Clipping 10/07/2013 SEMERJ www.semerj.org.br Clipping de Notícias Educacionais [email protected] Fonte: Folha. iG e Valor Caso sua instituição ainda não seja associada ao SEMERJ, visite nosso site e descubra as vantagens em associar-se ao Sindicato das Entidades Mantenedoras do Estado do Rio de Janeiro. Lembramos que prestamos atendimento jurídico especializado para todas as instituições associadas às terçasfeiras mediante préagendamento através do telefone n. (21) 38520577. Instituições de ensino superior particulares têm até 19 de julho para registrar propostas de oferta de cursos técnicos na forma subsequente, após assinatura do Termo de Adesão A partir desta terça-feira (09/07), as instituições privadas de ensino superior (IES) podem realizar a habilitação e a adesão à BolsaFormação Estudante, no âmbito do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e ao Emprego (Pronatec). O sistema está disponível no sistec.mec.gov.br, e a participação da IES está condicionada à apresentação de Índice Geral de Cursos (IGC) superior ou igual a (3) três. Após assinatura do Termo de Adesão, a instituição poderá registrar, até o dia 19 de julho, as propostas de oferta de cursos técnicos na forma subsequente. Os cursos a serem ofertados devem estar entre as opções listadas na Tabela de Mapeamento, de acordo com a Portaria SETEC/MEC Nº20, de 2 de julho de 2013, e apresentar CPC ou CC superior ou igual a três (3). A Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação (SETEC/ MEC) analisará as propostas apresentadas, e as que forem aprovadas integrarão a oferta de cursos do Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica - Sisutec, que estará disponível para a inscrição dos estudantes a partir do dia 5 de agosto. Instituições de Ensino Superior devem inscrever seus alunos no Enade até o dia 16 de agosto As inscrições para o Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes) 2013 começam nesta terça-feira (9). Estão abertas até 16 de agosto próximo as inscrições on line no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) de 2013. De acordo com a Portaria Normativa do Ministério da Educação nº 6, que regulamenta a aplicação do exame, cabe às instituições de educação superior inscrever seus alunos. O artigo 11 da portaria estabelece que as provas serão aplicadas em 24 de novembro próximo, com início às 13 horas (de Brasília). Nesta edição do Enade, será avaliado o desempenho dos estudantes de bacharelado em agronomia, biomedicina, educação física, enfermagem, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, medicina, medicina veterinária, nutrição, odontologia, serviço social e zootecnia. O exame também avaliará os cursos de tecnólogo em agronegócio, gestão hospitalar, gestão ambiental e radiologia. Participarão da prova: * Ingressantes que tenham iniciado o respectivo curso este ano * Concluintes dos cursos de bacharelado que tenham expectativa de conclusão do curso até julho de 2014 * Estudantes que tiverem concluído mais de 80% da carga horária mínima do currículo do curso até o fim do período de inscrição * Estudantes de cursos superiores de tecnologia com expectativa de conclusão até dezembro de 2013 * Estudantes que tiverem concluído mais de 75% da carga horária mínima do currículo do curso até 16 de agosto Criado em 2004, o Enade integra o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). O objetivo do exame é aferir o rendimento dos alunos dos cursos de graduação em relação ao conteúdo programático, suas habilidades e competência. A Portaria Normativa do MEC nº 6/2013, de 28 de março último, foi publicada no Diário Oficial da União de 28 de março último, seção 1, páginas 10 e 11. Mais informações na página do Enade na internet. Audiências públicas sobre ensino jurídico já têm data marcada O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) já deu início às audiências públicas para discutir a situação do ensino jurídico em todo o País, com base nas quais oferecerá sugestões ao Ministério da Educação (MEC) para a fixação de normas de regulação e supervisão nessa área. OAB e MEC firmaram protocolo em 22 de março último instituindo uma comissão paritária que vai estabelecer o novo marco regulatório do ensino jurídico. Com o primeiro debate realizado na OAB do Piauí no último dia 28 (veja aqui a matéria), já há audiências marcadas nas Seccionais de São Paulo, Paraná, Amazonas, Rio Grande do Norte, Distrito Federal, Alagoas, Ceará, Pará, Santa Catarina, Sergipe, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul (confira o calendário). As audiências públicas serão promovidas em todos os estados da Federação, sempre tendo como convidados professores, alunos, dirigentes de instituições de ensino – todos os agentes envolvidos no ensino jurídico. “Vamos ouvir a comunidade aca- dêmica e as instituições, envolvendo toda a sociedade, de forma a ampliar o diálogo, e dessas audiências teremos as conclusões que levaremos à mesa com o MEC; será um fato marcante para a relação entre OAB, entidades de ensino, sociedade e governo”, disse o presidente nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado, ao anunciar, em junho, a realização das audiências. O presidente da Comissão Nacional de Educação Jurídica da OAB, Eid Badr, também sustentou que as audiências serão marcadas, em todo o país, pela discussão ampla e pela transparência, “de forma a