquecimento ( estufas ). e Os pintinhos d de 1dia devem permanecer com uma temperatura de 21 a 24º u e local é quente, o problema não se apresenta durante o dia, mas a p C.. Se o clima o noite éNnecessário colocar aparelhos que facilitem o aquecimento, pois o pintinho tendem a sentir frio. Estes aparelhos de aquecimento funcionam eletricamente ou a gás, dependendo da energia elétrica, o custo de funcionamento dos dois é quase o mesmo, mas aínda é melhor o elétrico. -39- Worldatos GALINHEIROS TIPO PARA REPRODUCTORES EM BANDADA PLANTA No pue Wo rl de se r 10 0 co m e rc i a li zad 50 0 40 0 10 0 C orred or p ara retira r a p rodu ça o de ov os 10 0 o fu e r a N ID O S de e st es e rv id o 11,0 0 rw ww .w o r ld a to s .c o m da tos s o t a d l r o W C an aleta d e evacuaçao da s agu as de lim peza rl .w o 5 ,10 4 ,20 pu o N c er e s d e3 ,30 om ia e rc liz o ad fu da .c to s om ww w or d i CORTEs e r v s te e de C ha pas de fib rocim ento a r e P la ca de fibro cim en to N in ho infe rior N in ho sup erio r P iso d e cim ento S uspe nsão2% 9,00 0 ,50 R e de d e A ram e Furo s d e lim peza d e 4cm d e a ltura po r 20cm de com p rim e nto -40- Worldatos INSTALAÇOES PARA PONEDORAS 40 No pue Furo s pa raos ov os Wo rl de se r co m e rc i a li 40 40 zad C orre d o r pa ra re tirar a p rod u ç a o de o v o s o fu 40 er ad 40 ee s te ser v id or w ww .w o r ld a to s .c o FUROS PARA RETIRAR OS OVOS m da tos s o t a d l r o W w r w o d rv i e s te s ee d ra ue f do a z i ia l c r e om c r se 40 e d ue p No w rl .w o da .c to s om -41- Worldatos ES Q UEM A DE APARE LHO DE A QU ECIM ENTO CRIADO UR A PARA 250 PINTINHO S No 1.p-u eELECTRICO Wo rl de se r e rc Fío eléctrico i a li 50 C orrente de suspençao regulavel co m zad o fu e ra Lam pãdas quentes de 150 W. de e st es e rv id o r w C hapa m etálica ww .w o r ld a t 100 o s . c om da tos s o t a d l r o W 100 Altura do solo/chão 20 cm s. rl .w o da ww w C ham r in ê p ara oça 2. - A G AS d evapo ra o d e vap ores i e rv s s te e de a r C heg ada de gas fu e o d za i l a rc i e m co r e Fo gareira a gas es d ue p No .c to s om -42- Worldatos As medidas ideais são de 100 x 100 cms., por 50 cms. de altura, estas medidas são perfeitas para 250 pintinhos. Durante os 10 dias, os quais usam-se aparelhos de aquecimento, é importante que haja um bebedouro por perto para os pintinhos. Para os galos reprodutores são necessários 10 unidades destes aparelhos de aquecimento e para a cría de engorda 7 unidades. INCUBAÇÃO. GENERALIDADES. Os principais fatôres da correta incubação dos ovos consistem em controlar a temperatura, a humidade, a ventilação e a mudança de posição. No p u Sãoe4 fatôres essenciais na incubação artificial de ovos, e das aves, a temd peratura é ae mais s e r importante. Em condições naturais, o calor é ministrado pelo c o m Esta temperatura é ligeiramente inferior ao normal de 41 º corpo da galinha choca. C. da galinha que nãoe rchoca. c ia li z aboa e ideal temperatura é super importante para a A manutenção de uma do f u e com a incubadoura as ótimas temperaturas incubação dos ovos férteis. De acordo ra d oscilam entre 36.6º a 37.5º C.. Nas máquinas e e vulgares e comuns de ar quente, a temperatura deve se manter perto dos 37.5º sC. te Wo rl da ser vi dor SALA DE INCUBAÇÃO. ww Estas salas são constituídas de vários anexos, o qual para a wfundamentais .w o correta preparação dos ovos. r ld a to s a) Sala de fumigação. .c Antes de serem incubados, os ovos passam primeiramente por uma osala m de fumigação. Estes ovos quando chegam tem uma temperatura de 25% C. mais ou menos, e com 80 % de humidade relativa. Durante 30 minutos estes ovos são submetidos a um tratamento de formol e permanganato potásico (espécie de sal derivado do manganêz), para uma boa e perfeita desinfecção. Esta sala de 3 x 3 mts. possui 3 piscinas e de uma mesa para o tratamento. b) sala de classificação. m Após a sala de fumigação pasa a esta sala, onde os ovos são selecionados, co . s separando os imperfeitos, casca porosa, etc. Durante esta classificação, t o os ovos d a admitidos, l