ARTE E CULTURA NAS NUVENS
ART AND CULTURE IN THE CLOUDS
Eixo temático: Ciência, Tecnologia e Educação.
Cristiana Paula Melo Zany Brandão
Secretaria de Estado de Cultura – Manaus – Amazonas – Brasil
[email protected]
Jackson da Silva Colares
Universidade Federal do Amazonas – UFAM – Brasil
[email protected]
Labibe de Souza Araújo
Secretaria de Estado de Cultura – Manaus – Amazonas – Brasil
[email protected]
Marcos Tupinambá de Almeida Rodrigues
Secretaria de Estado de Cultura – Manaus – Amazonas – Brasil
[email protected]
Sidney Humberto Perrone Falcão
Secretaria de Estado de Cultura – Manaus – Amazonas – Brasil
[email protected]
Resumo
A nuvem é uma forma diferente de acessar a formação, e também oferece uma
facilidade de acesso em qualquer contexto, o que reforça o conceito de
“ubiquidade” e a utilização dos dispositivos periféricos. A evolução de todos os
ambientes de formação onde havia uma perspectiva “nuvem” gerará novas
formas de desenhar ambientes de formação, nos obrigará também a voltar a
definir o conceito de ambientes “abertos vs. fechados”, e sem dúvida fomentará
notavelmente o fator colaboração e participação nos programas, projetos e
corpos de aprendizagem dentro da arte e da cultura, gerando uma nova forma
de aprendizagem individual e colaborativa a fim de disponibilizar o conteúdo de
forma simples e gratuita. A educação da arte, hoje, é uma área do saber, uma
BRANDÃO, C. (et al.)
disciplina com origem, história, problemas e metodologia. Assim como em
outros ramos do conhecimento, não há uma homogeneidade entre as
abordagens nesta área. Talvez apenas nas premissas mais amplas. Portanto,
com os resultados deste estudo, acreditamos que se pode contribuir para a
avaliação dos cursos a distância no estado do Amazonas e as principais
dificuldades encontradas.
Abstract
The cloud is a different way to access training, and also offers ease of access in
any context, which reinforces the concept of "ubiquity" and the use of peripheral
devices. The evolution of all training environments where there was a prospect
"cloud" will generate new ways of designing training environments, also force us
to re-define the concept of environments "open vs. closed" and no doubt the
factor remarkably foster collaboration and participation in programs, projects
and learning bodies within art and culture, creating a new form of individual and
collaborative learning in order to make content available in a simple and free.
The art of education today is an area of knowledge, a discipline with origin,
history, problems and methodology. As in other branches of knowledge, there is
no consistency between the approaches in this area. Perhaps only in larger
premises. Therefore, the results of this study, we believe that we can contribute
to the evaluation of distance courses in the state of Amazonas and the main
difficulties encountered.
Palavras chave
Educação, nuvem, internet, arte, cultura.
Keywords
Education, cloud, internet, art, culture.
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Arte e Cultura nas Nuvens
1. Introdução
Um dos elementos decisivos e mais importantes para o desenvolvimento de
um país é a educação, pois é através do ensino que um país alcança melhores
resultados, tanto em áreas como: saúde, tecnologia, cursos de educação a
distância, etc., isso representa a relação das melhorias no nível de renda,
emprego e qualidade de vida para a população. Educação é um processo
contínuo da relação do indivíduo com a sociedade e com o meio em que ele
vive, de relação do ser consciente de si com o conhecimento de transformação
de experiência de conceito e prática, diz respeito a toda a humanidade desde
sua existência. A educação, no sentido de escola, como a conhecemos, é um
lugar onde se processa uma relação específica de ensino/aprendizagem de
forma a articular e construir o conhecimento por meio de profissionais
especializados. No Brasil a Educação à distância, já não é novidade, há uma
maturidade no sentido da prática da pesquisa e do ensinamento e da
educação a distância, pois as novas tecnologias da comunicação estão cada
vez mais diversificadas e acessíveis. O que evidencia um crescimento do
ensino a distância no Brasil. Este crescimento também está relacionado ao
avanço das tecnologias de informação e comunicação – TIC, que possibilita
trazer certas vantagens da educação presencial para a situação a distância.