tornar o processo o mais democrático”. Segundo ele, além da participação de representantes de docentes, alunos e mantenedores das instituições de ensino, as audiências serão abertas à comunidade. “Reitero que o processo será democrático e de ampla discussão, o deve permitir o surgimento de muitas e relevantes propostas”. Também conforme Eid Badr, após as discussões nos estados, será realizada uma grande audiência nacional, na sede do Conselho Federal, para reunir todos os elementos produzidos nas audiências estaduais e fechar uma posição da OAB Nacional que será levada ao grupo de trabalho paritário. O presidente da Comissão de Educação Jurídica da OAB lembra que o objetivo final das audiências a serem promovidas pela entidade e das atividades do grupo de trabalho OAB/MEC “deve ser a reformulação do processo regulatório, de supervisão, diretrizes curriculares e tudo que é essencial ao funcionamento dos cursos jurídicos do País”. Medida Provisória estabelece critérios para abertura de novos cursos de medicina e institui o Programa “Mais Médicos” O governo federal acaba de editar a Medida Provisória nº 621, de 8 de julho de 2013, instituindo o Programa “Mais Médicos”. Referido ato traz uma série de questões, já altamente contestadas pela comunidade científica e por vários setores da sociedade. Interfere fortemente nas instituições de ensino superior, ferindo a autonomia universitária, com mudanças de regras para a formação dos profissionais do setor. No seu artigo terceiro fala da autorização para o funcionamento de curso de graduação em medicina, por instituição de educação superior privada. Cria a figura do chamamento público prévio e afirma que caberá ao Ministro de Estado da Educação dispor sobre diversos fatores: I - pré-seleção dos Municípios para a autorização de funcionamento de cursos de medicina, ouvido o Ministério da Saúde; II - procedimentos para celebração do termo de adesão ao chamamento público pelos gestores locais do SUS; III - critérios para autorização de funcionamento de instituição de educação superior privada especializada em cursos na área de saúde; IV - critérios do edital de seleção de propostas para obtenção de autorização de funcionamento de curso de medicina; e V - periodicidade e metodologia dos procedimentos avaliativos necessários ao acompanhamento e monitoramento da execução da proposta vencedora do chamamento público. Haverá, por certo, questionamento judicial quanto à MP pois fere direitos adquiridos e dá mostras de intromissão do Poder Público na vida das instituições. Segundo a Constituição Federal as entidades da livre iniciativa devem ser autorizadas e atender às normas gerais da educação. O texto vai muito além do que está prevista no texto da Carta Magna. Segundo a determinação governamental as instituições de ensino superior promoverão a adequação da matriz curricular dos cursos de medicina para atendimento ao disposto na Medida Provisória, nos prazos e na forma definida pelo CNE, em parecer homologado pelo Ministro de Estado da Educação. O CNE terá o prazo de cento e oitenta dias, contado da data de hoje, para submeter o parecer ao Ministro de Estado da Educação. Portarias aumentam vagas em diversas instituições de ensino superior A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior editou diversas portarias autorizando instituições de ensino superior a aumentarem vagas em cursos de graduação. São beneficiadas entidades em várias unidades da federação. Os atos encontram-se publicados no Diário Oficial da União deste dia 9 de julho. Mercadante acredita em rápido entendimento para a aprovação do projeto que destina os royalties do petróleo a educação O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, deu entrevista nesta segunda-feira, 8, e falou, entre outros assuntos, na tramitação do projeto de lei que destina os royalties do petróleo para educação. Mercadante acredita em um rápido acordo no Congresso. O texto original do projeto previa o investimento de 100% desses recursos na área educacional, porém a Câmara dos Deputados fez uma modificação, destinando 75% dos royalties para a educação e os outros 25% para a saúde. A medida foi aprovada no Senado e agora retorna a Câmara. Para Mercadante, o governo deve agora apresentar dados técnicos que garantam a destinação dos royalties para a educação, sem dar margens à polêmicas judiciais que impeçam o repasse imediato dos recursos. Comissão debate atuação de médicos estrangeiros no Brasil sem passarem pelo Revalida A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados promove audiência pública, nesta quinta-feira (11), para discutir a possível entrada de médicos estrangeiros no Brasil sem prestarem o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeiras (Revalida). Para debater o tema, foram convidados para o evento os ministros da Educação, Aloizio Mercadante; e da Saúde, Alexandre Padilha; além do subsecretáriogeral das Comunidades Brasileiras no Exterior, Sérgio França Danese. O objetivo é discutir o programa do governo federal que prevê a entrada de médicos estrangeiros no Brasil, para preencher vagas em lugares onde não há oferta de profissionais brasileiros. Caso sua instituição ainda não seja associada ao SEMERJ, visite nosso site – www.semerj.org.br – e descubra as vantagens em associar-se ao Sindicato das Entidades Mantenedoras do Estado do Rio de Janeiro.