são pesados e os que tem um peso inferior a 50 gramas não serão r .w o posteriormente se fará o armazenamento. w c) Sala de armazenamento. ww r o Os ovos classificados pasarão para esta sala, os ovos id colocados em bandeijas e r v Este local deve estar com apropriadas, sempre com o polo mais grosso parascima. uma temperatura de 15 º C. e com humidadeerelativa de 80 %. Nestas condições, s te os ovos podem ficar armazenados duranted e8 dias, se for preciso. antes da incubara ção, se fará um pré aquecimento dos u eovos, com 12 horas de antecipação a uma f temperatura de 20 º C. e uma humidade relativa de 80 %. do a z i d) Sala de incubação. a l i r cdeverá A sala de incubação, ter uma temperatura relativamente constante, e m regular. No mercado das incubadoras, pode se encono permitindo assim o trabalho c e r a incubação de até 500.000 ovos, mas as incubadoras de trar acessórios para s e grande produção e d dão muito problemas, por isso se a necessidade de incubação é u de 132.835 o p ovos por ciclo de 49 dias hábeis, a capacidade de produção de cada N incubadora deve ser no mínimo de : 132.825 : 49 = 2.710 ovos, isto representa incubadoras de 2.800 ovos perfeitos para o desenvolvimento deste projeto. Mas a necessidade é de 24 incubadoras com capacidade de 2.800 ovos cada uma. tos s o t a d l r o W -43- Worldatos EDIFICIO DE FUMIGAÇAO, CLASIFICAÇAO ARMAZENAMENTO INCUBAÇAO C orredo r 150 560 90 PLANTA Escala 1 : 100 No 400 pue Sala de fum igaçao Wo rl de se r co m e rc 90 i a li 200 500 Sala de clasificaçao o fu e ra de e st 13,90 es e rv id o rw ww .w o r ld a to s .c o m da tos s o t a d l r o W 90 500 200 19,50 400 zad 500 Sala de arm azenam ento 200 200 90 w r w o d rv i e es t s 500 Sala de Incubaçao ee d ra ue f do a z i al 200 c i r e om c r se e d 150 ue p CRIA DO RAS No 220 14,30 1100 130 w rl .w o da m co .150 s to 90 200 500 C orredo r 560 80 300 -44- Worldatos -45- INC UBADO RA G ru po d e a qu e cim en to D u cto d e ar qu en te No pue Wo rl B a nd eija p ara o vo s Bac de agua de se r co m e rc i a li zad Term ô m e tro d e te m pe ratura in te rna o fu e ra de e st es e rv id o rw ww .w o r ld a to s .c o m da tos s o t a d l r o W w r w o d rv i e s te s ee d ra ue f do a z i ia l c r e om c r se e d ue p No w rl .w o da .c to s M an ilulas p a ra g ira r o s o vos. Fu ro s pa ra o oxig e no P o rta d e a ce sso om V id ro D up lo A lim en ta ça o d e á gu a Worldatos Jan ela ba scula nte d e vid ro du plo No In cu b ad ora s pue Wo rl de se r co m e rc i a li zad Ar a co nd icio na do. o fu e ra de e st es e rv id o In cu b ad ora s pa ra a rw a m p liaçao ww .w o r ld a to s .c o m da tos s o t a d l r o W D IS PO S IÇA O IN TE R IO R siç ao ab er ta P osiçao fechada w r w o d rv i e s te s ee d ra ue f dNoE L A D E V ID R O D U P L O a JA z i ia l c r e om c r se e d ue p No Po w rl .w o da .c to s om -46- Worldatos O funcionamento da incubadora é relativamente simples, seja qual for o tamanho. Está formado de uma caixa herméticamente fechada, com uma porta dianteira, provista de um vidro que permita visualisar a parte interna da incubadora. Os ovos são depositados sobre uma bandeija montada sobre trilhos, como um simples caixão. Para movimentar os ovos, exíste um sistema de alavancas mudando a posição de uma vez só, no total dos ovos da bandeija, este sistema pode também ser manual ou automático. N oO aquecimento interno do ambiente é produzido por resistências elétricas e p u e colocado sobre o teto da incubadora, que mande ar quente a todos os ventilador, de niveis da incubadora, o conjunto é controlado por um termostato que regula a se r co m temperatura interna a 37,5º C.. A humidade que reveste é muito importante para o e r cdo embrião a temperatura deve estar sempre em torno de desenvolvimento normal ia 60%, com uma variação deli5z aa 10 %, para se ter esta humidade a parte inferior da d incubadora é formada por uma obandeija cheia de água, o nivel deve se verificar fu e r a d vagarosamente e consome oxigênio e diariamente. O embrião vai se formando ee elimina anídrico