Esta nova educação a distância traz consigo uma preocupação quanto
qualidade dos processos educativos. “Esta preocupação que tem alimentado,
em parte, a resistência das faculdades de Educação nas universidades
brasileiras. O Estado do Amazonas está inserido no coração do maior
patrimônio de florestas e rios do mundo – a Amazônia – que se constitui em
esperança para grande parte da humanidade, por suas extraordinárias
potencialidades naturais. Segundo TODOROV (1999) ‘a distância é o grande
desafio, porém jamais a fronteira final da educação’, é, neste sentido que o
Amazonas necessita vencer distâncias como um dos grandes desafios do
século XXI. A cultura e a educação no Amazonas estão entrelaçadas. Em uma
sala de aula, experiências, vivências e singularidades estão reunidas.” 1 Neste
sentido, a tecnologia demonstra-se uma ferramenta de grande utilidade para
1
COSTA, S. P., SANTOS, Ana C. E., LEVY, D. P. C., SALINAS, J., (2009). Necesidades y Expectativas de los
Cursos de Educación a Distancia em las áreas de Arte, Cultura y Educación en el Estado de Amazonas.
EDUTEC.
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obliterar as continentais distâncias amazônicas, que inibem o desenvolvimento
da educação e o acesso à informação e ao conhecimento nos rincões do
Amazonas.
“Para [Buyya, 2008], uma nuvem é um tipo de sistema paralelo e
distribuído que consiste de uma coleção de computadores virtualizados
e interconectados que são provisionados de forma dinâmica e
apresentados como um ou mais recursos computacionais unificados.
Estes recursos são disponibilizados e controlados através de acordos
relacionados aos serviços que são estabelecidos entre um prestador e
um consumidor sendo definidos a partir de negociações entre as partes.”
A rede de internet, agora a computação em nuvem nos tem aberto um campo
impressionante para expandir e desenvolver uma educação de altos níveis de
intercâmbio, interatividade e colaboração entre pares, o que indubitavelmente,
implica uma clara instância de sustentação democrática. Então o que podemos
fazer com grandes quantidades de trabalhos produzidos pelos professores e
alunos, a fim de que possamos compartilhá-los para que outros venham e os
utilizem. A solução que temos à mão com os extraordinários recursos que é a
computação na nuvem. O que temos que fazer é operacionalizar, porque as
possibilidades e os recursos são cada vez mais ricos neste campo. Podemos
fazer isso mediante nosso campo de estudos (moodle), que é um recurso da
nuvem, ou com qualquer programa, entre os muitos que existem hoje neste
campo da computação. “A nuvem é uma representação para a internet ou
infraestrutura de comunicação entre componentes arquiteturais, baseada em
uma abstração que oculta à complexidade da infraestrutura. Cada parte desta
infraestrutura é provida como um serviço, e estes serviços são normalmente
alocados
em
data
centers,
utilizando
hardware
compartilhado
para
computação e armazenamento” [Sousa, 2009]. Ou seja, quase sem nos
darmos conta, pouco a pouco estamos deixando tudo na “nuvem”. Talvez seja
um mero detalhe tecnológico, mas não o é. Seria como marcar que não existe
diferença entre uma formação online baseada em CD-Rom e outra em
internet. Na verdade, “a nuvem” é uma forma diferente de acessar a formação,
e também oferece uma facilidade de acesso em qualquer contexto, outro
elemento que reforça o conceito de “ubiquidade” e a utilização dos dispositivos
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periféricos (o aprendizado móvel, por exemplo). A evolução de todos os
ambientes de formação onde havia uma perspectiva “nuvem” gerará novas
formas de desenhar ambientes de formação, nos obrigará também a voltar a
definir o conceito de ambientes “abertos vs. fechados”, e sem dúvida
fomentará notavelmente o fator colaboração e participação nos programas,
projetos e corpos de aprendizagem. A computação de nuvem nos permite
flexibilizar, compartilhar e trabalhar colaborativamente, não somente com os
conteúdos que cresce exponencialmente na Web, se não com nossas
contribuições, inovações e produções no campo educativo. As ferramentas da
computação da nuvem se podem compartilhar colaborativamente com grande
ubiquidade e uma flexibilidade que transborda nossa imaginação. “A nuvem se
abre passo a educação, mas os programas
formativos
se
focalizam
principalmente nos aspectos técnicos da computação na nuvem” (Fundación
de la innovación Bankinter, 2010: 101), quando o interessante é renovar, isto
é, aproveitar “a nuvem” na ordem de uma transformação substantiva da
educação e da capacitação. Mas para alcançar este último é fundamental
tomar consciência de que se trata de um instrumento, útil, e não de valor em si
mesmo. Portanto não podemos perder de vista que, sendo uma ferramenta,
sua aplicação exitosa dependerá de nossa formação como educadores e
formadores, de nossa competência e da qualidade do modelo pedagógico que
colocamos em jogo. Assim como um processador de textos não nos converte
em escritores a computação na nuvem não nos pode fazer melhores docentes,
mais críticos, mais dialógicos, mais democráticos, mais capacitados para
promover a construção de conhecimentos por parte de nossos alunos.