carbônico, é necessário que da incubadora exista a ventis tdentro es lação suficiente para estabelecer a provisão de oxigênio e a correspondente elimie rv d o r de CO² de 0,5 %, mas nação do anídrico carbônico. O embrião tolera um inivel ww morre se a concentração chega a 5%. w .w o rde As paredes, o fundo e o teto destas incubadoras, deverá ser ld adupla madeit o sconstruída ra, com isolante de lã de vidro ou isopor no meio, a porta dianteira será . c o caraccom os mesmos materiais e o vidro desta porta será dupla. O tamanho e as m terísticas ideais para a incubadora são: Wo rl da tos s o t a d l r o W Altura total Largura Comprimento Quantidade de pisos Fonte de energia Capacidade 1.20 m + suporte 1.00 m 1.00 m 5 Elétrica 2.800 ovos rl .w o da .c to s om O edificio destinado à fumigação, classificação, armazenamento e incubaw w ção, será construído de tijolos, com piso de cerâmica, teto de telhas, e forro duplo w r o com material isolante no meio, este edificio disporá de id ar-condicionado em cada setor, as janelas com duplo vidro para asegurar asinsonorização e climatização. e rv e t A superficie deste edifício será de 161.28 m² es eprédio O segmento deste edificio, estará um de 49.88 m², no qual estarão o d ra aparelho de aquecimento, com 7 compartimentos. Dependendo do clima, os pintie fu nhos ficarão de 5 a 7 dias debaixo destes aparelhos a uma temperatura de 21 a o d a z i 24º C.., para ser posteriormente a l dirigidos nos galinheiros de engorda. No e pu de r se co rc me i -47- Worldatos PLANTA DE ELABORAÇÃO DOS ALIMENTOS BALANCEADOS. Para as necessidades da empresa, é necessário ter uma produção de alimentos balanceados permanente. Esta produção deve ser calculada de acordo com as necessidades de alimentos de: 3.792 aves reprodutoras adultas 1.000 aves reprodutoras em crescimento 87.500 frangos (para o assado) em No crescimento pu Wo rl ede s er c Aves reprodutoras. om Na avicultura exíste relativamente nova: “Alimentação em fases”. Com e ruma c i a expressão esta denominação designam-se as mudanças que introduzem-se na dieta da galinha poedeira li z a d o f u da galinha, para modificar de acordo com a estação para ajustar a idade e etapa de produção ra d do ano e a temperatura e as mudanças eclimáticas, para ter em conta as diferenças de peso e edos diferentes tipos de aves, e para acostucorporal e de requisitos de substâncias nutritivas s te mar a quantidade de um ou mais principios nutritivos s para e r v abster-se de outros por razões id o econômicas ou do abastecimento. As investigações demonstraram por exemplo, que uma r w da que põe 80%; que as galinha poedeira que rende 60 % tem diferentes requisitos nutritivos ww . w oas poedeiras de 24 galinhas têm diferentes requisitos nutritivos no verão e no inverno, e que r ld a semanas de idade, as necessidades são diferentes que nas 54 semanas. Portanto, t o s o objeti.c o vo da alimentação em fases é reduzir o desperdício dos princípios nutritivos. m O programa de alimentação em fases para galinhas poedeiras requerem alimento rico em proteínas de 17 a 18 %, do começo do período de produção até a etapa de produção máxima. Deve se considerar que uma galinha reprodutora com 3 kg. deve consumir mais ou menos 50 kg de alimentos por ano para produzir de 290 a 300 ovos. Pode se dizer que as necessidades para alimentar as 3.792 aves reprodutoras, que inclui 3.500 galinhas e 292 galos,será de: da tos s o t a d l r o W (3.792 x 50 ) : 365 = 519,45 kg por dia rl .w o da .c to s om ww w or d i rv se 189.599 kg por ano e t es e d Aves reprodutoras em crescimento.r a e u of d São aves que servirão paral ireposição das poedeiras e dos galos. Elas são separadas za a i desde os primeiros dias de nascimento até chegar a idade de maturidade sexual. c e r dos pintinhos é obter crescimento. Isto requer uma abundanm O objetivo da alimentação o r c nutritivas em proporções apropriadas. E sempre bom observar te provisão de substâncias e s estes pontos: d e e - A alimentação deve ser com menos conteúdo energético que os dos frangos (para pu o assar). N Além disso, pode se restringir os períodos de alimentação e iluminação diúrna, para 15.583 kg por mês permitir que adquiram um corpo maior ante que comecem a empenar. - Sempre dar alimentos iniciais completos, sem complementos de grãos até que tenham 6 semanas de vida. -48- Worldatos GRAFICO DE FLUX No pue Wo rl de se r co m Elevador 1 e rc i a li zad Elevador 3 o fu Para a planta de grãos e ra de Bifurcada e st es e rv id o rw Silo da ww ensaca .w o Elevador 2 r ld a Rosca to s .c o transportadora m da tos s o t a d l r o W Silo da m oenda trua Silo dosadores M oinho de nartelos M oega de recepção .c to s Com portas ld a r o dosadoras . w Balança w da ensaca w M isturadora e t horizontal es Alim entação de cereais provenientes d os silos Fita transportadora No om p d ue M oega de f u o m aterias a dprim as es c er om ia e rc e ra se r o v id r w de liz Capacidade alojada de um ate 3 toneladas por hora -49- Worldatos PLANTA PARA A PR EPA RAÇÃO DO ALIM EN TO BALANC EADO EN GRÃ OS No pue Wo rl de se r Chegada dos alim entos m isturados co m e rc i a li zad Silo pullm ão Deposito de gordura o fu e ra Elevador 4 de e st Silo da es e rv ensaca id o rw ww .w o r ld a to s .c o m da tos s o t a d l r o W M isturadora de gordura Esquentam ento a vapor Secadora - prensadora Caldeira s te se do rv i r w ww rl .w o ee d ra ue f do a z i l CAPAC IDADi aALOJADA DE 1 ATE 3 TONELADAS PO R HO RA c r e m co r e es d ue p No da .c to s om Balança da ensaca -50- Worldatos Fita transportadora superior de alim e ntaçã o do s silo s No pue Wo rl de se r co m E levado r de alim e nta çã o d os silo s e da planta ind ustria l S ilo de arm azenam ento e rc i a li zad o fu e ra de e st eM soega de recepção er i d o inhõe s dosvcam rw ww .w o r ld a to s Fita transportadora .c o inferio r m da tos s o t a d l r o W S iste m a de descarga por gravida de w r w o d rv i e s te s ee d ra ue f do a z i ia l c r e om c r se e d ue p No S iste m a de descarga por gravida de w rl .w o da .c to s om Fita transportadora inferio r -51- Worldatos SILO D E ARM AZENA M ENTO CAPACID AD 700 TO NELAD AS No pue Wo rl 10,97 de se r co m e rc i a li zad o fu e ra de e st es e rv id o rw ww .w o r ld a to s .c o m da tos s o t a d l r o W w r w o d rv i e s te s ee d ra ue f do a z i ia l c r e om c r se e d ue p No w rl .w o da 13,60 .c to s om 567 -52- Worldatos - Quando os frangos tem 6 semanas se dá ração para crescimento. - Quando os frangos tem 18 a 20 semanas, substituí-se pouco a pouco o fubá de milho para o crescimento com alimento de fubá de milho para poedeiras, até que este é ministrado após 20 semanas. Para desenvolver um tipo de pintinho para reprodução de ovos até a idade da maturidade sexual, se exige de 10 a 11,3 kg de ração inicial e de crescimento. Para alimentar em permanência 1.000 aves de reposição é necessário: 11,3 kg : 20 semanas = um resultado medio de 565 gramas por semanas e por aves. No pue Wo rl de ou seja: se r c o m ( 0,565 x 52 ) x 1.000 = 29.380 kg por ano e rc i a li z a d 565 kg por semana o fu e ra 80,493 dkg e por e s t dia es e rv id o rw Frangos criados para o assado. ww Os pontos importantes são: total. da tos s o t a d l r o W .w o ld 70 - A alimentação destes frangos é o principal gasto , representa 60r e a % do custo to s .c o m - A ração inicial para os pintinhos contêm de 20 a 24 % de proteínas nas 5 primeiras semanas. A proporção exata de proteína depende do conteúdo energético do alimento. Daí em diante deve se dar fubá de milho até a alimentação final, que contêm maior indice energético e menor índice proteíco. Muitas vezes se dão pellets a este tipo de frango desde as 6 semanas até que adquiram o peso ideal para o comércio. Também para se obter o máximo de qualidade no sabor da carne, pode se dar um suprimento de fubá de milho nas horas da tarde. m As rações para estes frangos resume-se neste quadro. .c o wo a rld to s RAÇÕES ESMAGADAS PARA OS FRANGOS PARA OwASSADO. w. Ingredientes Fubá de milho do Gordura estabilizada a z i Farinha de soja (50%) c i a l er Farinha de glutém de m milho(40%) o c Farinha de peixer (60%) e s Grãos secos e de milho com e d de destilaria solúveis u p Farinha N o de alfafa (17%) (220,000 A/ kg) Fosfato dicálcico Calcário moído Sal iodado Manganêz Complemento com antibiótico de metionina ou equivalente fu e r r w o d Principiantes rv i e30 s ( primeiros dias) e tkg. s ee d a final kg. 537 40 275 25 50 598 50 204 50 20 25 25 25 9 10 3 52 25 15 10 3 52 1 1 Sigue...... -53- Worldatos Sigue Antioxidante 0,50 0,50 Complemento arsenical orgânico 0,20 0,50 Complemento vitaminicos Vitamina A ( USP ) 1,135,000 1,135,000 Vitamina D ( UI ) 681,000 681,000 Vitamina K ( mg ) 500 500 Riboflavina ( mg ) 3,500 1,500 Pantoneato de cálcio ( mg ) 5,000 5,000 Cloururo de colina ( mg ) 227,000 227,000 N oNiacina ( mg ) 21,000 21,000 pue Vitamina 12 12 d e B 12 ( mg ) se r ______________________________________________________________________ co m TOTAL 1.000 1.000 e Wo rl r c ia li z a do fu e ra d As necessidades alimentícias para engordar um pintinho de um dia até o peso exigido e e a 5 kg de alimento balanceado de acordo para a comercialização é de aproximadamente 4 s te s eAvaliamos com o modo da cría, a raça, o clima, a temperatura, etc.. que este empreendimenr v id to, com raça crioula ou Hisex Brown e considerando o climao rda zona de referência com a quantidade de alimentos balanceados para chegar até um peso wdew 2wkg. é de 4,5 kg. . o Sendo a produção anual de 650.000 de frangos para o assado, aswnecessidades global r ld a de alimentos balanceados é de: to s da tos s o t a d l r o W .c o 650.000 x 4,5 = 2.925.000 kg anual m 2.925.000 : 12 = 243.750 kg mensual 243.750 : 30 = 8.125 kg por dia .c to s om a Em resumo, as necessidades de alimentos balanceados para este empreendimento rld o são de: .w ww w r por ano Aves reprodutoras 189.599 d okilos i rv Aves de reposição 29.380 “ “ se e Frangos para o assado 2.925.000 “ “ t s ee d ra TOTAL 3.143.979 kilos por ano ue f o d za 261.998 kilos por mês i l a i c r me 8.733 Kilos por dia o rc e s d e da planta Capacidade e pu Considerando estes datos, se exige uma planta misturadora de alimentos com capacio N dade estabelecida de 3.143.979 kilos : 250 dias de trabalho. O mercado contempla várias marcas e modelos de equipamentos para este tipo de trabalho, e as capacidades mínimas são de 1 a 3 toneladas / hora, trabalhando 8 horas permite processar 24 toneladas diárias, sendo as necessidades de 12 a 13 / T, permitindo assim comercializar no mercado nacional 11 toneladas diárias. -54- Worldatos Composição da planta. - Silos quadrados para armazenamento dos produtos destinados à moenda. - Silos rectangulares para armazenamento de produtos já moídos, para posterior dosificação. - Comportas dosificadoras acionadas por motoredutores, para a dosificação dos ingredientes. - Misturador horizontal para a mistura e para o pesado do produto já dosificado. Fazem parte do misturador: células de carga, caixa de empalmar, programa de medição em movimento, dosificação e base de sustentação para o conjunto. N o- Moínho de martelos. -p Transportador horizontal, para distribuíção do produto nos silos de dosificação. ued - Silos quadrados destinados a armazenar a ração preparada e, também, servir de silo es e r c do ensaque. pulmão para a balança Wo rl om e rc i a lide rações. Exemplos de fórmulas z ado Fórmula 1 Milho Aveia Trigo Farelo de trigo Alfafa desitratada Farinha de peixe “expeler” de soja Complexo mineral vitamínico fu e ra d ee 30% s te s e r 10% v26% id o r 15% w w w .w 3% o r ld a to 2% s .c 12% om da tos s o t a d l r o W 2% Esta fórmula apresenta um conteúdo em energia de 2.600 - 2.650 kcal/Kg., em proteína bruta de 16%. Fórmula 2 Milho Trigo Aveia Farelo Farinha de peixe “expeler” de soja Alfafa desitratada Glutém de milho Complemento mineral vitamínico 40% 20% 5% 7% 2% 12%o r id r v3% e s 2% 9% “expeler” de soja Alfafa desidratada Glutém de milho Complemento mineral vitamínico 17% 3% 2% 9% ww w rl .w o da .c to s om s te e de a r f u eem energia se 2.600 - 2650 Kcal/kg., e en proteEsta fórmula apresenta um conteúdo o d ína bruta de 16,5%. za i l a rc