Qualquer que seja o ângulo ao qual observemos a educação, ela nos
apresentará características fundamentais para o desenvolvimento do ser
humano como um todo, reafirmando seu papel nas transformações pelas quais
vem passando as sociedades contemporâneas e assumindo um compromisso
cada vez maior com a formação para a cidadania. Faz-se imprescindível,
portanto,
que
façamos
sempre
uma
conexão
entre
educação
e
desenvolvimento, pensando sempre no desenvolvimento que educa e em uma
educação que desenvolve, a fim de ter uma sociedade mais democrática e
justa.
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2. Revisão da literatura
A evolução da tecnologia vem provocando uma revolução na educação. A
internet e a disseminação do uso do computador estão mudando a forma de
produzir, alojar e disseminar a informação. A definição sobre Educação a
Distância apresentada pela legislação brasileira, contempla, com propriedade,
esses aspectos:
Educação a distância é uma forma de educação que possibilita a
auto/aprendizagem,
com
a
mediação
dos
recursos
didáticos
sistematicamente organizados, apresentados em diferentes suportes
de informação, utilizados isoladamente ou combinados e veiculados
pelos diversos meios de comunicação (Diário Oficial da União decreto
n.º 2494, de 10 de fevereiro de 1998).
Acredita-se então, que a educação a distância, por sua experiência de
educação com metodologias não presenciais, possa contribuir não só para a
transformação dos métodos de educação corporativa e da organização do
trabalho nos sistemas convencionais, como também para o uso adequado das
tecnologias de mediação da educação, tais como a videoconferência e a
Internet. A educação da arte, hoje, é uma área do saber, uma disciplina com
origem, história, problemas e metodologia. Assim como em outros ramos do
conhecimento, não há uma homogeneidade entre as abordagens nesta área.
Talvez apenas nas premissas mais amplas. Abordagens diversas e práticas
diferenciadas estão sendo trabalhadas por seis profissionais interessados no
assunto. Podemos identificar relações com alguma concepção de arte, filosofia,
pedagogia e as bases de cada uma. A educação da arte que se limita ao
repasse das informações lineares, a práticas que confirmam o conteúdo
apresentado, se torna alienado, distanciado da fecunda aprendizagem da
fábula e da metáfora, do pensamento e da reflexão. Porém é este mundo
vivido, experimentado que dá sentido aos objetos de saber. A arte não se
traduz na apresentação de verdades gerais, conceituais, vinculadas a
classificações artísticas. “Antes, busca apresentar situações as quais esta ou
aquela forma de estar em um mundo surgem simbolizadas e intensificadas
diante de nós” (DUARTE JR, 2001, p. 23). Dessa forma, a educação da arte
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nos revela formas de sentir e perceber o mundo, mas também transforma
nossas percepções e pensamentos sobre a realidade vivida. Que espaços
estamos dando para os sentidos e as percepções do professor e do aluno na
construção do conhecimento em arte? A racionalidade instrumental, lógica e
universalista, não estaria sufocando outras maneiras de “saber do mundo”, o
alongamento da razão de caráter, mas de identidade e significado? Através das
artes temos a representação simbólica das características espirituais,
materiais, intelectuais e emocionais que caracterizam a sociedade ou ao grupo
social, seu modo de vida, seu sistema de valores, suas tradições e crenças. A
arte, como uma linguagem que representa os sentidos, transmite significados
que não podem ser transmitidos através de nenhum outro tipo de linguagem,
tais como as linguagens discursivas e científicas. Não podemos entender a
cultura de um país sem conhecer sua arte. Sem conhecer as artes de uma
sociedade, somente podemos ter conhecimento parcial de sua cultura. Aqueles
que estão engrenados na tarefa virtual de fundar a identificação cultural, não
podem alcançar um resultado significativo sem o conhecimento da arte. A arte
na educação como expressão pessoal e como cultura é um importante
instrumento para a identificação cultural e o desenvolvimento. A concepção da
arte no espaço implica uma expansão do conceito de cultura, ou seja, toda e
qualquer produção e as maneiras de conceber e organizar a vida social são
levadas em consideração. Cada grupo inserido nestes processos se configura
por seus valores e sentidos, e são atores na construção e transmissão dos
mesmos. A cultura está em permanente transformação, ampliando-se e
possibilitando ações que valorizam a produção e a transmissão do
conhecimento. Cabe então, negar a divisão entre teoria e prática, entre razão e
percepção, ou seja, toda fragmentação de vivência e do conhecimento. Este
processo pedagógico busca a dinâmica entre o sentir, o pensar e o atuar.