i e Fórmula 3 om c r Milho 50% e es Trigo 12% d e Aveia p u 5% N o de peixe Farinha 2% O conteúdo energético desta fórmula é de 2.750 - 2.800 Kcal/kg., e de proteína bruta de 17,3% -55- Worldatos Fórmula 4 Cevada Milho Trigo Aveia Farelo de trigo Farinha de peixe “Expeler” de soja “Expeler” de amendoim N oAlfafa desidratada pue Glutém d ede milho Complexos emineral vitamínico r Wo rl co m 15% 20% 20% 10% 10% 2% 5% 4% 3% 2% 9% e r c ia Alimentos para elaborações li z a nas rações para aves. Nas rações para aves emprega-se uma enorme variedade de alimentos. Geralmente do uer estes classificam-se como alimentos fenergéticos, suprimentos proteícos, suplementos miad nerais e vitamínicos. e da e st es e rv A) Alimentos energéticos. id o r wsão de grãos de cereais e As principais fontes energéticas dos alimentos para aves w w as aves de curral é o seus subprodutos e gorduras. O grão mais importante que consomem .w o r ldoasegundo lugar milho, pois é a terceira parte dos alimentos total que ingerem. O trigo ocupa t o sos grãos de entre os grãos de cereais que se utilizam nos alimentos para aves, enquanto que .c o m zahina e aveia esta em terceiro lugar. Atualmente, usam-se muita gordura animal e vegetal nos alimentos para aves. Além do grande valor energético, as gorduras dão a humidade necessária aos alimentos, além de, dálos melhor sabor, textura e aspecto. Mas a mistura de banha nos alimentos requer uma boa dose de conhecimento. É necessário que estejam corretamente estabilizadas para evitar que se tornem rançoso (grosso, espesso). Muitos outros alimentos energéticos, entre eles os subprodutos da moenda, também m se epregam nos alimentos para aves. .c o tos s o t a d l r o W a rld to s B) Suprimentos proteícos. . w ocapacidade para Para que um alimento se torne útil, com proteina depende de sua w w w e da presença ou providenciar os aminoácidos essenciais, da digestibilidade da rproteína o ausência de substâncias tóxicas. Em geral, administrando rao v idmesmo tempo várias fontes e e s só com uma. diferentes de proteinas, obtem-se melhores resultados que t e de origem animal e vegetal. A mais Na avicultura empregam-se suprimentos proteícos e ecarregam d oria dos suprimentos proteícos de origem animal minerais e vitaminas que afetam a e rmaioria muito o valor das rações para aves, quef una das vezes a sua composição varía dos do suprimentos proteícos vegetais. a z i Entre os suprimentos proteícos i a l animais que se empregam na maioría das vezes, esc r ee do leite, os produtos do mar (farinha de peixe) e subprodutos tão os subprodutos da carne o m de sangue, penas de aves do curral hidrolizadas e farinha de c animais vários como farinha r se subprodutos avícolas. e d Os subprodutos proteícos vegetais mais usado são as farinhas de oleaginosas ( de ue p o soja, algodão, amendoim,girasol e limitadas quantidades de farinha de linho), farinha de glutém N de milho (glutém feed) e farinha de alfafa e outras leguminosas. -56- Worldatos C) Suprimentos minerais. As aves do curral exigem suprimentos minerais para a formação do esqueleto, quando estão em crescimento, da casca do ovo (galinhas poedeiras) e para determinados processos de regulação corporal de outra índole. Os suprimentos de cálcio que se empregam sempre na alimentação aviária são calcário, conchinhas esmagadas ou farinha de conchinhas, farinha de ossos, carbonato natural (mineral), giz calcinado e mármore moído. A maior parte de fósforo que contém os produtos vegetais é um fósforo orgánico que os pintinhos não aproveitam bem. Em compensação se dá muita importância as fontes de fósforo inorgánico na elaboração de alimentos para aves. Nos casos que se ministram cálcio e fósforo à ração, empregam-se farinha de ossos (fosfato tricálcico), fosfato dicálcico, fosfato desfluorado, fosfato coloidal e fosfato de rocha. No p umaioria Na e e das rações acrescenta-se sal comúm 0,5 %. O excesso de sal aumentaría o consumo dde água e as evacuações aquosas, que são prejudiciais. s Wo rl er c om e rc D) Suprimentos vitamínicos. i a li Nos últimos anos decobriu-se z a d muitas vitaminas que são importantes na elaboração o fu dos atuais alimentos para as aves. Antigamente acrescentava-se muita variedade de alimene r a tos crús nas fórmulas, principalmente pelo seu d e conteúdo vitamínico, mas atualmente a maie st oria destes alimentos substituíram-se com suprimentos vitamínicos especiais, muitos dos e s em quais são quimicamente puros e devem ser colocados e r v doses pequenas. Na moderna elaboração e produção de alimentos para aves o problemai dseo rresolve sempre empregandow was aves precisam. se misturas pré-elaboradas que tem as vitaminas e minerais que w da tos s o t a d l r o W .w o r ld a to Aditivos que não possuem teor alimentício. s .c oque Normalmente, os modernos alimentos para aves contém um ou mais aditivos m não possui teor alimentício, mas usam-se por muitas rações ( alguns deles até melhoram a produção em certos casos, outros evitam que os alimentos fiquem rançosos, etc.). Quando estes aditivos não foram colocados nos alimentos, também não se tem provas de casos de estados carenciais. Os principas aditivos são os seguintes: m A) Antibióticos. . cnoo cress Usam-se nos alimentos para aves principalmente pelo seu efeito estimulante to d atambém para cimento. Geralmente, usa-se pela razão de 5 a 10 gr. por tonelada de alimento, l r controlar as enfermidades, utiliza-se concentrações superiores (100 a 400 . w ogr. por tonelada). ww w or B) Arsénio e nitrofuranos. d i rv Estes produtos exercem o mesmo efeito que os antibióticos e muitas vezes coloca-se se e t nos alimentos para aves com o fim de melhorar o rendimento. s ee d C) Antioxidantes. e ra u f Usa-se para prevenir que os alimentos fiquem rançosos. Mistura-se também às gordudo a z ras e são eles: o hidroxianiso butilado (BAH), o hidróxitolueno butilado (BTH) e a etoxiquina i al i c (1,2- dihidro-6-etoxi-2,2,4-trimetilquinolina). Estes, usam-se para prolongar o período de r m e prevenir a oxidação dos alimentos misturados. Coloca-se 120 indução nas gorduras ec opara gr. por tonelada. s e r e ed u p GENERALIDADES. No Para a elaboração certa de uma ração devemos ter em conta: 1) Os requisitos dos princípios nutritivos da espécie que se dará o alimento. 2) A disponibilidade, o conteúdo dos principios nutritivos e custos. 3) O sabor e estado físico dos alimentos. 4) A presença de substâncias nocivas para a qualidade do produto. -57- Worldatos De forma experimental estabeleceram-se os requisitos da maioria dos principios nutritivos das aves de curral. Mas é importante saber, que estes requisitos diferem do tipo e idade das aves, assim como, das diferenças climáticas, e finalmente da sua produção. É mais prático aproveitar os produtos alimentícios que se obtenham com maior facilidade e com menor custo, contanto que sejam satisfatórios em outros aspectos. Pode se encontrar substitutos em casos que determinados ingredientes se tornam escassos ou dificeis de achar. Em matéria de avicultura, é importante considerar um programa de saneamento e higiêne do estabelecimento, claro que, isto varía com as condições que exístem em cada estabelecimento, mas os princípios básicos são sempre os mesmos. Manter o lugar limpo e saudável. Isto implica o contrôle de doenças, pois assim se N reduzoo número e intensidade dos transtornos que aparecem quando o criadouro é estabelepue cido. Consegue-se ter um criadouro de aves isento de doenças, graças a este programa de de se r contrôle. c o m de doenças. Deve-se proibir a entrada de visitantes nestas instaEvitar a introdução e rc lações, e os caminhões, galinheiros, cixotes de pintinhos, etc., serão mantidos num setor i a li zad determinado, separados dos alojamentos. o f u Além disso, se fará o contrôle de roedores e aves. Seguir um programa de vacinas.e A vacinação é o seguro mais barato contra as perra das produzidas por certas doenças. Exístemdno e ecomércio, vacinas de prevenção da doença s te de Newcastle, bronquite infecciosa, varicela, laringotraquetite, encefalomielite e outras não ser muito perigosas. v id o r w de stress. Os alimentos Contrôle dos parasítas