Promove a interação entre saber e prática relacionadas à história, as
sociedades e as culturas, possibilitando uma relação ensino/aprendizagem de
forma efetiva, a partir de experiências vividas, múltiplas e diversas. Considerase também nesta proposta vertente lúdica como processo e resultado, como
conteúdo e forma. É necessário que pense no lúdico em sua essencialidade,
conforme nos diz o professor Edmir Perroti:
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... gostaria de chamar a atenção para o conceito de lúdico. Sim, porque
no mundo atual as diferentes dimensões do lúdico vêm sendo
reduzidas a praticamente uma, a do lúdico instrumental. Esta que é,
por exemplo, utilizada pela publicidade, vem sendo tomada enquanto
dimensão que dá conta das possibilidades todas do lúdico, como se
este escapasse em tal perspectiva. Gostaria, então, de recordar aqui
que o lúdico compreende pelo menos outra dimensão, que mais de
instrumental, o lúdico pode e deve ser essencial. No primeiro caso, do
lúdico instrumental, o jogo é compreendido enquanto recurso
motivador, simples instrumento, meio para a realização de objetivos
que podem ser educativos, publicitários ou de inúmeras naturezas. No
segundo caso, jogar sob todas as formas físicas e/ou intelectuais, é
visto como atitude essencial, como categoria que não necessita de
uma justificativa externa, outros a ela mesma para validar-se. No
primeiro caso, o que conta é a produtividade. É, de acordo com o
próprio processo de produtividade de jogar, uma vez que na concepção
de jogo é intrinsecamente educativo, é essencial enquanto forma de
humanização. (1995: 26-7).
A educação da arte precisa evidenciar que a arte não é a representação da
realidade, mas uma representação própria das realidades formais e sociais,
com símbolos, alegorias e materialidade específicos. Os artistas elaboram
discursos visuais, sonoros, cênicos que dialogam com os sentidos do
observador, provocando sensações e estranhezas nem sempre traduzíveis em
palavras. Highet (apud Woods, 1999, p.35) chamar a atenção para o feito de
que
Os
pintores
não
copiam
o
que
observam,
mas
selecionam
cuidadosamente, sendo dotados de significado os elementos que
selecionam, e com tanto mal impacto por ser, por vezes, irracionais...
Aquilo que os artistas visuais, como os pintores, pretendem ensinar é
fácil de perceber, mas difícil de explicar. Eles próprios têm dificuldade
ao explicar porque traduzem suas experiências para formas e cores, e
não para palavras.
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Enfim, seja qual for o estilo de aprendizagem do aluno, motivação é o elemento
chave que o auxiliará. Por isso, professores e administradores dos cursos de
ensino a distância vem utilizando, cada vez mais, técnicas de motivação
desenvolvidas por psicólogos e educadores, visando diminuir as dificuldades
comumentes apresentadas pelos alunos.
Mas, se melhora a colaboração entre os estudantes, e se os anima a trabalhar
juntos como uma equipe, fomentando a interação em um mundo virtual, de
forma divertida e eficaz, não depende da nuvem se não do uso e das
estratégias que desenhamos para alcançar estes objetivos. O ambiente virtual
permite ainda a utilização de recursos audiovisuais, além de textos e imagens,
que vão auxiliar no aprendizado, proporcionando ao aluno uma experiência
mais dinâmica e tornando o conhecimento mais atraente, ou seja, mais
motivador. Uma ferramenta polivalente para a disseminação da informação e
na condução de uma educação multidimensional e interativa.
3. Considerações finais
A conclusão deste estudo propicia a oportunidade de incorporar as tecnologias
de comunicação e informação e oferecer aos professores um avanço no
sentido de refletir sua prática educativa. Neste caso se pretende elaborar dois
tipos de análises: um descritivo qualitativo e outro quantitativo, que serão
descritos futuramente, de acordo com a metodologia adotada para esta
investigação; nos permitirá obter as conclusões desejadas. Diante disto, o
ambiente inovador da EaD em todo o Estado do Amazonas se tornará um
agente de trocas e transformações das práticas pedagógicas, de onde o aluno
será instrumentalizado para investir em sua formação, apropriando-se de
conhecimentos, em uma relação mais dialógica com os professores e alunos,
formando uma rede colaborativa, em que os aspectos da interatividade são
reforçados e a autonomia valorizada consideravelmente. O desenvolvimento
destes espaços flexíveis de ensino-aprendizagem é o grande desafio da
educação amazonense e o presente artigo buscará enforcar tais aspectos,
ressaltando a importância e o caráter inovador desta modalidade de ensino
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como alternativa para uma educação de qualidade. Portanto, com os
resultados deste estudo, acreditamos que se pode contribuir para a avaliação
dos cursos a distancia no estado do Amazonas e as principais dificuldades
encontradas.
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