externos e redução dos fatôres são muito caros para alimentar estes parasítas. O contrôle destes ewawredução dos fatôres de .w stress permitirá manter as aves em condições de resistir a certoso rmicroorganísmos ld a to s patogénicos. .c o m A Reconhecer rapidamente as enfermidades. E o melhor meio é fazer registros. diminuíção do consumo de água e alimentos é um dos primeiros indícios de uma anomalía, por isso ministrar na medida certa estas providências. Se houver mudanças nas aves é um alerta de anormalidade. Além disso a pessoa responsável pelo cuidado das aves, deve dar prioridade a observar as reações, examinando seus movimentos e o modo de comer e beber, como também qualquer manifestação diferente ( espirros, ou sons respiratórios anormais). m Eliminação correta dos cadáveres. Acima de qualquer coisa, a higiêne. Exístem . c o gas linheiros com mais de 5.000 aves em permanência, e neste caso limpar, desinfetar a t o as gaiod l r las diariamente. O que se recomenda é a incineração das aves mortas, queo é o mais seguro. Deve ser feito corretamente evitando assim o cheiro e contaminação das w . wáguas e a presenw ça de roedores ( ratos ), moscas e infeccões. r w o d Desocupação e limpeza periódica. Em cada mudança i de turno, ou seja cada 49 e rv dias, os galpões devem ser esvaziados e limpados sminuciosamente, desinfectados e s te desinfestados. Este aínda é o melhor método para a e prevenção e contrôle das doenças cíclicas. de Os desinfectantes, como usá-los. Denomina-se desinfectante a qualquer agente físia r e co, químico ou biológico que possui a capacidade de provocar mudanças desfavoráveis no u o f dos microorganísmos. meio para a propagação e supervivência d a Em condições ordinárias,i aal i zlimpeza correta das instalações elimina a maioría dos rc microorganísmos e evitandoe assim a necessidade de proceder a sua desinfecção. Wo rl No da tos s o t a d l r o W p d ue es c er om -58- Worldatos No pue Wo rl de se r co m e rc i a li zad o fu e ra de e st es e rv id o rw ww .w o r ld a to s .c o m da tos s o t a d l r o W w r w o d rv i e s te s ee d ra ue f do a z i ia l c r e om c r se e d ue p No w rl .w o da .c to s om -59- Worldatos É evidente que, para instalar um criadouro a nivel familiar, não é necessário tantas instalações industriais, como a planta dos alimentos elaborados (balanceados), os galinheiros devem ser reduzidos em quantidade, também menos incubadoras, etc. Para facilitar os cálculos que cada produtor deve adaptar de acordo com o tamanho de suas instalações, apresentamos os seguintes dados: - Tempo máximo de boa e compensadora produção de uma galinha poedeira 20 meses. No p u e dboa ave poedeira produz aproximadamente 300 ovos por ano. - Uma Wo rl es er c om - Período de incubação e r c do ovo 21 dias. ia l a dgalinhas. - Um galo pode cobrir atéi z12 o fu e ra d e 50 kg. de alimento por ano. - Uma galinha produtora de ovos consome e st es - Para se criar um frango desde seu nascimentoe até r v i do sacrifício, se exige 11 kg. de or w alimento balanceado. ww .w o r ldéade 900 US$. - O custo aproximado de um galinheiro para 500 frangos em engorda to s .c o m US$. - Uma planta para elaboração do balanceado custa aproximadamente de 180.000 da tos s o t a d l r o W - Numa exploração familiar o custo completo dum frango para o assado de 2 kg. de peso vivo é aproximadamente de 0.70 US$. - Numa exploração industrial com planta de balanceado o custo do frango de 2 kg. será de aproximadamente 0.60 US$. m .c o s o - O preço de venda do kilo de um frango assado varia de acordo com osa tpaíses, mas d l r podemos considerar que o produtor pode vender a 1.20 US$ o kilo. .w o w w -O preço de um frango de 2 kg custa nos supermercados na r wfaixa de 3.20 a 4.50 US$. o d rv i e s te s ee d ra ue f do a z i ia l c r e Amigo Internauta, om c r se e Sus comentarios son importantes para nosotros, si Usted tiene una duda o si necesita ed u p más datos, estamos para servirle, entre en contacto con unos de nuestros departamentos. No (ver “ quienes somos” en el Home Page ) http:// www.worldatos.com -60-